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E, em nosso entender, é essa utilização comum que continuou após a realização das partilhas e até as partes entrarem em efectivo litígio sobre de quem é a propriedade do logradouro e da Casa Efectivamente, por um lado, ficou provado que: desde 08-06-2012, que os autores habitam, ocupam, cuidam e fazem obras de remodelação no prédios ... ; até cerca de 4 anos após as partilhas, os autores guardaram lenha na Casa e limparam ervas daninhas no logradouro; após as partilhas, em datas não concretamente apuradas, plantaram roseiras na bordadura do logradouro, de que cuidaram, e pagaram pela colocação de umas grades de vedação no terraço e de corrimãos nas escadas que lhe dão acesso; desde as partilhas que os autores passam a pé no logradouro; esta atuação dos autores sucedeu à vista de toda a gente e sem utilização de coação física ou ameaça, com ignorância de lesão de direitos alheios, na convicção de serem proprietários; e a parte habitacional do prédios ...  tem uma porta de correr, em vidro, com uma largura não concretamente definida, à qual se acede a partir do logradouro cfr.