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Alega, nomeadamente, ter sido dado como provado que "o FIIFIMOCONVENTO, em 28 de Maio de 2018, notificou AP e PA para, querendo, exercerem o direito de preferência na compra do negócio celebrado entre o FIIF IMOCONVENTO e a sociedade HORIZONTE PREDILETO, UNIPESSOAL, LDA.”, bem como que "até à data da interposição do presente procedimento, não havia sido dado direito de preferência ao Requerente na compra da fracção” – cf., factos 18 e 2 Todavia, apesar de considerar tais factos como provados, fundamenta a decisão da seguinte forma:  "No caso sub judice, o direito invocado pelo Requerente é uma preferência de fonte convencional e sem eficácia real, inserida numa cláusula de um documento denominado "Protocolo”, o qual não foi subscrito nem pela  Requerida, nem pela  Requerida, pelo que o mesmo não pode ser fonte convencional do direito de preferência invocado.