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Mais alega que, com a intervenção no mercado livre e concorrencial do Estado Português, à margem de qualquer concurso público, o Autor, que explorava a actividade de montagem de componentes electrónicos e informáticos, produzindo e vendendo computadores, perdeu e não recuperou a sua posição no mercado, tendo cessado a sua actividade em 201 Sublinha que a actividade do Autor, a qual outrora lhe proporcionou elevados lucros, se transformou, em virtude da conduta ilícita do Réu, numa actividade causadora de elevados prejuízos, que quantifica em € 100000,0  Pugna, a final, pela procedência da presente acção, com a consequente condenação do Réu a pagar-lhe a quantia de € 100000,00, nos termos do previsto no artigo 7 da Lei n 67/2007, de 31 de Dezembro, em virtude da ilegalidade da não emanação de uma norma que regulamentasse e promovesse o necessário concurso público e da ilegalidade do Anexo do regulamento do programa "Iniciativa-E”.