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Perante esta fundamentação clara, dos motivos de indeferimento, reagiu a recorrente dizendo, na parte mais expressiva das suas conclusões, que «não se poderá exigir à Recorrente, quando esta pede apenas e exclusivamente que seja reconhecido e revisto o excerto da decisão que se ocupa da condenação na indemnização , mais requisitos do que impõe a lei para este pedido»; e que «se o pedido cível fosse deduzido separadamente, em ação cível autónoma, a condenação por um Tribunal português seria possível, ainda que o condenado nela não tivesse comparecido em julgamento, mas desde que devidamente notificado»; e, finalmente, que «o Tribunal recorrido acaba por impedir que a Recorrente possa exercer o seu direito de, em território português, obter a força executória de tal decisão de carácter cível e não penal».