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Neste caso, caberá ao paciente «provar "a desconformidade entre os actos praticados e as leges artes, bem como o nexo de causalidade entre defeito e dano” CARLOS FERREIRA DE ALMEIDA, "Os Contratos Civis de Prestação de Serviço Médico, in "Direito da Saúde e Bioética”, AAFDL, 1996, pg.. Feita essa prova, então sim, funciona a presunção de culpa, a impor ao R. médico, como condição de libertação da responsabilidade, que prove que a desconformidade com os meios que deveriam ter sido não se deveu a culpa sua por ter utilizado as técnicas e regras de arte adequadas ou por não ter podido empregar os meios, mas já não, por exemplo, que o evento danoso se produziu por causa estranha à sua actuação e/ou qual tenha sido essa causa.» Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 18/09/2007, processo n. 2334/07).