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Assim, considerando o teor das conclusões apresentadas, importa apreciar e decidir se a sentença enferma de erro de julgamento de facto e de direito, relativamente caducidade da liquidação; errada valoração das informações oficiais e das regras do ónus de prova; liquidação de juros compensatórios e liquidação dos juros de mora- FUNDAMENTAÇÃO  De facto A sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu proferiu decisão da matéria de facto com o seguinte teor: «Factos provados:   A Impugnante "AB” tem como actividade principal a produção de óleos vegetais e foi objecto de uma fiscalização à sua contabilidade no ano de 2004 tendo sido iniciada a 29 de Julho de 2004 e concluída a 26-08-2004);   A acção inspectiva referida a 1 incidiu sobre o imposto de rendimento das pessoas colectivas/Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares e Imposto sobre valor acrescentado, tendo como principal objectivo analisar todos os procedimentos relativos à transmissão, por parte da impugnante dos artigos 1269 Urbano, 1328 Urbano, 5655 Urbano, 5656 Urbano e 682 Rústico, todos da freguesia de Santa Marinha, Vila Nova de Gaia;   A 20-09-2004 foi elaborado relatório de inspecção tributário da acção referida em 2;   Da acção inspectiva, resultaram correcções no valor global de € 83758,34 um milhão e oitocentos e trinta e sete e setecentos e cinquenta e oito euros e trinta e quatro cêntimos) ao IRC de 2000;   A impugnante apresentou reclamação graciosa das correcções referidas em 4;   A 13 de Janeiro de 2000, por escritura pública, a impugnante alienou os prédios descritos sob os artigos urbanos ns 1269, 1328, 5655, 5656 e o rústico n 6862 da freguesia de Santa Marinha, Vila Nova de Gaia à sociedade "SV – Empreendimentos Urbanos e Turísticos, Lda.”;   Foi declarado como preço de venda na escritura referida em 6, o valor de 2500000$00 duzentos e cinquenta milhões de;   No seguimento da inspecção referida em, entendeu a Administração Tributária que ao valor referido em 6, acresce o valor de € 83758,34 um milhão e oitocentos e trinta e sete e setecentos e cinquenta e oito euros e trinta e quatro cêntimos);   Os prédios referidos em 6 encontravam-se em momento prévio à celebração da escritura de compra e venda, hipotecados a várias instituições de créditos;  1 As hipotecas referidas em 9 encontravam-se a servir de garantia a financiamentos obtidos de várias instituições de crédito;  1  A "SV” efectuou em Dezembro de 1999 o pagamento de duas dívidas da impugnante ao "Banco Argentaria” e ao "Banco Comercial Português”;  1 A "SV” efectua em Janeiro de 2000 o pagamento de várias dívidas, no valor de 3643468$00 a diversas instituições de crédito Banco Nacional Ultramarino, Banco Espírito Santo &amp; C. SA, Argentaria SA, Global Companhia de Seguros, AS e, relativamente a financiamentos que se encontravam garantidos por hipotecas sobre os imóveis referidos a 6;  1 A 27 de Dezembro de 1999, a "SV” efectuou junto do banco "Crédito Predial Português” um depósito de 2500000$00 duzentos e cinquenta milhões de a favor da impugnante;  1 A Impugnante declarou fiscalmente no ano de 2000, o valor do preço constante da escritura referida a 6;  1 Na contabilidade da "SV, Lda.”, existem os seguintes documentos:  a. Documento interno referente ao pagamento do valor de 500000$00/€3421,86 trinta e dois e quatrocentos e vinte e um euros e oitenta e seis cêntimos), ao banco Argentaria, SA.