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Por referência à Lei n. 64/2018, de 29 de outubro, referência que o próprio Tribunal a quo usou, mas apenas no que respeita ao regime da preferência para os arrendamentos para fins habitacionais expressamente consagrado no n. 8 do artigo 109 do , o que não é aqui o caso, cumpre também realçar os modos que a lei consagra no caso de venda de um imóvel não sujeito ao regime de propriedade horizontal, facultando aos arrendatários a possibilidade de exercerem os seus direitos de preferência em conjunto, adquirindo, na respetiva proporção, a totalidade do imóvel, ou, conforme se conclui por uma interpretação a contrario, exercer o seu direito de preferência de forma independente ou separada vide n. 9 do artigo 109 do.