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Iniciou a petição inicial, no seu relato cronológico dos acontecimentos, afirmando que em 2000, o então casal formado pela Autora e o ex-marido, porque este se encontrava contumaz, e não podia adquirir bens imóveis, havia solicitado ao aqui 1 Réu, amigo de longa data, que figurasse apenas como comprador numa escritura de compra e venda da referida fração, a qual foi celebrada em 29/02/200 Em 2002, a Autora, o ex-marido e o  R. decidiram celebrar o suprarreferido contrato-promessa de compra e venda sobre o referido prédio, por forma a repor a verdade jurídica da situação da fração autónoma e conferir alguma segurança à posição da Autora.