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Sendo que, em consequência da acção dos RR., como provado no ponto 2, a água deixou de correr e de chegar à poça existente no prédio do autor; ) Resulta da sentença sob o ponto 2 dos factos provados que o A. provou a posse sobre a dita água, tendo praticado ao longo de mais de vinte anos, os actos inerentes à mesma; e) Face a este facto provado, sem prejuízo da avaliação adequada da prova testemunhal e tendo em conta o que dispõem os artigos 34 e 125 do Código Civil, a posição manifestada pelo Tribunal "a quo” e que determinou a resposta à matéria inserta nas alíneas e dos factos não provados, é errada; f) Quanto à prova testemunhal produzida, é de salientar os depoimentos, que Tribunal considerou credíveis quer da testemunha, A. P., vizinho do autor, com 62 anos de idade, pois em alusão a este disse: ") referiu, de forma objetiva e clara, e, portanto, credível, conhecer o prédio há mais de 50 anos, descrevendo, não só a sua composição, mas também, os atos possessórios levados a cabo pelos pais do autor e autor, sem qualquer oposição, convictos da sua propriedade”.