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– Sobre o modo e forma como o exame e recolha de sangue foi efetuado foram ouvidas diversas testemunhas, cujos depoimentos permitiram concluir pela clara violação dos procedimentos consagrados na portaria n. 902-B/200 - Ouvido na audiência de discussão e julgamento do dia 15/01/2019, entre as 09:57:32 e as 11:15:42, a testemunha VE, Cabo da GNR, cujo depoimento se encontra gravado no sistema existente no Tribunal, passagens 00:41:47 a 00:42:21; - Ouvido na audiência de discussão e julgamento do dia 22/03/2019, entre as 09:41:29 e as 10:28:08, cujo depoimento se encontra gravado no sistema existente no Tribunal, Passagens 00:07:30 a 00:08:20; - Igualmente, sobre esta matéria, foi ouvida na audiência de discussão e julgamento do dia 31/01/2019, a testemunha , enfermeira, entre as 09:52:41 e as 11:30:38, cujo depoimento se encontra gravado no sistema existente no Tribunal - Passagens 00:44:24 a 00:45:09; -  Sobre esta matéria pronunciou-se, igualmente, a testemunha JT, enfermeiro, ouvido na audiência de discussão e julgamento do dia 20/02/2019, com início às 09:44:55 e fim às 10:55:02, Passagens 00:52:11 a 00:53:34;  – Pelo que, sempre com o devido respeito por opinião diversa, deveria o Tribunala quo ter declarado ilegal e sem qualquer força probatória o exame de recolha de sangue efetuado ao Recorrente;    – O Tribunal a quo deveria ter dado como não provada a seguinte matéria de facto: T- Submetido após o embate a exame para pesquisa de álcool no sangue, o Réu apresentou uma taxa de 2,24g/, correspondente à taxa de 1,95g/, deduzido o erro admissível.