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Apenso;  39) Contudo, o Sr. Administrador foi impedido de aceder aos referidos imóveis por força do alegado contrato a que se alude no facto 30;  40) Só em 20 de julho de 2016, depois da declaração da insolvência da K e com recurso à força pública, logrou o Sr. Administrador aceder aos imóveis propriedade da Insolvente;  41) Sem que qualquer dos gerentes da Insolvente colaborasse nesse sentido;  42) Em 20 de julho de 2016, quando o Sr. Administrador acedeu ao interior dos imóveis que constituíam a sede da Insolvente, não se encontrava aí qualquer pasta com documentos contabilísticos;  43) Encontrando-se as instalações completamente vazias e desprovidas de qualquer mobiliário e de equipamentos de fabrico;  44) Para além disso, havia sido arrancada a instalação elétrica, o sistema de ar condicionado e outros elementos que estavam integrados no imóvel, nomeadamente barras de proteção das janelas;  45) Foram registadas no Instituto de Segurança Social P. declarações remuneratórias dos funcionários da Insolvente até abril de 2013 relativamente a períodos em que a Insolvente já não tinha atividade;  46) Nunca nenhum dos gerentes colaborou com o Sr. Administrador ou sequer lhe forneceu quaisquer elementos contabilísticos;  47) Os imóveis viriam a ser vendidos em 10 de Fevereiro de 2017, pelo valor de €65000,00;  48) A sociedade Q, Lda não reclamou quaisquer créditos no âmbito do processo de insolvência;  49) Não foram apreendidos para a massa quaisquer valores relativos a rendas, bens móveis ou viaturas automóveis, ligeiras ou pesadas;  50) As últimas contas depositadas pela Insolvente junto da Conservatória do Registo Comercial foram as relativas ao ano de 2010;  51) Foram reclamados créditos no montante de €140699,53 cfr.