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Segundo a sentença impugnada, a insolvente tinha o dever de se apresentar à insolvência, pelo menos, no final do mês de Dezembro de 2017, início de Janeiro de 2018, o que não fez, vindo a insolvência a ser requerida apenas em 14 de Dezembro de 2018, por um ex-trabalhador da insolvente, P Ainda segundo a sentença, apesar de o n. 3 do artigo 18 ser objecto de interpretações divergentes tanto na doutrina como na jurisprudência, entendendo alguns que a norma consagra uma presunção de insolvência culposa e outros que ela contém apenas uma presunção de culpa grave do administrador, não dispensando a prova do nexo causal entre o facto que constitui a base da presunção e a criação ou agravamento da situação de insolvência, "no caso dos autos, independentemente da posição que se assuma sobre o âmbito de aplicação daquelas presunções, , resulta evidenciado que pelo facto de não se ter apresentado à insolvência, quando devia, foi agravada a situação de insolvência”.