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Alegou finalmente que não podem as obras de conservação realizadas na cobertura do prédio ser consideradas de inovação ou de natureza voluptuária.-O Autor, acedendo ao convite ao aperfeiçoamento endereçado pelo Tribunal restrito à matéria alegada no artigo  da petição inicial nomeadamente quanto à indicação da permilagem da Ré), apresentou o respetivo requerimento.-Proferiu-se decisão que indeferiu a realização de prova pericial requerida pela ré, com fundamento que, não tendo a dita deliberação da Assembleia de Condóminos sido impugnada, carecer de possibilidade legal a realização da peritagem requerida.-Foi interposto recurso pela ré, o qual julgado e apreciado, confirmou a decisão, constando o Acórdão da Relação do Porto do Apenso A.-Proferiu-se despacho saneador, com dispensa de indicação do objeto do processo e de seleção dos temas da prova.-Realizou-se a audiência de julgamento, com observância do formalismo legal.-Proferiu-se sentença com a decisão que se transcreve: "Nestes termos e ao abrigo das referidas disposições legais, julgo a presente ação parcialmente procedente e, em consequência, condeno a Ré a pagar ao Autor a quantia de €598,28 oito , quinhentos e noventa e oito euros, e vinte e oito cêntimos), acrescida dos juros de mora vencidos a partir da data da instauração da presente ação calculados sobre o capital de €436,00, à taxa legal e até efetivo e integral pagamento.