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510 dos autos 1-Os requerentes alcandorados nos art.s 696/e 698 do Código de Processo Civil e por apenso ao processo 1758/12tbmta.l1, vieram interpor recuso de revisão do acórdão desta Relação de 18/1/2018, pedindo a substituição dessa decisão por outra que mantendo a condenação dos ora recorrentes os condene a pagar à herança, de que o recorrido é cabeça-de casal, a quantia mensal de 131,33 euros desde 31/5/2013 até à entrega do imóvel, em cujas alegações conclui em suma:  Em Outubro de 2013 o recorrido intentou acção declarativa de reivindicação contra os ora recorrentes, peticionado a entrega imediata do imóvel que lhes teve locado na Rua  , Alhos Vedros, Moita, bem como peticionou a condenação daqueles numa indemnização correspondente às rendas mensais que se venceram e venceriam até à entrega efectiva do bem, pedidos que assentavam na cessação do arrendamento existente desde 1976 até 2013 por os recorrentes o terem denunciado na sequência do procedimento de actualização extraordinária de rendas iniciada pelo recorrido em Novembro de 2102, tendo os recorrentes invocado o direito de retenção por crédito de benfeitorias realizadas direito que o recorrido lhes não reconhecia, julgados os autos em  instância mabas as partes recorreram da decisão a Relação por acórdão de 18/1/2018 e já transitado julgou improcedente o recurso interposto pelos recorrentes e procedente o do recorrido tendo condenado os recorrentes ao pagamento da importância mensal de 346,33 euros desde 390/5/2012 até à entrega efectiva do imóvel valor indemnizatório pela falta de disponibilidade do locado encontrado a partir do valor patrimonial de 6340,00 euros constante do ponto 20 e com recurso ao art.