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369 n.s 1 e 2 do CP, que mais do que querer descrever condutas, supostamente, criminosas e identificar as pessoas dos seus autores em ordem a fixar o objecto do processo, pretende fundamentar a realização das diligências de instrução requeridas em  E mesmo que, com tolerância, se consiga ver ali uma tal narração, ainda assim sempre se tratará de cumprimento apenas parcial da exigência da lei, que sempre nela falhará a factualização do nexo subjectivo da infracção – doloso, na dupla perspectiva intelectual e volitiva ou emocional 15 e, ainda, na da intenção, específica, do n. 2 da norma de prejudicar o assistente –, que não livrará o requerimento da mesma inadmissibilidade legal.