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O Tribunal deu como apurado que os arguidos AA, BB e HH elaboraram, em conjunto, um plano que visava retirar do Colégio onde residia e obrigá-la a juntar-se com o arguido BB e a residir com este Ponto, sendo que a este plano aderiram posteriormente os arguidos EE e Em conjugação de esforços e intentos, transportaram a ofendida , contra a sua vontade, até ... e daí para ..., local onde ajuntaram com o arguido BB, após o que ambos passaram a viver na habitação deste: "entre 26 de Dezembro de 2017 e 06 de Janeiro de 2018, , contra a sua vontade, viu-se obrigada a partilhar cama, mesa e habitação com o arguido BB" e que "nesse período, uma vez por dia, sem usar preservativo, o arguido BB introduzia o seu pénis erecto na vagina de , contra a vontade desta, onde o friccionava até ejacular dentro da vagina" Pontos 46 e. O tribunal deu, ainda, como provado que os arguidos, contra a vontade da ofendida, sob a ameaça de contra ela usarem violência física e impedindo-a de pedir auxílio, a constrangeram a juntar-se ao arguido BB, passando a viver com ele em união de cama, mesa e habitação e a manter relações sexuais de cópula com ele.