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, n. , em Lisboa, nem ali deliberou a constituição de um movimento de cidadãos proponentes da candidatura do cidadão «FJ»; - Também não subscreveu a ata deliberativa e constitutiva do referido Movimento; - A Autora desistiu do pedido formulado contra o Réu  na ação n /TVLSB, por ter reconhecido que este não tinha subscrito a ata constitutiva daquele Movimento, pelo que deveria ter utilizado o mesmo critério quanto ao Contestante; - É falso que o aqui Réu tenha sido membro fundador do extinto movimento de Cidadãos «FN à Presidência 2011 – Acreditar Portugal», pelo que é parte ilegítima na presente ação e deve ser absolvido da instância; - Nos termos do disposto no artigo 31, alíneas e, do Código Civil, as rendas e os alugueres devidos prescrevem no prazo de cinco anos, bem como os juros convencionais ou legais; - Não obstante a prescrição se tenha interrompido com a citação do contestante para a ação n. /TVLSB, o Contestante foi ali absolvido da instância por sentença proferida em 12013; - Assim, por força do disposto no n. 2 do artigo 32 do Código Civil, o novo prazo prescricional começou a correr logo após o ato interruptivo, ou seja, logo após a citação do contestante para a ação n. /TVLSB; - O que significa que, apesar da interrupção ocorrida por força da referida citação, as rendas encontram-se há muito prescritas, o que deve ser declarado.