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Afirma, ainda, ter dado entrada de uma ação contra o executado que corre termos sob o número 503/12T8PVZ onde pediu que fosse considerado resolvido o contrato por incumprimento definitivo do executado e a consequente devolução do sinal em dobro e o reconhecimento do direito de retenção e que o executado fosse condenado na devolução dos 000,00€ que o reclamante pagou ao executado para pagamento das prestações a que o primeiro estava obrigado para com a E. Defende que lhe assiste o direito a ser ressarcido com o montante do sinal pago em dobro, ou seja, 30000,00€ que deriva do incumprimento do contrato promessa por parte do executado e por falta imputável exclusivamente ao mesmo e, invocando direito de retenção, pede que a graduação de créditos aguarde pela obtenção de título exequível em falta e que o seu direito de crédito seja graduado em primeiro lugar face aos demais créditos reclamados no âmbito da execução pago pelo produto da venda do bem imóvel penhorado correspondente ao dobro do sinal prestado e ao reconhecimento do seu direito de retenção, direito real de garantia por força do art.