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Deste modo:  - procede o recurso da ré na parte em que sustenta que o valor diário não deve ultrapassar a quantia de 10,00€;  - procede o do autor quanto ao período compreendido entre 11-12-2017 a 09-02-2018;  - improcede o recurso da ré na parte em que defendeu que defendeu ter oferecido a indemnização devida em 29-01-2018, data a partir da qual teria o autor incorrido em mora por a não ter aceite, uma vez que tal oferta não compreende e não cumpria a obrigação integral desde logo porque não procedente na medida pretendida a impugnação do facto do ponto 12;  - improcede, consequentemente, quanto à obrigação de pagamento do aluguer do veículo - 634,23€ relativo ao período de 31-01-2018 e 09-02-2018;  - no mais, procede, em parte, quanto à pretendida revogação da sentença no período posterior a 09-02-2018, sendo, porém, de considerar, como se disse, todo o decorrido de 29-11-2017 a 18-09-2018, num total de 294, ou seja, 940,00€.”  Cotejada a facticidade demonstrada e uma vez sufragado o enquadramento jurídico consignado no aresto recorrido, este Tribunal ad quem, ao rever-se no acórdão sob escrutínio, não deixa, neste particular, de acentuar o expendido: "Ora, verdadeiramente sem possibilidade de dispor de qualquer ve��culo, o autor apenas esteve no período que imediatamente se seguiu ao acidente, ou seja, de 29-11-2017 a 10-12-201  Porém, sendo certo que, por isso, não estão aqui em causa prejuízos de natureza estritamente patrimonial como seriam os derivados dos constrangimentos no exercício da actividade profissional ou outra análoga e consequente privação de rendimentos através delas auferidos, não deixou o autor de invocar e não deixa de ser certo que, além disso, a privação do veículo, para mais quando se tratava de, como salientou aliás o tribunal recorrido, uma viatura por si escolhida, a seu gosto, de reputada marca, gama alta, com vários dispositivos de segurança e de requintado conforto "pouco comuns” designadamente os muitos "extras” – cfr.