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da douta sentença que julgou a presente ação totalmente procedente, por provada, condenando as Entidades Demandadas nos pedidos; Sem qualquer razão ou fundamento, vem o Recorrente ME alegar que a douta sentença em crise padece de nulidade; Ora, conforme já acima tivemos a oportunidade de dizer, a douta sentença encontra-se sábia e doutamente elaborada e o Tribunal a quo pronunciou-se sobre todas as questões que havia a decidir e ainda teve em consideração todos os factos carreados para os autos, pelo que se não verifica nenhuma das nulidades invocas; Alega o Recorrente ME que os autos integram os contratos celebrados com a Autora, concretamente, o celebrado no ano letivo de 2015/201 Porém, os referidos contratos não se referem ao regime de proteção social aplicável à Autora e nem foram outorgados pela Segurança Social; Quanto à alegação de ter existido interrupção na atividade letiva da Autora, no nosso modesto entendimento, e como muito bem decidiu o douto Tribunal "a quo”, tal interrupção não justifica a não manutenção da inscrição da Autora no regime de proteção social convergente, ou seja, como subscritora da CGA;  A Autora nunca foi notificada do ato de recusa ou indeferimento da sua inscrição/manutenção no regime de proteção social convergente, não tendo, assim, sido notificada de qualquer ato administrativo que tivesse recusado a sua inscrição/manutenção na CGA.