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n. 2499/18TBVCD-A.P1 in www.dgsi.pt), em que este douto tribunal considerou, num caso semelhante ao dos presentes autos, que ") não se vê como, no caso concreto, face aos termos dos contratos de seguro em causa e inexistindo lei que sobre tal disponha expressamente, a situação possa enquadrar-se na previsão do litisconsórcio ainda que voluntário) de modo a justificar a intervenção da empresa seguradora nos termos e com os efeitos próprios que lhe adviriam da qualidade de parte principal.”  	Encontrando-se a seguradora em causa já nos autos, na posição de Interveniente Acessória, afigura-se manifestamente inútil a convolação do presente incidente num incidente de intervenção acessória.