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54 v a 58, apontando as várias deficiências que encontrou na obra, estimando o custo dos trabalhos realizados na obra em € 600,00 e concluindo pela necessidade de corrigir as anomalias verificadas, nos seguintes termos: «1) Vedar o terreno na sua totalidade; 2) Proceder à marcação da implantação da moradia e dos muros de suporte de acordo com o projeto para corrigir a escavação; 3) Demolir o muro técnico e levar o entulho para aterro custo estimado 120 euros; 4) Colocar um wc portátil no terreno para se poderem iniciar os trabalhos; 5) Executar um muro técnico de acordo com as normas e com o projeto para puderem pedir ramais de água e luz necessários á execução da obra.» pontos 35, 36 e 3 Está igualmente provado que em 29 de janeiro de 2021, data em que os autores comunicaram a resolução do contrato de empreitada, deveria estar já concluída a estrutura da moradia, onde se incluem as subfases de fundações, pilares do piso 0 e 1, Lage do piso 0 e 1, enchimentos, argamassas, alvenarias, muros e piscina, mas nessa data não se encontrava sequer concluída a primeira fase, além de que os poucos trabalhos efetuados não cumpriam as normas, tendo de ser feitos de novo pontos 38 e 3 O artigo 1222 do Código Civil confere ao dono da obra o direito de exigir a redução do preço ou a resolução do contrato de empreitada se não forem eliminados os defeitos ou construída de novo a obra, isto se os defeitos tornarem a obra inadequada ao fim a que se destina.