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Na ação que intentou, é inequívoco que a Autora impugnou o despacho proferido pela Apelada em 20/02/2020, cuja decisão de indeferimento da reclamação administrativa que apresentou contra o mesmo lhe foi notificada por ofício datado de 03/07/2020, pedindo a sua anulação e que também deduziu pedido, para que a apelada fosse condenada  à prática do ato administrativo devido, em substituição do ato praticado, consubstanciado  no recálculo da pensão de aposentação da Apelante  considerando no tempo de serviço, os períodos de ausência, por motivo de doença, registados a partir de 202007, no recálculo da pensão de aposentação da Apelante  considerando no tempo de serviço, de 1/01/2007 a 19/09/2008 enquanto Diretora do Centro de Formação de Associação de Escolas de ...) e de 01/09/2010 a 31/08/2011 enquanto Professora Bibliotecária designada e  no   pagamento das diferenças entre o valor que se vier a apurar, feito o novo recálculo, e o valor liquidado à Recorrente desde a data da concessão da pensão de aposentação 20/10/2014) até integral pagamento, acrescidos de juros à taxa legal  Mas para além dos referidos pedidos que deduziu sob as alíneas e do petitório, deduziu ainda um pedido subsidiário, para o caso de improcederem os pedidos formulados sob aquelas alíneas,  pedindo que se condenasse a Apelante à prática do ato administrativo devido, em substituição do ato praticado, determinando-se aquela a pagar as diferenças entre o valor da pensão de aposentação estabelecido por despacho de 20/02/2020, que é de 827,01 €, e o valor inicialmente pago à Recorrente desde a data da concessão da pensão de aposentação em 20/10/2014, que era de 372,06 €”.