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Com efeito, por ela foi afirmado ter havido manuseamento da face e região cervical da vítima circa 00:09:40 das declarações, ter havido alguma coisa externa sobre o pescoço mas não poder dizer se foi ou não comprimido circa 00:16:47 das declarações, admitir que a causa da morte possa ter sido o agarrar do pescoço da vítima mas nada se ter apurado, a nível toxicológico e histológico que pudesse indicar a causa da morte circa 00:21:20 das declarações, que tiraria as mesmas conclusões do relatório da autópsia, mesmo que já tivesse informação sobre a versão dada pela arguida, mas não pode excluir, tendo havido agressão, o mecanismo reflexo inibitório originado por compressão do pescoço e estimulação do seio carotídeo como causa circa 00:25:45 das declarações, que soube que a vítima não foi socorrida e não sabe se o tivesse sido, morria ou não, mas sendo assim, houve omissão de cuidados circa 00:31:10 das declarações, que face à localização de algumas das lesões afasta a queda do início das escadas circa 00:44:40 das declarações, que não pode afirmar como certeza, a insuficiência cardíaca e a manipulação do seio carotídeo como causas da morte mas também não as pode excluir circa 00:46:45 das declarações, que o stress numa discussão e confronto físico se prende com a idade da vítima e pode desencadear imediatamente uma reacção destas circa 00:50:10 das declarações, que não pode conectar directamente as lesões verificadas com a morte circa 01:00:02 das declarações, que a existência da infiltração sanguínea existente no lado esquerdo da cartilagem tiróide, porque próxima do seio carotídeo, compatibiliza o mecanismo da sua estimulação com a morte, mas não pode afirmar, com certeza, que foi esta a causa da morte, na carótida não tem nada circa 01:07:45 das declarações, que é difícil atribuir um grau de probabilidade a ter havido a compressão do seio carotídeo, mas pode ter acontecido, é uma probabilidade circa 01:10:34 das declarações.