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A Fazenda Pública apresentou contra-alegações que terminou com as seguintes conclusões: A) Entende a recorrente que «os fornecimentos e colocação de madeiras, de expositores, de equipamentos diversos, de equipamento de som, de equipamento de vigia, de equipamento de alarme e de equipamento de incêndio» não se subsumem à norma do reverse charge, por se destinarem a um imóvel que já se encontrava edificado, não sendo abrangidos pelo conceito de «remodelação», por considerar a recorrente que a Diretiva IVA se circunscreve apenas a serviços que se relacionem, diretamente, com o imóvel, isto é, a serviços que tenham por objeto a realização de uma obra e que sejam necessários à sua concretização;  B) Carece a recorrente de razão, pois foi fixado nos factos provados que o Relatório de Inspeção Tributária apurou que «De acordo com o que havia sido adjudicado, a empresa "B” procedeu à montagem do referido ponto comercial, tendo efetuado obras de alvenarias e pichelaria necessárias, colocação de madeiras e pladurs, pintura dos espaços, colocação do chão, bem como ao fornecimento e montagem dos expositores, equipamentos de som, equipamentos de alarmes e incêndios, etc. )