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Juntaram a caderneta predial e fotos ilustrativas inclusive, das duas janelas, a fls..  Em contestação, os réus questionaram o valor da causa; impugnaram a factualidade alegada, dizendo que agiram licitamente e nenhum dano sofreram os autores, acrescentando que nenhuma varanda tem o prédio destes dando para a via pública ou para o seu prédio; só aquele efectivamente tem escadas e varanda, pelo que a parede erigida no topo sul desta, além de lícita, destinou-se apenas a "impedir os olhares indiscretos dos autores a partir de sua casa”; não há qualquer conexão entre as eventuais infiltrações e os pilares ou chapas; nenhuma servidão de vistas beneficia o prédio dos autores sobre o quintal dos réus; "as duas aberturas existentes no 1 andar e sótão constituem meras frestas ou óculos para luz e ar” e nunca os autores as utilizaram para ver através delas; "a sua abertura apenas foi autorizada” pelo pai do réu para "iluminação e arejamento”; os então donos do prédio hoje dos autores aceitaram tal condição e, quanto à do 1 andar, aberta em 1979/1980, logo a "frestaram”; esta é "em forma de janela”, "com largura de 60 , encontra-se a mais de 1,80m de altura, a contar do solo e é provida de 4 barras fixas de ferro, distando 12 entre si” itens 22 a 25; a do sótão, aberta em 1984/1985, apesar de não "frestada ou gradeada” contra o compromisso, nunca teve qualquer outra finalidade senão "a de permitir a iluminação e arejamento do sótão em causa”, até porque no quintal da casa dos réus havia uma figueira cuja ramagem impedia as vistas e devassa itens 28 e 2  Juntaram fotos anteriores às obras.