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Termina a Recorrente a sua argumentação recursiva, afirmando que a sentença do Tribunal o quo, incorreu em erro de julgamento ao concluir que "a categoria de chefe de secção constituía uma categoria de chefia do grupo de pessoal administrativo, mas autónoma e não integrada em carreira", e " que o seu acesso ou preenchimento não pode ser feito por promoção, por via da aplicação do artigo 1 n 3, alínea da Lei n 310/2004, pois o mesmo exige que a promoção se opere ou se faça dentro de respetiva carreira"   Vejamos o suscitado, partindo da factualidade dada como provada: Enquadrando desde logo a situação factual da Recorrente, refira-se que a mesma em 2007 exercia as funções de Assistente Administrativa Especialista no Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação, IP INETI,IP), mostrando-se a respetiva carreira regulada no artigo  do Decreto-Lei n 404-A/98, de 18 de Dezembro, diploma que introduziu significativas alterações nas regras vigentes de ingresso, acesso e progressão nas carreiras e categorias da Administração Pública, sendo que o regime base se encontrava já estabelecido por via do Decreto-Lei n 248/85, de 15 de julho.