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Notifique.” Notificado da prolação de tal despacho, veio o arguido, por intermédio da sua mandatária, arguir a nulidade do mesmo, nos seguintes termos:  "Considerando o indeferimento do requerimento de produção de prova, ou seja de audição das testemunhas abonatórias, sendo que as testemunhas estão presentes, eram a apresentar, não são meramente uma manobra dilatória, e, ainda que não tenha sido apresentado Rol de Testemunhas tempestivamente, porque na altura do advogado do arguido assim incumpriu já que tinha havido uma renúncia de mandatário, entendemos que esta omissão de diligência pode ser absolutamente contrariar a defesa do arguido porque as testemunhas abonatórias podem relevar consideravelmente para a medida da pena, e, portanto considera-se existir uma omissão de diligência que se reputa essencial para a descoberta da verdade e para a boa decisão da causa, sobretudo vimos arguir a nulidade ao abrigo do disposto no artigo 120, n 1, al.