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J) Segundo ensina Eduardo Correia Ibidem, p, 203 e, a solução da questão passa por duas vias fundamentais: uma ligada à teoria do crime nos seus princípios gerais, em que se procura "deduzir os elementos que poderiam explicar a unidade inscrita no crime continuado – e teremos então uma construção lógico-jurídica do conceito”, sendo que nesta perspectiva distinguem-se as teorias subjectivas - em que "o elemento aglutinador das diversas condutas que forma o crime continuado seria a "unidade de determinação da vontade " ou a "unidade de resolução”” – e, as teorias objectivas, em que o elemento aglutinador residiria "na homogeneidade das condutas, na indivisibilidade ou na unidade de objecto " K) A perspectiva teleológica é considerada, metodologicamente a melhor para resolver o problema, sendo que "quando se investiga o fundamento desta diminuição da culpa ele deve ir encontrar-se, como pela primeira vez claramente o formulou Kraushaar, no momento exógeno das condutas ,na disposição exterior das coisas para o facto.