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Da análise da factualidade dos autos e do respetivo probatório tem-se que Inexiste qualquer ilicitude, por ação ou omissão, que possa ser imputada à RECORRENTE e neste contexto, a pretensão do RECORRIDO deverá improceder e em consequência, repondo a merecida justiça, a RECORRENTE deverá ser totalmente absolvida;  Da análise da factualidade dos autos e do respetivo probatório tem-se que Inexiste qualquer conduta, por ação ou omissão, que possa ser considerada culposa e imputada à RECORRENTE e nesta conformidade, a pretensão do RECORRIDO deverá improceder e em consequência, repondo-se merecida justiça, a RECORRENTE deverá ser absolvida;  Da análise da factualidade dos autos e do respetivo probatório tem-se que Inexiste qualquer violação do dever objetivo de cuidado, por ação ou por omissão, que possa ser imputada à RECORRENTE e neste contexto, a pretensão do RECORRIDO deverá improceder e em consequência, repondo-se merecida justiça, a RECORRENTE deverá ser totalmente absolvida, uma vez que não lhe era exigível conduta diferente;  Admitindo-se por razões de mero patrocínio a procedência da ação, o que não se concebe pelos motivos esclarecidos supra, da análise da factualidade dos autos e do respetivo probatório tem-se que o valor indemnizatório é manifestamente excessivo e destituído de fundamento, pelo que, com todo o respeito, o mesmo deverá ser reduzido para uma quantia global que, permitindo-se, não deverá exceder €50 Nestes termos, e nos demais de direito, com o sempre douto suprimento de vossas excelências, o presente recurso deverá ser julgado procedente e, em consequência, a douta sentença deverá ser anulada e/ou revogada e substituída por outra, decidindo-se conforme com as precedentes alegações e conclusões, assim fazendo, vossas excelências farão a costumada justiça!”  Os Recorridos G. e J., em representação do seu filho menor , vieram apresentar as suas contra-alegações de Recurso em 19 de outubro de 2021, concluindo: "Os poderes dados a este mui douto Tribunal sobre a alteração da matéria de facto provada em primeira instância têm que se cingir a casos de flagrante desconformidade entre o que foi produzido em termos de prova e aquilo em que foi dado como provado.