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Vejamos se a apelante tem razão na sua observação da produção de prova, sendo que, em caso de dúvida, face a depoimentos contraditórios entre si e à fragilidade da prova produzida, deverá prevalecer a decisão proferida pela  instância, em observância dos princípios da imediação, da oralidade e da livre apreciação da prova, com a consequente improcedência do recurso nesta parte: 4) - a Requerente possui o 12 ano de escolaridade- a apelante assume o facto; - O Requerente pagou integralmente os alimentos a favor da Requerida até janeiro de 2019 e parcialmente até maio de 2019 e - Pré-existente ao divórcio, existia, continua a existir, e existirá nos próximos anos, um mútuo bancário pela aquisição da casa de morada de família - a apelante aceita estes factos na sua oposição ao pedido do autor, sendo que estamos perante facto notório quanto às consequências futuras da celebração de um empréstimo bancário, ainda não pago na sua totalidade; - À margem do acordo em tribunal, requerente e requerido acordaram em que cada um pagaria metade do mútuo bancário o qual rondava, com seguro, os €220/mês), ou seja, €110,00/mensalmente - O Requerente afirmou-o, o que se nos afigura razoável, considerando que persistia essa obrigação dos aqui Requerente e Requerida, como mutuários.