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Com efeito, ficou pois o Tribunal convencido que o arguido ao escrever tais palavras apenas quis alertar para a escassez de meios na rede de saúde existente na freguesia de Póvoa e Meadas, considerando que teceu tais críticas ao assistente, fazendo-o ao abrigo da sua liberdade de opinião e expressão, porquanto ademais reputou-se como verdadeira a versão do arguido, no que tange à recusa daquele em assistir a sua filha menor, por não pertencer à sua lista de utentes, sem previamente ter cuidado de saber qual o estado de saúde em que a criança se encontrava, convocando-se, uma vez mais, o depoimento da testemunha MR, que a este propósito afirmou que não foi realizado qualquer exame de triagem à criança, porquanto a "olho nu” viu que a situação não era crítica, tendo, ainda, esclarecido que o assistente nunca perguntou se a situação da era grave, limitando-se a questionar se a menor pertencia à sua lista de utentes.