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1410, n 2, do   Com efeito, e tal como refere Antunes Varela e Pires de Lima, a afirmação de que a rescisão por mútuo acordo da alienação o não prejudica o direito de preferência é tida como uma ‘reação contra um expediente de que comprador e vendedor se serviam para afastar o direito de preferência, quando viam a situação perdida’.»    No que concerne ao segundo ponto, entendeu-se, depois de desenvolvida exegese sobre a matéria, que:  «A autora alegou ter celebrado, em 11969, com o então proprietário do prédio identificado na ação um contrato de arrendamento rural, que as partes, em 211973, vieram a prorrogar, tendo anexado à sua petição inicial um documento intitulado "contrato escrito de arrendamento rural de prédio rústico», em que figuram como senhorio, tendo a ora 1a Ré sucedido, mortis causa, na posição e, como arrendatários, a ora autora e marido cf.