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Diremos, numa síntese possível, que se defrontam, no essencial, duas teses: uma que, em nome de uma maior agilização processual, atribui a legitimidade passiva na ação de impugnação de deliberação da assembleia de condóminos ao condomínio, representado pelo administrador, "pois que se a este cabe executar as deliberações da assembleia de condóminos artigo 1436, alínea, do Código, por igualdade de razão, cumpre-lhe sustentar a existência, a validade e a eficácia dessas mesmas deliberações, em representação do condomínio” citamos o acórdão desta Relação de com uma outra, mais atreita à letra da lei, e que Miguel Teixeira de Sousa resumiu no seu blog em publicação muito recente, de Maio deste ano, disponível neste link https://blogippc.blogspot.com/2021/05/jurisprudencia-2020-20html), na qual entendeu discordar da orientação dos citados acórdãos desta Relação, em particular o de 26 de Outubro de 202 Neste sentido, o Autor escreve: "Salvo o devido respeito, o acórdão aludindo ao de 212020) - e a orientação que a ele está subjacente -- padece de um equívoco.