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- a da violação do princípio do contraditório e da nulidade consistente na prolação de "decisão surpresa” por desconsideração dos argumentos apresentados pela autora sobre a questão da comunicação da resolução do contrato; - a da nulidade da sentença por não atender a meios de prova não contestados ou por contradição entre os fundamentos e a decisão; - a da existência de resolução do contrato através da carta remetida à ré em 2 de julho de 202    - OS FACTOS  a)-Relevam para a decisão a proferir nesta instância de recurso os factos que emanam do antecedente relatório, nomeadamente os que foram considerados confessados na sentença impugnada que acima se transcreveu ou seja: - Em 21 de fevereiro de 2019 autora e ré assinaram um contrato de crédito pessoal através do qual a autora, em síntese, a autora assumiu a obrigação de ceder à ré a quantia de 2000,00 €, assumindo a ré a obrigação de reembolsar a autora desse valo acrescidos dos juros e demais acréscimos legais em cento e vinte prestações mensais e sucessivas.