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Desconhecemos, não só porque a tal respeito nada consta do probatório, como nenhuma prova foi valorada pela Meritíssima Juíza para dar a conhecer a sua convicção quanto à análise e ponderação dos respectivos meios probatórios na fundamentação jurídica da sentença, sendo que não desconhece a Fazenda Pública o princípio da livre apreciação da prova; cremos, contudo, que concluir lapidarmente que a Administração Tributária se limitou "a determinar, indiciariamente, a B. praticada no estabelecimento comercial explorado em nome individual por AFL e a transpô-la para as compras e vendas presumidamente praticada pela impugnante nos anos de 1999, 2000 e 2001, sem cuidar de saber se as condições de exercício da actividade dos sujeitos passivos tinham sido iguais, tanto mais que se tratavam de exercícios económicos distintos” é, com o devido respeito, perverter o ónus da prova e indiciador de erro no julgamento.