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O arguido, efetivamente, confirmou ter desferido um murro na face da mulher durante a lua de mel e ter dado uma chapada à filha do casal, embora negasse todos os restantes factos tais como: - Ter desferido, durante o casamento e pelo menos até meados de 2016 murros, chapadas e pontapés na vítima; - Ter acusado a mulher de ter amantes; - Ter, em moldes praticamente diários, apelidado a mulher, num tom agressivo, autoritário e destrutivo de "puta", "és uma filha da puta que andas para aí"; - Ter forçado a vítima, durante trinta e quatro anos a por variadíssimas vezes, a manter relações sexuais, a última das quais em novembro de 2019 onde invocou o nome da enteada durante o ato sexual com a vítima dizendo "deixa-me partir esse cú todo”.