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Agora é a autora que discorda do assim decidido, e pede revista, invocando, para tal, a «nulidade» do acórdão recorrido - por alegada contradição entre a matéria de facto provada e a decisão de direito proferida - e «erro de julgamento de direito» relativamente ao que nele se decidiu sobre a «falta de valorização de acções de formação comprovadamente realizadas» por ela - invoca os artigos 6, 124, 125, 133, n2 alínea, do CPA, e 266, n2, e 268, n3, da CRP -, e, ainda, porque defende - afincadamente - que da conjugação do erro de cálculosobre a sua avaliação curricular - que foi «reconhecido» pelas instâncias - com o julgamento de procedência do erro na classificação da candidata B.