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Já quanto à progenitora provou-se que tem a remuneração líquida mensal de €976,40, recebendo presentemente €100,00 da pensão de alimentos da filha, sendo que apresenta encargos mensais que totalizam €1069,50 = €450,00 de renda de casa + €225,00 de mensalidade do colégio da filha + €200,00 de alimentação para si e menor + €60,00 no almoço da menor + €70,00 de consumos domésticos + €50,00 de transportes públicos + €14,50 de carregamento do telemóvel, donde, é fácil de concluir que lhe resulta um saldo muito reduzido de €6,90  = €1076,40 - €1069,50 para fazer face às demais despesas pessoais designadamente em vestuário e calçado) e do dia-a-dia A esta luz, tendo presente o nível de despesas mensais fixas da menor supra especificado, importa concluir que a pensão de alimentos de €100,00 mensais provisoriamente fixada como pagamento pelo progenitor Requerido é insuficiente para cobrir aquelas, representando muito menos de 50% das mesmas, quando o rendimento disponível por parte dele é bastante superior ao da progenitora, pelo que a decisão recorrida quanto a esse particular, que se traduziu na fixação dessa pensão de alimentos em € 170,00 mensais, nos parece perfeitamente justa e equilibrada.