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Relativamente à impugnação da decisão de facto deduzida pela Recorrente e sendo certo que a mesma deu integral cumprimento aos ónus consignados no artigo 640, n.s 1 e 2, do CPC, como é pacífico e resulta do artigo 662, do mesmo Código, deve o Tribunal da Relação proceder à reanálise dos meios de prova invocados pelo recorrente e outros que julgue relevantes à decisão) e formar a sua própria e autónoma convicção, sujeito exactamente às mesmas regras de apreciação crítica da prova produzida que vinculam o Tribunal de 1 instância, ou seja, avaliando a prova segundo as regras da experiência comum, da lógica e da ciência, que no caso sejam aplicáveis.