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Veio, na sequência, a ser proferida sentença, na qual, após identificação em "Relatório” das partes e do litígio, se alinharam os factos provados e não provados, relativamente aos quais se apresentou a correspondente "Motivação”, após o que se considerou, em suma, que resultando apurada a responsabilidade de indemnizar a cargo do FGA, a qual, na circunstância, em função do pedido, se restringia «aos danos não patrimoniais inerentes às lesões sofridas pelo Autor», restava determinar a concreta medida da obrigação de indemnizar, contexto em que se procedeu à ponderada apreciação e fixação dos danos, entendendo-se que se afigurava justo e equitativo o Autor ter  direito à indemnização global pelos danos não patrimoniais incluindo o dano biológico, na sua vertente não fixada em €8000, assim se vindo a concluir pelo seguinte concreto "Dispositivo”: «Nestes termos e pelo exposto decide-se julgar parcialmente procedente, por provada, a presente ação e, em consequência:  a) Condenar o Réu Fundo de Garantia Automóvel a pagar ao Autor .. a quantia de 8000€ oitenta, a título de indemnização global pelos danos não patrimoniais incluindo o dano biológico, na sua vertente não sofridos pelo Autor, acrescida de juros vincendos, à taxa legal aplicável às operações civis, contados desde a presente data até efectivo e integral pagamento.