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66 a 68 do é que não estava em causa o facto de os telemóveis serem ou não de operador, mas sim o facto de os telemóveis adquiridos na rede fraudulenta serem de preços mais baixos em resultado da quebra efetuada a montante pelas empresas "”, o que fazia com que o preço de saída dos telemóveis de Portugal fosse inferior ao seu preço de entrada, tudo à custa do Estado Português, e que à semelhança do que já tinha acontecido com a empresa "T.”, também em relação à impugnante é referido no RIT que alguns operadores económicos ofereciam em venda ao público o telemóvel a um preço inferior àquele a que a impugnante os adquiria na rede fraudulenta e que diversos operadores económicos do mercado internacional ofereciam os mesmos produtos a preços sensivelmente idênticos aos praticados pelos fornecedores efetivos da impugnante, sendo que, neste caso não existia qualquer risco no transporte de bens cf.