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alínea do probatório, mas desconhecemos se nestas épocas teve algum jogador profissional; o que impede, desde logo, a apreciação de eventual aplicabilidade do disposto no artigo  do Decreto-Lei n. 300/89, de 4 de Setembro: "1- Os jogadores profissionais de futebol e os clubes aos quais prestem actividades são obrigatoriamente abrangidos, na qualidade de beneficiários e de contribuintes, respectivamente, pelo regime geral de segurança social dos trabalhadores por conta de outrem, com as especificidades constantes do presente diploma.” Por outro lado, como resulta do Acórdão do Tribunal da Relação do Porto que referimos, de 08/01/2007 - processo n. 0612342, o facto de o atleta ser praticante amador de futebol não significa que não possa ter como vínculo com o Clube um contrato de trabalho e, consequentemente, que esteja sujeito ao regime geral das contribuições para a segurança social.Isto porque a qualificação jurídica do contrato celebrado entre um praticante desportivo e um Clube é independente de o jogador se encontrar inscrito como amador ou como profissional na Federação Portuguesa de Futebol, de o clube participar em competições – estatuto jurídico-desportivo – amadoras ou profissionais, bem como da forma jurídica do clube: associação sem fim lucrativo, sociedade anónima desportiva, associação com vocação desportiva ou outra.