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No que respeita aos novos factos trazidos pelos Requeridos com a sua oposição, alegaram os mesmos, em primeiro lugar, que as fechaduras dos portões que permitem o acesso ao prédio em regime de compropriedade foram colocadas, não no início do ano de 2019, como sustentam os requerentes, mas sim entre o mês de Junho e o início do mês de Julho de 2018, motivo pelo qual o direito dos requerentes a obter a restituição provisória da posse já se encontrava caducado em 11 de Outubro de 2019, data da apresentação do requerimento inicial, e, em segundo lugar, que entregaram as chaves daquelas fechaduras aos requerentes, mas que estes as rejeitaram, assim concluindo no sentido da inexistência de esbulho.