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98-n 1 e 98-, ambos do CPT, contra "P, SA”, com sede na , juntando decisão escrita do despedimento com fundamento em extinção do posto de trabalho, constando como data do despedimento a de 002020, e pedindo que seja declarada a ilicitude ou irregularidade do mesmo, com as legais consequências.+Frustrando-se a diligência conciliatória da audiência de partes, a Entidade Empregadora veio apresentar o seu articulado motivador alegando, para o efeito, em síntese, que tendo pago ao Trabalhador a compensação que lhe era devida no dia 002020, este precludiu o direito de impugnar o despedimento, por não a ter devolvido oportunamente, retendo-a até ao dia 202020, só a creditando na conta bancária do Empregador na data em que instaurou a presente acção, sendo que, de todo o modo, observou todas as formalidades previstas para o despedimento por extinção do posto de trabalho, e tinha fundamento legal – por motivos estruturais, conforme factualidade que apresenta.+O Trabalhador apresentou contestação com reconvenção, para, em suma, contrariar a invocada aceitação do despedimento, e impugnar a factualidade alegada pelo Empregador demonstrativa da extinção do seu posto de trabalho - pretendendo, por esta via, a condenação da EP no pagamento de uma indemnização por ilicitude do despedimento no valor de 1600,00 €, acrescida das retribuições intercalares que deixou de auferir desde a data do despedimento até trânsito em julgado da sentença; e, em via reconvencional, a condenação da EP no pagamento da quantia de 400,00 € referente a férias vencidas no dia 002020 e não gozadas, acrescida de uma indemnização no montante de 1000,00 € por danos não patrimoniais sofridos com o processo de despedimento.