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Com efeito, aí foi invocada: a obrigação, a cargo do R., "de gerir de forma rigorosa os recursos e as pessoas que nele trabalham, procurando garantir a máxima eficiência na consecução dos seus objetivos, no respeito pela legalidade e pelos bons princípios de gestão de recursos humanos”; a consideração de que o desenvolvimento de parte da atividade do IPFN em Coimbra não faz sentido, tendo em conta "a dinâmica de desenvolvimento do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear nos últimos anos e os novos desafios e constrangimentos que se têm colocado”; e, por último, o argumento de que "o contexto específico em que tem estado a desenvolver as suas atividades enquanto trabalhador do IST configura uma situação irregular” e, por outro lado, de que "os concursos de acesso a que se apresentou no âmbito da sua carreira profissional no IST, dos quais cito o último, aberto em 202003, mencionam expressamente que o local de trabalho é no Instituto Superior Técnico” cfr.