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ACORDAM NO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES  Relatório  A. , instaurou a presente acção de processo comum contra  e marido A. na qual pediu o reconhecimento da Autora e marido como únicos donos e legítimos do prédio urbano composto de casa de rés-do-chão e andar destinado a atividades económicas e três habitações, com dependência e logradouro, sito na Rua ..., n , freguesia de ..., concelho de Guimarães, descrito na Conservatória do Registo Predial ... sob o n .../... e inscrito na respetiva matriz urbana sob o artigo ..., que os Réus estão a ocupar indevida e ilicitamente o  andar , devendo restituí-lo à Autora, completamente livre e desocupado de pessoas e bens.