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929, n 1, do CPC; diz, em segundo lugar, que a decisão recorrida não tomou em consideração a circunstância de o Apelante ter intentado – antes do trânsito em julgado da sentença que constitui o título executivo – uma nova acção declarativa onde reclama o seu direito às benfeitorias e o reconhecimento do seu direito de retenção sobre o imóvel e diz, por último, que, de qualquer forma, a oposição sempre teria que ser considerada admissível com fundamento nas benfeitorias realizadas na pendência e depois do encerramento da audiência de discussão e julgamento e que foram alegadas na oposição nos artigos 29 a 32, já que o direito a tais benfeitorias é superveniente relativamente ao momento em que era oportuno deduzi-lo na acção declarativa.