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Motivação:   «O Tribunal baseou a sua convicção no conjunto da prova produzida em audiência, à luz do princípio da livre apreciação da prova consagrado no art 127 do Código de Processo Penal e na estrita observância do princípio da legalidade art, do princípio da presunção de inocência e do princípio in dubio pro reo que vigora em direito penal, com acolhimento na Lei Fundamental art 32, n 2 da Constituição da República, designadamente:  - Auto de denúncia de fls 30 e v, apresentada pela assistente em 05/09/2017 junto da PSP de Braga, acusando a arguida de, no dia em apreço nos autos, a ter injuriado e ameaçado, com seguinte expressão: "cabra, tu vais ver onde vais parar”.