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Como se escreve no Acórdão da Relação de Coimbra de 16/12/2015 "A defesa dos interesses de todos os intervenientes e interessados acima referidos, mormente dos executados e demais credores, ao autorizar a venda por um preço inferior ao anunciado para a venda, terá de resultar, casuisticamente, da ponderação de diversos factores "tendo conta, designadamente, o período de tempo já decorrido com a realização da venda, a forma como a conjuntura económica evolui, as qualidades do bem e consequentes potencialidades da sua venda, o interesse manifestado pelo mercado, a eventual desvalorização sofrida, valores de mercado da zona, e quaisquer outros elementos que devam ser levados em conta para um bom juízo acerca da aceitação havidas.” – como se refere no Acórdão da Relação do Porto, de 24 de Setembro de 2015, Processo n. 1951/15TBVNG.P1, disponível no respectivo sítio da dg si.