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O apelante alegou que "o tribunal a quo determinou o arrolamento de outros bens que também não existem, o caso concreto do dinheiro, ou seja, as contas bancárias a arrolar em 15-07-2019, deviam reportar-se ao montante efetivamente depositado àquela data, e não aos € 24 986,25, levantados a 27 de novembro de 2018”, tendo concluído que "dá o Tribunal a quo como provado, que os bens indicados no aludido documento n 2 "bens a arrolar” existem, contrariando não só os dois autos de arrolamento, como ainda determina o arrolamento de outros que também não existem, o caso concreto do dinheiro, levantado que foi em momento muito anterior ao do decremento deste procedimento cautelar”.