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para o representar na assembleia, constituídas por, apenas, duas salas de tamanho reduzido, e, posteriormente, negando, ainda o acesso e consulta da escrituração, livros e documentos relativos à situação jurídico-financeira da sociedade Requerida quando solicitados pela Dra.. Mais acresce que, em resposta à carta enviada pelos sócios RV e HD em 20 de abril de 2021, o Requerente remeteu a carta datada de 23 de abril de 2021 nela se referindo à sede da sociedade Requerida como uma «sede-ficção» e mencionando que a mesma enquanto sede é um local imaginário, pois a AA, Lda., nada lá possui, sequer uma cadeira para os sócios se sentarem nas Assembleias-Gerais, pelo que poderia perfeitamente ser substituído por uma caixa postal, pois trata-se efetivamente do escritório de uma outra empresa, que nada tem a ver com a AA, e que tem os seus funcionários a trabalhar diariamente nessas instalações.»  Perante o exposto, entende-se estar justificada a realização da assembleia em local diverso da sede, para a qual, aliás, o Requerente poderia ter-se feito representar, sendo certo que não se provou tão pouco que a marcação de uma assembleia geral extraordinária da Requerida para o escritório dos advogados que representam dois dos três sócios da sociedade, tivesse tido por objetivo causar prejuízo para o exercício pleno dos direitos do Requerente, e dificultar ou obstruir a participação deste sócio nos respetivos trabalhos, criando um ambiente de pressão e de intimidação.” 23 Dizemos aparentemente, dado que do documento 11 junto coma oposição resulta a referência a uma resposta ao requerente a 12 de abril de 202 24 O processado seguido nos autos, que incluiu um momento de saneamento autónomo, não previsto no regime legal dos procedimentos cautelares, não é, de todo, objeto do presente recurso.