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Por um lado, que «atrasaria significativamente o julgamento nos presentes autos, aumentando a indefinição quanto à regulação definitiva do exercício das responsabilidades parentais e possibilitando a manutenção ou agravamento do conflito parental», já que não se enxerga a oportunidade de tal referência pois o Meritíssimo Juiz de Direito não atribuiu ao processo natureza urgente, não se percebe tal preocupação quando, para além do mais, deixou decorrer 4 meses entre o momento em que foram apresentadas as «alegações» as últimas das quais pelo progenitor em 20/06/2020), até à data em que se pronuncia, em 20/10/2020, sobre a prova requerida, não se tem por consequente que a regulação definitiva das responsabilidades parentais ponha termo ao dissenso entre os progenitores, sendo que as responsabilidades parentais encontram-se provisoriamente definidas e a forma como se encontram reguladas a ser estritamente acatada pelos progenitores. . Por outro lado, que «não é de todo indispensável face à multiplicidade de informações recolhidas nos autos», já que a informação que se pretende com a perícia não se sobrepõe ou coincide com a existente nos autos como o próprio Meritíssimo Juiz de Direito reconhece ao referir que a mesma «relatórios sociais, relatório de audição técnica especializada, declarações dos progenitores e das técnicas da ATT e do, se cinge, como consigna, às «competências parentais dos progenitores no sentido de ambos serem igualmente aptos a cuidarem da sua filha, seja num cenário de residência alternada, seja na hipótese de residência exclusiva a favor de qualquer um deles» e «quanto ao regime que entendem poder ser aplicado».