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Tem sido este ultimo o critério mais aceite pela jurisprudência e doutrina portuguesa em face da norma do art 18 CRP, justificado pelo facto de " O conflito frequente entre procedimentos probatórios com implicação corporal no âmbito processual penal  e o alcance de direitos fundamentais como o direito à presunção de inocência, postulam soluções que não pressupõem combinações de equilíbrio prefixadas”- Jorge Bravo, Testis contra se - a possibilidade de um direito ao silencio corporal, in revista CEJ, 2018, , pág169- não sendo viável em função da natureza das coisas garantir o direito ao silencio corporal, nomeadamente pela recolha de vestígios que ele leva ou trás consigo.