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Consideradas as conclusões formuladas pelos apelantes Requeridos, estes pretendem: - haver contradição entre o pedido e a causa de pedir conclusão 1 - 1 questão das alegações); - haver inexistência de violência no esbulho conclusões 2 a 5 - 2 questão das alegações); - haver inexistência do requisito "perículum in mora” no pedido subsidiário conclusão 6 - 3 questão das alegações); - que quanto à matéria de facto, se deva dar como"Provada”a matéria alegada no item 1, 2, 3 e 4 da Oposição conclusão7 - 4 questão das alegações); - que se dê como adquirido o desfecho da acção de reivindicação n 1942/12T8BCL instaurada pela requerente contra os Requeridos conclusões 8 e 9 - 5 e 6 questões das alegações); - que se dê como definitivamente julgadas determinadas questões decididas na acção de reivindicação n 1942/12T8BCL conclusão 10 - 7 questão das alegações); - que se dê como definitivamente julgadas determinadas questões decididas na já referida acção de reivindicação n 1942/12T8BCL conclusão 10 - 7 questão das alegações); - que se afira da impossibilidade em qualificar como "esbulho violento” o acto dos requeridos atento o desfecho da dita acção de reivindicação n 1942/12T8BCL conclusão 11 - 8 questão das alegações); - que quanto à matéria de facto, se deva dar como "não provados” os factos a, inclusive da 1 decisão cautelar recorrida conclusão 12 - 9 questão das alegações); - que se afira da impossibilidade da requerente vir colocar idêntica questão, ao abrigo do instituto da "restituição de posse”, atento o desfecho da acção de reivindicação n 1942/12T8BCL instaurada pela Requerente contra os Requeridos, que considerou ilegítima a ocupação do prédio por aquela desde 4-12-2019, conclusão 13 - 10 questão das alegações); - que se avalie do efeito do desfecho da acção de reivindicação n 1942/12T8BCL instaurada pela Requerente contra os Requeridos relativamente à investidura da posse conclusões 14 e 15 - 11 questão das alegações); - que se avalie do efeito do desfecho da acção de reivindicação n 1942/12T8BCL instaurada pela Requerente contra os Requeridos relativamente a esta providência conclusão 16 - 12 questão das alegações); - que se avalie da falta do elemento subjectivo da posse da Requerente, em face ao desfecho da já aludida acção de reivindicação n 1942/12T8BCL conclusão 17 - 13 questão das alegações); - que se afira do efeito do desfecho da acção de reivindicação n 1942/12T8BCL instaurada pela Requerente contra os Requeridos, em virtude de estarmos perante uma posse da inferior a um ano e um dia – "posse” essa que não permite o recurso à providência recorrida conclusão 18 - 14 questão das alegações); - inexistir uma "vacatio” na posse do prédio entre 2018 e 12019 conclusão 19 - 15 questão das alegações); - que quanto à matéria de facto, se adite aos factos provados mais o seguinte: - "entre 2018 e 12019, os Requeridos mantiveram-se na posse do prédio, nele entrando e abrindo regos de escoamento das águas vindas da Igreja” conclusão 20 - 16 questão das alegações); - que em face do desfecho da acção de reivindicação n 1942/12T8BCL instaurada pela Requerente contra os Requeridos, se proceda a uma alteração à matéria de facto conclusão; - que se reaprecie a decisão de mérito da providência face aos factos provados 1 a 8 e 10 e 11 da 2 decisão e às conclusões anteriores conclusão.