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Deste modo, resulta claro que a composição dos bens que integram a comunhão, com vista à consequente partilha, tem de se considerar fixada no dia da propositura da acção de divórcio entre A. e R., isto é, "in casu”, em 22/7/201 Na verdade, apenas os bens existentes à data da cessação das relações patrimoniais entre os cônjuges A. e R.) – 22/7/2011 – é que podem ser objeto de partilha, pelo que, seja qual for o destino dado ao dinheiro levantado da conta bancária pelo R. em 25/5/2011, ou seja, em data anterior à data da propositura da ação de divórcio cerca de dois, o respetivo valor não pode ser chamado ao inventário para separação de meações.