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Ora, calcorreando as conclusões das alegações do recurso do MP, verifica-se que a única questão nelas suscitada e que aqui nos cumpre apreciar traduz-se em aferir da legitimidade da requerente para a ação, e mais concretamente do saber se detendo ela essa legitimidade para ação especial de interdição por anomalia psíquica) quando a instaurou, perdeu, porém, a mesma constituindo-se, em parte ilegítima) quando no seu decurso/pendência essa ação se converteu em ação/processo especial de acompanhamento de maior, por força da aplicação da Lei n 49/2018, de 14/09, sem que a requerente tenha obtido, entretanto, autorização para ela da beneficiária/requerida ou o suprimento judicial dessa autorização.