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Segundo ainda a recorrente, além do mais, com este último normativo "a obrigação de pagamento de uma pensão provisória ao sinistrado cfr artigo 52 da,  é incompatível com a simultânea verificação de mora sobre o capital de remição desde o dia seguinte ao da alta” e por isso,"não é sobre o capital de remição – e desde a data da alta – que são devidos juros”, "sendo,  absolutamente incongruente o entendimento de que os juros são devidos sobre o capital de remição desde o dia seguinte ao da alta”na medida também em que"caso não seja alterada a incapacidade no decurso do processo o sinistrado terá recebido, nesse caso, até à data do cálculo do capital de remição – se a entidade patronal persistir no pagamento até essa data – a totalidade da indemnização que lhe era devida até então”, sendo certo que no art 50, n 2 deve ser interpretada no sentido "da prestação pecuniária devida no dia seguinte ao da alta não é o capital de remição, mas antes uma pensão por incapacidade fixada em montante anual”.