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«Ou seja, o legislador entendeu que, neste caso peculiar, o regime prescricional do débito parcelado ou fraccionado de amortização do capital deveria ser absorvido pelo que inquestionavelmente vigora em sede da típica prestação periodicamente renovável de juros, devendo, consequentemente, valer para todas as prestações sucessivas e globais, convencionadas pelas partes, quer para amortização do capital, quer para pagamento dos juros sucessivamente vencidos, o prazo curto de prescrição decorrente do referido artigo 31».O enfoque que se dá ao juro radica no ódio a esta figura, fruto da ideologia canónica medieval cuja proibição se fora «alargando cada vez mais e ultrapassara as fronteiras do direito canónico para se instalar na própria legislação » J. Almeida Costa, Raízes do Censo Consignativo, Atlântida, Coimbra, 1961, pp.