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Da responsabilidade das rés/recorrentes eE A decisão recorrida considerou que se estava em presença de um contrato de empreitada celebrado entre a administração do condomínio do prédio onde está integrada a fracção autónoma identificada no ponto  da matéria de facto, da titularidade da autora, e a primeira ré, a sociedade B, entidade que se obrigou a executar as obras, ou seja, a empreiteira, com vista à realização dos trabalhos de reparação e impermeabilização do terraço que constitui a cobertura daquela fracção e, que entre esta e a 2 ré, a , foi celebrado um contrato de subempreitada, tendo esta sido contratada para proceder aos trabalhos de colocação da nova tela de impermeabilização no terraço – cf.