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Prosseguindo Nas conclusões recursivas enumeradas em a a apelante vem suscitar erro de julgamento de facto ao referir que os Serviços de Inspeção Tributária da Direção de Leiria, no exercício de 2003, apuraram um saldo devedor, em dezembro de 2003, na quantia de € 44555,87, e em no exercício de 2004, apuraram, também, um saldo devedor, em dezembro de 2004, na quantia de € 57469,1 Considera que daquele relatório não consta qualquer prova de ao recorrente ter sido efetuado, em dezembro de 2004, o pagamento de disponibilidades de € 57469,1 Por fim alega que "a quantia de € 57469,10, tributada na esfera do recorrente como adiantamento de lucros, resultou de correções feitas pelos Serviços de Inspeção nos exercícios de 2003 e 2004 e que no exercício de 2003, o saldo final ascendia a € 44555,87, significa que o único saldo que poderia ter sido tributado em 2004 ascenderia à diferença entre aqueles valores, ou seja, € 13913,2” Mas também aqui não lhe assiste razão, senão, vejamos: Da analise escrupulosa levada a cabo, no âmbito da IT, os serviços de inspeção tributária da Direção de Finanças de Leiria procederam a diversas correções conforme se constata no ponto do probatório, referindo que a conta 255993 – A..., foi saldada pelos SIT, em 31/12/2004, relativamente aos exercícios de 2003 e 2004, situação que, aliás, se encontra devidamente esclarecida no anexo 1, patente no ponto do probatório por nós aditado.