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Foi ainda referido pela ex-esposa do autor, quando questionada, na faixa de 20210415104323_15791394_2871546: - que se tratassem de situações cíclicas, que perduraram longos anos, vários desentendimentos entre o autor e a ré, tanto mais que havia uma relação de amizade além da laborar, atritos, pressão psicológica, que levaram o autor à doença e que tenha determinado a situação de incapacidade para o trabalho referida em ; - que mesmo estando em casa, e com recomendação médica para descansar, continuava a ser importunado pela Ré, na pessoa do Sr. BB sócio, com serviços e tarefas a realizar, visto que era quem tinha as competências para tal; - que quando autor estava no o mês de baixa médica, o gerente da ré iniciou manobras de coação sobre o autorretirando-lhe a viatura de serviço, e insinuando constantemente que iria passar as suas funções a outros colegas, que mais beneficiavam a empresa; - que por força desse ambiente no trabalho o autor tenha começado e continue a tomar os seguintes fármacos: Zareflix, Escitalopram, Efexor, e Xanax como ansiolítico; - que em outubro de 2019, por se aperceber que não conseguia aguentar a pressãopsicológica e as condições laborais em que se encontrava, vendo o seu estado de saúde física e mental completamente a deteriorar-se, o autor tenha comunicado então à Ré, na pessoa do Sr. BB sócio que pretendia cessar a relação laboral, sendo que nesta data, consegui-o a Ré, através de novas promessas, voltar a dissuadir o autor de o fazer; Destes pontos, considera o Apelante, ter demonstrado, - porque nunca escondeu, já sofrer de depressão – que os seus problemas de saúde foram agravando, tendo necessidade de ajustar a medicação, por força do excesso de trabalho e do ambiente em que trabalhava, sendo o aqui Réu, recorrido, uma pessoa de difícil trato.