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21/2  No sentido da interpretação do artigo 27 do CPC efectuada na sentença, e nesta instância acolhida, e em seu reforço, veja-se, para além da  jurisprudência citada na sentença, o Acórdão do STJ de 12-12-2017, P 420/18T8VCT.GS2 e o Acórdão do TRL de 1-09-2010, P 1190/13T8VFX-2 com o seguinte sumário: "A interrupção da prescrição decorrente da citação para a acção relativamente a um réu que é, de seguida, absolvido da instância, não se propaga a um réu diferente contra o qual é dirigida a nova acção.”; e especificamente "no que respeita aos limites subjectivos da interrupção da prescrição vigora a regra da eficácia subjectiva do acto interruptivo da prescrição - regra que decorre da aplicação do n. 2 do art.