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O tribunal "a quo” encarou que «No caso dos autos, alegam os requerentes, no que tange ao requisito do periculum in mora, que "logo que a 2 requerida teve conhecimento que contra si foi proposta a acção principal da qual depende a presente providência cautelar, os trabalhos em obra intensificaram-se”, do que resulta que "caso não seja, de imediato, embargada a obra, objecto dos presentes autos, os requerentes – bem como toda a comunidade com cujos direitos difusos e/ou colectivos se pretende acautelar através da acção principal, da qual depende o presente procedimento cautelar – correm o risco de, na altura em que vier a ser decretada a decisão definitiva, verem o edifício totalmente edificado, e depararem-se com uma inevitabilidade.