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A 14/06/2021, o executado B veio deduzir oposição à execução com os seguintes fundamentos segue-se a síntese feita pelo tribunal: nos autos principais que culminaram na prolação da sentença que ora foi dada à execução, a procuração outorgada é nula, por dela não constar a menção a qualquer documento identificativo da mandante e a assinatura aposta não se encontra reconhecida notarialmente, o que gera a nulidade da mesma, por força do disposto nos artigos 44, 46 e 70 do Código do Notariado; a outorgante não possuía capacidade cognitiva e/ou discernimento que lhe permitisse visualizar e alcançar os efeitos da procuração forense por si, alegadamente, outorgada, o que determina igualmente a nulidade da procuração, por violação do disposto no artigo 72/2 do CN; no ano de 2017, em território português, em casa da executada, a exequente perdoou a dívida aos executados, pelo que a quantia exequenda se extinguiu por remida a título de liberalidade, nos termos previstos no artigo 863/2 do ; considera que estes fundamentos integram os pressupostos previstos no artigo 729/-a-do CPC.