Legal Document Excerpt:

- Além do cálculo apresentado pela recorrente, que é o único que se demonstra consubstanciado em prova documental e que em momento algum foi impugnado pela recorrida e que termina com o montante de 7788,00€ Setenta e seis , setecentos e oitenta e oito, por mera hipótese académica, o que em momento algum se admite, o Tribunal a quo seguindo as regras da matemática e o próprio raciocínio apresentado parcialmente pelo mesmo, poderia ter calculado a indemnização de várias outras formas: - ao considerar o atraso na conclusão da obra no período de 30 dias e ao valorizar em 25,50€ Vinte e cinco euros e cinquenta cêntimos) cada quarto, multiplicando por 9 quartos, cifrar-se-­ia a indemnização em 885,00€ Seis , oitocentos e oitenta e cinco; - ao considerar o atraso no período de 30 dias e ao valorizar em 120,00€ Cento e vinte casa quarto, multiplicando por 9 quartos, cifrar-se-ia a indemnização em 3400,00€ Trinta e dois e quatrocentos; - considerar procedente a pretensão da recorrida e não fazer qualquer cálculo; - Concluindo-se à contrario que nunca em momento algum se demonstra consubstanciado em elementos probatórios ou sequer racionais o montante de 000,00€ Três decidido pelo Tribunal a quo como montante indemnizatório, bem como resulta à saciedade que o cálculo apresentado pela recorrente, atendendo a todos os elementos probatórios apresentados, valorados inclusivamente pelo Tribunal a quo e em momento algum impugnados pela recorrida se demonstram correctos e como tal considerar­-se que a recorrente deixou de obter lucros no montante de 7788,00€ Setenta e seis , setecentos e oitenta e oito.