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n. 1 do EFC; ) No entanto, ainda que se entenda que "...) as fracções autónomas, sejam afectas a habitação ou a serviços, se logram enquadrar no objecto da cooperativa, ora Impugnante, alíneas e do probatório ...)” como considerado pelo Tribunal "a quo”, não se pode afirmar que não seja possível ") equacionar extinção daquele benefício por força da violação de quaisquer obrigações acessórias”: J) Como efeito, como bem refere o Tribunal recorrido, resulta da lei, in casu do artigo  do EFC, que a isenção prevista no artigo 1 n. 2 do EFC não carece de ser requerida e deve ser reconhecida oficiosamente; K) Mas o EFC também cometia à Autoridade Tributária e Aduaneira então Direcção-Geral dos a fiscalização do cumprimento das obrigações acessórias impostas; ) Assim, ainda que a isenção a que se referia o n. 2 do art.