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Alegou, como fundamento da oposição, que o aval que apôs na letra foi em branco, sem qualquer quantia ou data nela mencionada, que foi a exequente quem a preencheu, sem que previamente tenha discutido e negociado as condições em que tal preenchimento poderia ter lugar, que inexistiu qualquer convenção de preenchimento, não tendo dado consentimento ao preenchimento da letra, que é falsa a importância que dela consta, que a exequente, ao preencher, pelo seu punho, unilateralmente, com valor cuja origem desconhece e data de emissão e vencimento escolhidas a sue bel-prazer, fê-lo de forma abusiva, sem cumprimento do acordado, que a letra foi, assim, preenchida de forma arbitrária, ao arrepio do acordado, sem o seu conhecimento nem consentimento, nunca tendo sido interpelado pela exequente para proceder ao pagamento nem informada que a mesma ia ser apresentada a pagamento, e que a letra, por ter sido abusivamente preenchida, é nula, tornando nulo o aval que deu, não dispondo a exequente de título executivo bastante.