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Assim, tendo em conta os artigos 101, 5, 77-A, 6 n. 2, e 10 n. 4, todos do CPTA e ainda dos artigos 20 e 268 n. 4 da CRP, deve ser revogada a decisão de absolver a Ré da instância e ser decretada a continuidade da ação para conhecimento do respetivo mérito e concluindo-se pelo deferimento dos pedidos impugnatórios da Autora.”A Recorrida/Infraestruturas de Portugal, SA veio a apresentar as suas contra-alegações de Recurso em 22 de maio de 2019, concluindo: "- Quanto à caducidade do direito de ação  Conforme é referido, e bem, na douta sentença, na página 17, "tendo a petição inicial dado entrada em juízo apenas em 112018, já não era sequer possível à Autora impugnar aquele ato de 202018 ou mesmo aquele de 102018, se se entendesse ser este o ato impugnável), por ter caducado o seu direito de ação, por decurso do prazo de exercício do respetivo direito.”  Ao contrário do que a Recorrente afirma nas suas alegações de recurso, a Entidade Adjudicante não deferiu parcialmente o seu pedido nem condicionou a adjudicação à apresentação de ulteriores esclarecimentos.