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n. pelo que também por falta de objecto deve o recurso ser rejeitado; E) Nas conclusões da Recorrente AT não se descortina qualquer matéria susceptível de constituir a alegação de um único vício imputado ao acórdão recorrido, nem o hipotético fundamento — que não existe — para que a sentença devesse ser "revogada”, o que a Recorrente não chega a alegar — e muito menos demonstrar — em que termos se alcançaria uma pretensa "revogação” do acórdão recorrido; F) Ora, cabendo ao tribunal em sede de recurso jurisdicional, sindicar se se verificam ou não eventuais vícios apontados ao acórdão recorrido, perante a ausência da invocação de tais vícios que habilite o tribunal de recurso a extrair questões a decidir sobre a sentença sindicada, afigura-se desprovido de objecto o presente recurso, impedindo o seu conhecimento pelo tribunal ad quem; G) Em face da clareza do critério legal, perfeitamente distintivo e delimitador, em razão do lugar da realização do procedimento, da sua qualificação como interno ou externo, o acórdão recorrido fez correctíssima aplicação do disposto nos artigos 1 do RCPIT e 6, n. 3 da LGT, na redacção aplicável ao tempo dos factos, não se vislumbrando como possa ter incorrido em qualquer violação de lei — que, reafirme-se, jamais foi sequer invocada pela Recorrente AT nas suas alegacões — o que igualmente deve conduzir ao não conhecimento do presente recurso.