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6 Devendo o FAT ser responsável pelo pagamento ao sinistrado da pensão anual da responsabilidade da entidade patronal, bem como das demais prestações a que a mesma foi condenada, tal como definidas nas alíneas a da parte decisória da Sentença proferida em 2MAR/2018, já transitada em julgado, a saber numeração da Sentença): b) Pensão anual e vitalícia; ) Indemnização por incapacidade temporária no montante de € 202,25 já; ) Subsídio de elevada incapacidade permanente no valor de € 400,00 já; e) Subsídio para readaptação de habitação no montante de € 333,68 já; f) Prestação suplementar para assistência de terceira pessoa no montante de € 200,00 mensais; g) Despesas de farmácia, fisioterapia e deslocações no montante de € 830,60; Indemnização pelos danos materiais decorrentes da necessidade de utilização de fraldas e resguardos, no valor de € 4200,00; ) Indemnização pelas despesas com cremes, loções e medicamentos para assegurar a função de evacuação, a função urinária, prevenir infeções dos órgãos excretores, evitar infeções bacterianas e fúngicas na pele, no valor de € 2200,00; j) Indemnização pelas obras de adaptação na residência do sinistrado, no montante de € 1780,8 Nestes termos e nos melhores de Direito, deverá o douto Acórdão recorrido ser revogado e substituído por outro que determine ser da responsabilidade do FAT o pagamento das demais prestações em causa, designadamente, a quantia de € 1114,56 despendida pelo sinistrado em obras de adaptação da sua habitação, € 4200,00 arbitrados pela Sentença de 23/3/2018 a título de indemnização pelos danos materiais decorrentes da necessidade de utilização de fraldas e resguardos, e dos € 2200,00 arbitrados pela mesma sentença a título de indemnização pelos danos materiais decorrentes das despesas com cremes, loções e medicamentos para assegurar a função de evacuação, a função urinária, prevenir infeções dos órgãos excretores, e evitar infeções bacterianas e fúngicas na pele.