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Ao submeter a sua hipótese aos «efeitos do número anterior», o n. 3 apresenta-se como uma continuação ou prolongamento dele, sendo assim de concluir pela natureza receptícia do n. 3 em relação ao n.  Ora, o que o n. 3 assim recebe há-de ser tudo o que o n. 2 já contém, exceto o que o n. 3 diferentemente prevê; donde se conclui que as vítimas de «stress» de guerra só podem ser havidas como DFA se reunirem os vários requisitos insertos no n.  Sendo as coisas assim, a qualificação dessas vítimas como DFA exige que o trauma psíquico sofrido haja resultado de «serviço de campanha» ou de «circunstâncias diretamente relacionadas com o serviço de campanha» – salvo se provier de aprisionamento de guerra, de manutenção da ordem pública, da prática de ato humanitário, de dedicação à causa pública ou de outro risco agravado no exercício das funções e deveres militares, hipóteses estas que o ato excluiu sem oposição do recorrido.”   Assim, e em síntese, sumariou-se no identificado acórdão do STA e no que aqui releva que ") O n. 3 do art.