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29 da certidão ora junta como documento n.  32 Entendemos portanto, que o Tribunal Recorrido violou o Direito a uma decisão em prazo razoável e a um processo equitativo, e o princípio da legalidade da prova, e da independência judicial ao decidir como decidiu, desde logo porque: adiou a decisão relativa à promoção do Ministério Público desde 10 de janeiro de 2018 até 22 de março de 2018 cerca de dois meses e e; seguidamente fundamentou o seu despacho de indeferimento da nulidade arguida remetendo a sua fundamentação para a argumentação da Digna Magistrada do Ministério Público que, em nosso entendimento, não tem cabimento legal e; tendo o Tribunal consultado aqueles autos 218/14T9FAF) estava em perfeitas condições de saber que tal fundamentação era, ela própria, contrária à factualidade subjacente aos mesmos.