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Factos  A  instância deu como provada a seguinte factualidade: A) A autora BB e o réu acordaram que, a partir do dia 1 de Abril de 2001, aquela exerceria para este as funções de encarregada de mesa, no estabelecimento de café e snack-bar denominado "”, em Tomar, mediante o pagamento da remuneração mensal de € 350;  B) A partir do ano de 2003, o R. passou a pagar à A. a quantia mensal de € 360;  ) A partir de Janeiro do ano de 2007, o R. passou a pagar à A. a quantia mensal de € 427,50;  ) A partir de Janeiro do ano de 2008, o R. passou a pagar à A. a quantia mensal de € 464;  E) A partir do ano de 2010, o R. passou a pagar à A. a quantia mensal de € 475;  F) A partir do mês de Abril do ano de 2011, o R. passou a pagar à A. a quantia mensal de € 485;  G) A partir do mês de Outubro de 2014, o R. passou a pagar à A. a quantia mensal de € 505;  H) Com início a 1 de Maio de 2011, o R. e a sua mulher cederam um imóvel e o estabelecimento de café e snack-bar denominado "” que aí funcionava, à firma EE, Lda., assumindo esta a continuação dos contratos dos respectivos trabalhadores, incluindo a aqui autora;  ) Não obstante, a autora BB e o réu acordaram que a partir dessa altura Maio de, aquela exerceria para este as funções de empregada doméstica, limpando, cozinhando e lavando a roupa do autor, na casa deste; J) A A. gozava, pelo menos, 22 dias úteis de férias por ano, no período em que trabalhou para o R. este facto é alterado;  K) O R. pagou à A. os subsídios de férias e de Natal com os valores de remuneração indicados nas alíneas a, com excepção do montante global de € 504,99 do ano de 2015 expressamente confessado no art.