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Conclui a Apelante que o Tribunal a quo não "deveria ter dado como provado que a Autora se recusou a outorgar a escritura de compra e venda da sua metade indivisa do prédio em mérito ao Réu, porquanto da procuração junta aos autos resulta precisamente que esta confere poderes a um Ilustre Advogado para, em sua representação, vender um prédio rústico sito em ...” e "também não se fez prova quer por documentos, quer de que, em algum momento, o Réu solicitou à Autora pessoalmente ou por intermédio de quem quer que que ela outorgasse nova procuração para celebrar a escritura e esta o tenha recusado – neste sentido, vide depoimento de parte do Réu registado entre as 09:56:16 e as 10:41:56, e as declarações de parte da Autora registadas entre as 10:43:15 e as 11:45:18”, sendo que "a Autora, nas suas declarações, referiu nunca ter recebido qualquer quantia do Réu seu irmão, como pagamento da sua parte do prédio em mérito.