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B., concluindo que aquela , estava naquelas circunstâncias espácio-temporais descritas em  e praticou os factos ali descritos, razão pela qual veio aquela a ser ali condenada pelo crime de dano;  - E, chegou-se também ali àquela conclusão por se ter apurado, como se estatuiu na fundamentação da matéria de facto, que "o testemunho da S. R., que tenta dar um álibi à mãe para a data e hora da prática dos factos, não revelou qualquer credibilidade ao Tribunal”;  - A arguida, apesar de saber estar a prestar depoimento num Tribunal, perante Magistrado Judicial, como testemunha, e que tinha jurado dizer a verdade sob pena de incorrer na prática de um crime, quis prestar o depoimento nos termos acima referidos, sabendo que o mesmo não correspondia à verdade, por forma a obstar assim à realização da justiça, falseando deliberadamente a realidade dos factos sobre os quais respondeu, querendo com isso evitar que à ali arguida, sua mãe, fosse aplicada qualquer pena;  - Mais sabia a arguida do carácter ilícito e proibido de tal conduta, sabendo que tal constituía ilícito criminal e mesmo assim não deixou de o fazer.