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23, custo fiscalmente aceite; 5) É entendimento firmado da jurisprudência e da doutrina, que a dedutibilidade fiscal de um custo depende, apenas, da existência de uma relação justificada entre tal custo e actividade produtiva da empresa; 6) É, também, entendimento firmado da jurisprudência e da doutrina que essa relação justificada entre o custo a actividade produtiva da empresa tem lugar quando as operações societárias insiram no respectivo escopo; 7) Ora, o objecto social da A.GPII é a gestão de participações sociais e é nesse estrito âmbito, que ela efectuou prestações suplementares; 8) As prestações suplementares constituem, para as entidades que as realizam – como a AGPII – um activo financeiro, reconhecido, contabilisticamente, como um custo adicional de investimento financeiro na sociedade participada – Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro n 13 Interesses em Investimentos Conjuntos e INVESTIMENTOS em, 15 Investimentos em Subsidiários e Consolidação) e 27 Instrumentos; 9) As prestações suplementares não são um passivo da entidade em quem foram realizadas, constituindo antes capitais próprios dessas sociedades – Norma Internacional de Contabilidade n 32 e Normas Contabilidade e do Relato Financeiro n 27; 10) As prestações suplementares não são "acessórios” das participações sociais, sendo, aliás tratadas, e bem, como componente do capital próprio, como decorre, de modo claro, do n3 do art.