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a modificação da decisão da matéria de facto aludida em ,, e o preceituado, nomeadamente, nos art.s 258 e 260 do Código do Trabalho aprovado pela Lei n. 7/2009, de 102)15 e 71 da Lei n. 98/2009, de 09 que regulamenta o regime de reparação de acidentes de trabalho e de doenças/LAT16, e sabendo-se, ainda, que o A. e a sociedade H, Lda., nunca enjeitaram o enquadramento dos valores pagos a título de ajudas de custo, vendo-os como não tributáveis para efeitos de IRS por não constituírem retribuição do cf., g., o requerimento do A. de 22018), antolha-se evidente que tais valores não deverão integrar as parcelas do cômputo indemnizatório.17 Na verdade, sendo correcto o entendimento de que as "ajudas de custo" em sentido próprio entendidas enquanto compensação/indemnização ou reembolso de despesas feitas por força de deslocações em serviço) não integram o conceito de retribuição, apenas como tal podendo ser considerada a importância abonada que exceda a efectiva cobertura das despesas realizadas, cabia ao A., que alegou/invocou ou pretende fazer valer a natureza retributiva dessa prestação, o ónus de provar o que com ela estava efectivamente a ser pago e em que medida art.