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), razão pela qual ele e o seu co-arguido, decidiram pôr outro quadrante, que passou a ostentar cerca de 17000 kms; ambos fizeram o negócio de venda do veículo em causa ao assistente, tendo-lhe dito, verbalmente, que o carro tinha 300 e tal kms; referiu ainda que o assistente, com este processo, está de má-fé; explicou ainda que o veículo em causa foi vendido ao assistente por € 500, tendo sido deduzido no preço um veículo de retoma no valor de € 000, pelo que o assistente pagou € 500; posteriormente teve conhecimento que o assistente se insurgiu após ter ido à inspecção obrigatória com a viatura, tendo-lhe sido proposto desfazer o negócio, o que não foi por ele aceite; referiu que a data da factura é posterior à da venda do Audi ao assistente porque foi na data dessa factura que o novo quadrante foi pago, embora entregue antes; por sua vez o arguido  B...  negou, igualmente, a prática dos factos, corroborou as declarações do seu co-arguido e sustentou que o presente processo consiste numa "vingança" do assistente que trabalhou para o seu irmão G... que o despediu cerca de um mês após ter adquirido a viatura; mais referiu que aquando da venda do Audi, não foi entregue ao assistente o "papel" da inspecção porque não o tinha e que o novo quadrante foi adquirido na altura da venda do Audi ao assistente; acrescentou que o veículo com a quilometragem de 17000 Kms valeria cerca de 000 €; por último, afirmou que sabia que o que estava a fazer alterar a não era legal.