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No que concerne aos factos provados n. 13, 14 e 15, o Tribunal a quo fundamenta estes factos na admissão do Recorrente de que "nunca se afastou da insolvente mas que precisava de se afastar em termos formais de da sua insolvência”; no depoimento de F, que "referiu e que foi contactado por  e H, que a empresa era deles e era amigo de ambos”; nos depoimentos das testemunhas, dos quais resultou "que  foi quem sempre administrou a insolvente”; e no depoimento de P, "cliente e amigo do administrador da insolvente, do qual resultou claro que, para si, o administrador foi sempre  e que após a criação de G "eles lhe propuseram "referindo-se a  e para passar a comprar a G”; no excerto transcrito pelos Recorrentes, o Recorrente admite que só deixou de ser o administrador de direito da Insolvente após ter sido aconselhado pelos seus advogados, devido a ter sido requerida a sua insolvência pessoal, revelando que jamais quis abandonar a administração da Insolvente, tendo-se afastado apenas a nível formal, colocando na administração pessoa de sua confiança que, pela relação de amizade que partilhavam, sabia acataria todas as suas instruções, em vez de alguém apto e capaz de "evitar o colapso da insolvente”; quanto à cooperação comercial” entre a sociedade "G” e a Insolvente, como veremos mais á frente, os Recorrentes, conforme resulta da factualidade dada como provada, administravam a primeira usando bens da segunda, algo que só poderia ser possível se este administrasse, simultaneamente, ambas, devendo ser mantida a redacção do facto n. 13 e continuar a integrar o elenco dos factos provados os factos n. 14 e 1 No que concerne ao facto provado n. 16, apesar de os Recorrentes alegarem que não existem elementos probatórios que permitam dar este facto como provado, a verdade é que, de acordo com a fundamentação da douta sentença, o Tribunal a quo considerou que os depoimentos das testemunhas e requeridos indiciam que o Recorrente administrava a Insolvente e a "G”, juntamente com a Recorrente, não tendo os Recorrentes dignado transcrever quaisquer excertos das gravações da audiência de julgamento que entrem em conflito com este entendimento; além de ter referido que recebia pagamentos da "G” e da Recorrente por dívidas da Insolvente, Q, afirmou também que o correio electrónico da Insolvente tinha sido alterado para se ler "G”, efectivamente associando as duas sociedades como se de apenas uma se tratasse, pelo que, mesmo que tal administração não dosse de direito algo que os Recorrentes, é inegável a existência de uma administração de facto, devendo o facto n. 16 permanecer no elenco dos factos provados.