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10) Terminando este requerimento com o pedido de declaração de nulidade da referida Audiência de Julgamento, 11) Este requerimento o Tribunal condenou ao insucesso tal como ao primeiro;  12) Não obstante, o Tribunal afirma que o Réu não pagou a segunda prestação da taxa de justiça e a respectiva multa, ficando assim impedido de produzir prova;  13) Na verdade, não se compreende tal afirmação porquanto consta do próprio processo como Guia/Recibo que o pagamento foi feito em 4 de Outubro de 2018;  14) No que concerne à produção de prova realizada na Audiência de Julgamento há que referir: 15) Foi considerado essencial o depoimento de N, mãe do Autor – ver ficheiro 20190114095417 – 1, ao minuto 10 e 22 segundos;  16) Desde logo se chama a atenção às considerações que o próprio Tribunal faz sobre esta testemunha: "Resta-nos o depoimento de N, mãe do Autor que falou da sua relação com o Réu e das transferências mencionadas na Petição, como sendo empréstimos do filho ao Recorrente”; 17) Diz ainda o Tribunal "Logicamente que a parcialidade da testemunha é duvidosa porém foi a única testemunha a oferecer na Audiência uma justificação para as transferências bancárias”;  18) Perante isto, ao Recorrente nada mais precisa de referir sobre o desfecho do presente processo que é a não procedência desta acção;  19) Estando a sentença ferida de morte porquanto o próprio Tribunal entende que é uma justificação plausível;  20) Não carecendo, por isso, de mais prova;  O Réu veio igualmente interpor recurso do despacho proferido após a prolação da sentença, pedindo o deferimento do incidente do justo impedimento ou, se se entender haver dúvidas, que o tribunal de primeira instância marque a audição das testemunhas apresentadas neste incidente.