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Como se refere na decisão recorrida: "Sucede que, no caso em apreço, e como antes ficou dito, não foram alegados pelo A. factos que levem a concluir estarmos perante uma das situações acabadas de mencionar, sendo apenas relatadas circunstâncias pessoais incapazes de fazer concluir pela existência da impossibilidade de regressar e permanecer no país em causa, não tendo sido alegados ou provados quaisquer factos que façam concluir por uma qualquer denegação de auxílio pelas autoridades do seu país de origem, sendo, ademais, relatadas circunstâncias que fazem claudicar a própria existência, no momento, de ameaças ou perseguições dirigidas ao A. Acresce que, e não obstante o teor das declarações prestadas, tendo o SEF diligenciado no sentido de recolher informação actual relativa à Jordânia, concluiu que	"econsulta	ao Country	Report	on Human Rights Practices 2018 —  Jordânia, é referido que a lei prevê o direito a um julgamento justo e público, e o poder judiciário tem procurado fazer valer esse direito.” Com efeito, não estão demonstradas nos autos quaisquer circunstâncias que permitam concluir que o A. possa vir a ser objecto de uma situação de violação de direitos fundamentais ou que correria "risco de ofensa grave’, no caso de regressar àquele país, não sendo conhecidas situações de perseguições familiares que não sejam protegidas e debeladas pelos agentes da autoridade, pertencentes aoEstado.