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Os fundamentos do recurso expostos nas conclusões consistiram em resumo no seguinte:   Na alegação de que o tribunal a quo errou ao ter dado como provado que "a insolvente através dos gerentes alienou/vendeu parte ou a totalidade conhecida do património da sociedade insolvente, sem que tenha pago aos seus credores” e que "a transmissão das quotas da sociedade insolvente efectuada no dia 29 de Dezembro de 2016, por parte dos sócios da sociedade, A e, a a qual ficou como gerente única, mais não foi do que uma tentativa de se subtraírem às suas obrigações para com os credores” e daí ter tirado as consequências;   Na alegação de que o tribunal a quo errou na interpretação do disposto nos artigos 18 e 18, ambos do CIRE.