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Em face de tudo quanto precedentemente ficou explicitado, não foi violado por parte da Recorrente, por ação ou omissão, qualquer dever vigilância, e correspondentemente praticado qualquer conduta ilícita nem agido com culpa, bem como não se mostram preenchidos os pressupostos da dano e do nexo de causalidade. . Não se mostrando preenchidos integralmente os cumulativos requisitos, necessários para que fosse possível imputar a responsabilidade à Recorrente a sentença, ora em recurso, deveria ter julgado improcedentes os pedidos – ainda remanescentes - formulados pelos Autores, situação que deverá ser corrigida pelo tribunal ad quem, o que se requer e espera. . Com a decisão recorrida, o Tribunal a quo violou ou interpretou erradamente, entre outras, as normas previstas no art.. 342 n. 1, 487, 493, n. 1 do Código Civil, artigos 2 a 4 do Decreto-Lei n. 48051, de 21 de Novembro de 1967, artigos 3, n. 3, alínea a e 23, ns 1 e 2 do Decreto-Lei n. 148/2007 de 204, e art.