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À cautela, os RR./intervenientes referiram também que mesmo que se considerasse que a A. e a sua mãe haviam agido na qualidade de possuidoras, a sua posse nunca fora pública, pois nunca se identificaram perante os proprietários do imóvel, nunca se deram a conhecer, nunca reagiram perante atos que pudessem afetar o seu direito, comportando-se sempre de uma forma clandestina até à propositura da providência cautelar que haviam intentado contra o  R. Até esse momento, este sempre considerara que o referido  andar estava ocupado por Manuel, a quem o dera de arrendamento, ou por pessoas a quem este tivesse cedido o respetivo gozo, desconhecendo a identidade da A. e a forma como a mesma ocupara aquele andar, até porque intentara contra aquele uma ação de despejo e não de reivindicação, como procedera quanto a outros ocupantes.