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-E considerou que não se provou, designadamente que: 	1 - a trabalhadora tenha alegado ser "Psicóloga" aquando da sua contratação em 1 de Abril de 2003;  	2 - o incumprimento de procedimentos que culminou na devolução de valores que ultrapassaram os € 1000,00 fosse devido a condutas da trabalhadora e as funções que lhe foram retiradas fossem consequência desses comportamentos;  	3 - a trabalhadora tenha dado a sua concordância expressa para a partir de 14 de Outubro de 2015 passar a exercer as funções de Coordenação Técnica do Centro Local de Apoio ao Imigrante, Apoio/Elaboração de Projetos/Candidaturas, Outros a designar pela Comissão Administrativa, de acordo com os conteúdos funcionais de Técnica Superior;  	4 - a trabalhadora tenha violado a confiança em si depositada pela empregadora;  	5 - a trabalhadora questionasse todas as instruções dadas pela empregadora no que respeita ao exercício das suas funções;  	6 - no dia 20 de Abril a trabalhadora tenha respondido de forma exaltada à Presidente da Delegação.