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f.- Por outro lado, arbitrou o douto Tribunal recorrido, a par dos danos patrimoniais, a quantia de €1000,00 quinze a título de danos não patrimoniais; g.- Considera a Recorrente que tal montante é excessivo, dado o período de recuperação curto, com poucos dias de internamento, não tendo a A. de praticar alguma actividade futura desportiva ou de lazer em concreto, não tendo sequer de abdicar, para o futuro, de nenhum hábito social, desportivo, familiar ou de mero lazer, em consequência do acidente; h.- À data do acidente era uma pessoa de média idade – 51 anos, sem nunca ter ficado em causa os seus rendimentos profissionais, presentes e futuros.