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Vieram então os embargantes dizer que «atualmente não existe no local qualquer rede metálica assente em postes, nem existe qualquer entulho», ao que a exequente respondeu, afirmando, designadamente:  - É falso o alegado pelos embargantes, a rede metálica continua no local, tendo sido reforçada com arames apoiados nos postes de cimento;  - O monte de brita desapareceu, mas não se conhece o que ali foi enterrado; - Os embargantes não só não cumprem o decidido por sentença transitada em julgado, confirmada por Acórdão da como faltam à verdade ao Tribunal e continuam a praticar actos que perturbam, impedem, dificultam e estorvam o livre exercício do direito de propriedade, construindo o muro de cimento já depois do trânsito em julgado do Acórdão e agora reforçaram as vedações metálicas.1  - De forma livre, voluntária e conscientemente afirmam que "não existe no local qualquer rede metálica assente em postes, nem existe qualquer entulho” apenas é verdade que a brita, faltando ostensivamente à verdade, pelo que devem ser condenados como litigantes de má fé em multa e indemnização condigna, conforme o previsto nos art.s 542 e seguintes do Código de Processo Civil.