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7-A e 118 n 1 e n 5 CPTA 1 conclusão)”, referente ao "Meritíssimo Juiz da 1 instância ter considerado desnecessária a produção da prova testemunhal e a tomada de declarações de parte requeridas pela Requerente, decidindo que a matéria que se discute nos autos é essencialmente de direito, e que a prova admissível é apenas a prova documental, sendo irrelevante para a boa decisão da causa a prova dos factos articulados pela Requerente e sobre os quais os meios de prova indicados recaíam”, refere a Recorrente:  «Ora o Meritíssimo Juiz considerou desnecessário a fase de produção de prova, mas depois veio julgar improcedente a providência requerida, com fundamento da Requerente não ter logrado provar os factos suscetíveis de preencher o requisito do "fumus boni iuris”.