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Direito Depois de concluir que "as rés não lograram provar ter comunicado e explicado à autora e ao segurado falecido a cláusula de exclusão da cobertura dos contratos celebrados, ou seja, que a morte derivada de doença que resulte do consumo de álcool não seria abrangida pelo seguro”, a decisão recorrida julgou não válida a cláusula de exclusão considerada provada no ponto 19 dos factos provados, ajuizou, ainda assim, que inexiste nexo causal entre a morte e o consumo de bebidas alcoólicas uma vez que a causa da morte do segurado não se deveu à pancreatite crónica de origem alcoólica de que era portador, mas a pneumonia sobrevinda após intervenção cirúrgica e condenou a recorrente Seguradora a pagar o capital em dívida nos empréstimos a que os seguros de vida se mostram associados.