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, al., do P.P., quer, ainda, o preceituado nos art.s 26, n. 1, e 26, n. 1, al., do P., sendo que, acaso o Tribunal a quo tivesse interpretado/aplicado, correctamente, como podia e devia, singular ou conjuntamente, tais comandos legais, certamente que teria chegado a conclusão diversa daquela a que chegou, como seja a de que, in casu, para que o arguido, ora Recorrente, fosse – como foi – condenado pela prática de tal crime, tinha, antes de mais, que resultar provado o respectivo e necessário elemento constitutivo do "tipo objectivo" desse, mesmo, crime tipicidade, como seja, a contrafacção de "cartões de garantia ou de crédito" – o que, de resto, como vem dito, não sucedeu – e não, somente como sucedeu – a contrafacção de "cartões bancários", com a consequente, necessária e total impossibilidade de condenar o arguido, ora Recorrente, pela prática desse, mesmo, crime – o que não sucedeu – e assim, se impondo, por conseguinte, a sua curial absolvição pela prática de tal crime – o que, de resto, não sucedeu.