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Como mais tarde explicou, a Sr. magistrada prescindiu da inquirição em virtude da notória fragilidade física e psíquica do ofendido, evidenciadas na sala de audiências, de tal modo que nenhum interveniente teve o ensejo de formular perguntas à referida testemunha, por respeito pelo mínimo da dignidade humana fls.. Em despacho posterior, a Sr. Juíza também considerou que foi absolutamente notório para todos os intervenientes processuais, inclusivamente a ilustre mandatária da arguida, que prescindiu também de inquirir o ofendido, o estado de prostração, fragilidade física e psicológica, dificuldade de locomoção tremores na voz por parte do ofendido fls.. No acórdão deste Tribunal da Relação de Lisboa, proferido nestes autos em 11 de Abril de 2018 que incidiu na primeira sentença de 13 de Outubro de 2017, alertámos para este problema fls., confiando que a Sr. Juíza de Direito se desse conta da desconformidade e, numa nova sentença, procedesse a rectificação do desacerto ou justificasse as insólitas afirmações, mas, lamentavelmente, nem o parecer do Procurador-Geral Adjunto, nem o acórdão dos Juízes desembargadores deste tribunal superior terão merecido a mínima atenção da Sr. Magistrada Judicial.