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4 – A recorrente entende também que o acórdão de que pretende recorrer contraria, relativamente ao decidido no que se refere à compensação pela retirada da viatura, o acórdão proferido por esta Secção em 17 de novembro de 2016, na revista n. 4622/06TTLSB.LS Nas conclusões  a 1 da revista cuja admissão se discute pretende a recorrente que este Tribunal se debruce sobre o segmento da decisão recorrida relativo ao valor da «compensação pela retirada do uso da viatura, em que o Acórdão em apreço considerou que o seu valor deveria equivaler ao custo do leasing suportado pela entidade empregadora para sua aquisição.» Afirma que «o Douto Acórdão em crise se limitou a confirmar a Decisão de primeira instância que condenou a Ré a pagar ao Autor a quantia de 1608,24 €, referente à remuneração em espécie respeitante à retirada da viatura, que o tribunal aceitou equivaler ao custo mensal do leasing despendido com a viatura FACTO 73 e artigos 103 e 104 da petição» e que «o Acórdão em apreço acolheu, sem pestanejar, a Decisão de primeira instância, que se satisfez unicamente com a prova do valor do custo do leasing despendido pela Ré para aquisição da viatura do Autor, dispensando a necessidade da prova do real prejuízo sofrido pelo Autor.» 5 – A sentença proferida no tribunal de  instância integrou um segmento do seguinte teor: «f) A pagar ao autor montante equivalente ao custo de atribuição da viatura automóvel retirada, no valor de € 536,08 quinhentos e trinta e seis euros e oitos cêntimos) por mês, desde 1 de Abril de 2016 até que lhe seja novamente atribuída viatura automóvel pela ré».