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da Relação de Lisboa indicado pela recorrente, «sendo os Chamantes – donos da obra – e os Chamandos – empreiteiros – solidariamente responsáveis pelos danos causados no prédio vizinho, justifica-se a intervenção destes através do incidente de intervenção principal provocada, mesmo nas situações em que esteja apenas em causa o exercício do direito de regresso, pois, por disporem de legitimidade passiva, poderiam ter sido directamente demandados pelos donos do prédio contíguo danificado pelas obras».Pelo exposto, julga-se procedente o recurso em função do que se revoga o despacho recorrido e admite-se o incidente de intervenção principal da sociedade – Promoção e Construção Imobiliária, Lda.. Sem custas por não ter havido oposição.