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11 com a petição inicial a fls., sem a inclusão do ponto tendente à renovação de deliberações; 1        Que a definição de uma ordem de trabalhos onde constasse a renovação de deliberações sociais tinha de ter por base a iniciativa de outros agentes societários, não podendo resultar da iniciativa do presidente da mesa da AG ns 1 e 2 do artigo 375 do; 1        Que a mesa da AG, como órgão isento e equidistante, não tinha, naturalmente, qualquer interesse próprio na eventual renovação de qualquer deliberação social, razão pela qual a lei não lhe reconhecia legitimidade para impulsionar essa renovação; 1        Que do exposto resultava inexoravelmente claro que o procedimento de convocação da AG de 202018 era ilegal e que a pretensão de "renovação” das deliberações de 02018 fora ali enxertada de forma ilegal, por parte do Sr. presidente da mesa da AG que, dessa forma, extravasou claramente os poderes que a lei lhe confere; 1        Que, no caso em apreço, verificava-se, pois, a anulabilidade das deliberações sociais adoptadas na AG de 202018, da sociedade requerida, designadamente da deliberação de renovação, com eficácia retroactiva, das deliberações adoptadas na AG de 02018, como constava do ponto 1 da ordem de trabalhos; 1        Que, ao assim não decidir, o tribunal a quo violou o disposto nos artigos 5, 37, 37, 37, 40, todos do CSC.