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de 4 %, é resultado da ponderação das sequelas sofridas e resultado da perícia médica realizada no dia 23-09-201 .1 Ademais da sentença recorrida, deve-se atender aos motivos pelos quais o Tribunal a quo divergiu dos resultados da perícia realizada pela junta médica, de acordo com os quais "se é certo que a patologia que a sinistrada apresenta não foi provocada pelo acidente, dada a doença degenerativa evidenciada pelos exames médicos realizados, foi pelo menos por este agravada, dado que foi com a ocorrência do acidente que a sinistrada passou a estar limitada no exercício da sua atividade profissional avaliando-se tal incapacidade como se fosse, toda ela resultante de acidente, conforme dispõe o art.11, n2 da Lei n 98/2009, de 4 de setembro de 200" 1 Não obstante, também se constata que os relatórios médicos juntos aos autos não são coincidentes, isto porque na perícia realizada no dia 23-09-2019 admitiu-se existir um ") nexo de causalidade entre o traumatismo e o dano atendendo a que: existe adequação entre a sede do traumatismo e a sede do dano corporal, existe continuidade sintomatológica e adequação temporal entre o traumatismo e o dano corporal resultante, o tipo de lesões é adequado a produzir este tipo de lesões, se exclui a existência de uma causa estranha relativamente ao traumatismo e e exclui a pré- existência do dana corporal.”, tendo-se fixado uma incapacidade temporária absoluta de 129 dias e uma incapacidade permanente parcial de 4, 0000%.