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Pois bem, pressupondo-se que a ACT tenha de facto verificado a remessa e subsequente recebimento da participação, então, tendo-se já como iniciada a instância na ação, nos termos resultantes da lei, sem esquecermos ainda que a sentença proferida nesta ação é-lhe comunicada pelo tribunal oficiosamente como resulta do n, 9 do artigo 18-O, do CPT, não poderia proferir então a mesma ACT decisão no processo de contraordenação, muito menos com o argumento de que quanto ao "colaborador” em causa "não há qualquer decisão judicial conhecida”, sendo que, diversamente, pois que só então poderia aferir sobre a manutenção ou não da suspensão do processo de contraordenação), se impunha esclarecer, se necessário fosse, assim junto do Tribunal competente, em que estado se encontrava a ação.