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E sustenta, ainda, que mesmo que ocorresse a inutilidade superveniente da lide, a mesma nunca deveria ser aplicada no presente caso, por beneficiar o primeiro réu e prejudicar o autor; que conforme se encontra alegado na petição inicial e é provado pelos documentos autênticos do primeiro réu e o autor apresentou o primeiro pedido de contagem do seu período contributivo em 19/03/2019, o pedido de pensão de velhice em 27/01/2020, e posteriormente, novos e sucessivos pedidos de contagem do período contributivo, sem obtenção de qualquer resposta aos mesmos, e em 21/07/2020, o autor foi informado pela funcionária da Segurança Social que o atendeu, que faltava que a Segurança Social fizesse a contagem do seu período contributivo, e que isso, poderia demorar ainda muitos mais meses, o que é provado, por não existir qualquer impugnação dos réus; que, assim, o autor foi enganado pelo comportamento da Segurança Social, e que ao longo do calvário de mais de 18 meses, não só nunca foi informado que tinha de apresentar um pedido de pensão num banco, como foi informado do contrário por aquele réu , já que a sua funcionária disse ao autor  que faltava que a Segurança Social fizesse a contagem do seu período contributivo e tal poderia demorar muitos mais meses; que o primeiro réu atuou, assim, contra os ditames da boa fé, porque não informou prontamente o autor, vindo agora nos autos e ao invés, alegar que os 27 anos do período contributivo em falta, enquanto empregado bancário, o pedido de pensão terá de ser apresentado num banco, estando, pois, em venire contra factum proprium e, nessa medida, é responsável pelos danos causados ao autor; que desse modo a decisão recorrida, ao decidir não decidir sobre o mérito da causa, continua a prejudicar gravemente o direito à pensão do autor a qual é de certeza absoluta, superior a 000,00€ por mês; que esse grave prejuízo advém de dois factos notórios, o prejuízo pelo simples decurso do tempo no pagamento ao autor, da parte do montante da pensão em falta, e do facto do banco em causa, só pagar os 27 anos de período contributivo em falta ao autor, a partir da data da respetiva apresentação do pedido e não desde 24/04/2020, data da aquisição legal da pensão do autor; que a decisão recorrida deve ser revogada e substituída por outra que intimando o primeiro réu a fazer no prazo de 10 dias a contagem de todo o período contributivo do autor, que segundo a sua própria alegação na resposta são 43 anos civis com registo de remunerações, e intimar o segundo réu que proceda no prazo de 15 dias, ao pagamento do remanescente da pensão ao autor, correspondente aos 27 anos de Agosto de 1983 a Dezembro de 2010, desde a data do seu vencimento, 24/04/2020, até ao seu efetivo e integral pagamento, ou, subsidiariamente, no caso de ser impossível ao primeiro réu aceder diretamente aos 27 anos do período contributivo do autor em falta, intimar o primeiro réu a pagar ao autor, desde 24/04/2020, data da aquisição legal da pensão, a quantia de 000,00 € todos os meses, até à data em que o banco lhe venha a proceder ao pagamento do remanescente da pensão, fazendo depois, o primeiro réu com o autor acerto de contas – vide, designadamente, conclusões 14 a 19 e 21 a 23 das alegações de.