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3Em boa verdade, a decisão proferida pela Mm Juíza do Tribunal Tributário de Lisboa, em 200030, sufragou as correcções efectuadas pela Administração Tributária a saber: a) Acréscimo de € 2865,29, de provisões para outros créditos de cobrança duvidosa por considerar que os elementos apresentados pela Recorrente não provam que a provisão foi calculada de acordo com o n4 do Aviso n3/95, do Banco de Portugal; b) Acréscimo de € 35034,96, de provisões para crédito vencido, por considerar que os valores que serviram de base de cálculo da provisão não são créditos concedidos; ) Acréscimo de € 2724,28, de provisões para riscos gerais de crédito, por entender que os valores considerados na constituição da provisão, não tem enquadramento na provisão estabelecida no disposto no n6 do Aviso n3/95, do Banco de Portugal; ) Acréscimo de € 107,93, correspondente a 20% dos encargos com viaturas ligeiras de passageiros, considerando que não foi produzida prova que os valores em causa se relacionam efectivamente com parqueamento para clientes, aparcamento de viaturas apreendidas ou retomadas e outros serviços; e) Tributação autónoma no valor de €33419, relativa a despesas não devidamente documentadas.