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3 e  A questão que a recorrente coloca, saber se o acto que lhe deferiu o pagamento em prestações a eximiria de prestar garantia idónea de modo a suspender a tramitação do processo executivo, encontra-se intimamente ligado com a matéria de facto que se julgou provada, ou seja, a decisão recorrida para decidir nos termos em que o fez louvou-se na matéria de facto que as instâncias consideraram provada e de onde resultava a necessidade de a recorrente acompanhar o pagamento em prestações mediante a prestação de garantia idónea afctos e. Ou seja, a questão que vem colocada reduz-se à singularidade do caso concreto, não assumindo uma relevância jurídica ou social que se revista de importância fundamental, sendo certo, que também não se vislumbra que tenha ocorrido qualquer erro manifesto na decisão que foi proferida que imponha a admissão do recurso.