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E ponderando as enunciadas circunstâncias, designadamente: O grau de ilicitude dos factos, que se nos afigura ser reduzido, no respeitante ao crime de furto tentado, tendo em conta que não resultou apurado que o arguido provocasse estragos ao introduzir-se na habitação, do modo como o fez, nem se tendo apurado o valor de bens que aí pudessem existir e de que o arguido se pudesse apropriar; e medianamente acentuado, no referente aos três crimes de furto qualificado, consumados, considerando, o modo de execução dos factos e o valor dos objetos subtraídos e de o arguido se apropriou e o prejuízo causado aos seus legítimos donos, que ascendeu, com referência aos factos  a 3, ao valor aproximado de €290,00; com referência aos factos  e , ao valor de €600,00 e com referência aos factos  a , ao valor aproximado de €500,00 correspondente ao valor do azeite subtraído e aos danos no portão do armazém), tendo essa diferença de valores reflexo no maior ou menor grau de ilicitude dos factos; O dolo do arguido, que, em qualquer das situações, reveste a modalidade de dolo direto, intenso, sendo a motivação do arguido ao praticar os factos, a de conseguir coisas com valor que pudesse vender para adquirir estupefacientes, de que era dependente.