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10) No que diz respeito à pretensa falta de fundamentação, também aqui a sentença recorrida não enferma de qualquer erro de julgamento e deve manter-se na ordem jurídica, pelas seguintes razões: a) Se o Recorrente assacou o vício de erro grosseiro de apreciação em relação ao ato impugnado, quanto à avaliação do seu currículo e do currículo do Contrainteressado, relativamente a diversos subcritérios, é porque o ato está suficientemente fundamentado, caso contrário não lhe seria possível impugná-lo nos termos em que o fez; b) O iter cognoscitivo-valorativo percorrido pelo júri na classificação dos vários subcritérios do currículo de cada candidato resulta mesmo de forma evidente da fundamentação do júri – como é óbvio e o Tribunal a quo -lo, tratando-se de apreciação dos currículos, não se pode apreender cabalmente essa fundamentação sem olhar para os currículos ) A votação do júri encontra-se plasmada, expressa e claramente, na ata datada de 02/02/2015 – cfr.