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615, n 1, al., do CPC, uma vez que os fundamentos invocados pelo Meritíssimo Juiz do tribunal a quo deveria, necessariamente, ter conduzido não ao resultado expresso na decisão fixação da residência da com o, mas sim a um resultado oposto manutenção da residência da com a, pois as premissas de facto e de direito que o Tribunal de 1 Instância teve por apuradas, obrigatoriamente levariam a essa mesma decisão; ) O Tribunal a quo, ao longo dos cerca de 2 anos que os autos se arrastaram até prolação da decisão em crise, teve o completo e exaustivo conhecimento da conduta do Requerente que desde o primeiro momento secundarizou a filha , colocando os seus próprios interesses e caprichos pessoais em primeiro plano, tudo fazendo para a desenraizar a filha do seu "mundo", das rotinas e das relações de amizade que mantinha, tão só, com o único e exclusivo propósito de afastar a menor da progenitora mãe e restantes familiares maternos, os quais, ao longo de todo esse tempo, com elevados prejuízos pessoais e financeiros, tudo fizeram para compensar a menor do desgaste a que tem vindo a ser sujeita devido ao refinado egoísmo do seu progenitor; ) Dado que a decisão se apresenta em contradição com a respectiva fundamentação, a sentença em crise apresenta-se nula, nos termos do art.