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Passemos para as conclusões e, na quais a Recorrente defende a nulidade da inspeção tributária e do relatório consequente, de acordo com o disposto no artigo 133 n 2, Código de Procedimento Administrativo, "porquanto a Divisão de Inspecção a Empresas não Financeiras da Direcção de Serviços de Inspecção Tributária dos Serviços de Inspecção Tributária da Direcção Geral de Impostos que os praticou/ elaborou, não tinha as atribuições e competências fiscais necessárias para o efeito, as quais pertencem à Região Autónoma da ........, mais concretamente à Direcção Regional dos Assuntos Fiscais, de acordo com o disposto nos arts.