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Ainda relativamente à assembleia geral de 29 de Junho de 2015, defende a recorrida que o recorrente, na qualidade de presidente da mesa da assembleia geral, não podia nem declarar a suspensão dos trabalhos nos termos em que o fez, dado que, nos termos do disposto no artigo 38, n. 1, do CSC, apenas lhe é permitido declarar "suspensões normais” e muito menos, declarar encerrada a referida assembleia e abandonar a mesa, como fez, o que, na sua perspectiva, equivale a uma situação de não comparência, devendo, neste caso, aplicar-se o disposto no artigo 37, n. 3, do CSC, nomeando-se um presidente ad hoc, assim continuando a assembleia, como foi feito, pelo que nada afecta a regularidade/legalidade das deliberações que, nestes moldes, vieram a ser aprovadas por todos os demais sócios, com excepção do ora recorrente.