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Deve assim o Juiz de Instrução compulsar os autos e ponderar toda a prova produzida, fazendo um juízo de probabilidade sobre a condenação do arguido e, em consonância com esse juízo, remeter ou não a causa para a fase de julgamento.Pugnam os assistentes pela pronúncia da arguida S.  pela prática de 106 crimes de acesso ilegítimo agravado, perpetrados na pessoa do assistente G. A.; pela prática de 7 crimes de acesso ilegítimo agravado, perpetrados na pessoa do assistente N. ; pela prática de 24 crimes de acesso ilegítimo agravado, perpetrados na pessoa da assistente ; pela prática de 6 crimes de acesso ilegítimo agravado, perpetrados na pessoa da assistente F.; pela prática de 4 crimes de acesso ilegítimo agravado, perpetrados na pessoa da assistente G. F., e pela prática de 2 crimes de acesso ilegítimo agravado, perpetrados na pessoa da assistente A., todos previstos e puníveis pelo artigo 6 n 1 e 4 alínea da Lei do Cibercrime em concurso aparente com o crime de acesso indevido agravado, previsto e punível pelo artigo 44 n 2 alínea) e 14 do Código Penal;  E pela pronúncia da S. P. pela prática de um crime de acesso ilegítimo agravado, previsto e punível pelo artigo  n. 1 e 4 alínea da Lei do Cibercrime em concurso aparente com o crime de acesso indevido agravado, previsto e punível pelo artigo 4 n. 2 alínea) e 1 do Código Penal, perpetrados na pessoa do assistente G. A..  Estabelece o artigo 6 da Lei n 109/2009, de 15 de Setembro – Lei do Cibercrime, que "1 - Quem, sem permissão legal ou sem para tanto estar autorizado pelo proprietário, por outro titular do direito do sistema ou de parte dele, de qualquer modo aceder a um sistema informático, é punido com pena de prisão até 1 ano ou com pena de multa até 120 dias.