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Logrou assim a recorrida demonstrar a prestação efectiva de trabalho suplementar por determinação da recorrente, sendo de manter a condenação no pagamento de tal trabalho em conformidade com o decidido da sentença recorrida, improcedendo assim as conclusões 40 a 4  No que respeita às retribuições dos meses de Julho e Agosto insurge-se a recorrente quanto ao facto do tribunal a quo a ter condenado no pagamento de tais retribuições que correspondem a faltas injustificadas dadas pela recorrida, pelo facto de a partir do dia 01/06/2016 nunca mais ter prestado o seu trabalho, sendo certo que a partir do dia 13/07/2016 e até à extinção do contrato não apresentou qualquer justificação para as suas ausências.