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Assim sendo e no que concerne ao "dever" do Tribunal levar os temas de prova como provados ou não à sentença, o Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, de 23 de abril de 2015, no processo n. 185/19TBRGR.L1-2 entendeu que:  "Ao invés, no novo Código de Processo Civil, na enunciação dos temas da prova, não está em causa a quesitação de cada um dos enunciados de facto controvertidos, mas tão-somente apontar genericamente a controvérsia entre as partes sobre as matérias principais, deixando para a decisão sobre a matéria de facto a descrição dos factos que, relativamente a cada grande tema, tenham sido provados ou não provados.