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Em face destas premissas, concluiu a decisão recorrida: «Deste modo, tem de se concluir o seguinte: Sendo a obrigação cambiária do avalista abstracta, apenas formalmente ligada à do avalizado em que se apoia – nisso se esgotando a sua característica acessoriedade – mas material ou substancialmente desvinculada, autónoma e independente, a ponto de ela se manter, ainda que a obrigação garantida seja nula por qualquer razão salvo vício de, implicando uma responsabilidade, directa e pessoal, distinta da daquele, que não contempla sequer oposição, pelo avalista, das excepções pessoais do avalizado em relação ao portador do título, compreende-se a coerência com o regime adoptado no n 4 do art 217, do CIRE.»  A conclusão alcançada após o percurso jurídico-analítico espelhado na decisão recorrida, evidencia que o tribunal a quo se pronunciou no sentido da inexistência de qualquer contradição entre o regime do CIRE artigo 21, n. e da LULL artigo 3), suscetível de ser reconduzida a qualquer violação da CRP.