Legal Document Excerpt:

– Além do mais, como é afirmado na própria Decisão em causa, tudo não passavam de considerações, o que não constitui qualquer acordo, nem estando disposto o progenitor a interromper ou – como se disse – fazer ouvir a sua voz ao mesmo tempo que outras, mas pelo contrário esperando serenamente a sua vez para falar, e nem o seu Mandatário teria poderes especiais fosse para o que fosse;  – E se com alguma coisa concordou, a contragosto, foi que lhe retirassem o primeiro dia do seu fim-de-semana que seria quinta-feira e passou a ser sexta-feira), o qual ora estava em cima da mesa, ora deixava de estar;  – E desde já se diga que, sendo tanto pai como a progenitora é mãe, para quem vinha a pedir legitimamente igual tempo com a sua filha, em muito cedeu o progenitor, mas sempre consciente e atento naquilo que estava a ceder, por isso – e não só – ouvia mais do que falava;  – Com o devido respeito – que é muitíssimo –, mais surpreendente se torna a afirmação final constante da Decisão em causa: "isto com a intenção de a menor não estar muitos dias seguidos com o mesmo progenitor” sublinhado;  – Pelo que resta questionar se a mãe ficou com a guarda da filha, junto da qual foi fixada a residência, tendo sempre a filha consigo, e ficando o progenitor – que é pai – a ter apenas um fim-de-semana de quinze em quinze dias e folgas semanais que se pretende limitar, não fica a menor muitos dias só com a mãe?