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Nesta conformidade, é de rejeitar a impugnação da decisão da matéria de facto, na parte referente à área referente ao prédio dos Autores, tal como resulta da certidão da Conservatória do Registo Predial junta como documento n. 2 com a petição inicial 200  No que concerne à restante matéria atinente dos artigos 1, 1, 2, 2 e 2, dos "Factos provados” temos que os recorrentes defendem, no essencial, que o Tribunal a quo nunca podia considerar provada tal matéria, porquanto o prédio de que os Autores se arrogam proprietários prédio rústico, sito no Lugar de ..., ..., descrito sob o n ..., inscrito na matriz rústica da União de freguesas de ... sob os artigos  e, não confina, nem nunca confinou com o prédio adquirido pelos Réus aqui recorrentes.