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927 a 941 dos autos, que o ruído medido tem, também, como fontes: o tráfego das vias municipais na envolvente, o ruído da vizinhança e animais cães). . Assim, face ao que supra ficou dito, não é possível estabelecer nexo de causalidade adequado entre o facto e um eventual dano não, sendo certo que a presunção de culpa plasmada no artigo 49 n1 do não desonera os Autores, do ónus de provar quer o dano pois os danos não se quer o nexo de causalidade. . A inversão do ónus da prova opera apenas, e tão somente, relativamente à culpa, é que, quanto aos demais pressupostos da obrigação de indemnizar, o respectivo ónus de prova recai sobre os Autores, já que os mesmos são constitutivos do direito que invocam e que pretendem fazer valer, atentas as regras consagradas no artigo 342 do  .