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Diga-se de passagem, que sobre esta matéria a testemunha Dr. , amiga de longa data da Dr. TTT, a quem cumpria gerir os interesses patrimoniais desta, esclareceu o tribunal que o marido de TTT, ....... de carreira, sempre colocou o dinheiro que recebia a título de vencimento em Portugal, o que contraria a versão apresentada pela testemunha TTT quanto às razões pelas quais abriu conta bancária em .......  Sobre esta testemunha importa dizer que, não obstante ter prestado testemunho de que aconselhou a Dr TTT a fazer um "pé de meia” com recurso a um cofre bancário como forma de justificar a existência da quantia de €12850,00 cento e vinte e nove , oitocentos e cinquenta em numerário, que veio a ser apreendido como pertencente ao arguido AA não convenceu o tribunal considerando que esta quantia estava acondicionado no referido cofre bancário duma forma, no mínimo suspeito.