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Nestes termos, julgamos por anular a Sentença recorrida, e tendo subjacente o disposto no artigo 66, n. 2, alínea do CPC, devem os autos baixar ao TAF do Porto por julgarmos indispensável a ampliação da matéria de facto para efeitos do conhecimento da aparência do direito invocado pelos Requerentes no Requerimento inicial, e após, tomando esse conhecimento decorrente dessa factualidade que dará como provada ou não provada, apreciar e decidir então, se identifica o Tribunal a quo estarmos então perante uma situação de perigosidade, mormente, pela ocorrência de prejuízos de difícil reparação ou a ocorrência de uma situação de facto consumado, para que aí seja prosseguida a ampliação da matéria de facto, tendente ao conhecimento do fumus iuris e após do periculum in mora.