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Assim, pretende que sejam agora julgados provados, pela via recursiva, diversos factos a que a sentença não alude, tratando-se dos seguintes que considera essenciais para decisão da única questão de direito suscitada na apelação, a da nomeação da pessoa do:  - É a mulher do beneficiário, S, quem tem administrado os bens daquele, pagando as suas despesas, nomeadamente no Lar Residencial;  - A mulher do beneficiário, S é atenta, próxima e preocupada com o bem-estar do marido;  - A mulher do beneficiário, S, tem capacidades mentais para zelar pelos interesses do marido;  - A filhaé a filha mais preocupada e próxima do beneficiário e da mulher S;  - Com exceção da filha, nenhum dos demais filhos fala com a mãe, mulher do beneficiário.