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De novo inconformada, apelou a A. que, nas respectivas alegações, formulou as seguintes conclusões:  A Recorrente considera incorrectamente decidido o douto despacho supra referido, que restringe o objecto do processo de prestação de contas apenas a administração dos demais bens da herança indicados na petição inicial, bens esse que foram relacionados no processo de inventário, sob as verbas 7 e   O tribunal a quo, com este despacho, restringiu não só a acção a uma parte do pedido formulado pela A./Recorrente na petição inicial, como esvaziou também o teor do douto acórdão proferido pela 3 Secção do Tribunal da Relação do Porto, de 21 de Fevereiro de 2019, referente aos presentes autos, pois o referido acórdão já referia não existir correcta interpretação da alegação da A./Recorrente, o que constitui erro de julgamento.