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do CPP.”  Por outro lado, entende a recorrente, acompanhada do douto Assento n. 1/2003 de 25 de Janeiro de 2003, a nulidade dependente de arguição, no processo de contra ordenação, é arguida no prazo de 10 dias após a notificação, perante a própria administração, ou, judicialmente, no acto de impugnação;  A douta sentença apresenta uma contradição entre a fundamentação e a decisão, quanto à sanação das nulidades;  A douta sentença fundamenta a sanação das nulidades cometidas no decurso de um processo administrativa de contra ordenação, com a apresentação de testemunhas e junção de documentos feita na impugnação da decisão administrativa, prevalecendo-se assim do direito preterido;  Porém, a recorrente, não juntou documentos nem arrolou testemunhas, no recurso de impugnação e como tal não foram analisados documentos nem ouvidas testemunhas arroladas pela recorrente em sede de julgamento;  Termos em que, sempre com o devido respeito, a douta sentença recorrida decidiu ao arrepio da respectiva fundamentação: "de igual modo o alegado vício, se mostre sanado”;  Em face do que considera a recorrente que a douta sentença recorrida, carece de fundamentação, no segmento que dá por sanada a arguida nulidade por falta de inquirição das testemunhas;  O que consubstancia uma nulidade da sentença, cuja alegação aqui se deixa arguida para todos os efeitos e cominações legais;  A interpretação dada pela Autoridade administrativa ao exercício do direito de defesa previsto na forma conjugada do Art.