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«extraordinariamente deficitária, frágil, e de difícil execução, realidade que não se alteraria na situação hipotética de o Ajudante Principal ter cumprido com todos os deveres de diligência ... a atuação do Ajudante ... não é causa direta do não recebimento da quantia mutuada por parte do A., pois ainda que não tivesse ocorrido negligência na atuação daquele, mesmo assim, o A. poderia, de igual modo, não ter conseguido reaver o dinheiro mutuado, pois que sobre aquele prédio já incidiam duas hipotecas voluntárias constituídas a favor do ., o Sr.  foi declarado falido em processo judicial que correu termos no ano de 2003, circunstâncias que certamente determinariam o não pagamento da quantia mutuada e que nada têm que ver com a atuação do Ajudante do Primeiro Cartório Notarial de Viana do Castelo».