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Inconformado, interpôs recurso para o Tribunal da Relação do Porto, suscitando, na síntese do acórdão que ali viria ser proferido 2, as seguintes questões: ─   «– Da preterição das regras da continuidade da audiência;  – Saber se o acórdão recorrido é nulo por falta ou insuficiência de fundamentação da matéria de facto e/ou de exame crítico das provas;  – Saber se o acórdão recorrido padece dos vícios da insuficiência para a decisão da matéria de facto provada e da contradição insanável entre a fundamentação e a decisão;  – Erro de julgamento;  – Saber se foi violado o princípio do in dubio pro reo;  – Saber se o arguido deve ser absolvido do crime e dos pedidos de indemnização por que foi condenado;  – Não verificação dos pressupostos da perda de vantagens.»        Julgado por douto acórdão de 22020, o recurso apenas obteve procedência quanto à declaração de perdimento de vantagens do crime, saindo o acórdão do Tribunal Colectivo confirmado, com correcção de um erro de escrita, em tudo o mais, conforme dispositivo que segue, parcialmente, transcrito: ─   «Nos termos e pelos fundamentos expostos, acordam os juízes do Tribunal da Relação do Porto em:  Ao abrigo do disposto no artigo 380 ns 1, e 2 do Código de Processo Penal, proceder à correcção do lapso de escrita verificado por forma a que, no ponto 12 dos factos provados, no segmento onde se lê "22019" deverá ler-se "202009".