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Discorda deste entendimento o ora Recorrente ao alegar que "o Tribunal a quo, dando como provado o pagamento de honorários no valor de 230,00 euros, mas desenquadrando-o da realidade vertida, erra na sua apreciação quanto ao enquadramento condenatório que lhe devia ter dado” - artigo 1 das alegações de recurso - uma vez que, contrariamente ao entendimento do Tribunal a quo, do documento n. 4 da petição inicial resultaria que "o montante de honorários de Advogado peticionado pelo ora Recorrente prende-se com o mandato forense na presente acção, cujo mandato nos termos do Código de Processo nos Tribunais Administrativos é de constituição de mandatário obrigatório e, ademais, resulta provado nos autos pelo doc.