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Assim decidindo, farão as Ex.as Venerandos Desembargadores, a habitual Justiça!”O aqui Recorrido/Município veio apresentar as suas contra-alegações de Recurso em 13 de Julho de 2018, nas quais concluiu: " O Tribunal a quo antes de proferir o despacho de 11 de Dezembro de 2017 ouviu previamente ambas as partes, tendo, após, julgado a jurisdição administrativa incompetente para conhecer dos pedidos de reconhecimento do direito de propriedade sobre um imóvel, sobre águas nascidas em prédio de terceiro e sobre uma servidão de aqueduto, concedendo para o efeito aos Autores o prazo de 2 meses para comprovarem nos autos a interposição da ação judicial respetiva na jurisdição comum.