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De resto, por último, a propósito desta mesma questão, importa lembrar que, em conformidade com o regime antes exposto, mesmo em sede de recurso, no âmbito dos poderes da Relação no que diz respeito à apreciação da matéria de facto, acentuados com a Reforma de 2013 do CPC artigo 66), não obstante a revogação com a mesma reforma do anterior artigo 64, em que se previa que no julgamento da matéria de facto ter-se-ão por não escritas as respostas do tribunal sobre questões de direito – solução que como é entendimento doutrinário e jurisprudencial se aplica, por analogia, às respostas que constituam conclusões de facto, designadamente quando as mesmas têm a virtualidade de, por si só, resolverem questões de direito a que se dirigem” Assim a confissão, seja judicial seja extrajudicial, refere-se sempre a um facto, desfavorável ao confitente, não abrangendo o direito.