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Vem o presente recurso vem interposto da Douta Sentença, proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco no âmbito da providência cautelar, que, na Unidade Orgânica correu termos sob o N. de Processo 225/22BECTB, e que veio a julgar improcedente a providência cautelar de suspensão do despacho exarado pelo Sr. Ministro da Administração Interna, de 25 de março de 2020, que aplicou ao Recorrente a pena disciplinar de separação de serviço, com fundamento na inexistência de fumus boni iuris um dos requisitos legais para a concessão da mesma, previsto no art.120, n.1 do CPTA; - O Recorrente assacou determinados vícios ao Ato impugnado, que o tornam este nulo, vícios e nulidade na qual alicerçou o requisito do fumus boni iuris, cuja análise indiciária levaria a concluir pela probabilidade da existência do seu direito, vícios esses elencados na Sentença recorrida, que, no seu ponto b.