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São apenas objeto da presente apelação os fundamentos invocados na petição de embargos relativos à nulidade da cláusula 1 do contrato de fls 33 a 36 e da ambiguidade da mesma cláusula, em face das cláusulas  e  do mesmo contrato, sobre os quais a sentença recorrida não se pronunciou por considerar que ao caso não teria aplicação o regime jurídico da Cláusulas Contratuais Gerais aprovado pelo Dec.Lei n. 446/85 de 25/1  A sentença recorrida, depois de citar – diga-se que a despropósito – um longo sumário do acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 24/3/2011, conclui do seguinte modo: «) no caso dos presentes autos, o contrato que veio a ser celebrado entre as partes, referido em dos factos provados, não configura o denominado «contrato de adesão».