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artigos 60, n. 2, 63, n.s 4 e 5, todos do Código de Processo Civil, ex  artigo , alínea e artigo 28 do Código de Procedimento e de Processo Tributário –, e que se centram em saber se a sentença recorrida incorreu em  erro de julgamento em torno da matéria de facto e de direito, na parte em que diz respeito à alteração da área bruta privativa, na qualificação das varandas como área bruta dependente e na ausência de fundamentação destes parâmetros integrantes do cálculo do valor patrimonial tributário do prédio em apreço nos autos, descrito na matriz sob o artigo 465- FUNDAMENTOS IIIi - DE FACTO No âmbito da factualidade considerada pela decisão recorrida, dela consta o que por facilidade para aqui se extrai como segue: " – Fundamentação de facto: a) Factos provados: Com interesse para a boa decisão da causa considero provados os seguintes factos:  Com data de 01/02/2005, foi efetuada a primeira avaliação prédio urbano inscrito na respetiva matriz da freguesia de Abravezes, concelho de Viseu, sob o n. P4657, ao qual foi atribuído o valor de € 20830,00, avaliação essa efetuada nos seguintes termos:imagem que aqui se dá por reproduzida- cfr.