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25 Haverá ainda que referir aqui o facto do Tribunal a quo ter valorado o depoimento da testemunha R., pai do actual sócio-gerente da A., e, à data dos factos, o responsável pela actividade da A. Não deixa de ser por demais esclarecedor que o Mandatário da A., em sede de Audiência de Julgamento, sistematicamente, fala e interroga, nomeadamente a testemunha acima e cujo depoimento se transcreveu, identificando a A. apenas e só como " o Sr R. ", unificando-se assim Este com a própria A., o que é bem revelador do interesse que essa testemunha  R. tem no desfecho da acção, sendo o seu depoimento, por isso mesmo, um depoimento parcial, ao contrário do que o Tribunal a quo diz em sede de fundamentação, apresentando-se a testemunha em sede de Audiência de Julgamento com apontamentos que estiveram na base e deram origem à p.deste processo, facto para o qual se alertou o Tribunal a quo, mas que de nada valeu, utilizando-os por isso a testemunha como e sempre que quis, levando-a a depor ipsis verbis no tocante a locais, quantidades, preços, datas, etc, o que retira espontaneidade ao depoimento, entre outros factores que têm de ser ponderados para se valorar um testemunho.