Legal Document Excerpt:

O pai da, ora Apelado, entende que o regime de residência alternada fixado na sentença recorrida deve manter-se inalterado, alertando para o facto de ter sido fixado nos autos em 28/10/2019 um regime com carácter provisório "próximo da guarda partilhada”, que abarcou um período transitório, o qual esteve em execução durante cerca de um ano com bons resultados quer para a criança, que melhorou a vários níveis, quer para a relação entre os progenitores, que deixaram de conflituar entre si a partir do "reajustamento” feito ao dito regime provisório em 11/02/202 Salientou ainda o pai da que a ora Apelante chegou a expressar nos autos em 27/11/2019 que não se opunha a uma futura fixação do regime de residência alternada semanal da filha com mãe e pai sublinhando então e apenas aquela que a passagem para tal regime deveria ser gradual para não afectar a estabilidade emocional da face à pouca idade da criança e bem assim ao facto de a mesma ter residido até ali sempre na companhia da mãe.