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Insurge-se a apelante contra o decidido, invocando: - o tribunal recorrido fez uma interpretação incorreta da lei ao considerar, embora sem o referir expressamente, que a 102013 estaria vencida a totalidade da dívida, e que o prazo prescricional sobre esta deveria ser contado a partir de tal data; - olvidou que as partes regularam, nos termos da cláusula 21 do contrato os casos em que a mutuante "poderia” considerar antecipadamente vencida e exigir o pagamento da totalidade da dívida, afastando expressamente o vencimento antecipado da dívida de modo automático com o não pagamento de uma só prestação, sendo certo que a apelante invocou expressamente na contestação ter comunicado em 202016 ao Recorrido que considerava vencida antecipadamente a dívida nos termos daquela cláusula; - sendo a data relevante para efeito de interrupção de prescrição 002018, por via do disposto no n 2 do art.