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O MP por sua vez pronunciou-se nos seguintes termos: "reconhecendo que o crédito do reclamante era garantido e como tal seria certamente reclamado se não tivesse ocorrido a venda no PEF, por uma questão de justiça material e pese embora o acima referido, caso assim se entenda e não exista qualquer impedimento, nada há a opor à correção da situação nos termos pretendidos.”Apreciando o requerido, decidiu o tribunal a quo: "deferindo parcialmente a pretensão do credor Banco , S.A, e em complemento da sentença de verificação e graduação de créditos proferida em 012016, passa-se agora a graduar também os créditos ali reconhecidos para serem pagos pelo produto da venda em sede de execução fiscal, do imóvel pertencente ao Insolvente, transferido para a conta da massa e apreendida no apenso de apreensão, no Auto de Apreensão de 112017, nos seguintes termos: Graduar os créditos reconhecidos na sentença proferida em 012016, para serem pagos pelo produto da venda pelo produto da venda do imóvel inscrito na respetiva matriz urbana sob o n. 714-E e que foi vendido em sede de execução fiscal, tendo sido o respetivo produto da venda apreendido a favor da massa, no Auto de Apreensão de bens apresentado em 112017, nos seguintes termos:  Após salvaguarda das despesas e dívidas da massa, pelo remanescente, o crédito privilegiado do credor Autoridade Tributária, no montante de 417,02 euros;  Pelo remanescente, os demais créditos reclamados e reconhecidos, devendo proceder-se a rateio, na proporção devida, caso não seja possível a plena satisfação dos créditos.