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Alegou, para o efeito, em síntese, que no dia 212014, cerca das 08:15 horas, em Angola, foi vítima de um acidente de trabalho, sendo que prestava as funções inerentes à profissão de carpinteiro de cofragem sob as ordens, direção e fiscalização da 2 Ré; que o acidente ocorreu quando sofreu queda de uma lage que cedeu, de uma altura de cerca de 3 metros, tendo depois sido atingido por duas paletes de madeira; que auferia a remuneração anual de € 727,60 x 14 + € 93,94 x 11 subsídio de alimentação) + € 172,44 x 11 média mensal a título de ajudas de; que as ajudas de custo destinavam-se a remunerá-lo e compensá-lo da maior penosidade que o trabalho no estrangeiro demandava para si; que do acidente resultou para si traumatismo do tornozelo esquerdo fratura bi-maleolar) e coluna vertebral fratura cominutiva de D12 e protusão discal em LL5 e L5-S1); que a data da consolidação médico-legal das lesões é 202016; que as lesões determinaram uma ITA de 212014 a 202016; que, de acordo com o relatório do exame médico, padece de uma IPP de 27,2825%; que as sequelas são causa de incapacidade permanente absoluta para a atividade profissional habitual de carpinteiro de cofragem; que necessita de tratamentos de fisiatria e de ajudas medicamentosas; que necessita, de futuro, de tratamento de manutenção da prótese dentária amovível de acordo com a durabilidade da mesma; que, tendo em conta a remuneração auferida, reclama € 1459,66 de diferenças de incapacidades temporárias ainda não pagas; que despendeu a quantia de € 900,00 em deslocações ao e a este Tribunal, com proveniência de Inglaterra e Argélia, onde se encontrava a trabalhar na data das deslocações; e que nasceu no dia 10196 Foram citadas ambas as Rés.