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541 do  DescritivoValor  Honorários e despesas suportadas com o Agente de Execução622,45  Taxa de Justiça inicial25,50  TOTAL A RECEBER647,95   DEVIDO AOS COFRES  DescritivoValor  Juros compulsórios12033  Taxa de Justiça já paga pelo exequente250  SALDO A RECEBER12283   DEVIDO AO EXEQUENTE  DescritivoValor  Quantia Exequenda71774  Custas de parte647,95  Juros civis vincendos e compulsórios 1463 euros + 1203313496  SALDO A RECEBER91765   RESPONSABILIDADE DO EXECUTADO  DescritivoValor  Quantia exequenda e juros peticionados85270  Custas de parte a pagar pelo647,95  Custas outras taxas de justiça)0,00  Juros compulsórios ao Estado12033  Pagamento voluntário7180  Pagamento resultante da penhora0,00  VALOR AINDA EM FALTA A SER PAGO PELO EXECUTADO25503    Em 24/2/2017 o executado apresentou reclamação a essa nota alegando, em síntese, que: - Estão-lhe a ser imputados juros civis e juros compulsórios devidos ao cofre quando, na realidade, o despacho que determina o pagamento ao exequente não manda que se requeira duplamente juros civis; - O valor apresentado pelo exequente para pagamento pelo executado já compreendia os juros devidos, tendo o executado liquidado o valor assim apurado logo que lhe foram apresentados os cálculos pelo exequente, pelo que não são devidos ao exequente os juros indicados na nota; - Beneficiando de apoio judiciário na modalidade de dispensa do pagamento dos honorários a agente de execução, os juros devidos ao cofre, bem como honorários da agente de execução, são da responsabilidade do IGFEJ; - Não são devidas custas de parte porque o exequente não obteve ganho na execução, tendo decaído no pedido que efectuou, e sendo que aquelas deverão ser suportadas pelo IGFEJ.