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Terminou as respetivas alegações com as seguintes conclusões que se: "Conclusões:   Em 26 de fevereiro de 2018, A. S. instaurou ação de regulação das responsabilidades parentais relativamente ao seu filho R. S., nascido a , contra o progenitor desta criança, A. ;  Logo na petição inicial é reportado que a criança reside com a mãe, que esta progenitora pretendia fixar o seu domicílio e o da criança em  - ilha francesa situada nas, requerendo-se desde logo a fixação de um regime provisório, em caso de acordo;  Contudo, tal fixação provisória das responsabilidades parentais não foi determinada, tanto mais que não foi possível a citação do requerido, antes da realização da conferência, realizada nos termos do disposto no art.