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a pagar à Autora B a quantia de: - € 126,20 cento e vinte e seis euros e cinte cêntimos), a título de danos patrimoniais; quantia esta acrescida de juros de mora, à taxa legal de 4%, contados desde a data de citação da sociedade ré para os termos da presente acção, até efectivo e integral pagamento - a quantia de € 000,00 três, a título de danos não patrimoniais, quantia esta acrescida de juros de mora, à taxa legal de 4%, contados desde a data da presente decisão até integral e efectivo pagamento, ABSOLVENDO A SOCIEDADE RÉ DOS DEMAIS MONTANTES PETICIONADOS PELA AUTORA A TÍTULO DE DANOS PATRIMONIAIS E NÃO PATRIMONIAIS.”  A ré , LDA interpôs recurso concluindo: 1 – De toda a prova produzida em audiência de julgamento, da documentação junta aos autos, bem como da própria motivação da douta sentença, outro deveria ter sido o entendimento do Tribunal a quo no que aos factos dados como provados diz respeito, vejamos: Desde logo, foram várias as testemunhas que: "Esclareceram que a rua tem e tinha iluminação pública, não dispõe de passeios, apenas bermas e que apenas tem uma passadeira no final da rua, já na estrada principal, em sentido inverso ao da marcha da autora."