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OITAVA: E tendo este mesmo Tribunal decidido já que a Ré, de forma não autorizada, efetuou transferências da conta dos autores para outras contas bancárias que não as tituladas pelo autor; que devem dar-se como provados os movimentos documentados nos autos; e que é ao Réu que compete provar que tais movimentos foram autorizados pelos titulares ou por um deles, dada a natureza da conta em causa; NONA: Sem necessidade de outros considerandos impunha-se que o Tribunal de 1 Instância tivesse julgado parcialmente procedente o pedido, condenando o banco réu a pagar aos autores: e) Todas as quantias transferidas das contas dos autores para outras contas bancárias que não as tituladas pelo autor, transferências essas documentadas nos autos e dadas como provadas nos pontos  e  dos factos provados, à exceção dos movimentos elencados nas alíneas xxxvii; xl; ; lxvi; lxvii; lxx; lxxv; lxxix; lxxxi; lxxxii; lxxxvi; xciv; xcv; xcvi; xcvii; ; cxiii; cxiv; cxvi; cxxii; cxxv; e cxxx do ponto  dos factos provados, no montante global de 88867,00€, acrescido de juros de mora, contados à taxa legal, desde a data de cada um dos movimentos até efetivo e integral pagamento; DÉCIMA: De igual modo, tendo também este Tribunal mantido como provada a factualidade correspondente aos factos alegados nos artigos 9 e 10 da primitiva petição inicial, que corresponde, ipsis verbis, à factualidade alegada nos artigos 24 e 25 da petição inicial que deu origem aos presentes autos, impunha-se, por força do caso julgado parcial invocado, que o Tribunal tivesse também condenado o banco réu a pagar aos autores: f) A quantia de 36000$00, equivalente a 4687,48€, acrescida de juros de mora, contados à taxa legal, desde 10 de julho de 2001 até efetivo e integral pagamento.