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Ora, presente o que já ficou exposto supra, não é possível ponderar a realidade apontada para concluir pela irrelevância da omissão daquela formalidade no exame e decisão da causa, dado que, nesta situação, seria necessário constatar que a renovação da prova não tinha tido quaisquer reflexos no julgamento da matéria de facto, o que não é o caso concreto dos autos, em que o TCA complementou o probatório fixado na 1 instância com diversos factos para além de ter eliminado pontos do probatório da sentença por se tratarem de juízos de, cuja fixação foi fundamentada nos documentos juntos com as alegações de recurso por parte da impugnante/recorrente e nos depoimentos das testemunhas, o que significa que, como ficou dito, nunca poderá concluir-se que a omissão da notificação para alegações não teve influência no exame ou na decisão da causa, o que implica a anulação de todos os actos praticados após essa omissão, ou seja, a anulação do Acórdão prolatado nestes autos em 13-10-2017 e actos subsequentes, o que inclui o Acórdão recorrido de 25-01-2018 e a baixa dos autos ao TCA Sul a fim de ser suprida essa nulidade com a prática do acto omitido, seguindo-se os demais trâmites da instância recursiva.