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O Inspector PG - no seu depoimento prestado na audiência de julgamento de 24/10/2018 gravação com início às 15:57:37 e fim às 16:47:37) - confirmou ao douto Tribunal, na primeira sessão de julgamento, que:  Não foram ouvidos como testemunhas no processo funcionários das empresas de câmbios nem dos balcões das instituições bancárias a dizer que identificavam esta ou aquela identidade como a mesma pessoa;  Não foram realizados exames de escrita de nenhum dos Arguidos porque a Polícia Judiciária apenas teve acesso a fotocópias dos documentos que serviram para abrir as contas bancárias e os os laboratórios da Policia Judiciária não comparam fotocópias com originais;  As casas de câmbio não tinham registos de vídeo – Ou seja não há registos de vídeo ou outros que permitam confirmar que foram os Arguidos que se dirigiriam às instituições bancárias e às agências de câmbio com os referidos passaportes e se identificaram com os referidos documentos para abrir as contas bancárias e/ ou fazer as movimentações de fundos de que foram acusados e que integram os factos dados como provados pelo douto Tribunal porque as agências de câmbio em causa não têm sistemas de videovigilância.