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Defendendo que as indemnizações devem ser fixadas em atenção à proporção em que o comportamento das pessoas afectadas contribuiu em para a insolvência – para lá do já citado acórdão da Relação do Porto de 14/07/2020 Jorge –, os acórdãos da Relação do Porto de 29/06/2017 Filipe Caroço), de 15/01/2019 Márcia, de 9/03/2020 João Proença) e de 11/03/2021 um relatado por Aristides Rodrigues de Almeida e outro por Freitas e os acórdãos da Relação de Guimarães de 18/12/2017 Maria Amália, de 18/12/2017 João Diogo, de 31/01/2019 Joaquim e de 28/03/2019 Raquel, todos no sítio www.dgsi.pt.. Conclusão que impõe se admita que a ponderação de tais factores, mormente o de que indemnização deve conter-se na medida do dano causado pela conduta, pode levar, como consequência lógica inelutável, à exclusão da responsabilidade caso seja demostrado que nenhuma relação existe entre o comportamento do afectado e o dano dos, ao menos nas situações em que a qualificação da insolvência como culposa seja estribada na demonstração de factos susceptíveis de integrar as presunções previstas nas alíneas e do n. 2 do art.