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Tendo-se inviabilizado a tentativa de conciliação e a audição técnica especializada fls 113/115), as partes foram notificadas para apresentarem as suas alegações tendo dito, em suma, o seguinte:  A progenitora T. alega que em resultado da regulação provisória das responsabilidades parentais, a menor foi entregue à Mãe e tem estado a residir junto desta, na aldeia de ..., em Vila Flor, fazendo parte do agregado familiar igualmente os avós maternos da menor; durante o dia, enquanto a progenitora está a trabalhar na farmácia de ..., concelho de Mirandela, a menor fica aos cuidados da avó, os quais são proprietários de um café na aldeia sendo a avó quem dedica mais tempo à exploração do negócio, dedicando-se o avô ao trabalho no campo e nas obras; o café sita no centro da aldeia, sendo maioritariamente frequentado por pessoas da localidade, com quem a família se relacionada há anos; o movimento no café é fraco e calmo, o que permite que a avó preste os cuidados necessários à neta sem agitações; o espaço comercial mantém boas condições de higiene e de organização, dispondo de uma cozinha para confeção de pequenas refeições, não sendo permitido fumar no café; a família ocupa casa própria, localizada a poucos metros do café, com excelentes condições de habitabilidade e de conforto; a menor dorme no quarto da progenitora, num berço junto à cama desta, a fim de ser mantida uma maior vigilância; o agregado mantém condição financeira desafogada, sendo que os avós apoiarão a filha e a neta em caso de necessidade; trata-se de uma família estruturada, tendo tanto a progenitora da menor como os avós competências para cuidar de uma criança de tenra idade; a menor tem sido levada a consultas médicas regulares e da especialidade de pediatria, encontrando-se a cumprir o plano nacional de vacinação, apresentando um desenvolvimento normal para a idade; é convenientemente alimentada, limpa e cuidada, sendo todos os elementos do agregado competentes para dar adequadamente as refeições à menor, de acordo com as suas necessidades e orientações do pediatra; a menor é alvo da atenção dos vizinhos, com quem interage socialmente de forma positiva; quando chega do trabalho, a progenitora acompanha a menor; existe uma ligação forte entre a menor e a progenitora e os avós; a menor encontra-se devidamente protegida no agregado materno, sendo este idóneo para promover o seu desenvolvimento integral, pelo que deverá continuar entregue à progenitora; pretende ainda limitar o direito de visitas do progenitor, cingindo-o às visitas a casa da menor, em como a actualização da pensão de alimentos, a suportar pelo progenitor, para a quantia de €200,00 mensais.