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Recaindo sobre o sujeito passivo o ónus da prova do excesso na quantificação artigo 7 n. 3 da e não tendo este logrado demonstrar erro ou manifesto excesso na matéria tributável quantificada artigo 10 n. 3 do, não podia a sentença recorrida fundar a anulação da liquidação na existência de "fundada dúvida” sobre a quantificação operada, ao abrigo do n. 1 do artigo 10 da LGT, pois que tal caminho lhe estava vedado na situação concreta dos autos, mercê do recurso a métodos indirectos.” Ora, face a todo exposto, tendo a prova do erro ou excesso de quantificação de ser positiva e concludente, e não tendo a Recorrida logrado demonstrar esse erro de quantum -inexistindo qualquer questão julgada prejudicada- a decisão que julgou a impugnação judicial procedente não pode manter-se na ordem jurídica, tendo, por isso, de ser revogada.