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Na sentença sob recurso, na única parte que ora está sob sindicância, foi julgado que " Quanto à diferença da área bruta privativa da primeira para a segunda avaliação e da consideração da área das varandas como área bruta dependente: Com a primeira avaliação, foi indicado que o imóvel detinha a área bruta privativa de229,20 m2 e com a segunda foi indicado que o imóvel detinha a área bruta privativa de 239,99 m Por outro lado, relativamente à área bruta dependente, quer a primeira, quer a segunda avaliação indicam como área bruta dependente a área de 158,85 m O número 2 do artigo 4 do classifica a área bruta privativa como a superfície total, medida pelo perímetro exterior e eixos das paredes ou outros elementos separadoras do edifício ou da fracção, inclui varandas privativas, caves e sótãos privativos com utilização idêntica à do edifício ou da fracção a que se aplica o coeficiente  E o número 3 do mesmo preceito legal, determina que as áreas brutas dependentes são as áreas cobertas de uso exclusivo, ainda que constituam partes comuns, mesmo que situadas no exterior do edifício ou da fracção, cujas utilizações são acessórias relativamente ao uso a que se destina o edifício ou fracção, considerando-se, para esse efeito, locais acessórios as garagens e parqueamentos, as arrecadações, as instalações para animais, os sótãos ou caves acessíveis, desde que não integrados na área bruta privativa, e ainda outros locais privativos de função distinta das anteriores, a que se aplica o coeficiente 0,30”.