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n. 146/1.. a decisão instrutória aí proferida, por se não tratar de uma sentença, não pode viabilizar a revisão e, quanto ao mais, "o recorrente não aponta quaisquer contradições que possam relevar entre o Acórdão Recorrido e a sentença do PCS n. 146/1.. – que, como referido, haviam de referenciar-se a factos provados, apenas; respeitantes ao mesmo condenado, apenas; e contendentes com a sua responsabilidade criminal, apenas –, sendo que, no seu mor, nem sequer convoca factos mas, antes, razões ou fundamentos probatórios, e que se limita a apontar para factos diversos, ocorridos em contextos espácio-temporais diversos e sem qualquer relação entre si a não ser a de terem, ou poderem ter, sido protagonizados pelo Recorrente.