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Alegou, por fim, que todos os direitos e garantias adquiridos pelos Autores ao serviço da Ré "Securitas” transmitiram-se, ope legis, para a empresa adquirente, a partir de 01-08-2020, não tendo o contrato de trabalho dos Autores cessado, antes sim, se transmitido para a nova empresa, pelo que a Ré "Securitas” não despediu os Autores, inexistindo quaisquer créditos destes em relação à Ré "Securitas”.Também a Ré "Centro Hospitalar Universitário do Algarve, E.P.E”16 apresentou contestação, relativamente aos mesmos Autores, pugnando, a final, pelo deferimento das exceções invocadas e, caso tal não se entenda, pela improcedência da ação quanto a si, devendo ser absolvida de todos os pedidos.