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9, n. 1, do CPC.O litígio em debate é, por conseguinte, subsumível à competência subsidiária dos tribunais comuns, deferindo-se a competência material ao  Juízo do Tribunal Judicial de Beja.Em conclusão:Cabe aos tribunais comuns a competência material para conhecer de acção de preferência subsequente à venda judicial de imóvel no âmbito de processo de execução fiscal.” Por seu turno, consignando que "o que resulta dos termos da alegação é que o pedido principal é o reconhecimento do direito de preferência nas vendas efetuadas em execução fiscal”, e aderindo ao decidido nos Acórdãos do Tribunal de Conflitos de 23/10/2014 processo 033/14) e de 27/01/2011 processo n. 14/09), decidiu-se também no Acórdão do Tribunal dos Conflitos, de 27/09/2018, processo n. 019/18 www.dgsi.pt,: "Por aderência ao supra exposto e apesar da existência de um contrato de arrendamento ser um pressuposto do alegado direito de preferência, não há dúvida que o pedido principal é o reconhecimento de um direito de preferência sendo a existência de um arrendamento o pressuposto da existência desse direito.