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Aliás, foi justamente o serviço de segurança que a Recorrida como entidade bancária ofereceu que despertou no Recorrente e noutros clientes a contratação, entre outros, do serviço de aluguer de cofre-forte e, incumprindo esse contrato, caber-lhe-ia, em princípio, indemnizar aquele, se acaso estivesse comprovada a existência de dano artigos 798, 562, 563 e 564, n. 1, do Cód..” Argumenta finalmente a recorrente que foi completamente ignorado pelo Tribunal a quo que as partes haviam contratualmente acordado que a apelante  não era responsável pelos valores que o cliente guardasse no cofre, dos quais aliás não tinha, nem teria conhecimento, conforme resulta da fundamentação da sentença e facto provado; que erra o Tribunal ao dizer que estávamos perante "contratos pré-redigidos, a que o cliente se limita a aderir” pois nada disso consta da matéria provada e que ao invocar que tal cláusula contratual seria nula viola o disposto no artigo 3, n 3 do CPC, uma vez que essa questão de Direito não foi objecto de pronúncia entre as partes.