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A interpretação nesse sentido, que é empreendida pela forma como estão redigidos os preceitos do CE porque ali apenas se refere autoridade ou agente de ou da dita Lei n. 18/2007, poderia levar ao absurdo de, em certos casos, termos de considerar, em abstrato, a ASAE, a AT ou outra qualquer autoridade administrativa legítimas para estes efeitos por serem autoridades e agentes de autoridade administrativa e até a fiscalizar a condução sob o efeito do álcool, ou melhor esclarecendo, a prática de crime de condução de veículo em estado de embriaguez, já que naquele diploma Lei n. 18/2007, de 17 de efectivamente não distingue ali qualquer entidade competente para a fiscalização de condução sob o efeito de álcool ou substâncias psicotrópicas, apenas referenciando a "entidade fiscalizadora”.