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Deve ser eliminada do elenco da matéria de facto declarada "Provada” o que consta em ns 20 – na parte em que está escrito " o requerido sempre teve conhecimento da forma como a insolvente era gerida” – 25, 27 – na parte em que está escrito " tendo igualmente, nesse período, se apresentado junto desta credora como responsável pela insolvente” – 53, 73 – na parte em que está escrito " sendo que quem lhe pagava o salário era o requerido” – 74, 100, 101, 102, 103, 104, 105 – sem prejuízo do conteúdo conclusivo e, ou, da transcrição de conceitos e apreciações jurídicas invocadas – 106 – sem prejuízo do conteúdo conclusivo e, ou, da transcrição de conceitos e apreciações jurídicas invocadas – 107 – sem prejuízo do conteúdo conclusivo e, ou, da transcrição de conceitos e apreciações jurídicas invocadas – 108 – sem prejuízo do conteúdo conclusivo e, ou, da transcrição de conceitos e apreciações jurídicas invocadas – 109 – sem prejuízo do conteúdo conclusivo e, ou, da transcrição de conceitos e apreciações jurídicas invocadas;  Deve ser levada à relação da matéria de facto "Provada” a factualidade que está incluída na factualidade declarada "não provada” no tribunal "a quo” em ns 2 e Antes de entrarmos na análise concreta de cada uma das Impugnações deduzida, importa referir que ambos os Recorrentes têm razão quando defendem que os pontos 105 a 109 devem ser considerados como não escritos, por conterem expressões conclusivas, insusceptíveis de serem vertidas na matéria de facto isto sem prejuízo das conclusões aí mencionadas terem pertinência, em face dos factos que, com antecedência, se consideram como.