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3 Visando a eliminação da matéria provada constante dos pontos n.s 34, 36 e 37 defendem ainda os Recorrentes que para a demonstração do acordo simulatório o tribunal de 1 instância, confirmado pelo tribunal a quo, fez uso de presunção judicial em desconformidade com a lei, porquanto: - no caso se encontrar vedada a possibilidade de utilização de presunção judicial por a Autora agir em representação do próprio insolvente artigos 39, n.s 1 e 2 e 35, ambos do Código; - o tribunal ter firmado um facto desconhecido a vontade diversa da declarada, o acordo simulatório e a inexistência de assente em factos não provados; - em face da ilogicidade do texto em que assentaram as premissas Em ponderação à impugnação desta matéria o acórdão recorrido, conforme decorre do excerto que se transcreveu em 2 para o qual também aqui se, sustentou a manutenção da referida factualidade entendendo que: - a simulação, no caso, não se encontra submetida a prova vinculada, mas à regra geral da livre apreciação das provas pelo tribunal, uma vez que não se verifica uma situação de coincidência de sujeitos; - a demonstração dos factos conducentes à simulação, por dizerem respeito a processamento a nível interno ou psíquico e se revelarem em parcas manifestações externas de difícil percepção, é quase sempre feita através de factos instrumentais ou indiciários avaliados no relevo e significado em função de presunções naturais e de experiência.