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2 Do relatório social para eventual determinação de sanção, com data de 16/12/2013, com relevância, consta:  Que a arguida nasceu numa família modesta, tem a 3 classe, começou a trabalhar aos 14 anos, com regularidade até aos 27, depois trabalhou em bares e iniciou a prática da prostituição de rua;  Tem três filhos, maiores, de uma relação que durou 20 anos;  Que a filha mais velha está de baixa médica por sofrer de cancro, ao que tudo indica, em fase terminal;  Verbaliza assumir as responsabilidades decorrentes dos seus comportamentos, contextualizando-os numa prática relativamente continuada no tempo; reconhece o dano na sua conduta mas parece desvalorizar a sua prática e parece não ter consciência crítica quanto à gravidade da sua conduta;  Foi acompanhada pela DGRS, no âmbito do processo 1560/16PBAMD, numa suspensão de pena de prisão com regime de prova que terminou em 23/01/2013, e o acompanhamento foi deficitário pois a arguida não compareceu com regularidade às entrevistas agendadas nem aderiu às condições que lhe foram impostas;  Sendo parecer da DGRS que "consideramos que a mesma tem condições, ainda que limitadas, para cumprir uma medida de caracter probatório.”.