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Com efeito, a construção jurídica por eles tecida e erguida, com vista a abalarem a que baseia a sentença proferida e obterem a reversão do nesta decidido, parte da preconizada alteração dos pontos de facto impugnados e do aditamento dos requeridos e seu relacionamento com os demais julgados provados, sobretudo quanto ao conhecimento da actuação dos sócios sem respaldo em deliberação da assembleia geral e amparada em actas falsificadas e do seu reflexo considerado juridicamente patológico no acto de venda inicial e nos subsequentes, de molde a convencerem que a interpretação do art 260, n 1, do Código das Sociedades Comerciais levada a cabo pelo tribunal a quo deve atender ao segundo parágrafo do n 1, do art 9, da 1 Directiva do Conselho, de 09 de Março de 1968, segundo o qual os Estados-membros podem prever que a sociedade não fica vinculada, quando aqueles actos "– ou seja, os actos vinculantes realizados pelos seus órgãos perante terceiros mesmo que alheios ao seu objecto social – ultrapassem os limites do objecto social, se ela provar que o terceiro sabia, ou não o podia ignorar, tendo em conta as circunstâncias, que o acto ultrapassava esse objecto” conclusões e.  Tal conhecimento – seja nos termos e para os efeitos do art 260, n 1, do CSC, interpretado este no sentido de que a concreta situação, por o acto "extravasar” os poderes que a lei atribui ou permite atribuir aos gerentes e se traduzir num "expediente fraudulento”, não está, alegadamente, nele contemplada como admitindo a vinculação da sociedade uma vez que, segundo argumentam, mais que à inexistência da deliberação, melhor se lhe adequa a sanção mais grave de nulidade da primeira venda e nulidade consequencial das posteriores e demais actos subsequentes, seja nos termos e para os efeitos dos art 289 e 291, do , de que resultaria a oponibilidade da declaração da invalidade aos terceiros de boa fé –, não foi, contudo, demonstrado, face à improcedência da impugnação quanto aos pontos não provados 1 a 5, bem como quanto aos pontos provados 29, 31 e 33 relativos à convicção com que agiram os réus Caixa ..., Estado e Interveniente "B.”.