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E a pretensão do arguido AA de ir muito para além da concreta prova ou contraprova do facto aditado é revelada, de forma esclarecedora, até pelo «etc.» com que culmina a conclusão Q. E o mesmo se passa com o aditamento dos factos relativos às interpelações pelo BPA-E para pagamento, no âmbito do contrato de mútuo celebrado, interpelações que tiveram lugar em 102017 e 20201 Relativamente a esses factos, a que respeitam documentos que ele próprio juntou, pretendia o Recorrente discutir muitos outros factos, objecto de discussão ao longo do julgamento, como nitidamente resulta do teor das conclusões a HH do presente recurso, nas quais se lê: «Mas sendo assim, há que dizê-lo, temos de ser consequentes e intelectualmente honestos em todo o nosso raciocínio e permitir que se esclareçam todas as dúvidas que, porventura, gravitem em torno desse empréstimo, a saber: por que razão, segundo a Acusação do MP, teria sido utilizado o Banco BPA Europa a "forjar" esse empréstimo e ninguém deste Banco foi responsabilizado criminalmente por este facto nem constituído arguido.