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Também perfilha desse entendimento Tomé ’Almeida Ramião "Divórcio e Questões Conexas – Regime Jurídico Actual”, 3 ed., Quid Iuris, p. 137, autor também citado na decisão, ao referir que "o factor principal ou mais preponderante será a avaliação da "premência da necessidade” da casa do cônjuge que mais precisa dela, supondo que ambos dela necessitam, e nessa avaliação contará, também, o interesse dos filhos, a situação económica de cada um dos cônjuges, o seu estado de saúde, a sua idade, a capacidade profissional de cada um deles, como outros factores relevantes, afastada a questão da culpa no divórcio, outro elemento que era considerado e deixou de o ser”.