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O dito funcionário de Banco réu sabia o perfil do marido, pai e sogro dos autores, tendo este actuado sempre com a convicção de que estava a colocar as suas economias numa aplicação segura e com as características de um depósito a prazo, nunca sendo sua intenção investir em produtos de risco, não sabendo sequer o que era a G1 pensando ser mera denominação da conta a, do que esteve assim convicto até ao seu falecimento, em Novembro de 201 Com o óbito do marido, pai e sogros dos autores, legitimados estão estes a intentar a presente acção, porquanto o banco réu não restitui o dinheiro aplicado, de que era garante, devendo ser condenado a pagar o mesmo, bem como os devidos juros.