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5 É manifesta a inexistência de nexo de causalidade entre o facto praticado pelos Réus e a morte da doente   5 Desde logo, não sendo possível estabelecer o nexo de causalidade entre o ato praticado pelos Réus e os danos ocorridos posteriormente à data da consulta pós-transplante e retoma da atividade pela doente em 17/05/2008) – mormente a sua morte ocorrida dois anos após o acidente iatrogénico – nunca poderia o Tribunal aquo valorar danos não patrimoniais considerados "desdea primeira cirurgia ao seudecesso, ocorrido cerca dedoisanosapós”, ao arrepio de um facto que o próprio Tribunal indeferiu, por não provado Mortedafilhadaautora,emsuma,comoconsequênciadalesãodaveiaporta).