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resulta dos já referidos artigos , n. 1,  n. 1, 1, e 1, n. 8 do Regulamento 2201/2003 de, 27 de novembro, e do artigo  da Convenção de Haia de 198 G. Estando em causa a regulação urgente e provisória das responsabilidades parentais e a retenção ilícita da menor, os factos estão efetivamente numa relação de dependência, cuja separação é impossível, havendo solicitado um pedido de regresso de menor apresentado junto das autoridades Administrativas Centrais e uma ação de regulação das responsabilidades parentais, o Estado Português, concretamente o Tribunal a quo têm o dever de se julgar internacionalmente competente, e não aguardar que a sua competência seja aferida por exclusão, ou seja, pela declaração de incompetência dos Tribunais Polacos – o que até poderá nunca acontecer.