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24 do Código das Sociedades Comerciais, e que «os montantes referidos em 2008, 2009 e 2010, que totalizam 30000€ não tem documentos de suporte que comprovem efetivamente que foi o sócio que emprestou à sociedade", salientando "o fato de não existirem comprovativos para clarificar o lançamento em 2009 dos 10000€ e o valor foi considerado como saída da conta de disponibilidades o que demonstra segundo a Perita Independente "uma incongruência entre as DF e a posição patrimonial e financeira da sociedade"; Sobre a valorização dos inventários, 	Como é referido na ata pelo Perito da Administração Tributária verifica-se que "o sujeito passivo apurou um determinado valor na sua relação, declarou outro valor para efeitos fiscais e através do preço de custo destas mercadorias é possível proceder ao apuramento de outro valor"; 	A Perita Independente no relatório enviado refere que não foi possível verificar junto das peças contabilísticas a veracidade da afirmação de que as existências foram sobrevalorizadas pelo contribuinte e que "não foi possível confirmar os saldos da conta 32 com as listagens apresentadas"; Sobre a viatura registada em duplicado, 	O Perito da Administração Tributária e o Perito do contribuinte confirmam que a inexatidão foi assumida pelo contribuinte.