Legal Document Excerpt:

Aplicada esta interpretação à situação em apreço verificamos que:  )	os documentos 2 a 5 que a Recorrente pretendeu juntar aos autos com as alegações de recurso destinavam-se a fazer prova do facto alegado no artigo 15 da petição inicial, ou seja, a abertura da loja de fábrica, situada em , apenas em Dezembro de 2002, sem que a Recorrente tenha feito prova da impossibilidade da sua junção em momento anterior, limitando-se a requerer a sua junção aos autos para tentar afastar o que em seu entender foi uma errada interpretação da factualidade efectuada pelo tribunal de  instância; mais, nas alegações que apresenta junto deste Supremo Tribunal Administrativo, afirma, para suportar a sua tese de que existiu erro de julgamento e omissão de pronúncia por parte do TCA Sul, que o mesmo "ordenou o desentranhamento dos documentos que pretendiam reforçar o facto provado pela testemunha” destacado e sublinhado, revelando assim que a não junção anterior destes documentos se deveu a mera negligência processual da sua parte já os podia ter apresentado com a petição, pelo que não estava preenchido o requisito do artigo 69-B do CPC para que os mesmos pudessem ser juntos aos autos; )	e o mesmo é válido para os documentos n.s 1 e 6, para os quais a Recorrente não apresenta sequer fundamento jurídico para a respectiva junção.