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O Ministério Público, a 27/1/2015, respondeu, pugnando pela procedência parcial do recurso, contra-alegando, em resumo, o seguinte:   - nos termos do disposto no artigo 12, n. 2, do CPP, o prazo de prescrição das penas apenas começa a correr no dia em que transitar em julgado a decisão que tiver aplicado a pena,  - nada impede que na formação da pena única entrem penas de prisão efetiva e penas de prisão com execução suspensa;  - nenhuma das penas suspensas se encontrava extinta;   - questão diferente será a de serem englobadas na pena única penas de prisão suspensas na sua execução, cujo prazo de suspensão já havia terminado e se desconhece se houve despacho a prorrogar o prazo de suspensão ou a declará-las extintas ou a mandá-las executar.