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Do rendimento de referência para se aferir da divergência justificada relativamente aos acréscimos patrimoniais Também a título subsidiário, alegam por fim os recorrentes, que o rendimento de referência para se aferir da divergência justificada relativamente aos acréscimos patrimoniais deverá corresponder aos rendimentos declarados, adicionados dos montantes que a AT considerou como rendimentos da categoria A e dos montantes das entradas nas contas do paralelo erradamente consideradas como particulares que também deviam ter sido considerados rendimentos da categoria A, pelo que não existe, também para os anos de 2012 e 2013, uma divergência superior a € 10000,0 Concluem, assim, que neste cenário, apenas quedariam por justificar os supostos "acréscimos” relativamente a 2011, no valor de €35706,04 e não €49042,16 como vem fixado.