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Tal comportamento só pode configurar-se como doloso, sendo da responsabilidade pessoal e directa da Mandatária do Requerente uma vez que, como profissional do Foro, não poderia ignorar que a sua conduta processual e material é, para além de manifestamente reprovável, ilegal neste sentido, veja-se o acórdão do STA, proferido em 30/11/2011, no âmbito do processo n. 0730/11, do qual decorre, com relevância, o seguinte: "O advogado constituído tem responsabilidade pessoal e directa pelos actos que revelam a má fé imputada à parte que defende, nos termos do artigo 45 do CPC, se apenas estão em causa comportamentos e procedimentos técnicos de cariz processual, que aquele não domina, evidenciando um patente desrespeito pelo dever de cooperação a que se encontra vinculado por força do art.