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O recorrente sustenta que a exigência de prova documental constante do n 5, do artigo 51 do Novo Regime do Arrendamento Urbano é ad probationem e que, por isso, é admissível a produção de prova por confissão, por presunção e por testemunhas, devendo o processo seguir os seus termos a fim de permitir que o recorrente produza a prova pessoal que ofereceu, sendo certo, na sua perspetiva, que da circunstância do réu residir no primeiro andar do arrendado, bem como de ter sido o mesmo réu a vir ao domicílio do autor receber as rendas se pode inferir, por presunção natural, o conhecimento pelo réu de que a empresa do autor não tem quaisquer trabalhadores além do mesmo.