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f) A sua idade actual – 21 anos;  g) Ou seja, o arguido ainda é muito jovem e já deu mostras de que familiarmente acompanhado foi capaz de infletir o seu percurso de vida;  h) Que a ressocialização do arguido – objectivo primeiro da lei penal portuguesa, será mais eficaz se a pena aplicada ao arguido permitir o seu desenvolvimento no seu meio natural e familiar;  ) O que no caso do arguido já vinha acontecendo, primeiro junto da tia e agora junto da tia e da companheira, importando consolidar tal ressocialização;  j)  Que a reclusão tem um efeito altamente criminógeno, e que atendendo à idade e ao percurso evolutivo que já tinha sido atingido pelo arguido AA com o apoio familiar, a reclusão ao invés potenciará factores opostos à ressocialização;  )  O tribunal " a quo” não tomou em consideração que os factos têm cerca de 5 anos, e que desde 2014 o arguido não praticou qualquer facto ilícito penalmente registado,  11  O arguido nos presentes autos, foi condenado em cúmulo jurídico, numa pena de 8 anos e 3 meses de prisão efectiva;  12  Sendo que a medida da pena oscilava entre os 4 anos e os 15 anos e seis meses de prisão .