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E. Na sentença de que ora se recorre o Tribunal a quo dispõe que "como tem vindo a ser reconhecido quase uniformemente pela jurisprudência quer das Relações quer do Supremo, o local específico onde cada trabalhador presta funções constitui mero elemento acidental da relação laboral, não sendo elemento diferenciador dos direitos dos trabalhadores.”, F. No caso concreto dispõe a douta sentença que "resulta também dos factos que os imóveis descritos sob as verbas n.s 2 e 3 do auto de apreensão descritos na Conservatória do Registo Predial do Porto sob os n.s 181/19900905-A e 2505/20060424) eram destinados ao depósito de veículos automóveis da insolvente, sendo que o objeto social da Devedora era precisamente o comércio e a reparação de veículos automóveis novos e usados.