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No entanto, os recorrentes, como se expôs supra: não alegaram antes da prolação da sentença quaisquer factos integrativos da exceção de pagamento, cujo ónus de alegação e de prova lhes cabia, nos termos dos arts.5/1 do P Civil e 342/2 do Civil, que exigisse a produção de prova e a apreciação pelo Tribunal, que apenas pode apreciar os factos alegados pelas partes art.5/1do P. e os factos instrumentais, complementares ou concretizadores de factos oportunamente alegados, que decorressem da instrução art.5/2 do P.; que a as diligências oficiosas para a descoberta da verdade e a justa composição do litígio, nos termos do art.411 do P. Civil, apenas podem ser praticadas quanto aos factos que é lícito ao Tribunal conhecer, sujeitos ao regime enunciado em processos, como o presente, que não são de jurisdição voluntária ou em que não prevalece o princípio do inquisitório); que os embargantes não arguiram e comprovaram qualquer obstáculo para cumprir o seu ónus de alegação do art.5/1 do P. Civil ou de prova, nos termos do art.342/2 do Civil, que exigisse a cooperação do Tribunal, nos termos dos arts.