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Aliás, a interferência da regulação pública, a propósito da habitação social, vem sendo encarada como suficiente para determinar a intervenção dos tribunais da jurisdição administrativa, seja no âmbito das relações jurídicas de alienação de propriedade, como é o presente caso, seja no domínio das relações locatícias, a propósito das quais este Tribunal de Conflitos tem vindo a pronunciar-se a favor da competência da jurisdição administrativa a título exemplificativo, e por mais recentes, ver AC Tribunal de Conflitos de 102013, n028/12; AC Tribunal de Conflitos de 012014, n038/14; e AC do Tribunal de Conflitos de 202015, n030/1  Deste modo, contrariamente ao que é sustentado na decisão proferido pelo TAF de Loulé sobre a questão da competência material, não estamos face a negócio jurídico «exclusivamente regulado por normas de direito privado» mas também, segundo o que vem alegado – e é isso que importa para fixar a jurisdição competente – por «normas e princípios de direito público», pelo menos quanto à escolha do comprador e quanto ao preço de venda.