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Concluem os Réus/Apelantes que não logrou o Autor, proprietário do prédio serviente, fazer prova de factos que evidenciem a conveniência ou necessidade a que alude o n 1, do artigo 1568, do Código Civil, não demonstrando, como era seu ónus, factos constitutivos do direito à mudança da servidão, apenas tendo feito prova de factualidade genérica, vaga ou anódina que não releva minimamente para inferir da existência do indicado requisito de necessidade ou conveniência da mudança de servidão, a acarretar a improcedência do pedido do A..  A resposta do Autor/Apelado vai no sentido de ter sido provada matéria de facto mais que suficiente que justifica a mudança da servidão de passagem que onera o seu prédio, tendo demonstrado que da mudança da servidão nenhum agravo advém aos RR., ficando, até, com ela beneficiados.