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De Direito 	O Tribunal a quo indeferiu liminarmente o requerimento inicial apresentado pela ora Recorrente com a seguinte fundamentação: ") Alegou, para o efeito, e fundamentalmente, o seguinte: a)	Exerce atividade desde 2011, sendo que o Decreto-Lei n. 180/2002, de 8 de agosto, não previa para a prática da radiologia a obrigatoriedade de especialista em física médica; b)	A obrigatoriedade de consulta de especialista em física médica para a prática da radiologia apenas surgiu com o Decreto-Lei n. 108/2018, de 3 de dezembro, o qual limitou o direito de livre escolha de profissão garantido pelo artigo 4 da Constituição da República Portuguesa; )	Toda e qualquer restrição ao âmbito de intervenção profissional está sujeita à reserva relativa de competência legislativa do Parlamento; )	Por essa razão o Tribunal deve relevar e declarar a inconstitucionalidade dos artigos 16 e 16 do Decreto-Lei n. 108/2018, de 3 de dezembro, e do Decreto-Lei n. 72/2011, de 16 de junho.