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Analisadas as conclusões exraídas pelo recorrente da motivação vemos que impugna a decisão de facto:     pretendendo que a sentença - é nula por falta de fundamentação e exame crítico da prova nos termos do disposto nos arts 37, n. 2 37, n. 1 do CPP - que padece do vício de erro notório na apreciação da prova previsto no artigo 41, n.�� 1, alínea do Código de Processo Penal,     defendendo que se perfila a nulidade prevista no art 120 n 2 do CPP por omissão de diligências que se reputam de essenciais para a descoberta da verdade que, ao abrigo do disposto no art 340 n 1 do CPP, poderia e deveria ter feito para ultrapassar a dúvida invocada,     pretendendo que factos  a 1 da matéria de facto como provada, não são relevantes para a verificação da prática do crime e nem para a determinação da sanção, devendo dela ser excluídos.