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Assim, vistos os autos, as questões colocadas pelo Recorrente e pela Recorrida e que importa apreciar no presente recurso, atenta a sua ordem lógica, consistem em saber se deve ou não ser modificada a matéria de facto; e, em caso afirmativo, se se encontram verificados os fundamentos para a procedência da acção de demarcação.– Fundamentos  – De facto Na sentença recorrida, foram considerados provados os seguintes factos: «A)- Nos termos da escritura de divisão de coisa comum, outorgada em 29/5/1969, o prédio denominado de « S», sito em S. Miguel do Rio Torto, Abrantes, terra de semeadura de sequeiro, com oliveiras, sobreiros, pinheiros e eucaliptos, com a área de 1250,00 ha, a confrontar do norte com João  herdeiros; do sul com herdeiros de Joaquim P  e João  ; do nascente com João   e outros e do poente com caminho público e João  , foi dividido em dois outros prédios, um deles que ficou a pertencer ao Eng Victor P P pai da ora Ré), com a área de 6 ha, composta de terra de semeadura, de sequeiro e oliveiras, a confrontar do norte com ribeiro; do sul com herdeiros de Joaquim P ; do nascente com ribeiro e do poente com caminho público e o outro prédio, com a área de 1250 ha, que ficou a pertencer a António  P pai do ora, prédio este composto de terra de semeadura, de sequeiro com oliveiras, sobreiros, eucaliptos e pinheiros, a confrontar do norte com João  herdeiros; do sul com ribeiro; do nascente com João   e herdeiros de Joaquim P  e de poente com caminho público.