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Impõe-se que a alegação, para além de ser concretizada com realidade factual que corporize efetivamente o requisito do periculum in mora, venha a ser demonstrada pelos meios probatórios produzidos.”  No caso dos autos, para sustentar a existência de periculum in mora, o Requerente alega, singela e conclusivamente, que "é velho 78 anos de, deficiente mental 84%), vive sozinho, sofre de graves doenças: urinar, obrar, cardiorrespiratórias e gasta muito acima do que pode e cuja míngua o suscetibiliza a consequências graves e dificilmente reparáveis.”  No entanto, constata-se que o Requerente não demonstrou, nem sequer alegou, factos concretos que permitam ao Tribunal perspetivar a existência de prejuízos de difícil reparação.