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Ora, se é certo que, na primeira sentença, em 2009, a executada foi condenada a manter livre e desimpedido o acesso à parcela dos autores, e em 2013, foi celebrada a transação entre as partes através da qual acordaram na mudança de local da servidão, ficando as obras de mudança de servidão a cargo da executada, "devendo esta proceder à remoção da cancela do local onde esta se encontra, para o local referido no artigo supra, mantendo-se a cancela e, portanto, o acesso ao prédio dos requeridos com a mesma largura actualmente existente, que é de 1,50metros”, só em 2019, a executada construiu o muro e colocou o portão de chapa e a chapa, obras contra as quais os exequentes reagem através desta execução.