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W.	Os interesses públicos) que nortearam o BdP na definição dos termos da Medida de Resolução são incomparavelmente superiores ao interesse dos aqui Recorridos, sendo que, ao não o reconhecer, o Tribunal a quo interpretou mal o disposto no artigo 26, n. 2 da CRP, uma vez que o princípio da proporcionalidade aí previsto foi respeitado pela deliberação de 3 de Agosto de 201 	Por outro lado, sobre a protecção da confiança, a mesma pressupõe que, à data dos investimentos, os Recorridos tivessem previsto a possibilidade de aplicação de uma medida de resolução ao B e, nessa eventualidade, confiado que o seu crédito seria transferido para um qualquer banco de transição, o que, pela lógica das circunstâncias, necessariamente não sucedeu.