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17 Além de, não é verdade que a Autora, em momento algum, se tenha recusado a usar o crachá identificativo com o seu nome na sua lapela, tendo este alegado facto sido contestado através do artigo 39 da Contestação  20 No entanto, o Tribunal a quo relevou este facto indevidamente ao considerar que "o mesmo se diga quanto à inobservância da obrigação na utilização do crachá com o seu nome, que embora não se possa considerar como uma transgressão grave em termos da análise do comportamento da A. é ainda assim relevante para que se pondere do modo como claramente não acatava todas as instruções/diretivas emitidas pela sua entidade empregadora, persistindo numa conduta violadora dessas instruções que reiteradamente lhe eram transmitidas.”  28 O facto de a Ré ter tido permanentemente este comportamento ao longo da sua atividade empresarial de ordenar às suas trabalhadoras, de um dia para o outro, para irem gozar férias não pode significar que fosse aceitável infinitamente por parte da Autora e, sobretudo, caucionado legalmente pelo Tribunal a quo.