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Inconformado com a condenação, recorreu o arguido para este Tribunal da Relação concluindo o recurso do seguinte modo transcrição):  A. O Tribunal recorrido nunca deveria ter dado como provados os pontos 6, 7, 8, 10, 11 e 1 da matéria de facto dada como provada, havendo os mesmos de serem excluídos do rol de factos provados; B. Existe nulidade da sentença, por vício de fundamentação, ou, em alternativa, a existência de vício de erro notório na apreciação da prova ou ainda vício de insuficiência da matéria de facto para a decisão de direito, por não existir suporte testemunhal claro e inequívoco que esclareça de que forma é que ocorreu o suposto toque no corpo da menor, por quanto tempo e com que intensidade e intuito, sendo completamente estéril a sentença na densificação do contexto lascivo que se exige nestes casos; .