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1 E o Ac.TCAN recorrido, para além de confirmar esta ponderação do TAF/Braga, ponderou, ainda: a) que a interpretação da natureza vitalícia da atribuição dos complementos de pensão de sobrevivência pelo 62/2015 se impõe pela aplicação da regra interpretativa de que "onde o legislador não achou oportuno distinguir, não deverá o intérprete distinguir”; b) que, a não ser assim, «estaria encontrada uma solução não querida pelo legislador de obstaculização do objetivo último que presidiu à criação da pensão de sobrevivência, que, como sabemos, é a de atribuição de uma prestação pecuniária de concessão continuada para compensar os familiares do beneficiário da perda de rendimentos de trabalho resultante da morte deste»; e ) deixando por resolver, esta sua interpretação, a questão sobre qual o período de concessão da pensão de sobrevivência, ela seria resolvida, por remissão da parte final do n 2 do art.