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Este processo, embora híbrido, assenta, essencialmente, numa fase nitidamente «extrajudicial do devedor com os credores, com a orientação e fiscalização do administrador judicial provisório, focalizado na obtenção de um acordo para a revitalização» do devedor, mas impondo nas negociações entre devedor e credores uma actuação conforme aos aludidos princípios orientadores, e conclui-se, depois, com uma fase judicial, à «qual são aplicáveis, com as necessárias adaptações, as regras específicas que pautam a homologação do plano insolvencial, maxime, as decorrentes do normativo inserto no artigo 195 do CIRE, constante do Titulo , para o qual nos remete o artigo 17-F, n5, do mesmo diploma».