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Por outro lado, o artigo 34, do CPP, para além de no seu n. 1 onerar o tribunal com o poder-dever de ordenar a produção de todos os meios de prova cujo conhecimento se lhe afigure necessário para a descoberta da verdade e à boa decisão da causa, o que têm coincidência com a previsão do artigo 12, n. 2, alínea, estipula no seus ns 3 e 4, relativamente a requerimentos de prova o que inclui a prova que seja arrolada em contestação) que estes são indeferidos, se:  - a prova ou o respectivo meio forem legalmente inadmissíveis;  - se for notório que as provas requeridas já podiam ter sido juntas ou arroladas com a acusação ou a contestação, excepto se o tribunal entender que são indispensáveis à descoberta da verdade e boa decisão da causa;  - se for notório que as provas requeridas são irrelevantes ou supérfluas;  - se for notório que o meio de prova é inadequado, de obtenção impossível ou muito duvidosa;  - se for notório que o requerimento tem finalidade meramente dilatória.