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Termos em que,  1) considerando a antiguidade do saldo;  2) o facto de desde 2005 não terem prosseguido as relações comerciais com a , tendo o administrador referido que deixaram de utilizar a sociedade offshore após a mediatização das investigações em tomo desta matéria;  3) A constituição daquela dívida ter sido possível através da utilização de valores estacionados em contas offshore, que não haviam sido tributados;  4) que utilizar desta forma os montantes existentes em contas offshore é o mesmo que repatriar capitais, utilizados posteriormente na aquisição de bens e serviços, circunstância em que esse repatriamento ficaria sujeito a tributação;  5) que através deste "modus operandi”, ao constituir e gerir uma "trader” de compra, ao não pagar uma parte dos fornecimentos que recebeu, e ao não tributar essa liberalidade, a obteve um beneficio indevido, e inaceitável do ponto de vista da equidade fiscal, e dos princípios da igualdade e da justiça tributária, na medida em que, a não merecer a correcção das autoridades fiscais, significaria permitir uma concorrência desleal, obtida através da utilização de uma empresa que actuou por forma a fazer diminuir a carga tributária e a mascarar a capacidade contributiva da sociedade , o que merecerá a actuação e correspondente correcção por parte do Estado.