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Desta sentença recorreu novamente a autora, apresentando alegações de recurso que sumariou nas seguintes conclusões:  Olhando a PI, e comparando com a sentença, verifica-se que a sentença não se pronuncia pelo menos sobre: "Violação da jurisprudência europeia pelo acórdão do Tribunal Constitucional, jurisprudência nacional e decisão e acórdão adoptados no processo da autora no Tribunal do trabalho e Relação.”  E não se pronuncia também sobre "A decisão dos tribunais nacionais violou a Carta dos Direitos Fundamentais na União Europeia, nomeadamente os artigos seguintes...”  Logo, a sentença é nula, por omissão de pronúncia, nos termos do artigo 615, n 1, alínea do CPC.