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1 das respectivas condições especiais, relativas à cobertura complementar de invalidez total e permanente, define  que a pessoa segura se encontra na situação de invalidez total e permanente "se, em consequência de doença ou acidente, estiver total e definitivamente incapaz de exercer uma actividade remunerada, com fundamentos objectivos, clinicamente comprováveis, não sendo possível prever qualquer melhoria no seu estado de saúde de acordo com os conhecimentos médicos actuais, nomeadamente quando desta invalidez resultar paralisia de metade do corpo, perda do uso dos membros superiores ou inferiores em consequência de paralisia, cegueira completa ou incurável, alienação mental e toda e qualquer lesão por desastre ou agressões em que haja perda irremediável das faculdades e capacidade de trabalho, devendo em qualquer caso o grau de desvalorização, feito com base na Tabela Nacional de Incapacidades ser superior a 66,6% que para efeitos desta cobertura é considerado como sendo igual a 100%.”      Por tal ser um dos fundamentos da impugnação da sentença, é útil ter presente que, analisado o conteúdo desta cláusula, logo se constata que a certificação do estado físico do segurado através de um comprovativo de que se encontra reformado por invalidez não é requisito para o preenchimento do conceito de invalidez total e permanente, isto é, do sinistro coberto pelo contrato.