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Em 07 de maio de 2015, E apresentou contas3 precedidas da alegação de que "face à alegada transmissibilidade da obrigação de prestar contas, por via hereditária, quanto aos herdeiros do cabeça de casal que dela se não desobrigou - que quando a ré contraiu casamento com o de cujus F, a 05/05/2000, já haviam decorrido seis longos anos sobre a viuvez deste, desconhecendo, em absoluto, como é que, até aí, havia sido administrado o acerbo hereditário, pelo que lhe não é exigível prestação de contas quanto ao mencionado ínterim; Aliás, mesmo na pendência do seu casamento com F, sempre foi muito superficial o conhecimento que teve da dita administração, pelo facto de se dedicar inteiramente às lides caseiras, sendo aquele quem fazia todas as compras para o lar, inclusivamente, as dos bens alimentares; No entanto, sabe, e isto só porque o seu homem lho dizia, que este, volta e meia, sempre que podia, ajudava os seus três filhos, ora autores, como aconteceu ao emprestar € 750,00 Setecentos cinquenta, nunca devolvidos, ao filho B, a quem também pagou umas telhas para a respectiva casa de habitação, ao pagar umas portas ao filho , e ao presenteá-los a todos, bem como às respectivas consortes e aos sete netos, duas vezes por ano, no Natal e na Páscoa, com a importância de cinquenta euros, para cada um; Quanto a contas bancárias, no casal havia duas, cada um com a sua, desconhecendo, a ré, o número da conta bancária do falecido F, aberta no Banco H, a qual foi encerrada logo após o seu óbito, por falta de saldo.