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Mário Aroso de Almeida e Carlos Fernandes Cadilha in "Comentário ao CPTA”, 2017,  edição, pág..    Assim, se o CPTA – em cumprimento da Directiva 89/665/CEE, revista pela Directiva 2007/66/CE, que, no domínio pré-contratual, exigia a implementação de processos "rápidos e eficazes” – reconheceu a necessidade de imprimir uma maior celeridade a esse tipo de acções para garantir uma intervenção judicial atempada num domínio onde facilmente são criadas situações de irreversibilidade, no entanto, fora dos mecanismos de simplificação processual que estabeleceu, limitou-se a remeter para a tramitação da acção administrativa, pelo que a admissão de prova pericial não está sujeita a qualquer especificidade.