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Logo, em obediência ao estatuído no citado n 4 do artigo 2 do Código Penal, não seria permitido aqui, como pretende o ora recorrente, que em relação às penas principais que lhe foram aplicadas o mesmo beneficiasse do regime em vigor à data da prática dos factos por ser o mais favorável em concreto ao e pretender agora eximir-se ou que não lhe fosse a pena acessória, à data da prática dos factos, prevista para este tipo de crimes e quando se verificam, ainda, os demais requisitos a que se reportava o corpo do artigo 179 do Código Penal, ou seja, atentando-se, aqui, não só à concreta gravidade dos factos pelos quais foi condenado, mas sobretudo à sua conexão com o poder paternal que então era exercida pelo ora recorrente, em relação ao seu filho menor GM, uma das principais vítimas nos factos descritos nos presentes autos, embora relativos a  crimes praticados por outros arguidos, mas que viviam com o ora recorrente, e aos quais o arguido não seria ainda completamente alheio, face a que em relação a outras vítimas agiu em coautoria com aqueles outros.