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Segundo as conclusões do recurso, as questões suscitadas resumem-se, em suma, em determinar se a decisão judicial recorrida enferma de erro de julgamento ao decidir pela correta execução do julgado: 	Erro de julgamento de direito, quanto à interpretação e aplicação dos artigos 3 e 5, n. 1 e 3, n. 4, do Estatuto da Aposentação, por a aposentação extraordinária não exigir um tempo de serviço relevante para que seja concedida a aposentação, implicando que o cálculo da dívida tenha em conta o tempo de carreira em falta 22 até perfazer os 36 anos de carreira ficcionados pelo regime de aposentação extraordinária e não o período de 30 meses; 	Erro de julgamento, por contradição ao invocar que o Recorrente tem 34 anos, 1 mês e 5 dias de serviço efetivo e depois invocar que tem 33 anos de serviço efetivo; 	Erro de julgamento ao considerar como tempo de bonificação 5 anos, 5 meses e 28 dias, no errado pressuposto de ser de 38 anos e 6 meses a carreira contributiva do Recorrente, quando o tempo de serviço que se considera é de 36 anos.