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"publicado no "Prontuário de Direito do Trabalho” n 71, que "uma vez que se tornou prática comum a invocação pelas seguradoras mais do que pelos da violação das regras de segurança, muitas delas sem qualquer conexão, ainda que abstracta, com os acidentes que eram submetidos à apreciação do tribunal, a jurisprudência do Supremo Tribunal de Justiça viu-se na necessidade de reiteradamente afirmar que não basta resultar do processo, a inobservância de regras de segurança por parte da entidade patronal para que esta seja a responsável principal pela reparação do acidente, sendo indispensável que se demonstre que o acidente ocorreu em virtude de tal violação, ou seja, que se demonstre o nexo de causalidade entre a inobservância das regras de segurança e o acidente”.