Legal Document Excerpt:

o prédio em causa, o que ele fez, pelo preço e condições que achou convenientes e, por isso, isento de prestar contas do mandato; 15 – O 2 Réu não entregou ao A. qualquer quantia, uma vez que se tratou de uma transmissão para F, Lda., isenta de prestação de contas por força do outorgado na procuração de que o A. H tinha conhecimento e aceitou; 17 – O A., mesmo que não tenha tido conhecimento dessa venda, sabia o fim a que se destinava a procuração e sabia que só quando fosse vendida a moradia é que receberia o resto da quantia ajustada no contrato promessa de compra e venda que nada mais era do que um acordo de investimento em que ele entrava com o terreno e o J ou a sociedade F, Lda., com os custos da construção; 2 Os concretos pontos da matéria de facto constantes dos itens 11 e 12 da, aliás, douta sentença recorrida estão incorrectamente julgados, devendo ser julgados não provados; 2 Na acção 5789/06TBVNG, o A. marido tinha alegado e ficou, - no entender dos recorrentes - erradamente dado como provado que: " Após a celebração do contrato acima referido, o mencionado J começou a interpelar o Autor, convencendo-o que, uma vez que iria investir dinheiro seu na construção da moradia, tinha de ter garantias de que o contrato promessa iria ser cumprido e convencendo-o ainda que se acontecesse alguma coisa, como por exemplo a morte do Autor, ele ficaria desprotegido art 6 da petição, quesitos 2 e.”; 3 Dos depoimentos de parte da A. esposa  "a procuração era para ser usada em caso de morte dele” 50/00) e da testemunha O "a procuração era para ser usada no caso de o sobrinho falecer” 50/52 da gravação do seu, extrai-se a conclusão de que foram no mesmo sentido dos que foram prestados no proc.