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Sustenta que o valor de €50000,00 fixado na decisão recorrida só poderia pecar por defeito e nunca por excesso, ponderando, para o efeito, os seguintes critérios:   «Usando esta ponderação, temos que a esperança média de vida da recorrida é, no mínimo, de 82 anos, tendo o sinistro ocorrido quando a mesma tinha 44 anos mas sendo a alta médica de 13 de Outubro de 2016, altura em que mesma tinha já 46 anos até lá, a incapacidade foi total, pelo que entra noutras, tendo em conta o seu rendimento anual de 3013,00€, o cálculo de base poder-se-ia configurar-se das seguinte formas: - 3013,00€ de rendimento anual x 36 x 55% = 71057,40€ ou - 3013,00€ x 55% x 25,488842 = 50861,30€, obtendo-se sempre um valor superior ao fixado pela Meritíssima Juiz a quo, motivo por que o valor de 50000,00€ por si achado a pecar, só poderia ser por defeito e nunca por excesso».