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E) O Tribunal a quo omite de ambos os despachos, as contra-alegações e respectivas peças processuais que não foi a recorrente notificada para indicar, as peças processuais que deviam instruir as suas contra-alegações;  F) O Tribunal a quo não considera relevantes para instrução do recurso as declarações dos executados no que toca ao valor dos bens penhorados ser em muito inferior ao valor do direito de crédito que se está a liquidar em execução desta sentença;  G) O Tribunal a quo atribui o efeito devolutivo, quando no circunstancialismo factual, podia e devia ter atribuído o efeito suspensivo, requerido aliás no apenso A pelos executados, em que a pretensão dos executados é a mesma e os fundamentos em suma são os mesmos, dado que e mais uma vez os executados não prestando caução, a exequente não se vai mais conseguir fazer pagar pelo valor do direito de crédito, dado o valor confessadamente nulo dos bens penhorados;  H) O Tribunal a quo não admite ser da sua competência a decisão da conta de honorários e despesas de agente de execução nem, estando a execução "deserta” pelo agente de execução é a ele que compete oficiosamente notificar as sociedades cujas quotas e acções estão penhoradas, para pagamento dos lucros.  )