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Acontece que, como referido, a apelante aceitou que o único prédio que lhe foi penhorado no âmbito da execução já acima identificada que lhe foi movida pela apelada e no âmbito do qual esta comprou o prédio objeto do contrato de arrendamento celebrado com esta e o Réu Fernando, em 01/10/2014, mediante o qual a apelada lhes cedeu para habitação, pelo prazo de cinco anos, com início em 01/10/2014, pela renda mensal de 180,00 euros, o prédio urbano sito no Lugar de  freguesia de ..., concelho de , é o prédio constituído por "habitação principal, uma vez que apenas este reunia condições para ser objeto de contrato de arrendamento habitacional”, já que o anexo não reunia essas condições, estando abandonado, desde pelo menos 200 A apelante alegou, inclusivamente, que o prédio que lhe foi dado de arrendamento é aquele em que continua a residir, de forma ininterrupta, pelo menos, desde 2005, altura do falecimento do seu pai”, tendo sido na convicção de que se tratava desse prédio que ela e o Réu Fernando celebraram o contrato de arrendamento com a apelada.