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O referido Dr. FF foi buscar ao procedimento disciplinar com intenção de despedimento antes instaurado contra o Dr. EE a justificação para não liquidar também a retribuição ao Autor mas não apenas tal significa que essa testemunha, não obstante as suas competências e responsabilidades na empresa empregadora, optara já, num, caso anterior e por sua autorrecriação e autoconvencimento, por se comportar de forma similar e ilegal, como os dois casos não são equiparáveis, dado aquele primeiro procedimento disciplinar ter cessado num tempo curto, de duas ou três semanas, por a Ré e o trabalhador Dr. EE, que aí era visado, terem colocado um fim ao vínculo laboral por mútuo acordo e feito, nessa sequência, as contas finais, o que não aconteceu, como sabemos, no cenário emergente desta ação, dado ter decorrido um período temporal de cerca de 3 meses e uma semana entre a suspensão preventiva do Autor 13/3/2017 e as referidas contas finais 22/6/201” Resulta daqui com clareza que o Tribunal da Relação formou livremente a sua própria convicção, atuando como o artigo 66 do CPC lhe permite com total autonomia.