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Invocou para tanto, em síntese, que: não se verificou a caducidade do direito de acção porque o prazo para a sua instauração se suspendeu durante as férias de Natal, pelo que só terminava a 102012, sendo que a acção foi instaurada em 102012; a violação do princípio da boa-fé, tendo havido omissão do conhecimento deste vício na sentença recorrida; violação  do princípio da audiência prévia e que o acto impugnado padece do vício de violação de lei por erro nos pressupostos de facto e de direito, nomeadamente por violação dos artigos 9, 10e 13 do Decreto-Lei n 73/90, de 00A Ré Caixa Geral de Aposentações, P., contra-alegou, pugnando pela improcedência do presente recurso jurisdicional.O Ministério Público junto deste Tribunal emitiu parecer no qual pugnou pela tempestividade da presente acção, pedindo a revogação da sentença e que se ordene a baixa dos autos para seu prosseguimento.Cumpre, pois, decidir já que nada a tal obsta.- São estas as conclusões das alegações que definem o objecto do presente recurso jurisdicional:  Aceita-se que o conhecimento do ato impugnado pelo autor ocorreu em 01201 Tendo a ação sido instaurada em 10201  As férias de Natal desse ano ocorreram entre 212011 e 002012, ou seja, durante 13 dias.