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Da conjugação desses factos resulta, desde logo, que os RR./recorrentes não lograram provar, como lhes competia, a posse sobre o referido prédio/casa de habitação integrada por aqueles dois elementos que a compõem: o corpus e o.  Na verdade, muito embora da matéria factual apurada resulte que tenham o corpus da posse sobre ao referida casa, traduzido na ocupação que, sem qualquer título, dela fizeram durante o referido tempo, praticando sobre ela atos materiais, relacionados como a habitação da mesma, todavia, já não resulta dessa mesma matéria factual apurada que exerçam esse poderes de facto com animus possidendi, isto é,não ficou provado que habitem a casa na convicção de serem os verdadeiros donos da mesma cfr.