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Insurge-se também a apelante quanto à decisão da 1 instância sobre a matéria de facto no segmento atinente às repercussões da mora da autora na abertura do estabelecimento da ré no atraso provocado na abertura do – defende a ré que a mora da autora na entrega dos móveis encomendados e as rectificações neles teve como consequência um atraso de 79 dias na abertura do estabelecimento, discordando assim da decisão recorrida que considerou tão só provado que o atraso da autora na entrega dos móveis e as alterações rectificações levadas a efeito em tal mobiliário implicaram um atraso na abertura do alojamento local da ré em número de dias não concretamente apurado, mas não superior a um mês.