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379 n. 1 ex  374 n. 2, ambas as normas CPP; E. Dúvidas inexistem em como não podem os recorrentes ser duplamente condenadospor dois acórdãos que se mantenham ambos em vigor, pelo que a prolação deste não poderá deixar de ter revogado os anteriores e ademais já anteriormente o Tribunal daRelação havia mandado sanar vícios decisórios e teve lugar a prolação de novoacórdão, datado de 02 de Outubro de 2018, efetuado pelo mesmo coletivo quehavia julgado a questão em primeira instância e a abarcando a globalidade dojulgamento, ao passo que agora, perante decisão similar proferida pela Relação, verificou-se alteração total de procedimento, o que inquina todo o processado, tratando-se de umimbróglio e um sarilho jurídicos que não poderá deixar de ter a virtualidade de anulartodo o processado, não se vendo outra solução juridicamente conforme; F. Julga-se existente e cristalina a preterição de juiz natural, o que constitui nulidadeinsanável nos termos e para efeitos do art.