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Administradora da Insolvência, após a apreensão de bens, ocorrida a 30 de julho de 2012; A "K... – Sociedade de Construções, S.A.” e a ".., Lda.” celebraram um acordo, a 24 de outubro de 2008, mediante o qual esta se obrigou a realizar a obra de trolha e respetivos extras solicitados por aquela, com fornecimento e aplicação dos respetivos materiais, pelo preço de 41898,95 euros, acrescido de IVA à taxa em vigor, referente à construção de 9 moradias, nos termos dos documentos n.s 17 e 18 juntos com a reclamação de créditos, cujo teor se dá aqui por reproduzido, nos lotes 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 do terreno sito na Rua de ..., freguesia da ..., concelho de Vila Nova de Gaia; Tais moradias correspondem aos prédios urbanos descritos na  Conservatória do Registo Predial de Vila Nova de Gaia, freguesia da ..., com os números 2339, 2340, 2341, 2342, 2343, 2344, 2345, 2346 e 2347/20070704; Relativamente a tal obra, a ".., Lda.” executou os trabalhos descritos nas faturas n.s 409, 421, 435, 449, 461, 474, 481, 493 e 511, respetivamente, de 2 de janeiro, 15 de fevereiro, 11 de maio, 20 de julho, 1 de setembro, 10 de dezembro de 2009, 20 de fevereiro, 16 de junho e 16 de novembro de 2010, no valor global de 41400,00 euros 34458,32 euros + 6941,68 euros a título de IVA; A insolvente não pagou as faturas n.s 493 e 511, no valor global de 15650,00 euros; A ".., Lda.”, na mesma obra, realizou trabalhos no valor de 5501,97 euros 4440,63 euros + 761,34 euros a título de IVA; Tal quantia não foi paga pela insolvente; Na data da declaração de insolvência as moradias ainda estavam em construção, a ".., Lda.” não tinha entregue a obra à insolvente, tendo feito a entrega das mesmas à Sra.