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B. O Meritíssimo Juiz a quo interpretou de forma errada a prova produzida, designadamente a prova testemunhal e documental junta aos autos, o que o levou a, por um lado, dar como não provado um facto que o deveria considerar como provado, - designadamente quanto ao fim dado à matéria-prima subsidiária e de consumo, aos produtos inacabados e intermédios, entrando em contradição com os factos dados como provados, pois dá como não provado "que as existências identificadas em 1 e 1 não foram vendidas ou consumidas” e dá como provado que "Desde Agosto de 2016 a sociedade insolvente continuou a laborar e a consumir matérias-primas pela força do trabalho dos seus trabalhadores.”.