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Os Réus/Recorrentes culminaram a sua contestação nos seguintes termos:  " Deve ser julgada procedente a excepção de nulidade de todo o processado fundada na ineptidão da petição inicial, com absolvição dos RR da instância;   Subsidiariamente, deve a acção ser julgada parcialmente procedente, declarando-se o direito de propriedade dos RR sobre os prédios identificados em 30 o pedido numerado como 1), absolvendo os RR dos restantes pedidos, com as legais consequências;   Deve ser julgada procedente e provada a reconvenção e, em consequência:   a. Ser declarada extinta, por desnecessidade, a servidão que onerava o prédio dos RR, a favor dos prédios indicados em 8 B, e da PI  b. Subsidiariamente, na eventualidade de se vir a constituir servidão de passagem a onerar o prédio dos RR a favor do prédio indicado em 8A, devem os AA MARIA e marido serem condenados numa indemnização calculada nos termos do artigo 1552 n." 2, em quantia a fixar em valor não inferior a € 1000”  Os Recorrentes requereram então a produção de prova por inspecção, por perícia, por depoimento de parte e por testemunhas.