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por conta própria e que dê continuidade ao acompanhamento médico psiquiátrico, imprescindível para a estabilização da sua saúde mental, condição protetora no domínio da sua reinserção social"; Dos pedidos de indemnização cível deduzidos igualmente se provou que: 27 O demandante cível BB transferiu para as arguidas, para pagamento do remanescente do preço de aquisição do citado imóvel, no valor total de € 56612,00 quinhentos e sessenta e quatro seiscentos e doze, o valor de € 51612,00 quinhentos e catorze seiscentos e doze, o qual devia ser entregue, pelas arguidas, à sociedade "SG......, S.A.", o que as mesmas não fizeram, para o que as arguidas estavam mandatadas; 27 O demandante cível BB transferiu ainda para as arguidas, a pedido destas, a quantia de € 6127,00 sessenta e quatro cento e vinte e sete, a título de serviços e despesas relacionados com a obtenção do "visto gold", para si e para a sua família, e com a aquisição do descrito imóvel, o que as arguidas não fizeram, apesar de estarem mandatadas para tanto; 27 O comprovativo da realização da transferência mencionada referente ao pagamento do remanescente do preço de aquisição do imóvel era essencial para a concessão do "visto gold", processo que acabou por ser indeferido pelo S.E.F., em 002017, com fundamento na omissão de junção dos elementos que se encontravam na posse das arguidas, e que estas não juntaram, porquanto não o quiseram; 27 Por diversas vezes, o demandante questionou a arguida AA sobre o estado do processo do "visto gold" e de aquisição do imóvel, ao que a arguida não dava resposta concreta; 27 As arguidas apoderaram-se, em prejuízo do demandante cível BB, da quantia global de € 57739,00 quinhentos e setenta e oito setecentos e trinta e nove, por conta da qual, as arguidas, até hoje, nada restituíram o demandante; 27 O demandante cível transferiu para as arguidas, para pagamento do remanescente do preço de aquisição dos mencionados imóveis, no valor total de € 60612,00 seiscentos e três seiscentos e doze, o montante de € 55612,00 quinhentos e cinquenta e três seiscentos e doze, o qual devia ser entregue, pelas arguidas, à sociedade "SG......, S.A.", o que as mesmas não fizeram, para o que as arguidas estavam mandatadas; 27 A pedido das arguidas, o demandante cível transferiu ainda para as arguidas os valores de € 4938,00 quarenta e cinco novecentos e trinta e oito e de € 2220,06 vinte e seis duzentos e vinte euros e seis cêntimos), a título de serviços e despesas relacionados com a obtenção do "visto gold", para si e para a sua família, e com a aquisição dos referidos imóveis, o que as arguidas não fizeram, apesar de estarem mandatadas para tanto; 27 A arguida AA afirmou perante o demandante cível que já tinha transferido o valor relativo ao pagamento do remanescente do preço para a "SG......, S.A.", remetendo, em 312016, um suposto comprovativo de ordem de transferência de fundos, mas que a sociedade "SG......, S.A." nunca recebeu por parte das arguidas; 27 A arguida AA afirmou ainda que a transferência foi efectuada a 012016, em 012016 que havia um atraso nas autorizações e ainda que tinha a data valor do dia 112016, o que não era verdade; 28 O comprovativo da realização dessa transferência era essencial para a concessão de "visto gold", tendo sido o demandante cível notificado pelo S.E.F.