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Quanto à al., a lei censura, em rigor, a ausência de qualquer fundamentação e não a fundamentação insuficiente ou deficiente, que, embora justifique a sua impugnação mediante recurso, se este for admissível, é diferente de uma "falta absoluta de motivação”  No que toca à al., no fundamento alegado, a lei prevê a contradição intrínseca da decisão judicial, pela circunstância de "os fundamentos invocados pelo tribunal conduzirem logicamente a uma conclusão oposta ou, pelo menos, diferente daquela que consta da decisão”   Ora, pelo que foi dito e desenvolvido para o ponto : — não se vislumbra que haja falta de fundamentação, muito menos na vertente de ausência total censurada pela, bem pelo contrário, considerando a fundamentação crítica e relacional para a visada modificação dos factos relativos à matéria provada e não provada;  — não se regista que haja qualquer incompatibilidade entre os fundamentos usados e a decisão tomada, a título próprio e legítimo e, como vimos, lícito), quanto à decisão fáctica, nomeadamente porque o sentido apontado por tais fundamentos não contradizem de todo o resultado decisório independentemente do acerto da decisão, que não se discute por esta – como, aliás, se concluiu: "não se mostra feita prova de que a Autora deu aos Réus o dinheiro que veio a ser depositado na conta bancária da CGD com o n3200, só pelos Réus titulada, ou, ainda que tal no limite se queira conceder, que há manifesta dúvida sobre a ocorrência de tal factualidade.