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Em face do acabado de expor, e não integrando a questão dos JUROS hipotecários matéria susceptível de ter determinado a prolação pelo julgador de despacho de indeferimento liminar do requerimento executivo, então não podia sequer a mesma – a fortiori - ter sido suscitada pela apelante no momento em que o foi e ao abrigo do disposto no art 734,n1, do CPC, e sabendo-se ademais que o requerimento – aquele em que suscita a questão do excesso dos juros pela exequente reclamados e pela agente de Execução contabilizados na sua liquidação de 27-06-2018 - da executada E é outrossim atravessado nos autos já em 10/2/2021  vide item de facto n 2 , ou seja, muito tempo depois da decisão de adjudicação à exequente do Direito penhorado nos autos  vide itens de facto ns  e 8 .