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Conclui:   Vem o presente recurso jurisdicional interposto do despacho do Tribunal a quo, de 102021, que dispensa a realização de diligências instrutórias, e da sentença proferida na mesma data, que julgou a execução integralmente procedente e, em consequência: condenou a Executada Universidade de Coimbra a contratar a Exequente como Professora Auxiliar de carreira com efeitos reportados a 1 de Abril de 2011, e a proceder ao pagamento dos diferenciais remuneratórios resultantes da diferença entre o que aquela deveria ter auferido, e o que efectivamente auferiu ao serviço da UC, acrescidos de juros de mora à taxa legal, contados desde o momento em que esses valores lhe deveriam ter sido abonados; fixou em 45 dias úteis o prazo para que se dê integral execução ao julgado, após os quais condenou a Executada, na pessoa do Magnífico Reitor da Universidade de Coimbra, numa sanção pecuniária compulsória por cada dia de atraso no cumprimento efectivo da decisão, no montante de 5% do valor do salário mínimo nacional; e condenou a Executada no pagamento da totalidade das custas processuais a que houver lugar.