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Dito de outro modo, e concretizando, nunca bastaria, para fundamentar a decisão proferida, alegar, sem mais, que "não parece que haja violação deste princípio, uma vez que, não se está perante uma profissão liberal no sentido propriamente dito”, particularmente porque o Tribunal a quo não cura de esclarecer o que entende por "profissão liberal no sentido propriamente dito” nem o porquê de a profissão de Notário não se integrar naquela categoria, como não esclarece, em momento imediatamente posterior, por que motivo são "substancialmente desiguais” as profissões de Notário e, por outro lado, de advogado e solicitador, demonstrando ausência de reflexão crítica sobre a questão sub judice e impedindo a Recorrente de ter acesso a todos os elementos que determinaram o sentido da decisão.