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1362, em cujo campo de aplicação se não incluem as frestas,9 embora haja quem possa perfilhar de opinião divergente.10 	No caso dos autos não há dúvida que em face dos factos dados como assentes e como foi reconhecido pelo Julgador a quo, estamos perante uma fresta irregular, insuscetível, de permitir a devassa da privacidade de prédio vizinho, uma vez que embora permita olhar para ele, não deita diretamente sobre ele, não existindo parapeito onde haja possibilidade de qualquer pessoa se apoiar ou debruçar, não permitindo, por isso o devassamento donde não pode ser considerada janelas para fundamentarem a aquisição de servidão de vistas por usucapião, podendo, por isso ser tapada pelo réu com a construção da estrutura de blocos de vidro fosco, até porque nem se provou que a construção levada a cabo pelo réu tivesse apenas por finalidade prejudicar os autores, não tendo qualquer utilidade para ele.11 	Nestes termos, é nossa convicção que não é de acompanhar a decisão impugnada que deu razão aos autores, na qual se defende que existindo uma servidão mesmo que não seja servidão de vistas o réu não pode levantar a sua parede estrutura de blocos de vidro a menos de metro e meio de distância por forma a eliminar tal abertura.