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O recorrente terminou a sua alegação de recurso oferecendo as conclusões seguintes: 	A) No caso que nos ocupa foi celebrado um "Contrato de arrendamento para fins habitacionais de prédios pertencentes ao Fundo de Fomento da Habitação ou as demais entidades referidas no n 1 do artigo 3 - do Decreto-Lei n 797/76, de 6 de”; B) O Autor alegou em sede de petição inicial, sumariamente, que o arrendamento se transmitiu, por óbito dos primitivos arrendatários, ao Réu, aqui recorrido, tendo este deixado de residir com carácter de permanência no locado; desde Abril de 2009 o fogo tem sido objecto de actos de vandalismo e destruição do seu interior e ainda que não têm sido pagas as rendas acordadas, factos que constituem fundamento do direito de resolver o contrato de arrendamento nos termos do disposto nos artigos 1048, 1083, n. 2 al., e do Código Civil, pelo que assiste ao Autor, aqui recorrente, o direito a resolver o contrato de arrendamento nos termos do artigo 1083 do e art.