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), a situação insolvencial com posterior ingresso em processo de liquidação, sendo normativamente irreversível e eliminando globalmente a possibilidade de qualquer retorno a actividade e à inter-acção social do ente colectivo com o tráfego jurídico-social, por ter por ínsita a desagregação da subjectividade da entidade empresarial quer possua personalidade jurídica, ou não, já que esta não é requisito da responsabilidade delitual de organizações empresariais, lembramo-lo mais uma, traduz a eliminação do referente em que se estriba o instituto de responsabilização da moral person, que se vê mesmo despojada de um interesse social próprio elemento central da responsabilização do ente colectivo, por constituir a representação do seu desvalor de vontade – cfr.