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Alega a recorrente que: Quer a retribuição pelas funções de psicóloga quer a retribuição pela coordenação devem ser consideradas retribuição em sentido estrito, já que são ambas contrapartida do desempenho dessas funções, pelo que a retribuição por IHT tinha de ser calculada sobre a soma das duas; uma vez que a retribuição da autora era equiparada à da outra coordenadora da ré, que se não provou trabalhar no regime de IHT, não cabe espaço para este pagamento na retribuição global da autora e que nada demonstra, nem permite deduzir, nem foi feita prova a esse respeito, que a compensação por IHT inicialmente fixada em €150,00 tenha depois acompanhado a evolução dessa compensação prevista no CCT aplicável.