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Com todo o respeito que nos merece a opinião contrária, tal não tem qualquer cabimento, porque o que o Tribunal "a quo” está a fazer é substituir-se aos deveres da Exequente/Recorrido, aceitando agora a junção de 4 letras prescritas, que deveriam ter sido juntas por aquele com o RE, ou nos 10 dias subsequentes, logo,  11) Está a iniciar, de novo o Processo Executivo e não a prosseguir os autos, ou seja: - aceitando o douto Tribunal 'a quo' apenas agora a junção das letras, dos 'títulos executivos dados à execução', o Recorrente porque só agora foi notificado da sua junção e aceitação pelo douto Tribunal a quo da rectificação do pretenso erro da Recorrida - mesmo que de forma encapotada pela inexistente nulidade plasmada na decisão da Mma.