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Mas, a verdade é que analisando o depoimento prestado, e especificamente as transcrições constantes nas alegações, ajuíza-se que o mesmo não é, de todo, passível de materializar a prova da efetividade das transações, desde logo, porque, mais uma vez, inexiste uma concreta e específica delimitação temporal, como as afirmações são titubeantes, revelando incerteza, como se infere, designadamente, do uso das expressões "salvo erro”, "não sei precisar em concreto”, "penso que foram essas linhas, mas”, sendo que quando expressamente indagado sobre se a decoradora trabalhava diretamente para a  afirmou, sem certezas, que "Eu penso que trabalhava para a , penso.” Pelo que, mais uma vez não assiste razão quando ao aduzido erro de julgamento de facto.