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A isso contrapôs o Ministério Público, após pronúncia no sentido da rejeição e sempre com uma pertinência que justifica integral acompanhamento aqui, que na sentença condenatória foram ponderados todos os circunstancialismos, entre os quais o facto de a arguida ter sofrido sete condenações anteriores, duas delas por crimes de igual natureza; que perante a postura de desconformidade com a ordem jurídica, o Tribunal considerou que apenas uma pena privativa da liberdade acautelaria de forma suficiente as finalidades da punição e fixou uma pena de prisão de oito meses; que tendo ponderado e afastado justificadamente todas as outras penas de substituição, dado que no relatório social da arguida se ter considerado que "se encontram razoavelmente reunidas as condições para o cumprimento de uma pena na comunidade”, substituiu a pena de 8 meses de prisão aplicada à arguida por 240 horas de prestação de trabalho a favor da comunidade.