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Não faria qualquer sentido que a parte fosse obrigada a arguir nulidades que não conhecesse ou não tivesse obrigação de conhecer neste sentido se tem desenvolvido a jurisprudência deste Supremo, como se vêm por exemplo, do Acórdão de 13-1-2009 relator Conselheiro Silva inserido em www.dgsi.pt/jstj.nsf  23 Já para evidenciar a contradição com o recorrido respiga do Ac da Relação do Porto e acima referido Do sumário – O prazo para arguição de nulidade processual, cometida num momento em que a parte não esteve presente, inicia-se quando a parte intervier em algum acto praticado no processo, exigindo-se para o efeito a presença física da parte ou do seu mandatário, ou quando for notificada para algum termo do processo, desde que, pela natureza do acto a que se destina a notificação, a parte deva exercer uma actividade que, num sujeito de normal diligência, a levará a tomar conhecimento da nulidade.