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Sucede que o entendimento perfilhado no presente AUJ entronca na recondução do referido prazo de três anos aos termos gerais da repartição do ónus da prova, constantes dos artigos 34, n. 2, e 34, n. 2, do , em sede dos prazos típicos de caducidade, como factos extintivos do direito que se pretende fazer valer,   Nesse enquadramento, considera-se que cabe ao réu o ónus de provar que tal prazo decorreu, por ser este quem estaria em melhores condições de o fazer, dado que o não decurso desse prazo representaria para o autor um facto negativo, como tal de difícil comprovação, razão esta subjacente ao disposto no n. 2 do indicado art.