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Do relatório preliminar respectivo 6, além do mais, consta que, no capítulo de "queixas”, a examinanda referiu, quanto a "cognição e afetividade”, padecer de "síndrome depressivo com diagnóstico há 8 anos com acompanhamento pela médica de família, tendo sido medicada com antidepressivos”, terapêutica que teria "interrompido cerca de 1,5 anos antes do acidente em apreço por sentir «melhoria»” mas terá "retomado logo após”, por se sentir «muito em baixo, com muita tristeza outra vez porque foram dois acidentesfiquei muito doente outra vez da cabeça», afirmando sentir mais impacto essencialmente a nível do padrão do sono e «perda de vontade de fazer as coisas»”.