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Como se escreve no sumário do Acórdão da Relação de Lisboa de 15 de setembro de 201631, "o princípio da boa-fé artigo 12 do T./2009) – já para não falar de outros princípios e valores mais elevados e abrangentes, como os direitos de personalidade, sempre radicados e pautados pela dignidade da pessoa humana, designadamente, na vertente da preservação da sua integridade física e moral cfr., por exemplo, os artigos 1 e seguintes do T./2009 e 7 do – está sempre presente no cumprimento e execução do contrato de trabalho, o que significa que as partes não podem agir nas suas relações contratuais de uma forma infundada, despauterada, por sua livre e autorrecriação, sem motivo objetivo, plausível, lógico e reconhecido como legítimo pelo direito logo, em violação do dito princípio da boa-fé), assim como não podem atuar em abuso de direito artigo 33 do Código.” Nos termos expostos, improcedendo o recurso da Ré quanto a esta questão, por claudicarem as respetivas conclusões, importa então analisar, o que faremos seguidamente, a problemática relacionada com a indemnização arbitrada pelos danos que se consideraram terem sido sofridos.