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W) E não se invoque contra o acima exposto, como pretende a ora Recorrente que a sua posição teria apoio nos Acórdãos de 2003/04/30, do STA, processo 0241/03 e do TCAN, de 2013/03/14, processo 01393/01BEBRG, e do TCAN, de 2013/02/28, processo 00383/0 4BEBRG, pois os mesmos não sustentam as conclusões por si pretendidas nas alegações de recurso, dada as diferenças das situações de base dos indícios ali recolhidos pela AT em comparação com os existentes nos presentes autos; ) A ora Recorrida não desconhece que é jurisprudência assente, pacífica e reiterada dos nossos Tribunais Superiores, que estando em causa indícios de facturação falsa, a Administração Tributária não tem que provar a falsidade das facturas prova directa da simulação), bastando-lhe uma prova indiciária, através de indícios de falsidade consistentes, sérios e reveladores de uma alta probabilidade de que as facturas são "falsas" neste sentido e a titulo de exemplo, vide, Acórdão do STA, de 112016, processo n0600/15, Acórdão do TCAS, de 002015, processo n08097/14, Acórdão do TCAN, de 212014, processo n00092/01BEPNF); Y) No entanto, uma coisa são irregularidades detectadas na contabilidade dos contribuintes, outra coisa é a recolha de indícios sérios e consistentes da simulação de operações.