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A sentença proferida não pode manter-se uma vez que a mesma traduz a violação do disposto nos artigos 30, 30 e 49 do Código Civil. . A Recorrente intentou a presente ação contra a Recorrida peticionando a condenação desta no pagamento de determinados valores que foram porsi liquidados com fundamento no contrato de seguro, do ramo Acidentes de Trabalho, titulado pela apólice n. 0101xxx301, celebrado com a sociedade "Q&amp;QCE, S.A.", nos termos do qual assegurou a cobertura do risco completo dos danos traumatológicos causados aos trabalhadores daquela sociedade indicados nas respetivas folhas de salários. . Por brevidade e economia processual remete-se para a matéria alegada na petição inicial. . O objecto do presente recurso restringe-se à questão de saber a partir de que momento se inicia a contagem do prazo prescricional para o exercício efetivo do direito de regresso que assiste à Recorrente, bem como qual o prazo prescricional a aplicar nos presentes autos. . Importa, desde logo, ter em consideração a data do último pagamento efetuado pela Recorrente ao lesado, que se efetuou em 14 de maio de 201 .