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A Exm Magistrada do Ministério Público junto do tribunal de primeira instância apresentou resposta ao recurso, entendendo que o mesmo não merece provimento e concluindo a sua resposta nos seguintes termos em transcrição): " Apresentou o arguido, em 24 de setembro de 2021, recurso da decisão proferida pelo Tribunal "a quo”, na qual invoca, para além do mais, a nulidade prevista no artigo 363 do Código de Processo Penal quanto à gravação do julgamento, que obteve em 03 de setembro de 202  Face ao teor do artigo 363 do Código de Processo Penal e ao Acórdão de Uniformização de Jurisprudência proferido pelo Supremo Tribunal de Justiça de 03 de julho de 2014, no processo n 419/11TAFAF.G1-A.S1, a invocada nulidade, a existir, o que não concedemos, deveria ter sido invocada junto do Tribunal "a quo”, em requerimento autónomo, e é extemporânea, porque não foi invocada nos 10 dias seguintes à tomada de conhecimento das referidas gravações, devendo por isso considerar-se sanada.