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A questão acaba por ser inócua pois a alteração posterior ao CCT, publicada no BTE n. 4 de 2016 consagra exatamente o mesmo direito, na cláusula 4  Senão veja-se o preceito:  1 - Os trabalhadores em efetividade de funções, bem como aqueles cujos contratos de trabalho estejam suspensos por motivo de doença, de acidente de trabalho, ou de pré-reforma, têm direito a um seguro de vida que garanta o pagamento de um capital em caso de morte ou de reforma por invalidez nos termos a seguir indicados e de acordo com o respetivo facto gerador:  a) 100 000,00 €, se resultar de acidente de trabalho ocorrido ao serviço da empresa, incluindo in itinere;  b) 75 000,00 €, se resultar de outro tipo de acidente;  ) 50 000,00 €, nos restantes casos  Donde, fosse por uma via ou por outra, sempre a questão de fundo permaneceria a mesma e assistiria ao Autor o direito a receber o seguro por força do CCT de 2012 ou de 201 Improcede pois esse argumento empregue pela Ré.