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No decurso da apreciação da impugnação da decisão de facto já se analisou a primeira das apontadas observações por forma a afirmar que não obstante a vigência do contrato estivesse dependente do visto prévio do Tribunal de Contas cl 40, n 1, os primeiros serviços nele previstos – período de aprontamento – iniciar-se-iam em 1/5/2019 ponto 14 dos factos provados segundo uma prática corrente neste tipo de contratos que a decisão recorrida julgou provada ponto 26 dos factos provados e a Recorrente não impugnou por forma a, repete-se, minimizar os inconvenientes decorrentes dos atrasos na formalização dos contratos, a morosidade técnica e burocrática) que reveste o aprontamento das aeronaves e a urgência da sua prontidão para efeitos de combate a incêndios.