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do Código de Processo; ) julgou não ter ocorrido qualquer nulidade da decisão da primeira instância por sustentar que a recorrente não a fundamentou, mas, ao contrário, ela foi perfeita e totalmente explicada, por forma que devia ter sido apreciada e discutida; ) julgou não ocorrer impropriedade de meio processual, que contudo se afigura existir, pois tendo sido a demarcação precedida de um despacho que a ordenou e sendo conforme com ele, não cabia qualquer reclamação da demarcação, mas sim, quando muito, recurso do despacho, que, porém, transitou em julgado; e) julgou que a ação podia ser decidida conforme o que leu nos fundamentos utilizados pelo primeiro acórdão da Relação de -- de /03/2016, quando devia decidir conforme a decisão desse acórdão e não conforme os fundamentos, e respeitar a interpretação que da decisão desse acórdão fez o posterior acórdão do STJ, transitado em julgado em cujos termos a demarcação devia fazer-se "excluindo a área identificada pela exequente como caminho público”); f) decidiu, pelo contrário, que a demarcação devia fazer-se por forma a que "o leito do caminho público é parte integrante do prédio da exequente”, o que, só por si já constitui uma aberração jurídica, porque nenhum caminho público pode julgar-se integrado em prédio particular, porque os bens do domínio público estão fora do comércio, mas também porque é seguramente uma forma de violação das decisões transitadas em julgado supra referidas, designadamente a do Juiz do processo a fls.