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Tudo, pois, argumentos que nos inculcam, pelo menos mais fortemente, a convicção de que a realidade fáctica em presença nos autos não deve entender-se como subsumível à previsão da norma legal ou, o mesmo é dizer, que os encargos com portagens e estacionamentos não devem entender-se como incluídos no n. 4, do artigo 4, do CIRC, na redacção vigente à data dos factos.» disponível em www.dgsi.pt) Não havendo razões sérias para alterar o entendimento consagrado do Acórdão parcialmente supra transcrito, e recordando que a Administração Tributária não questionou que as verbas são encargos relacionados com viaturas ligeiras de passageiros, não podemos deixar de concluir que as verbas contabilizadas com estacionamentos, serviço de reboque e não estão abrangidas no âmbito da aplicação do n. 4, do artigo 4, do CIRC.