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Da conjugação destes depoimentos resulta que o Manual de procedimentos foi disponibilizado pela Seguradora; que estava afecto a este Programa "Marcha e Corrida” do qual a vitima era participante inscrito e que esse manual era disponibilizado aos participantes, o que é suficientes para concluir que o Manual era respeitante à apólice de seguro de acidentes pessoais dos praticantes amadores e dos agentes desportivos contratada pela a ré junto da 1 ré, no âmbito do qual o falecido João Viegas estava abrangido, como consta do facto n 1 Ou seja, ao contrário do que defende a recorrente cremos que o referido Manual de Procedimentos é parte integrante da apólice; Assim sendo improcede a alteração pretendida, quanto ao facto n 1  Quanto ao facto 20 o recorrente alega que, do relatório de autópsia, que faz prova plena, resulta inequívoco que o senhor J era portador de uma doença arteriosclerose coronária), ainda que pudesse não ter sido diagnosticada, que esteve na origem do enfarte do miocárdio, causa da sua morte; que apesar de ser uma pessoa que se preocupava com a sua saúde, procurando ter um estilo de vida saudável, jamais se poderá inferir que o mesmo era saudável; que as patologias referidas no relatório de autópsia, especificamente a arteriosclerose coronária, tem um longo período de gestação silenciosa;  Conclui que se deve considerar como provado, em substituição, que o senhor J não era uma pessoa saudável, sendo portador de uma doença coronária pré-existente.