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Inconformada com uma tal decisão, dela interpôs a arguida o presente recurso, com as seguintes conclusões: a) - Por decisão proferida pela Inspecção Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território a arguida, aqui recorrente foi condenada no pagamento de uma coima de € 1000,00 doze, pela pratica de uma contra-ordenação ambiental grave p. e p. pelas disposições conjugadas do artigo 12 n. 2 e artigo 18 n. 2 alínea do Decreto-Lei 46/2008 de 12 de Março e ainda do anexo da Portaria 417/2008 de 11 de Junho, sancionável nos termos previstos na alínea do n. 3 do artigo 22 da Lei n. 50/2006 de 29 de Agosto, na redação dada pela Lei 114/2015 de 28 de Agosto e a arguida inconformada com a decisão proferida impugnou-a judicialmente, tendo o Tribunal "a quo" considerado o recurso parcialmente procedente e reduzindo a coima aplicada pela entidade administrativa para € 000,00 seis;  b) A recorrente não se conforma com a decisão proferida pelo Tribunal "a quo", que considerou que esta praticou uma contra-ordenação ambiental grave, porquanto transportou pedras que havia sido retiradas de uma escavação que estava a executar numa obra em Albufeira, e a pedido do engenheiro responsável dessa mesma de onde as pedras foram retiradas, para que as levassem para casa de um particular, o qual lhe havia pedido ao Eng.