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, 1, 2, 3 da contestação);  F) – Com data de 26/2/2010 foi formalizado um escrito intitulado "Acordo de Regularização de Responsabilidades”, constando o "BPN - Banco Português de Negócios, S.A.” como primeiro outorgante ou "BPN”, a sociedade executada como segunda outorgante ou "Mutuária”, representada pelo Embargante Vasco José Ferreira Pratas como gerente e com poderes para o acto, ali estando consignado: "Considerando que a mutuária é devedora ao BPN da quantia global de € 6600,00 sessenta e nove e seiscentos, que a celebração do presente contrato não implica a novação das obrigações decorrentes das responsabilidades que o presente contrato visa regularizar, mantendo-se todos os vínculos dos devedores à tipologia das responsabilidades originárias, os outorgantes decidiram celebrar um acordo de regularização de responsabilidades, o qual, para além do consignado nos considerandos supra, se regulará ainda pelo disposto nos artigos seguintes: Artigo primeiro confissão de dívida): a mutuária confessa-se devedora ao BPN da quantia de € 6600,00 sessenta e nove e seiscentos; Artigo segundo reescalonamento da dívida): pelo presente contrato, a mutuária e o BPN, aceitam consolidar e diferir no tempo, pelo prazo de 120 cento e meses, o pagamento da dívida referida na cláusula anterior no montante de € 6600,00 sessenta e nove e seiscentos, obrigando-se a mutuária a liquidar esse montante em prestações mensais de capital e juros, porém as prestações serão debitadas ao dia 15 de cada mês; Artigo Terceiro:  Os valores utilizados vencem juros à taxa Euribor a três meses, apurada através da média aritmética simples das cotações diárias das taxas Euribor de igual periodicidade à taxa Euribor atrás indicada que vigorarem no mês anterior à data de início de cada período de contagem de juros, arredondada à milésima acrescida de um spread de 5,5%.