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Com efeito, apesar de esta matéria não merecer, como é consabido, uma resposta uniforme da nossa jurisprudência, sustentando uma corrente que a remuneração mínima garantida corresponde ao salário mínimo nacional vezes 14 incluindo os subsídios de Natal e de Férias) e que, por isso, o mínimo necessário ao sustento minimamente digno do insolvente não deve ser inferior à remuneração mínima anual dividida por 1  Assim o defendem, além do mais, o AC RP de 202019 e o AC RL de 202018 2 Outra corrente, que cremos ser maioritária e que sempre perfilhámos, sustenta, em termos gerais, que os subsídios de férias e de natal, não sendo imprescindíveis para o sustento minimamente condigno do devedor/insolvente, têm que ser incluídos no rendimento disponível, ou seja, no rendimento a disponibilizar ao fiduciário para os fins da insolvência, na parte que excedam o montante excluído da cessão e fixado na decisão.