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Deste modo, não adiantando o recorrente elementos suficientes, nesta sede recursiva, que nos permitam questionar a coerência analítica efectivada pela  instância ---  aliás - convenhamos - devidamente justificada e ponderada --- entendemos não alterar a quantia fixada e devidamente justificada pela decisão do TAF de Braga, sendo certo que, encontrado o valor referente aos 50% dos salários e demais complementos que a Exequente/recorrida poderia, hipoteticamente, ter auferido caso obtivesse colocação no período de cerca de 3 anos em que não trabalhou - cerca de 5727,46€ - , o Sr. Juiz entendeu deduzir as quantias que entendeu por razoáveis e adequadas referentes a IRS 12%) e descontos para a CGA 10%), num total de 1380,04 €, atingindo, assim, o valor final e fixado em termos de dispositivo em 4374,12 €, ainda que este valor, quando recebido, não deixará, porventura, de ser levado em consideração, de novo, em sede de IRS, além de que não teve e qualquer relevo em sede de pensão já fixada pela CGA, pelo que se poderia questionar esta dedução de 1380,04 €.