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Por decisão de 29 de outubro de 2009, este último indeferiu a reclamação, considerando que:  - as 35 palavras-chave escolhidas pareceram-lhe relevantes para a pesquisa e, portanto, proporcionais ao objetivo buscado;  - os itens apreendidos parecem ter interesse direto ou indireto para a investigação criminal;  - não houve violação flagrante do privilégio cliente-advogado;  - cabia ao juiz de instrução do TCIC esclarecer os elementos relevantes para a investigação e que as alusões dos recorrentes a ele eram simplesmente perigosas vn  2  11 Para além do facto de o exame do Vice-Presidente do Tribunal da Relação de  ter como objectivo apurar se existia um risco flagrante de violação do segredo profissional dos advogados, constituindo assim uma garantia adicional ao controlo exercido pelo juiz de instrução, o Tribunal considera que, no caso em apreço, a decisão está suficientemente fundamentada neste ponto.