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Considero deste modo que entre a Autora e a Ré vigora um contrato de trabalho e que a Autora detém a categoria de Professor Auxiliar, em regime de tempo integral, como aliás a própria Ré reconhecia já, no ano letivo de 2016/201» sublinhados A recorrente, pese embora, acompanhar o entendimento de que, para se apurar se se trata ou não) de contrato de trabalho, é aplicável a legislação vigente à data do início da referida relação a legislação anterior ao Código do Trabalho de discorda daquela, defendendo ocorrer uma errada qualificação da relação contratual entre autora e ré, conforme consta das suas alegações e conclusões porque, considera, que «...), a qualificação do contrato como sendo ou não) de trabalho passaria pela verificação da existência de subordinação jurídica, subordinação cuja existência o Tribunal procurou apurar com recurso ao chamado método tipológico, sem ter em devida conta, porém, as especificidades do exercício de funções docentes no Ensino Superior, facto que teve consequências directas na conclusão, que se entende errada.