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Tal equivale a dizer que não assiste razão à Recorrente na alegação de que a decisão posta em crise não apreciou da subsunção da sua actividade na previsão do n 2 do artigo 9 do CIVA, na medida em que foi exposto que embora considerasse que a letra do n 2 do artigo 9 do CIVA abrangia a actividade desenvolvida pela impugnante por os serviços serem prestados numa clínica), por não resultar da letra uma restrição a "estabelecimentos com internamento”, como defendido pela ATA, considerou decisivo para a procedência da acção que os serviços de "cirurgia estética” prestados pela Impugnante não tenham sido caracterizados pela AT de modo a concluir que os mesmos tinham apenas fins terapêuticos por "constituir operação tributável não isenta sempre que o fim da intervenção seja meramente estética”), além de que as correcções em sede de IVA não são alicerçadas ao abrigo do disposto no citado normativo legal e a Impugnante invoca a sua não aplicabilidade ao seu caso.