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Por fim, também a circunstância dos serviços médicos da Ré terem dado uma primeira alta ao autor sem qualquer incapacidade no dia 28/10/2017  ver factos 5, 6 e 7 do elenco dos factos, e entretanto, terem revisto essa posição sujeitando o mesmo a uma intervenção cirúrgica realizada no dia 202018, de que vieram a dar-lhe alta definitiva sem qualquer incapacidade para o trabalho apenas a partir do dia 002019, ou seja, um ano e meio após a primeira alta, não permitia que o Tribunal a quo, de forma conscienciosa, tivesse concluído pela inexistência de qualquer sequela resultante desse acidente para a saúde e capacidade profissional do autor apenas com suporte nos elementos clínicos que constam dos autos, e sem que existisse ainda uma avaliação do autor por parte de uma entidade independente.