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4 E como, in casu, o A. nada alegou que comprovasse hipotéticos prejuízos, nem sequer pode ser mantida a condenação no que porventura possa vir a ser liquidado em execução de sentença.»  Na decisão recorrida como possível referência à questão suscitada, afirmou-se o seguinte: «) Quanto às demais questões suscitadas pela R. sem prejuízo da que se verá, que careciam de prova de factos diversos dos provados, nomeadamente quanto aos termos da retribuição e da comissão de serviço, não procedendo o recurso de facto, as mesmas necessariamente improcedem, designadamente no que toca à VUP em que o A. teve de adquirir ele próprio a viatura, deixando de a fruir nos termos em que até então o fazia, e que eram suportados pela.» A Ré veio arguir a nulidade de omissão de pronúncia, nos termos do artigo 61, n. 1 alínea, arguição que foi indeferida pelo acórdão proferido pelo Tribunal da Relação em conferência em 27 de maio de 202 Não cabe a esta formação conhecer da referida nulidade, a qual só poderá ser conhecida no âmbito do recurso de revista, se o mesmo for admitido, tendo já motivado a pronúncia do Tribunal recorrido nos termos acima referidos.