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Juiz proferido a fls.., dos autos principais e do Apenso G de liquidação) que considerou explicado e justificado o comportamento do senhor Administrador, não vislumbrando justa causa para a destituição do mesmo, nos termos do artigo 5, n. 1 CIRE, é nulo por preterição de formalidade essencial ao abrigo do disposto nos artigos , n. 3 e 19 ambos do CPC e por violação do disposto no artigo 5 n. 1 do CIRE, nulidade que aqui se invoca e argui;  Salvo melhor opinião, existiu alguma precipitação por parte do Julgador, em não dar oportunidade aos credores/Comissão de Credores de se pronunciarem sobre matéria, antes da decisão da alegada justificação de não destituição do Sr. A., violando claramente o princípio do contraditório, nos termos do artigo , n. 3, do CPC, um acto que consubstancia uma nulidade processual com influência no processo, ao abrigo do artigo 19, n. 1 do CPC;  A falta de notificação da resposta/justificação dada pelo Sr. A., à comissão de credores antes de proferido o despacho que ora se recorre de não destituição do Sr. A., é nulo porque violou o princípio do contraditório e o disposto no artigo 5, n. 1 do CIRE;  Sem prescindir,   A MMa Juiz proferiu o despacho sob recurso sem atender às razões de facto e de direito apresentadas pela recorrente no requerimento que enviou aos autos no dia 08/10/2018, onde levou ao conhecimento do tribunal actos praticados pelo Sr. A .no exercício das respectivas funções violadores dos deveres e das funções que lhe foram confiadas.