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sublinhado Se a versão apresentada pela R., relativa a quem tinha em seu poder o dinheiro utilizado para pagamento do preço o irmão e a, se mostra pouco credível, certo é que incumbia ao A. o ónus de prova dos factos relativos à divergência entre a vontade declarada e a real, sendo a prova por si produzida manifestamente insuficiente para tal.” - Seguindo sempre a mesma linha de raciocínio, pautada na observância das regras sobre a repartição do ónus da prova, exarou a Meritíssima Juiz: "Pelas razões que supra se elencaram na matéria de facto provada, não logrou o A. demonstrar que a declaração expressa pelo pai no negócio jurídico celebrado com a R. não correspondia à sua vontade real, pelo que a acção tem de ser julgada improcedente.” - Nada a apontar à Douta Sentença assim produzida que, sem rodeios ou artifícios, se limitou a aplicar o preceito básico e definidor do ónus da prova, tal como patenteado no artigo 34 do Código Civil: " Àquele que invocar um direito cabe fazer a prova dos factos constitutivos do direito alegado.