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– Consequentemente impõe-se ordenar a baixa do processo para que se elabore nova sentença onde se efetue o juízo de prognose de razoabilidade acerca da satisfação da condição legal por parte do condenado, tendo em conta a sua concreta situação económica, presente e futura, nos termos do n 2 do artigo 51 do CP e conforme AFJ do STJ n 8/2012, decidindo-se em conformidade com tal ponderação.» Terminou o arguido o seu recurso pedindo que, reconhecida a nulidade decorrente da omissão de pronúncia, seja ordenada a baixa do processo novamente à 1 instância para que se elabore nova sentença onde se efetue o juízo de prognose de razoabilidade acerca da satisfação da condição legal por parte do condenado, tendo em conta a sua concreta situação económica, presente e futura, nos termos do n 2 do artigo 51 do Código Penal e conforme AFJ do STJ n 8/2012, decidindo-se em conformidade com tal ponderação.Em 1 instância, respondeu o Ministério Público a este recurso, sintetizando as suas contra - alegações nos seguintes termos: «1- A pena aplicada ao arguido, é a adequada atendendo à culpa deste, às exigências de prevenção geral e especial, que se verificam no presente caso.