Legal Document Excerpt:

Insurge-se ainda o Apelante quanto á classificação feita pelo Tribunal a quo da corrida de carros em causa, como sendo uma atividade perigosa, tendo aplicado, em consequência, o disposto no artigo 493, n. 2 do , com base no qual fundamentou a responsabilidade dos organizadores do evento, que não contrataram o seguro obrigatório para provas desportivas e não asseguraram as condições de segurança da corrida, quando o único responsável pelo acidente que o Autor sofreu é o 1 Réu, que conduzia o veículo automóvel, e não teve a perícia nem a habilidade necessárias para controlar o carro após o despiste, vindo a embater no Autor, sendo quem detinha a direção efetiva do veículo automóvel em questão e utilizou-o no seu próprio interesse artigo 503, n. 1 do, respondendo pelos danos causados ao Autor.