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O tribunal passou a proferir decisão final, na qual fez consignar entender que todos os elementos de prova essenciais estavam já nos autos, dispensando pois a produção de prova testemunhal e a realização de qualquer outra diligência, decisão final essa de cuja parte dispositiva, a final, consta:  "Atento o exposto e sem necessidade de mais considerandos, julgo o presente procedimento cautelar parcialmente procedente, por parcialmente provado, e, consequentemente:  a) Defiro a providência cautelar não especificada de autorização da permanência da Requerente , S.A. na loja n.  sita no piso 1 do Centro Comercial , enquanto perdurar a causa de suspensão da caducidade do contrato de utilização de loja em centro comercial celebrado entre esta e as requeridas S, S.A. e  – CENTRO COMERCIAL, S.A.;  b) Determino a inversão do contencioso, dispensando a requerente do ónus de propositura da acção principal;  ) Indefiro a providência cautelar não especificada de renovação do contrato de utilização de loja em centro comercial celebrado entre requerente e requeridas até à conclusão do PER;  ) Indefiro a providência cautelar não especificada de exoneração da requerente do pagamento às requeridas da remuneração mínima correspondente aos meses de Março e Abril de 2020;  e) Absolvo a requerente do pedido de condenação em litigância de má fé.