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4-Não está, contudo, a ora Requerente em condições de as identificar, até porque o Cabeça de Casal tinha o hábito de lhe ocultar informação relevante na constância do matrimónio, e perante a inércia e falta de cooperação deste, vem, muito respeitosamente, requerer a a Exa que se digne oficiar o Banco de Portugal para vir ao processo identificar todas as contas, à ordem ou a prazo, aplicações financeiras e quaisquer activos financeiros titulados ou co-titulados pelo Cabeça de Casal à data da instauração da acção de divórcio, mais precisamente a 11 de Janeiro de 2005, data de produção dos efeitos patrimoniais do mesmo, e identificar a instituição bancária em que as mesmas estão sedeadas.