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2, al., do n. 15/93, de 22/0  Alega o Ministério Público que da conjugação dos factos dados como provados, e especialmente o ter o Tribunal a quo dado como provado que os arguidos AA, BB, , , GG, JJ, EE, FF, HH e pertenciam a um grupo que se dedicava, de forma organizada, à venda direta e reiterada de produtos estupefacientes aos consumidores, então, como corolário lógico disso mesmo, deveria ter sido dado como provado que os mesmos arguidos "atuaram também com a consciência de que participavam num grupo que se dedicava à venda direta e reiterada de estupefacientes a consumidores.”  Concluindo que os arguidos devem ser condenados pela prática de um crime de tráfico de estupefacientes agravado, p. e p. pelos artigos 2, n. 1 e 2 al., do Decreto-Lei n. 15/93, de 22 de janeiro, com referência às Tabelas -A, -B, -, -A e -B e não com fundamento na prática do crime de tráfico previsto no art.�� 2, também por referência às Tabelas -A, -B, -, -A e -B do mesmo Diploma Legal.  )