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Relativamente à factualidade integradora da pelos apelantes alegada servidão de vistas e de ar e adquirida por usucapião e fundada na existência de, no seu dizer, duas janelas abertas deitando directamente sobre o prédio dos apelados e à factualidade por estes alegada em contráriodaquela ou em fundamento do seu oposto direito a levantar os painéis contra aquelas, vedando-as concluindo, a partir das características por eles descritas, que se trata de "frestas, seteiras ou óculos para luz e ar” ou de "janelas gradadas”), o Tribunal recorrido julgou e decidiu como provado, na nova sentença, apenas que:    No 1 andar e no sótão do prédio citado em ou seja, o prédio que é propriedade dos autores e onde estes habitam, existem duas varandas viradas para a Rua ...), lado nascente e norte, e duas janelas viradas para o lado poente:   a) uma janela no 1 andar com largura de 0,60 metros e altura de 0,80 metros, constituída por perfil básico de alumínio equipado com vidro duplo, composta por dois panos de correr, com uma distância ao solo do logradouro do prédio indicado em de 1,90 ; exteriormente à caixilharia da janela, encontra-se instalada uma grade metálica composta por um aro mais quatro barras de ferro verticais centrais com a secção 1 x 1 , proporcionando um espaçamento entre barras de aproximadamente 10,4 ; pelo exterior da grade existe, ainda, uma persiana plástica com a respectiva caixa de estore exterior;  b) uma janela no sótão com largura de 0,60 metros e altura de 0,80 metros, constituída por perfil em ferro equipado com vidro simples fosco, sendo composta por dois panos de batente, com uma distância ao solo do logradouro do prédio indicado em de 4,20   As duas janelas referenciadas em, abertas em data não concretamente apurada e viradas para o prédio mencionado em, permitem a entrada de luz e a ventilação dos respectivos compartimentos.