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ponto dos factos provados e explicitou-se, ainda em sede de fundamentação, que "1,25 vezes o salário mensal mínimo nacional por cada um dos, presentemente se cifra em € 750,00 por cada um dos Insolventes e € 500,00 no”, ou seja, o despacho inicial concretizou o método de cálculo que ele próprio definiu e face aos provados rendimentos dos Insolventes € 105,22 e € 431,65 e do salário mínimo garantido então supostamente em vigor1 apurou que o valor mensal a excluir dos seus rendimentos à data – presentemente – era de € 750,00 por cada um dos Insolvente e € 500,00 no total, o que significa que ponderou os rendimentos em conjunto dos Insolventes e não separadamente, caso em que o valor a excluir dos rendimentos dos Insolventes, à data, corresponderia a € 181,69 750,00 + 431,65 e não de € 500,0 A interpretação do despacho inicial da exoneração à luz dos seus fundamentos e da aplicação prática do método de cálculo que ele próprio definiu, leva-nos a concluir que o valor mensal a excluir dos rendimentos dos Insolventes para efeitos de cessão corresponde, em conjunto, a 2,5 vezes a retribuição mínima garantida resultante da soma de 1,25 vezes o salário mensal mínimo nacional e não da ponderação isolada dos rendimentos de cada um deles.