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Depois, não podemos olvidar que o A. não contratou ninguém para lhe prestar auxílio pois provou-se que a A. N. J. denunciou o contrato de trabalho que mantinha com o Instituto de Emprego e Formação Profissional, para auxiliar o A. nas suas tarefas básicas, sendo ela que tem ajudado o A. a realizar a sua higiene pessoal, a subir e descer escadas, a ampará-lo quando este vai à casa de banho – ou seja, a esposa do A. deixou de trabalhar numa entidade pública e de auferir o respectivo vencimento para poder prestar-lhe o auxílio que ele necessita, tendo, por isso, o seu agregado familiar deixado de poder beneficiar do rendimento mensal que a A. N. J. auferia no IEFP.