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3 Deve a douta decisão ser revogada e substituída por outra, que em conformidade, com a ausência de concretização reinante nos autos quanto à concreta localização do prédio reivindicado, admita a reconvenção deduzida, por legalmente admissível, seguindo-se os ulteriores termos até final; 3 O julgador a quo escamoteou que é sua incumbência convidar as partes a suprir as insuficiências e imprecisões na exposição dos factos, mormente, quando tais imprecisões influem na boa decisão da causa, ex do disposto no artigo 59, n. 4, do CPC; 3 In casu, face à incongruência insanável quanto à localização do prédio cuja propriedade reivindicam nos presentes autos, deveria o julgador a quo, nos termos da lei, notificar os AA./Recorridos para esclarecerem tal desiderato, mas não o fez; 3 Resultando patente nos autos a dita incongruência insanável relativamente à localização do prédio em dois locais distintos e longínquos, impunha-se ao julgador a quo solicitar esclarecimentos aos AA./Recorridos, ex do disposto no artigo 18, n. 3, do CPC; 4 Deve o douto despacho saneador ser revogado e, substituído por outro que em conformidade convide os AA./Recorrentes a esclarecerem onde se situa concretamente o prédio identificado em  da petição inicial, concretizando topograficamente a sua localização, limites/estremas e, nessa sequência, sejam os RR./Recorrentes ulteriormente notificados para exercerem o contraditório, seguindo- se os demais termos; 4 O julgador a quo notificou os RR.