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12 – Os factos provados, não impugnados pelo recorrente, nomeadamente os constantes dos ns 34 a 37, desfazem a confusão em que o recorrente incorreu, no tocante ao conceito de moinho de maré, mas são em absoluto desconsiderados por ele, o que o leva a continuar a confundir moinho de maré com o seu edifício e a desprezar a caldeira, o reservatório que o alimenta, ou seja, a conceber o moinho de maré como uma falsa realidade e desconsiderar, por isso, e atribuir um igualmente falso significado a todos os demais factos provados, que, conjugados com esses conduzem à conclusão que a douta sentença deles retira de que o prédio em causa é aquele que identifica, sendo essa a única conclusão que pode ser extraída desses factos.