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Acordam em conferência na Secção de Contencioso Tributário do Tribunal Central Administrativo Norte: 	RELATÓRIO  O  Recorrente, , contribuinte fiscal n.,  com os demais sinais de identificação nos autos, veio interpor recurso jurisdicional da sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga por ter julgado improcedente a oposição ao processo de execução fiscal n. 3476200601050214 e respetivos apensos, instaurado no Serviço de Finanças de Guimarães-2 contra a devedora originária, a sociedade comercial A., LDA., NIPC, e depois contra ele revertida, a qual tem por objeto a cobrança de dívidas de IRC, IRS retenções na e IVA dos anos de 2002 a 2009, no montante global de €3762,0  O Recorrente não se conformando com a sentença recorrida, interpôs recurso tendo formulado as seguintes conclusões, que se reproduzem: ")   A) O presente recurso tem por objeto a reapreciação da matéria de facto e de direito no que diz respeito à decisão de considerar improcedente a oposição apresentada quanto à reversão da execução fiscal com o n. 3476200601050214 e apensos, em que é executada a sociedade "A. LDA.”, NIF, instaurado no Serviço de Finanças de Guimarães-2 contra a devedora originária, a sociedade comercial A., LDA., NIPC, e depois contra ele revertida, a qual tem por objeto a cobrança de dívidas de IRC, IRS retenções na e IVA dos anos de 2002 a 2009, no montante global de €3762,0 B) Entende o recorrente que face aos factos dados como provados, e prova documental produzida, deveria a oposição ter sido julgada procedente. )