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1 da P.;  – não tendo sido indicada prova, não poderia o Tribunal sobrepor-se à parte, conhecendo questões que não fossem sujeitas a sua apreciação;  – se as próprias recorridas não impugnaram o contrato de arrendamento – pois que efetivamente se trata do contrato de arrendamento em causa nos autos – como o Tribunal poderá ultrapassar-se à parte;  – em Audiência de Julgamento juntou a Ré os recibos de renda, emitidos a favor do arrendatário , relativos, ao locado;  – tais recibos – também não impugnados pelas Autoras – demonstram que a morada do locado corresponde à que consta do contrato de arrendamento e que os recibos são emitidos em nome de , precisamente a pessoa que figurava como arrendatária, à data da celebração do contrato;  – as recorridas Autoras apenas se limitaram a dar entrada de uma petição inicial desacompanhada totalmente de qualquer elemento de prova;  – seria, por isso, no modesto entendimento da Recorrente, uma ação que teria de improceder, desde logo por manifesta falta de pressupostos processuais e por manifesta falta de prova;  – não podendo, obviamente, o Tribunal se substituir à parte, devendo atender apenas às provas que lhe é lícito conhecer, designadamente as dadas como assentes, por não impugnadas, pelas recorridas, como sejam o contrato de arrendamento, a certidão comercial da recorrente, os recibos de renda e as fotos do locado em que demonstram que o mesmo vem sendo usado;  – devendo, por isso, ser revogada a Sentença aqui em causa e proferido Acórdão que absolva a recorrente, pois que a Douta Sentença recorrida violou o disposto nos arts.