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4 Andou mal o tribunal "a quo” ao não ponderar tal alteração e bem assim a evolução legislativa devendo serem dados como não provados os factos n. 37 e 3  4 Da análise crítica da prova não se pode concluir como concluiu o douto tribunal "a quo”, devendo os factos provados n.s 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 36, 37 e 38 serem dados como não provados, tendo em conta os depoimentos das testemunhas que foram transcritos e que impõem decisão diversa da ora recorrida e que deverão ser renovadas, nos termos do disposto no artigo 41, n. 3 do Código de Processo Penal, o que determina a final a alteração do acórdão, devendo resultar na absolvição dos arguidos.