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Para situações mais parecidas ou comparáveis com a dos autos ou que, pelo menos, nos permitem estabelecer algum paralelismo, apontam-se os seguintes exemplos de valorização de danos não patrimoniais pelo Supremo Tribunal de Justiça:  - No acórdão do STJ de 002015, proferido no processo 166/17TBVCD.PS1, relatado por Maria dos Prazeres Beleza, foi fixado o montante indemnizatório por danos não patrimonial em € 4000,00 a uma lesada com 17 anos de idade, com uma incapacidade permanente de 16,9 pontos, um quantum doloris de grau 6 em 7, que teve alta mais de 4 anos depois do acidente, tendo neste sofrido «esfacelo da hemiface direita, esfacelo do olho direito e do braço esquerdo, fractura da bacia do tipo – fractura bilateral de ramos com disjunção sacroilíaca bilateral, ferimentos na cabeça e no tornozelo esquerdo, bem como diversos hematomas pelo corpo».