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Ainda no eito argumentativo utilizado pelo arguido o decretamento da prisão preventiva, pela autoridade judiciária, em despacho datado de 26 de Setembro de 2020, não pode deixar de ser ilegal, por não ter cumprido as regras impostas pela normação processual, e neste contexto apreciativo "se tem que retirar a conclusão de que, por não se verificar a fundamentação para a prisão preventiva constante do Despacho de 26 de setembro de 2020, sem prescindir das nulidades já supra indicadas, estamos perante detenção do Arguido sem submissão, no prazo máximo de quarenta e oito horas, a apreciação judicial, para restituição à liberdade ou imposição de medida de coacção adequada.” Por descontado, o arguido pugna pela declaração de nulidade do despacho de 26 de Setembro de, que determinou a imposição da medida de coacção imposta ao arguido, por entender que a mesma não cumpriu as formalidades ínsitas no artigo 194 do Código de Processo Penal. ")