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Para tanto, alegou em síntese que: A 2 Ré, E, à data 22013, era a titular do direito de exploração económica da embarcação de pesca artesanal ou "arte xávega”, denominada de "”, com a identificação .-.-., havendo, no exercício dessa sua atividade profissional e na qualidade de armadora, admitido ao seu serviço  , marido da A., com quem se encontrava casado; este, nesse dia 202013, a bordo da mencionada embarcação de pesca e no exercício das suas funções de pescador ao serviço da 2 Ré, foi vítima do acidente de trabalho, que descreve, do qual lhe resultou a morte nesse dia bem como de um outro pescador, devido a asfixia mecânica por afogamento, acidente esse que deu origem ao processo-crime n. 17/15MAAVR, que corre os seus termos pela Comarca de Aveiro, Secção Criminal de Ovar, Juiz 1, no qual foi proferido, em 1 instância, acórdão ainda não transitado em julgado.