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Utilizando como exemplo, entre outros, alguns dos acórdãos do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos tínhamos o seguinte panorama, em processos cuja questão principal foi precisamente o atraso das decisões judiciais, pelo menos até que este Tribunal, de acordo com regra criada para si próprio, "endureceu as condições de recurso a este último” – pagina 10 do "Guia prático sobre a admissibilidade”  https://www.echr.coe.int/Documents/Admissibility_guide_POR.pdf  :  - Caso Constantin Florea contra Roménia – processo de 2005 21534/05), decidido em 10201 - Caso Istvan e Istvanova contra Eslováquia – processo de 2007 30189/07), decidido em 10201 - Caso Vernillo contra França – processo de 1985 11889/85), decidido em 20199 - Caso Dursun contra Turquia – processo de 2002 17765/02) decidido em 00200 - Caso Kaçar contra Turquia – processo de 2003 32420/03), decidido em 00200 - Caso Vurankaya contra Turquia – processo de 2003 9613/03) decidido em 10200  Em particular os acórdãos que se pronunciaram no sentido de que "a justiça não pode ser administrada com atrasos que comprometam a sua eficácia e credibilidade”:  - Caso Pelissier e Sassi contra França – processo de 1994 25444/94), decidido em 20199 - Caso Niederböster contra Alemanha – processo de 1998 39547/98), decidido em 20200   E os processos neste Tribunal Europeu são bem mais simples de uma maneira geral do que as causas nos tribunais internos, em particular nos tribunais administrativos.