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Destarte, não é admissível a autónoma interposição de um recurso próprio pelo chamado E, por o mesmo não beneficiar obviamente do estatuto de parte principal e a decisão do litígio não ter incidência directa no seu interesse e na sua esfera jurídica, apenas podendo relevar, de modo estritamente reflexo e indirecto, no âmbito de uma futura e eventual acção de regresso.11 Bom, dir-se-á se "o chamado interveniente acessório assume o estatuto de alguém que, auxiliando a defesa do chamante, se defende a si próprio; tem todo o interesse jurídico em que a chamante obtenha ganho de causa, para frustrar o direito de regresso invocado como fundamento do chamamento não fazendo por isso qualquer sentido que, estendendo-se à interveniente acessória os efeitos do caso julgado da sentença que condenou a ré parte não possa dela recorrer quem, como a chamada, é directa e efectivamente prejudicada com aquela decisão”.12 Salvo o devido respeito, não se acompanha este entendimento.