Legal Document Excerpt:

n 20; - Em resposta a esta carta, a  ré enviou à autora uma outra carta, datada de 22015, onde referiu que as obras de reabilitação estavam já a decorrer há mais de dois meses - de 22015 a 22015 -, que, por a empresa que estava a realizar a obra ter tapado completamente as monstras, tal factualidade havia sido participada à Polícia Municipal, que, em consequência direta das obras, parte do teto da entrada da loja tinha desabado, o teto falso tinha sido danificado, tinha sido aberto um buraco na loja junto às escadas e que o pó criado pelas obras tornava a loja inabitável e impraticável a manutenção da actividade que nela exercia, razões pela quais a mesma se encontrava encerrada até que as obras, pelo menos da fachada, terminassem, acrescentando que iria continuar a não proceder ao pagamento das rendas e que, caso a situação se mantivesse, resolveria o contrato dos autos – cfr.