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De todo o modo, ainda que se entendesse que o caso em análise de omissão da indicação da qualidade de trabalhador a tempo parcial nas folhas de remunerações remetidas pelo empregador à seguradora com alusão à retribuição correspondente ao trabalho equivalente prestado a tempo poderia equiparar-se ao caso de falta de indicação, por parte do empregador, da qualidade de praticante, aprendiz ou estagiário expressamente previsto na cláusula 2, n. 2 da AU, aplicando-se analogicamente à situação do trabalho a tempo parcial a estatuição desta norma, tal não determinaria a exoneração pura e simples da seguradora relativamente ao valor que excede o efectivamente pago pelo trabalho a tempo parcial, devendo a mesma assumir em tais circunstâncias o pagamento da integralidade das prestações devidas sem prejuízo naturalmente, caso o entendesse, de exercer ulteriormente o direito de regresso relativamente àquele valor.