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Daí que, salvo o devido respeito pela opinião contrária, não podemos deixar de concordar com o julgamento efectuado pelo tribunal recorrido quando, ponderando exactamente estes mesmos meios de prova concluiu que: ") O facto provado em 20, 21 e 22 resultou do teor do Relatório apresentado pela Sr. Administradora de Insolvência, ao abrigo do disposto no artigo 15 e do seu Parecer apresentado nestes apenso com os esclarecimentos que prestou em audiência de julgamento, em conjugação com o depoimento da requerida B, que assumiu espontaneamente tais levantamentos e o destino que lhes foi dado, designadamente que parte do dinheiro foi para emprestar a si própria e a uma sociedade consigo relacionada e que não devolveu a totalidade desses empréstimos, mas também convenceu, por o seu depoimento ser credível, que parte do dinheiro foi para pagar salários e para o fundo de maneio que cada trabalhador tinha consigo e que lhes era entregue semanalmente para ocorrerem às despesas com as obras que realizavam”.