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Ora, revertendo este entendimento ao caso em apreço, não tendo o Recorrente alegado oportunamente em primeira instância os factos que ora invocou para ilidir a presunção, em circunstâncias comuns não poderia este Tribunal conhecer da bondade de questão que não foi suscitada em primeira instância, ficando assim precludido o seu correspondente direito12, isto porque é igualmente pacífico que os recursos não visam criar novas decisões mas reapreciar as proferidas1  	Acontece que, todos os citados arestos se debruçaram sobre as situações que são as mais comuns: a notificação foi expedida quando os autos o documentam, e, portanto, a parte quando se apresenta a praticar o acto, tem perfeito conhecimento de que o tribunal presume, por via do indicado artigo 24, n. 1, do CPC, que se encontra notificado.