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- Por directo confronto - igualmente destacado nas Alegações de recurso -, o tribunal a quo, na decisão da matéria de facto proferida, pronunciou-se, também, sobre os factos constantes dos artigos 5 a 6,6, 6 a 6, 7, 8, 8, 8 a 9, 10, 10, 11, 11 a 12, 12, 13 a 14 das alegações de recurso do acórdão arbitral apresentadas pelas Interessadas, ora Recorrentes, na formulação utilizada, através da qual consagra que: «A factualidade relevante, seja provada ou não provada, foi selecionada em função dos danos indemnizáveis em processo de expropriação, sendo que a factualidade alegada pelas partes e que não conste dos factos provados e não provados foi considerada como irrelevante para a decisão da causa, designadamente por se tratar de factos atinentes a danos não indemnizáveis no âmbito do processo de expropriação».