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Para a opção de admitir a revisão de decisões estrangeiras, ainda que proferidas por entidades administrativas, não deixa de concorrer, por certo, o argumento de que, por exemplo em matéria de divórcio, entre nós como em alguns outros países), e desde que reunido o mútuo consentimento dos cônjuges, tal acordo pode ser manifestado espontaneamente na Conservatória aí correndo o processo respectivo que culmina em decisão do Conservador – arts 272 a 274, CRC, e 1773, como obtido em Tribunal, mormente no decurso de processo litigioso arts 994 e sgs., CPC, e 1773 e 1775 a 1778-A,, embora ele não produza efeitos por si próprio mas dependa, para ter eficácia constitutiva, da decisão homologatória respectiva n 5, do art 1778-A) que, não resolvendo qualquer litígio e, por isso, não se pronunciando sobre o mérito do acordo, sempre aprecia a validade e conformidade legal deste, tarefa que tanto pode ser cometida a autoridade judicial como a autoridade administrativa.