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E, nessa medida, como a Requerente apenas apresentou tal requisito a partir de 012018, o Requerido entendeu que, à luz do n. 6 do artigo 1 do citado Decreto-Lei, o agravamento de tal incapacidade permanente já não tinha a virtualidade de relevar para efeitos da sua atribuição, determinando não apenas a suspensão de tal prestação, nos termos dos n.s 1 e 2 do artigo 2 do referido Decreto-Lei, mas, de igual forma, a sua cessação, nos termos da alínea do artigo 2 do Decreto-Lei n. 126-A/2017, de 06/1   E, de facto, em sede de juízo sumário e meramente perfunctório que caracteriza os processos cautelares, não se antevê que seja provável que, em sede de acção principal, venha a ser reconhecido o erro nos pressupostos de facto que a Requerente invoca.