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STJ de 9/7/20143, aliás citado pela Recorrente, em que a Relação não havia conhecido do objeto dum recurso, por considerar extemporâneas as alegações apresentadas em prazo compatível com a natureza não urgente do processo, numa ação a correr por apenso a uma insolvência, durante mais seis, que em termos de tramitação dos atos, marcação de diligências e contagem dos prazos, sempre havia sido tratada como um processo não urgente; o Supremo mandou conhecer do recurso, por considerar que a ")forma como a ação foi tratada tem, pois, pelo implícito o entendimento de que o processo não era urgente, o que torna compreensível o modo como o ato foi praticado pela Recorrente, em termos de contagem do prazo de recurso” e que este facto era adequado a criar na Recorrente a convicção de que o prazo de que dispunha não corria em férias, convicção que, por fundada e legítima, merece a tutela do direito.