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Acresce que existe uma contradição insanável entre os factos provados nos pontos 3 e 7 e o facto provado no ponto 4 Na verdade, no ponto 41 considera-se provado que todo o património era do ex-casal, pelo que não se pode considerar o regime de copropriedade que foi considerado nos referidos pontos 3 e  DOS FACTOS DOS PONTOS 5 a 17  Para considerar provados estes factos o Tribunal "a quo”, conforme consta da motivação, atendeu a vários depoimentos e declarações que, na perspetiva da recorrente, encerram um erro notório na sua apreciação, sendo certo que as provas produzidas impunham decisão diversa sobre a factualidade "subjudice”, devendo decidir-se que não houve qualquer intervenção ou participação da recorrente nos factos "subjudice” e que os valores são diferentes dos considerados.