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"deve distinguir-se entre o regime geral da declaração tácita e eventuais casos excepcionais em que a lei ou a doutrina requeiram, não apenas factos que permitam a ilação "com toda a probabilidade”, mas antes comportamentos inequivocamente concludentes dever-se-á fazer uma distinção entre a, normalmente bastante concludência relativa e uma excepcional concludência absoluta do comportamento de facto, esta última não é hoje exigida para a declaração negocial tácita em geral mas há hipóteses excepcionais onde se requerem factos inequívocos – é o caso da hipótese do art 325 n 2 e outros que eventualmente se lhe devam juntar em que deverá ser excluída toda a inconcludência - no sentido de que n��o é admissível qualquer outra interpretação no caso concreto”.