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9) Nos autos referidos em e, depois de saneado o processo - do âmbito do conhecimento do mesmo saindo ab initio aquestão do pagamento das contribuições para a Segurança Social por ser matéria de natureza administrativa e que só pode ser determinada a posteriori e em diversa sede–, por via da sentença prolatada em maio de 2014 pela 1 instância, veio a ali ré a ser condenada: 1 - na declaração de existência de contrato de trabalho entre .. e P... desde 1 de março de 1982, e ilícito o despedimento de que .. foi alvo por parte daL...; 2 - a pagar a .., as retribuições e retribuições de férias, vencidas desde 29 de dezembro de 2009 até ao trânsito em julgado da presente sentença, no montante unitário de €035,99, acrescidas de juros de mora computados à taxa de 4% desde a data do vencimento de cada uma das presta��ão até integral pagamento, descontadas das importâncias que a Autora tenha obtido com a cessação do contrato e que não receberia se não fosse o despedimento; 3 - a pagar a .., subsídios de férias e de natal, vencidos desde 29 de dezembro de 2009 até ao trânsito em julgado da presente sentença, no montante unitário de €530,00, acrescidos de juros de mora computados à taxa de 4% desde a data do vencimento de cada uma das prestação até integral pagamento, descontadas das importâncias que a Autora tenha obtido com a cessação do contrato e que não receberia se não fosse o despedimento; 4 - a pagar a .., a quantia de €530,00 por cada ano completo ou fração a título de indemnização de antiguidade, desde 1 de março de 1992 até ao trânsito em julgado da presente sentença, acrescida de juros de mora computados à taxa de 4% desde a data do trânsito em julgado da presente decisão até integral pagamento; 5 - a pagar a .., a quantia de €1445,47 a titulo de créditos laborais vencidos despesas, salário de novembro de 2008 e comissões), acrescida de juros de mora computados à taxa de 4% desde a data do vencimento de cada uma das prestação até integral pagamento; 6 – a pagar a .., subsídios de férias, desde 1 de março de 1982 até 2003, resultantes da inclusão nos mesmos do salário fixo, despesas e da média das comissões que recebeu nos 12 meses anteriores ao vencimento de cada subsídio, acrescidos de juros de mora computados desde o vencimento de cada parcela até integral pagamento, às taxas de 23% até 201987, de 15% desde 201987 até 201995, de 10% desde 301995 até 101999, de 7% desde 101999 até 302003 e de 4% desde 002003; 7 – Condeno P... a pagar a .., subsídios de natal, desde 1996 até 2003, resultantes da inclusão nos mesmos do salário fixo, despesas e da média das comissões que recebeu nos 12 meses anteriores ao vencimento de cada subsídio, acrescidos de juros de mora computados desde o vencimento de cada parcela até integral pagamento, às taxas de 10% até 101999, de 7% desde 101999 até 302003 e de 4% desde 002003; 8 - a pagar a .., subsídios de férias de 2004, 2005 e 2009 e subsídios de natal de 2004, 2005, 2008 e 2009, resultantes da inclusão nos mesmos do salário fixo, acrescidos de juros de mora computados desde o vencimento de cada parcela até integral pagamento à taxa de 4%; 9 - a pagar a .., a quantia de €5327,10 a título de retribuição por trabalho suplementar, acrescida de juros de mora computados à taxa de 4% desde a data do vencimento de cada uma das prestações até integral pagamento; 10 - a pagar a .., subsídio de turno correspondente a 20% da retribuição base, nas retribuições, retribuições de férias e subsídios de férias, desde 1 de março de 1882 até 31 de março de 2009, acrescido de juros de mora computados desde o vencimento de cada parcela até integral pagamento, às taxas de 23% até 201987, de 15% desde 201987 até 201995, de 10% desde 301995 até 101999, de 7% desde 101999 até 302003 e de 4% desde 02003; 11 - a pagar a .., subsídio de turno correspondente a 20% da retribuição base, nos subsídios de natal, desde 1996 até 2003,-acrescido de juros de mora computados desde o vencimento de cada parcela até integral pagamento, às taxas de 10% até 101999, de 7% desde 101999 até 302003 e de 4% desde 00200 10) Da sentença descrita em recorreram a ali ré e a ali autora para o Tribunal da Relação de Lisboa, sendo que: - a ali ré recorreu da sua condenação no objeto dos pedidos supra enunciados; - e ali autora, aqui ré, recorreu da decisão de absolvição da ré na condenação do pagamento da indemnização por danos morais.