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de fls 3482 a – por referência aos artigos 92 e 93 da contestação); 55) O CSM relevou os seguintes factos alegados pela R.: "o A, aquando da sua nomeação como Inspetor Judicial, não deu conhecimento ao CSM da existência de um processo-crime existente no Tribunal de Bragança, no qual tinha tomado a resolução de desistir da queixa-crime”; "que inspecionara um Juiz que, 2 anos antes, tinha decidido um processo seu”, "que respondera aos jornais que descobrira coisas graves à Sr. S” – por referência ao artigo 261 da réplica); 56) A R. acedeu a pessoas de Bragança que o A. considera seus inimigos contra algumas das quais participou criminalmente – por referência aos artigos 53 e 176 da réplica); 57) A R. serviu-se de factos constantes de certidão de processos, que obteve e interpretou conforme consta das participações que fez contra o A. e sustentou as mesmas, partindo também do pressuposto de que eram verdadeiros os depoimentos das pessoas que ouviu e que tinham uma grande animosidade contra o A., com o propósito de provar os factos que aí alegou e de obter vencimento nas pretensões que formulou – por referência aos artigos 103, 104, 175 e 176 da réplica); 58) A R. só teve um contacto profissional com o Dr. AMP, enquanto advogado, no âmbito de uma ação cível a que presidiu no T.J. de Amarante, no pretérito ano de 2002 e, no âmbito da qual, diga-se, o mesmo chegou mesmo a suscitar a sua suspeição – que veio a ser julgada improcedente – a propósito de uma condenação em custas do seu constituinte cfr.