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Ou seja, a AT não tem que provar o que já ficou cabalmente demonstrado pelo contribuinte.” ) Ou seja, a decisão arbitral da qual se recorre escalpelizou o ónus da prova nos termos previstos no artigo 7 da LGT para concluir que, para quantificar os encargos que eventualmente seriam passíveis ou não de dedução, não restaria à AT outro meio que não o da aplicação do método indirecto previsto na circular 7/200 W) Aliás, escudando-se a decisão arbitral recorrida em jurisprudência do STA ao afirmar: "9 Como tem entendido a jurisprudência do STA, para que a AT possa recorrer ao método previsto no Ponto 7 da Circular n. 7/2004, impõe-se que demonstre que não podia fazer uma imputação directa, nos termos do artigo 7 n. 3 da LGT.