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Em suma, face ao exposto, nada há a apontar à sustentação da caracterização dos EUA como país terceiro seguro e, em consequência, não deve ser posta em causa a aplicação da cláusula de inadmissibilidade da alínea do n. 1 do artigo 1-A da Lei do asilo, tal como consta da decisão ora em dissídio” A decisão em crise, prossegue, ainda, nos seguintes termos: ") efetivamente, retomando as exigências constantes daquele preceito, já transcrito ─ interpretadas ainda à luz do mais recente posicionamento internacional na matéria o qual pode ser consultado em UN High Commissioner for Refugees, Legal considerations regarding access to protection and a connection between the refugee and the third country in the context of return or transfer to safe third countries, April 2018, available at: https://www.refworld.org/docid/5acb33adhtml acedido em 02/04/2021 ─ ressalta a ideia de que tem de tratar-se de um país em relação ao qual exista uma ligação que permita que o requerente de proteção internacional possa aí vir a exercer essa mesma pretensão, sendo observadas as exigências internacionais na matéria.