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Acordam em Conferência no Supremo Tribunal de Justiça       No recurso de revista interposto, na presente acção com procedimento especial de entrega da criança AA, nascido em  de 2020, natural ..., ..., ..., filho de BB mãe) e de, a morar com a Mãe na Rua , n. , em ..., Portugal, com fundamento nos artigos , ,  e  da Convenção da Haia de 1980 Convenção sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças) e , , 1 e 1 do Regulamento n. 2201/2003, de 27 de Novembro, publicado o acórdão em audiência neste Supremo Tribunal de Justiça, concedendo a revista, suscita agora o Recorrente nulidades processuais afectando a prolação do acórdão, mediante a seguinte alegação, em resumo:  - o acórdão é nulo, nos termos do art 615 n1 als., e CPCiv, porquanto não especifica os fundamentos de facto e direito que justificam a decisão; os fundamentos estão em oposição com a decisão, sendo a mesma ambígua e obscura e os meritíssimos juízes conselheiros não se pronunciaram sobre todas as questões que deveriam conhecer;  - há contradição insanável se por um lado se afirma que a residência habitual do menor se situava em Espanha, e que a deslocação para Portugal se considera ilícita atendendo à ausência de autorização daquela viagem pelo progenitor, subscrevendo após o Tribunal a ideia vinculada na fundamentação do voto de vencido na Relação de que o menor foi "entregue num país diferente, num agregado familiar com o qual não tem qualquer ligação”;  - a aplicação da al.