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Todavia, ao contrário do que vem mencionado na sobredita cláusula, nunca a ora requerente veio por alguma forma ou meio e fosse por quem fosse, a ser alguma vez informada da factualidade ali mencionada pelo respectivo árbitro, quer aquando da primeira arbitragem, e muito menos na segunda arbitragem; o qual se afigura de uma enorme relevância, atenta a circunstância de ter sido fixada, quer na primeira arbitragem, quer na segunda, a nomeação de um árbitro único, não obstante a convenção de arbitragem acordada com a ora requerida e prevista em escritura pública de compra e venda e de permuta de bens futuros celebrada em 312013 prever na sua cláusula nona -b) que o Tribunal Arbitral seria composto por três árbitros, e para além disso, se encontrar liminarmente afastado o direito a recurso de tal decisão.