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Diga-se, apenas, que nem necessário seria sequer recorrer à presunção de laboralidade para se concluir naquele sentido, da existência de um contrato de trabalho, já que da matéria de facto provada decorre que, o A. foi contratado pelo Réu para exercer uma actividade – de jogador de futebol na sua equipa sénior -, mediante o pagamento de uma retribuição mensal de €250,00, conforme factos 1 e, estando sujeito à disciplina e orientação do Ré, conforme factos 3 e, o autor deveria treinar e jogar na sede da Ré ou em local indicado por esta, com os equipamentos de treino e de jogo fornecidos pela ré, conforme facto, com obrigação de cumprir os treinos, jogos e realizar exames médicos, conforme facto, obrigado ao regime de treinos estabelecidos pelo treinador do clube do Réu, conforme facto, obrigação de comparência pontual quer para os jogos, quer para todas as actividades do clube referentes à prática do futebol e conforme facto, comparecer nos horários dos treinos e nos dias de jogos, donde, tudo conjugado, decorre a subordinação jurídica ao Réu.