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A exigência feita na alínea do n. 2 do artigo 18 do CIRE de que o acto de disposição seja feito em proveito pessoal dos administradores de direito ou de ou de terceiros serve para excluir do alcance da norma os actos de disposição que "produzam uma perda absoluta do direito, ou seja, a extinção do direito sem que lhe corresponda qualquer aquisição” seguimos neste aspecto o entendimento de Pedro Sousa Macedo, Manual de Direito das Falências, Volume , Livraria Almedina, Coimbra 1968, página 220, a propósito do conceito de actos onerosos constante do artigo 1202, alínea do Código de Processo Civil de 1961, que se presumiam celebrados de má-fé.