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Para uma melhor compreensão da questão colocada, e uma visão exacta do que está em causa, vejamos, antes de mais e ouvida a gravação da sentença oralmente proferida em sede de audiência de discussão e julgamento, conforme prescreve o Art 389-A), quais os factos que o Tribunal a quo deu como provados na decisão recorrida, e bem assim a respectiva fundamentação:  Factos provados  - No dia 2 de Outubro de 2018, por volta das 00H01, o arguido conduzia o veículo automóvel ligeiro de passageiros, da marca Volkswagen, com a matrícula LT, na EN 103, ao Km 32, em , Barcelos, com uma taxa de álcool no sangue de 3,382 g/; - Nestas circunstâncias de tempo e lugar, o arguido agiu de forma livre, deliberada e conscientemente, sabendo que era portador de uma taxa de álcool no sangue resultante da ingestão voluntária de bebidas alcoólicas superior a 1,20 g/, e sabendo também que a sua conduta era proibida e punida por lei; - O arguido confessou integralmente e sem reservas os factos de que vinha acusado; - O arguido encontra-se actualmente desempregado, mas tem uma perspectiva de trabalho na "”, como operador de máquinas; - Vive com a mãe, em casa própria; - Não recebe qualquer tipo de subsídio; - Trabalhou durante muitos anos em França, tendo regressado a Portugal no ano de 200  Fundamentação:  O Tribunal fundamentou a decisão de facto desde logo nas declarações do arguido, que assumiu esta conduta e reconheceu que nesta altura conduzia  este veículo com esta taxa de álcool no sangue, a qual resulta evidenciada também do registo ao teste de despistagem de álcool no sangue de fls.