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Entende-se antes que essa falta afeta a validade das decisões finais dos correspondentes processos, por corresponder a um princípio geral com relevância substantiva e, por isso mesmo, processual.» Enfatizando a essencialidade da audição da criança, vejam-se ainda: Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 112018, Mário Coelho, 937/15, Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 2019, Isaías Pádua, 148/19, Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 32020, Jorge Seabra, 371/1 No caso em apreço, a tramitação adotada pelo tribunal a quo não incluiu a audição do menor, sendo que o tribunal a quo nem sequer formulou despacho sobre a matéria, sendo que a dispensa da audição tem de ser fundamentada.