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A 1 instância deu como provados os seguintes factos:3  No dia 012018, a exequente N, S. A., instaurou ação executiva contra os executados J, E e, para pagamento da quantia de € 61 914,3   No requerimento executivo, alegou que:  ")   No dia 21999, o Exequente celebrou com J um contrato de compra e venda e mútuo com hipoteca e fiança4 mediante o qual o então B concedeu ao mutuário um empréstimo no valor de 150000 - Doze Milhões e Quinhentos Mil Escudos - € 62 349,73 sessenta e dois trezentos e quarenta e nove euros e setenta e três cêntimos), do qual se confessou devedor, ao abrigo das normas para o regime geral do crédito à habitação.