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Estribada em diversa jurisprudência e adentro de um correto enquadramento legal e interpretativo, a recorrente, alega, em suma, que a jurisprudência tem acentuado reiteradamente que não deve confundir-se equidade com arbitrariedade, de modo que, no cálculo do montante indemnizatório, é mister confrontar as decisões tomadas pelos nossos mais altos tribunais em situações idênticas, por forma, a atingir, na medida do possível, as soluções igualitárias, constitucionalmente consagradas, contexto em que entendia que, no caso concreto, tratando-se de um indivíduo com 28 anos, solteiro, socialmente integrado e com ocupação profissional efetiva, e considerando o acervo factual apurado, seria equitativa justa e adequada a compensação de setenta euros para a perda do direito à vida.