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Assim, sendo já conhecida a polémica jurisprudencial e doutrinal que a norma vinha suscitando, o facto de as melhorias introduzidas no seu texto não terem compreendido, como seria então desejável, a tomada de posição expressa sobre a divergência de posições e, ao invés, se ter antes optado pela manutenção da menção exclusiva ao arrendatário e não, por exemplo, a sua substituição pela referência a "devedor” ou a "obrigado”), tem que ser interpretada como vontade do legislador de a norma legal em questão abranger exclusivamente a formação do título executivo contra o arrendatário.Diante do exposto e respeitando-se entendimento diverso, afigura-se-nos que o artigo 1-A do NRAU não prevê a formação de título executivo contra o fiador do arrendatário.