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R. S., que exerce as funções de engenheiro e que foi o diretor técnico desta obra em particular, no depoimento que prestou no dia 11-02-2019, entre os minutos 00:13:38 a 00:18:11, o qual se encontra gravado em sistema digital, na parte que supra se transcreveu entre os minutos 00:00:00 e 01:32:40; F., que exerce as funções de técnico de obras, no depoimento que prestou no dia 18-02-2019, entre os minutos 00:09:30 e 00:10:45, o qual se encontra gravado em sistema digital, na parte que supra se transcreveu entre os minutos 00:00:00 a 01:13:06; P. S., que exerce as funções de carpinteiro, no depoimento que prestou no dia 18-02-2019, entre os minutos 00:01:56 e 00:07:23, o qual se encontra gravado em sistema digital, na parte que supra se transcreveu entre os minutos 00:00:00 a 00:01:11 e 00:00:00 a 00:23:19; e T., que exerce as funções de trolha, no depoimento que prestou no dia 18-02-2019, entre os minutos 00:01:40 e 00:08:34, o qual se encontra gravado em sistema digital, na parte que supra se transcreveu entre os minutos 00:00:00 a 00:34:09; bem como o Arquiteto P. F., autor do projeto de arquitetura da obra em causa nos autos, no depoimento que prestou no dia 11-02-2019, entre os minutos 01:13:50 a 01:15:22, o qual se encontra gravado em sistema digital, na parte que supra se transcreveu entre os minutos 00:00:00 e 01:40:4 10- As referidas testemunhas foram unânimes em afirmar que o recuperador de calor e o sistema de aquecimento e respetivas tubagens foram aplicados pela 2 Ré, limitando-se a Recorrente a dar o apoio à execução do referido trabalho pela 2 Ré ao nível da construção , designadamente na abertura dos buracos para a passagem dos tubos; que a Recorrente cumpriu o projeto de arquitetura que lhe foi enviado pela 2 Autora e que foi aprovado pela Câmara Municipal ..., e que as distâncias máximas possíveis entre a tubagem de exaustão e os materiais de combustão já constavam do projeto elaborado pelo arquiteto responsável pela obra, facto que foi dado como provado pelo Tribunal recorrido nos pontos 89 e  117 dos factos provados; que a distância existente nesta obra entre os materiais combustíveis e a conduta de exaustão do sistema de aquecimento corresponde à distância normalmente existente em obras similares à dos autos, facto que, aliás, também foi dado como provado pelo Tribunal recorrido no ponto 120 dos factos provados; que o tipo de tubagem aplicada pela 2 Ré, por ser em inox e de dupla face, era estanque de calor e, como tal, não precisava de qualquer tipo de revestimento pelo exterior, mas que, mesmo assim, de acordo com o que é prática corrente na construção , ainda revestiram toda a tubagem com lã de rocha, que é o material usado habitualmente para estancar o calor; que o tipo de tubo aplicado pela 2 Ré, tubo em inox com revestimento interior de lã de rocha, é que garantia a segurança em relação aos materiais de construção e não o revestimento que era feito ao exterior do tubo, o qual não era necessário porque o tubo era estanque de calor.