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Importa ainda salientar em defesa da posição sufragada pelos apelantes, o decidido pelo Venerando Tribunal da Relação de Guimarães, Processo n 42/15TBMTR.G1, Relator: FERNANDO FERNANDES FREITAS, no acórdão proferido em 22-06-2017, que decidiu – "Se um caminho não se integra em nenhuma propriedade privada a prova do seu uso imemorial pela população é suficiente para se considerar tal caminho como público, não se impondo, neste caso, a interpretação restritiva do "Assento” que definiu o conceito de "caminhos públicos”, já que esta interpretação restritiva pressupõe o atravessamento de propriedade alheia”; w) Ou seja, e em síntese, tendo os apelantes provado o que melhor resulta dos pontos 1 a 1 da matéria de facto, que aqui por brevidade se dão por reproduzidos e consequentemente, não tendo os apelados provado e o ónus da prova era seu, em conformidade com o n. 2 do art.