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Para tanto, alega que a sentença incorre em erro de julgamento de facto e de direito, ao ter determinado a anulação total das liquidações, quando não foram impugnadas pela Impugnantes as correções operadas relativas aos custos com as "viagens particulares” tema resolvido em sede de "Questão Prévia”) e, no mais, ao considerar indevidamente, que a AT não reuniu indícios suficientes da falsidade das faturas e que a tributação por métodos indiretos errou na quantificação da matéria coletável, em violação do previsto, respetivamente, no n. 1 do artigo  e no n. 1 do artigo , ambos do CPC, no n 1 do artigo 74 e na alínea do n 2 do artigo 75, ambos da LGT e nos ns 1 e 2 do artigo 23 do CIRC, e n 3 do artigo 74 e artigo 90, ambos da LGT e n 1 do artigo 57 do CIRC.