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Porque as autoras enunciaram três grupos de danos: relativos à exploração agro-florestal da parcela expropriada: €: 20499,51 investimentos financiados – 16488,78 – destruição do montado de sobro e despesas para a execução do projeto agro-florestal – 3230,31); decorrentes da impossibilidade de exploração cinegética da parcela ocupada; despesas com a oposição ao traçado e com a impugnação administrativa e contenciosa da 1 declaração de utilidade pública – 2581,7  Donde, não existe fundamento legal, no disposto nos arts 264 e 650, n 1, al do CPC de 1961/ art 5 do CPC 2013, aplicáveis por força dos arts 1, 35, n 1 e 42, n 1 do CPTA de 2002, para considerarmos na matéria de facto provada, com relevo para a decisão de mérito, o facto, que antes identificamos, trazido à lide, pela primeira vez, no relatório pericial.