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16- Estes factos indiciários, verificados num estreito período temporal e todos convergentes no mesmo sentido, conjugados com as regras da experiência comum – segundo as quais, existe nexo de causalidade entre a fractura do vidro, a entrada no estabelecimento e a subtracção dos bens que foram dele levados e, ainda segundo as mesmas regras, que a aposição do vestígio digital colhido, dada a sua localização, não foi casual ou fortuita, por exigir que a pessoa que o fez se baixasse ou inclinasse o corpo – e da lógica conduzem, por raciocínio indutivo, a conclusão necessária, por não existir outra hipótese factual razoável ou plausível, de que a fractura do vidro, a entrada no estabelecimento e a subtracção dos bens foram realizadas pela mesma pessoa e tal pessoa é o arguido.