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Inconformado com essa decisão o progenitor J. J., interpôs o presente recurso de apelação, em que formula as seguintes conclusões:  1 – A douta decisão, da qual se recorre, carece de absoluto fundamento e não defende nem acautela os superiores interesses das menores R. e T..  2 – Não tendo havido acordo na conferência de divórcio relativamente ao exercício das responsabilidades parentais das menores R. e T., filhas do casal, a meritíssima juíza "a quo” tomou declarações a estas, a R. de 15 anos e a T. de 11 anos que ficaram exaradas na ata de 17-09-202  3 – Nestas declarações prestadas com espontaneidade e maturidade, as menores expressaram de forma clara e perentória que queriam viver só com o pai e no apartamento em Braga onde estudam no colégio, e justificaram e argumentaram, tanto uma como a outra a razão da sua vontade.