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Nas palavras de Joaquim Freitas Rocha e João Damião Caldeira, a actuação da AT não se deve limitar «) a questões meramente formais, burocráticas ou documentais, devendo antes apurar todos os factos desde que necessários à descoberta da, independentemente desses factos serem ou não favoráveis ao sujeito passivo.» in RCPIT, Anotada, Coimbra Editora, 2013, pág.. Continuam os mesmos autores «a circunstância de o ónus da prova de um determinado facto recair sobre o contribuinte não desonera a Administração de realizar oficiosamente as diligências necessárias e adequadas ao apuramento da verdade material caso o contribuinte não consiga dar cumprimento a esse ónus ob.