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Subsidiariamente, e caso se entenda que se operou a transmissão do contrato de trabalho do Autor para a 2 Ré, deverá ser condenada: 1 - A reconhecer o Autor como seu trabalhador; 2 - A declarar ilícito o despedimento do autor, e, em consequência 3 – A reintegrar o Autor no seu posto de trabalho, sem prejuízo da sua categoria e antiguidade ou, subsidiariamente, caso o Tribunal exclua a sua reintegração, a pedido da 2 Ré, nos termos do disposto no artigo 392, do CT, a pagar-lhe uma indemnização determinada entre 30 a 60 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo ou fracção de antiguidade, que se computa entre € 853,47 e € 1706,94, acrescida de juros de mora contados desde a citação até efectivo e integral pagamento; 4 – A pagar ao A. as retribuições que deixou de auferir desde a data do despedimento até ao trânsito em julgado da decisão do tribunal que declara a ilicitude do despedimento que, nesta data, ascendem à quantia de €655,42, acrescida de juros de mora contados desde a citação até efectivo e integral pagamento; 5 – A pagar ao Autor o montante de €1000,00 a título de compensação pelos danos não patrimoniais sofridos, acrescido de juros de mora vincendos, calculados à taxa legal supletiva 4%) e contados desde a citação até efectivo e integral pagamento; 6 – A pagar ao Autor a quantia diária de € 200,00 por cada dia de atraso, a título de sanção pecuniária compulsória.”.