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1 Todavia, tal não foi entendimento do Tribunal a quo, tendo decidido pura e simplesmente; 1 Devendo ter sido dada a possibilidade de prestar declarações por forma a provar que o não pagamento da pena de multa se deve a facto que lhe não é imputável para aplicação do disposto no n. 3 do artigo 49 do Código Penal; 1 Em face da situação devidamente exposta pelo Arguido, não foi, como deveria, tido em consideração pelo Tribunal a quo que a pena de prisão subsidiária poderia ser suspensa em face da falta de cumprimento da pena de multa ter ficado a dever-se a factos completamente alheios à vontade do Arguido; 2 Devendo, assim, ser revogado o douto despacho ora recorrido que decide pela emissão de mandados de detenção e que seja determinada data para audição do Arguido, conforme promovido pelo Ilustre Magistrado do Ministério Público.