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7 dos que "Faz parte do processo o Auto de vistoria "ad perpetuam rei memoriam”, que aqui se da por reproduzido, embora com bastantes omissões que são descritas no ponto 4 deste relatório” negrito, itálico e sublinhado que são inúmeras e inadmissíveis, como infra se vai dar conta na transcrição de todo o ponto 4 do Acórdão Arbitral, ao contrário do alegado pela expropriante, a qual, alicerça as suas alegações, apenas e só na a.p.r., como fora a única prova que o Tribunal levará em conta o que não é procedimento legal e normal, no apuramento da justa indemnização, como infra melhor se explanará; 10 - Os autores do Relatório do Tribunal, não se pronunciaram, sobre as benfeitorias existentes no local, também referenciadas no Acórdão Arbitral, e no relatório do perito dos expropriados, que o Tribunal a quo também não levou em consideração, como se disse já, apoiando a sua douta decisão, de que seguia a posição maioritária, que era o Relatório de Arbitragem do Tribunal, no que se não concede; 11 - Porém, este douto entendimento, face aos elementos supra referidos é muito injusto e laborou o tribunal em gritante apreciação da matéria de facto, salvo o devido respeito, pois que os relatórios, mas principalmente as fotografias que integram o relatório arbitral, bem como todas as demais nos autos, retratam, sem qualquer margem para dúvidas, todas as benfeitorias da parcela expropriada, 13 - Dando a ideia, que os Senhores Peritos do Tribunal, face às mesmas, tiradas ao tempo não só pelos Senhores Árbitros, como também pelo perito dos expropriados, e face ao relatório que elaboraram, e que veementemente se impugna, o que já fizemos anteriormente, e o tribunal a quo não valorou, de que não estiveram no local, o que se traduz numa clamorosa injustiça que urge reparar, 14 - Na medida em que, não fazem uma qualquer referência ao plasmado no relatório de arbitragem, o qual era um elemento de prova a levar em linha de conta, tanto mais que, o mesmo denuncia, informa as graves, gravíssimas omissões de que enferma a a.p.r., que comprometem irremediavelmente a Douta decisão pois que não podia o Tribunal ignorar tais omissões que foram referidas no relatório de arbitragem, sob pena de se subverter a verdade e comprometer a justa indemnização a arbitrar no caso em apreço; 15 - Na verdade, o Tribunal, como se disse já, para dar como provados os factos em 5, 6 e 9 supra, refere que seguiu a a.p.r., o que face a tudo quanto supra se alegou se traduz em insuficiente prova, no que não podemos conceder, pois que, e como é da mais meritória Jurisprudência e Doutrina, este não é o único meio de prova a ter em conta no processo expropriativo, pois de contrário, subverter-se-iam as regras do jogo, tornando-se desnecessárias as diligências posteriores, 16 - Aliás, a a.p.r., não é, por isso, uma prova pericial igual às outras, sendo que não tem a força de documento autêntico, sendo que a sua especial força, advém de, normalmente, já não ser possível uma nova apreciação do local, mas quis a providência que os Árbitros do Acórdão Arbitral fossem à parcela expropriada em 202019, a tempo de verificar a verdade e constatar as graves omissões de que a a.p.r., padecia; 17 - A a.p.r., não é o meio de prova, que, exclusivamente, encara a verdade absoluta sobre as caraterísticas da parcela/imóvel dos expropriados, se não esquecermos, como não podemos o que consta, expressamente, do Acórdão Arbitral, como se disse já, de forma bem clara e objetiva faz referência às inúmeras omissões por si detetadas e enunciadas em tal Acórdão, no ponto 4, na a.p.r., corroborado pelo relatório dos expropriados que o Tribunal, salvo o mais elevado respeito, não vai deixar de levar em linha de conta, com vista ao apuramento da justa indemnização a arbitrar aos expropriados; 18 - Com efeito, vem sendo entendido pela mais meritória jurisprudência e doutrina, que a a.p.r., é uma forma de prova pericial que tem por fim a perceção ou aferição de factos por meio de técnicos – art.