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As deliberações de 29/12, no tocante ao crédito da autora nada inovaram nem nada alteraram, limitaram-se a consignar na lista de processos que foi anexa, aquilo que já resultava das deliberações anteriores ou seja que a acção donde resultava o crédito da autora estava excluída do passivo que transitava do BB para o Banco Não se vislumbra, pois, como pode a autora invocar violação do principio da confiança e da segurança jurídica, quando desde o inicio do processo de resolução e em particular das deliberações do Banco de Portugal, nunca se pode inferir sequer uma simples expectativa jurídica do crédito da autora transitar para o passivo do Banco Na verdade, pela origem e natureza do crédito e pela contingência do mesmo decisão de condenação não era tal crédito sempre cairia na previsão da subalínea da al.