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E da, ao qual anexava um documento com as plantas e medições  que fundariam as novas exigências, e ainda que contabilizando erradamente algumas partes como área bruta, apresenta um total de 1545,04 m² de Área Bruta de Construção, e já não  3874 m²;  ─ Bastaria desconsiderar o Piso -3 piso adicionado por exclusiva responsabilidade da  Requerida e como resultado da sua incapacidade de adquirir a totalidade das parcelas que garantiu pessoalmente à Requerente que estariam para que a ABC ficasse abaixo dos 1000 m²;  ─ Realizada nova reunião em 28 de Dezembro de 2018, a  Requerida não só  manteve a sua posição, como concretizou-a, propondo verbalmente à Requerente a  alteração do contrato-promessa  nos seguintes moldes:  - um aumento do valor da renda de €2000,00 por mês;  - a eliminação da cláusula de opção de compra;  - novo adiamento do prazo para conclusão da obra, agora para Setembro de 2020;  ─ O que não foi aceite pela Requerente;  ─ A  Requerida enviou à Requerente a carta, datada de 31 de Janeiro de 2019, recebida em 4 de Fevereiro de 2019, interpelando-a, a cumprir, no prazo de 30 dias, a "obrigação em falta", obrigação essa que não identifica, sob pena de, não o fazendo, a  Requerida resolver, por alegado incumprimento definitivo do contrato de 7 de Maio de 2014, por parte da Requerente, e até exigir a cláusula penal de €50000,00 ali prevista;  ─ A Requerente respondeu através de carta datada de 1 de Março de 2019, informando manter a sua posição anteriormente transmitida, aguardando o escrupuloso cumprimento do contrato;  ─ Por escritura pública de 29 de Janeiro de 2019, a  Requerida vendera os imóveis objecto da promessa de arrendamento a uma empresa denominada , Unipessoal, Ld., pelo preço declarado de €00000,00 três milhões de, aquisição registas nesse mesmo dia, junto da Conservatória do Registo Predial de , registo feito mediante a Ap.