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No entanto, ao celebrarem aquele contrato ou contratos não foi propósito dos apelados que o apelado-marido se despojasse, em definitivo, do prédio cuja propriedade transferiu para o apelante mediante a inserção na escritura pública da cláusula de dação em cumprimento, e que constituía a casa de morada de família do seu agregado familiar desde 2015, tanto assim que inseriram, nessa escritura, que ao apelado marido ficava conferido o direito potestativo de resolver essa dação em cumprimento até ao dia 28/08/2023, ficando-lhe, consequentemente, conferida a possibilidade de, por mera declaração sua, reaver essa propriedade até esse dia de 28/08/2023, mediante o pagamento da anterior dívida de 19000,00 euros extinta por via da dação) que o apelante detinha sobre ambos.