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40) No que concerne à alínea dos factos não provados que dispõe "o salto da onda foi provocado pela elevada velocidade que o skyper imprimia na condução da embarcação, totalmente desadequada à ondulação agitada que se fazia sentir e ao tipo de embarcação de fibra de vidro, obrigando os ocupantes a tentarem agarrar-se, o melhor que podiam, às bordas da embarcação, de modo a não serem projetados dos seus lugares” foi impugnado pela A. e o Tribunal da Relação de  decidiu que "Seja como for, não resulta de qualquer prova produzida nos autos, nomeadamente das declarações de parte da apelante, que o sinistro por si sofrido foi consequência da velocidade que o skipper BB imprimia à embarcação.”  41) Todavia, e apesar do tudo o exposto, a final, conclui o Tribunal a quo que não foi ilidida a presunção de culpa o que não é coerente.