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A sentença proferida pelo Tribunal a quo não padece que quaisquer erros, contradições e/ou vícios, e dispensa quaisquer reparos adicionais, não podendo, porém, a Recorrida deixar de fazer algumas observações. . Em primeiro lugar, a leitura do despacho proferido pelo Tribunal a quo permite, facilmente, concluir que as declarações prestadas pelo progenitor J. foram devidamente valoradas. . Em segundo lugar, tanto o requerimento junto aos autos pelo Recorrente em 5 de Setembro de 2018 como os depoimentos das testemunhas arroladas – e que supostamente não foram valorados pelo Tribunal a quo – não passam de uma tentativa frustrada de justificar a queixa apresentada contra o Recorrente, pelo crime de violência doméstica processo n. 261/19PABCL – DIAP de, e de desresponsabilizá-lo do mesmo, pouco contribuindo para a decisão do Tribunal no que concerne à determinação da medida de promoção e protecção a aplicar à criança S. B.. . De resto, o Recorrente alega factos que supostamente resultam das suas declarações e das declarações da testemunha Maria, prestadas em 19 de Setembro de 2018, sem que as mesmas tenham qualquer tipo correspondência com o que ficou registado na respectiva acta de declarações e conferência do artigo 11 da P.J.P. . Por exemplo, embora o Recorrente refira nas suas alegações que – conforme ao que o próprio e a sua mãe alegadamente declararam – conta com a colaboração desta e da sua filha E. para cuidar do menor S. B., o certo é que nada consta da respectiva acta neste sentido.