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", datado de 212016, no valor de € 1003,81 doze e três euros e oitenta e um cêntimos), que enviou para HH como se de uma factura se tratasse; 24 Sendo que, estas obras nunca foram efectuadas, porquanto a habitação sempre foi propriedade do "Novo Banco"; 24 Com a criação da "Su.....", supra referida, visava, igualmente, a arguida AA passar a imagem a HH de que o "Lote ..." estava a ser gerido por urna terceira entidade competente, para assim poder cobrar mais quantias a esta; 24 Dessa forma, permitia, igualmente, que a mesma não contactasse outras agências de administração de imóveis, que iriam detectar que o imóvel não lhe pertencia; 24 Por esta via, a arguida AA veio a emitir documentos e diversas facturas, supostamente relacionadas com a gestão do imóvel e com impostos sobre a propriedade, cujos valores não foram, todavia, liquidados por HH, nomeadamente: - documento intitulado "invoice n.�� ..", datado de 24 de Fevereiro de 2017, emitido pela sociedade arguida, no valor de € 461,33 quatro quatrocentos e sessenta e um euros e trinta e três cêntimos), referente a supostas despesas relacionadas com a gestão do imóvel e com impostos sobre a propriedade, documento enviado por e-mail em 202017; - documento intitulado "factura n. .", datado de 312016, supostamente emitido pela sociedade "Su....., Lda.