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U. Diz a chamada/ré Y... nos autos, posição sufragada pelo Tribunal a quo, que a sua responsabilidade encontra-se excluída tendo por base o vertido no artigo  e  das cláusulas gerais da apólice porquanto "não se nos afigura que o segurado tenha tomado as precauções razoáveis de segurança ao ter estacionado um veículo que tem partes laterais em lona quando sabe que transporta uma carga de valor elevado e o faz num parque não vedado, que não tem vigilância naquele local e o abandona tantas horas.” Portanto de modo a aferir-se ainda se há, ou não, responsabilização da ré Y..., para quem a recorrente tinha transferido o risco da sua actividade, cumpre afastar a aplicação da cláusula de exclusão ínsita no artigo  n. 4 e 5 das condições gerais da apólice e ainda apurar se se encontra ou não preenchido o conceito indeterminado "condições razoáveis de segurança” que o Tribunal a quo considerou violado pela ora recorrente.