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1-Freguesia de Alheira e Igreja Nova, AA e mulher, BB e e mulher, , propuseram a presente ação declarativa, sob a forma de processo comum, contra EE e mulher, FF e contra GG e mulher, HH, pedindo que: -Fosse reconhecido que os s co -Autores AA e mulher, são donos e legítimos possuidores de um prédio rústico que, e que dele faz parte o muro de pedra sobreposta que o delimita a nascente, sendo os Réus condenados a reporem-no no estado original recolocando-lhe as pedras subtraídas e retirando a coluna de sustentação lateral do portão que nele, e a pagarem-lhes a quantia de € 500,00 a título de indemnização por danos não patrimoniais que lhes causaram, com a sua atuação violadora dos direitos que aqui pretendem ver; -Fosse reconhecido que os s co -Autores e mulher, são donos e legítimos possuidores de um prédio rústico que, e que dele faz parte o muro de pedra sobreposta com cerca de 37 metros localizado a norte, sendo os Réus condenados a reporem-no no estado original recolocando-lhe as pedras subtraídas e retirando os esteios e rede que nele, e a pagarem-lhes a quantia de € 000,00 a título de indemnização por danos não patrimoniais que lhes causaram, com a sua atuação violadora dos direitos que aqui pretendem ver; -Fosse reconhecido que o caminho que passa junto dos prédios dos s coautores e dos s coautores que melhor pertence ao domínio público, sendo os Réus condenados a desobstrui-lo retirando todos os obstáculos que nele colocaram, nomeadamente os portões implantados nas suas extremidades, as redes e os, e a absterem-se de futuramente o obstruírem, sob pena de pagamento de uma sanção pecuniária compulsória de € 500,00, por cada infração ou dia de infração.