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Elect.. 1 Em 17 de Dezembro de 2018, A remeteu aos autos um requerimento em que dá conta que é neta de José Pinto, titular inscrito do prédio rústico a expropriar e que tal prédio lhe ficou a pertencer, por o ter adquirido por partilha verbal, por óbito de sua mãe, Maria ., filha de José Pinto e de Josefa de Jesus, que por sua vez o adquiriu por partilhas verbais por óbito destes; mais informa que está a legalizar o prédio com recurso a escritura de justificação notarial e requer que se não proceda ao pagamento do valor da indemnização arbitrada enquanto não juntar o documento comprovativo do seu direito de propriedade cf.