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do artigo 3 supra, com base nos concretos meios de prova aí elencados, incluindo a prova gravada, para onde se remete e aqui se dão por integralmente reproduzidos; n) A respeito daexistência de um erro por parte da Ré - entenda-se por parte da Senhora Sandra P. - na identificação da natureza e características das obrigações com o ISIN USP04808AM40 - Tema da Prova 5 -, em lugar de dar por provados factos a partir dos quais fosse possível concluir num ou noutro sentido, a Meritíssima Juiz simplesmente formulou um juízo conclusivo a tal respeito na fundamentação da resposta aos factos não provados; o) A respeito das características e natureza das obrigações com o ISIN US04808AM60, por comparação com as das obrigações com o ISIN US040114HL72 - Temas das Prova 7 e 8 - , o Tribunal apenas levou aos factos provados que "tais obrigações não eram transaccionáveis nos Estados Unidos da América a não ser por comprador institucional qualificado” facto provado ) e que "em 18-06-2018, os referidos títulos foram convertidos em obrigações livremente transaccionáveis para investidores dos EUA, às quais foi atribuído o ISIN US040114HL72” facto provado ), nada dizendo sobre a sua manifesta falta de liquidez artigos 8 a 9 da contestação) e consequente falta de cotação em mercado artigos 10, 10, 10 da contestação), nem sobre os termos e condições em que se deu a respectiva troca que não conversão) em 18 de Junho de 2018 artigos 14 a 14 da contestação), o que é tanto mais estranho quanto nesta parte constam dos autos cópias dos documentos de emissão, oferta de troca e troca das obrigações aqui em causa, através dos quais os factos pertinentes ficam devidamente provados; p) Acresce que a sentença é também completamente omissa sobre as condições em que, em 14 de Março de 2017, menos de dois meses após a sua emissão, as obrigações com o ISIN US04808AM60 foram desdobradas naquelas com o ISIN US040114HL72, sem o que não é possível dar resposta cabal aos indicados Temas da Prova; q) Ocorreu aqui um novo erro grosseiro por parte do Tribunal a quo na fixação dos factos provados, a justificar a intervenção deste Venerando Tribunal, ao abrigo dos seus poderes cognitivos em matéria de facto plasmados no artigo 66 do CPC, para dar por provados, em resposta aos Temas da Prova 5, 7 e 8, os factos elencados sob as alíneas xliii.