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No caso, em face dos termos em que foram enunciadas pelos recorrentes as conclusões de recurso, são objeto do presente recurso o despacho da Mm Juíza a quo, que antecedeu imediatamente a sentença, pelo qual foi dispensada a realização de diligências de prova requeridas pelas partes, e a sentença de 12/11/2018 que julgou improcedente a pretensão cautelar, importando em sede do presente recurso apreciar e decidir, em primeira linha se o Tribunal a quo errou ao dispensar as diligências de prova, em termos que devam os autos baixar à primeira instância para a sua realização, e em segunda linha, se o Tribunal a quo errou ao julgar não verificado o periculum in mora, em termos que, por se encontrarem também verificados os demais requisitos, o pedido cautelar deveria ter procedido com decretação das providências.