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E, uma vez que a A. não fez a opção pelo Regime Jurídico do Contrato Individual de Trabalho, como lhe era facultado pelo n 2, do artigo 7 do n 287/93, afigura-se-nos que continua sujeito ao regime do funcionalismo público, nos termos em que já se encontrava, mas, tendo em conta as modificações exigidas pela natureza específica da atividade da CGD.»   3 Passando, então, à questão de saber se, no caso concreto, seria de aplicar à A. o regime decorrente do n 503/99, de 20 de novembro, o Tribunal, a partir da transcrição normativa pertinente Artigo 2 daquele, ponderou e concluiu:  « na situação que nos cabe analisar, a Autora foi admitida por contrato de provimento e não optou pelo regime do contrato de trabalho.