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Assim, decorre do aludido despacho de 13-10-2021, que o Tribunal recorrido não considerou pertinente a realização de outra diligência instrutória previamente à prolação da sentença, donde se conclui, com toda a clareza, encontrar-se indeferido o que foi requerido no requerimento de 23-09-202 De todo o modo, se o entendesse diversamente, a embargante poderia contestar a posição levada a efeito pelo Tribunal, arguindo o cometimento de nulidade processual, por falta de apreciação de requerimento probatório, o que deveria ter arguido nos 10 dias posteriores à prolação do dito despacho, em conformidade com o prescrito no n. 1 do artigo 19 do CPC sendo de presumir que com a prolação de tal despacho de 13-10-2021, a embargante ficou a conhecer os termos da questão atinente e que ora o que, contudo, não fez.