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Tendo-se concluído que o contrato de arrendamento terminou em 302014, e que ao réu não assistia o direito de manter o gozo do imóvel ao abrigo do contrato promessa de compra e venda, por não ter havido traditio da coisa prometida vender e a eventual questão do direito de retenção não ter chegado a ser, devia o réu ter dado cumprimento à obrigação de restituir o imóvel à locadora, como lhe era imposto pelo art.1038, alínea e 1081, n.1 do  Não cumprindo esse dever mantendo o gozo do imóvel), e independentemente da causa invocada para esse efeito, constitui-se o ex-arrendatário na obrigação de indemnizar o locador em montante equivalente ao montante da renda anteriormente paga, como estabelece o art.1045, n.1 do Esta indemnização é, assim, devida desde 1 de julho de 2014 e até à data em que o réu foi citado.