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neste sentido, Acórdão da Relação de Lisboa de 9 de Fevereiro de 2000, in CJ, , , pág.. Com efeito, não contendo o requerimento de abertura da instrução o indispensável conteúdo fáctico e não respeitando o constante das várias alíneas do n. 3 do artigo 28, do Código de Processo Penal, «não só se torna inexequível a instrução, ficando o juiz sem saber quais os factos que o assistente gostaria de ver julgados indiciados – e também o arguido, ficando inviabilizada a sua defesa –, como também, caso mesmo assim se prosseguisse a instrução, qualquer despacho de pronúncia que se proferisse na sua sequência sempre seria nulo nos termos do artigo 30 do Código de Processo Penal», e, por isso, «inútil e proibido, tal como os actos eventualmente subsequentes» cfr.