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1 Em 02020, o Tribunal de  Instância proferiu o recorrido despacho: Notifique o FAT para, em 15 dias, comprovar nos autos o pagamento ao sinistrado da pensão anual da responsabilidade da entidade patronal, bem como das demais prestações a que mesma foi condenada, tal como definidas nas alíneas a da parte decisória da Sentença proferida em 2MAR/2018, já transitada em julgado, a saber: ) Subsídio de elevada incapacidade permanente no valor de € 400,00; ) Subsídio para readaptação de habitação no montante de € 333,68; e) Prestação suplementar para assistência de terceira pessoa no montante de € 200,00 mensais; f) Despesas de farmácia, fisioterapia e deslocações no montante de € 830,60; g) Indemnização pelos danos materiais decorrentes da necessidade de utilização de fraldas e resguardos, no valor de € 4200,00; h) Indemnização pelas despesas com cremes, loções e medicamentos para assegurar a função de evacuação, a função urinária, prevenir infeções dos órgãos excretores, evitar infeções bacterianas e fúngicas na pele, no valor de € 2200,00; ) Indemnização pelas obras de adaptação na residência do sinistrado, no montante de € 1780,88;  Quanto ao pagamento da indemnização por ITA, verifica-se que o valor da mesma, calculada sem agravamento, ascende a 485,14€, pelo que atendendo a que a título de subsídio de doença o sinistrado recebeu da Segurança Social a quantia de 839,57€, valor superior ao que teria direito relativamente à indemnização por ITA, nada mais lhe será devido a este título pelo FAT.”.