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A fundamentar o peticionado, alegou, em síntese, que a quantia titulada pelo cheque não é devida, porquanto o mesmo foi entregue para servir de caução ao trespasse acordado em contrato promessa celebrado entre exequente e executado e para certificar o preço ajustado, tendo o exequente ficado obrigado a devolvê-lo ao executado no momento da outorga da escritura, que não se chegou a concretizar, sendo certo que este já havia entregue como sinal e princípio de pagamento do preço a quantia de €2000, faltando entregar €100 2- Foi proferido despacho a admitir, liminarmente, a oposição e a ordenar a notificação do exequente para, querendo, contestar, o que este fez, pugnando pela improcedência da oposição e prosseguimento da execução.