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, , em Vila do Conde; 19) A aludida F não participou o óbito de G à autoridade Tributária; 20) Em 11 de Janeiro de 2017, o Autor foi notificado pela Autoridade Tributária para proceder à participação do óbito do referido G, o que fez em 24 de Janeiro de 2017; 21) Por escritura pública lavrada a 18 de Maio de 2017, no Cartório Notarial da Dr. , em Vila do Conde, o Autor requereu a habilitação de herdeiros de seu pai; 22) No processo de inventário aludido em foi nomeada cabeça de casal a aqui Ré ; 23) Da relação de bens que esta Ré, na qualidade de cabeça de casal apresentou no referido processo de inventário, constam como fazendo parte do acervo a partilhar, os imóveis identificados em e.Iniciando a nossa análise pela primeira das questões suscitadas pelo autor/apelante B, cumpre referir, desde logo, o seguinte: Como ficou claramente visto, nos presentes autos o referido autor ora apelante veio propor a presente acção contra  e outros, concluindo a pedir o seguinte: - Que se declare que a falecida F ocultou o património do pai do Autor de forma dolosa e que subsequentemente os ora Réus mantiveram a ocultação dos mesmos bens; - Que se declare que, em consequência, os Réus perderam em benefício do Autor, os direitos que poderiam ter sobre os bens sonegados.