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Culmina assim as suas alegações de revista: 1) A requerente apresentou pedido de protecção internacional, formalizado em 102019; 2) Pedido que veio a ser considerado infundado pelo SEF;  3) Dentro do prazo, e com todas as limitações decorrentes da falta de contacto entre autora e defensor, dela recorreu pela presente acção administrativa;  4) Pela sentença ora recorrida, a acção foi julgada totalmente improcedente por não se verificar a invalidade do acto impugnado, que, no seu entender, deve ser mantido;  5) Inconformada, e porque entende conforme supra exposto que colaborou com as autoridades portuguesas em tudo quanto lhe foi possível, e dentro daquilo que lhe foi solicitado, e não mais, por insuficiência de meios, interpõe este recurso para que possa o tribunal ad quem introduzir uma nova variável na equação que permita suscitar a dúvida que a versão dos factos merece;  6) Sendo esta a questão a saber e que não pode deixar de suscitar o benefício da dúvida: saber porque teria a autora e família apresentado espontaneamente documento que considera falso, mas que aparenta ser Mandado de Captura em nome de seu marido, quando solicita residência e apoio humanitário em Portugal;  7) Para todos os efeitos a família estaria a pedir refúgio para um fugitivo à justiça, o que não se concebe.