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A Ré contestou sustentando, em suma que: - Quando admitiu o Autor ao seu serviço ficou estipulado que o mesmo exerceria funções no centro de inspeções de  ou em qualquer outro local onde a R. possuísse centros de inspeção e que, em 2007, por motivos de reorganização estratégica e financeira do grupo, o Autor foi mudado para o centro de inspeção de ; - O acordo de isenção de horário de trabalho foi celebrado em 002006; - Como consequência da transmissão da titularidade do centro de inspeções de  para uma terceira entidade e com o objetivo de manutenção dos postos de trabalho, a Ré acordou com o Autor a sua transferência para o centro de inspeções de , o qual se localiza a cerca de 55 Km do anterior posto de trabalho do Autor, motivo pelo qual entende que não está obrigada a suportar os custos de deslocação; - Não é devida qualquer quantia a título de trabalho suplementar, nem de subsídios de férias e de Natal de 2017 que se encontram integralmente liquidados; - A prestação do trabalho foi sempre pautada por baixas de longa duração, desde 200   Realizada a audiência de julgamento, o Tribunal de 1 Instância decidiu julgar a ação parcialmente procedente, por provada, e, em consequência, condenou a R. a pagar ao A. a quantia de €620,58, acrescida dos respetivos juros de mora vencidos à taxa legal desde a citação e dos vincendos até integral pagamento, absolvendo a R. do demais peticionado.