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Mais, quando refere o seguinte: "Quanto ao ónus da prova sobre a tempestividade da denúncia dos defeitos, como decidiu o citado Acórdão do STJ de 201999, 483, pág.241, incumbe ao comprador provar, "o tardio surgimento do defeito ou o vício e o não decurso do prazo de 8 dias, bem como a diligência exigível ao tráfico comercial por si usada” e de seguida invocando o Acórdão do STJ de 101997, acrescenta "o comprador tem o ónus de provar não só a factualidade demonstrativa da eventual impossibilidade, a data em que cessou essa impossibilidade e o defeito passou a ser detectável; não cumprindo esse ónus, o prazo ter-se-á de contar da data da entrega do material.” cf.