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Subsidiariamente, e caso assim se não entenda, pedem os autores que o contrato de empreitada seja declarado nulo e, consequentemente, os réus condenados a restituir-lhes a quantia de € 5020,3 Alegam, em resumo, que: - O réu S.A., que é o único titular do capital social e gerente da sociedade ré, se mostrou disponível, em maio de 2020, na referida qualidade de gerente, para executar os trabalhos de construção da moradia que os autores queriam construir  em terreno que haviam adquirido para essa finalidade, tendo os autores salientado ao réu que tinham vendido a casa onde moravam e que se encontravam a residir, temporariamente, na garagem da casa da mãe da autora, pelo que o prazo de construção era essencial para eles.