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)”  Do assim decidido foi interposto recurso de apelação pela beneficiária B, a qual a final requereu: "Nestes termos e nos de Direito deve ser dado provimento ao recurso e por via disso revogada a douta sentença na parte em que fixa a o início do ano de 2016 como data a partir da qual as medidas se tornaram convenientes, sendo esta data fixada como no ano de 2019, assim como não deve ser constituído conselho de família, porquanto as pessoas indicadas para o compor, não tem aptidões para o seu exercício, não tem proximidade pessoal e emocional, vivem arredadas, não tem cuidados ou afeto e sempre deve ser nomeado como Acompanhante substituto o indicado pela Acompanhante, F, por ser pessoa idónea, capaz, próxima e com vinculo emocional à Recorrente, e desinteressada no cargo, contrariamente à indicada que de modo algum cuida ou zela da Recorrente.”   Por Acórdão proferido por este Tribunal da Relação em 2020-09-24, por dos autos não constarem "todos os elementos necessários à reapreciação da decisão de facto na parte objeto do recurso e reputada deficiente” foi julgado necessário "ao abrigo do disposto no artigo 662 n 2 al.