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Vejamos então, Desde logo, pelo douto Tribunal de primeira instância não foram corretamente valorados os factos constantes das alíneas e da factualidade dada como assente, nomeadamente que foi a própria que Impugnante que requereu em 112006, termo de declaração da própria), a liquidação adicional de SISA em relação à aquisição do prédio efetuada em 202000, ”em virtude do preço de aquisição do lote de terreno para construção ali referido ser de 3300000$00 e não de 2000000$00, como foi declarado", tendo sido em consequência apurado um valor total a pagar de € 8463,92, valor esse pago na mesma data do requerimento efetuado, porquanto, dos mesmos resulta, de forma inequívoca, que a liquidação adicional em causa decorre de uma alteração superveniente do valor da transmissão da iniciativa da impugnante, não tendo ocorrido qualquer notificação da liquidação adicional correctiva, tanto mais que a liquidação foi paga pela impugnante no próprio dia em que requereu a sua emissão.