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Como logo ficou dito no acórdão de 4 de Março de 2015, proferido no processo com o n. 81/13 Disponível em http://www.dgsi.pt/jsta.nsf/-/85642b0e6eba54e680257e0a003fd2e), o Supremo Tribunal Administrativo não reconhece a validade incondicional desse critério, afirmando que «a circunstância de o Tribunal de Justiça ter considerado que a Administração Tributária poderia criar um sistema específico para estabelecer um único e mesmo pro rata de dedução para todos os seus bens e serviços de utilização mista não significa que, perante a legislação nacional tal sistema específico seja pura e simplesmente admitido, em todas as situações, como não o é, de resto, face à legislação europeia.