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No que toca à primeira destas duas situações a doutrina exige uma oposição formal, por meios notificativos diretos e levada ao conhecimento do possuidor, isto é, dirigida contra a pessoa em nome de quem o opositor detém a coisa para que se torne dela conhecida4 e defende que o detentor há-de tornar diretamente conhecida da pessoa em cujo nome possuía quer judicial, quer a sua intenção de atuar como titular do direito.5 Assim, a oposição do detentor tem de se revelar por atos positivos materiais ou jurídicos), inequívocos reveladores de que o detentor quer, a partir da oposição, atuar como proprietário) e praticados na presença ou com o consentimento daquele a quem os atos se opõem – cfr.