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Na verdade, a recorrente pretende que o tribunal disse menos do que queria dizer, que só por lapso não disse o que queria dizer, pois que se queria dizer que a requerente estava autorizada a ficar/tinha direito de ficar na loja pelo tempo da suspensão da caducidade originada nas leis da pandemia, então, e perante a evidência da reassunção da loja – que aliás foi alegada artigos 125 e seguintes do requerimento como o perigo e receio que o tribunal devia acautelar com a providência impeça a acção directa que é a operacionalização da cláusula 16 do – devia o tribunal ter condenado na sua restituição, para que a autorização concedida fosse efectiva, fosse plena de sentido e não uma mera declaração sem repercussão possível na realidade dos factos.