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Como se sumariou no Acórdão deste TCAN n 1338/14BEPNF-Porto, de 16-03-2018 "...) Atento o novel Art 6 CPC e Art 7 CPTA, entende-se que o poder inquisitório do juiz, aconselhará a que se adote uma interpretação que não possa vir a penalizar o Autor em decorrência de um lapso do seu mandatário ...), viabilizando-se que o "dever” de boa gestão processual, permita o aperfeiçoamento da Petição, quanto à identificação da entidade demandada, em homenagem ao princípio "Pro Actione”, adotando-se assim "mecanismos de simplificação e agilização processual”, com vista a, em "prazo razoável”, o tribunal decidir da "justa composição do litígio”, por forma a que os Autores não possam ficar sem tutela.