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16, do Código de Processo Penal, sendo mais provável e mais correto que a TAS seja de 1,30 g/do qualquer outra taxa, e ademais atentas as regras da experiência comum, estatuídas pelo artigo 12, designadamente do que resulta do anterior exame de pesquisa de álcool, através do aparelho "Drager”, que acusou, após a dedução da EMA, a TAS de 1,349 g/, permite-nos concluir que resulta dos autos suficientemente indiciado que o arguido conduziu um veículo automóvel com uma TAS de 1,30 g/  J - Igualmente não deverá impor, a nosso ver, a aplicação analógica do regime de dedução da EMA no caso de medição da alcoolémia no ar expirado, estabelecido no artigo 17, n., 1 al., do Código da Estrada, ao exame de sangue para quantificação da taxa de álcool, uma vez que não podemos considerar que estamos verdadeiramente perante uma lacuna da lei.