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Juízo local cível de Lousada – Tribunal Judicial da Comarca do Porto Este.Intentou a autora acção comum demandando os réus pedindo sejam condenados a reconhecer que é legítima e exclusiva proprietária de fracção autónoma que identifica, que a posse de tal fracção por parte deles é insubsistente, ilegal e de má fé, bem como a condenação deles a restituir-lha, livre e desocupada de pessoas e bens, e ainda a pagar-lhe indemnização de 1200,00€ quinze e duzentos, a acrescer do montante de 400,00€ por cada mês em que se mantiverem na posse ilícita da fracção, bem assim dos juros que se venham a vencer sobre tais quantias, desde a citação até efectiva entrega.