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factos n.2, 3 e  O que serve para concluir pela natureza involuntária da cessação da atividade profissional do Recorrente, e, qua tale, pela verificação do requisito previsto na alínea do artigo 7 do citado Decreto-Lei n. 12/201 No demais, isto é, no que concerne aos requisitos previstos nas alíneas,, e do citado do artigo 7 do Decreto-Lei n. 11/2013, os autos dão-nos conta que o Recorrente logrou demonstrar que renunciou à gerência da R.; que cumpriu o prazo de garantia; que tem a sua situação contributiva regularizada; e que está inscrito no IEFP, o que nos permite concluir, invariavelmente, pelo preenchimento dos mesmos, realidade que surge ainda potenciada pela circunstância da Administração nunca ter questionado que assim não fosse, que também contribuiu para a posição ora assumida por este Tribunal Superior no que diz respeita a esta matéria.