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Esta causa de nulidade da sentença consiste, portanto, na omissão de pronúncia, sobre as questões que o tribunal devia conhecer; ou na pronúncia indevida, quanto a questões de que não podia tomar conhecimento  É entendimento pacífico que esta nulidade está em correspondência directa com o anteriormente preceituado no artigo 66, n. 2, do CPC, e agora vertido no artigo 60, n. 2, do CPC, que impõe ao juiz a resolução de todas as questões que as partes submeteram à sua apreciação, exceptuadas aquelas cuja decisão tenha ficado prejudicada pela solução dada a outras, não podendo, porém ocupar-se senão das questões suscitadas pelas partes, salvo as que sejam de conhecimento oficioso, constituindo, portanto, a sanção prevista na lei processual para a violação pelo juiz do dever estabelecido no referido artigo Conforme lembra o Conselheiro FERREIRA DE ALMEIDA9 «ntegra esta causa de nulidade a omissão do conhecimento total ou do pedido, causa de pedir ou exceção cujo conhecimento não esteja prejudicado pelo anterior conhecimento de outra questão não a fundamentação jurídica adrede invocada por qualquer das.