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QI €13851,34/4=€3462,835); apurando-se dessa forma a legítima subjetiva do cônjuge supérstite, passar-se-á à determinação da legítima subjetiva dos filhos, sendo que, será de dividir o sobrante, pelo número de cabeças, ou seja, por 7 2139/ 13851,34-3462,835=10388,51; 10388,51/7=€1769,79) Com igual acerto, diz aquele que,conhecida a legítima de cada um dos herdeiros legitimários, prossegue-se com a imputação das liberalidades feitas por conta da mesma, havendo, então, de se aplicar o regime dos artigos 2104 e 2108 do Código Civil, que a doutrina denomina de Regime Legal Supletivo, pelo queo valor da ½ conferência da doação deve ser imputado na quota hereditária do donatário, dentro da sua legítima e, só o remanescente, na quota disponível, tal como pretendeu a inventariada 4752,00-1769,79= €30 982,21; 6925,66-30 982,21=€3943,45) Por fim, defende o Recorrente que, feita tal operação e, ainda nos termos do supra citado regime, verificando-se que existe algum valor sobrante, não tendo sido intenção da inventariada beneficiar só um herdeiro com a quota disponível, sempre se deverá, dentro dos possíveis, igualar a partilha dos demais herdeiros - abrindo-se agora a sucessão legítima 213CC), pelo que, atribuindo-se uma vez mais, ao cônjuge ¼ do sobrante, dividir-se-á o remanescente pelos restantes filhos, com a exceção do que já foi beneficiado com a imputação na quota disponível 2139 3943,45/4= €485,86;3943,45-485,86= 2457,59; 2457,59/6=€742,93), sendo este o único ponto em que o Recorrente verdadeiramente diverge da forma à partilha defendida pelo InteressadoJ.