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6 junto com a petição inicial, que a Impugnante afirma ser suporte documental da alegação que traz a tribunal, constitui um mero documento interno que não se mostra suficiente para dar como provada a alegada "continuidade” dos contratos celebrados em 199  À mingua da respetiva prova documental, também não pôde dar-se por provado o facto identificado em "2)” no sentido, alegado pela Impugnante, de que a quantia de € 3022,48 que a sociedade ", Lda.” registou na conta 692, "Créditos Incobráveis”, em 2000, tivesse sido devidamente provisionada nos respetivos exercícios, sendo certo que nem sequer veio ao conhecimento dos autos não sendo junta com a respetiva alegação a correspondente prova documental, considerando que não se trata de factualidade que seja suscetível de prova apenas quais os clientes a que se referem tais créditos, quando e em que circunstâncias terão sido constituídas as respetivas provisões”.