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A ofendida não era boa mulher, não era boa mãe, não sabia cozinhar, passar a ferro, etc, ou seja, segundo o arguido a mulher com quem viveu 14 anos e meio era uma pessoa que furtava, ensinava os filhos a furtar, não trabalhava nas lides domésticas ou não as fazia como no seu entender deveriam ser feitas; agredia-o física e verbalmente, sublinhando várias vezes "ela faz-se de vítima, mas ele é que foi vítima de violência doméstica”; e apesar de não ter uma única qualidade e ser só defeitos uma má mãe com tão graves defeitos de ensinar os filhos a roubar não combina lá muito bem com a figura do pai exemplar mantendo uma relação em que os filhos eram as primeiras vítimas ao ser educados para o, o arguido amava-a e mantinha-se junto dela e pelos vistos nem queria que ela saísse de casa, pois como o mesmo disse, ela saiu porque quis "de livre e espontânea vontade.