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– As decisões em causa, que se invocam como fundamento para a recorribilidade do despacho, ao abrigo do disposto no n 3, do artigo 280, do CPPT, são:  a) o despacho dado pela Juiz R, na data de 112020, no processo de oposição n 1080/18BELRS, do Tribunal Tributário de Lisboa;  b) o despacho dado pela Juiz T...., na data de 212019, no processo de oposição n 54/10BESNT, do TAF de Sintra;  ) o despacho dado pela Juiz T...., na data de 112019, no processo de oposição n 1520/12BESNT, do TAF de Sintra;  ) o despacho dado pela Juiz S., na data de 202020, no processo de oposição n 665/16BESNT, do TAF de Sintra;  – A circunstância de se tratar de despachos e não de sentenças, isto quer a decisão recorrida e quer as decisões que se invocam como fundamento, não obsta à sua admissibilidade para efeitos de admissão do recurso, e isto porque o artigo 280, do CPPT, e desde logo na sua epígrafe, utiliza em matéria de recursos uma expressão de ordem genérica, decisões, ou seja, abrange uma ou outra das formas dos actos de administração da justiça pelos juízes, e de resto, face ao disposto no artigo 152, n 2, do CPC, no conceito de sentença, em sentido amplo, cabem não só os actos que decidam a causa principal mas também os que decidam de algum incidente que apresente a estrutura de uma causa, e a reclamação da conta de custas configura justamente um incidente processual susceptível de incluir nessa categoria.