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desse preceito e, bem assim, ao julgar extemporâneo o recurso de revisão interposto pelos apelantes e ao considerar que o documento não é superveniente.A- FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO  A 1 Instância julgou provados e não provados os seguintes factos:  São os seguintes os factos provados com relevo para a boa decisão da mesma:    Os AA intentaram neste Tribunal ação declarativa de condenação pedindo que os RR os reconhecessem como legítimos possuidores dos prédios rústicos identificados no artigo 2 da p.e que os mesmos são confinantes com o que foi vendido aos RR; a reconhecerem o direito de preferência na compra de tal prédio, assim abrindo mão do mesmo em seu favor, sendo o R comprador substituído pelos AA na posição de adquirente se ordene consequentemente o cancelamento de quaisquer registos efetuados na CRP de Paredes de Coura em data posterior à do contrato de compra e venda em causa nos autos; a entregarem os o dito prédio de imediato.