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Inconformando-se com o decidido, interpôs a aqui Recorrida Recurso de Apelação para o Tribunal da Relação de Guimarães, o qual concluiu que "Não cumpre com esse ónus alegatório a exequente que dá um cheque à execução, enquanto quirógrafo, titulando a quantia de euros, que no requerimento executivo, se limita a alegar que "entre 2008 e 2009, a exequente concedeu sucessivos empréstimos em numerário ao executado, no montante global de euros” sem individualizar cada um desses contratos de mútuo e qual a quantia mutuada em cada um, "para que o mesmo pudesse proceder, entre outras coisas, à realização de obras na sua casa”.