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a entidade empregadora do Autor, tudo o que, por si só, necessariamente inviabiliza a condenação proferida contra o aqui Apelante, cuja revogação, desde logo por tal motivo, já se impõe; 2 Não fosse a vigência da relação laboral que, à data dos factos, vinculava o Autor à 4 Ré, a verdade é que – ainda assim – não foi feita prova de qualquer facto que sustente as conclusões vertidas pelo Tribunal recorrido quanto ao vínculo laboral existente entre o Autor e o aqui Apelante; 2 Os factos tidos por provados não atestam a verificação, em relação ao aqui Apelante, de quaisquer dos elementos constitutivos do contrato de trabalho, conforme citados pelo Tribunal recorrido; 2 Os autos não contêm qualquer alegação e/ou prova de qualquer proveito que o 1 Réu aqui pudesse ter retirado da prestação do Autor; 2 Em nenhum ponto da decisão relativa à matéria de facto se especifica a origem dos pagamentos do vencimento auferido pelo Autor, não se atestando, designadamente – porque não foi objeto de alegação nem de prova alguma – que os mesmos fossem realizados a expensas do 1 Réu ora; 2 O mero percurso pelos factos tidos por provados revela não ter sido feita alegação e prova de quaisquer factos suscetíveis de caraterizar qualquer subordinação jurídica do Autor perante o 1 Réu, mas tão-só que este aqui dava ordens ao Autor, tudo o que, sem amparo de quaisquer outras circunstâncias reveladoras da aludida subordinação – designadamente, demonstrativas de que era o 1 Réu que, por si e no seu próprio interesse, conformava a prestação do Autor e que detinha o poder diretivo e disciplinar sobre a mesma prestação – se afigura manifestamente insuficiente para caraterizar um qualquer vínculo laboral; 2 Os autos carecem, em absoluto, de elementos adequados a sustentar a existência de uma relação laboral entre o Autor e o aqui Apelante, contendo, pelo contrário, provas inequívocas de que tal relação foi celebrada, mantida e executada entre o Autor e a 4 Ré, F, Ld.