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Os autores alegam ainda que a sentença recorrida incorreu em erro ao julgar improcedente a presente acção embora não ponham em causa a afirmação constante de tal decisão relativa à necessidade de os cidadãos estrangeiros serem titulares de um visto para entrarem em território nacional concretamente de visto de curta duração para trabalhar ou de visto para obtenção de autorização de residência para exercício de actividade profissional subordinada quando a deslocação a Portugal seja motivada por razões de, sob pena de ser recusada a entrada,excepto, no caso de cidadãos brasileiros, se a respectiva permanência não exceder um período de 90 dias e essa estadia seja maxime para fins turísticos), argumentando nesse sentido que a viagem a Portugal foi feita na condição de turistas.