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Por conseguinte, coloca-se a questão de saber se a falta de formulação de conclusões em recurso jurisdicional interposto de decisão proferida em processo que seguiu a forma de ação administrativa, qualificada pelo Autor como "especial” – mas cuja forma de processo desapareceu da ordem jurídica desde a revisão do CPTA, operada pelo n. 214-G/2015, de 02/10, muito antes de a presente ação ser instaurada em juízo, tendo a anterior dualidade das ações administrativas dado lugar à forma única de ação administrativa –,  deve conduzir à rejeição do recurso, como antes suscitado ou se, porventura, deve dar lugar ao proferimento de despacho de convite ao aperfeiçoamento, por aplicação do disposto no n. 4 do artigo 14 do CPTA, não determinando a imediata rejeição do recurso, como parece pretender o Recorrente ao, sem nada dizer ou invocar, apresentar nova alegação recursiva.