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Clarificando, com o caso sub judice: o pagamento, pela rda, no exercício de 1998, da importância, total, de 17424778$00, como valor das remunerações devidas e satisfeitas aos seus órgãos sociais e pessoal, consubstancia um custo instantâneo, que se consumou e consumiu no imediato por referência à data do final do exercício), enquanto, a disponibilização de 4089213$00, valendo como custo do exercício, pela sua natureza de provisão, não se traduziu no pagamento, nesse mesmo exercício ou até, possivelmente, em qualquer, de quaisquer quantias, às pessoas dos seus órgãos sociais e/ou empregados por, nesse ano de 1998, se encontrarem na situação de pré-reforma  Ao invés do propalado pela rda conclusão da sua contra-alegação), não está provado, neste processo, que "a provisão para pré-reformas foi utilizada para fazer face às responsabilidades para as quais foi constituída, in casu o pagamento de pré-reformas” e, muito menos, que essa utilização tenha ocorrido durante o exercício de 199).