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286, dos autos; ) E corroborando a credibilidade dos valores encontrados pela aquela empresa de avaliação, afirmou a já identificada testemunha da Contra Interessada, CFSS, perito avaliador que a dita "Et...” era merecedora de uma credibilidade que avaliou em 98% e que os valores pela mesma indicados não eram susceptíveis de qualquer crítica; ) Mais defendeu que em face dos valores fornecidos por aquela empresa, a reparação da viatura sinistrada era inviável, por excessivamente onerosa; ) Ora, da avaliação da denominada "Et...”, resultou o seguinte: a) O valor de € 4 133,00, como valor de compra do veículo; a) O valor de € 4 133,00, como valor de venda do veículo; b) O valor de € 00,00, para o interesse demonstrado pelo mercado na sua aquisição; e ) O valor de compra proposto de € 2 869,00; ) Isto posto, e compaginado com o n. 2, do artigo  do da Lei n. 67/2007 de 31 de Dezembro, que estatuí "A indemnização é fixada em dinheiro quando a reconstituição natural não seja possível, não repare integralmente os danos ou seja excessivamente onerosa.”, leva-nos à irremediável conclusão de que o Município de .., nunca poderia ser condenado a pagar o preço inerente à reparação do veículo sinistrado, uma vez que a mesma é excessivamente onerosa, em face do real valor do mesmo; ) Na verdade, se assim não se entendesse, gerar-se-ia na esfera do credor um verdadeiro e infundado enriquecimento sem causa, à custa do aqui Recorrente. )