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Aliás, a partir da alteração introduzida pelo Decreto-Lei n. 407/91, o legislador, prevendo a possibilidade de renovação sucessiva, com encadeamento de contratos de trabalho a termo certo, não se limitou a prever uma duração total máxima específica para os sucessivos contratos de trabalho a termo certo com a nova redacção introduzida no artigo 2, n., mas previu igualmente, no n. 5 do artigo 2, que, atingido esse limite máximo de duraç��o, não poderia ser celebrado novo contrato da mesma natureza e objecto com o mesmo trabalhador antes de decorrido o prazo de seis meses.» Depois, não deixou de considerar-se legítimo presumir que «... o empregador Estado não se orientará exclusivamente por objectivos económicos, e que, por conseguinte, não tenderá a incorrer tão frequentemente na tentação de lançar mão de contratos de trabalho a termo com intuito de defraudar a segurança que geralmente garante aos seus funcionários.