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Referiu que, após ter recebido a comunicação de cessação do contrato de trabalho, a Autora exigiu gozar as férias, tendo a Ré a autorizado a gozar férias de 06-05-2019 a 31-05-2019, férias essas que imputou ao ano de 201 Alegou, por fim, que até 2016 a Ré incluía no subsídio de férias o montante relativo ao subsídio de alimentação salário base em 2015 e 2016, no montante de €095,50 + €54,16), porém, a partir de 2017, deixou de incluir no subsídio de férias o subsídio de alimentação, o mesmo acontecendo com o subsídio de natal, sendo de aplicar à situação o disposto nas clásulas 6 e 9 do CCT, celebrado entre a AISHA e a FESHAT, publicado no BTE n. 29,  série, de 08-08-2018, aplicável por força da portaria de extensão, publicada no BTE n. 36,  série, de 29-09-201Realizada a audiência de partes, não foi possível resolver por acordo o litígio.A Ré apresentou contestação, solicitando, a final, que a presente ação seja julgada improcedente, por não provada, absolvendo-se a Ré do pedido.