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J - SÓCIO E ANTIGO GERENTE DA RECORRENTE Audiência de Julgamento de 112018 – 13m40 a 17m00;  – RÉU Audiência de Julgamento de 2102018 – 35m37 a 36m35; N – FILHO DOS RÉUS Audiência de Julgamento de 012018 – 13m56 a 14m30 e 23m38 a 25m30;  – Ré Audiência de Julgamento de 212018 – 05m50 a 06m10 e 44m2 10 Donde se conclui que: os Primeiros Réus e o Senhor  passaram a interagir com a Recorrente como sendo esta a legítima proprietária e que a Recorrente passou a apresentar-se como a "senhora do terreno”; essa autorização constitui um ato de disposição material sobre o terreno, uma vez que permitiu o acesso, a utilização, a fruição a terceiros nos mesmos moldes que o terreno vinha sendo acedido, utilizado e fruído; no limite, os atos materiais de acesso, utilização e fruição praticados pelos Primeiros Réus e pelo Senhor , porque autorizados, podem ser imputados à Recorrente n. 1 do artigo 125 do Código.