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Fica prejudicado o conhecimento das outras questões.” É contra este decisório que a impugnante se insurge invocando que a sentença é nula por omissão de pronúncia, uma vez que não conheceu dos vícios que lhe vêm assacados e que identifica da seguinte forma: falta de fundamentação da decisão de aplicação de métodos indiretos; falta de fundamentação dos critérios e cálculos dos valores corrigidos com recurso a métodos indiretos; falta de fundamentação da liquidação de juros compensatórios; errónea sintetização das correções efetuadas; falta de fundamentação da própria inspeção e do critério de seleção do contribuinte, além de também chamar à colação o erro de julgamento por errónea interpretação e aplicação dos artigos 7, 8, 9 e 9 do Regime Complementar do Procedimento de Inspeção Tributária e Aduaneira, os artigos 15 a 15 do CPA, os artigos 1 e 11, n. 1, a contrario, do CPPT, o artigo 61, n. 1, al.