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Afigura-se-nos, pois, um tanto duvidosa a doutrina do Acórdão da Relação de Lisboa de 30 de Maio de 2012 in www.dgsi.pt) que decidiu que "o factor de bonificação de 1,5 previsto na alínea da  Instrução Geral da TNI deve ser ponderado e aplicado desde que se mostrem verificados os requisitos legalmente previstos para o efeito, não estando a sua posterior atribuição em incidente de revisão dependente da circunstância de, no momento da fixação originária da desvalorização ao sinistrado, já o mesmo ter sido considerado e reconhecido.”  De qualquer modo, tendo em conta que os efeitos da nova decisão reportam, quando muito, à data da apresentação do requerimento de revisão cfr.