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; 2-O sócio a quem tenha sido recusada a informação ou que tenha recebido a informação presumivelmente falsa, incompleta ou não elucidativa pode requerer ao tribunal inquérito á sociedade; 3-O cônjuge do sócio titular de uma participação social não pode ser tido como sócio nas relações com a sociedade e, como tal, não lhe assiste o direito á informação, ao menos quando a solicite antes do processo de inventário, mesmo na pendencia do casamento, antes da instauração da ação de divórcio e até antes da data que, nesta ação, veio alegar como sendo a da separação de facto do casal pedindo que os efeitos do divórcio retroajam a essa mesma.4-O direito à informação é um direito pessoal do sócio, independentemente do tipo de sociedade a que respeita a participação social em que comunguem ambos os cônjuges;5-Recusada, legitimamente, pela sociedade, a informação ao cônjuge não sócio que a solicitara, não tem ele legitimidade ativa para obter por via de inquérito judicial a sindicância daquela recusa; como tal deve ser julgado parte ilegítima, com a consequente absolvição dos RR da instância.” À luz do regime exposto, explicitado nos termos que antecedem, temos de concluir que, pela circunstância da 2 Ré ser sócia da sociedade , Ld, não se comunicou a seu marido a qualidade de sócio.