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; que, em relação à nulidade do acórdão que o recorrente argúi nas conclusões do recurso, por não ser feita qualquer referência na respectiva motivação, deve tal omissão determinar a rejeição do recurso nessa parte; que nem o tribunal recorrido deixou transparecer qualquer dúvida razoável nem se suscita qualquer dúvida dessa natureza que determinasse a aplicação do princípio in dubio pro reo, contrariamente ao defendido pelo recorrente ; que não pode ser atendida a pretensão do recorrente JJ de ver desqualificado o crime de furto em cuja prática também participou uma vez que está provado que os objectos subtraídos tinham um valor global superior a 102€ - também se pronunciou no sentido da improcedência dos recursos.