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13 – O tribunal recorrido indeferiu o pedido de alteração da natureza do crédito, tendo considerado, desde logo, que a credora nem sequer "especifica expressamente qual a garantia em causa”, mesmo que possa concluir-se "face ao teor da impugnação da lista de credores reconhecidos e aos documentos juntos, que se trata do direito de retenção”, e acrescenta: "...) a credora não indicou, na reclamação de créditos, a garantia em causa, pelo contrário, alegou que o seu crédito tinha natureza comum ...)  A falta de indicação, na reclamação de créditos, da natureza garantida do crédito, impede o credor de se fazer valer da mesma, se não reconhecida pelo administrador da insolvência ...) não tendo a credora invocado a garantia no prazo fixado para a reclamação de créditos, mostra-se extemporânea a sua invocação”.