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Improcede, por isso, também nesta parte questão a apelação da expropriada.Apenas em relação à parcela 1J, classificada como solo apto para construção, para a qual foi reconhecida a edificabilidade de um edifício com área de construção de 357 m2, em função da área de solo, do coeficiente de ocupação e da viabilidade de construção em 3 pisos 238m2 x 0,5 x 3, bem como de um apoio de praia com 160 m2 de área, vieram os peritos do tribunal e da expropriante defender a aplicação de um factor de correcção por ausência de risco inerente à actividade construtiva, em que a expropriada não incorreu por não ter chegado a empreendê-la, que os primeiros fixaram em 5% e o ��ltimo em 10%.