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A matéria do «valor estimado contrato» vem regulada no artigo 1 do CCP, segundo o qual "Para efeitos do presente Código, o valor do contrato a celebrar é o valor máximo do benefício económico que, em função do procedimento adotado, pode ser obtido pelo adjudicatário com a execução de todas as prestações que constituem o seu objeto” n., e, no que ora releva "A fixação do valor estimado do contrato deve ser fundamentada com base em critérios objetivos, utilizando, como referência preferencial, os custos médios unitários de prestações do mesmo tipo adjudicadas em anteriores procedimentos promovidos pela entidade adjudicante” n.. Já o «preço base» consta do artigo 4 do mesmo Código, onde se retira que "O preço base, que deve ser definido pela entidade adjudicante no caderno de encargos, é o montante máximo que esta entidade se dispõe a pagar pela execução de todas as  prestações que constituem o objeto do contrato, incluindo eventuais renovações do contrato” n.; e que "A fixação do preço base deve ser fundamentada com base em critérios objetivos, tais como os preços atualizados do mercado obtidos através da consulta preliminar prevista no artigo 3-A, ou os custos médios unitários, resultantes de anteriores procedimentos, para prestações do mesmo tipo” n.. Ainda que a Autora lhes confira o mesmo tratamento, na verdade, conceptualmente, como nos dá conta a doutrina Pedro Gonçalves, Direito dos Contratos Públicos, Almedina,  ed., 2021, p. 460 e ss.