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Nem mesmo os depoimentos das testemunhas, nomeadamente os das testemunhas do Autor:   - EE, técnico de construção que fez um projeto de arquitetura e especialidades para o Autor e que assumiu a direção técnica da obra, o qual apenas esteve com a Ré uma ou duas vezes, que afirmou tudo ter sido tratado entre ele e o Autor, que foi quem lhe solicitou os serviços, lhe deu instruções e de quem recebeu o pagamento; - , construtor que, a pedido do Autor, continuou a obra, aqui em causa, referente à garagem, que já havia sido começada por outro construtor, que afirmou ter sido a pedido do Autor que continuou a obra e que foi dele que recebeu o pagamento; - JJ, carpinteiro que afirmou ter sido a pedido do Autor que fez os trabalhos de madeira, referentes a telheiro, tendo, também, sido dele que recebeu o pagamento que ele lhe efetuou; - KK, trabalhador da construção que, para a testemunha , efetuou, na obra aqui em causa, a empreitada de revestimento da garagem e que começou os trabalhos de reparação da casa, tendo-os começado por fora,  - e FF, filho da testemunha EE, que têm um gabinete de arquitetura e projetos, que, pelo Autor, foi contactado para fazer o projeto, que explicou o que foi efetuado, esclarecendo que a construção em madeira, realizada, não faz parte do projeto, sendo clandestina; permitem dar a referida matéria de facto como provada, pois que nada o permite, com segurança, afirmar.