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66 - Para além disso, o inspector tributário confirmou ainda que durante a inspecção tributária não foi efectuado qualquer tipo de testes de verificação/controlo de inventários, tendentes a obter a confirmação da conclusão precipitada da administração tributária, segundo o mesmo, porque os valores em causa não justificavam grande perda e recursos– página 302 e 30 67 - A mesma testemunha confirmou ainda que tinham documentos nenhuns em relação ao ano de 2007, uma vez que todos os documentos referentes a situações de guias de remessa duplicadas dizem respeito aos anos de 2005 e 2006, quando nos presentes autos esta em causa o exercício de 200 68 - A mesma testemunha confirmou ainda também que os mapas que oram recolhidos do sistema informático da sociedade impugnante não são elementos contabilísticos, mas meros documentos de apoio/auxilio à gestão da empresa – paginas 319 a 32 69- O Inspector tributário afirmou ainda que relativamente ao ano aqui em causa, a tributação teve apenas como base de apoio os mapas informáticos das correções especiais recolhidos na empresa durante a inspeção tributária referentes aos anos de 2005 e 2006 não tendo sequer sido efetuado qualquer procedimento de verificação recolha de outros elementos na empresa, em relação ao ano de 2007- paginas 297, 298 e 32  70- Para além disso, o Meritíssimo Juiz "a quo” nem sequer se pronunciou sobre a ilegalidade invocada pela sociedade recorrente no artigo 69 da respectiva petição inicial, e que consiste na violação do preceituado no número 3 do artigo 75 da Lei Geral Tributária, porquanto a força probatória dos dados informáticos dos contribuintes depende, salvo o disposto em lei especial, do fornecimento da documentação relativa à sua análise, programação e execução e da possibilidade de a administração tributária os confirmar, o que mais uma vez não sucedeu no caso concreto e em relação ao ano de 200 71 - E por isso, a sentença de que ora se recorre é nula, ao abrigo do disposto no artigo 125, número 1 do Código de Procedimento e de Processo Tributário, porquanto o Meritíssimo Juiz não se pronunciou sobre uma questão que devia apreciar.