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41) A regra da proporcionalidade da providência prevista no n2 do art 368 do P., que os Recorrentes invocam ter sido violada, não é aplicável no âmbito dos procedimentos cautelares nominados ou especificados, como é o caso do arresto, como resulta expressamente do disposto no art 376, n1 do P. 42) De qualquer forma, os argumentos invocados pelos Recorrentes, a este propósito, são meras conclusões e considerações, não suportados em quaisquer factos concretos e, além disso, como bem refere a decisão proferida pelo Tribunal de 1 Instância no 1 arresto que decretou o arresto dos imóveis e do, "face ao elevado crédito dos requerentes sobre os primeiros requeridos e a data do seu vencimento, o arresto decretado é a providência adequada e proporcional!” 43) Em relação à desconsideração da personalidade jurídica, é verdade que com a transmissão dos imóveis para a sua sociedade, a responsabilidade dos 1s Recorrentes não diminuiu por continuarem responsáveis pelo pagamento da quantia; todavia, o certo é que deixaram de ser proprietários de quaisquer bens penhoráveis que possam responder na execução!