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A Recorrente, apresenta as suas alegações de recurso nas quais formula as conclusões que infra se reproduzem: "CONCLUSÕES:   A decisão ora recorrida, não faz, salvo o devido respeito, uma correcta apreciação da matéria de facto relevante e, bem assim, total e acertada interpretação e aplicação das normas legais aplicáveis ao caso sub judice;  Os Reclamantes consideram que "Tendo os Reclamantes invocado a prescrição da dívida subjacente ao processo de execução fiscal n. .., relativo à liquidação de IRS referente ao período de 1999, a Autoridade Tributária deveria abster-se de praticar quaisquer atos de cobrança coerciva – sobretudo quando teve 8 anos e meio sem o fazer e apenas "acordou” com a apresentação do requerimento por parte dos Reclamantes – enquanto não se tivesse pronunciado sobre o requerimento apresentado e, bem assim, enquanto o eventual subjacente a este tema não tivesse transitado na ordem jurídica”; Conforme asseverado nos factos assentes na douta sentença na letra Z. Em 26 de Agosto de 2019, os Reclamantes apresentaram requerimento a solicitar o reconhecimento da prescrição da dívida, bem como a extinção do PEF cf.