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RC de 212003, processo n. 1460/03, todos consultáveis em www.dgsi.pt., ao passo que outra jurisprudência tem dado prevalência aos critérios de eficácia, utilidade e de adequação, aceitando um desvio à tramitação prevista para a ação especial de divisão de coisa comum desde que seja assegurado um processo equitativo, desta forma se cumprindo a instrumentalidade do direito adjetivo em face do direito substantivo – assim, por exemplo, no acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 2020143 entendeu-se que « o interesse em discutir e decidir todas as questões que, para além da divisão, envolvam os prédios dividendos, como seja  apreciação de um direito por benfeitorias invocado por um dos comproprietários, evitando dessa forma que ele se veja compelido a recorrer à propositura de uma outra ação para ver o seu direito reconhecido, para além de não beliscar qualquer daqueles princípios estruturantes, assume indiscutível relevância e que justifica plenamente a admissão da reconvenção», no acórdão da mesma Relação de 2020174 escreveu-se no respetivo sumário que: «1 - Na ação de divisão de coisa comum, se for deduzida reconvenção em que o demandado formule pedido de indemnização por benfeitorias feitas no prédio dividendo, deverá a reconvenção ser admitida, ao abrigo do disposto nos artigos 26, n. 3 e 3, n.s 2 e 3, do Código de Processo Civil, ordenando-se, em consequência, que o processo siga os termos, subsequentes à contestação, do processo comum.