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Embora não seja isento de dúvida, até porque a construção frásica não é correta, parece-nos que, ao referir "Se a acção vier a ser julgada procedente, deve ser a Caixa Económica Montepio Geral, na medida em que a ora Ré não cumpriu o contrato-promessa de compra e venda” e "Caso o douto Tribunal venha a julgar procedente a acção, o valor em causa deve ser pago pela Caixa Económica Montepio Geral”, a Ré está a considerar a hipótese de a ação vir a ser julgada procedente, imputando, nesse caso e só nesse, à referida Caixa Económica Montepio Geral a responsabilidade pelos "danos/prejuízos decorrentes do incumprimento do contrato.” Não nos parece que a Ré esteja, nesse segmento da Contestação, a pugnar pela condenação da Interveniente, no seu lugar, até porque, a final, não conclui nesse sentido, mas apenas pela sua própria absolvição do pedido.