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Dito isto, prosseguimos Na situação que nos ocupa damos conta que a discordância da apelante com o decidido na sentença recorrida se fundamenta no facto de não ter sido relevado na apreciação factual, as circunstâncias em que foi elaborado o contrato de promessa de transmissão de ações celebrado em 23/08/2007 nomeadamente que: com a celebração do referido contrato foi pago pela adquirente 80% do preço no contrato-promessa ficou estabelecido que seria a sociedade .. promitente compradora das ações detidas pelo a indicar pessoas para exercido dos direitos e faculdades dos acionistas transmitentes, essa indicação ficaria, ainda, a suas próprias expensas da sociedade ..), em, 22/10/2007, foi inscrito Vogal do Conselho de Administração da .., .. que é simultaneamente Administrador único da ... - conclusões  a 1) Da conclusão 1, retira-se que a recorrente pretende demonstrar que: "o recorrido deixou de ter qualquer domínio sobre as ações e os respetivos direitos desde a assinatura do contrato promessa.” Concluindo diz que a sentença não valorou devidamente os factos relevantes, incorrendo em erro de julgamento por não os subsumir à presunção contida na norma do artigo 10 n. 3 alínea do CIRS.