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Para tanto alega, em síntese, que aquele e a Ré foram casados, tendo sido decretado o divórcio entre ambos em 02/02/2015, estando em curso o processo de partilha das repetivas meações; Autor e Ré eram titulares de um contrato de crédito celebrado com o Banco ..., S.A.; No âmbito do processo judicial de partilha dos bens do casal, Autora e Ré aprovaram o passivo relacionado e assumiram o pagamento do mesmo em termos solidários; No âmbito do passivo relacionado encontrava-se a dívida de que ambos detinham sobre o Banco ... emergente do sobredito contrato de crédito, no valor de 1329,19 euros; O Banco ..., na sequência do incumprimento do dito contrato de crédito instaurou execução contra Autor e Ré; No âmbito dessa execução foi celebrado acordo, mediante o qual Autor e Ré se obrigaram a pagar a quantia exequenda e as custas em 54 prestações mensais e sucessivas, vencendo-se a primeira em 15/01/2012 e as restantes em igual dia dos meses subsequentes, num total de 1129,19 euros, sendo o Autor responsável pelo pagamento de metade dessa quantia e a Ré pelo pagamento da outra metade; Sendo Autor e Ré solidariamente responsáveis pelo pagamento daquela quantia nos termos do acordo celebrado no âmbito do processo de partilha de bens do ex-casal, foi o Autor que pagou a totalidade das prestações referentes ao acordo alcançado ao Banco ..., S.A; Pede a condenação da Ré a restituir-lhe metade da quantia que pagou a essa instituição bancária cujo pagamento era da responsabilidade daquela com base no instituto do enriquecimento sem causa.