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Ora, conforme resulta manifestamente da decisão recorrida, o Tribunal a quo tomou posição sobre todas as questões enunciadas nos autos e de que cumpria conhecer - veja-se, aliás, as questões a decidir logo elencada em sede de despacho saneador e depois na sentença recorrida - sendo patente que considerou que as deliberações sociais primitiva e renovatória) que aprovaram o artigo 1 do pacto social em sede das assembleias gerais realizadas nos dias 10/05 e 01/06, de 2010, foram anulados pelo acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 24/10/2017, transitado em julgado no dia 24/10/201 Defende a recorrente que a sentença recorrida, salta ou deixa mesmo de apreciar o preenchimento dos requisitos exigidos pela cláusula 10 do pacto social da recorrente, como fundamento de exclusão de sócio, neste caso, da recorrida Maria, não cuidando, assim, de apreciar e decidir, sobre se os factos provados preenchem, ou não, os requisitos exigidos, para efeito de exclusão pelo artigo 1 do pacto social, introduzido pela alteração introduzida pela deliberação de 01/016/2010, renovatória da de 07/05/201 Tal não é verdade.