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Mostra-se pois verificada a situação prevista na alínea, do n2, do citado art.5  Mas, também, por outro lado, na medida em que se desinteressou do cumprimento da pena, assim como das eventuais consequências que daí pudessem advir e para as quais foi advertido, nos termos já supra referidos, o comportamento do condenado configura também, sem dúvida alguma, uma violação dos deveres decorrentes da pena em que foi condenado, em concreto do dever de assiduidade, e uma violação grosseira de tal dever na medida em que perdurou no tempo, injustificadamente, não obstante os contactos que com ele foram estabelecidos no sentido de retomar a prestação do trabalho que iniciou em 13 de maio de 2017 – trabalho do qual apenas cumpriu quatro horas – nunca tendo apresentado qualquer explicação para tal comportamento, nem sequer quando notificado pelo tribunal para o fazer, ter-se-à de considerar preenchida a hipótese prevista na citada alínea, do art.