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Acresce que, a assim não se entender, ou seja, atribuindo-se efeitos juridicamente relevantes ao  facto imposto e consumado praticado unilateralmente pelo progenitor, e enquanto gerador/desencadeador da competência internacional da jurisdição portuguesa, tal equivaleria a contemporizar com uma actuação que não está longe de representar uma fraude à lei no Direito da competência internacional, sendo que ,como bem a propósito refere Luís de Lima Pinheiro, "A sanção da fraude à lei em Direito da Competência Internacional decorre da irrelevância da manipulação do elemento de conexão ou da internacionalização fictícia da relação controvertida: A competência internacional dos tribunais portugueses será estabelecida com base nos elementos de conexão que existiriam se a manipulação ou a internacionalização fictícia não se tivessem verificado”.