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datada de 22013), devidamente transitada, foi explicitado, de forma claríssima que "do titulo que serve de base à execução não resulta que o facto exequendo deva ser prestado exclusivamente por terceira pessoa, com exclusão dos executados, ao invés, do mesmo extrai-se ..) que a execução/prestação de facto deve ser levada a cabo mediatamente por terceiro, mas sob a alçada e directa responsabilidade dos executados, que terão de custear as reparações a efectuar e, bem assim, diligenciar pelo acesso à moradia de um terceiro executante oferecedor do melhor orçamento, cabendo-lhe a eles, e não aos exequentes, a escolha desse melhor orçamento” – o que tudo resulta das cláusulas 7 a 9 da transacção.