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O recorrente considera que não deveria ter sido punido como reincidente, nos termos previstos nos arts 7 e 7, do Penal, pois que a sua actuação foi determinada por causas exógenas não consideradas pelo Tribunal a quo - toxicodependência, situação de desintegração familiar, social e económica, longo período de reclusão, entre 04/03/2010 e 19/11/2018, e falta de qualquer apoio familiar e/ou social aquando da sua libertação - que afastam o juízo de especial censura que constitui pressuposto material da reincidência;  Considera, ainda, o recorrente que as penas parcelares e a pena única conjunta concretamente aplicadas são excessivas, porquanto, por força das circunstâncias acima enunciadas, a sua culpa é diminuída;  Entende o recorrente que o acórdão proferido violou as normas constantes dos artigos 4, n.s 1 e 2, 7 e 12, todos do P., assim como os artigos , 1, n 1, 1, n. 2 e 2, n. 1, da Constituição da República Portuguesa.