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que, reservando-se o direito de responder às excepções invocadas na contestação, atenta a natureza da réplica, pronunciando-se sobre o pedido reconvencional, reafirmando o inicialmente alegado, sustentam a admissibilidade legal da limitação do direito de usufruto, impugnando a factualidade alegada pela R. para o sustentar, contrapondo que, como é do conhecimento da R., a preocupação primordial do 1 A. aquando da negociação do divórcio, era que os filhos do casal, então menores, sofressem o menos possível com a ruptura do casamento, e que se mantivesse o núcleo familiar então existente e até ao filho mais novo completar 25 anos de idade, tendo sido nesse pressuposto, e para garantir uma habitação condigna dos filhos com a mãe, que o 1 A. assumiu todo o passivo do casal, nada tendo a R. pago pela aquisição do direito de usufruto, que se extinguiria em 2025, quando o filho mais novo atingisse a dita idade,  limitação essa que ela aceitou durante seis anos, pelo que litiga em abuso do direito na modalidade de venire contra factum proprium e, ampliando o pedido, pedem que seja reconhecida e declarada a simulação relativa do negócio de compra e venda do denominado direito de usufruto que incide sobre as fracções, no que ao pagamento dos preços declarados respeita, que seja reconhecido e declarado que a aquisição de tal direito denominado de usufruto se trata de uma doação sujeita a condição resolutiva, com a consequente convolação do negócio, e que seja reconhecida e declarada a verificação de tal condição resolutiva, com as legais consequências, mormente a extinção de tal direito.