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Se é certo que a convicção do juiz não pode ser puramente subjetiva, imotivável e por isso, o art.37 n.2 do P.Penal exige que a sentença contenha "uma exposição tanto possível completa, ainda que concisa, dos motivos de facto e de direito, que fundamentaram a decisão, com a indicação do exame crítico das provas que serviram para fundamentar a decisão do tribunal” também não se pode esquecer que a decisão do juiz é sempre uma convicção pessoal, «até porque nela desempenham um papel de relevo não só a atividade cognitiva mas também elementos racionalmente não explicáveis g. a credibilidade que se concede a um certo meio de e mesmo puramente emocionais» in Jorge de Figueiredo Dias, "Direito Processual Penal”, Coimbra Editora, edição 1974, pág.20 Ao princípio da livre apreciação da prova, estão intimamente associados os princípios da imediação e da oralidade.