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Revertendo ao caso em apreço, a sentença recorrida assenta necessariamente no pressuposto da manutenção da relação laboral entre a A. e o Réu Recorrente após este ter deixado de exercer a sua actividade no escritório sito no  andar, que partilhava com o R. , e passado a fazê-lo no escritório que abriu no  andar e onde passou a exercer tal actividade, pois que só em tal caso se manteria a possibilidade do mesmo emitir ordens à A. e, consequentemente, de lhe distribuir serviço, sendo que apenas em tal situação se poderia equacionar a violação do dever de ocupação efectiva da A. Com efeito, da matéria de facto provada decorre que a A. prestava a sua actividade profissional no escritório sito no  da Praça, no Porto, escritório esse que ambos os RR partilhavam e onde exerciam a sua actividade e sendo que a A. Exercia a sua atividade para ambos os RR., com os quais mantinha um contrato de trabalho conforme se decidiu no ponto 3 a  do presente acórdão para onde se remete.