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A Autora é, todavia, clara ao identificar, na petição inicial, que o acto impugnado é a «liquidação da Tos”, "notificada na factura n 294/2014 recebida em 10-03-2014) onde é cobrada a denominada «Taxa de Ocupação do Subsolo” da Mealhada, no valor de € 1229,05” e que não pretende questionar qualquer elemento dos contratos celebrados entre o Estado Português e a concessionária B.. ou entre esta e a empresa comercializadora do gás, ,S.A. E, porque assim é, o TAF de Aveiro não fez correcta leitura do articulado inicial quando supôs que o que a Autora pretendia era questionar a repercussão da referida taxa no consumidor final e com base nela conclui que não era suscitada qualquer questão em matéria fiscal.