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Y. Quanto ao vício de falta de fundamentação elencado no ponto , entendeu o douto Tribunal a quo que "As apreciações obtidas pela Autora face às competências " Criatividade e inovação” e "proatividade e iniciativa” de "não relevou capacidade para conceber novas soluções para os problemas e solicitações profissionais e desenvolver novos processos.” e "Revelou capacidade de tomar iniciativa face aos problemas e solicitações e empenhar-se em solucioná-los, bem como, atuar de modo independente e proactiva”, respectivamente, não obstante não se afigurarem integralmente incompatíveis entre si, não permitem tornar claro porque razão foram atribuídas tais menções e não outras, não permitindo conhecer a razão por que as mesmas foram atribuídas, impedindo, dessa forma, qualquer controle sobre a actividade valorativa da Administração.” Z. Todavia, mal andou o Tribunal a quo ao decidir nos termos em que o fez, na medida em que as apreciações que coloca em crise, no âmbito das competências" Criatividade e inovação” e "proatividade e iniciativa”, evidenciam, face aos perfis de competência e guiões de entrevista previamente fixados no Anexo e da Deliberação Fundamentada n. 206/2014, de 11/11/2014 fls.