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foram solidariamente responsáveis pelos danos causados ao Apelante, em qualquer caso, sempre deveria o pedido de indemnização proceder relativamente contra a 1 Ré; No modesto entendimento do Apelante, a indemnização dos danos depende unicamente da verificação da privação da coisa, o que de resto, in casu, ficou demonstrado em sede da factualidade dada como provada; Neste sentido, vide, o Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães, de 24/05/2018, prolatado no âmbito do processo n 1263/15T8GMR.G1 e Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de 07/12/2018, prolatado no âmbito do processo n 11482/19T8PRT.P1; Atentos os sinais evidenciados nos autos, deverão ter-se por integralmente verificados os requisitos da responsabilidade extracontratual, nos termos do art.