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3, n3, do CPC.”Os 2 a 4 réus pronunciaram-se em 23/06/2021 dizendo "limitaram-se a exercer um direito que lhes é legalmente conferido”, "não tendo alterado a verdade dos factos por si conhecidos ou as suas convicções, ou por qualquer forma, omitido os que se mostram relevantes para a boa decisão da causa”; "não utilizaram qualquer expediente que extravase os legalmente admissíveis e aplicáveis ao caso vertente”, tendo-se "limitado a verter nos autos a sua própria convicção, ou a convicção que resultou do que lhes foi transmitido por terceiros que já faleceram e da apreensão da realidade com que ficaram, pelo que, salvo melhor opinião, não se verificam os fundamentos para que sejam condenados como litigantes de má-fé”.