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Entendemos, pois, que merece censura a decisão da  instância de exonerar a seguradora da assunção integral da responsabilidade pela reparação do acidente sub judice, devendo a mesma suportá-lo tendo em consideração a retribuição que o infeliz sinistrado auferiria caso trabalhasse a tempo inteiro nos exactos termos previstos no artigo 7, n. 9 da LAT e na cláusula 2, n. 7 da AU aprovada pela Portaria n. 256/201   Finalmente, deve dizer-se que a condição especial 01 prevista no anexo à Portaria n. 256/2011, apesar da previsão do seu n. 1, que não parece muito consonante com as demais, contempla expressamente a possibilidade da existência de uma diferença entre o prémio provisório e o definitivo quando haja uma diferença entre as retribuições anuais previstas pelo tomador do seguro e aquelas que foram efectivamente pagas ao sinistrado e não sanciona tal situação com a não cobertura do trabalhador pelo seguro ou com a sua cobertura apenas pelos valores inferiores estritamente comunicados.