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Na verdade, o Acórdão do Tribunal Constitucional n. 515/2020, publicado no Diário da República n. 225/2020, Série de 2020-11-18, ”Declara, com força obrigatória geral, a inconstitucionalidade da norma da alínea do n. 5 do artigo 24 da Lei n. 34/2004, de 29 de julho, com o sentido de que o prazo interrompido por aplicação do n. 4 do mesmo artigo se inicia com a notificação ao patrono nomeado da sua designação, quando o requerente do apoio judiciário desconheça essa nomeação, por dela ainda não ter sido notificado”, reforça a posição de que o Patrono só poderá intervir com a colaboração do patrocinado, cuja notificação incumbe à Ordem dos Advogados e não ao próprio Patrono.”            Destarte, face ao supra referido no inicio deste segundo ponto objecto do recurso, entende-se no mais por prejudicada a reapreciação jurídica da causa, ao abrigo do disposto nos artigos 60, n. 2 e 66, n. 2, do CPC, sem que, a talhe de foice, se deixe de sublinhar não se vislumbrar na sentença recorrida erro de julgamento.