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Teve lugar a audiência de discussão e julgamento e foi proferida sentença, na qual se decidiu o seguinte: «...–  julga-se a ação procedente e em consequência declara-se a Autora única legítima proprietária da totalidade do prédio urbano destinado a construção com a área total de 186 m2, sito em Abóboda, confrontando a Norte com GH e Transportes Fade, Lda., a Sul com Estrada nacional n 249, a Nascente com A.G.Svenson Portuguesa Limitada e a Poente com caminho público, descrito na Conservatória do Registo Predial de Cascais sob o n 4882, e inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 12541 da freguesia de S. Domingos de Rana, por usucapião;  –julga-se a reconvenção improcedente e em consequência absolve-se a Autora dos pedidos reconvencionais.»  Inconformado, recorreu o R., concluindo o seguinte: «A- A sentença recorrida padece de erro de julgamento: B- É propriedade do Município de Cascais o prédio no qual a Autora pretende subtrair uma suposta área da parcela de terreno com 780m2, por força do certificado de troca doc.1 junto à contestação e registado na Conservatória do Registo Predial de Cascais sob o n. 14717 da freguesia de São Domingos de Rana.