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O-) O recorrente constitui a provisão pelo valor da aquisição e, só por isso, viola o art.3 n 1 CIRC, posto a constituição da provisão deve ser feita pelo valor correspondente à diferença entre o preço de aquisição e o preço de venda, e quando este for inferior àquele  P-) Diferença não alegada/demonstrada porque inexiste qualquer suporte legal, de natureza documental justificativo do preço de venda, optando pelo preço zero  Q-) A constituição da provisão com base no preço de venda nulo é ilegal posto a provisão em causa destinar-se a cobrir um custo incerto resultante do risco de venda da existência a preço inferior ao do custo, mas já não um custo certo e determinado, que é o caso dos autos existências invendáveis), que a esse título devia ser reflectido e contabilizado na escrita do impugnante.