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Como referem os recorridos, nas suas contra-alegações, «o Município de FF, ao integrar os Requerentes no âmbito da transmissão de estabelecimento, está, tão só, a cumprir uma exigência legal, não necessitando de implementar qualquer procedimento concursal.» 	Conforme se escreveu no Acórdão desta Secção Social de 14/9/2017, P. 188/18TTSTR.E1, acessível em www.dgsi.pt: «) seria incongruente que, por um lado, por força das regras que disciplinam a "transmissão de empresa ou estabelecimento”, maxime que decorrem da referida Diretiva de 2001 e do artigo 28 do Código do Trabalho, se procurasse garantir a estabilidade do emprego aos trabalhadores envolvidos e, por outro, que se anulasse tal desiderato através da necessidade de rigor concursal quando está em causa o acesso à função pública» Em suma, perante a factualidade assente e o quadro legal aplicável, afigura-se-nos que os recorridos lograram provar a probabilidade séria da existência do direito invocado, isto é que, aparentemente o direito invocado existe, sendo suficiente um juízo de verosimilhança sobre a existência do direito g. Acórdãos Relação de Évora de 22/3/2007, P. 1718/06-3; da Relação de Coimbra de 13/3/2007, P. 1795/00TBTMS.C1).