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São as seguintes as conclusões da revista:  " Sem prejuízo das Conclusões incidirem sobre as Alegações, sempre se impõe à recorrente reforçar as questões prévias que suscitou, como seja a admissibilidade do presente recurso por errada interpretação e aplicação do disposto no artigo 190 n. 5, 6 e 8 do Código Civil, normas expressamente violadas pela decisão proferida pelo Tribunal da Relação ..., ao desconsiderar as circunstâncias revelantes concretas da menor em questão e do superior interesse da mesma, aplicando de forma "supletiva” por alegada – mas não verdadeira - "escassez de factos nos autos” o regime de residência alternada por ser, teoricamente e em abstrato, o que melhor realiza os interesses das crianças...em geral... violando assim os Direitos Fundamentais da menor EE, à Família e à Infância, consagrados nos artigos 3 e 6 da CRP.