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Assim, relativamente às alíneas, e da matéria não provada, e, pontos 6 e 7 dos fatos provados, afigura-se-nos, acolhendo a motivação do tribunal recorrido, que " apesar da prova produzida não permitir julgar como provado que a referida  do Mau não tenha dado essa ou outra quantia à Autora apenas porque esta passava dificuldades, porque lhe queria bem como a uma filha e até mesmo porque ela a autorizava a usar o seu logradouro com uma construção para a sua família, tão pouco se pode ter por suficientemente seguro que ambas tenham acordado comprar e vender o referido logradouro por esse preço e nunca, em sua vida, tenha a alegada compradora procurado acautelar documentalmente, a situação das filhas sobretudo tendo em conta que, como afirmaram ambas e todas as testemunhas, sempre se deram mal com a Autora.” Por isso, afigura-se-nos que a prova produzida é insuficiente para julgar provados os factos vertidos nas alíneas a dos fatos não provados.