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F.– A decisão adotada no acórdão de 8 de janeiro de 2019 do Tribunal da Relação de Lisboa não é transponível para o caso dos autos, seja por se tratar de uma decisão meramente processual tendente à sanação de uma omissão de pronúncia que, na presente ação, manifestamente não, seja por se tratar de uma decisão proferida no âmbito de um processo em que se discutia a subscrição de um produto financeiro diferente do que está em causa nos presentes autos, que sofreu alterações á entidade emitente e à data de maturidade que não se verificaram com as Notes subscritas pelo Recorrente, razão pela qual não são sequer equacionáveis nesta ação as construções jurídicas de direito plausíveis que ali foram consideradas pelo Venerando Tribunal da Relação de Lisboa.