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Como resulta do facto não amarrava-se e desamarrava-se a pontos fixos à medida que avançava nos trabalhos da cobertura, ou seja, sempre que tinha de se desamarrar e amarrar havia um período de tempo, considerando até que tinha de procurar um ponto de ancoragem, em que se encontrava desprotegido, verificando-se nesses espaços de tempo um real perigo de queda em altura recorde-se que do solo à cumeeira o pavilhão tinha uma altura de 7,0 Ou seja, ocorrendo um desequilíbrio, caso o sinistrado tivesse de pisar uma das placas a remover, a queda seria inevitável considerando que o equipamento de protecção individual não estava preso a qualquer parte sólida da estrutura.