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2 O arguido agiu, conforme acima descrito, livre, voluntária e conscientemente, com o propósito concretizado de se introduzir na referida residência através da porta de uma varanda nas traseiras do edifício e de se apropriar, de objectos e quantias monetárias pertença de e de valor superior a €102,00, bem sabendo que agia contra a vontade e sem autorização dos respectivos donos, o representou, quis e conseguiu.” 19 - Conforme resulta do Douto Acórdão, o recorrente tinha na sua posse alguns objetos que foram subtraídos da residência de, no entanto e na mesma senda do já foi anteriormente exposto no Processo n. 1650/17PBFAR, o Tribunal a quo refere que: "É certo também que não viram a pessoa que entrou na sua residência e que tal ocorre com esta última ainda no interior da residência, tendo a entrada se dado por uma janela aberta, e inexiste outra prova testemunhal ou pericial que coloque qualquer um dos arguidos dentro da residência.” 20 -Refere ainda o Douto Acórdão, para justificar a condenação do recorrente que terão ocorrido dois furtos no interior de residência com a diferença de dois dias.