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Acrescente-se, ainda, como se refere, g., no Acórdão do TJUE de 112020, Sonaecom, -42/19, EU::2020:913, n.s 55 a 59: "5 Quanto ao contexto em que o artigo 1, n. 2, alínea, da Sexta Diretiva se insere, há que salientar que, em matéria de dedutibilidade do imposto pago a montante sobre bens de utilização mista, o artigo 1, n. 5, terceiro parágrafo, alíneas a, desta diretiva enumera diferentes correções que os Estados-Membros podem adotar para, nomeadamente, aplicar regras de cálculo do pro rata de dedução mais precisas do que a prevista no artigo 1, n. 1, segundo parágrafo, da referida diretiva, tendo em conta as características específicas próprias das atividades do sujeito passivo em causa.