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Contra o que agora se deixa dito, é insubsistente o argumento que o Autor pretende extrair da norma do n. 3 do artigo 7 da LOE de 201 Após ter posto fim à faculdade de opção vertida nos n.s 1, 4 e 5 do artigo  da Lei n. 52-A/2005 − instituindo um regime de suspensão automática do pagamento da pensão e da subvenção mensal vitalícia durante o período em que durar o exercício de funções políticas remuneradas −, o n. 3 do artigo 7 da LOE de 2014 ressalva a situação dos beneficiários da subvenção que se encontrassem, ao tempo, no exercício de funções  políticas e que estivessem abrangidos pelo regime de opção previsto no regime do artigo  da Lei n. 52-A/2005, na redacção anterior à introduzida pela LOE de 201 Mas essa ressalva – que, na prática, lhes permite continuar a optar pela suspensão da remuneração correspondente à função política desempenhada, em prol do pagamento mensal da subvenção vitalícia – revela apenas a intenção legislativa de proteger a situação dos titulares de cargos políticos que, previamente à entrada em vigor da LOE de 2014, optaram por receber a pensão de aposentação e a subvenção mensal em detrimento da retribuição inerente ao cargo político que exercem.