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336 a 34  Assim, dúvidas não existem de que, mostrando-se a opção fáctica feita pelo Tribunal recorrido baseada em prova produzida em julgamento, prova a que o Tribunal a quo atribuiu maior credibilidade do que a resultante das declarações prestadas pelo arguido, nenhuma censura merece nesta parte a decisão recorrida, sendo certo que a prova indicada pelo recorrente, podendo embora levar a uma outra conclusão caso lhe tivesse sido reconhecida credibilidade, não obriga, não impõe decisão diferente da adoptada pelo Tribunal recorrido, resultando claro que opção fáctica adoptada pelo Tribunal recorrido se funda em prova produzida em julgamento e à qual o Tribunal reconheceu credibilidade e verosimilhança.