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Pretende a Recorrente a alteração no sentido de passar a constar, que a senhoria considerou através da carta de 25 de Setembro de 2014, que a recorrente não podia prevalecer-se da circunstância invocada de que o RABC do seu agregado familiar era inferior a cinco RMNA, tendo por carta da inquilina de 12014 sido informada pela mesma que ia obter o documento, sem prejuízo de aceitar renegociar a renda, como já havia feito em carta enviada em 0201 Apreciando, tendo em conta ao já aludido em termos de documentação apresentada, única prova a atender, e à alteração já efetuada, grande parte do vertido no ponto 6, mostra-se já contemplado no ponto n.   Quanto ao demais, pelos fundamentos já invocados, importa ater-nos ao teor da já mencionada carta da senhoria, de 202014, o teor da carta de 12014, da Recorrente, mencionando que face ao constante na carta da senhoria de 202014, remete opinião pedida em anexo, mais indicando que iria junto da Autoridade Tributária solicitar a emissão de certidão complementar, indicada naquela carta, bem como a carta da senhoria, que embora referenciada a 202014, resulta da indicação constante do A/R, ter sido expedida a 212014, na qual a senhoria acusando a receção da carta de 02014, formula a proposta final de transição imediata do contrato para o NRAU, a atualização da renda 380€), prescindindo dos retroativos, e não aceitando, a renda passaria para os termos propostos aludidos na carta de 20201  Desta forma passará a ser a redação do ponto n. 6 : "Na mesma carta de 202014, a senhoria indicou o valor da atualização da renda e o pagamento de retroativos, sem prejuízo de caso a situação fosse comprovadamente incomportável para a Ré, a senhoria disponibilizava-se a analisar uma proposta alternativa, em termos razoáveis apresentada em quinze dias, tendo a Ré informado a senhoria, por carta de 12014 que iria solicitar a emissão de certidão complementar junto da Autoridade Tributária”.