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Isso – Conforme se decidiu no douto Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães, de 12/11/2015, no âmbito do processo n. 1720/15TBGMR.G1, disponível em www.dgsi.pt: "Na vigência do artigo 2, n. 1, alínea do n. 291/2007, de 21/08, deve continuar a entender-se que, para a procedência do direito de regresso da seguradora contra o condutor por ter agido sob a influência do álcool, exige-se a alegação e prova pela seguradora do nexo de causalidade adequada entre o estado de etilizado e o acidente de que resultaram os danos do terceiro por ela indemnizados.