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); outras, numa diminuição do passivo cumprimento efetuado por terceiro, na errónea convicção de estar obrigado a efetuá-lo); outras, no uso ou consumo de coisa alheia ou no exercício de direito alheio, quando estes atos sejam suscetíveis de avaliação pecuniária ; outras, ainda, na poupança de despesas» 2) A inexistência de causa justificativa para o enriquecimento, ou porque nunca tenha existido ou porque, existindo inicialmente, entretanto deixou de ser verificar; 3) Que o enriquecimento tenha sido obtido à custa de quem requer a restituição, isto é, terá de se verificar uma correspondência entre a vantagem patrimonial alcançada por um deles e o empobrecimento do outro porque a referida vantagem patrimonial obtida pelo primeiro foi alcançada à custa de bens jurídicos pertencentes ao segundo.