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18 Fixadas as directrizes, que de acordo com a lei, nos devem orientar na prolação da decisão instrutória, de pronúncia ou não pronúncia, interessa, agora, apurar, por um lado, se em face da prova recolhida até ao momento se indicia suficientemente a prática pelos arguidos , F., S., F. e J.  dos factos que lhes são imputados na acusação pública, bem como a prática pelos arguidos , F., S., F., J. e T. S. dos factos que lhes são imputados no requerimento de abertura de instrução apresentado pelo assistente F.  e, por outro lado, concluindo-se afirmativamente, se tais factos sustentam a imputação jurídico criminal efectuada naqueles mesmos articulados.Cumpre, pois, proceder à análise da factualidade apurada, ainda que de forma meramente indiciária: a apreciação dos indícios suficientes a que se reporta o art 308, n 1, do Código de Processo Penal.Vejamos o que dos autos dimana.