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Ou seja, destinar o comprador o prédio que está ou vai adquirir a fim diverso do de cultura não tem de constar de escritura e é passível de prova a produzir pelo adquirente.7   Tendo-se provado, in casu, que a aquisição do prédio referido em  e, supra, destina-se a dar apoio aos pomares dos 2s Réus a nível logístico, nomeadamente com a construção de um armazém para guardar tractores e adubos e, ainda, que em 02013 foi emitido, pela Câmara Municipal de Armamar, o ”Alvará de Obras de Construção com o n. 15/13”, em nome do 2 Réu, que titula a aprovação de obras que incidem sobre o mesmo prédio, destinando-se tal edificação a "armazém agrícola” cf.