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O Tribunal a quo julgou não provados, os seguintes factos: a)-que o marido tivesse ascendência sobre a , b)-que, em consequência da morte do marido,  tenha ficado apática e sem reação; )-que tenha sofrido uma quebra abruta de lucidez; )-que tenha havido agravamento exponencial de sintomas que já se vinham fazendo notar e que todos atribuíam à idade; e)-que passasse a maior parte do tempo deitada na cama; f)-que, poucos meses volvidos da morte do marido, a  já não se vestia sozinha; g)-que já não se lavava a não ser com a ajuda de terceiros, h)-que tinha muitas dificuldades em andar, )-que andava apoiada em terceiros ou com a ajuda de uma bengala; j)-que se desequilibrasse com facilidade; k)-que se cansasse muito; )-que se repetisse no seu discurso; )-que tivesse, após a morte do marido, dificuldades em coordenar os seus movimentos; n)-que, quando frequentava festas e convívios com familiares ou com pessoas, não esboçasse qualquer reação ao humor que lhe dirigiam para que se animasse; o)-que pouco falava e notava-se que preferia não o fazer;  p)-que quando falava, o que raramente sucedia, a  era incapaz de manter uma conversação com nexo e princípio, meio e fim; q)-que quando porventura o conseguia fazer, faltavam-lhe as palavras e tinha dificuldade em articulá-las; r)-que não reconhecia as pessoas próximas; s)-que ficasse completamente apática e distante; t)-que perdesse muitas vezes a noção do sítio onde estava; u)-que já não conhecesse o dinheiro; )-que não sabia dizer o que ainda tinha e o que já tinha vendido ou doado.