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Pois sustenta o Ministério Público, em representação do executado ausente, que não obstante se ter dado como provado que os executados deixaram de cumprir as obrigações emergentes do contrato, não pagando o capital, nem os juros contratados desde 02/03/2010, calculando a exequente a obrigação de capital em dívida de € 2733,12, o tribunal dá como assente que em data posterior, 2011, o valor em dívida era inferior, ou seja €1488,0  Sustenta assim, que o título não pode servir de base à execução, assim como o extracto posteriormente junto não prova nem a prestação nem o incumprimento, uma vez que não é possível determinar qual o montante eventualmente devido pelo executado ausente, nem com o recurso ao simples cálculo aritmético.