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Não se compreende que o Tribunal a quo reforce a sua decisão de não alteração do exercício das responsabilidades parentais, no facto de não "se detete qualquer modificação que justifique alterar o regime estabelecido”, mantendo-se o regime de guarda partilhada da menor em Braga, quando ambos os progenitores residem em cidades diferentes, bem como não teve em consideração, a exposição da alteração das circunstâncias que se vieram a verificar durante o período em que esteve em vigor a medida imposta no Processo de Promoção e Proteção, o facto de a Apelante ter conseguido dois empregos em regime de part-time, o que nunca logrou em Braga, e que com esta decisão a impossibilita de manter os empregos apenas duas semanas por mês em Viana do Castelo e outras duas semanas por mês em Braga!