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1 A decisão pela condenação do recorrente é, portanto, o culminar de um raciocínio lógico de dedução e integração dos factos no qual inexiste qualquer contradição, erro ou falta de relação), resultando ponderada e não arbitrária face às provas concretamente produzidas e constantes dos autos e às regras da experiência comum, parâmetros que dão forma ao princípio da livre apreciação da prova consagrado no artigo 12 do Código de Processo Penal como vimos indissociável dos princípios da imediação e. 1 Finalmente, é igualmente despropositada a alegada violação de qualquer dos preceitos legais invocados pelos recorrentes, mormente do indicado artigo 27, n. 1 e 4 do Código Penal, cujo preenchimento, considerando a matéria de facto julgada como provada que não apenas aquela indicada pelo e o apurado enquadramento jurídico levado a cabo na sentença recorrida, resulta evidente.