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Por outro lado, em face da evolução das sequelas defende que não há estabilização do dano, até porque há evolução para necrose asséptica, estribado no relatório do ortopedista que o seguiu, sendo necessária uma artroplastia/artrodese o que impõe que se realize uma avaliação quantificada, não apenas do dano atual, mas do dano futuro que é dado como certo, sendo que, tal dano é possível de contemplar "entendendo-se este como o agravamento da situação existente à data da avaliação,” correspondendo "à evolução de rotina do tipo de sequela, ou seja à evolução habitual.”4 Acresce que, na aplicação dos parâmetros a relevar na incidência existe variabilidade, podendo um perito ser mais ou menos exigente na caraterização da situação e na fixação dos pontos correspondentes ao concreto défice funcional, sendo seu convencimento que na perícia a avaliação que lhe foi feita peca por defeito.