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O acórdão recorrido, depois de reconhecer que a acção n 39/17 – em que as AA pediam o reconhecimento de ambas como filhas de FF – constituía causa prejudicial da presente acção, ponderou o seguinte:  " Com tal fundamento a prejudicialidade da acção n 39/17), foi a presente instância suspensa, pelo despacho de 2001  Apesar de nesse despacho se referir apenas que a instância fica suspensa até ao reconhecimento da paternidade, tem o mesmo de ser relacionado com o despacho anterior de 202018, em que se ordenou a notificação das partes para se pronunciarem sobre a requerida suspensão da instância, "Atendendo ao estado dos autos do P. 39/17, onde a decisão aí proferida ainda não transitou em julgado”.