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Nesta senda, o Tribunal a quo não deixou a questão da falta de notificação do Recorrente sem sagaz pronúncia, notando que: a notificação da resolução de expropriar encontra-se indiciariamente comprovada "ou, pelo menos, não nos leva a concluir, de imediato, pela preterição de tal formalidade legal”; a questão da válida constituição de mandatário do procedimento expropriativo apenas encontrará resposta cabal no âmbito do processo principal, "razão pela qual também não podemos assegurar, desde já, que este vício invocado se verifica nos termos em que o requerente o invoca”; a eventual preterição da notificação do relatório da vistoria ad perpetuam rei memoriam não poderá inquinar o ato impugnado e suspendendo, posto que se trata de ato cronologicamente posterior à DUP; o regime do procedimento de avaliação de impacte ambiental não prevê "a notificação de todos os particulares afetados”; acrescentando que "saber se a utilização de avisos públicos e meios eletrónicos para cumprir o princípio da participação do público em decisões no domínio do ambiente viola o disposto no n. 4 do artigo  da Diretiva 2011/92/UE do Parlamento Europeu e do Conselho de 13 de dezembro de 2011 bem como o artigo 2, n. 3, do RJAIA é questão cuja resposta não se mostra óbvia, ainda que não se alcance como certo que a circunstância de o requerente, afetado pelo estudo de impacte ambiental, tenha de ser notificado pessoalmente, pelo que, mais uma vez, não estamos perante uma ilegalidade que se possa considerar como certa”.