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Já não é admissível exigir da o pagamento do preço da água, em substituição de concreto benefício da água, porquanto apenas o Estado Português se obrigou a dar água aos Autores e com estes estabeleceu as regras de captação alíneas 4, 5 e 6 dos Factos Provados.  . Também não pode imputar-se à qualquer obrigação de indemnizar pelo facto de não terem os Autores agricultado as terras e criado gado, porquanto a sua posição em relação ao caso é meramente instrumental – empreiteiro – e não de parte na relação jurídica em causa – como se entendeu na douta sentença dos embargos de executado, quando se fixou a prova de que a executou a ligação da água para os Autores, "a mando da DRATM e por conta desta” como tinha de ser.