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Defende o Recorrente que estando em causa nos presentes autos apurar da justificação e licitude da inobservância do dever de ocupação efectiva por parte do empregador verificado desde 7 de Dezembro de 2016, o julgador veio a considerar como factor que conduziu à inactividade do trabalhador, as sequelas resultantes dos sinistros laborais ocorridos em 2010 e 201 Ficando assim sem se perceber porque é que tal não ocorreu em 2010 ou o mais tardar em 201 Na opinião do Recorrente a factualidade provada respeitante às sequelas de que padece o Autor em consequências dos dois acidentes de trabalho sofridos nos anos de 2010 e 2013, respectivamente, não permitem estabelecer qualquer nexo de causalidade justificador da retirada de funções ao trabalhador, em Dezembro de 2016, ficando assim sem se perceber o raciocínio lógico que permitiu ao Juiz a quo concluir nesse sentido, sendo ainda certo que a factualidade provada não permite concluir que vários anos após a ocorrência dos acidentes venham a ser retiradas funções ao autor, em face das sequelas que o mesmo padece em consequência do acidente.