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É evidente que o facto de já ter sido apreciado jurisdicionalmente e de forma definitiva e recusado o pedido de protecção internacional apresentado pelo Autor em Itália, não implica, por si só embora possa ser mais um elemento a ponderar quanto às motivações e alegações dos interessados e à verosimilhança do, que em sede de procedimento especial de determinação do Estado responsável pela análise do pedido, esteja o Estado Português eximidas do controlo da cláusula de salvaguarda do artigo  do Regulamento de Dublin, já que esta visa que, em qualquer circunstância em que haja que proceder à transferência de um requerente de protecção internacional para o Estado responsável pela análise do seu pedido obviamente que se o Estado responsável for aquele em que se encontra o requerente, a questão do procedimento de retoma e da cláusula de salvaguarda não se chega a, seja aferida essa possibilidade/impossibilidade, face aos critérios legais e jurisprudenciais na matéria.