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As referidas exigências devem ser apreciadas à luz de um critério de rigor, tratando-se de uma decorrência doprincípio da auto-responsabilidade das partes, impedindo que a impugnação da decisão da matéria de facto se transforme numa mera manifestação de inconsequente inconformismo.5  Os recorrentes, na sua impugnação da decisão sobre a matéria de facto, afirmam que "face aos concretos meios probatórios documentos, articulado de impugnação e deviam merecer resposta afirmativa, ou seja, como factos provados, os factos a dos factos não provados e merecer resposta negativa os factos dados como provados sob os n.s 6, 11 e 12  alíneas, e, supra e, por consequência, também, face à subsunção jurídica factual, devia levar à procedência do pedido formulado”.