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Importa considerar, ainda, as exigências de prevenção, sendo – tal como se assinala na sentença recorrida – bastante elevadas as de prevenção geral em relação ao tipo de ilícito que está em causa nos autos, face aos elevados índices de sinistralidade que se registam nas estradas portuguesas, para os quais contribui significativamente a condução em estado de embriaguez, com as consequências terríveis daí decorrentes, em termos de perda de vidas humanas e de sequelas com que ficam muitos dos sinistrados sobreviventes, com os elevados custos sociais e económicos que acarretam, constituindo o crime de condução em estado de embriaguez uma prioridade da política criminal e mostrando-se as de prevenção especial, medianamente acentuadas, tendo em conta os antecedentes criminais que o arguido regista, ainda que não se olvide que a última condenação que regista respeite a factos praticados em 15/12/2012, há  mais de oito anos, portanto e não tendo havido exteriorização por parte do arguido, na audiência de julgamento, de uma atitude de autocensura e de interiorização da censurabilidade da sua conduta.