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- outras condensam em si, um juízo que emerge de factos atrás relatados e provados, e traduzidos nomeadamente no não fornecimento de matérias primas – peles; comunicação para não vir trabalhar ou chamada para o vir fazer; descrição dos seus deveres para cessar a laboração e este modo de proceder está descrito nos factos provados anteriores e relativo à sua actuação; as diversas cessações da laboração e o período de 4 meses de paralisação da laboração; se descreve o que não fez e o que tinha obrigação de fazer e não fez sendo a sua consequência natural, pelo que como tal não podem ser eliminados nem existe razão para tal, e ainda os factos descritos nos ns 37 a 54;  Alega ainda a arguida a violação do princípio in dubio pro reo, porque em face daquela ausência de prova quanto ao elemento subjectivo devia este ter-se por não provado, em face do que cumpre considerar que a violação de tal princípio deve ser tratado como erro notório na apreciação da prova cf.