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R. . Dos autos não consta qualquer pedido de escusa da parte desta.O Tribunal considerou confessados os factos articulados pela autora e deu cumprimento ao disposto no artigo 567, n 2, do P.tendo aquela apresentado as suas alegações.Foi proferida sentença cuja parte decisória reproduzimos na íntegra:  "Pelo exposto e atentas as considerações expendidas, julga-se a acção totalmente procedente por provada e, em consequência, decide-se:   - decretar a resolução do contrato de arrendamento celebrado entre a Autora e a Ré T. relativo ao prédio urbano composto por "casa com dois pavimentos e logradouro”, destinado a habitação, inscrito na matriz predial sob o artigo  da União de Freguesia de Barcelos,  anterior e descrito na Conservatória do Registo Predial de Barcelos sob o n ;   - condenar a Ré a proceder à entrega à Autora do locado livre e devoluto de pessoas e bens;  - condenar a Ré a pagar à Autora a quantia de € 320 trezentos e vinte, a título de rendas vencidas, e a pagar as rendas vincendas, no montante mensal de € 20 vinte, até à entrega do arrendado acrescidas dos juros de mora vencidos e vincendos, contados nos termos peticionados.