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–Decisão Por tudo o exposto, acordam os Juízes que compõem este colectivo da  Secção do Tribunal da Relação de Lisboa em jugar parcialmente procedentes a apelação recurso, o pedido de ampliação do objecto do recurso e o recurso subordinado e, consequentemente, decidem: a)- julgar procedente a excepção de ilegitimidade activa dos Autores para demandarem a Ré por defeitos nas partes comuns partes estruturais incluídas) do prédio e absolver a Ré da instância quanto ao primeiro e segundo pedidos formulados; b)- alterar a decisão relativa à matéria de facto provada, nos termos apontados em -B.1) e -B.4); )- reduzir para €066,41 e sessenta e seis euros e quarenta e um cêntimos) a quantia a pagar pela Ré à  Autora que foi por aquela despendida com reparações urgentes na respectiva fracção –  Direito-, absolvendo-se a Ré do mais peticionado pela  Autora no Articulado Superveniente; )- não conhecer, por inutilidade e prejudicialidade, a impugnação da decisão relativa à matéria de facto deduzida no recurso subordinado; e)-revogar a sentença recorrida na parte em que condenou a Ré a pagar aos ,  e s Autores a quantia de € 000,00, para cada um, acrescida de juros de mora desde a citação e até integral e efectivo pagamento, a titulo de indemnização por danos não patrimoniais e outrossim julgar improcedentes os pedidos indemnizatórios formulados pelos ,  e s Autores e dos mesmos absolver a Ré-Recorrente Subordinada; e)- manter a sentença recorrida quanto ao mais nela decidido.