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00:01-00:3 Alega o arguido recorrente conclusões 7 a 11 que o Tribunal a quo não fundamentou devidamente o seu despacho para poder concluir pela dispensabilidade da sua presença a quem não foram conferidos direitos basilares como o direito à defesa e a exercer o contraditório), pelo que, no entendimento do recorrente, não se encontravam reunidos os pressupostos legais para que fosse julgado na ausência, tendo sido violada a regra geral enunciada no artigo 33 do Código de Processo Penal, que preceitua que em sede de audiência de julgamento é obrigatória a presença do arguido, ou melhor, que este tem um dever de presença, sendo excecional a possibilidade de julgamento na ausência dele.