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A progenitora continua obsessivamente focada no passado, agitando eventos cada vez mais longínquos, nada se preocupando com o presente e futuro da menor no restabelecimento e aprofundamento das relações familiares, como já anteriormente referimos, e agora ainda ganha mais acuidade, não só pelo que se passou na última sessão, em que a progenitora fez questão, pelo dramatismo que impôs, de demonstrar à menor que sozinha contra os demais intervenientes, nomeadamente o Tribunal, vincando junto da menor, de forma dramática, recorrendo a emoções aterrorizantes de que a actuação deste Tribunal, do pai e da demais família, e do Ministério Público, eram um completo absurdo, e agarrando e protegendo a menor, como se a estivesse a proteger de horríveis males de pessoas e instituições mal-intencionadas, incluindo familiares, o que obviamente dificulta muitíssimo a intervenção deste Tribunal e da demais família, o que torna tudo muito mais penoso, quando era mais do que evitável toda esta actuação e todo este espectáculo, que obviamente uma criança desta idade não deve ser sujeita.