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O tribunal "a quo” ponderou: «) Da invocada violação da boa-fé contratual  Como já se viu, as Autoras consideram que o ofício de 27 de Maio de 2013 ao indeferir o pedido de prorrogação do prazo para a conclusão das obras contratadas e ao considerar vencido o montante de empréstimo utilizado no âmbito dos dois contratos celebrados, consubstancia uma violação da situação de confiança objectivamente para cuja criação o Réu contribuiu quando não exerceu os seus poderes de alertar ou condicionar as Autoras face ao atraso verificado na evolução da obra, pelo que, na sua perspectiva, foi gerada uma convicção fundada de que a sanção resolutiva do contrato não seria levada a cabo.