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2 De Facto A) Entende o Recorrente que, no que à matéria de facto diz respeito, foi oferecida prova bastante relativamente a vários factos, que foram por si devidamente alegados, que relevam, sem sombra de dúvida, para a boa decisão da causa e que não foram considerados, na sentença recorrida, como provados; São eles, B) O facto de as liquidações das dívidas ora em discussão, ou seja, a liquidação n. .. Dívida de IVA do  trimestre de, a liquidação n. .. Dívida de IVA do ano de e a liquidação n. .. Dívida de IVA do ano de terem sido emitidas em 28-05-1994, 28-05-1994 e 21-03-1997 respetivamente; ) O facto de a AT ter preparado uma informação, nos termos da qual considerou como prazo de prescrição da Dívida de IVA do  trimestre de 1993, da Dívida de IVA do ano de 1994 e da Dívida de IVA do ano de 1995, o dia 2008-10-25, o dia 2006-01-01 e o dia 2008-02-17 respetivamente; ) O facto de o Recorrente ter sido designado para o cargo de vogal do Conselho de Administração da P.., em 1993, após a aquisição de parte do capital social desta sociedade por parte da "E.., S.A.”, sociedade comercial de direito espanhol da qual foi acionista minoritário até 2000; E) O facto de, em 28 de Dezembro de 2000, o Recorrente ter alienado a totalidade da sua participação social na referida "E.., S.A.”; F) O facto de o Recorrente nunca ter recebido qualquer remuneração pelo exercício do cargo de administrador da P..; G) O facto de que "em momento algum do período em que foi administrador de direito da P.. contactou com fornecedores, devedores ou credores desta sociedade, efetuou pagamentos ou cobranças em nome da P.., contraiu dividas em nome da P.., contratou trabalhadores ou outros prestadores de serviços para a P.., alienou, cedeu ou transmitiu qualquer activo da P... praticou nenhum acto que pudesse pôr em causa o património social da P.., e representou a sociedade para qualquer efeito” cfr.