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";   Por estes factos, o militar da GNR JM deu voz de detenção ao arguido , agarrando-o por um braço;   No entanto, o arguido esbracejou, soltando-se e afastando-se daqueles militares por uns metros; )   Uma vez que o arguido continuava a recusar-se a efectuar o teste de pesquisa de álcool no sangue, o militar da GNR VA, referiu novamente ao arguido que este se encontrava detido, agarrando-o por um braço;   Neste instante, o arguido fez força no seu braço, soltando-se e empurrou o militar da GNR VA, afastando-se uns metros;   1 Não obstante a voz de detenção que lhe foi dada pelos militares da GNR, o arguido ao não acatar tal ordem a qual havia escutado e bem sabendo que os mesmos eram militares da GNR, agiu livre e conscientemente, de forma a opor-se a que aqueles elementos da G.N.R praticassem ato relacionado com as suas funções, esbracejando, afastando-se do local, ameaçando, livre e conscientemente, aqueles militares da GNR;»  A partir destes factos, concluiu o tribunal a quo " que a actuação do arguido ao esbracejar e empurrar os militares da GNR depois de lhe te sido dada ordem de detenção e de se encontrar agarrado pelo braço, com o intuito de se soltar e impedir assim que estes o conduzissem ao posto, consubstancia sem dúvida um acto hostil, idóneo a dificultar a actuação legítima dos agentes de autoridade.