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- Segundo Coutinho de Abreu, apesar de se considerar dever entender-se que o sucessor do sócio se encontra impedido de votar na deliberação, por imposição normativa do n. 2 e n 3 do artigo 227 do S.e que somente, se confere o direito de voto ao sucessor do sócio no caso de "deliberaçõesquesejamsuscetíveisdemodificaroualteraraintegridadedaquota”,depreciandooseuvalorouasuasignificação "noequilíbriodopactofirmadoeexistenteàdatadamortedosóciotransmitente”, sempre se teria que concluir que o entendimento mais consentâneo com o regime híbrido consagrado ao abrigo dos artigos 22 n. 2 e n. 3, é o de que- ainda que a generalidade dos direitos e obrigações inerentes à quota se encontrem suspensos, - os sucessores podem intervir e reagir "contraeventuaissituaçõessuscetíveisdeprejudicarasuaposiçãopatrimonial”.