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Alegou para o efeito, em muito apertada síntese, que: - É dono do prédio que descreve; - Deu o prédio de arrendamento a Caves do Freixo, S.A.; - O contrato de arrendamento veio a ser resolvido por falta de pagamento das rendas, com a inerente obrigação, não cumprida pela arrendatária, de restituição do prédio ao Autor; - Posteriormente a sociedade Caves do Freixo, S.A. foi declarada insolvente e o Réu nomeado administrador da insolvência; - Porém, o Réu recusou-se a restituir o prédio ao Autor, não providenciando pela remoção dos bens da insolvente que ali existiam, nem providenciando prontamente pela sua venda; - Daí resultou o inerente prejuízo €47272,00) para o Autor, que nessa medida é credor da massa insolvente; - Por razões que se prendem também com a forma irregular como o Réu se conduziu enquanto administrador da insolvência, a massa insolvente revela-se insuficiente para satisfazer o crédito do Autor; - O Autor viu-se obrigado a demandar judicialmente a massa insolvente e o Réu por causa da atuação danosa deste último, com o que teve despesas com honorários de advogados €5712,83); - O Réu agiu de forma ilícita e culposa, respondendo por isso pelo prejuízo advindo ao Autor.