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4 – Consequente e vinculadamente, por despacho da Diretora Nacional, nos termos dos arts 19-A, n 1, e 37 n 2 da citada lei, foi o pedido considerado inadmissível e determinada a transferência do requerente para Itália, E.responsável pela análise do pedido de Asilo nos termos do citado regulamento, motivo pelo qual o Estado português se torna apenas responsável pela execução da transferência nos termos dos arts 29 e 30 do Regulamento de Dublin;  5 – Com a devida Vénia, afigura-se ao recorrente que a Sentença, ora objeto de recurso, carece de fundamentação legal, porquanto não logrou fazer a melhor interpretação no regime que regula os critérios de determinação do estado membro responsável, em conformidade com o Regulamento que o hospeda.