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Com efeito, quanto ao último dos aspetos referidos, resulta claramente da prova produzida – nomeadamente da gravada, ouvida por este Tribunal – que, a partir do momento em que enviou a sua carta de renúncia, o Recorrente F. se afastou totalmente da gerência da sociedade, deixando de tomar quaisquer decisões respeitantes ao seu funcionamento e ao seu destino, nunca mais tendo aparecido na empresa, como, em sintonia, aliás, com o teor do documento n 37 junto com a oposição do Recorrente F. carta datada de 202014 em que o referido recorrente expõe, por escrito, que quaisquer decisões, designadamente concernentes a pagamentos, deverão ser tomadas pelos afetados A. F. e ,) para além das diversas testemunhas – trabalhadores da empresa que vivenciaram o dia-a-dia da empresa após a renúncia em questão – que assim o atestaram, o referiram em audiência de julgamento os próprios Recorrentes A. F. e , sendo, pois, os depoimentos de parte destes que, de forma elucidativa, retiram qualquer relevância à circunstância de haver cheques, livranças e letras de câmbio, com datas ulteriores ao momento da referida renúncia, assinadas pelo F., tornando, desse modo, credíveis as explicações para o efeito avançadas pelo referido F., no sentido de se tratar de títulos pré-datados, assinados em data anterior à renúncia, não sendo, por outro lado, o depoimento de J. P. de molde a poder afirmar-se o contrário, certo que ao mesmo nem sequer foi colocada qualquer questão específica sobre o período pós-renúncia do F., período esse que, aliás, foi curto, sendo certo ainda que, concretamente no que toca à questão dos pagamentos, a testemunha J.