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Quanto ao facto , o douto Tribunal incorreu em erro de julgamento, por: a) ter extrapolado deste facto genérico determinados factos concretos pontos 1 a 3); b) não ter atribuído relevância decisória à inexistência de prova documental ponto 4) e ao facto de, apesar de serem expressamente invocadas relações de confiança meramente, o sócio-gerente não ter feito referência a qualquer outro fornecedor ou intermediário que se encontrasse nessas condições e a trabalhadora A. apenas ter alegadamente conseguido referir um único caso, agora insusceptível de confirmação ponto 5); ) não ter apreendido que a "escassez de liquidez” ou a inexistência de fundo de maneio não poderiam constituir justificação válida para o protelamento do pagamento das facturas da ponto 6); ) não ter atribuído relevância ao facto de, apesar de a apenas ter alegadamente recebido o pagamento da factura 130/A em 24/JUL/2013, ter emitido logo em 11/MAR/2013 o respectivo recibo a comprovar o aludido pagamento ponto 7).