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E preenchia o disposto na mencionada alínea porque a insolvência, caso tivessem sido apurados os factos agora apurados, teria sido considerada culposa por força do disposto no art 186, n 1 e 2, alíneas e, aplicável também às pessoas singulares, conforme preceitua o n  Considerando que está em causa a ocultação de um bem e a sua disposição a favor de terceiros, é totalmente irrelevante, a prova de que a insolvente nada recebeu, pois que  a alínea  do n 2 do art 186 igualmente censura a disposição de um bem ou direito a favor de terceiros, pelo que é indiferente a prova de que a apelante nada recebeu em contrapartida da venda..   Por outro lado, ainda que a escritura de compra e venda tivesse sido realizada  em data anterior e mesmo antes da apresentação à insolvência, por ter sempre de ser realizada após a morte do pai da insolvente, ocorrida em 2014,  sempre se localizaria dentro do período temporal a que alude o n 1 do art 186 - nos três anos anteriores ao início do processo de insolvência - pois que este se iniciou em março de 2016, sendo pois irrelevante o aditamento da seguinte factualidade ”A escritura dos bens da herança só aconteceu passados seis anos depois da morte do autor da herança quando o comprador teve meios financeiros para pagar o preço” que pretendia demonstrar que a escritura só foi feita na pendência da insolvência, por motivo não imputável à apelante. .	 Pelo exposto, não se conhece da impugnação.