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Não obstante a R. ter suscitado comoprimeira questão recursiva o de saber se foi incorrectamente valorada pelo tribunal "a quo” a prova carreada para os autos sustentando, por via disso, a alteração dos pontos 1, 4, 6 e 13 dos factos dados como não, entendemos que será de apreciar, desde já, a segunda questão recursiva levantada pela R. – saber se se verificava a existência de uma situação de união de facto entre a R. e o falecido, cuja vigência se reportava, pelo menos, desde o ano de 2010 – uma vez que, se tal questão vier a ser julgada procedente, ficará prejudicado, inexoravelmente, o conhecimento da primeira questão recursiva acima identificada.