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Os recorridos, na sua resposta ao recurso, defenderam: que não se apurou quem foi o agente causador do dano, nem a culpa do agente do facto; que não se apurou o valor do pré-fabricado face ao valor dado em 2005, à indicação de falta de valor pericial de 2007, ao estado afetado em, nem o custo da construção do pré-fabricado que a autora alegou primeiro em € 24 694, 80 e depois em € 45 208,; que os honorários de mandatário, para além da falta de prova, não se tratam de um prejuízo patrimonial diretamente decorrente de facto ilícito praticado pelo lesante, não podendo enquadrar-se na obrigação de indemnizar e apenas cabendo nas custas de parte, salvo nos casos de litigância de má fé, conforme tem sido jurisprudência uniforme desde o Assento de 23/03/1930; que a hipotética angústia e desgosto dos dirigentes e população são irrelevantes, uma vez que a lei prevê que as pessoas coletivas tenham direito a indemnização, no caso de ofensa ao seu crédito e bom nome, sendo que apenas uma pessoa física pode sofrer dor indemnizável como dano não patrimonial, conforme posições defendidas por António Pinto Monteiro e Nuno Miguel Alonso Paixão, acórdão da Relação de Guimarães de 10202 Impõe-se reapreciar a sentença proferida, face à matéria de facto ampliada pela alteração operada nesta Relação em -  supra.