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Foi por total ausência de prova nesse sentido que o Tribunal considerou como não provados os factos enunciados nas alíneas,,,, e. Nem as testemunhas indicadas pelos Requerentes e ouvidas em sede de audiência final – , trabalha como jornaleira para os Requeridos há cerca de 12 anos; AS, morador da freguesia de ; S., tio dos Requeridos; A. F., construtor -, nem os documentos juntos com a oposição fizeram a mínima prova de que após a morte de A. O., a Requerente começou a dizer que aquele havia permitido a mudança do terreno dado para o lado direito da igreja, com o argumento que não era autorizado construir atrás da igreja, nem que a Requerente fez pressão sobre os Requeridos com o argumento de que tinha de construir em três anos levando aqueles a partir essa ocupação entre os anos de 2010 a 2017, tendo a Requerente construído no terreno em questão nos autos uns muros no ano de 2011 através de peditório na freguesia, passando o terreno a ser usado como parque de automóveis.