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Alega que, não havendo perda de capacidade de ganho imediata, o dano de acréscimo de esforço, que serve de fundamento e limite ao montante a atribuir como compensação nunca poderá ser valorado de forma equivalente a uma hipotética perda de rendimento, devendo ainda ponderar-se facto de a indemnização ser paga de uma só vez, o que permitirá ao seu beneficiário rentabilizá-la em termos financeiros, sendo que a equidade desempenha um papel corretor e de adequação do montante indemnizatório às circunstâncias específicas e à justiça do caso concreto, permitindo ainda a ponderação de variantes dinâmicas, concluindo que a sentença recorrida não recorreu ao método comparativo com outras decisões semelhantes de tribunais superiores para a fixação do valor da indemnização com recurso à equidade.