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No mesmo sentido se decidiu nos Acórdãos da Relação do Porto de 11/11/2003 processo n., da Relação de Lisboa de 14/12/2006 processo n. 7427/2006-8) e da Relação de Coimbra de 23/05/2017 processo n. 651/08TBCTB-B.C1)5 Concluimos, portanto, em face de tudo o exposto, que as hipotecas invocadas pela Apelante não podem ser aqui consideradas; o direito de invocar, no âmbito da presente execução, essas garantias e a preferência delas resultante para efeitos de graduação dos créditos em relação ao produto da venda do bem penhorado sobre o qual incidiam aquelas está precludido, porquanto o crédito não foi oportunamente reclamado na sequência da citação que, para esse efeito e por força dessas garantias, foi aqui efectuada à Reclamante/Apelante.