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Em síntese alega que: "- CONCLUSÕES  1- Por despacho proferido nestes autos a 12112/2018 e transitado em julgado a 04/02/2019, foi determinado, na sequência da revogação da suspensão de tal pena, o cumprimento da pena de prisão de 8 meses, em regime de permanência na habitação por igual período, com vigilância eletrónica, sem qualquer referência ou previsão sobre eventuais autorizações a que se refere o art.43, n3 do Código Penal- fls.113, 114 e 13  2- Decorrido o trânsito e depois de ter visto indeferido igual pretensão junto do T.E.P., veio o arguido B requerer junto deste Tribunal nem que para tal se passasse a fazer constar a autorização de ausência no despacho inicial, com recurso à figura ela correção da sentença) "autorização para se ausentar da sua habitação, regularmente, de segunda a quinta-feira, inclusive, entre as 09h e as 21 h para trabalhar, na sua barbearia ...)", durante o cumprimento ela referida pena, o que lhe veio a ser concedida por despacho datado de 29/03/2019, de que ora se recorre.