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e seg.s dos autos, veio o recorrente interpor o presente recurso, por entender, sumariamente, que " ao decidir como decidiu violou o Tribunal a quo o disposto nos artigos 48, 267, 268, 269, 279, ns 1 e 2, todos do CPP, e artigo 32, n 5, da CRP, o que constitui uma nulidade insanável de conhecimento oficioso- artigo 119, alínea, e 122, n 1, ambos do CPP- que se argui para todos os efeitos legais”; 	"Considerando que foram produzidos novos elementos de prova.”; 	"Que o acto administrativo que atribuiu o titulo de condução à arguida é nulo por ter sido determinado pela prática de um crime e não produz quaisquer efeitos jurídicos, independentemente da declaração de nulidade” 	Salvo o devido respeito, não partilhamos esse entendimento.