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Alega o Recorrente que «tendo considerado provados os factos 5 e 6, teria o Tribunal a quo forçosamente de considerar provado o facto, uma vez que o mesmo é uma consequência direta dos referidos factos provados, porquanto os mesmos importam inequivocamente o reconhecimento da dívida reclamada pelo Recorrente, uma vez que a Recorrida, na sequência da interpelação efetuada pelo Recorrente, tendo pedido desculpa por não ter enviado o que tinha combinado referindo-se, como concluiu e bem o Tribunal a quo, a, comprometendo-se, nos meses seguintes a não falhar e tendo ainda efetuado diversos pagamentos, por cheque e em numerário, é manifestamente evidente que ao fazê-lo reconheceu expressa por via da carta que e tacitamente em virtude dos pagamentos a dívida reclamada como existente e como sendo sua – isto de acordo com a conjugação dos art.