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Fundamenta a sua pretensão, quanto ao facto supra referido, em determinado excerto do depoimento da beneficiária F. , que transcreve nas suas alegações, argumentando, para tanto, que a M Juíza "a quo” desconsiderou o facto da beneficiária ter referido que o filho A. é mais difícil que os outros, mas que é filho dela e que os filhos não são todos iguais, querendo demonstrar com essa expressão que também gosta do filho A.; e quando a M Juíza refere que o filho A. não é tão próximo, a beneficiária entende que esta se está a referir à localização da residência e não à proximidade afectiva, pois respondeu que "o filho que tenho mais difícil não vive muito perto de ” Ora, resultou cristalino da audição do depoimento da beneficiária F. , que esta falou de forma genuína, com especial carinho, do marido seu companheiro ao longo de 60 anos de e dos filhos R. e J.