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1693, n. 2, do Civil, dispõe que as dívidas que onerem doações em que os bens doados ingressem no património comum do casal, são da responsabilidade de ambos os cônjuges, sendo certo que a referência a oneração não tem um cunho técnico, visando abranger todas as dívidas que tenham uma ligação estreita com os bens adquiridos a título gratuito   Ora, sendo a Autora casada com o Réu no regime de comunhão geral de bens, no momento em que as quotas aqui em causa lhe foram doadas, estas ingressaram no património comum do casal, assim tendo sido objecto de partilha no inventário para separação de meações que se seguiu após o seu divórcio, onde foram adjudicadas à Autora, por licitação, contra o pagamento das respectivas tornas ao Réu.