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)».Inconformados, recorreram os AA., em matéria de facto e de Direito, formulando as seguintes CONCLUSÕES: « Provando-se, como se provou, que a viatura QG pertencia à sociedade comercial F, Lda e era conduzida por G, ao serviço daquela entidade empregadora, é indubitável que estamos perante a presunção de culpa da condutora pela sua circulação;  Por tal motivo se impondo à condutora o ónus de provar que nenhuma culpa lhe advém do deflagrar do acidente e das suas consequências;  Sendo mister, por isso, de demonstrar em sede de recurso que a decisão sobre a matéria de facto e sobre a matéria de direito não foi correctamente julgada;  Assim, em primeiro lugar, é incorrecto o fixado no item 7 dos factos provados quando se deu como provado que "o veículo automóvel QG circulava a uma velocidade não superior a 50 Km/h”:   Já que a testemunha condutora do veículo, apenas afirmou que "ia devagar” momento 00:05:27 da gravação do seu;   E a outra testemunha, H apenas respondeu "por volta disso” e "ia a velocidade normal” momento 00:04:21 e momento 00:04:40 da gravação);   Não podendo, assim, o Mmo Juiz "a quo” extrair e fixar como assente que a condutora não circulava a mais de 50 Km/h;   Devendo, por isso, em consequência eliminar-se aquela matéria fixada;  Em segundo lugar, é incorrecto o fixado no item 10 da matéria de facto onde se afirma que a  desceu do passeio sem olhar para a via de trânsito e sem cuidar se circulava algum veículo;  1 Esta matéria teve como suporte o depoimento da testemunha condutora do veículo, G, mas o seu depoimento é destituído de credibilidade; 1 Não só porque esta testemunha afirmou no inquérito policial que a  estava distraída a fazer uso do telemóvel; 1 Mas também porque no seu depoimento, continuou a afirmar e a reincidir na mentira tendo dito ao momento 00:07:16 da gravação do seu depoimento "sei que o telefone voou”; 1 Assim entrando em contradição com o depoimento das restantes testemunhas, que afirmaram categoricamente que a  não fazia uso do telemóvel, já que o mesmo se manteve dentro da sua carteira ou mochila;  1 Tendo, na verdade, a testemunha , ao momento 00:07:07 da gravação afirmado eme não vinha ao telemóvel, pois o mesmo estava dentro da sua carteira;  1 Bem como a testemunha J que referiu ao momento 00:05:19 que tinha sido ela própria, testemunha, ir buscar o telemóvel da  à carteira dela;  1 Como corolário também da falta de credibilidade da condutora é o facto de também afirmar no seu depoimento que foi a  que embateu no lado lateral direito da viatura;  1 Bastando atentar na falsidade do seu depoimento ao momento 00:09:31 onde afirma "eu já estava apossar e ela bateu-me do lado do carro, eu não bati de frente”;  1 E ao momento 00:16:13 da gravação voltou a referir "quando dou por ela já me bateu de lado”; 1 Quando, na verdade, o que ficou provado nos autos é que a viatura embateu contra o corpo da  com a parte dianteira direita cfr.