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cit., p.. Também tem sido esse o entendimento jurisprudencial na jurisdição administrativa com respeito ao preceito ora em apreço, seja asseverando que o conhecimento pelo dirigente máximo do serviço referido no n. 2 do artigo 17 da LGTFP se tem de reportar a todos os elementos caracterizadores da situação, seja julgando que não basta o mero conhecimento dos factos e da sua materialidade, mas também destes e do circunstancialismo que os rodeia — sempre de modo a poder efectuar uma ponderação criteriosa, e para se determinar, de forma consciente, quanto a usar ou não do poder sancionador neste sentido, inter alia, os acórdãos do STA de 112003 processo n. 0586/03), de 202003 processo n. 02017/02), de 112004 processo n. 0957/02), de 102006 processo n. 0141/06), de 102007 processo n. 0135/06), de 002007 processo n. 0205/06), de 102007 processo n. 01058/06), de 102009 processo n. 01012/08), de 002009 processo n. 0180/09), bem como os do Pleno de 202006 processo n. 0957/02), de 202006 processo n. 02054/02), de 202007 processo n. 021/03), e ainda os acórdãos de 002009 processo n. 180/09) e de 102010 processo n. 1048/09), todos acessíveis em http://www.dgsi.pt/jsta.