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Mas tal liberdade de avaliação na formação da sua convicção, não se confunde com a concretização pelo inquiridor da uma ofensa moral, mesmo atentando ao disposto no referido artigo 126 n. 2 alínea, segundo o qual: "2 - São ofensivas da integridade física ou moral das pessoas as provas obtidas, mesmo que com consentimento delas, mediante:  a) Perturbação da liberdade de vontade ou de decisão através de maus tratos, ofensas corporais, administração de meios de qualquer natureza, hipnose ou utilização de meios cruéis ou enganosos;”  Pelo exposto, e nesta parte se revoga a decisão recorrida, por se entender não verificada a declarada nulidade destes meios de prova, por não se revelar do seu fundamento de facto, constantes das alíneas  "a negrito”, a , aqui, transcritas a fls.