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Não se conformando com o acórdão proferido, dele veio em 102018, depois de notificado do mesmo, o arguido B interpor recurso, formulando as seguintes CONCLUSÕES, que se transcrevem1:    Termina dizendo dever o recurso ser julgado totalmente procedente e, em consequência: a) Deve ser declarada a nulidade do acórdão recorrido, nos termos do artigo 37, n. 1, alínea, do Código de Processo Penal; ou, subsidiariamente, b) Deve ser reconhecida a existência de erro notório na apreciação da prova, de acordo com o artigo 41, n. 2, alínea, do CPP, absolvendo o aqui Recorrente ou, em alternativa, reenviando o processo para novo julgamento, nos termos do disposto no artigo 42, n. 1, do CPP; ) Em qualquer caso, deve ser revogado o acórdão recorrido, sendo substituído por outro que, depois de realizada a necessária audiência destinada à produção de prova sobre as atuais condições pessoais do Recorrente e a sua conduta posterior ao facto de acordo com o disposto no artigo 43 do CPP, interpretado conformemente à Constituição), atenue a pena aplicada ao Recorrente e/ou, sendo mantida a pena de prisão, ainda que atenuada, seja determinada integralmente a suspensão da respetiva execução.