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Importa desde já referir que relativamente à correção proposta, referente ao pagamento de serviços à entidade E..... Co., ocorrido em janeiro de 2004, no montante de € 9312,79, conforme formulário remetido a estes Serviços, cuja proposta de correção ascendia a € 1546,91, não será de considerar no âmbito deste procedimento inspetivo a respetiva correção, dado tratar-se de um pagamento efetuado em 2004, embora considerado como custo fiscal em 2003 - ano a que respeitam os rendimentos assinalado no referido formulário - sendo de proceder à eventual correção fiscal, aquando da análise relativa ao exercício de 200 Posto isto, no exercício do direito de audição, o sujeito passivo refere que:  "Não obstante a Exponente não ter em seu poder os formulários em causa em data anterior aos pagamentos, esta tinha na sua posse os certificados de residência fiscal das entidades em causa, à data dos pagamentos ...) ou seja, aquando dos referidos pagamentos a Exponente continha um documento válido eu atestava que as beneficiárias dos rendimentos eram fiscalmente residentes nos Estados com os quais Portugal havia celebrado CDTs, estando assim verificado o requisito de fundo para poder acionar as mencionadas CDTs e aplicar as taxas de retenção na fonte estabelecidas nas mesmas.”  Mais à frente realça as dificuldades sentidas na certificação dos formulários por parte dos outros Estados Contratantes, indicando que a então Direção de Serviços dos Benefícios Fiscais "informou as empresas que poderiam continuar a acionar as CDTs, desde que tivessem em seu poder certificados de residência fiscal das entidades não residentes beneficiárias dos rendimentos, e obtivessem certificados com daa anterior a 20 de janeiro de 2004, data limite para fazer a entrega do imposto retido na fonte relativo ao ano de 2003 ...) tendo assim cumprido as instruções dadas pela DSBF no tocante aos pagamentos efetuados no período de transição em causa em que se verificaram grandes dificuldades na certificação dos novos formulários.”  Importa desde já aqui salientar que estes Serviços não têm conhecimento daquele "período de transição”, nem foi dada qualquer diretiva aos Serviços nos termos da alínea, do n. 4, do artigo 6 da LGT, com exceção dos pagamentos efetuados a entidades residentes em Espanha, cujos elementos de prova que permitiram acionar as respetivas poderiam ser apresentados até 20/01/2004 vide ofício-circulado n. 20 090, de 18/12/2003, da Direção de Serviços de Benefícios Fiscais -.