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20– Os recorrentes impugnaram todas as deliberações de afectação da receita ao condomínio - e consequente não distribuição pelos condóminos - que lhes cabe por via do contrato de cedência de espaço no edifício, como decorre do alegado nos arts 11, 12 20, 21; 22 23,24, 25, 26, 28, 33, 34, 35, 36, 37, 39, da p.., sendo de ter em atenção que no art 12 da p.os recorrentes alegam que "entre 2006 e 2009 inclusive o condomínio reteve ilicitamente ...) valores recebidos e dados pela Vodafone”; 21– Assim sendo foram impugnadas – por vicio de nulidade – todas as deliberações, vicio que é impugnável a todo o tempo, sendo de conhecimento oficioso e de interesse e ordem pública, não passível de desistência; 22– Dos arts 41, 42, 45, 50, 57, da p.resulta muito nítido que os recorrentes sempre impugnam as deliberações pelo facto de os RR., quer dizer, o Condomínio , reter ilicitamente as verbas que são suas na proporção da sua permilagem e recebidas da Vodafone, alegando que têm um saldo superior ao débito ao condomínio ; 23– Por isso, os recorrentes fazem o pedido de condenação, na parte final da p., e pedem que os RR, sejam condenados a : "A reconhecer que os AA.