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Invocaram para tanto, em síntese que: a decisão recorrida é nula no julgamento da matéria de facto e por omissão de pronúncia; errou, em todo o caso, no julgamento da matéria de facto e no enquadramento jurídico, em particular, quanto à omissão de indicação de preços unitários submetidos à concorrência, quanto à omissão de apresentação do documento cronograma financeiro, quanto ao incumprimento do previsto na alínea do artigo 1 do convite, quanto ao incumprimento do previsto na alínea do ponto ; alínea do convite – Plano de equipamentos, verificando-se aqui uma incorrecta interpretação e aplicação pela sentença dos art.s 7 e 14 do Código de Contratos Públicos, quanto à violação do critério de adjudicação e do interesse público pela decisão e, finalmente, quanto à incorrecta fundamentação do júri do procedimento.Apenas a Recorrida AN, S.A. contra-alegou defendendo a manutenção da decisão recorrida.O Tribunal recorrido emitiu despacho de sustentação, a negar qualquer nulidade na decisão impugnada.O Ministério Público neste Tribunal não emitiu parecer.Cumpre, pois, decidir já que nada a tal obsta.- São estas as conclusões das alegações que definem o objecto do presente recurso jurisdicional: A.