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Para tanto, alega, em resumo, o seguinte: –ao não condenar tal Ré na reparação das desconformidades que através da peritagem se vieram a provar ser provenientes do esgoto da cabine de duche da fracção , o Tribunal a quo desconsiderou "o teor do Relatório Pericial elaborado por perito nomeado pelo Tribunal a quo que imputa à  Ré, claramente, parte das infiltrações existentes na fracção «B», de propriedade do aqui Recorrente, ao afirmar que resultam não dos "problemas” de impermeabilização do terraço, parte comum do  Réu e de uso exclusivo da Ré, mas antes de "problemas” no esgoto da cabine de duche da fracção «», conforme resulta da resposta dada ao  e  Quesitos do relatório supra referido” ; – donde, não se compreende a não condenação da Ré na realização das obras necessárias no esgoto da cabine de duche, de forma a lograr-se a reparação da origem de parte das infiltrações existentes na fracção B, com vista à sua sanação ; – acrescenta que, comprovado que está o dano, "não será a omissão, a que o aqui Recorrente é alheio, da referência sobre em qual das fracções do aqui Recorrente é revelada a infiltração proveniente no esgoto da cabine de duche da fracção da ali  Ré que obstará à condenação da mesma em reparar quer a identificada origem quer os danos daí resultantes” ; – pois, no mesmo sentido, na determinada condenação "do  Réu em executar as obras de impermeabilização do terraço de cobertura não é feita pela Mma.