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Decorrentemente, os factos a considerar são os seguintes:  nasceu em 2Outubro.1948, sendo filho de J e P alínea);  O requerido casou com em Setembro.1973, casamento que veio a ser dissolvido por divórcio decretado em Janeiro.1998 alíneas e);  Em 22 de Novembro.2006 foi outorgada escritura pública em que intervieram o requerido, os seus pais, a "Caixa Económica Montepio Geral” e, ainda, o filhos do requerido, e na qual: - os pais do requerido declararam vender-lhe, e ele declarou comprar-lhes, o prédio urbano descrito na 1 Conservatória do Registo Predial de Coimbra sob o n. 238, da freguesia de   ...), pelo preço de 5000 €; - a identificada instituição de crédito e o requerido celebram um contrato de mútuo nos termos do qual a primeira declarou emprestar ao segundo a quantia de 5000 €, da qual o requerido se confessou devedor, com vista à aquisição do identificado prédio; - o requerido, para garantia do cumprimento das obrigações que para si decorressem desse contrato de mútuo, constituiu hipoteca sobre aquele mesmo prédio a favor da instituição de crédito mutuante; - os filhos do requerido constituíram-se solidariamente fiadores e principais pagadores da dívida contraída pelo pai alínea);  O requerido, desde o divórcio mencionado no ponto , vive em casa dos pais, sendo estes que suportam as despesas com alimentação, gaz, electricidade, água, telecomunicações e limpeza em casa destes quesitos 1 e; O requerido aufere uma pensão de reforma no montante mensal de 000 € que afecta aos seus gastos pessoais quesito;  O requerido frequenta cafés, restaurantes e discotecas aí fazendo despesas, consigo e com os amigos que o acompanham.