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O cabeça de casal recorrente deste recurso independente conclusões a, apesar de declarar não concordar com esta decisão e entender estarem excluídos da comunhão também os bens previstos no art.1723/), ex  do art.1734 do Civil conclusões a:  a) Declarou não questionar a comunicabilidade de todos os bens relacionados e não poder o Mm Juiz relacionar os valores como direitos de crédito face ao regime de bens do casamento conclusões e.  b) Defendeu que, todavia, face à imposição do art.1790 do Civil e para apurar o que caberia a cada um dos cônjuges no regime comunhão de adquiridos para se determinar a meação de cada um, em relação à qual se farão os: releva a origem dos bens relacionados para a determinação da quota-parte de cada ex-cônjuge na partilha, uma vez que os valores recebidos por herança e o produto da venda de bens próprios são bens próprios de acordo com o regime de comunhão de adquiridos, nos termos do art.1722/1-a) e do Civil; não podem estes valores deixar de ser subtraídos à meação da interessada, sob pena de esta receber na partilha um valor superior ao que receberia se tivesse sido casada em comunhão de adquiridos, em violação do art.1790 do Civil conclusões a.  )