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Em consequência do incêndio, a autora sofreu também danos consubstanciados na perda de lucro industrial consequente à impossibilidade de laboração, cuja reparação, nos termos da apólice respectiva, ascende ao montante de € 2938 A ré seguradora líder não cumpriu a obrigação de informação sobre os motivos concretos que a determinaram a não proceder ao pagamento da indemnização devida em consequência do sinistro, violando o direito da autora à indemnização a processar nos termos e prazos fixados na apólice, incorrendo assim na obrigação, a título de responsabilidade contratual e extracontratual, a pagar uma indemnização por perda de lucro industrial, desde a data do sinistro até ao termo dos seis meses subsequentes à data em que habilitarem a autora com numerário suficiente a proceder à substituição dos bens perecidos no incêndio e reinstalar a sua unidade, o que a autora computa com inclusão do montante de € 2939,89, acima desde 15/03/2003 até 14/09/2008 em € 27338,84 € 2879,84 x 5, Em resultado da violação do direito à indemnização a processar nos termos e prazos fixados na apólice, e da necessidade de moralizar o mercado segurador e de prevenir futuras práticas aberrantes, para que o delito não compense, fazendo-se ainda apelo à obrigação da gestão de sinistros da ré seguradora líder pôr em causa a particular forma como o relatório de averiguação do sinistro vem, as rés devem ser condenadas, a título de responsabilidade por culpa in agendo e., infracção de regras de, a pagar uma indemnização no montante de 25000,00 €, com actualização deste valor à data da sentença a proferir nos autos.