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dos Réus, tal como o Tribunal a quo a configurou, resultou de um negócio formalmente inválido, também a transmissão da posse para os Réus não resultou de um ato formalmente válido quanto à concreta identificação e existência jurídica do prédio rústico que o Autor reivindica;   Pelo que,  3 A posse dos Réus declarada pelo Tribunal a quo sobre o prédio rústico do Autor não é titulada, uma vez que é fundada num modo ilegítimo de adquirir, por existência de vício formal, designadamente a preterição de escritura pública ou venda judicial que, à data, era conditio sine qua non para a transmissão de imóveis;   E, por isso,  4 Ao invés do que se entendeu na sentença recorrida, não se podia lançar mão da figura da acessão da posse.