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A recorrida A. autora da acção produziu contra-alegações, oferecendo as seguintes conclusões:  A- Vem o recurso excepcional de revista interposto do acórdão proferido pelo tribunal «a quo» que confirmou o decidido em 1 instância, em juízo singular e em conferência, e decidiu não afastar o efeito anulatório do contrato, nos termos do artigo 283, n4, do CCP;  B- Salvo o devido respeito, que é muito, nenhum dos critérios qualitativos previstos no artigo 150 do CPTA para a admissão do recurso de revista se encontra preenchido;  - A propósito de alegada relevância social fundamental, a recorrente limita-se a descrever a importância do contrato para si mesma;  - A decisão da questão sub judice - validade da fixação de um prazo de 20 anos para a execução do contrato - releva apenas para as partes envolvidas, circunscrevendo-se às circunstâncias de facto deste caso, sem qualquer previsão de repercussão social;  E- Não está, por isso, preenchido o critério da relevância social;  F- De igual forma, também as questões a decidir não integram o conceito de relevância jurídica fundamental nem necessitam de melhor aplicação do direito; G- Ora, todas as questões jurídicas suscitadas foram já objecto de pronúncia nos presentes autos, de forma consistente e consentânea com a jurisprudência assente.