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4 Ora, dos factos dados como provados, isto é, tendo em conta que ficou provado que os Autores e respectiva família utilizam as fracções cimeiras do prédio onde se situa o locado para utilização de veraneio e fins-de-semana, que em frente à moradia, vivem familiares dos autores, que o Réu F deixou de habitar em 2004, o locado, que em 2014 em data que não se pode precisar mas ocorrida seguramente, em data posterior ao envio das cartas de transição para o NRAU, ocorreu uma reunião entre a Ré acompanhada do seu filho e um representante dos autores, reunião esta em que não esteve presente o réu F tendo como objectivo pôr fim por acordo ao processo de transição e actualização da renda, em conjunto com os depoimentos, cuja credibilidade não foi posta em causa do filho dos Réus, do Sr. RB e do Sr. F, não deixam quaisquer dúvidas em considerar o facto constante do ponto 47 dos factos não provados como provado, ou seja, que os autores tinham conhecimento, à data em que deram inicio ao procedimento de transição para o NRAU que o Réu F não habitava no locado.