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17 Ficando nós convencidos, repete-se, que o real emprestador ou, pelo menos, o financiador do empréstimo) foi o que, no início do seu depoimento, até se identificou como "empresário em vários ramos”, que, mais à frente, manifestou o seu desagrado por o A., na PI, o identificar como mero dono do "Bifanas &amp; Co” e que coloca o seu Jaguar a reparar na oficina do A., mas que, quanto ao empréstimo, numa viragem "copérnica”, passa, segundo o seu incongruente depoimento, a já não ter disponibilidades financeiras e pede à R., sua funcionária administrativa a trabalhar atualmente num Call, que vá ao "pé de meia” que tem em casa e empreste gratuitamente € 2000,00 ao A.. Como supra se referiu, não é por uma testemunha referir um certo facto que o tribunal fica vinculado a ter que incluí-lo na sua "reconstituição do passado”, uma vez a apreciação livre da prova só permite "validar” o que mereça valor e crédito.