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3 A consideração dos depoimentos prestados pelas testemunhas, comuns a autor e ré, R. F. da Fonseca gravado no sistema de gravação digital integradodo Tribunal "aquo” comaduraçãode002:01"a31:16", naspassagens da gravação a 04:16 a 04:36; 04:52 a 05:11; 06:33 a 06:43; 06:56 a 07:04; 08:07 a 08:33; 08:43 a 09:21; 051; 0857; 09:02 a 09:08; 09:11 a 09:21; 10:29; 13:07 a 1:12; 14:51 a 15:00; 16:10 a 16:14; 17:12 a 17:51) e E. F. gravado no sistema de gravação digital integrado do Tribunal"a quo”coma duração de00":01"a17":55",naspassagensdagravação a 0126; 01:32 a 01:42; 01:50 a 01:54; 02:20 a 02:41; 03:19; 03:48 a 03:57; 04:22 a 04:29; 05:34; 050; 06:18; 06:21; 08:19; 08:23; 08:32; 08:33; 11:33), transcritos na presente peça processual, foram prestados de forma espontânea e transparente, não foram contrariados por qualquer outra prova, sendo bastantes para dar como provada a factualidade constante do pontos , com a redação nesta sede fixada; 3 No essencial pode retirar-se desses depoimentos que em 10-04-2006, um funcionário do Banco ..., da agência de ..., disse ao autor/recorrente, que tinha uma aplicação no Banco ..., em tudo idêntica a um depósito a prazo, com o reembolso do capital e juros assegurado/ garantido por essa instituição, em que podia levantar o capital quando assim o entendesse, bastando que, para tanto, avisasse a agência com alguns dias de antecedência, e que confiando nessas informações, o autor aceitou aplicar então € 5000,00, a um prazo de 10 anos, limitando-se a assinar, sem qualquer outra explicação, o boletim de subscrição,empapeltimbrado Dobanco ...,previamente preenchidopelo funcionário do Banco ...; 3 Face à informação que lhe foi dada e à confiança que nela depositou, o autor julgou estar a colocar o seu dinheiro numa aplicação segura, sem risco, com as características de um depósito a prazo, garantido pelo Banco ..., e que este lhe assegurava a restituição do capital, à data do seu vencimento ou quando lho solicitasse; 3 Em momento algum foi o A. esclarecido/advertido de qualquer condição contrária ao seu convencimento e nunca foi intenção do autor investir em produtos de risco, o que era do conhecimento da Ré; 3 Caso o A. tivesse percebido que o capital não era garantido pelo Banco ..., não teria feito tal aplicação, sendo que o capital em causa foi aplicado numa obrigação no valor nominal de € 5000,00, com a designação YRM2 – Y 2006, depositada em nome do autor, no Ré, tratando-se de uma obrigação subordinada, ao portador, sob a forma escritural, com o valor nominal de € 5000,00, com data de liquidação financeira de 08-05-2006, com o prazo de emissão a 10 anos; 4 Por outro lado os depoimentos das testemunhas J. gravado no sistema de gravação digital integrado do Tribunal "a quo” com a duração de 00":01" a 09":56", nas passagens da gravação 01:50 a 02:00; 02:12 a 02:30) e das declarações de parte do autor A. gravado no sistema de gravação digital integrado do Tribunal "a quo” com a duração de 00":01" a24”:29", naspassagensgravadasa01:42 a01:43; 01:52a01:59;02:52 a 03:12; 03:20 a 03:28; 04:32 a 04:47; 05:32 a 05:36; 06:00 a 06:36; 07:18 a 08:27; 08:29 a 08:31; 09:46 a 09:52; 11:21 a 11:43 12:03 a 12:06; 14:18 a 14:45; 15:30 a 15:52) habilitam este Tribunal a dar como provada a factualidade constante no ponto  dos factos não provados, com a redação supra pugnada;  .DecisãoquedeveserproferidapelaRelaçãosobreospontosdefacto 4 Conforme o anteriormente vertido, ao invés do que decidiu o Tribunal "a quo”, com salvaguarda da nulidade arguida, deve ser considerado provado o facto constante do ponto  dos factos não provados, com a seguinte redacção: Nocircunstancialismoreferenciadoem2),umfuncionáriodoBanco ...daagênciade...disseaoAutorqueobancogarantiaoreembolsodocapitalejuroscomreferênciaàsobreditaobrigação,emtudoidênticaaumdepósitoaprazo,nadataemqueoautorosolicitasse.