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Após julgamento foi proferida sentença pelo Tribunal Arbitral que assim terminou:   Pelo exposto, acordam os árbitros: a)Em julgar improcedente a invocação da caducidade do contrato de 8 de janeiro de 2003 ou, em qualquer caso, em considerar que o mesmo se prorrogou por condutas concludentes de ambas as partes; b)Em julgar irrelevantes as alterações subjetivas verificadas na Demandada; )Em subscrever o entendimento de que um PER não equivale a uma concordata, para efeitos de aplicação do artigo 1/2,, do Decreto-Lei n. 231/81; )Em considerar subsistente o contrato de consórcio de 8 de janeiro de 2003; e)Em julgar que o mesmo não foi cumprido pela Demandada, tendo sido corretamente resolvido pela Demandante.