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Lê-se, nesse sentido, no seu requerimento de 23/11/2020 o seguinte: ")Tais reservas mantêm-se, porquanto, salvo manifesto lapso na consulta do processo no CITIUS, a Requerente não tenha conhecimento do teor do processo administrativo junto aos autos e, mormente, de que documentos ou excertos testemunhais, isto é, em suma, de que prova neles se acha junta.Destarte e em resposta à notificação, vem a Recorrente informar que, mormente nas actuais circunstâncias sanitárias, não se opõe, em absoluto, a que a decisão seja proferida por mero despacho, prescindindo-se de julgamento, com o fito prioritário de poupar todos e em especial o representante legal da Recorrente a deslocações e exposição desnecessárias, desde que lhe seja dada a conhecer que prova se encontra já junta aos autos, para que possa, antes de acordar na prolação da decisão por mero despacho, sindicar a suficiência da prova trazida, particularmente no que concerne às declarações tomadas em sede administrativa.” destaque e sublinhados 8) É, por isso, manifesto que a Arguida nunca consentiu na dispensa da realização de julgamento, porquanto nem então, nem até ao presente momento, malgrado os esforços nesse sentido, lhe tenha sido dado conhecer o teor completo do processo administrativo e, pelo contrário, foi até confrontada com a eventualidade de os comprovativos de transferência bancária que juntou e que são aludidos na inquirição à testemunha vide fls.