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Mas, no caso em que existem dois incidentes em simultâneo, parece-nos aconselhável a suspensão promovida pelo MP, tanto mais que a situação de litígio não traduz apenas o incumprimento mas é global, pois há outro apenso de alteração do regime, onde o requerente vem expor que, embora em Fevereiro de 2008, após o divórcio, tenha aceitado que ficassem confiados à guarda da mãe, por serem muito novos e pretender que mantivessem a maior estabilidade possível e que na altura se tenha obrigado pagar, para além de uma pensão alimentar de € 150,00, para o sustento de cada um dos filhos, ainda todas as suas despesas escolares e de saúde na altura com 6 e 4 anos de, o que fez durante mais de 10 anos, atualmente tal regime já não se justifica pois, a partir de Maio de 2019, passaram a viver uma semana com a mãe e uma semana com o pai e, atualmente, o filho J reside em Lisboa, onde frequenta a Universidade e, por acordo entre os pais, as despesas com o seu sustento, incluindo despesas com propinas escolares e alojamento, passaram a ser repartidas entre ambos.