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21)–Cf., ainda, o sumariado nos seguintes doutos Acórdãos do STJ: - de 102011, Processo n. 216/09TTCBR.CS1, in www.dgsi.pt., consignando-se que "as ajudas de custo não visam, em regra, pagar o trabalho ou a disponibilidade para o trabalho, antes se destinam a compensar as despesas realizadas pelo trabalhador por ocasião da prestação do trabalho ou por causa dele”; "Só assim não será quando estas compensações excedem as despesas suportadas, pois conforme resulta da parte final do artigo 260 n 1 do CT/2003, a parte excedente dessas despesas deverá considerar-se retribuição, no caso de se tratar de deslocações frequentes” ; - de 012008, Processo n. 08S1984, in www.dgsi.pt, , onde se referenciou caber "à entidade empregadora, nos termos dos art.s 34, n. 1 e 35 do , provar que a atribuição patrimonial por ela feita ao trabalhador reveste a natureza de ajudas de custo, abonos de viagem, despesas de transporte, abonos de instalação e outras equivalentes, ou seja, que as respetivas importâncias foram devidas ao trabalhador por deslocações, novas instalações ou despesas feitas ao serviço dela, empregadora, sob pena de não lhe aproveitar a previsão do art.