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Respondeu o arguido "reiterando toda a argumentação de facto e de direito que consta da motivação de recurso apresentada, designadamente a que, sob a epígrafe "–Das nulidades insanáveis”, circunstancia a forma como se realizou o julgamento sem que fossem tomadas pelo Tribunal "a quo” as medidas necessárias e legalmente admissíveis para se obter a comparência do mesmo – sendo certo que por várias vezes o arguido manifestou a sua vontade de prestar declarações – mantem igualmente o arguido recorrente a sua posição, no sentido de que deve ser declarada a nulidade invocada com as demais consequências legais.”  Respondeu a demandante que, "Salvo o devido respeito, por despacho judicial proferido aos 28 de Junho de 2018, devidamente notificado ao arguido, o Tribunal pronunciou-se sobre o requerimento de 202018, que arguiu a nulidade do despacho de 102018, sendo que foi indeferida a nulidade invocada, por não se julgar verificada”.