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Como bem referiu também o Exmo Procurador-Geral Adjunto, "Não se pode esquecer que o legislador ordinário dispôs de alguma margem de liberdade, não proibida pela Constituição, na definição das regras da prescrição, não se revelando, em concreto, o estabelecimento do prazo da prescrição, das causas da sua interrupção e de suspensão e, mormente, do prazo máximo desta, medida que contenda com qualquer um dos princípios ou normas constitucionais, face à sua evidente proporcionalidade e ao compromisso, em medida tolerável, com as exigências do estado na perseguição do crime.”  Em reforço do nosso entendimento chama-se à liça o acórdão desta relação, de 3/6/2013, proferido no processo 1037/07PBGMR-A-G1, o qual, a respeito da interpretação do art.