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O Ministério Público apresentou alegação de resposta, com as seguintes conclusões: 1 - A aplicação de uma medida cautelar em 2-11-2021, a dois menores nos termos do artigo 37 da LPPCJP, no âmbito de um PPP em que esteve aplicada outra medida cautelar que cessou em 17-5-2019 por suspensão do PPP, não constitui prolongamento da anterior medida cautelar mas constitui nova medida cautelar sujeita, a partir de agora, ao prazo de 6 meses previsto no referido artigo 37 da LPPCJP; 2 - Um despacho de aplicação de medida cautelar que refere todos os preceitos legais aplicáveis e o perigo eminente de os menores regressarem a uma situação de perigo de instabilidade emocional e integridade psíquica, no caso do regresso eminente à guarda reclamada da progenitora, é um despacho fundamentado de facto e de direito, sem o vício de nulidade do artigo 615 n 1 do CPC.