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Ora, andou mal o Tribunal a quo a decidir conforme decidiu, em total desrespeito e desatenção pela documentação junta aos autos, designadamente pela certidão dos extractos históricos das contas da G. A presunção de compropriedade das contas bancárias é ilidível, admitindo por isso a prova de que as quantias depositadas na conta afinal não pertencem a todos os co-titulares, mas apenas a um deles; Entendemos que ficou provado que todas as contas que estão aqui em causa e de que são co-titulares o inventariado e os interessados E e F foram abertas após a morte da inventariada B, Apenas se provou e para o que aqui interessa que os interessados F e E eram cotitulares das contas que o inventariado detinha no Banco H e na G. Acontece que, a questão da propriedade do dinheiro depositado é distinta e independente do regime de movimentação da conta.