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2 Ademais, este necessário esgotar de possibilidades e medidas existentes até se poder sequer ponderar na aplicação da medida de confiança da menor para futura adoção é unânime na nossa jurisprudência, como demonstra a conclusão do acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, de 24/01/2013, no processo n. 6581/06TBCSC.L1-2 acedível em www.dgsi.pt), que concluiu que:  "- A intervenção pública na educação dos filhos é, em qualquer caso, subsidiária, não podendo contrariar o primado em matéria de educação e manutenção dos filhos conferido constitucionalmente aos pais ou o princípio segundo o qual os filhos não podem, à partida, ser separados dos pais.