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É, aliás, o próprio sujeito passivo que reconhece, nas suas conclusões das alegações de recurso, que o financiamento concedido foi "inequivocamente uma correcta e boa decisão de gestão empresarial atenta a "lógica de grupo”)”, sendo que "nas relações que se estabelecem entre as sociedades do grupo está presente uma estratégia e uma lógica empresarial de "grupo”, e, uma estratégia de convergência e congregação de esforços mútuos com vista à maximização do lucro naquelas sociedades que pode justificar e justifica uma política comercial e económica pensada em termos de conjunto, a qual não pode ser perspectivada isolada e singularmente”, "podendo mesmo, num grupo de sociedades, serem as sociedades filhas obrigadas a praticar actos que sejam, para ela, desvantajosos e até causadores de prejuízo, desde que os mesmos visem os interesses do "grupo”cfr.