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7 Vejamos que o Recorrente peticionou junto do Tribunal quantias a título de diuturnidades, subsidio de refeição, abono para falhas, isenção de horário de trabalho e ainda férias e formação profissional,  8 No entanto o Tribunal a quo considerou que a quantia peticionada a titulo de abono para falhas não é devida, nem o  subsidio de alimentação relativo ao mês de Dezembro de 2018, nem o montante peticionado a título de abono para falhas, determinando ser parcialmente procedente o pedido relativo à isenção de horário de trabalho, bem como os proporcionais de férias e de subsidio de férias o Tribunal a quo entendeu ser devido o valor de 645,50€, isto é, sem englobar os valores devidos a título de diuturnidades.