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2 Ora, se o prazo de recuperação, diz o tribunal com base nos relatórios médicos que aceitou como válidos, é de um mês, então não pode, simultaneamente, sustentar que se verificaria um adiamento ad eternum ...  2Ainda para mais quando naquele dia 03/07/2020 se estava muito perto do início das férias judiciais - período que bem que podia ser aproveitado para permitir à Recorrente fazer o ajuste psicofarmacológico necessário e, com isso, criar as condições para prestar as declarações pretendidas ...  2 Pelo que também não colhe o argumento de que o direito da Recorrente em prestar declarações antes do fim da produção de prova momento que entendeu ser o mais benéfico e acertado para o pode ser suprimido sem sequer lhe ser dada oportunidade ou um prazo razoável para se restabelecer e poder prestá-las!