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do CIRE; - Caixa B, SA veio requerer a qualificação dos créditos reclamados pela TU, Lda como subordinados; - BBG veio recordar ter pedido a não homologação do plano, alegando que o crédito da TU, Lda deve assumir natureza subordinada; - MBF, Lda requereu sejam os créditos da TU, Lda graduados depois dos restantes créditos da insolvência, com a consequência de não serem relevantes para a aprovação do plano de recuperação, conforme dispõe o n 5 do artigo 17-F do CIRE; - TM, Lda requereu a qualificação do crédito da TU, Lda como subordinado; - TU, Lda veio defender a inexistência de qualquer relação de domínio ou de grupo, alegando ter o crédito sido reconhecido como comum e não impugnado e pedindo seja o crédito reconhecido como comum; Ordenada a pronúncia da administradora judicial provisória esta veio, reiterar a posição já expressa quanto à qualificação do credito da TU, Lda e pronunciar-se no sentido de existir um tratamento diferenciado entre credores sem fundamentação objetiva e clara e ainda que o plano viola o disposto no n4 do art.