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Se questões houve quanto à vontade de o menor F. estar com a sua mãe, tal deve-se ao que o recorrente e a sua família mais próxima designadamente as suas irmãs, tias do foram transmitindo ao F.. Resulta do que foi transmitido pelo menor à Sr Perita que o avaliou, e que é por ele percepcionado e vivenciado directamente, que o pai trabalha muito inclusive aos sábados), sai cedo de casa e regressa tarde, ficando o menor entregue às tias e à avó paterna, sendo as tias que lhes prestam todos os cuidados necessários no dia a dia, o que evidencia que o progenitor passa pouco tempo com o filho, confiando a criança às suas tias paternas, que estão frequentemente a falar mal da sua mãe e que o martirizam quando este expressa afecto pela mesma, o que o fragiliza do ponto de vista emocional e afecta o seu bom desenvolvimento, tal como se encontra plasmado no relatório pericial.