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Com efeito, incumbe ao Tribunal aferir se a execução do despacho suspendendo que que ordenou a apresentação do Requerente, em 5/04/2021, no COMETLIS, é suscetível de causar prejuízos de difícil reparação, designadamente por impedir o Requerente de organizar a sua vida, implicar um acréscimo de encargos com estadia e deslocações para Lisboa e consequentes dificuldades no sustento da família, e a necessária presença diária do Requerente junto do filho e da mulher devido à fragilidade da saúde desta; se é provável que em sede da ação principal, o despacho suspendendo seja anulado por se verificar algum dos vícios imputados pelo Requerente; em caso da verificação cumulativa dos pressupostos acima identificados periculum in mora e fumus boni apreciar a proporcionalidade da providência cautelar requerida, ponderando todos os interesses em presença.”   E depois de ter fixado a matéria de facto que segundo o seu julgamento era a relevante para conhecer do mérito da pretensão cautelar do Requerente segundo as várias soluções plausíveis em direito, o Tribunal a quo veio a julgar procedente a sua pretensão, tendo para tanto e em suma julgado verificados todos os requisitos determinantes do decretamento das providências cautelares a que se reporta o artigo 12, n.s 1 e 2 do CPTA.