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Recentemente, no Acórdão de 25-01-2018 processo ‑498/16), ainda para efeitos das normas de competência judiciária mas agora constantes do Regulamento n. 44/2001, o Tribunal de Justiça reafirmou este critério, afirmando que «no que se refere em especial a uma pessoa que celebra um contrato para um fim parcialmente relacionado com a sua actividade profissional e que por conseguinte só em parte é estranho a essa actividade, o Tribunal de Justiça considerou que esta só poderia beneficiar das referidas disposições no caso do nexo do referido contrato com a actividade profissional do interessado ser tão ténue que se tornaria marginal e, por isso, só teria um papel despiciendo no contexto da operação a propósito da qual o contrato foi celebrado, considerada globalmente , neste sentido, Acórdão de 20 de Janeiro de 2005, Gruber, 464/01, EU::2005:32, n..» Independentemente do modo como se avalie a relação de forças entre os usos pessoal e profissional – o que é ser tão ténue que se torna marginal ou despiciendo –, nos termos da solução preconizada pelo Tribunal de Justiça a aplicação do regime especial dos consumidores depende assim da demonstração de que no caso, ao menos, o uso para fins profissionais é ténue, marginal e despiciendo no conjunto dos usos do bem.