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Assente, pois, que não houve qualquer decisão a admitir ou a rejeitar o articulado superveniente a que vimos aludindo, tal função – até pelas razões atrás expostas – compete ao tribunal recorrido, uma vez que esta Relação não se pode substituir na tomada de posição sobre questão que não foi decidida, mas apenas revogar a decisão recorrida, nesta parte, determinando a baixa dos autos para que seja proferida essa decisão.»  Este acórdão, de 06-12-2018, apresenta o seguinte dispositivo: "Pelo exposto, acordam os Juízes desta Relação em julgar parcialmente procedente a apelação e, em consequência, revoga-se a decisão recorrida na parte em que considerou ter havido decisão sobre a admissibilidade do articulado superveniente apresentado pela autora, devendo ser proferida decisão a admitir ou a rejeitar esse articulado, mantendo-se no mais aquela decisão.”  Na sequência do que foi ordenado por este acórdão, foi proferidoo despacho de 29-01-2019, que indeferiu o pedido de junção de articulados supervenientes facto A.g. do acórdão, e contra o qual a recorrente apresentou as alegações de 18-02-2019, recurso admitido em 4 de abril de 2019 facto A.h.).