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2 Factos não provados1Nunca o réu  deixou de coabitar com a ré E no mesmo andar onde o fazia até então e onde hoje ainda o faz, ambos continuando, assim, a agir e a viver em perfeita união conjugal, como até aí sempre haviam feito.2O réu  aproveitando a enorme debilidade física e anímica em que se encontrava o pai dos autores, fruto das diversas doenças que o acometeram a partir de 2007 e que lhe vieram a causar a morte, passou a partir dessa data, a fazer com que os financiamentos e fossem assinados e avalizados apenas por si o que não poderia deixar de ser, pois de outro modo levantaria e pelo pai dos autores, a quem nunca terá explicado para que serviam, nem que o outro administrador o amigo e aqui réu, não prestava avales, limitando-se a remeter-lhe os contratos e as livranças em branco por estafeta, assinalando com post-its ou cruzes a lápis os locais onde deveria apor a sua assinatura, e dizendo que o tinha de fazer pois eram precisas duas assinaturas para vincular a H.3O réu  entendeu sair da gestão da  e ceder totalmente a sua posição societária para enfrentar todos os problemas surgidos na H, que levaram à apresentação do PER em janeiro de 2013, bem como não acompanhar a gestão na empresa , que implicava enfrentar a outra sócia – ré E.4Em face disso, propôs à ré E que esta adquirisse as suas quotas, já que não se sentia em condições físicas para continuar a assumir qualquer responsabilidade da sociedade .5Ao contrário das suas expetativas, a ré E informou-o que não tinha qualquer disponibilidade financeira para comprar as referidas quotas, tendo assim recusado o negócio.6Em face deste condicionalismo, o réu , propôs a aquisição ao outro sócio na referida sociedade – Dr. F, que se mostrou interessado em adquirir a sua participação, o que veio a ser feito em 04 de dezembro de 2017Tendo o réu , a partir dessa data, abandonado totalmente a gestão da referida sociedade .8No ano de 2012 o sócio  comunicou ao réu F que pretendia ceder as quotas da , que representavam 65% do capital social.9Para evitar que um terceiro entrasse no capital social da sociedade como sócio maioritário, o réu F aceitou adquirir as referidas quotas pelo respetivo valor nominal.10Subsequentemente e no desenvolvimento da sua atividade, a sobredita gerente E comunicou ao réu F que era necessário contrair um empréstimo bancário para a sociedade.11Devendo o sócio prestar o seu aval nesse empréstimo.12O que não foi aceite pelo réu F, porque não geria a .13Nem podia geri-la em face do regime de dedicação exclusiva a que estava adstrito na banca.14Para resolver esta situação, o réu F aceitou então ceder a quota de € 1000,00 à ré E, exonerando-se assim da prestação do aval.15Os Administradores da H eram remunerados pelos avales prestados.16Os autores despenderam a verba de global de € 914,38 € 914,38 + € 000,00), em custos com os processos judiciais em que se viram envolvidos.