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Assim, a questão que se coloca para decisão é a de saber se podia ou não ter sido realizada a segunda penhora do mesmo bem, pelo valor total da quantia exequenda, quando, por via da entrega de valores decorrentes da primitiva penhora ao exequente, a quantia exequenda estaria paga - na alegação do executado suportada na consulta aos débitos/créditos do CNP que juntou com o requerimento de oposição - ou, pelo menos, se encontraria já parcialmente satisfeita, nos termos descritos e pelo valor constante do ponto  da matéria de facto, únicos valores cuja entrega à exequente se encontra evidenciada no processo disponível no Citius17, ou ainda por outras razões que a liquidação de ambos os processos executivos possa espelhar - conforme o exequente pretende -, e que aqui e agora não podem ser resolvidas precisamente porque, estamos perante um precipitado indeferimento liminar, e os recursos não visam criar novas decisões mas reapreciar as proferidas.