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A promoção mereceu a concordância do despacho de 2201  Seguiram-se diversos requerimentos e pronúncias mútuas, além do mais sobre documentos que os progenitores foram juntando, até que a progenitora veio dar conta, em 22017, que o "Tribunal de Lugo manteve a decisão proferida em  Instância nos Autos de Subtracção Internacional de Menores, ou seja, manteve o entendimento de que o Requerido não retém o menor O em Espanha ilicitamente”, considerando a progenitora que " A decisão deste Tribunal Superior, à imagem do que havia sucedido com o Tribunal de  Instância, assenta no pressuposto errado de que a Requerente, ao ter subscrito autorização para o "empadronamiento” dos Menores em Viveiro, Espanha, autorizou também a alteração de residência dos mesmos, de Cascais para Viveiro”, o que é falso, sustenta, acrescentando que o progenitor aproveitou essa decisão favorável para dar "de imediato a conhecer aos Autos de "Medidas Provisionales”, pendentes no Tribunal de Viveiro, para regulação de questões relativas às responsabilidades parentais dos dois Menores mais uma vez procurando induzir o Tribunal em erro quanto à verdade dos factos, procura desesperadamente o Requerido que o Tribunal de Viveiro se declare competente para decidir das questões relativas à regulação das responsabilidades parentais dos dois Menores, "passando por cima” do Tribunal verdadeiramente competente, nos termos do Regulamento aplicável, ou seja, o Tribunal Português.” Requereu portanto com urgência que o tribunal de Cascais "tome posição, declarando-se competente para prosseguir com os presentes Autos e, em consequência, fixando regime provisório quanto ao exercício das responsabilidades parentais relativas ao Menor O, em termos idênticos ao decidido para o Menor  – atribuição da guarda exclusiva à Requerente, com exercício exclusivo das responsabilidades parentais, e ordenando a restituição do Menor à sua casa, sita em Cascais, na morada já constante dos Autos”.