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É certo, entretanto, que é muito pouco credível que o  autor, não podendo deixar de saber, como já se disse, que estavam duas mensalidades vencidas por pagar, tivesse dado ordem de pagamento da  em vez da  E também é certo, por outro lado, que, se as coisas se passarem como a ré diz que elas se passam normalmente, o recibo de Dez2014 já não estaria no banco para pagamento, pelo que o recibo que seria pago, seria o de Janeiro de 201 Mas repete-se, primeiro, que mesmo que tal fosse o que se passa normalmente, tal não tem de ser o que se passou no caso em concreto e, segundo, mesmo aí não haveria qualquer prova de que o  autor tivesse consciência de, ou querido, estar a pagar esse segundo recibo.