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É certo que o Recorrente não demonstrou o alegado empréstimo em 14 de agosto de 2013, da quantia de €29532,50, cuja restituição peticionou, e nem a novação objetiva da divida, mas que a quantia, constante da declaração referida em a. dos factos provados, corresponde ao capital emprestado pelo Autor à Ré mulher e ao seu falecido marido, em momentos anteriores, acrescido de juros vencidos ao longo dos anos e que anualmente foram sendo incluídos na divida; ou seja, decorrente de mútuos anteriores, também nulos por falta de forma, acrescido de juros vencidos, de forma a que a quantia que pretende ver restituída se funda de igual forma na nulidade dos mútuos.