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Porém, na conclusão A das alegações de recurso alega que «A R. não exerce qualquer actividade no sector electroprodutor, nem sequer em qualquer outro subsector da electricidade a actividade da Recorrente é a de armazenamento subterrâneo de gás, pelo que em nada contribui para o problema da dívida tarifária do SEN, não beneficiando, pois, de nenhuma forma directa ou especial, da actividade do Estado exercida no âmbito do problema em causa o mesmo acontecendo com grande parte dos sujeitos passivos da.» A  parte da referida conclusão foi alegada no ponto 190 da petição inicial, onde se escreveu: «No entanto, uma vez que não exerce qualquer actividade ao nível do sector electroprodutor, a R. em nada contribui para o referido problema da dívida tarifária do SEM não beneficiando pois, de nenhuma forma directa ou especial, da actividade do Estado exercida no âmbito do problema em causa.» E como doutamente se deixou expresso na Decisão Sumária do Supremo Tribunal Administrativo «Da sua alegação não se retira se pretende que o tribunal deduza esse facto do contrato de concessão do serviço publico de que é titular, ou se pretende que se deduza esse facto, a contrario, do facto de ≪desenvolver a atividade de armazenamento subterrâneo de gás natural≫, ou ainda se está a remeter para os poderes inquisitórios do tribunal.