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1 "Alegou, em suma, que prosseguindo o presente recurso com efeito meramente devolutivo, existe um risco real de o erário público sair lesado em milhões de euros que, posteriormente, não conseguirá reaver, caso obtenha ganho de causa e as exequentes encerrem ou sejam declaradas insolventes.” 2 "É, por este motivo, imperioso que ao presente recurso seja atribuído efeito suspensivo, como, de resto, é a regra geral do CPTA, o que desde já se requer, ao abrigo do 14, n. 4 P.T.A.” 2 Uma vez recebido este requerimento, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga proferiu despacho indicando que "Aguardem os autos o decurso do prazo a que alude o disposto no artigo 14, n. 1 do CPTA para apresentação das contra-alegações dos recorridos.” 2 As referidas contra-alegações foram remetidas ao tribunal pelas Exequentes a 10 de Novembro de 2015 sem que o Tribunal se tenha, posteriormente pronunciado sobre o requerimento do Executado.