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Na análise dos fundamentos da resolução invocados pela ré, está provado que por carta de 25/05/2017 a ré informou a autora ter enviado em 3/5/2017 uma outra missiva de igual teor, que havia sido devolvida como "não reclamada”, resultando desse documento que a aquela concedia a esta o prazo de 10 dias para serem entregues os relatórios trimestrais relativos ao 2, 3 e 4 trimestres de 2016 e 1 de 201 E de novo, em 28/07/2017, a ré enviou á autora a resolver o contrato de exclusividade com a Autora, alegando "Reportando-nos à carta que vos foi dirigida a 11/07/2017, atendendo a que, apesar da concessão de mais tempo, até ao momento não nos foi remetida a informação em falta, consideramos resolvido o contrato de exclusividade celebrado com Exas, por existência clara de justa causa objectiva, traduzida no incumprimento definitivo das /obrigações contratuais”.