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A A. manteve a sua posição de inexistência de qualquer questão prejudicial por requerimento de 11/9/201  O R. Novo Banco por requerimento de 12/9/2017 entendeu que a acção administrativa onde a A. pretende impugnar judicialmente as deliberações tomadas na reunião do Conselho de Administração de 29 de Dezembro de 2015 e, mais concretamente, que sejam declaradas nulas ou anuláveis os pontos da deliberação "Transferências, retransmissões e alterações e clarificações ao anexo 2 da deliberação de 3 de Agosto de 2014 200h)” e "clarificação e retransmissão de responsabilidades e contingências definidas como passivos excluídos nas subalíneas a da alínea do n. 1 do Anexo à deliberação do Banco de Portugal de 3 de Agosto de 2014 20, na redacção que lhe foi dada pela Deliberação do Banco de Portugal de 11 de Agosto de 2014 17” é causa prejudicial e a presente acção deveria ser suspensa.