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n. 2240/17BELSB –, por força das disposições dos artigos , n.os 1 e 5, 5 e 11, n.os 1 e 2, do CPA e face ao acervo de informação que tem vindo a público, veiculada pela comunicação social, nacional e internacional, sobre a situação de grande afluência de refugiados em Itália e sobre as condições de acolhimento e permanência dos requerentes de proteção internacional naquele Estado- Membro, incumbe, por norma, ao responsável pela direção do procedimento averiguar todos os factos cujo conhecimento seja adequado e necessário à tomada de uma decisão legal e justa, dever cujo cumprimento passa pela instrução oficiosa do procedimento, com informação fidedigna atualizada sobre o atual funcionamento do procedimento de asilo italiano e sobre as condições de acolhimento dos requerentes de proteção internacional naquele país, recorrendo a fontes credíveis como o Gabinete Europeu de Apoio em matéria de Asilo, o ACNUR e organizações de direitos humanos relevantes, de molde a verificar se, no caso concreto, se verificam ou não motivos determinantes da impossibilidade da transferência, referidos no artigo , n. 2, do Regulamento 604/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de Junho cfr.