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Porém, o Tribunal da Relação, depois de situar a parte reivindicada pelos autores dentro da área excedente aos 210 m2 área do, cuja propriedade os autores têm registada a seu favor, em espaço que se encontra vedado e que constitui logradouro e jardim da casa de morada de família - e que os autores praticaram nessa área de, supostamente, 125 actos de posse desde data desconhecida de 1986, o que conduziu em 1 de Janeiro de 2007 à aquisição da respectiva propriedade por usucapião- entendeu que não tinha ficado provado que a parcela de 125 m2 integrasse a parcela de 2150 m2, que é, mais exactamente, de 190 destinada à construção de arruamentos, estacionamento, passeios e espaços livres.