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B) Ordenar-se o cancelamento da respetiva matrícula, n. ...., junto da Conservatória do Registo Comercial ....  ) Declararem-se nulas e de nenhum efeito, as escrituras públicas de compra e venda, celebradas em, 18 de julho; 27 de julho; 17 de agosto de 000, 28 de junho de 2001 e 10 de maio de 2002, todas melhor identificadas nos artigos 6; 10 e 11, supra referidos, por simuladas, dado ter havido conluio acordo entre as partes contratantes, maximé, co-réu, e co-ré, KK, bem como, divergência intencional entre a vontade destes, formalmente declarada pagamento do preço) e a sua vontade real, não pagamento do preço, como se verificou, efetivamente, o que tudo foi feito com a intenção de defraudar a lei e prejudicar o autor e seu falecido irmão, pois nem os réus, e KK, pagaram o preço da compra feita, em 18 de julho de 000, ao autor e seu falecido irmão, nem a compradora, "Dekaura - Imobiliária, Lda.”, pagou o preço das compras que fez, em 27 de julho e 17 de agosto de 000 ao autor e seu falecido irmão; bem como, esta firma, "Dekaura - Imobiliária, Lda.”, em 28 de junho de 2001 e 10 de maio de 2002, não pagou o preço das compras que fez aos réus, e KK, o que tudo bem se compreende, dada a promiscuidade então existente entre a sociedade "Dekaura -Imobiliária, Lda.”, ora Massa Insolvente e os seus então dois únicos sócios, e KK, pelo que não havia, então, qualquer separação de patrimónios e esferas jurídicas entre a sociedade, ora ré, Massa Insolvente de "Dekaura - Imobiliária, Lda.” e o património pessoal dos ora réus, e KK.  )