Legal Document Excerpt:

71)–Transcrevendo-se a tabela consta que: A) ----  anos) ----  1 ----- 0,97087  2 ----- 1,91347  3 ----- 2,82861  4 ----- 3,71710  5 ----- 4,57971  6 ----- 5,41719  7 ----- 6,23028  8 ------ 7,01969  9 ----- 7,78611  10 ----- 8,53020  11 ----- 9,25262  12 ----- 9,95400  13 ----- 10,63496  14 ----- 11,29607  15 ----- 11,93794  16 ----- 12,56110  17 ----- 13,16612  18 ----- 13,75351  19 ----- 14,32380  20 ----- 14,87747  21 ----- 15,41502  22 ----- 15,93,692  23 ----- 16,44361  24 ----- 16,93554  25 ----- 17,41315  26 ----- 17,87684  27 ----- 18,32703  28 ----- 18,76411 29 ----- 19,18845 30 ----- 19,60044 31 ----- 20,00043 32 ----- 20,38877 33 ----- 20,76579 34 ----- 21,13184 35 ----- 21,48722 36 ----- 21,83225 37 ----- 22,16724 38 ----- 22,49246 39 ----- 22,80822 40 ----- 23,11477 41 ----- 23,41240 42 ----- 23,70136 43 ----- 23,98190 44 ----- 24,25427 45 ------ 24,51871 46 ----- 24,77545 47 ------ 25,02471 48 ----- 25,26671 49 ----- 25,50166 50                                                                                -----                                                                                25,7297 72)–Realçando-se o primado da equidade no cálculo dos danos futuros, sumariou-se no douto Acórdão do STJ de 10/04/2019 – Relator: Raul Borges, Processo n. 73/11PTBRG.GS1, in www.dgsi.pt -, que: "- Como acentuam a doutrina e a jurisprudência, o cálculo dos danos futuros é sempre uma operação delicada, de solução difícil, porque obriga a ter em conta a situação hipotética em que o lesado estaria se não houvesse sofrido a lesão, o que implica uma previsão, pouco segura, sobre dados verificáveis no futuro.