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1 E, concluiu-se de igual forma que porque neste âmbito o Recorrido se move no âmbito de poderes discricionários, e porque é a Pessoa Coletiva mais vocacionada para querer e promover o melhor para a sua própria cidade, e porque se encontrava a rever a política de transportes da cidade ao preparar uma alteração ao seu regulamento dos Circuitos Turísticos, reexerceu novamente os seus poderes, praticando o ato administrativo, que concedeu a possibilidade da Recorrente continuar a operar na cidade, fazendo desaparecer o ato anterior, assim, a este respeito, se diga que bem andou a sentença ao considerar que deixando de existir na ordem jurídica o ato administrativo impugnado, encontram-se reunidos todos os pressupostos para a extinção da instância por inutilidade superveniente da lide.