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DA SUSPENSÃO DA EXECUÇÃO DA PENA MAIS QUE JUSTIFICADA QUANTO MAIS NÃO SEJA PELO TEMPO JÁ DECORRIDO Neste sentido, a não aplicação da suspensão da execução da pena de prisão esbarra no princípio da proporcionalidade, na vertente da proibição do excesso que nos guia na norma do artigo 5 n. 1; n. 2 com a redacção dada pela Lei n. 59/2007, de 04 de Setembro porque os juízos prognósticos sobre o desempenho da sua personalidade perante as condições da sua vida, o seu comportamento e, bem assim, as circunstâncias de facto permitiam ao julgador não lhe permitiam ter razões sérias para duvidar da capacidade do arguido em se conformar com o direito e não cometer novos crimes.