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Acordam na Secção Cível do Tribunal da Relação do Porto:  – O processo na  instância 1 – , Lda., , E, F e G deduziram embargos de executado contra B, SA, cumulando-os com oposição à penhora, e pediram que se julgue a execução improcedente por ilegitimidade ativa do exequente e do próprio título e, caso assim se não entenda, a suspensão da execução até à decisão em definitivo da legitimidade ativa; que seja declarada a nulidade da citação e consequentemente das penhoras por erro na forma do processo, que os juros vencidos e vincendos sejam considerados nulos por não se mostrarem líquidos e exigíveis, uma vez que os executados desconhecem os seus valores, taxas de juros aplicadas, e nunca receberam qualquer extrato a informar os valores em divida, nem estes estão documentados, que seja ordenado o cancelamento de todas as penhoras constituídas sobre os imóveis na execução por serem ilegais, uma vez que, registadas a favor de quem não é titular das responsabilidades que lhe servem de garantia.