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Em 20 de junho de 2018, o arguido remete expediente aos autos, informando que, notificado da data designada para a leitura da sentença a proferir no dia 28 de junho de 2018, pelas 145 h, "não tem autorização de dispensa do trabalho para viajar para Portugal, com destino a este Tribunal, a fim de estar presente no acto ora agendado”, invocar a nulidade insanável subjacente ao despacho notificado ao arguido no dia 13 de junho de 2018 e "requerer que lhe seja assegurada a possibilidade de prestar declarações no período em que estará em Portugal,” e que, "em consequência da nulidade insanável subjacente ao despacho de 13/06/2018, sejam dados sem efeito todos os actos posteriormente praticados”  Em 28 de junho de 2018 foi proferido despacho do seguinte teor: "O arguido, em 202018, vem invocar a nulidade insanável do despacho datado de 102018 que indeferiu que o mesmo fosse ouvido entre 24/07/2018 e 08/08/2018 e requerer, uma vez mais, a sua audição no período em que este se encontrar em Portugal-  Ouvido o MP, o mesmo pugnou pelo indeferimento da nulidade arguida, nos termos e fundamentos da promoção com a ref 7860855  Ouvida a assistente, a mesma disse nada ter a opor ou a requerer.