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Invoca que era esse, em Janeiro de 2014, o montante da prestação fixada no âmbito do acordo relativo ao exercício das responsabilidades parentais judicialmente homologado, valor que foi pago pelo requerido até a requerente atingir a maioridade em 3201 Diz que a partir de então este nada lhe paga, embora a requerente se encontre a estudar e necessite de cuidados médicos e medicamentosos, com tratamentos de psiquiatria e psicoterapia, suportando despesas mensais globais de cerca de € 200,0  O requerido deduziu oposição sustentando, em súmula, que a requerente sua filha deixou de passar fins-de-semana e férias consigo desde Setembro de 2013 e não responde aos seus telefonemas e mensagens, não tendo qualquer contacto com o pai há dois anos, nem com a família deste.