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Como se refere no acórdão do STJ, de 212015 processo n. 212/03TBSBG.CS1, acessível no site da, a impugnação da decisão da matéria de facto não visa propriamente um novo julgamento global da causa, mas apenas uma reapreciação do julgamento proferido pelo tribunal a quo com vista a corrigir eventuais erros da decisão recorrida, daí decorrendo a circunscrição da apreciação do erro de julgamento aos pontos impugnados, sendo tais condicionantes da economia do julgamento do recurso e da natureza da decisão de facto que postulam o ónus, por parte do impugnante, de delimitar com precisão o objeto do recurso, ou seja, de definir as questões a reapreciar pelo tribunal ad quem, especificando os concretos pontos de facto ou juízos probatórios, nos termos da alínea do n. 1 do art.