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No seguimento, os autores alegam que, com base nas ilegalidades de três deliberações camarárias; na reversão do prédio para o vendedor Município de Cantanhede 1 ré) por, segundo o contrato, a empresa compradora não ter cumprido os prazos de início e de finalização da obra de urbanização parcial da ..; na nulidade da venda do prédio pela mesma compradora a uma outra empresa 2 ré); na incidência do projecto de urbanização do prédio sobre área de REN; na promessa feita pelo Município aos moradores da  de que nas traseiras dos seus prédios nada seria construído; e, na não conclusão da construção, existindo agora um mono em cimento e uma lagoa, foram violados o direito à saúde e à qualidade de vida e o ambiente, em consequência do que, devem "ser declaradas as nulidades e ilegalidades invocadas”, deve ser declarada a reversão do prédio para a 1 ré e devem as rés ser condenadas a destruir a construção inacabada e a pagar indemnizações compensatórias dos danos.