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Atuou o arguido de forma livre, voluntária e consciente, bem sabendo ser a sua conduta proibida e punida por lei.” # A matéria considerada não provada é a seguinte: "- quando avistou o JG, o arguido logo formulou o propósito de, mediante o recurso à força e à intimidação, se apropriar do dinheiro que este trouxesse consigo nesse dia, fazendo-o seu; - o arguido, de forma abrupta e repentina, agarrou JG com bastante força, e retirou-lhe, puxando com violência, o dinheiro que este trazia guardado uma bolsa presa à cintura; - atuou o arguido com o propósito alcançado de abordar a vítima de forma violenta e inesperada, a fim de a atemorizar, enfraquecendo a sua capacidade de defesa e impedindo-a de oferecer resistência, como quis e conseguiu.” # Vejamos, então, se perante a única matéria que se considerou provada, pode concluir-se, como pretende o recorrente, que o arguido incorreu na prática de um crime de roubo e não de um crime de furto, conforme se entendeu na decisão recorrida.