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Mantendo-se as demais penas singulares aplicadas a esta arguida, no acórdão recorrido, reduz-se, ainda, a pena única que lhe fora aplicada em cúmulo, de 7 anos e 8 meses de prisão, a 5 anos e 8 meses de prisão;  5- Mantendo-se, no mais, o douto acórdão ora recorrido, excetuada, tão só a parte supra revogada, relativa à declaração de nulidade de parte da prova produzida, através das declarações dos menores ofendidos, por se entender, antes e agora aqui, a mesma válida ou, desde logo sanada por não ter sido arguida em momento próprio, e sem prejuízo da sua desconsideração pontual, pelo Tribunal recorrido, no que concerne a não ter ficar convencido de algumas respostas dadas, derivado, nomeadamente, à forma como foram efetuadas as, mas sem que da revogação desta parte do acórdão recorrido, se possa retirar agora quaisquer consequências práticas, relativamente aos crimes pelos quais os arguidos foram absolvidos, pelo Tribunal recorrido, respeitando-se o princípio da proibição da  "reformatio in pejus”, imposto pelo artigo 409, n 1 do Código de Processo Penal, atento a só houve recursos de arguidos e já não do Ministério.