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Na verdade, apenas por manifesta desatenção, quiçá má fé processual até porque a apelante não teve qualquer dúvidas, em sede de petição inicial, que essa certidão se encontrava efetivamente junta ao PA, tanto mais que, nesse articulado, mostra ter perfeito conhecimento do teor desse acórdão proferido no âmbito do processo criminal n. 27/12PEVNG, do respetivo trânsito em julgado e da pena que nele foi aplicada ao aí arguido B.,  limitando-se a sustentar que os factos nele julgados provados, além de serem falsos, lhe são totalmente alheios, isto porque o condenado B. nunca pertenceu ao seu agregado familiar, sequer permitiu que o último usasse o arrendado contra a lei, a ordem pública ou aos bons costumes, sequer lhe permitiu que  pernoitasse no arrendado por um período de 30 dias,  concluindo que os factos julgados provados nesse acórdão criminal "apenas têm valor no processo onde foram julgados e contra as pessoas que ali foram julgadas, mas nunca contra a própria apelante ou os membros do agregado familiar desta, posto que não foram julgados no âmbito desse processo pode a apelante pretender que a certidão do acórdão proferido no âmbito do processo n. 27/11PEVNG, devidamente transitado em julgado em 19 de julho de 2017 De resto, que o mencionado acórdão transitou em julgado em 19 de julho de 2017 e, por conseguinte, antes da prolação do ato administrativo de 17 de março de 2018, impugnado, é igualmente corroborado pelo Ac.