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Assim sendo - isto é, em suma: quer por ter sido realizado na fase de inquérito o exame toxicológico relevante para a boa decisão da causa e indeferido na fase de julgamento a realização de exame toxicológico irrelevante para a boa decisão; quer por a pretendida prova testemunhal, consubstanciada na inquirição da identificada testemunha, não se tratar de um novo meio de prova nem ser susceptível de abalar o juízo pericial daquele exame; quer por já existir nos autos um exame pericial toxicológico à substância estupefaciente e não ser possível a realização de novo exame pericial - indeferimos ambas as diligências requeridas pelo condenado nesta sede art.