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e, a Relação considerou tais matérias como provadas com fundamento na prova testemunhal produzida, valorando especialmente o depoimento das testemunhas, e  Na valoração da prova testemunhal vigora o princípio da livre apreciação da prova e nesta, não pode este Tribunal de revista imiscuir-se na valoração da prova feita pelo Tribunal da Relação, a menos que, nos termos do artigo 67, n. 3, do CPC, a utilização desse critério de valoração ofenda uma disposição legal expressa que exija espécie de prova diferente para a existência do facto ou que fixe a força probatória de determinado meio de prova, ou ainda quando aquela apreciação ostente juízo de presunção judicial ofensivo de qualquer norma legal, revelador de manifesta ilogicidade ou assente em factos não provados, situações em que nos defrontámos com verdadeiros erros de direito que, nesta perspetiva, se integram também na esfera de competência do Supremo Nas alegações que produziu na revista, a ora recorrente não invoca que, na alteração da decisão da matéria de facto, a Relação tenha ofendido qualquer disposição legal que exigisse certa espécie de prova ou que fixe a força probatória de qualquer documento existente nos autos.