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4615/05TDLSB.L15, 82/19PHSNT.L1-3, 139/95TATND.C1, 245/11GBSVV-A.P1, 1715/16GBBCL.G1 e 521/13T9GMR.G Também o Tribunal Constitucional teve já oportunidade de se pronunciar sobre a questão no Acórdão n. 487/2018, no qual se refere: "Com efeito, não obstante o pedido de substituição, o defensor nomeado continua a poder — e a ter o dever de — exercer a defesa da arguida, sendo certo ainda que tal pedido de substituição, podendo ser tido como um elemento perturbador ou podendo evidenciar uma perturbação na relação entre a arguida e o seu defensor nomeado, não torna, por si só, inviável tal relação, nem impede a continuidade da defesa até que tal incidente se mostre findo.