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Subsidiariamente, caso não se entenda conforme pedido em, deverá:  4) Ser declarada a existência de «relação laboral» entre a autora e as 2, 3 e 4 rés, por força de transmissão de posição contratual de empregador, que a 1 ré detinha;  5) Ser declarada a «ilicitude do despedimento» da autora com efeitos a partir de 312010;  6) Subsidiariamente, e caso não se entenda procedente o pedido indicado em, mas antes o indicado em, sempre deverão as 2, 3 e 4 rés pagar à autora a quantia supra mencionada e discriminada, de 8052,64€, por força da transmissão de posição contratual sucessivamente para a 2, 3 e 4 rés;  7) Subsidiariamente ao pedido, ainda que não resultasse demonstrada a cessão da posição contratual entre as rés, deverá ser reconhecida a existência de «contrato de trabalho» entre a autora e a 4 ré, desde 002009, e «ilícito o despedimento» que o fez cessar em 312010 e, consequentemente, ser a 4 ré e a 3 ré condenadas a pagar por força do artigo 334 do Código de Trabalho e 486 do Código das Sociedades Comerciais as seguintes quantias: - 000,00€ por danos não patrimoniais pela «ilicitude do despedimento»; - 802,00€ de indemnização por antiguidade em virtude do «despedimento ilícito»;  - 934,00€ relativos aos proporcionais de subsídios de férias e de Natal ao tempo de serviço prestado no ano da contratação 2009;  - 868,00€ relativos aos proporcionais de férias e subsidio de férias ao tempo de serviço prestado no ano da cessação 2010;  - 000,00€ relativos à retribuição dos meses de Novembro e Dezembro de 2010, acrescidos de 100,00€ de IVA;  - 934,00€ relativos ao subsídio de Natal de 2010;  - 592,44€ a título de formação profissional não proporcionada;  - Juros de mora vencidos, calculados à taxa legal de 4%.