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Na verdade e como alega, os n.os 93 a 95 e 85 e 96 do provado certificam que, com relação àquele projecto, apenas a "Viadaire" efectuou um donativo no montante de € 3 649,76 – aliás, a repartir, na respectiva proporção, entre os valores facturados de € 5 374,89 por serviços prestados quanto ao Projecto/Caminho Rural da Mina e de € 3 473,00 quanto ao Projecto/Caminho Rural da Cruzinha –, que a "Transportes Eduardo Viegas" – que foi quem executou os trabalhos de pavimentação – não fez qualquer "donativo" e que o valor do subsídio concedido foi o de € 57 434,7 Ora, a fraude, no caso, restringiu-se à diferença entre este valor do subsídio pago e o de € 56 360,34 que devia ter sido se computado o "donativo"/"desconto" da "Viadaire", precisamente a de € 1 074,40, e não a de € 28 213,46 que por, manifesto erro de cálculo 64, consta da al.