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Inconformado com esta decisão, veio o Recorrente apresentar reclamação para a Conferência, requerendo que seja proferido acórdão sobre a matéria, apresentando as seguintes Conclusões  Por requerimento de 5 de Dezembro de 2021, o ora Requerente requereu junto do presente Tribunal da Relação de Lisboa, que fosse ordenada a baixa do processo e a sua remessa ao Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão, para redução da condenação do Recorrente e reajuste do cômputo da coima que lhe foi fixada em cúmulo jurídico, tendo em conta a prescrição do procedimento contra-ordenacional relativo à contra-ordenação em sede de reporte de relatório de prevenção de branqueamento de capitais infracçãoprevista e punida pelo artigo 5, alínea,consubstanciada na violação do artigo ,n. 1, do Aviso n. 9/2012 do Banco de Portugal, datado de 17 de no passado dia 4 de Dezembro de 202  A Decisão Reclamada entendeu que não seria aplicável ao caso dos autos o disposto no artigo 2-A do RGCO, ex artigo 5 da Lei n. 25/2008, mas sim o disposto no artigo 16 da Lei n. 83/2017, de 18 de Agosto, pelo que o prazo de suspensão do prazo prescricional não seria de 6 meses, mas sim de 5 anos e, nesses termos, ainda não teria decorrido a prescrição.