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174 a 177 do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas para pagamento dos créditos sobre a insolvência;  A entender-se existir efetiva responsabilidade resultante da errada atuação do Excelentíssimo Senhor administrador da insolvência, na forma como procedeu ao pagamento aleatório e sem sentido das dívidas da massa insolvente, com preterição de outros créditos igualmente reconhecidos judicialmente por sentença anteriormente transitada em julgado, tal não poderá bulir com o caráter elegível e ser então devidamente aprovado como de um crédito pago e reconhecido judicialmente, também por decisão perfetibilizada ainda que em termos, como tal;  Deve ser alterada a matéria de facto como proposto em ,; 1 Existe um duplo erro de julgamento, sendo a sentença colocada em crise equívoca: a) em termos factuais, quer porque deu como provado que a dívida em causa é sobre a insolvente, quando notoriamente não o é 1, quer porque não deu como provados os factos que deveria ter cristalizado ainda que recorrendo ao estatuído no art 5, n 2, al., do Código de Processo Civil sobretudo, mas também, devido ao compulso dos apensos e EB 2, assim promovendo uma absolutamente indesejada distorção da realidade factual que dali deveria transparecer de forma evidente; b) em termos de análise normativa, profundamente imprecisa por não ter sabido aquilatar a existência de duas decisões transitadas em julgado apensos e que apodavam o crédito em causa como sendo uma dívida da massa insolvente, compelindo o Excelentíssimo Senhor administrador da insolvência ao seu pagamento ao qual ainda assim se opôs por duas vezes com oposições à, tendo desta forma censurável afastado a autoridade do caso julgado com notória e intolerável perturbação da certeza do direito e da segurança jurídica indispensáveis à vida em sociedade; 1 Foram violados os arts.