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Com todo o respeito, com esta conduta e violações, o Tribunal arrastou uma decisão no tempo, quer além do prazo estabelecido legalmente, quer para além de um excesso do mesmo, que possa ser considerado razoável, adequado, proporcional de diligenciar e cooperar com a Autoridade Central e outras entidades do País de origem no sentido do regresso rápido e imediato ao Luxemburgo, Estado da sua residência permanente, mantendo-se o progenitor ao longo destes meses impossibilidade de conviver e acompanhar seu filho, violou o direito do progenitor a um processo equitativo e o n.4 do artigo 2 da Constituição da República Portuguesa, bem como o n. 1 do artigo  da Convenção Europeia dos Direitos do Homem e das Liberdades Fundamentais, o artigo 1 da Convenção de Haia de 1980, e o artigo 1, n. 3 do Regulamento n. 2201/2003, de 27 de novembro, para cujo atraso decisório o recorrente não contribuiu.