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O juízo de probabilidade ou verosimilhança ínsito na providência cautelar terá de se reportar a um crédito já constituído, actual, e não a um crédito futuro, hipotético ou eventual; ainda que em sede de providência cautelar de arresto seja suficiente concluir pela probabilidade séria da existência do crédito que o requerente se arroga, esse crédito tem de ser actual, reportado ao momento em que é instaurada a providência, e não um crédito futuro, ainda que de séria probabilidade neste sentido os Acórdãos: da Relação de Évora de 20/08/2010, Processo n. 918/05TBLGS-A.E1, Relatora Desembargadora Isoleta Costa; da Relação de Guimarães de 27/10/2014, Processo n. 543/00TBPTL-G.G1, Relatora Desembargadora Manuela Fialho, e de 18/06/2020, Processo n. 464/19T8VRL.G1, Relator Desembargador 	José Alberto Moreira Dias; da Relação de Coimbra de 22/10/2019, Processo n. 743/12T8CNT-A.C1, Relatora Desembargadora Maria Teresa Albuquerque e da Relação de Lisboa de 08/01/2019, Processo n. 12428/15T8LSB.L1-7, Relator Desembargador José Capacete; todos disponíveis em www.dgsi.pt).