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Acresce que, ainda que objecto de apreciação a propósito de diferente questão, a questão da má fé da autora invocada pelo recorrente, o tribunal recorrido não deixou de se pronunciar sobre a inclusão desses factos na matéria de facto provada, e, averiguando se o facto invocado – que a recorrente recebeu a decisão de despedimento com justa causa, sua fundamentação, relatório e conclusões do procedimento disciplinar – deve considerar-se plenamente provado por acordo ou documento, entendeu que o mesmo não pode dar-se como assente nos autos, quer por acordo, quer por documento com força probatória plena, e concluiu dizendo: "Pode-se considerar provado, é certo, que a recorrente recebeu no dia 17 de Julho de 2017 a carta do recorrido datada de 14 de Julho de 2017 com uma cópia da carta remetida ao seu mandatário nesse dia esta referida no facto ), por se tratar de factos alegados nos artigos 17 e 17 do articulado motivador e não impugnados e por se considerar insuficiente a forma genérica como a recorrente impugnou os documentos juntos com aquele articulado motivador artigos 2 a 2 da contestação).