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Mas foi, precisamente pelos motivos invocados pela progenitora para recusar o regresso do menor que se decidiu instruir o processo com relatório social, relatório de avaliação psicológica e declarações da mãe, do pai e do menor, elementos de prova, esses, que foram decisivos para a sentença que o tribunal veio a proferir veja-se, a este propósito, o Acórdão da Relação de Lisboa de 27/01/2011, processo 2273/09TMLSB-A.L1-2 Maria da Luz, in www.dgsi.pt: "No âmbito da acção especial interposta pelo Ministério Público ao abrigo do disposto nos artigos 1,, 2, 3,, 5, e, 11 e 21 da Convenção sobre os Aspectos Civis do Rapto Internacional de Crianças, concluída em, Haia, em 25-10-1980, aprovada pelo Estado português, pelo decreto do Governo n.33/83, de 11 de Maio, e pelo Estado Italiano, a 01 de Maio de 1995 ex artigos 2, 8, 10 e 11 do Regulamento do Conselho n.2201/2003, de 27 de Novembro de 2003 visando o regresso dos menores ao Estado da sua residência habitual, deve proceder-se à produção de prova requerida para a demonstração da excepção constante do artigo 13 alínea daquela Convenção que visa a retenção dos menores”).