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Nos termos do artigo 32, n. 1, do , a interrupção da prescrição tem por efeito a inutilização de todo o tempo decorrido anteriormente, começando a correr novo prazo a partir do ato interruptivo e que, nos termos do artigo 32, n. 1, do , se mantém até ao trânsito em julgado da decisão que pôs termo ao processo que só ocorreu em 102010); o processo-crime não terminou com o despacho de arquivamento, mas sim com o trânsito em julgado dessa decisão, sendo que o prazo de prescrição continuou interrompido até esse momento, só voltando a correr a partir de então acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul, proferido em 012011 no âmbito do processo n. 00867/05: "à data do despacho de não pronuncia não só o prazo de prescrição não tinha decorrido como tinha sido inutilizado todo o tempo anterior.