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Proferida sentença nela se finalizou com seguinte dispositivo:   Julgo procedente a oposição apresentada pelo trabalhador ao despedimento, e parcialmente procedente a sua reconvenção e, em consequência:  a)- declaro ilícito o despedimento do A., decidido pela R., por extinção do posto de trabalho; b)-condeno a R. a reintegrar o A. na empresa, com a categoria, antiguidade e retribuição que teria se não tivesse sido despedido e que, à data do despedimento era de 350,00 € ilíquidos; )-  condeno a R. a pagar ao A. as retribuições, férias, subsídio de férias e de Natal vencidos desde 24/12/2016 - data do despedimento - até ao trânsito em julgado da presente sentença, fixando-se o valor da retribuição base em 350,00 €/mês, com as deduções a que se refere o artigo 390 n 2 e, do CT, as obrigações fiscais e para a Segurança Social inerentes a tais pagamentos, devem incidir sobre cada uma das quantias vencidas e correspondentes a cada mês, e não sobre a totalidade da quantia em dívida, sendo a dedução reportada à data em que a retribuição deveria ter sido paga e não à data em que efectivamente o foi; a estas quantias acrescem os juros de mora a incidir sobre as quantias líquidas a pagar ao trabalhador, ou seja, após feitas as deduções fiscais e para a Segurança Social, e não sobre as quantias ilíquidas; )- condeno a R. a pagar ao A. quantia de 500,00 €, a título de indemnização por danos não patrimoniais, acrescida dos juros de mora, contados à taxa supletiva legal, desde a data da sentença e até integral e efectivo pagamento.