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Termina por pedir o provimento do presente recurso e a revogação da sentença recorrida e proferindo-se decisão que julgue procedente a exceção de prescrição/caducidade, por provada, ou em alternativa, a revogação da decisão recorrida, ordenando-se o prosseguimento dos autos para a audiência final de discussão e julgamento.-F, S.A., Ré, também veio interpor recurso do despacho, formulando as seguintes conclusões: a) A decisão quanto à possibilidade de resolução da compra e venda objeto dos presentes autos já foi decida – e bem – nos autos do processo 333/19TBSJM, que correu termos pelo, J1 da à data  Secção de Comércio da Instância Central de Oliveira de Azeméis da Comarca de Aveiro; b) A identidade dos sujeitos, para aferimento da exceção de caso julgado, deve ser casuísta, relevando a ponderação dos interesses controvertidos, bem como da eficácia externa da decisão; ) Nos presentes autos e nos do processo 333/19TBSJM o interesse em causa em qualquer decisão proferida quanto à possibilidade ou não de resolver a compra e venda celebrada pelos insolventes com a aqui recorrente é idêntico; ) A Autora não alega em momento algum a prejudicialidade para a massa do negócio que visa resolver, falhando um dos pressupostos essenciais para a resolução do mesmo; e) Se ainda fosse hipoteticamente possível a resolução da compra e venda sub judice, o que por mera cautela de patrocínio se consente, para poder decidir-se definitivamente sobre a mesma carecia o Tribunal a quo da apreciação de prova que manifestamente não efetuou; f) Não dispunha o Tribunal a quo de elementos de facto suficientes para que pudesse pronunciar-se pela não verificação da exceção de caducidade; g) A compra e venda de um bem imóvel é um negócio formal, cuja perfeição se atinge por mero efeito do contrato, sendo este gerador de obrigações para as partes – a tradição do bem e o pagamento do preço; h) Com a celebração de uma escritura pública de compra e venda o referido negócio encontra-se definitivamente cumprido; ) É absolutamente irrelevante para os efeitos visados no n. 2 do Art.