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Realizada a audiência de julgamento, o Tribunal de Júri, por acórdão proferido a 26 de junho de 2020, decidiu julgar a acusação procedente, no que respeita ao arguido JG, com o diferente entendimento quanto à qualificação jurídica, e consequentemente: - absolvê-lo da prática do crime de passagem de moeda falsa em concerto com o falsificador, p. e p. pelo art.26, n. 1, do Código Penal, por considerar que se verifica uma situação de concurso aparente com o crime pelo qual vai condenado; e  - condenar o arguido JG pela prática, em coautoria material, de um crime de contrafação de moeda, na forma consumada, p. e p. pelo art.26, n. 1, do Código Penal, na pena de oito anos de prisão efetiva.