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da freguesia de ..., atualmente corresponde ao artigo matricial sob o n. , de União de freguesias de ... ... e ..., situado na ..., Vila Nova de Famalicão, com as seguintes confrontações, Norte: Arruamento; Sul; J. R.; Nascente: Caminho Publico; Poente: P., O prédio Rústico, integrante do supra citado prédio Urbano, correspondia ao artigo matricial sob o n. ..., da freguesia de ..., correspondendo atualmente ao artigo matricial sob o n.  rustico da União de freguesias de ... ... e ..., situado na ..., Vila Nova de Famalicão, com as seguintes confrontações, conforme documento n. 2 que se junta, Norte: P., Sul; Estrada Municipal, Nascente: Caminho Publico, Norte: J. R., Ora, conforme se evidencia pelas inscrições matriciais, e confrontações prediais, ambos os prédios, tem as mesmas confrontações ou confrontantes, caminho publico, P., J. R.; Foi apresentada participação da declaração modelo 1 do imposto de selo sobre transmissões gratuitas apresentada em 12/10/2014 e registada sob o n. 1554717, encontra inscrita como verba n. 1 para partilha, o respetivo prédio Rústico com o artigo matricial sob o n. ; Após a apresentação deste requerimento, a  Juíza "a quo” proferiu o despacho conforme proferidos sob a ref: 160880615 á margem referenciados, Ora, o objecto deste recurso de agravo é precisamente este despacho; Salvo o devido e merecido respeito, que é muito, a Apelante, entende que a  juiz "a quo” nesta parte decidiu mal, pois entende que na contestação apresentada bem como no requerimento subsequente, ficou bem determinado a existência do referido prédio rústico, onde se insere o prédio urbano, que será objeto de divisão, e que encontrando-se o prédio urbano inserido no prédio rústico, tal factualidade controversa mas assente, só poderá ser resolvida com a produção de prova em sede de audiência e julgamento e o respetivo registo predial do prédio rústico, Dai o presente recurso, Efetivamente entende Apelante que, existe o respetivo prédio rústico que se encontra inscrito na matriz predial rústico sob o artigo n.  rustico da União de freguesias de ... ... e ..., situado na ..., Vila Nova de Famalicão, onde o referido prédio urbano objeto de divisão de coisa comum, insere-se dentro do respetivo prédio urbano, e por isso a sua divisão ou alienação do respetivo prédio urbano, tem como consequência necessária e direta a divisão e alienação do prédio rústico, apesar de se encontra omisso na conservatória de registo predial, Assim, competia aos Autores promoverem o respetivo registo predial, junto da Conservatória de Registo predial, do respetivo prédio rústico, por sua iniciativa ou mesmo oficiosamente, Dispõe o art.