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Ora, em face da condição de saúde de T, não pode afirmar-se que fosse previsível que vivesse até aos 78 anos de idade, por corresponder à esperança média de vida, segundo os dados estatísticos disponibilizados pelo N.E» Já a recorrente defende que o tribunal não tinha elementos para concluir que o falecido sucumbiria a breve trecho pelo que «Ao julgar improcedente o pedido da autora de atribuição de uma indemnização por dano patrimonial futuro, decorrente da perda de rendimentos do falecido marido, o Tribunal a quo contrariou a fundamentação de facto sobre a matéria indicada nos pontos 43, 44, 46 e 50 e violou os preceitos legais acima citados e ainda os arts.