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No caso concreto dos autos, e sem curar, por ora, da bondade, acerto ou desacerto da decisão recorrida, cumpre referir que não se nos oferecem quaisquer dúvidas de que os fundamentos aduzidos pela Mm Juiz a quo vão no sentido de que a quantia exequenda é exigível, porquanto como ali se refere:” No caso sob análise e como decorre da factualidade assente, pontos, e na sequência da emissão da liquidação de IMT do ano de 2006, o aqui Oponente impugnou tal liquidação, tendo obtido procedência relativamente ao artigo urbano inscrito na matriz predial urbana da freguesia de Arcozelo, sob o n. 3772, pela ocorrência do invocado vício de violação de lei, por erro nos pressupostos de facto, por se ter a AT fundado em valor matricial inexistente, para efeitos de cálculo do IMT devido por reporte ao sobredito prédio.