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Acordam na  Secção do Tribunal da Relação de Coimbra: –Relatório Por apenso aos autos de execução para pagamento de quantia certa que lhes moveu a ".., S. A.”, com os sinais dos autos, vieram os Executados "A..., LDA.”, .. S..., F..., B..., A... e  .., todos também com os sinais dos autos, deduzir oposição, mediante embargos de executado, a tal execução, invocando, em síntese, que: - o valor em dívida não é o indicado pela Exequente €31663,54), ascendendo apenas a €13388,83; - não ocorreu declaração de resolução do contrato de mútuo, nem por via extrajudicial, nem sequer judicial, já que aquela não a alegou como facto, nem deduziu pedido respetivo, no requerimento executivo;  - as cláusulas referentes ao vencimento antecipado da dívida são abusivas;  - o valor reclamado é superior aos limites referidos na escritura pública; - a Exequente deveria ter lançado mão da fase introdutória da execução, por forma a tornar a obrigação certa, líquida e exigível; - há cláusulas contratuais gerais integrantes do contrato que são incompatíveis com a boa-fé, determinando uma desvantagem manifestamente exagerada para a parte aderente, ocorrendo ainda violação do disposto no art.