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Isto é, o juiz deverá pronunciar-se sobre questões de conhecimento oficioso desde que entenda que tais questões procedam e, por isso, que justificam essa apreciação: se há matérias, designadamente inerentes a eventuais excepções dilatórias vide artigos 57 e 57 do Código de Processo, que embora sendo de conhecimento oficioso, o tribunal entende que não se verificam, seria uma acto absolutamente inútil no julgamento da causa – que, relembre-se, pode ser efectuado nos termos do n. 2 do artigo 5 do Código de Processo do Trabalho – o tribunal pronunciar-se especificamente sobre as mesmas, para negar a sua existência; seria, digamos, um exercício meramente teórico, sem qualquer relevância no caso concreto, o tribunal, considerando que não se verifica, por exemplo, erro na forma de processo, estar na sentença a analisar tal questão oficiosamente, para afirmar que não se verifica esse erro na forma de processo.