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Concluem que, ao entender como se entendeu nos pontos 6, 7 e 8 da matéria de facto provada, o Tribunal recorrido desconsiderou as legítimas expectativas criadas aos apelantes  e E. pelo Tribunal de  instância onde correram os autos com o número 923/17TBGDM, no sentido de que, com a prolação do despacho datado de 202016, e emissão do respectivo título de transmissão em 102016, com a certificação do trânsito em julgado do primeiro, tal despacho que lhes adjudicou o imóvel em causa tinha efectivamente transitado em julgado, estando protegido pelo caso julgado formal, nos termos do artigo  62 CPC.