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1  - Em suma, o ora recorrente considera ter alegado factos reveladores do "poder de facto” por ele exercido sobre a mencionada fração autónoma, ininterruptamente desde 1990 até à presente data, ou seja, dos dois elementos que integram a posse: o corpus, o seu elemento material, e o animus, consistente na intenção de exercer sobre a coisa como seu titular, o direito real correspondente àquele domínio de facto”, conforme, por unanimidade, se escreveu no douto Acórdão da Tribunal da Relação de Lisboa, de 19-05-2009, proferido no processo n 1816/00TBFUN.L1-1, de que foi relator o Exm Senhor Juiz Desembargador Rosário Gonçalves in www.dgsi.pt).