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terminou o seu recurso com as seguintes conclusões:  CONCLUSÕES  Entende o Apelante que a decisão da matéria de facto é incorrecta pois ao responder negativamente ao art 32 da P., ponto 4, dos factos não provados e positivamente, sem a ressalva que se impunha, aos factos dos ponto 20, 37 e 38 dos factos provados, o tribunal não valorou de forma coerente e criteriosa as provas que foram oferecidas e produzidas pelo A.  Para além da nulidade da sentença infra arguida, o questionar do demérito da decisão, reconduz-se essencialmente a que o tribunal não ter dado como provada matéria de facto alegada e demonstrada à saciedade pela prova produzida documental e testemunhal sem qualquer contraprova ou sequer alegação em contrário) no que respeita à omissão da notificação da sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto e à insuficiência da prova do facto provado quanto à denominado opção pela acção executiva em vez do novo pedido de insolvência.