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Nestes termos e nos melhores de direito, considerando as conclusões que antecedem, acolhendo-as, deve ser dado provimento ao presente recurso, revogando o despacho sob recurso, proferido em 102021, e julgar procedente, por provada, a invocada exceção dilatória de falta de condição objetiva de procedibilidade, declarar a nulidade insanável de todo o processo, nomeadamente da venda judicial e absolver a executada da instância, declarando extinta a instância com as legais consequências.” Respondeu o Banco exequente ao recurso interposto, pugnando pela sua improcedência tendo ainda pedido a condenação da recorrente como litigante de má-fé, alegando que a executada tem perfeita noção de que está a alterar a verdade dos factos e a deduzir uma pretensão sem fundamento legal, apenas com o intuito de atrasar os presentes autos, quando o direito de crédito exequendo já foi expressamente reconhecido na sentença dos embargos de executado, Deste modo, a executada age em clara litigância de má-fé, nos termos do art.