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do P.P., e determinar que o mesmo continuaria a aguardar os ulteriores termos do processo sujeito a prisão preventiva, não teve em consideração o seu requerimento de 5 de julho de 2021, e daí veio solicitar que analisasse não só esse requerimento, como ainda declarasse nulo o despacho de reexame da medida de prisão preventiva nos termos conjugados do n. 5 do art.9, e n. 3 do art.380, ambos do P.P., Como bem se escreve no acórdão de 5 de janeiro de 2005, "A ratio do art.21, n. 1, do CPP, visa, essencialmente, o controle e acompanhamento atualizado do estatuto processual do arguido em prisão preventiva e o reexame trimestral dos pressupostos da prisão preventiva é mais uma obrigação do juiz "procede oficiosamente”) do que um direito ou uma garantia de defesa do arguido, e a falta, antecipação, ou atraso desse reexame não passa de uma irregularidade processual, facilmente sanável através de simples requerimento por banda do arguido afetado, e nunca através de habeas corpus, cujos fundamentos não preenche.”18 Para além de não ser intempestivo o despacho de reexame trimestral e da alegada falta de fundamentação prevista nos termos conjugados do n. 5 do art.9, e n. 3 do art.380, do P.P.