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f) Entende a maioria da doutrina que a posição processual dos contrainteressados não reconduz à defesa de um interesse próprio, como um interesse verdadeiramente seu,  g) Do mesmo modo que a jurisprudência maioritária vêm indicando a posição do contrainteressado como sendo em litisconsórcio necessário, passivo com a entidade pública demandada apelando para a aplicação subsidiária do e que tal litisconsórcio necessário, passivo, é unitário com a entidade pública demandada, porque na acção se formula um só pedido, ou um mesmo conjunto de pedidos, contra a Administração e os contrainteressados, pedidos que vêm baseados numa única relação jurídico-administrativa material, substantiva,  h) Querendo com tal significar que a posição processual do contrainteressado não é idêntica à da entidade demandada a título principal, será sempre uma posição subordinada à da administração e, deste modo, não poderá formular pedidos autónomos, ou, sequer, afirmar nos autos um interesse processual que lhe é próprio e único.