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Acrescenta, assim, que relativamente aos danos "não verificados à data em que teve início o facto ilícito designadamente se este é, como na situação em apreço, um facto o prazo de prescrição de três anos só começa a contar a partir do momento em que o lesado tomou conhecimento da produção efectiva desses novos danos, sendo que ao dia de hoje existem "novos danos” nas fracções do aqui Recorrente que não existiam na data em que a acção foi proposta, nem na data da peritagem, nem na data das audiências de julgamento dos presentes autos tendo a última acontecido à praticamente 120 dias 12 de Junho de”, pois as "obrigações futuras só prescrevem no prazo de três anos contados do momento em que cada uma seja exigível ou pelo lesado”.