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u) Quanto a isso, nada, mas mesmo nada daquilo que foi referido pelas testemunhas  ficheiro 20181015100937_5503877_2871260), engenheira química, , encarregado de fábrica,   ficheiro 20181015140702_5503877_2871260), microbiologista, e , engenheiro e diretor fabril da ADP, põe em crise a prova produzida supra referida, sendo que a isenção destas testemunhas, deixa muito a desejar: a primeira das testemunha da Ré ADP, presta serviços à Ré, a pedido desta, e de longa data; A testemunha , é o encarregado de fábrica; , é o diretor fabril da ADP, ali funcionário de longa data;   ) A testemunha  que é o Diretor Fabril da Ré que no dia 12014 decidiu encerrar as instalações e todos os circuitos de, refere a sentença que «descreveu a prestação de serviços com empresa de tratamento de águas a GE Waters, empresa líder de mercado internacional, bem como as práticas adotadas pela Ré, aquando do surto e antes dele», o que no que respeita à atuação da GE Waters, é incompaginável com os elementos recolhidos no processo-crime, plasmados no Relatório Final da Polícia Judiciária, mas na realidade, nem por isso contraria aquilo que a Testemunha  refere ter ocorrido Em todos os momentos exceto num: a reativação das torres de arrefecimento após a paragem ocorrida em Outubro de 2014, precisamente, quando ocorreu o surto de Legionella numa estirpe da bactéria que não foi encontrada em qualquer outro local, senão na torre de refrigeração da Ré ADP, pois como particularmente ao minuto 155 e 20:45, expressamente refere a testemunha , foi então que os técnicos da ADP e da GE que efetuavam a manutenção das torres de arrefecimento omitiram negligentemente procedimentos que integram essas boas práticas.