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80,  Tomando a nulidade como tal, a Senhora Juíza da 1 Instância proferiu despacho relegando o conhecimento da mesma a final, ou seja, após inquirição do depoente e das testemunhas, "de modo a não fazer esperar as pessoas convocadas para serem ouvidas”, com fundamento em que, nos termos do disposto no artigo 602, n 1 do CPC "o Juiz goza de todos os poderes necessários para tornar útil e breve a discussão e para assegurar a justa decisão da causa”, e que "o normativo citado confere ao Juiz amplos poderes na condução da audiência final e que deve ser exercida de forma a tornar compatível a justa decisão da causa com os valores de celeridade e de eficácia em concretização do princípio geral, que se consubstanciam aliás como um dever e que se inscreve, como regra geral, no artigo 6 do Código de Processo Civil”.