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T)	NESTE SENTIDO, SE PRONUNCIOU O STJ, QUANTO A UMA SITUAÇÃO EM QUE O  TRABALHADOR, REQUER O GOZO DE FÉRIAS, NÃO TENDO A ENTIDADE EMPREGADORA ANUÍDO AO PEDIDO:-DECORRE DO DISPOSTO NO ART 217 DO CÓDIGO DO TRABALHO QUE O PERÍODO DE FÉRIAS É MARCADO POR ACORDO ENTRE EMPREGADOR E TRABALHADOR E QUE, NA FALTA DE ACORDO, CABE AO EMPREGADOR MARCAR AS FÉRIAS E ELABORAR O RESPECTIVO MAPA, OUVINDO PARA O EFEITO A COMISSÃO DE TRABALHADORES.-DO REFERIDO NORMATIVO LEGAL NÃO SE EXTRAI QUE, HAVENDO SOLICITAÇÃO DO GOZO DE FÉRIAS NUM DADO PERÍODO POR PARTE DO TRABALHADOR, O SILÊNCIO DO EMPREGADOR POSSA VALER COMO ACORDO ÀQUELA SOLICITAÇÃO.-AINDA QUE SE VERIFIQUE UMA ACTUAÇÃO DO EMPREGADOR OBSTATIVA DO DESFRUTE DO DIREITO A FÉRIAS POR PARTE DO TRABALHADOR, NÃO ASSISTE A ESTE O DIREITO A NÃO COMPARECER AO SERVIÇO, COM O DESIDERATO DE PROCEDER AO GOZO DE FÉRIAS  ILEGALMENTE NÃO PERMITIDO POR AQUELA ENTIDADE, FUNDANDO-SE ESSA NÃO  COMPARÊNCIA NO EXERCÍCIO DE UM LEGÍTIMO EXERCÍCIO DO SEU DIREITO A FÉRIAS  U)	AENTIDADE RECORRIDA, AO ACUSAR A RECORRENTE DO FACTO DE "NÃO TER SIDO AUTORIZADO O GOZO DE FÉRIAS”, DETERMINA QUE A RECORRENTE VIOLOU O DEVER DEONTOLÓGICO DE CONTRIBUIR PARA A BOA REPUTAÇÃO DA ORDEM E PROCURAR ALARGAR O SEU ÂMBITO DE INFLUÊNCIA, MAS EM BOA VERDADE A RECORRENTE NÃO  VIOLOU QUALQUER DEVER DEONTOLÓGICO, POIS FOI A ENTIDADE RECORRIDA QUE COM  A SUA ATUAÇÃO VIOLOU O PRINCÍPIO DA JUSTIÇA, PROCURANDO IMPOR À  RECORRENTE, A OBRIGAÇÃO DE NÃO CUMPRIR O NORMATIVO DO CÓDIGO DO TRABALHO, E CONSEQUENTEMENTE INDUZIR A QUE ESTA INCORRESSE EM VIOLAÇÃO CONTRAORDENACIONAL.  )