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O primeiro dos enunciados encontra-se demonstrado nos autos, tendo o ora recorrente sido condenado, por sentenças transitadas em julgado, pela prática, durante o período de suspensão da execução da pena de que foi cominado nos presentes autos que decorreu entre 05/05/2017 e 05/03/2019), de um crime de detenção de arma proibida, p. e p. pelo artigo 86, n. 1, al., da Lei n. 5/2006, de 23 de fevereiro, perpetrado em 28/01/2019, na pena de 2 anos de prisão processo n. 466/12PBSTR, do Tribunal Judicial da Comarca de Santarém, Juízo Local Criminal de Santarém, Juiz 2 e de um crime de coação agravada na forma tentada, p. e p. pelos artigos 22, n.s 1 e 2, al., 154, n.s 1 e 2, 155, n. 1, al.s e, com referência ao artigo 132, n. 2, al., todos do Código Penal, cometido em 05/04/2018, na pena de 11 meses de prisão processo n. 312/17PBSTR do Tribunal Judicial da Comarca de Santarém, Juízo Local Criminal de Santarém, Juiz  A questão está em saber se o cometimento pelo ora recorrente dos enunciados crimes, durante o período de suspensão da execução da pena única que lhe foi aplicada nestes autos, revela que as finalidades que estiveram na base da suspensão não puderam, por meio dela, ser alcançadas.