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1 Aquando do facto descrito em  e , o autor alertou expressamente a gerente da agência,, que só "investiria” aquele dinheiro se o rendimento e a recuperação dos valores aplicados fossem 100% seguros ponto   1 Foi-lhe então assegurado por aquela gerente, que a aplicação descrita em  tinha uma rendibilidade anual garantida de 5,553% e que, sendo uma aplicação de uma empresa do grupo, estava assegurado o reembolso do capital e juros, não comportando qualquer risco pontos 2,   1 Ao tempo, o «B» era uma instituição bancária que oferecia total confiança ao investidor ponto   1 Confiando nessas informações, o autor aceitou então aplicar € 150 000,00 naquele papel comercial, em três tranches de € 50 000,00 cada, no dia 25 de janeiro de 2008, subscrevendo o documento aludido em , já previamente manuscrito por alguém da agência ponto   1 Os pagamentos de juros aludidos em  a  reforçaram a confiança do autor que tinha apostado num produto credível e seguro ponto   1 Além dos juros aludidos em  a , o «B», ora réu «BS.A.», não procedeu ao pagamento de mais nenhuns juros ponto   1 Surpreendido com o facto, o autor procurou obter explicações, tendo-lhe sido dito que estava em curso uma reestruturação mas o reembolso estava assegurado pontos 8,   1 Como isso não voltou a suceder, em data não apurada, o autor pediu o retorno do capital, o que foi negado, remetendo o réu a responsabilidade para a «...) , S.A.» pontos 10, 1  1 Nunca foi facultada ao autor uma nota informativa acerca da natureza e funcionamento desse produto, o papel comercial «), S.A.» ponto 1  2 As orientações e comunicações internas existentes no «B», que este transmitia aos seus comerciais e respetivos balcões, consistiam em afirmar a segurança e fidelidade do produto em causa, a sua solidez, a sua rentabilidade que vinha demonstrada desde 2001, e assegurar que sendo a «) S.A.» uma empresa pertencente ao grupo empresarial do Banco, este cobriria sempre a solvabilidade do produto ponto 1  2 Sendo esta estratégia de sucesso veiculada internamente de forma reiterada ponto 1  2 A nota de serviço n 19/01, datada de 5 de fevereiro de 2003, cujo tema é "mercado de capitais” e subtema "papel comercial”, em vigor aquando da comercialização daquele produto, determinava que a entidade garante da solvabilidade do papel emitido era o "B e/ou Banco” ponto 1  2 À data da realização do investimento, a nacionalização do capital do Banco e a sua separação do universo «SSGPS, S.A.» a que a «) S.A.» pertencia era totalmente imprevista e imprevisível ponto 1    Não se provaram os seguintes factos:  )   Aquando da subscrição da aplicação aludida em , o autor foi informado que se tratava de produto com garantia de reembolso idêntica à do próprio Banco, uma vez que a empresa emitente – a «), S.A.» – era do mesmo grupo empresarial em que o Banco se achava integrado, ou seja, da «S SGPS, S.A.» e que o seu capital social era detido exclusivamente, ainda que por forma indireta, pela referida «S, SGPS, S.A.», entidade esta que detinha também a totalidade do capital social do Banco réu ponto 1  )     – Do Direito  Uma vez que o âmbito objectivo dos recursos é delimitado pelas conclusões apresentadas pelos recorrentes arts.