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em indemnização por danos patrimoniais e por danos não patrimoniais e na quantia que se vier a liquidar relativa aos rendimentos que o A. deixou de auferir desde fevereiro de 2019 até à data da sentença, no valor mensal de € 600,0 Os recorrentes argumentam essencialmente que, não tendo cessado o contrato de cessão de exploração do restaurante celebrado entre o A. e E por causa das inundações o contrato cessou antes da inundação determinante do, não pode aquele ficcionar que continuaria a retirar do restaurante o rendimento de € 600,00 por mês que obtinha da execução daquele contrato, assim, porque não provou o nexo de causalidade entre a cessação da exploração pela E e os factos imputáveis aos RR., ou seja, que aquela exploração tinha terminado por responsabilidade dos réus.