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Note-se que, no caso vertente, e conforme dimana do probatório, a reclamação graciosa foi objeto de indeferimento, tão-só, porque: "Segundo despacho do Senhor Director-Geral dos Impostos, datado de 2009-11-30, transcrito no Ofício-Circulado n. 2. de 2009-12-03 da DSIRS, tratando-se de uma liquidação realizada com base em pressupostos e condicionalismos especiais parte final do n. 3 do artigo 7 , também a Reclamação terá que se cingir às especificidades dessa mesma liquidação.” Ora, tal entendimento conforme expendido pelo Tribunal a quo, não pode ser validado porquanto desvirtua a descoberta da verdade material, e descura o ónus que impende sobre a AT.