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5 Nestas regras é também importante não perder de vista que o valor dos prédios corresponde sempre ao respetivo valor matricial/valor patrimonial tributário, com exceção dos casos em que tais prédios são sujeitos a avaliação por perito, casos em que o valor da avaliação se sobrepõe ao valor patrimonial tributário e constituirá a base de partida das licitações dos prédios; 5 Sucede que tais regras não foram respeitadas no processo que aqui nos ocupa, desde logo pela cabeça de casal que, ao indicar o valor dos bens na relação, não atribuiu aos prédios a que correspondem as verbas n 1 a 90 da relação de bens doados o respetivo valor matricial/valor patrimonial tributário como impunha a lei artigo 1346 n 2 do; 5 A cabeça de casal não respeitou ab initio, e., no momento de apresentação da relação de bens, as regras do processo de inventário relativas ao valor dos bens imóveis, as quais impõem que aos prédios seja atribuído o respetivo valor matricial/valor patrimonial tributário, tendo optado, por sua iniciativa e ao arrepio destas regras vinculativas, por indicar um valor ad hoc aliás, um valor atribuído em escudos!)