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Alegando, o Recorrente formulou as seguintes conclusões: ") A) - DA CORRECTA PODERAÇÃO, APRECIAÇÃO E CONJUGAÇÃO DO TEOR DAS DECLARAÇÕES DE PARTE PRESTADAS EM AUDIÊNCIA DE JULGAMENTO, QUE POR MERA QUESTÃO DE BREVIDADE AQUI SE TRANSCREVEM, DEVERIA O TRIBUNAL RECORRIDO TER DECIDIDO DE MANEIRA DIVERSA NO QUE AOS FACTOS N��O PROVADOS CONCERNE; B) - AS DECLARAÇÕES DE PARTE PRESTADAS PELO RECORRENTE, NOS SUPRA TRANSCRITOS EXCERTOS DEMONSTRAM QUE O A. REFERE DE FORMA ESPONTÂNEA QUE: " DURANTE O PERÍODO EM QUE ESTEVE PRIVADO DO RSI DEPENDEU FINANCEIRAMENTE DE TERCEIROS.”, "DURANTE O PERÍODO EM QUE ESTEVE PRIVADO DO RSI VIVEU EM VIATURA AUTOMÓVEL PARADO EM VIA PÚBLICA.”, "DURANTE O PERÍODO EM QUE ESTEVE PRIVADO DO RSI VIVEU EM CASA DE TERCEIROS AMIGOS.”; ) - ASSIM SENDO, DEVERIA O TRIBUNAL RECORRIDO, NA CORRECTA INTERPRETAÇÃO DAS DECLARAÇÕES DE PARTE PRESTADAS PELO RECORRENTE, CONJUGADOS, PARA ALÉM DO MAIS, COM OS DOCUMENTOS QUE SE ENCONTRAM JUNTOS AOS AUTOS, MORMENTE O TEOR DA DOUTA SENTENÇA DE FLS.