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Todavia, torna-se agora claro que o Instrutor do procedimento incorreu em erro quanto ao términus do prazo de defesa da Requerente, pois, como vimos supra, este terminava, apenas, em 11201 Logo, nunca poderia o Instrutor, em cumprimento das normas legais aplicáveis em matéria de contagem do prazo para exercício do direito fundamental de defesa por parte da Requerente, ter declarado, em 012019, o fim da fase de produção de prova a cargo do trabalhador, nem tão-pouco, recusar-se a apreciar o requerimento e documentação tempestivamente apresentados pela Requerente em 012019, devendo, inclusivamente, ter diligenciado pela inquirição das testemunhas aí arroladas, caso entendesse que não se tratava de uma diligência meramente dilatória ou irrelevante para a descoberta da verdade material.