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Escreveu-se para tanto na sentença recorrida: « o que resulta dos factos provados é que, em dezembro de 2013, a ré pagou ao autor, a título de subsídio de Natal, € 052,31, em julho de 2014 pagou, a título de subsídio de férias, € 096,78, em dezembro de 2014 pagou, de subsídio de Natal, € 104,76, em julho de 2015 pagou, a título de subsídio de férias € 104,80, em dezembro de 2015, pagou subsídio de Natal no valor de € 104,57, e em julho de 2016 pagou € 069,44, a título de subsídio de férias, pelo que, a título de diferenças salariais relativamente a tais prestações, é devida ao autor a quantia global de € 358,265».