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Decidindo: Antes de mais, o que a autora diz não corresponde ao que se passou:  O que ela requeria, na injunção é que a requerida fosse notificada para lhe pagar 2372,21€ de facturas vencidas e cláusula penal, mais 4659,86€ de juros de mora não diz a que taxa, com base num contrato de 01/08/2013, referente ao período de 01/08/2013 a 11/06/201 E depois, no meio de 82 linhas de texto denso e quase sem espaços, constam estas 5 linhas: "Mais ficou convencionado, e assim aceite, que caso a requerida incorresse em mora com o pagamento de quaisquer montantes devidos de acordo com os contratos, seriam devidos juros à taxa legal acrescidos de 8% pelos alugueres em dívida e juros à taxa legal acrescidos de 5% por quaisquer outros montantes em dívida.” Por fim, na petição aperfeiçoada, a autora limita-se a escrever o seguinte na parte formalmente dedicada ao pedido: condenando-se a ré a pagar à autora 3261,57€ acrescidos dos juros moratórios que se vencerem desde 09/12/2016 e até integral e efectivo pagamento, à taxa legal.” E no corpo da petição escreve, quanto ao primeiro contrato: "33 Assim, e atentos os montantes em divida de capital no valor total de 1786,91€, acrescido do valor de juros à taxa legal desde 01/03/2014, a autora viu-se forçada a apresentar o presente requerimento de injunção.” E quanto ao 2: "62 Assim, e atentos os montantes em divida de capital no valor total de 1470,29€, acrescido do valor de juros à taxa legal desde 01/03/2014, a autora viu-se forçada a apresentar o presente requerimento de injunção.” Isto sendo que em relação aos dois contratos tinha escrito em 22 e 52: Para além da comunicação da resolução do contrato, a autora reclamou, por via da aludida carta, à Ré, o pagamento das facturas vencidas, bem como dos custos de aviso e demais despesas inerentes ao contrato, os juros de mora às taxas convencionadas.