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58 do processo se tivesse iniciado 30 dias após a data do despacho 15/07/2008) só teria terminado em 06/10/2008 contando os 30 dias do recurso, e o período de férias judiciais, bem como os 5 dias, mas nem nessa data terminou, pois só após o trânsito em julgado da decisão produzida no julgamento da oposição 09/06/2011) poderia começar a contar-se o prazo de 5 dias para a prestação do facto, o que tudo significa que o número máximo de dias a considerar só podia ser o de 958, o que daria uma indemnização máxima de 9900,00€; j) Por outro lado, ainda no pressuposto do trânsito em julgado desse despacho, nunca a sanção pecuniária compulsória podia ter sido fixada no valor total – 50,00€ por dia – uma vez que o executado cumpriu as prestações a que estava adstrito, com a única exceção de, como a sentença reconhece, não ter ligado o segundo projetor ao quadro elétrico existente no túnel, o que significa que a sanção pecuniária compulsória deveria ter sido sempre reduzida, afigurando-se que para não mais de 15,00€; k) A manter-se, porém, que o despacho de 15/07/2008 transitou em julgado após o decurso do prazo de 30 dias seguintes à sua prolação, ficava desde então aberta à exequente a possibilidade de requerer a liquidação da indemnização a título de sanção pecuniária compulsória que entendia ser-lhe devida, não obstante o que só o fez em 07/02/2013, em consequência do que a sua inércia que sempre deve ser valorada em termos de cômputo do período do alegado tinha levado inexoravelmente à deserção da instância artigo 291 do Código de Processo Civil, cujo n. 1 prescreve que se considera deserta a instância independentemente de qualquer decisão judicial quando esteja interrompida durante 2, tendo a deserção lugar sem necessidade de despacho que o declare cfr.