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28- A atividade continuou, e o aqui arguido foi substituído por outros elementos, que realizavam a sua função acessória,  29- O arguido tem efetivamente que ser responsabilizado pela sua conduta,   30- Há que atender a que se volveram quase três anos desde os factos aqui em julgamento  31- Há data dos factos era consumidor de produto estupefaciente, cfr resulta do relatório social junto aos autos,  32- O arguido modificou completamente a sua vida,  33- Tem filhos menores a cargo,  34- A pena que lhe foi cominada não corresponde à conduta por si desempenhada, sendo manifestamente excessiva, uma vez que a culpa que lhe pode ser assacada não é correspondente com a moldura penal de 5 anos e 6 meses de prisão,  35- Devem as questões que antecedem proceder e em virtude diminuir-se o quantum da pena a cominar,  36- Sem prejuízo, ainda que se inaltere a factualidade dada como provada, a pena cominada foi manifestamente excessiva por desproporcional face à culpa que deve o arguido responder e ser responsabilizado,  37- As funções que o arguido desenvolveu na atividade de tráfico desenvolvida, foram as funções "base” que vieram inclusive a ser substituídas por outrem, demonstrando a pouca preponderância do arguido,  38- O arguido efetuou venda direta e vigilância, tarefas que apesar de terem de ser responsabilizadas não são determinantes para a prática do facto, sendo de uma censura "menor”,   39- Entende-se que uma pena inferior a 5 anos e suspensa na sua execução é mais adequada e proporcional face à factualidade dada como assente,  40- Foram violadas as seguintes disposições, artigo 7 e 7 do P.P., artigo 41 n. 2, e, artigo 43, todos do P.P.