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Nestes termos e nos mais de Direito aplicável, deve o presente recurso merecer provimento e ser declarada nula ou quando assim não se entenda ser revogada a sentença recorrida, com a consequente validade na ordem jurídica da liquidação impugnada e demais consequências legais, com o que farão Vossas Excelências, Excelentíssimos Juízes Desembargadores, JUSTIÇA.»   A Recorrida contra-alegou, pugnando pela sua improcedência, com base no seguinte quadro conclusivo: 1- A IRFP, vem recorrer da douta sentença proferida pelo Meritíssimo Juiz a quo do TAF de Castelo Branco, que julgou procedente a impugnação das liquidações de IRC de 1999 e 2000, determinando, a respetiva anulação, por erro quanto à quantificação da matéria tributável com recurso a métodos indiretos, no que se refere à aplicação das portarias que não se reportam, ao critério utilizado preço de construção de habitações a custos, mas sim ao valor real dos fogos para efeitos de aplicação de renda condicionada, o que conduziu a uma excessiva quantificação.