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Os sobreditos depoimentos provam todos os sacrifícios e privações pessoais e que a Progenitora Mãe e seus familiares mais próximos têm vindo a fazer ao longo destes 6 anos no sentido de amenizar e compensar a menor do desgaste e das carências afectivas a que veio a ser sujeita em resultado do egoísmo do Requerente/progenitor que em momento algum colocou os interesses da sua filha à frente do seus próprios, apenas com o intuito de afastar a Menor da sua progenitora Mãe e dos seus familiares paternos; ) Os sacrifícios e privações que os sobreditos familiares têm vindo a fazer, a não haver alteração da decisão recorrida, o que não se admite nem se consente, terão que, penosa e injustamente, e nesse mesmo sentido, continuar a fazer tais sacrifícios e privações, para assegurar a convivência que a menor , junto dos seus, necessita e reclama, conforme exaustivamente ficou provado; ) Os concretos factos em apreço nos autos, que foram, de modo claro e abundante, relatados pelas sobreditas testemunhas, e pela própria menor , com o devido respeito, não foram valorados pelo Tribunal a quo; ) Tem-se que a decisão em crise não atende, como devia, quer à manifesta, intensa e clara vontade da menor em manter-se na sua comunidade, em Vila Pouca de Aguiar, quer ao próprio padecimento da mesma, por seu turno, resultante quer da não satisfação da sua legítima vontade, quer, ainda, das constantes pressões psicológicas que tem vindo a ser vítima por parte do seu progenitor. )