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1 Em relação à nulidade por falta de fundamentação, o Tribunal da Relação de Guimarães chamou a atenção para que as exigências de fundamentação de uma decisão provisória devem ser diferentes das exigências de fundamentação de uma decisão definitiva 1 e para que o acórdão recorrido continha uma adequada fundamentação de facto:   "Se é certo que não se considerou ser nula a decisão recorrida, por nela não constar um elenco de factos devidamente identificados e enunciados, pois que da mesma constam os factos considerados relevantes pelo tribunal a quo para proferir a decisão provisória, a verdade é que também se afirmou não ser essa a forma mais correta de cumprir o dever de fundamentação das decisões, que aconselharia uma enunciação da matéria de facto a ter em consideração, mediante indicação do elenco dos respectivos factos.