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Assim, resultando demonstrado que é o condutor que, pela sua atuação, provoca o acidente, não podemos falar no controle do risco ou controlo dos potenciais danos, aliada ao princípio da justiça distributiva, no qual assenta a responsabilidade pelo risco 19 Recorde-se, nas palavras do Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 102014, relatado por MANUEL CAPELO, disponível em www.dgsi.pt, "Na base desse juízo está a ideia de que na responsabilidade pelo risco não está já em causa o valorar as circunstâncias da dinâmica do acidente, que antes de decidiu ter-se produzido sem culpa de nenhum dos condutores mas antes, e exclusivamente, de acordo com as circunstâncias concretas do caso determinar se houve agravamento dos normais e típicos riscos de circulação por referência às características das viaturas”.