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Proc Civil aqui aplicável ex o disposto no art33 n1 do Regime Geral do Proc Tutelar Cível) confere, na verdade, ao juiz um poder autónomo de gestão activa e efectiva do processo: a nova tramitação processual impõe, pois, ao juiz um novo "poder-dever”: este passa a ter o dever de direcção, de impulso, de simplificação e agilização processual, bem como o dever de sanação de actos meramente dilatórios e da falta de pressupostos processuais, devendo determinar a realização de todos os actos necessários a regularizar a instância;  – Também, aqui, com a consagração deste princípio da gestão processual há uma clara adesão do direito processual português à regra anglo-saxónica do "active case management”: a gestão inicial do processo encontra assento no artigo 590 do Cod.