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Assim: )-do acordo de 102010, pontos 1, 3, 5 e 7 da cláusula quinta invocada pela recorrente na ação em apenso H - deles consta, em síntese, que em contrapartida da desistência dos pedidos deduzidos em processo arbitral pendente entre as partes e da conclusão da empreitada nos termos previstos pelo mesmo acordo, a insolvente se obrigou a pagar ao consórcio a quantia de € 50000,00 a título de compensação, e que o consórcio aceitou que os últimos pagamentos do preço da empreitada devidos pela insolvente, no montante de € 00000,00, bem como o pagamento da referida compensação, fossem efetuados através da transmissão, a título de dação em pagamento, da propriedade livre de ónus e encargos das unidades de alojamento/fracções autónomas do empreendimento a indicar pelo consórcio até ao valor global de € 50000,00 pontos 30 a 32 dos fundamentos de; )-do acordo de 002011, ponto 1 da cláusula segunda, também invocada pela recorrente na ação em apenso H – dele resulta claramente que as partes distinguiram e quantificaram créditos a título de preço da empreitada, créditos a título de trabalhos adicionais, e crédito a título de compensação pontos , , ), incluindo e assim, o montante ‘remanescente’ de € 00000,00 previsto no ponto 3 da cláusula quinta do acordo de 102010 como crédito a título de preço da empreitada; e mais resulta que previram formas distintas de pagamento para cada um dos referidos créditos, sendo o preço da empreitada por pagamento imediato ) ou pagamento em determinado prazo mediante apresentação das respetivas faturas ,  e  1), e apenas para o referido montante ‘remanescente’ de € 00000,00, através de dação em pagamento pontos  e ); esta – dação em pagamento -, a mesma modalidade de cumprimento que as partes outorgantes previram para o crédito de €50000,00 a título de compensação, aquando da outorga do Auto de Recepção Provisória da Obra ponto 3) ponto 34 da fundamentação de; )-do ‘Novo Acordo’ de 102012 - do ponto  da cláusula segunda que remete para a definição prevista no ponto  da cláusula primeira do acordo de 002011) e do ponto 5 da cláusula terceira que remete para o ponto  da cláusula segunda do acordo de 002011) resulta que as partes reduziram a compensação de € 50000,00 prevista na cláusula quinta do acordo de 112010 para o montante de € 72008,27 e que este corresponde à soma da metade do montante da compensação prevista no ponto 1 da cláusula quinta do acordo de 102010 €25000,00) com o montante de € 47008,27 previsto no novo acordo a título de adiantamento feito pela recorrente para pagamentos devidos pela F a subempreiteiros; dos pontos  da cláusula segunda e pontos 9 e 11 da cláusula terceira mais consta que o montante do crédito de €00000,00 - previsto nos pontos 5 e 4 do acordo de 0011 como ‘remanescente’ do preço da empreitada -, foi reduzido para o montante de € 50000,00, e que este e a compensação, agora no montante de € 72008,27, se mantêm a pagar através de dação em pagamento, sendo a parcela de € 47008,27 através da dação em pagamento da fração A19, CU que para esse efeito foi aditada ao ponto 21 ‘imóveisda cláusula primeira ‘Definições’)do acordo de 002011; do teor da cláusula terceira mais resulta que as partes procederam à atualização, por redução, dos valores dos créditos a título de preço de empreitada e de trabalhos adicionais previstos pelos pontos , , 2 e  da cláusula segunda do acordo de 002011, e que a forma de pagamento destes não foi alterada para dação em pagamento, via que permaneceu exclusivamente prevista para os créditos previstos a título de compensação, agora no montante de € 720027, e a título de montante ‘remanescente’ do preço da empreitada, agora no montante de €50000,0  Correspondendo aquele crédito de € 72008,27 ao crédito que a recorrente a esse título reclamou nos autos em apenso H e aos montantes que a recorrente inscreveu nas faturas n 260003460 e 260003461 de 202012 que descreveu no requerimento de reclamação de créditos e que com este juntou para justificar a reclamação desses valores nestes e, conforme declarado pela recorrente e o clausulado dos acordos confirmam, correspondendo o crédito de €50000,00 ao montante do preço da empreitada também reclamado pela recorrente naqueles autos de VUC, nessa parte logo se conclui pela identidade dos pedidos deduzidos pela recorrente num e outro apenso.