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SITAF: «) A. Não pode, por não ser logicamente admissível, deixar de se considerar provado que já antes da assinatura do contrato de financiamento, em 202014, a Entidade Requerida tinha conhecimento oficial e funcional de que a notação da capacidade da charca, de 9000m3 estava errada e tinha agido coerentemente com esse conhecimento do erro, ao rectificar, com redução cirúrgica, o valor da ajuda proposto pela Requerente, para um valor consistente com a capacidade real de 000m  B. O IFAP P. e a DRAPAlg, como entidade com competência delegada, quando procederam ao exame do pedido de apoio da Requerente verificaram sem margem para dúvidas que o valor de investimento imputado à charca não correspondia a uma obra com 9000m3 de capacidade.