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Ora, no nosso caso, o não preenchimento dos requisitos da conduta ilicitude e culposa de serviços do Estado impedem se considera verificado o nexo de causalidade, e fica assim afastado o nexo de causalidade entre a actuação da Administração da justiça e os danos reclamados – e não provados - da Autora, o que leva à conclusão e decisão de não estar verificado, in casu, o nexo de causalidade 	Conclusão: 	Sendo os pressupostos da responsabilidade extracontratual do Estado de verificação cumulativa, não se provando o ilícito, a culpa e o nexo de causalidade, improcedem os pedidos indemnizatórios formulados pela Autora; bem como não se apurou em ambos os processos demora ou atraso injustificado que permitisse o apuramento da alegada – mas não provada – violação do prazo razoável, impedindo a atribuição de indemnização por cada ano de atraso, com apelo à jurisprudência do TEDH.