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..., Crl  Acordam na Secção Social do Tribunal da Relação do Porto  – RELATÓRIO A Autora, AA, casada, portadora do Cartão do Cidadão n ......., NIF ..., residente na Rua ..., ..., ..., ..., Valongo, interpôs acção declarativa, com processo comum, contra a Fundação ..., Crl., NIPC ..., com sede na Rua ..., ..., ..., ..., formulando o pedido de que:  "Deve a presente acção ser julgada provada e procedente, condenando-se a Ré a: a) Reconhecer a celebração e vigência de um contrato de trabalho entre a Autora e a Ré desde 01/10/1993; b) Deve, para todos os efeitos, ser fixada a remuneração mensal da Autora em 697,15€ três seiscentos e noventa e sete euros e quinze cêntimos); ) Subsidiariamente ao pedido formulado em, deve, para todos os efeitos, ser fixada através da equidade, em valor não inferior a 010,23€ quatro e dez euros e vinte e três cêntimos); ) Deve a Ré ser condenada a pagar à Autora a diferença entre os vencimentos e subsídios pagos desde Agosto de 2001 e o vencimento que venha a ser determinado nos termos dos pedidos formulados em ou, aos quais deverão acrescer juros de mora desde a data de vencimento de cada uma das prestações até integral pagamento, a liquidar em execução de sentença.” Fundamenta o seu pedido alegando, em síntese, que a Ré é uma cooperativa que, para o cumprimento do seu objecto explora estabelecimentos de ensino superior denominados "Universidade ...”, nomeadamente um estabelecimento de ensino superior privado denominado "Universidade ...” U...).