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20 a 22 e 23 e de discordar do acompanhamento pelo Ministério Público da acusação contra si deduzida, consta dos seus pontos 34 e 35 o que segue: - 34 ﻿Atentos os elementos probatórios dos autos, deverá ser proferida acusação pública contra o Arguido  A... , o qual deverá ser julgado em Processo Comum, Juiz Singular, porquanto o mesmo, na vigência da vivência conjugal com a ofendida, que ocorreu entre Julho de 2010 e Outubro de 2013, a agrediu fisicamente, em Agosto de 2011 na praia de Portimão com uma cadeira, provocando-lhe um corte grande na mão, e em 11 de Setembro de 2013 no apartamento que ambos ocupavam em Condeixa-a-Nova e no acesso desse para o elevador, com chapada e pontapé, partindo-lhe os óculos e fazendo-a cair embrulhada com uma televisão, como agredindo-a verbalmente com palavras "vaca", "filha da puta", "não serves para nada", "ranhosa, não prestas para nada, és uma vaca", o que ocorreu também na data de 11 de Outubro, mas era prática do mesmo relativamente a si em várias situações e datas ao longo da sua vida em comum, ainda a desconsiderando com promessas de irem de férias e depois o arguido ir sozinho, ou de estar de férias, a ofendida em casa, ele sair para a praia e deixá-la em casa, não lhe permitindo ir com o mesmo, com tais comportamentos fazendo-a sofrer, como os relatórios médicos constantes dos autos relatam, sendo certo que ao assim agir, de forma reiterada e continuada o mesmo cometeu o crime de Violência Doméstica previsto e punido pelos termos do art 152 do Código Penal;  - 35 Quando assim se não interpretasse, e pelos mesmos factos enunciados, sempre o arguido deveria, ao menos, ser pronunciado pelo crime de Ofensa à Integridade Física, previsto e punido pelo art 143 do Código Penal, uma vez que já foi deduzida acusação particular pelas injúrias contra si perpetradas pelo mesmo.