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Concretamente, não se provaram os seguintes factos: Da pronúncia 	Na circunstância referida em 1 dos factos provados, o arguido fez saber aos demandantes que tinha uma residência para vender pelo preço de € 250 000,00, tendo-se apenas demonstrado o que está descrito em 1 dos factos provados; 	O propósito formulado pelo arguido a que se refere o n 2 dos factos foi o de o arguido se apropriar da quantia monetária a ser entregue a título de sinal; 	Os cheques referidos em 6 dos factos provados foram depositados pelo arguido em conta por si titulada; 	O arguido gastou em proveito próprio a quantia de € 30 000,00 que recebeu dos demandantes; Da contestação 	Os factos constantes da acusação, tiveram lugar, entre maio e julho 2009, mas sim na janela temporal que decorre dos factos provados; 	O prédio identificado em 1 dos factos provados estava, desde 30 de dezembro de 2009, inscrito nas Finanças e registado na Conservatória do Registo Predial de como prédio misto; 	O arguido informou os demandantes, desde o início, que a casa não necessitava de qualquer licença de habitabilidade ou licença de construção, uma vez que, se tratava de uma reconstrução de uma casa antiga, sendo, tão só, necessário, uma certidão camarária a comprovar que a casa reconstruída era anterior a 195 B.3 - E apresentou como motivação da decisão de facto os seguintes considerandos: «O decidido em matéria de facto funda-se em todos os meios de prova produzidos na audiência de discussão e julgamento, nos documentos, relatórios periciais e autos que constam do processo, valorados cada um de per si e no confronto com os demais meios de de forma crítica e de acordo com as regras da experiência comum.