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Neste conspecto, e de uma forma completa/exaustiva, veio já o STJ a concluir que : " Na determinação do quantitativo para ressarcimento por danos não patrimoniais resultante da lesão de um direito subjectivo e absoluto de personalidade, através da comunicação social, maxime de uma publicação com uma razoável e impressiva difusão, devem ter-se em conta alguns vectores orientadores, ainda que meramente enunciadores: ) a veracidade ou falsidade da notícia; ) a difusão da notícia e/ou a possibilidade de conhecimento que a notícia teve no meio social, em geral e em concreto, frequentado pelo visado; ) o destaque gráfico e/ou simbólico conferido à notícia, ) o tratamento jornalístico dado à notícia e o conteúdo objectivo da mesma; ) o estatuto social do visado; ) a projecção que a notícia, potencialmente, teve no meio social em que o lesado se movimenta, tanto no plano pessoal, como profissional; ) as apreensões concretas pressentidas e, objectivamente, projectadas na esfera pessoal e familiar do lesado”.