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Nessa medida, tem-se entendido que nos casos em que é inviável o recurso ao CITIUS ainda é possível a utilização do correio electrónico como forma de apresentação de actos processuais, nos termos preconizados pela Portaria n. 642/2004 Daqui decorre que o correio electrónico constitui ainda uma forma admissível de prática de actos processuais em todos aqueles processos ou fases processuais excluídos do âmbito de aplicação da Portaria n. 280/201 Todavia, os termos em que essa forma de apresentação a juízo de actos processuais se efectiva e os efeitos processuais consequentes dependem do cumprimento das disposições relevantes da Portaria n. 642/200 Assim, «a mensagem de correio electrónico remetida por mandatário forense deve conter necessariamente a aposição da assinatura electrónica do respectivo signatário» art.