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10 E tanto é assim que na própria decisão recorrida se dão por provados os quesitos n.os 25 as Recorridas não tomaram conhecimento das Remunerações dos monitores da Recorrente no contexto da, 28 ausência de identificação dos monitores/CRA no organograma fornecido pela Recorrente no contexto da e 29 a Recorrente não deu qualquer informação, no contexto da auditoria, sobre a sua situação da Base Instrutória e, em particular o Quesito n. 34 da Base Instrutória no qual se se responde que "Na data em que a auditoria foi realizada pela 1 Ré, nenhum dos ex-colaboradores da Autora, contratado pela 2 Ré, era funcionário da Autora 34 da” 10 Factos relativamente aos quais a Recorrente se não pronuncia, mas a que importa aludir com vista à boa decisão da causa, pelo que se terá que entender que bem andou o Tribunal a quo ao considerar não ter existido um incumprimento do acordo de confidencialidade – designadamente porque não resultou demonstrada a violação do acordo de confidencialidade e, muito menos ainda que a divulgação de tal relatório de auditoria junto de serviços da Recorridas tenha contribuído de forma directa ou indirecta para a ocorrência de prejuízos da Recorrente.