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Por outro lado, o perito da Administração no seu laudo concorda em absoluto com os factos que fundamentam a tributação com recurso a métodos indirectos descritos no ponto do relatório, confirmando "a necessidade de aplicação de métodos indirectos, mostrando-se à saciedade cumprido o ónus da prova da verificação dos pressupostos da sua aplicação, o qual compete à administração tributária nos termos do n.  3 do art 7 da Lei Geral Tributária, o que de resto foi pacificamente aceite pelo reclamante 37 da reclamação)", acrescentando que o "critério de cálculo dos valores corrigidos com recurso a métodos indirectos teve por base os valores recebidos através das contas bancárias em nome do reclamante ou de terceiros mas por si movimentadas no exercício da actividade como se demonstra no relatório), expurgando o movimento de transferência entre contas, parecendo - nos que dificilmente se poderia encontrar critério mais adequado e tão fiável quanto este".