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N.	Repristinando, também, o que já vem ante exposto impõe-se desde já fazer 3 ressalvas,  1) Não obstante a convergência na forma de liquidação regulada nos artigos 8 e 9 do CIRC, a montante as tributações autónomas e o IRC stricto sensu provêm de geografias profundamente distintas;  2) Divergências que se reflectem nas soluções a jusante ou seja a de inexistência de unicidade de IRC e TA;  3) As TA evidenciam disparidade teleológica e funcional  O.	Os erros de julgamento apontados à decisão recorrida não procedem e assentam em premissas inquinadas por erros ao nível dos conceitos, mormente de benefício fiscal, e erros de interpretação das normas fiscais relevantes e da interacção entre o regime do SIFIDE e dos benefícios fiscais em geral e o Código do IRC.