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614 Conclusões a k     Nos art.s 9, 10, 11, 12, 13 da p.a Autora alegara que os pais da Autora quiseram presentear os filhos doando-lhes no dia do seu aniversário um imóvel sito na Rua  imóvel que os pais da Autora escolheram, negociaram e pagaram integralmente com o seu próprio dinheiro e aquisição da nua propriedade por parte dos filhos bem como do usufruto a seu favor por cheque de conta titulada por si mesmos o que por todos era conhecido, factos esses que estão indiciados na escritura de compra e venda uma vez que foi celebrada no dia do aniversário dos filhos como consta da certidão de nascimento junta como doc 1 com a p.e também por ter sido constituído simultaneamente usufruto vitalício a favor dos pais, bem como foi confirmado pelas declarações de parte de 3 testemunhas, os pais da Autora nunca pretenderam beneficiar o marido da filha nem a mulher do filho com essa doação o que resulta indiciado da própria escritura que não teve a intervenção quer do marido da Autora quer da mulher do seu irmão G o que a Autora confirmou em declarações e resulta das testemunhas  e ME, o então marido da Autora sempre reconheceu não ter qualquer direito sobre a metade pertencente à sua mulher, por reconhecer ter-se tratado de uma doação dos pais à filha, o então marido da Autora reconhecia que o direito de propriedade pertencia apenas à sua mulher e ao seu cunhado não só porque o referia publicamente como por não ter reclamado qualquer direito aquando da partilha de bens pelo divórcio como alegado nos art.s 16 a 20 da p.o que resulta provado da escritura de partilhas doc, o que foi dado como provado sob 7, essa omissão nas partilhas significa que nem um nem outro ex-cônjuge consideravam tal bem como comum tal versão foi confirmada pela Autora nas suas declarações e 3 testemunhas, o que atesta a verdade material da acção, devendo considerar-se como provados que "11- A vontade dos pais da Autora foi oferecer à Autora e ao seu irmão gémeo a fracção por ocasião do aniversário destes, como presente de aniversário, salvaguardando para si o usufruto, 1 E pagaram de uma só vez com o seu próprio dinheiro a aquisição da nua propriedade por parte dos filhos bem como o usufruto a seu favor por cheque de conta titulada por si mesmo, 1 Não tendo a Autora ou o seu o irmão despendido qualquer quantia 1 Os pais da Autora nunca quiseram beneficiar os cônjuges dos filhos, motivo pelo qual os cônjuges não participaram do negócio, vontade que era conhecida da família e dos amigos.