Legal Document Excerpt:

Constituída com recursos técnicos e humanos de elevada competência e experiência, pretende prestar a todos os clientes um serviço de excelência, tanto no fornecimento de Equipamentos e Soluções Médicas como na prestação de Serviços de Assistência Técnica a equipamentos médicos de Radiologia, Imagiologia e TI”; o processo de insolvência do réu  foi encerrado por sentença de 13 de junho de 2016, tendo nele ainda sido proferido despacho inicial de exoneração do passivo restante; livres dos engulhos da insolvência, e depois de em 21 de novembro de 2016, terem obtido a conversão da Separação de Pessoas e Bens em Divórcio, os réus, logo no dia seguinte, em 22 de novembro de 2016, voltaram a contrair casamento entre si, desta feita, no regime da separação de bens; a intenção da aludida partilha dos bens comuns do casal e de todos os subsequentes atos de transmissão de bens desse património comum foi passá-los para nome da ré E e do réu F, dificultando a penhora dos mesmos, procurando colocá-los a salvo dos credores, entre os quais, os autores; até 2008, além do pai dos autores e do réu , era administrador da H o Senhor S, e, até à cessação do respetivo mandato, era o réu  e o Senhor S quem assinava os financiamentos e prestava as respetivas garantias pessoais; cessado o mandato do Senhor S, e atenta a sua força acionista e o desinteresse dos demais sócios na H, o réu  substituiu-o pelo seu amigo, o réu F; e aí, aproveitando a enorme debilidade física e anímica em que se encontrava o pai dos autores, fruto das diversas doenças que o acometeram a partir de 2007 e que lhe vieram a causar a morte, passou a partir dessa data, a fazer com que os financiamentos e fossem assinados e avalizados apenas por si o que não poderia deixar de ser, pois de outro modo levantaria e pelo pai dos autores, a quem nunca terá explicado para que serviam, nem que o outro administrador o amigo e aqui réu, não prestava avales, limitando-se a remeter-lhe os contratos e as livranças em branco por estafeta, assinalando com "post-its” ou cruzes a lápis os locais onde deveria apor a sua assinatura, e dizendo que o tinha de fazer pois eram precisas duas assinaturas para vincular a H; em qualquer caso, as responsabilidades pelo pagamento dos financiamentos bancários à H seriam sempre diferentes na proporção de 11,28% para os Autores e 88,72% para os réus  e, já que o réu  era titular de 15,43% do capital social da empresa enquanto o falecido pai dos autores era titular de tão só 1,74%; com os diversos processos judiciais em que se viram envolvidos, os autores despenderam já a quantia de € 245,98 em custas, cauções e registos e, ainda que muito reduzidos pelas relações de grande amizade e solidariedade entre colegas, haverão ainda de, com estes, a curto prazo, suportar a quantia de, pelo menos, € 000,00, a título de honorários do mandatário subscritor da petição inicial, pelo patrocínio naqueles processos.