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Também indicia esta impossibilidade de revogação unilateral a existência de um prazo supletivo do contrato seis meses – artigo 1, n. 3, da indicada Lei n. 15/2013 -) assim demonstrando que há um prazo que é fixado e que assim deve ser atingido.2 Mesmo entendendo que a existência de um prazo contratual, supletivo ou acordado, não significa que as partes não possam revogar o contrato, há que ter presente que o artigo 40, n. 1, do determina que os contratos devem ser pontualmente cumpridos, só podendo extinguir-se por acordo ou quando legalmente previsto; assim deve entrar-se na análise de saber se há previsão legal que permita tal revogação unilateral já que contratualmente não foi estipulada essa hipótese).