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Os argumentos dos Apelantes para defenderem a suspensão da execução distribuem-se por três grupos de razões: - Num primeiro sustentam que não impugnaram a exigibilidade e a liquidação da prestação executiva apenas no que se referia ao imposto de selo mas que o fizeram relativamente a toda a obrigação, isto é, que esta não é exigível nem líquida por a exequente não haver invocado o vencimento da obrigação, não exigindo o pagamento total da dívida mas apenas o das prestações em dívida e por terem sido descontados montantes de prestações depois do alegado vencimento do contrato, descontos esses que fazem com que os contratos de mútuos se devam considerar válidos e eficazes e inexigível e ilíquida a obrigação; - Num segundo argumentam os recorrentes que a prestação executiva não é exigível nem líquida por haverem alegado o preenchimento abusivo, e isto porque a mesma titula não só a quantia mutuada mas também quantia de que os embargantes não eram devedores por não ser quantia que lhes foi entregue sim que foi afecta directamente a prémios de seguros.