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Entende que a prova da residência conjunta não pode ser efectuada por mera "Declaração” da junta de freguesia não só porque esta foi emitida com base em declaração do "...próprio através de requerimento arquivado”, constituindo uma mera reprodução de uma declaração do impugnante perante a junta de freguesia, sem nada revelar quanto à substância dos factos, mas também porque a simples "Declaração” não pode constituir prova da união de facto, antes deveria ser acompanhada da "declaração de ambos os membros da união de facto sob compromisso de honra, de que vivem em união de facto há mais de dois anos e de certidões de cópia integral do registo de nascimento de cada um deles, o que não aconteceu” sequer no procedimento administrativo.