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66, n. 2, al., do P., expedir ofício ao serviço de Finanças competente para que este informe se existe algum contrato de arrendamento em que o Requerente seja arrendatário;  y) A decisão recorrida foi tomada oficiosamente, dado o Requerente não ter pedido a tomada de qualquer medida provisória, nem sendo os presentes autos processados como urgentes; z) A decisão em causa que suprime a prestação alimentícia de € 250,00 mensais, em nada protege o interesse da menor, não tendo sido norteada pelo critério de conveniência estabelecido na lei, violando o disposto nos art.s 2, n.s 1 e 2 e 2 do RGPTC; aa) Deve a decisão provisória ser revogada e substituída por outra que determine a desnecessidade e a inconveniência de uma decisão provisória; bb) A decisão recorrida, pala além do mais, não respeito o processado previsto nos 4 a 4 do RGPTC, violando frontalmente o n. 1, do art.