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No caso concreto em apreço, como já vimos, partindo da situação de conflito existente entre os progenitores e em particular da existência do processo n. 322/19GCVCT que correu termos no Juiz 1 do Juízo Local Criminal de Viana do Castelo, defende o recorrente que o Mm juiz a quo deveria ter inferido de tais circunstâncias que foi a recorrida quem obstaculizou as tentativas de contacto do Recorrente com o seu filho menor A. G..  Omite, porém, o recorrente o que a esse respeito foi reportado nos autos, designadamente pela testemunha , avó do menor A. G. e mãe da recorrida, a qual explicitou, entre o mais, que há cerca de dois anos que o menor não tem qualquer contacto com o pai, tendo aquele ficado traumatizado em consequência das agressões físicas perpetradas pelo seu pai na pessoa da mãe, verbalizando não mais pretender privar com o pai, por o considerar como "morto e enterrado”.