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Seguiram-se diversas propostas de alteração do contrato formuladas pela Ré, que a A. não aceitou – nem a tal estava vinculada – até que esta, através da carta de 202016 declarou resolvido o contrato, imputando o incumprimento à promitente vendedora, por não legalização das desconformidades detectadas no imóvel no prazo de 45 dias concedidos na carta de 10201 	Desde já se adianta que se partilha a jurisprudência dominante segundo a qual a mora do devedor não permite, excepto se existir convenção em contrário, a imediata resolução do contrato, a menos que se transforme em incumprimento definitivo, o que pode acontecer se sobrevier a impossibilidade da prestação, se o credor perder o interesse na mesma – que se afere em função da utilidade que a prestação para ele teria, embora atendendo a elementos susceptíveis de valoração pela generalidade das pessoas, justificada por um critério de razoabilidade própria do comum das pessoas – e ainda em consequência da inobservância do prazo suplementar e peremptório que o credor fixe, razoavelmente, ao devedor relapso.