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O que o Autor, ora Recorrente, pretende, em primeira linha, é anulação da decisão de indeferimento do pedido de revisão oficiosa e em segundo plano, que lhe seja reconhecido o excesso de estimativa de imposto no exercício de 1997, designadamente com a correção da autoliquidação do IRC do exercício de 1997 nos termos apresentados na declaração modelo 22 de substituição, o que determinará, que naquele exercício fiscal o montante de imposto a reembolsar passe para € 67841,93 ao invés do montante anteriormente apurado na declaração de rendimentos modelo 22, de € 44245,75, e subsequentemente a alteração do excesso de imposto estimado no exercício fiscal subsequente 199 Perscrutada a Impugnação Judicial n. 100/03/31 que correu termos no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto apensa para efeitos de consulta aos presentes, facilmente se constata que o que se discutia ali, tão somente, era se o autor estava autorizado a deduzir a quantia de € 23596,17, na sequência da declaração de substituição que aquele apresentara ao exercício de 1997, na sua declaração periódica de rendimentos modelo 22 referente ao exercício de 1998 e, como tal, se a correção adicional efetuada pelos serviços de inspeção tributária no decurso daquela ação inspetiva se afigurava ilegal.