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Basta recordar as, não pouco frequentes, contrariedades informáticas, a necessidade de corrigir, do ponto de vista ortográfico, a peça, para afastar a relação de causa a efeito; ) Relevante, ainda, o facto de não haver evidência de falsidade, desde logo por a data da leitura da sentença e da própria sentença preceder a do respetivo depósito; ) A ponderar, ainda, a natureza não urgente do processo, revelando-se, como tal e em função das férias judiciais no decurso das quais, apenas podem ser praticados os atos urgentes – artigo 10 do CPP que se interpuseram, o lapso temporal que mediou entre a leitura/elaboração da sentença e o respetivo depósito compatível com a sua completude já aquando da leitura.