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437, n. 1”, decisão esta última que transitou em julgado em 09 de junho de 2011 autos a fls.. 8 A exequente veio em 07 de fevereiro de 2013 – isto é, mais de um ano e meio após o trânsito em julgado do Acórdão do Supremo, que julgou definitivamente a oposição à execução – deduzir o incidente de liquidação, sustentando que o executado é "responsável pela indemnização moratória a que o exequente tem direito e ao pagamento da quantia devida a título de sanção pecuniária compulsória” uma vez que "recolocou um projetor no local no dia 30 de julho de 2009, ou seja, 2 dias depois das respostas aos quesitos da base instrutória, e várias semanas mais tarde recolocou um segundo projetor”, mas não ligou "o segundo projetor ao quadro elétrico existente no túnel”, quadro esse que "está situado no interior de uma habitação do executado a que a exequente não tem acesso”, pelo que a exequente "está impedida de aceder àquele quadro elétrico sempre que se verifique qualquer falha de iluminação do túnel e/ou o direito de ligar ou substituir disjuntores e/ou lâmpadas e ainda o direito de fazer qualquer reparação que se mostre necessária”.