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Assim, as lesões sofridas pelo passageiro são, sobretudo, imputáveis à Ré, e, embora, como se disse, o aludido passageiro também tenha omitido o dever de cuidado que sobre ele impendia, contribuindo culposamente para o agravamento dos danos, o seu grau de culpa é bem mais diminuto, pelo que, desconhecendo-se a exacta medida do agravamento dos danos decorrente da conduta do lesado, afigura-se-nos razoável reduzir a indemnização em 15%, à semelhança do que se considerou nos Acórdão do STJ de 21/02/2013, supra citado e no Acórdão do STJ de 03/03/2009 Diz-se ainda na sentença recorrida que não poderia haver lugar à redução da indemnização em virtude de a Ré não ter provado que a Autora não tivesse tido em conta aquela conduta do lesado para efeito de apuramento da indemnização que lhe pagou.