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O tribunal da  instância suspendeu a execução da pena de prisão aplicada ao arguido de dois anos e oito, em síntese, por entender que - "apesar do que se deixou dito quanto às necessidades de prevenção especial”, a personalidade do arguido, o lapso de tempo decorrido desde a prática dos factos, o facto das antecedentes criminais "respeitarem a condutas ilícitas contemporâneas” com as que estão em causa nestes autos e o "esforço sério manifestado no sentido da concretização da sua adequada inserção social e profissional” - "a simples censura do facto e a ameaça da prisão realizam já de forma adequada e suficiente as finalidades da punição, desde que sujeita à imposição de um controlo efetivo por parte dos serviços da DGRSP”.