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36) Por comunicado datado de 28 de Dezembro de 2015, o Banco réu deu nota: a) De ter apresentado a registo o projeto de cisão-simples referido no comunicado de 32015; b) Das condições a que fica sujeita a produção de efeitos da projetada cisão, entre as quais, a «confirmação, por parte do BCE, de que a concretização da projectada cisão permite dar cumprimento ao determinado pela decisão desta entidade  relativa ao cumprimento do limite de grandes riscos», a «prévia autorização não oposição) por parte do BNA», a obtenção do prévio acordo da Unitel, S.A. ao abrigo do acordo parassocial celebrado entre esta sociedade e o Banco BPI, enquanto únicos accionistas do BFA»; ) De que a posição da Unitel «era a de não dar o seu consentimento à transmissão por cisão da participação do Banco BPI no BFA»; ) De que, na sequência da posição da Unitel referida em, a comissão executiva do banco «promoveu um conjunto de actuações que envolveram conversação com a Unitel, S.A. e com dois dos maiores accionistas do Banco BPI CaixaBank, S.A. e Santoro Finance – Prestação de Serviços, S.A.), com vista a definir ajustamentos aos termos da cisão que permitissem obter uma alteração desta posição da Unitel, S.A.», dando ainda nota de que não obstante tais negociações terem corrido «de forma construtiva» não tinha ainda sido possível «alcançar os ajustamentos aos termos da cisão que permitissem conciliar aquele objectivo com os aspectos de ordem regulatória que se torna necessário acautelar»; e) De que o Banco Nacional de Angola enviou uma carta referindo que «considerando a existência de um acordo parassocial entre o Banco BPI e a Unitel, S.A., nos termos da qual é proibida a transmissão das participações de cada uma detida no BFA sem o acordo entre eles relativamente a essa transmissão, apenas poderá analisar o pedido apresentado  após acordo entre o Banco BPI e a Unitel, S.A.», tudo conforme termos do documento de fls.