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S.–Também no que se refere à decisão sobre a existência de comunicação acerca do modo por que se iria processar o abastecimento, o Tribunal a quo andou mal, indo assim impugnado o facto não provado n. 1: uma vez mais o Tribunal a quo fez prevalecer a versão dos factos dada pelo Senhor JPC, Mestre da embarcação, não obstante a mesma ser expressamente contraditada pelo testemunho do Senhor FF , a única pessoa que para além do Mestre tem conhecimento direto sobre o teor das conversas havidas entre si, resultar prejudicada pelo testemunho do Senhor JP , que afirmou que o Senhor FF comunicou ao mestre a velocidade de débito das mangueiras do posto, o que obviamente apenas faria sentido se o abastecimento fosse feito por essa via; e ser dificilmente equacionável com o facto de ser evidente que o abastecimento, nunca poderia ter sido feito diretamente via camião cisterna naquelas circunstâncias, máxime considerando a antecedência com que o pedido foi feito conforme prova testemunhal unanimemente produzida nesse sentido e também conforme artigo , n. 5, alínea do Regulamento de Serviço de Tráfego Marítimo do Porto de ...) da , que prevê que era necessário comunicar ao VTS ...)) o "abastecimento de combustíveis a navios atracados ou fundeados através de batelões ou camiões-tanque, consoante os casos", comunicação essa que não foi.