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Através da presente acção invocava o autor/recorrente que o Banco ..., actual Banco A, S.A, o determinou em 102006 a aplicar € 5000,00 numa aplicação igual a um depósito a prazo, sem riscos, com capital e juros garantidos pelo Banco ..., e que podia movimentar o capital quando quisesse, desde que avisasse o Banco ... com três dias de antecedência;   Confiando em tal informação, o autor fez uma aplicação de € 5000,00, convicto de que o Banco ... lhe restituiria o capital e os juros, à data do seu vencimento ou quando o solicitasse, o que não veio a suceder;   O capital que investiu acabou por ser colocado pelo Réu numa obrigação SN 2006, sendo certo que se o autor tivesse percebido que poderia estar a dar ordem de compra de obrigações SN 2006 e que o capital não era garantido pelo Banco ..., não a autorizaria;   A acção foi julgada totalmente improcedente, decorrente do facto de o Tribunal se ter limitado, no essencial, a dar como provado que o autor em 18 de Abril de 2006, na agência do Banco ... sita em Peso da Régua, o Autor subscreveu um "boletim de subscrição” de 1 obrigação no valor nominal de € 5000,00 cinquenta, com a designação SNRM21 -SN 2006, que se encontra depositada em seu nome no Banco A, S.A. ponto  dos factos sendo que o gerente do Banco ... da agência de Peso da Régua disse ao Autor que, sendo uma aplicação do grupo Banco ..., estava garantido o reembolso do capital e juros ponto  dos factos.