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Ao assim não actuar, não pode a ATA sustentar que impunha-se qualquer alteração das P. da participada, porquanto a mesma dedutibilidade só surgiu na esfera jurídica do grupo aquando da dita certificação e documentação alusiva ao beneficio, tendo o recorrente procedido correctamente à respectiva dedução no exercício consequente em que se apurou lucro tributável dedutível nos termos do então art 83 do IRC, actual art 90, do mesmo Código à data dos factos, apenas aí podendo cumprir os ditames do n1, " in fine” , e n2 , todos do art 6, do SIFIC, pelo que improcede a invocada falta de tal documentação fiscal mencionada pela ATA, sendo para mais certo que os anteriores lucros tributáveis apurados pela participada haviam sido absorvidos pelos prejuízos fiscais do grupo calculada pela sociedade dominante, o que apenas deixou de acontecer quando se procedeu à correcção de tal prejuízo fiscal na esfera da dominante, efectuada, de resto ao abrigo do disposto no n 1, do art 70 do CIRC à data dos factos.- cfr alínea do probatório e supra referidas correcções aos prejuízos fiscais apurados pelo grupo e seus reflexos no apuramento de lucros tributáveis e na exacta medida que excedem os prejuízos fiscais considerados  pela ATA.