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1 do RJCIT aprovado pelo 4408/6947), e no acórdão do STJ de 20200248, se sufragou o entendimento de que em princípio, no período de não prestação efetiva de trabalho por motivo de doença, quando o trabalhador receba o correspondente subsídio, não são devidos salários, a menos que  a situação de baixa por doença tiver sido causada pelo próprio despedimento, pois, nesta hipótese, como a perda da direito à retribuição é imputável à entidade empregadora, tudo se deve passar como se o trabalhador sempre tivesse estado em efetividade de funções e, assim, terá direito às correspondentes retribuições com restituição do percebido a título de subsídio de doença)4 No caso sub judice, possivelmente atendendo ao acabado de expor, o tribunal a quo condenou no pagamento dos salários intercalares apenas a partir de 102021, data posterior ao despedimento já não coberta pelos certificados de incapacidade entregues pelo Autor cfr.