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357/13TTPDL.LS1) apontando em sentido totalmente oposto ao seguido pela 1 Ré, apenas sustentada nas revisões parciais dos CCT’s celebrados pela AES publicadas no BTE n48 de 29/12/2018 que apenas abrange parte das empresas de vigilância e segurança privada, o que não é o caso da aqui 2 Ré, estando as restantes vinculadas aos CCT’s e suas revisões, celebrados pela AESIRF mormente quanto à denominada "sucessão do posto de trabalho” e à "transmissão do estabelecimento”), a 1 Ré despediu subitamente e sem qualquer motivo o Autor, invocando uma transmissão de estabelecimento que a aqui 2 Ré não aceitou, o que também a 1 Ré não podia desconhecer que sucederia, desde logo por a 2 Ré não ser filiada na associação subscritora do CCT da 1 Ré e assim não sufragar o aludido questionável entendimento de transmissão de estabelecimento por cessação de um contrato de prestação de serviços de vigilância e de segurança junto de um determinado cliente e pela contratação de uma outra empresa de vigilância e segurança privada para prestar tais serviços.