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Nessa linha de entendimento, proporia um segmento uniformizador com o seguinte teor:   Nos casos e para os efeitos previstos no artigo 181 n. 3, alínea, do , na redação dada pela Lei n. 14/2009, de 01-04, aplicável à ação de investigação da paternidade por força da remissão do artigo 187 daquele Código,  cabe ao investigante o ónus de alegar e provar que teve o conhecimento dos factos ou circunstâncias que justificam a investigação, após o decurso do prazo de dez anos previsto no n. 1 do referido artigo 181 e nos três anos anteriores à propositura da ação, exceto no caso previsto no n. 4 do mesmo artigo, em relação ao qual o ónus da prova cabe ao réu.