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1, n. 2 alínea do CPT, o Douto despacho do Meritíssimo juiz a quo e prévio á sentença de 06/06/2018, que indefere o pedido de esclarecimentos e realização de novos exames médicos; Q - Porquanto omite a prática de um ato processual prescrito na lei, sendo a prestação dos esclarecimentos dos Srs Peritos uma diligência susceptível de influir no exame ou decisão da causa; R – Estando ainda ferida de nulidade a sentença proferida, que assenta nas respostas dadas pelos Srs Peritos, isentas de critérios de objectividade e em conclusões periciais obscuras, imprecisas, deficientes e incongruentes que deveriam ter sido sindicadas pelo tribunal a quo, obrigando os Srs Peritos a conjugar o interrogatório com elementos processuais e exames médicos actuais; S – Pelo que, a prova pericial que sustenta a referida decisão não atende à situação médicoclínica actual e objectiva do sinistrado, pelo que não deveriam ser consideradas pelo tribunal como elemento válido de prova pericial; T – E o Meritíssimo Juiz a quo na decisão proferida ao decidir pura e simplesmente que o sinistrado está afeto a uma IPP de 6%, aderindo à posição manifestada num dos meios de prova juntos aos autos, a junta médica, nada mais acrescenta que permita descortinar as razões da sua real motivação; U – Resultando claro erro na apreciação da prova levada a cabo pelo tribunal a quo, pois salvo melhor e mais douta opinião, deveria, nos termos do art.