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da RL de 12012 relator: Luís Espirito, in dgsi.pt, como decorre do sumário respectivo: " - A profunda e patente desorganização e as diversas e reconhecidas irregularidades/falsidades constantes da documentação da insolvente, da inteira e exclusiva responsabilidade do apelante, uma vez que era o mesmo quem a geria de facto, integram sem qualquer margem para dúvidas a previsão da aliena, do n 2, do art 186, do CIRE, conduzindo ao sintomático resultado que está à vista de todos: a actividade comercial da requerida  numa área habitualmente lucrativa : a venda de produtos farmacêuticos redundou, no fim de contas, no absoluto vazio patrimonial da empresa, com os inerentes prejuízos para os respectivos credores.