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O autor apresentou contra-alegações, nas quais formulou as seguintes conclusões: ") As conclusões l, 2, 3, 4, 5, 6, 10, l1, 23 e 24 encontram-se prejudicadas pelo facto de se ter socorrido unicamente de excertos de depoimentos das testemunhas J..... e J....., e A....., sem que tenha levado às conclusões a indicação precisa e concreta dos factos que invocou como incorretamente julgados, mas também aqueles que, de acordo com os fundamentos apontados, se consideram demonstrados, mas com referência precisa aos aludidos depoimentos, o que conduz à imediata rejeição do recurso na respetiva parte, nos termos do n 2 do artigo 640 do CPC; 2) No entanto, se se entender de modo diferente, o que se admite como mera hipótese, apesar de nas alegações a Recorrente aludir a eventual alteração da alínea, o certo é que, em sede de conclusões, não se reporta à mesma; 3) A matéria dada como assente na referida alínea resultou do alegado no artigo 17 da p.o qual foi aceite pela Recorrente no artigo 1 da sua contestação e, como tal, conformou-se com essa redação na audiência prévia, não tendo apresentado qualquer reclamação, pelo que se encontra prejudicada qualquer alteração; 4) Também não existem fundamentos para alterar a línea, que considerou que entre o entroncamento pelo qual a falecida A..... acedeu à EN 358 e o local do acidente não havia qualquer sinalização, quer ao meio da faixa de rodagem, quer na berma do lado direito, atento o seu sentido de marcha; 5) Efectivamente, não pode o Tribunal basear-se unicamente no depoimento de uma testemunha, como defende a Recorrente, quando o Sr. ...., Cabo da GNR, que esteve no local do acidente no exercício das suas funções, confirmou que "Na altura não havia lâ sinais nenhuns ...) não estava sinalizado.