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1 Em data não concretamente apurada do mês de novembro de 2017, o arguido novamente arrombou a porta do quarto onde a ofendida F. dormia e procurou forçá-la a manter relações sexuais dizendo-lhe "abre as pernas que as putas também as abrem e não têm vontade”, comportamento que cessou quando a filha A. S. irrompeu no quarto acompanhada do genro A., que não entrou no quarto, e que ali se dirigiram por terem ouvido aquela a dizer "sai daqui”, "larga-me”, recusando-se contudo a abandonar o quarto dizendo "sou tem marido tenho direito de estar aqui”, "não saio daqui”, "daqui só saio com ela, para onde ela for eu também vou, só saímos daqui dentro de quatro tábuas”.