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Os apelados limitaram-se a sustentar que não se verifica a nulidade invocada, porque o Tribunal da Relação de Lisboa já se havia pronunciado nos autos no sentido de que a prova da disponibilização efetiva do valor em causa pelo R. aos A.A. não poderia ser feitas apenas com base nos documentos de fls 31, verso, a 32, sendo que a única testemunha ouvida sobre essa matéria não resultou a demonstração da disponibilização desses valores pelo R., nem a movimentação desses montantes pelos A.A.. Por outro lado, não haveria contradição entre os factos, porque do ponto 7 da matéria de facto provada resulta apenas que foi acordado entre as partes uma concessão de um empréstimo sob a forma de conta-corrente e não foi feita prova da existência da dívida ou da sua movimentação pelos A.A.. A Mm.