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alínea das conclusões, em particular, as conclusões n. 8 e n.  A saber: a)	Falta de audiência dos interessados, porquanto a urgência foi artificial e intencionalmente criada, pois houve mais do que tempo para proceder, nomeadamente, por via de publicação na comunicação social, a audiência prévia de interessados, pelo que tal omissão torna nulas as deliberações impugnadas, por violação da alínea do n , do art 161 do CPA; b)	Enfermam as deliberações impugnadas de falta de fundamentação, vício de, com preterição do n , do art 268 da CRP; )	Estão também as deliberações impugnadas afectadas por erro nos pressupostos violação de; )	Enfermam ainda as mesmas deliberações, como é manifesto, do vício de desvio de poder, com violação expressa do n , do art 145-da Lei n 298/92, de 31 de Dezembro; e)	As deliberações em causa estão ainda viciadas por usurpação de poder, uma vez que invadiram manifestamente áreas da competência judicial, sendo nulas também a este título art 133, n , do; f)	As mesmas deliberações violam manifestamente os princípios da boa fé, da segurança e da confiança consignadas no art 2 da CRP; g)	As deliberações impugnadas condicionam e põem em causa os princípios do acesso ao direito e à justiça da tutela jurisdicional efectiva, consagrados no art 20 da CRP; h)	As deliberações impugnadas violam, de forma manifesta, o direito de propriedade consagrado no art 62 da CRP. )