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A requerida deduziu oposição sustentando que os requerentes não teriam junto aos autos o mapa previsional que teria sido aprovado no âmbito do PER e, bem assim, que este tribunal seria materialmente incompetente para conhecer das resoluções com justa causa dos contratos de trabalho invocadas pelos requerentes;  Mais alegou que a falta de pagamento das retribuições se deveu a um período de dificuldade de tesouraria decorrente de ter encerrado a laboração para férias, bem com dificuldades em receber de clientes no período de férias, com o inerente acréscimo muito acentuado de despesas para as empresas decorrente do pagamento do subsídio de férias e contribuições para a Segurança Social; Essas suas dificuldades momentâneas de tesouraria foram ainda incrementadas pelo facto de estar sujeita ao cumprimento do plano de recuperação;  Alegou ainda que os cálculos das indemnizações a que os requerentes se arrogam titulares estão efetuados com base em 45 dias de indemnização por cada ano de serviço;  Invocou a exceção dilatória da falta de interesse em agir dos requerentes em instaurar a presente ação, sustentando que todos os créditos que lhes pertenciam, já não lhes pertencem, uma vez que a Segurança Social ficou sub-rogada nos direitos daqueles, tendo o Fundo de Garantia Salarial já procedido à respetiva habilitação no âmbito do PER, não tendo estes qualquer interesse em que seja declarada a insolvência daquela;  Mais alegou que se encontra em laboração, a cumprir com os clientes, de quem já tem um volume considerável de encomendas, tem crédito bancário e de fornecedores, o seu passivo tem diminuído e tem um ativo bastante considerável.