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394, que estabelece que é inadmissível a prova por testemunhas do acordo simulatório e do negócio dissimulado, quando invocados pelos simuladores quer entre si, quer relação a terceiros: Carvalho Fernandes, Teoria Geral do Direito Civil, , 5 ed., p.. Compreende-se o objetivo da lei: afastar os perigos que a prova testemunhal seria suscetível de originar, pois, não fora assim, quando uma das partes quisesse infirmar ou frustrar os efeitos do negócio, poderia socorrer-se de testemunhas para demonstrar que o negócio foi simulado, destruindo desse modo, mediante uma prova extremamente insegura, a eficácia do documento Pires de Lima e Antunes Varela, Código Civil Anotado, , anotação ao artigo.