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Ora, sendo assim, como cremos, julgamos que, de facto, não se pode acompanhar a decisão recorrida, pois que consultada a integralidade da decisão em causa e os seus fundamentos, o que ressuma verdadeiramente dessa fundamentação, devidamente interpretada segundo a impressão de um declaratário normal, nas circunstâncias concretas, não é, como dela consta apenas no seu decisório final - em termos, que cremos, impróprios, salvo o devido respeito -, que o prédio ali em causa, correspondente ao prédio descrito no artigo 6 da petição inicial da presente acção, não seja divisível em substância, mas, em termos radicalmente distintos, que o prédio em causa não é divisível em substância em 5 partes iguais isto é, em 5 fracções autónomas), sendo certo que as partes na dita acção de divisão de coisa comum e herdeiros do dito prédio eram  Daí que, no raciocínio argumentativo e jurídico da decisão em causa concorde-se ou não, pois que a mesma encontra-se, não sendo possível atribuir a cada um dos consortes uma fracção exacta do prédio em causa – mas apenas inteirar os demais em valor -, se tenha considerado que o dito prédio era indivisível «em substância», quando, na realidade, o que se pretendeu decidir e decidiu, através da fundamentação invocada e da sua interpretação nos termos do citado artigo foi, em nosso julgamento, apenas e só que o dito prédio não permitia, em substância, a sua divisão em 5 fracções autónomas.