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Atendendo que a impugnante não demonstrou fundamentos credíveis que justifiquem na realização material das operações e atendendo às demais circunstâncias acabadas de referir concluiu-se que são indiciariamente "fictícias” ou "simuladas” as operações mencionadas nas faturas da G. emitidas em nome da impugnante face à falta de capacidade material e humana, própria ou subcontratada e a inexistência duma estrutura empresarial adequada para realizar a execução material dos alegados trabalhos, nomeadamente: a situação de incumprimento da G., associado à falta de recursos humanos e materiais, próprios ou subcontratados, que indicia que no ano de 2012 não desenvolveu qualquer atividade produtiva; as operações mencionadas nas faturas exigiam um processo produtivo em instalações num espaço dimensionado e limpo que não era compatível com o local da sua sede, à Rua, nem foi demonstrada a utilização de outro local; a G. e/ou de A. não demonstraram ter veículo com capacidade para realizar o transporte das mercadorias, nem demonstraram ter recorrido a terceiros ou a subcontratação do transporte; as faturas utilizadas pela impugnante que não foram reconhecidas pela G. são diferentes das utilizadas por esta empresa, o que indicia que poderão ter sido emitidas por terceiros estranhos à G.; não existem quaisquer indícios da realização material das operações subjacentes às faturas emitidas, nem prova documental desses serviços, designadamente, requisições, encomendas, contratos, guias de transporte ou troca de correspondência entre o emitente e os utilizadores dos documentos; e não ficou comprovado o pagamento efetivo das faturas. . Os registos contabilísticos da impugnante no ano de 2012 não evidenciam o pagamento da fatura n. 908 emitida pela .