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t) Resultando dos depoimentos transcritos supra, que a mina em causa já existe há mais de 50 anos, não sendo correto a referência do Tribunal quanto à impossibilidade de situar no tempo a construção da galeria da mina, pois sempre se impunha, face à prova testemunhal, que a mina e a sua galeria já tem mais de 50 anos, dado que há pelo menos esse tempo, que a testemunha se lembra da sua existência; u) Ante o exposto e que melhor resulta dos autos, a decisão sobre tais pontos da matéria de facto – alíneas a é errada, devendo ser alterada para factos provados, viabilizando a aquisição do direito à água por parte do A., por efeito da usucapião; ) Resulta ainda da sentença proferida, na parte da fundamentação de direito, que o Tribunal "a quo” inúmera duas as razões para a não verificação da aquisição do direito de propriedade sobre a água, dizendo, em primeiro lugar por não ter resultado provado que a água nascesse no prédio dos RR.