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54; e comunicação das folhas de férias do mês de Março de 2015 à Segurança Social – fls.52/53), apontam claramente para que a relação laboral entre autora/trabalhadora e co-ré/empregadora apenas se iniciou em 1/3/201   O tribunal considerou, na análise que fez, que o depoimento pessoal do representante legal, as declarações de parte da autora/sinistrada e os depoimentos das testemunhas foram prestados com isenção, de forma espontânea e sem contradições, pelo que ofereceram credibilidade, consignando-se que em relação às declarações da autora/sinistrada a mesma se mostrou confusa quanto à sua situação anterior a 1/3/2015, porquanto referiu ter iniciado em Novembro de 2014 a sua prestação laboral para o Sr. A. , numa das padarias de que este é gerente, confirmando, no entanto que celebrou contrato por escrito com a co-ré/empregadora apenas em 1/3/201   Teve o tribunal em consideração nas respostas que deu quanto aos factos provados e aos factos não provados, o ónus da prova que impendia sobre cada uma das partes.”  Após análise de toda a prova produzida, designadamente os depoimentos gravados e documentos juntos aos autos, não podemos deixar de discordar quanto à incorrecção do julgamento relativamente à resposta negativa dado ao artigo 3 da base instrutória dado como não provado, pois a prova produzida de forma alguma impõe decisão diferente.