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Como fundamento, alegou que a Administradora da Insolvência tomou conhecimento de que a insolvente era proprietária de dois imóveis por si adquiridos em 102005; e que, em 102013, os então sócios-gerentes da sociedade insolvente, agindo em representação da mesma, venderam à sociedade BB, os referidos prédios, livres de ónus ou encargos, transmissão que foi registada em 202013; no entanto, esta venda foi resolvida pela Administradora da Insolvência, resolução notificada àquela sociedade BB em 202015; Não obstante, por escritura pública realizada no dia 312015, isto é, sete dias após a entrada em juízo da acção de impugnação da resolução, a primeira Ré vendeu à terceira o prédio urbano descrito na segunda Conservatória do Registo Predial de  sob o número ., da freguesia de , inscrito na matriz sob o artigo ., aquisição registada naquela Conservatória em 2016/01/19; e, nesse mesmo dia, a terceira Ré deu o imóvel supra identificado em locação financeira à segunda Ré, locação que foi registada em 2016/01/19; estes negócios jurídicos são nulos, dado que não só quando a primeira Ré vendeu o imóvel à terceira Ré não era já a sua dona e legitima proprietária, como, da mesma forma, esta também não o era quando deu o imóvel em locação financeira.