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342/ 1 e 2 do Civil e 78/3 do P.. 	Ora, não tendo a apelante impugnado a matéria de facto, urge concluir, como na sentença recorrida, que não demonstrou, como lhe competia, a existência do direito de retenção sobre o imóvel penhorado, como flui dos factos não provados em a. 	Nesse sentido, acompanha-se o que se deixou escrito na sentença recorrida e que se transcreve: ") Na verdade, não tendo ficado provada a traditio da coisa, nem demonstrado o pagamento das quantias cujo somatório se traduziria no crédito resultante de despesas feitas por causa dela, ou do não cumprimento imputável ao promitente vendedor, nos termos do art.