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Consentida, porque cabendo ao tribunal dirigir activamente  o processo e providenciar pelo seu andamento célere e recusando o que nele for impertinente, nenhum travão foi posto oportunamente a tal prolixidade art 6, n . Confusa, porque nada tendo a ver o regime de custas de parte com o de litigância de má fé, manifestamente se tratou indistintamente desta e daquelas de forma equívoca e sem a clareza que exige o art 13 1 Sobre a questão, pode ver-se o Acórdão desta Relação, de 11-07-2017, proferido no processo n 388/10TBVLN.G3, cujo sumário refere: ") Tendo-se, na sentença que julgou o mérito da causa, decidido que uma parte litigou de má-fé, conforme peticionara a outra, e condenado aquela, logo aí, nos respectivos efeitos – multa e indemnização –, a fixação desta, relegada, por falta de elementos, para momento posterior, nos termos do art 543, n 3, do CPC: -pode ser feita só depois do trânsito em julgado da sentença relativamente ao mérito; -não constitui qualquer incidente propriamente dito, mesmo que seja a parte credora da indemnização a promover tal fixação face à verificada passividade do tribunal; -logo, não tem esta de pagar a taxa de justiça.)