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São as seguintes as conclusões que o recorrente AA entendeu extrair da motivação apresentada:  " AA, não se conforma com o douto Acórdão condenatório prolatado em 22 de Janeiro de 2020, e pelo qual foi o mesmo condenado pela prática, como reincidente, em co-autoria material e na forma consumada, de um crime de roubo agravado previsto e punível nos termos do artigo 21, n.s 1 e 2, por referência ao artigo 20, n. 1, alínea e no 2, alínea, 7 e 7, todos do Código Penal, na pena de 9 anos de prisão, assim como foi o mesmo condenado, nos termos do artigo 11, n.s 1, 2 e 4 do Código Penal, no pagamento ao ESTADO da quantia de €150,00 cento e cinquenta;  Afigura-se ao aqui Recorrente AA que, salvo o devido respeito, a presente condenação carece de fundamento de facto e de direito, pelo que merece a discordância do recorrente e se lhe afigura passível de reparo;  Como ponto prévio, não queremos deixar de realçar que, sem prescindir a reconhecida qualidade dos magistrados que compunham ou coletivo de juízes e sem prescindir as demais críticas que faremos, é nosso entendimento que o Tribunal a quo não efectuou, salvo o devido respeito, no que se refere ao crime dos autos pelo qual foi condenado o aqui arguido/recorrente AA e à fixação da pena, uma criteriosa e cuidada apreciação da prova validamente produzida e junta aos autos.