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Tribunal da Relação de Évora 31/03/2011); 18) Nesta conformidade, não existiu a violação de qualquer preceito constitucional, que nem sequer é invocado, pelo que as conclusões 7 a 10 devem ser julgadas improcedentes; 19) Isto porque, quanto à sinalização, repete-se, ela era inexistente, se se tiver em conta o conteúdo do depoimento dos guardas .... e A....., que elaboraram a participação do acidente, em conjugação com o teor do depoimento das testemunhas G....., ...., .... e N....., já atrás ficados; 20) Quanto ao invocado "conhecimento" da condutora em relação à realização das obras, resulta do depoimento das testemunhas H..... e .... patrões da vítima), que esta morava na localidade do Carvalhal, mas para ir e vir do local de trabalho não usava o acesso correspondente ao cruzamento por onde circulava no dia do acidente veja-se fls.