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Mais adiante circa 00:25:05 do depoimento, a testemunha afirmou que, na segunda deslocação, o arguido , quando chegou, foi devolver a viatura ao arguido AA, na residência deste, que nesta deslocação o arguido não foi interceptado nem foi feita qualquer apreensão de estupefaciente, e que na terceira deslocação do arguido , feita de autocarro, a viatura do arguido AA estava na oficina, com problemas na bomba da água N. Ora a matéria probatória carreada para os autos permite quanto muito concluir que o arguido AA emprestava o seu carro ao pai O. Já não permite sustentar que o fizesse para permitir deslocações ao ... para adquirir cocaína P. Pois que nas viagens onde se menciona que o arguido se deslocou ao ..., no veiculo do arguido AA, tão pouco lhe foi efectuada qualquer apreensão, Q. E exatamente na data em que lhe é feita apreensão de produto estupefaciente, o arguido não se deslocou ao ... na mencionada viatura e sim de autocarro R. Pelo que claramente inexiste prova suficiente que suporte tal factualidade para além da dúvida razoável, S. O que reconduz à insuficiência para a decisão da matéria de facto provada, o que constitui fundamento de recurso nos termos do disposto no art.