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2- A decisão do despacho recorrido, de declarar a nulidade de todos os actos praticados na execução e de determinar o levantamento de todas as penhoras efectuadas, é errada porque a fundou na atribuição ao executado , S.A. do requerimento com a referência 18895884 e respectivo pedido e, ainda, porque fez incidir sobre o executado , S.A. a medida de resolução, deliberada pelo Banco de Portugal em 3 de Agosto de 201 3- A decisão do despacho recorrido fez errada aplicação do disposto no art 147 do Dec-Lei n 298/92 de 31 de Dezembro ao executado , S.A.. 4- No dia 2 de Junho de 2015, em que foi proferido o despacho recorrido, já tinha sido ordenado o levantamento da penhora dos saldos bancários efectuada ao executado Banco , S.A. e a execução já estava extinta com trânsito em julgado, por pagamento voluntário pelo executado , S.A. da quantia exequenda e a este devolvida a quantia, que, entretanto, lhe tinha sido penhorada.