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Esclareceu que o pai e a mãe estabeleceram alguns contactos consigo e outros técnicos que estavam de serviço e que tanto ele como a mãe «da menina não perguntaram rigorosamente nada» 5:15), inicialmente era «por causa da visita» 5:23), «mas diziam que não podiam visitar» 5:25), foi-lhes dito que então «podiam ver a menina através de meios audiovisuais» 5:44), confrontaram-nos com essa hipótese, tendo a mãe dito que «não havia dinheiro para ter, para fazer isso e nunca mais solicitou» 5:54) e «no caso do pai teve uma conversa com ele nesse sentido» 6:04), sugeriu-lhe «através da rede Facebook» 6:08) e o pai «disse que tinha de ser para o Facebook de um amigo» 6:15), ao que respondeu que o "Facebook” tinha de ser dele, que não podiam pôr as imagens da criança no Facebook de um amigo 6:36) e o pai não voltou a contactá-lo 6:45) e a solicitar a sua ajuda.