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Por conseguinte, também neste cenário, somando o posto de trabalho a contratar aos 5 trabalhadores já com vínculo à A., alcançar-se-ia o número total de 6 trabalhadores 5+1), em julho de 2019, o que revela que, neste caso, não haveria igualmente, por via do apoio financeiro previsto na Medida Contrato-Emprego, criação líquida de emprego, porquanto, no mês de registo da oferta, a entidade empregadora alcançaria, através do apoio, um número total de trabalhadores igual não à média dos trabalhadores registados nos 12 meses que precederam o mês de registo da oferta.” 10 Ora no julgamento efetuado na douta sentença chegou-se á conclusão que mesmo descontando o trabalhador MOE tal seria irrelevante para efeitos de criação liquida de emprego porque se efetuaram as contas de acordo com "a informação extraída do SISS referente quer ao mês do registo da oferta de emprego, quer ao período de 12 meses” assente em 14 e 15 do probatório, não levando uma vez mais a factualidade assente em 11 e 12 do probatório, mas se tivesse levado, teria contabilizado que a entidade, aqui A, teve uma media 57 trabalhadores /12 meses = 4,75 média de  11 E assim de acordo com a situação de fato da A e aplicando a legislação supracitada, constata-se que a candidatura da A possui criação líquida de emprego, porque a entidade tinha no mês de registo da oferta de emprego julho de, mais um trabalhador do que a média dos 12 meses anteriores ao mês de registo dessa oferta de emprego, uma vez que em julho de 2019 a entidade tinha vínculo com 5 trabalhadores, aos quais deve ser "somado” o posto de trabalho da trabalhadora a contratar e objeto do apoio financeiro 5 + 1=6).