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Resulta dos factos da sentença de declaração de insolvência da sociedade mutuária que se consideraram NÃO PROVADOS: "- Que a requerida seja detentora de um crédito sobre a requerente bem como que existam créditos daquela sobre esta e a compensar; - Que, com valores de venda por m2 baseados nos valores praticados pela empresa nas fracções que concluiu e vendeu anteriormente, a requerida viesse a apurar, até à conclusão do plano de construção, uma facturação de €742278,00; - Que a E estivesse apta a concluir as construções a que se obrigou, bem como que, após conclusão do empreendimento e pagamento da dívida à requerente, a E viesse a obter um lucro com as execuções e conclusões dos citados empreendimentos no valor de 60966,40 euros; Que a requerente tenha cancelado o financiamento sem motivo justificativo, causando um prejuízo à E de €248794,40 a título de lucros cessantes.” Não podem pretender os Recorrentes fazer prova sobre "a situação em que os recorrentes estariam em 2016 caso o  tivesse cumprido o contrato durante os contratados 12 anos ao invés de o, teria permitido que os mesmos se subrogassem no crédito deste último”, uma vez que já ficou decidido, por sentença transitada em julgado, entre outras coisas, que a Requerente não incumpriu quaisquer obrigações contratuais, sendo por isso absolutamente inútil referir que o artigo 653 do Código Civil não é aplicável no caso em apreço.