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O Tribunal recorrido considerou não provados os seguintes factos: a) os Autores e antecessores fazem obras e benfeitorias no prédio identificado em; b) os Autores já tiveram propostas de arrendamento, com início no mês de Julho de 2015, pela renda de € 500; ) a Ré não se abstém da prática daqueles atos vexatórios, que fazem com que os Autores se sintam menosprezados; ) os Autores não mencionados em se sentem tristes por se verem privados do uso do rés-do-chão; e) os Autores sentem-se ansiosos por se verem privados do uso do rés-do-chão; f) os tetos referidos em tivessem em vista criar isolamento para evitar o frio; g) as anteriores canalizações eram deficientes; h) colocou aro em madeira nas janelas pelo interior; ) eliminou duas fossas a céu aberto no rés-do-chão; j) instalou chuveiro nas casas de banho; k) reconstruiu o muro identificado em; ) o logradouro do prédio era em terra e encontrava-se em elevado estado de degradação; ) substituiu os portões de acesso ao logradouro; n) em Outubro de 1997 o rés-do-chão não tinha condições de higiene, segurança e salubridade exigidas para o exercício da atividade de "restaurante, cafés e atividades similares de comidas e bebidas”; o) as obras referidas em se destinassem a obter licença de utilização que o imóvel não possuía; p) as obras foram autorizadas por P.; q) o sócio gerente da Ré mantinha uma relação de confiança e até de amizade com as pessoas identificadas em e.   Apreciação sobre o objeto do recurso   Questão prévia: da admissibilidade do documento apresentado pela apelante em sede de alegações de recurso.