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Daí que, porque se trata de uma herança indivisa não partilhada, tem que se pedir que "os herdeiros sejam condenados a reconhecer a existência do crédito sobre a herança e a ver satisfeito ou a esse crédito pelos bens da herança”, e não nos termos em que a Autora o faz, pedindo a condenação da Herança Indivisa que não tem sequer suscetibilidade de ser parte no processo.” - ") sendo os herdeiros os cotitulares de tal património que não tem, insiste-se, personalidade jurídica e judiciária) são ainda e sempre eles que são condenados na ação contra eles movida, embora com a dupla restrição de serem condenados como herdeiros como cotitulares de tal património autónomo) e da condenação estar limitada a ser satisfeita pelas forças/bens de tal património autónomo.” - "Deste modo, considerando que o pedido define o objeto do processo e que a sentença não pode determinar efeitos jurídicos que as partes não abordam no desenvolvimento da lide, ou seja, não pode condenar em objeto diverso do pedido, e não tendo a Autora, na sequência do convite que lhe foi endereçado, retificado o pedido em conformidade com o posicionamento das partes no processo, é forçoso concluir pela improcedência do pedido deduzido nestes autos.” Concluiu o tribunal a quo julgar "a presente ação totalmente improcedente e em consequência absolve os Réus do pedido formulado nos autos.”.Inconformada com o assim decidido, apelou a A. apresentado motivação em que formulou as seguintes  CONCLUSÕES:   Contra alegaram os RR.