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39 a 42 verso, verifica-se que a respetiva autoridade administrativa, para fundamentar a condenação da recorrente, indica como factos provados o seguinte:  " No dia 30 de Janeiro de 2015, pelas 23:40h a GNR de Celorico de Basto levou a cabo uma ação de fiscalização ao estabelecimento comercial denominado "&amp; Companhia, Lda.” sito na Rua ..., ... – Celorico de Basto;  Nessa hora e data o estabelecimento encontrava-se aberto ao público, em pleno funcionamento e com cerca de 10 clientes no seu interior;  O estabelecimento está classificado como Salão de Jogos, prestado serviço de bar;   O representante legal da sociedade não se encontrava presente, estando apenas o funcionário F. ;  Da fiscalização constatou-se que não se encontrava afixada a sinalização referente à proibição de venda de tabaco a menores de 18 anos, obrigação imposta plea Lei n. 37/2007, de 14 de Agosto;  O já identificado funcionário foi informado que a ocorrência iria dar lugar à elaboração de auto de notícia que acabou por ter o n. 76/2015” Adiante, novamente, em sede de enunciação de factos provados, a entidade administrativa acrescenta que "a arguida agiu livre, consciente e voluntariamente bem sabendo que a sua era punida por lei”, pelo que daqui resulta inequívoca a enunciação do facto integrador do elemento subjetivo do tipo de ilícito contra-ordenacional em apreço, ou seja, a imputação da conduta da recorrente a título doloso.