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No decorrer do hiato de tempo citado, foram efetuadas várias diligências, nomeadamente as seguintes: –Penhora de Imóvel Hipotecado; –Elaboração Auto de Penhora; –Afixação de Edital de Imóvel Penhorado; –Citação postal de executado concretizada Executado; –Citação do executado por contacto pessoal concretizada Executados CG e; –Notificação por via postal do executado advertência por não ter sito citado na própria pessoa Executados CG e; –Citação Credores DGCI e Segurança; –Notificação por via postal da parte para se pronunciar quanto à modalidade da venda Mandatário do Exequente e 3; –Notificação por via postal da parte da decisão da modalidade da venda Mandatário do Exequente e 3 Executados, contabilizando que houve alteração da modalidade de venda em após notificação com referência 359073374, datada de 18-10-2016); –Notificação por via postal da conta / nota discriminativa Mandatário do Exequente e 3; –Notificação por via postal da extinção da instância Mandatário do Exequente e 3; –Outras notificações Notificação Fiel Depositário, Ofício Conservatórias e; Aos valores associados às diligências efetuadas, acrescem os seguintes: –62,18€, relativos a expedição de correio; –3,50€, relativos a Selos de Autenticação; –100,00€, emolumentos relativos a penhora do imóvel hipotecado; –149,94€, relativos aos honorários do Agente de Execução delegado, nomeadamente no que concerne à delegação da citação por contacto pessoal dos executados CG e VG; –646,89€, relativo à remuneração adicional, devida ao Agente de Execução, nos termos do disposto no n 5 do artigo 50 da portaria 282/2013, de 29/08, e que teve por base o valor total da quantia exequenda; Ora, facilmente se entende que o executado estará equivocado ao referir que a A.E.