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Relevará ainda para a resposta positiva ao facto não provado "Q” o depoimento da testemunha PB, que representou a ora apelante nas negociações com a televisão pública;  y)- O facto não provado "R” no qual se questionava se houvera um acordo para pré-vendas do filme à NOSLusomundo, tendo em vista a sua exibição em sala cujo preço era de € 12000,00), na falta de documento, que a ora apelante estava impedida de juntar, em razão da assumida confidencialidade do mesmo, devia ter sido dado como provado, com base no depoimento das testemunhas PB que negociou nas circunstâncias que detalhadamente e AP que recebeu o contrato confidencial, três dias antes da decisão de suspender a fase de pré-produção activa em;   z)- O facto não provado "T” atinente ao recebimento pela Ré do subsídio público concedido pelo Dec.-Lei n. 45/2018, de 19 de deveria ter sido dado como provado com base na lei, depois de o Mmo.