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Mais alegou que celebrou um acordo de partilha de despesas com o Autor, na proporção de 50% dos valores despendidos, e não em regime de exclusividade com base na atribuição da contrapartida invocada, motivo pelo qual nada deve ao Autor, alegando ainda que tem os seguintes créditos sobre o Autor: € 2825,20 euros de reembolso de prestações no âmbito do contrato de mútuo, € 347,90 de reembolso de prestações no âmbito do contrato de crédito multi-opções; € 853,79 euros a título de quotizações de condomínio; € 250,00 euros, a título de crédito ao consumo, motivo pelo qual deduziu pedido reconvencional de condenação do Autor, na quantia global de € 3276,89 euros.