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G Decorrendo que,  − Atendendo a que o Juízo Central Cível de Guimarães – Juiz 1 - Processo 1365/10T8PVZ já julgou uma Providência Cautelar de natureza igual – caso julgado material e formal; − Atendendo a que as provas documentais sobre os direitos da recorrente sobre os valores que veio peticionar nesta Providência Cautelar estão certificadas por meio judicial, tributário e jurisprudencial; − Atendendo a que o objeto da Providência Cautelar não se concatena com qualquer prestação de contas de cabecelato contra o cabeça-de-casal; − Atendendo a que os bens pedidos em pagamento são bens próprios da recorrente – caso julgado material proferido em decisão por este Venerando Tribunal no âmbito do processo n 1365/10T8PVZ.G1; − Atendendo a que a Recorrente requereu a inversão do contencioso e decorrentemente a dispensa de interposição de ação principal, tendo apresentado nos autos não uma sumario cognitio, mas provas concludentes; − Atendendo a que o apoio judiciário concedido aliado à multiplicidade de processos tributários em curso, atestam o periculum in mora; Não haveria como a recorrente se obviar à apresentação do presente recurso, onde se requer a este Tribunal a revogação da Sentença proferida com a Ref 170106633 e a sua substituição por outra que determine a competência material do Juízo Central Cível de Guimarães – Juiz 3, competente em razão da matéria para receber e julgar a providência cautelar interposta pela aqui recorrente.