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No corpo da motivação o recorrente concretiza a alegação, dizendo que não foi notificado do despacho de 13 de Janeiro de 2014 – que apenas foi comunicado ao comandante do posto da GNR da Lousã –, que apenas por despacho de 13 de Fevereiro de 2014, que rectificou a omissão apontada – após intervenção do seu Mandatário – lhe foi comunicado que a execução da pena acessória se havia iniciado em 20 de Dezembro de 2013 e que o seu termo ocorreria a 20 de Março de 2014, despacho do qual interpôs recurso que foi admitido com efeito suspensivo, pelo que, constitui erro notório na apreciação da prova dar-se como provado que actuou com consciência da ilicitude da conduta.