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Mas já assume, nos termos como o veremos de seguida, o que resultou provado na alínea da factualidade provada, assim que "A atuação correspondeu à interpretação da empresa sobre os direitos existente por entender que podia compensar as férias que a trabalhadora tinha gozado com o subsídio de férias”, muito embora, esclareça-se mais uma vez, não nos termos em que foi considerado na sentença, quando se fez constar, citando-se essa, o seguinte: "Independentemente de saber se foram ou não gozados dias a mais, pois apesar de surgirem nos recibos dias de férias, não sabemos o motivo pelo qual foram gozados se por causa imputável à trabalhadora, a seu pedido, ou por causa imputável à empresa, a compensação só é admissível nos termos do artigo 27, n. 2, do Código do Trabalho, determinando o n. 1 que «o empregador não pode compensar a retribuição em dívida com crédito que tenha sobre o trabalhador, nem fazer desconto ou dedução no montante daquela».