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Daí que, a procedência da impugnação tenha como efeito, de acordo com o disposto no n. 1 do artigo 61 do Código Civil6, que "o impugnante pode executar os bens alienados como se eles não tivessem saído do património do devedor” 	De facto, conjugando este preceito com os artigos 81 e 81 do , de acordo com cuja estatuição "não sendo a obrigação voluntariamente cumprida, tem o credor o direito de exigir judicialmente o seu cumprimento e de executar o património”, por regra do devedor, mas podendo "o direito de execução incidir sobre bens de terceiro  quando sejam objecto de acto praticado em prejuízo do credor, que este haja procedentemente impugnado”, não há dúvidas de que, tendo a acção pauliana sido julgada procedente e caso o respectivo crédito não seja satisfeito, o credor pode recorrer a acção executiva a incidir sobre os bens transmitidos ao terceiro adquirente em seu prejuízo, para obter o pagamento do seu crédito.