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19 - Quando se trata de salvaguardar os direitos da Autora contra a Ré Transmelo, num passe de mágica, deixam de existir várias pessoas coletivas: 20 - Não se respeita o facto de estar provado que a posse do imóvel seria da Viaparedes/SCRU, e não da Autora, através de negócio jurídico válido celebrado entre as duas e cuja cessação nem sequer foi alegada pela Autora, como se estas sociedades fossem as mesmas; 21 - Atribui-se indemnização por privação de uso à Autora, quando está provado que o direito de usar o imóvel era da Viaparedes/SCRU; 22 - Obriga-se à entrega do imóvel à Autora, quando quem entregou o imóvel à Ré foi a possuidora Viaparedes, devendo, naturalmente, ser a posse restituída à possuidora original, que a adquiriu por negócio jurídico válido; 23 - Atribui-se indemnização pela privação de uso à Autora, contada da data em que, alegadamente, produziu efeitos uma comunicação entre a Ré Transmelo e um terceiro absolutamente alheio à Autora; 24 - Atribui-se efeito resolutivo perante a Autora, a uma interpelação admonitória dirigida a terceiro, quando inexiste evidência nos factos provados que o contrato entre a Transmelo e o terceiro tenha sido efetivamente resolvido, ou que as partes assim o tenham querido e tenham assim interpretado as declarações negociais contidas na missiva; Nestes termos e nos melhores de direito, deve o acórdão recorrido ser revogado e, por via disso, ser a recorrente absolvida dos pedidos.