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Acordam em conferência, na Secção de Contencioso Administrativo deste Tribunal Central Administrativo – Sul:  Relatório MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, FLORESTAS E DESENVOLVIMENTO RURAL, melhor identificado nos autos que sucedeu ao MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS, Recorrente/Réu nos presentes autos, em que é Autor/Recorrido J.., viúvo, residente na .. Montargil, também ele melhor identificado nos autos, interpôs recurso do despacho saneador de 5 de fevereiro de 2013 e da sentença de 30 de agosto de 2017, formulando as seguintes conclusões:  "1 Ao invés do decidido ocorre a caducidade da acção;  De facto, atento o conteúdo do ato impugnado, parece poder conclui-se com bastante certeza, em razão da matéria assente, que o Autor conhecia perfeitamente o seu conteúdo desde maio de 2005, pois sabia qual o valor da indemnização proposta, qual o valor da indemnização paga e que ela não contemplava o prédio «P..» uso e fruição, cortiça, capital de exploração, gados e, ou seja, precisamente, o que está em causa na presente acção;  Mais sabia, pelo menos desde julho de 2007, quem eram os autores do despacho e as datas da sua emissão.