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Termina a respectiva motivação com as seguintes conclusões:   O presente recurso tem por objecto obter a modificação do julgamento da matéria de facto para depois, e na sequência da modificação operada, se obter a alteração da decisão de direito mediante a inerente condenação do recorrido a indemnizar o Recorrente pelo prejuízo decorrente do falso testemunho que prestou;  A improcedência da acção resultou, na Instância, de o Tribunal da Comarca ter dado como não provados os factos constantes dos números Pontos 1, 2, 3, 7, 8, 9 e 10, todos eles alegados na petição inicial da acção como fundamento da responsabilidade pedida ao réu;  Estes factos, no provimento do presente recurso, devem todos eles merecer resposta de provados;  O Tribunal da Instância errou ao dar aqueles factos como não provados porque, sabendo-se que a natureza jurídica das obrigações da Telecomunicações ..., emitidas em 2012, não autorizava de modo nenhum a informação aos clientes de que envolviam um investimento tão seguro como o de um depósito a prazo, não interligou, em termos de convicção probatória, esta regra de experiência da vida com os depoimentos concordantes que foram prestados em audiência pelas testemunhas A. e A. ;  São decisivos para chegar a esta conclusão os excertos dos depoimentos destas duas testemunhas que se escutam nos segmentos gravados a minutos 08:10 a 13:45 e 22:25 a 24:00;  Se articularmos os depoimentos prestados por estas testemunhas com a regra da experiência da vida que nos diz, fora de casos extremos, que o que é evidente, evidente é, temos que a sentença recorrida, ao dar como não provados os factos elencados na Conclusão 2 violou o disposto no n 5 do art 607 do Cód.