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Note-se que não releva, ou não deverá relevar, para o caso decidendo o nível de densificação do conteúdo da consciência, a compartimentação de conceitos e crenças, o radical ético-axiológico que subjaz e enforma cada um de nós, os Recorrentes expuseram, nas missivas dirigidas à escola, e bem assim, no Requerimento Inicial, os motivos subjacentes ao exercício do seu direito à objeção de consciência, apresentando argumentos relacionados com o direito à educação e à liberdade de aprender no ensino público, ínsitos no artigo 4 da Constituição, livre de diretrizes estaduais de pendor filosófico, estético, político, ideológico ou religioso, bem como com o direito dos pais ao direito e dever de educação dos filhos, previsto no n. 5 do artigo 3 da Constituição, que pretendem exercer em conformidade com os seus valores e convicções.