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Revertendo ao caso em análise e ponderando o que decorre da matéria de facto assente, retira-se efetivamente que a autora/recorrida desenvolveu uma concreta atividade de promoção do negócio em causa, ainda que não tenha provado a utilização dos meios de divulgação anteriormente vertidos nos pontos 4 e 7 dos «Factos Provados», os quais passaram a integrar o elenco dos «Factos não provados», concretamente que tenha divulgado as referidas frações autónomas e a respetiva venda que a ré queria realizar, no sítio da internet – www.pt - de que a autora é titular a todos quantos o visitassem ou a divulgação das características das ditas frações autónomas e do negócio imobiliário que a ré pretendia realizar através da colocação de uma folha na montra do seu estabelecimento comercial e panfletos.