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Revertendo ao caso em apreciação, julgamos que o facto vertido no ponto 1 da matéria dada como provada não permite, em nosso entender, extrair qualquer ilação minimamente segura no sentido da formulação de um juízo de probabilidade qualificada quanto à circunstância de, dias antes da presente ação entrar em juízo, todos estes marcos terem sido retirados pelos AA e amontoados, precisamente, junto a um raizeiro que delimita o prédio a Nascente, faltando entre os factos conhecidos e os enunciados como não provados um nexo de conexão e de causalidade que possa afirmar-se como razoável e adequado a justificar a ocorrência dos factos desconhecidos, o que não é alterado pela análise dos meios de prova concretamente indicados pelos recorrentes como demonstrativos de tais ocorrências.