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Por outro lado e em síntese, como bem entendeu o Mmo Juiz "a quo” no seu despacho ora em análise " a instrução no presente processo é inadmissível por falta de objecto artigo 287 n 3 do Código de Processo a rejeição impondo-se a rejeição do requerimento de abertura de instrução.” Por fim, para que mais dúvidas não existissem, cita o Mmo Juiz "quo” o teor do Acordão de Fixação de Jurisprudência n 7/2005 que fixou já jurisprudência no sentido de não haver lugar a convite ao assistente para aperfeiçoar o requerimento de aberta de instrução apresentado nos termos do artigo 287 n 2 do Código de Processo Penal, quando for omisso quanto à narração sintética dos factos que fundamentam a aplicação de uma pena ao arguido não se proferirá tal despacho e bem conclui que, por tal razão o RAI em causa tem de ser forçosamente liminarmente rejeitado.