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São apenas as questões suscitadas pelos recorrentes e sumariadas nas respetivas conclusões que o tribunal de recurso tem de apreciar – artigos 635, n 4 e 639, n 1, do P. A questão a decidir consiste em saber se, sendo a simulação arguida pela própria simuladora contra a outra alegada simuladora, tal simulação é inoponível à massa insolvente, por se ter de considerar que esta é terceiro de boa-fé.  . Em 28 de Setembro de 2012, a autora emitiu a favor da sociedade , Lda., e, em 24 de outubro de 2014, também emitiu a favor da mesma sociedade a fatura n , com o valor de €19825,4 De acordo com a factualidade provada, não obstante a emissão dessas faturas, em momento algum a autora quis vender à insolvente, nem esta quis comprar, os respetivos equipamentos.