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1083 do , confere aos últimos o direito a resolver o contrato de arrendamento celebrado, mantém-se o seu direito a peticionarem a resolução do contrato de arrendamento com fundamento na falta de pagamento parcial da renda desse mês de fevereiro de 201  Significa isto, que a anulação da sentença recorrida, tendo em vista o apuramento sobre se a apelante e/ou o Réu pagaram as rendas aos apelados dos meses de março, abril e maio de 2018, em nada afeta o segmento da parte decisória do saneador-sentença recorrido vertido nas alíneas, e, em que se decidiu:  A) Declarar resolvido o contrato de arrendamento celebrado entre os autores H. P. e mulher e os réus J. e , outorgado no dia 05 de Abril de 2014 e referente ao prédio urbano denominado de lote n. 29, destinado a habitação descrito na Conservatória do Registo Predial de ... sob o n. 164/... e inscrito na respectiva matriz sob o artigo n. 29;  B) Condenar os réus J. e a restituir aos autores H. P. e mulher o imóvel referido em deste dispositivo, devoluto de pessoas e bens e com os bens móveis referidos na lista anexa ao contrato de arrendamento;  ) Condenar os réus J. e a pagar aos autores H. P. e mulher as rendas vencidas e não pagas após a propositura da ação até efetiva entrega do arrendado, acrescidas de juros moratórios, à taxa legal de 4%, contados desde a data de vencimento de cada uma delas, até efetivo e integral pagamento;   Sequer, reafirma-se, a parte decisória da decisão recorrida da alínea, na parte em que se condena os Réus a pagar aos Autores a quantia de 450,00 euros, referente a parte da renda do mês de fevereiro de 2018, acrescida de juros de mora, à taxa de 4% ao ano, desde 08/01/2018, até efetivo e integral pagamento.