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Pedido esse de danos não que foi, sem censura o A. não, julgado improcedente; e que, num caso exatamente igual ao presente em acórdão proferido, em 19/12/2017, na Apelação n. 69/10TBFCR.C1), confirmámos a decisão, de sentido oposta, da  instância; tendo exposto o seguinte: "Sem prejuízo de ser comummente referido que transtornos, incómodos e contrariedades inerentes "à vida” e à execução dum contrato não revestem a gravidade objectiva que justifique a tutela do direito em termos de ressarcimento por indemnização compensatória; para o que também se argumenta que quem vai para um contrato de sabe que pode ter pela frente incómodos e riscos de não cumprimento e mau cumprimento, que se coloca numa situação em que a sua sensibilidade/susceptibilidade relativamente a tais situações tem que estar "endurecida”.