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A taxa de 500 euros que ora se impugna não obedece ao princípio da proporcionalidade não só por cobrar da Recorrente um valor três vezes superior àquele que acaba por ser fixado com a entrada em vigor da Portaria 1473-B/2008, mas Acima de tudo, não obedece ao princípio da proporcionalidade porquanto esta obediência afere-se igualmente em função das taxas aplicadas aos demais intervenientes na actividades das telecomunicações, nomeadamente os grandes operadores de telecomunicações, com resultados operacionais e transitados dos seus negócios de muitos milhões de euros, os quais, no âmbito da Portaria 1473-B/2008 passam a estar sujeitos a uma Taxa Anual de valor superior a 00000 € um milhão de, Pelo que, em termos proporcionais, em obediência ao princípio da proporcionalidade, quando feita a comparação com os grandes operadores de telecomunicações, a Recorrente estaria necessariamente sujeita a uma taxa bastante inferior, como se veio verificar com a entrada em vigor da Portaria 1473-B/200 Não se oponha a este entendimento o facto de a redução de taxa ocorrida após a entrada em vigor da Portaria 1473-B/2008 ter a sua razão de ser na redução dos custos administrativos e operacionais da entidade reguladora Anacom.