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Nas suas alegações, o recorrente, formulou as conclusões seguintes: «No entender do Recorrente, o Tribunal a quo incorreu em erro de julgamento sobre a matéria de facto e de direito, no douto despacho recorrido, uma vez que: a)	ficou provado que, no dia 01/02/2019, o Recorrente, na qualidade de responsável subsidiário da Sociedade Imobiliária da A..., deduziu impugnação judicial contra a liquidação de IRC sub judice, invocando para o efeito, vício material de violação de lei, por erro sobre os respetivos pressupostos de facto e de direito, e vício de forma por falta de fundamentação; b)	ficou demonstrado que, no dia 10/07/2019, o Recorrente foi notificado do requerimento apresentado pela Fazenda Pública que veio juntar  aos autos a demonstração da liquidação de IRC n. 20.., do ano de 2013, que é objeto do processo de execução fiscal n. 281 e foi revertida contra o ora Impugnante; )	ficou comprovado que, apenas com a junção aos autos da demonstração da liquidação de IRC, por parte da Fazenda Pública, veio o Impugnante a tomar conhecimento do teor da referida liquidação; )	ficou provado que, apenas com a junção aos autos da demonstração da liquidação de IRC, por parte da Fazenda Pública, veio o Impugnante a tomar conhecimento que, na liquidação sub judice, não são considerados os prejuízos fiscais acumulados pela Sociedade Imobiliária da A..., Lda., nos cinco exercícios anteriores, que ascendiam a € 86872,40 conforme Docs n.s 1 e 2 junto ao requerimento de ampliação da causa de pedir e balancete geral financeira junta pela Fazenda Pública ao relatório de inspeção); e)	ficou demonstrado que, apenas com a junção aos autos da demonstração da liquidação de IRC, por parte da Fazenda Pública, veio o Impugnante a tomar conhecimento que o prejuízo fiscal considerado foi de € 0,00; f)	os prejuízos fiscais existentes e acumulados pela Sociedade Imobiliária da A... entre 2006 e 2013 jamais foram contestados ou colocados em causa pela Administração Fiscal; g)	esses prejuízos fiscais eram, por si só, suficientes para anular, total ou parcialmente, qualquer lucro tributável que viesse, eventualmente, a ser apurado no exercício de 2013 ou nos exercícios seguintes; h)	tendo o Recorrente pedido a anulação da referida liquidação de IRC, por vício material de violação de lei, por erro sobre os  respetivos pressupostos de facto e de direito, a invocação da desconsideração indevida por parte da Administração Fiscal dos referidos prejuízos fiscais constitui o desenvolvimento do pedido primitivo, uma vez que se trata igualmente de uma ilegalidade que inquina a liquidação de IRC e conduz à sua anulação; )	a liquidação de IRC sub judice nunca foi notificada ao Impugnante pessoalmente; j)	é admissível a ampliação da causa de pedir até ao encerramento da discussão em  instância se a ampliação for o desenvolvimento ou a consequência do pedido primitivo; k)	o Recorrente, no caso em apreço, não está a ampliar o pedido, apenas está a ampliar a causa de pedir; )	através do pedido de ampliação da causa de pedir, o Recorrente apenas amplia os fundamentos do vício material de violação de lei, por erro sobre os respetivos pressupostos de facto e de direito, de que já padece a liquidação sub judice; )	o pedido formulado pelo Impugnante continua a ser exatamente o mesmo, a anulação da liquidação de IRC sub judice; n)	a ampliação está virtualmente contida no pedido inicial; o)	a Fazenda Pública não se opôs ao requerimento de ampliação da causa de pedir; p)	a Fazenda Publica não contestou ou impugnou os factos alegados e os documentos juntos pelo Recorrente no requerimento de ampliação da causa de pedir; q)	a Fazenda Pública, ao não contestá-los ou impugná-los, admite e reconhece que efetivamente não considerou quaisquer prejuízos fiscais na liquidação de IRC sub judice, não obstante admitir a sua existência; r)	em nenhum ponto do relatório da ação inspetiva efetuada à Sociedade Imobiliária da A..., nem da própria contestação, é referido pela Administração Fiscal que não são considerados os prejuízos fiscais acumulados nos anos anteriores na liquidação de IRC sub judice; s)	ficou demonstrado o total desconhecimento, por parte do Impugnante, da desconsideração dos prejuízos fiscais, até ao momento em que a Fazenda Pública juntou aos autos a demonstração da liquidação de IRC sub judice; t)	ficou provado que a Administração Fiscal já tinha conhecimento da existência dos referidos prejuízos fiscais, uma vez que juntou ao relatório de inspeção tributária a balancete geral financeira da Sociedade Imobiliária da A..., onde expressamente reconhece a existência de prejuízos fiscais entre 2006 e 2013 conta, no referido valor de € 86872,40; u)	através da junção da demonstração da liquidação de IRC sub judice, por parte da Fazenda Pública, passou a ser notória para o ora Impugnante a desconsideração, naquela liquidação, dos prejuízos fiscais acumulados pela Sociedade Imobiliária da A... nos anos anteriores; )	"quando factos subjectivamente supervenientes para o impugnante lhe proporcionem a tomada de conhecimento de vícios de que não podia conhecer no momento da apresentação da petição, será permitido ao impugnante invocar novos vícios ao acto impugnado, o que está em sintonia com o preceituado no artigo 506 do CPC, sobre a admissibilidade de articulados supervenientes, que deve ser subsidiariamente aplicável, com adaptações, ao processo de impugnação judicial, por força do disposto na alínea do art.