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Com tais fundamentos, pediu a sua absolvição dos pedidos formulados pela autora e deduziu reconvenção, em cujo âmbito pediu fosse reconhecido o seu direito de propriedade sobre a fracção reivindicada, por tê-lo adquirido por usucapião, com o cancelamento do registo a favor da reconvinda; subsidiariamente, e para o caso do assim peticionado não ser atendido, pediu o reconhecimento do direito de retenção para garantia do crédito de que é titular, emergente das benfeitorias realizadas na fracção, e que liquidou em €18 355,2 A autora replicou, pronunciando-se no sentido da improcedência da excepção da prescrição, alegando quanto ao mais que a ré sempre reconheceu o seu direito de propriedade sobre a fracção e que a adquiriu de boa-fé, expressando por último que o invocado direito de retenção carece de fundamente legal.