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É certo, porém, que como refere a Apelante, não estamos perante questão pacífica, conforme demonstram os Acórdãos proferidos pelo Tribunal da Relação do Porto, em 002008, pelo Tribunal da Relação de Guimarães em 212013, e mais recentemente pelo Tribunal da Relação de Lisboa, mormente no acórdão proferido em 202017, no qual se entendeu que «Considerado recusado o cumprimento do contrato de locação financeira na pendência de insolvência do locatário, pelo silêncio do administrador judicial, e resolvido o contrato pelo locador, não se mostrando apreendido para a massa insolvente o veículo locado, o procedimento cautelar visando a imediata restituição do veículo locado é o meio processual próprio, não sendo de exigir a interposição de acção para separação de bens por apenso à insolvência, nos termos do artigo 146 do CIRE».