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Factos não provados A. O avô da Impugnante doou-lhe a quantia de € 10121,61, que foi considerado pela AT como acréscimo patrimonial não justificado – categoria G do IRS – no ano de 2003, a que se refere o ponto  supra apesar de invocar que o valor da compra do imóvel lhe havia sido doado pelo seu avô, sem concretizar o montante, a forma e a data, não fez prova documental de tal doação, não tendo junto os meios monetários que serviram de base à aquisição, nem qualquer elemento da sua conta bancária que o demonstrasse, sendo que a participação da doação e pagamento do respectivo imposto já depois do termo do procedimento de revisão, por terem sido feitos extemporaneamente, não têm a susceptibilidade de provar que essa doação existiu – a declaração da Impugnante não se pode presumir verdadeira, já que não foi apresentada nos termos da lei – art.