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173 do CPTA: ora notificando o contra-interessado JMN a demolir o muro em 15 dias; ora notificando os actuais proprietários das fracções do lote B para o imperativo dessa demolição; ora procedendo a um levantamento topográfico do muro; ora emitindo, através dos seus serviços, um parecer técnico com base no qual se ponderou o segmento da decisão anulatória nos termos da qual "previamente a qualquer demolição ou ordem de demolição, o réu deve proceder a nova análise do processo nos termos apontados na fundamentação que precede, de modo a determinar qual a parte do muro que é legalizável e a parte que tem de ser demolida.”; ora ponderando, à luz do novo Regulamento Urbanístico da Figueira da Foz DR, Série, n 230 de 28/11/2012), que revogou o RUETCU ao abrigo do qual o Acórdão foi proferido, qual a parte do muro a demolir; ora conseguindo que os actuais proprietários iniciassem a demolição que só vieram a sustar por força da actuação da exequente.