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; 14 Face a tal jurisprudência, parece não se suscitarem dúvidas quanto à improbabilidade de procedência do vício de erro nos pressupostos imputado pela ASFOALA à Decisão suspendenda; 15 Assim, também no caso em presença haverá que concluir que a decisão administrativa suspendenda não está contaminada por qualquer dos vícios que a ASFOALA lhe imputa, designadamente não estando afectada por qualquer erro nos seus pressupostos; 16 Como tal, não se afigura possível poder concluir-se, como nas instâncias, no caso em presença, que a ASFOALA tivesse "logrado pôr em causa – ainda perfuntoriamente – a respetiva validade” dos pressupostos de facto em que a decisão suspendenda; 17 Assim, face à jurisprudência do STA e do TCA Sul, o IFAP, na apelação interposta da Sentença do TAF CB, imputou à decisão nela contida erro na apreciação da prova relativamente à probabilidade de procedência do vício de erro nos pressupostos da Decisão suspendenda, nela tendo pugnado pela revogação da Sentença recorrida do TAF CB e a sua substituição por decisão que rejeitasse a requerida providência cautelar de suspensão da sua eficácia da Decisão suspendenda quer por via da probabilidade de improcedência do vício conhecido – erro nos pressupostos da Decisão suspendenda – como por via da probabilidade de improcedência dos demais vícios cujo conhecimento ficara prejudicado na 1 instância pela solução dada ao litígio e que o TCA poderia ter conhecido em substituição nos termos do art 149, n 2 do.