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Fechado o parêntesis, prosseguindo a análise no que à credibilidade das declarações do arguido  B...  concerne e do modo como resultaram sustentadas, diremos - com a segurança reforçada de quem procedeu à integral audição dos registos áudio e se debruçou sobre a prova convocada – que nem por um momento nos afastamos da apreciação e juízos vertidos no acórdão em crise, ou seja, sem qualquer dúvida ou hesitação, subscrevemo-los, já por via dos aspetos antes destacados relativos à credibilidade das respetivas declarações, já em consequência da seriedade e imparcialidade revelada pelas testemunhas que relatando factos que se articulam, na perfeição, com aquelas, contribuíram para as reforçar, já em função da falta de isenção revelada por todos aqueles que até ao limite se esforçaram por engrossar o alibi gizado pelo recorrente, circunstância a que não será estranha a relação de proximidade que cada um mantém com o arguido  A... .  Concluindo, só resta, afirmar a falta de razão do recorrente, já que – reafirma-se – não só as declarações prestadas pelo arguido  B... , garantido que seja – como o foi – o condicionalismo legal artigo 34, n. 4 do CPP, podem ser objeto de valoração contra o coarguido como, no caso concreto, se mostram as mesmas credíveis, sustentadas na prova produzida, onde, naturalmente, se incluem as inferências judiciais. )