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Neste enquadramento, conclui-se que os autores recorrentes têm de facto direito a executar no património da ré E os outros bens além dos bens imóveis que lhe foram adjudicados na partilha impugnada e celebrada em 18 de maio de 201 Por assim ser, para satisfação do seu crédito no montante de € 2472,16 metade do valor que pagaram na qualidade de sucessores de coavalista de livrança), a que acrescem juros de mora à taxa legal desde a citação até efetivo e integral pagamento, os autores têm o direito a executar no património da ré E a Quota com o valor nominal de € 1750,00 na sociedade comercial por quotas sob a firma "K, Lda.” e a Quota com o valor nominal de € 250,00 na mesma "K, Lda.”.