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38 e 3 n. 4, da LAV, pois em vez de ser o Tribunal Arbitral a determinar as provas que são admissíveis e pertinentes, foi uma das partes a determinar quais são as provas admissíveis e pertinentes a obter e apresentar;  2-O Tribunal Arbitral começou por reconhecer que a Apelante havia cumprido parcialmente a determinação de "prestação de informações” e de junção de documentos;  2-Mas em seguida, "a fim de evitar ambiguidades quanto ao âmbito da intervenção do tribunal estadual”, o Tribunal Arbitral, nesse mesmo despacho, reproduziu exatamente o requerimento probatório que havia deferido pelo seu despacho n. 6, antes de a Apelante "prestar informações”, afirmar que certos documentos não existem e juntar diversos documentos;  2-Assim, o Tribunal Arbitral não decidiu quais são os requerimentos probatórios que foram cumpridos e quais foram os requerimentos probatórios que não foram cumpridos pela Apelante;  3-Ao Tribunal a quo, para obtenção de documentos, chegaram exatamente, sem tirar nem pôr, os requerimentos probatórios do Apelado que o Tribunal Arbitral deferiu inicialmente, antes de a ora Apelante os ter, na expressão do próprio Tribunal Arbitral, satisfeito parcialmente;  3-Apesar de reconhecer expressamente que a Apelante havia cumprido parcialmente as suas determinações de prestar informações e juntar documentos, o Tribunal Arbitral determinou que para os Tribunais estaduais transitariam os requerimentos probatórios do Apelado tal e qual, incluindo, pois, os que foram cumpridos pela Apelante, que o Tribunal Arbitral não se dignou esclareceu quais foram;  3-Tendo em conta que a Apelante havia dito, no seu requerimento, que um conjunto de documentos que não existem, no despacho n. 10 o Tribunal Arbitral nada disse sobre esta afirmação da Apelante; não tomou qualquer posição sobre a afirmação da Apelante de que alguns documentos referidos no requerimento probatório do R. Apelado não existem;  3-Assim, os Tribunais Judiciais não conhecem em que medida foi ou não foi cumprida pela Apelante a determinação da junção de documentos, e para o conhecerem teriam de apreciar o fundo da causa arbitral, o que lhes está vedado pelo disposto no art.