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1 A sociedade ISG representada pelos réus embora confessando os factos, insistiu nada regularizar, nem por efeito daquela sentença e deixou o assunto seguir para execução, salienta-se pela sua relevância ao caso, que nos reportamos a serviços e créditos devidos à recorrente desde o ano de 200 1 Ao invés e enquanto desflorava a execução, decidiram os réus, igualmente por ato voluntário e intencional e como gerentes da devedora, entregar à sua outra sociedade de que eram sócios e gerentes, a CITRONIC, valores por faturas ainda que eventualmente correspondendo a reais serviços, o que por falta de documentação não se, no valor de € 97 296,26 e € 89 646,37, nos anos de 2003 e 2004, num total de € 186 9463 factos provados em 52 e.  2 Mais, à data, anos de 2003 e 2004, já a situação patrimonial da sociedade devedora evidenciava: ) Um ativo de € 14 831,77 para fazer face a um passivo de € 109 001,72 ) Um ativo de € 13 221,98 para fazer face a um passivo de € 107 450,2 factos provados em 2 Situação que se agravou, uma vez que no ano de 2005 a ISG detinha um ativo de € 5 118,43 para fazer face a um passivo de € 102 152,23 factos provados em.