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Nesse mesmo sentido – isto é, preconizando o prosseguimento da ação mediante a mera apresentação do comprovativo do apoio judiciário ulteriormente concedido –, decidiu o Acórdão da Relação de Lisboa de 7 de junho de 2018 Relatora Maria Manuela B. Santos G..   Para o efeito, considerou-se neste último que "tendo a parte, entretanto, sido dispensada de proceder ao pagamento da dita taxa, por via do deferimento e concessão ao Autor do benefício do apoio judiciário, devendo as normas ser integradas, ponderadas e aplicadas em função do ordenamento jurídico de que fazem parte, razão não se vislumbra para inutilizar todo o processado por causa da preterição de uma formalidade, regularizada, excepto se tal redundasse em prejuízo ou desigualdade de armas entre as partes.