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323/328 ref., que decidiu julgar verificada a excepção dilatória da falta de interesse em agir, consequentemente, absolveu da instância as Rés dela apelou a Autora, em cujas alegações, conclui texto: A)– Surgem as presentes alegações, no âmbito do recurso de apelação, da sentença proferida neste mesmo processo com a referencia 383048038, datada de 302019, a qual absolveu as Rés da instância por ter julgado verificada a que denominou excepção dilatória da falta de interesse em agir da Autora e que corresponde, na mesma perspectiva, à falta de interesse em demandar e que se subsume no conceito de ilegitimidade com o que a recorrente não se pode conformar, designadamente estando em causa o direito especifico ao arrendamento, o qual nos termos da sentença recorrida poderá ser posto em causa.