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É certo que o ora Recorrente havia sido declarado insolvente, por sentença proferida em 08-09-2019, no Proc n 3839/005TBGDM que correu termos no Juízo de Comércio de Santo Tirso-Juiz 3,   É igualmente certo que não tendo obtido a exoneração definitiva do passivo restante na referida insolvência, após o rateio, continuou com dívida aos credores e, assim, após o trânsito em julgado, em 102019, do despacho de não concessão da exoneração do passivo restante, de pronto, o credor , S.A. Sucursal em Portugal, que havia reclamado créditos no montante de €2120,44, veio, em acção executiva, que corre termos sob o processo n 5892/24T8PRT, no Juízo de Execução do Porto, Juiz 3, penhorar o seu vencimento até ser pago o montante de €2782,68 e outros credores seguiram-na;  em consequência do que ficou a dispor de um vencimento de cerca de €050,00, para fazer face às despesas do seu agregado familiar, sendo que é o único membro do mesmo a auferir receita, através do seu ordenado,  sendo ainda que o seu filho que frequenta o ensino superior, necessita que os seus pais façam face às despesas respectivas, motivo por que se viu obrigado a contrair novos créditos e novas dívidas, embora de menor montante, após a anterior insolvência, o que queria cumprir e cumpriria não fora a penhora do vencimento dos credores do anterior processo de insolvência.