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41, n. 3 e 4, pretende o mesmo que o tribunal "a quo" devia ter dado como provado ainda mais o seguinte, em resultado da prova produzida em julgamento: 4 – No dia 19-3-2013, em hora não concretamente apurada da manhã, mas antes das 10h00, no interior do domicilio comum, sito na, o arguido queria manter relações sexuais com a assistente, mas esta dirigiu-lhe as seguintes palavras: "eu papel de puta não faço" 5- O arguido respondeu à arguida "estás com a cona cheia de andar a fornicar com os teus amigos" e, quando a arguida se levantou da cama, para se ir arranjar, para ir trabalhar, o arguido levantou-se também da cama, foi atrás da assistente e, de forma inopinada, desferiu vários pontapés pelo menos dois pontapés), e murros com o punho de uma das mãos fechado pelo menos dois, que atingiram os dois olhos da cara da assistente, que ficaram negros.