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Em suma, nos termos que se deixaram expostos, consideramos que a medida de prisão preventiva aplicada na decisão recorrida se mostra excessiva e, consequentemente, desconforme aos princípios da necessidade, da adequação e da proporcionalidade, não tendo sido respeitada a sua natureza excecional e subsidiária, pelo que o recurso procederá, determinando-se a substituição da medida cautelar de prisão preventiva pela de obrigação de permanência na habitação, com controlo através de vigilância eletrónica, prevista no artigo 201, n s 1 e 3 do CP –  na morada indicada no relatório elaborado pela DGRSP e junto aos autos principais em 112021, ou seja na Rua  ...) conquanto se nos afigura que as autorizações constantes do final de tal relatório aí se encontram por manifesto lapso, uma vez que a verificação das identidades dos respetivos signatários permite facilmente constatar que tais documentos se não reportam a este – medida que se cumulará com a obrigação de não contactar com a ofendida por qualquer meio nos termos previstos no n 2 do mesmo preceito legal.