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Assim, no que tange aos factos 4 e 7, ao contrário do que preconiza a recorrente não há que alterar nada, uma vez que o que consta deles, por um lado, é perceção que teve a inspeção expressa no relatório e a identificação das fontes usadas no ato inspetivo; por outro lado, as afirmações dela constante, como a não organização da contabilidade nos termos da lei não é contrariada pela  prova documental, maxime o relatório pericial dos exercícios de 1996 a 1999  do qual resulta haver uma "deficiente organização contabilística, transmitindo, não raras vezes, uma ambiguidade que prejudica a imagem fiel e verdadeira eu se pretende de uma contabilidade” cfr.