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No caso dos autos, ponderando que o resultado da audição da requerida na diligência entendeu todas as questões que lhe foram colocadas, a todas foi corroborado pelas conclusões do exame pericial a que foi sujeita nele se concluiu não apresentar a requerida ‘antecedentes psiquiátricos nem patologia psiquiátrica’, apresentando um ‘Exame de Estado Mental normativo para a sua faixa etária’, demonstrando, apesar ‘do discreto comprometimento da memória recente e de alguma dificuldade em valorizar simbolicamente bens de elevado valor’, ser ‘capaz de gerir a sua pessoa e bens’, não existindo ‘critérios, por enquanto, que justifiquem a atribuição de medida de Maior Acompanhado’) e que a conclusão da perícia se mostrava inequívoca, a desnecessidade por irrelevância) de produção doutras provas era patente e manifesta.