Legal Document Excerpt:

Dispõe, com efeito, o n. 1, na redacção dada pelo Decreto-Lei n. 357-A/2007, de 31 de Outubro, que "O intermediário financeiro deve organizar-se por forma a identificar possíveis conflitos de interesses e actuar de modo a evitar ou a reduzir ao mínimo o risco da sua ocorrência”, enquanto o n. 3, na redacção conferida pela Lei n. 35/2018, de 20 de Julho prescreve actualmente que "O intermediário financeiro deve dar prevalência aos interesses do cliente, tanto em relação aos seus próprios interesses ou de sociedades com as quais se encontra em relação de domínio ou de grupo, como em relação aos interesses dos titulares dos seus órgãos sociais ou dos de agente vinculado e dos colaboradores de ambos, incluindo os causados pela aceitação de benefícios de terceiros ou pela própria remuneração do intermediário financeiro e demais estruturas de incentivos”.