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31 verso e 32 dos autos, o que, em principio, sempre acarretaria a projecção lateral, para a direita, da cabeça do dito passageiro,com consequente impactoprovável no pilar B do veiculo, não se vendo como pudesse o dispositivo de retenção obstar a tal projecção)» – não se vê como poderia o apelante obter a alteração da matéria de facto sem a respectiva impugnação, necessariamente que nos termos previstos no art 640 CPC, demonstrando, em função dos meios de prova produzidos, que outra teria sido a dinâmica do acidente e que dessoutra decorreria, como consequência muito provável, que o lesado não tivesse sofrido traumatismo craniano ou mesmo fractura do joelho se tivesse circulado com cinto de segurança.