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Inexistência de infração disciplinar:  Sustenta a Autora que não existiu a prática de qualquer infração disciplinar, pois não violou qualquer dever deontológico, não resultando da acusação qualquer atuação concreta da Autora, donde se possa concluir tal violação, porquanto:  )	a Autora não dava instruções a outros psicólogos, mas sim colaborava com eles, na promoção do melhor apoio a conceder;   )	não existiu a retirada de utentes a um psicólogo, mas tão só uma transição atempada entre profissionais da mesma profissão, no sentido de se evitar a quebra da continuidade terapêutica;  )	os registos dos utentes estão sujeitos ao consentimento informado e aos limites da confidencialidade e privacidade, pelo que todo e qualquer terceiro que tenha acesso a informação confidencial está sujeito ao sigilo profissional;  )	a recolha de documentos e assinaturas junto dos utentes está ao abrigo do cumprimento do dever dos psicólogos de auxiliarem as organizações em que estão integradas a cumprir as suas finalidades;   )	o trabalho em equipa permite o acesso dos vários profissionais aos dados dos utentes que se mostrem necessários;   )	os psicólogos que considerem que está ultrapassada a sua competência técnica devem socorrer-se do apoio de outros colegas.