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Ora, sumariamente expostos ou descritos os factos relevantes para efeitos de verificação ou não da invocada excepção da caducidade da acção e, subsequentemente do direito nesta mesma acção reclamado pelo autor dos réus, e tendo em conta aquele dispositivo do artigo 4 do Dec. Lei n. 503/99, de 20/11, supra transcrito, verificamos que há muito decorreu o prazo de 1 ano desde a data da cura clínica do autor e do conhecimento que o mesmo teve da mesma, ainda que com um grau de incapacidade permanente parcial de 20%, o que ocorreu em 30/04/2008 e, depois, aquando da sua submissão à Junta Médica da Caixa geral de Aposentações  ré), ocorrência esta em 07/08/2011, até à data da propositura desta acção, que ocorreu apenas em 07/11/201 E não se diga, que o prazo da caducidade se deve contar da data da interpelação extrajudicial do autor quer à Ré Caixa Geral de Aposentações ocorrida em 2 momentos, primeiro em 08/01/2013 e o segundo em 27/06/2017) quer ao Réu Município .... ocorrida em 24/09/2015).