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Foi decidida a reclamação, na seguinte versão integral com sublinhado bold: «Por tudo o exposto, julgo parcialmente procedente a reclamação apresentada e, em consequência, decido:  a) relacionar as quantias de € 2723,29 e € 841,69;  b) relacionar os certificados de aforro e as quantias depositadas nas contas bancárias à data da propositura da acção de divórcio 102015);  ) relacionar os seguintes bens:  - descritos nos pontos 52, 53 e 54 da reclamação e o frigorífico de cor branca;  - atoalhados;  - toalha de mesa branca bordada e doze guardanapos;  - carpete do quarto de casal;  - secretária do escritório;  - descritos no ponto 61 da reclamação;  - máquina de cortar relva;  - espreguiçadeiras;  - estendais de jardim;  - pinheiro de Natal;  - peças do presépio;  - cortinados, romanetes e rolos;  - candeeiro de tecto mencionado no ponto 61 da reclamação);  - frigorífico AEG encastrado;  ) eliminar da relação de bens as verbas relacionadas como direitos de crédito e a verba relacionada como passivo;  e) considerar, no que respeita aos créditos decorrentes de , IUC e decorrentes da manutenção da habitação, desde que documentalmente comprovados, a final, no momento da partilha, com vista a ser deduzida à meação da requerente devendo, para o efeito, o cabeça discriminar tais créditos, com indicação dos respectivos montantes e respectivo suporte documental;  f) indeferir, quanto aos dois cadeirões e às máquinas de secar e lavar, por incluídos nas verbas n 24, 34 e 35 da relação de bens;  g) relegar para a conferência de interessados as questões suscitadas quanto ao valor dos bens relacionados.