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É, pois, por demais evidente que não está preenchido o requisito que é exigido para atribuição de indemnização por perda de chance, isto é, que "as probabilidades de a Autora vir a obter uma vantagem ou de obviar um prejuízo, sejam reais, sérias ou consideráveis.” Decidindo em contrário, a douta sentença recorrida terá violado, na parte sobre a qual incide o presente recurso, o disposto no artigo 56 n. 3 do Código Civil e nos artigos 4-A n. 1, alínea e 4 n. 1 alínea do CPTA, pelo que deverá ser assim revogada e substituída por outra que absolva o Réu da totalidade dos pedidos formulados.Conclusões da Recorrida / Autora: Da questão-prévia: inobservância do dever de formular conclusões pelo Recorrente   – O recurso do Recorrente Ministério da Educação não apresenta quaisquer conclusões, conforme é exigido legalmente, de acordo com o disposto no artigo 63/1 do CPC, por remissão do artigo  do CPTA.