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Não estando colocada a questão de o executado sofrer de incapacidade superior a 60%, conforme previsto na alínea comprovada pelo respectivo atestado de, entendeu a decisão recorrida, dos factos que considerou como assentes considerando desnecessária a produção da demais prova indicada pelo requerente2, que também não estão reunidos os requisitos da alínea e, em qualquer caso, que não se verificam as exigências gerais de boa fé, uma vez que, "o executado deixou de pagar as rendas à exequente, pelo arrendamento da fracção em causa, e onde ainda se mantém, em Abril de 2017, desconhecendo-se, porque tal não foi sequer alegado, quando se verificou a sua situação de desemprego.