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Por todo o exposto, não deverá o F ser desenraizado do seu agregado familiar mãe, irmão e, ou seja, o F deverá continuar a residir com a mãe e com os demais elementos do seu agregado familiar, como sempre, por já ter assegurado a transição e mudança de residência para a cidade do Porto de todos os membros da família e assegurada a matrícula escolar no 7 ano na escola no Porto, por assim se manter o convívio com o seu irmão e demais membros da família e promoção das relações habituais com o pai.”  No JFM de Lisboa foi marcada uma conferência para 14/08/2019 e nela, depois de serem ouvidos o menor e os pais, que se pronunciaram em sentidos divergentes, foi ouvido o MP que promoveu o seguinte:  "Não existem factores de segurança, de educação, saúde ou outros factores que sejam determinantes, mostrando-se a vida do menor muito estruturada sob o ponto de vista de todos estes factores.