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E, em consonância com o exposto, escreveu-se no acórdão da Relação do Porto de 16/9/2013 Apelação n 285/01TBVNC.P1) 5, relativamente a caso idêntico àquele de que ora tratamos, em que a aí recorrente defendia que os bens não licitados deveriam " ser adjudicados à Recorrente e ao Recorrido, em compropriedade, na proporção necessária ao integral preenchimento de cada um dos seus quinhões, ou seja, na proporção de 78,37% correspondente a 30527,50 €) para o Recorrido e de 21,34% correspondente a 8287,50 €) para a Recorrente, assim ficando totalmente preenchidos os quinhões de ambos os interessados sem que haja lugar ao pagamento de tornas”: « A questão que importa resolver traduz-se em decidir se os bens não licitados devem ser sorteados ou manter-se a compropriedade entre os ex-cônjuges.