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Acordam na secção do Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo:  – Relatório  1 – A., com os sinais dos autos, inconformado com a sentença doTribunal Administrativo e Fiscal de Viseu, que, em 5 de Novembro de 2018, julgou procedente a excepção dilatória da caducidade do direito de deduzir impugnação por manifesta intempestividade e, em consequência absolveu a Fazenda Pública da instância relativamente à impugnação judicial por si deduzida do indeferimento da reclamação graciosa apresentada contra as liquidações de IRS dos anos de 2009 e 2010, apresentou recurso, formulando, para tanto, alegações que concluiu do seguinte modo: A)	A Presente Impugnação Judicial deu entrada em 25 de Novembro de 201 B)	A notificação feita ao recorrente da decisão proferida na reclamação graciosa, tendo sido feita por carta registada com aviso de recepção, que não foi assinada pelo impugnante só se presume recebida no terceiro dia seguinte ao envio ou aplicada a dilação de 5 dias. )