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415 do, no valor da alçada estipulada para os tribunais tributários de  instância leia-se, 000€) A questão colocar-se-ia igualmente em face da anterior redacção da norma e., antes da alteração introduzida pelo artigo 22 da Lei n. 82-B/2014, de 31 de, onde se determinava: "Não cabe recurso das decisões dos tribunais tributários de  instância proferidas em processo de impugnação judicial ou de execução fiscal quando o valor da causa não ultrapassar um quarto das alçadas fixadas para os tribunais judiciais de  instância e.,  250€”; assim como em face do valor da alçada dos Tribunais Tributários de  Instância até 31 de Dezembro de 2007, que era de €740,98, correspondendo ¼ desse valor a €935,2― se ter de aplicar também o disposto no n. 1 do artigo 62 do CPC, ex da al., do artigo  do CPPT, nos termos do qual a admissibilidade do recurso ficaria também dependente do valor da sucumbência, ou seja, de que a decisão impugnada fosse desfavorável ao recorrente em valor superior a metade da alçada dostribunais tributários de  instância leia-se, 500€), sendo esse valor fixado pelo âmbito material do recurso, in casu, porque limitado ao montante controvertido das despesas de saúde, o valor seria dos já mencionados €224,4 Porém, não têm razão os Recorridos.