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documentos 6, 7 e 8 da petição); 4 Em consequência, deverão ser eliminados do elenco dos Factos não provados os constantes dos pontos e, a saber: "A ré E. S. e o marido, que é oftalmologista, vão arranjando expedientes para auferirem e despenderem rendimentos avultados e, segundo ela, têm várias dividas que não pretendem pagar” ponto); e "Os acima mencionados réus afirmam perante terceiros que são gerentes ou trabalhadores a exercer funções em sociedades comerciais de que são sócias as filhas menores, sem que aufiram salários penhoráveis em virtude de tais funções” ponto); 5 Especificando, consideram os apelantes incorrectamente julgados os pontos de facto constantes das alíneas,,, e da supra conclusão 3, e incorrectamente julgados os pontos de facto não provados e; os concretos meios probatórios constantes do processo que impunham decisão diversa no relativo aos factos da alínea são os documentos 6 e 8 da petição; os que impunham decisão diversa no relativo aos factos da sua alínea é o documento 6 da petição; os que impunham decisão diversa no relativo aos factos da supra alínea é o documento 7 da petição; os que impunham decisão diversa no relativo aos factos da supra alínea é o documento 7 da petição; os que impunham decisão diversa no relativo aos factos da supra alínea é o documento 5 da petição; os que impunham decisão diversa no relativo aos factos da supra alínea são os documentos 6, 7 e 8 da petição; e os que impunham, decisão diversa no relativo aos factos julgados não provados e são os documentos 6, 7 e 8 da petição; 6 Assim, a decisão que, no entender dos recorrentes, deve ser proferida sobre os factos acima descritos sob as alíneas,,,, e será a de provados, devendo também ser eliminados do elenco dos Factos não provados os dos pontos e; 7 Em face do que resulta dos pontos  e 1 dos Factos provados, a que deverá acrescer a matéria das ditas alíneas,,,, e, fica demonstrada a essencialidade da sub-rogação para a satisfação do crédito reconhecido aos apelantes, bem como a insuficiência patrimonial dos réus devedores para satisfação desse crédito; assim como fica demonstrada a solvabilidade da herança repudiada; 8 Da circunstância de não ter sido arquivada a execução após a notificação nos termos do art 750 do CPC, não pode concluir-se pela não prova da inexistência de bens penhoráveis, antes pelo contrário, pelo que, ainda que não seja alterada a decisão da matéria de facto, não poderá deixar de concluir-se pela verificação do requisito da essencialidade da aceitação; 9 Verifica-se, em qualquer caso, o requisito da alínea do n. 1 do artigo 2 do CIRE, o que constitui presunção de insolvência e circunstância bastante para que seja deferida a sub-rogação pretendida.