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Com efeito, em nosso ver, nada justifica que, à luz do novo Código, se tenha por dispensado o anteriormente exigido despacho judicial prévio para efeitos de interrupção da instância, despacho este que, aliás, ganha hoje maior justificação, em virtude do significativo encurtamento do prazo conducente à deserção e, ainda, pelo acentuar dos deveres do juiz na condução do processo, conforme dispõe o artigo 6, n 1, e em colaboração com as partes, conforme decorre do artigo 7, ambos do CPC, tudo, portanto, a exigir que o juiz do processo dê a conhecer às partes qual o fundamento concreto para a paragem do processo isto é, qual a informação ou acto que é suposto ser prestada ou, com a expressa advertência para as consequências dessa omissão, por referência ao disposto no artigo 281, n. 1, do CPC.