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Acordam na Secção Social do Tribunal da Relação de Évora1  Relatório  B veio intentar procedimento cautelar comum, contra N, S.A., requerendo a condenação da Requerida: a aceitar a efetiva prestação de trabalho do Requerente, nos termos em que era efetuada antes de o Requerente ser impedido de prestar o seu trabalho em 24 de junho de 2020, por o Requerente continuar disponível para se apresentar ao trabalho; a pagar ao Requerente todas as retribuições vencidas no valor total de € 390,00 três trezentos e noventa, correspondente à média das retribuições liquidas que o Requerente não auferiu nos meses de julho, agosto e setembro de 2020; a pagar ao Requerente as retribuições vincendas após a data de entrada do presente procedimento cautelar e enquanto vigorar a relação laboral entre as partes; a pagar ao Requerente os juros calculados à taxa legal em vigor sobre as retribuições não pagas, desde as datas dos respetivos vencimentos e até à data do seu efetivo e integral pagamento; a pagar ao Requerente, a título de danos patrimoniais, o montante de € 298,00 duzentos e noventa e oito, alusivos à falta do pagamento da prestação mensal do crédito de mútuo utilizado para aquisição da casa da morada de família, bem como os juros calculados sobre essa quantia à taxa legal em vigor desde a data do respetivo vencimento 28-09-2020), e até à data do seu efetivo e integral pagamento; e a pagar uma indemnização ao Requerente para compensação de todos os danos não patrimoniais sofridos, no valor mínimo de € 000,00 cinco.