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–FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO  –É do seguinte teor a decisão recorrida: "– P, REPROGRAFIA, LDA intentou a presente acção declarativa contra AnaP e InêsP, todos identificados nos autos, peticionando, a final: a)- Seja declarado válido, relevante e em vigor o contrato de arrendamento de que a Autora é beneficiária relativo ao número B da fracção "A” do prédio sito no GN , A, B em ; b)- Ser a Autora reconhecida pelas Rés como legitima arrendatária do referido arrendamento, não podendo ser imputável à Autora qualquer mora ou incumprimento pelo pagamento de rendas, )- Serem julgados válidos e relevantes os depósitos efectuados por indeterminação do titular do direito de receber rendas ou do seu beneficiário final; )- Ser julgada a primeira Ré como parte ilegítima para receber quaisquer rendas relativas quer ao arrendamento vigente quer àquele que possa resultar da transacção junto aos autos realizada no processo 461/13T8LSB; e)- Seja  a  primeira  Ré  condenada  como  litigante  de  má  é em  multa e indemnização condignas pela notificação judicial avulsa que deduziu.