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1 Acompanhando o já exposto em sede de Alegações e sem daquelas prescindir, entende a Recorrente que a interpretação que é feita pelo Acórdão da Relação de Guimarães, de que ora se recorre, não só contende com o sentido decisório que o julgador teve em mente exarar no Acórdão de 10/07/2018, como ainda se encontra em contradição com o douto Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, datado de 12/02/2004, proferido no âmbito do processo n. 10573/02, para o qual o próprio Acórdão de 10/07/2018 remete, por referência aos fundamentos constantes daquela decisão.