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Ora, como não poderia deixar de ser, e resulta de uma simples leitura desse relatório, no que respeita às causas do incêndio, o referido perito, que, naturalmente, não assistiu ao sinistro, limitou-se a reproduzir a versão dos factos apresentada pela "Realbolo”, segurada da "Lusitânia”, contraditória com a versão dos factos da A., reflectida nos ns 6, 10, 24 e 25 dos factos provados, dos quais resulta que a A. sempre rejeitou qualquer responsabilidade pelo sinistro, tanto que não o participou à R., como, também, resulta do facto provado n 2 Por isso, o referido "certificado de regulação do sinistro” nenhuma força probatória tem no que concerne às causas do incêndio, e, também, não pode servir de fundamento aos três aditamentos que a A. pretende ver introduzidas nos factos provados, os quais, na verdade, nada acrescentam quanto a essa causa, atenta a sua vaguidade.