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Pelo exposto, indeferem-se as arguidas nulidades.” Inconformado com a sentença final, o Réu veio interpor recurso, pedindo a sua revogação por nulidade do indeferimento do justo impedimento, por indeferimento da invocação das nulidades, por nulidade da não audição das testemunhas do Réu e, em consequência, declarar a anulação do julgamento e marcação de nova audiência, rematando com as seguintes CONCLUSÕES: 1) O Tribunal designou para a Audiência de Discussão e Julgamento o dia 16 de Janeiro de 2019, da qual resultou a sentença ora recorrida;  2) Acontece, porém, que ainda antes do julgamento ter começado, o Mandatário do Recorrente informou o Tribunal que se encontrava impossibilitado de comparecer, por ter dado entrada nas Urgências do Hospital E2 e estar ainda em convalescença;  3) Não procede, por isso, a determinação do Tribunal que o Mandatário não comunicou nada para justificar a sua ausência, quando o escritório enviou um fax a avisar da impossibilidade de comparência;  4) E mesmo que assim não se entendesse, por requerimento de 22 de Janeiro de 2019 para dissipar qualquer dúvida insistiu para que o Tribunal a quo marcasse de novo Audiência de Discussão e Julgamento;  5) Propondo-se provar: " No seguimento do episódio de urgência do Centro Hospitalar E1, em Penafiel, no dia 14 de Janeiro, onde o Mandatário deu entrada e esteve em observação e a ser fortemente medicado, conforme o pedido de Relatório de Episódio de Urgência, sob o Doc.