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Efectivamente, o ora Relator já expressou esse entendimento na decisão singular de 19/12/2014, proferida nos autos de recurso de Apelação n 279/07TBSAT-C1, onde, entre o mais, escreveu: «O regime de recurso da decisão sobre a reclamação de bens, proferida em 07/07/2014 - proferida, portanto, após a entrada em vigor da Lei n. 41/2013 de 26 de Junho 1/9/2013), em autos de inventário instaurados em 07/01/2013 -, é o estabelecido pelo novo Código de Processo Civil, aprovado pela citada Lei;  - A decisão em causa, não cabendo no âmbito da previsão, nem das alíneas do n 1 do Art 644 do NCPC - designadamente, da alínea) - nem de qualquer uma das alíneas do n 2 desse artigo g., na alínea), não poderá ser objecto de recurso autónomo, apenas podendo ser impugnada na ocasião a que se alude no n 3 do artigo, ou seja, em princípio, "in casu”, com o recurso da sentença proferida quanto à partilha».