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Perante a ocorrência descrita, ao juiz da causa é lícito tomar uma destas atitudes: Ou suspender o curso da ação até que o tribunal criminal ou o tribunal administrativo decida a questão prejudicial; Ou deixar seguir a causa os seu termos e resolver ele próprio, na altura respetiva, a referida questão”         Quanto à invocada inconstitucionalidade da deliberação do Banco de Portugal de 29 de dezembro de 2015, por violação dos artigos 13, 18 e  20, n1 da Constituição da República    - "Os recursos ordinários são, entre nós, recursos de reponderação e não de reexame, visto o tribunal superior não é chamado apreciar de novo a ação e a julgá-la, como se fosse a primeira vez, indo antes controlar correção da decisão proferida pelo tribunal recorrido, face aos elementos averiguados por este último.