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Pois que no local, com a presença das partes com equidade e justiça aro 20, n 4, da R.) se averiguará, facilmente, se existem prestações de facto, em falta, face ao título executivo”;  Porque os recorrentes apresentaram, também, junto do Ilustre Agente de Execução, o supra referido requerimento, o qual foi remetido, por correio, diretamente ao mesmo;  Porque o Tribunal a quo notificou o Ilustre Agente de Execução da junção dos referidos requerimentos vide; 1 Porque em resposta aos recorrentes, o Ilustre Agente de Execução, limitou-se a declarar que "a s/ comunicação, recebida hoje pelo aqui Agente de Execução, tem de ser remetida por Ex.a directamente ao Tribunal.”; 1 Porque os recorrentes sufragam o entendimento de que a preclusão estabelecida pelo artigo 72, n. 2, do CPC, não é aplicável in casu; 1 Porque para o Tribunal a quo, a realidade formal deve suprimir a realidade material; 1 A interpretação conferida ao artigo 72, n. 2, do CPC, no âmbito do Despacho recorrido, padece de erro de julgamento e viola aquele concreto normativo legal; 1 Porque os requerimentos de 08-01-2021, 21-01-2021, 10-05-2021, 04-06-2021, 05-07-2021 e 03-08-2021, não se tratam de ocorrências estranhas ao desenvolvimento dos autos; 1 Porque os requerimentos de 08-01-2021, 21-01-2021, 10-05-2021, 04-06-2021, 05-07-2021 e 03-08-2021, apresentados pelos recorrentes, não trouxeram uma questão acessória aos autos, porquanto a prestação dos factos em causa consubstancia, verdadeiramente, a causa de pedir da execução; 1 Porque caso o executado preste o facto a que está obrigado dentro do prazo fixado pelo Juiz, a execução extingue-se na medida em que foi alcançada a sua finalidade, nos termos e para os efeitos do artigo 84, n. 1, alínea, do CPC; 1 Porque, in casu, os recorrentes prestaram os factos a que estavam obrigados dentro do prazo fixado, conforme consta do "AUTO DE DILIGÊNCIA” de 02-03-2018, com a referência interna "PE/4/2018”, lavrado pelo Ilustre Agente de Execução, cuja cópia se encontra junta aos autos desde 08-01-2019; 1 O Despacho recorrido padece de erro de julgamento, uma vez que o mesmo deveria ter julgado extinta a execução, por força do cumprimento voluntário da obrigação, dentro do prazo, pelos recorrentes, nos termos dos artigos 84, n. 1, alínea e 87, ambos do CPC; 1 Viola, assim, o Despacho recorrido, por erro de aplicação e ou interpretação, além de outros, o disposto nos artigos 29, 72, n. 2, 84, n. 1, alínea e87, todos do CPC, e o artigo , n. 8, do RCP.”Terminam pedindo que o despacho recorrido seja revogado e substituído por acórdão que declare extinta a	execução, uma vez que os recorrentes prestaram voluntariamente os factos a que estavam obrigados, constantes do título executivo, dentro do prazo fixado.Os exequentes contra-alegaram, pugnando pela improcedência do recurso, tendo terminado com as seguintes conclusões:  "A. Em causa está um chorrilho de requerimentos/reclamações dos actos do AE que, além de não terem fundamento legal, e por isso não se enquadram em nenhuma das alíneas do art.