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9- A lei apenas configura como excepção ao direito de preferência as circunstancia indicadas no artigo 1381 do e nestas não está a compropriedade 10- Com efeito, a ratio do artigo 1380 do " o de facilitar o emparcelamento dos prédios rústicos com o fim de criar maiores unidades de cultura e de maior rendimento, o que não sucede no caso de parte ideal do prédio vendido em virtude de não ser possível anexá-lo ao outro prédio de modo a formar um todo " A do STJ processo n 99A731, relatado pelo Conselheiro Machado Soares com o seguinte hiperligação www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f00 3fa814/bcb8550a28437ce680256974002f6da9?OpenDocument 11- Ou seja, a preferência na venda de prédiosrústicos com área inferior à unidade de cultura visa permitir a criação de prédios com áreas próximas ou acima da unidade de cultura de forma serem unidades económicas viáveis o que não foi permitido ao recorrentes 12- Nem se diga que a obrigação de dar preferência não é compatível com a compropriedade em virtude da necessidade do vendedores terem ambos de dar preferência a terceiros pois, sempre que haja uma obrigação os vários contitulares têm de se entender para a exercer .