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Sem embargo, se estas afirmações, porque quem as produziu se revelou credível, constituem base de prova suficiente quanto às "Condições Particulares” do contrato, porque é aí que vem identificado o imóvel objecto da negociação, os fins a que se destina, o prazo contratual, a periodicidade do pagamento e o montante de cada uma das rendas, fixando-se ainda os critérios de actualização, o valor residual do preço a pagar pela transmissão da propriedade, e a garantia especial traduzida na entrega de uma livrança em branco, assuntos, todos eles, a deverem ser acertados e negociados caso a caso, sendo, por isso, de acreditar que constem da "carta de aprovação” que a testemunha diz ter sido entregue ao Apelante, já o mesmo não é possível presumir quanto às "Condições Gerais”, que se destinam a regular a generalidade dos contratos celebrados pela Apelada/Ré, e o certo é que, directamente questionado "se as entregou ou não ao Apelante”, a testemunha mostrou-se insegura e titubeante, daqui se inferindo não o ter feito.