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Mas disto não decorre, muito menos de forma necessária, que, , tenha havido um lapso na redacção da escritura, tanto mais que o que o autor sugere, nas suas declarações de parte e no recurso, é que a ré terá agido de má-fé, aproveitando-se de ter sido ela a tratar de tudo e de ter mais conhecimentos e experiência na matéria curso de gestão e empregada bancária já desde alguns meses atrás) de contratos de compra e venda com recurso a crédito bancário o que põe em causa o ponto 11 dos factos; , não havendo prova do lapso, não tem sentido estar a explicá-lo e isto põe em causa o ponto 12 dos factos; , estando o autor até convencido que a ré terá estado de má-fé, não se pode dizer que a ré tenha pretendido declarar que só ia adquirir 18,43% do imóvel o que põe em causa metade do ponto 13 dos factos;  o próprio autor não disse, nas suas declarações de parte, ter pensado declarar que detinha uma quota de 81,57% no imóvel; aliás, se o autor, no momento, tivesse pensado no assunto, isto é, se a questão se se lhe tivesse colocado, certamente que teria ido ver o que é que lá estava escrito.