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Contestou a Exequente/Embargada, concluindo pela improcedência da oposição, para o que alegou, no essencial: - ter, em 12/10/2009, prestado uma garantia à primeira solicitação a favor da ".., S. A.” a pedido da aludida sociedade "B...”, assegurando, por essa via, 75% do capital mutuado, em dívida em cada momento, no valor máximo de 375 euros; - ter a sociedade "B...” entregue, para garantia do contrato de emissão de garantia autónoma, à Exequente uma livrança por si subscrita e avalizada, para além do mais, pelo Embargante; - tera ..,no dia 03/09/2015, na sequência de incumprimento contratual por parte da sociedade "B...”, acionado a garantia autónoma, solicitando o pagamento da quantia de €8357,19, ao que a Exequente, honrando a garantia, correspondeu, do que informou aquela sociedade, solicitando, por sua vez, o pagamento da quantia por si paga ao banco, o que não foi feito; - no âmbito do processo de insolvência da sociedade "B...”, a Exequente não recuperou qualquer quantia, razão pela qual, em 28/03/2018, solicitou àquela sociedade e aos avalistas o pagamento da quantia em dívida, no montante total de €9280,23, informando quanto aos termos do preenchimento da livrança, bem como que, caso não ocorresse o pagamento até à data do vencimento, procederia ao acionamento judicial; - daí que inexista falta de interpelação, preenchimento abusivo ou prescrição.