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LDA., devidamente identificada nos autos, vem interpor RECURSO JURISDICIONAL do despacho saneador-sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, datado de 002021, e promanado no âmbito da ação de contencioso pré-contratual por esta intentada contra o MUNICÍPIO ...), também com os sinais dos autos, que julgou a presente ação improcedente, e, em consequência, absolveu o Réu dos pedidos  Alegando, a Recorrente formulou as seguintes conclusões: ")  1- A douta sentença recorrida dispensou a produção de prova testemunhal por considerar que dos articulados das partes «não se vislumbra que deles conste a alegação de factos com relevância para a decisão da causa que careçam da produção de prova testemunhal, porquanto são alegados factos cujo pilar probatório assenta no conjunto de documentos juntos aos autos e que constam do processo administrativo.» 2- A Recorrente considera que o douto Tribunal a quo não deveria ter dispensado a produção de prova testemunhal, tendo em conta a alegação da Recorrente, e tendo por pressuposto o cerne da matéria controvertida no processo; 3- A Recorrente apresentou alegação expressa na petição inicial de que apenas teve conhecimento no dia 28/09/2020, de que o Júri do Procedimento havia decidido pedir esclarecimentos à Autora, quando constatou, por consulta ao fluxo do processo através da plataforma eletrónica, que o Réu/Recorrido havia proferido despacho de adjudicação.