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Ora, basta atentar na cronologia dos acontecimentos, desde a visita da ACT, em janeiro de 2016; da propositura da acção de reconhecimento da existência de contrato de trabalho, em 18 de março de 2016, sob o n. 6214/14T8PRT.P1; do teor do e-mail de 3 de junho de 2016; e do impedimento de regresso do autor ao trabalho nos dias 5 e 9 de agosto de 2016 e 26 de abril de 2017, após a notificação da sentença proferida na acção n. 6214/14T8PRT.P1, para concluir que a ré não teve outro propósito senão fazer cessar uma relação contratual, reconhecida, judicialmente, em 18 de julho de 2016, como sendo de contrato de trabalho.