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Cumulativamente, B) - Em face do exposto/esclarecido supra, tendo presente o probatório dos autos e que os autos contém todos os elementos essenciais à prolação de douta decisão, tendo-se que as obras que decorriam na via pública, que obstavam à circulação de veículos, eram perfeitamente visíveis por qualquer condutor, que este obstáculo não surgiu de forma imprevisível ou inopinada, e que, estas obras estavam de facto sinalizadas, deverá ter-se que o acidente não se deveu a uma eventual insuficiência de sinalização de trânsito mas tão só à manifesta falta de cuidado ou diligência, e culpa, do condutor da RECORRIDAque temerariamente concorreu para a produção do acidente ou seja, por culpa sua, em face do que, a douta sentença de 1 instância deverá ser anulada ou revogada e substituída por outra que, repondo a merecida justiça, julgue o presente recurso procedente com a total absolvição da RECORRENTE.»A recorrida, contra-alegou, concluindo do seguinte modo: « A revista excecional não configura uma nova espécie de recurso, continuando a inserir-se no recurso ordinário de revista.