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2 da LGT; 1 	Efetivamente, não tendo o Oponente logrado carrear para os autos – como era seu ónus – prova concreta demonstrativa da bondade da tese que sustentou, isto é, inexistência de culpa pela falta de pagamento da quantia exequenda, a questão decidenda deveria ter sido contra si decidida, tal como decorrem das regras do ónus da prova determinado pelo artigo 34 do Código Civil e artigo 7 da LGT, em consonância com o dever que sobre si impendia decorrente da alínea do n. 1 do artigo 2 da LGT; 1 	Considera a Fazenda Pública, resultar da prova fixada um sentido vago e genérico, remetendo num ponto 1) única e exclusivamente para a prova testemunhal e noutro ponto 1) nem sequer fazendo referência à respetiva base factual, quando o que se exigia era uma prova cabal e demonstrativa que permitisse afastar a presunção legal de culpa do Oponente; 2 	Nem se diga, como se refere na sentença sob recurso, que, no período a que respeita o imposto, a devedora originária já não laborava, porquanto ainda que tivesse ficado demonstrada a veracidade da referida afirmação, a mesma – por contender com a legalidade concreta do ato de liquidação da dívida exequenda – consubstanciaria um fundamento válido de impugnação mas já não de oposição, por não integrar o elenco taxativo contido no n. 1 do artigo 20 do CPPT; 2 	Sem prescindir: - Na audiência contraditória não foi fixado qualquer facto do qual o Tribunal pudesse ter concluído que o Oponente, enquanto gestor da executada originária, praticou atos concretos tendentes a combater ou evitar a situação económica e financeira que culminou no não pagamento da dívida tributária; 2 	Efetivamente, os depoimentos prestados pelas testemunhas arroladas pelo Oponente – unidas a este por longas relações de amizade – mostraram-se omissos quanto ao cerne da questão decidenda nos presentes autos culpa do Oponente na gestão dos destinos da Adega de Sanfins do; 2 	Na verdade, tal como se constata dos depoimentos gravados, estes foram reconduzidos a considerações genéricas acerca da existência de uma crise no setor vinícola da região duriense, mais concretamente relacionada com uma entidade externa à devedora originária ‘Casa do Douro’), nada acrescentando de relevante quanto à questão de saber que medidas concretas foram tomadas pelo Oponente para combater, nas palavras do Mmo.