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Informou ainda que o pai dos menores tem-nos visitado quando estes estão consigo em casa; 136) Por despacho proferido em 102018 foi a medida de acolhimento residencial de J e S prorrogada por mais 3 meses e as visitas em casa da progenitora suspensas pelos fundamentos referidos "supra”, sendo apenas autorizadas na casa de acolhimento; 137) Manteve-se o esquema bissemanal às quartas e sábados, mas na realidade ocorrem apenas praticamente ao sábado, sendo crescente o desinvestimento da mãe na relação com os menores; 138) No dia 107 A progenitora não compareceu à visita, nem justificou; 139) No dia 14/07, primeiro dia sem visita em casa da família, a progenitora não compareceu nem informou, ficando J e S em sofrimento; 140) No dia 18-07 a progenitora faltou à reunião agendada; 141) A mãe comparece aos sábados, em regra na companhia de E; 142) No período de Janeiro a Dezembro de 2017 e no período de Janeiro a Dezembro de 2018 e Janeiro a Março de 2019 as visitas da progenitora com as crianças ocorreram com a seguinte frequência: Ano 2017 Ano 2018 Ano 2019 142) Quando está presente o E nas visitas é este que assume a interação com as crianças, permanecendo a mãe numa postura demissiva; Quando o E não está a mãe apresenta atitudes mais desadequadas como gritar com as crianças ou ameaçar que se vai embora caso estas não se portem bem, mostrando dificuldade em impor regras e limites às crianças; A mãe termina as visitas antes do tempo alegando ter coisas para a fazer; 143) S e J mostram-se cada vez mais tristes e carentes com o desinvestimento da mãe; 144) Foi proposta de forma unânime pelos técnicos EA e a medida de promoção e proteção de confiança a instituição com vista a futura adoção, na sequência do que foi designada data para tomada de declarações aos pais em tribunal, tendo estes faltado na primeira data agendada ; 143) Foi proferido despacho em 212018 prorrogando por 3 meses a medida de acolhimento residencial; 144) Ouvidos em Tribunal em 012018, tanto a mãe com o pai reconheceram não terem condições para reintegração das crianças, mas não aceitaram a medida proposta apenas concordando com o acolhimento ou apadrinhamento ; 144) O padrão de visitas da mãe manteve-se; 145) Em novembro de 2018 a família arrendou com o apoio da EAF/Família uma casa na freguesia de , sendo que na altura o agregado era constituído pela progenitora e filhos E e , entretanto este último saiu; 146) Trata-se de habitação de tipologia t1, sendo um espaço remodelado e com boas condições de habitabilidade, embora exíguo, cuja renda ascende a 350 euros, recebendo de apoio pecuniário da SCML o valor mensal de €335,00; 147) A mãe informou que deixou de fazer trabalhos pontuais e pediu o RSI que recebe no valor de 160 euros mensais desde Novembro de 2018, contando que passe a receber o valor de 300 euros mensalmente, uma vez que comunicou ter deixado os trabalhos pontuais; 138) Em sede de debate judicial pai e mãe propõem ficar cada um deles com um dos filhos, admitindo a mãe não ter condições para os dois e o pai que não tem uma relação de parentalidade com estes; 139) O pai explora um café com a companheira, do qual retira rendimento mensal líquido equivalente ao salário mínimo; 140) Não admite ter ou ter tido problemas de alcoolismo; 141) S e J integraram-se bem na Casa de Acolhimento, apresentam um desenvolvimento normal para a sua idade e são saudáveis; 149) Na sequência de sinais de sofrimento apresentados pelos menores, que se refletiram em tristeza, zangas, revolta contra a mãe, e descrédito quanto à mesma chamando-a de "mentirosa”, entre outros nomes ofensivos, até sinais de indiferença estes foram sujeitos a acompanhamento psicológico, sendo S desde início de Dezembro de 2018 e J desde Outubro de 2018; 150) As crianças têm evoluído ao longo do acompanhamento, estabelecendo uma relação mais próxima e com maior confiança com o respetivo psicólogo; 151) Apresentam sinais de sofrimento pela permanência na Casa de Acolhimento e inconstância da mãe, apresentando S melhoria na gestão das suas emoções relacionadas com as ausências da mãe e J maior indiferença perante as mesmas; 152) Atualmente, findas as visitas as crianças despedem-se da mãe e retomam as suas atividades normalmente 153 J pede uma família nova e pede para ir para casa com as educadoras 154) Santiago trata algumas educadoras por "mãe”.