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300 do CPC, que se pronuncia sobre o valor da acção no caso de prestações vincendas e periódicas como é o caso, que refere que nos processos cuja decisão envolva uma prestação periódica, tem-se em consideração o valor das prestações relativas a um ano multiplicado por 20 ou pelo número de anos que a decisão abranger, se for inferior.Ou seja, € 7000,00 valor das prestações relativas ao número de anos que a decisão é inferior a € 48000 valor das prestações relativas a um ano multiplicado por 20: € 2000/ano x. Como assim, e sem necessidade de mais considerações, fixa-se o valor à acção em € 7000,0 Ora, atendendo a este valor ora fixado à acção pelo tribunal ad quem , e como já supra expresso, temos que, o valor da causa excede agora a alçada do tribunal a quo e neste caso resulta existir incompetência desse tribunal em razão do valor/falta de convenção arbitral, pois é excedido o valor de € 3000, que constitui o máximo da competência do tribunal arbitral, devendo o recurso julgar imediatamente revogada a sentença e sendo a Recorrente absolvida da instância, ficando prejudicado o conhecimento das restantes questões suscitadas pela recorrente por falta de alçada, existe incompetência absoluta do Tribunal Arbitral em razão da matéria, sendo então competente o Tribunal.