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O Ministério Público junto da 1 Instância, apresentou resposta ao recurso, tendo, a final, formulado as seguintes conclusões: « O recorrente foi condenado por decisão cumulatória transitada em julgado a 05 de Maio de 2017, nos presentes autos e nos autos 69/10GACCH, na pena única de 22 meses de prisão suspensa por igual período, subordinada a regime de prova previsto no artigo 5 do CP, através do plano de reinserção social a elaborar pelo respetivo serviço, no qual se inclua o acompanhamento médico pelo CRI de Santarém quanto à toxicodependência do arguido e, no decurso do período de suspensão da execução da pena aplicada ao arguido nos presentes autos, o mesmo foi condenado no Processo 466/12PBSTR, que correu termos neste Juízo, por transitada em 21 de Outubro de 2019, pela prática de um crime de detenção de arma proibida, na pena de 2 anos de prisão, por factos cometidos a 28 de Janeiro de 2019, bem como, foi condenado no autos 312/17PBSTR, que correu termos no Juiz 1 desta Instância Local, por transitada em 16 de Dezembro de 2019, pela prática de um crime de coação agravada na forma tentada, na pena de 11 meses de prisão, por factos cometidos a 05 de Abril de 2018;   Procedeu-se à audição do arguido, tendo este prestado declarações, em síntese: "O arguido declarou que no âmbito deste processo cumpriu as suas apresentações e acompanhamento no CAT de Santarém na pessoa do Dr. Romão e que o fez até à data em que foi preso, ou seja, até 28/01/201 O arguido encontra-se em situação de reclusão em cumprimento de pena à ordem do processo n 466/12PBSTR do Juízo Local Criminal de STR - Juiz 2 a cumprir pena de 2 anos de prisão.