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23- Apesar das diversas interpelações, a Executada sempre se recusou a cumprir com o Plano de Insolvência que ela própria propôs e que veio a ser homologado por sentença já transitada em julgado, negando-se a pagar prestação mensal superior àquela quantia de € 260,25 ou de € 260,52, como pagou em 5; 24- Atento o exposto, encontra-se justificado o recurso da Exequente à acção executiva, para que o Plano de Insolvência seja cabalmente cumprido, devendo, como tal, ordenar-se a execução do património da Executada até que seja paga à Exequente a quantia vencida até à presente data de € 7866,38, assim como os valores vincendos desde a prestação devida pelo mês de Janeiro de 2021 até efectivo cumprimento e pagamento do Plano de Insolvência.”  B. O despacho recorrido tem o seguinte teor:  "Observou-se o contraditório quanto ao entendimento do tribunal de que carecia a exequente de título executivo, tendo a exequente pugnado pela exequibilidade, nos termos do requerimento de 5/7/2021, cujo teor se dá por integralmente reproduzido.