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Do mesmo modo, este Tribunal da Relação de Lisboa afirmou já, no acórdão de 6/7/2017 relatado por António Santos e disponível em www.dgsi.pt), que "não sendo de exigir que o exequente por falta de elementos disponíveis e da ausência de informação/declaração a prestar pelo próprio terceiro devedor, quando notificado para o efeito deva precisar e contabilizar exactamente quais as prestações em falta, nada obsta a que o exequente faça prosseguir a acção coerciva para a totalidade da dívida exequenda, cabendo oportunamente à entidade patronal sibi em sede de oposição à execução, diligenciar se for caso pela recondução da execução contra si intentada aos limites da prestação efectivamente em falta”.