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Nesse caso, existindo bens licitados que excedam o valor da quota do licitante, prevê ainda o art 1377 n2 do P.que "a qualquer dos notificados é permitido requerer que as verbas em excesso ou algumas lhe sejam adjudicadas pelo valor resultante da licitação, até ao limite do seu quinhão.”, prosseguindo o n3 por dispor que, nesse caso, o "licitante pode escolher, de entre as verbas em que licitou, as necessárias para preencher a sua quota, e será notificado para exercer esse direito, nos termos aplicáveis do n. 2 do artigo anterior.”, dispondo-se ainda no seu n 4 que, no caso de não existir acordo, o juiz decide  "por forma a conseguir o maior equilíbrio dos lotes, podendo mandar proceder a sorteio ou autorizar a adjudicação em comum na proporção que indicar.” Destes preceitos, resulta que o despacho determinativo da forma da partilha, ao atribuir todas as verbas não licitadas à interessada Rita Alves, constituindo-a em devedora de avultadas tornas, em especial ao cabeça-de-casal, viola o princípio da repartição igualitária de bens e viola ainda o disposto no art 1374 alinea.