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Conclui-se assim que o regime podia ser alterado, por ter havido uma alteração superveniente de circunstâncias, devendo ser agora apurado se se justificava ou não a aplicação da residência alternada tal como pedido pelo pai: Como ponto de partida lembre-se também aquilo que é essencial: depois do divórcio ou separação acaba a relação entre os cônjuges/compa-nheiros, mas não entre os filhos e os progenitores, pelo que o normal e desejável será manter a residência dos filhos com ambos os progenitores, o que quer dizer, estando estes separados, passarem os filhos a viver alterna-damente com cada um deles, salvo se contra isso se verificarem circuns-tâncias excepcionais, do ponto de vista do interesse dos filhos, que justifiquem a residência com um único progenitor.