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A razão da nossa discórdia resulta de crermos que a decisão deveria ser no sentido de que a Autora se encontrar impedida de facto e definitivamente de trabalhar por turnos, no serviço de Urgência e na VMER, tal como fazia antes do sinistro, e que, por isso, passou a auferir mensalmente cerca de menos € 700,00, tal como foi dado como provado no ponto n 82; Ora, A entidade empregadora da Autora, Centro Hospitalar de ... é dotado de um serviço de Medicina no Trabalho que avalia a aptidão física e psíquica dos seus trabalhadores, e em concreto dos enfermeiros, para o desempenho das diversas funções que lhe possam ser acometidas na realização da prestação de trabalho; Após o sinistro em crise nos presente autos foi atestado por aquele serviço de Medicina no Trabalho, a 03/04/2018 que, "Pelasequelaapresentadaporacidente112016,nãoestáaptaexercerfunçõesnaVMERUrgência”, circunstância transcrita pelo Meritíssimo Juiz a páginas 29 da douta sentença sendo resultante tal consideração do documento n 11 junto com a Petição inicial e igualmente, tal dado como provado nos pontos 76 a 80, da douta sentença E. Depois, encontram-se junto aos autos, designadamente o documento n 23, intitulado de Diário Clínico Consulta Externa - que se traduz, no registo de informação das consultas externas tidas por parte da Autora no serviço de Ortopedia no CHTMAD, Unidade de ..., com o clínico Dr. - sendo que na última consulta tida, a 26-08-2019, é manifestado e escrito no mesmo, por este médico, que a Autora, passa a citar-se, "apresenta dor ao nível tuberosidade anterior da tíbia e inserção do tendão rotuliano...que a impossibilita ajoelhar-se e tem dificuldade na corrida.” F. Por sua vez, os documentos 24 e 25 juntos aos autos pela Autora tratam-se de declarações emitidas pela Dra.