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Devidamente notificados vieram os requeridos deduzir oposição ao decretado arresto:  - A requerida Galegou que a requerente não tem contacto com os filhos quase há dez anos e que no litígio com o  requerido, a requerente depois de transitado o acórdão proferido pelo STJ instaurou execução onde nomeou à penhora o salário do primeiro requerido, contas bancárias do mesmo, veículos automóveis e casa de morada de família; posteriormente, a requerente instaurou providência cautelar de arresto, onde foi arrestada uma conta bancária domiciliada no Banco  e nunca a requerente fez referência ao veículo automóvel pertencente à requerida, com a matrícula .. – OR - ..; entre outros factos alegados, invocou quanto a este veículo, que o mesmo sempre pertenceu à requerida, constituindo uma oferta do seu pai quando esta ingressou no ensino superior, sendo que as despesas inerentes à manutenção e impostos do veículo têm sido pagas por ela com os rendimentos que obtém de trabalhos a tempo parcial, razão por que requer o levantamento do arresto sobre a referida viatura;  - Orequerido  sustentou que do alegado pela requerente não consta qualquer facto conducente a demostrar o justo receio de perda da garantia patrimonial na sequência de qualquer ato praticado por ele, invocando ser totalmente alheio e desconhecer as relações pessoais e patrimoniais existentes entre a requerente e o  requerido, alegando ainda nunca ter acordado com este ou com qualquer pessoa o que fosse para impedir que a requerente recebesse o que quer que seja e que apenas foi com o  requerido sócio de uma sociedade familiar "J, Lda.”), que atravessou dificuldades económicas a partir de 2014, o que culminou com o seu encerramento definitivo e de ter sido nesse contexto que para manter ativa uma conta caucionada, em 19-1-2015, constituiu uma hipoteca a favor da K sobre um bem próprio do mesmo, em virtude de a sociedade não ser proprietária de qualquer imóvel, tendo este requerido ficado como avalista da conta caucionada; quanto à partilha por óbito dos seus pais, o ora requerido e os seus irmãos efetuaram um negócio normal, no âmbito do qual acordaram nos valores e outorgaram a escritura pública, sucedendo que na sequência desta o  requerido foi pago pelo valor do seu quinhão, que recebeu do  requerido e  requerida; a partilha foi feita por valor de 3000,00€ que era superior ao valor patrimonial do mesmo, sendo despropositado o alegado valor de mercado de 8000,00€;  - A requerida alegou que o requerimento inicial não contém alegação de facto, que conduza ao justo receio da perda da garantia patrimonial, na sequência de qualquer ato por si praticado.