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facto  firmado, resulta evidente que os pressupostos a que a lei adstringe a inadmissibilidade do pedido de protecção internacional se encontram, em tese, observados, atenta a moldura legal que acima se expendeu, maxime, os artigos 1-A, n. 1, alínea, e 3, n. 2, ambos da Lei de Asilo, em conjugação com os artigos , n. 1, 1, n. 1, alínea, 2, n. 1, e 2, n. 1, todos do Regulamento n. 604/2013, de 20 No entanto, e tal como vem sendo entendido pela jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia "TJUE”), na esteira do disposto no artigo , n. 2, do Regulamento, "no caso de um Estado-Membro ter aceitado a tomada a cargo de um requerente de asilo, este só pode pôr em causa a escolha desse critério se invocar a existência de deficiências sistémicas do procedimento de asilo e das condições de acolhimento dos requerentes de asilo nesse Estado-Membro que constituam razões sérias e verosímeis de que o referido requerente corre um risco real de ser sujeito a tratos desumanos ou degradantes, na aceção do artigo  da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia” sublinhado – neste sentido, vide, inter alia, o Acórdão Abdullahi, prolatado em 112013, no âmbito do processo -394/1 Sucede, porém, que, compulsados os autos, não só não se perscruta a existência de uma qualquer situação dessa índole em sentido próprio a qual, de resto, não vem arguida, em termos minimamente substanciados, pelo A., quer em sede procedimental, quer nos presentes autos de acção administrativa urgente – conditio sine qua non para que se pudesse concluir pela existência de um qualquer deficit instrutório, como acordado, com acerto, pelo Supremo Tribunal Administrativo, no seu aresto de 102020, prolatado no âmbito do processo n. 02240/17BELSB); como, bem assim, não é possível concluir, como ensaia a parte, que tal dever instrutório abranja ainda os casos de refoulement indirecto, por força da prolação de uma decisão das autoridades de outro Estado-Membro da União Europeia, como sucede in casu.