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42 A verdade é que, sem qualquer razão legal e contratualmente atendível, a Requerente se vê neste momento, por ter sido expulsa pela Câmara Municipal da Amadora, sem acesso às instalações que construiu tendo por base o direito de superfície de que é titular, 43 Inconformada com essa situação, a ora Requerente instaurou contra a Câmara Municipal da Amadora, junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra, no dia 302010, uma providência cautelar de suspensão de eficácia da deliberação daquela entidade que revogou o contrato de cedência do direito de superfície e determinou a reversão do terreno em apreço, nos termos do requerimento inicial que se junta e se dá por integralmente reproduzido, cujos autos correram os seus termos pela 3 Unidade Orgânica, com o n 1194/12BESNT.