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e 67, n. 2, al., ambos do CPC;   – Está-se em presença de direitos de preferência concorrentes: no dizer do próprio acórdão recorrido "os sócios que pretendem exercer o direito de preferência são sete e apenas a uma deles pode ser adjudicada a quota”;   – Em face da natureza concorrencial dos direitos de preferência ajuizados, cada um dos intervenientes, a par da Autora, formula uma pretensão substantiva própria, sendo que a atribuição a um deles do direito de preempção significa a exclusão dos direitos dos demais;   – Temos assim que, à semelhança do que acontece com a pretensão da A., a formulação por cada um dos intervenientes do pedido de reconhecimento do direito de preferência representa uma diferente e própria utilidade ou valor económico;   – O mesmo é dizer que há tantos pedidos quantos os litisconsortes;   – Com efeito, a intervenção principal consubstancia uma verdadeira e própria acção, reconduzindo-se a uma cumulação atípica de pedidos; o interveniente principal faz valer um direito próprio, é titular de um interesse também próprio, e como parte principal, reclama a tutela de um direito subjectivo radicado na sua esfera jurídica.