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Neste tipo de danos não patrimoniais é necessário relevar as dores, o desgosto, as insuficiências, o estado psicológica adveniente do ato lesivo, os tratamentos e intervenções cirúrgicas a que foi submetida o quantum doloris que, o dano estético de que a autora ficou a padecer, bem ainda todas as sequelas que lhe resultaram das agressões de que foi vitima, o período de internamento e duração dos tratamentos e a circunstância de nenhuma culpa poder ser assacada à autora pela produção das lesões��� Revertendo ao caso concreto é necessário considerar a factualidade dada como provada em , , , , 1 e 1, ou seja, relevam as concretas lesões sofridas pela autora e as sequelas das mesmas, as dores sofridas, os tratamentos de fisioterapia e ortopedia a que foi submetida, o número de dias que esteve internada, em clausura hospitalar, as cicatrizes que ficou a ostentar, o elevado número de dias 377 que a autora se viu limitada no seu dia a dia, a idade da autora à data do evento lesivo; o quantum doloris que foi fixado no ponto 5 numa escala de 7, o dano estético, fixado em 1 numa escala de 7, os esforços suplementares que a mesma terá de suportar para desenvolver o seu trabalho habitual, a ausência de culpa na eclosão do evento – pois que a mesma, em nada contribuiu para a sua verificação – o que não pode deixar de ser tido em conta em sede de arbitramento de indemnização por dano não patrimonial.