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O arguido foi ainda condenado, no âmbito do processo com o n. 33/16, por acórdão proferido em 11 de Julho de 2018 e transitado em julgado em 7 de Agosto de 2019, pela prática de três crimes de roubo qualificado, nas penas parcelares de prisão de seis anos, cinco anos e quatro anos e seis meses, respectivamente; um crime de furto de uso, na pena parcelar de um ano de prisão; dois crimes de falsificação, nas penas parcelares idênticas de um ano e seis meses de prisão por cada um deles; um crime de detenção de arma proibida, na pena de três anos de prisão; um crime de burla qualificada na forma tentada, na pena parcelar de um ano e seis meses de prisão, todos executados entre Outubro de 2015 e Julho de 201     Em cúmulo jurídico, considerando os referidos crimes, foi-lhe aplicada a pena única de dez anos de prisão, por acórdão do Supremo Tribunal de Justiça datado de 11 de Julho de 2018 e transitado em julgado em 7 de Agosto de 201   No aludido acórdão foram dados como demonstrados, nomeadamente, os seguintes factos:  No dia 03 de Fevereiro de 2016, pelas 09h30m, o arguido AA e indivíduo de nome WW, acompanhados de um terceiro indivíduo de identidade não apurada, dirigiram-se para a Rua  em , local onde o veículo automóvel de marca ., modelo .., propriedade de e que tinha aposta a matrícula .-.-ZU se encontrava estacionado.