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Devendo ser ampliada a matéria de facto dada como assente e provada nos autos, no sentido de considerar-se provado que: a) o R. Município, ao contrário do procedimento usual e habitual realizado para o agendamento das escrituras de compra e venda objeto do Loteamento a que se refere o contrato objeto dos autos, não deu conhecimento à A., por contacto prévio pessoal, presencial ou telefónico, ou via correio eletrónico ou outro qualquer meio, da data agendada para a escritura de compra e venda de 19 de agosto de 2014; ou previamente concertou agendas com a A. para marcação e agendamento da escritura de compra e venda prometida, assegurando o pleno e eficaz conhecimento da recorrente.