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Em suma, o Acórdão Fundamento entendeu que, de acordo com o decidido pelo TJUE, -183/13, o artigo 2, n. 2, 3 e 4 do CIVA constituem a transposição do artigo 1, n. 5, terceiro parágrafo, alínea, da Sexta Directiva, desembocando na conclusão, já repetida, de que os Estados-Membros podem obrigar um banco que exerce, nomeadamente, actividades de locação financeira, a incluir no numerador e no denominador da fracção que serve para estabelecer um único e mesmo pro rata de dedução para todos os seus bens e serviços de utilização mista, apenas a parte das rendas pagas pelos clientes, no âmbito dos seus contratos de locação financeira, que corresponde aos juros, quando a utilização desses bens e serviços seja sobretudo determinada pelo financiamento e pela gestão desses contratos.