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A requerente diz o seguinte contra a decisãoem conclusões que se transcrevem com simplificações para evitar algumas das muitas repetições):  ) Afirma ainda a decisão recorrida que a isso ao caso julgado não obsta que a requerente venha agora alegar, como facto superveniente, o abuso de direito por parte dos requeridos  ) Mas a requerente não invoca o abuso de direito como facto superveniente; muito antes pelo contrário; E) O que a requerente afirma, quer na acção de a presente providência é apenso, quer nesta própria providência é, exactamente, que esse abuso de direito se verificava, que a requerente o invocou desde o princípio e que tal questão nunca foi objecto de qualquer decisão pelo tribunal; F) Ora um facto que nunca foi conhecido pelo tribunal nem objecto de decisão não pode ser abrangido pelo caso julgado produzido num processo ainda que relacionado com a questão em causa;  G) Face aos factos invocados pela requerente, resulta mais do que evidente que a pretensão por si deduzida, não provém do mesmo facto jurídico de que emergiu o PED apresentado no BNA pelos requeridos.