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141-152, datada de 29/10/2019, em cujos termos se determinou:  «a baixa do processo ao Tribunal da Relação de Lisboa para que se providenciasse pela junção aos autos de certidões do requerimento executivo e da sentença exequenda e, nessa base, se procedesse à ampliação de toda a factualidade relevante em ordem a apurar os termos em que o crédito exequendo foi dado como provado naquela sentença e em que, porventura, se deva ter como reconhecida a sua exequibilidade.»  Daquele acórdão da Relação parece resultar o entendimento de que a sobredita decisão do Supremo se limitava a determinar ao Tribunal a quo que instruísse o recurso com as peças processuais em falta e que, com base nelas, procedesse à necessária ampliação da factualidade relevante com vista a que fosse depois este Supremo Tribunal a decidir de direito.