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pontos 9, 10, 11 e 13 da matéria de facto assente -, apenas foi alterada, para mais, a área bruta privativa, em cerca de 10,79 m2, assim como a área bruta de construção para cujo cálculo entra a área bruta privativa, sendo que a área bruta dependente, manteve-se inalterada, nos 158,850 m Assim, como se decidiu na sentença recorrida, em torno da constatada diferença da área bruta privativa da primeira para a segunda avaliação e da consideração da área das varandas como área bruta dependente, na  primeira avaliação foi indicado que o imóvel detinha a área bruta de construção de 388,0500 m2 e a área bruta privativa de 229,200 m2, e na segunda já veio indicado que o imóvel detinha a área bruta de construção de 398,8400 m2, e que detinha a área bruta privativa de 239,99 m2, ou seja, mais 10,79 m2, não resultando do teor da ficha n. 1086063 realizada pela Comissão, nem do "Termo de avaliação”, nem do laudo do perito regional vogal, como é que, por maioria, foi votada a alteração dessas áreas de grandeza, das áreas privativa e dependente, e que ainda agora a este Tribunal  se apresenta como ininteligível.