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Juiz Presidente veio, em súmula, arguir a irregularidade do despacho ora proferido, salientando que a arguida continua a desejar prestar declarações, não neste momento, mas sim, em momento posterior, não sabendo precisar quando, tendo em conta o estado de saúde da arguida sua constituinte, fundamentando-se com o disposto nos artigos 61, n. 1, al., 341, al., 343, n. 1, 345, n. 1, 360, n. 1, 361, n. 1 do Código do Processo Penal e 18, n. 1, 20, n. 1 e 32, n.s 1, 2 e 6 da Constituição da República Portuguesa e alegando a proscrição do direito da arguida de prestar declarações, pelo que se lhe afigurava que o acto de continuar a audiência de julgamento é uma acto inválido - como se encontra gravado no sistema "H@bilus Média Studio", com início pelas 16:02:20 horas e termo pelas 16:42:01 horas.