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285, 290 e 295, ademais citado naqueles acórdãos e no douto parecer que, no sentido de que quando uma pena parcelar de prisão tenha sido suspensa na sua execução, ««torna-se evidente que para efeito de formação da pena conjunta relevará a medida da prisão concretamente determinada e que porventura tenha sido substituída» e que «de todo o modo, determinada a pena conjunta, e sendo de prisão, então sim, o tribunal decidirá se ela pode legalmente e deve político-criminalmente ser substituída por pena não detentiva» e que não pode recusar-se, em caso de conhecimento superveniente do concurso, «a valoração pelo tribunal da situação de concurso de crimes, a fim de determinar se a aplicação de uma pena de substituição ainda se justifica do ponto de vista das exigências de prevenção, nomeadamente da prevenção especial.» 1 A respeito, por mais significativos, vejam-se ainda Paulo Dá Mesquita, em «O Concurso de Penas», Coimbra, 1997, e João Pedro Baptista, em «O conhecimento superveniente do concurso de crimes e o cúmulo jurídico de penas – Algumas questões em aberto», na revista JULGAR, n. 33, Setembro – Dezembro de 2017, pp.