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Seja como for, antes disso, já a testemunha Dr. K, a par do 2 Réu, tinham comunicado a razão de ser da segunda cirurgia face à desmontagem da osteossíntese, logo, não podia o Recorrente invocar desconhecimento vide depoimento daquela testemunha por referência à ata, de 19 de Junho de 2019, passagem a minuto 4:00 em.Diante do exposto devem os citados pontos factuais continuar a constar do elenco dos factos não provados.Os pontos ,  15 e 2 dos factos não provados têm, respectivamente, a seguinte redacção: "-Que a 2 operação ocorreu face à posição e estado do parafuso, e do seccionamento do nervo axilar”; - Que por causa dessa operação o autor tenha omalgia no ombro direito do Autor e a afectação do nervo axilar do ombro direito do Autor, do nervo supra-escapular, e, consequentemente, do músculo deltóide músculo que se localiza na face externa da articulação gleno-umeral e cuja acção é a de elevar o braço–abdução); "Que uma lesão/seccionamento do nervo axilar, o ombro direito do Autor nunca mais voltará a funcionar de forma normal”; "Que a instabilidade crónica no ombro direito, provocada por luxações repetidas, sem lesão na coifa dos rotadores, tivesse como única consequência um acentuar das dores no ombro direito do Autor, nos períodos de luxação, antes de efectuadas as respectivas reduções e imobilizações do ombro”.