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Assim e ex adverso do que vem porfiado pelo Autor/Recorrente no sentido de que «na perspectiva do demandante, este acidente se ficou a dever ao aparecimento inopinado de barreiras sinalizadoras em plena faixa de rodagem e fora do local onde deveriam estar, facto esse decorrente da omissão por parte da demandada dos seus deveres de fiscalização e manutenção da via em bom estado de modo a não fazer perigar os seus utentes, ao cometer esta omissão a ré não está munida de qualquer ius imperii, antes pratica actos que se enquadram no seu objecto social enquanto pessoa colectiva de direito privado que é. Pelo que o ilícito que é imputado à Ré e pelo qual é demandada nesta acção se insere nos actos correntes da sua actividade e, portanto, fora do exercício de prerrogativas de poder público ou que estejam reguladas por disposições ou princípios de direito administrativo.», as normas insertas naquele supra mencionado diploma, reguladoras da concessão e indicadoras dos correspectivos deveres, atestam a se, a natureza pública das actividades desenvolvidas pela concessionária, cfr inter alia neste sentido os Ac deste mesmo Tribunal, de 25 de Fevereiro de 2015 Relator João, 7 de Maio de 2015 Relator Leones e de 7 de Maio de 2015 Relatora Ana Paula, in www.dgsi.pt.