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do S.T.J de 1200 P. 07P 4588 em www.dgsi.pt” São assim perfeitamente perceptíveis no Acórdão, os elementos que em razão das regras da experiência comum ou critérios lógicos do homem médio suposto pela ordem jurídica, levaram à condenação destes três arguidos, por estes de forma voluntária e consciente, de acordo com um plano delineado por todos, em conjugação de esforços e vontades, se terem introduzido na residência de EM na madrugada de 12017 cerca das 2 horas e desse local terem retirado e feito seu, com recurso à violência exercida sobre o EM, o cartão MB do ofendido que posteriormente foi utilizado numa ATM da Ameixoeira, no circunstancialismo de tempo e de lugar descritos na acusação, não tendo havido qualquer preterição de procedimentos obrigatórios inexistindo nomeadamente qualquer violação do art 32/1 e 2 e art 205/1/2 da R.P)  Ou seja os arguidos acabam, repete-se e sublinha-se, por confundir o erro de julgamento com a valoração da prova.