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Também não deixaria de ser algo estranho que funcionários do Banco B, sabedores da Resolução do Banco de Portugal de Agosto de 2014 e das implicações da mesma, se colocassem na posição de dar garantias de reembolso de tais aplicações em completa contradição com o determinado na dita Resolução e em especial com o objectivo que norteou a criação do Banco B.   Em suma, sendo em tese admissível que um funcionário, sem para o efeito estar mandatado, tenha admitido perante um cliente que o Banco assumiria as respectivas responsabilidades, já a tese defendida por G. de que a estrutura hierárquica lhe tinha dado instruções para dizer aos clientes que o reembolso estava assegurado nos parece francamente implausível.