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Na situação dos autos, estamos perante uma edificação inscrita na matriz predial urbana em 1937 que, pelo menos desde 1989 se encontra arrendada e que a renda paga pelos contrainteressados correspondia à quantia de 700 escudos e, posteriormente, em 2001, de €3,49, passando a partir de 1 de janeiro de 2014 a ser de 140,00/ mês, na sequência de acordo extrajudicial outorgado em 17 de dezembro de 2013 em acção judicial em que figuravam como partes os contrainteressados e o ora Autor, no qual ficou, além do mais, consignado que a actualização anual da renda apenas poderia ocorrer no mês de janeiro de 2018 mas nele nada consta quanto a compromissos relativos à realização de obras de conservação cfr..  Vejamos, em concreto, que obras são impostas pelo acto administrativo em causa.