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Ora, do conjunto das disposições legais acima transcritas resulta que, uma vez adjudicado ao A. o direito e ação à herança ilíquida e indivisa que ficou a pertencer ao executado, correspondente a 1/9 dos bens relacionados, e tornando-se aquele o legítimo proprietário dos bens que vieram a preencher esse quinhão após homologação da partilha, era ao A. que cumpria diligenciar no sentido da entrega dos referidos bens, não podendo, a partir daí, ser assacada qualquer responsabilidade ao Serviço de Finanças pela falta de entrega efetiva dos bens pelo executado ao A. sem prejuízo, claro está, da eventual responsabilidade do executado pelos prejuízos causados ao A. com a falta de entrega dos bens e com a impossibilidade de este obter o valor aos mesmos.