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Desta forma, se o conflito preenche a previsão de algum regulamento comunitário, quanto ao seu âmbito de aplicação temporal em regra a partir do dia 10-1-2015), objectivo e subjectivo, são as regras desse regulamento que devem ser aplicadas, sem se atender aos elementos de conexão a que alude o artigo 59 deste diploma neste sentido também o acórdão do Tribunal da Relação de Évora no processo 1330/15T8FAR.E1 de 12/15/2016).” E nesse sentido ficou dito, também no Acórdão do mesmo Tribunal da Relação de Guimarães, de 06-02-2020, em que participou o presente relator, que: "As normas determinativas da competência internacional dos tribunais portugueses explanadas nos Regulamentos da União Europeia e nas Convenções Internacionais aprovadas e ratificadas pelo Estado Português sobrepõem-se, afastando-as, às normas do CPC, que são direito interno e definido unilateralmente pelo Estado Português.” Posto isto, compulsado o objecto dos autos, sufragamos o entendimento seguido pela primeira instância, de que o mesmo visa a discussão de um contrato de arrendamento e/ou o seu cumprimento, e, portanto, está abrangido pelo âmbito do citado Regulamento Europeu que, como reconhece a própria Apelante, é aplicável à matéria que aqui se discute – o Reg.