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Aliás, o modo como está construída a presente acção não aponta minimamente para a existência de uma simples pretensão de reponderação da justificabilidade e dos termos em que havia sido feita a atribuição provisória, à luz de factos supervenientes, - desde logo, a consumação do divórcio: é patente que o que a A. pretende obter é a fixação retroactiva de uma compensação por tal atribuição provisória do bem ao R., reportada ao momento 15/5/13) em que foi proferida a originária decisão, invocando-se na petição a dívida actual de €325,00, correspondente aos 19 meses de ocupação exclusiva já verificados  Invocam, desde logo, as partes a existência de contradição jurisprudencial entre as orientações constantes de dois acórdãos proferidos pelo STJ, em 26/4/14 e em 18/11/08, já que no primeiro ter-se-ia admitido a fixação de uma compensação ao cônjuge, privado do imóvel atribuído provisoriamente ao outro cônjuge, ao passo que, no segundo aresto, se teria concluído antes pela injustificabilidade de tal compensação pecuniária.