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O âmbito probatório da impugnação deduzida quanto aos factos constantes do ponto 6, da matéria de facto provada, baseia-se na invocada ausência de meios de prova que permitiam ao douto Tribunal a quo concluir que a recorrida é acompanhada em consulta de Psicologia e Psiquiatria uma vez por mês, no que gasta a quantia de €90,00, 12 meses por ano, sustentando a recorrente que o relatório pericial junto aos autos, na parte referente a "dependências permanentes de ajudas”, refere somente que a autora necessita de medicação psiquiátrica, não resultando do exame médico-legal que a autora se encontra por um lado a ser acompanhada nesta especialidade, nem decorre do mesmo a periodicidade que o Tribunal a quo veio a dar como provado nos autos por outro.