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No entanto, pouco tempo depois, voltou a contactar a testemunha, dirigiu-se aos contentores do fixo onde esta havia colocado os iogurtes e, após deles retirar os mesmos, justificara o seu comportamento por aqueles terem Xanax,  Após estas declarações, a arguida retratou-se e, num discurso ele próprio eivado de contradições, afirmou ter dado um Xanax de 0,25 gramas que obteve da sua mãe à vítima, que lho pedira, um ou dois dias antes dos factos, para afirmar, logo de seguida, ter colocado uma Xanax nos iogurtes que se encontravam no frigorífico, à revelia do marido "para ele andar mais calmo", asseverando, momentos depois, ter sido a própria vítima a ir buscar a caixa de Xanax à farmácia de   As declarações de AA tendentes a desculpabilizar a sua conduta perderam credibilidade ante a veiculação por parte da agente de versões contraditórias dos factos em momentos temporais diversos - tanto que a reformulação táctica foi precipitada, não por um rebate de consciência espontâneo, mas por um depoimento testemunhal que se mostrou adverso à sua tese.