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)Com relevância para a causa não se provou que: ) b) No extracto mensal a que se alude no ponto 19 apareciam essas obrigações como integrando a sua carteira de títulos e do qual constavam as obrigações em causa.A Recorrente não concorda com a decisão sobre estes pontos da matéria de facto, alegando o seguinte: - O A. sabia perfeitamente o que estava a subscrever, bem sabendo também das semelhanças e diferenças entre o instrumento financeiro subscrito e a figura do depósito a prazo; - O A. nunca reclamou de qualquer dos extractos bancários recebidos seja perante o Banco Réu, seja junto do funcionário bancário funcionário bancário que, alegadamente, lhe teria vendido um instrumento financeiro diverso do por si.Pretende ainda o aditamento da seguinte factualidade alegada na contestação:  ”40 Além do mais, ao longo dos anos foram emitidos e pagos os mais diversos produtos de dívida de empresas do grupo E. ) 43 Aquilo que não era previsível, e como tal nunca poderia ter sido comunicado ao cliente, era que em 2008 aconteceria uma nacionalização parcelar do grupo, que veio dividir o mesmo entre parte financeira e não financeira”.Alega que esta matéria de facto mostra-se provada por força do depoimento prestado pela testemunha F.Quanto a esta matéria de facto impugnada, o Tribunal fundamentou a sua decisão da seguinte forma: "A convicção do tribunal fundou-se, desde logo, na análise do teor dos documentos juntos aos autos pelo Autor, com a respectiva petição, muito relevantemente o documento junto a fls.