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5 E elucida o mesmo acórdão: se assim é, uma vez que os movimentos financeiros investigados em Portugal vantagens do crime são provenientes de factos « ... que teriam ocorrido em Angola e unicamente Angola ... »  crime e tendo estes « .. factos a que o detentor da acção penal atribui os proventos ilícitos ... » sido investigados no « ... inquérito preliminar que sob o n 06-AI2012 correu os respectivos termos ... Procuradoria Geral da república de Angola ... », e posteriormente « ... objecto de ... arquivamento ... » em Angola, faz com que os Tribunais portugueses e o Ministério Público português sejam internacionalmente incompetentes para julgar e investigar em Portugal o alegado crime de branqueamento de capitais.