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Nestes moldes, estão em causa as questões de se saber: a)      se a matéria de facto concretamente provada é suficiente para preencher o ónus da prova que recaía sobre o Réu relativamente à existência do crédito, e seu incumprimento, que justificou a comunicação à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal; b)      se se verifica alguma "contradição” entre o acórdão anteriormente proferido pelo Tribunal da Relação, a 24 de abril de 2018, que determinou a anulação da  sentença, de um lado e, de outro, o acórdão recorrido – de 11 de dezembro de 2019 - por a prova documental não ser suficiente para demonstrar a existência do crédito; )      seexiste qualquer incumprimento por parte dos Autores e qualquer montante em dívida; )      se os Autores devem ser compensados pelos danos não patrimoniais que alegam ter sofrido em virtude da comunicação feita pelo Réu à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal.