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Inconformada, apela a autora, defendendo, na procedência do recurso, a revogação da sentença, extraindo das suas alegações as seguintes conclusões:  Não tendo resultado demonstrado nos autos, atendendo às regras da distribuição do ónus da prova previstas no artigo 34 do , a efectiva ocorrência de uma conduta profissional ilícita e/ou omissiva incorrida pelo R. advogado no âmbito de determinado patrocínio forense assumido perante a A., não se encontrará desde logo preenchido o primeiro requisito legal, previsto no artigo 48 do , passível de gerar uma obrigação de indemnizar; Não poderá o douto Tribunal a quo presumir a existência de um facto ilícito imputável ao advogado, por via de prova meramente indiciária, ou mesmo manifestamente genérica, sem qualquer equivalência e/ou ponderação com todos os demais indícios e/ou meios probatórios constantes dos autos; De facto, tendo em conta toda a prova que, com credibilidade e isenção, foi produzida nos autos, entende ainda a ora Recorrente que a factualidade que ficou a constar dos pontos, e dos factos provados, foi salvo o devido incorrectamente apreciada, ponderada e decidida pelo douto Tribunal a quo, devendo, nessa medida e atentos os concretos pontos da prova produzida, que adiante se irão, passar a constar do elenco dos factos julgados não provados; Com efeito, resulta desde logo claro do depoimento de parte prestado nos autos pelo  Réu, Dr. ...), a pedido da A. o qual se encontra gravado em ficheiro de áudio sob n. 20180822100906_1330605_2871878, com início ao minuto 54) que os representantes da A. estiveram sempre absolutamente cientes de todas as fragilidades e vicissitudes ocorridas no processo, nomeadamente aquando da falta de comparência do  Réu na Assembleia de Credores ocorrida em 13 de Janeiro de 2015; Tendo resultado da prova produzida que o  Réu admitiu a sua falta à referida diligência pese embora a inexistência de qualquer consequência negativa para a A., decorrente de tal pretensa falta e/ou omissão), junto dos Legais Representantes da A., derivado até da relação de confiança que existia entre os representantes da A. e o Réu, Dr. ...), assim que se apercebeu que a mesma teria ocorrido;  O que contraria, desde logo, frontalmente, a factualidade que o douto Tribunal a quo fez constar do ponto, última parte, dos factos julgados provados, a qual deverá ser dada como não provada, nomeadamente na parte que refere "facto de que não deu conhecimento à aqui autora”, a qual deverá, assim, ser suprimida no referido quesito; Por outro lado, e no que respeita à alegada entrega ao Réu advogado, pela A., da carta resolutiva do contrato promessa de compra e venda, remetida pela Administradora de Insolvência ...), em 202015, resultou ainda do depoimento de parte prestado pelo Réu Dr. ...) com início ao minuto 06 e fim ao minuto 52 do seu, que, na verdade, nunca foi lhe entregue pela A. a aludida carta resolutiva; Tendo o Réu afirmado peremptoriamente ao Tribunal ao minuto 54 do seu "Eu não tenho ideia de ter recebido a carta, não tenho nada de entrado no meu sistema, porque eu digitalizava de imediato as coisas que fosse recebendo da sociedade, portanto não tenho ideia absolutamente nenhuma disso, e o percurso foi esse; Tendo resultado ainda claro do depoimento prestado nos autos pela Administradora de Insolvência, Dra.