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Segundo dispõe este preceito o credor não pode exigir cumulativamente, com base no contrato, o cumprimento coercivo da obrigação principal e o pagamento da cláusula penal, salvo se esta tiver sido estabelecida para o atraso da prestação n., obstando o estabelecimento da cláusula penal a que o credor exija indemnização pelo dano excedente, salvo se outra for a convenção das partes n., não podendo o credor em caso algum exigir uma indemnização que exceda o valor do prejuízo resultante do incumprimento da obrigação principal n.. Entendemos, contudo, que o pagamento de juros não constitui "dano excedente”, devendo a mora no pagamento da cláusula penal conferir ao credor o direito aos juros moratórios.