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; a considerar-se não ser possível a desanexação da parcela de terreno em discussão, deverá a Ré compensar monetariamente os AA., de forma a cumprir integralmente o pagamento da totalidade do preço acordado, em montante não inferior a € 72 54 A Ré contestou, alegando, em resumo: no dia 02007 o falecido e a Ré celebraram a escritura de compra e venda, declarando aquele que pelo preço de € 115 000, já por si recebido, vendeu o prédio rústico em causa e que não era bem comum do casal; a área era inferior à referida pelos AA., pois o falecido destacou do prédio 8043 m2, ficando com o ónus real de não fraccionamento a partir de 02005; na mencionada escritura pública de 02007 foi paga toda a quantia devida pela compra e venda, encontrando-se o contrato-promessa já cumprido com a escritura pública celebrada bem antes; o contrato-promessa é nulo por não terem sido reconhecidas as assinaturas; nunca foi aprovado qualquer loteamento, não sendo, por isso, possível a entrega de quaisquer lotes; nunca seria possível o destaque dos 5 000 m2 rústicos.