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), sem prejuízo das que se encontrem prejudicadas pelo conhecimento anterior de outras e não sendo lícito ao tribunal ad quem conhecer de matérias nela não incluídas, salvo as de conhecimento oficioso, a única questão que se coloca à apreciação deste Tribunal da Relação é a de saber se, no caso, é de aplicar ou não o factor de bonificação previsto no número 5, alínea, das Instruções Gerais do Anexo 1 da Tabela Nacional de Incapacidades por Acidentes de Trabalho ou Doenças Profissionais, aprovada pelo n 352/2007, de 23/10, ao coeficiente global de IPP atribuído ao sinistrado.- FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO  Foram dados como provados, os seguintes factos:  1) S., nascido aos ../../, foi vítima de um acidente no dia 22/09/2017, pelas 15h00, quando se encontrava a trabalhar numa obra sita em , em Barcelos.---  2) À data S. exercia as funções de trolha sob ordens, direcção e fiscalização de "A. R., Ld.”, mediante a remuneração anual e ilíquida de € 429,40 nove , quatrocentos e vinte e nove euros e quarenta cêntimos).---  3) A responsabilidade infortunística encontrava-se integralmente transferida para a seguradora demandada.---  4) S. gastou a quantia de 25,00€ vinte e cinco em transportes ao tribunal e ao INML durante a fase conciliatória.---  5) A seguradora reconheceu o acidente como acidente de trabalho, o nexo de causalidade entre as lesões e o acidente, a retribuição anual, a data da alta, bem como a sua responsabilidade na reparação.---   Foi ainda considerado provado pela 1 instância o seguinte facto:  - O sinistrado está clinicamente curado, mas é portador da incapacidade permanente parcial de 10,3499% 0,103499) desde o dia imediato ao da alta alta que ocorreu em 20/02/2018).---  – APRECIAÇÃO DO RECURSO  Da aplicação do factor de bonificação previsto no número 5, alínea, das Instruções Gerais do Anexo 1 da TNI ao coeficiente global da IPP atribuída ao sinistrado.