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É neste sentido que a jurisprudência deste Supremo Tribunal Administrativo vem afirmando, desde há muito, que «independentemente da natureza plural ou singular da relação subjacente, salvo disposição em contrário, não há lugar a litisconsórcio ativo em recurso contencioso, ainda que o acto seja indivisível» - Acórdãos de 29 de março de 1979, proferido no Processo n. 1518, de 4 de Abril de 1989, proferido no Processo n. 2492, de 6 de abril de 1995, proferido no Processo n. 3721, de 11 de maio de 2000, proferido no Processo n. 4955, de 5 de Abril de 2001, proferido no Processo 4912, e finalmente de 7 de outubro de 2004, proferido no Processo n. 01425/0 No último acórdão citado, em que se discutia, precisamente, a legitimidade de um co-herdeiro para impugnar um ato de declaração de utilidade pública de uma expropriação, afirmou-se expressamente o seguinte: «) importa saber se, no caso sujeito, existe, ou não, norma, que contrariando o regime-regra, imponha o litisconsórcio necessário activo.