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De todo o exposto decorre que a prova – para os efeitos da parte final do n. 4 do artigo 5 da Lei Geral Tributária – de que a insuficiência de bens não é da responsabilidade da sociedade executada ou de quem a se basta com a demonstração de que essa insuficiência de bens não foi provocada pelo executado ou por ele consentida de forma dolosa, não sendo também necessária a demonstração de que essa insuficiência de bens não resultou da gestão negligente da sua atividade.” É patente, da leitura integral da fundamentação do despacho reclamado, que o que levou ao indeferimento do pedido de isenção de prestação de garantia foi o não preenchimento do terceiro pressuposto cumulativo, defendendo o Recorrente que foram recolhidos fortes indícios, por parte dos Serviços da Inspecção Tributária, no âmbito da Ordem de Serviço n. 01201402582, de que a situação de insuficiência ou inexistência de bens é da responsabilidade da aqui Recorrida.