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Com efeito, em qualquer um dos citados casos, nada resultou provado quanto ao cumprimento do dever de vigilância por parte do proprietário da árvore ou resultou provado que esse dever foi incumprido nos termos exigidos, e muito mais relevante, nada ficou provado quanto ao estado fitossanitário da árvore em causa, quanto à sua situação concreta, se a mesma sofria de alguma doença, se tinha o tronco, as raízes ou algum ramo apodrecido, ou, ainda, nos casos versados no Acórdão de 102016 e 102011, ficou provado, de forma clara, que a árvore sofria de doença e/ou estava parcialmente apodrecida, ao nível do tronco ou das suas raízes.