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pelos danos invocados, cuja quantificação – e apenas isso não os pressupostos da alegada responsabilidade, que teriam de ser fixados na presente ação) – seria relegada para o incidente de liquidação de sentença.» fim da transcrição)  3 E quanto ao pedido de que fosse declarada a ilicitude do despedimento coletivo efetuada através de comunicação datada de 28/11/2013 e com efeitos a partir de 31 de dezembro de 2013, com condenação da 1 Ré UNIVERSIDADE DE COIMBRA a reconhecê-lo pedido formulado sob a alínea do petitório), bem como quanto ao consequente pedido formulado sob a alínea do petitório, discorreu-se o seguinte no saneador-sentença:  «Da declaração de ilicitude do despedimento coletivo: Alega, em síntese, o A. que, por carta da R. FCUC datada de 09/10/2013, foi-lhe comunicada a intenção de proceder a despedimento coletivo, o que veio a operar-se com efeitos a 31/12/2013, sendo que os motivos invocados não fazem qualquer sentido, nem têm qualquer validade, porque a relação jurídica de emprego existente era com a R. UC e não com a R. FCUC, porque a partir de 01/02/2013 quaisquer obrigações assumidas por esta, onde se incluíam as relativas aos contratos de trabalho, passavam para aquela e porque o estabelecimento onde o A. prestava o seu trabalho continuou a existir e a exercer em pleno a sua atividade, isto é, independentemente de terem cessado as funções da R. FCUC, não se extinguiu ou desapareceu o TAGV, pelo que nenhum motivo havia para o despedimento coletivo de trabalhadores.