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ACORDAM NO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES  – RELATÓRIO  A autora FLORINDA residente no Lugar de , Proselo, intentou a presente ação de processo comum contra os réus JOÃO e ERMELINDA DO, residentes no Lugar de, Proselo,, pedindo que:   - Se declare que, por via da carta de 10 de Fevereiro de 2017 e à luz do disposto no artigo 1101, n 1 alínea do como denunciado o contrato de arrendamento incidente sobre o primeiro andar direito, trato de terreno com 80 m2 e dependência exterior destinada a garagem, do prédio urbano sito no Lugar de, Prozelo,, melhor descrito no artigo 1 da petição inicial;  - Sejam os réus condenados a despejar o imóvel locado até ao dia 01 de Março de 2019 e a entregá-lo à autora, livre de pessoas e coisas, em bom estado de conservação, tal como o receberam ressalvando-se as deteriorações inerentes a uma prudente utilização;   Subsidiariamente,   - Se declare que, por via da carta de 18 de Janeiro de 2018 e à luz do disposto no artigo 1101, n 1 alínea do como denunciado o contrato de arrendamento incidente sobre o primeiro andar direito, trato de terreno com 80 m2 e dependência exterior destinada a garagem, do prédio urbano sito no Lugar de, Prozelo,, melhor descrito no artigo 1 da petição inicial;  - Sejam os réus condenados a despejar o imóvel locado até ao dia 01 de Março de 2020 e a entrega-lo à autora, livre de pessoas e coisas, em bom estado de conservação, tal como o receberam ressalvando-se as deteriorações inerentes a uma prudente utilização;   Alegou para o efeito que é dona do prédio urbano identificado no artigo 1 da petição inicial, e que em 01 de Janeiro de 2001 celebrou com os réus um contrato de arrendamento relativo ao primeiro andar direito, trato de terreno com 80 m2 e dependência exterior destinada a garagem do referido imóvel e tinha como finalidade proporcionar o uso do locado para habitação.