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Com efeito, conforme entendeu o acórdão do STJ de 30-04-2019, revista n. 17566/16T8LSB.LS2, também subscrito pela actual relatora, citado pelos recorrentes, podendo a responsabilidade do réu ser reconduzida à relação contratual mantida com os seus clientes g. por efeito de um contrato de depósito bancário conforme sucedia nesses autos ou, como no caso presente, decorrente do incumprimento de um contrato de abertura de crédito), e por isso alheia à intermediação de um produto financeiro ou valor mobiliário, não se poderá considerar, inequivocamente, que se trata de um passivo excluído ou não transferido para o NB, e que, nessa medida não pode este ser tido por responsável, sendo certo que no caso concreto se conclui pela responsabilidade do réu NB pelas quantias depositadas na conta titulada pelos aí autores no então BES, como sucessor nos direitos e obrigações deste, as quais haviam sido objecto de desvio por um seu funcionário.