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Termos em que deverá ser julgado procedente o presente recurso de apelação, sendo, em consequência, ) declarada a nulidade da admissão de factos supervenientes articulados na Réplica e da ampliação do pedido; ) revogada a decisão proferida em primeira instância e ordenada a admissão do Pedido Reconvencional.”    Pela A. foram interpostas contra-alegações, concluindo da seguinte forma: "CONCLUSÕES  A análise das Alegações da Recorrente torna evidente que esta extravasa, em muito, a mera impugnação do Despacho Saneador na parte em que rejeita a reconvenção, o que deve levar à não apreciação das matérias que excedem o âmbito do recurso circunscrito pela própria Recorrente, mantendo-se intocada toda a decisão;  No entender da Recorrida, a referida decisão do Tribunal de 1 instância não enferma de qualquer irregularidade ou vício, antes estando devidamente fundamentada e estribada nos factos e no Direito aplicável, impondo-se a sua confirmação pelo Tribunal ad quem, negando-se provimento ao recurso;  Atendendo a que são as conclusões que delimitam o objeto do recurso34, a respeito da 1 Conclusão das Alegações, a invocação da pretensa nulidade é intempestiva e extravasa o objeto de recurso configurado pela própria Recorrente - que se cinge à decisão que não admite a Reconvenção - o que impõe a rejeição liminar da alegada nulidade; Nos termos conjugados dos artigos 635, n.s 3 a 5 e 639, n.s 1 e 2, ambos do CPC  Além do que, não existe a nulidade invocada, porque os fundamentos não se encontram em oposição com a decisão recorrida, nos termos da primeira parte da alínea do n. 1 do Artigo 61 do CPC;  A tese da Recorrente não colhe, em virtude de a ampliação do pedido resultar dos factos supervenientes alegados pela Autora, constituindo uns, factos novos e outros, a ampliação ou o desenvolvimento de factos já alegados ou deles decorrentes, uma vez que não foi, ainda, encerrada a discussão da causa, tal como consta da decisão sub judice, pelo que compete concluir que a decisão encontra-se devidamente fundamentada e não padece de qualquer vício;  Estas matérias, objeto de uma Reclamação da ora Recorrente, foram julgadas, a favor da tese defendida pela Recorrida, na Audiência Prévia realizada a 27 de Outubro de 2021, quando se preparavam as presentes contra-alegações;  Não procede, igualmente, a asserção vertida na 2 Conclusão das Alegações de Recurso: nos presentes autos compete apurar, grosso modo, o que foi acordado entre a Autora/Recorrida e a B./Recorrente, no âmbito do contrato de consultoria celebrado entre ambas, o que a B. não pagou à Autora e era devido a esta, a que título e em que montantes e, ainda, que mecanismos a B. e demais Rés usaram para, intencionalmente, de má-fé e concertadas entre si, utilizarem o grupo de empresas que integram para tentarem furtar-se ao pagamento das quantias devidas à Autora, condenando-se as Rés no pagamento à Autora dos montantes devidos;  De acordo com o Código das Sociedades Comerciais, as pessoas coletivas, como a Autora/Recorrida, não podem exercer as funções de gerente ou administrador de sociedades comerciais, pelo que, não podem, por isso, ser responsabilizadas pelo exercício de funções sociais;  Essa responsabilidade social só se poderia transmitir, subsidiariamente, à Autora, caso a Autora fosse acionista da empresa gerida por um seu legal representante.