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Discorda-se do assim decidido pelas razões que passam a expôr-se: Ao invés, entende porém o R. que, a litigância de má-fé é de conhecimento oficioso, e, por isso mesmo, pode ser suscitada pelas partes até ao encerramento da audiência de julgamento; em segundo lugar, porque a invocação da litigância de má-fé não integra o conceito de "defesa” a que alude o art 573 do P.não lhe sendo aplicável este dispositivo; em terceiro lugar, a douta sentença certamente por entender dever pronunciar-se, que mais não fosse, oficiosamente, fê-lo, decidindo nos termos transcritos. . Na verdade, na parte substantiva da decisão refere que ")atento o disposto no art 542, n 2, do P., não se vislumbra a verificação de qualquer uma das situações ali elencadas.” Por isso, a decisão foi mais longe do que os A.A. que no exercício do contraditório apenas invocaram razões processuais, não se pronunciando quanto à substância da factualidade invocada pelo R. para a litigância de má-fé.