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Mas, se é certo não ter o acórdão recorrido divergido do entendimento seguido na sentença do Tribunal de 1 instância no sentido de que, tendo os dois cônjuges aderido ao contrato de seguro e grupo de ramo vida, a resolução deste contrato pela seguradora, por falta de pagamento dos prémios de seguro, tem de ser comunicada a ambos os cônjuges, a verdade é que, tendo ficado provado que, na sequência das duas cartas que a ré enviou ao falecido marido da autora, em 12 de março de 2015, a comunicar a falta de pagamento de prémios e que procederia à anulação das adesões em 11 de abril de 2015 e em 6 de maio de 2015, « No dia 16 de abril de 2015, a Autora e o seu falecido marido formularam em conjunto, no balcão da  da Caixa Geral de Depósitos, um pedido dirigido à ora Ré no sentido de pagarem os valores em débito para com esta, num total de 24 prestações mensais cfr.