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Neste sentido, na jurisprudência do Supremo Tribunal de Justiça, podem indicar-se, a título exemplificativo, os acórdãos seguintes: o acórdão de 07-02-2013 relator: Bettencourt de, proferido na revista n. 9787/08TVLSB.LS1 -  Secção disponível em www.dgsi.pt), no qual se entendeu que, na ação posta pelo credor contra a sociedade que, posteriormente, por via da sua dissolução, seguiu contra os sócios, o autor só pode obter a condenação destes no pagamento do respetivo crédito, se alegar e provar que aqueles obtiveram bens da sociedade resultantes da partilha do seu património; com efeito, a referida partilha é um facto constitutivo do direito do autor e não matéria de exceção; o acórdão de 21-03-2013 relator: Tavares de, proferido na revista n. 5615/03TBVFR.PS1 -  Secção cujo sumário se encontra publicado em www.stj.pt), no qual se considerou que "nas acções enquadráveis na previsão do art.