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Estas decisões tomadas por cada um dos progenitores, semanalmente, irão abarcar o desenrolar da vida do menor durante todo esse período, na sua rotina diária, quer no domínio educacional, quer em todos os outros aspetos, e atendendo ao conflito existente e falta de consenso, não haverá partilha ou comunhão, nem identidade nas decisões entre os progenitores; n) Cada um irá agir à sua maneira, com os inconvenientes que isso irá causar ao menor no que respeita à consolidação dos hábitos, valores e ideias, com prejuízo para a formação da sua personalidade face à alternância entre casas e pais, com padrões de vida completamente distintos; o) Atenta a existência de um verdadeiro conflito entre os progenitores, não só a guarda conjunta ou residência alternada não se impõe como a salvaguarda do interesse do menor até afasta a possibilidade de a ela se recorrer; p) A manutenção do regime de residência alternada constituirá violação do disposto nos artigos 4, n. 1, do R.G.T.P.e 190, n. 5 e n. 7, do , porquanto não salvaguarda o superior interesse do menor.