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E após o acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra o facto provado 19 passou a ser o seguinte: «1 ANS – Na sequência dessa resolução, em datas não concretamente apuradas, situadas no mês de outubro de 2019 e anteriores às 22h 38, do dia 28 de outubro de 2019, o arguido e, em duas ocasiões distintas, abeirou-se de EE, exibiu-lhe filmes onde eram visíveis órgãos genitais humanos e a prática de atos de coito entre pessoas, deu-lhe beijos na boca e mexeu-lhe no pénis, por dentro da roupa» negrito nosso correspondente ao que foi adicionado pelo Tribunal a Perante os factos da acusação, o Ministério Público acusou o arguido e a arguida nos seguintes termos: «-Cometeu, o arguido AA, em autoria material, na forma consumada e em concurso real, seiscentos e vinte e nove crimes de abuso sexual de criança, previstos e punidos pelos artigos, 1, 1, n. 1, 2 e 17, n. 1, n. 2 e n. 3, al todos do Código Penal, bem como nos artigo 6-B, n. 2 e artigo 6-, n. 2 ambos do Código Penal; - Cometeu, a arguida BB, nas formas de comissão por omissão e consumada, também em concurso real, seiscentos e vinte e nove crimes de abuso sexual de criança, previstos e punidos pelos artigos 1, n. 1 e n. 2, 1, 1, n. 3, 2 e 17, n. 1, n. 2 e n. 3, al todos do Código Penal, bem como nos artigo 6-B, n. 2 e artigo 6-, n. 2 ambos do Código Penal».