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7 Não obstante resulte da sentença que «A testemunha J, arrolada pela  ré, explicou de forma prolixa a relação contratual estabelecida entre as rés», o que é certo é que, sendo o contrato de seguro um contrato formal, necessariamente reduzido a escrito através da respectiva apólice, como decorre do disposto no artigo 3, n. 2 do RJCS, a prova das respectivas condições não pode ser feita testemunhalmente, não podia o tribunal a quo, admitir a produção de prova testemunhal sobre esta matéria, por ser é inadmissível a prova testemunhal de tal facto nos termos previstos no artigo 39, n. 1 do  7 Colocado perante o teor das garantias contratadas que constam do único documento junto pela 2 ré respeitante à apólice do contrato de seguro e suas condições particulares, qualquer declaratário médio interpreta que o capital seguro em caso de incapacidade permanente é de 000,00 €; 7 Por isso, e salvo sempre o devido respeito por diverso entendimento, tem-se este capital de 000,00 € como patrimonialmente fixado para a concreta cobertura no caso de verificação do risco coberto incapacidade, devendo o contrato de seguro ser interpretado, na dúvida, contra a parte que o redigiu e enunciou as respectivas cláusulas, mormente cláusulas contratuais gerais, valendo, neste âmbito, o princípio in dubio contra stipulatorum.