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2 As obras de requalificação das recorrentes não trouxeram um ganho de qualidade de vida ao recorrido, nem a recorrente logrou fazer tal prova, já que antes dessas obras o recorrido já residia, tranquilamente, com o seu agregado familiar, no prédio de que era proprietário e que se encontrava totalmente recuperado e em excelente estado de conservação; o recorrido viu a sua vida suspensa de 2008 a 2012, quando se viu forçado a abandonar a sua habitação própria, sem qualquer culpa ou contribuição para o dano da sua parte, e com muito sofrimento, sendo que logo que a intervenção terminou, em 2012, e que os danos provocados no prédio foram reparados pelo empreiteiro , ponto P dos factos regressou ao seu prédio para nele voltar a habitar como até aí, retomando assim a qualidade de vida que lhe foi retirada pela recorrente, durante mais de 4 anos.