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Senão vejamos: Por via do presente processo cautelar, pretenderam os Recorridos o decretamento de duas providências cautelares, a saber: Uma conservatória, com a vista a obter, por um lado, a suspensão da eficácia: do Despacho n. 49/2020, de 102020, praticado pelo Diretor do Agrupamento de Escolas ...), que anulou a deliberação de 102019, do Conselho de Turma do  2, ano letivo de 2018/2019, que determinou a transição de ano escolar do educando T.; Do Despacho n. 50/2020, de 102020, emanado pelo Diretor do Agrupamento de Escolas ...), que anula a deliberação de 102019, do Conselho de Turma do  1, ano letivo de 2018/2019, que determinou a transição de ano escolar do educando R.; Do Despacho de homologação do Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Dr. J., exarado a 102020, e notificado aos Requerentes em 27/02/2020, que veio exprimir a «concordância» do autor relativamente à Informação n. 19/GSEAE/20, de 102020; Uma antecipatória inominada, por via da qual pugnaram pelo "reconhecimento provisório, até que seja proferida uma decisão judicial definitiva do direito dos filhos dos Requerente à não frequência da disciplina de «Cidadania e Desenvolvimento», ou, caso assim não se entenda, que a não comparência à referida disciplina não seja tida como falta injustificada; Na condenação do agrupamento escolar a avaliar os menores R. e T. sobre o seu desempenho no ano escolar 2019/2020, não obstaculizando a transição de ano dos mesmos; Na proibição de ver os filhos dos Requerentes prejudicados, de qualquer modo, na respetiva avaliação e progressão escolar”.