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132, n 2, als, e, do CP, e evidenciando-se a intensa violência, a forte energia criminosa empregues, o profundo desprezo pela vítima que os acarinhou e ajudou economicamente e de quem dependiam materialmente, e que apesar disso, em vez de gratidão, não se coibiram de engendrar um monstruoso móbil egoísta para lhe tirarem a vida, a que acresce a chocante crueldade, frieza e insensibilidade com que actuaram "pós-mortem", ao incinerarem o cadáver, que transportaram para um lugar distante do  até, e simularam um pretenso desaparecimento da vítima, durante dias, junto da comunicação social, redes sociais, autoridades policiais e comunidade local e escolar.