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No que concerne aos factos constantes dos pontos 3, 4, 5, 6, 10 e 11, foram relevantes os depoimentos das testemunhas, AJBL e RJFSF, ex-trabalhadores da sociedade arguida dos quais resulta que, sem qualquer dúvida, era o arguido PMFPAD, quem mandava na empresa e que a administrava, sendo que, conforme estas testemunhas relataram, antes era o seu pai e o seu tio, os quais deixaram de ter qualquer intervenção da empresa a partir de Abril de 201 Com efeito, dizia este último que, para além de desempenhar as funções de fiel de armazém coordenava também o trabalho dos motoristas e servia de ligação entre estes e a gerência que depositava nela grande confiança "falávamos com P para tomar decisões que envolvia pagamentos e prestação de serviços de terceiros”, assim como quando "queria gozar férias, era também com o Sr. P que falava”.