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Portanto, o arguido reconheceu algumas circunstâncias, que pela ilogicidade das mesmas, e em conjugação com as declarações da assistente que se consideraram credíveis, porquanto não se mostra consonante com as regras do acontecer que, em centenas/milhares de viagens que a ofendida pudesse ter feito como o arguido durante uma relação de mais de dez anos, tivesse necessidade de intencionalmente que escolher uma viagem a Lisboa, que teria apenas decorrido, durante um curto período de tempo –seis meses – para "inventar” uma história), reconduziram o tribunal à convicção também destes comportamentos que consideram provados O tribunal apenas deu como não provado que fosse no dia seguinte a viagem a Lisboa, porque o arguido disse que as consultas eram à quarta-feira embora não o comprovasse e que a discoteca nessa altura só estava aberta ao fim de semana, e a assistente não o confirmou directamente a pergunta já continha em si essa parte, e ela não o confirmou expressamente na, pelo que na dúvida, deu-se esta parte, como não provada.