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Vale isto por dizer, ao cabo e ao resto, que não só o autor não carreou, quer para o processo disciplinar que estava a ser tramitado pelo COJ, quer para o procedimento administrativo de segundo grau que foi tramitado pela entidade demandada, quer mesmo para os presentes autos, qualquer acervo documental que corroborasse as alegações de que já fora condenado em sede disciplinar, como do teor do processo administrativo instrutor resulta, afinal, que o autor não chegou a ser sequer perseguido disciplinarmente pela Comissão para o Acompanhamento dos Auxiliares de Justiça, que o processo disciplinar que a Ordem dos Advogados lhe instaurou logo em 2014 ainda não conhecera qualquer decisão ficando, de resto, o Tribunal sem lograr identificar em que fase procedimental estava tal processo, posto que, malgrado a sua antiguidade, o autor nunca esclareceu se as notificações que alegou ter recebido naquele procedimento se reportavam sequer à dedução de qualquer acusação), sendo ainda certo que a suspensão de funções enquanto Advogado e enquanto Administrador Judicial não decorreu de nenhuma decisão administrativa de qualquer daquelas autoridades, mas resultou apenas da pena acessória de proibição do exercício de tais funções pelo período de 3 anos e 2 meses no âmbito da decisão proferida no processo n.  Estes factos, alegados pelo autor, devem ser considerados como factos essenciais, porquanto desempenham uma função individualizadora ou identificadora da pretensão impugnatória do demandante quanto a um dos vícios invocados, atinente à suposta violação do princípio ne bis in idem.