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Enfim, na ausência de outra substanciação e respectiva actividade probatória, jamais se poderia considerar que, no caso concreto, nos encontramos perante uma situação de confiança juridicamente tutelada, seja por falta de prova de um qualquer concreto investimento de confiança, seja até por falta de boa-fé da contraparte que confiou, pois que, ao deixarem parada a obra após o pedido de prorrogação efectuado sem se saber g. se providenciariam, de forma real e efectiva, no sentido de proceder à sua comercialização, tal como se lhes era exigido pela cláusula quarta, número três do CDH, as Autoras manifestamente não agiram de acordo com os "cuidados e precauções usuais no tráfico jurídico” cf.