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Concluiu pedindo a condenação da ré a pagar ao Banco a quantia de 31 174,75 euros correspondente ao capital em dívida do mútuo à data do falecimento do segurado, acrescida de encargos bancários e juros de mora desde 3/08/201  A ré contestou e alegou, em síntese, que em 27/07/2009 os mutuários solicitaram um reforço do capital mutuado, no montante de 17 540,08 euros, aderindo a um novo seguro de vida em substituição do anteriormente celebrado em 24/07/2008, aceitando, em ambos os contratos de seguro, as condições dos mesmos, que receberam por escrito e das quais foram informados e esclarecidos, tendo os dois mutuários preenchido e assinado questionários médicos respectivamente em 19/06/2009 e em 7/07/2009, onde declararam que não sofriam de doença grave, que não tinham sido submetidos a intervenção cirúrgica, que não tinham feito qualquer tratamento nos últimos cinco anos, nem tinham à data qualquer problema de saúde ou eram portadores de alguma invalidez, tendo a ré aceitado a adesão ao seguro do falecido marido da autora com base nestas respostas, que eram falsas pois o mesmo veio a falecer vítima de um carcinoma uretelial mestastizado que se manifestou seis anos antes do falecimento, antes da subscrição do seguro, altura em que já era do seu conhecimento a existência da doença pré-existente e sendo certo, por outro lado, que o seguro de vida se destina apenas a garantir o pagamento ao banco do capital em dívida à data do óbito, não sendo a seguradora ré responsável pelo pagamento ao banco de quaisquer quantias que possam ter resultado de moras no pagamento do mútuo.