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Proferiu-se sentença, com o seguinte dispositivo:  "Pelo exposto, o Tribunal julga parcialmente procedente a presente acção e, em consequência, decide:  - condenar a ré, "Unidade Local de Saúde do ..., EPE”, a reconhecer a existência de um contrato de trabalho celebrado com o autor, P. F., desde 1 de Abril de 2013, para, sob as suas ordens, direcção e fiscalização, exercer na Unidade Local de Saúde do ..., ou noutros estabelecimentos com os quais esta tenha ou venha a ter protocolos, as funções de correspondentes à categoria profissional de assistente de psiquiatria, com o horário semanal de quarenta horas, a definir de acordo com o serviço em que o autor está funcionalmente integrado, contra o pagamento de uma retribuição ilíquida mensal de Euros 398,92, acrescida dos subsídios de Natal e de férias, bem como do subsídio de alimentação, no montante de Euros 4,27, por dia; - condenar ré, "Unidade Local de Saúde do ..., EPE”, a pagar ao autor, P. F., a quantia de Euros 2642,17, a título de férias, subsídio de férias e de Natal referentes ao período de Abril 2013 a Maio de 2015; - condenar ré, "Unidade Local de Saúde do ..., EPE”, a pagar ao autor, P. F., a quantia de Euros 2367,84, a título de diferenças salarias relativas ao período compreendido entre Setembro de 2015 e a presente data; - condenar ré, "Unidade Local de Saúde do ..., EPE”, a pagar ao autor, P. F., a quantia mensal de Euros 652,71, a título de diferenças salarias, relativas ao período compreendido entre a presente data e o transito em julgado; - condenar ré, "Unidade Local de Saúde do ..., EPE”, a pagar ao autor, P. F., a pagar juros de mora contabilizados desde a data do vencimento de cada uma das prestações, às respectivas taxas legais em vigor, até integral pagamento; - absolver a ré "Unidade Local de Saúde do ..., EPE” dos demais pedidos formulados pelo autor, P. F..”.