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Alegou, em síntese, que a 1 Ré tem dívidas em execução fiscal, provenientes de taxas de portagens, imposto único de circulação, IVA, IRC, respectivas coimas e encargos, cujo montante ascende a € 54581,63 e se encontra em crescimento contínuo e acentuado em oito meses a dívida aumentou 61%) e que os 2 e 3 RR, gerentes de facto, ou de direito, das demais RR urdiram e executaram um plano por forma a dissipar o património da 1 Ré, mormente os veículos automóveis continuando contudo a usá-los, por intermédio da 4 e 5 RR e a apropriar-se pessoalmente de todos os proventos económicos da atividade económico-empresarial da 1 Ré, obstando ao cumprimento coercivo dos créditos vencidos e vincendos do A.. Concluiu pedindo: - a declaração de ineficácia, em relação ao A., das vendas do imobilizado da 1 Ré para a 4 Ré, em que os 2 e 3 RR intervieram como gestores de facto de veículos e outros bens móveis, que identifica, a fim de poder executá-los no património da 4 Ré, até ao montante da dívida fiscal que então se verificar, acrescida de juros, o qual, à data da petição ascendia a € 54581,6 - a declaração de ineficácia, em relação ao A., de todos os atos de pagamentos em numerário e depósitos e/ou transferências bancárias nas e/ou para contas bancárias da 3 Ré de proventos resultantes da atividade económico-empresarial da 1 e 5 Rés, em que os 2 e 3 RR intervieram como gestores de facto e que o A. pode executar tais bens no património da 3 Ré, até ao montante da dívida fiscal que então se verificar, acrescida de juros, o qual, à data da petição ascendia a € 54581,6 Contestou a ré excecionando a prescrição dos créditos alegados pelo A. provenientes de coimas e contradizendo parcialmente os factos alegados pelo A. concluiu a final pela improcedência da ação.