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A circunstância de a acção no âmbito da qual se formou o título executivo ter dado entrada em juízo a 112013, depois de celebrado o contrato-promessa, não significa que não tivesse o executado, à data daquela celebração, conhecimento das dívidas que tinha para com a exequente, referentes a vários fornecimentos de mercadoria não pagos, sendo, no mínimo, expectável, até pelo seu elevado valor, que, não solvidas as mesmas, recorresse a credora à via judicial para reclamar esse pagamento1 Quanto ao pagamento da dívida à J referente a contratos de mútuo com ela celebrado e ao distrate das hipotecas constituídas sobre o imóvel em garantia daquelas dívidas, não se vê razão que desaconselhasse tal procedimento mantendo-se o imóvel, como pretende assegurar a embargante, na sua total disponibilidade e esfera jurídica.