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Do que tem que concluir-se pela procedência da invocada exceção de ilegitimidade ativa e consequente procedência dos embargos.”  19 – O recorrente entende que assim não deve ser e, em síntese, sustenta:  "o artigo 263 do CPC, no seu n. 1, preceitua que "No caso de transmissão, por ato entre vivos, da coisa ou direito litigioso, o transmitente continua a ter legitimidade para a causa enquanto o adquirente não for, por meio de habilitação, admitido a substitui-lo”, ou seja, a partir da transmissão, o transmitente, que já́ não é titular da situação jurídica transmitida, substitui processualmente o adquirente, seu atual titular, litigando em nome próprio, mas em prossecução dum interesse que só indiretamente é seu ...) Assim, crê que, se o B era, à data da instauração da ação executiva, parte legítima, do lado ativo, enquanto exequente, essa legitimidade manter-se-á, desde ab initio até final, até que a adquirente, in casu H seja, por meio de habilitação, admitida a substitui-lo”.