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12- Atento o disposto no artigo 14, n. 2, do P., "Deve ainda o juiz admitir, a requerimento da parte, o suprimento ou a correção de vícios ou omissões puramente formais de atos praticados, desde que a falta não deva imputar-se a dolo ou culpa grave e o suprimento ou a correção não implique prejuízo relevante para o regular andamento da causa.”, o que não sucedeu no caso sub-judice, desde logo por a parte não se mostrar representada por mandatário, aguardando a nomeação de patrono; 13- Compulsado o formulário do requerimento de protecção jurídica pode ler-se no ponto 5, designado por "Certificação”: "Tomei conhecimento de que devo entregar cópia do presente requerimento no tribunal onde decorre a ação, no prazo que me foi fixado na citação/notificação.”, sendo que, não consta qualquer obrigatoriedade de junção ao processo de comprovativo de entrega do requerimento, outrossim de entrega de cópia do requerimento, o que foi feito; 14- O envio da fatura/recibo dos CTT, no qual inclusive consta o n. de registo, correspondente à missiva remetida ao ISS, IP, em lugar do registo, não se poderá imputar à parte a título de dolo ou culpa grave, tão pouco implicava qualquer prejuízo relevante para o regular andamento da causa, uma vez que a sentença só veio a ser proferida em momento posterior ao suprimento do envio do comprovativo do registo este ocorreu em 04/06 e a sentença foi proferida em 30/06), ou seja, mesmo depois de junto o comprovativo do registo e mais, o comprovativo de ter a ISS IP recebido o pedido de apoio judiciário por parte da Recorrente, como ressalta do Reqtos.