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Mais julgou a reconvenção totalmente procedente e declarou os Reconvintes proprietários do prédio descrito na Conservatória do Registo Predial ... sob o n. ....  Não se conformando com o assim decidido vieram os autores interpor recurso de apelação, que mereceu a seguinte deliberação do Tribunal da Relação de Guimarães: "Pelo exposto, acorda este Tribunal em: -Alterar a matéria de facto provada e não provada nos termos apontados na Fundamentação de Facto; - julgar parcialmente procedente a apelação e em consequência, mantendo-se o que foi decidido na 1 instância quanto ao pedido reconvencional, revoga-se parcialmente a sentença e: -Declara-se que os Autores são proprietários do prédio urbano, sito na Rua ..., n.  ou rua ...) da freguesia ..., do Concelho ..., constituído por uma casa de cave, R/,  andar e logradouro, com a superfície coberta de 187,00m2 e descoberta de 576,50m2, descrito sob o número ..., a confrontar de Norte caminho municipal, Sul FF, Nascente domínio público e Poente , inscrito na matriz urbana sob o artigo n. , com o limite melhor identificado na planta topográfica junta na perícia realizada nos autos, condenando-se os Réus a reconhecer o direito de propriedade dos Autores sobre o referido prédio e a abster-se de praticar quaisquer atos que atentem e impeçam o uso e fruição, plena e exclusiva, deste prédio por parte dos ora autores.