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1906, n 6 do , na redacção introduzida pela lei 65/2020, de 4/11), já vinha anteriormente sendo decidida pela jurisprudência quando satisfizesse o superior interesse da criança ainda que com divergências sobre a necessidade do acordo dos pais para o seu, tendo subjacente o entendimento de que se trata do regime mais aproximado à situação anterior à separação dos progenitores, que possibilita igual envolvimento de ambos os progenitores no dia-a-dia dos filhos e na tomada das decisões mais relevantes para o projecto de vida destes, num plano de paridade que melhor alcança os interesses e aspirações duns e doutros2 A lei Lei 65/2020) veio a consagrar solução que constituía já prática dos tribunais, estabelecendo que o modelo da residência alternada pode ser aplicado – estabelecendo a desnecessidade do acordo dos pais para tanto –, se for conforme ao interesse da criança e adequado às circunstâncias relevantes do caso.