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A sentença da primeira instância considerou que o consórcio celebrado pelas rés " assume-se como consórcio interno, na vertente prevista na al do art 5 do n 231/81 pois, apesar das partes terem estipulado a constituição dos órgãos próprios do consórcio externo, as suas relações com terceiros, designadamente com a A. desenvolveu-se de forma exclusiva entre esta e a R. Almada Mining, limitando-se a R. EDM a fornecer a força de trabalho de uma das suas funcionárias a geóloga deslocada para o local da pesquisa e prospecção) e dinheiro para o outro membro do consórcio, sem assumir, de qualquer forma, qualquer obrigação para com a A., tanto mais que a facturação era emitida de forma exclusiva à R. Almada Mining”.