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frente, em Cascais, uma vez que ninguém atendeu e segundo informações colhidas o executado não reside na morada, residindo algures em Sintra;  Posteriormente, atento à nomeação da ora Agente de Execução, em sede de pré-diligências, em Setembro de 2015, apurou-se junto dos vizinhos, que a morada indicada se encontra habitada por inquilinos e que o executado ali não residia;  Nesse seguimento, em Dezembro de 2015, procedeu-se à tentativa de penhora de rendas através de notificação pela via postal;  As quais vieram devolvidas com a indicação "objeto não reclamado”;  Pelo que, se procedeu à tentativa de notificação por contacto pessoal a 22/03/2016, a qual se revelou negativa, por após várias tentativas em dias e horas diferentes nunca foi possível contactar com os moradores da referida morada;  foi ainda efetuada na morada indicada, a afixação do edital de citação após penhora do executado, conforme deferido pelo Douto Tribunal, a 22/06/201  Das tentativas supra identificadas, não foi contactada a ora Agente de Execução.» Resulta dos autos, ainda com relevância para a decisão a proferir, o seguinte:  - O Executado juntou procuração forense à Ilustre mandatária que o representa por requerimento de 22/02/2018; - O Executado juntou requerimento arguindo a nulidade da citação por requerimento de 28/02/2018; - O Executado alegou ter tomado conhecimento do processo através de carta que lhe foi remetida por instituição bancária datada de 08/02/2018, onde se dá conhecimento da penhora realizada e se identifica este processo cfr.