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Em 26-11-2019, A Autora apresentou desistência quanto à Ré "CTT – Correios de Portugal, SA”.Em 27-11-2019, foi proferido despacho judicial que indeferiu liminarmente a petição inicial no que diz respeito à Ré ", SA”.Apresentada contestação pela Ré " – Companhia de Seguros, S.A.”, terminou a mesma peticionando que a presenta ação seja julgada totalmente improcedente, com a consequente absolvição da Ré, solicitando ainda a realização de perícia médica.A convite do tribunal a quo, a Autora aperfeiçoou o seu pedido, solicitando, a final, que a Ré fosse condenada a pagar-lhe: - uma pensão anual calculada com base no grau de incapacidade permanente que vier a ser fixado pela junta médica requerida; - a quantia relativa ao períodos de incapacidade temporária que se vierem a declarar, acrescida de juros de mora; - os montantes despendidos pela Autora com tratamentos, consultas e exames, no valor de €690,00; - os montantes despendidos pela Autora com as deslocações para tratamentos, consultas e exames, no valor de €527,04; e - custas e procuradoria.Em resposta, a Ré impugnou os factos alegados pela Autora para consubstanciar os valores que requereu.Proferido despacho saneador, foi identificado o objeto do litígio, consignados os factos dados como assentes e elencados os temas da prova.