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a vingança e a pura finalidade de prejudicar; - a afirmação de interesses próprios mas em que se patenteia uma lesão ponderosa mas de todo de interesse alheio ainda que não; - o exercício do direito desviado do interesse que lhe é imanente e que justificou a sua atribuição, sendo abusiva qualquer situação subjetiva processual que se desvie manifestamente desse interesse; - ação por má vontade ou para pressionar o lesado ex., a ação sem fundamento relativa a um imóvel e registo da mesma, com isso podendo impedir a comercialização do imóvel, causando danos em; - pedido manifestamente vexatório ou desprovido de qualquer propósito real; - a parte que lançou mão da tutela judiciária viu denegada a sua pretensão; - a improcedência de uma qualquer pretensão exercida através dos mecanismos judiciários não significa, necessariamente, que o pedido era infundado.» Na situação que nos ocupa, não existe dúvida de que entre as partes foi estabelecido um contrato, em 12017, por via do qual a requerida deveria entregar ao requerente a quantia global de € 23565,49, em quatro prestações anuais, a iniciar em dezembro de 2017 acrescendo juros de 3%.