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alegando, em síntese, o seguinte: ) A acção é intempestiva por violação do prazo a que alude o artigo 14o n.o 2 do CIRE porque prazo de 3 meses a que alude o art.146,n.2, al.b) CIRE deve ser contado a partir do conhecimento da obrigação de pagamento da pensão que ocorreu em 201 ) A entender-se que o momento da constituição da obrigação só ocorre com o pagamento, verifica-se uma situação de abuso de direito, na modalidade de suppressio; ) A documentação junta pelo FAT, sendo constituída por cópias simples, nada prova; ) Assim sendo, não existe prova do pagamento das quantias peticionadas; ) O recorrente não pode reclamar na insolvência um valor que ainda não despendeu pelo que a provisão matemática, sendo futura e incerta não pode ser contemplada; ) O crédito do recorrente a existir, não beneficia do privilégio imobiliário especial privilegiado porquanto o falecido trabalhador não prestava a sua actividade em qualquer imóvel da insolvente.