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J) Ora, SE ATÉ AQUI CONCORDAMOS COM O RACIOCÍNIO, ACABA A MERITÍSSIMA POR "DESCAMBAR”, no pensamento expresso seguinte, em que, " Ora, quem avança para um contrato como o dos autos, bem sabe que terá pela frente muitos incómodos, riscos de não cumprimento ou maus cumprimento e a obrigação de fiscalizar constante.” Considerandos quase obscenos, descabido, triste, e lamentáveis ) As partes, os cidadãos devem pautar desde logo na formação dos contratos pela boa-fé, como o devem fazer na persecução e exercício do mesmo, ) Quem redigiu o contrato foi a Autora e aos RR., na sua honestidade e integridade e honradez, não era exigido nem sequer expectável que a outra parte fosse desonesta, incompetente, ou que os mesmos tivessem conhecimentos de direito, como lamentavelmente quase se afere das conclusões da Meritíssima Juiz.. N) quando havia um contrato escrito, um PRAZO ESTIPULADO E DEFINIDO SEM MARGEM PARA DUVIDAS, ou seja 12 MESES PARA CONCLUSÃO DA OBRA, CHAVES NA MÃO, O) Contrariamente, decorreram não 12 o contrato é de 2017 e deveria ter terminado em 2018 e terminou por incumprimento em meados de 202), não 24 mas quase 36 meses de angustia, ansiedade, tristeza, stress, que a douta sentença parece quase esquecer, beneficiando assim o infrator, P) Reduzindo a indemnização por tais danos a 000,00 euros, quando é sabido que, caso os donos da obra tivessem estipulado uma cláusula penal em caso de mora, essa seria certamente de montante nunca inferior a esse mesmo valor mensal,  DAI QUE, Q) Desde logo o valor fixado é não só um atentado, como beneficiar o infrator.. o que se afigura inadmissível.