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Ao que acresce, não serão os "temas de prova” - caso não sejam enunciados como factos concretos mas como conclusões, factuais e/ou jurídicas – não serão esses "temas de prova”, dizia-se, que devem ser julgados provados ou não provados na sentença, como bem propugnava Paulo Faria, pelo que não poderia o Douto Tribunal dar como provado que «A partir de 2014, 2015, em Angola, começaram a sentir-se muitas dificuldades em termos de câmbio e, de envio de divisas para Portugal, sendo que em termos práticos, todos os pagamentos para o exterior ficaram congelados», mas antes apoiar-se em factos concretos, ou seja que a empresa x, na data Y não conseguiu enviar divisa de Angola para Portugal, por exemplo.