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Aqui chegados, somos levados a concluir que, assistindo razão à Recorrente ao vir pôr em causa a qualificação de obrigações naturais, já não lhe assiste razão ao pretender que os contributos para as despesas comuns do agregado familiar não correspondiam ao cumprimento de quaisquer obrigações, nem tampouco, como veremos de seguida, ao invocar que, em qualquer caso, tais contributos sempre teriam de ser "igualizados” com os contributos do A..  Na verdade, e dada a referida composição do agregado familiar, verifica-se que, num universo de seis pessoas, a R. estava civilmente obrigada a contribuir com uma parcela correspondente ao necessário para o sustento de três pessoas e para 50% do sustento de uma quarta pessoa, assim como a assegurar o seu próprio sustento; enquanto o A. estava civilmente obrigado a contribuir com uma parcela correspondente ao necessário para 50% do sustento de uma pessoa e, bem assim, a assegurar o seu próprio sustento.