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s) Aliás, se dúvidas houvessem de que a origem desta contaminação foi – e só pode ter sido - a fábrica da Ré ADP, bastaria atender ao facto de a testemunha ter deixado claro que «não foi identificada esta bactéria, com esta estirpe, em mais sítio nenhum, senão naquela torre»: minuto 020 a 035,   t) Tendo esta testemunha, , sintetizado no respetivo depoimento, particularmente ao minuto 155 e 20:45, as falhas imputadas aos técnicos da ADP e da GE que efetuavam a manutenção das torres de arrefecimento, omitindo negligentemente procedimentos que integram essas boas práticas aquando do momento da reativação das referidas torres de arrefecimento, na sequência aliás do que resulta do Relatório Final elaborado pela Testemunha na qualidade de Inspetora Chefe da Polícia Judiciária, que respalda a inadequada manutenção ou conservação do 8 circuito de arrefecimento, com prejuízo para a manutenção e conservação das suas estruturas/componentes e para a eficiência do seu funcionamento, provocada pela falta de limpeza física completa e adequada daqueles estruturas/componentes e, bem assim, pela falta de realização de desinfeção preventiva, através do uso de produto biodispersante, e da falta de aplicação de choque com produto biocida na água, no período compreendido entre os dias 102014 e 212014, que determinou que, aquando do re-arranque do circuito de arrefecimento e durante o seu funcionamento nos dias subsequentes, até ao dia 12014, a referida bactéria Legionella pneumophila sg 1, estirpe ST1 905, se tenha integrado nas gotículas de água formadas no interior do 8 circuito de arrefecimento, gotículas que lograram passar pelos separadores de gotas ou "drift eliminator" instalados nas torres de arrefecimento do 8 circuito de arrefecimento e foram expelidas, por aerossolização, para a atmosfera.