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1 Nesta conformidade, entende a Ré, aqui recorrente, salvoodevidorespeitoporopiniãocontrária,queémuito, que o Tribunal da Relação do Porto, ao entender dar como provados os factos constantes dos articulados com os n.s 19 a 22, os quais tinham sido dados como não provados, na douta sentença proferida pela  Instância, e ao acrescentar os factos constantes do articulado com o n. 23, pelos motivos e razões invocadas no item anterior, incorreu num excesso de pronúncia, na medida em que não podia fundamentar tal decisão apenas com base nos depoimentos e testemunhos de quem nada viu ou assistiu, concatenando aqueles com os factos constates da sentença proferida pelo ..., factos que não podem ser valorados, sem algum outro suporte probatório, ademais quando tal decisão estrangeira não foi reconhecida pelos Tribunais Portugueses e por tal motivo não pode ser valorada.