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de trabalhos de construção de uma auto-estrada, no âmbito da sub-concessão de obra pública que lhes foi atribuída.. . .)» e chamando à colação o 329-A/2007, de 27 de Dezembro, que aprovou as bases da concessão da concepção, projecto, construção, financiamento, exploração e conservação de lanços de auto-estrada e conjuntos viários associados, atribuiu tal concessão à . SA, concluiu que «...) A actuação da Ré .., como concessionária, da interveniente .., ACE, como empreiteira, e da Ré E., S.A., como subempreiteira, encontra-se, assim, inserida numa actividade de cariz ou natureza administrativa, porquanto as zonas das auto-estradas e os conjuntos viários a elas associados que constituem o estabelecimento físico da concessão em causa integram o domínio público do concedente Capítulo do 329-A/2007) Por outras palavras, a sua actuação insere-se numa actividade que visa a prestação de um serviço públicopelo Estado e o consequente aumento do património deste mediante a construção ou reforço de rede viária nacional particularmente, no que tange às auto-estradas do norte do País....) Perspectivando a questão no plano civilístico, quando está em causa uma empreitada de obras públicas, como no caso decidendo, podemos confrontar-nos com três situações: a)o Autor demanda somente o dono da obra, pessoa colectiva de direito público ou pessoa colectiva de direito privado, mas investida de poderes e autoridade públicos o tal "falso privado”; b)o Autor demanda apenas o empreiteiro, pessoa colectiva de direito privado; ) o Autor demanda o dono da obra e o empreiteiro, com as qualidades referidas nas anteriores alíneas.