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A requerida, notificada da impugnação apresentada pelo cabeça-de-casal, pugnou pelo indeferimento "da pretensão deduzida, ordenando-se o prosseguimento dos autos, porquanto "a discordância de alguma das partes quanto à decisão proferida pela Sr. Notária e agora em crise, apenas pode ser objecto de reacção, por meio de recurso a interpor da decisão da partilha”, "o processo de inventário dispõe de regime próprio, previsto no RJPI”, "nos art.s 16, 57 e 66 do RJPI encontram-se elencadas as situações em que as partes pode reagir contra as decisões do Notário”, sendo que "no presente caso, pretende o cabeça de casal subverter as regras processuais e trazer a este tribunal a apreciação de questão, em momento temporal impróprio, porquanto, e como se disse, apenas é impugnável por recurso a interpor da decisão final, já que se trata de uma decisão interlocutória”.