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Os pontos de facto impugnados pelos recorrentes têm o seguinte teor: - O réu  passou a ser o único administrador da H com exercício efetivo de funções executivas ponto 9 dos factos; - Era o réu  quem geria e dava instruções aos colaboradores e trabalhadores da H, quem definia a política financeira e comercial da empresa, quem contratava com clientes e fornecedores, quem conhecia e controlava as contas da empresa e quem, em exclusivo, lidava e contratava com as instituições bancárias ponto 10 dos factos; - Os Administradores, eram remunerados pelos avales prestados ponto 13 dos factos; - A partir de 2009 e, seguramente, já em 2011, a H sofreu uma importante e decisiva deterioração da sua situação económica e financeira que a impedia e a impediu de honrar os seus compromissos com fornecedores, nomeadamente as instituições bancárias suas credoras ponto 15 dos factos; - Nesse ano de 2011, a H apresentou prejuízos de € 17689,49, e a respetiva certificação legal de contas foi emitida com reservas e ênfases ponto 16 dos factos; - No dia 18 de maio de 2012, dia em que, a requerimento de ambos, foi proferida pela  Conservatória do Registo Civil do Porto e transitou a decisão da respetiva separação de pessoas e bens por mútuo consentimento, os réus, casados que eram sob o regime da comunhão de adquiridos, outorgaram naquela mesma Conservatória instrumento de Partilha do Património Conjugal, pela qual relacionaram os diversos bens comuns ativos e e procederam à respetiva partilha ponto 27 dos factos; - O réu F em 04 de dezembro de 2012, adquiriu ao réu , pelo preço declarado de € 1250,00, correspondente à soma dos respetivos valores nominais, as duas quotas de que este era titular na , respetivamente, uma com o valor nominal de € 1000,00 ponto 38 dos factos e outra com o valor nominal de € 250,00; - O réu F, em 09 de setembro de 2013, transmitiu a quota na  com o valor nominal da € 1000 à ré E pelo mesmo preço de € 1000,00, isto é, com o mesmo valor por que 9 meses antes havia adquirido ao réu  ponto 40 dos factos; - Em 29 de setembro de 2014, o Senhor Administrador Judicial havia já vendido àquela mesma "K, Unipessoal, Lda.” todos os bens móveis pertencentes à insolvente pelo valor de € 1000,00 ponto 44 dos factos;  - Aparelhos que não terão sido irrelevantes para o início de atividade da , Lda., sociedade com sede na Rua , n. ,  onde têm sede a K, Unipessoal, Lda.