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Disso será consequência inequívoca o caso em apreço, pois não está regulado por lei o direito à objeção de consciência no direito administrativo do ensino público básico e secundário, para salvaguarda das liberdades consagradas nos artigos 4 e 4 da CRP, por isso, não merece acolhimento, estando, aliás, votado ao fracasso, o entendimento de que "não basta invocar a objeção de consciência, é imperioso que se indique, em concreto, qual a convicção, valor, princípio em causa, suscetível de ser afetado por esta ou aquela atuação, ou no presente caso, por esta ou aquela matéria/abordagem” destaque, isto porque, de nenhuma norma resulta expressamente que deveriam os Recorrentes ter, imperiosamente, indicado, em concreto, os fundamentos subjacentes à pretensão formulada.