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Ademais, por vezes, nem sequer existe o "acordo” quanto à habilitação de determinadas pessoas como herdeiros, e, como vimos, nem por isso o requerente da habilitação) deixará de poder ver reconhecida a sua qualidade de "sucessível”, caso proceda a acção de divórcio, sendo esse, e apenas esse, o requisito cuja comprovação levará ao reconhecimento da sua legitimidade para requerer o prosseguimento da acção de divórcio.9   Por conseguinte, se, no incidente de habilitação de herdeiros, o requerente deverá indicar todos os "herdeiros” do A. ou da Ré da acção de divórcio) e deduzir o incidente respeitando as pertinentes normas adjectivas com as necessárias adaptações, consideradas as particularidades do caso, depois da habilitação, a qualquer dos habilitados será lícito, e respeitará o escopo da lei, fazer prosseguir a acção de divórcio, ainda que porventura algum dos habilitados não o pretenda fazer ou se mostre contrário a essa actuação – antolha-se assim inteiramente correcta a perspectiva explanada na resposta à alegação de recurso, mormente quando aí se diz que "os legítimos interesses de um herdeiro não poderão ser sacrificados pelos interesses que, embora determinando a pretensão dos demais de não prosseguirem a acção, não são, efectivamente, interesses destes, mas do ex-cônjuge do falecido A., o qual, na sequência do divórcio – pretendido pelo falecido –, haveria de ser excluído da classe dos sucessíveis, e, consequentemente, não haveria de ser chamado à herança, juntamente com os demais herdeiros, nos termos do disposto no art.