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Vejamos: Em primeiro lugar, entendemos que o recorrente não tem posse própria e exclusiva desde a morte do seu pai, porque, após a morte do pai, a posse é exercida em nome da herança aberta, independentemente de quem pratica os actos materiais, já que a posse assim exercida pelo sucessor, sem que tenha sido demonstrado qualquer acto capaz de inverter o título de posse, não terá aptidão para facultar ao sucessor a aquisição do direito por usucapião e apenas releva para efeitos de aquisição do direito, por usucapião, a favor da herança aberta por óbito do anterior possuidor – neste sentido Acórdão da Relação de Coimbra de 112014 proferido no processo n. 3173/16TBVIS.C1, relatora Catarina Gonçalves.