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Assim, os arguidos, na sua resposta ao recurso, concluíram:  A. Os factos efetivamente praticados pelo arguido OLO____não se enquadram dentro do tipo previsto no artigo 187 do CP "Ofensa a organismo, serviço ou pessoa coletiva”),  B. Uma vez que o jornalista Recorrido cumpriu as leges artis da sua profissão, nomeadamente, desenvolvendo o esforço investigativo que o caso impunha, produzindo imputações na convicção de que estava a noticiar factos verdadeiros,  Inexistindo nos autos elementos que possam validamente contrariar a versão apresentada pelo arguido na sua peça jornalística;  Não foram recolhidos indícios suficientes de se terem verificado os pressupostos de que depende a aplicação aos arguidos aqui Recorridos de uma pena ou medida de segurança, pelo que se mostra corretamente proferido o despacho de não pronúncia recorrido;  E. O Tribunal a quo, ao proferir despacho de não pronúncia, atuou em conformidade com o disposto no artigo 308 n 1 do CPP, porquanto dos elementos constantes dos autos não resultam indícios suficientes de que os arguidos tenham cometido os factos que lhes são imputados no RAI do Assistente,  F. Mostrando-se verificada a insuficiência de indícios, nos termos do artigo 308 n 1 do CPP, sendo de determinar o arquivamento dos autos;  G. Decidiu bem o Tribunal a quo no caso dos autos, devendo a decisão recorrida ser integralmente mantida na ordem jurídica, por ter corretamente interpretado e aplicado a Lei aos factos/indícios em causa,  H. O que se requer a Vs.