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Ora, não havendo nexo causal entre a lesão apresentada e o evento, fica afastada a possibilidade de considerar o caso em apreço no âmbito da Lei que regula a reparação dos acidentes de trabalho e, nestas circunstâncias, declinamos qualquer responsabilidade na reparação dos danos emergentes.” Alínea dos Factos;  8- O Autor fez em 29 de janeiro de 2016 uma ressonância magnética Alínea dos Factos;  9- O Autor foi operado ao ombro em 11 de fevereiro de 2016 Alínea dos Factos;  10- Após apresentação de participação de acidente de trabalho, pelo Autor, a Ré prestou assistência clínica ao Autor Alínea dos Factos;  11- Os serviços clínicos da Ré atribuíram alta clínica ao Autor em 06 de julho de 2017, com uma desvalorização de 3% sem aplicação de fator de bonificação em função da Alínea dos Factos;  12- O Sr. Perito Médico, em exame realizado em 002017, fixou a data da alta em 06 de julho de 2017 e atribuiu ao Autor uma IPP de 3% 2% x 1,5), a partir de 07 de julho de 2017 Alínea dos Factos;  13- A Ré pagou ao Autor a quantia total de €15185,87, referente a indemnização por períodos de ITA de 21 de dezembro de 2015 a 12 de abril de 2017 e ITP de 6% de 13 de abril de 2017 a 06 de julho de 2017 Alínea dos Factos;  14- No dia 20 de dezembro de 2015, no aeroporto da Madeira, quando o Autor se encontrava a desempenhar as funções de comandante de avião – piloto, sob as ordens e direção da TAP, após retirar a mala do tapete de bagagens, dirigindo-se para a porta de saída, uma colega do mesmo, que se apresentou pela direita do Autor, movimentou o trolley pela sua esquerda, levando a que o Autor tropeçasse e de desequilibrasse Resposta ao art.