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Não obstante, muito embora apenas a respeito da questão de saber se está ou não preenchido o requisito do invocado prejuízo sério – pois que sobre a questão da transferência não ser no caso definitiva a factualidade provada lhe dá suporte, o que afasta a necessidade de quaisquer outras considerações –, ainda assim, apesar do risco de cairmos em alguma repetição, diremos o seguinte: Em primeiro lugar, para reafirmarmos que o critério de inexistência no caso de prejuízo sério para o trabalhador / Autora com a transferência, adiantado na sentença, é a nosso ver conforme com o que tem sido seguido pela nossa jurisprudência, como o afirmámos no acórdão a que alude a sentença, incluindo desta Secção11, de que é exemplo o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 14 de maio de 201412, aí também citado, e em que se pode ler, a esse respeito, debruçando-se ainda sobre as regras de repartição do ónus da prova, o seguinte transcrição): "...) Prejuízo sério que, «deverá ser avaliado de acordo com um parâmetro de boa fé no cumprimento do contrato.