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de Braga, constante a fls.234 a 244-verso do processo físico, que julgou improcedente a reclamação de acto do órgão de execução fiscal, deduzida pela ora apelante, na qualidade de revertida e no âmbito do processo de execução fiscal n.3476-2002/104740 e apensos, o qual corre seus termos no  Serviço de Finanças de Guimarães, em consequência do que não declarou prescrita a dívida exequenda objecto do identificado processo executivo, relativa a A., de períodos compreendidos entre o  trimestre de 2002 e o  trimestre de 2005, a R.S.-Retenções na fonte, do ano de 2005, e a R., igualmente do ano de 2005, no total de € 4936,4  A recorrente termina as alegações do recurso cfr.fls.256 a 278 do processo físico) formulando as seguintes Conclusões: -A norma do art.