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151, n 5, do mesmo diploma.Notifique, e se nada for oposto, proceda às habituais diligências.”.Não se conformando com a decisão proferida, a recorrente , veio interpor o presente recurso de apelação, em cujas alegações conclui da seguinte forma:  Ao contrário do decidido no despacho recorrido, não se torna necessário produzir prova em audiência de discussão e julgamento;  Porquanto os Embargos deduzidos não foram contestados pela Embargada;  E, por tal motivo cumpria julgar confessados os factos alegados pela Embargante nos embargos de executado;  Ou seja, a matéria alegada pela Embargante nos artigos ,  e  dos Embargos;  Pois, tal como consta do título executivo sentença), houve outro devedor, , que foi condenado, solidariamente com a Executada, a pagar a quantia exequenda;  Ora a Executada alegou no artigo  dos embargos que aquele devedor já tinha pago à Exequente a totalidade da quantia condenatória;  Não alegou a Executada que foi ela própria a pagar a quantia condenatória, pois, se o fizesse, tal alegação estaria em contradição com a matéria alegada no requerimento executivo;  E, nesse caso, não se tornaria necessário à Exequente contestar os Embargos;  Porém, o que a Executada afirmou foi que aquele devedor solidário já tinha de modo próprio procedido ao pagamento à Exequente da quantia condenatória;  Assim, posta a Exequente perante esta alegação, era obrigatório tê-la impugnado, o que não fez;  Assim, por falta de impugnação a alegação daquele pagamento pelo outro devedor terá de ser julgada confessada, nos termos do artigo 567, n 1, ex artigo 732, n 3 do CPC;  E em consequência ser declarado que a Exequente já recebeu do outro devedor a quantia que foi objecto da sentença condenatória;  O despacho proferido violou as disposições legais contidas nos artigos 567 n 1 e 732 n 3 do CPC.Foram apresentadas contra-alegações.Colhidos que se mostram os vistos legais e nada obstando ao conhecimento do recurso, cumpre decidir.