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No que atende ao primeiro dos elencados vícios alegam, em suma, que "se está dado como não provado que o arguido A. F. não era funcionário, não exercia a actividade profissional nas instalações dos aqui recorrentes, não tinha acesso às propostas, formulários e impressos da , não intermediou seguros de ramo vida, não pode ser dado como provado que era intermediário na negociação de contratos ponto 6, parte, que celebrou novos contratos conforme o ponto 6 os contratos eram celebrados entre e Y através dos aqui, que se apresentava como comercial, quando está dado como provado que era apenas angariador de clientes ponto, não era funcionário, nem trabalhador dos aqui recorrentes, e não podia ainda aceder livremente aos impressos e propostas de seguros, pois estes eram cedidos somente pela .”  Já quanto ao outro dos vícios aludidos apenas aludem que a sentença " no que concerne à fundamentação de direito escassa, obscura, insuficiente e deficiente, pelo que, em nosso entender, ocorre ambiguidade ou obscuridade que torna a decisão ininteligível.”  Versa o artigo 410 do Código de Processo Penal, sob a epígrafe de "Fundamentos do recurso”, que:   Sempre que a lei não restringir a cognição do tribunal ou os respectivos poderes, o recurso pode ter como fundamento quaisquer questões de que pudesse conhecer a decisão recorrida.