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TER DADO COMO PROVADA, NA SUA TOTALIDADE, A FACTUALIDADE TRANSCRITA NA ALÍNEA DAS PRESENTES CONCLUSÕES; ) - AO NÃO DECIDIR DE TAL MANEIRA, O TRIBUNAL RECORRIDO, NÃO PONDEROU DEVIDAMENTE TODOS OS SUPRA MENCIONADOS ELEMENTOS DE PROVA CONSTANTES DO PROCESSO, PELO QUE DEVE SER ALTERADA EM CONFORMIDADE A RESPOSTA AOS REFERIDOS PONTOS DE FACTO, NOS TERMOS DO N 1 DO ART 662; E) - SEM PRESCINDIR DA ALTERAÇÃO À MATÉRIA DE FACTO QUE SUPRA SE CUIDOU DE ALEGAR, ENTENDE A RECORRENTE QUE O QUANTUM INDEMNIZATÓRIO ATRIBUÍDO AO MESMO DEVERÁ SER DE MONTANTE SUPERIOR AO FIXADO PELO TRIBUNAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA; F) - O QUANTUM INDEMNIZATÓRIO A DETERMINAR PELA SENTENÇA EM CRISE, NÃO CORRESPONDE EFECTIVAMENTE APENAS À PERDA DO RENDIMENTO SOCIAL; G) - COM EFEITO, E PARA CÁLCULO DA INDEMNIZAÇÃO DEVERÁ CONSIDERAR-SE RELEVANTE À LUZ DO INSTITUTO DA PERDA DE CHANCE, COM A COMPENSAÇÃO PELOS DANOS SOCIAIS DO A., DE TODAS AS DESPESAS E CONSTRANGIMENTOS, EM MATÉRIA DE DESPESAS CORRENTES DE RENDAS, CONTRATOS DE ÁGUA E LUZ, O REBOQUE DO AUTOMÓVEL, OS IMPOSTOS POR PAGAR, A NÃO IDA PARA O ESTRANGEIRO TRABALHAR E TODOS OS LUCROS CESSANTES DO A.; H) - NÃO OBSTANTE TUDO QUE SUPRA SE EXPÔS, A QUANTIFICAÇÃO DADA POR SENTENÇA DO TRIBUNAL A QUO FOI CLARAMENTE DESPROPORCIONAL, POR DEFEITO, ATENDENDO AOS FACTOS DADOS COMO PROVADOS - UMA VEZ QUE A GRAVIDADE DA SITUAÇÃO IMPLICOU UMA CLARA ALTERAÇÃO EMOCIONAL AO A.; ) - DEVERÁ DE TAL MODO, E ATENDENDO À CONCRETA ATITUDE DA RECORRIDA, À REPROVAÇÃO QUE A MESMA MERECE, E À GRAVIDADE DAS CONSEQUÊNCIA DA MESMA NA PESSOA DO RECORRENTE, SER FIXADO A ESTE MONTANTE INDEMNIZATÓRIO NUNCA INFERIOR AO PETICIONADO EM SEDE DE PEDIDO FORMULADO NA PETIÇÃO INICIAL; J) - DEVENDO, CONSEQUENTEMENTE, SER ALTERADO EM CONFORMIDADE O QUANTUM DA CONDENAÇÃO DO RECORRIDO”.Notificada da interposição do recurso jurisdicional, o Recorrido nãoproduziu contra-alegações.O Tribunal a quo proferiu despacho de admissão do recurso, fixando os seus efeitos e o modo de subida.O/A Dignoa Magistradoa do Ministério Público junto deste Tribunal Superior silenciou quanto ao propósito a que se alude no n.1 do artigo 146 do P.T.A..Com dispensa de vistos prévios, cumpre, pois, apreciar e decidir, já que nada a tal obsta.