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E é ainda assim por referência a certo depoimento e a propósito do crédito que merece ou não), o juiz aludirá ao modo como o depoente se comportou em audiência, como reagiu às questões colocadas, às hesitações que não teve, a naturalidade e tranquilidade que teve ou não)» Paulo Pimenta, Processo Civil Declarativo, Almedina, 2014, pág.. «Destarte, o Tribunal ao expressar a sua convicção, deve indicar os fundamentos suficientes que a determinaram, para que através das regras da lógica e da experiência se possa controlar a razoabilidade daquela convicção sobre o julgamento dos factos provados e não provados, permitindo aferir das razões que motivaram o julgador a concluir num sentido ou noutro provado, não provado, provado apenas, provado com o esclarecimento de, de modo a possibilitar a reapreciação da respectiva decisão da matéria de facto pelo Tribunal de 2 Instância» Ana Luísa Geraldes, «Impugnação e reapreciação da decisão sobre a matéria de facto», Estudos em Homenagem ao Prof. Dr. Lebre de Freitas, Vol.