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Com fundamento que o ato administrativo de adjudicação é inválido por violação dos princípios da legalidade e da imutabilidade das propostas, e bem assim por violação do princípio da igualdade.Para a procedência da violação dos princípios da legalidade e da imutabilidade das propostas, o Tribunal a quo entendeu que o Júri do procedimento não podia ter procedido à retificação oficiosa da proposta da concorrente F, S.A. por a tal estar impossibilitada pelo disposto no n. 4 do artigo 7 de CCPEntende a recorrente que face à matéria de facto dada como provada – Ponto 1 a 24 dos factos provados –, o Tribunal a quo errou na interpretação e aplicação de tal disposição legal como a seguir se demonstra.O Tribunal a quo fixou, além do mais, os seguintes factos materiais, constantes dos Relatórios Preliminar e Final – Pontos 19 e 23 dos factos assentes: )O Júri do procedimento tomou a iniciativa de pedir esclarecimentos, para saber se todos os concorrentes haviam partido das mesmas premissas no cálculo do respetivo preço.