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Assim, quanto à factualidade dada como provada quanto aos demandantes cíveis JJ e KK teve-se em consideração as suas próprias declarações, precisas, claras e intrinsecamente congruentes quer entre si, quer quando analisadas individualmente, conjugadas com o depoimento da testemunha TTTT, como já explanado, funcionário da imobiliária envolvida na compra/venda do imóvel em causa, que detinha conhecimento directo e presencial quanto aos factos, confirmando que a arguida não transferiu o remanescente do preço, e que por esse motivo não se realizou a escritura, ficando a promitente vendedora com as quantias já pagas por conta das comissões dos agentes da venda, em face do incumprimento culposo imputável à arguida, pois que, notificada para tanto não comparecia para a outorga da escritura.