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Atentemos na doutrina que dimana do acórdão deste TCA Sul de 202015, P. 11691/14 Disponível em www.dgsi.pt, «a autorização de residência por razões humanitárias, prevista no artigo  da Lei n 15/98, de 26/3 hoje, artigo 7 da Lei n 27/2008, de 30/6, sob a epígrafe "protecção subsidiária”, só pode ser concedida se, no país de origem do interessado, existir «grave insegurança devida a conflitos armados ou à sistemática violação dos direitos humanos» que, em concreto, impeça "pulsão objectiva” ou impossibilite "pulsão subjectiva” o regresso e permanência do requerente ao país da sua nacionalidade”, sendo que "recai sobre o requerente de autorização de residência o ónus da prova dos factos em que baseia a sua pretensão” cfr., neste sentido, os acórdãos do STA, de 29-10-2003, proferido no âmbito do recurso n 0151/03, e deste TCA Sul, de 24-5-2007, proferido no âmbito do processo n 02543/07, e de 24-2-2011, proferido no âmbito do processo n 07157/1”.