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3 a 25 da certidão do processo n. 236/19TTABT junta aos autos em 30/10/2017); 	No âmbito acção instaurada referida em "” foi peticionado, a final, pela Autora que a acção fosse julgada procedente, por provada e, consequentemente, que fosse: "a) A R. condenada a reconhecer a ilicitude do despedimento da A., por falta de justa causa e de processo disciplinar; b)	A R. condenada a pagar à A. a quantia de €425,00 a título de indemnização por antiguidade, em relação à qual a A. desde já opta, bem como os salários já vencidos desde Junho de 2011 e Setembro de 2011, e dos que se vencer até à decisão final; )	A pagar à A. a quantia de €849,96 a título de subsídios de férias e de Natal dos anos de 2008, 2009, 2010 e 2011 e respectivos proporcionais; )	A pagar à A. a quantia de €725,00 a título de férias não gozadas, desde o ano de admissão até à presente data; e)	A pagar à A. as diferenças de salário mínimo desde a data do início do contrato até ao momento actual, no valor de €525,00; f)	A pagar à A. os subsídios de alimentação devidos desde a data do início do contrato, em valor não inferior a €395,00; g)	A pagar à A. o trabalho não remunerado aos sábados, domingos e feriados, desde o início do contrato até à data actual, no valor de €169,44; h)	A pagar à A. a quantia de €500,00 a título de danos não patrimoniais; )	Todos os valores peticionados devem ser acrescidos dos juros vincendos, à taxa legal, desde a citação até efectivo e integral pagamento; j)	A R. condenada a pagar as contribuições devidas à segurança Social, referentes ao período de trabalho da A. e descontado, para o efeito, pela A.; ) A R. condenada em custas e procuradoria condignas.” cf fls.