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No caso, como já referimos, o legislador de 2008 - Lei 64-A/2008 - foi suficientemente claro ao estabelecer que as isenções eram concedidas às aquisições de prédios urbanos ou de fracções autónomas de prédios urbanos destinados exclusivamente a arrendamento para habitação permanente, pelos fundos de investimento referidos no n. 1 sublinhado, o mesmo é dizer que os imóveis tinham que ser efectivamente disponibilizados e efectivamente arrendados para habitação permanente; a menos que os fundos demonstrassem que os disponibilizaram mas que não encontraram cidadãos interessados, o que é manifestamente irreal dadas as circunstâncias em que estes FIIAH e SIIAH foram criados e as características do mercado em que actuavam adquirindo os imóveis.