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Finalizaram a sua alegação com as seguintes conclusões:    A – O despacho de 9 de novembro de 2020, aqui em análise, está ferido de nulidade por violação do preceito ínsito na alínea do n. 1 do artigo 61 do CPC, em conformidade com o que vem alegado em todos os pontos A, B,   B – O Acórdão do Tribunal a quo está ferido de nulidade por violação do preceito ínsito na alínea do n. 1 do artigo 61 do CPC, em conformidade com o que vem alegado em todos os pontos A, B,   Nestes termos e nos melhores de direito e com o sempre mui douto suprimento de Vossas Excelências, deve ser concedido total provimento ao presente recurso e, em consequência, revogar-se o Acórdão proferido no tribunal a quo e assim anular o despacho proferido no tribunal de  instância, exarado na Ata de Audiência de Julgamento de 9 de novembro de 2020, com referência .......  Assim se fazendo a costumada Justiça!