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Ora, analisando os factos acima descritos em 1 a 3, à luz das regras de experiência comum e da normalidade da vida, não podem sobrar dúvidas de que, ao agir como agiu, o arguido sabia que não podia conduzir o veículo por este se encontrar apreendido apesar de estar na sua, assim como sabia que, ao fazê-lo, estava a desobedecer a uma ordem que lhe tinha sido comunicada de forma expressa e presencialmente de forma escrita e e por quem de direito, tendo ficado ciente das consequências da sua desobediência e, mesmo assim, quis atuar desrespeitando a ordem regulamente comunicada, agindo deliberada, livre e conscientemente, sabendo que a sua conduta era proibida e punida por lei.