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neste sentido, acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça de 1-10-2019, relator Acácio das Neves, processo n. 2300/14T8PRT.PS1; de 15-01-2019, relator Fonseca Ramos, processo n. 27881/10T8LSB-A.L1-A.S1; de 9-02-2017, relator Nunes Ribeiro, processo n. 1387/16T8PRT-B.LP1-A; e de 6-09-2016, relator Alexandre Reis, processo n. 1386/18T8PRT-B.PS1; acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 24-05-2018, relator Manuel Rodrigues, processo n. 2881/10T8LSB-A.L1-6; acórdãos do Tribunal da Relação do Porto de 27-09-2018, relator José Manuel de Araújo Barros, processo n. 13688/11T8PRT.P1; de 23-02-2017, relator Aristides Rodrigues de Almeida, processo n. 159312/14YIPRT.P1; de 1-06-2017, relator Aristides Rodrigues de Almeida, processo n. 10310/10T8PRT-A.P1; acórdãos do Tribunal da Relação de Guimarães de 4-10-2018, relator Heitor Gonçalves, processo n. 6029/12T8GMR.G1 e de 24-01-2019, relatora Sandra Melo, processo n. 1689/17T8BGC.G  Na situação sub judice, a presente acção está incluída no âmbitoterritorial, material e temporal do Regulamento 1215/2012, o que sucede porque o Regulamento é aplicável em todos os Estados-membros, designadamente Portugal, Espanha e Reino Unido; o litígio tem conexão com o território desses Estados-membros vinculados pelo Regulamento, sendo que os quatro primeiros réus são domiciliados em Portugal e a quinta ré no Reino Unido.