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Expressamente interrogada acerca da intensidade e intenção do gesto praticado pela trabalhadora para impedir o  de se levantar da mesa entre 18m58s e 19m54s do seu, nomeadamente se lhe deu no pescoço para bater, a resposta foi: ��Não”; perguntada se a trabalhadora colocou a mão para ele se acalmar e se sentar, a resposta foi: "Foi para ele estar sossegado ali, não vou estar a inventar nem a aumentar”; perguntada se era com o intuito repreensivo de lhe dar uma palmada, respondeu: "Não foi bater”; perguntada sobre o que exactamente viu, respondeu: "O sentou-se e a A... disse, deixa-te estar sossegado”; perguntada se foi com as pontas dos dedos, semelhante a um gesto que a testemunha exemplificava em audiência, a testemunha respondeu: "Uma coisa assim, sei lá, nada de”.