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1 O Tribunal a quo ao suspender os trabalhos até às 11h e 45m, o que aliás é uma contradição à luz do despacho anterior se o prazo ainda estivesse a decorrer, a prova poderia ser produzida, não sendo necessária a suspensão, a fim de aguardar a junção aos autos do comprovativo do pagamento da taxa de justiça e da multa, para depois os retomar com as inquirições das testemunhas da Ré/Autora e Interveniente "Casa”, violou o disposto no n. 4 do artigo 1 do R.P., devendo o despacho em causa ser revogado pelo Tribunal ad quem e substituído por decisão que, determinando a impossibilidade de realização da dita prova, a tenha por não produzida nos autos; 1 O Tribunal a quo, através do despacho que ordenou a suspensão dos trabalhos até às 11h e 45m, dando a oportunidade à Ré/Autora e Interveniente "Casa” de efetuarem o pagamento e procederem à junção aso autos do seu comprovativo, viola, para além do já citado n. 4, do artigo 1 do R.P., o princípio da igualdade, previsto no artigo  do P., dado o Tribunal ter concedido uma prorrogativa a uma parte, em detrimento da outra; 2 A referida suspensão dos trabalhos, com a finalidade em causa, estando a Audiência de Julgamento formalmente aberta, constitui ainda uma irregularidade processual que tem influência direta no exame e decisão da causa, sendo por isso um ato nulo nos termos do disposto no artigo 19 do P.’13;  2 Dado que o último momento em que a parte pode fazer prova de que pagou a taxa de justiça subsequente/segunda prestaç��o da taxa de justiça é até à abertura formal da audiência de julgamento; 2 Atenta a ilegalidade do Despacho recorrido, por violação do disposto no artigo 1, n. 4, do R.P., e no artigo  do P.’13, e, ainda, a sua nulidade, impõem-se a sua revogação pelo Tribunal ad quem; 2 Nos termos do terceiro despacho recorrido, o Tribunal, que das 9h até às 11h e 45m reteve as testemunhas da Ré/autora e Interveniente "Casa” com inquirições agendadas por acordo das partes desde 13-03-2018 para as 9h e 10h e 30m, decidiu, ante o adiantado da hora, reagendar o depoimento de duas delas para o dia 25-09-2018, tendo ouvido a terceira; 2 Com o referido reagendamento, para outro dia, da inquirição das testemunhas da Ré/Autora e Interveniente "Casa”, que deveriam ter sido ouvidas antes das 11h e 45m, o Tribunal a quo violou, mais uma vez, o disposto no n. 4 do artigo 1 do R.P., tal como o artigo  do P., dando-lhes, mais uma vez, em detrimento do Autor/Réu, uma nova oportunidade de produção de prova; 2 Com tal despacho de reagendamento, o Tribunal a quo retirou qualquer eficácia à norma constante do n. 4 do artigo 1 do R.P.