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Cumpre, agora, saber se, no caso dos presentes autos, se impõe a modificação da decisão do Tribunal a quo sobre a matéria de facto, a qual foi impugnada por se entender incorretamente julgada, no que se refere à identificação do autor do ilícito efetuada pelos ofendidos  e F. Alega o Ministério Público, ora recorrente, que os factos considerados não provados pelo Tribunal a quo e descritos sob os números,,,,,,,, e devem ser considerados provados, porque o Tribunal a quo não colocou em causa a credibilidade das testemunhas, tendo fundado a sua decisão para dar como não provados tais factos a circunstância de o Tribunal entender que não poderia valorar a junção, pelas testemunhas, de pesquisas por si efetuadas na rede social Instagram e Facebook, porquanto se trata de diligência efetuada pelo ofendido, com total autonomia.