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6 do CIRC na redação ao tempo em vigor que é a que se refere nestas alegações), a saber: Se pelo facto de uma sociedade incluída pela sociedade dominante no perímetro de tributação através do regime especial de tributação dos grupos de sociedades não reunir os requisitos necessários para tal inclusão, tal determinará automaticamente a cessação de aplicação desse regime de tributação relativamente às restantes sociedades incluídas no perímetro de tributação, e ainda que se verifiquem os pressupostos de aplicação desse regime especial de tributação quanto às demais sociedades;   Os atos de liquidação adicional de IRC, que constituem o objeto dos autos de impugnação judicial sub judicie, foram emitidos no seguimento da ação de inspeção tributária, interna e parcial, com incidência em IRC, realizada através das Ordens de Serviço n.s OI201400883 e OI201400855, com referência aos exercícios de 2010 e 2011;   As Ordens de Serviço supraditas tiveram origem no entendimento vertido nas informações n. 1172/2012 de 21/06/2012 e n. 2313/13 de 04/11/2013, proferidas pela Divisão de Conceção da Direção de Serviços de IRC, nas quais foi decidido que a inclusão indevida, nos exercícios de 2010 e 2011, da Sociedade B., S.A. de ora em diante designada por B..) no perímetro fiscal do Grupo de Sociedades, dominado pela Sociedade Comercial .., S.A. em diante designada por .................), abrangido pelo RETGS, determinava a cessação da aplicação daquele regime especial a todas as empresas que integravam o grupo, com referência aos períodos de tributação em causa;   Da ação inspetiva realizada, atendendo às informações proferidas pela Divisão de Conceção da Direção de Serviços de IRC, bem como ") tendo por base as declarações de rendimentos de IRC modelo 22 entregues pelo sujeito passivo enquanto sociedade dominada do,”, foi efetuado o reenquadramento do sujeito passivo, alterando-se, para tanto, o regime especial de tributação para o regime geral, procedendo-se, em consequência, à alteração das declarações de rendimentos de IRC, passando estas de "declaração não liquidável”, para "declaração liquidável”;   A Sociedade B.................. resulta da alteração, registada na Conservatória do registo Comercial de Lisboa em 18/02/2010, da denominação da Sociedade , SA, constituída em 27/07/2009, tendo a ................., nessa data, subscrito 59,60% do seu capital social, com idêntica proporção dos direitos de votos;   Em 17/11/2009, a ................. alienou à Sociedade, ., SA posteriormente denominada de B..................), ações representativas de 60% do capital social da Sociedade E., S.A., que desde 2004 que integrava o grupo;   Em 19/02/2010, procedeu-se ao aumento do capital social da B.................. através da emissão de duzentas ações, passando, assim, a ................., a deter 91,92% do total do capital social, com idêntica proporção dos direitos de votos;   Em 14/10/2010 foi realizada uma operação de fusão entre a E... e a B.................., com efeitos retroativos a 01/01/2010 e, em virtude desta operação, a ................. passou a deter 91,77% da B.................., com idêntica proporção dos direitos de voto;   Por sua vez, a aqui, Recorrida, Impugnante, surge no âmbito da cisão efetuada entre a Sociedade F, Lda., a qual deu origem à constituição de duas empresas, denominadas G, Lda.