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103) Pelo que, é evidente que no caso sub judice a Autoridade Tributária e Aduaneira não cumpriu o seu ónus probatório imposto por lei, e o Juiz do Tribunal a quo incorreu em erro de julgamento, pois a prova documental existente nos autos comprova a existência de relações comerciais entre a Impugnante e o seu fornecedor, não tendo sido ilidida a presunção de verdade da contabilidade da Impugnante, aqui recorrente, pelo que a decisão do Juiz do Tribunal a quo só podia ter sido de anulação da liquidação adicional de IRC impugnadas, ano de 2011, 2012 e 201 104) Perante o que, se conclui que a decisão recorrida não indica com clareza e congruência, os elementos de facto e de direito que determinaram a liquidação adicional de IRC impugnada relativa aos anos de 2011, 2012 e 201 Até porque, como demonstra o Relatório da Inspeção Tributária, não foi realizado pelo Inspetor Tributário o controlo da produção com referência aos anos de 2011, 2012 e 2013 em causa.