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18 do CIRE porquanto não resultou provado que tivessem sido os recorrentes a efectuar as vendas em questão, nem que o valor das mesmas não entrou no património da insolvente e muito menos que os recorrentes tenham disposto desses bens em proveito de s, dando-lhes uso contrário ao interesse da insolvente, tanto mais que tais negócios não foram resolvidos pelo administrador da insolvência; 1 - As contas dos exercícios económicos de 2012 e 2013 são relativas ao período da gerência de F., pelo que nenhuma responsabilidade pode ser imputada aos recorrentes a este respeito, já que nesses anos nenhuma intervenção tiveram ou poderiam ter na gestão da contabilidade da insolvente e, por isso, não pode considerar-se preenchida a al.