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Integra este grupo António Pinto Monteiro:  ") as pessoas colectivas não são consumidores, mas, em certos casos, se provarem que não dispõem nem devem dispor de competência específica para a transacção em causa e que a solução está de acordo com a equidade, podem beneficiar do regime que a lei reserva aos consumidores”  Integra-o também Nuno Manuel Pinto Oliveira:  ") na aplicação do direito do consumo deverá dar‑se um tratamento diferenciado às pessoas singulares e às pessoas colectivas; entre as consequências do tratamento diferenciado entre as pessoas singulares e as pessoas colectivas, está a de que só poderá aplicar-se o direito do consumo às pessoas colectivas a partir de uma ponderação dos fins, dos princípios e dos valores relevantes.