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6	) Verifica-se, pois, uma flagrante contradição na fundamentação da decisão recorrida, designadamente entre, por um lado, a matéria de facto julgada provada nos pontos  e , e, por outro lado, a matéria de facto julgada provada e vertida nos pontos 4, 4, 4 e 4 6	) Por outro lado, tendo sido incluída entre a «MATÉRIA DE FACTO NÃO PROVADA» a matéria de facto, alegada na Contestação, no sentido de que «A arguida suportou elevadas despensas ter-se-á pretendido referir "despesas” inerentes às reparações necessárias ao regresso à atividade dos seus referidos navios, após longa inatividade dos mesmos.»), os Recorrentes não entendem como pode tal matéria ter sido julgada não provada, uma vez que, contraditória e simultaneamente, na decisão recorrida foi julgado provado, designadamente, que «Nos anos de 2006 e 2007, a arguida efetuou elevados gastos com a manutenção, reparação e reestruturação dos seus navios, concretamente, em 2006, obras no valor de mais de € 29000, e, em 2007, obras no valor de mais de € 3700», e que «No ano de 2006, a arguida encomendou fornecimentos de cabos e aprestos no valor de cerca de € 27000, tendo em 2007 essas encomendas ascendido a mais de € 3000».