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Alega para o efeito e em síntese: a)	O autor foi trabalhador do 1 réu, com a categoria de coordenador técnico da área de recursos humanos, com relação jurídica de emprego público e em regime de contrato de trabalho em funções públicas desde 04/10/1994 até 30/09/2014, data em que se aposentou; b)	Em 08/11/2012, o autor, na sequência de um acidente, sofreu fractura de diáfise umeral direita; )	Feita a participação do acidente dentro do prazo legal, foi o mesmo qualificado pelo 1 réu como acidente de trabalho e autorizadas as despesas nele resultantes; )	O autor esteve incapacitado para o trabalho até ao dia 20/01/2014 data em que lhe foi dada alta clínica pela Junta Médica da ADSE com incapacidade permanente parcial; e)	No dia 20/01/2014, o 1 réu pediu junta médica ao 2 réu para efeitos de atribuição do respectivo grau de desvalorização, o que este recusou, por considerar que o autor não se encontra abrangido pelo n 503/99 de 20/11; f)	Reiteradamente, o autor pediu ao 1 réu que diligenciasse no sentido de proceder à reparação do acidente de trabalho, tendo este indeferido esta pretensão em 20/01/2015; g)	O autor intentou uma acção no Tribunal do Trabalho de Beja, o qual se julgou incompetente em razão da matéria para conhecer do litígio; h)	Os réus ao não submeterem o autor à Junta Médica da Caixa Geral de Aposentações para efeitos de fixação de fixação de incapacidade para o trabalho e pagamento da compensação/pensão a que tem direito, violam o disposto nos arts 34 e 38 do n 503/99 de 20/1 Termina pedindo a condenação dos RR a submeter o autor a Junta Médica da Caixa Geral de Aposentações para efeitos de fixação de incapacidade para o trabalho nos termos do art 38 do n 503/99 de 20/11 e, em função da incapacidade fixada, reparar os danos sofridos, pagando-lhe a respectiva compensação, à qual devem acrescer os juros de mora vencidos e vincendos à taxa legal em vigor desde a citação.