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No caso concreto, se a mesma tinha tido acesso, na primeira inspeção, aos mesmos factos que depois vem utilizar para fundamentar as correções resultantes da segunda inspeção - e com base nos elementos factuais apurados na primeira ação inspetiva -, está manifestamente a violar os direitos da Recorrente;  s.	O Tribunal a quo não deveria ter aceite como boa a qualificação, pela Administração Tributária, da natureza da inspeção efetuada em 2006, sobretudo quando é o próprio Tribunal a quo quem admite ainda que que poderia ser aberto um novo procedimento externo de inspeção, em virtude da existência de factos novos o indeferimento do pedido formulado pela, na medida em que, aceitando-se como boa a posição sufragada pelo Tribunal a quo, verifica-se que a Administração Tributária sempre deveria ter aberto um procedimento externo de inspeção, o que manifestamente não ocorreu no caso sub judice e, por esse motivo, vicia a liquidação contestada na presente ação; t.	Conclui-se, assim, que a sentença recorrida ser revogada por Vossas Excelências e, em consequência, deverá a mesma ser substituída por nova decisão que comtemple as conclusões da Recorrente acima referidas, com todas as consequências legais daí decorrentes, designadamente a declaração de ilegalidade da liquidação ora impugnada, em virtude do procedimento inspetivo subjacente à mesma ser ilegal, por violação do princípio da boa fé a que a Administração Tributária está obrigada, por violação dos artigos 1do CPA artigo -A, à data dos, 5e 5, n.2 da LGT e 10e 26, n.2 da Constituição da República Portuguesa, o que se invoca como fundamento de anulação do ato tributário, nos termos dos artigos 16do CPA artigo 13, à data dos; u.	Em caso de procedência da presente ação, deverá a Recorrente ser indemnizada pela prestação de garantia, porquanto se verificam estar preenchidos os requisitos legais para o efeito, nos termos dos artigos 17 do CPPT e 5da LGT; 	Nessa medida, deve a sentença sufragada pelo Tribunal a quo ser revogada por Vossas Excelências e, em consequência, deverá a mesma ser substituída por nova decisão que comtemple as conclusões da Recorrente atrás invocadas, com todas as consequências legais daí decorrentes.