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que julguem o presente Recurso como procedente, com todas as devidas consequências legais resultantes dos vícios nele invocados».Não houve contra-alegações.O Ministério Público junto deste Tribunal emitiu parecer no sentido da improcedência do recurso.Colhidos os vistos legais, cumpre decidir.- DELIMITAÇÃO DO OBJECTO DO RECURSO – QUESTÕES A APRECIAR Cumpre apreciar e decidir as questões colocadas pela Recorrente, estando o objecto do recurso delimitado pelas conclusões das respectivas alegações, sendo que importa decidir se a sentença recorrida violou o princípio da plenitude da assistência dos juízes; incorreu em nulidade, por falta de especificação dos fundamentos de facto e de análise crítica de parte fundamental da prova; em erro de julgamento de facto e de direito, impondo-se analisar a pertinência das correcções efectuadas à matéria colectável, com referência aos artigos 2 e 4, n. 1, alínea do Código de IRC, por desconsideração dadedutibilidade de custos suportados a título de juros de mora, custas judiciais e com base em facturação alegadamente falsa.Fundamentação  Matéria de facto Da sentença prolatada em primeira instância, consta decisão da matéria de facto com o seguinte teor: "Com relevância para a decisão a proferir nos presentes autos, consideram-se provados os seguintes factos: a) A impugnante exerce a actividade de Comércio por Grosso de Sucatas, CAE 5157 cfr.