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O Município do Porto contra-alegou, concluindo como segue: A. O artigo 150 do CPTA prevê a regra do duplo grau de jurisdição para as contendas judiciais administrativas, reservando os recursos de revista para o STA a situações excepcionais, quando ‘‘pela sua relevância jurídica ou social, revista de importância fundamental ou quando a admissão do recurso seja claramente necessária para uma melhor aplicação do direito B. Compulsado o recurso de revista, resulta que a Recorrente não logrou, em momento algum, alegar e demonstrar em que medida o objecto do recurso é subsumível a alguma das hipóteses enunciadas no artigo 15 do CPTA, o que implica, desde logo e inevitavelmente, a inadmissibilidade do presente recurso.