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O art 33 n 4 da lei da Televisão dispõe que "4 - Sem prejuízo de acordo para utilização diversa, os extractos a que se referem os n.os 1 e 3 devem: a) Limitar-se à duração estritamente indispensável à percepção do conteúdo essencial dos acontecimentos em questão, tendo em conta a natureza dos eventos, desde que não exceda noventa segundos; b) Ser difundidos exclusivamente em programas regulares de natureza informativa geral; ) Ser difundidos nas 36 horas subsequentes à cessação do evento, salvo quando a sua posterior inclusão em relatos de outros acontecimentos de actualidade for justificada pelo fim de informação prosseguido; ) Identificar a fonte das imagens caso sejam difundidas a partir do sinal emitido pelo titular do exclusivo.” Assim, é bom de ver que o que a recorrente alega é que foi dado como assente que a mesma excedeu os 90 segundos na emissão de imagens de terceiro, difundiu-as para além das 36 horas subsequentes à cessação do evento e sem identificar a fonte mas que o fez sem os fundamentar devidamente.