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Neste enquadramento, e sendo certo que todas as relações jurídicas contratuais, em concreto, podem suportar elementos típicos de vários contratos, importando, pois, atentar na feição que predominantemente apresentam, julga-se que no caso em apreço a factualidade apurada, no seu conjunto, evidencia através dos factores mencionados a inserção da formadora P. A. na organização da Recorrente e a sujeição da mesma a esta na execução do contrato, desde 8 de Setembro de 201 E, assim sendo, soçobra a pretensão da Apelante de violação do princípio da autonomia privada e da liberdade de contratar, com tutela constitucional, na medida em que o tribunal se limita a reconhecer a qualificação jurídica adequada ao acordo querido e executado pelas partes do denominado «contrato de prestação de serviço», como lhe incumbe.