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AAA) O tribunal a quo não extravasou os seus poderes jurisdicionais nem violou o princípio da separação de poderes ao julgar procedente o pedido condenatório formulado pela Autora porquanto, como se demonstrou, estamos perante um ato de caráter vinculado, em que a margem de discricionariedade da administração encontra-se reduzida a zero, e os atos a praticar por interpretação e aplicação do Direito aos factos em presença) coincidem com a pretensão formulada pela Autora, devendo por isso o tribunal condenar nos precisos termos do pedido ou seja a condenar a entidade adjudicante à pratica do ato de adjudicação à Autora no concurso n. 3/2018 e a consequente celebração do contrato.