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2 Daí decorre, ao contrário do que se entendeu ser o caso, não apenas que o Tribunal "a quo” deveria julgar como como não provada a matéria de facto alegada na contestação aos Embargos sobre a alegada avença mensal subjacente ao valor titulado pela letra dada à execução, mas concluir pela prova da inexistência da dívida emergente da pretensa relação subjacente à letra invocada pela Embargada, e, assim, que a factura emitida pela primitiva Exequente/Embargada não lhe era devida pela Embargante, considerando que se provou que se tratavam de serviços a que não correspondia uma prestação pecuniária avença), de onde decorre a inevitável e integral procedência dos Embargos.