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do comércio por grosso outros prod.” facto que se extrai do RIT e não;  BBB)	Desde 23 de janeiro de 2002, G., encontrava-se inscrito para o exercício da atividade de "construção de edifícios residenciais e não residenciais”, a que corresponde o CAE 41200 facto que se extrai do RIT e não;  )	Em 07 de outubro de 2010, a sociedade "F. UNIPESSOAL, LDA” declarou início de atividade de "silvicultura e outras actividades florestais” facto que se extrai do RIT e não; )	Em 13 de dezembro de 2013, foi efetuada a cessação oficiosa, para efeitos de IRC e IVA, da sociedade "F. UNIPESSOAL, LDA” facto que se extrai do RIT e não;»  Quanto a factos não provados, na sentença exarou-se o seguinte:  «Nada mais foi provado com interesse para a decisão em causa, atenta a causa de pedir, designadamente, não está provado, com relevo para a decisão de mérito, que:  1 - A. tenha fornecido à Impugnante as pinhas a que respeitam as faturas referidas em e;  2 - S. F. , tenha fornecido à Impugnante as pinhas a que respeitam as faturas referidas em;  3 - G., tenha fornecido à Impugnante as pinhas a que respeitam as faturas referidas em;  4 - A empresa "F. UNIPESSOAL, LDA” tenha fornecido à Impugnante as pinhas a que respeitam as faturas referidas em;  5 - Os cheques descritos em a consubstanciem pagamentos das faturas referidas em a;»   E quanto à motivação da decisão de facto, consignou-se:  «A convicção do Tribunal relativamente à matéria de facto dada como provada e não provada, resulta da análise dos documentos constantes dos autos e do processo administrativo apenso a estes, que não foram impugnados, assim como nos factos alegados pelas partes, corroborados pelos documentos juntos, conforme discriminado nas várias alíneas do probatório e ainda no depoimento das testemunhas, conforme infra se demonstra.