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74 do , e assinou o auto de declarações do termo de avaliação;  Mais alegou sob as alínea e das suas Conclusões, que no que se refere à qualificação pelo Tribunal Recorrido, em torno das varandas, de que não podem ser tidas como área bruta dependente,  que não concorda com esse entendimento, e que não restam dúvidas que estamos, no caso em pauta, em presença de varandas não fechadas, cobertas e de uso exclusivo conforme relatório do perito do Tribunal constante do ponto 4 do probatório) e que, como tal e à data dos factos, são enquadráveis na área bruta dependente;  Alegou ainda sob as alíneas e das suas Conclusões, e quanto à falta de fundamentação da avaliação relativamente aos pontos em crise, que a mesma não se verifica, pois que em geral, a fundamentação de um ato deve ser o seu esteio, o seu suporte, de molde a permitir ao contribuinte apreender os concretos factos donde ela emerge e poder determinar-se pela sua aceitação ou impugná-la, se entender que a mesma se encontra eivada de qualquer um vício que a inquine de ilegal, sendo o dever de fundamentação uma obrigação que a AT tem de indicar as razões de facto e de direito determinantes dos seus atos, pois que, utilizando a linguagem de jurisprudência do STA, o acto só está devidamente fundamentado se um destinatário normalmente diligente ou razoável – uma pessoa normal – colocado na situação concreta e perante o concreto acto administrativo que determinará consoante a sua diversa natureza ou tipo uma maior ou menor exigência da densidade dos elementos de fundamentação) fica em condições de conhecer o itinerário funcional cognoscitivo e valorativo do autor do ato, que  inexiste qualquer vício de forma ou de substância que possa inquinar o acto de avaliação impugnado, porquanto não se verifica insuficiente fundamentação quer no que respeita à quantificação da área bruta privativa quer quanto à qualificação das varandas.