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27 a, e Q pág., para os quais se remete por uma questão de economia.  . Fixados estes factos, o entendimento do douto Tribunal a quo assentou na consideração de que a acção inspectiva ao exercício de 2007 terá de ser considerada como externa, na medida em que apesar de a " actividade de analise se ter efectuado nas instalações da AT., não se baseou exclusivamente na analise formal e de coerências dos documentos de que a AT, dispunha sem ter praticado os actos de inspeção” e  . E por via disso, apontou a existência de um vício procedimental conducente à invalidade da liquidação impugnada – a falta de notificação prévia ao sujeito passivo exigida pelo art.