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E A douta sentença, da qual aqui se recorre, a certa altura refere: "Nessa medida, não se traduzindo a prestação em causa numa obrigação sinalagmática, nada obstaria pois que a entidade empregadora viesse a deliberar em sentido inverso ao que antes afirmara, negando a atribuição de um complemento remuneratório devido após a concessão, em definitivo, da reforma da trabalhadora em causa, tendo mais a ré se vê atualmente confrontada com graves dificuldades financeiras impeditivas da continuidade do pagamento desse complemento.” F Porem encontra-se juntos aos autos uma ata, datada de 212013 referente à assembleia extraordinária realizada pela recorrida, na qual a assembleia deliberou unilateralmente a revogação dos complemento de reforma com efeitos a partir da data da referida deliberação, ou seja com efeitos a partir de 21201 G A Meretíssima Juíza "a quo” aceitou a junção aos autos do suprarreferido documento apresentado em plena audiência de julgamento, mas não valorou a prova nele contida, a qual era importante para a decisão da causa, limitando-se a condenar a recorrente no pagamento do valor correspondente a 2 UC, não fazendo sequer referência ao seu conteúdo.