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O arguido já foi anteriormente condenado: - em 102008, no processo n 34/07GBLMG, do então 2 Juízo do Tribunal Judicial de Lamego, pela prática do crime de detenção de arma proibida, numa pena de 70 dias de multa à taxa diária de €5,00; - em 202013, no processo n 343/13TALMG do então 1 Juízo do Tribunal Judicial de Lamego, pela prática do crime de detenção de arma proibida, numa pena de 140 dias de multa à taxa diária de €7,00;  O arguido trabalha numa quinta onde aufere um vencimento de cerca de €600,00; vive em casa dos pais; a filha menor vive consigo; a mãe da menor paga a prestação de alimentos à menor no valor de €100,0  - INEXISTEM FACTOS NÃO PROVADOS:  – MOTIVAÇÃO DA DECISÃO DE FACTO: A convicção do Tribunal, quanto à matéria de facto provada assentou na análise de toda a prova examinada em audiência, em concreto, o Tribunal teve em consideração: - das declarações do arguido que admitiu ter sido interveniente no acidente de viação, na autoestrada A24, por volta das 210 horas, que abandonou o local, tendo para tanto atravessado para a faixa de rodagem contrária da auto estrada onde "apanhou boleia” da ex-mulher.