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Esta conclusão está, aliás, em linha com a jurisprudência deste Supremo Tribunal, que tem afirmado reiteradamente que a presunção de veracidade dos factos constantes dos relatórios dos jogos elaborados pelos delegados da Liga Portuguesa Futebol Profissional que tenham sido por eles percecionados, estabelecida pelo art 13, al., do Regulamento Disciplinar da LPFP RD/LPFP não infringe os comandos constitucionais insertos nos artigos 2, 20, n 4 e 32 ns 2 e 10 da CRP e os princípios da presunção de inocência e do in dubio pro reo, na medida em que seja conferido ao arguido "a possibilidade de abalar os fundamentos em que ela se sustenta mediante a mera contraprova dos factos presumidos” - cfr.