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Ora, o Ac.TCAS recorrido afirmou que esta matéria de facto seria, em todo o caso, irrelevante uma vez que, contrariamente ao entendimento propugnado pela Recorrente «) do referido e citado artigo 24, do Regulamento n 65/2011, mais do que a mera possibilidade, resulta o dever de o aqui IFAP, regido pelos princípios da boa gestão financeira e da eficaz defesa dos interesses financeiros da Comunidade, excluir, do financiamento pelo FEADER, despesas sem correspondência real, isto é, despesas que não obstante corresponderem a uma acção executada não lhes subjaz o correspectivo bem ou prestação, mostrando-se, por isso, irrazoáveis em termos de mercado concorrencial».