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Nessas circunstâncias, tendo obtido o conhecimento de que os ofendidos possuíam património imobiliário, auferiam rendas de prédios de sua propriedade e pensões de reforma e que eram titulares de contas bancárias na Caixa Geral de Depósitos e de certificados de aforro nos CTT – Correios de Portugal, S.A., aprovisionadas com alguns milhares de euros, o co-arguido e sua companheira co-arguida forjaram um plano que lhes permitisse dispor do património dos ofendidos em seu benefício e de se apoderar de toda e qualquer quantia de que fossem titulares, explorando para o efeito, o estado de incapacidade, em termos físicos e psíquicos, dos mesmos.