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Alega que esta «exoneração» consubstancia um acto administrativo ilegal, que induz a sua nulidade, por falta de competência dos seus autores para o efeito, por a sua nomeação ser um acto insusceptível de revogação - invoca os artigos 266 da CRP; 133, n2 alínea, 137, e 141 do «anterior CPA»; 3, 161, n2 alíneas e, 169, n2, e 148 do «actual CPA»; 16 e 25, n1, dos Estatutos da Fundação .. Alega, por fim, ter direito aos vencimentos, aos subsídios de férias e de Natal, e às despesas de representação - que deixou de receber - bem como a ser ressarcido de danos morais por ver afectada a sua imagem e honra profissional.