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” Para prossecução desse julgamento, e conforme deflui da fundamentação aportada na Sentença recorrida, o Tribunal recorrido julgou que em torno da construção da moradia na freguesia de R..., em Bragança, que não se provou que para esse efeito, a Impugnante ora Recorrente  tenha transmitido bens ou prestado serviços a titulo oneroso, e nesse patamar, que não pode assim estar sujeita a IVA, nos termos do artigo , n. 1, alínea do CIVA, e nesse conspecto, que apesar de ser isso que resulta de um documento atinente a um contrato de empreitada, e das declarações produzidas em julgamento pelos donos da obra  JR e mulher, SP, que a ora Recorrida logrou provar que  esse contrato não reflectiu a efectiva vontade das partes outorgantes desse contrato, tendo para o efeito o Tribunal recorrido remetido a fundamentação da formação dessa convicção, para matéria de facto que deu como provada.