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– Facto provado n 8 RRR - Veio então a ser elaborado mapa de partilha, notificado às partes em 16/06/2008, e constante do requerimento executivo, e a Recorrente, imediatamente no dia 30/06/2008, remeteu a Juízo novo requerimento, voltando a frisar que todos os Herdeiros haviam combinado que considerariam os seus quinhões preenchidos com as adjudicações efectuadas e que não seriam devidas tornas entre Herdeiros, mais aventando que a avaliação efectuada aos bens era desfasada da realidade, concluindo que os Herdeiros persistiam naquilo que haviam acordado e que, portanto, não fazia sentido que se fixassem tornas a pagar pela Cabeça-de-casal visto que, a ser assim, ficaria esta tremendamente prejudicada e nem sequer teria capacidade financeira para suportar tal encargo, de resto nunca devido por efeito da combinação entre os Interessados.