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181 e seguintes, cujo teor se dá aqui por integralmente reproduzido.”  O mesmo Tribunal deu como não provada a seguinte factualidade: "a) o arguido tenha tido intervenção nos factos descritos em 1 e 2; b) o arguido atuou como descrito com o propósito, concretizado, de fazer seu o referido veículo automóvel e objetos, bem sabendo que os mesmos não lhe pertenciam e que contrariava, com tal conduta, a vontade do seu legítimo proprietário; ) o arguido agiu de forma livre, deliberada e consciente, bem sabendo o seu comportamento contrário à lei.”  3 O Tribunal a quo motivou a decisão de facto, nos seguintes termos: . . .2Fundamentos fáctico-conclusivos e jurídicosDa contradição insanável entre a fundamentação e a decisão Entende o Ministério Público que a sentença padece de contradição entre a fundamentação e a decisão.