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60 n. 2 do CPC;  O Tribunal a quo referiu-se na sentença a todos os pedidos formulados pela Recorrente;  Não pode a Recorrente alegar que a decisão do Tribunal a quo é deficitária de fundamentação;  Porque não é;  A sentença não fere de ininteligibilidade manifesta;  A sentença constitui um verdadeiro ato jurídico;  Aplicam-se à sentença as regras regulamentadoras dos negócios jurídicos, de modo que as normas que disciplinam a interpretação negocial são igualmente válidas para a interpretação da sentença;  A Recorrente não se serviu das normas de interpretação para interpretar a sentença; 1 Por isso não pode alegar a ininteligibilidade manifesta da sentença; 1 A sentença não enferma de qualquer nulidade;)1 A Recorrente faz uma interpretação errada ao instituto do convite ao aperfeiçoamento; 1 O convite ao aperfeiçoamento não serve para que a Recorrente altere a sua causa de pedir;  1 Não pode, no caso, O Tribunal a quo usar do convite ao aperfeiçoamento; 1 Porquanto na douta PI não há insuficiências ou imprecisões na exposição ou concretização da matéria de facto alegada; 1 Na douta PI não se verificaram insuficiências ou imprecisões; 1 Antes sim nulidades descritas na sentença e falta de pressupostos legais para o uso, pela Recorrente, da ação cautelar; 1 A ação cautelar é uma ação precária de modo a acautelar a eventual perda do direito e não uma ação definitiva para reconhecer esse tal direito, no caso, como sendo da Recorrente; 1 Quando o Tribunal a quo refere que os pedidos da Recorrente são genéricos, não se deve interpretar que os mesmos são insuficientes ou imprecisos; 2 Tais pedidos são, apenas, desprovidos de concretização na ação cautelar; 2 Porquanto, os pedidos da Recorrente não demonstram o periculum in mora; 2 Por isso, nunca o Tribunal a quo deveria ter convidado a Recorrente ao aperfeiçoamento; 2 Portanto, não se verificou omissão ao aperfeiçoamento; 2 Não há nulidade na sentença no que ao aperfeiçoamento diz respeito; 2 No caso se houvesse convite ao aperfeiçoamento, estaríamos perante uma violação do princípio do dispositivo; 2 Sob a orientação do princípio do dispositivo podia a Recorrente, ter solicitado à Recorrida para que esta a deixasse avaliar o que houvesse por necessário no imóvel objeto da ação cautelar; 2 A Recorrente optou por não pedir à Recorrida a possível avaliação anteriormente referida; 2 De igual modo, ao abrigo do princípio do dispositivo, podia a Recorrente ter requerido ao Tribunal a quo perícia ao local.