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- O Tribunal a quo quanto ao facto constante da alínea da matéria de facto dada como não provada considerou o seguinte: que o embargante/executado não autorizasse o preenchimento da letra oferecida à execução, nomeadamente, a identificação do sacador, número de contribuinte do sacador, local de pagamento, identificação e número de contribuinte do sacado, data de emissão, data de vencimento e respetivo valor;” - Por uma questão de economia processual, dá aqui por integralmente reproduzido o supra referido a propósito do incorretamente dado como provado ponto 14 da matéria de facto dada como provada, pelo que o Tribunal a quo fez uma incorreta apreciação o identificado facto pela alínea da matéria de facto dada como não provada, devendo a mesma resultar como provada.