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Pelo que, nesta perspectiva, bem se compreenderá que, estando, afinal, os fiadores a fazer um "favor” à devedora e, dessa forma, a permitir seja viabilizada a concretização dos contratos de mútuo, quer a devedora, quer o credor fiquem vinculados para com aqueles a certo tipo de condutas, àquilo a que a doutrina designa de deveres acessórios de conduta4, como é o caso no que ora da obrigação do banco credor de informar, tempestivamente, os fiadores sobre o desleixo do devedor principal, da falta de pagamento por este das prestações, com o acumular em catadupa da dívida eeventual vencimento antecipado de todas as prestações, a repercutir-se no património dos fiadores.