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– Os artigos 39 e 39 do Código de Processo Civil não dispõem que o crédito invocado pela Requerente da Providência Cautelar de Arresto tenha de ser certo líquido e exigível, bastando somente que se prove indiciariamente a sua existência Vide o Acórdão do Tribunal da Relação de Évora, Processo n. 57/12T80RM.E1, de 19/05/201 Tendo sido decretado o divórcio e existindo uma contabilidade "falseada", justificadora da acção principal em que existem dados remunerações e que, embora contabilizados, não foram, de facto, entregues, então, não se vê, a não ser por erro de julgamento de facto e errónea interpretação do artigo 39, n. 1, do NCPC 2013, é que aqui, se pode justificar o indeferimento.