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Em suma, perante a realidade em equação nos autos, tem de acompanhar-se a conclusão da sentença recorrida no sentido de que, em face do que o artigo 58, n. 1 e n. 2, do Código do IRC e o artigo 5 da Portaria n. 1446-/2001 estabelecem quanto aos factores a ser avaliados para se aferir da comparabilidade das operações, concluímos que a AT não logrou demonstrar que, no caso concreto, a prestação de fiança pela Impugnante à «........... Portugal, S.A.», e a prestação de garantias bancarias autónomas cujos encargos foram por si suportados reúnem condições para serem consideradas comparáveis, por apresentarem características económicas e financeiras relevantes suficientemente similares, e assegurar um elevado grau de comparabilidade, de modo a corrigir a matéria tributável mediante o regime dos preços de transferência previsto no artigo 58, n. 1, do Código do IRC, não padecendo o seu julgamento de erro sobre os pressupostos de facto e de direito que lhe é assacado pela Recorrente, situação que tem um verdadeiro efeito de implosão no que concerne ao presente recurso.