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Neste particular, o tribunal a quo, após descrever a factualidade dada como assente, designadamente sob as als.,,,,, e dando ainda conta que a executada possui património, pois que houve penhoras concretizadas nos autos principais de execução, pelo que não pode alegar factos que contrariem aquela factualidade, concluiu, de seguida, da seguinte forma:  "Ora, aplicando o exposto ao caso em apreço, pensamos que a conduta da Requerente, face à factualidade apurada nos autos e ao teor dos requerimentos que juntaram aos autos, são bastante reveladores da censurabilidade da sua conduta, pois a Requerente não pode desconhecer que a matéria alegada não correspondia à verdade e não tinha sustentação nos presentes autos e, mesmo assim, não se coibiu de alegar tal matéria e tentar retirar benefício dessa alegação, como chegou ainda a retirar uma vez que a providência requerida veio a ser decretada.” Consideramos, porém, que, neste particular, já não assiste razão ao tribunal a quo.