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Não resultou provado, com relevo para a decisão a proferir, que:   a - em meados de 1998, a Requerente, a , o , a EE e o FF tenham acordado em partilhar, em vida da , o prédio referido em 5-;   b - a Requerente, a , o , a EE e o FF tenham acordado que o prédio referido em 5- seria adjudicado à requerente, que esta pagaria tornas à EE e ao FF, e que a e o ficariam com o direito a habitar o referido imóvel;   - a Requerente, a , o , a EE e o FF, no âmbito de acordo para partilha em vida, tenham fixado em 7 800 000$00 o valor do imóvel referido em 5-;   - a Requerente, a , o , a EE e o FF, no âmbito de acordo para partilha em vida, tenham acordado que a requerente recorreria a financiamento bancário para obter o dinheiro necessário ao pagamento das tornas devidas à EE e ao FF;   e - a Requerente, o Requerido, a , o , a EE e o FF, no âmbito de acordo para partilha em vida, tenham combinado que a requerente e o requerido obteriam empréstimo bancário para obter o dinheiro necessário ao pagamento das tornas devidas à EE e ao FF; e que a requerente e o requerido organizariam os actos necessários à viabilização do acordo da partilha em vida com reserva do direito de habitação a favor da , do , da EE e do FF;   f - a pedido da Requerente e do Requerido, a , o , a EE e o FF tenham decidido a outorga de escritura de compra e venda do imóvel referido em 5- em vez da celebração de escritura pública de doação com partilha em vida e reserva do direito de habitação;   g - Requerente e Requerido tenham acordado que seria o requerido a figurar como comprador do imóvel referido em 5- para evitar dúvidas à instituição bancária financiadora quanto ao verdadeiro acto de transmissão do imóvel;   h - a Requerente, no âmbito do inventário referido em 15- e 16-, tenha apresentado proposta para adjudicação do imóvel referido em 5- na convicção de estar a requerer apenas a adjudicação das benfeitorias realizadas no prédio;   - após a partilha decretada no âmbito do processo de inventário referido em 15- e 16-, a Requerente resida no imóvel referido em 5- na convicção de exercer direito próprio, ignorando lesar direito alheio, e sem oposição de quem quer que seja;   j - ao intervir na escritura pública referida em 9-, a não tenha querido vender o imóvel, mas antes doá-lo à Requerente com a finalidade de o ver partilhado em vida entre os filhos;   k - a não tenha recebido do Requerido o preço declarado na escritura pública referida em 9-;   - ao intervir na escritura pública referida em 9-, o Requerido não tenha querido comprar o imóvel, mas antes interpor-se em nome da requerente para receber e aceitar uma doação a favor daquela;   - o Requerido não tenha pago o preço declarado na escritura pública referida em 9-;   n - ao intervirem na escritura pública referida em 9-, o e a EE não tenham querido autorizar a venda, mas antes autorizar a doação do prédio à requerente no âmbito de partilha em vida, com reserva do direito de habitação para os pais, e receber a sua composição em tornas por tal partilha em vida;   o - as declarações feitas na escritura pública referida em 9- não correspondam à vontade real dos declarantes;   p - o FF tenha querido a doação à sua irmã do imóvel referido em 5-;   q - a Requerente e o Requerido apenas tenham querido a celebração de escritura de compra e venda para, enganando a instituição bancária, obterem o financiamento do dinheiro necessário ao pagamento das tornas e beneficiarem de taxa de juro mais reduzida; e que apenas tenham feito crer à instituição bancária que estavam a celebrar um negócio de compra e venda;   r - Requerente e Requerido tenham querido que a doasse o imóvel à requerente, com reserva do direito à habitação a favor da e do ;   s - Requerente e Requerido tenham pago qualquer quantia a título de tornas ao FF;   t - o Requerido tenha outra habitação além do imóvel referido em 5-;   u - o Requerido tenha procedido à alienação de bens próprios para aplicar o produto dessa venda, no valor de 9 000 000$00, nas obras realizadas no imóvel referido em 5-.