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Realizou-se audiência de julgamento e proferiu-se sentença, com a seguinte parte decisória: "Nestes termos, decido: Qualificar a insolvência de , S.A. como culposa; Declarar afectado por tal qualificação  e H; Decretar a inibição de F. para administrar patrimónios de terceiros e para o exercício do comércio, para a ocupação de qualquer cargo de titular de órgão de sociedade comercial ou , associação ou fundação privada de actividade económica, empresa pública ou cooperativa pelo período de 5 anos; Decretar a inibição de H para administrar patrimónios de terceiros e para o exercício do comércio, para a ocupação de qualquer cargo de titular de órgão de sociedade comercial ou , associação ou fundação privada de actividade económica, empresa pública ou cooperativa pelo período de 3 três) anos; Condenar os afectados a indemnizar os credores no montante dos créditos não satisfeitos, até às forças do respectivo património, pelo valor dos créditos incluídos na lista definitiva de credores apenso; Absolver os Requeridos E, F e N do pedido de afectação pela qualificação contra os mesmos formulado.” Inconformado com esta decisão, o Requerente/credor reclamante B veio interpor recurso, rematando com as seguintes CONCLUSÕES: A. O ora recorrente não se conforma com a douta sentença na parte que julgou improcedente a afectação do Técnico Oficial de Contas da insolvente, N, pela qualificação da insolvência, por falta de verificação de qualquer nexo causal entre os factos praticados por aquele e a situação de insolvência.