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J) Assim, face ao teor desses depoimentos deveria ter sido dado como provado o seguinte: Devido ao seu estado clínico, o autor não conseguia baixar-se nem transportar carrinho de mão, o que comunicou à R. quando regressou ao serviço; Ainda que, O autor comunicou à R. que não podia exercer as suas funções por sentir dores no joelho; E ademais que, Devido ao seu estado clínico, o autor não podia limpar o terreno, trabalhar a terra, fazer trabalhos de construção, limpar a lagoa piscina, executar trabalho ajoelhado, plantar árvores e arbustos nem pintar e transportar canas, o que transmitiu à R. quando regressou ao trabalho; K) O facto E Não é possível reverter o estado clínico do que foi julgado pelo Tribunal a quo como não provado encontra-se incorretamente julgado face ao teor da prova documental, nomeadamente da ficha de aptidão para o trabalho e ainda do depoimento da seguinte testemunha: a)  20201021105405_3609703_2871805); ) Nesse sentido a passagem das gravações do depoimento de , com início à 1 hora minuto 5 segundo 23; ) Tendo em conta a prova documental e o depoimento da referida testemunha deveria ter sido dado como provado o seguinte: Não é possível reverter o estado clínico do autor uma vez que se trata de uma lesão de caráter permanente; N) O facto F Atendendo às suas habilitações profissionais, o autor apenas poderia estar capacitado o exercício das funções compreendidas na categoria profissional em que se que foi julgado pelo Tribunal a quo como não provado encontra-se incorretamente julgado face ao teor dos depoimentos das seguintes testemunhas: a) Be 20201021095946_3609703_2871805); b)  20201021105405_3609703_2871805); O) A este respeito assinalam-se as passagens das gravações do depoimento de Be com início no minuto 31:44 e de , com início no minuto 40:44; P) De modo que, face ao teor dos referidos depoimentos referidos deveria ter sido dado como provado o seguinte: Atendendo às habilitações e necessidades da exploração turística da R., o autor apenas poderia estar capacitado para o exercício das funções compreendidas na categoria profissional em que se inseria; Q) Além disso, cabe assinalar que existe conflitualidade entre o facto dado como provado número 38 e os factos dados como não provados A. e ; R) Tendo-se concluído como provado que, devido ao seu estado clínico o autor estava limitado para o exercício das funções para depois vir dar-se como não provado que afinal não tinha essas limitações; Ainda, Por fim, S) O facto de a Recorrente não ter seguido os procedimentos da Lei de Acidente de Trabalho, designadamente o que consta do artigo 16, não impede a caducidade, dado que a caducidade não está dependente de qualquer procedimento, mas sim da verificação do facto jurídico relevante que a faz operar; T) O facto jurídico relevante – a impossibilidade superveniente, absoluta e definitiva de o trabalhador prestar o seu trabalho – encontra-se verificada, conforme referido supra, tendo decidido mal o Tribunal a quo ao concluir que o não cumprimento do procedimento previsto na LAT pela Recorrente a impedia de fazer operar a caducidade assim violando o artigo 34 alínea do Código do Trabalho; U) Uma vez que ficou provado que o Recorrido estava impedido de exercer a prestação a que se obrigou e que a Recorrente que não detinha outro posto de trabalho compatível com as habilitações do primeiro estão preenchidos os requisitos do artigo 34 alínea do Código do Trabalho; ) E, em face do exposto, considerar-se a caducidade do contrato por impossibilidade superveniente, absoluta e definitiva de o Recorrido prestar o seu trabalho que a Recorrente fez operar como lícita.