Legal Document Excerpt:

Considerou a 1 Instância que, na contestação, a apelante apenas se tinha defendido por impugnação quanto às rendas dos meses de março, abril e maio de 2018, que os apelados alegavam estarem em dívida e que aceitara que não pagara 450,00 euros, relativos à renda do mês de fevereiro de 201  Mais considerou que nas ações de despejo com fundamento no não pagamento de rendas incumbe ao senhorio o ónus da alegação e da prova dos factos integrativos da dívida, ou seja, dos factos integrativos do contrato de arrendamento que fora celebrado entre eles, e que a apelante não impugnou a matéria que a este propósito foi alegada pelos apelados na petição inicial conforme, diga-se, efetivamente, não e que, consequentemente, essa matéria, nos termos do disposto no art.