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O ponto 22 dos factos provados reporta-se ao valor venal do veículo – à data do acidente o seu valor venal era entre € 000,00 e € 500,00 – facto alegado pela Recorrida art 5 da contestação) e a decisão que a Recorrente preconiza quanto a esta matéria – à data do acidente o valor venal considerado pela Ré era entre 000 e 500 €, calculado com base meramente no ano, estado e quilometragem do veículo – é a sua não prova; seja porque a redação proposta retira a natureza de valor venal ao valor encontrado, o valor venal de um veículo é o valor da sua substituição ou mais genericamente o seu valor de mercado e não o valor que uma determinada pessoa, no caso a Recorrida, lhe atribui; seja porque lhe introduz fatores de insuficiência de cálculo – com base meramente – que se destinam a negar a sua validade.