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P. No julgamento da matéria de facto e com base nos princípios da imediação, da oralidade e da concentração, o tribunal apreciou livremente as provas, segundo a sua prudente convicção, ou seja, depois da prova produzida, o tribunal tirou as suas conclusões, em conformidade com as impressões recolhidas e com a convicção que através delas se foi gerando no seu espírito, de acordo com as regras da ciência, do raciocínio, e das máximas da experiência, que forem aplicáveis , ficando afastadas as situações de prova legal que se verifiquem, por força do disposto nos artigos 35, n 1, 35, 37 e 37, todos do Código Civil, nomeadamente, da prova por confissão, por documentos autênticos, por certos documentos particulares quanto à materialidade das suas declarações e por presunções legais.