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Em face deste posicionamento do Supremo Tribunal de Justiça, com o qual concordamos e seguimos, consideramos, em face da matéria de facto dada por provada, designadamente, aquela que emerge da factualidade dada por provada nas referidas alíneas, e a, do ponto , tornando impossível ao Autor a normal execução da sua actividade de cantoneiro, contando para tal com a disponibilização, por parte da sua entidade patronal, de um veículo eléctrico que compensa as limitações que decorrem das sequelas do acidente, e que, dificilmente o Autor lograria empregar-se ab initio em outra empresa ou entidade pública para exercer a profissão que tinha até à data do acidente, que aquele montante não indemniza adequadamente a situação real do Autor, em face das lesões sofridas e sequelas subsistentes, a efectiva e concreta diminuição da sua capacidade de ganho.