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Passando ao segundo e último fundamento de recurso deduzido, sustenta o apelante que ao julgar improcedente a  presente ação declarativa, por ter considerado que o prazo prescricional das hipotecas que oneram o prédio de que é proprietário desde 19/09/1994, por o ter comprado à executada H., foi interrompido com a notificação do mesmo em 06/09/2004, no âmbito da execução intentada pelo aqui Réu contra a H., da conversão das hipotecas que oneram esse prédio em penhora, não se encontrando, por isso, o prazo prescricional de tais hipotecas decorrido, a 1 Instância incorreu em erro de direito, uma vez que, na sua perspetiva, desconsidera que aquele não detém a qualidade jurídico-processual de executado no âmbito dessa ação executiva, pelo que a notificação que lhe foi feita no âmbito dessa execução não tem a virtualidade de interromper esse prazo prescricional das hipotecas que oneram esse prédio, mas, antecipe-se desde já, sem manifesta razão.