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Explicou ainda o contexto da publicação do referido texto, referindo a este respeito que o assistente exerceu as funções de Adjunto do Gabinete de Apoio à Presidência, que nomeou na qualidade de Presidente da Câmara H na data de 20 de Dezembro de 2013, que era um cargo de confiança pessoal e que depositou efetiva confiança no assistente, que de resto permaneceu num gabinete situado ao lado do seu, o que propiciou e estreitou um relacionamento de proximidade entre ambos, e que veio a constatar que o assistente tinha graves defeitos de caráter e manifestava improbidade para o exercício das funções que se lhe encontravam acometidas, pelo que acabou por exonerá-lo de funções, o que concretizou a 25 de Julho de 201 Mais referiu que, pouco tempo antes da exoneração, e depois dela, o assistente iniciou uma campanha de ataque pessoal e político ao arguido e ao executivo camarário por este dirigido, consubstanciado em diversas publicações no Blog K, entre Julho e Agosto de 2016, de tal modo que se sentiu na obrigação de responder, de contra-atacar, tendo redigido e publicado o texto em causa nestes autos ao fim destes dois meses de um feroz ataque pessoal organizado com uma agenda política, a um ano das eleições autárquicas, para dar um sinal ao eleitorado de que não tinha medo do assistente e para salvaguardar a sua dignidade pessoal e política que estava a ser posta em causa.