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Quanto à primeira das mencionadas nulidades, invoca a Recorrente o seguinte: Apesar dos ns 4, 13 e 14 dos factos provados "é igualmente certo que resultou provada uma explicação para cada uma das características referidas, que exclui, de modo inequívoco, a relevância destas características como indício do contrato de trabalho.”, mais indicando, a sustentar a sua tese do afastamento de tais inícios e da inexistência de um contrato de trabalho, os ns 33, 35, 36, 37, 38, 40, 43, 44, 52, 56 e 57 dos factos provados e concluindo a dizer que ""Há, assim, uma evidente contradição entre a matéria de facto dada como provada nos itens 4, 13 e 14 e a matéria de facto dada como provada nos itens 33, 35, 36, 37, 38, 40, 43, 44, 52, 56, 57 que se mostra em oposição à decisão em favor da natureza laboral do vínculo a que se reportam os autos, assim configurando uma nulidade que se impõe sanar, nos termos do art.