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4 de 2002/04/19 e que se mantém válida e em vigor;  ) Sucede que, a partir de 09/01/2001, os mutuários deixaram de efetuar o pagamento das prestações a que se haviam vinculado através do referido Contrato, tendo assim a Exequente CGD, S.A. o direito a considerar vencido o empréstimo e, consequentemente, exigível e em mora, todo o seu crédito;  w) Do empréstimo concedido, encontra-se em dívida, na presente data 11/04/2018), o valor global de € 6169,26, conforme discriminado no campo Liquidação da Obrigação, no requerimento executivo, ao qual acrescem os juros moratórios vincendos, calculados sobre o capital em dívida € 2955,90), à taxa de juro anual contratual de 10,785%, correspondente à taxa de 8,785% e ao acréscimo da sobretaxa de 2% prevista no n. 1 do artigo  do n. 58/2013, de 8 de Maio, desde então e até efetivo e integral pagamento;  x) A Exequente tem, ainda, direito a haver as comissões, no montante de € 21,85 e despesas no montante de € 586,06, emergentes do contrato, e as que, entretanto, se vencerem;   y) No exercício da sua atividade creditícia, a Exequente Caixa Geral de Depósitos, S.A., celebrou com os Executados AA e mulher BB, por documento particular de 17/05/2000, um Contrato de Mútuo, no montante de 67000$00 seiscentos e setenta e nove, a que corresponde a referência interna PT.