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H) Da prova produzida em julgamento, o empilhador que foi rececionado e trabalhou vários meses nas instalações da S. SA uma outra empresa do grupo da, em que a laboração deste era muito reduzida, e que posteriormente em abril de 2015 transitou para as instalações da recorrente, ambos os packs das baterias demonstraram uma fraca autonomia, de 3/4 horas de rendimento, como comprovam os depoimentos das testemunhas A. G. e A. S. e J. . ) Na verdade, o hiato temporal que terá mediado entre a encomenda e entrega das baterias da recorrida W. à recorrida Y setembro a dezembro de poderá ter acarretado danos para os elementos das baterias se não estivessem carregadas, e tal foi admitido pela testemunha arrolada pela interveniente W., o Sr. A. O.. J) Igualmente, do parecer técnico junto pela recorrente emitido por uma entidade idónea, imparcial e de reconhecida excelência - ..., bem como do depoimento da testemunha P. subscritor desse parecer, no que diz respeito à falta de autonomia das baterias e elementos que se iam danificando, a sua substituição não era solução.