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Os recorrentes contestam esta fundamentação com a seguinte linha argumentativa:   Que eles mais não fizeram do que procurar liquidez para pagarem aos credores e que os negócios em causa não prejudicaram ou agravaram a situação económica e financeira da devedora S, Lda, perante terceiros;   Que à data nenhuma alteração se verificou em relação aos credores com aquela sociedade;   Que no elenco dos factos provados pelo tribunal a quo não existia qualquer facto ou indício do qual resultasse que a origem da insolvência da sociedade S resultou dos negócios realizados pêlos requeridos ou tal foi causa do seu agravamento;   Que também não havia ficado demonstrado que o produto da venda das viaturas ou da própria viatura da marca Peugeot tivesse como destino o proveito próprio dos recorrentes ou de terceiros para não pagar aos credores;   Que o próprio administrador da insolvência referiu que não apurou qualquer volume de negócios afecto à actividade principal e/ou à actividade secundária, limitando-se a informar que não teve acesso à documentação contabilística, assegurando ainda que há mais de 6 meses à data da declaração da insolvência o incumprimento era generalizado;   Que nem a venda de viaturas nem qualquer outro negócio criou ou agravou a situação de insolvência nem nenhuma conduta foi praticada com dolo ou culpa grave.