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Da análise da reclamação graciosa retiramos que: a)	A  A surge na posição de substituta tributária reclamante; b)	Formula um pedido de anulação oficiosa das liquidações de imposto e de restituição do imposto pago – nunca peticionando que o imposto lhe seja restituído a si; )	Não dispunha de instrumento legal ou negocial que lhe conferisse poderes de representação da  A. Refira-se, antes de mais, que, ao contrário do que refere a Recorrente, a circunstância de a  A. não ter indicado, na petição da reclamação graciosa, que atuava como gestora de negócios da  A. nada permite extrair em termos de aferição da não) subsunção da situação em causa à gestão de negócios, porquanto, como referimos supra, a gestão de negócios pode ser representativa ou não representativa e são ainda de considerar as situações em que há gestão de negócio alheio supondo-se próprio.