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considerou que o Recorrente não cumpria, fundamento que o Recorrente deixou incólume», sendo que «acresce ainda que, até à data da decisão impugnada, o Recorrente não tinha requerido, junto do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, qualquer requerimento de concessão de autorização de residência para exercício de atividade profissional subordinada, o que impede, naturalmente, que o Tribunal condene o ora Recorrido a conceder ao Recorrente a referida autorização de residência, pelo que a apreciação da violação, por parte da sentença recorrida, do n. 6 do artigo 8 da Lei n. 23/2007  se afigura inútil», para além de que não foi rebatido «o fundamento, igualmente aduzido na sentença recorrida, segundo o qual o procedimento previsto no artigo 12, n. 1, alínea, da Lei n. 23/2007  e do n. 2 do artigo 6 do Decreto Regulamentar é um procedimento oficioso, não existindo "qualquer procedimento de iniciativa oficiosa promovida por proposta do Diretor Nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras dirigido ao Ministro da Administração Interna, nem tão-pouco pelo próprio Ministro da Administração Interna”, fundamento de improcedência da ação que, por não ter sido atacado, sempre permaneceria mesmo que o Tribunal concluísse pela procedência da alegação do Recorrente, que sempre seria infrutífera dado ser insuficiente para mudar o decidido pelo T.A.F.