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Já no que concerne à diligência requerida tendo em vista apurar a identidade real do emissor das mensagens enviadas à ofendida, resulta patente que não se trata de prova ou meio de prova que em si mesmo seja susceptível de suscitar graves dúvidas sobre a justiça da condenação, mas antes de diligência tendente a criar essa dúvida, sem que, porém, sejam apresentados elementos probatórios novos susceptíveis de, nesta fase, justificar a realização de tal diligência de investigação Assim, ao abrigo do disposto no artigo 45, n  s 1 e 2, do Código de Processo Penal, indefiro as diligências probatórias requeridas, por manifesta falta de pressupostos legais.”  O Sr. Juiz titular prestou a informação que alude o artigo 45 do CPP, tendo, igualmente entendido, que a revisão não deverá ser concedida, o que fez nos seguintes termos, que se transcrevem:  )   – O referido veio interpor recurso extraordinário de revisão alegando para tanto, em síntese, que: a)          Diversamente do que sucede com a actual Advogada subscritora do requerimento de recurso extraordinário de revisão, os Juízes, o Procurador da República e a Advogada do arguido que intervieram no julgamento realizado na primeira instância não tinham os conhecimentos técnicos para julgar este objecto processual.