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Ainda que se devesse adotar o entendimento sufragado pela sentença recorrida, o certo é que a falta de intervenção da Herança Jacente de H na execução não conduziria, imediatamente, à ilegitimidade adjetiva passiva dos demais executados.1 A defender-se tal solução, impunha-se, subsequentemente, que o tribunal, em homenagem ao princípio do aproveitamento do esforço processual que se acha ínsito no n. 2 do artigo , do Código de Processo Civil e porque se está perante uma exceção dilatória sanável, proferir o competente despacho, de modo a instar a exequente a fazer intervir Herança Jacente de H como executado n. 4 do artigo 72 e artigo 73, do Código de Processo.2 Prevê o art.