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Mas se, como ali se afirma, o artigo 31 não pode dissociar-se da ideia de prestação periódica e o pressuposto específico da aplicação da alínea é a circunstância de o pagamento das fracções ou quotas de capital se processar conjuntamente com os juros, vencida antecipadamente toda a dívida de capital e interpelado o devedor para proceder ao seu pagamento, não estamos já perante uma prestação periódica nem, tão pouco, a mesma inclui quaisquer juros remuneratórios por força da doutrina fixada no AUJ n. 7/2009, de 25-03-200 Acresce, quanto aos juros moratórios, que o devedor está protegido pela prescrição curta consagrada na alínea do artigo 31 como certeiramente se fez notar no voto de vencido aposto ao acórdão do TRL de 30/9/2021, processo n. 3528/15T8ALM-A.L1-8, em www.dgsi.pt).