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O recorrido .., devidamente notificado para o efeito, veio apresentar as suas contra-alegações, tendo formulado as conclusões seguintes: 1)	No recurso interposto, a Recorrente discorda da douta sentença proferida em 23 de junho de 2020 pelo Tribunal Tributário de Lisboa doravante, sentença, reiterando, em suma, que as dívidas fiscais em causa nos presentes autos dívidas de IRS de 1999 EUR 59349,33), 2000 EUR 4702,51) e 2001 EUR 8494,17)) não estão prescritas, porque o decurso do prazo de prescrição foi interrompido pela existência de duas alegadas citações uma primeira de 11 de fevereiro de 2004 e uma segunda de 5 de dezembro de, e que ambas as alegadas citações produziram um efeito interruptivo do prazo de prescrição das dívidas fiscais.