Legal Document Excerpt:

Assim, as declarações confessórias feitas, no âmbito das referidas escrituras públicas de 02/07/2008 e de 05/12/2008, pelo vendedor BB perante os respetivos compradores - "Lusagrades Hottels – Atividades Hoteleiras, Ld.”, e FF -, encontram-se cobertas pela eficácia probatória legal plena da confissão extrajudicial constantes daqueles documentos autênticos, nos termos do transcrito n. 2 do artigo 35, eficácia esta que só poderia ser contrariada por meio de prova que mostrasse não ser verdadeiro o facto delas objeto, com exclusão da prova testemunhal e da prova por presunção judicial, como decorre da conjugação do preceituado nos artigos 34, 35, 39 e 39 do     Sucede que a R./Recorrente, enquanto advogada mandatária que então era de BB, muito embora tenha diligenciado pela concretização das vendas realizadas ponto 5 dos factos, não interveio sequer nos atos de outorga das referidas escrituras públicas.