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Realizado o julgamento foi proferida sentença que terminou com o seguinte dispositivo:  "Em face de tudo quanto se deixa exposto, o Tribunal julga: a)      Improcedente a exceção de prescrição dos juros moratórios invocadas pela ré; b)      Improcedente a excepção de ineptidão parcial da petição inicial, por falta de causa de pedir; )       Parcialmente procedente a acção e, em consequência, condena a ré a: )     Pagar ao o autor, AA, as médias pelo mesmo auferidas a título de trabalho suplementar nas retribuições de férias e subsídio de férias, vencidos em 1 de Janeiro de 1983, 1 de Janeiro de 1988, 1 de Janeiro de 1990, 1 de Janeiro de 1991, 1 de Janeiro de 1992, 1 de Janeiro de 1993, 1 de Janeiro de 1994, 1 de Janeiro de 1996, 1 de Janeiro de 2001, 1 de Janeiro de 2002, 1 de Janeiro de 2003 e 1 de Janeiro de 2004, por reporte ao trabalho que prestou, respectivamente, nos anos de 1982, 1987, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993, 1995, 2000, 2001, 2002 e 200 )   pagar ao 1o autor as médias pelo mesmo auferidas a título de trabalho nocturno nas retribuições de férias e subsídio de férias, vencidos em 1 de Janeiro de 1993, 1 de Janeiro de 2001, 1 de Janeiro de 2002 e 1 de Janeiro de 2004, por reporte ao trabalho que prestou, respetivamente, nos anos de 1992, 2000, 2001 e 200 ) pagar ao 1o autor as médias pelo mesmo auferidas a título de subsídio de condução automóvel ou abono risco de condução nas retribuições de férias e subsídio de férias, vencidos em 1 de Janeiro de 1992, 1 de Janeiro de 1993, 1 de Janeiro de 1994, 1 de Janeiro de 1995, 1 de Janeiro de 1996, 1 de Janeiro de 1997, 1 de Janeiro de 1998, 1 de Janeiro de 2000, 1 de Janeiro de 2001, por reporte ao trabalho que prestou, respetivamente, nos anos de 1991, 1992, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997, 1999 e 200 )  Pagar ao 1 autor juros de mora, à taxa legal, desde a data do vencimento de cada uma das referidas retribuição de férias e subsídio de férias até efetivo e integral pagamento.