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1, Artigos 1 a 361, 3 ed., Coimbra Editora 2014, p.11 Ainda segundo tal autor, compreende-se o porquê de tal tratamento diferencial: enquanto na ação declarativa a manutenção da legitimidade do transmitente encontra justificação na proteção da parte contrária contra a excessiva dilação da ação em curso e a formação de caso julgado quanto ao adquirente constitui obstáculo à eventualidade de nova ação declarativa instaurada por este, "na ação executiva, que visa a realização coativa do direito do credor/exequente, postulando por isso o emprego, efetivo ou potencial, da força, é necessário garantir, no caso de ter havido sucessão na parte ativa da obrigação, a vontade do credor atual de recorrer aos dispositivos coercitivos e, no caso de ter havido sucessão na parte passiva, a eficácia dessas medidas, pois, sendo o devedor o adquirente, apenas os seus bens estão sujeitos à execução art.