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6)	Todavia, este raciocínio não se nos afigura correto tendo em consideração a prova produzida, desde logo, porque relativamente à fatura n A/17500, entendemos ter ficado demonstrado que a mesma nunca existiu, razão pela qual não foi lançada, nem consta da Conta Corrente da Recorrida, portanto as transferências bancárias não visaram o pagamento da fatura n A/1750 7)	Ainda relativamente a esta matéria divergimos da sentença sob censura por não ter valorizado os pagamentos efetuados pela extinta G. Recorrida, pois, dos documentos carreados para os autos conjugados com os depoimentos prestados em sede de audiência de julgamento facilmente se percebe que a Comissão Liquidatária da G. efetuou um pagamento à Recorrida em 19 de Março de 2014, no montante de € 500, e outro de igual montante em 202014, para pagamento dos valores em débito à Recorrida, os quais foram lançados no diário 31 com os números 3036 e 4027, respetivamente, resultando um saldo final, na conta corrente a 31 de Julho de 2014, a favor da Recorrida de € 919,5 8)	Sendo precisamente esse mesmo o montante expresso na Carta datada de 6 de Dezembro de 2014, subscrita pelo Presidente do Conselho de Administração Comissão Liquidatária), documento junto pela própria Recorrida que, em momento algum, contestou o valor ali inscrito e o Tribunal a quo considerou provado, cfr.