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Contra alegou a recorrida, pugnando pela improcedência da apelação e concluindo da seguinte forma:  «A.–O presente litígio pode ser decomposto nos seguintes factos síntese: )-A sociedade celebrou um mútuo com o Banco Recorrido e, em garantia, constitui hipoteca sobre determinado imóvel; )-A hipoteca é registada; )-Anos depois, a sociedade decide celebrar uma dação em cumprimento com a Recorrente tendo por objecto este mesmo imóvel entre; )-O imóvel é transmitido com todos os ónus e encargos, o que é reconhecido e aceite pela Recorrente; )-Este negócio não é registado de imediato; )-Dias depois, a sociedade celebra com o Banco Recorrido uma escritura de anexação e reforço de hipoteca; )-Através dessa escritura, ao imóvel hipotecado ao Banco Recorrido é anexado um logradouro contíguo e é formado um novo prédio; )-Meses depois é registada a aquisição a favor da Recorrente, já sobre o novo prédio as anteriores descrições foram; ix)-O Banco Recorrido, em 2019, executa a Recorrente, como terceira adquirente; x)-A Recorrente embarga a execução invocando a nulidade da hipoteca, a nulidade da escritura de anexação e reforço e do registo e a prescrição da hipoteca; xi)-O objecto do litígio foi fixado, consistindo em saber se o embargado tinha título executivo para a acção executiva apensa e se a quantia exigida correspondia efectivamente ao crédito que se executa.