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O Recorrente terminou as suas alegações de recurso, formulando as seguintes e doutas conclusões: « - Pelo elenco de fundamentos acima descritos, infere-se que a douta sentença a quo, julgou procedente a impugnação à margem referenciada com as consequências aí sufragadas, considerando como adquirente dos serviços em causa a empresa "A...” e não .., aplicando-se a regra da inversão do sujeito passivo, introduzida no CIVA, pelo Decreto-Lei n. 21/2007, de 28/01, pelo que, a liquidação do imposto devido passa a ser responsabilidade do adquirente do serviço e não do fornecedor, não podendo, assim, a Impugnante ser responsabilizada pelo IVA em falta.