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Por outro lado, também se insurgindo, o ora recorrente, com a decisão recorrida em termos de se mostrar, em seu entender violado o princípio "in dubio pro reo”, corolário do princípio da presunção de inocência a que se reporta o artigo 32, n 2 do da R.P., cumpre aqui referir que este princípio só tem aplicação quando o Tribunal, na dúvida sólida e insanável, decide contra o arguido, o que não se verifica no caso presente, face a que do conjunta das provas produzidas resulta indubitável a prática pelo ora recorrente dos factos que foram dados como provados, o que, logicamente, não é confundível com a credibilidade que mereceram, ou não, ao Tribunal que beneficiou dos princípios da imediação e da, as declarações que prestou.