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154 do CPC e, no caso positivo, quais as consequências jurídicas daí decorrentes; 3- se ao julgar como provada a matéria de facto dos pontos 6 e 7, a 1 instância incorreu em violação das regras de repartição do ónus da prova; 4- se ao julgar como provada aquela matéria de facto, a 1 Instância incorreu em violação de regras de direito probatório material, por assentar esse julgamento em prova testemunhal e em juízos pessoais contrários a factos que se encontram plenamente provados nos autos; 5- se ao julgar como provada a enunciada matéria dos pontos 6 e 7, a 1 Instância incorreu e violação das regras a observar em caso de dúvida sobre a realidade dos factos;	6- se aquele sentença padece de erro de julgamento quanto à matéria de facto considerada provada nos pontos 6 e 7 e se, uma vez revisitada e reponderada a prova produzida, se impõe concluir pela não prova dessa factualidade; e 7- se a decisão de mérito proferida naquela sentença, julgando a ação improcedente, padece de erro de direito por:  1- a matéria de facto apurada obrigar a concluir pela perda da posse adquirida por ...) em 1963 e pelo abandono do prédio urbano controvertido pelos 1 a 4 Réus após a morte daquele ...); 2- a matéria de facto apurada ser insuficiente para que se possa concluir que após a morte de ...), aquele prédio se manteve na posse dos respetivos herdeiros; e 3- por as escrituras de justificação notarial e de venda da Quinta ...), celebradas em 1993, não impugnadas, serem impeditivas de os Réus poderem invocar a usucapião sobre parte do imóvel por elas abrangido.A- FUNDAMENTAÇÃO JURÍDICA  Nos presentes autos encontram-se, em definitivo, provados os seguintes factos quer por via do trânsito em julgado da sentença proferida a fls.