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– Para conhecimento e da causa de pedir, seria necessário tomar posição, pelo menos, quanto à seguinte factualidade: a)-A existência e caracterização de um contrato de intermediação financeira entre o A. e o R.; b)-A data em que se verificou o início da relação contratual entre A. e R.; )- Se o contrato existente entre o A. e o R. decorre da Resolução do Banco de Portugal relativamente ao BES; )-Se houve a prática de quaisquer atos de confirmação do contrato, por parte do R., nomeadamente envio de correspondência, contactos telefónicos, envio de documentação para o A.; e)-Se o R. praticou quaisquer atos de intermediação financeira, nomeadamente depósito, registo ou custódia dos valores patrimoniais a que os presentes autos se referem; N.–Claramente que, para além de existir uma manifesta contradição entre a matéria factual e o teor da decisão nada se diz sobre o facto provado "contrato de intermediação financeira” e profere-se decisão alegando que o contrato invocado pelo autor não foi celebrado com a ré, mas com o, estamos perante um caso de insuficiência da matéria de facto.