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20 Não obstante tais pagamentos, o certo é que tais montantes não se encontram em conformidade com as portarias aplicáveis, que com o decorrer dos anos foram sujeitas as sucessivas alterações,  21 Assim, a serem pagos tais montantes, como efetivamente foram, ao menos que sejam bem pagos, devendo ao invés a Recorrida ter procedido aos pagamentos a título de diuturnidades do seguinte modo: Dezembro 2007 a 2010 – 16,77€/mês;Dezembro de 2010 a Março 2012 – 35,82€/mês 17,91€x2);Março de 2012 a Novembro de 2013 – 36,54€/mês 18,27€x2);Dezembro de 2013 a Setembro de 2015 – 54,81€/mês 18,27€x3);Outubro de 2015 a Novembro de 2016 – 55,80€/mês 18,60€x3);Dezembro de 2016 a Junho de 2018 – 74,40€/mês 18,60€x4);Julho a Dezembro de 2018 – 75,84€/mês 18,96€x4); 22 Tudo conforme portarias aplicáveis, designadamente: Portaria N. 182/2005 de 212005; Portaria N. 736/2006 de 202016; Portaria n. 1548/2008 de 312008; Portaria N. 191/2010 de 002010; Portaria 1068/2010 de 112010; Portaria N. 210/2012 de 102012; Portaria 382/2015 de 212015 e BTE N. 26 de 10201 23 Pelo que conforme peticionado na ação, a Recorrida encontra-se em dívida perante o Recorrente do montante de 762,67€ a título de diuturnidades vencidas e não pagas desde Dezembro de 2007 até Dezembro de 201 24 Uma vez que apenas iniciou tal pagamento em Abril de 2008, quando deveria ter iniciado em Dezembro de 2007, e os montantes aplicados pela Recorrida não se encontravam corretos, sendo inferiores aos legalmente aplicáveis; 25 Vejamos que o Tribunal a quo considerou o pedido do Recorrente improcedente, ou seja, o Tribunal a quo mal andou na decisão que proferiu, 26 Nesse sentido e conforme decorre do entendimento da jurisprudência maioritária que versou sobre o presente assunto, não pode o Recorrente concordar com o entendimento do Tribunal a quo, sendo certo que a Recorrida deve ser condenada nos pagamentos corretos a título de diuturnidades.