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Foi nesta senda que o acórdão recorrido alinhou inequivocamente, com razões que devem ser sufragadas: "Na situação sub judicio, fazendo a interpretação normativa do contrato, de acordo com as regras estabelecidas nos arts.23 e 23 do , não ficam dúvidas que as Partes quiseram celebrar um contrato de arrendamento comercial, estabelecendo todas as cláusulas típicas deste contrato: o fim a que se destinava o arrendado; o prazo de vigência do contrato, com início a quatro dias antes da data nele aposta; previram a renovação do contrato, estabelecendo novo prazo de vigência; as formalidades da denúncia do contrato; o montante da renda e o regime de actualização, local e data de pagamento; e o regime das benfeitorias, havendo ainda uma cláusula para os casos omissos.