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B. Considerou o TCAN, erroneamente, e na esteira da  instância NÃO existir um ato ilícito por parte das recorridas, entendendo que não foi demonstrado pelos recorrentes que a ré ou a interveniente tivessem violado quaisquer normas legais e/ou regulamentares, ou os princípios gerais aplicáveis e, ainda, as regras de ordem técnica e de prudência comum que devessem ser tidas em consideração, sequer a violação por sua parte dos princípios da confiança e da boa-fé, apesar de tal resultar concretizado pelos recorrentes e claramente percetível pelas alegações no seu todo, excluindo a responsabilidade extracontratual pela prática de factos ilícitos; Considerou o TCAN, ao invés da  instância, que sequer se pronunciou quanto à eventual responsabilidade por facto lícito julgando a ação improcedente tão só com a fundamentando NÃO existir um ato ilícito por parte das, erroneamente, também NÃO existir responsabilidade extracontratual por facto lícito pela ausência de prejuízos especiais e anormais.