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Posto isto, vejamos se nos autos se encontra preenchido algum dos referidos requisitos supra referidos.Cumpre, desde já, referir que concordamos com as exigências cautelares referidas pela Digna Magistrada do Ministério Público na promoção que antecede que, por razões de economia processual, aqui se dão por reproduzidas.Quanto ao perigo de fuga:  Conforme se refere no acórdão da Relação do Porto de 16 de Novembro de 2011, relatado pelo Sr. Desembargador Ernesto Nascimento processo 828/13JAPRT) "... não existe qualquer presunção de perigo de fuga e designadamente por alguém ter conhecimento de ser arguido num processo, de poder vir a ser, por via disso, condenado a pena de prisão.