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por carta de 13/12/2019 novamente declarou à requerente a resolução do contrato. . em 11/05/2020 a Câmara Municipal do Porto emitiu parecer favorável a um novo pedido de informação prévia que a requerida entretanto havia submetido, com aumento da área de construção. . em 17/07/2020 a requerida novamente notificou a requerente para a celebração da escritura de compra e venda a 27/07/2020 a que a requerente não compareceu. . em 23/07/2020 obteve acordo escrito com um dos inquilinos dos imóveis, pelo qual renunciou ao direito de preferência da venda daqueles. . não chegou ainda a entendimento com outro dos inquilinos. . em agosto de 2020 alienou a terceiro os imóveis prometidos vender. . a providência constitui restrição ilegítima ao direito de propriedade da requerida, não se verifica nenhum dos requisitos do decretamento da providência e esta deve ser declarada inútil por os imóveis objeto do contrato promessa terem já sido alienados a terceiro.Por decisão de 17/03/2021 foi julgada totalmente improcedente a oposição.Interpõe recurso a requerida deste despacho, formulando as seguintes conclusões: « O presente recurso é interposto da douta decisão que julgou totalmente improcedente a oposição deduzida;  Na douta decisão, o Tribunal a quo aditou na matéria que considerou demostrada, 16 novos factos, de entre os quais o ponto 11, "A Requerente sempre se recusou a trocar, ou a pagar, o cheque ”  Como ficou demonstrado, a Recorrida sempre se recusou a trocar ou pagar o cheque que tinha caráter de sinal e garantia, segundo a cláusula terceira alínea do Contrato-Promessa.