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4 questão Se inexiste justa causa de resolução do contrato por parte do A. Alegam as Rés recorrentes que face à matéria de facto provada pontos 91, 93, 96, 97, 102, 103, 123, 124 e 125, 83 a 85, 88, 94, 95, 98 a 101 e não é possível concluir pelo esvaziamento de funções que o tribunal a quo considera verificado; no caso dos autos não existe comportamento não um ato indesejado, por representar incómodo injusto ou mesmo prejuízo para a vítima, visto que o que está em causa é uma reestruturação que manteve as funções do A., não existe uma intenção imediata de, com esse comportamento, exercer pressão moral sobre o outro; não existe um objetivo final ilícito ou eticamente reprovável; a situação que o A. criou é de falso mobbing; não se verificam os elementos objetivo e subjetivo que condicionam a verificação de justa causa de resolução; ficou por demonstrar o nexo de causalidade, que tal infração, por parte do empregador, determinasse a impossibilidade de subsistência da relação laboral, tornando inexigível que o A. permanecesse por mais tempo ligado à Ré B.. Por fim, alegam que o valor indemnizatório a atribuir ao A. teria necessariamente de se situar entre os 15 e os 20 dias de retribuição base, sendo que o complemento de isenção de horário de trabalho atribuído ao A. não pode ser considerado como retribuição base e, como tal, este montante deve ser excluído do cômputo da indemnização que ao A. seria devida.