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De facto, ainda que a requerente beneficiasse do n 3 do artigo 1 do Decreto-Lei n. 120/2013, de 21 de Agosto – regime excecional de extensão de prazos – sempre se concluía que ao abrigo do averbamento n. 1, emitido a 20/12/2012, a requerente não tinha iniciado a obra, pelo que aquando da análise do pedido de prorrogação já se encontrava volvido o prazo de 18 meses 9 meses, a que se refere a alínea do n. 3 do artigo 7, elevado ao;  ) Se é certo que as obras não se encontravam iniciadas, naturalmente, também não se encontravam concluídas, pelo que, não beneficiando a requerente da elevação para o dobro, do prazo de execução das obras, como corretamente foi ajuizado pelo Departamento Municipal de Gestão Urbanística, se conclui, pela caducidade da licença, nos termos da alínea do n. 3 do artigo 7 do RJUE;  ) Por outro lado, das informações de fiscalização recolhidas, para a elaboração do presente documento, dúvidas não temos de que ocorreu ainda a caducidade, por força das alíneas e do n. 3 do citado artigo 7 do RJUE.