Legal Document Excerpt:

Aliás, ciente da sua sem razão a exequente optou por induzir em erro o tribunal, pois sabia que: o contrato era, é, um contrato promessa; é devedora ao executado de elevadas quantias provenientes das rendas que recebeu da herança e que não entregou; se a sentença constitui título suficiente para a transmissão dos prédios também podia, devia, enquanto interessada, efetuar os competentes registos e, aí sim, promover a execução dos mesmos que segundo a avaliação são mais que suficientes para a quantia exequenda; o executado é proprietário em conjunto com ela de um prédio sito em Lisboa, cujo valor é superior a 4 000 000,00€ e está fisicamente fracionado o que permite uma célere divisão e consequente repartição dos valores; podia a exequente penhorar os créditos que o executado tem sobre a sociedade G. &amp; filhos, Lda., que, aliás, se e quando devidamente apurados e entregues excedem em larga escala a quantia exequenda.