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O invocado declínio da Casa do Douro, em 1986 e 1987, que não lhe permitiu o escoamento durante três anos do vinho generoso das adegas cooperativas, apenas seria motivo válido até 199 A dívida exequenda reporta-se ao ano de 2007, considerando o elevado lapso temporal de quase dezassete anos, não se demonstrou em que medida a falta de escoamento do vinho generoso afetou a Originária Devedora no ano de 200  Trata-se, assim, de alegação genérica da ocorrência de circunstâncias externas que afetaram a atividade da Originária Devedora e também a atividade de todas as empresas que nas mesmas circunstâncias atuam no mesmo mercado, não esclarecendo o Recorrido qual a repercussão que teve no património da Originária Devedora a ponto de inviabilizar o pagamento dos créditos tributários em execução.