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22 e 22 verso: «Até cá estão os tais postes que eu botei» e referindo-se à passagem disse «Depois fizeram para aqui uma autoestrada» - minuto 14:1 Sobre a razão que o levou a colocar os postes disse que «Era para deixar o meu cunhado à vontade!» - minuto 14:16/4 E que «Era uma questão de 1 metro, havia uma questão de 1 metro» - minuto 14:4 Tendo o Réu reconhecido que essa parcela de terreno não era sua: «Ou pagava-lhe 5 contos o metro, ele nunca aceitou» - minuto 16:5 E à pergunta sobre a razão de ter colocado os postes disse: «porque dali para lá não era meu.» Verifica-se, face a estes dois depoimentos de parte dos Réus, que a questão da «serventia» com 1 metro de largura foi falada e decidida na altura das partilhas e foi implementada no próprio terreno, sendo do conhecimento de todos que essa parcela era do autor AA.