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A massa insolvente apresenta receitas no montante de € 74196,52 e despesas no montante de € 74848,2  j) Existe dívida da massa insolvente por pagar no montante de € 98624,5  e) Na decisão recorrida, o Tribunal a quo, à exceção da credora - Indústria Química, SA - decidiu, assim, julgar validamente prestadas as contas do Sr. AI, referindo, em suma, que, embora as dívidas da massa devem ser pagas na data dos respetivos vencimentos art 172, n 3 do, acaba por validar as contas referindo que inexiste a obrigação de legal de proceder ao rateio nas dívidas da massa insolvente;  f) Entende-se, sempre com o devido respeito, que o tribunal a quo ao decidir como decidiu fez uma errada interpretação e aplicação das normas legais atinentes;  g) Verifica-se, desde logo que nenhum dos pagamentos foi precedido da consulta e autorização da Comissão de credores, sendo que atendendo à natureza dos créditos, ao seu montante e as repercussões no seu pagamento em relação aos credores de natureza laboral da massa insolvente que se encontravam judicialmente reconhecidos, todo e qualquer pagamento traduzir-se-ia, como se traduziu, num ato jurídico que assume especial relevo para o processo de insolvência, para além de se traduzir num ato de administração extraordinária, pelo que teria o obrigatoriamente o Sr. AI de comunicar à Comissão de Credores bem como de obter o seu parecer favorável, o que não sucedeu;  h) Acresce, ainda, que em relação ao pagamento efetuado pela massa insolvente, através do Sr. AI, a sociedade &amp; , Lda., em 103/2016, no montante de € 21461,18, resulta do Sr. AI "ter confessado a dívida, no apenso EM” cfr.