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Acórdão do Tribunal Constitucional n. 680/98, de 2 de Dezembro, DR, série, de 5 de Março de 1999, também disponível em www.tribunalconstitucional.pt/acórdãos), chegou ao conhecimento e fixação de cada um dos factos dados como provados ou não provados; )	A sentença recorrida, no que tange a este controlo jurisdicional da correcção do resultado do juízo de prognose probatória bastou-se por uma fundamentação genérica e conclusiva, tipo "passe partout”, correspondente à emissão de um juízo de conformidade, que vale para todo um tipo genérico de situações, não tendo procedido à reapreciação das concretas provas produzidas no procedimento com base na quais se deram por provados ou não provados os factos descritos, sofrendo por isso de nulidade e devendo, por isso, o tribunal superior conhecer em sua substituição; )	A não considerar-se que a sentença sofre de nulidade, subsidiariamente, bem como em vista do conhecimento por substituição, se alega que a mesma padece de erro de julgamento da matéria de facto ao realizar um juízo probatório de facto relativo à existência dos factos integrantes das infracções disciplinares imputadas ao A. coincidente com o da prognose fáctico-ponderativa levada a cabo pela autoridade administrativa, na parte relativa quanto aos pontos impugnados; n)	O juízo probatório de facto realizado pela sentença recorrida, na parte impugnada pelo A., viola as regras materiais da prova, como sejam as regras de experiência comum, as regras científicas, da lógica ou da racionalidade, técnicas e outras, com base nos quais, segundo o princípio da livre apreciação, deve determinar-se cada um dos factos tidos como provados ou não provados; o)	Em face do afirmado na participação disciplinar pela própria contrainteressada fls.4/5 do processo e o alegado pelo A., na sua defesa disciplinar cuja força probatória se, os depoimentos das testemunhas apresentadas pelo A., A. fls.