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3 – Direito à compensação por violação do direito a férias Considera a Apelante que a conduta do empregador que culposamente obsta ao gozo de férias por parte do trabalhador pode ser cometida por ação ou omissão, sendo que a Ré, ao não se imiscuir no planeamento de férias, não elaborando sequer mapas de férias, e ao dar "autonomia” à autora para decidir sobre férias sem lhe dar os meios, as condições mais trabalhadores, por para que ela e a outra governanta e as empregadas de andar pudessem gozar os períodos de férias em tempo útil, e não com atraso de 3 anos, é uma conduta omissiva que ostensivamente e de modo intencional obsta ao gozo de férias.