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Importa não olvidar também que a arguida terá agido a "quente” ao ter sido ter sido dado como provado, que: " O assistente e a arguida encontram-se desavindos na sequência de uma dívida, uma vez que o primeiro emprestou à segunda determinada quantia em dinheiro que aquela refere já ter liquidado quase na totalidade, ao passo que o assistente afirma que a mesma ainda lhe é devida, tendo já instaurado uma acção executiva para cobrança de tal valor.” 1 No mesmo local, designadamente na porta da garagem, em data não concretamente apurada mas antes do episódio descrito em 3 e depois de a arguida ter deixado de trabalhar na sua casa, o assistente colou um papel de conteúdo não concretamente apurado, mas onde referia que a arguida lhe devia uma determinada quantia em dinheiro.” Por outro lado, a imagem global fornecida pelos autos e a da falta de dignidade punitiva do facto relacionado com a pequena, ligada à inexistência de razões preventivas que imponham uma punição dirigida à afectação da liberdade ou do património do infractor, aconselha a que à arguida se faça a censura mínima com a aplicação da pena de admoestação tal como, quanto a nós bem, entendeu o tribunal a quo, censura essa solene a ser feita oralmente à arguida em audiência pública pelo tribunal a quo cfr.