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E o mesmo se passa com os factos pretendidos levar à matéria de facto não provada de que "O Réu procedeu à plantação de uma vinha no prédio do artigo 567, com prévia preparação do terreno, e tendo vindo a tratar da mesma desde então”, e de que "Os actos descritos nos pontos 21 a 24 foram praticados por J. F. por conta e no interesse do Réu”, uma vez que esses factos já constam da matéria de facto provada nos pontos 21 a 24  – que "No prédio rústico inscrito sob o artigo 567, o progenitor do réu procedeu à plantação de uma vinha com a área de 2256 m2”; "Para o efeito, contratou e pagou a surriba do terreno com uma máquina bulldozer e a subsequente preparação do mesmo, adquiriu as videiras, pagou a respectiva plantação e providenciou pela colocação de postes e de arames; "O progenitor do réu tem tratado da vinha até à data presente”; e "A plantação da vinha no terreno foi realizada em data concretamente indeterminada mas situada entre os anos de 2003 e 2004”.