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Depois, a ré, dando-se por notificada "da petição inicial aperfeiçoada”, e já com advogado constituído, pronunciou-se nos seguintes termos, agora muito em síntese:  Para além de ter impugnado parte dos factos alegados pela autora, ainda diz que: resolveu os contratos por cartas de 20/02/2014 por alteração das circunstâncias) e de 04/03/2015 por mau funcionamento do, respectivamente; a tal resolução, a autora nada disse no sentido de se opor; em conformidade, a ré procedeu à efectiva devolução dos equipamentos, em 19/06/2014 e 10/03/2015, respectivamente, segundo as instruções da autora no primeiro caso e tendo-os a autora aceitado no segundo caso; assim, resolvidos os contratos, não pode a autora vir resolver o que resolvido estava, nem cobrar pretensos alugueres em atraso até à data em que a autora pretendeu resolver os contratos que já se encontravam resolvidos, e, muito menos, pretender cobrar alugueres até ao final desses mesmos contratos; em qualquer caso, a pretensão de pagamento dos alugueres vincendas até ao final dos contratos, como cláusula penal contratualmente fixada, é ilegal, pois ilegal é a cláusula que fixa essa penalização, conforme disposições conjugadas dos artigos 20 e 19-do 466/85, de 25/10; com efeito, é grosseiramente desproporcionado ter direito a receber os equipamentos e, ao mesmo tempo, pretender obrigar-se o consumidor a ter de pagar tudo como se tivesse a fazer uso dos equipamentos - para isso não faria qualquer sentido a devolução.