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Nota o tribunal da Relação que "contrariamente ao alegado pelo arguido, não foram demonstrados em julgamento factos relativos ao mesmo, anteriores ou posteriores ao crime, com aptidão para conduzir a uma diminuição acentuada a ilicitude do facto ou da culpa do agente, nomeadamente ter havido da sua parte, logo a seguir à prática do homicídio, actos demonstrativos de arrependimento sincero”,”susceptível de ser valorado em termos de atenuação especial da pena”; que "as necessidades de prevenção geral são muito elevadas, nomeadamente no que respeita ao crime de homicídio, por se tratar da ofensa à vida de um ser humano”, em particular por a vítima ser "um indivíduo do sexo feminino companheira do arguido e mãe do seu filho, que se encontrava por isso, numa situação de especial vulnerabilidade e à mercê do seu agressor, incapaz de lhe resistir”;que devem ser ponderadas "a personalidade desvaliosa do arguido que ficou apurada, bem como as necessidades de prevenção especial, nos termos constantes do acórdão recorrido”.