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Revertendo estas considerações para o caso em apreço, invocou o recorrente como fundamentos para a interposição do recurso de revisão, que apresentou em 09-07-2018, em suma:  - Que, em 30-03-2018 obteve a emissão da certidão notarial de escritura de cessão de créditos, que juntou como documento n. 1, com o requerimento de interposição de recurso extraordinário de revisão; - Que a B ... alegou como causa de pedir nas reclamações de créditos e no incidente de habilitação de cessionário que apresentou, a escritura junta, a qual, "apesar de junta em data muito posterior a 3 de Julho de 2009 não contem, como deveria conter as competentes rectificações” e "erifica-se ainda que tal como consta dos 3 requerimentos apresentados pela B ... o crédito cedido foi apenas o previsto na verba 512 do seu documento complementar e contrariamente ao alegado pela B ... a verba 512 como ora se demonstra nada tem a ver com qualquer crédito que o Montepio detivesse em relação à Executada J.Bento”; - Que "resulta das alíneas e da douta sentença de graduação de créditos que a B ... invoca como sendo seus os créditos que alegadamente seriam do Montepio e que lhe teriam sido cedidos por escritura pública datada de 31 de Dezembro de 2008, juntando certidão da mesma e da qual constaria que eram emergentes de contrato de empréstimo sob a forma de abertura de crédito em conta corrente celebrado pela escritura pública outorgada em 23 de Fevereiro de 1999 e garantido por hipoteca sobre as fracções identificadas na alínea, mas verifica-se da referida escritura que da verba 512 do documento complementar em que sustentaria o seu crédito afinal nada resulta que possa ser entendido como cedência de crédito à B ...”; e - Que "atento o facto de não se encontrar demonstrado que a B ... é titular de algum crédito anterior à data 22 de Março de 2002 data da inscrição do, bem ao invés estar demonstrado pelo Exequente que afinal a verba 512 do documento complementar da escritura de cessão de créditos exarada de fls.