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do pedido formulado.Não se conformando com o assim decidido, recorreram os autores "B e ”, concluindo as suas alegações da seguinte forma: Os Apelantes requereram a declaração e reconhecimento do seu direito de arrendamento de parte do prédio para habitação própria e permanente, bem como a declaração e reconhecimento do seu direito de preferência na venda do prédio urbano, pretensão que foi desconsiderada pelo tribunal;  Ainda que o imóvel dos autos não esteja constituído em regime de propriedade horizontal, é, contudo, inegável que os Autores são arrendatários de uma parte desse mesmo imóvel, estando inclusive o mesmo dividido em cinco habitações independentes;  Sendo aplicável ao caso dos autos o art.. 109 do , na versão introduzida pela Lei n. 6/2001, de 27/02, errou o tribunal ao julgar a ação improcedente pois ao não reconhecer o direito de preferência aos Autores acabam eles por ficar, de forma notória, desfavorecidos em relação aos arrendatários que tiveram a felicidade de ocupar uma fracção juridicamente autonomizada, sendo-lhes também frustrada a expectativa de poderem exercer a preferência em relação á totalidade do prédio que lhes era reconhecida pelo entendimento geral prevalecente na altura do RAU;  Se o arrendamento incide sobre uma das partes do edifício que no seu todo formam a coisa jurídica) e se o local arrendado estará, assim, a ser alienado, então, por maioria de razão, para efeitos de exercício da preferência, devemos fazer corresponder o direito que ao arrendatário cabe ao conceito de local arrendado alienado.