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No que concerne à determinação do valor da acção os fundamentos em que se sustenta o entendimento da reclamante são idênticos aos invocados, em situação de contornos semelhantes, na reclamação para a conferência apresentada pela Reclamante no Proc n 4048/17T8PRT.PS1, que veio a ser decidida por acórdão deste Supremo Tribunal de 8 de Junho de 2021, aresto no qual se afirmou o seguinte: "Quanto à determinação do valor da acção, já se salientou no despacho reclamado que este Supremo Tribunal já apreciou várias vezes a questão suscitada pela recorrente da fixação do valor da causa de acordo com o critério consagrado no artigo 303, n 1, do Código de Processo Civil, tendo em jurisprudência reiterada, firmada, entre outros nos acórdãos de 22007, Proc 07S274, 12009, Proc n 09S0475, 12017, Proc n 519/16TTVFX.PS 212017, Proc n 2841/18T8LSB.LS, perfilhado o entendimento de que no domínio do actual Código de Processo do Trabalho, tal como no de 1981, não há que atender, como direito subsidiário, ao critério da imaterialidade dos interesses do artigo 303 do Código de Processo Civil, uma vez que o artigo 79, alínea, nas acções em que esteja em causa o despedimento do trabalhador e a sua reintegração na empresa, o legislador apenas assegurou o recurso para a Relação, sendo de observar quanto à admissibilidade ou não) de recurso para o Supremo, o regime geral das alçadas, do mesmo modo que os fundamentos jurídicos dos pedidos com incidência pecuniária formulados não podem ser valorados autonomamente e considerados como relativos a interesses imateriais.