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E ao estabelecer que nas providências a tomar o tribunal não está sujeito a critérios de legalidade estrita, devendo antes adoptar em cada caso a solução que julgue mais conveniente e oportuna art., a lei quer significar que o julgador, em vez de se orientar por qualquer conceito abstracto de justiça, deve olhar o caso concreto e procurar a solução que melhor serve os interesses em causa, que dá a esses interesses a resposta mais conveniente e oportuna.6   Vistos os processos de jurisdição voluntária previstos da Lei Processual Civil, verificamos que, nalguns, a falta de contestação não tem efeito cominatório, pelo que, haja ou não contestação, o juiz decidirá depois de proceder às diligências necessárias cf., g., os art.s 990, n. 3; 1000, n. 4; 1004, n. 3; 1008; 1014, n. 3; 1015, n. 4; 1021, n. 3 e 1042, n.; noutros, tal efeito ou as consequências derivadas do silêncio dos requeridos estão claramente previstos da lei cf., g., os art.s 993, n. 5; 1003, n. 3; 1027, n. 2; 1061, n. 2 e 1070, n.; finalmente, para os casos sem disposição expressa/específica, importará actuar, em primeira linha, as regras consagradas nas disposições gerais dos art.s 986, n.s 2 e 987, sendo que qualquer processo de jurisdição voluntária, como processo especial, regula-se pelas disposições que lhe são próprias e pelas disposições gerais e comuns, e, subsidiariamente, pelas normas do processo comum art.