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11- – Apesar disso, o tribunal baseou-se nas declarações do arguido, nos depoimentos da testemunha NES e DES no que a este concerne, na parte em que declarou que, após sair do automóvel, o arguido caiu e ficou inanimado no chão), no Relatório de Urgência Hospitalar que, todavia, não leu, não leu integralmente ou parcialmente, na consideração de que a quantidade de álcool contida numa cerveja é insuficiente para determinar taxa de alcoolemia de 1,29 g/e em avaliação dos efeitos conjugados de álcool e de fármacos para concluir que o arguido actuou num estado de consciência alterado, impeditivo de avaliar a ilicitude dos factos e de se determinar de acordo com essa avaliação, ou seja, em situação de inimputabilidade.