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Neste seguimento e uma vez que estamos perante um erro pericial – "omissão” na valorização das sequelas do foro psiquiátrico, entre outras ajudas – requer-se que a A. seja submetida a uma segunda perícia médico-legal, que avalie corretamente a Examinanda e contemple os parâmetros do dano atrás referidos, de forma a podermos obter uma avaliação pericial justa e adequada à situação em apreço, cumprindo assim o princípio basilar da avaliação do dano corporal em Direito Civil que passa pela reparação integral dos danos sofridos tentando restabelecer a vítima na sua vida anterior da forma o mais similar possível.Este requerimento foi indeferido com os seguintes fundamentos: «Nos termos do artigo 48, n.s 1 e 2, do Código de Processo Civil, qualquer das partes pode, ainda, requerer a realização de segunda perícia, alegando as razões de discordância em relação ao relatório pericial apresentado, podendo, ainda, o Tribunal ordenar oficiosamente tal diligência, quando a julgue necessária ao apuramento da verdade.