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E não é a circunstância da R. ter dito que se recusava a subscrever o contrato até que fossem apuradas e pagas as benfeitorias que alegou ter realizado no prédio arrendado que muda as coisas de figura e que faz disto uma "condição” terem sido realizadas do ónus da prova da R.. Como se retratou no relatório inicial, a R. invocou, muito claramente, que, "nem aquando da celebração do contrato, nem posteriormente, os contraentes previram o que quer que fosse relativamente à realização das obras, alterações ou edificações”20, pelo que, sendo assim, entendeu/entende a R. que têm que lhe ser pagas as benfeitorias que alega ter realizado no prédio arrendado, razão pela qual até aceitou, desde que a A. lhe pague as benfeitorias efetuadas, que fosse incluído no conteúdo contratual uma cláusula nunca com o teor da transcrita cláusula /2 e com o teor da transcrita /1).