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Contrapondo-a à da individualização, em que, segundo A. Anselmo de Castro, "a alegação dos factos é apenas condição do êxito da acção, não elemento individualizador”, para a teoria da substanciação, a causa de pedir, enquanto "facto gerador do direito”, tem uma função distintiva, "divergindo a acção sempre que seja diferente o facto constitutivo invocado diferente como acontecimento” e, assim, à luz dela, "todas as acções se configurarão por ambos os elementos: pedido e causa de pedir concreta.”  Também para Lebre de Freitas, que considera ser a teoria dasubstanciação a inequivocamente adoptada pela nossa lei, "a afirmação da situação jurídica tem de ser fundada em factos que, ao mesmo tempo que integram, tal como os outros factos alegados pelas partes, a matéria fáctica da causa, exercem a função de individualizar a pretensão para o efeito de conformação do objecto do processo.”   Abrantes Geraldes entendia, à luz do n 4, do art 498, do Código anterior, hoje reproduzido no art 581, n 4, do Código actual, que é clara a opção legislativa pelo sistema da substanciação da causa de pedir em detrimento do da individualização.