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Assim e sobretudo porque o recorrente não invoca a falta de qualquer documento para prova dos factos descritos nos artigos 3 e 4 da petição inicial, este não podem deixar de se considerar provados na ação, por operância da confissão ficta do R.        Prossegue o apelante na afirmação de que as faturas e recibos que o A. juntou com a petição inicial doc.s ns 12 e provam que estes pagamentos foram efetuados pela mãe do A., que dos mesmos recebeu quitação, razão pela qual o A. não tem legitimidade para propor a ação de responsabilidade para ressarcimento de eventuais danos sofridos, não por ele, mas pela sua mãe, como proprietária do terreno.