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Ora, como a consignação em depósito não é obrigatória, mas um direito dos arrendatários, o facto de eles não poderem invocar a consignação das rendas como forma legítima de pagamento das rendas, não afasta a conclusão, tirada acima, de que, em relação à autora, a falta de pagamento das rendas só podia ser invocada por ela se ela tivesse comunicado aos réus que ela, autora, era a nova proprietária e, visto que o contrato não foi alterado, tivesse acrescentado quem é que era o seu procurador e o local do domicílio deste, ou pelo menos, como já se disse e se vai ver melhor, qual era o local da sua sede para a hipótese de ter acrescentado que não tinha procurador, que já se sabe que não.