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Nessa sequência, a S. celebrou contratos de trabalho com estes enfermeiros - conforme informação disponível em SISS/IDQ - e integrou-os no seu quadro de pessoal, reconhecendo, por esta via, que a alegada "prestação de serviços” executada por estes profissionais correspondia a um posto de trabalho do seu quadro de pessoal e que a sua atividade evidenciava características típicas de trabalho subordinado Assim aconteceu, por exemplo, com as enfermeiras , A., A., , , A., J., J., A., entre outros, todas prestadoras de serviços que passaram, em 2015, a trabalhadoras subordinadas da entidade empregadora, sem que houvesse modificação substancial das características do modo da prestação de trabalho, havendo apenas uma melhoria das suas condições de trabalho por lhe serem reconhecidos, a partir dessa data, alguns direitos laborais como o direito a receber uma remuneração base, os subsídios de férias e de natal, direito a férias retribuídas, direito ao dia de descanso semanal facultativo, direito a uma carga horária semanal máxima de 40 horas, direito a seguro de acidentes de, direitos que a prestação de serviços, pela sua própria natureza de vínculo precário, não lhes conferia.