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A corroborar o exposto, sem mais delongas, sufragamos o entendimento do acórdão do Supremos Tribunal Administrativo de 102012, proferido no âmbito do processo n. 574/10, ao conhecer do despacho interlocutório de não admissão de prova testemunhal requeridos o qual foi impugnado no recurso interposto da decisão final da Acção Administrativa especial tendo em conta o regime processual então contido no CPTA, artigo 140 e 142 n. 5, aplicável por força do disposto no artigo 97 do CPPT, que reveste, com as alterações introduzidas com o Decreto-Lei n. 214-G/2015, de 02/10, como um dos casos possíveis de apelação autónoma – artigo 644, n. 2do CPC e n. 5 do artigo 152 do discursa assim:  «.