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RC de 201994, CJ, , 3, 52, citado por Paulo Pinto de Albuquerque, in Comentário do Código de Processo Penal, Universidade católica Editora, 4 edição, p. 1055, que tem concordância deste ilustre professor, segundo o qual "o demandado não tem legitimidade para recorrer da parte criminal da sentença enquanto condenatória ou absolutória, pelo que é de rejeitar o recurso interposto por uma seguradora pedindo a absolvição do arguido ainda que este tenha recorrido da parte penal.”  Assim, com excepção da parte da sentença recorrida em que se decidiu remeter as partes para os meios civis, ou o mesmo é dizer na sua parte penal a demandada cível carece de legitimidade para recorrer, em conformidade com o disposto no artigo 401, n 1 al.