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Sucede que, em seu entender, as razões que determinam a apensação a processos pendentes mantêm-se plenamente válidas para a apensação a processos arquivados, pois que, deve interpretar-se os artigos 15, n. 1, da Organização Tutelar de Menores e 8, n. 1, da Lei de Promoção e Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, no sentido de que se deve requerer a apensação de um processo de promoção a favor de um menor a qualquer outro processo já arquivado, assim propiciando uma visão de conjunto e uma melhor ponderação dos interesses do menor.”  Mais alega que que o legislador visava que todos os processos sucessivamente instaurados quanto à mesma criança fossem apensos ao mais antigo, independentemente do seu estado, sendo que, no caso sub Júdice, determinando-se a apensação do processo de promoção e protecção, não poderá o Tribunal a quo determinar a devolução do mesmo à CPCJ, considerando que os autos principais haviam sido declarados extintos e, ainda que assim fosse, devia o mesmo correr no Tribunal, uma vez que solicitados não poderão os mesmos serem devolvidos à CPCJ, mas sim correr judicialmente, e serem determinados os trâmites processuais normais, sendo solicitados os competentes relatórios sociais ao ISS, IP – EMAT, entidade essa que colabora com o Tribunal.