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Seguindo este entendimento, pode citar-se, com pertinência, a doutrina avalizada sobre a matéria, que, em anotação do artigo 1 da Lei 32/2014, de 30 de Maio, escreve que: "Sempre que o requerido seja titular de uma conta bancária, e tendo em consideração que, aquando da elaboração do relatório, o Agente de Execução não tem acesso ao saldo da conta bancária do Requerido, mas apenas à informação da existência dessa mesma conta, aquele jamais poderá proceder à notificação do requerido nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 1, bastando ao requerente desistir do procedimento ou optar por solicitar a convolação deste em acção executiva, nos termos do artigo 1,n.