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2- Prosseguindo com a análise da segunda questão objecto do recurso, argumenta o Apelante que o estado do processo não permitia ao Tribunal a quo o conhecimento imediato do mérito da causa, nos termos do disposto no n. 1 do artigo 59 do CPC, acrescentando que se impunha a prévia produção de prova testemunhal em sede de audiência de julgamento sobre a "matéria controvertida” percebendo-se que dirige a sua censura ao segmento do despacho saneador-sentença que se pronunciou sobre a falta de alegação por parte do Apelante de factos concretos que permitissem infirmar a pretensão do Apelado em ver-se pago através do procedimento executivo que instaurou das quantias monetárias respeitantes a consumos de água e electricidade atinentes aos anos de 2013 e 201 No dito despacho sustenta o Tribunal a quo, a propósito da questão ora em apreciação, o seguinte: "Por fim, a impugnação da dívida/dos valores referidos em sede de actas de condomínio como estando em dívida pela fracção "EE”.