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Ainda assim, cumpre aferir se há razões para censurar a sentença recorrida, tendo por base as referências reiteradamente feitas pela apelante a propósito da alegada desconsideração da expressa, legítima e soberana vontade da criança, e da necessidade de audição dos menores nos processos relativos às responsabilidades parentais tal como decorre das conclusões das alegações, supra, com referências expressas e implícitas a derrogações aos normativos nacionais, a convenções internacionais e a normas comunitárias, designadamente o estatuído no artigo 190, n. 1 e 2, do , artigo ,  e 4, do RGPTC, artigo 6 da Constituição da República Portuguesa, aos artigos , 1 e 2, da Convenção sobre os Direitos das Crianças de 1989, os artigos  e , da Convenção Europeia sobre o Exercício dos Direitos das Crianças, ao artigo 4, n. 2, al., do Regulamento n 2201/2003, e artigo 2, n. 2, da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.