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379 e 374, n 2, do P.Penal, por insuficiência da matéria de facto provada, e por ausência de fundamentação quanto ao princípio da livre apreciação da prova  Neste segmento das suas conclusões sustenta o recorrente ser ostensiva a falta de fundamentação da sentença sub judice, não só pela insuficiência da matéria de facto provada, mas também pela ausência de fundamentação quanto ao princípio da livre apreciação da prova, o que a inquina de nulidade, nos termos previstos no artigo 379 e 374, n 2, do P.P., sendo que não se consegue alcançar o iter cognoscitivo no que se reporta a juízos conclusivos, tais como "As testemunhas G. e G. prestaram depoimentos nitidamente comprometidos com a versão apresentada pelo recorrente��, "Não olvidando que as testemunhas arroladas pelo recorrente prestaram depoimentos contraditórios”, "são susceptíveis de gerar ou potenciar actos de violência que, no caso, não tomaram outras proporções em face da intervenção das forças policiais presentes no local”, não se logrando também perceber a concretização do exame crítico das provas, imprescindível ao cumprimento de dever de fundamentação.