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2 do 291/90, de 209, e 10 e 11 da Portaria n. 1556/2007, de 112; - por outro lado, o arguido - que confessou os factos que lhe vinham imputados, integralmente e sem reservas, e admitiu que podia estar como influenciado pelo consumo de álcool em limites superiores aos legais - não alegou quaisquer razões que permitam questionar a fiabilidade do aparelho utilizado, ou seja, para não considerar válida e fiável a prova obtida com a utilização do aparelho alcoolímetro modelo 7110 MKIII P, série ARNA, com o n. 0050, aprovado pelo Despacho da ANSR n. 19684/2009, de 25 de junho, e pelo IPQ, através do Despacho de Aprovação de Modelo n. 210006, de 24 de abril de 2007, verificado pelo IPQ em 12016, e – consequentemente – para questionar a prova de que o arguido, no dia, hora e local dados como provados, conduzia o veículo automóvel de matrícula  com uma taxa de álcool no sangue de 1,38 g/,  a qual, deduzido o erro máximo admissível, correspondente à taxa de 1,31 g/ ---  -  questão ...)  Assim, em face do exposto,acordam os Juízes que compõem a  Subsecção Criminal deste tribunal em negar provimento ao recurso interposto pelo arguido e, consequentemente, em confirmar a sentença recorrida.