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Ora, A tal desiderato e tendo em conta que tal consideração no exercício controvertido resultou de prévia autoliquidação de imposto efectuada pelo contribuinte, no qual procedeu de "motu próprio” ao acréscimo dos custos do período anterior, ao pretender invocar um erro na respectiva autoliquidação de imposto do qual estava ciente de se tratar de um custo imputável àqueloutro exercício, não podia pretender que o mesmo fosse considerado em sede de reclamação graciosa necessária, como se o mesmo consubstanciasse um custo do exercício que, obviamente não podia ser aceite e que impunha, ao invés, que ,ou substituísse a declaração apresentada relativamente àquele ano, ou procedesse ao pedido de revisão ao abrigo do disposto no art 78, da LGT.