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4 – Também não assiste razão à sentença recorrida, ao não considerar objeto da intimação os juros compensatórios e as demonstrações de acertos de contas por parte da recorrida; 5 – Quanto aos primeiro decorre claramente o contrário do artigo 35, n 8, da Lei Geral Tributária; 6 – E quanto às segundas, decorre de modo cristalino do disposto nos artigos 97, da Lei Geral Tributária, e artigo 268, da Constituição da República Portuguesa, que asseguram a notificação efetiva e completa de todos os elementos do ato tributário, no seio da tutela jurisdicional efetiva dos direitos e interesses legalmente protegidos da recorrente e onde se incluem a demonstração dos acertos de; 7 – Sendo que, quanto a estas últimas, aquando da elaboração da sentença, não havia ainda sido notificada a recorrente das demonstrações dos acertos de contas referentes aos períodos de 002016 a 302016, e todas as referentes ao ano de 2017 – cfr.