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De modo que, tendo sido prolatado pelo despacho de reversão, datado de 27 de Abril de 2016, no sentido de que a execução era revertida para o ora Recorrente, que foi administrador único da sociedade devedora originária, sem menção sobre se essa reversão é determinada tendo por  base o regime da alínea ou o da alínea do n. 1 da LGT, antes apenas considerando que estavam reunidos pressupostos para se operar a reversão, com menção ao disposto n os artigos 2, n. 2 da LGT, em conjugação com o artigo 15 do CPPT, e de acordo com o artigo 2 da LGT, mal andou o IGFSS, pois que, atentos os factos dados como provados, e em especial, atento o teor do despacho de reversão e seus fundamentos, é manifestamente insuficiente para ser determinada a reversão contra o ora Recorrente.