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n. 204/00BELRS, subscrito pela ora Relatora, e relatado pela  adjunta, entendeu-se o seguinte: "Preceituava o artigo 14, n 1, do CPC atual 14, n1 do aplicável ex artigo  alínea, do CPPT que: "Considera-se justo impedimento o evento não imputável à parte nem aos seus representantes ou mandatários, que obste à prática atempada do ato.” Acrescenta, por seu turno, o n 2 do mesmo normativo que: "A parte que alegar o justo impedimento oferecerá logo a respetiva prova; o juiz, ouvida a parte contrária, admite o requerente a praticar o ato fora do prazo, se julgar verificado o impedimento e reconhecer que a parte se apresentou a requerer logo que ele cessou.” Com efeito, a redação do número 1 do artigo 14 do CPC foi introduzida pelo Dec-Lei n 329-A/95, de 12 de dezembro e manteve-se inalterada com a Lei 41/2013 de 26 de junho, sendo que até à reforma introduzida pelo aludido Decreto-Lei, só era considerado justo impedimento o evento normalmente imprevisível estranho à vontade da parte que a impossibilitasse de praticar o ato por si ou por mandatário.