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não lograram provar a dinâmica do acidente apesar de se referir na motivação da decisão de facto que a testemunha  passou no local e viu o condutor e tomador  apeado na A1 perto do, o nexo de causalidade entre o acidente e o dano no motor do veículo em causa; b) Salienta-se que estamos no domínio da responsabilidade contratual e por conseguinte não se vislumbra como necessária a prova da dinâmica do acidente e quem lhe deu causa, mas tão só a sua aceitação por parte da R. seguradora, bem como o nexo, é certo, mas apenas porque se se considerar acidente, estará o dano excluído dos riscos cobertos pelo contrato de seguro, na vertente de danos próprios, diga-se, se decorreu do acidente, independentemente da dinâmica, estará o dano coberto; ) A prova do nexo causal nos presentes autos é material e decorre do facto de o motor ter deixado de funcionar logo após o acidente cuja ocorrência a R., seguradora de danos próprios do A., aceitou; ) Não pode deixar de concluir-se é que tal dano foi causado por um dos riscos cobertos pelo seguro, "choque, colisão e capotamento” vulgarmente designado "contra todos os riscos”; ) Cremos pois que o Mm Juiz "a quo” deveria, dado tratar-se de responsabilidade contratual, ter valorado a aceitação de regularização do sinistro por parte da seguradora R. e dos factos acima referidos, que a consubstanciam, por forma a adequar os fundamentos de facto à conclusão de que o dano está a coberto do risco contratado; e) A douta sentença recorrida violou assim o disposto no art 615, n 1, als.