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136 do CT, foram todos preenchidos, com especial relevância, para o facto de que tal cláusula, não resultou de imposição do legislador, mas antes de acordo de vontades das partes, isto é, entre a A./Recorrente e Ré, assentando, assim, na autonomia da trabalhadora, que livremente assinou o contrato de trabalho, sem pedir qualquer alteração, estando perfeitamente consciente do que estava a assinar, 38 Pois que, à semelhança dos demais trabalhadores da Recorrente, a Ré levou a minuta do contrato de trabalho para casa, durante alguns dias, para o analisar e só depois é que o assinou, tendo tido mais do que tempo suficiente para o analisar e, não concordando, sempre poderia ter-se manifestado contra a aposição de tal cláusula no contrato - o que nunca aconteceu.