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31https://curia.europa.eu/juris/document/document.jsf?text=&amp;docid=180329&amp;pageIndex=0&amp;doclang=pt&amp;mode=lst&amp;dir=&amp;occ=first&amp;part=1&amp;=8727765, em que o facto danoso consistia na negligência do advogado que tinha redigido um contrato vinculativo para o seu cliente, que foi negociado e assinado na República Checa e em que o prejuízo para a Universal Music, resultante da diferença entre o preço de venda previsto e o referido nesse contrato foi determinado na data da transação que as partes acordaram na comissão de arbitragem, na República Checa, lugar em que o preço efetivo foi determinado e, por conseguinte, a obrigação de pagamento onerou o património da Universal Music, o TJUE declarou que a mera circunstância de, em execução da referida transação , a Universal Music ter pagado o montante da transação por transferência a partir de uma conta bancária de que era titular nos países Baixos não pode, por si só, ser qualificado de « elemento de conexão» pertinente para efeitos de determinação do » lugar onde ocorreu o facto danoso»  cfr.