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4 Desta forma, teria o executado na oposição de impugnar a verificação da apontada relação casual.” Não se discute, no Acórdão recorrido não obstante confirmar a decisão da Segunda Instância, onde é discutida tal, a questão da validade/invalidade do mútuo porobservância da forma legal estipulada e consequenteexequibilidade do título, questão inclusive suscitada pela Recorrida ao alegar que, não se individualizando o montante de cada mútuo tornava-se difícil a arguição da nulidade por vício de forma em sede de contraditório, mas que, em todo o caso, já detém pacificação jurisprudencial, designadamente no Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 19 de Fevereiro de 2019, pelo relator Fernando Samões, nos termos do qual "A nulidade do mútuo por inobservância da forma legalmente prescrita não retira a exequibilidade ao cheque que o titula.”.