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Mostram-se, assim, preenchidos todos os apontados requisitos integradores da responsabilidade , dado que o facto voluntário se traduz na conduta do réu, a ilicitude na violação do disposto nos artigos 3 n 2, 11 n 2 e 3, 30 n 1, 35 n 1 e 29 n 1 do Código da Estrada, a culpa, traduz-se na omissão do dever de cuidado do réu dado que fazia uma condução distraída, desatenta e alheada dos demais utentes da via, sem se certificar previamente se circulavam outros veículos em sentido contrário, o dano, traduzido nas consequências físicas sofridas pela vítima, de que viria a resultar a morte, como consequência direta e necessária da conduta do réu, bem como nos prejuízos materiais sofridos, o que traduz o nexo de causalidade entre o facto e o dano.