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Mas é também incompreensível a conclusão que o Tribunal a quo extraiu dos argumentos que o próprio citou: "Nestas circunstâncias, quaisquer actos que visem, não apenas o uso para inumação, mas também a modificação exterior das sepulturas concessionadas bem assim como trasladação, isto é, o transporte de cadáver inumado em jazigo ou de ossadas para local diferente daquele em que se encontram, a fim de serem de novo inumados, cremados ou colocados em ossário; art 2, alínea do 411/98, de 30/12) carece do consentimento de todos eles, uma vez que os herdeiros são co-titulares da concessão, nenhum deles detendo a exclusividade do seu exercício.