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Afigura-se-nos ser esta a melhor interpretação da declaração negocial em apreciação razão pala qual o direito assiste à A./recorrente quando afirma que «O contrato de distribuição de combustíveis teve uma duração de 5 anos, pelo que e atento o disposto no n. 4 da cláusula 25, não assistia contratualmente à R. qualquer direito à restituição do valor da comparticipação que tinha sido concedida à A., pois a A., tinha cumprido o pressuposto essencial que do contrato se faz depender o reembolso ou não do valor comparticipado nos termos do n. 2 da cláusula 2 Se a R. não estivesse satisfeita com o desemprenho comercial da A., tinha à sua disposição, proceder à resolução do contrato, conforme previsto na cláusula 21 do contrato de distribuição de combustíveis, o que nunca veio a suceder, pois o contrato cessou com a verificação do termo» Procedem, pois, as conclusões da A./recorrente quanto a este segmento do recurso não assistindo à R. por via da responsabilidade contratual o direito á restituição do valor proporcional da comparticipação equivalente a 2187,00 euros.” 1 A R, ora recorrente, não concorda com a posição adoptada pelo tribunal recorrido quanto ao sentido da cláusula 25, pedindo que a mesma seja reanalisada à luz dos seguintes argumentos: a)    Não nos podemos, na verdade, abstrair do tema fundamental: A fixação, por força de contrato, de objetivos mínimos anuais e totais de consumo pela recorrida e que esses objetivos não foram cumpridos.