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Termina pedindo: "Termos em que deverá ser a presente acção julgada provada e procedente, condenando-se e declarando-se o seguinte:  Declarando-se que a autora tinha justa causa para resolver o contrato de trabalho;  Sendo a ré condenada a pagar à autora uma indemnização de antiguidade no montante de €3142,92;  Sendo a ré condenada a pagar à autora as horas de formação profissional em falta no montante de €177,95;  Sendo a ré condenada a pagar à autora as diferenças salariais, a título de redução ilícita da retribuição pelo exercício das funções de coordenadora/directora técnica, no montante de €502,41;  Sendo a ré condenada a pagar à autora a compensação por IHT no valor de €6431,77;  Sendo a ré condenada a pagar à autora as retribuição de Julho a partir do dia, Agosto e Setembro de 2018, no montante de €368,40;  Sendo a ré condenada a pagar à autora as férias e subsídio de férias correspondentes ao trabalho prestado em 2017, vencidas em 1 de Janeiro de 2018, no montante de €392,00, e os proporcionais de férias, subsídio de férias e de Natal pelo trabalho de 2018, no montante de €941,00;  Sendo a ré condenada a pagar à autora os juros já vencidos à taxa legal de 4% no montante de €1867,21, e os vincendos, sobre todas as quantias reclamadas, desde o seu vencimento ou desde a citação e até integral e efectivo pagamento, sendo que no caso do não não pagamento imediato dos já vencidos deverão estes ser capitalizados.”  A Ré contestou alegando, em sinopse, que: Sempre pagou à A. os valores a que tinha direito; procedeu em conformidade com a lei, tendo informado a A. da impossibilidade de aceitar a sua prestação de trabalho em face das "notificações realizadas no âmbito do processo ...”; impedimento temporário que determinou a suspensão do contrato; nada deve à A. a título de formação profissional que lhe foi facultada; a Ré pagou à A. todas as retribuições complementares e acessórias, quer pela coordenação, quer pela IHT e que não existe qualquer fundamento dos invocados pela A. como justa causa da resolução do contrato, pelo que, não lhe poderão ser reconhecidos os direitos que invoca.