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O Ministério Público apresentou Resposta, concluindo do seguinte modo: " 1- Realizada a audiência de discussão e julgamento, resultou provada a matéria de facto dada como assente na sentença recorrida; 2- As circunstancias que rodearam a prática dos factos, em conjugação com as regras da experiência comum, permitem-nos concluir que a recorrente praticou, sem qualquer dúvida, as contraordenações que lhe são imputadas e pelas quais veio a ser condenada; 3- A recorrente, sem prévio e expresso consentimento do participante, persistiu no seu comportamento, tentando aliciar o mesmo com bens e serviços, invadindo a sua privacidade, no período de tempo compreendido entre o dia 102012 e 002013; 4- Atento o disposto no n2 do art.