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6  	Conforme claramente se inculca, a referida alteração teve na sua base o facto de, em período em que a A. se encontrava ausente do trabalho, a  R., através do computador propriedade da  R. que se encontrava adstrito para utilização habitual profissional da A., mas sem carácter de exclusividade, sem o consentimento e contra a vontade da A. ter acedido, visionado e imprimido e posteriormente divulgado mensagens privadas do Facebook da A. e que esta trocou com a sua ex-colega, tudo tal como provado nos pontos a,, e com muito relevo nos pontos a, e. Esta circunstância explica, tal como provado, que no dia 002016, a  R. tenha reunido com a Presidente da Direção da  R., tendo estão esta chamado a A. para conversar 14, e que nessa altura, a A. tivesse sido informada por ambas de que tinha feito uma coisa muito grave, podendo implicar processo disciplinar, com despedimento por justa causa 15 e foi por causa do teor das mensagens privadas do Facebook da A. com as quais esta foi confrontada nesse dia 002016 16 que pela Presidente da Direção da  R. e pela  R. foram feitas as propostas à A.: acordo de revogação do contrato de trabalho sem indemnização, com declaração para o Fundo de Desemprego; instauração de processo disciplinar, podendo vir a ser despedida com justa causa, que a A. não aceitou.