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289-2 do CPC, uma vez que a segunda acção não foi proposta contra o mesmo réu da 1 acção.”;  - acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 29/6/2017, proferido no processo n. 4211/16T8VCT.G1, em cujo sumário se afirma:  "- O Autor não pode beneficiar duas vezes do mecanismo previsto no n. 2 do artigo 279 do CPC e por isso a presente acção não deveria ter sido admitida, com consequente absolvição da Ré da instância, por verificação de excepção dilatória inominada, em face da propositura, pela terceira vez, de nova acção, com o mesmo objecto das demais – cfr.