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Face ao exposto, a decisão proferida pelo Tribunal a quo carece de fundamentação fáctica e jurídica, pelo que deve ser revogada e substituída por outra, que gradue os créditos da seguinte forma: 2) Pelo produto da venda da Fração autónoma descrita na Conservatória do Registo Predial do Porto sob o n. 181/19900905-A Freguesia – VERBA N.2 do Auto de Apreensão de Bens Imóveis:  Dívidas e despesas da massa insolvente;  Os créditos garantidos do credor hipotecário ", S.A.”, nos montantes de montantes de €64822,66 e € 68000,00 e até ao montante máximo assegurado por cada hipoteca;  Se ainda houver remanescente, os demais créditos comuns reclamados e reconhecidos, sendo os que são sob condição, unicamente no caso de a condição se verificar, devendo proceder-se a rateio, na proporção devida, caso não seja possível a plena satisfação dos créditos.