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Competia, deste modo, aos progenitores provar que nem sequer se verificavam os pressupostos constitutivos do dever de vigilância, porque, verbi gratia, não lhes cabia controlar aquele perigo concreto que gerou a lesão; provar que cumpriram esse dever e que, por isso, não há ilicitude; ou que não o cumpriram por não lhes ter sido possível reconhecer as circunstâncias que impunham o seu cumprimento, caso em que, havendo ilicitude, inexiste culpa2 Os Autores não lograram provar a inexistência do dever de vigilância, ou o seu cumprimento, ou que não o cumpriram por não lhes ter sido possível identificar as circunstâncias que ditavam a sua observância.