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Inciso fáctico não provado em: partindo do estabilizado como provado em  e sem prejuízo, como melhor se expenderá infra em sede de análise normativa, de que, face aos contornos do caso espécie, ser consabido que o fiador que renunciou ao benefício da excussão responde em termos solidários com o devedor, sendo a responsabilidade deste, a medida da responsabilidade daquele e, daí, não carecendo de ser interpelado, bastando que o seja o devedor principal, facto ocorre que a missiva em apreço se vislumbra, efectivamente, enviada para a morada contratual, pelo que sempre se eleva a regra da declaração recipienda ou receptícia – artigo 22, n. 1, do Código Civil, sem prejuízo do seu n. 2, com respeito ao critério da culpa, o qual reclama apreciação das circunstâncias relevantes, designadamente o grau de diligência concretamente exigível ao destinatário, tendo em conta a natureza e o teor do contrato a que respeita a missiva, sendo que, tratando-se de um acordo de abertura de crédito em que o executado embargante se constituiu fiador, a apreciação não deixará de ocorrer através do critério de um devedor diligente e criterioso - artigo 48, n. 2, ex artigo 799,, n. 2, do Código Civil.