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Como salienta o Professor G. Marques da Silva "Curso de Processo Penal”, , Verbo,  edição revista e atualizada,, do que se trata é de uma "liberdade para a objectividade” não a objetividade científica, sistemático-conceitual e abstrato-generalizante, mas antes uma racionalização de índole prático-histórica, a implicar menos o racional puro do que o razoável, proposta não à dedução apodítica, mas à fundamentação convincente para uma análoga experiência humana, e que se manifesta não em termos de intelecção, mas de convicção, o mesmo é dizer, "por um lado, que a exigência de objectividade é ela própria um princípio de direito, ainda no domínio da convicção probatória, e implica, por outro lado, que essa convicção só será válida se for fundamentada, já que de outro modo não poderá ser objectiva”.