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28 do seja como vício de conteúdo do negócio jurídico dum conteúdo excessivo ou injustificadamente desequilibrado, que implica uma quebra na justiça interna do negócio jurídico), o certo é que "envolve também uma situação de inferioridade que se traduz em insuficiente liberdade e discernimento da vontade negocial do lesado e ainda um reprovável aproveitamento/exploração por parte do usurário da situação de inferioridade ou de carência do lesado”7, ou seja, é num momento inicial e antes de ser um vício de conteúdo) também um vício da vontade8, razão pela qual a proibição da prova testemunhal contra ou praeter scriptum não impede que a carater usurário do negócio possa ser provado com o recurso a testemunhas Significa tudo isto que bem andou a Exma.