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do Trabalho de2003 atual artigo e como constitui entendimento unânime do Supremo Tribunal de Justiça, após dezembro de 2003, o Subsídio de Natal restringe-se à remuneração base e diuturnidades, pelo que após janeiro de 2004 jamais seria devido qualquer valor médio de IHT, no subsídio de natal, não sendo também devido antes, dada a existência de normas convencionais, desde 1995 até 2003, que definiram esse conceito de retribuição que de acordo com esses preceitos era compreendido pela remuneração base e as; pelas mesmas razões, isto é, pela prevalência que o legislador de 2003 atribuiu às normas convencionais exceto quando estivessem em causa normas nada também seria devido relativo ao valor médio de IHT, no subsídio de férias posteriormente a 2004, uma vez que as normas constantes dos IRCT´s publicados em 2001 e seguintes, estipularam, tal como os anteriores, que embora se integrem na retribuição mensal, os abonos percebidos com regularidade e periodicidade, consignou-se, sem margem para dúvida, que só assim será se previsto de forma expressa, o que também nunca se verificou; entre 1995 e 2016, como se demonstrou e está documentalmente provado, a Ré pagou sempre ao Autor valores de subsídio de férias e de natal, superiores aos da remuneração base que auferiu em cada um desses anos.