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Ou seja, não sendo a testemunha Carlos .assertiva, antes limita-se a questionar/duvidar da existência dos factos, não pode/deve o seu depoimento servir para albergar um pretenso erro de apreciação da prova do tribunal a quo.. Já o Réu/apelante , alinha também pelo mesmo "paradigma” de declarações, dizendo não se recordar rigorosamente nada de tal  detenção  ter sido mencionado e, o conteúdo daquelas – declarações – mostra-se recheado de comentários, detalhes oportunistas e de demasiadas circunstâncias desnecessárias e pouco relevantes com o thema probandum, tudo acrescentando, é certo, relevância retórica às declarações, mas em todo o caso não idóneas e credíveis a ponto de "beliscar” os depoimentos prestados pelas testemunhas João   gerente bancário  e Hugo .