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3	Perante os factos, descritos no ponto 1, reveladores de um perigo iminente para a segurança pública, segurança pública, em função da debilidade estrutural dos elementos construtivos, originado, ao que tudo indicia, em função do incêndio ocorrido e agravadas pelo facto das partes restantes não desmoronadas se encontrarem debilitadas estruturalmente e como tal passíveis de derrocada e nomeadamente por arrastamento, a fachada principal, e do consequente estado de necessidade verificado, o Município, considerado os princípios especiais consagrados na Lei n 27/06 de 3 de Julho, e nos termos e a coberto do disposto no n 7 do artigo 90 do n 555/99, de 16 de Dezembro, na redacção que lhe foi conferida pela Lei n 26/10, de 30 de Março, solicitou á DomusSocial, EM, e à DMPCASU os recursos humanos e meios materiais a fim de se promover de imediato às medidas adequadas e no momento, consideradas estritamente necessárias para mitigar os riscos para a segurança pública e que consistiram, respectivamente, através da: DomusSocial E.- a)	Remoção da parte restante não desmoronados dos elementos construtivos da cobertura, incluindo o apeamento das coberturas afectadas e, parcialmente, as paredes interiores excepto os contraventamentos tidos como necessários à estabilização do edificado, com posterior coroamento de paredes correspondentes à sua implantação.