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da qual eram sócios), da sua carteira de clientes, de modo a torná-la completamente inativa, transmitindo os seus clientes a outra empresa  ré); que em consequência de tal conduta a sociedade F foi declarada insolvente; que o 2 réu e outros funcionários da insolvente começaram a trabalhar para uma sociedade, concorrente direta da insolvente  ré), contactando os clientes da insolvente, instando-os a contratar a 3 ré para realizar a prestação de serviços que antes era realizada pela insolvente; que a 3 ré faturava com os clientes que lhe eram facultados pelo 1 e 2 réus e recebia os preços pagos por estes clientes, deixando a insolvente de os receber e de ter receitas; que a este desvio da sua carteira de clientes para uma sociedade concorrente direta, aliou-se o desvio dos trabalhadores da insolvente, os quais foram igualmente trabalhar por conta da 3 ré; que a sociedade insolvente, viu a sua apresentação à insolvência ser retardada pelo 1 e 2 réus, com o intuito de se alcançar o objetivo perpetrado por estes, de desvio de clientes e trabalhadores para a E, S.A, ora 3 ré; que quando a sociedade F foi declarada insolvente já não possuía quaisquer trabalhadores nem património.