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32 da CRP em razão de julgarem a douta decisão recorrida disforme à normatividade jurídica aplicável bem como à noção de justiça, padecendo ainda de diversos vícios, maxime de omissão de pronúncia face à data de trânsito em julgado da anterior condenação, contradição insanável, errada subsunção jurídica, majoração na sua dosimetria penal bem como preterição de suspensão da pena de prisão; B. O douto acórdão proferido pelo Venerando Tribunal da Relação de Coimbra e datado de 18 de Dezembro de 2019 determinou os termos em que o novo julgamento seriaefetuado bem como os vícios e insuficiências da douta decisão primitiva de primeirainstância e o douto acórdão ora recorrido, pese embora tenha dado cumprimento a tal douta decisão precedente, acaba por ser obra de coletivo diverso daquele que fez o julgamento anterior, pelo que julgam os recorrentes que não podem ser condenados por esta decisão dado que nenhuma prova que a eles diga diretamente respeito ou que lhes permita imputar qualquer ilicitude!)