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Perante tal enquadramento fáctico e normativo, dúvidas não restam de que a Ré reconheceu o direito dos AA., de forma a interromper a prescrição no descrito circunstancialismo, a 2 Ré afirmou/reconheceu "a existência da situação de facto que origina a relação de crédito”, sendo, pois, "razoável que perca o benefício do prazo prescricional já decorrido”, porquanto "tal reconhecimento pode interpretar-se como renúncia da sua parte a prevalecer-se desse prazo, visto supor a vontade de cumprir, além de que o titular pode confiar na opinião manifestada pela outra parte, não tendo, por isso, que a demandar”; "o titular pode legitimamente admitir que o seu direito adquire nova vitalidade por efeito do reconhecimento”, e, estes, por intermédio de notificação judicial avulsa de 12013, requereram a notificação das Rés para marcarem o dia, hora e local para a realização do contrato definitivo  26, supra, sendo que, a partir de 01996, sempre os AA.