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A Apelante afronta tal entendimento, sustentando, em síntese, que a cláusula  do contrato-promessa em questão "nada mais estabelece do que uma sequência lógica para a realização da escritura pública ao dizer que só se realizará após concretização do destaque de parcela e estabelece um prazo para o agendamento da escritura”, impondo-se a fixação de prazo que abarcará necessariamente a concretização do dito destaque, tanto mais que "o Tribunal a quo conheceu e levou também em consideração a sentença proferida no processo n 162/18TBVCD do Juiz 3 do Juízo Central da Póvoa de Varzim, que julgou improcedente a ação com fundamento na falta de fixação do prazo para cumprimento”.