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Daí o entendimento então tendencialmente uniforme das instâncias superioresCf., entre outros, Acórdãos do STJ, 002010, processo n 1159/03TBACB.C1, 012009, 212008, Acórdãos da Relação de Lisboa, 102007, 102009, Acórdãos da Relação do Porto, 202007, 112009, 002009, 212008, 212007, todos in www.dgsi.pt., de que não sendo de exigir às partes que procedessem ao controlo da qualidade da gravação no próprio acto ou nos dez dias a ele subsequentes, o prazo para arguir o vício decorrente da deficiência da gravação alargava-se até ao termo do prazo para apresentação das alegações de recurso em que, com a impugnação da matéria de facto, e com a necessidade de proceder à respectiva motivação, a parte recorrente se podia aperceber das anomalias que pudessem afectar o registo da prova.