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GG)	Não colhe, portanto, a pretensão do recorrente que lhe seja reconhecido o direito e o legítimo interesse em que os impostos gerados pela alienação de bens que pertenciam à Massa da sua insolvência sejam imputados e exigidos àquele património autónomo e ao seu Administrador e que esta acção possa ser apreciada por esse Supremo Tribunal, não do ponto de vista dos vários pedidos formulados pelo A. o que seria uma inovação, mas na perspectiva dos deveres e obrigações do Administrador Judicial no pagamento dos impostos gerados com a venda de bens da Massa, e se o Recorrente tem, ou não, direito ao reconhecimento de que não pode ser alvo de cobranças coercivas de impostos somente exigíveis àquela Massa Insolvente.