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j) O mesmo se diga do número 1 do artigo 6 do Regime Complementar do Procedimento de Inspecção Tributária e Aduaneira, pois também neste caso se prevê que "os actos tributários ou em matéria tributária que resultem do relatório poderão fundamentar-se nas suas conclusões, através da adesão ou concordância com estas, devendo em todos os casos a entidade competente para a sua prática fundamentar a divergência face às conclusões do relatório”, pois que aí o legislador admite que possa não haver coincidência entre as conclusões do relatório de inspecção tributária e a fundamentação da liquidação de imposto e, ao prever a "adesão ou concordância” no fundo, a fundamentação por remissão para o relatório de inspecção tributária), claramente estabelece que a mesma só pode ter lugar em momento posterior ao procedimento inspectivo que culminou com o relatório de inspecção tributária.