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Respondendo, as autoras, reiteram que a  B...  se tem de qualificar como Associação Privada de Fiéis, pelo que nos termos do artigo 1, n. 2 da Concordata só relevam as limitações canónicas à capacidade das pessoas jurídicas canónicas quando estas constem no e in casu, trata-se de "questões de interesse temporal – disputa sobre a propriedade de dois prédios”, que estiveram na génese de todos processos que se encontram em curso na justiça terrena, pelo que são competentes para tal os tribunais comuns do Estado Português, como já decidido em alguns de tais processos, por se tratar de uma "associação privada e interesses puramente patrimoniais”, por inexistir qualquer limitação de direito canónico que limite a autonomia da autora  B... , tal como decorre do cânone 305, só sendo de aplicar o previsto no cânone 31, no caso de se tratar de Associação Pública de Fiéis, o que aqui não acontece e assim sendo, de acordo com o cânone 1257, os bens temporais da pessoa jurídica privada apenas se regem pelos seus estatutos próprios.