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E também resulta dos autos, que desde a entrada em vigor deste último  normativo, em 01 de setembro de 2009, nunca a Autora exerceu esse direito, e também, que nunca a ele renunciou, pelo que,  não pode deixar a Autora de beneficiar dessa previsão normativa e de vir a ser contratada na sequência da sua manifestação de vontade em 03 de junho de 201  Efectivamente, naquele regime transitório, não dispôs o legislador sobre qualquer indice de actuação temporal, em termos tais que a Autora não pudesse manifestar a sua vontade apenas na data em que o fez, depois de ter garantido o vínculo à Ré durante pelo menos 5 anos, nem há justificação racional para discriminar a situação da Autora face a quem, por exemplo e tal qual ela, em vez de obter o grau de doutor 1 ano antes, o tivesse obtido 1 ano depois, na data em que manifestou a sua vontade.