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No integral acolhimento da fundamentação expendida na pronúncia transcrita, que se subscreve,cabe apenas sublinhar que, como nesse acórdão se refere, nenhuma dúvida existe de que a declaração do empregador que a A. alegou consubstanciar o seu despedimento é aquela que o Tribunal da Relação apreciou, a "declaração” constante do ofício de 6 de Julho de 2017, que, como o recorrente reconheceu no articulado motivador do despedimento, foi recebido pela A. em 7 de Julho de 2017, factualidade essa que a recorrida invocou nos artigos 1 a 8 da sua contestação e que sintetiza no art 9 da mesma concluindo que ") o despedimento apresentado em 14 de julho de 2017 não produz qualquer efeito, uma vez que a comunicação de 6 de Julho de 2017 configura ela própria um verdadeiro despedimento ilícito”, isto por um lado.