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Ou seja, mesmo que se defenda que não foi directa e expresssamente violado o artigo 2 do n. 204/98, de 107, "a necessidade de definir previamente os ‘critérios ou factores de avaliação dos candidatos’– est, tudo quanto possa bulir ou influenciar a avaliação de determinado contendor a uma qualquer vaga da função pública – decorre, desde logo, do princípio da imparcialidade plasmado no artigo 26, n. 2, da CRP e no artigo  do CPA, bem como no próprio artigo  do Decreto-Lei n. 204/98, de 107, interpretado à luz daquele primeiro, desde logo na parte atinente à – aplicação de métodos e critérios objectivos de avaliação”.