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Tais demandantes, na dita acção arbitral, peticionaram que o Tribunal Arbitral reconhecesse: A)– "O incumprimento dos contratos de gestão por parte dos Demandados, dado que não avaliaram, quantificaram ou pagaram aos Demandantes o que era inequivocamente devido nos termos dos aludidos contratos; B)– Que os Demandantes têm o direito inequívoco a que seja devida e avaliada a performance do Grupo TAP, nos termos e para os efeitos do Anexo aos contratos de gestão, E que, nessa medida, )– Sejam devidamente calculadas/quantificadas e pagas a cada um dos Demandantes, as remunerações anuais variáveis e as compensações trianuais diferidas em falta, nos seguintes termos: )–condenando-se solidariamente as Demandadas, nos termos e para efeitos do n. 2 da cláusula quarta e da cláusula quinta dos contratos de gestão, a pagar tais montantes em falta; E)– Montantes esses acrescidos de juros mora comerciais, desde a data do efectivo incumprimento obrigaçãoões), até ao seu efectivo e integral pagamento, dado resultar provado nos autos que os administradores atingiram as metas/objectivos de que dependiam o reconhecimento da respectiva atribuição.”   Foi proferido acórdão no dia 15 de Junho de 2020, nos termos do qual foi decidido: «-Julgar improcedente a excepção de incompetência do Tribunal Arbitral para julgar o litígio em relação aos pedidos de pagamento de remuneração ao Demandante cfr.