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Ou seja, a decisão tem implícita a ideia de que houve um motivo, originado por "quezilas”, que o arguido agiu "na sequência” de "desentendimentos” com o ofendido, os quais, na dinâmica e no conjunto dos factos descritos, terão ocorrido quando estes se "cruzaram”, no momento em que o ofendido, circulando na Via Norte, "passava um acesso” a essa via, de onde o arguido provinha, para entrar na mesma via, mas é omissa quanto ao que efetivamente ocorreu na dinâmica desses factos, na interação das condutas de ambos ao volante dos veículos que conduziam, ao se "cruzarem”, que teria originado tais "quezilas” e levaria o arguido a agir na sequência dos ditos "desentendimentos”, não se sabendo em que consistiram esses desentendimentos.