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Consigna o Tribunal a quo, que da factualidade alegada, "apenasresultaqueorequeridodeveàrequerenteaquantiasuprarreferida,nadamaissesabendo,emconcreto,sobreasituaçãoeconómico-financeiradorequerido,designadamentesobreaexistênciaconcretadeoutroscredores,sobreoativoousobreopassivoglobaldarequerida,ousobreasuaatividade.Emsuma,paraalémdocréditodarequerente,nenhumoutrofactofoitrazidoaosautoscomvistaaconcretizarasituaçãodeinsolvênciadodevedor,quepudessemindiciarestarorequeridoimpedidodecumprirpontualmenteageneralidadedasobrigaçõesvencidas.Poroutrolado,osimplesfactodeorequeridonãoterpagoocréditodarequerentejamaispodeindiciaroufazersuporsemquaisqueroutroselementosfactuais)asituaçãodeinsolvênciaeinviabilidadeeconómicadarequerida.” 1 Mas outros tantos factos foram alegados pela Recorrente e não considerados pelo Tribunal a quo, como factos concretos que indiciam e fazem presumir que o requerido se encontra impedido de cumprir pontualmente a generalidade das obrigações vencidas e que fundamentam o pedido da Recorrente 1 Resulta dos factos alegados que o Recorrido, em face do incumprimento contratual, é executado na ação executiva que corre termos no Tribunal Judicial da Comarca de Viana do Castelo, Juízo Central Cível – Juiz 2, sob o processo n. 908/13TBVCT, cuja execução está extinta por falta de bens penhoráveis – conforme alegado no ponto 11 e 17 da petição inicial.