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– Será que ao pai apenas lhe resta esperar que algum dia o interesse da menor seja preponderante e o princípio da igualdade passe a ser uma realidade, e aí se inclua verdadeiramente o género também;  – Do antes exposto resulta que os fundamentos invocados estão em oposição com a Decisão ora em causa ou, caso assim não e entenda, ao menos padecendo de ambiguidades e obscuridades que a tornam ininteligível, nos termos e para os efeitos da al., do n. 1, do artigo 615, do CPC, o que se invoca e requer;  – Importa ainda considerar outras circunstâncias, mormente a conduta da progenitora pois, conforme resulta do requerimento apresentado pelo recorrente em 30-04-2018 no apenso de regulação das responsabilidades parentais, em resposta a um requerimento inusitado da progenitora, o qual se considera aqui integralmente reproduzido para todos os devidos e legais efeitos, o horário de trabalho do progenitor foi alterado, pelo que, salvo melhor entendimento, tal mudança de horário torna totalmente inútil a alteração requerida pela progenitora;  – Mas nem isso a demoveu na sua senda de tentar privar o pai de estar com a menor vá-se lá saber porquê), nem o Tribunal equacionou tal hipótese apesar do sucedido ser cronologicamente anterior à Decisão agora em causa 28-05-2018);  – Por outro lado, o recorrente tomou agora conhecimento que a progenitora requereu a sua insolvência em 04-05-2018 Doc.