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Assim, como supra se alegou, os Autores não permitem, à luz do quadro legal vigente em Portugal, cumprir os requisitos de que a Lei faz depender para poderem exercer a atividade de segurança privada, porque despidos de toda a referida organização técnica e produtiva que a Lei Segegurança Privada impõe como obrigatória, e, acima de tudo, de todos os requisitos próprios e conformadores da própria atividade, tais como Licenças, Alvarás, Seguros Próprios Obrigatórios, capacidade financeira, centrais de contacto permanente, diretores, supervisores, chefe de grupo, etc, requisitos esses todos fundamentais para a existência e legalidade da própria atividade e que têm subjacente a natureza específica e própria desta atividade, tão próxima das Forças de Segurança, uma vez que, como se referiu, "só podem ser exercidas nos termos da presente lei e da sua regulamentação, e têm uma função complementar à atividade das forças e serviços da segurança do Estado” sublinhado – cfr.