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Sustenta o Recorrente, em síntese, que «nexistem fundamentos para a reversão, uma vez que o oponente não praticou qualquer ato ilícito, ou sequer censurável, ao que acresce o facto de não ter contribuído em nenhuma medida para a insuficiência do património da primitiva devedora, tendo sempre agido do modo como agiria um qualquer "bom e honesto pai de família”» e que «fez prova bastante, até por abundância, de que estão inverificados quaisquer pressupostos, de facto e/ou de direito, para a responsabilização do seu património pessoal com vista ao pagamento da dívida em mérito»; por isso, concluiu pedindo a revogação do acórdão recorrido e que a oposição seja julgada extinta, no que a ele respeita, por estar verificado o fundamento subsumível à alínea do n. 1 do art.