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Foi proferido despacho que julgou procedente a excepção dilatória da ilegitimidade do Município de Faro, improcedente a exceção da ilegitimidade da autora, afirmou, no mais, a validade e regularidade da instância, identificou o objeto do litígio e enunciou os temas da prova Teve lugar a audiência de discussão e julgamento e depois foi proferida sentença, que dispôs a final: "Termos em que julgo improcedente a presente ação e respetivos apensos e, em consequência, absolvo os Réus "Polis Litoral Ria Formosa – Sociedade para a requalificação e Valorização da Ria Formosa S.A.” e Estado Português do pedido.”   Os AA processo principal e recorrem da sentença formulando as seguintes conclusões que se reproduzem: "A Ilha da Culatra é uma Ilha, cercada de água do mar; pelo que quanto a ela e à natureza e regime jurídico do seu leito, no que releva para a integração ou não no domínio público marítimo, regem o n 2 do art.