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- E quanto à culpa, ela é relevante para efeitos de responsabilização subsidiária de gerentes e administradores e afere-se pelo comportamento padrão de um bom "pai de família”, aplicável ao caso, na forma do gerente normalmente diligente em face das circunstâncias de cada caso, de acordo com os arts 487 n2 e 799 n2 do Código Civil, pois:  "impõe-se ao administrador que as suas opções discricionárias não sejam o fruto de improvisações irresponsáveis ou negligentes mas de decisões meditadas, ainda que envolvendo riscos, devidamente calculados e ponderados” in A Administração das Sociedades por Quotas e Anónimas, de Ilídio Duarte Rodrigues, pág..  - Continua, o Acórdão acima referido, relativamente à culpa: "A culpa – como é sabido – consiste na omissão de um dever de diligência, que é de aferir em abstracto a diligência de um bom pai de família), quer no que respeita à responsabilidade extra-contratual, quer no domínio da responsabilidade contratual "– cfr.