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Pela nossa parte, e sem prejuízo de  porque como sabiamente/ponderadamente considera o STJ no seu acórdão de 10/12/2019 – supra mencionado - , não devem os tribunais nacionais deixar de ponderar as soluções jurisprudenciais que nos fornece o TEDH, desde logo porque a sua jurisprudência relativa à liberdade de expressão construída na interpretação e aplicação do artigo 10 do CEDH oferece critérios de grande utilidade para os tribunais nacionais  as decisões do TEDH deverem necessariamente contribuir também para a discussão/decisão, certo é que nos inclinamos em principio para sufragar o entendimento que vem sendo perfilhado designadamente pelo nosso Tribunal Constitucional, sendo ele no essencial aquele que preconiza não se justificar que a solução dos conflitos de direitos possa/deva ser resolvida através de uma preferência abstracta, com o mero recurso à ideia de uma ordem hierárquica de valores constitucionais.