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17 – No caso presente, o tribunal recorrido não admitiu a reconvenção, porque a recorrente "não localiza temporalmente as verbas que pede, mal se compreendendo também onde se insere o peticionado pela R. uma vez que também refere relações comerciais havidas entre ela R. e E e não apenas entre a R. e a A.” e "mal se entendendo se a dívida é reportada parcial ou na totalidade a E ou à A., sendo que tal dúvida não é sanada pela leitura do articulados” e "o crédito reclamado pela R. não se integra em nenhuma das alíneas daquele preceito 266, n. 2, nem de resto a R. incorpora o seu pedido em qualquer das alíneas mencionadas” e, concluindo: "um alegado crédito que a R. detenha sobre a A. não tem correspondência nem se encontra consubstanciado em qualquer alegação de onde se conclua que decorre e é fruto de prejuízos que a atuação desta lhe terá causado no âmbito da relação contratual mantida entre ambas e que não são passíveis de ser compensados com um eventual crédito da A.”  18 – Discordamos do decidido e dos fundamentos da decisão.