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STJ de 24/5/2006, processo n 06S379, referindo STJ de 7/11/2001 revista n 594/01) referindo que "a legalidade do despedimento terá de ser aferida com respeito pelo critério empresarial e não à luz de mecanismos de viabilização da empresa, de tal modo que o dever do julgador é proceder a um juízo racionalmente controlável sobre os fundamentos invocados, não lhe competindo substituir-se ao empregador e considerar improcedentes os fundamentos aduzidos apenas porque se entende que deveriam ser outras as medidas a adotar”  E quanto ao nexo referindo:  " Na apreciação dos fundamentos do despedimento coletivo, importa ter em conta: a verificação objetiva dos motivos estruturais, tecnológicos ou conjunturais; e a existência de um nexo entre tais motivos e o despedimento, por forma a que, segundo juízos de razoabilidade, aqueles sejam idóneos a determinar uma diminuição de pessoal operada através do despedimento coletivo dos trabalhadores”.