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da sua alegação, o recorrente IFAP discorda do entendimento sufragado na sentença recorrida, pelas seguintes razões: a) Não ficou provado que a autora não tem acesso à banca ou que não suportaria um pagamento da dívida em prestações, parecendo inverosímil assumir, sem nenhuma declaração bancária que o comprove, que a recorrida não pudesse socorrer-se de um  empréstimo bancário para pagar a dívida reclamada pelo IFAP, ou que não conseguisse efectuar esse pagamento, a título exemplificativo, em 80 prestações de aproximadamente 800 euros mensais ao decorrer dos próximos anos, limitando-se a acolher os argumentos invocados pela recorrida, que mais não são do que meros juízos ou conclusões, recorrendo a generalidades e a conceitos indeterminados; b) Como consta do ponto dos factos provados, a requerente faz de parte de um grupo de empresas associadas com participação da sociedade ".., Ld”, enquanto sócia, mas nada juntou quanto aos rendimentos que obtém enquanto sócia da aludida sociedade que, como é referido, gere o espaço partilhado, entre as empresas do referido grupo, não se compreendendo se é a requerente que pede os apoios e produz os bens agrícolas e qual a empresa que os vende e retém os lucros dessa actividade, ou qual o valor que a empresa requerente recebe, a título de distribuição de lucros e dividendos da ".., Ld”, da qual é sócia, pelo que deveria ter sido visto de forma distinta a análise do "periculum in mora” de uma empresa que não se encontra isolada, mas que detém parte de outra sociedade, com a qual tem relações especiais, como a utilização das parcelas para a exploração agrícola cfr.