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38 e 39 do Código do Trabalho aprovado pela Lei n. 7/2009, de 12 de fevereiro, bem como nos art.s 25 crime de falsificação de do Código Penal e  crime de falsidade informática) da Lei 109/2009, de 15 de Setembro.» 1 A recorrida contra-alegou tendo concluído: a) A Recorrida não praticou qualquer facto suscetível de colocar em causa a relação laboral com o recorrente, pelo que a sanção de despedimento com que foi castigada e punida é ilegal, devendo assim ser reconhecida; b) Tanto assim é que o recorrente manteve a trabalhar, em funções idênticas às da Autora, trabalhadores que praticaram os mesmíssimos factos; ) Factos esses que, salientamos, não geraram qualquer dano ao Banco, nem a terceiros; ) Bem pelo contrário, o Banco manteve os Clientes carteirizados, nas mesmas condições em que a trabalhadora os angariara; e) Auferindo, naturalmente, daí rendimentos; f) Também aqui, assuma-se, se prova que a conduta da trabalhadora foi direcionada no interesse do Banco: angariar Clientes e criar condições para que o Banco lucre; g) Por outro lado, pode uma trabalhadora de 44 anos, bancária de sucesso, altamente respeitada por colegas e chefias, mãe de duas filhas gémeas, menores e com problemas de saúde, mulher de um homem doente, que sustenta toda a sua família, que praticou meia dúzia de factos que não geraram qualquer dano ao Banco, ser despedida mais de um ano depois de a entidade patronal conhecer, através dos órgãos próprios de inspeção e auditoria e da hierarquia comercial do Balcão, os factos, tendo continuado, ao longo desse ano, a trabalhar com todos os clientes, desempenhando as mesmas funções?