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O Acórdão do STJ, proferido em 16-12-202011, numa situação com contornos muito semelhantes aos do caso sub judice, deixou muito claro, como inscreveu no ponto do respetivo sumário, que o PERSI «) não se basta com o cumprimento formal, pela instituição de crédito, do dever de integração do cliente bancário no procedimento, sendo-lhe exigida a observância de deveres específicos e a realização de diligências concretas.» Lendo-se, ainda, no corpo do referido aresto que, independentemente, da causa de extinção do PERSI, a comunicação da extinção sempre teria de ocorrer nos termos do artigo 1, n. 3, do Decreto-Lei n. 227/2012 e do artigo  do Aviso do BdP ex  do artigo 1, n. 5, do diploma, para que ela produzisse efeitos e, nomeadamente, para que a entidade bancária pudesse resolver o contrato de crédito com fundamento em incumprimento e intentar ações judiciais em vista da satisfação do seu crédito artigos 1, n. 4, e 1, n.s 1, alíneas e do citado Decreto-Lei), acrescentando, ainda, que a prova do cumprimento dos deveres supra citados recaí sobre a exequente  que pretenda valer-se da extinção do PERSI para resolver o contrato de crédito e executar o património do devedor.