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4 junto aos autos com a p.do processo n 691/26BEBRG e depoimento das testemunhas A. e N.); WW)	Os recorrentes e as sociedades "A., LDA.” e "B. , LDA.” não foram notificados da instauração do inquérito n 374/17IDBRG facto não.No que se refere à factualidade não provada exarou-se que: Considera-se não provado o seguinte facto: 1)	não soube esclarecer os inspectores tributários acerca dos negócios referidos nas alíneas, e, alegando que teria sido o seu irmão, A., quem acompanhou todo esse processo.A título de fundamentação da matéria de facto, decidiu-se na sentença recorrida que:   «A matéria de facto dada como provada foi a considerada relevante para a decisão da causa e resultou das posições assumidas pelas partes nos respectivos articulados e da análise crítica e conjugada de toda a prova produzida nos autos, nomeadamente as informações oficiais cfr.