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ao autor cabe provar que o conhecimento do erro é posterior à sentença, e ao réu que a acção foi proposta para além do prazo de um ano a contar do conhecimento, neste sentido, vide acórdão da Relação do Porto, de 13-12-2011, disponível em www.dgsi.pt...”.Como dissemos, concordamos com a sentença recorrida na parte acabada de reproduzir, mas já não com a conclusão nela extraída – que julgou improcedente a acção, com o fundamento de que os AA não lograram provar a data em que tomaram conhecimento do erro invocado –, pois resultou provada nos autos aquela data – em Novembro de 2009 –, ou seja, depois da sentença de homologação da partilha, tendo assim os AA logrado provar um dos pressupostos de que dependia a instauração desta acção.