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A Recorrente terminou as suas alegações de recurso formulando as seguintes conclusões: 	"Da prova documental junta aos autos resultam documentos demonstrativos de que a Oponente foi citada para os termos da execução, na pessoa de terceiro, em 23/09/2014;  Bem como que o processo de insolvência da Oponente foi encerrado após a realização de todas as operações de pagamento, em conformidade com o mapa de rateio;  Os referidos documentos não foram impugnados por nenhuma das partes pelo que, tratando-se de factos essenciais à boa decisão da causa e à justa composição do litígio, deverão ser incluídos na matéria de facto provada;  Nos termos do 48 n 3 da LGT, as dívidas tributárias prescrevem, em relação ao responsável subsidiário, se este não for citado no prazo de 5 anos contado do início do prazo de prescrição da dívida tributária;  Tratando-se de imposto de obrigação única relativo ao período de 2006/10-2006/12, o respetivo prazo de prescrição iniciou-se em 01/01/2007;  Pelo que, à data em que a Oponente foi citada - 23/09/2014 -, já há muito havia decorrido o indicado prazo de 5 anos;  A prescrição da coleta é uma exceção de conhecimento oficioso, pelo que deve o tribunal superior substituir-se ao tribunal a quo no seu conhecimento, julgando, assim, prescrita a dívida exequenda em relação à aqui Oponente e, em consequência, extinta, quanto a si, a instância executiva;  Por despacho de fls, o tribunal, defendendo "que as questões a decidir são essencialmente de direito, e a decisão a proferir passa pela análise dos documentos, juntos aos autos”, o tribunal notificou a Oponente para esclarecer se mantinha interesse na produção da prova testemunhal indicada;   A Oponente, após consignar que, no seu entendimento, os documentos juntos aos autos eram aptos a afastar os pressupostos legais de que depende a reversão, colocou à disposição a audição das testemunhas indicadas, caso outro fosse o entendimento do tribunal;  O tribunal a quo decidiu, sem para tal avançar qualquer fundamentação, prescindir da inquirição das testemunhas arroladas pela Oponente com vista à demonstração da inexistência de culpa na falta de pagamento, por parte da devedora originária, do crédito fiscal em causa nos autos;  Tendo decidido pela improcedência da oposição, para tanto julgando que a Oponente não logrou afastar a presunção de culpa que sobre si impende, pela não entrega do imposto em execução no processo contra si revertido; .