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Inconformados, os Réus recorrem, formulando as seguintes conclusões: «A- Das provas acima indicadas e reproduzidas agora, nomeadamente, do depoimento prestado pela testemunha indicada e dos documentos juntos aos autos, o facto referido sob o n 10, como provado deve ser dado como não provado, e em conformidade, dado como provado o facto indicado com o n. 2 dos factos dados como não provados; B- Constando da acta n. 35 que a deliberação se refere à aprovação do regulamento de condomínio tal como constante da minuta em causa, e contendo a minuta de forma integral um regulamento de condomínio e seus anexos, não se pode concluir que a deliberação apenas se destinou a alterar parte do regulamento, em especial quando dos autos não consta um outro qualquer regulamento de condomínio, não constando do registo predial a existência ou menção á existência de regulamento de condomínio; - A aprovação do dito regulamento, encerrado na acta n. 35, não foi aprovado pela maioria do capital, não havendo quorum deliberativo da aprovação, o que determina a sua inexistência, equiparada à nulidade e invocável a todo o tempo; - Contudo, e ainda que se concluísse pela validade do referido Regulamento, a deliberação da assembleia de condóminos, confrontada com um caso concreto em que com probabilidade a oposição à execução instaurada teria sucesso, com agravamento de encargos para o condomínio delibera não reclamar tal encargo, não é uma deliberação contrária ao regulamento O regulamento enuncia um princípio, mas não encerra um comando imperativo, e como tal, é passível de, na sua aplicação em concreto, ou seja, na passagem da situação do geral e abstracto, para o facto concreto, ser devidamente conformada com a vontade dos condóminos; E- A deliberação de aceitar um perdão de divida por parte do representante sem poderes da condómina que é credora do condomínio, na medida em que representa a manifestação de vontade a encerrar na declaração contratual de transacção não faz nula ou anulável a deliberação; Mais, não desvincula sequer da declaração negocial o emitente da mesma, como decorre do Art.