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O réu pronunciou-se nos mesmos termos que na contestação.Foi realizada audiência prévia, onde foi fixou o valor da acção, identificado o objecto do litígio, enunciados os temas de prova, admitidos os requerimentos probatórios e designada para audiência final.Procedeu-se a audiência de julgamento, após a qual foi proferida sentença, cuja parte decisória, na parte que interessa, reproduzimos:  "Pelo exposto, julgo:   Parcialmente procedente o pedido, declarando que Autora e Réu viveram em união de facto, desde 2001 até 201   Improcedente a parte restante do pedido, de que se absolve o Réu.”.Não se conformando com esta sentença veio a autora dela interpor recurso de apelação, apresentando alegações e formulando as seguintes conclusões:  "a) Vem a presente apelação interposta da douta sentença de fls., que julgou parcialmente procedente o pedido, declarando que Autora e Réu viveram em união de facto, desde 2001 até 2017; e improcedente a parte restante do pedido, absolvendo o Réu; b) Porém, entende a apelante que esta decisão não está correcta quer do ponto de vista dos factos quer do direito, tendo o Tribunal "a quo” incorrido em erro de julgamento, impondo-se assim, a impugnação quanto à matéria de facto e do direito aplicável; ) A sentença reconheceu a união de facto entre A. e R. desde janeiro de 2001 a fevereiros de 2017, negando o reconhecimento de que as partes viveram com economia doméstica conjunta, para a qual contribuíram ambos com os seus rendimentos como da pensão e dos trabalhos domésticos e da actividade agropecuária. )