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n. 868/12TBALR, relator Lopes do Rego, disponível em www.dgsi.pt), que se pronunciou sobre a questão da recorrente se ter insurgido contra o arbitramento de uma indemnização pelo dano patrimonial futuro e não se ter procedido ao desconto do benefício da antecipação pelo imediato recebimento do montante global da indemnização, sustentando a aplicação de uma taxa de redução de 20%, e que serve de termo de comparação com a situação actual do sistema bancário português:  «A regra ou princípio geral segundo a qual o benefício da antecipação deve descontar-se na indemnização arbitrada pelo dano patrimonial futuro deve ser adequada às circunstâncias do caso concreto, podendo nomeadamente tal benefício ser eliminado ou apagado perante a existência provável de um particular agravamento ou especial onerosidade dos danos patrimoniais futuros expectáveis que importa compensar com recurso a critérios de equidade.