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No entanto, e enquanto se aguardava pela decisão final do tribunal superior sobre o recurso apresentado pela Recorrente, entraram em vigor as alterações introduzidas no CIRE pelo Decreto-Lei n. 79/2017, de 30 de Junho, que vieram introduzir no referido Artigo 1-F, uma remissão para o n 6, do Artigo 1-G que não existia até aquele momento e que vieram sujeitar os devedores que tenham sido parte num Processo Especial de Revitalização com plano de revitalização aprovado, mas não homologado, a um prazo de 2 anos para apresentação de novo que até então só era aplicado aos devedores cujo processo negocial era concluído sem que ocorresse a aprovação de qualquer plano de revitalização.