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1 No articulado de resposta às exceções, a Autora argumentou o seguinte: - No que concerne à exceção do caso julgado, os Réus omitem que os sujeitos controvertidos na primeira ação eram o dito Movimento e a Autora, pois foram «afastados» daquela instância, uma vez que aquele se encontrava apto a responder judicialmente pelas suas dívidas; - A sentença proferida em 2017, no processo n. /YYLSB-A estipulou que não existiu quem sucedesse ao Movimento de Cidadãos, podendo os credores fazer valer os seus direitos relativamente aos membros da respetiva Comissão nos termos legais, uma vez que classificou o dito Movimento de Cidadãos como uma comissão especial, nos termos no artigo 19 do Código Civil; - Nos termos do artigo 20, n. 2, do Código Civil, os membros da comissão respondem, pessoal e solidariamente, pelas obrigações contraídas em nome dela; - Enquanto membros do Movimento, os Réus são partes legítimas nesta ação judicial; - Quanto à exceção da prescrição, na primeira ação judicial os Réus foram julgados parte ilegítima em sede de audiência prévia e absolvidos da instância, por decisão transitada em julgado em 312013; - Na ação /TVLSB, o Movimento de Cidadãos «FN à Presidência 2011 – Acreditar em Portugal» foi condenado a pagar à Autora a quantia de 14000,00 €, acrescida de juros de mora desde 12010; - O direito da Autora judicialmente reconhecido contra o Movimento quanto às rendas em dívida nasceu com a condenação em causa; - Aplica-se o prazo ordinário de vinte anos, previsto nos artigos 30 e 31, n. 1, ambos do Código Civil; - O acórdão do Tribunal Constitucional, publicado em DR no dia 22015 deu como entregues as contas do Movimento e, consequentemente, o mesmo extinguiu-se, pelo que os eventuais cinco anos de responsabilidade pessoal dos Réus sobre a data da extinção em causa não se encontram ultrapassados.