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1, al., e 2, do Código do Trabalho, sendo que tal presunção pode ser ilidida desde que o trabalhador prove, na parte que exceda os montantes normais despendidos na alimentação, o seu carácter regular e periódico, bem como que tais montantes se encontram previstas no contrato ou se devam considerar pelos usos como elemento integrante da retribuição do trabalhador No caso em apreço, não só a Apelante não provou que o subsídio de alimentação que lhe era mensalmente pago era superior ao montante normal despendido com a sua alimentação nos dias de trabalho efetuado, nem qual seria o valor excedentário, como também, apesar de ter alegado genericamente tais factos, não provou que o subsídio de alimentação integrasse o montante atribuído a título de subsídio de natal que lhe era pago desde que iniciou funções para a Ré e até 2016 Assim, apesar de se concordar com a Apelante que é à luz do conceito de retribuição previsto no art.