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Assim, sustenta o autor, face ao disposto na cláusula 11/2 e 3 e no artigo  do anexo do citado AE, bem como o artigo  do mesmo anexo, tendo ainda presente que à data da sua entrada em vigor – 8 de agosto de 2014 – o autor se encontrava enquadrado na carreira profissional de Técnico Administrativo Especialista e inserido na 5 posição remuneratória, ou seja, na última posição dessa carreira profissional, o mesmo deveria auferir €073,1 Como o autor auferia então €098,18, que não coincide com a remuneração mensal de €073,17, prevista para Técnico Administrativo Especialista, o mesmo deveria ter transitado para uma nova categoria profissional de Técnico Administrativo Principal, a que corresponde a remuneração mensal ilíquida de €111,90, isto face ao disposto no artigo  do anexo  Como tal, a partir de janeiro de 2017, quando o autor retomou as funções de Técnico Administrativo, deveria ter passado a auferir a remuneração base mensal ilíquida no valor de €111,90, sendo certo que, nos termos da cláusula 13 do quadro do Anexo do AE, a partir de agosto de 2017, o autor teria direito, por via da passagem para a 2 posição remuneratória de Técnico Administrativo Principal, a uma remuneração base mensal ilíquida no valor de €164,2  Quanto a esta questão, sustenta o 1 réu, desde logo, que a progressão pretendida pelo autor está legalmente vedada por força do congelamento de carreiras aplicável aos trabalhadores e funcionários que exercem funções no Estado ou em entidades públicas, como é o caso do réu, "entidade pública reclassificada”.