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";   O Ministério Público promoveu a revogação da suspensão da pena, tendo tal sido determinado pelo Meritíssimo Juiz a quo;   Os fundamentos alegados pelo arguido, discordando da revogação, em nada abalam os fundamentos em que alicerçou o despacho recorrido, tanto mais que, o hiato temporal decorrido desde a prática desses factos Janeiro e Abril de não põem em causa as finalidades próprias das penas, nada resultando dos autos que o recorrente tenha, nesse hiato de tempo, interiorizado o desvalor da sua conduta;  O recorrente alega ainda mais que, teria abandonado, de forma espontânea e livre, o consumo de produtos estupefacientes e que por isso, esta sua conduta, deve ser tida em consideração, contribuindo para a formulação de um juízo de prognose positivo.