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exercem a atividade de prestação de serviços de limpeza; ̶ Trabalhou sob as ordens, direção e fiscalização da  R, entre 01‑05‑2013 e 30-06-2016, tendo sido transferida para esta R. ao abrigo da cláusula 1 do CCT, pela empresa "......, Lda.” e para a  R. ao abrigo da mesma cláusula; ̶ A sua categoria profissional é trabalhadora de limpeza, sendo associada da STAD, pelo que às relações entre si e a R. aplica-se o CCT vigente para as Empresas Prestadoras de Serviços, publicado no BTE n. 9 de 08-03-95, BTE n. 8 de 28-02-06, no BTE n. 7 de 22-02-97, no BTE n. 9 de 08-03-98, no BTE n. 8 de 29-02-00, no BTE n. 7 de 22-02-01, no BTE n. 9 de 08-03-03 e no BTE n. 12 de 29-03-04, tornados extensivos a todo o sector através das Portarias de Extensão publicadas nos BTE n. 30 de 15-08-95, BTE n. 26 de 15-07-96, no BTE n. 25 de 08-07-97, no BTE n. 29 de 08-08-98, no BTE n. 1 de 06-01-01, no BTE n. 21 de 08-06-03 e no BTE n. 17 de 08-05-05; ̶ A  R. não lhe pagou o valor que deveria receber entre 2013 e junho de 2016, no montante de € 222,99, a título de horas noturnas e trabalho efetuado em dias de descanso semanal e feriado, a título de subsídio de Natal, bem como não gozou as folgas a que tinha direito, pelo que deve receber a quantia devida por não ter usufruído de tais folgas.