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Por isso, é impossível alegar validamente a compensação sem se reconhecer o crédito que se quer ver compensado, não podendo ser invocada subsidiariamente, para o caso de improceder a negação do crédito exigido pelo Autor"; ou ainda o acórdão da Relação do Porto, de 18-06-2020, no processo n. 586/16T8VNG-A.P1, publicado em http://www.dgsi.pt, segundo o qual "não é admissível reconvenção condicional ou subsidiária, para a hipótese de procedência da acção, libertando-se o réu, por meio de compensação, da obrigação que o vinculava ao autor, tendo ele negado a existência do crédito que este tinha sobre si"; no mesmo sentido seguiu esta Relação de Lisboa, em acórdão de 16-11-2016, no processo n. 3942/15T8CSC-A.L1-4, publicado em http://www.dgsi.pt, onde se consignou que " não é admissível a reconvenção para compensação eventual, relativa a um crédito eventual, que o reconvinte não reconhece".