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B) E desta decisão que vem interposto recurso por parte da autora, cujas conclusões são as seguintes: «a) A e R. celebraram um contrato verbal de mediação imobiliária em18 de Agosto de 2018; b) No âmbito desse contrato a A. arranjou compradora para o imóvel que a R. se propunha vender;  ) Nenhuma dúvida deve subsistir quanto à existência de uma parceria imobiliária entre A e R; ) Contrato esse, que a própria R. admite e não põe minimamente em causa; e) Limita-se, no entanto, a R a indicar que a actuação da A. não foi suficiente para que justificasse o pagamento de metade da comissão angariada; f) Propunha-se, pois, a R. a pagar a A. a quantia de 750,00 € acrescida de IVA num total de 922,50€; g) Pois bem, enquanto a A. tem a presunção legal, que lhe deve ser atribuída metade dessa comissão e a R. é que tinha o ónus de provar que não lhe devia tal quantia, propondo-se antes pagar a acima referida; h) Acontece que a sentença do magistrado à quo deu como não provado a existência deste contrato verbal, contrato esse confirmado pelas próprias partes; ) Ora, como é que se pode dar como não provado um facto que é confessado pela própria R.???!!!