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Nesta conformidade, e por força de todas estas considerações, da prova produzida, dos demais elementos probatórios e das aludidas regras da lógica, da experiência e da ciência é a seguinte a matéria de facto que se pode considerar como provada:  "1 Quando estava em plena manobra de ultrapassagem do referido veiculo estacionado, é surpreendido pelo veículo do Autor, o , que, saindo de um portão de uma moradia que, para si, se localizava do lado esquerdo da via, inclinando o veículo para a direita com o intuito de passar a circular no sentido ascendente, contrário ao que levava o, entrou em cerca de um metro na faixa de rodagem por onde este último circulava;   Sucede o veículo segurado na Ré circulava à velocidade de cerca de 80 km/h nesse; 1 O Hélder não teve tempo sequer de travar, tendo-se desviado o máximo que pôde para a direita, não logrando, no entanto, evitar o embate entre o canto esquerdo da frente do MB e o canto esquerdo frontal do ;  1 Acabando por empurrar o para trás e para a esquerda e imobilizando o MB a cerca de 6 metros do ;  Factos impugnados que se mantêm não provados:   Com efeito, naquela data e local o veículo do A. encontrava-se parado, fora da faixa de rodagem, a aguardar oportunidade para entrar na aludida Rua ... com vista a seguir a direcção Rua da Ponte/Quinta da Marinha;Procede, pois, parcialmente a impugnação da matéria de facto, quanto a estes pontos.O Recorrente impugna, ainda nesta sede, a matéria de facto que ficou a constar como não provada no ponto 1   Trata-se de matéria de facto que já não contende com a dinâmica do acidente de viação, mas sim com a demonstração dos alegados danos sofridos pelo Autor capacidade financeira do Autor para suportar a reparação do veículo e para comprar outro veículo que pudesse substituir o veículo.