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O Tribunal a quo deveria ter considerado provado que «Após a outorga da escritura de compra e venda, os primeiros réus solicitaram à segunda ré autorização para a permanecerem na casa durante um período que lhes permitisse encontrar outra habitação, pedido ao qual a segunda ré acedeu, autorizando a permanência dos primeiros réus e de  por um breve período após a conclusão do negócio, entre dois a cinco meses, continuando estes a praticar os atos que vinham praticando anteriormente, findo o qual a casa e o terreno foram por todos desocupados», revogando este segmento da decisão recorrida, mais concretamente os artigos 7 e 7 do elenco de Factos Provados, substituindo-o por outro que considere provada a factualidade acima descrita. )