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10) No que concerne às facturas emitidas pelo Sr. A., a conclusão veiculada pela AT é de todo incompreensível e infundada, desde logo porque o mesmo nunca facturou mercadorias à Recorrida que não fosse com o número de identificação fiscal espanhol, não se compreendendo, aliás, o que terá levado a Recorrente a concluir que, pelo facto de uma pessoa emitir facturas com números de contribuinte de países diferentes, ela não poderia ser o «efectivo fornecedor dos bens constantes nas facturas», tendo em consideração que os sujeitos passivos transmitentes de bens ou prestadores de serviços devem emitir as respectivas facturas a partir do estado onde estão sedeados ou onde se situa o estabelecimento estável a partir do qual é feita essa transmissão de bens ou essa prestação de serviços.