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Portanto, em torno desta factualidade, é possível formar a inequívoca convicção de que o Autor se encontra já representado/acompanhado nessa sua ´luta´ para ver reconhecidos e pagos os seus créditos, pelo menos desde 30 de agosto de 200  Ora, na decorrência do que apreciou e decidiu a CAP, de que face ao disposto no artigo 38 do CT, tendo o seu contrato de trabalho tido o seu termo em 30 de julho de 2007, e prescrevendo o seu crédito laboral no prazo de 1 ano, ou seja, até 30 de julho de 2008, julgamos que foi por absoluta incúria e negligência do Autor que esse seu direito não foi temporalmente exigido.