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E para facilitar ao trabalhador/trabalhadora ou ao candidato/candidata a emprego o exercício judicial dos direitos legalmente previstos para protecção da parentalidade, - neste caso, os direitos da mulher lactante -, o legislador alargou a estas situações a regra especial de repartição do ónus da prova, expressa no n. 5 do artigo 2 do CT, segundo a qual a quem alega discriminação basta indicar o trabalhador ou trabalhadores em relação aos quais se considera discriminado, cabendo ao empregador provar que a diferença de tratamento não assentou em qualquer factor de discriminação, dispondo o n. 6: "O disposto no número anterior é designadamente aplicável em caso de invocação de qualquer prática discriminatória no acesso ao trabalho ou à formação profissional ou nas condições de trabalho, nomeadamente por motivo de dispensa para consulta pré-natal, protecção da segurança e saúde de trabalhadora grávida, puérpera ou lactante, licenças por parentalidade ou faltas para assistência a menores.” negritos.