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11) Na sequência de tal requerimento, o tribunal decidiu, por despacho de 012020, pela prorrogação manutenção) da medida de colocação do requerente em centro de instalação temporária pelo período máximo de 30 dias, para tanto fundamentando que se mantinham os pressupostos que estiveram na base da aplicação ao arguido da medida de coação de colocação em Centro de Instalação Temporária, designadamente o perigo de fuga que impeça o SEF de proceder ao seu afastamento do território nacional para o seu país de origem, e dado que o referido artigo 160, n 3, permite expressamente que seja requerido ao juiz competente, enquanto não for executada a decisão de afastamento coercivo ou de expulsão judicial, e não expirar o prazo referido no n 1, que o cidadão estrangeiro fique sujeito ao regime de colocação em centro de instalação temporária ou espaço equiparado, por período não superior a 30 dias, e o n 6 do referido artigo esclarece que tal prazo pode ser superior, desde que não exceda os 3 meses.