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Acordam, em conferência, os juízes que constituem a Secção de Contencioso Tributário do Tribunal Central Administrativo Sul:  	RELATÓRIO   A FAZENDA PÚBLICA, melhor identificada nos autos, inconformada com a decisão proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra, interpôs recurso da decisão que julgou procedente a oposição deduzida por J.., citado por reversão, no âmbito do processo de execução fiscal n. .., em que é originária devedora "T.., Lda.”, para cobrança coerciva de dívidas provenientes de Imposto sobre o Valor Acrescentado, Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas, Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares – retenções na fonte e Imposto de Selo, de 2002 a 2006, no valor total de € 20709,6  A recorrente, FAZENDA PÚBLICA, apresentou as suas alegações, que formulavam as seguintes conclusões:  «- Vem o presente recurso reagir contra a Sentença proferida pelo Douto Tribunal a quo nos presentes autos em 26-02-2018, a qual julgou procedente a Oposição à Execução Fiscal n. ..e apensos, deduzida por J.., com o NIF .., revertido no citado processo de execução fiscal, o qual havia sido originariamente instaurado contra a sociedade "T.., LDA.”, com o NIF .., para a cobrança de dívidas fiscais referentes a IVA, IRS, IRC e Imposto do Selo, dos anos de 2002 a 2006, já devidamente identificadas nos autos, no valor de € 20709,64 duzentos e quatro , setecentos e nove euros e sessenta e quatro cêntimos) e acrescido.