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764/15T8STB.E1, no qual se discutia a admissibilidade da reconvenção, em que o requerido aduzindo que tinha sido ele a proceder ao pagamento do mútuo, pedia a condenação da A. no pagamento da quantia de € 18 138,89, acrescida de juros a contar da data de interposição da presente acção, ou que aquele montante viesse a ser compensado no valor da sua quota resultante da divisão, caso a fracção lhe venha a ser adjudicada: «, sendo certo que na acção de divisão de coisa comum quando o juiz verificar que a questão não pode ser sumariamente decidida, de acordo com o n. 3 do artigo 92 do CPC manda seguir, após a contestação, os termos subsequentes do processo comum, o único obstáculo que existe à determinação da convolação do processo especial em processo comum, será o decorrente da forma de processo, previsto no n. 3 do artigo 26 do CPC, que rege sobre a admissibilidade da reconvenção, porquanto a mesma, nos termos em que foi deduzida, sempre se enquadraria na previsão da alínea do n. 2 do mesmo preceito.