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Então a Infraestruturas de Portugal, S.A. empresa pública que resulta da fusão entre a REFER, Rede Ferroviária Nacional, e a EP, Estradas de Portugal, empresas destinadas a gerir e administrar as infraestruturas ferroviárias e rodoviárias em Portugal, poucos dias depois de ter sido publicitada a decisão que procedeu à aplicação de uma coima à F., bem como a um dos seus administradores, por terem adoptado condutas violadoras da Lei da Concorrência, especificamente, a participação num cartel formado por cinco empresas de manutenção ferroviária que combinaram apresentar propostas acima do preço-base de um concurso por si lançado, e com o objectivo de a prejudicar de a levar a pagar um valor superior ao que tinha estipulado para o e, em ostensivo prejuízo dos recursos públicos - premeia-a com uma adjudicação  de quase 3 milhões de euros?!