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A agressão do arguido na pessoa do ofendido e na pessoa dos ofendidos e EE e na pessoa da FF diz respeito à única resolução do arguido de atacar o grupo onde os ofendidos se encontravam, não se vislumbrando qualquer interrupção da actuação do arguido após ter iniciado o ataque ao grupo onde todos se encontravam, correspondendo a actuação do arguido desde o inicio e quanto à agressão física aos ofendidos ao mesmo pedaço de vida.»   No acórdão recorrido, referenciando-se pertinentes contributos da doutrina e da jurisprudência sobre o conceito da especial censurabilidade ou perversidade e do exemplo padrão referente à «futilidade do motivo», entendeu-se, como já se disse, não se vislumbrar na actuação do arguido contra os ofendidos FF, e EE a especial censurabilidade pressuposta no artigo 13, n.s 1 e 2, alínea, do Código Penal, justificando-se tal conclusão nos seguintes termos:   «Vejamos, pois, a circunstância qualificativa que é imputada ao arguido e se a mesma constitui indício válido da especial censurabilidade ou perversidade pressuposta no art.