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265, n. 2, do, o que não fez ; – Donde, o montante a liquidar em momento posterior, corresponde à perda patrimonial futura, só contada da data do encerramento da discussão em 1^instância, a título de ajudas de custo que eram pagas, e que alegadamente terá deixado de receber – Conclusões 4 e 5 ; )-Caso ainda assim não se considere, e se mantenha o entendimento de que tal montante tem a natureza de uma remuneração de trabalho, a necessidade de, pelo menos: –Subtrair a tal "ganho” o custo fiscal correspondente, em sede de IRS, nunca inferior a, pelo menos, 25% dos 900,00 €, o que conduziria a uma indemnização nunca superior a 15525,00 € 75% do montante de 20700,00 €) ; –Considerar a antecipada entrega do capital ao lesado, apesar das taxas de juros remuneratórios do capital serem efectivamente baixas, devendo tal antecipação de entrega ser relevada em termos de equidade, determinando que a indemnização não deva ser fixada em montante superior a 12000,00 € - Conclusões 6 a 8 ; )-Da inadequação do quantum arbitrado a título de dano biológico e de dano de natureza não patrimonial, os quais devem ser quantificados em montantes não superiores, respectivamente, a 5000,00 € e 3000,00 € - Conclusão 9 e Conclusões contra-alegacionais a .