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Em réplica, os Autores impugnam os factos alegados pela ré na reconvenção deduzida, sustentando ser falso que alguma vez esta tenha adquirido tal água por doação verbal do pai da Ré ..) e a servidão de a escarnar, admitindo apenas que, durante o período de laboração, cerca de dois a três meses por ano, a ré estava autorizada a servir-se da água existente no poço; nunca existiu ou foi contruído qualquer caminho que conduzisse à constituição de uma servidão legal de passagem por usucapião, sendo apenas permitido que os funcionários da ré entrassem no prédio tendo em vista o uso da água durante a laboração do lagar; mais defendem que a ré não poderá desconhecer as regras de gestão de combustíveis à volta das edificações e aglomerados populacionais que impedem o armazenamento de lenhas, dada a proximidade inferior a 50 metros de casas de habitação bem como as apertadas regras impostas pela Agência Portuguesa do Ambiente, no que diz respeito ao bagaço e azeitona; no mais, concluem, peticionando a condenação dos RR.