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Para além disso, provou-se que a enfermeira chefe elaborava o horário de prestação da atividade, respeitando uma carga horária de cerca de 20 horas/semanais, sendo os registos do tempo de prestação da atividade feitos manualmente e através de registo digital de ponto e que AA presume-se), cumpria um horário em sistema de turnos rotativos, com horas de início e termo da prestação determinados pela Ré, com a seguinte distribuição: "M1” das 08:00 horas às 15:00 horas; "M2” das 08:00 horas às 15:30 horas; "T1” das 14:30 às 22:30 horas; "T2” das 15:30 horas às 24:00 horas; "N” das 22:00 horas às 08:00 horas, recebendo, como contrapartida, a quantia de € 6,70 por hora diurna e € 8,40 por hora noturna, contrapartida que era paga pela Ré por transferência bancária com a identificação da Ré, recebendo aquela em média cerca de € 300/400 mensais, sendo que é em face do registo dos tempos de prestação de atividade – assim o número de horas mensais e ainda se a atividade é prestada em horário diurno ou noturno – que é paga aquela contrapartida matéria que consta dos pontos 4 a 6 e 18 dos factos.