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Mantêm-se, pois, os factos provados constantes do probatório, aí inscritos sob as alíneas e.  Seguidamente, defende o Recorrente, nas conclusões 11, 12 e 13 que o Tribunal errou ao não ter valorado "o acórdão que refere que existiu falta prévia de autorização judicial de acesso aos dados bancários, nem tão pouco ponderado que não poderia dar como provados os factos e em virtude estarmos perante uma violação dos procedimentos inspectivos com recurso à derrogação do sigilo bancário”, concretamente o acórdão de 06/12/18, proferido pelo Tribunal Central Administrativo do Sul, processo n 236/18BELLE, o qual foi junto aos autos.