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Alega a Recorrente nas conclusões U e das suas alegações) que "é notório o erro de julgamento, em matéria de facto e direito, quando o Tribunal a quo, dá como provado na alínea que a Recorrente "dispõe de viaturas automóveis e outros ativos fixos tangíveis, no valor de €3844,50, em inventário o valor de €57593,25, nos anos de 2018 e 2019, produtos acabados e intermédios, no valor de €46692,71, e/ou produtos e trabalhos em curso, no valor de € 04121,9 Na verdade, os "ativos fixos tangíveis, inventário, produtos acabados, intermédios, produtos e trabalhos em curso”, os quais o Tribunal a quo considera que poderiam ser oferecidos para garantir o valor a prestar, totalizam a quantia de € 7572,85, valor que se mostra, conforme resulta da douta Sentença, "não ser suficiente para garantir o valor em causa”.