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Depois, atentar-se-á noutra factualidade:  - não obstante a intervenção que a Caixa Leasing e Factoring – Instituição Financeira de Crédito, S.A. veio a ter no negócio de compra e venda da fracção, as negociações preliminares à sua celebração decorreram apenas entre os legais representantes da Autora, em representação desta, e os Réus, que acordaram as condições do negócio, preço e forma de pagamento, pensando os Réus que a Fracção B não englobava o rés-do-chão da sua vivenda, por se encontrarem convencidos de que os edifícios se encontravam separados, enquanto realidades físicas distintas em 2008, tinham solicitado os serviços de uma advogada para proceder à respectiva cisão, através da constituição da propriedade horizontal – e que, de uma única realidade física, tinham surgido então, duas fracções, a "A” e a "B”, sendo que a primeira corresponderia ao edifício da vivenda, composta por rés-do-chão, primeiro andar e sótão e a segunda, pelo edifício do Lar, com cave, rés-do-chão e sótão;  - aliás, quer nas negociações preliminares, quer no dia da escritura de compra e venda, os legais representantes da Autora sempre afirmaram, porque isso havia sido convencionado com os Réus, que o negócio não incluía o rés-do-chão da vivenda da Autora, o que tudo decorria em ambiente quase familiar e sabendo a Autora que os Réus usavam a parte restante do rés-do-chão como habitação 46, 47 e.  E mais:  - a Autora aceitou receber em locação financeira a fracção, sabendo que os RR.