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Como sustentação da pretensão, invoca, em síntese: - A exequente/embargada não tem legitimidade para o exercício da sua atividade em Portugal; 		- A executada/embargante apenas deixou de pagar as prestações não em 2 de Março de 2012 mas sim a partir de Junho de 2014 por força da penhora do seu vencimento no processo n. 1617/16TBSTR; - A exequente não encetou os procedimentos legais a si impostos pelo Decreto-Lei n. 227/2012, de 25 de Outubro e pelo Decreto-Lei n. 349/98, de 11 de Novembro, o que fere o processo de execução de nulidade insanável por falta de existência de pressupostos processuais para a execução;  		- A exequente/embargada não prova a liquidação da obrigação exequenda no que respeita a comissões e despesas pelo que são inexequíveis tais quantias.