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Só a absoluta falta de fundamentação – e não a sua insuficiência, mediocridade, ou erroneidade – integra a previsão da alínea do n1 do Artigo 615, cabendo o putativo desacerto da decisão no campo do erro de julgamento – Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 2016, Fernanda Isabel Pereira, 781/111 «O que a lei considera nulidade é a falta absoluta de motivação; a insuficiência ou mediocridade da motivação é espécie diferente, afeta o valor doutrinal e persuasivo da decisão – mas não produz nulidade.»12 No caso em apreço, o facto provado sob 15 tem a seguinte redação: «Tais bens foram escolhidos e adquiridos pela requerente.» E o tribunal a quo fundamentou este facto assim: «Também o facto 15 se considerou provado na sequência do acordo quanto aos factos 13 e 14, não tendo sido colocado em causa que foi a requerente a escolher e adquirir tais bens.»  Deste modo, o tribunal a quo fundamentou expressamente a prova do facto 15 em apreço.