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Inconformada com o assim decidido, a Ré interpôs recurso de Apelação, no âmbito do qual formulou as seguintes conclusões:  –  O despacho recorrido indefere o requerimento de junção aos autos de um documento - certidão notarial – comprovativa da realização de um telefonema da R. para o A. havido em 12/6/2017 como referido nos art.s 21 e 22 da PI e foi apresentado na sequência do requerido na acta da sessão de julgamento de 10 de Maio de 2019, da posição tomada pelo autor e do douto despacho que determinou que perante o consentimento do autor estavam afastadas as questões de sigilo de comunicações;  – Ademais, o A. perante o requerido pela R. que incluía a reprodução e audição do telefonema na audiência, não invocou qualquer circunstância atinente ao telefonema, nem oposição à divulgação do seu conteúdo, tão só pugnando pelo indeferimento por alegada impertinência e intempestividade;  –  O que não pode deixar de ser interpretado como não oposição à divulgação do teor do telefonema;  –  Em matéria probatória vive-se hoje um regime amplo de plena liberdade dos meios de prova em que as regras processuais relativas à instrução da causa não são restritivas, mas no sentido da livre admissibilidade dos meios de prova;  – A junção aos autos do documento mandado desentranhar é admissível atento o disposto no arts.