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Com efeito, as páginas 1 a 4 do escrito em causa não se mostram rubricadas pelo apelado, tendo o mesmo declarado que rubricou as folhas do contrato que assinou, esclarecendo a testemunha Nuno  que exigia a rubrica em tais contratos, declarando também a testemunha Paulo , que leu o seu contrato com a apelante, nele não figurando cláusula como a contida no escrito em causa, pelo que é legitima, razoável e segura a conclusão do tribunal a quo no sentido de que "Perante a estranheza revelada pelo senhor Nuno , a forma convicta como o réu declarou ter rubricado todas as folhas do contrato à excepção da folha onde apôs a sua e a ausência desta na cópia oferecida aos autos, concluiu-se como inteiramente verosímil que esta não corresponda, tal como alegado pelo réu, à que lhe foi presente, rubricou e assinou e cujos termos aquando da celebração do conhecido acordo.