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A factualidade ora em equação reporta-se à eventual responsabilização da 5 Ré AR, Advogada, que elaborou o termo de autenticação do acordo denominado compra e venda, referenciado no facto 2 provado, procedendo, igualmente, ao posterior registo da aquisição – cf., factos provados 3 a   Entendeu-se na sentença apelada que o contrato de compra e venda outorgado entre a Autora e a 1 Ré deveria ser objecto de anulação, considerando-se que a Autora, à data da sua outorga, encontrava-se incapaz de entender o seu sentido, ou seja, que ao subscrevê-lo, não tinha a consciência de estar a vender a fracção de que era proprietária – cf., art.