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A afirmação do Tribunal a quo sobre a suposta inconstitucionalidade do Anexo 2 da deliberação de 3 de Agosto de 2014, além de desconsiderar a fundamentação que consta dos respectivos Considerandos, padece de vícios de raciocínio, porque desconsidera o montante global dos "créditos dos consumidores particulares nas mesmas condições dos aqui A.A.”, porque não tem subjacente a análise rigorosa feita pelo BdP que motivou a Medida de Resolução, baseando-se numa série de suposições, e porque desconsidera a competência legal exclusiva do BdP na qualidade de regulador do sector bancário e de autoridade de resolução) para determinar as medidas a tomar em face da situação catastrófica do B à data e os respectivos termos.