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Refere o Apelante: Sendo certo "1) que o valor de uma quota e o preço da respectiva cessão) depende do valor da facturação e., da do respectivo detentor – o que todos os intervenientes processuais reconheceram – , que o Embargado, após a elaboração do primeiro documento pelo qual declarava ceder a sua quota pelo valor de 150 euros, enviou mensagens escritas aos pacientes da sociedade cuja quota declarava ceder, informando-os de que passaria a exercer a sua actividade noutra clínica – o que se encontra dado como provado – , e que, após esta circunstância que é discordante do critério para a definição daquele preço inicial, Embargado e Embargante acordaram, novamente, na cessão da quota, desta feita, pelo preço correspondente ao seu valor nominal, outra conclusão não seria possível extrair que não a de que as partes decidiram, efectivamente, celebrar uma nova cessão de quota dando sem efeito a primeira”.