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- Um outro jogador, de identidade não concretamente identificada, envolveu-se também em conflito verbal com os espectadores, tendo inclusivamente sido instaurado processo de contraordenação, o qual corre termos sob o n de processo 223/DJA/2016-157/CO; 1 - O arguido sabia de antemão que se tratava de um espectáculo desportivo com algum fervor, uma vez que o resultado do jogo era decisivo para a equipa adversária subir de divisão; 1 - Assim, ao arguido exigia-se uma atitude séria e de auto-responsabilidade, de uma conduta socialmente adequada ao respeito pelo outro e em última instância a não praticar ilícitos contra-ordenacionais, desde logo para a sua segurança e para a de todos quanto nesses espaços se encontravam, o que manifestamente não fez; 1 - O arguido actuou com conhecimento da sua condição de agente desportivo, bem sabendo que a sua conduta era ilícita e, ainda assim, não obviou às consequências da mesma, conformando-se com a situação de ao proferir o referido insulto, dirigido para os espectadores, potenciava um clima de animosidade e hostilidade, gerador de violência, o que é contrário aos princípios éticos inerentes à prática desportiva; 1 - O campo de futebol e a bancada são separados única e exclusivamente por um muro com altura aproximada de 1,20 ; 1 - O recorrente não possui antecedentes criminais, nem registo da anterior prática de infracção disciplinar e/ou contra-ordenacional; 1 - O recorrente dedica-se à prática desportiva sem qualquer vínculo profissional, auferindo cerca de € 400,00 em prémios de jogo; 1 - Exerce a actividade profissional de chefe de equipa de telecomunicações, auferindo o equivalente ao salário mínimo nacional; 1 - Possui o 12 ano de escolaridade; Considerou não provados os seguintes factos transcrição):  "1 - Que nas circunstâncias espácio-temporais referidas nos pontos e da matéria assente, um dos adeptos presentes tivesse dito directamente ao recorrente: "Filho da Puta!