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74) No caso concreto, estamos notoriamente perante falta de fundamentação, pois até o próprio Inspector Tributário na Página 66 do Relatório Final da Impugnante admite existir transações de mercadoria entre a Sociedade ", LDA.” e a Sociedade Impugnante "F., LDA.”, no seguinte parágrafo: "Embora se possa admitir que em algum momento, pontual, a sociedade possa ter vendido pequenas quantidades de alguma cortiça ou rolhas à Sociedade F., circunstancia que, aliás, muitas vezes sucede ...).” 75) Assim, do Relatório Final, bem como os seus Anexos, constata-se que aquelas concretas faturas em causa correspondem a operações comerciais reais, pelo que, todas as considerações tecidas no Relatório Final, constituem meras conclusões pessoais do Inspetor Tributário, sem qualquer fundamentação de facto e de direito.