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e. No recurso alega-se de forma resumida que: o Tribunal confundiu os pressupostos exigidos por cada uma das alíneas do n. 2 do artigo 1 do CP de notar que era a própria Acusação que, inicialmente, incluía a menção às duas alíneas); os dirigentes da Benfica SAD e, em particular, o seu Presidente, não zelaram pelo seu dever de controlo, não tendo criado regras mínimas para impedir eventuais abusos de PG, e, em alguns casos, autorizaram expressamente as ofertas; que a actuação de PG foi em nome e no interesse da Benfica SAD; e estando indiciado o dolo de PG, consequentemente, terá de estar indiciado o dolo da Benfica SAD.