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3 a 4, 5, 15, 16, 19, 60 a 61, 98 a 101, 102, 111, 123, 1083 e 108  2 Auto de exame directo de fls.12   A conjugação de todos estes meios de prova permite ao Tribunal concluir, para além da dúvida razoável, que na manhã do dia 15 de Julho de 2009 a arguida, com 46 anos de idade, apertou o pescoço da vítima, pessoa idosa com 79 anos de idade, incidindo a força exercida sobre o lado esquerdo do mesmo, causando desta forma as lesões, externas e internas, observadas no exame tanatológico, acção da arguida que não foi longa, nem a pressão exercida pode ter sido grande, face à tenuidade das lesões, tendo sido propósito da arguida causar perigo para a vida da vítima, tendo resultado da descrita acção da arguida a morte da vítima, não tendo a arguida previsto a possibilidade do falecimento da sua tia e deveria tê-lo feito.