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2) Ainda quanto à valoração da materialidade considerada como não provada o Recorrente considera erroneamente julgados os factos, porém assim elencados – por hífens –  a inclusive, alterados – e por fim considerados como provados – importa assim a sua alteração, passando a Provado que: "-; - o artigo matricial da fracção A identificada na carta enviada não corresponde ao artigo matricial descrito no contrato de trespasse; - a Ré́ despendeu a quantia de € 500,00 na pintura das paredes interiores; - no decurso dos trabalhos, a Ré́ contratou a remoção do entulho, com o que despendeu quantia de € 230,00; - pela sanita e lavatório pagou o valor de € 570,00; - com os serviços de profissional – Eng.o Civil que contratou para licenciar os trabalhos despendeu o valor total de € 77,90; - com as obras de melhoramento a Ré́ gastou a importância global de € 1204,2 " 3) - A douta sentença recorrida, a manter os seus termos, factos e consequências, colide com os direitos fundamentais que ao R./Recorrente assistem, tendo o Tribunal "a quo” decidido erroneamente, de forma precipitada, evasiva, injustificada e desproporcional à prova produzida.