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223 e ss., alegando o seguinte:   - A área real é efectiva de 3334 m2 e não de 2867 m2 que se não aceita e consta do Laudo de, designada pelo n. 188 da respectiva planta parcelar;  - A quantia referida é manifestamente inferior ao seu valor real e corrente, ou seja, ao seu valor de mercado à data de Declaração de Utilidade Pública – 1 de Setembro de 2009 –;  - A classificação do solo da parcela a expropriar que, segundo certidão emitida pela Câmara Municipal de B., e para efeitos do disposto no artigo 2, n. 2 do CE, será a seguinte: - 76% de solo apto para construção; - 24% de solo apto para outros fins.