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Aliás, sobre situação análoga aos autos e respectivas questões, pronunciou-se já o COLENDO SUPREMO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO, no seu douto Acórdão de 29 de Abril de 2014 proferido no âmbito do processo n. 0966/13) – tendo reiterado o já dito no seu douto Acórdão de 09 de Abril de 2014 proferido no âmbito do processo n. 0928/13), e mantido no seu douto Acórdão de 29 de Maio de 2014 proferido no âmbito do processo n. 0927/13) - e o qual, com a devida vénia, se passa a transcrever, porque se adere na íntegra à sua fundamentação, a saber:  	"A., Lda, intentou a presente acção administrativa especial contra o Instituto da Mobilidade e dos Transportes, IP, o Conselho de Ministros e sete contra-interessados, cuja identificação está na petição e aqui se reproduz, formulando os seguintes pedidos: ) ser o IMT condenado à prática de acto administrativo devido, de ordenação final das candidaturas apresentadas no âmbito do procedimento iniciado ao abrigo da Lei n 11/2011, de 26 de Abril, e assinatura do contrato administrativo de gestão para abertura de novo centro de inspecção de veículos no distrito de Santarém, concelho de Constância; ser o IMT condenado à pr��tica de acto administrativo devido, de ordenação final das candidaturas apresentadas no âmbito do procedimento iniciado ao abrigo da Lei n 11/2011, de 26 de Abril, e assinatura do contrato administrativo de gestão para abertura de novo centro de inspecção de veículos no distrito de Évora, concelho de Mourão; ser o IMT condenado à prática de acto administrativo devido, de ordenação final das candidaturas apresentadas no âmbito do procedimento iniciado ao abrigo da Lei n 11/2011, de 26 de Abril, e assinatura do contrato administrativo de gestão para abertura de novo centro de inspecção de veículos no distrito de Beja, concelho de Alvito; cumulativamente, deverão as Entidades Demandadas ser condenadas no pagamento à Autora de uma indemnização, a título de responsabilidade pelo exercício ilícito, acrescida dos competentes juros legais, na medida em que o IMT causou danos à autora por não ter propulsionado atempadamente o procedimento e o Conselho de Ministros a prejudicou por ter praticado um acto administrativo ou legislativo, de anulação do mesmo procedimento.