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A história dos preceitos confirma este entendimento: na 2 versão do Projeto do então chamado Código do Processo Administrativo Gracioso, após se estabelecer a regra de que eram nulos os atos a que faltasse qualquer dos seus elementos essenciais n 1 do artigo, também se cominava a nulidade para os atos que carecessem em absoluto da fundamentação legalmente exigida alínea do n 2 do mesmo, o que implicava que a fundamentação não era considerada elemento essencial do ato; na versão definitiva do Código, retirou-se do elenco do n 2 do correspondente art 133 a menção aos atos que carecessem em absoluto da fundamentação legalmente exigível, "pois a sanção adequada para eles não é a nulidade, mas a anulabilidade” Freitas do Amaral e outros, Código do Procedimento Administrativo Anotado, 2 edição, Coimbra, 1995, págs.