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Da conjugação dos depoimentos e declarações prestados, apesar do descrito e até confirmado pelo arguido quanto à sua actuação, não logrou o Tribunal convencer-se que, apesar do mesmo saber que se encontrava num local de passagem de, frequentadores das Escolas ali existentes - Básica e Secundária - quis praticar os actos de masturbação para satisfação do seu prazer sexual, que praticou estando perfeitamente consciente, que o fazia perante as referidas menores, tal como sabia do efeito nocivo que essas práticas teriam ao nível da autodeterminação sexual das mesmas, posto que qualquer das menores confirma a existência de qualquer interacção ou sequer um olhar do arguido para elas, aquando de tal prática e, o próprio agente detentor refere que apesar da aproximação ao veículo, pelos agentes policiais, o arguido, em momento algum se apercebeu da presença dos mesmos, a não ser quando efectivamente abordado.