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No respeitante aos factos provados, a apelante defende que deve deixar de ter-se por provado o descrito sob o item 3 "No dia 23 de março de 2019, a ré teve uma discussão com a mãe do autor, falou-lhe mal dele e desde então impede os filhos de irem a casa dos avós paternos, que deles cuidavam desde pequenos e, à data, todos os dias, os recebiam vindos da escola e lhes davam de jantar.”), pois que apenas se lhe referiu a testemunha , mãe do autor, mas o seu depoimento não deve ter-se por isento e credível; e o item 4 "Pelo menos, desde dia não concretamente apurado do mês de abril de 2019 e até agora, que autor e ré deixaram de dormir na mesma cama, tendo o autor continuado a dormir no quarto de casal e a ré passado a dormir com os filhos”), porquanto nenhum testemunha a continuidade da situação de autor e ré terem deixado de dormir na mesma cama, pelo que dali se deve remover a expressão "e até agora”.