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1906/5 do Código Civil; j) O pai reúne as necessárias condições económicas e de habitabilidade para ter o menor consigo, mostrando-se apto a velar pela segurança, saúde, educação e desenvolvimento do menor; k) O pai é participativo, preocupado e afectuoso com o menor, fazendo questão de ser um pai plenamente presente em todos os temas da vida do F; ) Ambos os pais não residem a longa distância um do outro, sendo perfeitamente possível para o menor frequentar a mesma escola sem ter que realizar longos percursos para as aulas; ) O menor F mantém uma relação saudável com o pai, existindo entre ambos laços afectivos que apenas se tenderão a fortalecer com um maior convívio através daquele que seria o regime de justo, de residência alternada; n) Atendendo à idade do menor, que completará os 6 anos de idade em 30/09/2013, rapidamente se adaptará à forma de vida com duas residências; o) Não existe, pois, nenhum fundamento bastante para privar o F de uma relação de proximidade com o pai em igual medida daquela que estabelece com a mãe; p) Da mesma forma, a decisão não vai de encontro com aquilo que vem estabelecido no artigo 1906/7 do , ferindo o superior interesse do menor ao impedi-lo de manter uma relação de grande proximidade com os dois progenitores de forma igualitária; q) Não existem dúvidas de que o regime de residência alter-nada consagra o direito do menor ao relacionamento com ambos os pais, assim como preserva a relação dos pais com a criança; r) Além disso, coloca ambos pais em posição de estrita igualdade, favorecendo amplas oportunidades de contacto do menor com ambos os pais e de partilha de responsabilidades entre os pais, algo que não se verifica com a decisão ora recorrida;  t) Verifica-se uma franca disponibilidade manifestada pelo pai em promover relações habituais com o filho, que apenas não são tão próximas devido ao regime limitado de convívio ora imposto; u) Nos dias de hoje, pai e mãe assumem em relação aos filhos posições e papéis tendencialmente paritários, um e outro trabalhan-do fora e ambos cuidando e acompanhando, de forma próxima e diária, o desenvolvimento dos filhos em família e na sociedade; ) Ora, é exactamente o que o pai pretende, cumprir os direi-tos e deveres enquanto pai que fazem parte do conteúdo daquilo que é a responsabilidade parental, velando pela segurança e saúde do filho, provendo ao seu sustento, dirigindo a sua educação, repre-sentá-lo no necessário - tudo de forma igualitária à figura materna; w) Tal somente será exequível com a alteração do regime para aquele que vem proposto pelo pai; x) Permitindo ao menor, no seu superior interesse, conceber a existência de duas figuras essenciais ao seu desenvolvimento, ao seu quadro comportamental e formador de carácter, figuras essas iguais e que farão parte da sua vida na mesma medida; A mãe contra-alegou, com a seguinte síntese, que se transcreve na parte útil e com simplificações: 2 - O pai pretendia a residência alternada e, com esse regime, sempre poderia evitar o pagamento da pensão de alimentos.