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O tribunal de 1 instância julgou a acção procedente, e, em conformidade, decidiu o seguinte: anular os despachos impugnados; declarar o direito dos autores a que o cálculo dos valores mensais das respectivas pensões de reforma seja efectuado com base no valor nominal da última remuneração auferida na situação de reserva, isto é, ilíquida das reduções remuneratórias que se encontravam em vigor e sem aplicação de factores de redução por antecipação da idade, isto sem prejuízo do acerto de contas relativo às contribuições para a CGA que suportaram durante o período de vigência das reduções remuneratórias; condenar a CGA a repor na esfera jurídica dos autores os valores das respectivas pensões de reforma que foram indevidamente retidos, e não pagos, fosse por efeito da aplicação de factores de redução por antecipação da idade ou por efeito do impacto das reduções remuneratórias no cálculo dos valores mensais das suas pensões de reforma; declarar o direito dos autores a que as importâncias inicialmente apuradas a título de dívidas relativas a contribuições para a aposentação e sobrevivência sejam revistas à luz da legislação a coberto da qual foram revistos os valores mensais das suas pensões de reforma e a que, não se mostrando devidas ou na parte em que não se mostrem devidas, sejam anuladas, restituindo-se aos autores as importância indevidamente pagas, acrescidas de juros de mora, à taxa legal de 4%, contados desde a data da citação até à do efectivo e integral pagamento.