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Por sua vez o artigo 98 do mesmo diploma estabelece os requisitos para a confirmação da sentença estrangeira: "a)- Que não haja dúvidas sobre a autenticidade do documento de que conste a sentença nem sobre a inteligência da decisão; b)- Que tenha transitado em julgado segundo a lei do país em que foi proferida; )- Que provenha de tribunal estrangeiro cuja competência não tenha sido provocada em fraude à lei e não verse sobre matéria da exclusiva competência dos tribunais portugueses; )- Que não possa invocar-se a exceção de litispendência ou de caso julgado com fundamento em causa afeta a tribunal português, exceto se foi o tribunal estrangeiro que preveniu a jurisdição; e)- Que o réu tenha sido regularmente citado para a ação, nos termos da lei do país do tribunal de origem, e que no processo hajam sido observados os princípios do contraditório e da igualdade das partes; f)- Que não contenha decisão cujo reconhecimento conduza a um resultado manifestamente incompatível com os princípios da ordem pública internacional do Estado Português.”  Por último, o artigo 98 dispõe sobre os fundamentos de impugnação do pedido de revisão: "1- O pedido só pode ser impugnado com fundamento na falta de qualquer dos requisitos mencionados no artigo 98 ou por se verificar algum dos casos de revisão especificados nas alíneas, e do artigo 69.