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- A junção da procuração a advogado constitui uma intervenção acto relevante que faz pressupor o conhecimento do processo que a mesma permite, de modo a presumir-se que o réu prescindiu conscientemente de arguir a falta de citação.”  Não obstante, com fundamento de que no atual regime processual para que o advogado tenha acesso a autos, que se encontram em suporte digital, tem que previamente juntar aos autos a procuração forense em face do disposto no artigo 27 da Portaria 280/2013, tem-se ultimamente criado corrente que entende que aquando da junção da procuração forense aos autos, não é legalmente possível conhecer o seu conteúdo ou, sequer os atos praticados, não podendo por isso invocar-se um vício desconhecido, pelo que, estando a ação executiva cível sujeita à disciplina da Portaria n 280/2013, de 26 de Agosto, e porque o acesso à tramitação eletrónica implica a junção de uma procuração e, nessa medida, esta é também pressuposto de qualquer intervenção, também se entendeu que a forma de compatibilizar o direito constitucional de acesso ao direito no caso das ações tramitadas eletronicamente há "fazer uma interpretação atualista quanto aos efeitos relacionados com a apresentação de uma procuração forense, de modo a evitar que a simples junção de instrumento de mandato forense não implique direta e necessariamente a preclusão de possibilidade de invocação da nulidade por falta de citação.” cf acórdão proferido pelo Tribunal da Relação de Évora, de 11/03/2016, no processo 1573/15TBLLE-E  Da mesma forma, também se entendeu que "Embora a lei não o diga expressamente, temos para nós que essa intervenção, dada a gravidade da cominação imposta no normativo, pressupõe uma atuação ativa no processo do MP ou réu neste caso do, através da prática ou intervenção em ato judicial, que lhe permitam tomar pleno conhecimento de todo o processado ou, pelo menos, que façam presumir esse efetivo conhecimento Nesse sentido cfr.