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O CCT foi sendo alterado ao longo do tempo, tendo em conta a antiguidade do trabalhador que foi admitido em primeiro lugar, nos termos seguintes:  BTE n. 23, de 22 de junho de 2001, aplicável por via de PE, publicada no BTE n. 11, de 22 de março de 2002;  BTE n. 23, de 22 de junho de 2003;  BTE n. 28, de 29 de julho de 2004, aplicável por via da PE n. 1123/2005, de 28 de outubro, DR 1 Série, n. 208, de 28 de outubro;  BTE n. 29, de 8 de agosto de 2007;  BTE n. 24, de 29 de junho de 2008, aplicável por via da PE n. 209/2009, de 23 de fevereiro de 2009, DR  Série, n. 37, de 23 de fevereiro de 2009;  BTE n. 3 de 22 de janeiro de 2012 que procedeu à revisão global do, aplicável por via da PE n. 49/2017, de 2 de fevereiro, DR  Série, n. 24, de 2 de fevereiro de 2017;  BTE n. 21, de 8 de junho de 2016, aplicável por via da PE n. 49/2017, de 2 de fevereiro, DR  Série, n. 24, de 2 de fevereiro de 2017;  BTE n. 33, de 8 de setembro de 2017, aplicável por via da PE n. 338/2017, de 8 de novembro, DR  Série, n. 215, de 8 de novembro de 2017;  BTE n. 35, de 22 de setembro de 2018 alteração salarial e texto, aplicável por via da PE n. 288/2018, DR  Série, n. 206, de 25 de outubro de 201  O abono para falhas começou por estar previsto no CCT, publicado no BTE n. 23, de 22 de junho de 2001, na cláusula 7, a qual estipulava:   Os controladores-caixas que movimentem regularmente dinheiro, os caixas, os tesoureiros e os cobradores têm direito a um subsídio mensal para falhas, enquanto desempenhem, efetivamente, essas funções, no valor de 5 400$0   Sempre que os trabalhadores referidos no número anterior sejam substituídos nas funções citadas, o trabalhador substituto terá direito ao abono para falhas na proporção do tempo de substituição e enquanto esta durar.