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Nessa medida, só quando não seja deferido o decretamento provisório da providência cautelar poderá a entidade administrativa obstar à proibição automática de execução de atos administrativos, prevista no artigo 12, n. 1 do CPTA mediante a remessa ao tribunal de resolução fundamentada, o que não sucede quando exista uma decisão favorável nos autos que decrete provisoriamente determinada providência.” K. Como demonstrado supra, a Resolução Fundamentada opera independentemente da existência de Decretamento Provisório e tanto é assim que, mesmo que exista uma Sentença que conceda provimento a uma Providência Cautelar – e não estejamos, por isso, no mero domínio do Decretamento Provisório –, ainda assim é possível à Entidade Demandada a emissão de uma Resolução Fundamentada na pendência de um Recurso Jurisdicional sobre essa Sentença.