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Ponderando, depois, as vicissitudes próprias do relacionamento entre os progenitores da menor e os factos que deram origem ao presente processo cf., sobretudo,  alíneas a,, e, supra, nomeadamente, por um lado, que mãe/requerida deixara de contactar com menor desde 32014 e que nenhum dos progenitores tem manifestado efectiva disponibilidade para promover as relações habituais da menor com o outro progenitor através, sobretudo, de actos demonstradores dessa, por outro lado, que a requerida estava mais preparada para cuidar da sua filha na prática exerceu durante mais tempo essa função) e se encontra em Centro de Emergência não trabalhando, pelo que tem toda a disponibilidade temporal para poder cuidar da sua, e, finalmente, as dificuldades e o risco potencial para a manutenção do relacionamento da menor com os seus progenitores, além de que já seria porventura possível divisar algum perigo para a segurança da própria advindos da eventual guarda por qualquer dos requeridos em razão das circunstâncias do seu relacionamento, pelo menos, nos últimos tempos em que viveram, entendeu-se que o supra referido regime provisório, fixado ao abrigo do disposto no n. 1 do art.