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A requerente apresentou contra-alegações, alegando, em síntese, que: - o acordo de regulação das responsabilidades parentais vigente é aquele que ficou fixado a 24/10/2018, no âmbito do apenso n. 499/17TMBRG-H, inexistindo qualquer outro acordo ou decisão que o tenha alterado, revogado ou dado sem efeito;   - o relatório de 28/07/2021 não afirma que o recorrente não impediu o menor de estar com a mãe, nem o poderia afirmar, visto que não logrou sequer alcançar as verdadeiras razões/intenções da criança; - mesmo depois de concluído o relatório pericial e confrontado o mesmo, contrariamente à imagem que o recorrente pretende passar de si e da recorrida, aquele não se mostrou colaborante e zeloso dos superiores interesses da criança; - inexistindo, como está comprovado pelos relatórios juntos aos autos, fundamento válido que baseie as alegações formuladas pelo recorrente, de que o menor se recusava a estar com a mãe, quando na verdade essa era a sua real vontade, apenas restará a condenação daquele no incumprimento, pois sempre foi admitido que a criança não foi entregue à mãe no dia 27/04/201 Pugna, pois, pela improcedência do recurso interposto pelo requerido, com a consequente manutenção da sentença recorrida.