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Reeditando, como se esquissou supra, as homólogas questões que haviam sustentado o recurso, analisado e apreciado pelo tribunal da Relação de Coimbra – com excepção da prescrição e impugnação de pontos de facto que estimava deverem ter julgamento distinto – o arguido pretende ver solvidos neste recurso, as sequentes questões:   1) – Vício da decisão por insuficiência para a decisão da matéria de facto provada,artigo 410, n 2, alínea do Código de Processo Penal;  2) – Prescrição dos "crimes de falsificação de documentos um praticado no exercício de funções no Cartório Notarial e outro na Conservatória), o crime de peculato praticado no exercício de funções no Cartório Notarial, e o crime de falsidade informática em que o arguido foi condenado na primeira instância já prescreveram de acordo com o disposto nos artigos 25, n. 4, 37, n. 1, 36-A, ns 2 e 3, 11, n. 1, als.