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236/243), o qual não encontra nenhum outro elemento probatório, já que nenhuma das testemunhas presenciou o que é relatado exclusivamente pela Autora, sempre a ponderar cum grano salis, face à natureza de parte da depoente e interesse económico na causa, não podendo este Tribunal valorar tudo quanto a parte declare, a qual tinha sempre de ser apreciada em conjugação com os restantes meios de prova tidos como naturais previsivelmente e idóneos para a demonstrar, não sendo assim possível formar um juízo de certeza sobre a autenticidade das assinaturas como sendo de constantes dos cheques no valor de €1000,00 e de €2000,00;  3 Em conclusão, a prova sujeita a livre apreciação do julgador não pode significar uma apreciação arbitrária e ilógica da prova produzida e, sem o mínimo de correspondência com o que foi relatado pelas testemunhas, a baixa probabilidade e diminuto grau de certeza do relatório pericial que foi confirmado pelos peritos ouvidos no Tribunal da Primeira Instância”.