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Sem prescindir e subsidiariamente, caso não seja reconhecida a validade e efeitos da transmissão de estabelecimento, os autores alegaram que deve a ré STRONG CHARON ser condenada nos mesmos termos peticionados para a Ré PSG, sendo a ré IP PATRIMÓNIO – ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO IMOBILIÁRIA, SA, responsável solidária pelos pagamentos devidos aos trabalhadores que executem o serviço convencionado, bem como pelas respetivas obrigações contributivas em matéria fiscal e de segurança social, na qualidade de adquirente do serviço prestados pelas rés, e nos termos do disposto no artigo 6 - B da Lei 46/2019 de 8 de julho de 2019 Lei da Segurança.