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3, n. 3, do CPT, tem de ser no sentido de que, se a convolação em suspensão de uma das causas de interrupção implicar a desconsideração, para efeitos da contagem do prazo prescricional, de um período superior ao prazo que foi interrompido e portanto inutilizado pela interrupção, a suspensão apenas abrangerá o período da paragem não imputável ao devedor, permitindo não só aproveitar o prazo que decorreu até à interrupção, mas também aquele que correu entre essa interrupção e a data do último ato praticado no processo até à paragem que causa a suspensão; e)      Não pode ser valorada a causa interruptiva ainda que convolada em, consubstanciada na instauração dos PEF em causa.