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Com tal atuação da exequente, foram sendo cobrados mais juros, tornando mais difícil o pagamento do montante devido, o que constitui um aproveitamento daquela de uma situação de dependência da sociedade executada; A mora é da credora, pois não praticou ela todos os atos necessários ao cumprimento da obrigação, podendo os executados recusar o pagamento; A conduta da exequente provocou danos que deverão ser compensados; A sua conduta revela usura, em face do aproveitamento da necessidade da sociedade executada, pretendendo alcançar um benefício excessivo e injustificado; Deve ser modificado o negócio segundo juízos de equidade, através da exclusão da cláusula penal e com o congelamento dos juros desde 202006, por se ter verificado uma alteração anormal das circunstâncias em que as partes fundaram a decisão de contratar; É nulo o documento complementar à escritura, nos termos do disposto nos artigos 5 e 8, alíneas e do Decreto-Lei n. 220/95; É nula a forma de arredondamento da taxa de juros prevista na cláusula primeira do documento complementar à escritura, porquanto viola o disposto no artigo 4, do n. 240/2006, 212, aplicável por força do artigo 3 do n. 171/2007, de 05, bem como dos princípios e regras vertidos no n. 220/95, 301; São nulas as cláusulas 5 e 6 do documento complementar à escritura porque violam os princípios e regras constantes no artigo 19, alínea no n. 220/95; A cláusula penal deve ser reduzida, por ser manifestamente excessiva e desproporcionada.