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O ora Recorrido, Município de Albufeira, notificado da admissão do recursão, apresentou contra-alegações, formulando as seguintes conclusões: " O juízo que se exige do Tribunal, para aferir da juridicidade, ou falta dela, dos actos administrativos em presença, envolve a integração de um conceito indeterminado, consubstanciado na previsão normativa de razões ponderosas que permitam derrogar o regime regra de proibição da edificação dispersa vazado quer no PROT-Algarve, quer no PDM de Albufeira;  Nesta órbita positiva, incumbirá ainda, em momento ulterior, saber se tais razões ponderosas, que excepcionalmente tornam admissível casos naturalmente de edificação dispersa, serão, única e exclusivamente, as que apresentem como pressuposto a organização de explorações agrícolas ou florestais, ou se abarcam também razões subjectivas do particular interessado.