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A recorrente entende que a sentença fez errado julgamento dos elementos de facto e, por essa via, errado julgamento de direito uma vez que os prazos relevantes para efeitos da contagem da tempestividade da reclamação graciosa são os prazos limites do pagamento voluntário das liquidações, verificando-se a caducidade do direito de impugnar, no que respeita às liquidações do ano de 2001, a impugnação foi deduzida em 26-01-2004, ou seja, sem ter decorrido o prazo do indeferimento tácito da reclamação graciosa interposta em 31-07-200  Vejamos,   Estabilizada o julgamento de facto, com o aditamento acima realizado por este tribunal, cumpre, então, fazer a subsunção dos factos ao direito para se saber se a sentença incorreu no erro que lhe é imputado nas conclusões de recurso.