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É contra o assim decidido que se mostram irresignados os apelantes, imputando ao saneador-sentença recorrido erro de direito, sustentando que o decidido ofende o caso julgado formal e material que cobre a sentença homologatória da partilha proferida no âmbito do processo de inventário n. 62/15TBCHV, que correu termos pelo Tribunal Judicial da Comarca de Vila Verde, Juízo Local Cível de Vila Verde, que serve de titulo executivo à presente sentença; que a sentença proferida no âmbito dos autos de prestação de contas, transitada em julgado, não determina o valor da herança a partilhar, não consubstanciando, por isso, facto modificativo, extintivo ou impeditivo do crédito exequendo; que, ainda que assim não fosse, o trânsito em julgado da sentença homologatória da partilha é anterior à data do trânsito em julgado da sentença proferida no âmbito dos autos de prestação de contas, pelo que o trânsito em julgado  da primeira sentença a homologatória do mapa de sempre teria de prevalecer sobre o da última; que o direito da apelada a requerer a prestação de contas se encontrar extinto, por caducidade; e, finalmente, que no saneador-sentença ocorre erro de cálculo dos valores quanto à prestação de contas.