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Consequentemente, admite ainda RUI PINTO, nesta parte concordando com CARDONA FERREIRA, que o impedimento do tribunal ad quem apenas será compreensível quando estiver em causa tão só o que tiver sido praticado no tribunal a quo, mas  porque importa não olvidar que em causa estão exigências de honestidade e de correcção processual  , se o " tipo de conduta demá-fé também se tiver revelado em actos da própria tramitação recursória, posto que é perspectivável continuidade desse tipo de conduta, então os anteriores actos podem e devem contribuir para clarificação e valoração dos inseridos em fase de recurso, ou seja, pelo menos nesta base, não podem deixar de ser relevados pelo tribunal ad quem " Ora, em face do acabado de expor, e não olvidando que a apelada/autora veio em sede de primeira instância a obter ganho de causa  logo, por falta de legitimidade recursória, não recorreu , e , porque não integra também o objecto da apelação pelo réu interposta qualquer impugnação da decisão de facto proferida pelo tribunal a quo  o que afasta a viabilidade de integrar a conduta da Autora vg na alínea, do n2, do artigo 542, do Código de Processo Civil , manifesto é que não existe qualquer fundamento pertinente para sancionar a recorrida/apelada por um qualquer uso abusivo/censurável da sua parte na em sede de utilização de meios adjectivos e/ou comportamentos/intervenções processuais - ou por uma litigância sem iusta ou probabilis causa – no âmbito do processado na primeira instância.