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Ao assim proceder não está este STJ a conhecer da impugnação da matéria de facto, porquanto não se está a decidir que os indicados factos devem ser tidos por provados ou não por este ou aquele meio de prova, mas por terem sido eliminados da base factual por decisão jurídica ou de direito que se reputa contrária ao direito constituído, nada impedindo que os factos indicados pudessem ser dados por provados j�� que não colidem com a força probatória da escritura de compra da ................................ Note-se que isso não significa que o Tribunal venha a julgar procedente a acção dos AA., porquanto haverá que analisar se os pedidos formulados, no contexto da causa de pedir, podem conduzir ao resultado pretendido pelos AA.. Tendo sido o problema assim equacionado também pela 1 instância, que havia decidido a causa contando com tais factos provados, pode verificar-se que a decisão – sentença – ainda assim não foi favorável aos AA.” 1 Tendo-se considerado que o pedido de sujeição da decisão individual a análise e acórdão da conferência, feito por mandatário entretanto constituído, é de conhecer, por nada a ele obstar, fica prejudicada a análise da questão suscitada no requerimento com a REF: 36782942, de 13/10/2020, cujo objectivo seria a de saber até quando podia a recorrente reclamar para a conferência do despacho de não admissão do RUJ.