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Por conseguinte, como bem ponderou a 1 Instância, à data em que a apelante instaurou a presente ação, em 18/10/2017, aquela já não tinha qualquer necessidade justificada, razoável, fundada de lançar mão da presente ação de impugnação pauliana tendo em vista a impugnação do ato de transmissão das quotas realizado pelos 1s apelados para os 2s apelados em 23/10/2012, posto que essas quotas, já antes da propositura da ação, tinham sido retransmitidas pelos 2s apelados para o património dos 1s apelados, onde a apelante naturalmente as poderá penhorar com vista à cobrança coerciva do seu pretenso crédito sobre os últimos.