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Bem como a de que – como com não menor argúcia referiu o Senhor Procurador da República na resposta ao recurso em 1 instância quanto à culpabilidade criminal 24 mas com valimento para decisão cível –, pese a mencionada diminuição do volume de negócios, o «facto de vender todo o acervo automóvel que servia para transportar os trabalhadores, os materiais e utensílios às obras, e o contacto com clientes, fornecedores e outras tarefas» privou «a sociedade de toda e qualquer possibilidade de continuar a laborar» e foi «no mínimo uma situação de concausalidade relativamente à insolvência que veio a ser decretada, com evidente prejuízo dos credores que viram o património à custa do qual se poderiam vir a pagar, ser depauperado. . Afirmar que os veículos automóveis foram vendidos em actos de comércio lícitos, , é de todo absurdo.