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92 a 98 do processo – douta sentença recorrida que graduou como comum o crédito que reclamara de IRS, garantido por privilégio creditório geral mobiliário e imobiliário, num montante de € 486,30 quatro , quatrocentos e oitenta e seis euros e trinta cêntimos) –, ora intentando ver revogada essa decisão da 1 instância apenas na parte em que não graduou esse crédito como privilegiado, alegando, para tanto, em síntese, não concordar com o assim decidido, "porquanto o presente recurso circunscreve-se à questão de distinguir o crédito de IRS dos créditos comuns, porque tem natureza privilegiada e apurar qual a ordem de graduação do crédito de IRS, enquanto crédito com privilégio imobiliário e mobiliário geral, relativo aos imóveis constantes do auto de apreensão”, pelo que, desse modo, se deverá ainda alterar a graduação efectuada, cedendo, é certo, o crédito de IRS perante a hipoteca, mas ficando sempre à frente dos créditos comuns, assim se julgando procedente a Apelação e revogando-se parcialmente a douta sentença recorrida.