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2 No Grupo B, como vimos demonstrado através da prova testemunhal produzida, existe a prática – de resto, comum a grande parte dos grupos congéneres – de centralizar na entidade cúpula do Grupo a B, SGPS, S.A.) a contratação dos serviços prestados, os quais são depois remunerados pelas sub-holdings relativas a cada área de negócio de acordo com um critério comum, indireto mas objetivo: da B, SGPS, S.A. parte a prestação de um conjunto de serviços de relevância indiscutível para as sub-holdings e, por via indireta, para as participadas destas, sendo os custos respetivos imputados a cada sub-holding, quer enquanto beneficiárias imediatas, quer como sociedades cúpula de cada um dos segmentos do organigrama do Grupo, dos quais fazem parte as várias sociedades operativas às quais se dirigem, numa lógica estratégica e consolidada, os serviços e cujo potencial lucrativo é o que, no final de contas, interessa essencialmente à estrutura de detenção de capital do Grupo.