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33) No entanto, o Venerando Tribunal da Relação de  decidiu manter dispondo o acórdão que "A veracidade do enunciado vertido no ponto 3 Resulta inequívoca dos depoimentos das testemunhas BB e A testemunha BB descreveu a experiência acumulada ao longo de anos no exercício da atividade de skipper, o que foi inteiramente confirmado pelo depoimento da testemunha ”  34) Ficou igualmente provado que "1 No circunstancialismo de tempo e lugar referidos em 1, BB pilotou a embarcação procurando minimizar o impacto da ondulação que se fazia sentir, para cómodo dos passageiros nela transportados.”  35) O Tribunal da Relação de  reformulou o ponto 3 da sentença o qual passou a 18 na reordenação pelo, tendo, no entanto, mantido a parte que agora se transcreveu o que demonstra que foi feita prova neste sentido pelos depoimentos das testemunhas BB e   36) Aliás, o Venerando Tribunal da Relação de Lisboa entende não ser importante assentar a velocidade a que seguia a embarcação 18 nós), se não tê-lo-ia feito, já que essa velocidade resulta do depoimento do skipper que o Tribunal da Relação diz ser credível.