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Como vimos, a recorrida considera que o requerimento que apresentou em 102018 na Direcção de Finanças de Leiria e que na decisão recorrida se entendeu tratar-se de uma nota justificativa e discriminativa de custas de parte, aludindo à sentença proferida na Impugnação judicial n. 549/13BELRA e aos termos previstos nos artigos "53, n.s 1, 2 e 3 do CPC, 2 e 2 do RCP e 3, 3 e 3 da Portaria n. 419-A/2009” e pedindo o pagamento do valor de EUR 264,00 correspondente à referida nota, no prazo de 10 dias, deve ser valorado como uma interpelação para pagamento das custas de parte nos termos previstos no artigo 71, n. 1 do CPC e não nos termos do procedimento extrajudicial previsto nos artigos 2 e 2 do RCP, requerimento este que na decisão recorrida se entendeu que não é susceptível de Reclamação nos termos previstos no artigo 3 da Portaria n. 419-A/2009, de 17 de Abril, por isso rejeitando essa reclamação.