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25, foi fabricado/alterado pela arguida Va que, na posse de uma outra factura, esta sim emitida pelo ", Lda.”, alterou a data constante da mesma introduzindo a data de 12-08-2017, bem como introduziu um n. de factura que copiou de outra já paga pela ofendida e de outro fornecedor, inseriu serviços alegadamente prestados, o valor de cada, introduzindo o montante total de 452,00€, eliminou o IBAN existente inserindo o IBAN  que corresponde à conta à ordem titulada pelo companheiro da arguida JG, descrita em, e eliminou a assinatura digital; 3 A arguida sabia que estava a alterar os documentos descritos nos pontos 32 e 33 desta acusação, fazendo neles constar falsamente factos juridicamente relevantes que tinha perfeito conhecimento não corresponderem à verdade, bem como que usou e entregou ao director FM esses documentos que tinha alterado para validação das transferências que tinha solicitado, com intenção concretizada de obter um benefício ilegítimo, causando um prejuízo à ofendida , S.A., bem como para preparar e facilitar a prática do crime de burla informática através das transferências que obteve com a alteração/uso dos documentos supra; 3 Atenta a forma camuflada de actuação da arguida VA, os legais representantes da ofendida , S.A. apenas se aperceberam das transferências efectuadas para contas da arguida e do seu companheiro, bem como do facto de a arguida não proceder à entrega  à ofendida dos valores em dinheiro pagos pelos seus clientes, no dia 17-12-2017, altura em que a ofendida, após alertada pelos fornecedores do não pagamento de várias facturas, efectuou uma vistoria a todo o trabalho realizado pela arguida e um encontro de contas que originou a descoberta dos factos relatados nesta acusação; 3 Em tudo acima descrito, agiu a arguida VA de forma livre, deliberada e conscientemente, bem sabendo que as suas condutas eram censuráveis, proibidas e punidas por lei penal, ao que foi indiferente.” # Como já acima se referiu, a recorrente foi condenada no pagamento do montante indemnizatório €1281,14, a título de danos patrimoniais, acrescido de juros legais, à taxa legal de 4%, contados desde a notificação do pedido de indemnização até efectivo e integral pagamento.