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Alega, e em síntese, o seguinte: - Que o acórdão reclamado deverá ser «rectificado» artigo 614 n1 do CPC porque dos pontos e do provado resulta que o valor que estará em dívida é o de 71773,32€, já com IVA incluído, e não o montante a que leva a condenação proferida; - Que o acórdão reclamado deverá ser «reformado» artigo 616 n2 alíneas e, CPC, porque não atendeu aos,,, e do provado, porque não atendeu à confissão do autor que consta do ponto do provado, porque os montantes facturados nas várias alíneas dos pontos do provado já incluem IVA, razão pela qual não será devido IVA sobre a quantia de 85168,31€, e ainda porque viola o direito a um processo equitativo artigo 20, n4, da CRP ao condená-la a pagar ao autor quantia superior à devida; - Que o acórdão reclamado padece de «nulidade» por omissão de pronúncia artigo 615, n1 alínea, do CPC, porque não se pronunciou sobre os pagamentos referidos nos,,, edo provado, nem sobre a confissão do autor, que consta de do provado,nem sobre os seus, nem sobre a questão da multa que devia ser deduzida ao montante devido ao autor nem sobre a questão dos juros de mora do credor.