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E daí termos acrescentado que era isso que, considerando todo o circunstancionalismo envolvente, resultava do que então constava do ponto 2 dos factos provados, só que, agora e em definitivo, como já abundantemente explicámos, não temos provado o ponto 2 – ou seja, que "o objetivo da 1 Ré ao efetuar os dois mencionados negócios de compra e venda foi o de adquirir para si a totalidade do direito de propriedade sobre a identificada fração autónoma” – pelo que, repetindo e concluindo nesta questão), os factos alinhados como provados pelo T. da Relação não permitem dar como verificado o negócio consigo mesmo, não padecendo assim os negócios sub judice da anulabilidade prevista no art.