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13 – A interpretação dada pelo acórdão recorrido ao n 2 do artigo 485 do Código do Processo Civil, no sentido de que "a deficiência da resposta tem que ser entendida de forma ampla, não abrangendo apenas o caso em que a resposta é deficiente mas também a situação em que o perito não consegue responder melhor sem a realização de outras diligências”, sendo "o momento próprio e adequado para requerer a realização da diligência de prospeção o prazo de dez dias subsequente à notificação desse relatório, ou por via de reclamação com fundamento em deficiência da resposta ���) ou por via de dedução de requerimento autónomo”) é absolutamente inadmissível por incomportada pelo significado das palavras, pelos interesses em jogo e pelas regras que impõem nessas hipóteses aos juízes especiais obrigações que não foram cumpridas.