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ACORDAM NA SECÇÃO DE CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO DO SUPREMO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO:   RELATÓRIO  A., inconformada com a decisão proferida em 17 de Junho de 2021 pelo TCA Sul que negou provimento ao recurso que intentou da decisão proferida pelo TAF de Funchal, no âmbito da presente acção de perda de mandato, e que declarou a perda de mandato da ora recorrente, interpôs o presente recurso.Apresentou, para o efeito, as seguintes conclusões, que aqui se reproduzem: « Nos presentes autos é convocada uma questão jurídica delicada e complexa que se prende com interpretação do artigo 8, n 1, alínea, da Lei de Tutela Administrativa, de acordo com a qual a aplicação desta norma sancionatória se basta com elementos objetivos, dado que, por via destes, é possível formular, sem mais, o juízo de censura do agente necessário à declaração da perda de mandato.