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Colocando a Autora nas suas Alegações  a questão sob o patamar  de ser " uma agente apta, leal e competente, mas também porque é uma cidadã consciente e convicta dos seus direitos e deveres”, e que tendo feito um requerimento que esperava uma resposta, se a mesma não recebeu essa resposta, e se o acto de reposição era ele, já, um acto impugnável não se põe a questão de ser um acto verticalmente definitivo, pois que o legislador há muito que abandonou essa qualificação de acto impugnável, da mesma forma que se auto determinou por vir impugnar esse acto em 22 de julho de 2015, mais diligente seria que o tivesse feito dentro do respectivo prazo, porque a sindicância de acto anuláveis deve ser feita no prazo de 3 meses, nos termos do artigo 5, n. 2, alínea do CPTA, e relativamente à preterição da sua audiência prévia, essa questão formal apenas redundaria na situação em apreço na prática de um acto anulável, que não passível de nulidade, como vem agora a sustentar nas Alegações de recurso.