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Ora, como bem se salienta na sentença, a alegação de que a Administração tributária deveria ter averiguado junto do emitente a razão de ser da falta de sequência cronológica na emissão das facturas 1588 e 1994 da F. , bem como a circunstância de se tratar de um emitente com actividade cessada, não expõe qualquer falha decisiva na investigação que comprometa a validade dos outros indícios recolhidos quanto à simulação das operações facturadas, como a falta de comprovação dos pagamentos e, em particular, do pagamento da factura 1588 e da divergência, que a impugnante não conseguiu justificar convincentemente com a prova produzida, entre o valor da factura 1994 e o do cheque apresentado como correspondendo ao seu meio de pagamento, aliás, não devidamente relevado na contabilidade e no extracto bancário cf.