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E não se conformam os recorrentes com a decisão proferida, por entenderem que o Tribunal a quo fez uma incorreta apreciação da prova e interpretação da lei e, consequentemente, uma indevida aplicação dela aos factos provados, sendo imperativo julgarem-se incorretamente prestadas as contas pela Ré/Recorrida e,  Consequentemente, condenar-se a Ré/Recorrida a distribuir pelos interessados o saldo positivo de €6566,17, resultante da subtração à quantia de €9023,04 a título de receita quantia que resulta da contabilização das quantias auferidas a título de pensões no montante global de €5490,05) e não plasmadas nas contas bancárias em questão, com os valores depositados e juros nessas mesmas contas bancárias no montante global de €3532,99) das despesas justificadas de €3456,8  De toda a prova produzida, seja a documental carreada para os autos, seja a produzida em audiência de julgamento, concretamente da prova testemunhal e das declarações de parte dos autores, e até da ausência dela, nunca poderia ter resultado provada a matéria constante dos números  e 1 dos "FACTOS PROVADOS”.