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doc.n 1 ora; 12) A A., conforme o provam os documentos juntos aos autos bem como os documentos ora juntos pela recorrente, por não lhe ter sido possível juntá-los antes, sempre soube da existência do contrato de arrendamento aqui em causa; 13) Mas, admitindo por mera hipótese que não se concede que não sabia da existência do contrato de arrendamento desde Maio de 2011, pelo menos, a A. desde de Fevereiro de 2015 sabia da existência do mesmo; 14) Por tudo isso, pelo menos desde do início de 2015, a aqui A. tinha conhecimento da existência do contrato de arrendamento aqui em causa; 15) Em 2013, correu um processo nas Varas Mista de Guimarães, aí registado sob o n 35/13 TCGMR, em que estava em causa uma suposta venda de todos os 7 imóveis que eram parte integrante da herança do pai da aqui A., conforme consta do documento n11 da petição; 16) Havendo uma venda dos imóveis, dos quais faz parte o prédio arrendado à aqui recorrente, é razoável presumir que pelo mesmo desde de 2013 todos os herdeiros do, tinham conhecimento de todos os arrendamentos que oneravam os prédios objeto daquela venda; 17) A A. tem arrendados, pelo menos, mais dois prédios idênticos ao da aqui recorrente, a saber os artigos 232 e 235 ambos da freguesia de , que confrontam com o artigo 234 arrendado à recorrente; 18) Os inquilinos dos prédios 232 e 235, vizinhos e idênticos ao prédio da recorrente, apenas pagam 11,30€ de renda mensal; 19) A A. Ao receber as rendas relativas a um contrato celebrado pela cabeça de casal à data dos, reconheceu tacitamente o contrato de arrendamento; 20) O prazo para a arguição da anulabilidade previsto no artigo 287 n 1 do é um prazo de caducidade, representando esta a extinção do direito pelo seu não exercício durante um determinado período de tempo e encontra o seu fundamento em razões de segurança e certeza jurídica; 21) O prazo geral de um ano, estabelecido no n 1 do artigo 287 do , conta-se a partir do momento em que a A. teve conhecimento do contrato de arrendamento datado de 002011; 22) Dos factos dados como provados pela Douta Sentença, bem como dos documentos juntos aos autos pela A. e ora juntos pela recorrente resulta sem qualquer dúvida que a A. teve conhecimento da existência do contrato de arrendamento desde da sua celebração, isto é, desde 002011; 23) Porém, e mesmo admitindo que não teve conhecimento do contrato de arrendamento aqui em causa em 002011, a A. sempre teria conhecimento da existência do mesmo desde do ano de 2013, data em que correu no tribunal uma ação intentada pela A. e restantes irmãos, e cuja causa de pedir era a anulação da venda das casas pertencentes à herança aberta por morte do seu pai, e das quais fazia parte a casa da recorrente; 24) O tribunal a quo andou mal ao considerar a celebração do contrato de arrendamento pela cabaça de casal, mãe da ora A., como um ato de administração extraordinária e não meramente ordinária; 25) O tribunal a quo devia ter reduzido o prazo do contrato de 30 para 6 anos; 26) A presente ação deu entrada no tribunal a 10/07/2017; 27) A A. deixou caducar o seu direito de propor ação de anulação do contrato de arrendamento aqui em causa, uma vez que tinha apenas 1 ano a partir do conhecimento do mesmo para intentar a presente ação.