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24- Acresce que ficou demonstrado que a 1 Autora vivia em união de facto com a testemunha Dr. G. R.. Ora, não sendo o companheiro da 1 Autora parte na ação, impunha-se que a 1 Autora provasse quais os bens que lhe pertenciam em exclusivo, sob pena de o Tribunal ter de concluir que os mesmos pertenciam em partes iguais aos dois membros do casal, que formavam à data do incêndio e que continuam a formar, nos termos do disposto no artigo 1403, n. 2 do Assim sendo, o Tribunal recorrido não podia ter reconhecido que todo o recheio que existia no prédio destruído pelo incêndio pertencia à 1 Autora, pelo que a alínea da decisão recorrida deve ser revogada.