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Citius; AA.–Esta sentença determinou que JAA "tem um diagnóstico de deterioração cognitiva ligeira/moderada que não traduzindo uma real incapacidade funcional compromete a sua autonomia em algumas áreas, ...) determinando-se que o início da incapacidade se situa no ano de 2017”, e não em data anterior, tendo o relatório pericial em que se fundamentou ditado que "A extensão das suas dificuldades, não traduzem no momento, do ponto de vista estritamente médico-legal, uma real incapacidade funcional – em termos cognitivos e intelectivos – que integre os pressupostos previstos para situações de interdição”; BB.–Como tal, à data dos factos dos autos, em Outubro de 2015 e início de 2016, é evidente que JAA não se encontrava incapacitado de um ponto de vista psíquico, muito menos ao ponto de tal ser notório para terceiros, como foi alegado; –As.