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2 O Tribunal da Relação de Coimbra, com uma fundamentação muito precisa e rigorosa, constatou que "a acção foi intentada no tribunal português”, que "o R. apelante ‘compareceu’, constituiu mandatário judicial, apresentou contestação, e defendeu-se de fundo”, sem arguir a incompetência do tribunal, para concluir nos seguintes termos:  "Embora  a excepção de incompetência absoluta, por violação das regras de competência internacional, possa entre nós ser arguida em qualquer estado do processo enquanto não houver sentença com trânsito em julgado, , se estiver em causa a derrogação de disposições da Convenção de Lugano, e dada a supremacia a conferir a este instrumento internacional, nos termos acima referidos, a excepção não poderá proceder quando tenha sido deduzida após ter sido apresentada a primeira defesa.