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Não o tendo sido, deverão os mesmos ser agora aditados aos factos provados.Com o aditamento desses factos – e a relevância jurídica que os mesmos passarão a ter na decisão da causa – mostra-se prejudicada, por inútil, a restante matéria de facto impugnada relacionada com a ocupação da casa pela ré e o seu valor.Passa então a fixar-se, em definitivo, a matéria de facto provada, nos seguintes termos:   Por escritura pública celebrada no Cartório Notarial da Licenciada R., sito na Rua , Porto, no dia 4 de Julho de 2005, J. , casado sob o regime da separação de bens com a Ré , declarou vender, pelo preço de € 1000 ao Autor, seu filho único, reservando para si o usufruto, o direito de nua propriedade de metade do prédio urbano constituído por casa de habitação com quintal, com a área coberta de 48 m2 e com a área descoberta de 278 m2, sito no Lugar ..., da freguesia de ..., concelho de Vila Nova de Famalicão, inscrito na matriz sob o artigo ... e descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n  do Livro B- , registado a seu favor pela inscrição 3041 do Livro G-...  Na escritura identificada em o Autor declarou aceitar a venda, confirmando ser filho único do vendedor.