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; 1 Quer o correio eletrónico da Dr. SL, quer a carta escrita pelo Recorrente, demonstram categoricamente essa recusa daquela oferta de emprego concreta; De facto, 1 se o Recorrente, como afirma na sua carta de 25 de outubro, dirigida ao Serviço de Emprego de Torre de Moncorvo, respondeu à Dr. SL que "...) era apenas servente e não tinha exercido qualquer especialidade nessa área construção e além disso, que, de momento me encontrava e encontro, com algumas debilidades físicas, nomeadamente a visão e audição”, é evidente que outra conclusão não poderia ser extraída pela Dr. SL que não fosse a da recusa daquela oferta de emprego em concreto;  1 Quanto à alegação de que a testemunha SL não se lembra do email ou do Recorrente, é muito natural, é da experiência comum que com tantas pessoas a contratar e com um elevado volume de e-mails enviados a testemunha não se recorde; 1 Ficou, pois, provado que o Recorrente recusou emprego conveniente, colocando-se na posição de desempregado voluntário, violando, com esta conduta a alínea do n. 1 do artigo 4 do Decreto-Lei n. 220/2006, de 3 de novembro; 1 A atuação do Serviço de Emprego de Torre de Moncorvo não violou nenhum dos princípios e direitos invocados pelo Recorrente; 1 O Recorrente não concretizou em que medida o ato impugnado violou os princípios e direitos que invoca; 1 Efetivamente, se fosse possível, com a simples invocação, genérica, abstrata e evasiva, da violação de princípios e direitos, lograr vencimento numa demanda, bastaria construir um catálogo com princípios e direitos e optar, em cada situação, por aqueles que melhor se ajustavam às pretensões de quem os invocava.