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A questão da certidão judicial que a recorrente trás agora à colação para testar e identificar concretamente as faturas, além de ser uma questão nunca antes suscitada pela recorrente por isso, está vedado a este tribunal apreciar já que se trata de uma questão não tem fundamento, pois, se visa impugnar o facto provado sob o n. 5 da sentença, não foram eficazmente impugnados os documentos, ou seja, o ofício do departamento de investigação e ação penal de Santa Maria da Feira que dá conhecimento do teor do despacho do titular da processo crime do qual resulta que estão ali em causa faturas emitidas, nos anos de 2011 a 2013, pela à  F., com indícios de que não correspondem a verdadeiras operações comercias ou que são falsas arts.