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art.s 26 a 3 da contestação da  Ré)”, argumentando e defendendo, em síntese, que: "Aplicando estes critérios da jurisprudência comunitária aos autos, forçoso é concluir que não existe uma transmissão de posição contratual de empregador, no âmbito do artigo 28, n. 1 e n. 5, do Código do Trabalho, na medida em que não existia uma estrutura organizativa com uma complexidade mínima dirigida a este conjunto de postos de trabalho, com um supervisor e um escalador próprio, não havendo independência funcional dos vigilantes na organização do seu trabalho, que estava hierárquica e organizativamente dependente de um ou mais supervisores e um escalador que exercem funções numa área geográfica abrangendo uma multiplicidade de clientes da ré , não existiu transmissão de qualquer bem corpóreo pertencente a esta ré, nem houve, em qualquer momento, transferência de know how de uma empresa para a outra.