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A decisão arbitral fundamento, proferido pelo Centro de Arbitragem Administrativa no âmbito do processo n 0645/2017-T datado de 10/05/2018, deu como provado a seguinte factualidade: a) Em 29 de Maio de 2015, a Requerente apresentou a sua declaração de rendimentos de IRC Modelo 22, relativa ao período de tributação de 2014; b) Da submissão da declaração resultou um montante a pagar de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas "IRC”) de € 3953,57 documento n. 1 junto com o pedido de pronúncia arbitral, cujo teor se dá como; ) Em 30-05-2017, a Requerente apresentou uma reclamação graciosa da autoliquidação relativa ao exercício de 2014 documento n. 2 junto com o pedido de pronúncia arbitral, cujo teor se dá como; ) A Reclamação Graciosa foi indeferida por Despacho da Senhora Diretora da Direção de Finanças de Braga Despacho de datado de 13 de Setembro de 2017 documento n. 3 junto com o pedido de pronúncia arbitral, cujo teor se dá como, em que se refere, além do mais o seguinte: - Dos argumentos Da Violação do princípio da Tutela da ConfiançaConforme referido na peça processual inicialmente entregue, o princípio da tutela da confiança exige que a reclamante não veja as suas legítimas expetativas frustradas, o que só poderá ocorrer se ela puder deduzir a totalidade dos encargos. . . .)O efeito neutro evocado por Exas.