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Nestes termos e nos mais de direito, sempre deverá:  O Recurso interposto pela Recorrente Federação Portuguesa de Futebol ser considerado improcedente, por não provado e, consequentemente, ser mantida a Decisão Recorrida, ou caso assim não se entenda,  b) A matéria de facto provada ser alterada nos termos melhor detalhados em sede de Alegações e Conclusões e mantida a Decisão Recorrida,  ) Ser a alínea do artigo 1 do RDLPFP declarada inconstitucional, quando interpretada no sentido de não ser possível ilidir a presunção de verdade do relatório do árbitro aí consagrada, nomeadamente, com recurso ao relatório dos Delegados da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, ao Relatório do Policiamento Desportivo, às imagens televisivas e do CCTV e à prova testemunhal, por violação do disposto nos artigos 1 n. 2 e 3 n. 2 da Constituição da República Portuguesa;  ) Ser o artigo 18 do RDLPFP, declarado inconstitucional quando interpretado no sentido de que não é necessário fazer prova da responsabilidade subjetiva dos clubes ou sociedades desportivas, por violação do princípio da presunção de inocência ínsito no n. 2 do artigo 3 da Constituição da República Portuguesa, ou caso assim não se entenda,  e) A conduta em causa ser punida nos termos pelo artigo 18 do RDLPFP, determinando-se a baixa dos Autos ao TAD para fixação da sanção aplicável, ou, em alternativa, considerando-se este TCA Sul habilitado para o efeito, ser a multa fixada pelo mínimo regulamentar, para que se faça Justiça.”  A Federação Portuguesa de Futebol veio apresentar Resposta à ampliação do pedido, aí tendo concluído: " Em sede de contra-alegações, veio a Recorrida requerer que seja reconhecida a ilegitimidade da FPF ao interpor recurso da decisão arbitral para o TCA Sul bem como requerer a ampliação do objeto de Recurso, designadamente quanto à alteração de matéria de facto dada como provada.