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Ora, tendo em consideração os elementos factuais apurados sob os mencionados pontos de facto provados 6, 7, 8, 9, 12 e 18 g., que o autor, no exercício das funções que lhe foram outorgadas por esta ré, no âmbito do processo de inventário e partilha, diligenciou pela identificação dos bens que integravam a herança do falecido EA - constituída por bens imoveis localizados em Lisboa, Alvor e Vila Nova de Gaia, recheio dos imóveis, dois veículos automóveis, um avião, saldos bancários e outros produtos financeiros -, deslocou-se a Vila Nova de Gaia para obtenção de informações sobre o imóvel sito naquela localidade - ainda que a viagem tenha sido feita em veículo automóvel da ré e o autor tenha aproveitado para tratar de outros assuntos -, deslocou-se ao Cartório Notarial Dr. EF, marcou a escritura de habilitação de herdeiros e preparou o processo de inventário, ainda que o mesmo tenha sido tramitado electronicamente pelo Dr. DB; considerando ainda o grau de dificuldade dos serviços descritos; fazendo uso dos juízos equitativos e atenta a normal diligência para a concretização das actividades referidas, entende este tribunal que o valor já pago pela ré MA é superior ao valor que seria razoável condená-la a pagar, pelos serviços prestados pelo autor.» Ou seja, o Tribunal ponderou a factualidade vertida nos pontos de facto provados 6, 7, 8, 9, 12 e 18, considerou o grau de dificuldade dos serviços descritos e fez uso dos juízos equitativos, atenta a normal diligência para a concretização dos mesmos, para concluir que o valor já pago pela ré MA era superior ao valor que seria razoável condená-la a pagar, pelos serviços prestados pelo autor.