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imputa à decisão recorrida o vício de falta ou insuficiência da fundamentação, porque "... o Tribunal a quo não extraiu da prova produzida em Audiência, seja por declarações do arguido recorrente que foi eleito pela decisão recorrida como o meio de prova por excelência da condenação, seja dos suportes audiovisuais juntos aos autos – o vídeo que retrata os factos alegadamente ilícitos, assim como aqueloutros juntos a pedido da defesa e deferidos pelo Tribunal recorrido – toda a factualidade relevante para a descoberta da verdade material e boa decisão da causa, mormente no que diz respeito às concretas circunstâncias que circundaram os factos.”,pelo que "... ao não ter apreciado todos os factos carreados ao longo do julgamento, violou o Tribunal a quo o disposto nos artigos 124, 339, n. 4, 368, n. 2 e 374, n. 2, todos do CPP, incorrendo na nulidade prevista no artigo 379, n. 1, alínea do CPP ...”; porque, quanto ao elemento subjectivo, "... a fundamentação eleita pelo Tribunal a quo se não inexistente é manifestamente insuficiente, atentas as exigências legais previstas ...” e porque não fundamentou devidamente a medida da pena única conclusões R/AA, AAA/BBB e. A falta de fundamentação da sentença constitui uma nulidade art.s 374/2 e 379/1-a) do.