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Depois, a final desse relatório de inspecção, em sede das conclusões tiradas e relativamente ao CATL, foi referido, em suma:  - que em torno da resposta de  CATL, que o Autor não funciona de acordo com os normativos/orientações que a regem porque apenas presta serviço de transporte aos utentes, e porque cobra mensalidades fixas por serviço prestado;  - que essa situação ocorre desde 2013, e que daí resulta que o Autor do indevidamente comparticipado pela Segurança Social no montante global de €6220,5  Ora, foi por referencial às alíneas, a, e do probatório, ou seja, no que sobreveio após a emissão daquele relatório de inspecção, que o Tribunal a quo veio a julgar que inexiste qualquer falta de fundamentação.