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Para tal alegando, em síntese: a autora celebrou com o Réu um contrato por via do qual se obrigou a proceder à construção – quanto à estrutura e acabamento –, de um espaço comercial café/bar) pelo preço de 9500,00€;  durante a execução da obra e a pedido dos Réus, alguns desses trabalhos foram alterados e foram executados outros trabalhos que não estavam inicialmente previstos; durante a execução da obra os Réus foram pagando, nos termos convencionados, as faturas que a Autora ia emitindo;  a obra foi concluída em Dezembro de 1014 e, tendo sido emitida a licença de utilização, os Réus aceitaram a obra nessa data, sendo que, não obstante esse facto, a Autora ainda procedeu, no decurso de 2015, a alguns trabalhos solicitados pelos Réus e que, não obstante a aceitação da obra e não obstante as interpelações efetuadas, os Réus não pagaram a fatura A95 no valor de 000,00€ referente a serviços que haviam sido orçamentados, e não pagaram a fatura F14 no valor de 180,18€ referente a trabalhos que foram executados e não haviam sido inicialmente orçamentados.