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Alega ainda o executado que a exequente se aproveitou e se aproveita de uma situação de necessidade da sociedade executada e, com isso, pretendeu alcançar um benefício excessivo e injustificado, ao pretender cobrar os juros e a cláusula penal, pedindo a modificação do contrato segundo juízos de equidade, devendo ser excluída a cláusula penal e determinada uma suspensão dos juros desde 20200 Nos termos do artigo 282, n.1, do Código Civil, é "anulável, por usura, o negócio jurídico, quando alguém, explorando a situação de necessidade, inexperiência, ligeireza, dependência, estado mental ou fraqueza de carácter de outrem, obtiver deste, para si ou para terceiro, a promessa ou a concessão de benefícios excessivos ou injustificados”.