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Com efeito, na tese sufragada pela minoria e que a Autora naturalmente aqui pretende fazer valer, nem se entenderia por que motivo veio o legislador, afinal, restringir o direito de preferência reduzindo-o à quota-parte do imóvel ocupado pelo arrendatário quando, naquela tese, ele tinha já a preferência sobre a unidade predial independentemente da percentagem que ocupava à luz do, nem muito menos se perceberia o teor nesse caso, perfeitamente inútil) do n ” E desta alteração legislativa, nomeadamente do n 9 dessa norma facilmente se retira a conclusão de que os titulares de arrendamento para fins não habitacionais relativo a parte de prédio não constituído em propriedade horizontal não gozam de direito de preferência na venda do imóvel.