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E ainda declarou na referida queixa "que os suspeitos, MN e MF, se aproximaram junto da denunciante proferindo as seguintes expressões: "és uma cabra como ela, és uma puta, põe-te na ponta do caralho, vamos te fazer a folha, entre outras” várias vezes os mesmos nomes acima mencionados, fazendo-o de voz alta e de bom som, era mesmo aos gritos, de forma que todos os presentes ouvissem.” Sendo que na acusação particular deduzida já são imputados factos injuriosos diferentes e discriminadamente a cada Arguido, ou seja, na acusação particular refere em  que o Arguido, de manhã, terá dito "em voz alta por forma a ser ouvido por várias pessoas e em tom de voz exaltada dirigindo-se à assistente disse-lhe "Vai-te embora daqui sua vaca, és uma puta, isso não é teu, não tens nada que estar aqui.