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Ou seja, para além dessa atividade de prestação de serviços, a Impugnante não compra nem vende matérias-primas nem mercadorias factos 15 a 18 de   Ora, o objeto do litígio é a discussão acerca da materialidade das operações descritas nas faturas emitidas pelas sociedades MW faturas 25, de 27/6/2013, e 58, de 31/12/2013) e WV faturas 24, 24 e 56, de 20/2/2013, 28/3/2013 e 30/5/2013, no valor global de € 10460,00” que a AT considera serem falsas porque "não titulam aquisições efetivas de bens ou serviços” e não podem ser aceites como gastos porque "contrariam o preconizado no n2 do artigo 23 do CIRC” facto 13 de   Em ações inspetivas externas dirigidas à atividade e contabilidade das referidas emitentes das faturas em causa, a AT verificou indícios sérios de que tais faturas não correspondem à realidade da vida, pelo que as reputa como sendo falsas no sentido de que as operações descritas simplesmente não ocorreram de facto, são completamente fictícias, e que tais documentos têm motivação e finalidade exclusivamente fiscal.