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Alegou também que "em face da detecção de tal irregularidade foi aquela de imediato comunicada ao exequente com a cominação de que a tal não ser efectuado seria a executada quem regularizaria a situação perante o Fisco, com o exercício inerente do respectivo direito de retenção para compensação de créditos, tendo sido dado prazo para tal”; não tendo o "exequente respondido foi a executada obrigada a apurar os montantes totais devidos a título de IVA pago ao Exequente e não entregue ao Estado pela totalidade das transacções realizadas”; deste modo, verificando-se "a compensação de créditos”, a Exequente apresentou a "Declaração de IVA em causa e reportou especificamente e em concreto ao débito fiscal do exequente, pelo que nada deve àquele por via do cumprimento em sub-rogação das obrigações fiscais que por aquele eram devidas.”  Sustentou, assim, a Oponente ter actuado sempre no "estrito cumprimento da lei”, sendo do conhecimento do exequente "quer quando apresentou o cheque a pagamento, quer quando propôs a presente execução, que sobre a dívida peticionada incidia uma válida e legitima excepção de não cumprimento, já por via do exercício do direito de retenção, já por via dos requisitos da compensação de créditos”.