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Na verdade, apesar de a Recorrente criticar de alguma forma as respostas dadas aos artigos  e  da base instrutória, o certo é que não indica qualquer erro na apreciação da matéria de facto, já que não considerou que tivessem sido incorrectamente julgados qualquer um dos factos que constam da base instrutória, mas entende que outros factos se apuraram e que por isso deveriam ter sido incluídos na factualidade provada, já que resultaram da prova produzida em audiência, designadamente dos depoimentos prestados pelas testemunhas S., R. , A. e J. F..  Pretende assim que se adite à matéria de facto provada um novo facto com a seguinte redacção:   "14 – O montante pago pela Ré ao A., sob a rubrica ajuda de custo, no valor diário de €23,48, destinava-se ao pagamento de despesas com a sua alimentação enquanto estivesse deslocado da sua residência pessoal em Portugal.”  Ora, o novo facto que se pretende aditar implicaria a ampliação da matéria de facto com factos que não foram alegados nos termos pretendidos nos respectivos articulados e que por isso não constam da base instrutória, não fazendo a recorrente qualquer menção de tal facto.