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20- Uma interpretação contrária do n 8 do art 32 da CR e do art 417, n 3, al., do P. Civil, no sentido de que, nem nas ações de divórcio, é permitida a recolha de provas que possam constituir invasão da esfera privada do cônjuge faltoso, levaria a uma leitura errada daquele n 8 e tornaria inconstitucional o entendimento que assim se fizesse da referida al.. 21- Por isso se espera que, revogando o douto despacho, que se considera ter violado os arts 26, n 1 e 20, n 1, da CR e o art 417, n 3, al., do P. Civil, na leitura que para ele aponta a Constituição, se ordene à 1 instância que admita a prova pedida pelo Autor no seu requerimento probatório.