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27 do -291/07, 21 de Agosto; j)-A douta sentença jamais poderia ter considerado abandono de sinistrado; k)-Ainda que houvesse abandono de sinistrado, que não houve, o Direito de Regresso, invocado pela A., deve limitar-se aos danos derivados, ou agravados, em consequência, pelo alegado abandono do sinistrado, e decorrentes, de tal abandono e, nunca, à totalidade dos danos originados, e que não decorrem do alegado abandono; )-Conforme nos ensina a prudente jurisprudência, deverá existir um nexo de causalidade entre os danos, ou agravamento dos danos, consequência do alegado abandono; )-Sucede que, a A. não produziu qualquer prova, nem sequer alegou, que qualquer valor pago tenha sido por causa do alegado abandono do sinistrado; n)-No caso concreto, a A. nunca invocou um qualquer nexo causal dos danos ocorridos, ou seu agravamento, por força, ou consequência, do alegado "abandono do sinistrado"; o)-Atento tudo o exposto, ainda que venha a entender-se, por mera hipótese de raciocínio, que houve "abandono de sinistrado" — que não houve — o Direito de Regresso reclamado pela A. tem de improceder, uma vez que, não invocou que os danos verificados, e que terão originado as despesas que reclama, tenham sido consequência do alegado "abandono de sinistrado".