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No domínio da sinistralidade laboral, o que o legislador pretende é compensar o sinistrado pela falta ou diminuição dos rendimentos provenientes do trabalho: assim se compreende que as prestações reparatórias atendam ao "salário médio”, onde se integram todos os valores que a entidade patronal satisfazia regularmente e em função das quais o trabalhador programava regularmente a sua vida.» E mais recentemente, embora tendo por base a mesma Lei dos Acidentes de Trabalho, no acórdão proferido por esta Secção em 13/04/2011, proferido no processo n. 216/09TTCBR.CS1 de que foi extraído, o seguinte sumário: «- Conforme resulta do n 3 do artigo 26 da Lei 100/97 de 13 de Setembro, constitui retribuição, para efeito de acidentes de trabalho, tudo o que a lei considera como seu elemento integrante e todas as prestações recebidas que revistam carácter de regularidade e não se destinem a compensar o sinistrado por custos aleatórios.»11 Neste contexto, o subsídio de prevenção auferido pelo sinistrado durante 7 meses no ano anterior ao do acidente tem natureza retributiva para os efeitos dos n.s 1, 2, e 3 do artigo 7 da Lei n. 98/2009 e, como tal, deve ser tomado em consideração no cálculo das pensões e indemnizações ali previstas.” E, bem assim, o Acórdão desta Relação de 012014, Processo 166/04TTOAZ.P1, in www.dgsi.pt,  cujas considerações,  ainda que no âmbito do art.