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272 a 28 –Nas conclusõesapresentadas alegam os arguidos, em síntese, que os reconhecimentos pessoais efectuados são inválidos em virtude de não cumprirem os requisitos constantes do artigo 14, n. 2 do Código de Processo Penal, porquanto: as pessoas que se apresentaram na linha de reconhecimentos não apresentaram qualquer semelhança com os arguidos; os reconhecimentos não foram precedidos de qualquer prévia descrição credível por parte das testemunhas quanto à pessoa a identificar; não consta dos autos de reconhecimento qualquer elemento que permitam julgar do acerto do procedimento; inexiste qualquer registo fotográfico dos participantes; Mais pugnam pela existência de: violação do princípio do in dúbio pro reo, enquanto decorrência do principio da presunção de inocência do arguido, plasmado no artigo 3, n. 2 da Constituição da República Portuguesa; violação das garantias de defesa dos arguidos, maculação dos princípios da boa-fé e lealdade processual, do contraditório, do direito à prova, do direito de acesso aos tribunais e do principio da presunção de inocência, constantes dos artigos 1, 2, n.s 1 e 4, 32, n.s 1, 2 e 5 da Constituição da República Portuguesa, artigo  da Convenção Europeia dos Direitos do Homem e artigo 1 do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos.