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155 e ss., terminando "EM CONCLUSÃO:  O Tribunal da Relação não pode, usando a presunção judicial, dar resposta diferente da que deu o tribunal a quo relativamente ao quesito 2, já que essa alteração da matéria de facto não resulta dos factos tidos como assentes, da prova produzida ou de documento superveniente que imponha decisão diversa;  A falta de pagamento de prémio ou fracção na data devida não determina só por si a resolução automática do contrato de seguro o qual depende da conversão da mora em incumprimento definitivo pela interpelação admonitória;  Ademais, a recorrente não avisou por escrito a recorrida do montante a pagar, assim como a forma e lugar de pagamento, com uma antecedência mínima de 30 dias em relação à data em que se vencera o prémio ou fracção deste, indicando as consequências em caso de falta de pagamento;  A recorrente incumbia a prova do referido em 3 anterior como facto fundamentador do direito à resolução automática do contrato;  A recorrente não fez essa prova.