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Quanto ao facto 2, o douto Tribunal incorreu em erro de julgamento ao dá-lo como provado, por: a) ter considerado que as declarações de parte do sócio-gerente J. e o depoimento das testemunhas A. e permitiram corroborar a prática de as vendas serem realizadas em numerário e por não ter apreendido que as justificações apresentadas para os pagamentos em numerário não tinham aplicação no caso concreto das facturas emitidas pela pontos 11 e 12); b) ter validado e atribuído força probatória à alegação de que os pagamentos eram realizados em numerário porque os intermediários/comissionistas assim o exigiam, admitindo uma manifesta ilegalidade ponto 13 e 14); ) ter considerado que este facto 2 se encontra instrumentalmente corroborado pelos factos 4, 5, 5 e 6 ponto 12); e) ter entendido que o pagamento em numerário é consentâneo com a situação de crise económica que Portugal atravessava em 2013 e com a origem das viaturas adquiridas ponto 13).