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Mais se considera ali que "o Sr. Administrador reconheceu ao credor , S.A. um direito de crédito garantido, atribuindo aos demais créditos reconhecidos natureza comum”, mas que, "ao contrário do referido pelo Sr. A., o crédito reconhecido à , S.A. não pode ser considerado como garantido”, por o que se encontra apreendido a favor da massa insolvente ser o direito e ação à herança indivisa, da qual faz parte o imóvel hipotecado, sendo que "o objeto de liquidação é o quinhão hereditário do insolvente na herança ilíquida e indivisa aberta por óbito de seu pai, do qual o referido imóvel faz parte, sobre o qual, desnecessário seria repeti-lo, não incide a garantia que a recorrente pretende fazer e daqui que não se veja como lhe dar razão.” Com estes e outros argumentos, concluiu a sentença que o crédito da , S.A., como todos os demais créditos reconhecidos nos autos, assume natureza comum, "devendo ser pagos proporcionalmente pelo preço dos bens do devedor, quando ele não chegue para integral satisfação dos débitos, sendo, por isso, pagos com rateio entre eles”.