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Daí que, a argumentação da recorrente não prevaleça, uma vez que, o que o n 3 do art 38 da Lei n 34/2013 verdadeiramente impõe é que a celebração do contrato seja feita directamente com o beneficiário dos serviços prestados, situação diferente da proibição da cessão da posição contratual ou da subcontratação, que a existirem, têm de ser conformes e cumprir os demais requisitos previstos nas normas do CCP, designadamente, possuírem os requisitos de habilitação e preenchimento dos pressupostos da capacidade económica e financeira, em cumprimento com os contractos públicos, seja no âmbito do CCP, seja no âmbito da Diretiva Geral da Contratação Pública Diretiva 2014/24) ou na Diretiva Concessões Diretiva 23/2014, ou ainda na Diretiva dos Sectores Especiais Diretiva 2014/25).