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— Se não se entender existir qualquer insanável obscuridade que torne ininteligível a Sentença o que apenas se perfigura por mera hipótese e humildade diga-se, então, que a mesma sentença mormente no seu segundo segmento que permite ao Réu-pai partilhar e doutrinar as três filhas nas crenças do foi proferida sem invocação de correspondente fundamentação probatória que assegurasse a compatibilidade destas simultâneas catequeses, no credo católico e no credo espírita, e demonstrasse que este dualismo doutrinal servia o superior interesse das crianças e não ofendia nenhum direito fundamental que as mesmas são titulares, nomeadamente o direito constitucional à liberdade de consciência e à liberdade religiosa e de culto;  — Tal falta de fundamentação torna a sentença ora em crise, neste segundo segmento, Nula, Nulidade esta, prevista na norma da al do n1 do art 615 do Código de Proc Civil em vigôr, que agora também se invoca;  — Ademais a sentença recorrida não observou e violou o princípio do "superior interesse da criança”;  — Tendo, igualmente, feito um errado uso da "Equidade” que foi assim também manifestamente violada.