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Alega a defesa que existem algumas discrepâncias e contradições entre o que a BB disse em declarações para memória futura e o que disse na PJ e até em cartas e e-mails, aduzindo que deu várias versões dos acontecimentos, a saber: 1 incongruência – ser virgem e nunca ter tido relações sexuais 2- incongruência – nunca ter tido nenhum namorado 3 incongruência – ter tido com o tio relações de cópula vaginal, sexo oral e introdução de dedos na vagina 4 incongruência – residência aos alegados intentos do tio O Colectivo de Viseu tudo isto viu e mesmo assim entendeu validar o depoimento desta jovem no essencial – ou seja, que abusou sexualmente de sua sobrinha, independentemente de aspectos laterais e pouco consistentes que em nada infirmam a credibilidade dada ao depoimento da BB, conjugado com a confissão do arguido e o depoimento da professora SS.