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Interposto recurso desta sentença, veio este colectivo a proferir acórdão em 07/05/20 no qual se determinou a anulação da sentença proferida para que o tribunal a quo "profira nova decisão quanto aos pontos 2, 6 e 8 da matéria de facto; -profira decisão quanto aos artigos 26, 27, 46 a 52, 56, 90 a 92 da p., com renovação da prova, se o entender necessário para resposta dos mesmos; -fundamente a sua decisão quanto a todos os factos provados e não, nos termos previstos no art 607 n 4 do P.”   Baixando os autos à primeira instância veio esta a proferir nova decisão, na qual se condenou novamente o banco R. no pagamento ao "autor a quantia de €5000,00, acrescida de juros de mora desde a citação até integral pagamento.”, desta vez com fundamento na violação dos deveres de informação, na não ilisão de culpa pelo R. e, no que se reporta à excepção de prescrição, por ainda não ter "decorrido o prazo de 2 anos a que alude o artigo 32, n. 2, do Código dos Valores Mobiliários.”   Novamente inconformado com esta decisão, impetrou o R., recurso da mesma, formulando, no final das suas alegações, as seguintes conclusões, que se reproduzem: "CONCLUSÕES O Banco Recorrente não pode concordar com a matéria de facto dada como provada.