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31 do e encontrar-se-á a mesma sujeita ao prazo ordinário de prescrição de 20 anos, neste sentido tendo decidido o acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 202016 e o Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães, proferido no âmbito do processo n. 589/10T8VNF-A.G1, na data de 102017, cujo teor ora se transcreve: "- No mútuo bancário, em que o reembolso da dívida foi objecto de um plano de amortização, composto por diversas quotas, que integram uma parcela de capital e outra de juros remuneratórios, que se traduzem na existência de várias prestações periódicas, com prazos de vencimento autónomos, cada uma destas prestações mensais encontrar-se-á sujeita ao prazo prescricional privativo de cinco anos, previsto na al., do artigo 310, do - Mas se em caso de incumprimento, o mutuante considerar vencidas todas as prestações, ficando sem efeito o plano de pagamento acordado, os valores em divida voltam a assumir em pleno a sua natureza original de capital e de juros, ficando o capital sujeito ao prazo ordinário de 20 anos.” A prescrição pode ser interrompida, nos termos dos arts 32 a 32 do , começando o prazo integral a correr de novo a partir da interrupção, nos termos do art.