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Porém, o n. 5 acrescentou: "O disposto no n. 1 não obsta: a)	À tramitação nos tribunais superiores de processos não urgentes, sem prejuízo do cumprimento do disposto na alínea quando estiver em causa a realização de actos presenciais; b)	À tramitação de processos não urgentes, nomeadamente pelas secretarias judiciais; )	À prática de actos e à realização de diligências não urgentes quando todas as partes o aceitem e declarem expressamente ter condições para assegurar a sua prática através das plataformas informáticas que possibilitam a sua realização por via electrónica ou através de meios de comunicação à distância adequados, designadamente teleconferência, videochamada ou outro equivalente; )	A que seja proferida decisão final nos processos e procedimentos em relação aos quais o tribunal e demais entidades referidas no n. 1 entendam não ser necessária a realização de novas diligências, caso em que não se suspendem os prazos para interposição de recurso, arguição de nulidades ou requerimento da rectificação ou reforma da decisão.” 	Mas será que esta alínea é apenas aplicável a sentenças proferidas em data posterior a 202021, suspendendo-se os prazos de interposição de recurso relativamente a todas as proferidas e notificadas em data anterior, ainda não transitadas em julgado?