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Na carta de resolução do contrato de empreitada que envia à A. a R. invoca como argumentos para o efeito: o incumprimento de prazos parciais a que a A. se propôs que colocam em causa de forma irreversível o cumprimento do prazo final fixado pelas partes para a entrega da obra em 19 de maio de 2017; a existência de defeitos que tornam a obra inadequada ao fim a que se destina com a intenção de utilizar em obra um tipo de aço que coloca em causa a segurança do edifício; a falta de cumprimento de boas práticas de construção e regras de segurança, mais referindo que não existiu nem existe qualquer situação de desistência do contrato por parte do dono da obra.