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O documento particular cuja autoria seja reconhecida, não arguida e provada a sua falsidade, faz prova plena quanto às declarações atribuídas ao respetivo autor, e os factos contidos na declaração consideram-se provados na medida em que se apresentem contrários ao interesse do declarante, artigos 374 e 376, do   Reportando-nos aos autos, os documentos em causa respeitam a um escrito designado de contrato promessa de partilha e outro à relação de bens apresentada em sede de processo de divórcio, junto da Conservatória do Registo Civil, ambos subscritos pelas aqui partes e assinados pelas mesmas, cuja falsidade não foi arguida, e assim reconhecida a sua autoria, e no âmbito das quais a Recorrente reconhece ser devedora ao Recorrido, por benfeitorias em bens comuns, feitas com dinheiro próprio, no valor de 7500,00€, factos manifestamente contrários aos interesses da Recorrente, enquanto declarante.