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O direito e o dever de educação dos filhos mantém-se, mesmo depois de atingida a maioridade, durante o tempo em que tal for necessário para que o filho complete a sua formação profissional "na medida em que seja razoável exigir dos pais o seu cumprimento e pelo tempo normalmente requerido para que aquela formação se complete” conforme decorre do disposto no art 1880 do  		O Julgador "a quo” ponderando, em face dos factos assentes, o requisito da razoabilidade, entendeu que não obstante a idade do filho e do seu aproveitamento escolar não ter sido regular tudo indica que terá "chumbado” no seu percurso académico, não havia abuso na pretensão da requerente, sendo a mesma razoável e de atender, salientando, designadamente, o seguinte, no que respeita à invocada irrazoabilidade decorrente da argumentação de o filho já há muito dever ter completado a sua formação escolar: "Contudo, apurou-se que o seu filho tem tido aproveitamento escolar, é certo que não é um bom aluno pois tem tido várias reprovações mas já completou quase metade dos créditos de que o curso é composto.