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E não há maior indício, no caso dos autos, das consequências de tal crise, do que o facto de a Executada ter entrado em liquidação em 201 Mas, mesmo que se entenda que os factos alegados pelo Recorrente são insuficientes para afastar a presunção de culpa, sempre deveria o tribunal recorrido ter ordenado a notificação do Recorrente, ao abrigo do disposto nos artigos 59, n.s 2, alínea, e 4 do CPC, e 9, n. 5, do CPPT; e, ao não promover o suprimento das pressupostas insuficiências fácticas, que densificariam os "conceitos abstractos” que o Recorrente alegadamente utilizou, fundamentando a sentença nessa insuficiência, cometeu o tribunal recorrido uma nulidade que ora se invoca, com todas as consequências legais.