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Alega, para tanto, que é filha do R. e de , que foram casados entre si e cujo casamento foi dissolvido por óbito da mulher, ocorrido em 13/8/1992, e em consequência do qual correu termos no então Tribunal Judicial da Comarca de Ovar, sob o n 4/92, processo de inventário no qual, em 19/01/1993, foi proferida sentença que declarou A. e R. como proprietários em comum e na proporção dos respectivos quinhões das verbas aí relacionadas como ns 7 e 8; apesar de não constar do mapa da partilha qualquer estabelecimento comercial, certo é que na verba n 7 se encontrava a funcionar um estabelecimento comercial de café e snack-bar, que não foi relacionado e que se encontrava averbado em nome da falecida ; do mapa da partilha também não constam as benfeitorias que se encontravam implantadas na verba n 8, consistentes numa casa térrea destinada a habitação, que só veio a ser concluída no ano de 2000; à data da instauração do inventário, a requerente, assim como as outras herdeiras, era menor e, por isso, desde então o requerido tem administrado em exclusivo as verbas que ficaram em comum, sendo que nunca prestou contas da administração nem deu qualquer informação.