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140 do; regime esse que foi estendido à 1 instância pelo CPTA, no quadro da Reforma de 2002/2003, que "transferiu” para os TACs muitas das competências que tradicionalmente cabiam ao STA, onde normalmente se julgava através de acórdão.” E se bem que não se desconheça que amiúde nas reclamações para a conferência ao abrigo do artigo 27 n 2 as partes exponham os fundamentos da sua discordância com o decidido pelo juiz relator, fazendo assim, naturalmente, apelo à defesa da sua posição, e concomitantemente conduzindo a que os tribunais coletivos abordem a reclamação como uma impugnação do despacho/decisão do relator, a verdade é que n��o é assim que a mesma deve ser configurada, à luz do quadro normativo aplicável, supra explicitado.