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a) Os Autores começam por impugnar a matéria constante do ponto 7 dos Factos Provados, pretendendo que dele conste que o «Terreno de quintal e serventia pegada a ao fundo da casa de com 1m de largura 123,25 m2 a 200 esc – 2650 $”, traduzindo-se num terreno de quintal e de "serventia” com 1 metro de largura, e corresponde, nas respetivas área e dimensão, a 123,25 m2”, cujo direito de propriedade coube ao Autor, integra e faz parte do imóvel inscrito na matriz predial urbana sob o artigo ...17 e que não se encontrava descrito na competente Conservatória do Registo Predial.» Ou seja, os Autores pretendem que conste do facto provado que o terreno que os Autores dizem ser seu, os tais 123,25 m2, embora seja propriedade dos Autores, foi incluído pelos Réus na área do prédio que consta da escritura pública de justificação/doação de 2005 e depois na escritura pública de doação de 201 b) Erro de julgamento» ao dar como provados os factos constantes dos pontos 23, 24, 25, 26, 28 e 29 dos factos provados, bem como ao dar como não provado o que consta da alínea dos factos não provados.