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454/464, que havia julgado totalmente improcedente a ação administrativa pela mesma instaurada na qual peticionava: a anulação/declaração de nulidade do «ato administrativo constituído pela decisão de indeferimento do Vice-Reitor da Universidade de Coimbra exarada a 302016  através da qual foi indeferido o pedido da A. de ser contratada como Professora auxiliar»; que fosse «reconhecido o direito  a ser contratada como professora auxiliar a tempo integral com efeitos, senão à data de doutoramento, pelo menos a 01/04/2015»; e, condenada a R.  «a contratar a A. como professora auxiliar a tempo integral desde essa data» e a proceder ao pagamento «das diferenças salariais vencidas entre o valor da remunerações que auferiu desde abril 2015 e as que deveria ter auferido , as quais  ascendem nesta data ao montante total € 2757,13» e «das diferenças remuneratórias  correspondentes ao período posterior à instauração da  ação», montantes esses acrescidos de juros de mora vencidos e vincendos e que «anulando o despacho impugnado», condenou a R. «a contratar a A. como professor auxiliar  com início de efeitos a 01/04/2015, a tempo integral» e a pagar-lhe «as diferenças salariais vencidas entre o valor das remunerações que esta auferiu deste abril de 2015 e as que deveria ter auferido de acordo com o índice e escalão aplicável a um professor auxiliar, as quais, vencidas até à propositura da ação se computam no montante total de € 2757,13» e «as diferenças salariais vincendas» e, bem assim, os «juros de mora à taxa legal de 4% desde a data de vencimento de cada uma das remunerações  até efetivo e integral pagamento, contabilizando-se os juros já vencidos relativos às remunerações já vencidas até 14/10/2016 em € 7261,00».