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Ora, "in casu” os autores são sucessores, por doação na titularidade de ½ indivisa do imóvel em apreço nos autos, feita por O e mulher a N, assim como os réus G e demais, à excepção dos réus/apelantes), são sucessores por doação na titularidade da restante ½ indivisa do imóvel em apreço nos autos que foi feita por O a G. E, finalmente, os réus/apelantes adquiriram por contrato de compra e venda esta última ½ indivisa do imóvel em apreço aos réus G e demais herdeiros de Q. Ou seja, em concreto, a posição dos réus/apelantes de compradores na última escritura pública em referência não é dissociável da posição de G na escritura de doação, pelo que eles são terceiros interessados, na pretendida prova por testemunhas do alegado acordo divisório e alegadas consequências materiais decorrentes do mesmo, logo não se lhes aplica o preceituado no n.3 do art.