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sexto pedido constante da P.);  –Nomeadamente, porque de toda a prova produzida, nomeadamente a pericial, deveria, com o devido respeito, ter resultado na procedência dos referidos pedidos condenatórios; –Quanto ao pedido efectuado no articulado superveniente, referente ao pagamento das despesas efectuadas pelos  e  AA, apesar de admitido o articulado, a prova documental que suportava o pedido, de constituir tema de prova e de se ter produzido prova testemunhal, na douta sentença recorrida nada existe, seja no segmento decisório em matéria de facto provado ou não, seja na "Decisão” propriamente dita, qualquer referência à matéria de facto e ao pedido condenatório formulado no Articulado Superveniente formulado pelos  e  Autores; –Ora, a omissão de pronúncia, quanto a um pedido formulado pelos autores, que determinou, aliás, aditamento aos "temas de prova”, traduzida em total ausência de decisão, quer positiva, total ou parcialmente, ou negativa, acarreta, por si, só a nulidade da Sentença recorrida, nos termos e para os efeitos consagrados no artigo 61, n. 1, alínea do CPC; –A obrigação de pronúncia que deriva do disposto no artigo 60, n. 2 do CPC, impõe que o Juiz deve resolver todas as questões que as partes tenham submetido à sua apreciação, o que no caso sob recurso, manifestamente, não foi efectuado; –É, assim, patente o vício de nulidade, por omissão de pronúncia, da douta sentença recorrida, o que, se deixa arguido para os legais efeitos.