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Assim, não concluiu-se que o Acto Impugnado se apresenta ferido de nulidade por falta a qualidade essencial do ora Recorrente como funcionário público e logo dentro de uma relação com o autor do, para que pudesse haver a revisão do decidido no âmbito dessa relação jurídica, ou seja, a prática do Acto Administrativo consubstanciado na Deliberação n. 2-9/2013, de 8 de Março de 2013, não se mostra, sequer possível, porque entretanto – no decurso do recurso contencioso de anulação – o ora Autor perdeu a qualidade de funcionário público, com o que já não lhe pode ser determinado o que quer que seja no âmbito dessa relação, incluindo a prática de acto substitutivo face àquele anulado, já que tais actos são praticáveis exclusivamente no âmbito da relação de funcionalismo público, a qual já não se verifica, o que levaria, a que no limite uma decisão da Administração que concedesse provimento à pretensão inicial do ora Recorrente, que a formulou tendo por base o pressuposto, já extinto, de que se encontrava afecto à Administração, não seria igualmente apta à produção de quaisquer efeitos, sendo, por isso, igualmente inválida,  HHH.