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14 da motivação), nomeadamente dos vícios constantes nas alíneas a, do n. 2, do artigo 41 supra referido, vem pôr em causa a matéria de facto considerada provada pelas instâncias, como se verifica, g., das conclusões 4 a 8, 10 a 12, 15, 19, 20, 22, 30, 33, 37, 39 a 45, 47, 50, 52, 58 a 67, 71 a 78, 82 a 84, 90, 92, 99, 100, 119 e 12 Ora, como resulta do que ficou dito 13, 14, 15,, tal procedimento está-lhe vedado pelo nosso ordenamento jurídico processual penal, ou seja, se o recorrente pretender impugnar de facto e de direito um acórdão final do tribunal colectivo dirige o seu recurso ao Tribunal da Relação e da decisão proferida por esta instância, sendo recorrível nos termos do artigo 40 do CPP, poderá recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça, mas restringindo o objecto do recurso a matéria de direito.