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E logo se acrescenta: «Admitir uma solução destas equivaleria a uma afronta clamorosa ao princípio da igualdade das partes perante a lei, na medida em que a lei seria complacente com as omissões do senhorio que contaria com a salvaguarda de uma "regulação supletiva” dos aspectos omissos da sua comunicação), mas seria implacável com as omissões do arrendatário que, nada dizendo no prazo de 30 dias, inclusivamente quanto a aspectos do contrato que o próprio senhorio não comunicou, teria de sujeitar-se à renda proposta pelo seu senhorio, bem como a um contrato com prazo certo e com a duração de 5 anos».Pelo exposto, julga-se improcedente o recurso.