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Tendo em consideração, nos termos dados como provados, que:  - O arguido conduzia um ligeiro de passageiros, e a TAS com que o fazia, tendo conduzido cerca de 200 metros, sem que se provasse qualquer despiste ou embate, a ilicitude é média/elevada, para o crime de condução de veículo em estado de embriaguez;  - O dolo do arguido é directo e/ou específico em todos os crimes praticados, agora em causa, cujo procedimento penal não se extinguiu por qualquer forma, crimes pelos quais, julgado, deve ser condenado;  - As exigências de prevenção geral positiva associadas ao tipo de criminalidade em causa são elevadas, quer ao nível do País, quer sobretudo na Comarca, atenta a frequência com que são violadas as normas jurídico – penais em causa, sendo certo que dos crimes ligados à circulação rodoviária normalmente resultam acidentes por vezes que contribuem para as elevadíssimas taxas de sinistralidade e mortalidade existentes em Portugal, e sobretudo em concreto, tendo conjugadamente em consideração os antecedentes penais do arguido;  - O arguido tem antecedentes penais, nos termos dados como provados, o que eleva em grande medida as exigências de prevenção especial positiva, importando salientar:  - Em 19/12/05,  crime de embriaguez 1,24 g/), penas 45 dias x 6, 3 meses de proibição de conduzir processo 336/04GTCTB);  - Em 17/11/08,  crime de desobediência  crime rodoviário), por recusar-se submeter aos exames de pesquisa de álcool no sangue, nas penas 70 dias de multa, à taxa diária de 6 euros, no montante global de 420 euros, e na pena acessória de proibição de condução de veículos motorizados por 3 meses processo 233/01GBSRT).