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Bem andou o Douto Tribunal a quo, quando considerou os factos dados como não provados de a;   Quanto aos factos dados como não provados, e, entende a Recorrente que deveria o Tribunal a quo ter dado tais factos como provados, no entanto, não é possível valorar a prova testemunhal tal como a Recorrente pretende;  As questões aqui em apreço são questões jurídicas, que estão estipuladas por lei ou que dependem da liberdade contratual de cada empresa, e não podem, através de depoimentos de testemunha, que nada conhecem sobre a contabilidade da ora Recorrida, vir provar o que pretende a Recorrente; Quanto ao facto dado como não provado, a Recorrente não provou nos presentes autos os custos mínimos diretos do trabalho invocados e bem assim as conclusões alcançadas na Tabela 3, referenciada no artigo 5 da petição inicial;  Está na livre discricionariedade do Tribunal a quo a apreciação da prova produzida em sede de julgamento, e entendeu o Tribunal que a testemunha arrolada pela Recorrente limitou-se a corroborar, de forma genérica e tabelar, sobre os valores constantes da Tabela 3; pelo que nada provou nesta sede; Não se encontra provado que o número de horas de trabalho normal de um vigilante é de 1864 horas, também não se poderá dar como provado os valores constantes na Tabela 3 relacionados com esse número de horas.