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Face a estes factos verifica-se que desde 13 de fevereiro de 1982, data da sentença homologatória da partilha feita no referido inventário, que transitou em julgado facto provado, passou a relacionar-se com o terreno da parcela «», como proprietária, com postura relevante para efeitos de posse adequada à aquisição do respetivo direito, pois passou a ter a posse material do mesmo, acompanhada da intencionalidade própria do proprietário «na convicção de que os levava a cabo no exercício do direito de propriedade sobre essa parcela de terreno - facto provado, portanto com animus de proprietária, com exclusão de outrem artigo 125 do; de modo ostensivo, público, à vista de todos artigo 126 do e sem oposição de terceiros artigo 126, n. 1 do - factos 47 a 5 Posse esta que se presume de boa fé, porquanto foi adquirida com base na partilha efetuada no inventário atrás referido – artigos 125 e 126, n. 2, ambos do  A respeito da escritura de partilhas valer como justo título, o Prof. Antunes Varela referiu que «a escritura de partilhas ou o negócio de divisão de coisa comum não convertem em titulada uma posse que anteriormente não o seja.