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A "segunda oportunidade” fresh”, que é a exoneração do passivo restante, "só deve ser concedida a quem a merecer”, como se escreveu no acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 01/24/2012 no processo 152/11TBBRG-E.GS1 ,o qual continua: "A lei exige uma atuação anterior pautada por boa conduta do insolvente, visando evitar que o prejuízo, que já resulta da insolvência, não seja incrementado por atuação culposa do devedor que, sabendo-se insolvente, permanece impassível, avolumando as suas dívidas em prejuízo dos seus credores e, não obstante, pretende exonerar-se do passivo residual querendo a exoneração”.