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142, n. 2, al., do CCiv., em prejuízo da posição dos demais condóminos, os Requerentes, que nada autorizaram e que, não fosse a sua reação, se veriam perante uma lógica de facto edificativo consumado, também parece adequado e razoável concluir que a obra em execução, vistas as suas proporções/dimensões já assinaladas, pode pôr em risco sério partes comuns do edifício – as quais, como tal, pertencem ao conjunto dos condóminos, em compropriedade, ainda que possam "passar”, incorporando-se, pelo interior de uma ou várias das frações autónomas do prédio em regime de propriedade horizontal –, seja quanto a colunas, pilares ou paredes de sustentação, tendo em conta que ocorre demolição de paredes interiores que podem incorporar elementos de sustentação da estrutura física do prédio), seja quanto a repercussões das obras em elementos estruturais dos sistemas instalações de escoamento de águas sanitárias, elétrico, de ventilação e extração de fumos.