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Notificado o MP de tal despacho aos 002019), veio o mesmo, aos 102019, requerer, ao abrigo do disposto 316, n. 2 e 39 do CPC, a intervenção principal provocada do Réu , alegando em síntese que: na participação a entidade empregadora é identificada como sendo "”, o qual esteve presente na tentativa de conciliação por si próprio e com o seu ilustre mandatário; não obstante, desde o início do processo ", Unipessoal, Lda.” esteve também representado nos autos e teve intervenção nos mesmos tal como esteve presente na tentativa de conciliação representado pelo seu ilustre mandatário, que é também e simultaneamente mandatário de ; muito embora, com o desenrolar da fase jurisdicional, possam existir dúvidas quanto à identificação de quem seria a entidade empregadora, o certo é que do contexto geral dos autos decorre que na tentativa de conciliação estiveram presentes ambas as entidades empregadoras, designadamente a entidade empregadora indicada pelo sinistrado na participação, ou seja, "”; todavia, a fase jurisdicional do processo de acidentes de trabalho surge como uma fase autónoma e independente da fase conciliatória cuja configuração incumbe ao A. definir na petição inicial, cabendo por seu turno ao Juiz, caso assim o entenda, convidar ao aperfeiçoamento daquela, quando verificar a falta de quem deveria intervir como parte a titulo principal, obviando dessa forma a pretendida justa composição do litigio em prazo razoável, artigo s 6 e 316 do; aquando da instauração da ação, que deu inicio à fase jurisdicional do processo, não obstante a intervenção ao longo da fase conciliatória de , o A. apenas fez intervir como Réu , Unipessoal, Lda; atendendo aos factos constantes da petição inicial e ao vertido ao longo de todo o processado, nomeadamente, no auto de não conciliação, resulta necessária a intervenção como parte principal Réu) de .”.