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A requerida, a partir do momento em que engravidou do T, sentiu que passou a ser mais controlada pelo requerido, o que a desagradou, mesmo após o nascimento do T, alegando que o mesmo era sufocante na forma como controlava as suas rotinas e descuidado com as regras de segurança básicas relativas ao T.  )  A requerida não padece de doença mental, nem transtorno de personalidade, no sentido rigoroso dos conceitos, pelo que, do ponto de vista clínico-psiquiátrico e psiquiátrico-forense, inexistem razões de natureza psiquiátrica que impeçam a progenitora de exercer plenamente os direitos, incluindo ter o T na sua companhia sem qualquer supervisão e por períodos de tempo prolongados.