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Contra-alegou o recorrido tendo concluído: 1) A Recorrente, no recurso apresentado, veio pedir a revogação do Acórdão recorrido, com fundamento no erro de ostensivo na apreciação efetuada pelo Tribunal Central Administrativo do Sul, quanto ao artigo 279 do CPC;  2) Entende o Recorrente que não assiste razão à Recorrente;  3) O Douto Tribunal Recorrido fez uma correcta interpretação da norma em causa nos presentes autos, bem como uma correta aplicação da mesma no caso em concreto;  4) a Sentença da 1 Instância incorreu em erro de julgamento quanto ao alcance e quanto à força preclusiva do caso julgado;  5) A Impugnação judicial n 19/94 tinha como objeto a impugnação da decisão administrativa da reclamação Graciosa intentada pelo Recorrente contra os atos de liquidação em apreço;  6) Sendo certo que na nova petição inicial de impugnação, o Recorrente impugna a decisão administrativa e, de forma imediata, as liquidações adicionais de IVA, que justificaram a reacção graciosa que antecedeu a via contenciosa, de onde se impõe concluir que, no que respeita ao pedido formulado, a renovação da instância, cumprindo assim, o disposto no artigo 289 do CPC;  7) A petição inicial de Impugnação não consiste numa nova ação, pois, a ação intentada é a competente, e tem o mesmo pedido e as mesmas partes;  8) A ação intentada não é uma ação nova, mas derivada da primeira ação intentada, nomeadamente com as mesmas partes e o mesmo objeto, pelo que, à luz do artigo 289 o Recorrente poderia beneficiar do prazo de 30 dias para apresentar nova petição inicial, visto que a mesma está justificada e compreendida na economia da sentença proferida na impugnação judicial de 19/94;  9) Bem andou o Douto Tribunal recorrido, fazendo uma correta interpretação e aplicação do artigo 289 do CPC;  10) Deve ser julgado improcedente, por não provado, o recurso de revista excepcional apresentado pela Fazenda Pública, com todas as consequências;  11) Bem decidiram os Venerandos Juízes do Tribunal Central Administrativo do SUL ao proferirem o Acórdão ora contestado pela Recorrente;  12) Deve manter-se o Acórdão recorrido e, consequentemente ser julgado improcedente, o recurso de revista excepcional apresentado pela Recorrente, com todas as consequências legais daí resultantes, o que desde já e aqui se requer.