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Assim, EE) De toda a matéria alegada pelas partes, da documentação junta, dos factos dados como provados, resulta, mais uma vez, que o Apelante não é devedor de qualquer quantia à Apelada, porquanto o comportamento da Apelante integra um venire contra factum proprium, proibido pelo artigo 334 do Código Civil, FF) porquanto, "uma pessoa normal, colocada na posição do embargante podia objetivamente confiar que, sendo liquidado qualquer importância em dívida relativa ao contrato de conta corrente caucionada subjacente à livrança exequenda através do contrato celebrado em 20 de janeiro de 2012, com emissão de novas garantias para o efeito, não sendo exigida a do ora embargante, o exequente não lhe exigiria, 20 anos depois de celebrado tal contrato, ainda que tendo sofrido alterações até ao ano de 2006, e nessa altura com a subscrição da livrança substituta da anterior, que honrasse a garantia representada pelo aval.” GG) Ou seja, mais uma vez se conclui que "No caso dos autos, sucedeu o seguinte: o exequente acionou a livrança que o embargante avalizou em 2005, acionamento esse ocorrido 8 anos depois deste se ter afastado da sociedade subscritora da livrança afastamento ocorrido em.