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No que concerne ao ponto 6 dos factos provados e ao ponto 1 dos factos não provados, os AA./recorrentes discordam da valoração feita pelo Tribunal "a quo” dos depoimentos das testemunhas A.  gerente da agência do Banco A da Póvoa de Lanhoso de 1995 a e R. J. sub-gerente da mesma agência do Banco A no período de Junho de 2001 a Janeiro de 2004, tendo voltado àquela agência como gerente em Julho de, reproduzindo na íntegra as considerações vertidas por este Tribunal da Relação, no acórdão proferido em 11/07/2013 no âmbito do processo n. 400/02TBPVL, sobre o depoimento da testemunha A. na audiência de julgamento daquela primitiva acção, por as considerarem relevantes, e tentaram descredibilizar ambas as testemunhas, afirmando, para tanto, que nem sequer eram eles os gestores da conta dos AA., não sendo eles que acompanhavam e lidavam com o A. marido a respeito dos movimentos das suas contas, concluindo como naquele acórdão que "não deve ser relevado o depoimento destas testemunhas arroladas pela Ré referindo-se a A. e R. J., sendo que o que mais releva é a conclusão que se retira de não se ter provado a existência de qualquer autorização relativamente aos ditos movimentos e, embora não seja ónus do Autor provar a inexistência das ditas autorizações, sempre se concluirá que, da prova produzida, se infere que as mesmas, de facto, não se verificaram.” Importa referir, em primeiro lugar, que as declarações prestadas pela testemunha A. no âmbito de outro processo - que, aliás, foi julgado extinto por impossibilidade superveniente da lide sem ter sido proferida sentença sobre o mérito da causa transitada em julgado – não podem ser trazidas à discussão nos presentes autos pelas razões já atrás referidas, sendo o depoimento prestado por esta testemunha na audiência de julgamento destes autos aquele que deve ser apreciado e analisado criticamente pelo Tribunal e pelos recorrentes nas suas alegações.