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186 n.   Quanto à alínea temos por provado que em data próxima à apresentação em juízo do requerimento de insolvência foi constituída uma sociedade, a K, S.A., que partilhava acionistas com a sociedade Requerente da insolvência, a Q, com quem aparentemente foi celebrado um contrato de arrendamento das instalações da Insolvente , mas que na prática aí continuou a exercer-se a mesma atividade, com os mesmos funcionários e tendo por gerente de facto o último dos gerentes da Insolvente, o Requerido H.  Esse contrato impediu que o Sr. Administrador tivesse acesso aos imóveis durante vários anos só o logrou conseguir em 20 de Julho de 2016, altura em que a K foi declarada e quando aí chegou inexistiam quaisquer bens móveis, no que se incluem as viaturas, e os edifícios estavam danificados.