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Por assim ser, consignando como nótula prévia que a factualidade ínsita, respectivamente, nas contestações individualmente apresentadas pelas arguidas AR e TT não mereceu recorte expresso capitular porquanto ou vieram integralmente a mesclar-se com o sentido não provado do acusatório/pronúncia aderido pela demanda cível ou, pura e simplesmente, a observar os seus alicerces factuais estabilizados no capítulo dos factos não provados, quer na contestação apresentada, entendeu-se, pois, estruturar a fundamentação da presente decisão orientada à dicotomia factualidade provada/não provada, na desconsideração de qualquer laivo factual ínsito em qualquer das contestações no seguinte plano capitular:  Factualidade de contextualização;  Factualidade concretizadora das condutas criminais objectiva e subjectivamente imputadas;  Factualidade estritamente respeitante ao pedido de indemnização apresentado por LR em representação legal do menor GM e demais teor concretizador apurado em sede de audiência de julgamento; 4 Factualidade estritamente respeitante à contestação do arguido AA;  Factualidade concernente com as concretas avaliações e contributos periciais dos arguidos;  Factualidade estritamente respeitante à situação pessoal e socioeconómica dos arguidos;  Dos antecedentes criminais e  Súmula concretizadora da livre apreciação e conexa exposição do raciocínio crítico da prova.