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55- Destarte, não se provando qualquer erro médico e, consequentemente, a prática de um facto ilícito e a sua imputação a título de culpa, não é possível falar-se em responsabilidade médica, o que redunda na conclusão de não poder ser assacável, em termos causais, a uma qualquer conduta – activa ou omissiva – da parte da médica R. e indirectamente ao Recorrente os problemas de saúde de que veio a sofrer a A.. 56- Em face de tudo o que se demonstra, entende o Recorrente Hospital que se mostra inequívoco que, no caso dos autos, não se encontram preenchidos os pressupostos da responsabilidade extracontratual e, como tal, falece a possibilidade da constituição da obrigação de indemnizar.