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– Fundamentação A) De factoO tribunal a quo deu como provados os factos seguidamente transcritos: "1) A R. dedica-se, nomeadamente, à conceção, construção, gestão, exploração e construção de redes e infraestruturas de comunicações eletrónicas, à prestação de serviços de comunicações eletrónicas, de transporte e difusão de sinal de telecomunicações de difusão e atividade de televisão, e o A. é licenciado em engenharia eletrotécnica;  2) O contrato de trabalho foi celebrado 1 de fevereiro de 1979, entre o A. e a H, a que sucedeu a , S.A. e depois a , S.A.; 3) Nos termos desse contrato, em 29 de abril de 2016 o A. tinha a categoria de "Consultor C3”, sendo que teve inicialmente a categoria de "Técnico Superior Licenciado”;  4) Como "Consultor C3” o A. tem as funções seguintes: articulação com outros operadores essencialmente na área da fibra ótica) e assuntos telemática rodoviária, do ponto de vista técnico; análise e elaboração das ações e medidas necessárias a adotar pelo cliente, do ponto de vista técnico; desenvolver atividades essenciais para o planeamento, dinamização, gestão, coordenação e inovação de projetos estruturais e transversais nas várias áreas e domínios de atuação; conceber e desenvolver técnicas e/ou soluções inovadoras e globais, prestando consultoria através da identificação e desenvolvimento de ações de melhoria e antecipação de oportunidades e resultados;  5) O A. liderou a primeira transmissão através de rede de telecomunicações do sinal de televisão no Porto; liderou a primeira instalação de cabo de fibra ótica no Porto com mão-de-obra interna; envolvimento em especificações da rede a nível da U.T.