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Examinando a prova produzida, verifica-se, por sua vez: que não foi junta qualquer prova documental comprovativa do estado, da reparação ou da impossibilidade de reparação como fotografias ou pedidos ou faturas de reparação); que apenas o autor e a sua mãe depuseram sobre os factos, depoimentos estes que se revelaram também conclusivos e não totalmente coerentes entre si o autor referiu que o computador ficou "partido” e encontra-se arrumado em casa e não explicou o que aconteceu ao "saco de treino” onde levava roupas e ao "saco de alimentação”; a mãe do autor referiu globalmente que a mochila ficou "estragada”, que foi tudo para o e que a inutilização dos objetos não é notória, nem passível de se presumir face ao local do embate do veículo e à situação dos bens a colisão sofrida pelo autor foi frontal e as fotografias de fls.72 a 74 mostram apenas a destruição da frente do veículo; o autor refere que os seus sacos de treino e de alimentação estavam no banco de trás do veículo e que o computador estava na bagageira, o que não permite presumir a ocorrência de danos nos sacos e o tipo de dano destes e do.