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1	Julgando como julgou, o mui douto tribunal recorrido incorreu, ainda, na violação do artigo  da Lei da Protecção Dados Pessoais em vigor à data dos factos lei n. 67/98, de 26 de, na medida em que considerou que o regime estabelecido pela lei determinava, nomeadamente, que as suspeitas relativas ao recorrente não pudessem ser divulgadas à sua entidade empregadora, o que não constitui fundamento da falta de fundamentação, porquanto, querendo, poderia sempre a recorrida ter solicitado ao recorrente o seu consentimento para a divulgação de tais dados à sua entidade empregadora caberia ao recorrente, titular dos aludidos direitos, optar entre a supremacia do seu direito  à  reversa  da  vida  privada  e  à  intimidade  e  o  seu  direito  à fundamentação do ato.