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2 O recorrente formulou alegações que culminam com as seguintes conclusões: «A sentença em apreço que determinou a absolvição dos RR da instância, e salvo sempre o devido respeito, está viciada, está ferida de erros, é nula, nos termos do disposto na alínea do art 615 CPC, nulidade que se vem requerer, com as consequências legais, porque: A- Na Fundamentação exclui, omite outros factos alegados na p., absolutamente fundamentais para a procedência do pedido e provados por documentos para que remete; B- Especifica na Motivação, apenas, os factos alegados na p.que justificam a respetiva e errónea sua aplicação do Direito, ignorando e fazendo "tábua rasa”, como se não fossem alegados, os verdadeiros fundamentos que conduzem a conclusão contrária, que são todos os outros objeto da p., designadamente os salientados neste recurso; - Interpreta e aplica erradamente os preceitos legais que invoca, designadamente o disposto nos artigos 483, 473, 474 , e 1688  do Código Civil; e 362, 576 e 577 do CPC;  - Na aplicação do Direito, a sentença fundamenta erradamente que "com a presente ação, pretende o A. que os RR lhe paguem metade dos montantes em dinheiro que constituíam o património comum do casal, na data de 012006, e que nessa data, foi depositado numa outra conta, que não era conta comum do casal.