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- FactosProvados 1 – A autora é sucessora por incorporação do Banco, SA, nos direitos e obrigações deste artigo 1 da petição;  2 – A autora desenvolve a atividade bancária artigo 3 da petição;  3 – No âmbito da sua atividade e a solicitação dos réus, a autora concedeu-lhes um crédito sob a forma de descoberto, na conta de depósitos à ordem de que eram titulares, aberta na agência de do Banco com o número que atualmente, por ter sido objeto de remuneração interna, tem o n artigo 4 da petição inicial, artigo 52 do articulado de resposta às exceções);  4 – Tal conta foi aberta pelos réus no Banco, em data anterior à fusão mencionada em 1, em data que, em concreto não foi possível apurar mas situada há mais de 20 anos e podia ser movimentada por qualquer um dos seus titulares, por se tratar de conta solidária artigos 8 e 9 da contestação e artigo 8 do articulado de resposta às exceções);  5 – No dia 18 de fevereiro de 2002, a conta mencionada no artigo anterior apresentava um descoberto de € 019,61 artigo 5 da petição;  6 – Tal descoberto teve origem em, além do mais descontos/recâmbios de várias letras e livranças, operações estas efetuadas por vontade de ambos os réus artigos 1 e 9 da petição;  7 – Desde 18/2/2002 até 16/9/2002 o saldo negativo da conta supra mencionada aumentou de € 019,61 para 8394,64 artigo 10 da petição;  8 – A agência da autora de enviou aos réus as cartas cujas cópias constam de fls 13 e 14v, datadas de 4 de abril de 2005 e de 15 de maio de 2006, nas quais além do mais aí exarado, solicita o pagamento do saldo devedor da conta DO, solicitação que também lhes foi efetuada por funcionários da agência de aos réus artigo 11 da petição inicial, artigo 23 da contestação);  9 – Os réus não liquidaram o saldo devedor de € 8394,64, relativo a capital que se mantinha em dívida em 21/12/2016, embora conhecessem, pelo menos desde os contactos mencionados no artigo anterior, a existência do descoberto em conta em causa nestes autos, expressamente mencionado nas cartas que lhes foram enviadas em 4 de abril de 2005 e 15 de maio de 2006 artigos 12 da petição inicial e 31, 32, 35, 60 do articulado de resposta às exceções);  10 – Em 26 de novembro de 1997, entre os réus e o foi celebrado um contrato de abertura de crédito em conta corrente, até ao limite de 00000$00 correspondente a € 2990,89) para apoio a tesouraria, contrato esse que veio a ser renovado e renegociado através de documento particular celebrado em 29 de fevereiro de 2000, pelo prazo de três anos, prorrogável automaticamente por iguais períodos, nos termos e com o teor constante de fls 119 a 120 dos autos, aí se prevendo, designadamente que ") todos os pagamentos, quer de capital, quer dos juros, quer das comissões ou de outras despesas serão efetuados por débito na nossa conta DO n” artigos 19, 20, 21 da contestação e artigos 51 e 53 do articulado de resposta às exceções);  11 – As obrigações emergentes para os réus do contrato mencionado em 10 foram por eles integralmente liquidadas em 25 de janeiro de 2006 no âmbito da ação executiva instaurada pela autora no Tribunal Judicial de Mangualde e que correu os seus termos sob o n 15/05TBMGL artigos 22, 25, 82, 86, 87, 88 da contestação);  12 – Tal execução foi instaurada pela autora contra os réus em 23 de dezembro de 2005 por estes não terem regularizado a situação de incumprimento decorrente do contrato mencionado em 10, aí reclamando dos executados o pagamento da quantia de € 3205,95 artigo 24 da contestação);  13 – A celebração do contrato mencionado em 10 decorreu de dificuldades temporárias de tesouraria por parte dos réus artigo 70 da contestação);  14 – Na carta supra mencionada, datada de 4 de Abril de 2005, é solicitada aos réus a regularização quer da operação, relativa ao descoberto em discussão nestes autos e ainda a regularização da operação, referente ao contrato de abertura de crédito mencionado em 10 artigos 38 e 57 do articulado de resposta às exceções);  15 – Em 1 de janeiro de 2002 vigoravam entre a autora e os réus os acordos mencionados em 3/4 e 10 artigo 49 do articulado de resposta às exceções);    Factos não provados:  )  -  6, 14, 15, 18, 20, 21, , 24, , 38 na parte em que não se reconduz a mera impugnação), 42, 44, , 52, 60, 63, 65, 66, 67, 76, 79, 82, 85, 86, 87, 88, 90,da contestação; )   - Do Direito  Uma vez que o âmbito objectivo dos recursos é delimitado pelas conclusões apresentadas pelos recorrentes arts.