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Finalmente, sem prejuízo do que antecede, deve ainda dizer-se que não é necessário um grande esforço do intérprete – quer dizer, não se lhe exige que, contra as regras fundamentais da interpretação das leis contidas no art 9, ns 1 a 3, do , chegue ao ponto de considerar um pensamento legislativo sem um mínimo de ressonância na letra da lei – para se poder afirmar com relativa segurança que nas acções para cobrança de dívidas se incluem acções declarativas, além das executivas; pelo menos aquelas cuja finalidade é a de obter a condenação do devedor numa prestação pecuniária cabem sem dificuldade na designação que o legislador adoptou no art 17-E, n 1, do CIRE, na exacta medida em que, ao fim e ao cabo, obtida sentença favorável, seguir-se-á, logicamente, o pagamento/cobrança - voluntário ou coercivo - do crédito reconhecido.”  Seguindo este entendimento jurisprudencialmente maioritário, e do qual, como já atrás referimos, não vemos motivo para dissentir, é de concluir que a presente ação declarativa, na qual se pretende a condenação da ré ", S.A.” no pagamento da quantia de 19812,15€, acrescida de juros moratórios, quantia essa respeitante a trabalhos, não pagos, efetuados pela autora no Centro Comercial E no âmbito de um contrato de subempreitada que envolveu as duas empresas, se encontra abrangida pela expressão "ações para cobrança de dívidas”, cabendo, por isso, na previsão do art.