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no que respeita ao: - Quantum doloris fixado em 4 na escala de 1 a 7; - Défice funcional permanente, fixado em 3%; - Esforço suplementar exigido à recorrente no exercício da sua actividade profissional; - Dano estético, fixado em 4 numa escala de 1 a 7; - Repercussão permanente nas actividades desportivas e de lazer, fixado em 3 numa escala de 1 a  - Deveria ainda ter atendido, à dimensão das cicatrizes 21,5 e à existência de crepitação e "limitação nos últimos graus de flexão por dor ”, conforme consta do relatório pericial junto aos autos a 11/10/2016 Ref.. s) Sem no entanto o Tribunal a quo justificar ou fundamentar as razões cientificas que o levaram a concluir que uma fractura dos dedos da mão, há mais de 20 anos, " indica fragilidade óssea da ofendida.” t) O Tribunal a quo entendeu, igualmente na "Motivação da Decisão de Facto” que: - Em suma, não tendo ficado demonstrado que o empurrão/encontrão foi dado com violência a ofendida não o referiu, tendo antes dado a entender que o resultado foi além da intenção do arguido e por conseguinte o empurrão terá sido leve, temos que concluir necessariamente que o resultado da queda da ofendida ao chão – perna partida -, não é imputável ao arguido.” - "Por último a pequena dimensão do espaço envolvente/portaria também terá contribuído em parte para que a perna, ficasse debaixo do corpo da ofendida, que terá caído desamparado, e com todo o seu peso, que não foi amortecido com qualquer força que a ofendida fizesse.