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- Tão não é aceitável, pois que, a ser verdade, o que não se concebe, ficou demostrado, e aliás tal resulta do próprio testamento junto aos autos, que a referida tia  tinha dinheiro a própria testemunha O refere e era proprietária de vários bens terrenos, joias, barras de que podiam ser vendidos e gerar-lhe rendimentos, não estando dependente da "caridade” do R. - A  quando outorgou a procuração estava convicta que apenas estava a conferir ao R. poderes de administração e tanto assim é que este sempre lhe prestou contas, sendo que só mais tarde é que tomou conhecimento do real alcance da procuração, facto que originou a quebra total da confiança no R. e levou até a que não o contemplasse no testamento.