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Por acórdão deste Supremo Tribunal na sua formação de apreciação preliminar prevista no n. 1 do artigo 15 do CPTA, de 2017, veio a ser admitida a revista, na parte que agora mais interessa, nos seguintes termos: ")  Como se vê, a única questão que o Recorrente coloca nesta revista é a de saber se o TCA decidiu bem quando, desvalorizando a importância dos documentos juntos ao processo e do teor de determinados depoimentos, entendeu que na valorização dos bens arrestados se devia atender apenas ao que constava do auto de arresto e não àqueles documentos ou depoimentos, tanto mais quanto era certo que, por um lado, destes resultava o seu preço enquanto novos quando era certo que os bens arrestados eram usados e, por outro, os valores indicados no auto de arresto não foram contestados aquando da sua realização.