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Isto dito, a verdade é que analisada a globalidade da factualidade provada da mesma não decorre/resulta que à data do óbito de Maria .. integrasse o respectivo património qualquer montante pecuniário  em depósitos à mesma pertencentes ou mesmo em contas bancárias em nome de terceiros/herdeiros, sendo que, como o já decidiu o STJ , certo é que  " A invocação da mera transferência para a conta dos réus de quantias pertencentes ao inventariado, efectuada por este antes de falecer, desligada da causa ou da relação jurídica que a determinou, não permite a conclusão de que as importâncias em apreço faziam parte do património do de cujus à data da sua morte”  com o valor de €78320,0 De igual modo, não permite sequer a factualidade assente concluir que, que à data do óbito de Maria .., existisse um crédito desta última sobre qualquer RR/herdeiro, máxime sobre os RRB e , e sobretudo decorrente dos actos  os identificados em 3 e 39  pelos mesmos praticados em nome da representada Maria .. e ao abrigo dos poderes que lhes foram conferidos por via da procuração identificada em 27da motivação de facto cfr.