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artigo 563 do Código, –Ora, a causa do dano está relacionada com a existência de uma laje de pedra no enrocamento do cais explorado pela R. BB, da qual esta tinha ou devia ter conhecimento e de que não deu notícia ao Mestre da embarcação "MS”, não existindo um nexo de concausalidade resultante de qualquer ação ou omissão do Mestre da embarcação, – Termos em que a R. BB e Interveniente deviam ter sido condenadas pelo valor correspondente à totalidade dos danos causados que foram peticionados e, – Ainda que assim não se entenda, o que não se concede, em face do exposto, quando muito, poderia apenas considerar-se verificada uma culpa diminuta por parte do Mestre da embarcação, pelo que a proporção da gravidade da culpa atribuída ao Mestre da embarcação de 30% sempre se mostraria excessiva, devendo a mesma, atendendo a juízos de equidade, ser reduzida para 15%; –A Interveniente responde pela sua Segurada a qual é a devedora principal da obrigação de indemnizar os danos pelo que os juros de mora sobre a quantia em que a Interveniente foi condenada ou em valor superior em que venha a ser condenada conforme defendido deverão ser contabilizados desde a citação da R. e não apenas desde a citação da Interveniente cf.