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Assim, embora, como ficou dito, a autoridade do caso julgado não dependa da verificação integral ou completa da tríplice identidade prescrita no artigo 58 do CPC – podendo dispensar-se, como dito, a identidade objectiva sendo substituída pela exigência de que exista uma relação de prejudicialidade entre o objecto da segunda acção e o objecto da – , é exigência ou requisito essencial para funcionamento daquela autoridade do julgado maxime nas acções a verificação da identidade subjetiva dos litigantes, de forma que o efeito de caso julgado só vincula quem tenha sido parte na respectiva acção ou quem, não sendo parte, se encontre legalmente abrangido por via da sua eficácia directa ou reflexa, conforme os casos2    Improcede, assim, a questão suscitada pela recorrente, da autoridade do caso julgado.