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No presente recurso, semelhantemente ao apreciado no sobredito aresto, a Apelante discorda de que na indemnização por incapacidade temporária se inclua, como refere a sentença, «o acréscimo pela parte proporcional correspondente aos subsídios de férias e de Natal devida pelo período que excede 30 dias», entendendo que se «considerou os valores auferidos pelo Autor/Sinistrado, a título de subsídio de férias e de Natal em duplicado, uma vez que considerou tais subsídios no cômputo do salário anual e, depois, volta a considerar tais prestações para acrescer ao valor de indemnização por incapacidades temporárias, efectuando novo e isolado cálculo, a título de acréscimo».