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Acresce que, apesar da aquisição por usucapião necessitar de ser invocada não funcionando ipso, tal não significa, porém, que tal invocação "tenha de ser feita através de uma ação onde, concomitantemente, se formule o pedido do seu reconhecimento, pois não há razões para excluir a possibilidade de essa invocação ser feita apenas através da alegação dos factos que a revelem e para servir como causa de pedir de um outro pedido que a pressuponha ou como elemento integrador da legitimidade de quem na ação a invoca”5 Por fim, invoca, ainda, a Recorrente – no que se configurou como quarta questão - ocorrer impossibilidade de reconhecimento do direito de propriedade sobre o prédio a favor de ambos os Autores, mediante aquisição originária, atenta a prova de que, desde 2000, a posse do prédio é apenas do Autor Alcindo .