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17 do CPTA que "o tribunal ordena as diligências instrutórias que considere necessárias”, quis o legislador deixar bem claro que é ao julgador que compete aferir da relevância da factualidade alegada perante as várias soluções plausíveis para as questões de direito colocadas, assistindo-lhe o poder de dispensar essa prova, no caso de concluir que ela é manifestamente impertinente, inútil ou desnecessária; sem impor diligências probatórias, a lei deixa ao critério do julgador a tarefa de aferir da sua necessidade, na medida em que é "inútil assentar factos, bem como provar factos sem relevo para a boa decisão da causa que se possam mostrar controvertidos”.1) 	A factualidade invocada pelo Recorrente como sendo matéria que, alegadamente, carece de prova, não releva para a questão em discussão no presente pleito, designadamente, não relevam para a questão de saber se existe ou não existe causa legítima de inexecução do julgado anulatório, a prova do alegado pelo Exequente nos artigos  a 1 e 1 a 1 da petição de execução, e artigos 1 a 2 e 2 a 2 da réplica, tal como, saber se caso não tivesse sido praticado o acto anulado, o exequente teria sido provido no lugar de Professor Associado e não teria requerido a aposentação, saber se ocorreu, por parte da Executada, a alegada violação do princípio da igualdade por alegado modo distinto de tratamento de situações similares, saber se a exclusão do concurso foi causa de danos morais e patrimoniais alegadamente sofridos pelo Exequente.