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Como resulta da matéria de facto provada, a Administração Tributária concluiu que as facturas em causa  não correspondem a efectivas operações com base nos seguintes "factos-índice” quanto aos respectivos emitentes: ..............., Lda..  - as facturas não indicam quantidades nem denominação dos serviços prestados; - não indica datas em que os serviços foram realizados;  - os recibos provisórios apresentados pelo sujeito passivo depois da notificação, os pagamentos efectuados a este fornecedor, terão sido efectuados em numerário, pelo que o sujeito passivo terá levantado os cheques acima mencionados junto do banco e entregue os valores ao referido fornecedor; - um número significativo das facturas postas em causa não indicavam a data da realização do serviço, nem discriminavam ou especificavam, quer qualitativa, quer quantitativamente, as alegadas aquisições de serviços.