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A ré, Seguros Gerais, SA – impugnando a decisão da matéria de facto, defende que ambas as seguradoras ela, apelante, e a interveniente) são responsáveis em igual medida pela ocorrência do embate, que o autor Joaquim não sofreu danos não patrimoniais que mereçam a tutela do direito e que os danos não patrimoniais foram fixados ao autor Manuel ..) com exagero – conclui as suas alegações com as seguintes conclusões:    Vem o presente recurso interposto da douta sentença proferida pelo Meritíssimo Tribunal "a quo” que julgou as acções parcialmente procedentes e, em consequência:  a. Absolveu a chamada COMPANHIA DE SEGUROS, S.A. dos pedidos b. Condenou a Ré SEGUROS GERAIS, S.A. a pagar ao A. MANUEL:  - A quantia de € 1304, 30, acrescida de juros de mora, à taxa legal 4% contados desde a citação até integral pagamento  - A quantia de € 4000,00 acrescida de juros de mora, à taxa legal 4% contados desde a citação até integral pagamento - A quantia de € 450,00 a título de renda mensal e vitalícia devida pelos danos, a pagar pela ré ao autor até a cada dia 8 do mês a que diga respeito, e sob pena de contagem de juros de mora, à taxa legal de 4%, a partir desse respectivo dia .