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São disso exemplo as expressões utilizadas pelo Recorrente no seu Recurso para tentar demonstrar a referida omissão de pronúncia: "Errou por omissão, ao não sopesar devidamente os argumentos esgrimidos no procedimento cautelar ...)”; Errou ao não levar em consideração, o argumentário sobre o fundado receio, das consequências de caráter económico/financeiro sobre o aqui recorrente ...)”; Igualmente errou por omissão, ao não ter em consideração, e dentro desta temática, que o recorrente é o único elo de sustentação financeira da família ...)”; Errou, ao não sopesar como devia, a circunstância dos três filhos do recorrente, serem todos estudantes ...)”  O invocado "pecado” da sentença Recorrida ao "não sopesar” determinados argumentos, não significa que as aludidas questões não tenham sido apreciadas, mas tão-só que a argumentação aduzida não terá sido atendida, o que se não consubstancia em omissão de pronuncia, como decorre aliás do discorrido no despacho de sustentação proferido em 1 instância.