Legal Document Excerpt:

Nesse sentido, vide: Paulo Ramos de Faria in O Julgamento da Deserção da Instância Declarativa - Breve roteiro jurisprudencial - Revista Julgar – Abril de, acórdão da Relação de Coimbra, de 102016 processo n. 131/08TBCNT.C23, acórdão da Relação de Évora, de 212019 processo n. 318/06TBLLE.E1 e acórdão desta Relação, subscrito pelo ora relator na qualidade de  adjunto, de 212015 processo n. 2248/02TBSJM.P Aqui chegados, cumpre salientar – como expressamente aceita a recorrente nas suas conclusões de recurso que, não se suspendendo o prazo em férias judiciais, na data do despacho recorrido já tinham decorrido mais de seis meses.