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2 – Assim, atentos os factos circunstanciais provados e ainda os que venham a ser fixados por este Venerando Tribunal da Relação, não pode deixar de se considerar provados os factos negativos ora em recurso, deve ser dado como provado que "A declaração testamentária não corresponde à real vontade do testador no que se refere à identidade da pessoa que o mesmo quis beneficiar com o testamento” e "O referido Manuel com aquela deixa testamentária quis beneficiar G. que com ele se deslocou de França a Portugal para a feitura de tal testamento” e "O referido Manuel fez a disposição testamentária em questão a favor de F. S. apenas porque não o pode fazer a favor da sua mãe, com o acordo de ambos” e "Foi por causa da iminência da morte do testador e da impossibilidade legal de beneficiar a G. que aquele decidiu fazer este testamento a favor do Réu, com isso querendo enganar e prejudicar a herdeira Autora”.