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Factos não provados:  1) Que a idosa  tivesse saído do lar de que é proprietária a Autora em 19 Abril de 2012;  2) Que, relativamente à idosa IN Cunha, tenham ficado por pagar, pelo Réu comparticipações relativas aos meses de Agosto a Janeiro de 2009;  3) Que, relativamente ao casal G..., tenham ficado por pagar, pelo Réu, comparticipações relativas aos meses de Agosto, Setembro e Outubro de 2008;  4) Que, relativamente à idosa HMC, tenham ficado por pagar, pelo Réu, comparticipações relativas aos meses de Agosto e Setembro de 2008;  5) Que os funcionários do Réu e a Autora tenham acordado que o Réu deixaria de comparticipar a mensalidade devida à Autora pelos serviços de acolhimento dos idosos no seu lar, caso se alterassem as condições económicas destes ou dos seus familiares sem prejuízo da prova do facto provado;”– Do Direito No que ao direito concerne e no que aqui releva, discorreu-se na decisão recorrida: "...) Aqui chegados, é sabido que funcionários do Réu, agindo por conta e em nome dele, acordaram verbalmente prestações de serviços a favor de terceiros da idosa IN, do casal de idosos A e MRG, e da idosa, de execução continuada, mediante os quais a Autora se comprometeu a acolher os idosos nas suas instalações, e o Réu, por seu turno, se comprometeu ao pagamento de uma comparticipação monetária, correspondente ao valor diferencial entre aquilo que os idosos podiam pagar com as respectivas pensões, e a mensalidade devida à Autora pelos serviços de acolhimento prestados a tais idosos cfr.