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O primeiro ponto que urge salientar é que o Recorrente se refere de forma genérica a "inúmera matéria de facto relevante por si alegada na réplica”, sem especificar os factos concretos a que não é feita referência na matéria de facto fixada pelo tribunal a quo e que, para si, se apresentam como relevantes segundo todas as soluções de direito plausíveis, sendo certo que a referência aos artigos 28 a 115 da réplica também nada tem de concreto, tanto mais que parte dos factos ai alegados têm efetivamente tradução na matéria de facto provada, como é o caso dos valores emprestados pelo Autor a que o mesmo alude nos artigos 46 e 48 da réplica e que têm correspondência no ponto dos factos provados, ou as diversas declarações a que se refere nos artigos 47 a 73 da réplica, cujo teor foi dado por integralmente reproduzido nos pontos a. e a p. dos factos provados; também o facto do capital considerado em divida nas declarações em causa, subscritas pela Ré e pelo seu falecido marido ou só por este, ser o capital atualizado com inclusão de juros vencidos até cada momento, é o que ressalta da alínea q. dos factos provados.