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No que concerne ao ponto 32 dos factos provados, o Tribunal a quo aí andou mal, uma vez que a prova validamente produzida não permitia formar uma convicção sobre o real e atual arrependimento do arguido B e que o Tribunal a quo deu como provado no supramencionado ponto 3  "3 Encontra-se actualmente arrependido de ter praticado os factos atrás descritos.”  Destarte, releva remomorar que o arguido, aquando da sua prestação de declarações em audiência de discussão e julgamento, verbalizou estar "arrependido”, no entanto, este não era sincero e em momento algum, houve uma confissão da prática dos factos com a intencionalidade em que estes ocorreram, nunca tendo reconhecido ter querido tirar a vida ao E ao dirigir contra este o veículo automóvel que conduzia, o que fazia sem sequer estar habilitado para tal, e que pusera em marcha para usar o mesmo de forma letal, retirando a vida de E, de 23 anos de idade, que consigo residia à data da ocorrência dos factos de acordo com a factualidade dada por assente.