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- entretanto, na noite de 30/10/2012, após o jantar e cerca das 20h30, quando se encontrava no seu quarto, no alojamento feminino do Campo de Tiro, onde também pernoitava a camarada de curso, FURG P..., a Autora começou a sentir contrações fortes, pelo que se apercebeu que o seu filho iria nascer; - apesar das dores de parto, a Autora não solicitou qualquer ajuda de quem quer que fosse e refugiou-se na casa de banho do referido alojamento, local onde acabou por ter um parto completo, desmaiando de seguida, - quando recuperou os sentidos, a Autora limpou os vestígios de sangue existentes no local, pegou no corpo que se encontrava na sanita, de cabeça para baixo, reparando tratar-se de um nascituro do sexo feminino, que alega ter nascido sem vida, e embrulhou-o no seu casaco do camuflada; - imediatamente a seguir, a Autora dirigiu-se ao seu quarto e pediu à FURG P... que lhe desse os seus produtos de higiene pessoal, bem como um saco plástico para colocar roupa suja, o que esta fez, sem se aperceber de nada de estranho; - a Autora regressou à casa de banho, tendo concluído a limpeza do local e colocado o corpo do nascituro de sexo feminino, já enrolado no seu saco de camuflado, no interior de um saco plástico que, por sua vez, colocou dentro de um saco preto de desporto; - de seguida, a Autora dirigiu-se ao seu veículo ligeiro, que se encontrava estacionado no parque adjacente ao alojamento, onde escondeu o saco no interior da mala do mesmo; - quando regressou ao quarto e depois de questionada sobre a sua palidez excessiva, a Autora alegou cansaço, sem nada revelar do que tinha acontecido.