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23 Cf., de entre vários, os acórdãos do STJ de 12010-processo 4028/09TBVIS.CS1, 22010-processo 8629/04TBBRG.GS1, 12010-processo 267/00TBVCD.PS1, 32010-processo 935/07TBPTL.GS1, 012010-processo 2171/06TBCBR.CS1, 212010-processo 1331/200PS1, 112010-processo 270/05TBOFR.CS1, 02011-processo 3042/09TBPNF.PS1, 02011-processo 524/09TCGMR.GS1, 02014-processo 436/11TBRGR.LS1, 02014-processo 654/07TBCBT.GS1 e 12016-processo 1364/08TBBCL.GS2 e, ainda, os acórdãos da RP de 22016-processo 791/03TBVCD.P1 e da RC de 12011-processo 756/02TBVIS.C1, 22016-processo 2206/18TBPBL.C1 relativo a uma situação com alguma similitude com o caso vertente, no qual ficaram expressas, nomeadamente, as seguintes "conclusões”: « Em termos de busca e fixação do valor dos danos advenientes da responsabilidade extracontratual morais/patrimoniais) os princípios da igualdade e da unidade do direito e o valor da previsibilidade da decisão judicial vinculam à padronização e à normalização do valor da indemnização.