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E de toda esta convicção, que acabámos de expor14, irradia, necessariamente, para os 2 pontos de facto sob análise/apreciação, como provado: " que a A. entregou € 500,00 em Abril de 2009 ao R. " que, para além do preço de € 7000,00, do preço dos extras e do referido em, a autora não se obrigou a pagar outras quantias, sendo em tais montantes que o R. que o prestador do serviço) acomodava o IVA que fosse devido” Mantendo-se como não provado: " que a Autora fez uma transferência de € 500,00 da CGD n.  ...)  a 03 de Abril de 2009” É quanto há a dizer e concluir sobre o recurso de facto, que procede nos termos que acabam de ser referidos e estabelecidos.