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Como da sentença consta, o tribunal recorrido conheceu dessa questão - da caducidade -, porque tal exceção foi invocada pelo embargado na sua contestação, pelo que era mesmo seu dever conhecer da mesma - como uma questão que se lhe impunha conhecer -, sob pena de omissão de pronúncia.Concluímos de todo o exposto que a sentença recorrida não padece de nenhuma das nulidades que lhe são apontadas pelos recorrentes.Da impugnação da matéria de facto:  Insurgem-se os recorrentes contra a decisão da matéria de facto provada nos pontos 1, 3, 7, 14, 15, 16, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31 e 32, considerando que os mesmos deveriam ser dados como não provados, com base nos documentos juntos aos autos – que indicam – assim como com base no depoimento das testemunhas – que também indicam.Pra dar como provada a matéria de facto ora impugnada, o tribunal recorrido baseou-se na prova produzida nos autos – indicada na fundamentação de facto da decisão -, que reanalisamos, e que consideramos ter sido devidamente valorada, não merecendo, por isso, ser alterada a decisão proferida.Assim, para dar como provados os factos 1 e 3, respeitantes ao teor da acta de 18-02-2014, rubricas e assinaturas da mesma, considerou, e bem, o tribunal recorrido, os documentos que constituem o título executivo acta de 18-02-2014 e documentos.