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138 e.”  Conforme se disse, o apelante alega que o conhecimento da dívida originária constituía pressuposto do acordo dado pelos autores à assunção de tal dívida por parte do banco, em cumulação com a dívida originária ou em sua substituição, simplesmente tal conhecimento não constitui requisito da referida figura jurídica, a lei não o diz nem decorre da sua letra ou do seu espírito que assim seja, sendo certo que ainda que o credor desconhecesse a entidade devedora original da quantias tituladas pelas obrigações, nem por isso deixaria aquele de as adquirir, desde que o banco garantisse, como garantiu, o capital e o rendimento indicado, uma vez que aquilo que interessa ao normal investidor nesse tipo de produtos é reaver as quantias investidas acrescidas dos juros.