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A obrigatoriedade de indicação das provas que serviram para formar a convicção do tribunal, e do seu exame crítico, destina-se, pois, a garantir que na sentença se seguiu um procedimento de convicção lógico e racional na apreciação das provas, e que a decisão sobre a matéria de facto não é arbitrária, dominada pelas impressões, ou afastada do sentido determinado pelas regras da experiência.» Ainda sobre a matéria, considera José Rainho, in "Decisão da matéria de facto - exame crítico das provas", Revista do CEJ, 1 Semestre de 2006, p.145 e ss: «Em que consiste portanto a especificação dos fundamentos que foram decisivos para a formação da convicção?