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Logo, e face à clara letra da lei, é indiscutível que e ao contrário do que sucedia no regime processual anterior à reforma operada pelo Dec-Lei n 329-A/95, de 12 de Dezembro, no P.anterior, de, o requerido terá de optar entre um, ou outro, dos meios de reacção à sua disposição, isto é: ou recorre da decisão de decretamento da providência cautelar, nomeadamente sindicando o julgamento feito da matéria de facto, a suficiência dos factos apurados para o decretamento da providência, ou a selecção, interpretação e aplicação feita da lei; ou deduz oposição à mesma, visando então alegar novos factos que infirmem os fundamentos do seu decretamento, ou produzir novos meios de prova que abalem a credibilidade conferida aos inicialmente considerados.