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Como se conclui no Acórdão da Relação do Porto de 14 de Junho de 2017, in www.dgsi.pt 3: "Deste modo, as consequências do comportamento da Exequente quanto à obrigação exequenda não assumem os contornos de inexigibilidade pretendidos pelo embargante, mas refletem-se no conteúdo da mesma, relativamente ao montante dos respetivos juros moratórios quanto às prestações ainda não vencidas à data da citação), que serão devidos desde a citação.”» Perante estes elementos, afirma-se a parcial procedência dos embargos, acolhendo que é exigível o total valor em dívida e tendo como única restrição a data do início de contagem dos juros devidos.