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Nessa altura, o arguido  A...  falou com o arguido  .. tendo este emitido e entregue àquele, com os elementos pelo mesmo fornecidos, uma factura com o n 3207, da " Z... , Lda.”, datada de 31/12/2002, no valor de €140,00, a qual por sua vez o arguido  A...  entregou a  .. . Passados alguns dias, este devolveu a aludida factura ao arguido  A...  por o legal representante da firma " Y... , Lda.” não a ter aceite, por se tratar de uma factura falsa restituindo-a, o arguido  A... , ao arguido  .. . Em Janeiro ou Fevereiro de 2003, o arguido  A...  entregou ao arguido E...  três facturas da firma " W... , Lda.” no montante de 41900$00, 27000$00, 79800$00, datadas de 23/10/2000, 20/10/2000 e 15/12/2000, respectivamente, com vista a integrarem a contabilidade da firma em nome individual daquele arguido, a qual tem por objecto a construção  Em contrapartida das referidas facturas, o arguido  E...  entregou ao arguido  A...  a importância de 66700$00, em dinheiro, correspondente aos 17% do IVA;  tais facturas haviam sido entregues ao arguido  A... , pelo arguido  .. para os referidos fins, tendo sido emitidas com os elementos fornecidos pelo arguido  E... .  )  As facturas ora em causa são facturas forjadas, ou seja, facturas falsas, de empresas verdadeiras, que foram utilizadas para titularem transmissões de bens e prestações de serviços fictícios.