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Acordam na Secção Social do Supremo Tribunal de Justiça:      AA, intentou a presente ação declarativa emergente de contrato individual de trabalho, sob a forma de processo comum, no dia 1/2/2019 e com pedido de citação urgente, nos termos do artigo 56 do NCPC contra a R. Meo - Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A., pedindo ao tribunal que, julgando pela sua procedência, decidisse: «1 - Condenar a Ré a pagar ao Autor a título de atualizações das prestações devidas desde 002006 até 002010, e apuradas com base nos valores percentuais em termos médios às alterações salariais para as tabelas salariais dos trabalhadores da Ré, o valor global de € 2588,08, e ainda naquelas que se vierem a apurar em sede de execução de sentença, e que resultem dos anos de 2011 até 002018; 2 - Condenar a Ré a pagar ao Autor juros à taxa legal de € 962,59, referente à atualização das prestações devidas desde 002006 até 002010, e ainda os juros que se vierem a apurar em função dos valores devidos entre o ano de 2011 até 00201» Para o efeito, alegou: - Na sequência do acordo de suspensão do contrato de trabalho/pré-reforma, ficou a Ré obrigada a atualizar anualmente a pensão acordada; - Porém, a Ré não o fez entre janeiro de 2006 e fevereiro de 2010, nem nos anos seguintes; - Violou, assim, o acordo de pré-reforma, pelo que assiste direito do Autor àquelas quantias.