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Aliás, o Tribunal recorrido explicitou a razão de ser de uma tal convicção negativa: "Quanto ao facto não provado, a executada foi muito clara ao nos dizer que apenas cumpriu a sentença quando decidiu, situando tal facto em 2012 ou 201 Mesmo que a executada não tivesse prestado declarações, nenhuma outra prova foi feita em como a entrega foi impedida pela exequente, pois nem MK sabia nada de concreto até porque jamais falou com a sua prima após o processo estar em, nem JD afiançou nada que nos permitisse concluir pela veracidade do alegado limitou-se a referir que conhece a existência do litígio mas nada sabe sobre a entrega de 1 Atento o exposto, e não tendo a embargante logrado provar o alegado, e que, configurando exceção, caberia a si o ónus da prova artigo 342, n2 do Código, o Tribunal apenas pode considerar tal facto como não provado”.