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No que se refere à parcela sobrante sul inserida em Espaços Agrícolas - Áreas Agrícolas Não Incluídas na RAN, dispõe de uma área a norte/nascente, contígua à parcela expropriada e ao caminho público não abrangido por REN, com cerca de 245m2, sendo que a servidão constituída pela via que motivou a expropriação abrange cerca de 700m2 da área não abrangida por REN, restando, assim, cerca de 545m2 e, tendo em conta o índice de construção adotado de 0,30m2/2, a área de construção seria de 473,50m  Uma vez que a área não abrangida pela servidão non aedificandi seria de 545m2 a parcela perde uma parte da sua capacidade construtiva, passando o índice de construção máxima possível para 0,187m2/2, sofrendo a parcela uma desvalorização de 37,67%, que atinge o valor de €3611,8  Ascende, assim, o valor da indemnização total relativa à parcela 12, ao montante de €10822,3 No que se refere à parcela 14, a mesma tem a área de 670m2, destacada de um prédio com a área de 4450m2, da qual resulta, assim, uma área sobrante a sul de 4780m2 e está inserida na planta de ordenamento do PDM de em Espaços Agrícolas – Áreas Agrícolas não incluídas na RAN e, na planta de condicionantes, na mancha de solos afetos a exploração de pedreiras, sendo, assim de considerar um rendimento líquido de 0,10€/2/mês, pelo que, capitalizado o rendimento anual à taxa de 7%, o valor unitário do solo é de 17,14€/2, sendo o valor da parcela expropriada de €1483,80, não resultando desvalorização da parcela sobrante.