Legal Document Excerpt:

– Em face da prova produzida em audiência de discussão e julgamento nunca o Tribunal a quo poderia ter dado como provado que a Senhora , teria comunicado aos Recorridos que "tinha um imóvel que estava ótimo e pronto a habitar” –Assim, o ponto 21 da matéria de facto dada como provada deveria ter a seguinte redação:  "2- Os autores, no final de agosto de 2018, dirigiram-se à imobiliária, na qual foram atendidos por ., tendo-lhes sido mostrado o imóvel dos Réus, e referido que o mesmo se encontrava para restauro.” – Quanto ao ponto 22:  –A prova que obrigava decisão diversa decorre do depoimento da testemunha ouvida na audiência de discussão e julgamento de 26/04/2021, entre as 10:16:24-10:50:55, cujo depoimento se encontra gravado no sistema existente no Tribunal, Ficheiro de origem:20210426101623_19758906_2871191, passagens 00:05:25 a 00:06:33; 00:08:17 a 00:10:55; 00:19:38 a 00:20:26 e 00:23:20 a 00:24:2 –Ainda sobre esta matéria a Recorrente Ana, ouvida na audiência de discussão e julgamento do dia 07/04/2021, entre as 15:07:15-15:44:49, Ficheiro de origem: 20210407150714_19758906_2871191, passagem 00:23:17 a 00:27:4 –Em momento algum a Recorrente refere que tivesse estado presente a sua mãe, aliás, a qual era até já falecida à data –Conforme resulta das declarações da Recorrente Anabela, aquilo que a mesma disse e resulta do seu depoimento foi que a parte de baixo estava toda habitável, a parte de cima, o sótão é que tinha que ser arranjado.