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Tanto assim que tal interesse público, à luz do foi declarado na referida escritura pública de constituição da hipoteca em causa, terá sido até objecto de deliberação e afirmação no âmbito de uma reunião da Assembleia Geral da, remetendo-se para o descrito na respectiva acta com o n. 11  De resto, mesmo após o convite dirigido à parte, em cumprimento do douto acórdão do Venerando Tribunal da Relação de Coimbra de 07/09/2020, para ampliação da matéria de facto e que incumbiu à devedora, além do mais, a concretização dos factos respeitantes à inexistência do justificado interesse próprio na prestação das garantias e a concretização dos factos respeitantes às razões que rodearam a inclusão da expressão "justificado interesse próprio” da no texto do Contrato de 12/04/2013 e da escritura de constituição da hipoteca voluntária, a alegação da devedora apresentou-se novamente em meros termos conclusivos, na primeira parte, e foi absolutamente omissa no que toca aos eventuais motivos que ditaram a inclusão da dita afirmação nos referidos documentos de 12/04/201  E ainda que assim não fosse, perante a credora, S.A. que sucedeu na relação obrigacional estabelecida ao Banco, a invocação de tal ausência do justificado interesse para obter a nulidade da garantia prestada configura, face ao declarado no referido "Contrato” e na referida escritura pública de constituição da hipoteca, a nosso ver, um verdadeiro venire contra factum proprio, fundamentante duma actuação em abuso do direito que, nos termos do artigo 33 do Código Civil, torna ilegítima a pretensão da sociedade insolvente de invalidar a dita garantia.