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Quanto aos outros dois erros alegados, a Recorrente não demonstra, nem, relida a fundamentação da sentença recorrida, se vê que a sua conclusão pelo excesso na quantificação da matéria tributável saia abalada, quer de um ponto de vista lógico, quer de um ponto de vista prudencial, seja pela consideração, pela AT, do aumento do custo das vendas declaradas em função dos 8% de desperdício declarados pela Representante legal da Impugnante, seja pela dedução dos 3 950 kg de existências já inexistentes em 31/12/200  Com efeito, não é determinante, em ordem a uma não prova do excesso da quantificação, alegar-se ou até provar-se, que a AT considerou outros determinados custos ou perdas que não os omissos, pois o mais que se pode concluir é que também devia ter considerado estes outros que o sujeito passivo logrou provar ter incorrido.