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Afirma ainda que a Administração Fiscal deveria ter notificado o sujeito passivo para os efeitos do artigo 49 do RCPIT e alínea do n 2 do artigo 8 da LGT, no momento do pedido de cruzamento de informação por forma a assegurar as suas garantias enquanto contribuinte visado e potencial arguido de processo de inquérito, e que a falta de notificação configura uma patente violação do principio da boa fé previsto no artigo 6-A do CPA  Nos pontos 7 a 32 do direito de audição, e sob o título "Da falta de fiabilidade dos factos e declarações do sujeito passivo ".... A...., Ld.a" o sujeito passivo afirma que: - As conclusões de facto constantes do Projecto de Relatório resultaram da escassez de elementos contabilísticos e da inexistência de documentos de prestação de contas do sujeito passivo ".... A.... - Construções, Unipessoal, Ld.a" pelo que não pode a Administração Fiscal considerar a respectiva estrutura de custos como um dado relevante, certo e fiável para concluir que os montantes facturados à "N....., Ld.3” não tem correspondência com os serviços prestados; - As conclusões da Administração Fiscal decorrem de uma carta redigida alegadamente por A....., datada de 20102/2009, com declarações falsas, bem como de declarações prestadas pela própria sócio- gerente da ".... A...., Ld.a", igualmente falsas, porque jamais qualquer carimbo ou facturas em branco da ".... A...., Ld.a" estiveram na posse da "N....., Ld.a"; - Apesar da sócia-gerente da ".... A...., Ld.a" ter afirmado que A..... estava inibido do uso de cheque, dos trabalhadores terem afirmado que recebiam os ordenados em dinheiro, que trabalhavam em equipas e eram distribuídos pelas diversas obras e que além do mais a em presa contratava trabalhadores à hora, a Administração Fiscal concluiu simplesmente que o número de pessoas a trabalhar para a ".... A...., Ld.a" referido pelos declarantes foi de seis a oito, não sabendo se eram todos funcionários da ".... A...., Ld.3”, não estando, esta conclusão, sustentada documentalmente na consulta de mapas de trabalhadores inscritos na Segurança Social; - Relativamente à análise dos cheques e movimentos bancários, a Administração Fiscal não demonstrou que o tipo de relação estabelecida entre os destinatários dos pagamentos e a "N....., Ld.'