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Além de que da factual idade descrita e dada como provada a contagem do prazo prescricional não pode se reconduzir à data da denúncia do contrato de mútuo nem ao último pagamento efectuado, atento os factos ocorridos em momento posterior e que necessariamente terão de ser considerados como interruptivos do prazo de prescrição aplicável aos Embargantes e.  O aqui Apelante, a 102015, instaurou execução nos autos de que estes são apensos contra os mutuários e fiadores do contrato de empréstimo e fiança outorgado por escritura pública datada de 302005, peticionando o valor de € 10488,14 correspondente a capital e o valor de € 1567,44 de juros moratórios contabilizados desde 002013 até 102015 às taxas de juro sucessivamente em vigor e aplicáveis aos créditos de que são titulares as sociedades comerciais, definidas pela Portaria 597/2005, de 19/0  Resultando do Título executivo que os aqui Apelados/Embargantes e se constituíram fiadores e principais pagadores de tudo quanto viesse a ser devido ao Exequente/Apelante, renunciando ao benefício da excussão prévia.