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do TRL de 04/06/2015 no processo 125/12TCFUN.L1-6 disponível em www.dgsi.pt ao afirmar que "as vicissitudes da relação subjacente não se repercutem na obrigação cartular do dador de aval, quedando-se esta inalterada e plenamente eficaz, podendo o beneficiário do aval agir, mediante ação cambiária, contra o avalista para obter a satisfação do seu crédito,” atendendo a que "a aprovação/homologação de um PER, com moratória ou diversos prazos e taxas de juros de para pagamento da dívida, de que beneficia a sociedade subscritora da livrança, não é invocável/oponível pelos avalistas contra quem foi instaurada a respetiva execução.” 	Também, no STJ se vem firmando jurisprudência no sentido de que a exceção decorrente da aprovação do plano de recuperação da subscritora das livranças é inoponível ao portador das mesmas, conforme se evidencia, designadamente, do teor do acórdão de 04/05/2017 proferido no processo 206/15T2STC-A.ESS1, no qual consta a seguinte fundamentação: ") 	Relativamente ao plano de recuperação da subscritora das livranças, com eventual perdão substancial da dívida, os seus efeitos não se estendem ao avalista das livranças, porquanto este é terceiro, independentemente da circunstância de, enquanto gerente da subscritora das livranças, poder ter tido intervenção tanto no negócio subjacente à emissão das livranças como no procedimento de negociação do plano de recuperação.