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Assim:  2   O mínimo que se pode da alegação factual do Recorrente é que é, sem dúvida, sui generis: nada contendo que, em bom rigor, se incompatibilize com a generalidade do provado, o único facto com que realmente poderá brigar será o de que, antes do episódio descrito nos n.os 22 a 27 18, «a BB nunca tivera relações sexuais com penetração de pénis na sua vagina» que consta do n. 28, que não que nas circunstâncias de tempo e lugar narradas no Acórdão Recorrido, o Recorrente não tenha praticado na, ou perante a, Assistente os actos sexuais de relevo descritos nos n.os 7 a 8, 9, 10, 11 e 12, 13 a 14, 16 a 18, 19 a 21 e 22 a 27, em ocasiões em que ela tinha entre 11 e 13 anos – sete primeiros episódios – e 14 anos de idade – último episódio.