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Entendemos assim que o sinistrado deixou, pura e simplesmente, de poder exercer a atividade de pedreiro, em tudo o que na sua essência isso traduz, que era a sua atividade e categoria profissional habitual, para passar a exercer funções meramente residuais Assim a conclusão a retirar, compatível com todos os elementos do processo e as regras da experiência comum, é que a incapacidade que o sinistrado apresenta por força das lesões e sequelas decorrentes do acidente, é, não uma incapacidade para todo e qualquer trabalho, o que não está sequer em causa nos autos, mas uma incapacidade permanente absoluta para o trabalho habitual de pedreiro, que, naturalmente lhe deixa margem capacidade para o exercício de outras funções profissionais, mormente a de auxiliar.