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- Assim, atualmente, é irrelevante apurar a factualidade tendente a demonstrar a relação de causa e efeito entre a influência do álcool na condução e o acidente, se este ocorreu já na vigência do n 292/2007, nexo de causalidade esse que era determinante para a procedência do direito de regresso na vigência do n 522/85, de 31-12, na interpretação do AUJ n 6/2002” 12; - "Do regime legal instituído resulta que o sucesso do direito de regresso da seguradora que haja reparado o acidente não está condicionado à alegação e prova do nexo de causalidade adequada entre a condução sob o efeito álcool e o acidente, bastando ao reconhecimento do direito a alegação e prova da culpa do condutor na eclosão do acidente e que o condutor, no momento do acidente era portador de uma taxa de alcoolemia superior à legalmente admitida” 13; - "Para ser reconhecido à Seguradora o direito de regresso nos termos do art.