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Acresce que omite factos importantes para apreciação o mérito da questão: que é proprietário de um táxi que era e é a sua actividade principal; que era e foi operador de abastecimento de combustíveis durante muitos anos em que prestou serviços ao R; que recebeu subsídio de desemprego quando o posto de abastecimento encerrou e ficou a beneficiar desta prestação; que comprou um táxi e desde então se dedicou aquela actividade e apenas nas suas horas vagas prestava serviços ao R.. Concluiu pedindo a improcedência da acção e a condenação do autor como litigante de má-fé, em indemnização não inferior a 000,00€, bem como nas custas e despesas do processo e honorários do mandatário.