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I Ora a 212013, haviam-se vencido complementos de reforma a favor da recorrente no valor de quantia de € 5 099,50 € 145,07 x 35, valor, todos eles vencidos desde agosto de 2011 até ao mês de novembro de 2013, montante que segundo os termos da douta sentença, não poderiam ser ignorados, e tendo o Tribunal "a quo” conhecimento dos mesmos, deveria, ao invés da decisão proferida, e seguindo o seu próprio entendimento atrás explanado, no mínimo ordenar o pagamento dos complementos de reforma da recorrente vencidos durante esse período e não pagos, condenando a recorrida, no mínimo, no pagamento dos valores correspondentes a esse período, o que não fez.