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Para o efeito, refere que o ".. oponente esteve nomeado para o órgão de gerência desde 17/12/1992 até 17/08/2009 e exerceu o cargo quer através da aposição da sua assinatura em documentos vários, quer através da outorga da referida procuração, em que conferiu a outrem poderes de gerência.”, e que em contradição com a jurisprudência vigente, julgou que a procuração " não foi considerada uma manifestação do exercício da gerência ", e que sendo esses factos demonstrativos do exercício da gerência de facto " não foram totalmente incluídos no probatório, nomeadamente no que concerne à outorga de escrituras públicas por parte do oponente na qualidade de representante da sociedade, nem foram suficientemente ponderados, à semelhança da assinatura de declarações fiscais.” – Cfr.