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18 - No que respeita ao NUIPC 1636/11PBFAR, o Tribunal a quo deu como provados os seguintes factos: "2 No dia 5 de Dezembro de 2019, pelas 11:15 horas, o arguido ...) decidiu aceder pela de uma varanda ao interior da residência pertencente a, Sita na Rua, estando aquela ainda no interior da residência, e daí retirou r fez seus, os seguintes bens: a. dois fios em ouro amarelo, de malha grossa, sendo um de valor não apurado e outro no valor de €1800,00, tendo este sido recuperado; b. uma medalha em forma de lágrima com a letra S no interior, em ouro amarelo com brilhantes, de valor não concretamente apurado; uma pulseira em ouro amarelo, malha grossa, no valor aproximado de €200,00; um par de brincos/argolas em ouro amarelo, com um coração em ouro e outro com um coração em brilhante com um valor de mais de €100,00; e. um brinco em ouro amarelo com brilhantes, no valor aproximado de €120,00; f. um relógio dourado/rosa, de valor não concretamente apurado; g. um relógio de marca Timex, no valor aproximado de €100,00, tudo pertença de, e que se encontravam no interior de um guarda jóias em cima da mesa de cabeceira do quarto do casal, e ainda h. €80,00 em notas do BCE que se encontravam na carteira da mala pertença de e um telemóvel Iphone, 6S com o número de série e IMEI e um relógio de cor dourada, de marca Sekonda, de valor inferior a €102, e que foi recuperado.