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do STJ, de 101957, BMJ, n. 68, pág..  Precisando a dita instrumentalidade perante a acção, ocorre a mesma: quer quanto ao objecto, na medida em que o juiz não pode «alocar ao requerente uma vantagem excedente dos limites do que, a título principal, lhe poderia ser acordado»; quer quanto à sua utilidade, porquanto «não se pode retirar, por esvaziamento, utilidade à decisão final ou atacar esta, ou seja, a medida cautelar não pode antecipar a medida final», pelo que «o tribunal deve decretar a medida sem pré-julgar o fundo da questão» Rui Pinto, A questão de mérito na tutela cautelar, Coimbra Editora, 2009, págs.