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Também não restam dúvidas de que após a chegada dos militares VA e JC o arguido LP, apesar de várias vezes lhe ter sido dada voz de detenção e de ter sido agarrado na sequência da mesma, esbracejou e conseguiu soltar-se tendo as arguidas A e E tentado impedir o militar VA de deter o arguido pai da primeira e marido da, colocando-se à sua frente e agarrando-o nos braços o que levou a que o militar da GNR puxasse da arma.”   Analisada toda a prova produzida, e espelhada na motivação da matéria de facto do Tribunal "a quo”, ficou provado que o arguido, ora recorrente, resistiu à detenção esbracejando e tentando se libertar, nunca se tendo afastado mais do que escassos metros dos militares da GNR.