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Alegou o autor, para tanto e em síntese, que: - Por contrato de arrendamento celebrado em 002008, o falecido CT e a então sua mulher,  Ré, deram de arrendamento ao A. a fração autónoma designada pela letra "”, a que corresponde a cave esquerda, do prédio urbano sito na Avenida , n.  e Rua  ...  n. , freguesia e concelho de Oeiras, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo  e desde então é naquela fracção, que o A. explora uma loja de comércio de produtos de bazar; - Contudo o imóvel, desde há muito tempo, que padece de inúmeras anomalias infiltrações a nível da cobertura as quais já provocaram o apodrecimento do tecto falso da loja arrendada; na casa de banho, os azulejos e o lavatório caíram das paredes; a porta da casa de banho encontra-se danificada por causa das infiltrações; a rede de esgotos encontra-se em péssimo estado de conservação, o que, para além de provocar maus cheiros em todo o locado, infecta-o de; - Todas estas anomalias foram, atempadamente, comunicadas à  Ré que, apesar de admitir a sua responsabilidade pela sua reparação, nada fez para as solucionar; - A reparação das anomalias encontra-se orçada em €1785,00 acrescido de IVA, sendo a duração dos trabalhos de 3 semanas, período esse em que o Autor, obrigatoriamente terá de ter o seu estabelecimento comercial encerrado ao público, o que lhe provocará uma redução na faturação mensal, no montante não inferior a €000,00/mês; - A existência das apontadas anomalias provoca enormes constrangimentos na atividade comercial exercida pelo A., no locado, pois que se trata de uma loja aberta ao público, sendo que, devido, fundamentalmente, aos maus cheiros a clientela tem vindo a diminuir de forma acentuada; - Fruto das infiltrações de água no locado, muita mercadoria do comércio do A. deteriorou-se, o que provocou um prejuízo para o A. no montante aproximado de €3000,00 e a imagem comercial do A. tem sido gravemente afectada pelo mau estado em que se encontra o imóvel, pelo que, a esse título, reclama uma indemnização, a fixar segundo juízos de equidade, em montante não inferior a 500,00 €.