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35 Defende o recorrente no presente recurso que os documentos comprovativos de despesa com capitais próprios estão juntos aos autos e consistem nas faturas/recibos existentes em nome do autor e que são de valor muito superior a 1937,99 €, estando pelo menos enumeradas despesas de 5236,65 €, tal como resulta do ponto 7 dos factos provados; que uma vez que o réu não logrou demonstrar, como se impunha, que essas faturas/recibos, apesar de estarem passados em nome do autor não foram pagos com capitais próprios, forçosa se torna a conclusão de que o réu não conseguiu demonstrar o alegado incumprimento, por banda do autor, da obrigação de concluir o projeto com 10 % de capitais próprios; que o acórdão recorrido, ao partir do pressuposto de que a prova do autor tinha de ser feita com declarações de fornecedores, e não com as faturas/recibos juntos aos autos, que atingem 5236,65 €, violou as regras que regulam o ónus da prova cfr.