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E: impugna tudo o alegado nos artigos 1 a 5; a letra dada à execução foi entregue à reclamante pela sociedade «H» da qual o insolvente era sócio gerente, destinando-se a servir «como caução e garantia do pontual e integral cumprimento das obrigações ...)» que decorriam do Contrato de Utilização de Loja em Centro Comercial celebrado entre «H», E Portugal e insolvente, com referência à loja .. do Centro Comercial , que «E»explorava; para caucionar as suas obrigações, «J» entregou a «E» doze letras de câmbio com as datas de vencimento e os montantes em branco, em conjunto com uma autorização para preenchimento, podendo cada letra ser preenchida até ao limite correspondente à soma de doze vezes a remuneração mínima e de doze vezes o valor das comparticipações previstas no contrato; em cada uma dessas letras de câmbio, o insolvente colocou o seu aval à aceitante, tendo ficado acordado o preenchimento quando ocorresse mora por mais de trinta dias relativamente a qualquer obrigação; «H» deixou de pagar a «E» as remunerações mínimas e as despesas comuns referentes aos meses de setembro a novembro de 2003, tendo sido interpelada para pagar; não tendo sido paga a quantia de 181,10 EUR, «E» preencheu uma das doze letras, apondo o montante em dívida e a data de vencimento; a letra não foi paga, tendo intentado execução; «H» e o insolvente, ao subscreverem o contrato com «E», assumiram perante diversas obrigações contratuais, designadamente obrigações pecuniárias, pelo que o aceite e o aval referem-se a uma obrigação de pagamento, além de estar em questão uma obrigação cambiária; a letra poderia ter sido apresentada a pagamento e paga, mesmo contendo inscrita a data que o insolvente refere de 2003/11/26) pois o início da circulação física do Euro em 01/01/2002 em nada prejudicaria a possibilidade de apresentação a pagamento da letra dada à execução, e expressa em escudos pois o aviso do Banco de Portugal número 2/2001 não é aplicável às letras, tendo sido previsto unicamente para cheques; a introdução do euro não obrigou à redenominação dos instrumentos jurídicos, designadamente contratos, letras e livranças, que mantêm plena validade apesar da referência à anterior unidade monetária; o vala não é nulo por ser determinável com o seu preenchimento.