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19 Por fim, a fechar o capítulo das putativas nulidades, diremos que a intervenção do JI, na determinação da pesquisa e apreensões digitais, à luz do regime do Cibercrime art 15, 109/09, 109) , corresponde a uma promoção do MP, que, enquanto titular da acção penal, suscitou essa decisão judicial, à cautela, dado a acção intrusiva nas telecomunicações privadas, apostando , sem risco, na máxima garantia dada por esse despacho, pelo que mal se aceita a "ingratidão” dos recorrentes, que vêm agora censurar essa acrescida tutela dos seus próprios interesses com dignidade constitucional: art 34, 1 e 4,.