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4 - Quando o sujeito passivo não faça a prova referida no número anterior relativamente às situações previstas no n. 1 deste artigo, considera-se como rendimento tributável em sede de IRS, a enquadrar na categoria G, no ano em causa, e no caso das alíneas e do n. 2, nos três anos seguintes, quando não existam indícios fundados, de acordo com os critérios previstos no artigo 9, que permitam à administração tributária fixar rendimento superior, o rendimento padrão apurado nos termos da tabela seguinte:  5 - Para efeitos da alínea do n. 1 do artigo 8:  a) Considera-se como rendimento tributável em sede de IRS, a enquadrar na categoria G, quando não existam indícios fundados, de acordo com os critérios previstos no artigo 9, que permitam à administração tributária fixar rendimento superior, a diferença entre o acréscimo de património ou a despesa efetuada, e os rendimentos declarados pelo sujeito passivo no mesmo período de tributação;  b) Os acréscimos de património consideram-se verificados no período em que se manifeste a titularidade dos bens ou direitos e a despesa quando efetuada;  ) Na determinação dos acréscimos patrimoniais, deve atender-se ao valor de aquisição e, sendo desconhecido, ao valor de mercado;  ) Consideram-se como rendimentos declarados os rendimentos líquidos das diferentes categorias de rendimentos.  )