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Considerou, em síntese: que o valor do crédito que reclamou é de € 22344,38, como consta da certidão emitida pela «Agente de Execução» no processo executivo que instaurou para cobrança coerciva do crédito reconhecido e nos termos do «requerimento de aditamento à reclamação de créditos», a actualizar o seu crédito, que apresentou oportunamente, enquanto o órgão da execução fiscal apenas reconheceu o crédito pelo montante de € 21000; que, apesar de tal crédito estar garantido por direito de retenção, que invocou quando o reclamou e que o órgão da execução fiscal reconheceu, o mesmo não foi graduado de acordo com essa garantia; que os créditos reclamados pela AT respeitantes a IRS e a IRC não gozam senão de privilégio imobiliário geral e apenas os dos anos de 2014, 2015 e 201 Concluiu, pedindo que, na procedência da reclamação, o crédito por ela reclamado, corrigido para o montante de € 22344,38 seja graduado em  lugar, imediatamente a seguir aos créditos reclamados provenientes de  O Juiz do Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro julgou a reclamação judicial improcedente.