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Conclusões a  O presente recurso foi interposto antes de decorridos os 5 anos sobre o trânsito em julgado da decisão revidenda e dentro do prazo de 60 dias contada da data e que os recorrentes tomaram conhecimento do documento novo que serve de base á revisão a saber a certidão tributária do teor do prédio urbano emitida em 31/8/2018, na sequência do requerimento apresentado pelo recorrido em Dezembro de 2017 o que por si só é suficiente para modificara a decisão como entendido no AcSTJ de 24/5/201 Conclusões a  Acresce o erro material manifesto cuja rectificação se requer ao abrigo das disposições dos art.s 613, 617 e 666 do CPC no que à data do início do pagamento da renda mensal ao recorrido que a decisão fixou em 30/5/2012, data essa que é anterior ao procedimento de actualização extraordinária da renda que o recorrido iniciou em 29/11/2012 conforme factos sob 8 considerando que o próprio acórdão assinalou como questão a decidiu a de saber se "em função a privação do imóvel ilegitimamente detido pelos Réus desde 31/5/2013 a indemnização devia á herança que o Autor representa” Conclusões a Concluem pedindo que a decisão recorrida seja substituída por outra que, mantendo a condenação dos ora recorrentes, os condene no "pagamento à herança de que o recorrido é cabeça-de-casal a importância mensal de 131,33 euros desde 31/5/2013 até à entrega efectiva do imóvel”  Notificado o recorrido pessoalmente por carta registada com aviso de recepção como resulta do A/R que contem a data de 27/3/2019 a fls.