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O Autor foi afastado e marginalizado dos negócios da Ré, detentora da cortiça e ativos de sua propriedade metade de 3000, tendo a família D1 se apoderado da sociedade Ré como se fosse dona absoluta dela, passando a Ré a administrar bens de que o Autor era comproprietário metade de 300  – A totalidade da prova produzida nos autos, analisada no seu conjunto impunha inequivocamente que fossem dados como não provados os seguintes factos provados aliás não alegados pelas:   Em data não concretamente apurada, mas antes da constituição da sociedade , Unipessoal, Lda, aqui Ré, a sociedade "F, Lda” era legítima dona e possuidora de 000 arrobas de cortiça no montante de € 30000,00, o que acresce o IVA à taxa legal.