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Acordam na 1 Secção Cível do Tribunal da Relação de Guimarães:  RELATÓRIO   Ao contestar uma acção que, em 30-04-2014, no Tribunal de Caminha, lhe instaurou a autora ") – Imobiliária e Gestão, Ld.” pedindo a declaração de invalidade, com fundamento em diversos factos e vícios alegados, de deliberações societárias tomadas em assembleia geral de 31-03-2014, a ré ") – Sociedade de Animação Turística, Ld.” alegou que aquela litigava de má-fé e pediu – em itens separados – a sua condenação, por um lado, em multa e indemnização, esta "em montante nunca inferior a 000€”, e, por outro, no pagamento dos honorários e das despesas efectuadas pela mandatária da ré, então computadas em 000€, "nos termos do art 533, n 2, alínea”   Como fundamentos de tal pedido alegou – tão só e em termos vagos – que a autora invoca tese temerária, altera conscientemente a verdade dos factos por si conhecidos e vividos, omite outros relevantes para a boa decisão da causa e deduz pretensão cuja falta de fundamento não devia ignorar, carecendo a acção de fundamento fáctico, moral e jurídico.