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203, n 1, e de dois crimes de dano simples, p. e p. pelo artigo 212, n 1, ambos do Penal, na pena única de 240 duzentos e dias de multa, à taxa diária de € 6,00 seis, perfazendo um total de 440,00 € , quatrocentos e quarenta; e - como autor material de um crime de condução em estado de embriaguez, p. e p. pelos artigos 292, n 1, e 69, n 1, al., ambos do penal, na pena de 9 meses de prisão, suspensa por 180 meses, acompanhada de regime de prova da competência da G.R.S.P., a incidir nomeadamente, na frequência do programa "Taxa Zero” ou de outros disponíveis e mais adequados, por forma a sensibilizar o arguido para a problemática do alcoolismo e para a perigosidade que decorre da condução sob a influência de bebidas alcoólicas e em eventual tratamento na ETET, e na sanção acessória de proibição de conduzir veículos a motor; – O arguido/recorrente entende que a prova produzida em audiência de julgamento impõe uma decisão diversa da contida na douta sentença, quanto à matéria de facto aí dada como provada; – Sucede que o arguido limitou-se a referir os pontos de facto que considera incorrectamente julgados e as provas que impunham decisão diversa da recorrida, não constando, porém, das conclusões da motivação do recurso que apresentou, as indicações a que aludem os ns 3 e 4 do citado artigo 412 do P. Penal; - Deste modo, está o Tribunal ad quem impedido de se pronunciar sobre a matéria de facto, que está assente, cabendo-lhe apenas apreciar se a Douta sentença recorrida padece de algum dos vícios previsto no artigo 410, n 2, do P. Penal; - Ainda que se entenda que se encontram preenchidos todos os requisitos para que o Tribunal da Relação se possa pronunciar sobre a matéria de facto dada como provada na sentença, sempre se dirá que a mesma não deverá ser modificada, porque foi correctamente apreciada de acordo com a prova produzida em audiência de julgamento e com as regras específicas de valoração das mesmas, bem como com as regras de experiência comum, não padecendo a douta sentença recorrida de qualquer erro de de julgamento da matéria de facto, ou outro vício que a inquine; - Na verdade, o arguido limita-se a contrapor a sua convicção perante a prova produzida em audiência à convicção que sobre a referida prova, e de acordo com as regras de experiência comum, o douto Tribunal adquiriu, o que é irrelevante, pois contraria o princípio da livre apreciação da prova ínsito no art.