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Invocou para tanto, em síntese, que o despacho interlocutório e prévio ao "saneador-sentença” privou a Recorrente do requerimento de prova respeitante à prestação de declarações de parte e à inquirição de testemunhas, pelo que viola manifestamente o princípio da promoção do acesso à justiça, ínsito no artigo 7, do Código de Processo nos Tribunais Administrativos; quanto à sentença em si mesma defende que a sentença recorrida violou os artigos 12, da Lei n 67/2007, de 31/12, 20, n 4, e 22, da Constituição da República Portuguesa, bem assim como o parágrafo 1, do artigo 6, da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, e incorreu em erro de julgamento.