Legal Document Excerpt:

sempre destinou a seus filhos o prédio descrito sob o n .» A fundamentação do acórdão recorrido no sentido da não modificação desta factualidade baseou-se no seguinte raciocínio tributário da fundamentação da sentença da  instância: «Quanto aos pontos 39, 41 e 41-a dos factos provados pretendem os recorrentes leia-se autores por estes terem em sede de contra-alegações procedido à ampliação do âmbito do recurso de apelação no que concerne à impugnação da matéria de facto que se consigne que também não era vontade de GG vender a aludida propriedade, mas sim transmiti-la gratuitamente a , excluindo-se por isso, que a mesma fosse destinada aos seus filhos, ora autores, sendo essa a vontade exclusiva daquele e não também destes, assentando a sua pretensão no teor dos depoimentos das autoras e , e os documentos juntos com a contestação procuração e contrato de compra e.  O Julgador "a quo” para a prova dos aludidos factos teve em consideração esses elementos de prova mas deles não retirou a conclusão de que a vontade exclusiva de GG fosse de transmitir gratuitamente a propriedade, em causa, à mãe dos autores, tendo sustentado a sua posição nos seguintes termos:  "A matéria dos pontos 39 e 40, fundamenta-se nas declarações de parte das autoras, que confessaram que nem elas, o pai ou senhora sua mãe quiseram efetivamente proceder à compra e venda do bem em causa, que não teve por contrapartida o pagamento de qualquer importância.