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O Recorrente pretende uma reapreciação da decisão por este Venerando Supremo Tribunal, por entender que o Acórdão recorrido incorreu em erro ao perfilhar a tese de que o prazo de prescrição aplicável era de 4 anos a contar desde a prática das alegadas irregularidades e que já havia decorrido ao tempo em que a decisão impugnada foi instruída e adaptada, tendo assim errado na aplicação do direito aos factos "em violação do disposto no 2 e 3 parágrafos do n 1 do art 3 do R 2988/95 e violou o disposto no art 32 do R 1260/1999 e em 1 da Regra n 1 - Despesas efectivamente pagas, anexa ao R 1685/2000”.