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Seguiu-se decisão a considerar que "os motivos invocados pela exequente para não integrarem os executados em PERSI não colhem, tanto mais que, como a mesma admite, o contrato destinou-se também) a uso pessoal, e nesta medida, sendo consequentemente o mutuário consumidor, é o que basta para o regime do PERSI ser aplicável, imperativo e obrigatório” e a concluir a final:") o Tribunal decide rejeitar a presente execução para pagamento de quantia certa instaurada por, S.A., julgando-se verificada a exceção dilatória inominada de falta de PERSI, extinguindo-se a execução – artigos 1, n. 1, alínea, do Decreto-Lei n. 227/2012, artigos  e  do Aviso do Banco de Portugal n. 17/2012, e artigos 72, 72, 59, 59, e/ou 59 do NCPC”.