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Nesta conformidade a redação do item 25 deverá ser reformulada, passando a constar nos itens a seguir indicados o seguinte: "3 – Por si ou através de outros para o efeito expressamente autorizados e seus anteriores possuidores, já mais de 5, 10 e 20 anos, de forma contínua, de boa-fé e sem oposição, que o Autor usufrui e é o único beneficiário das sua utilidades e rendimentos, designadamente pondo-o à venda, dispondo dele e vedando-o para preservar o seu domínio.” "8 – Após a celebração do contrato promessa, o J passou a ter problemas financeiros com o início da construção da moradia.” "9 – Por ao Autor interessar que o dito promitente comprador ou outrem iniciasse rápido a moradia e a terminasse depressa, a fim de receber o preço acordado, acedeu a passar uma procuração ao  Réu Dr. , advogado conhecido e amigo do J, a quem conferia poderes para vender o prédio descrito em  a quem entendesse e pelo preço e condições que julgasse convenientes, designadamente à 3 Ré "F, Lda.” "11 – O Autor só acedeu a passar a procuração por lhe ter sido criada a firme convicção, quer pelo J, quer pelo 2 Réu, de que a mesma só seria utilizada para a celebração do que tinha sido delineado no anterior contrato promessa e nos mesmos termos aí constantes” "12 – Ficou acordado entre o Autor, J e o 2 Réu que a procuração só seria usada exclusivamente nesses mesmos termos”; "25 – Na ação com o n 5789/06TBVNG, da ex-1 Vara de Competência Mista de Vila Nova de Gaia, foram intervenientes os aqui Autores e aqui Réus, com excepção dos 1s Réus;”b) Abuso de representação quanto à procuração utilizada na escritura de 04/04/2006 O Código Civil ao disciplinar a representação estabeleceu como sua regra geral, através do artigo 25, que "O negócio jurídico realizado pelo representante em nome do representado nos limites dos poderes que lhe competem, produz os seus efeitos na esfera jurídica deste último”.