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FACTOS NÃO PROVADOS  a) Que o réu tripulasse o VA a uma velocidade superior a 50 km/h;  b) Que o R. conduzisse com atenção, com o cuidado esperado de qualquer condutor medianamente sagaz; ) Que o A. R. fosse saudável, um praticante assíduo de desporto, caminhando diariamente 7 kms; ) Que o A. R. à data do acidente estivesse reformado, auferindo um rendimento médio de €800,00 mensais; e) Que como consequência do referido em e dos factos provados, os ténis que o A. R. usava tivessem ficado danificados; f) Que o equipamento enumerado em r) dos factos provados e f) tivesse um valor de pelo menos €250,00; g) Que nas viagens referidas em s) F. tenha despendido €350,00; h) Que o autor tenha interpelado o réu para pagamento da quantia mencionada em w).B) O objeto do recurso é delimitado pelas conclusões das alegações do recorrente, não podendo o tribunal conhecer de outras questões, que não tenham sido suscitadas pelas partes, salvo se a lei lhe permitir ou impuser o conhecimento oficioso de outras.