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Assim, a presente cláusula é proibida, por violação do disposto na alínea do n. 1 do artigo 2 RJCCG, uma vez que atribui à predisponente R. o direito de revogar unilateralmente o contrato, a qualquer momento, com base na sua própria conveniência e sem que ao consumidor seja dada a possibilidade de resolução do contrato ou de solicitar qualquer reembolso, compensação ou indemnização, e, consequentemente, é nula, em conformidade com o disposto no artigo 1 daquele diploma legal, colocando o consumidor numa situação de maior fragilidade, criando um desequilíbrio na relação contratual estabelecida, pelo que a cláusula é igualmente proibida, por violar valores fundamentais do direito, defendidos pelo princípio da boa-fé, nos termos dos artigos 1 e 1, ambos RJCCG, criando um desequilíbrio na relação contratual estabelecida entre a predisponente R. e o utilizador/consumidor, colocando este à mercê do arbítrio daquela.