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E mais adiante agora já no tocante à patenteada falta de notificação da mandatária da mandatária do trabalhador para a inquirição de testemunhas: ") Sobre tal matéria, já o Pleno da Secção do Contencioso Administrativo do Supremo Tribunal Administrativo, no Acórdão de 17 de Outubro de 2006, referia que "Tendo em atenção o disposto no artigo 32, n.s 3 e 10 e artigo 18 da Constituição, constitui omissão de formalidade essencial a uma defesa adequada, a falta de notificação do Advogado constituído pelo arguido para poder estar presente à inquirição de testemunhas arroladas na resposta, a qual integra a nulidade insuprível prevista na segunda parte do n. 1 do artigo 4 do Estatuto Disciplinar aprovado pelo n. 24/84, de 16 de Janeiro.”  Também no Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo de 18 de Junho de 2008 se diz que, " tendo em atenção o disposto no artigo 32, n.s 3 e 10 e artigo 18 da Constituição, constitui omissão de formalidade essencial a uma defesa adequada, a falta de notificação do Advogado constituído pelo arguido para poder estar presente à inquirição de testemunhas arroladas na resposta, a qual integra a nulidade insuprível prevista na segunda parte do n. 1 do artigo 4 do Estatuto Disciplinar aprovado pelo n. 24/84, de 16 de Janeiro.” Nesta linha de orientação, que julgamos ser hoje uniformemente acolhida, é inquestionável que falta de notificação do mandatário da data de inquirição de testemunhas arroladas pela defesa constitui a omissão de diligência essencial para a descoberta da verdade.”  Também o mais hodierno Acórdão do Tribunal Central Administrativo Norte, de 23 de Março de 2012, tirado no processo 00290/03BEPNF, lapidarmente refere que "Deve ser notificado da inquirição das testemunhas, arroladas após a acusação, com vista a poder estar presente a essa diligência, o mandatário do arguido, em processo disciplinar, de molde a poder ser assegurado, em plenitude, o direito de defesa e princípio do contraditório.”  No que é acompanhado pelo Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul de 30 de Julho de 2013, que postula que "Em processo disciplinar constituem omissão de formalidade essencial, geradora de nulidade insuprível, a falta de notificação do advogado para inquirição de testemunhas arroladas na resposta”.