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Em suma: ) A sentença exequenda condenou o Réu, Executado, aqui Recorrido na prolação de ato administrativo sem margem de poderes vinculados, pelo que o pedido de retroatividade do pagamento do suplemento tem enquadramento e é admissível face às normas conjugadas dos artigos 164, ns 3 e 4 e 167, n 6, do CPTA, preceitos assim desrespeitados pelo douto aresto recorrido; ) De todo o modo, a partir do momento em que o Réu, Executado, ora Recorrido, se auto vinculou ao abono do suplemento passando a pagá-lo de março de 2017 em diante, vinculado ficou ao pagamento do suplemento a momento anterior, justificando-se plenamente o pedido de acordo com o disposto nos artigos 164, ns 3 e 4, do CPTA, igualmente violados pelo douto aresto recorrido; n) Não se justificando em nenhum caso uma nova ação administrativa, saindo assim violados, pelo aresto recorrido, os princípios da economia, de obtenção da tutela em prazo razoável e da promoção do acesso à justiça constantes dos artigos 2 e 7 do CPTA; o) E, ao abrigo destas normas e na melhor interpretação segundo os princípios, também não se justificaria uma nova ação com todos os ónus e encargos para o Recorrente ir pedir, o que podia desde logo ter pedido na ação principal, assim não lhe tivessem sido sonegados os atos que determinaram o pagamento do suplemento em causa apenas a partir de Março de 2017 e não com outra retroatividade, pelo que, em última instância e também por esta via, o aresto recorrido viola os mesmos princípios e as normas dos artigos 2 e 7 do CPTA.