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457 a 46   Não explicam os recorrentes, a razão pela qual em 28 de Maio de 2019, na diligência de vistoria efetuada  sem a presença do arguido e da qual resultou o auto de vistoria ad perpetuam rei memoriam e onde esteve presente o arguido BB como, expropriado, não foi detetada qualquer benfeitoria, o que foi aceite, e, posteriormente na proposta de expropriação amigável subscrita pelo arguido AA , constava já uma benfeitoria correspondente a um muro de pedra com 147 m2, nem a razão pela qual a "declaração” subscrita pelo recorrente BB onde o mesmo concorda com o valor de 75 euros surgiu em data anterior à proposta de aquisição amigável dessa parcela com o mesmo valor, e ainda a razão pela qual tal "declaração” é subscrita em momento anterior à efetiva aquisição da parcela por uma das sociedades recorrentes.