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MICAELA DA SILVA se concluiu que a falta de integração no PERSI, verificados que estejam os respetivos pressupostos, impede que a instituição de crédito intente acção judicial com vista à satisfação do seu crédito, porque antes de o poder fazer tem de cumprir aquela obrigação que lhe é imposta, no sentido de tentar extrajudicialmente a regularização do incumprimento, ou seja, aquela integração surge como uma condição prévia ao accionamento judicial: "A preterição de sujeição do devedor ao Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento, por parte da instituição de crédito credora, traduz-se no incumprimento de norma imperativa e que, em termos adjectivos, consiste numa condição objectiva de procedibilidade da pretensão, que deve regulada, com as adaptações que se revelem necessárias pelo regime jurídico das excepções dilatórias.. A preterição de sujeição do devedor ao PERSI é de conhecimento oficioso” em semelhante sentido, os acórdãos da Relação de Coimbra de 15-12-2020, P 6971/13T8CBR-A/B.C1, rel.