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Para o efeito alegou, em síntese:    Que o ponto n. 13 da matéria de facto devia ser alterado no sentido de se fazer constar que: "o devedor apresentou-se �� insolvência no dia 11 de Junho de 2018, representado por patrono oficioso”;    Que deviam ser aditados aos fundamentos da decisão as seguintes alegações de facto: a)  Que "o Insolvente foi notificado, sob pena de indeferimento liminar da petição inicial, a juntar aos autos a relação de credores, com indicação dos domicílios, datas de vencimento, natureza e garantias que beneficiam e eventual existência de relações especiais nos termos de artigo 4, para cumprimento dos artigos 2, n. 1, alínea e 2, n. 1, alínea, ambos do CIRE.”; b)  Que "o Insolvente, apresentou nova relação de credores, informando os autos que, em relação à credora, o crédito encontra-se vencido desde 2015, de natureza comum, sem qualquer garantia”; )  Que a "A Sr. Administradora de Insolvência deu conhecimento aos autos de que, em relação ao processo executivo, relacionado pelo Insolvente, encontrava-se penhorado, além do IRS respeitante ao ano de 2017, ¼ de um prédio urbano, descrito na Conservatório do Registo Predial de ...) sob o n. 1304, da freguesia de ...), concelho de ...) e inscrito na matriz sob o artigo 69 da União de Freguesia de ...) e ...).”; )  Que "Notificado o Insolvente para, querendo, se pronunciar sobre a, eventual violação do dever de informação e consequências quanto ao pedido de exoneração do passivo restante, nada disse”; e)  Que "Em 012018, o insolvente juntou aos autos procuração a favor de mandatária.”    Que o tribunal violou a alínea do n. 1 do artigo 23 do CIRE.