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Em síntese, formulou a dita recorrente as seguintes conclusões:   Quanto ao erro na forma do processo  - A reclamação de créditos não é suscetível de retirar qualquer utilidade aos presentes autos, bem como não é suscetível de fazer com que estes autos não sejam o meio processual adequado, considerando a causa de pedir, o pedido e as partes envolvidas;  - O facto dos presentes autos terem sido apresentados contra outras pessoas Fundo de Resolução e Novo constitui motivo suficiente para que haja e se mantenha a utilidade e interesse em agir;  - O decurso dos ulteriores termos do processo não prejudica, em nada, os direitos e legítimos interesses da massa falida do Réu BES, o mesmo não acontecendo na situação inversa;  - Não faz sentido que os presentes autos fiquem suspensos durante vários anos, até que todas as instâncias de recurso se mostrem esgotadas, pondo em causa não só os princípios da celeridade e da tutela efetiva, com também os direitos da Autora e demais Réus, respetivamente recorrente e recorridos, em poder ter acesso a uma decisão final, em tempo útil, com também não faz qualquer sentido, por maioria de razão, a absolvição da Ré Massa Insolvente do BES da instância, com base neste mesmo argumentário;  - Razão pela qual deve improceder a nulidade, invocada pela Ré Massa Insolvente do BES, de erro na forma do processo.