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De facto, há quem entenda que a doutrina estabelecida pelo Acórdão Uniformizador mantém actualidade e pertinência face ao estabelecido no Dec. Lei n 291/2007, sendo, por isso, necessário fazer a prova daquele nexo de causalidade é o caso dos Acórdãos da Relação de Porto de 19/01/2012, 15/01/2013 e 16/05/2013 e do Acórdão do STJ de 06/07/20112) e há quem entenda que o direito de regresso da seguradora não depende agora da alegação e prova desse nexo de causalidade, bastando a prova de que o condutor deu causa qualquer ao acidente é o caso dos Acórdãos do STJ de 08/10/2009, 28/11/2013 e 09/10/2014, do Acórdão da Relação do Porto de 13/12/2011 e dos Acórdãos da Relação de Coimbra de 08/05/2012, 29/05/2012, 22/01/2013 e 01/07/20143).