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O que significa que estando a autora isolada na sua pretensão verifica-se, no plano substantivo, a carência de um seu direito ou seus direitos à pretensão formulada nesta acção, que só em conjunto e em convergência de vontades, enquanto consórcio na denominação adoptada, pode esse direito ou direitos consubstanciados nos pedidos formulados pela autora ser ou serem exigidos do réu.» Vindo a concluir na sentença: «Ou seja ainda, a excepção dilatória levaria em princípio à absolvição da instância do réu, mas nos termos referidos, substancialmente o direito ou direitos reclamados/peticionados pela autora não existem na sua titularidade e, consequentemente, a inexistência desse ou desses direitos, torna a ilegitimidade da mesma autora insuprível e, consequentemente, não pode nem deve o tribunal fazer uso do disposto no artigo 26, n. 2, do CPC e, assim, também a autora não pode fazer uso do disposto no artigo 26, também do mesmo CPC anterior ao, correspondentes respectivamente aos artigos  e 41 e 26 do actual CPC, pois que in casu inexiste ou é inútil a aplicação do princípio da economia processual fase à invocada ilegitimidade da autora ser insuprível.