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Com efeito, os recibos de renda dos meses de março, abril e maio de 2018 foram emitidos em 21/09/2018 e, consequentemente, muito antes da realização da audiência prévia em que foi proferido o saneador-sentença recorrido e conforme resulta das alegações de recurso, nelas a apelante limita-se a acusar o tribunal a quo que "não ouviu prova testemunhal nem teve acesso a prova documental comprovativa do pagamento das referidas rendas”, desconsiderando, em absoluto, os fundamentos jurídicos em que assentou a decisão da 1 Instância, em que considerou que, em sede de contestação, a apelante não alegara a exceção do pagamentos das identificadas rendas, não obstante sobre si impender o ónus da alegação e da prova do pagamento das mesmas, limitando-se a impugnar o não pagamento dessas rendas que vinha alegado pelos apelantes na petição inicial, o que evidentemente, dentro deste entendimento jurídico sufragado pelo tribunal a quo era desnecessária a produção de qualquer prova para que o tribunal pudesse conhecer de mérito, dado que a apelante jamais, por via do disposto no art.