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1 e 2 CPC, devem ser levados à matéria assente nos autos a factualidade alegada pela Recorrente nos arts 52 a 55; 63 a 68; 75; 79 a 80; 84 a 86; 89 a 93; 97 a 99; 103 a 107; 110 a 112; 115 a 117; 121 a 122; 125 a 127; 130 a 134; 137 a 139; e 158 a 182 da p.; 10 Face à matéria de facto dada como provada, a análise e julgamento sobre a verificação do "fumus boni iuris”, da forma perfunctória que caracteriza o julgamento em sede de providência cautelar, deve ser feito de forma diametralmente oposta àquela que é adotada na sentença "a quo”;  11 É óbvio que existe a pista de controlo das despesas da operação, salvo prova em contrário, pois de outra forma o Recorrido não teria aceitado como boas as despesas apresentadas pela Recorrente e não as teria liquidado, como liquidou, integralmente;  12 Se o Recorrido validou e pagou bem, ou não, as despesas da operação, é matéria que pela sua natureza só pode ser apurada em sede da instrução a levar a cabo na ação principal; 13 Nos presentes autos não há qualquer fundamento de facto que permita concluir, em sede de providência cautelar, que não existe a necessária pista de controlo das despesas apresentadas pela Requerente na operação, dado que está provado nos autos que essas despesas foram fiscalizadas, validadas e pagas pelo Recorrido; 14 À luz do art 342 era ao Requerido que competia fazer prova dos factos que evoca para fundamentar a anulação dos subsídios atribuídos à Requerente; 15 É manifesto que o Requerido não fez prova nos autos de qualquer facto que infirme a anterior decisão de aceitação e pagamento dos trabalhos executados pela Requerente, e que agora foram objeto da anulação do subsídio atribuído; 16 A sentença "a quo” fez uma errada interpretação e aplicação do art 342 ; 17 A decisão "a quo” faz um errado julgamento da matéria de facto discutida nos autos, devendo por isso ser revogada; 18 A decisão de fundo da causa com fundamento nos identificados vícios alegados, e o plano de direito que importa analisar nos diversos diplomas de índole do direito nacional e do direito europeu aplicáveis, não se compagina com a simplicidade e celeridade caraterística do processo cautelar; 19 O vício invalidante que justifica materialmente o ato impugnado, isto é, o vício relativo ao erro nos pressupostos de facto e de direito evocado pela Recorrente, mostra-se, de forma perfunctória, como verificado, considerando a matéria de facto que deve ser dada como assente nos autos; 20 Desse logo porque, a pista de controlo analisada na sentença "a quo”, à luz do art.