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Fazendo-se uma leitura global do recurso apresentado pelo arguido poderia parecer à medida que a leitura se vai fazendo dele, que este estaria a impugnar a matéria de facto contida no acórdão recorrido  até decorrendo do intróito que nele consta onde expressamente refere o art 412 n 2 e 3 do e assim à cautela sempre se dirá: Mas tal não se verifica, pois esta pese embora fazer algumas transcrições de declarações da testemunha BB.. prestadas em julgamento, não deu cumprimento aos comandos legais para que o recurso pudesse ser apreciado nesse prisma  se bem que mal equacionado estivesse e à nascença), pois para além do mais não indicou quais os factos que pretendia ver dados como provados ou não provados, sendo que esta conclusão transparece com a devida clarividência da peça recursal apresentada,  E explicitamos desde já o porquê desta afirmação: Senão atentemos, a matéria de facto pode ser impugnada por duas formas diversas, como é por todos, e por demais consabido: 1) com invocação dos vícios elencados no art 410, n 2 do CPP, naquilo que se vem catalogando como "revista alargada”; ou 2) através da impugnação ampla, nos termos prescritos nos ns 3 e 4 do art 412 do CPP.