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Daí que se não possa, por isso, apontar qualquer ilegalidade ao procedimento de segunda avaliação aqui impugnado.” - Quanto ao facto de não se poder afirmar que se encontra devidamente fundamentada uma segunda avaliação que exara os mesmos elementos e montantes considerados na primeira avaliação, presumindo que apenas há que considerar os valores objectivos que decorrem da lei, sem que justifique o porquê de no caso concreto, os valores da segunda avaliação serem tão discrepantes do valor a que o prédio foi transaccionado, do valor patrimonial anterior, apenas se poderá concluir que isso se deve quer à objectividade dos critérios, quer ao facto de a avaliação anterior assentar em pressupostos anteriores à entrada em vigor do  – Ora, a empresa não aceita o valor patrimonial tributário, porque não existe nenhuma construção real efetiva no referido prédio, nem existe nenhum processo de licenciamento de construção ou de loteamento ou informação prévia apresentados ou aprovados pela Camara Municipal de Torres Vedras, mas apenas a certidão de viabilidade solicitada pela empresa e emitida por essa mesma entidade.