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No seguimento do que se caba de dizer, as questões que se encontram submetidas à apreciação desta Relação resumem-se ao seguinte:  a- se a sentença recorrida é nula por omissão de pronúncia por o tribunal a quo não se ter pronunciado: a.1- sobre se o preço da empreitada incluía ou não o IVA; a.2- quanto ao pedido de condenação da Ré a pagar o IVA em falta; b- se aquela sentença é nula por excesso de pronúncia ao ter dado como provada a matéria do ponto 9 dos factos provados em relação aos defeitos por banda do Autor e que alegadamente causaram prejuízos à Ré, quando essa matéria não faz parte dos temas da prova, sequer do objeto do litígio, e quando o apelante/Autor não teve oportunidade de se defender quanto a essa matéria e esta extravasa o objeto do litígio; - se o tribunal a quo incorreu em violação de regras de direito probatório material ao ter julgado como não provada a matéria da alínea dos factos não provados, quando a Ré não impugnou essa factualidade, sequer quando a fatura não foi devolvida no prazo de cinco dias; - se aquele tribunal incorreu em erro de julgamento quanto à matéria de facto, ao julgar como não provada a matéria da referida alínea e se, uma vez revisitada e reponderada a prova produzida, se impõe concluir pela prova dessa matéria; e e- se na sequência das alterações introduzidas à matéria de facto ou independentemente delas, a decisão de mérito constante da sentença recorrida se pode manter.A- FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO  A Primeira Instância julgou provados e não provados os seguintes factos:  Está provado:    O A, até finais de Dezembro de 2014 dedicava-se á construção , disso fazendo profissão.