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Pois bem, sem esquecermos o regime antes evidenciado e que importa aqui ter presente, mesmo na consideração de que, como já o dissemos, a existência / verificação de IPATH se possa assumir como questão de facto, sendo verdade que a Recorrente não fez referência expressa ao ponto  da matéria de facto em que aquela se fez constar como provada na parte final desse ponto, podendo, pois, levantar-se a questão de saber se foi dado adequado cumprimento aos ónus impostos no artigo 64 do CPC ao recorrente que pretenda impugnar a matéria de facto – questão levantada pelo Apelado e ainda pelo Ministério Público junto desta Relação –, ainda assim, com salvaguarda do devido respeito, percebendo-se claramente que a intenção foi a de atacar a pronúncia do Tribunal nessa parte, de modo a que seja excluída – em particular, veja-se a conclusão , em que se refere que "há-de aquele no preciso excerto da sentença proferida pelo tribunal "a quo” há-de ser revogado consignando-se que o sinistrado/Recorrido padece de sequelas pontuáveis em grau e natureza de P.P.