Legal Document Excerpt:

f)-A recusa da Requerente em se submeter a uma avaliação das suas competências parentais por técnicos especializados para além de consistir numa manifesta desobediência a uma decisão do Tribunal, faculta-lhe ainda a possibilidade de se aproveitar da vantagem de conhecer o conteúdo do relatório do Requerido para esgrimir as suas desavenças e "atirar-lhe à cara” os factos e conclusões que melhor lhe aprouverem na cruzada que iniciou a partir do momento em que o Requerido pediu o divórcio;  g)-Não é compreensível nem aceitável que, após diversos agendamentos efetuados pela Unidade Funcional de Clínica forense da Delegação Norte do INMCF, a que a Requerente sempre faltou e que acabaram por dar azo à emissão de mandatos de condução de fls., o Tribunal venha agora "esquecer-se” de todos estes procedimentos e da desobediência voluntária e consciente da Requerente, optando unicamente pela sua valorização em sede de instrução.»    Foram oferecidas contra-alegações de recurso pelo Ministério Público, pugnando pela manutenção da decisão.