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Aplicando-se-lhe os artigos 328 a 332, dir-se-ia que, quando o réu não tenha contestado, o chamado não pode tão-pouco fazê-lo, por se tratar de ato que a parte principal perdeu o direito de praticar e porque tal implicaria assumir atitude oposta à do réu artigos 328-2 e. Mas, não distinguindo o n 1 quando concede ao chamado o direito de contestar e carecendo de adaptação e aplicação das disposições predispostas para o interveniente acessório espontâneo, afigura-se mais correto, atentos os fins do chamamento a produção de caso julgado em face do e tido em conta o disposto no artigo 332-a, entender que o chamado pode sempre contestar mas não deduzir na contestação exceções que o réu, tendo contestado, não tenha deduzido na, ficando, no caso de não o ter feito o réu, na posição de substituto processual deste artigo, com o que a revelia do réu não surtirá os efeitos do artigo 56 Temos então que, não obstante esta revelia ser relativa o réu interveio no processo, requerendo o chamamento, mas seguidamente não aplica-se o preceito da 1 parte do artigo 329, ainda que este artigo só diretamente regule a revelia absoluta do assistido ver o n 2 da respetiva anotação).” Esta tese compatibiliza os fins que presidem ao instituto da Intervenção Acessória e os Princípios Estruturantes do Processo Civil como são o da Preclusão e da Concentração da Defesa.