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n. 1429/97) Para justificar a expressão "de relevo” terá a conduta de assumir gravidade, intensidade objectiva e concretizar intuitos e desígnios sexuais visivelmente atentatórios da auto-determinação sexual; de todo o modo, será perante o caso concreto de que se trate que o "relevo” tem de recortar-se ” – e, ainda, o acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 102015, relatado pela Exma Sr. Desembargadora Maria José Nogueira, consultável in www.dgsi.pt, em que se refere: "...) Importa não esquecer que o «acto sexual de relevo» terá de configurar, em primeiro lugar, um acto sexual.