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374 do CCivil, arguida pelo executado/embargante a falsificação da sua assinatura, incumbe ao embargado/exequente o ónus de prova de que a assinatura em causa é do próprio1 Tendo o apelado impugnado a genuinidade do documento apresentado pela apelante, e não tendo sido feita prova da sua veracidade, tem-se o mesmo por impugnado, não se podendo assim ter por assente a sua autoria e exatidão, e deste modo, dar o facto n 7, como não provado por não haver inversão do ónus da prova como entende a. Aliás, por despacho de 2012-02-07, "atenta a posição manifestada pelo opoente, foi admitido exame pericial à assinatura aposta no documento intitulado "Declaração de Dívida”, como sendo do opoente”, despacho este, que não mereceu qualquer reparo da apelante.