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Desde logo da factualidade dada como provada pelo Tribunal, em sede de "Fundamentação", cumpre referir quanto ao ponto 14, dos factos considerados provados, atentar no facto das execuções fiscais, conforme constam dos autos, terem sido instauradas em 012001 e quatro dias depois, ou seja, em 012001, terem sido efectivadas as respectivas penhoras, sendo certo que tal celeridade não, segundo as regras da experiência comum, só pode ser justificada por uma conduta diligente do Recorrente, como de resto foi alegado por este, no sentido de uma rápida realização das penhoras com vista exclusivamente a acautelar os interesses do erário público, comportamento que vai muito para além do que era exigível ao Recorrente, isto é, de uma conduta diligente de bonus pater família.