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De facto, as omissões processuais imputadas à embargada/exequente no processo executivo:  a) Não foram alegadas como causais do atraso da penhora e da citação dos executados subsequente à mesma, uma vez que os recorrentes não alegaram e porque, de facto não aconteceram, pelos atos documentados eletronicamente no processo: que as diligências executivas não foram iniciadas ou estiveram paradas pela agente de execução antes da junção do original da livrança, nos termos do art.724/4-a) do P. Civil; que a execução esteve a aguardar impulso processual do exequente em relação à nomeação de bens à penhora, de sua parte ou do executado, após notificação do agente de execução ou do tribunal.