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Ora, não procedendo a primeira pretensão formulada pela recorrente, discordamos também da posição por ela defendida, subsidiariamente, no sentido de que, sendo incerto se e quando se verificará e por quanto tempo perdurará este dano patrimonial conexo com a necessidade de auxílio de terceiros, seja relegado para liquidação ulterior o apuramento da quantia que deve pagar ao A. e que a mesma deve corresponder às despesas que aquele venha efectivamente a suportar com a contratação de uma terceira pessoa, até ao limite da sua vida previsível, que se deve situar nos 77 anos de idade, porquanto entendemos ser possível fixar, desde já, o valor desta indemnização, com recurso à equidade, por força da qual serão ponderadas as circunstâncias do caso concreto, utilizando para o efeito o método de cálculo plasmado na sentença recorrida, embora com números e valores diferentes.