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1	O muniu-se da medida de suspensão preventiva não automática por aquela se revelar como o único meio hábil e idóneo a salvaguardar a autoridade e o prestígio da organização desportiva, em respeito pelos princípios da adequação, exigibilidade ou necessidade e justa medida ou proporcionalidade em sentido estrito.”  Perante as conclusões das alegações da recorrente, sem prejuízo do que seja de conhecimento oficioso, cumpre aferir dos erros de julgamento da decisão recorrida: - ao não considerar que a deliberação em causa viola o dever de fundamentação das decisões; - ao considerar estarem reunidos os pressupostos gerais que, ao abrigo do artigo 3 do RDFPF, determinam a suspensão preventiva não automática do recorrente; - ao não considerar que a deliberação proferida viola o princípio da proporcionalidade.