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Pelo exposto e com base nas normas supra citadas, julgo procedente a excepção dilatória de falta de personalidade e capacidade judiciária e consequentemente absolvo a Fundação da instância, nos termos do disposto no artigo 57, n. , artigo 57, alínea, artigo 57 e artigo 27, n. 1, alínea, todos do Código de Processo Civil.»   O autor não se conformou com tal decisão, pelo que dela interpôs o presente recurso, concluindo assim as respetivas alegações: «– Estando, numa fundação ainda não reconhecida, expresso o elemento intencional vontade de constituição da fundação) e existindo a dotação património a ela configura-se uma fundação de facto que apenas não constitui uma pessoa colectiva jurídica por falta da outorga do reconhecimento.