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6) Actualmente, já se vem entendendo de forma unânime acerca da proibição da duplicação ainda que admitindo uma complementaridade até ao ressarcimento integral do dano, como no caso dos acidentes que são simultaneamente de viação e de trabalho;  7) No caso em apreço, estamos a falar do mesmo dano – a lesão da capacidade produtiva do sinistrado, só que a duplicação não se verifica na duplicidade de responsáveis pagadores pela coexistência de relações jurídicas geradoras de responsabilidade pelos mesmos factos, mas na duplicação do mesmo dano, no mesmo período de tempo só porque foi avaliado em dois prismas o temporário e o definitivo ou permanente;  8) Entender de outro modo é desrespeitar o quanto preceituam as normas dos artigos 562, 563 e 564 do CCiv., pois, seria indemnizar em duplicado pelo mesmo dano e não reconstituir a situação que existiria se não tivesse ocorrido o facto gerador do dano;  9) Não é aceitável uma interpretação como a feita na decisão recorrida do art.