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Tal conclusão parece-nos, aliás, evidente, bastando, para o efeito, considerar a resposta ao quesito n. 6 da junta médica, em que, por maioria dos peritos nomeados, é afirmado, peremptoriamente, que: "se admite como intensificação dolorosa resultante da patologia de que era portadora, que determinou o período de incapacidade temporária.” Da prova produzida resulta, isso sim, que a Recorrida, tal como relevado pela TAC da coluna lombo-sagrada realizada a 3/3/2018, da qual se extraiu que: "o canal raquidiano central está pouco amplo relativamente ao conteúdo, agravado de forma segmentar pela existência de discretos prolapsos discais difusos com expressão foramino-lateral predominante em L4-L5, mais se tendo identificado alterações discretas a moderadas de natureza degenerativa óssea, envolvendo de forma discreta as sacro-ilíacas, sem sinais de conflitos de espaço”, já era portadora de uma doença degenerativa óssea, e que foi essa patologia que determinou o período de incapacidade temporária.