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Nesta conformidade, sou de parecer que os tribunais administrativos devem ser declarados os competentes para conhecer e julgar a acção de responsabilidade extracontratual instaurada no Tribunal Judicial de Águeda.” 	Os AA., aqui recorrentes, intentaram, no Tribunal Judicial de Águeda, contra o Estado Português acção comum sob a forma ordinária pedindo a condenação deste a pagar a quantia de € 2728,35 ao Autor B e a quantia de € 2209,60 ao Autor A, ambas a título de danos patrimoniais, bem como a quantia de € 1500,00 a cada um deles, para compensação dos danos não patrimoniais, todas elas acrescidas de juros legais contados a partir da data da data da citação, até integral pagamento, alegando, em síntese, o seguinte :  - em 13-03-2001, os recorrentes intentaram uma acção executiva do Tribunal do Trabalho de Águeda contra a sociedade , para quem trabalharam, com vista à cobrança coerciva dos créditos laborais sobre esta, à qual coube o n 2-B/2001, onde, por despacho de 16-03-2001, foi convertido em penhora o arresto da máquinas e equipamentos e do direito de arrendamento e trespasse do estabelecimento pertencentes à executada, anteriormente decretado; - por despacho de 10-01-2002, foi ordenada a suspensão dessa execução nos termos do art.