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Nesse sentido, concorda-se com a interpretação seguida no Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de 29/09/2017, proferido no processo n. 136/16T8MAI-A.P1, disponível em dgsi.pt, quando refere: "A forma expressa e taxativa como estas disposições estão redigidas permite concluir com segurança que quando a ação houver de prosseguir isto é, não deva findar no despacho saneador pela procedência de exceção dilatória que já tenha sido debatida nos e o juiz pretenda decidir de imediato, no todo ou em parte, do mérito da causa ou apreciar exceção dilatória que não tenha sido debatida nos articulados ou que vá julgar deve realizar-se audiência prévia para facultar às partes a discussão de facto e de direito que importe para esse conhecimento.