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187, n. 1, al., do , ou seja, a posse de estado;  6- Esta presunção consiste em a filha haver sido tratada e reputada pelo pretenso pai e reputada ainda como filha pelo público, o que compreende, na tradição jurídica, o nomen atribuição a alguém de um nome correspondente a um estado filho, e o tractatus o tratamento desse alguém em conformidade com tal estado e a fama e conhecimento pelo público como detentor desse mesmo; 7- Para o efeito, não se provou que o investigado e pretenso pai da Recorrente alguma vez a tratasse como se sua filha fosse; 8- Não se vislumbra, assim, alguma prova do nomen ou do tractatus na matéria de facto dada como provada, pelo que a matéria factual assente é insuficiente para caracterizar "actos claros, positivos, públicos e de certa continuidade, de assistência económica e moral, material e afetiva, em cuidados, amparo, proteção, carinho e ternura que os pais costumam, normalmente, dispensar aos filhos”.