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No essencial, considerou o TCA-Sul inverificado o pressuposto em que a recorrente assenta a defesa da tempestividade da acção administrativa interposta - o de que o indeferimento do pedido de reembolso de que foi destinatária não teve por fundamento o preceituado no artigo 2 do Código do IVA pressuposto de; consequentemente, não lhe é aplicável o preceituado o determinado no seu n. 11,ou seja, a remissão aí operada pelo legislador para o artigo 8- A do mesmo Código e o que neste último preceito vem, de forma especial, disciplinado quanto aos meios de reacção graciosos ou judiciais conclusão), pelo que os meios legalmente ao seu dispor para prover pela alteração da decisão de indeferimento do pedido de reembolso que não com fundamento no preceituado no artigo 2 do Código do, eram o recurso hierárquico e, subsequentemente, a acção administrativa especial – atento o teor da notificação do indeferimento basta atentar no teor da notificação comunicada à recorrente para que não haja qualquer dúvida de que o indeferimento do seu pedido de reembolso foi efectuado ao abrigo do preceituado no artigo 2, n. 11, do Código do IVA, e não por qualquer motivo alheio ao ali preceituado, como a recorrente pretende fazer crer, deixando implícita a ideia de que aquela referência normativa se tratou de algum lapso ou deficiente enquadramento jurídico).