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Concluiu pela improcedência da acção e pediu, em reconvenção, que: - Se declare o Município de Cascais dono e legítimo proprietário da parcela do prédio identificado no artigo 4 da contestação; - Se condene a Autora a reconhecer ao R. o direito de propriedade sobre o prédio identificado no artigo  contestação e parcialmente ocupado por aquela; - Se condene a Autora a restituir ao Município de Cascais a parte do prédio que ilicitamente ocupa, entregando-lho livre de pessoas e bens e no estado de conservação físico e topográfico em que se encontrava antes da ocupação indevida e realização das obras ou se condene a A. restituir ao R. o citado prédio livre de pessoas e bens e a pagar ao R. uma indemnização correspondente à quantia necessária para proceder à demolição da obra, repondo assim o terreno na situação de conservação física e topográfica em que se encontrava, o que deverá ser liquidado em execução de sentença nos termos do artigo 609 do CPC.