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De facto: a autora alegou no art.16 da sua petição inicial que a 6 de abril de 2011 foram partidos a totalidade dos vidros do pré-fabricado, no art.17 alegou que rebentaram duas bombas, que provocaram danos estruturais no pré-fabricado; os réus reconheceram os atos destrutivos anteriores a 5 de setembro de 2011 embora com rejeição da sua, declarando na sua contestação que a construção foi bombardeada e incendiada, tendo todos os vidros quebrados e nas suas alegações de recurso, a 45 das suas conclusões, que «A realidade patrimonial da autora, antes da destruição total do pré-fabricado, mais não era do que um pré-fabricado sem vidros e tombado, abalado na sua estrutura, sem condições de utilização para as funções a que sempre esteve adstrito».