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Em segundo lugar, o aditamento do vocábulo "possibilidade” ao n. 1 do artigo 1 do Código de Processo nos Tribunais Administrativos pela sobredita Lei n. 118/2019, de 17 de setembro, não mais fez do que positivar ou "fotografar” normativamente uma realidade não só jurídica mas também existencial, dando uma maior clareza aos termos e ao âmbito da representação do Estado em juízo pelo Ministério Público, como uma regra geral sujeita a exceções, ditadas pela Conveniência dos órgãos soberanos do mesmo Estado; 	4.Por outras palavras, a junção do termo "possibilidade” "sem prejuízo da possibilidade de representação do Estado pelo Ministério Público”) pela Lei n. 118/2019, de 17 de setembro, e que é agora sindicada pelo Ministério Público, nada mais fez do que concretizar no Código de Processo nos Tribunais Administrativos algo que já estava consagrado, pelo menos desde 2015;      	4.Em terceiro lugar, partindo da interpretação da jurisprudência constitucional sobre os termos da representação do Estado pelo Ministério Público – que exclui, assertivamente, um monopólio dessa representação e da qual a nova redação do n. 1 do artigo 21 se aproximou, reforçando o papel do legislador na definição dos interesses que a nível estadual ou extra-estadual o Ministério Público pode representar em juízo – conclui-se, que o sobredito n. 1 do artigo 1 do Código de Processo nos Tribunais Administrativos nem priva "totalmente” o Ministério Público das competências de representação do Estado, nem as comete "por inteiro” a outras entidades; 	5.