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A Recorrente aponta ainda que, mesmo que se entenda que praticou a contra-ordenação em causa, o que se não aceita uma vez mais, verifica-se que está reposta a verdade fiscal, a prática da infracção não causou prejuízo à receita tributária e a falta revela um diminutíssimo grau de culpa - o que aliás resulta da matéria de facto dada como provada na sentença recorrida, pelo que, sempre haveria lugar à dispensa da coima, nos termos do art 32 do R.G.T., ou à sua atenuação especial, que se requereu no recurso interposto, sendo que a sentença recorrida que existiu prejuízo efectivo, motivo pelo qual não poderia haver lugar à dispensa da coima peticionada pela recorrente.