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2 No dia 12018, o Executado juntou aos autos procuração forense e deduziu o incidente da nulidade da citação, pedindo que: «a) Deve ser declarada a nulidade de todo o processo posterior à interposição do Requerimento Executivo em 2006, ordenando-se a citação pessoal do Executado e ora Requerente para deduzir Oposição/Embargos, com efeito suspensivo automático, desde logo para se exigir o estrito cumprimento da escritura de mútuo com hipoteca que vincula a Exequente num montante máximo a exigir ao abrigo do contrato, com eliminação dos juros ilegais e abusivos; com as consequências da inexistência da interpelação abominatória; etc; b) Mais se requer a imediata anulação da venda/adjudicação, caso tenha sido efetuada, do andar em causa uma vez que tal transmissão não poderia efetivar-se sem que nos autos ficasse demonstrado sem sombra de dúvidas que o Executado tinha sido regularmente citado, com a advertência que era obrigatória a constituição de Advogado e de que dispunha do prazo de 20 dias para, querendo, apresentar a competente Oposição/Penhora, impugnar a penhora e tal como resulta dos autos tal nunca foi observado o que inquina nulidade todo o processado, a nada obstante o facto de já terem decorrido alguns anos uma vez que a responsabilidade é exclusiva da Exequente que indicou a Agente de Execução a qual não podia deixar de estar ciente dessa obrigatoriedade de citar bem como da proibição de entrega do produto da venda enquanto o presente processo executivo, ou melhor, a sentença que viesse por termo ao mesmo não tivesse transitado em julgado.