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Ao optar pelo conceito da "gravidade” o legislador não quis apelar para situações de excepcionalidade ou insuportabilidade, mas, apenas, para o que tem uma intensidade ou profundidade de algum relevo, tendo – e como julgou o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 16 de Março de 1973 – BMJ 225-216 – de valorar o dano como "o resultante da experiência humana em afectividade e sentimentalismo.”  O mais – e para além de uma cuidada apreciação casuística – embora constituindo incómodos, aborrecimentos, factores de irritação ou de tristeza, só merece tutela nesta sede, se transcender o expectável no dia a dia ou se for expressamente previsto e na lei como g., actualmente e cada vez mais, na área de direitos do consumidor como, por exemplo, na compra a construtor/vendedor de prédio.