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Processo n. 2738/13TBTVD-B.E1 Tribunal Judicial da Comarca de Santarém1 Acordam na  Secção Cível do Tribunal da Relação de Évora2:  RELATÓRIO  Por apenso ao processo de execução acima identificado, os Executados AA e BB, vieram em 002017 deduzir incidente de prestação de caução, através de garantia bancária emitida pelo Banco , S.A., no valor de 11294,14€, requerendo que tal caução seja julgada idónea e prestada e seja, em consequência ordenada a suspensão da execução, invocando, em apertada síntese, que: - Não é razoável o prosseguimento da execução por valor superior ao devido ao Banco exequente, já que a quantia de 29000,00€ lhe está seguramente destinada e apenas ainda não lhe foi transferida pela demora na prolação de despacho judicial no âmbito do processo de insolvência, ao qual nenhum dos intervenientes pode e deve ser responsabilizado e muito menos penalizado; - Assim e sob pena de violação do princípio constitucional da proibição do excesso previsto no artigo 18, n 2 a execução não pode prosseguir pelo valor reclamado, e porque a presente prestação de caução, destinando-se a suspender a execução, só será necessária para cobrir a eventual insuficiência do valor de 29000,00€ para pagamento integral do crédito do Banco exequente na eventual improcedência dos, o valor oferecido como caução é apurado nos termos que a seguir se discriminam: A) €32533,88 de capital + €7403,26, de juros à taxa de 2,70% acrescido da sobretaxa de mora de 3% Decreto-Lei n 58/2013, de 8 de desde 002013 até 202017 data previsível para resolução dos embargos de executados, considerando o prazo de contestação e o prazo previsto no artigo 607 do, sem prejuízo do que se alegou em sede de embargos - €29000,00 + €1355,00: Despesas previsíveis com a execução calculadas nos termos do disposto no art.