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Assim, passa-se a proferir a seguinte:”Proferiu-se sentença com a decisão que se transcreve: "Ao abrigo das disposições legais e considerações jurídicas supra descritas, julga-se totalmente procedente, por provada, a presente ação e, em consequência:  Declara-se operante a resolução extrajudicial do contrato de arrendamento identificado na petição inicial;   Condena-se a ré  a desocupar e entregar o locado objeto do contrato referido em  ao autor B, totalmente livre e devoluto de pessoas e bens;  Condena-se a ré  a pagar ao autor B a quantia de €422,20, a título de rendas vencidas e não pagas relativas aos meses de fevereiro, março, abril, maio, junho, julho e agosto de 2018, inclusive;  Condena-se a ré  a pagar ao autor B a indemnização pela falta de entrega do locado objeto do contrato referido em  supra, nos termos do disposto no artigo 104, n.s 1 e 2, do Código Civil, a partir de 04 de setembro de 2018 e até à data em que vier a ocorrer a sua efetiva entrega, no valor mensal de €407,40 €203,70 elevado ao, perfazendo, à data da propositura da presente ação, o montante de €222,20;  Condena-se a ré  a entregar ao autor B a garagem identificada na petição inicial, totalmente livre e devoluta de pessoas e bens;  Condena-se a ré  a pagar ao autor B a indemnização relativa aos danos decorrentes da privação do uso da garagem identificada na petição inicial, no valor mensal de €300,00 e até à data da sua efetiva entrega, a qual, à data da propositura da ação, perfaz o montante de €000,00;  Condena-se a ré  a pagar ao autor B os juros de mora vencidos e vincendos sobre os montantes supra fixados e até efetivo e integral pagamento, à taxa supletiva legal em vigor de 4 % cfr.