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Na sentença recorrida, ao invés, considerou-se que se trata de um seguro de vida, de grupo, contributivo, do que decorre que não se lhe aplicam, em primeira linha, as regras previstas no referido 446/85, mas sim o que se acha, quanto a tal, previsto no 176/95, de 26 de Junho e, presentemente, no supra referido 74/2008, pelo que a obrigação de comunicação que impende sobre a ora ré seguradora, relativamente à alteração das cláusulas contratuais, apenas se verifica quanto ao tomador do seguro, incumbindo, posteriormente, a este, disso informar os segurados, tal como decorre do disposto no artigo , n. 1, do citado 176/95, do que concluiu ser válida a cláusula de exclusão em dissídio.