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n 1266/12T8GMR-B.G1 Relator: Raquel, acessível in dgsi.pt, onde se menciona "– Uma vez verificado qualquer um dos fundamentos previstos nas alíneas do n. 2 do artigo 186 do CIRE, presume-se iuris et de iure que a insolvência é culposa para efeito da sua qualificação, abrangendo tal presunção  o nexo de causalidade desse comportamento para criação ou agravamento da situação de insolvência, sem possibilidade de prova em sentido contrário.- Já no n. 3 do artigo 186 estabelecem-se presunções ilidíveis, que admitem prova em contrário, não se dispensando a demonstração do nexo causal entre o comportamento dos administradores e o surgimento ou o agravamento da situação de insolvência”.