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67 do CPC, invocando erro de direito na valoração das provas com incidência na prova documental junta aos autos, alegadamente provida de eficácia probatória plena, com apelo ao disposto nos artigos 35, n.s 1 e 4, 35, n. 2, 36, 37 37 e 37 do   Nas respetivas conclusões recursórias, a Recorrente expõe as razões que, no essencial, se resumem ao seguinte:   – BB, por si e na qualidade de tutor da sua então interdita mulher , outorgou, como vendedor, as duas escrituras públicas de compra e venda lavradas em 02/07/2008 e em 05/12/2008;    – Na escritura outorgada em 02/07/2008, aquele declarou já ter recebido o preço de € 39000,00pela venda do prédiourbano sito no Largo , ns 3 e 5, em ;    – E na escritura realizada em 05/12/2008, o mesmo vendedor declarou já ter recebido o preço de € 2500,00 pela venda da quota ideal de 1/3 de um prédio misto sito em , , freguesia de ;   – As receitas de € 1500,00 e de € 2500,00 aqui em causa dizem respeito, respetivamente, àqueles valores;    – Tais declarações por parte do referido vendedor correspondem a confissões extrajudiciais constantes de documento autêntico providas de valor probatório pleno nos termos dos artigos 35, n.s 1 e 4, e 35, n. 2, do , o que não foi ilidido por via de falsidade;   – Em face disso, o tribunal "a quo”, ao considerar que a Recorrente não entregou aBB tais montantes, sem atentar no valor probatório pleno resultante das referidas declarações confessórias, violou o preceituado nos artigos 35, n. 2, 36, 37, 37 e 37 do e contrariou o entendimento, nesse particular, adotado no acórdão do STJ, de 09/07/2014, proferido no processo n. 28252/10T2SNT.LS1, convocado como acórdão-fundamento;   – Nem esse valor probatório pode ser afastado pelos resultados da perícia realizada nos autos nem pelo cominatório estatuído no artigo 94, n. 2, do CPC em sede do processo de prestação de contas.