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Em caso de rutura da vida em comum dos progenitores, esse interesse tem de ser entendido em estrita "conexão com a garantia das condições materiais, sociais, psicológicas e morais, que possibilitem o seu desenvolvimento saudável, equilibrado e estável, à margem dos compreensíveis conflitos que, eventualmente, surjam entre os pais, e que assegurem o estabelecimento de relações afetivas contínuas com ambos os pais, particularmente, e como bem se compreende, com o progenitor a quem o menor não tenha sido confiado”, mas também o direito a ser ouvido e a emitir a sua opinião em relação aos assuntos que lhe digam respeito, em função da sua idade e maturidade, e de ver considerada e valorada, isto é, respeitada, essa sua opinião nas decisões a proferir quanto a esses assuntos, influindo, assim, ativamente, para a formação dessa decisão.