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No que concerne ao acidente, alegou que o condutor do veículo fazia-o progredir na sua metade direita da faixa de rodagem, o mais cingido possível ao muro em pedra situado na extremidade direita da estrada, atento o seu sentido de marcha, a uma velocidade que não excedia 50 km/hora, avistando depois de percorrer cerca de 60 metros de uma recta com cerca de 130 metros de extensão, a luz do motociclo HF a surgir da curva à esquerda de que se aproximava, cujo condutor, por conduzir com uma taxa de alcoolémia superior a 1,58 g/e a velocidade superior a 90 km/hora, não conseguiu descrevê-la de forma a manter o motociclo o mais próximo possível da berma, alargando a sua trajectória para a esquerda e depois ligeiramente obliquada em relação ao eixo da via, tendo invadido a metade esquerda da estrada quando estavam prestes a cruzar-se, local onde o embate veio a dar-se na roda dianteira esquerda do , tendo o motociclo, de seguida, colidido com a porta lateral esquerda do veículo automóvel.