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4 Atento o disposto no artigo /3, do e as compensações que a jurisprudência das instâncias superiores tem vindo a fixar em casos análogos, e ainda que as sequelas da A. consistentes em vertigens, cefaleias e ansiedade não se repercutam no seu património, diferentemente no que se verifica na maioria dos casos sobre que incide aquela jurisprudência, a Ré admite que a equidade justifique um agravamento da compensação que resulta da aplicação dos critérios e valores orientadores da Portaria € 1599,84) para o valor de € 1000,00, que lhe parece bem mais ajustado à factualidade provada do que os € 2000,00 atribuídos pela sentença recorrida a título de danos patrimoniais futuros.