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n. 3 do artigo 63, conclui-se que a presente alegação, no que concerne à impugnação da matéria de facto, deverá ser rejeitada por este Venerando Tribunal; No que respeita aos pontos, e cuja alteração / aditamento é reclamado pela Recorrente, verifica-se que os mesmos em nada alteram as conclusões vertidas na sentença recorrida, na medida em que a inclusão da referida matéria de facto em nada contraria o percurso cognoscitivo da referida decisão; f) No que concerne ao ponto cuja alteração / aditamento é reclamado pela Recorrente, verifica-se que o mesmo não tem qualquer relevância, uma vez mais, para o caso em análise, porquanto o imposto em discussão no caso em apreço não é o IRC, mas sim o IVA, sendo que independentemente da fixação da matéria coletável para efeitos de IRC, a realidade é que, sendo a Recorrida uma entidade cujo objeto social, no ano de 1999, era o "arrendamento de bens imóveis” cfr.