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Em conclusão, em razão de tudo o supra exposto e, porque como vimos já, o nosso sistema de recursos inclina-se para a solução que defende que o objecto do recurso é a decisão recorrida, e não a questão sobre que incidiu a decisão recorrida, impondo-se tão só ao tribunal ad quem apreciar se é ela aquela que "ex lege” devia ter sido proferida, e , não constando da presente instância recursória o referido objecto  que em rigor não o é a decisão de 17/4/2015, pois que nesta não se apreciou/conheceu de quaisquer irregularidades/nulidades processuais , desde logo porque não arguidas , tudo conjugado, tal conduz necessariamente à improcedência in totum da conclusão recursória da apelante dirigida para pretensos vícios adjectivos cometidos em sede de tramitação da acção executiva.