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O aduzido pela recorrente na p.e bem assim agora em sede de recurso, afigura-se intolerável ao recorrido, pois na verdade o que a recorrente quer é ver reconhecida uma situação de facto no mínimo caricata, ou seja, vem pedir às instâncias judiciais que considerem que o perdido de interdição de entrada, no seu caso particular, ocorreu entre 19 de Abril de 2007 data em que foi notificada da decisão de expulsão) terminando 6 anos após, provavelmente 18 de Abril de 2013, sendo que só saiu do território nacional em 29 de Dezembro de 201 N. Parece evidente e faz todo o sentido que o período de interdição de entrada se inicie com a efectiva partida do cidadão estrangeiro do território nacional, o que no caso concreto ocorreu em 29 de Dezembro de 2013, devendo fixar-se como dies ad quo da contagem o período de interdição o dia 30 de Dezembro de 2013 e terminus o dia 29 de Dezembro de 201  Sendo que relativamente ao recurso interposto pelo réu a autora, devidamente notificada para o efeito cfr.