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Ora, a simples reiteração do conteúdo, e indicação do sentido, da prova pessoal e documental já antes ouvida, vista e apreciada, pelo dito Tribunal a quo, é claramente inidónea para este efeito.Concluindo, tendo-se como correctamente realizada a apreciação crítica da prova pessoal e documental produzida pelo Tribunal a quo, e não sendo eficazmente contrariada pela Recorrente nas suas alegações de recurso, reitera-se a conclusão daquele: cabendo aos Autores o ónus da prova de corresponder a área real e efectiva do prédio que lhes foi vendido pela Ré a 506 m2, em vez dos 500 m2 declarados vender e adquirir,lograram cumpri-lo, face à suficiência da plúrima e conforme prova por eles produzida para o efeito; e à ausência de qualquer contraprova que lhe tivesse sido oposta pela Ré destinada a tornar os factos afirmados pela previamente produzida meramente.