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O arguido TAJL______ entende que: -há nulidade das actas de audiência, nos termos do art 363 do CPP, porquanto nas mesmas não consta a indicação do início e termo da gravação de cada depoimento, conforme impõe o art 364 n 2 CPP, impedindo-o de impugnar adequadamente a matéria de facto;  -há nulidade insanável do acórdão recorrido porquanto o respectivo colectivo violou o disposto no art 373 do CPP ao não convocar o arguido para a respectiva leitura cujo realização prescindiu;  -se mostram prescritos os crimes imputados ao abrigo dos inquéritos NUIPC 697/13PATVD, NUIPC  726/10PATVD,  NUIPC  2919/11PBAVR,  NUIPC 2005/14GBBCL, NUIPC 3081/15PBAVR, NUIPC 3277/10GBABF e NUIPC 3278/18GBABF;   ---------  2 é claro a prescrever que «versando matéria de direito, as conclusões indicam ainda, sob pena de rejeição» ...), já o n. 3 se limita a prescrever que «quando impugne a decisão proferida sobre matéria de facto, o recorrente deve especificar ...), sem impor que tal aconteça nas conclusões.” -proc 04P4716, em www.dgsi.pt; no mesmo sentido o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 16-06-2005, proc 05P1577, art.s 403 e 412 do Código de Processo, sem prejuízo das questões de conhecimento oficioso art.