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O caso posto nos autos reúne, a nosso ver, estes predicados; no plano naturalístico, os factos provados revelam que a atuação culposa do Banco réu constituiu uma condição sem a qual a subscrição das obrigações e, com ela, o dano não se teria verificado, uma vez que foi por via dela que A. marido fez a aplicação financeira ponto 7 dos factos e idêntica adequação se verifica,em abstrato ou em geral, porquanto se demonstra que a atuação do Banco réu, mais do que uma mera probabilidade, foi determinante para a eclosão do dano – se o Autor marido tivesse percebido que poderia estar a dar ordem de compra de Obrigações SLN 2006, produto de risco e que o capital não era garantido pelo BPN, não o autorizaria ponto 8 dos factos.