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De facto, neste Código: o ato prévio de citação com efeitos interruptivos da prescrição, nos termos do art.481/a) do P. constituía o regime principal das ações declarativas comuns, sob a forma de processo ordinário, sumário ou sumaríssimo, reguladas nos arts.462 ss, 467 ss, e 480 ss do P. Civil; especiais, reguladas nos arts.944 ss do P. e executivas para pagamento de quantia certa, ordinárias e sumárias, nos termos dos arts.811 ss e 924 ss do P. Civil; para entrega de coisa certa, nos termos dos arts.928 ss do P. Civil; para prestação de facto, nos termos dos arts.933 ss do P.; previa, todavia, também, a citação posterior à providência pedida em alguns dos procedimentos cautelares regulados nos arts.381 ss do P. Civil no procedimento cautelar não especificado, regulado no art.399, em referência ao art.406 do P. Civil quando há dispensa de citação prévia; no arresto, regulado nos arts.402 ss do P. Civil e no arrolamento nos arts.399 ss do P. e à penhora na ação executiva sumaríssima, regulada nos arts.927 ss do P.. Desta forma, o legislador do Código Civil de 1966, conhecendo a existência de processos que não previam a citação como primeiro ato processual e sabendo que a citação poderia não ocorrer a curto prazo, não excluiu estes processos da operância do efeito ficcionado ou ope legis do art.323/2 do Civil.