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66 n2 e 66 n1 do CPC, o circunstancialismo que a seguir se indica, sob os números 11 a 13, ponderando a alegação dos intervenientes processuais e os elementos de natureza documental juntos aos autos e que merecem o acordo dos intervenientes administrador da insolvência, requerente/credor reclamante e requerida/apelante), a saber, a certidão da Conservatória do Registo Predial alusiva ao imóvel e a descrição da fração constante dos documentos juntos pela requerente e pela apelante compradora e fotografias relativas à fração e ao imóvel, bem como o teor do auto de apreensão e o que resulta dos demais apensos apenso A, de apreensão, apenso B alusivo à reclamação de créditos e processo de insolvência): 1–A fração apreendida para a massa insolvente e objeto de liquidação, referida sob o número 3, é a fração autónoma designada pela letra, correspondente  andar frente, para habitação, do prédio urbano sito em Rua, Cruz de Pau, lote inscrito na respetiva matriz urbana sob o artigo número da freguesia de Amora, do concelho de Seixal.