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Para além de se tratar uma mera percepção, o peso das omissões de proveitos no volume de negócios declarado pela empresa não permitem evidenciar incoerências prévias notórias:imagem que aqui se dá por reproduzidaAssim, é inapropriado que o sujeito passivo argumente que a omissão de proveitos não regista adesão à realidade, justificando-o referindo que a IT considera que «as quantidades em inventário estão coerentes com a verdade substantiva dos inventários em cada um dos exercícios» in ofício n. CT-002-02-8 do sujeito passivo PFTP, datado de 27 de Fevereiro de 2008, p. 2, §, quando sabe que não se efectuou qualquer contagem física das existências ou qualquer outro tipo de teste às mesmas.