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p. 5 a, sob o título «Quanto à apreciação da motivação do julgamento da matéria de facto pelo Tribunal ”a quo”» que correspondente, grosso modo, às conclusões 1 a 28, alega, em súmula apertada, que "resulta a contrario que a Arguida, por diversas vezes, quis aquela realidade, a de realizar o negócio” os contratos de, assim contrariando expressamente os factos provados que consideram que a arguida não teria intenção de arrendar os imóveis; além disto, alega que todos os contratos de arrendamento e os recibos foram comunicados à Autoridade Tributária, pelo que "se o propósito da Arguida fosse à partida receber apenas as cauções e rendas, seria obviamente mais fácil, não ter assinado os contratos ou emitido os recibos através da plataforma da Autoridade Tributária./ Ao registar os contratos assim como o recebimento daquelas verbas a Recorrente bem sabia de que não se podia "descartar” das correlativas obrigações de proporcionar o alojamento e/ou devolver as verbas recebidas” cf.