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R. Ora, se num primeiro momento o Meritíssimo Juiz de Direito, como se referiu, teve, na prossecução do interesse da menor, como necessária a realização da perícia, veio num segundo momento afastá-la, não por ser desnecessária mas com base no depoimento da educadora T. já supra escalpelizado que presumiu existir um nexo de causa-efeito, entre a audição da criança em tribunal e reações que a menor manifestou na porque a mesma «poderia pôr em causa a estabilidade emocional da criança», fundamento ou pressuposto que é manifestamente infundado e que, por isso, não suporta a decisão, sendo certo que a informação existente nos autos – que não se sobrepõe ou coincide à e com aquela que se pretende obter através da perícia – já existia nesse primeiro momento e a questão de celeridade que agora lateralmente chama à lide também já se colocava nesse primeiro momento e como se referiu não se harmoniza com todo o seu procedimento a montante da decisão proferida e encontra-se mitigada pelo regime provisório que se encontra fixado e que pelos progenitores tem sido acatado.