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Há, finalmente, quem entenda que a falta de narração, no despacho de não pronúncia, dos factos considerados suficientemente indiciados e de outros não tidos como indiciados com suficiência, consubstancia nulidade, decorrente do disposto na alínea do n. 3 do artigo 28, reportada ao n. 2 do artigo 30, ambas as normas do P.P., e que tal nulidade, sendo sanável, está dependente de arguição, perante o tribunal a quoentre outros, o acórdão da Relação de Coimbra, de 16/06/2015, processo 12/19GTLRA.C1), em contraponto a quem entenda, diversamente, tratar-se de nulidade de conhecimento oficioso entre outros, o acórdão da Relação de Évora, de 01/03/2005, processo 1481/04-1).