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Considerou também prescritas as dívidas exequendas de IVA de 2006, 2007, 2008 e 200 Aduzindo, para tanto, que: «face à nulidade do processo de execução fiscal decorrente da falta de citação nos termos acima referidos e, por não se vislumbrar qualquer causa suspensiva ou interruptiva do prazo de prescrição oponível ao Reclamante, já que todos os factos tributários são posteriores à sua declaração de insolvência, pelo que não têm aqui aplicação a disciplina prevista no artigo 10 do CIRE, ou seja, a de que a declaração de insolvência não suspende o prazo de prescrição durante o período de pendência do processo de insolvência, forçoso é concluir que a dívida exequenda se mostra prescrita.