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Não se conformando com a sentença, dela apela a embargante, formulando as seguintes conclusões: "Alteração da matéria de facto: - Quando o tribunal a quo considera provado que o imóvel penhorado foi registado apenas a favor da executada, divorciada, por aquisição em processo de partilha da Herança de seu ex-marido PP, deveria considerar provado que a executada era apenas divorciada nos Estados Unidos da América por sentença que nunca foi revista nem confirmada por tribunal português, pelo que tal decisão não tem eficácia em Portugal continuando ela casada – hoje viúva dele em Portugal por força do que dispõe o artigo 971 do Código do Processo e que a aquisição constante do registo predial não pode prevalecer nem contra a herança por morte do pai da recorrente nem contra a consequente comunhão geral de bens que adveio a seu falecido marido MT que na altura da morte daquele era casado com a recorrente aqui e na América.