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n 1 junto à contestação da R. e sobretudo a constatação evidente que aquela matéria é simultaneamente importante para a defesa da R. e sobretudo para a boa decisão da causa; Na verdade, não se vislumbra como pode ser possível concluir que a R./apelante cumpriu as suas obrigações de segurança ou deixou de o num acidente com animal, quando nem sequer se trata de apurar se a vedação existente nas imediações do local do acidente era ou não aquela que ali devia ter sido instalada ou então se a vigilância/patrulhamento da via foi efectuada dentro do intervalo máximo previsto para tal; Ora, quer com apoio legal, quer especialmente com base no depoimento daquelas testemunhas, dúvidas não restam que devia ter sido e deve ainda, ao abrigo dos poderes conferidos a este Venerável Tribunal ad dada como provada a seguinte matéria de facto – que ainda não tivesse sido alegada pela R. devia ter sido dada como provada em face da instrução da causa P. , artigo 5 n e a acrescer, portanto, ao rol de factos provados destes autos: a) As vedações daquela auto-estrada ... merecem a prévia aprovação por parte do concedente Estado Português) através dos organismos competentes artigo28 da contestação da R.); b) À data do sinistro, as vedações que se encontravam implementadas no local do sinistro e suas imediações respeitavam o respectivo projecto e mereceram prévia aprovação por parte dos organismos competentes do Estado Português, designadamente no que se refere à suas características, tais como a sua dimensão e altura, por exemplo artigo 25 da contestação); ) A R. obrigou-se para com o concedente, regra geral, ou seja, em condições de normalidade de tráfego/circulação, a efectuar passagens de vigilância no mesmo local com o intervalo máximo de quatro horas durante os turnos diurnos compreendidos entre as 7 e as 23 horas, salvo se as condições de tráfego/circulação ou a eclosão de acidentes, incidentes ou outro tipo de ocorrências o não permitirem artigos 50 e 51 da contestação).