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Se o teor dos normativos acabados de referir, aliado à natureza do acto de interpelação de um Tribunal Superior, faria supor que as alegações, ademais impondo-se que as mesmas sejam elaboradas por profissionais especialmente habilitados para o efeito artigos 12 da Lei de Organização do Sistema Judiciário, 40, n 1, al., do CPC, e 66, n 1, do Estatuto da Ordem dos se ativessem, com esmerado rigor, aos critérios legalmente estabelecidos, o certo é que são frequentíssimas as situações de afastamento de tais critérios, com a apresentação de alegações e/ou conclusões insuficientes, contraditórias, excessivas, incongruentes, confusas, prolixas ou inócuas, que tornam sobremaneira penoso descortinar qual seja o objecto do recurso.