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25 – Em acórdão recente deste Tribunal da Relação do Porto de 102021 Processo n. 1884/10TBPRD-H.P1, Relator, Desembargador Paulo Dias da Silva, dgsi sumaria-se, além do mais, o seguinte: "- O conceito de justa causa legitimadora da destituição do Administrador de Insolvência num processo de insolvência preenche-se e concretiza-se: com a conduta do administrador reveladora de inaptidão ou de incompetência para o exercício do cargo; ou com a conduta traduzida na "inobservância culposa” dos seus deveres, "apreciada de acordo com a diligência de um administrador da insolvência criterioso e ordenado” artigo 59, n 1 do Código da Insolvência e da Recuperação de; exigindo-se cumulativamente a qualquer dos requisitos anteriores, que tal conduta, pela sua gravidade justifique a quebra de confiança, inviabilizando, em termos de razoabilidade, a manutenção nas funções para que foi nomeado”.