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artigo 36, n. 3, do; ) E, portanto, faz prova plena das declarações aí constantes; ) Desde logo a intenção do Autor que outorgou o documento; ) Ao decidir alterar a resposta da primeira instância aos pontos 26 e 27 o Tribunal da Relação ... violou o disposto no artigo 37, n. 1, do : )A vontade e intenção do Autor não resultam apenas das declarações de parte as quais são livremente apreciadas pelas instâncias) mas, em primeiro lugar, das declarações por si feitas perante notário e consubstanciadas em documento particular autenticado de onde resulta prova plena queomesmo não pretendiaoutorgarpoderes para a primeira ré celebrar negócios consigo mesma; ) Por outro lado, a reposta do Tribunal da Relação ... aos pontos 2 e 2 também viola o disposto no artigo 23 e 23 do ; ) O critério normativo de decisão ínsito no artigo 23 determina que a declaração negocial vale com o sentido que um declaratário normal possa deduzir do comportamento do declarante e que; ) E tal regra da interpretação negocial não é a do declaratário "anormal” que se presume ter um animus de autodestruição; ) Nos negócios formais não pode a declaração valer com um sentido que não tenha a mínima correspondência no texto; ) Ora, entender que as declarações feitas pelo Autor na procuração podem valer com um sentido que ele manifestamente não quis viola, também o disposto no artigo 236 e 23 do e, também por esta via, terão de ser alteradas; ) Convém referir a especial ambiência jurídica do tema aqui tratado, o melindre da matéria e, assim, as imposições axiológicas e, portanto, que daí resultam. )