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3	Sem prejuízo da execução voluntária da decisão anulatória, "quando a Administração não dê execução à sentença de anulação no prazo estabelecido no n1 do artigo anterior pode o interessado fazer valer o seu direito à execução perante o tribunal que tenha proferido a sentença em primeiro grau de jurisdição”, sendo a petição que é autuada por apenso aos autos em que foi proferida a sentença de anulação, deve ser apresentada no prazo de seis meses contados desde o termo do prazo do n1 do artigo anterior ou da notificação da invocação de causa legítima de inexecução a que se refere o mesmo preceito.” 3	Nestes termos, a pretensão aparente do Recorrente reivindicação da e a pretensão "possível” indemnização em dinheiro em substituição da indemnização in encontram integral satisfação na tutela executiva prevista nos art 173 a 179 do CPTA, tutela essa garantida, como já se viu, pelos tribunais administrativos e nunca pelos tribunais judiciais.O Digno PGA emitiu douto parecer, que se transcreve: « Aos tribunais administrativos e fiscais incumbe assegurar a defesa dos direitos e interesses legalmente protegidos, reprimir a violação da legalidade e dirimir conflitos de interesses públicos e privados no âmbito das relações jurídico administrativas.