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Porém, em sede de motivação da decisão de facto, o Mm Juiz "a quo” escreveu que os oponentes Q, S e U, quando ouvidos em declarações de parte, por iniciativa do tribunal, "explicaram que souberam do negócio pelo réu  com quem têm relação de, algures pelo ano de 2013, eventualmente já na pendência da presente acção, tendo aquele dado conta aos opoentes de que havia outras pessoas interessadas no negócio, pelo que os declarantes optaram por avançar com a acção de preferência, uma vez que possuíam um terreno junto e que o  lhes disse que eventualmente não conseguiria ficar esses prédios, pois não era dono de nenhum imóvel confinante com os mesmos.” Ora, ouvidas estas declarações de parte, que atrás se deixaram sintetizadas e que se compaginam com o que foi escrito pelo Mm Juiz "a quo”, constata-se que não ficou provado que o conhecimento dos negócios em causa nos autos, pelos oponentes, remontasse ao ano de 201 Com efeito, esse conhecimento pelos oponentes – de que o réu  havia adquirido os prédios mencionados nos ns 4 e 5 da factualidade provada – ocorreu apenas no ano de 2013, em data não determinada, em resultado de conversa havida entre o  e a oponente Q. E das referidas declarações de parte no seu conjunto e, em particular das prestadas por S, decorre também que aquando da instauração da ação com o n 15/11T2SVV os aqui oponentes já sabiam da existência dos presentes autos.