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À alegação de que a condenação do recorrente em medida de segurança por factos respeitantes a violência sobre a recorrida não constitui um facto superveniente com a aptidão para a alteração das responsabilidades parentais pretendidas nos presentes autos, tanto mais que a mesma data de Julho de 2017, ou seja, 1 ano antes do início dos presentes autos e durante 1 ano a existência da condenação nos referidos autos criminais não consubstanciou qualquer prejuízo para o interesse do menor A. G., objetar-se-á o facto de o recorrente não indicar, nesse período temporal, uma só questão de particular importância para a vida do menor para a qual tenha sido chamado a pronunciar-se e em que termos deu o seu contributo para essa decisão.