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y)-que não tivesse vontade própria;  z)-que tivesse um discurso à base de frases soltas;  aa)-que nessa altura  sofresse de ALZHEIMER;  bb)-que o agravado estado de saúde mental da  em 27 de Agosto de 1999 não lhe permitisse recordar todos aqueles outros seis testamentos anteriores; )-que em 27 de Agosto de 1999, a  estava incapacitada de entender o sentido da declaração que prestou naquele seu testamento; )-que nessa data  se encontrasse incapacitada de entender o sentido da sua declaração; gg)- limitou-se a anuir ao que lhe foi lido e explicado, sem porém compreender e atentar no que lhe era dito; hh)-que tenha sido a 2 R. quem marcou a realização do testamento no notário; )-que tenha sido a 2 R. quem forneceu os documentos para as mesmas; jj)-que tenha sido a 2 R. quem deu instruções sobre o sentido em que o testamento iria ser lavrado; kk)-que tenha sido a 2 R. quem arranjou as testemunhas e quem lhes solicitou que testemunhassem nesse ato; )-que tenha sido a 2 R. quem conduziu todos ao Cartório; )-que tenha sido a 2 R. quem pagou os emolumentos devidos pelos atos notariais; nn)-que a decessa , sempre tenha feito saber à A. e a todos com quem se relacionavam, que à sua morte, as partilhas entre ambas as suas filhas fossem feitas irmãmente e em partes iguais, para que nenhuma ficasse favorecida em relação à outra; oo)-que quando ainda lúcida, a  sentia e dizia que a 2 R. não gostava da Mãe, gostava antes do património da Mãe; pp)-que a Mãe da Autora e Ré não se coibia, perante quem quer que fosse, de manifestar a sua gratidão perante a sua filha , a aqui contestante, expressando também o seu agravo perante a ausência e abandono da sua filha B, seus netos e genro; qq)-que a A jamais tenha acompanhado os pais, abandonando-os;  rr)-que durante o referido internamento, na  tenha recebido visitas diárias da 2 R e que só esporadicamente fosse visitada pela A; ss)-que a 2 Ré só tenha tido conhecimento do testamento, muito posteriormente à elaboração do mesmo, por intermédio de um casal amigo.Desta sentença foi interposto o presente recurso pela ré , que apresenta as seguintes CONCLUSÕES:  Inequívoco, aliás aceite por todos, A. e R. e até mesmo no parecer junto aos autos, que não se encontram reunidos os requisitos que permitam a anulabilidade do testamento com base no disposto no artigo 219 do Código Civil, ou seja, com o fundamento da incapacidade acidental.