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Depois, porque o progenitor não possui a necessária estabilidade profissional que permita avançar para a residência alternada, já que está demonstrado que no exercício da sua atividade profissional, ligada a petrolíferas, tem de viajar com regularidade para o estrangeiro onde permanece por períodos de 15 dias, regressando novamente a Portugal, pelo que se acompanha as reservas manifestadas pelo Magistrado do Ministério Público nas suas alegações, ao afirmar que, nestas circunstâncias, a fixação de um regime de residência alternada para a criança em períodos quinzenais é de difícil compatibilização com a possibilidade de maior participação na vida da BB, face às constantes viagens do progenitor e as ausências que as mesmas poderão importar.