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Perante as conclusões das alegações da recorrente, sem prejuízo do que seja de conhecimento oficioso, cumpre aferir: - da nulidade da sentença por omissão de pronúncia quanto ao valor das remunerações auferidas pela recorrente a partir de 31/12/2005, e nomeadamente nos anos de 2006 e 2007; - da nulidade da sentença, por manifesta contradição nos seus termos, ao considerar provados factos manifestamente contraditórios; - do erro de julgamento de facto; - dos erros de julgamento de direito da sentença, ao integrar o fator de sustentabilidade em vigor no ano seguinte ao do pedido de aposentação, ao desconsiderar os valores corretos das remunerações da recorrente dos anos de 2006 e 2007, e ao desconsiderar os dois últimos meses de trabalho no cálculo da pensão.