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B. e executados F. A. e P. B.;   - A referida acção executiva é idêntica à dos presentes autos, quer quanto aos intervenientes / sujeitos, quer quanto ao pedido, quer quanto causa de pedir está em causa a mesma dívida), pelo que se estão verificados os pressupostos da litispendência;  - A litispendência é uma excepção dilatória esta até de conhecimento que obsta a que o tribunal conheça do mérito da causa dá lugar à absolvição da instância;  - Na acção executiva acima referida foram penhoradas diversas quantias, no total de € 095,94, o que o Exequente omite no seu requerimento executivo;  - o Executado detém sobre o Exequente um crédito adveniente de compensação entre a soma do por si reclamado a título de custas de parte e do que lhe foi fixado receber a título de condenação solidária do aqui exequente com relativa a litigância de má-fé sobre o que havia de pagar a título de custas de parte àqueles) por € 396,90, no âmbito da Acção de Processo Ordinário n. 349/04TBMNC, do Juízo Central Cível de Viana do Castelo – Juiz 2, do Tribunal Judicial da Comarca de Viana do Castelo;  - No caso de não proceder a excepção dilatória de litispendência, deverá, no apuramento dos créditos, operar-se compensação das importâncias referidas, que perfazem € 492,84, abatendo-se / reduzindo-se a quantia exequenda e legais acréscimos) com a consequente absolvição parcial do pedido executivo;  - O Exequente litiga com má fé, pelo que deve ser em multa e indemnização a tal título.