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A final refere que a falta de resposta da administração e o facto de trabalhar para a entidade demandada, assim como a sucessão de regimes legais, e bem assim, a ausência de audiência de interessados, verdadeiramente atiram a questão para uma dúvida legítima e adequada, quando está em causa um acto objecto de impugnação, que não se mostra legitimo, e que que o tribunal determinou conclusivamente a absolvição da instância da entidade que proferiu o acto, por estarem ultrapassados os três meses previstos no artigo 5 n. 2 alínea do CPTA, para impugnação de actos anuláveis, sem cuidar de verificar pontualmente, em função da factualidade dada como provada, quais os efeitos dos invocados vícios, tendo sido a conduta da entidade demandada, quem a induziu em erro, sendo que só em julgamento da matéria de facto, é que pode provar todos os factos elencados, designadamente 14 a 17 das presentes conclusões, julgamento esse que sempre requereu e em devido tempo se opôs à sua não realização.