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Nos termos da alegação recursiva do Recorrente, é entendido que a sentença recorrida enferma de erro de julgamento de direito no tocante à apreciação da prova, não existindo falta de elementos para que a Entidade Demandada seja condenada ao pagamento da indemnização peticionada, por danos patrimoniais e não patrimoniais, em consequência dos direitos ao repouso, ao sossego e à tranquilidade, integrados nos direitos de personalidade tutelados pelo artigo 7 do  A sentença recorrida decidiu pela falta de demonstração do requisito da ilicitude, aduzindo a seguinte fundamentação de direito: "Invoca, para tanto, como interpretamos, que a entidade demandada, com o seu comportamento ou "a sua poluição sonora”), agiu ilícita e culposamente e que, por essa razão, deve ser condenada a indemnizá-lo pelos danos que alegadamente sofreu – e que liquidou em € 3150,00 no petitório da petição inicial aperfeiçoada que apresentou em 3 de Junho de 2014, mas sem qualquer alegação fáctica sem que a liquidação na primeira petição inicial aperfeiçoada apresentada em 29 de Junho de 2009 possa ser aproveitada, por esta peça processual ter sido - e outros danos ou prejuízos "que possam ser consequentes da presente acção”, cuja liquidação relegou para momento posterior.