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Já quanto aos inertes – e avançamos para a análise do recurso subordinado – haverá que proceder ao seu tratamento com as devidas cautelas, por forma a que, com o vento, os inertes não galguem a estrada e se depositem no prédio do autor, sujando toda a entrada e criando nuvens de pó com a sua movimentação que tudo sujam e contribuem para enlamear a estrada municipal, na entrada da casa do autor, para além de que tais detritos tapam as respetivas valetas e sarjetas, impedindo o escoamento das águas pluviais que, acabam por inundar os passeios e pátios circundantes – ocorre aqui um prejuízo substancial para o uso do imóvel do autor, pelo que ele pode opor-se a esta utilização dos inertes, nos termos do disposto no artigo 134 do Código Civil, conforme ficou decidido na sentença, improcedendo, assim, o recurso subordinado.