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F) Tendo, assim, concluído que: "a Administração Tributária não logrou demonstrar que, no caso concreto, a prestação de fiança pela Impugnante à «........... Portugal, S.A.», e a prestação de garantias bancarias autónomas cujos encargos foram por si suportados reúnem condições para serem consideradas comparáveis, por apresentarem características económicas e financeiras relevantes suficientemente similares, e assegurar um elevado grau de comparabilidade, de modo a corrigir a matéria tributável mediante o regime de preços de transferência previsto no artigo 58, n. 1, do Código do IRC, o que justifica a anulação da liquidação de IRC ora impugnada na parte relativa à correção «Proveitos Financeiros por Prestação de Garantias a Favor de Entidades Relacionadas», dando-se por prejudicado o conhecimento dos demais vícios invocados pela Impugnante cf artigo 608, n. 2, do CPC, ex artigo 2, alínea, do CPPT."