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Nesta conformidade, não se pode deixar de subscrever a fundamentação da sentença de Primeira Instância quando refere o seguinte:  "Analisados os factos dados por provados consideramos que se encontram preenchidos todos os pressupostos enunciados, uma vez que estamos perante um facto ilícito, pois a colocação do sinal que tombou para a via não obedeceu ao previsto nos artigos 13, n 1, segunda parte, 15, n 1, segunda parte, aplicáveis por força do disposto no artigo 94, n 2, todos do Regulamento de Sinalização do Trânsito, aprovado pelo Decreto Regulamentar n 22-A/98, de 1 de Outubro, ao não acautelar a normal circulação e segurança dos utentes das vias e ao não ser fixado em perfeitas condições de estabilidade, imputável à Ré e à Chamada a título de culpa, pois deveriam ter actuado de forma diferente, fixando o sinal de forma estável e de molde a cautelar a segurança dos utentes das vias, provocou, em termos de causalidade adequada, danos físicos e materiais na pessoa e património do Autor, surgindo, deste modo, a obrigação de indemnizar.