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Alegaram, nomeadamente: - O prédio que os executados foram condenados a reconhecer como sendo da "propriedade dos exequentes”, que teve a sua origem num outro prédio devidamente identificado nas alíneas e dos factos assentes da sentença condenatória "sem sinais visíveis que o distingam do prédio dos exequentes”), não se encontra devidamente definido e não se pode extrair dos factos provados qual a sua exacta localização, área e limite nascente; - Encontra-se prejudicada qualquer prestação que os executados eventualmente poderiam fazer, por indeterminação do objeto, neste caso o prédio autonomizado, pelo que a presente execução não deverá ser admissível enquanto não existir um expediente de demarcação do prédio autonomizado; - Caso assim não se venha a entender, sempre se dirá que no local não existe qualquer rede metálica assente sobre postes, nem existe qualquer entulho a que a sentença faz referência, pelo que não podem os executados retirar o que não existe.