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Atente-se que essa alteração até se evidencia como dificilmente sustentável sob o ponto de vista das condições atuais e concretas do progenitor, porquanto, como doutamente sublinhado na sentença recorrida, «mercê da sua profissão e dos horários que tem, nunca teria a disponibilidade que tem a progenitora para acompanhar diariamente a filha, até por causa da profissão desta e pelo facto da filha frequentar a escola onde trabalha.» Por outro lado – ainda que o Requerido e ora recorrente não o reivindique direta e expressamente – cremos que igualmente é de postergar uma solução instituindo um regime de "guarda partilhada”, mormente em atenção a que esse eventual regime da residência alternada iria fortalecer e potenciar as relações de afetividade "de qualidade” entre o pai e a filha, por contraponto às atuais/existentes condições de convivência com esta, decorrentes do regime vigente, a saber, com a menor confiada à progenitora, e estando estabelecido um regime de visitas ao progenitor com frequência quinzenal.