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Feitos estes considerandos em torno da responsabilidade subsidiária prevista no artigo 2, n. 1, da LGT, e tendo presente que o Oponente era gerente da sociedade originária devedora no período em que deveriam ter sido entregues os montantes apurados à sociedade originária devedora a título de IRC relativamente aos anos de 2006 e 2007, logo ficamos aptos a concluir que, no caso, para que o Oponente se exima da sua responsabilidade subsidiária terá que ser feita a demonstração, pela sua parte, de que a falta de entrega desse imposto não lhe é imputável, sendo que, se tal prova não tiver sido feita, ou se ficarem dúvidas quanto à não imputabilidade da falta de entrega do imposto apurado naqueles períodos, a Oposição não poderá proceder.