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2 - A recorrente encontrava-se a discutir na ação de embargos o valor de 1690,78€, correspondente à indemnização de ocupação de locado/renda, vencida após a declaração de insolvência do devedor principal; o valor de 020,00€, correspondente a 50% das custas de parte no processo n. 1918/10T8PVZ, que correu termos no Juiz 2 do Juízo Central Cível da Póvoa do Varzim; a quantia paga pela recorrente, em novembro de 2020, no valor de 759,92€, e o valor correspondente à caução prestada pela sociedade N..., no valor de 400,00€; 3 - O principal argumento aduzido na ação de embargos pela recorrente foi aquele que pugnou pela inexistência de dívida da recorrente, enquanto fiadora, pela indemnização de ocupação de locado, depois de apreendido o imóvel para a massa insolvente, na sequência da declaração de insolvência do devedor principal; 4 - O tribunal, no âmbito da questão elencada na  conclusão, considerou que a recorrente é responsável pela dívida indemnizatória, após o decretamento da insolvência, porque o contrato de arrendamento foi resolvido em momento anterior; 5 - Nesta matéria, salvo o devido respeito, há uma contradição entre aquela conclusão de Direito e o que consta dos factos dados como provados; 6 – Isto porque na sentença foi julgado como provado que "na data da sentença de declaração de insolvência, o bem locado ainda estava na posse da sociedade N..., tendo a sentença que serve de título a esta execução sido objeto de recurso de apelação, com efeito suspensivo dos seus efeitos, nos termos dos arts.