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Inconformada com esta decisão, a interessada G. dela interpôs recurso, que foi recebido como de apelação, com subida imediata, nos próprios autos e efeito meramente devolutivo artigos 631, 637, 638,1,7, 639, 644,1,a, 645,1,a e 647, Termina a respectiva motivação com as seguintes conclusões:   Por tudo o que foi exposto, e por tudo o mais que dos autos constam, a Recorrente apresenta suas conclusões consistentes na necessária anulação da decisão objecto do presente recurso, anulando por conseguinte todos os actos praticados desde o momento da suposta intervenção inicial da Recorrente no processo, tendo em vista os seguintes fundamentos abaixo descritos de forma sintética): a) O litígio foi assente sobre acto simulado das partes e o tribunal não fizera uso do poder que lhe confere o artigo 61 do Código de Processo Civil, por se não ter apercebido da fraude, hipótese do artigo 696,, do Código de Processo Civil; b) Não foi a Recorrente G. quem assinou a procuração no requerimento de referência n 247105, em 19/03/2014, resultando inválida a intervenção no processo bem como inválidas as manifestações resultantes da intervenção, por força dos artigos 240e 268 do Código Civil; ) A simulação resultou em graves prejuízos à Recorrente, que não pôde defender seus interesses na forma da lei, ficou indefesa no processo e não teve oportunidade de manifestar-se sobre a lide; ) A Recorrente não poderia ter sido considerada citada, eis que a citação não obedeceu aos requisitos legais, nomeadamente o Regulamento n 1393/2007, artigos 8 , item 5, e 14 ; e) O conluio da Recorrida T. resta caracterizado, pois sendo cabeça-de-casal tinha por obrigação legal promover a correcta identificação da herdeira testamentária, para promover a correcta intervenção desta, quando na verdade assumiu a posição de negar a existência da própria sobrinha ora, para que a mantivesse afastada do inventário, facto que beneficiaria e a Recorrida; f) O Processo de Execução n 4470/00TBMTS, Juízo de Execução do Porto - Juiz 3, que ensejou a adjudicação de bens deste processo de inventário igualmente tratou-se de litígio simulado, sendo que sequer existe requerimento executivo com cópia ou original do título executivo, não houve despacho inicial da execução, e em lugar de decisão judicial inicial consta apenas uma folha em branco com diversos riscos, matéria que já é objecto de apreciação perante aquele douto Juízo.