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11 Os factos geradores dessa situação de confiança foram acima recordados em sede de resposta à impugnação do julgamento da matéria de facto, e traduziram-se, nomeadamente:  — no facto de Manuel  e os Apelantes se terem conformado com a cessação do pagamento do complemento de pensão de reforma logo a partir de Janeiro de 2012  — relativamente à qual os Apelantes só reagiram com a propositura desta acção, em 2015; — no facto de o representante do ramo familiar dos Apelantes na gerência da  ter votado favoravelmente a venda das acções da  pela O a uma sociedade detida pelo Dr. José  a, e de a F. , SGPS, S.A., holding dos Apelantes, ter manifestado a sua concordância com essa venda; — na venda, pela própria F. , SGPS, S.A., das acções da R por si detidas à mesma sociedade detida pelo Dr. José , pelo preço simbólico previsto no memorando de entendimento; — na venda à  pelos Apelantes, das unidades de participação no Fundo  nos termos e condições, nomeadamente de preço, previstos no memorando de entendimento; — na utilização do dinheiro recebido no reembolso dos créditos contraídos para a compra dessas unidades de participação, sempre em conformidade com os compromissos assumidos no memorando de entendimento; — na subscrição de um acordo intercalar destinado a assegurar o pagamento pela  dos juros relativos às empréstimos contraídos para compra das unidades de participação no Fundo  no período que antecedeu a compra desses valores pela ; — numa continuada insistência dos Apelantes, na pendência do processo de reestruturação financeira, para que o processo de reestruturação fosse avante nos termos programados  — já acima se apresentou uma transcrição clara de uma passagem do depoimento do Dr. José  sobre esta questão, em que este afirmava o seguinte: "00:24:17 José: Toda a gente disse para continuar com o processo porque o que as pessoas queriam, incluindo os , não é?