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// Tendo presente que, nos termos do n. 3 do artigo  do Código Civil "”), "Na fixação do sentido e alcance da lei, o intérprete presumirá que o legislador consagrou as soluções mais acertadas e soube exprimir o seu pensamento em termos adequados” e que, segundo o n. 2 do artigo 1 da LGT, "Sempre que, nas normas fiscais, se empreguem termos próprios de outros ramos de direito, devem os mesmos ser interpretados no mesmo sentido daquele que aí têm, salvo se outro decorrer directamente da lei” – comando normativo que sempre decorreria do princípio da unidade do sistema jurídico consignado no n. 1 do artigo  do e que, de resto, constitui, desde logo, corolário da interpretação teleológica das normas jurídico-fiscais, nos termos expendidos por Saldanha Sanches, citado supra – entende este Tribunal que, diferentemente do que é alegado pela A., o n. 3 do artigo  do Código do IMT não é passível de ser interpretado como permitindo a aplicação da isenção aí consignada a situações em que não se verifica uma situação de domínio da sociedade comercial por uma única instituição de crédito, nos termos que decorrem do artigo 48 do CSC e do artigo 1 do RJICSF».