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ns 1 e 2, por imprescindíveis;  Ao fixar o valor da causa em € 347,44 o Tribunal a quo não só está a obstar ao acesso e à realização da Justiça, como está ainda a violar o que decorre dos artigos 31 e 34 do CPTA, que contemplam a regra da observância de um critério supletivo quando o valor da causa é indeterminável, como sucede no caso concreto, pelo que deverá ser revogada a decisão quanto a esta questão, substituindo-se por outra que fixe o valor da causa em € 3000,01, tudo nos termos e para os devidos efeitos legais;  Para além do que antecede, o Autor/Recorrente considera ainda que o Tribunal a quo labora em erro de julgamento naquela que foi a decisão que proferiu quanto à excepção dilatória inominada insanável da falta de interesse em agir em relação ao pedido de anulação do Despacho 2727/2013, de 12 de Fevereiro, que julgou procedente, absolvendo as entidades demandadas da instância e quanto ao pedido deduzido, com o que este não se conforma, daí que esta decisão também constitua objecto de impugnação por via deste recurso;  Segundo o que foi feito constar na douta sentença recorrida a este propósito, a Meritíssima Juíza considerou que a utilidade que o Autor/Recorrente visa retirar do pedido de anulação do despacho 2727/2013 não lhe poderá advir do mesmo mas apenas e tão-só lhe poderá advir do pedido de anulação do despacho 41/GDN/2010, o que este não peticiona;  Ora, com todo o respeito por que lhe merece o entendimento vertido na douta sentença recorrida, o acto administrativo que o Autor/Recorrente pretende atacar não é o seu posicionamento remuneratório em Janeiro de 2010 feito através do despacho 41/GDN/2010, de 16/12/2010, pois que se trata de um regime transitório, que em nada o afectou nos seus direitos e interesses legalmente protegidos; 1 O despacho 41/GDN/2010, de 16/12/2010 posicionou o Autor/Recorrente com efeitos reportados a 01/01/2010 entre a 2 e a 3 posição remuneratória e entre o 8 e o 9 nível remuneratório, em nada alterando a sua situação jurídica por referência à remuneração mensal que vinha a auferir, limitando-se a fazer uma inserção formal da sua remuneração entre as posições remuneratórias e os níveis criados, de forma a permitir o processamento mensal do vencimento pelo seu serviço; 1 O que o Autor/Recorrente pretende atacar ao interpor esta acção judicial é a alteração da posição remuneratória dentro das novas tabelas que veio a ser efectuada pelo despacho 2727/2013, pois que foi este despacho 2727/2013 que veio a ser efectivamente proferido ao abrigo do disposto no artigo 112, n 2, 3 e 5 do 299/2009, regulando em definitivo a sua situação jurídica nesta matéria!!!