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De resto a impugnante e os seus trabalhadores ao celebrarem entre si um contrato de trabalho sujeito ao regime do contrato de trabalho temporário, sabem que o seu ou seus locais de trabalho irão ser o local ou locais onde efetivamente vão prestar serviço para a empresa utilizadora e não o local da sede da empresa de trabalho temporário com a qual celebraram o contrato de trabalho e que as ajudas de custo destinam-se apenas a reembolsar as despesas com deslocações a partir do local onde efetivamente prestam serviços à ordem e por conta do utilizador - que não é de todo o caso dos autos - e não para suportar despesas de deslocação, instalação e estadia entre a sede da empresa de trabalho temporário - a impugnante -e o local onde efetivamente vão prestar serviço por conta do utilizador.