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Após realização da audiência de discussão e julgamento, foi proferida sentença, onde os embargos foram julgados procedentes, tendo-se condenado os embargados "a reconhecer e respeitar a posse do embargante AA, na qualidade de arrendatário, sobre o prédio designado por "Herdade ...”, devendo os Embargados abster-se da prática de quaisquer actos que a perturbem.”  Inconformada, a embargada CBG – Imobiliária, S.A., interpôs recurso de apelação que o Tribunal da Relação de Évora, por acórdão de 19/12/2019, julgou procedente, deliberando revogar a sentença e julgar improcedentes os embargos de terceiro, absolvendo os embargados do pedido.