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) Com esta deliberação pretendeu o Banco de Portugal clarificar, uma vez mais, o perímetro dos ativos, passivos, elementos patrimoniais e ativos sob gestão transferidos do Banco Espírito Santo para o B, alterando a Medida de Resolução de 3 de agosto para passar a refletir essas clarificações, tendo também em consideração a deliberação "Contingências”, e alargou o escopo das responsabilidades e contingências referentes à atividade de comercialização de instrumentos de dívida expressamente consagradas na lista dos passivos excluídos – que até então diziam respeito apenas aos instrumentos de dívida emitidos pelo Grupo Espírito Santo – para passar a abranger as responsabilidades emergentes da comercialização, intermediação financeira e distribuição de instrumentos dívida emitidos por quaisquer entidades, dissipando, assim, quaisquer dúvidas que pudessem subsistir quanto à exclusão destas responsabilidades do perímetro de passivos transferidos nos termos da subalínea da alínea do Anexo 2 à deliberação de 3 de agosto.» Consequentemente, a interpretação defendida nas alegações de recurso é inteiramente afastada quer pelo sentido e objetivo da Medida de Resolução, como pelas deliberações posteriores, denominadas deliberação «Contingências» e deliberação «Perímetro», mediante as quais o Banco de Portugal quis clarificar a não transferência para o B de passivos e outras responsabilidades associadas ao incumprimento de normas regulatórias relacionadas com a comercialização de instrumentos de dívida e a atividade de intermediação financeira.