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B) Na douta sentença a Meritíssima Juiz a quo, considera como provado que entre as partes foi celebrado um contrato de seguro de responsabilidade , titulado pela apólice n. , pelo prazo de um ano e seguintes, com início em 26 de dezembro de 2008, mediante o qual a R. seguradora assumiu a responsabilidade extracontratual da A. ora recorrente, garantindo a indemnização dos prejuízos involuntariamente causados a terceiros no exercício da atividade da A. de manutenção de equipamentos industriais ) Pese embora tal consideração, considera que a A. haveria ter provado os pressupostos da responsabilidade extracontratual previstos nos artigos 483 e seguintes do Código Civil, maxime, a existência de um facto ilícito, culposo e danoso decorrente do exercício da sua atividade de manutenção de equipamentos industriais ) Donde resulta clara contradição insanável e evidente ambiguidade da Meritíssima Juiz, pois que numa situação de responsabilidade extracontratual por prejuízos involuntariamente causados, deverão estar reunidos todos os pressupostos da responsabilidade à exceção da existência de um facto culposo e ilícito, pois que estamos perante uma responsabilidade pelo risco -Neste sentido Ac.