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1Os factos imputados à autora, de acordo com tal nota de culpa, foram:  « No dia 6 de Fevereiro, a trabalhadora infractora, omitiu a comunicação que se impunha, não diligenciando para que fosse dado conhecimento aos pais do aluno G de que este havia danificado a tala e respectiva ligadura que suportavam uma lesão dos dedos da mão;   No dia 17 de Fevereiro, a trabalhadora infractora, omitiu a comunicação que se impunha, não diligenciando para que fosse dado conhecimento aos pais da aluna H, que a mesma se havia lesionado num pulso que se veio, posteriormente, a revelar tratar-se de uma, não obstante ter colocado gelo no pulso da aluna e percebido que a mesma se queixava com dores;   Os pais dos alunos referidos, em 1 e 2  e, reclamaram por escrito junto da Directora do , por entenderem "que o apoio prestado aos nossos filhos e alunos do  ficou muito abaixo do esperado”;   No dia 22 de Fevereiro, pelas 100, a trabalhadora infractora, no pátio do  sem que nada o justificasse, berrou com os alunos que lá se encontravam, bem como com os que se encontravam dentro da papelaria com a colega K, dizendo num elevado tom de voz que os alunos não poderiam estar ali, tendo os empurrado na direcção das salas e dizendo que ninguém referindo-se aos fazia o seu trabalho em condições;   No dia 22 de Fevereiro, na presença da colega , afirmou que a trabalhadora  era mentirosa;   No dia 22 de Fevereiro, na sequência de um conflito a que a própria infractora deu início, tendo verificado que a colega  se encontrava sozinha no Bar, entrou no seu interior, fechou a porta, para que ambas ficassem a sós, e ameaçou-a de que se contasse à Direcção o sucedido, o marido lhe passava o carro por cima — a quem já havia contactado para o efeito;   No dia 15 de Fevereiro, a trabalhadora infractora, ao final da tarde, foi vista pela mãe de um aluno do , sentada num banco, ao lado de uma menina portadora de deficiência que frequenta o  em regime de ATL, — enquanto no banco e nessa situação e durante cerca de meia-hora a trabalhadora infractora batia sem força) nas mãos da criança e chamava-lhe má;   Este episódio, foi relatado por escrito à Directora do , pela mãe do aluno que presenciou o mesmo, com o objectivo de chamar a atenção da Directora do  para factos que pudessem ser desconhecidos e dada a fragilidade da criança e atitude que em face dos actos da trabalhadora não expressava qualquer reação — tendo-se repetido no dia seguinte ou dois dias depois.