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Sucede que tendo o Recorrente conhecimento de que esses mesmos bens dados em garantia por terceiros tinham também sido dados em garantia de comprimento de um contrato de mútuo celebrado entre o Exequente e esses terceiros – A... e .. – relativamente ao qual, em virtude do respetivo incumprimento, deu entrada um outro processo executivo – e cuja divida exequenda corresponde a €61644,54 que corre termos no juízo e execução de Viseu, Juiz 2, sob o n. ... e constatando que o montante total dos imóveis indicados não é sequer suficiente para o bom cumprimento da divida exequenda no âmbito daquele processo, quanto mais para fazer face a esta execução, optou por não executar nos presentes autos de execução aqueles imóveis de terceiros, facto aliás que lhe é permitido pelo disposto no art.5, n.2 do CPC.