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342 Havendo que distinguir entre os factos constitutivos e os factos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito exequendo, e só os primeiros constituindo ónus da prova do executado artigo 342, haverá, igualmente, que jogar com a natureza e a força probatória do documento que constitui o título exequendo8: - se o executado impugnar a autoria do documento particular que lhe é imputado, é o exequente que, na oposição à execução, terá o encargo de a provar artigo 374, n2,; - se o documento particular ou autentico contém uma declaração confessória da dívida, e tendo esta força probatória plena contra o confitente n2 do artigo 358, o executado só poderá ilidir a presunção derivada de tal reconhecimento, pelos meios em que lhe é possibilitada a impugnação da confissão artigo 359; - o ónus da prova da violação do pacto de preenchimento de um título cambiário, recairá, enquanto facto extintivo, sobre o executado/embargante artigo 342, n2,  Face à posição aqui assumida quanto à amplitude dos meios de defesa na execução com base em requerimento de injunção e quanto à distribuição do ónus da prova em embargos de executado, e não contendo a injunção, na qual foi aposta fórmula executória, qualquer reconhecimento confessório de dívida por parte do requerido, teremos de concluir que a dedução de embargos por parte deste, à execução que com base nessa injunção lhe é movida, coloca o executado, nesta sede9, na exata posição em que estaria para se defender em sede de ação declarativa.