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O acórdão da Relação de Lisboa de 002020, proferido no processo n2747/04TBOER-L1-7, relatado por Luís Filipe Pires de Sousa, e supra citado, defendeu também:  «Nos termos do Artigo 327, n1, do Código Civil, «Se a interrupção resultar da citação, notificação ou ato equiparado, ou de compromisso arbitral, o novo prazo de prescrição não começa a correr enquanto não passar em julgado a decisão que puser termo ao processo.» Resulta deste preceito que, uma vez interrompida a prescrição, nada releva o facto de, no seguimento dos autos, o exequente – por hipótese – haver descurado ulteriormente a realização da citação cf.