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Subsidiariamente, caso se entenda que não ocorre situação de litisconsórcio necessário passivo, suscita a necessidade de oposição provocada do Estado Português, representado pelo Ministério Público.Conclui afirmando que a autora deve ser convidada para fazer intervir, ao lado da ré, o Estado Português, único herdeiro do co-titular das contas e herdeiro da testadora e, a não se entender assim, deve ser admitida a oposição provocada do Estado Português representado pelo Ministério Público, citando-se o mesmo nos termos do artigo 33 Código de Processo Civil, devendo a final ser a acção julgada parcialmente provada e procedente entregando-se à autora os valores depositados que se entenda pertencerem-lhe mas só depois de cumpridas as obrigações fiscais e sem custas pela ré que nenhum facto ilícito praticou nem deu causa à acção.