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Do excerto transcrito, infere-se que o tribunal de  instância considerou praticado o ilícito contraordenacional p. e p. pelas disposições conjugadas dos artigos 1, n. 7 do Regulamento 3821/2005, com a redação introduzida pelo artigo 2 Regulamento 561/2006, e 2 da Lei 27/2010, de 30 de agosto, por o motorista fiscalizado e identificado nos autos, que se encontrava ao serviço e por conta da recorrente, não ter apresentado à entidade fiscalizadora os discos de tacógrafo dos 28 dias anteriores, nem qualquer justificação idónea para a omissão, nomeadamente o formulário/declaração previsto na Decisão da Comissão de 14 de Dezembro de 2009 2009/959/UE), sendo que cabia à recorrente organizar o serviço do motorista por forma a que este estivesse capacitado a observar as normas legais, designadamente o mencionado n. 7 do artigo 1.