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Perante este entendimento a que vimos aludindo, é cristalina a improcedência da argumentação da apelante no sentido de a notificação do requerimento de injunção à Requerida/executada/embargante ter sido correctamente efectuada porquanto: trata-se de pessoa colectiva, com sede registada, sendo essa a sua morada oficial, devendo ser nessa morada notificada e citada; a carta de notificação foi remetida para a morada da respectiva sede, morada oficial e fiscal, morada que consta na procuração junta aos autos e emitida a favor da mandatária constituída por aquela; tal carta de notificação não foi devolvida, pelo que, deve ser concluído que a Requerida/executada/embargante recebeu tal carta e foi conhecedora da mesma, encontrando-se, por isto, citada.