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Entendeu, ainda, aquele Tribunal que não deve operar a dedução das quantias recebidas pelo A. a título de pensão de invalidez, na indemnização arbitrada pelos danos patrimoniais futuros decorrentes da incapacidade permanente fixada ao Autor, por na atribuição da indemnização ao A. nesta sede ter recorrido a juízos de equidade que partiram de referências concretas o salário auferido pelo A. e esperança média de, tendo desvalorizado a perda salarial resultante deste ter passado à situação de reformado, acrescentando que "se porventura tivesse valorizado esta perda, as diferenças entre o valor que auferia e o que deixou de auferir não seria a deduzir mas a acrescer sendo irrelevante este acréscimo em face do montante do”, não havendo, por isso, que proceder a qualquer dedução.