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Considera o Recorrente que «não está devidamente estabelecido se, independentemente da terminologia que se 10 utilize para qualificar uma -segunda‘ liquidação — corretiva, adicional ou reformadora – emitida na sequência do deferimento parcial de um recurso hierárquico contra uma primeira liquidação, e na pendência do processo de impugnação judicial deduzido contra uma primeira liquidação, o facto de a mesma refletir, quer as correções operadas por via do deferimento parcial do recurso hierárquico deduzido, quer as correções resultantes de apuramentos anteriores ao apuramento que lhe deu origem, relativos ao mesmo ano fiscal, fazendo acrescer aquele montante à matéria tributável apurada nas liquidações anteriores, revogando-as e mantendo todos os efeitos destas, a torna ou não autónoma, definitiva e executória, logo contenciosamente sindicável».