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STJ de 1/7/2014, P. 389/14T8EVR.ES1, in www.dgsi.pt: - O advogado, no exercício das suas funções, age na defesa dos interesses do cliente de acordo com as boas regras da profissão leges mas sempre com independência e autonomia técnica; a obrigação que assume, enquanto mandatário, perante o seu mandante é uma obrigação de meios e não de resultado, assumindo, no exercício do seu múnus, opções de natureza jurídica, processual ou substantiva, que se inserem no âmbito da sua autonomia técnica em conformidade com os interesses do mandante que representa” - e, assim, obviamente, sempre, a tais opções, de cariz técnico-jurídico, sendo o mandante/constituinte absolutamente alheio.