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Tais declarações foram contraditadas por JJ, o qual declarou: o AA era seu vizinho viveram na mesma rua, em , cerca de ano e tal, no ano de; foi sócio da Mundo Submerso, juntamente com a menina , que vivia com o AA; O AA pediu-lhe para ser sócio com a companheira, por ela estar há pouco tempo em Portugal e para ela poder fazer descontos para a Segurança Social; foram os três à Exponor, ao "balcão na hora”, tratar de tudo; o AAs montou um escritório em , num centro comercial; ficaram ambos como gerentes; nunca passou uma procuração; esteve naquele escritório cerca de um mês e tal e depois pediu para sair, pois não havia movimento nenhum; passou a quota para a , que nunca foi à empresa; entretanto o AA desapareceu de ; nunca falou com nenhum cliente; foi a contabilista, , amiga do AA, que tratou de tudo; o AA aparecia lá de vez em quando, mas trabalhava a partir de casa, onde havia um computador; depois mudaram o escritório para ; o AA tratava de transportes de Itália para Portugal; o arguido prometeu-lhe uma percentagem, mas nada recebeu; o AA parecia ser uma pessoa abastada; ele pagava tudo nos restaurantes; as pessoas falavam que ele era um empresário; pensou que aquilo era uma empresa de fachada, sendo que o AA tinha outra empresa, a Cafecar.