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, n. 2, do Dec.-Lei n. 2/98, de 03/01; 4- em cúmulo jurídico, na pena única dedias, à taxa diária de € 7, no total de € 100dois e cem;   julgar parcialmente procedente, por provado na mesma medida, o pedido de indemnização deduzido por  e, consequentemente, condenar a demandada  – Companhia de Seguros, S.A. a pagar-lhe:  1- a quantia de € 2000 vinte, a título de indemnização pelos danos não patrimoniais, acrescida dos juros, à taxa legal de 4%, desde a data da presente sentença até integral pagamento;  2- a quantia de € 3500 trinta e dois e quinhentos, a título de indemnização perda da capacidade de ganho, acrescida dos juros, à taxa legal de 4%, desde a data da presente sentença até integral pagamento;   3- a quantia de € 736,75 nove , setecentos e trinta e seis euros e setenta e cinco cêntimos), a título de indemnização pelos danos patrimoniais, acrescida dos juros, à taxa legal de 4%, desde a data da notificação do pedido de indemnização até integral pagamento;  4- o valor das despesas de deslocação referidas em dos factos provados, na proporção da 50%, cuja determinação se relega para liquidação;  5- os tratamentos, mormente fisioterapia, medicamentos, cirurgias, próteses e sua colocação, decorrentes das lesões e sequelas sofridas pelo demandante no acidente, na proporção da 50%, cuja determinação se relega para liquidação;   - condenar o arguido nas custas do processo, fixando-se a taxa de justiça em 3 UCs art.