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Neste sentido, Luís Filipe de Sousa, ao discorrer sobre as presunções judiciais, refere que "o nexo lógico não é um facto, mas um juízo de probabilidade qualificada que assenta e deriva de uma máxima da experiência, tida por aplicável ao caso, segundo a qual, perante a ocorrência de um facto, gera-se uma probabilidade qualificada que se tenha produzido outro” Direito Probatório Material, 2020, pág..  Conforme Ac STJ de 11/4/2019, em wwwdgsi.pt- "Para aferir da ocorrência de uma tal ilogicidade, importa, assim, indagar se da decisão de facto e/ou da respetiva motivação constam, ou não, os factos instrumentais a partir dos quais o tribunal tenha extraído ilações em sede dos factos essenciais, nos termos dos artigos 349 do Civil e 607, n4 do Código de Processo Civil”.