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Assim, robustecendo o papel da estrutura organizativa no seio dos consórcios, a lei previu a possibilidade de instituição de um "conselho de orientação e fiscalização” – composto por todos os consortes, cujo funcionamento e competências podem ser supletivamente convencionadas por estes art – e a obrigatoriedade de designação de um "chefe de consórcio” – o qual, sendo necessariamente um consorte, é titular de poderes de natureza interna "maxime”, organização e implementação da cooperação consorcial: cf art e externa "máxime, poderes de representação no plano das relações com, sem prejuízo de outras atribuições contratualmente previstas -, além de diversas outras regras próprias, de natureza imperativa g., em matéria da adopção de uma determinação própria: cf art ou facultativa g., o caso das chamadas "comissões técnicas”)”.