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94, n. 2, alín., do Regulamento Municipal da Edificação e Urbanização, do qual constava listagem específica com as quotas de comparticipação do valor da caução correspondente a cada lote ; )-Da Acta da Assembleia Geral de 17/05/2015 consta a listagem actualizada das dívidas, respeitantes às comparticipações no processo de reconversão, com a identificação de todos os comproprietários, em anexo ; )-Desta listagem constava, para além da comparticipação adicional respeitante ao processo de reconversão, aprovada pela Assembleia Geral de 25/03/2010, no montante de 491,00 €, o valor das dívidas das comparticipações que não haviam sido pagas até àquela data, respeitantes às despesas de funcionamento da comissão administrativa, à execução dos projectos e todo o desenvolvimento técnico e urbanístico da AUGI ; )–Pelo que não restam quaisquer dúvidas acerca da suficiência e exequibilidade daquela acta enquanto título executivo bastante, pois documenta a aprovação, pelos comproprietários, de uma obrigação pecuniária, de valor determinado, correspondente à participação no processo de reconversão da AUGI – conclusões  a 1; )–Por outro lado, inexistindo indeferimento liminar do requerimento executivo, se os Executados não tivessem vindo deduzir oposição á execução, a existência e exequibilidade do título executivo nunca teriam sido questionadas, pelo que só perante tal oposição fazia sentido juntar prova documental contrária ao argumentário da oposição ; )–Ademais, caso se entendesse de forma diferenciada, sempre deveria o Tribunal a quo ter ordenado o aperfeiçoamento do requerimento executivo, o que não fez ; )–Existindo, assim, obliteração do princípio da cooperação inscrito no art.