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fls., e bem sabiam que não o poderiam fazer, assim violando o direito de privacidade dos ofendidos. . Pelo que, por se verificarem os pressupostos típicos do crime de violação de introdução em lugar vedado ao público por existência de dolo, nos termos e para os efeitos do artigo 14, n 3 do Código Penal e não se podendo qualificar a introdução como crime meio para a consumação da ofensa - ao contrario do referido na decisão a, devem todos os arguidos ser pronunciados por tal tipo de ilícito. . Pois, in casu, releva a diferença entre os bens jurídicos atingidos, por um lado a integridade física da pessoa humana na ofensa à integridade física simples  qualificada no nosso entender, e por outro lado, a privacidade e funcionalidade de um certo espaço, na introdução em lugar vedado ao público, encontrando-se  preenchidos os tipos subjectivos e objectivos dos dois ilícitos em causa.  . Posto isto, e no concernente a este ponto impõe-se a pronúncia também dos arguidos , F., S., F. e J. , e não apenas da arguida T. S., pela prática do crime de introdução em vedado ao público, p. e p. pelo artigo 19 do Código Penal. . Assim, concluindo, face a tudo o exposto, deverá considerar-se indiciariamente provado e como tal serem os arguidos pronunciados por:   No dia 27 de Novembro de 2016, pelas 19h00, as arguidas T. S., , S., F., de comum acordo, deslocaram-se ao interior do café denominado , em , Póvoa do Lanhoso e questionaram as pessoas ali presentes, se o ofendido F. se encontrava no café, tendo os presentes respondido que o mesmo não estava no café.