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Ou seja, a aqui apelante pede, na ação principal, a condenação da aqui apelada: - a restituir-lhe a quantia que lhe pagou pelos trabalhos realizados no âmbito do contrato de empreitada; - a pagar-lhe a quantia de € 726,89, correspondente à quantia que pagou pelo estacionamento da embarcação na marina de Belém durante nove meses; - a pagar-lhe a quantia de € 5300,00, «pela expetativa de faturação semanal de € 900,00 ...), contados desde a data de incumprimento do 202018 até à data em que a Ré foi interpelada»; - a pagar-lhe a quantia de € 3200,004, neste caso com a seguinte fundamentação: «Caso não se entenda devido o valor da expetativa de faturação, que a Autora não pôde receber entre a data prevista para a conclusão da reparação e a data da entrega da do barco, sempre a Ré deve ser condenada no pagamento das indemnizações que se comprometeu a pagar, pela estrita mora a entrega da obra.