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Em conclusão, considera-se que: Não se verificam os pressupostos de que depende a responsabilidade da R., uma vez que, por um lado, o uso do seu prédio não pode ser tido como anormal e, por outro lado, não se encontra provado o nexo de causalidade adequada entre as emissões produzidas pela obras de demolição – que, repete-se, decorreram entre 4 de Julho de 2015 e data não determinada, mas anterior a 2 de Novembro de 2015 – e os lucros cessantes correspondentes ao ano 2016 e anos subsequentes; De qualquer forma, tendo ficado provados os riscos de segurança da moradia da R., encontrava-se esta obrigada a demoli-la, o que, em si mesmo, constitui causa de exclusão de ilicitude da conduta da R., exonerando-a de responsabilidade.