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Na verdade, resultou dos autos que os principais tempos de paragem imputáveis à Administração da Justiça corresponderam, desde logo, a demoras na abertura de conclusões, designadamente nos dias de 5 de Junho de 2007 a 9 de Outubro de 2007 126, de 2 de Fevereiro de 2011 a 6 de Junho de 2011 125, de 13 de Setembro de 2012 a 5 de Julho de 2013 295, de 27 de Janeiro de 2014 até ao dia 1 de Dezembro de 2014 308, ao tempo decorrido até à comunicação do despacho de apensação no âmbito do processo n. 103/00TBCTX 240 e ao tempo que decorreu entre o momento em que o processo foi devolvido, após apensação ao processo n. 103/00TBCTX, até à data em que foi marcada a audiência preliminar, 33  	Para além disso, não resultou dos autos que as partes tivessem feito um uso reprovável do processo, mediante a utilização de expedientes dilatórios que atrasassem de modo injustificado o prosseguimento dos autos.