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No caso, em face das conclusões da recorrente, e não se perfilando outras questões a conhecer oficiosamente, o que nos surge para decidir é primacialmente se existe nulidade da sentença nos termos do artigo 615, n. 1, alínea do Código do Processo Civil, e depois se a prova existente permite concluir que todas as quantias existentes nas contas bancárias penhoradas são propriedade única e exclusiva da embargante F., de modo a declarar como provado o que na primeira instância foi declarado não provado.5 – Na sentença impugnada foi dada como provada a seguinte matéria de facto com relevo para a decisão da causa:  O «Novo Banco, S. A» intentou em 10 de Setembro de 2018 a acção executiva contra N.S., a qual corre termos neste Juízo de Execução de Loulé do Tribunal Judicial da Comarca de Faro sob o n 2895/12T8LLE;  Por apenso à execução n 2895/12T8LLE Apenso, a «Ares Lusitani, STC.