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A própria concessionária também já tinha vindo aos autos informar que não existia qualquer anomalia no pavimento que provocasse a acumulação da água da chuva, tendo ainda informado que desde o início da exploração deste sublanço da auto-estrada, em Julho de 2002, apenas tinham ocorrido dois acidentes entre o Km 200 e o Km 202, no sentido Sul-Norte, um com o piso molhado e outro com chuva, sendo que nenhum deles se deveu à acumulação de água na estrada fls..  Por todo o exposto, entende o Tribunal que o arguido não logrou provar as alegadas deficiências do sistema de drenagem das águas pluviais naquele troço da auto-estrada, pelo que as causas do despiste não se encontram dentro da esfera de responsabilidade da empresa concessionária.