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1 Para tanto alega a Recorrente que enquanto no acórdão recorrido entendeu que «a AT não fundamentou de forma suficiente e clara os elementos comprováveis e aptos para sustentar o critério de quantificação utilizado, que permitissem ao sujeito passivo ficar a conhecer o processo lógico que estava subjacente à correção tributária» e especificamente em relação «à taxa de rentabilidade de 15% fixada pela AT para os exercícios de 1999 e 2000»,  2 Já no acórdão fundamento se considerou que «a AT atuou corretamente considerando como critério a aplicação da margem a que se chegou para o ano de 2000 no ano de 1999, tendo em consideração que a inexistência de motivo para que a margem praticada pelo sujeito passivo fosse diferente, uma vez que laborou normalmente nos dois exercícios» e que «assinalados os critérios e pressupostos utilizados na avaliação da matéria tributável, recaía sobre a Impugnante o ónus probandi de que o critério utilizado é ostensivamente desadequado e que houve erro ou manifesto excesso na matéria tributável quantificada».