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7/2, alínea do CP, com as consequências previstas no art 73 n 1 do CP ou pelo menos tal factualidade teria necessariamente de ter sido tida em conta na determinação da medida das penas parcelares aplicadas ao arguido.”  No que respeita à determinação da pena única e à sua pretensão de redução da pena única, alega que:  "R - Nesta operação o que releva e interessa considerar é, sobretudo, a globalidade dos factos em interligação com a personalidade do agente, de forma a aquilatar-se, se o conjunto dos factos traduz uma personalidade propensa ao crime, ou é antes, a expressão de uma pluriocasionalidade que não encontra a sua razão de ser na personalidade do arguido, mas antes numa conjunção de fatores ocasionais, sem repercussão no futuro.