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Assentes nas enunciadas premissas, as questões que se encontram submetidas pelo apelante à apreciação deste TCAN resumem-se ao seguinte:  a- se na sentença sob sindicância a 1 Instância incorreu em erro de direito, por infração de regras de direito probatório material, ao julgar como provada a matéria dos pontos 5 e 6 e ao não julgar como provada, sequer como não provada, a "prova documental não impugnada pelo apelado – contratos unilaterais de hipoteca a favor do extinto INH – Instituto Nacional de Habitação – que há muito decorreram os cinco anos do vencimento da obrigação” e se, uma vez revisitada e reponderada a prova produzida e submetida a mesma a essas regras de direito probatório material alegadamente infringidas, se impõe concluir pela não prova da facticidade julgada provada nos pontos 5 e 6 e pela prova daquela outra facticidade; e  b- se ao julgar improcedente a exceção perentória da prescrição das hipotecas que oneram o pr��dio objeto dos autos, por interrupção do prazo prescricional, e ao ter, consequentemente, julgado improcedente a presente ação, a 1 Instância incorreu em erro de direito.