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29- Ainda assim sempre se dirá quanto à existência do crédito do Recorrido: na acção executiva proposta contra o aqui Requerente, ora Recorrido, pela sua qualidade de garante da dívida ponto 8 dos factos provados da decisão que decretou o, na qual não foram executados, nem a sociedade principal devedora, agora Recorrente, nem os demais accionistas da mesma, a ali exequente penhorou a totalidade das acções de que o Recorrido era titular na sociedade Quinta do e que tinham sido dadas como garantia ponto 9 dos factos ali dados como; Sendo que, 30- As mencionadas acções já estão registadas em nome da sociedade exequente,, SA ponto 10 dos factos provados na decisão que decretou o. Aliás, 31- Consta dos autos prova documental de que, em 002016, a sociedade então credora do valor do mútuo bancário, de que era devedora a agora Recorrente, e na sequência do penhor que realizou às acções do Recorrido, lhe enviou uma comunicação notificando-o de que havia executado o penhor sobre as suas 2050 acções, e que, por essa via, "fazia suas as referidas acções com todos os seus direitos sociais inerentes”.