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No caso, mesmo admitindo que o de cujus tivesse estado meio tempo em França e meio tempo em Portugal o que não se demonstrou nos últimos anos da sua, e que recebia rendimentos de França sujeitos a contribuição obrigatória, tendo-se demonstrado que faleceu em Portugal, estando a Ré em França, que é dono dum hotel que explorava desde finais dos anos 80, início dos anos 90, que gerenciava o seu negócio com a ajuda da sua funcionária e, posteriormente juntamente com o marido desta, pessoas em quem confiava sempre que se ausentava para França, que nesse hotel tinha um quarto e um escritório, aí permanecendo quando residia em Portugal, poderemos afirmar, à face da lei, que o de cujusmantinha uma relação estreita e estável com o seu país de origem.