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A R..., CONSTRUÇÃO LDA veio oferecer as suas alegações, tendo formulado as seguintes conclusões: 	«1)	As obrigações tributárias encontram-se prescritas, dado que entre o dia 01/01/1999 data da entrada em vigor da e o dia da apresentação da reclamação graciosa 15/04/2003) decorreram 4 anos, 3 meses e 14 dias e após o dia 15/04/2003, o processo esteve parado por mais de um ano por facto não imputável à Impugnante, pelo que o recomeço da contagem do prazo prescricional tem início em 16/04/200 	2)	Desde o dia 16/04/2004 o prazo prescricional decorreu sem paragens ou interrupções até à data da decisão que se impugna, dado que a impugnação judicial apresentada em 02/12/2005 não produziu um novo efeito interruptivo, pois "nenhum facto posterior ao que faz cessar o efeito interruptivo tem relevância no cômputo do prazo prescricional, designadamente no que concerne a uma nova interrupção.”, conforme se alcança do Ac.