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DESTA SENTENÇA APELOU O REQUERENTE TENDO LAVRADO EM SÍNTESE AS SEGUINTES CONCLUSÕES: A matéria dada como assente nas alíneas G, K, , N, S, U e AA da sentença deve ser dada por não provada para o que sustentou estar esta factualidade contrariada pelos documentos juntos aos autos e inexistir prova no sentido da sua afirmação Deve ser ainda dado como provado quer pelos documentos, quer pela própria confissão da mãe da criança que "Os pais da criança tinham um projeto comum e que a mãe veio no âmbito desse projeto dar um curso de agricultura orgânica a Portugal, que veio mais cedo para o organizar aqui em Aveiro e que este curso terminava em abril de 2020” Não pode ser dada como provada a matéria alegada pela mãe, devidamente impugnada pelo recorrente, tendo alguma dela sido provada por documentos autênticos das autoridades Norueguesas e outra tendo sido impugnada pelo ora recorrente e que não foi provada pela recorrida A douta sentença de que se recorre ignorou toda a documentação junta aos autos, designadamente os documentos autênticos emitidos pelas entidades Norueguesas, bem como, os documentos juntos com a resposta do recorrente à oposição da mãe.