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Para tanto, alega que, por contrato de arrendamento, celebrado em 22013, F deu de arrendamento à  ré, que tomou de arrendamento àquele, o rés-do-chão e cave, com entrada apenas pelo n 167, do prédio urbano sito na Rua , n  e  da freguesia de , concelho do Porto, descrito na Conservatória de Registo Predial do Porto, sob o n 4345 e inscrito na respetiva matriz predial urbana sob o artigo 867, com início em 2013, pelo prazo de 5 anos, podendo prorrogar-se por períodos sucessivos de 3 anos, pela renda anual de 1000,00€, a pagar em duodécimos de 000,00€, no primeiro dia útil anterior ao mês a que disser respeito, destinando-se o local arrendado exclusivamente ao exercício da actividade e comercialização de artigos de têxteis Lar, Puericultura, Vestuário, Sapataria, Marroquinaria e Hotelaria, não lhe podendo ser dado outro destino, tendo os  e  réus., no aludido contrato, prestado fiança à 1 ré, com renúncia ao benefício de excussão prévia, assumindo, assim, de forma solidária, com esta, o cumprimento estrito e pontual de todo o conteúdo versado no contrato, enquanto o mesmo perdurasse, mesmo que se verificasse alteração da renda e houvesse prorrogação do prazo por uma ou mais vezes.