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De facto, o artigo 79 do mencionado diploma estabelece exceções ao dever de segredo: sempre que o cliente autorize, tratando-se de factos ou elementos relativos à relação do cliente com a instituição e, ainda, quando se trate de factos e elementos revelados «a) Ao Banco de Portugal, no âmbito das suas atribuições; À Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, no âmbito das suas atribuições; À Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, no âmbito das suas atribuições; Ao Fundo de Garantia de Depósitos, ao Sistema de Indemnização aos Investidores e ao Fundo de Resolução, no âmbito das respetivas atribuições; Às autoridades judiciárias, no âmbito de um processo penal; Às comissões parlamentares de inquérito da Assembleia da República, no estritamente necessário ao cumprimento do respetivo objeto, o qual inclua especificamente a investigação ou exame das ações das autoridades responsáveis pela supervisão das instituições de crédito ou pela legislação relativa a essa supervisão; À administração tributária, no âmbito das suas atribuições; Quando exista outra disposição legal que expressamente limite o dever de segredo.»n.