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105 Da factualidade alegada, a Ré deve, então, ressarcir a Recorrente em montante nunca inferior a € 600,00, a título de indemnização por violação dolosa do pacto de não concorrência inserto no contrato objeto dos presentes autos, 106 Devendo ainda a Ré indemnizar a Recorrente em quantia nunca inferior a 000,00€ pelos danos patrimoniais e prejuízos causados a esta última, em virtude do incumprimento do pacto de não concorrência a que se comprometeu e obrigou, uma vez que se encontra a desenvolver atividade profissional junto de uma sociedade comercial concorrente direta da Recorrente, que se traduziu numa enorme quebra de vendas da Recorrente, que rondou os 40/50% de quebra de faturação.