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Assim o considerou a decisão recorrida, incorrendo no entanto, em dois erros relevantes: o primeiro consistente na contagem dos meses de Janeiro e Fevereiro de 2020 para cálculo da dívida de alimentos, data em que os progenitores ainda viviam em condições análogas às dos cônjuges, não sendo assim devidos alimentos, como contribuição pecuniária a entregar ao outro progenitor, porque já prestados aos menores; na total desconsideração do decidido no processo de incumprimento das responsabilidades parentais instaurado em Abril de 2017 pelo Ministério Público e referido nos pontos 20 e 2  Nesses autos foi decidido por sentença proferida em 01/06/2017, fixar os alimentos devidos e não pagos até Abril desse ano em €1400 e alterar a cláusula de alimentos fixados em sede de divórcio por mútuo consentimento, referidos no ponto 7, reduzindo-os para o montante de € 50,00 mensais, para cada um.