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No caso em apreço, o Tribunal da Relação, no âmbito da apreciação da impugnação desta mesma factualidade e após empreender uma análise crítica dos elementos de prova que estiveram na base daquelas respostas, julgou improcedente a pretensão da ora recorrente e decidiu manter a decisão da matéria de facto proferida pelo Tribunal de 1 Instância com base na seguinte fundamentação, que se transcreve apenas nas partes que consideramos relevantes:   « Especificamente, o tribunal a quo baseou-se no depoimento de HH, filho dos autores, que, nessa qualidade e tendo vivido na casa desde criança, confirmou e atestou os actos praticados pelos pais, aqui autores, no terreno em causa nos autos, como donos, e à ausência de qualquer acto praticado pela ré sobre a mesma parcela de terreno, mencionando que o avô era uma pessoa de princípios e que nunca enganaria ninguém, o que foi confirmado por , prima da autora e da ré, que trabalhava com o pai delas, afirmando que era ele quem tratava dos assuntos da ré em Portugal, realizando as obras que eram necessárias e procedendo aos respectivos pagamentos, com ela tendo comentado ter efectuado o negócio em causa nos autos, para que as filhas ficassem próximas uma da outra.