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O facto de se dar como provado que em ""Em 102020, em resposta ao ofício supra, a A. remeteu à CGA missiva informando que "confirma que nos anos 2017 e 2018”” se "encontrava a viver em união de facto com o Sr. ” e que "essa situação devido a vários imponderáveis deixou de se verificar no início do ano de 2019”, não pode ser considerado como estando-se perante uma confissão da autora com base na qual se tem de dar como provada a existência de uma situação de união de facto juridicamente relevante para determinar, nos termos previstos no artigo 4, n.2 do Estatuto da Aposentação,  a cessação do pagamento da pensão de sobrevivência à apelada, e, por conseguinte, de habilitar a CGA, verificados os pressupostos previstos no artigo 8, n.1 do CPA, a proferir ato administrativo se suspensão cautelar do pagamento dessa pensão de sobrevivência.