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No caso a Agente de Execução nunca considerou a ação como extinta, quer por inércia da exequente em promover os seus termos, que conduzisse à deserção, quer por inércia em proceder ao pagamento de despesas que lhe eram devidas, não obstante a exequente não ter logo procedido ao pagamento da provisão para despesas, solicitada a coberto da notificação que lhe efetuou em 22/05/201 E tanto assim é, que na sequência das comunicações de 23/10/2018 e de 21/05/2020, enviou à mandatária da exequente, em 04/06/2020, novamente, o pedido de provisão que veio a ser satisfeito em 25/06/2020, sem que até à data, a certidão de óbito da executada, fosse junta aos autos, muito embora em 26/05/2021 cerca de um ano após o pagamento da provisão para o efeito e já após ter dada entrada o requerimento do ora recorrente, sobre o qual incidiu o despacho tenha sido emitida uma ordem de pagamento que se destinaria ao pagamento da certidão.