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Vejamos a parte do acórdão do Tribunal da Relação que se debruçou sobre a questão: Importando dar aplicação no presente recurso ao regime que se expôs anteriormente, constata-se que o Recorrente, em parte substancial do recurso que dirige à matéria de facto no sentido da sua reapreciação, em vez de concretizar os meios de prova em relação a cada um dos factos impugnados, como lhe era exigido, faz tal concretização por referência a conjuntos de factos que, diga-se, se assumem entre eles como diversos e/ou autónomos), assim, respetivamente, recorrendo ao corpo das alegações em que se faz a concretização, quanto aos seguintes conjuntos de pontos que constam da sentença, 2 a 3 do elenco factual provado e, quanto ao considerado não provado, em face da numeração por nós introduzida, os seguintes:  e ;  a ; 1 a 1; 1, 1 o alegado no artigos 7 a 7 da petição, 1, 1, 2, 2, 2, 2, 2, 3 e 7; 2 o primeiro não referido nas conclusões) a 3; 4 a 5, 6 este não referido nas conclusões) e 7; 5 e 5; 5 a 5; 6 e 6; 6, 6, 6 e 6; 7, 7, 7, 7, 7, 7 e 7.