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42 do CPC, ressuma de modo inequívoco que a Apelada limitou-se a carrear para os autos merosdocumentos avulsos reportados a duas acções respeitantes a sinistros, masjamais vindicou pretender fazer-se valer de quaisquer depoimentos e/ou arbitramentos emsi mesmo considerados, o que desde logo arredaria de qualquer valor extraprocessual da sobredita prova no caso em apreço; ) Ademais e em qualquer caso, a – putativa, ainda que inexistente, porque totalmente distinta – similitude da factualidade invocada e inclusivamente a dada como no âmbito dos autos dos acidentes de viação ocorridos em 2010 e 2013, que correram termos, correspectivamente, sob os n.s 995/19TTBRG e 538/12TTBRG, ambos do Juízo do Trabalho– J2, do Tribunal Judicial da Comarca de Braga e unicamente reportada aquilo que se discutia em tais processos, quando colocada em perspectiva com aqueloutra, objecto de apreciação nesta Acção de Processo Comum, tramitada no âmbito do processo n. 3984/19T8BRG deste Juízo do Trabalho de Braga – Juiz 2, do Tribunal Judicial da Comarca de Braga, verbi gratia, no que especificamente tange à questão das sequelasadvenientes para o trabalhador dos aduzidos sinistros; ) Afigura-se como absolutamente imprestável, porquanto, transpor os factos provados numa acção sinistros para a outra assédio constituiria pura e simplesmente, conferir à decisão acerca da matéria de facto um valor de caso julgado que não tem, ou conceder ao princípio da eficácia extraprocessual das provas uma amplitude que manifestamente não possui; ) Posto isto, tendo o julgador de  instância ancorado a prova atinente aos pontos,,,,,,,,,,,,,,,,,, UNICAMENTE, no teor da referida provadocumental, facilmente se alcança que em qualquer caso e sem prejuízo de tudo o mais quanto a este propósito ao diante melhor se aduzirá, sempre teria sido inobservado o regime estabelecido no art.