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2- Para tanto, alegaram em resumo que: a) A urgência da expropriação não está fundamentada, apenas se referindo na deliberação que a expropriação é urgente para concretização de Plano de Pormenor, pelo que a urgência na expropriação, deve ser objecto de anulação; b) a própria fundamentação da declaração de utilidade pública é claramente insuficiente, porque: - a existência de um Plano Municipal de Ordenamento do Território que preveja a correção do traçado dum arruamento não justifica nem pode justificar por si só e genericamente a declaração de utilidade pública, apenas o permitindo; - existe uma construção de um particular que é manifestamente beneficiado com a atuação expropriativa por ir ficar com frente, que não tinha, para a Rua ., desaparecendo um obstáculo inestético construção que estava contígua com aquela habitação coletiva, cujo proprietário adquiriu uma habitação contígua à dos recorrentes, mas não tentou adquirir a destes; - nos termos do artigo 3 do Plano de Pormenor da Zona Centro da cidade de Águeda, a zona que se compreende entre a habitação coletiva e a Rua .