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)14, convencionado em concreto e substancialmente executado1 Nestes domínios de relevância probatória, na verdade, deve considerar-se proeminente, ao invés, o negócio jurídico não formalizado como "valor” – ou "misto de facto e de valor, de ser e de dever-ser, de ser que deve ser e de dever ser que é” – imputável à autonomia privada, mesmo que incompatível ou desarmónico com o quadro heterónomo da lei, em que os interesses e a actuação dos autores do negócio jurídico correspondente à sua vontade prevalecem sobre os interesses de ordem pública nomeadamente de confiança e segurança jurídica) e de terceiros1 Cedem, portanto e naturalmente, estes últimos interesses ligados à solenidade17, vista como requisito suplementar em relação ao fundamento principal do negócio – a vontade manifestada pelas partes1   Em face desse critério ambivalente, não merece falecimento o acórdão da Relação, uma vez que não se vislumbra que tenha violado o art.