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Neste sentido já se encontra muita jurisprudência, citando-se, por muito expressivo e com enunciação de muitos arestos, o Acórdão desta Relação de 06/28/2018, no processo 2476/15T8BRG.G1, em que consta sumariado: "Por força dos princípios da utilidade, da economia e da celeridade processual, o Tribunal ad quem não deve reapreciar a matéria de facto quando objeto da impugnação insusceptíveleis) de, face às circunstância próprias do caso em apreciação e às diversas soluções plausíveis de direito, relevância jurídica, sob pena de se levar a cabo uma atividade processual que se sabe ser inútil arts.