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Quer isto dizer que, mesmo que viesse expressamente alegada a violação do dever de fundamentação formal artigos 26, n. 3, da CRP e 12 e 12 do CPA/1991, que não vem, e mesmo que essa ilegalidade se verificasse, o certo é que esta jamais teria, no caso, qualquer eficácia invalidante da decisão administrativa impugnada, na medida em que, atendendo g. à resposta dada por aquelas após a recepção do ofício de 27 de Maio de 2013, sempre seria de se concluir que se mostra atingida a finalidade para a qual se encontra consagrada tal formalidade, em virtude do reconhecido princípio do aproveitamento dos actos administrativos e agora consagrado na alínea do n. 5 do artigo 16 do CPA/2015 em todo o caso, diga-se, que, mesmo que essa eficácia invalidante fosse de operar no caso concreto, e sendo esta uma ilegalidade externa susceptível de renovação, para que os danos invocados pelas Autoras apresentassem o necessário nexo de causalidade, sempre seria necessário que estas demonstrassem que esse vício influenciou a decisão proferida pelo Réu e, concomitantemente, que se não fosse esse vício o Réu não teria determinado, o que determinou, cf.