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2 A decisão incorre em vários erros de interpretação da matéria de facto assente que contrariam a de facto do próprio Tribunal aquo: o gesto meramente provável de ter provocado a lesão na veia porta passou a ser tomado como certo; desconsidera que a tração excessiva ou intempestiva foi acidental facto relevante que impõe que se considere a atuação do Réu Médico como involuntária); E desvaloriza o facto assente da existência de aderências peri-vesiculares que expressa erroneamente como "porventura com aderências”) poderem eventualmentetercontribuído para a produção da lesão acidental;  2 Por último, o facto de ser rara a lesão da veia porta emcirurgiasdestetipo, não permite que a sua ocorrência possa evidenciar culpa do Réu Médico por não a ter prevenido.