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Partindo da análise, quer da pretensão accional injuntiva apresentada pela Requerente subempreiteira, quer do teor da oposição deduzida pela Requerida empreiteira, entendeu a decisão apelada o seguinte: –  Na petição inicial é invocada a celebração de dois contratos de subempreitada, sem a identificação dos trabalhos realizados, pois é apenas efectuada remissão para o caderno de encargos, para o orçamento apresentado pela Requerente à Requerida e para os autos de medição ; –  Por sua vez, na oposição/contestação é invocado o cumprimento defeituoso dos trabalhos efectuados pela Requerente, sendo ainda deduzida a excepção da compensação de créditos ; – Citando Acórdão da RC de 20/05/2014, acrescenta que o incumprimento dos dois contratos de subempreitada, no que concerne à falta de pagamento pela Requerida das facturas emitidas pela Requerente, pela complexidade da situação fáctica subjacente, não poderia ter sido objecto de um procedimento de injunção ; – Nem permitia, por outro lado, qualquer adequação processual ou convite a um aperfeiçoamento ; – Assim, perante o circunstancialismo subjacente à execução dos dois contratos de subempreitada, a Requerente/Autora usou de forma indevida o procedimento de injunção ; – O que configura excepção dilatória inominada, obstativa do conhecimento do mérito da causa e conducente à absolvição da instância.