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pedido formulado na acção), relativa a um crédito por outros encargos suportados pelos Recorrentes nos várias processos judicias em que se viram envolvidos, apesar de ter ficado demonstrado e provado que incorreram numa despesa global de, pelo menos, € 914,38; Em relação a tal verba de despesas, tinha o Tribunal de  Instância a obrigação de se pronunciar, fixando em relação a ela a percentagem do crédito dos Autores sobre os Réus  e ; Apesar de ter declarado ineficaz relativamente aos autores, a partilha do património conjugal celebrada entre os Réus  e , o Tribunal a quo, sem qualquer explicação ou fundamentação, apenas reconheceu o direito dos Autores a executar o património da Ré E, para pagamento do seu crédito, sobre ½ dos bens imóveis, quando devia tê-lo feito em relação à quota de € 2000,00 no capital social da "K, Unipessoal, Lda.” e aos saldos bancários e valores mobiliários que pertenciam aos dois, já que tais bens lhe advieram da mesma partilha; A não sujeição desses bens ao alcance do direito de execução reconhecido aos Autores consubstancia uma oposição entre os fundamentos e a decisão, inquinando a sentença recorrida de vício de nulidade, previsto na al., do n. 1, do art.