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1565/18T8VFR-A.PS1, relator Pedro Lima Gonçalves, onde, de forma clara, se explica que se pode "estabelecer a seguinte distinção: — A exceção dilatória do caso julgado «destina-se a impedir uma nova decisão inútil, com ofensa do princípio da economia processual», pressupondo a sua verificação o confronto de duas ações contendo uma delas decisão já e uma tríplice identidade entre ambas: coincidência de sujeitos, de pedido e de causa de pedir; — A autoridade de caso julgado «tem por finalidade evitar que a relação jurídica material, já definida por uma decisão com trânsito, possa vir a ser apreciada diferentemente por outra decisão, com ofensa da segurança jurídica», pressupondo a vinculação de um tribunal de uma ação posterior ao decidido numa ação anterior, ou seja, que a decisão de determinada questão proferida em ação anterior e que se inscreve, quanto ao seu objeto, no objeto da não possa voltar a ser discutida”.