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–Inconformado com o assim decidido, o réu interpôs recurso de apelação, no qual formula as seguintes "CONCLUSÕES”: "- Em 22 de fevereiro de 2020, recorrida e recorrente celebraram um contrato promessa de compra e venda sobre o imóvel correspondente à fracção autónoma identificada com a letra "A” que corresponde ao rés do chão direito do prédio urbano sito na Rua, Vila Franca de Xira; - Nesse contrato os contraentes fixaram, no n. 4 da cláusula oitava, a possibilidade de a autora, ora recorrida, resolver o contrato, sem lugar a qualquer indemnização ou compensação; - No n. 5 dessa mesma cláusula oitava, a autora ora recorrida e o réu, ora recorrente, consignaram que para ser válido e eficaz o direito de resolução do contrato por parte da autora, ora recorrida, esta deveria, num determinado prazo, indicar essa vontade ao réu, ora recorrente, por carta registada com aviso de recepção, incluindo resultado da avaliação bancária e/ou comprovativo da recusa do financiamento; - No ponto 2 da cláusula nona, as partes consignaram: "que todas as cláusulas acordadas e que este contrato consagra, são essenciais na vontade de contratar das partes, pelo que o incumprimento de qualquer delas implica o incumprimento de todo o contrato, com a aplicação das disposições legais respectivas”; - A autora, ora recorrida, enviou comunicação, registada com aviso de recepção, ao réu, ora recorrente, no prazo fixado, manifestando a intenção de resolver o contrato celebrado, mas não incluiu na comunicação, nem o resultado da avaliação bancária nem o comprovativo da recusa do financiamento; - Ao agir do modo referido a autora, ora recorrida, violou o contratado com as consequências nele, contrato, previstas, n 2 da cláusula em elemento que era essencial para a vontade de contratar, como, autora ora recorrida e réu ora recorrente, especificadamente o que implicou tal como contratualmente previsto, o incumprimento de todo o contrato, com a aplicação de todas as implicações legais respetivas; - A autora, ora recorrida, tinha entregue ao réu ora recorrente, no âmbito caso, como sinal, a quantia de 000 €; - Nos termos do n 2 do artigo 442 do Código Civil, tem o réu ora recorrente, a faculdade de fazer sua a coisa entregue, como fez.