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527, n.s 1 e 2 do Código de Processo.»   A R. veio interpor recurso da sentença, formulando as seguintes conclusões: «a) O facto 1 dos factos provados  O A. não gozou, nem a R. lhe pagou os dias compensatórios a que tinha direito por cada dia de descanso semanal ou feriado em serviço no estrangeiro no período compreendido entre 12/05/2012 e a data da resolução do contrato de trabalho  07/02/2017, ressalvando os períodos em que o A. esteve de baixa médica foi incorrectamente julgado; b) Na verdade, quer pela redacção dada ao 1 facto provado, quer pelo que resulta dos registos tacográficos juntos aos autos, quer pelo referido pela testemunha R. F., a redacção de tal ponto de facto deverá ser alterada, no limite, para os seguintes termos: "O A. não gozou, nem a R. lhe pagou parte dos dias compensatórios a que tinha direito por cada dia de descanso semanal ou feriado em serviço no estrangeiro no período compreendido entre 12/05/2012 e a data da resolução do contrato de trabalho  07/02/2017, ressalvando os períodos em que o A. esteve de baixa médica”; ) O apuramento do concreto descanso compensatório não concedido ao recorrido deverá ser relegado para posterior liquidação, até porque o ónus da sua prova compete ao recorrido; ) A retribuição salarial da cláusula 74/7 não integra o conceito da remuneração mensal previsto na cláusula 41 do CCTV, que trata da retribuição do trabalho em dias feriados e de descanso semanal, e) O montante devido a título da retribuição salarial da cláusula 74/7 não entra para o cálculo do valor devido pela prática de trabalho em dias de descanso;  f) O cálculo do valor de cada sábado, domingo e feriado consiste em multiplicar o valor dia por dois e não por três, alcançando-se assim os 200% referidos na cláusula 41 do CCTV; g) O valor devido ao recorrido a respeito do trabalho prestado em dias de descanso é de 956,00 euros;  h) O recorrido não provou qualquer facto que demonstre que as quantias em falta impossibilitavam de forma absoluta e definitiva a manutenção do seu contrato de trabalho; ) A grande maioria dos fundamentos resolutórios não respeita o prazo de 30 dias legalmente estabelecido para a resolução com justa causa;  j) O recorrido não tem direito à indemnização que lhe foi atribuída ou, caso assim não se considere, o seu montante não deverá ser superior ao mínimo legal;  k) Ao decidir como decidiu, violou a decisão recorrida, entre outros, os artigos 342 do , 394 do CT e as cláusulas 41 e 74 do CCTV, pelo que deverá ser revogada e substituída por outra que reflita o alegado nas precedentes conclusões, com o que se fará, JUSTIÇA!» O A. não apresentou resposta ao recurso da R.. O recurso foi admitido como apelação, com efeito meramente devolutivo.