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Quanto a esta afirmação, o impugnante tinha obstado na sua petição inicial, dizendo que uma das situações apresentadas ocorreu no final do exercício económico de 1997 e a outra ocorreu em 199 Além de tal situação, por si só, não ser demonstrativa de qualquer omissão de proveitos, não podemos esquecer que o IRS em discussão respeita aos anos de 1995 e 199 O relatório inspectivo e a decisão da Comissão de Revisão não fundamentam capazmente a razão por que não era possível proceder à comprovação e quantificação directa e exacta dos elementos contabilísticos e de inventário de forma a proceder ao apuramento do lucro tributável, tanto mais que resulta do relatório que o impugnante tem a contabilidade legalmente organizada.