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Assim, conjugando tal comunicação com aquela que a A. havia dirigido à R. em 27/1/2011 ou seja, sete dias, a teoria da impressão do destinatário que norteia a interpretação das declarações em questão faz concluir que não há qualquer forma de a R. poder concluir que a comunicação de 3/2/2011 "anulava” ou invalidava os efeitos da comunicação de 27/1/2011, designadamente no sentido de "reverter” a declaração resolutória da A. quanto aos contratos de locação celebrados com a R. BV, com a manutenção dos mesmo em vigor e com a consequente não verificação da caducidade dos contratos de sublocação celebrados em Fevereiro de 201 O que é o mesmo que afirmar que a factualidade constante do ponto 1 não merece a interpretação que a R. lhe pretende dar, do mesmo modo não tendo a virtualidade de fazer afirmar que a mesma não procedeu à entrega dos reboques à A. nos termos em que foi interpelada pela mesma, porque aquilo que lhe foi comunicado pelo administrador da insolvência da R. BV justificava essa omissão de entrega, através da criação da convicção de que carecia de aguardar por uma decisão judicial que lhe determinasse essa entrega.