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Ao assim alegar, o apelado e Réu Luís  não invoca a existência de qualquer relação litisconsorcial entre aquele terceiro, a apelante/Autora e os Réus da presente ação de divisão de coisa comum em relação ao prédio dividendo, sequer que esse terceiro seja titular de qualquer direito próprio, paralelo aos daqueles em relação ao prédio dividendo, posto que não alega que o terceiro José  seja comproprietário do prédio dividendo e que, consequentemente, seja sujeito da relação jurídica de compropriedade em discussão nos presentes autos, mas antes o que alega é que esse terceiro é proprietário exclusivo de outros três prédios, que resultaram da desanexação de terreno que integrava a parte rústica do prédio dividendo.