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n. Assim, as questões a resolver consistem em saber se a sentença enferma das nulidades que a Apelante lhe imputa, se é de alterar a decisão proferida quanto à matéria de facto e, se, em face da factualidade que se tenha como provada, a acção deve improceder, mantendo-se, relativamente ao ora Apelado, a resolução declarada pela Sr Administradora da Insolvência quanto à compra e venda a que se reporta a escritura de 2 de Junho de 201 - Fundamentação: A) - Nulidades imputadas à sentença: Não se pode deixar de fazer notar, preliminarmente, que o curial seria ter-se proferido uma única sentença relativamente às acções de impugnação apensas, conforme, aliás, se considerara já no processo, no despacho que ordenou essa apensação, referindo que haveria de ser proferida uma única sentença no âmbito das duas acções, "...distinguindo-as quando tal se imponha, maxime no que à selecção da matéria de facto relevante e apreciação individualizada das questões suscitadas numa e noutra.”.4 Tratou-se, porém, de um desvio processual, que, a ter-se como susceptível de influenciar a decisão da causa - o que não está assente que haja sucedido -, estaria sujeito à disciplina das nulidades secundárias, ou atípicas, prevista no art 195, n 1, do NCPC correspondente ao art 201, n 1, do pretérito, dependendo, pois, o respectivo conhecimento, da sua reclamação por uma das partes junto da 1 Instância, no prazo de dez dias a contar da notificação das sentenças arts 149, n 1 e 199, n 1, do, reclamação essa que não ocorreu.5 A Apelante sustenta que a sentença enferma da nulidade prevista na al.