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Por outro lado, a afirmação de que uma criança de 16 meses de idade à data do acórdão) ou de 11 meses de idade à data da sentença), ou mesmo na actualidade, com 19/20 meses de idade, que privou permanentemente com a mãe, tem nesta a figura afectiva de referência, e que a ligação a esta figura afectiva, na criança com menos de dois anos de idade, é fundamental para um desenvolvimento futuro em auto-estima, não se baseia numa mera suspeita ou numa convicção pessoal, mas antes nos conhecimentos da experiência do psiquismo humano que indicam que, só após essa idade de absoluta dependência, a criança poderá ter no seu pai uma figura primária de socialização, sem prejuízo da ligação à mãe – com independência de género no desempenho de tais funções.