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Estatui aquele n. 2 do artigo 18 aplicável, com as necessárias adaptações, à actuação de pessoas singulares insolventes por força do seu n.: «Considera-se sempre culposa a insolvência do devedor que não seja uma pessoa singular quando os seus administradores, de direito ou de facto, tenham: ) a) Destruído, danificado, inutilizado, ocultado, ou feito desaparecer, no todo ou em parte considerável, o património do devedor; ) ) Disposto dos bens do devedor em proveito pessoal ou de terceiro; Pressupostos da insolvência culposa são: uma conduta omissiva ou por acção) ou dos seus, dolosa ou com culpa grave; que essa conduta tenha tido lugar nos três anos anteriores ao início do processo que levou à declaração de insolvência; que exista o necessário nexo de adequação causal entre aquela e a criação ou agravamento da situação de insolvência.