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A sustentar a decisão do Primeiro Grau no que à presente questão dos juros de mora concerne, recorda-se, considerou-se que : )-Do conteúdo da cláusula 2 do contrato para emissão da garantia autónoma resultava que também os avalistas que não apenas a avalizada/B) tinham que ser interpelados para efectuar o pagamento dos montantes que a A viesse a pagar à CMG em cumprimento da garantia prestada, ou seja, desde que devidamente interpretada, a referida cláusula não parece bastar-se apenas com a interpelação da avalizada para que os avalistas possam e devam também responder pela dívida, pois a mesma refere-se a todos os subscritores do contrato de emissão de garantia autónoma à primeira solicitação, nos quais se incluem os avalistas; )-In casu, o Embargante apenas foi interpelado em 29 de Janeiro de 2019 para proceder ao pagamento do valor de € 033,92 , podendo fazê-lo até à data de vencimento da livrança a 8 de Fevereiro de 2019, logo, não pode ele ser responsabilizado pelo pagamento da quantia de € 536,23 a título de juros de mora, devendo a execução prosseguir apenas para pagamento da quantia de 497,69 € € 033,92 - € 536,23) e dos juros de mora devidos a contar do dia 9 de Fevereiro de 2019, nos termos do art.