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e ré Supra – Sociedade Unida Produtos Aglomerados, Lda R.), atingida a fase de saneamento o tribunal entendeu que o processo reunia os elementos necessários para poder decidir, tendo proferido sentença com o dispositivo seguinte: «Pelo exposto, na procedência parcial da presente ação de impugnação judicial da regularidade e licitude do despedimento intentada pelo trabalhador AA contra a entidade empregadora Supra – Sociedade Unida Produtos Aglomerados, Lda: − Declaro a ilicitude do despedimento do referido trabalhador efetuado pela decisão de despedimento sem compensação datada de 1 de março de 2017 e comunicada ao aqui trabalhador em 10 de março de 2017; − Julgando procedente a exclusão da reintegração do trabalhador a pedido da entidade empregadora, condeno a entidade empregadora a pagar ao trabalhador uma indemnização correspondente a 45 dias de remuneração base € 269,185) por cada ano completo ou fração, contando-se para o efeito todo o tempo decorrido desde 28 de janeiro de 2002 até à data do trânsito em julgado da presente decisão, indemnização essa que ascende na data da prolação desta decisão – 26 de dezembro de 2019 – a € 9611,66 € 269,185 x 18 anos, 10 meses e 26; − condeno a entidade empregadora a pagar ao trabalhador as retribuições que deixou de auferir, no valor mensal de € 512,79, desde 10-03-2017 até ao trânsito em julgado da presente decisão, deduzindo-se o subsídio de desemprego que entretanto tenha recebido e as importâncias que tenha auferido com a cessação do contrato e que não receberia se não fosse o despedimento, a liquidar nos termos previstos no n. 2 do art.