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Por fim, independentemente do que se pense sobre a solução encontrada no caso a que se reporta o acórdão do TRE de 002013, proferido no âmbito do processo n. 207/15TAPSR.E1, convocado pelo recorrente, os factos ali e aqui em apreço não são passíveis de comparação, porquanto na situação naquele apreciada, como bem reporta o aresto, a testemunha, por razões intimamente ligadas a um estado de debilidade emocional, psicológica, em consequência de ter sido privado, por várias horas, das mais elementares necessidades de qualquer ser humano, se recusou naquele momento e naquelas circunstâncias a prestar depoimento, "mas não a prestar depoimento em momento e circunstâncias diferentes”.