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305, "Os intermediários financeiros estão, naturalmente, sujeitos a deveres de informação passivos, devendo, consequentemente, esclarecer todas as questões que lhes sejam suscitadas, mas é no campo dos deveres activos que o dever de informação assume maior relevância real: os intermediários financeiros devem prestar, em relação a todos os serviços que ofereçam e independentemente de lhes ser solicitado, todas as informações necessárias para uma tomada de decisão esclarecida e fundamentada”, nomeadamente as referidas no artigo 31 do  Tanto mais que, como se refere no Acórdão do STJ, de 17/03/2016, Processo n. 70/11TBSEI.CS1, disponível no respectivo sítio do itij, no artigo 30-A, n. 2 do , consagra-se "um padrão de culpa que transcende o critério fixado no n. 2 do artigo 48, n. 2, do , que tem como referência uma pessoa média, mas consiste antes no sujeito diligentissimus, em virtude de serem exigíveis a estas instituições os cuidados especiais que as pessoas muito prudentes observam cf.