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No que concerne à concreta situação debatida nos autos, como refere a sentença recorrida, "Resulta dos factos provados que: - Nos autos de inventário para partilha das heranças abertas por óbito de E e F, respectivamente pais da A. e avós dos , que correram termos neste Tribunal de São João da Madeira sob o n. 252/93, foram licitados e adjudicados à A., entre outros bens, os prédios relacionados nas verbas n.s 26, 28 e 29, assim identificados: −J Verba n. 26: "Uma casa térrea, sita na  ...) prédio inscrito na matriz predial urbana da freguesia de  sob o artigo n  ...)”; −J Verba n. 28: "Uma casa de habitação, sita na  ...) inscrita na matriz predial urbana da freguesia de  sob o artigo n .”; −J Verba n. 29: "Um prédio rústico de horta e árvores de fruto, sito no lugar de   ...) inscrito na matriz predial urbana da freguesia de  sob o artigo n ” - - Por sua vez, foi adjudicado aos e ao pai, G, entre outras, a verba n. 27, relacionada como "Uma casa de habitação, sita na  ...) inscrita na matriz predial de S. João da Madeira sob o artigo n .”; No caso dos autos está assente a propriedade da autora e a propriedade dos réus, dos prédios confinantes, a autora é proprietária da parcela na qual foi construída a garagem e anexos e do terreno rústico, e ainda de um outro terreno no qual está uma casa de habitação parcelas ns 26, 29 e 28 no processo de inventário) e os réus são proprietários de um terreno com uma habitação parcela n 27 do inventário).