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Alegação que não pode haver-se como concludente e acabada quanto ao facto jurídico de que nasceu o direito de crédito que se pretende executar, pois como bem se observa na decisão recorrida, não se indicam, em concreto, "os bens fornecidos ao executado nem quantidades, nem preço, nem datas em que os fornecimentos ocorreram”, mas também não se poder��, a nosso ver, afirmar que é manifesta a inexistência de factos constitutivos da obrigação exequenda, uma vez que reportando-se esta a um direito de crédito se alega a atividade exercida pela Recorrente, o fornecimento de diversos produtos, ao longo de anos, ao Recorrido e destinar-se o cheque dado execução ao pagamento parcial dos produtos fornecidos.