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Por outro lado, no que concerne aos crimes continuados relativos ao ano de 2006 e aos anos de 2007-2008, ainda mais óbvio é que nenhuma das parcelares condutas criminosas agora descobertas é mais grave do que as já anteriormente objeto dos processos 1155/04TAVIS e 297/10TAMGL, sendo certo que, nestes autos, à semelhança do que já ocorrera nos anteriores julgamentos, não se descobriram apropriações parcelares de quantias superiores a 185,23 no ano de e 195,56 nos anos de 2007-2008).”     Por conseguinte, ainda que os novos factos constantes dos presentes autos, se integrem na mesma continuação criminosa dos anteriormente julgados, não há motivo para serem alteradas as penas anteriormente aplicadas ao arguido no âmbito do processo 297/10TAMGL, do  Juízo de Mangualde, as quais devem, por isso mesmo, ser mantidas.