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Com efeito, embora o Reclamante aí resida e aí tenha o seu domicílio fiscal, e assim, que não se tem por verificado o impedimento legal a que se reporta a  parte do n. 2 do artigo 24 do CPPT, e bem assim, e também, de que o imóvel não é propriedade de um identificado membro do seu agregado familiar, melhor, do agregado familiar que tinha/tivesse constituído, também não incorreu o Tribunal a quo em erro de julgamento em matéria de direito, ao ter decidido que o Reclamante não podia impedir a venda do imóvel, atenta a  parte do artigo 24, n. 2 do CPPT, e de outro modo, que o OEF estava assim absolutamente legitimado a prosseguir essa venda.