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2/1/a) da – deve o Diretor ter uma atuação diligente tendente a conhecer os conteúdos a publicar, em ordem a impedir a comissão de ilícitos geradores de responsabilidade; e, em função disso, entendem que o que venha a ser publicado não pode deixar de ser tido como aceite e autorizado por ele, pelo menos tacitamente, ou então não pode deixar de ser entendido como a violação da referida atuação diligente do dever de se munir do conhecimento prévio do publicável do abrangido por impedimento de divulgação, por suscetível de constituir ilícito, o que significa, segundo os referidos Acórdãos, que é a própria lei que considera – quando é publicada uma notícia que ultrapassa os limites da liberdade de imprensa e que constitui um ilícito danoso – certa a violação dos deveres ou obrigações que faz impender sobre o Diretor, o que representará uma presunção legal e leva a que se diga que a responsabilidade do Diretor da publicação, pelos respetivos conteúdos, resulta da própria titularidade da função e das competências que a lei lhe comete, integrando assim uma presunção legal iuris, pelo que, demandado o Diretor, como responsável, cabe-lhe alegar e provar os factos suscetíveis de ilidirem tal presunção legal.