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16) Todavia, esse ponto da matéria de facto deveria ter sido dado como não provado, porquanto, para além de a sua fundamentação se basear unicamente em prova documental desligada de qualquer exame crítico da mesma, o tribunal a quo não terá levado em consideração que dessa prova em que a Sentença refere ter-se baseado para dar como provado tal facto concretamente nas páginas 68 a 70 do Anexo 16 do, não consta sequer qualquer elemento de prova de que A. tenha adquirido, no dia 31/07/2013, à sociedade "T.”, o veículo com a matrícula -- 17) Sendo certo que a "T.” emitiu, em 31/07/2013, a factura n 2013/213163 a A., relativa à aquisição do veículo Volvo com a matrícula --, a existência da referida factura, por si só, não é suficiente para dela se poder concluir que o referido veículo tenha sido vendido pela "T.” a A. nesse mesmo dia 31/07/201 18) Considerando que o contrato de compra e venda de viaturas é um contrato consensual, podendo ser celebrado por simples acordo das partes, o mesmo apenas poderia ser provado se existisse prova de que o referido acordo ocorreu nesse dia.