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A justificar a nossa adesão às conclusões do primeiro grau, sempre se reforça que, ainda que o pressuposto da transmissibilidade do vínculo locatício previsto no n 1, do art 58, do NRAU, seja objecto de uma interpretação ampla a qual porém é rejeitada por JORGE PINTO FURTADO, considerando-a contrária à Lei, sendo que para MENEZES LEITÃO, o que decorre do n1, do art 58 é a exigência de " que o respectivo sucessor trabalhe no estabelecimento a funcionar no locado, independentemente da natureza do vínculo que o liga a esse estabelecimento” , g. integrando na respectiva previsão também as situações em que o filho do arrendatário beneficiada actividade económica desempenhada mas não trabalhe no dia a dia e em comum com o arrendatário no estabelecimento comercial conforme o entende g. FERNANDO DE GRAVATO MORAIS , certo é que também para o referido efeito se mostra a factualidade provada não suficientemente elucidativa e esclarecedora.