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Com os dados assim obtidos, para o cálculo da pensão estatutária, o CNP considerou a P1 € 035,56), multiplicou pelo Cl, que considerou 00 e somou o produto da P2 € 990,45) pelo C2, que considerou 05, dividindo posteriormente o resultado por , que considerou 0  Na sequência dos esclarecimentos prestados após a reabertura da audiência de julgamento, veio o CNP informar ter ocorrido uma anomalia na organização da pensão atribuída ao autor na parte que respeita ao tempo de serviço militar obrigatório, pois que o mesmo foi contado para a taxa de formação da pensão na totalidade da carreira contributiva, no entanto, não foi contado nos mesmos termos para a taxa de formação da pensão até ao ano de 2006, como decorre do artigo 3 do Decreto-Lei n." 187/2007, de 10/0 Assim, e nos cálculos agora apresentados, em nosso entender de forma correta, o CNP multiplica a P1 por 04 e a P2 por 01, assim obtendo a pensão estatutária de € 026,5  Considerando o disposto no artigo 3 do citado diploma legal, o número de anos exigidos e o número de anos com densidade contributiva 01 - o SMO não tem qualquer densidade, obteve o CNP a pensão regulamentar de € 68,44 e, tendo em conta o fator de sustentabilidade de 0,9686, a pensão final de € 66,2  De tudo quanto se expôs resulta que, efetivamente, o tempo de SMO não teve qualquer relevo no cálculo da remuneração de referência, onde apenas foram consideradas as remunerações registadas e o número de anos civis com registo de remunerações.