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6-Em passo algum do Julgamento se logrou formar o mais resquício material probatório que sustentassem estas afirmações que o arguido furtou os cheques do estabelecimento comercial, ou que tenha preenchidos os cheques, e muito menos que tenha procedido  à  falsificação  da  assinatura,  manuscrevendo  o  nome "PSAM_____”  7-Em marcha de ensaio conclusivo, mostra-se vítreo que o Tribunal "a quo” não faz a mais descorada ideia sobre o autor do furto dos cheques e muito menos sobre quem terá aposto as assinaturas nestes, por desmaio completo de qualquer cabedal probatório nesse sentido carreado aos autos ou produzido em sede de Audiência de Julgamento, pelo que muito mal andou o Tribunal ao considerar provada tal sinistra factualidade, barricando-se a convicção do Julgador, in casu, em meros palpites, que não têm qualquer relevância probatória.