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J) Adere-se assim à fundamentação constante do acórdão recorrido, muito bem exposta, nomeadamente na parte em que se escreve "não podendo a renitência, a recusa, ou mesmo o desinteresse de um dos sujeitos activos, obstar à possibilidade de os demais fazerem valer os seus direitos em juízo, já que seria reconhecer ao interessado renitente o poder de dispor do direito alheio.” e, "na pendência da acção, e no que concerne à correspondente actuação processual dos litisconsortes, e porque os mesmos não podem de forma livre e independente exercer a sua actividade, deverá considerar-se que o acto favorável dum aproveita aos outros, enquanto o acto prejudicial dum não compromete os outros” – cfr.