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Inconformada com essa sentença, HH, em representação dos seus filhos menores, interpôs recurso de apelação, o qual foi apreciado e decidido por acórdão de 19/6/2018 do Tribunal da Relação de Lisboa que deliberou: "a) declara-se que a sentença recorrida não é nula, e b) revoga-se o segmento recorrido da sentença apelada e em sua substituição: - declara-se extinta a situação de colonia na parcela de terreno identificada no presente processo, e - declara-se integralmente válido o contrato de compra e venda do prédio rústico identificado no ponto  desta decisão do relator, celebrado dia 22/11/2005 por escritura pública outorgada no Cartório Notarial do Dr. , exarada de fls.