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2 – Acresce que a AT se considera prejudicada pela emissão de tal decisão, que julga findo o recurso, sendo essa prejudicialidade evidente, uma vez que não prossegue o recurso por si interposto e, deste modo, se mantém a decisão arbitral proferida no Processo n 727/2016 que a ora recorrente considera ter feito uma interpretação em oposição com o que já foi deliberado pela jurisprudência desse STA quanto às duas seguintes questões: se a AT estava impossibilitada de proceder a uma nova liquidação adicional por já ter sido anteriormente praticada liquidação adicional na sequência de um procedimento inspectivo, e se houve violação do direito de audição do sujeito passivo por não ter sido ouvido quanto à liquidação adicional efectuada na sequência do procedimento inspectivo.