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Considerando a antiguidade da A. à data da resolução do contrato, que era de 34 anos, 8 meses e 23 dias, tem a A. direito à indemnização de €2814,3”  Em concordância com os fundamentos e o valor da indemnização fixada pelo tribunal a quo e sem necessidade de se proceder a grandes considerações, apenas diremos que ao contrário do defendido pela recorrente quer o grau de ilicitude, quer o grau de culpa da sua conduta não se nos afigura de diminuto ou insignificante, pois para além de ter procedido à violação de disposições legais, persistiu no seu comportamento, ciente da ilegalidade da sua conduta, sendo ainda certo que o valor mensal da retribuição da recorrida apesar de ser superior ao salário mínimo nacional, não pode deixar de se considerar de baixo valor, nada justificando que a indemnização fosse fixada no seu valor mínimo.