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Contudo, a pretensão do Reclamante não é limitada aos referidos €000,0 Por um lado, o pedido formulado consiste na condenação do Recorrente a aceitar depósitos até ao valor máximo de €7000,0 Por outro lado, a questão em litígio consiste na interpretação e concretização do contrato como um todo, porquanto a questão da invocada alteração de circunstâncias, afeta o contrato como um todo, e não apenas a prestação de entrega de €000,0 Não é possível decidir esta questão em relação à prestação dos €000,00 sem que essa decisão afete todas as prestações em causa, no valor de €7000,0 O Reclamante pretende que o ato jurídico – contrato de depósito irregular – seja interpretado e concretizado com um determinado sentido juridicamente relevante, e que o Recorrente seja condenado a cumprir as vinculações decorrentes desse sentido, que consiste em ter o direito a efetuar depósitos mensais no valor máximo de €000,00 até ao final do contrato, ou seja, desde 16 de junho de 2020 até ao termo final do contrato 30 de julho de, período este que abrange quatro anos contratuais:  - 31/07/2019 a 30/07/2020; - 31/07/2020 a 30/07/2021; - 31/07/2021 a 30/07/2022; - 31/07/2022 a 30/07/2023; Em relação a estes anos contratuais, o Reclamante pretendia obter sentença que condenasse o Recorrente a aceitar o valor máximo de depósitos em cada ano contratual, que é o seguinte: - 31/07/2019 a 30/07/2020: €000,00; - 31/07/2020 a 30/07/2021: €2000,00; - 31/07/2021 a 30/07/2022: €2000,00; - 31/07/2022 a 30/07/2023: €2000,0 No total, a pretensão do Reclamante consistia em obrigar o Recorrente a aceitar depósitos no total de €7000,0 E foi esta a condenação que resultou da sentença, que obriga o Recorrente a aceitar depósitos do Reclamante no valor máximo de €7000,0 Como tal, o específico ato jurídico que o Reclamante pretende ver salvaguardado consiste no direito a efetuar entregas a título de depósito, ou de reforço de depósito, no valor máximo de €7000,00 setenta e quatro, sendo este o valor do pedido formulado.