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B) – Por sentença de 9/12/2020 consignaram-se os créditos reclamados que se tinham por verificados e graduaram-se os mesmos segundo as garantias que se lhes reconheceram, deles se excluindo o reclamado por G... e E..., que se julgou não verificado e, por isso, não reconhecido, já que se entendeu o seguinte: « recaía sobre os credores Reclamantes G... e E... o ónus de alegar e provar, por qualquer meio, os factos constitutivos do direito de crédito que vem reclamar, o que não fizeram, em face do que foi considerado como não provado que G... e mulher E... concederam aos Reclamados um empréstimo de 40 euros, que o empréstimo foi integralmente utilizado pelos Reclamados e que os Reclamados não pagaram qualquer quantia.