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matricial yyy;  - em 27/09/2000, foi celebrada a escritura de partilha, sem que dela conste o bem correspondente "ao terreno sito em Verdizela”;  - em 2005, o autor intentou contra a ré ação inventário para partilha de bens comuns, que correu termos no Tribunal da Comarca de Lisboa, Seixal - Juízo de Família e Menores - Juiz 1, processo 6008/02TBSXL;  - no referido processo de inventário foi entendido que o imóvel já estaria registado unicamente em nome do autor e a instância foi declarada extinta por impossibilidade/ inutilidade superveniente;  - com esta decisão, o autor tentou registar o imóvel em seu nome, o que foi recusado, uma vez que o despacho no processo de inventário tinha partido do errado pressuposto de que o imóvel estaria registado apenas em nome do autor;   - o autor interpôs recurso hierárquico, sem sucesso;  - na sequência, o autor requereu nos autos de inventário a retificação do despacho, tendo em conta do desfecho do pedido de registo;  - em resposta, foi proferido despacho no sentido de que o que estaria ali em causa não era o facto de o registo não se encontrar apenas em nome do aqui autor mas antes o facto de existir um contrato-promessa e que seria por essa via que o assunto teria de ser resolvido;  - o autor tentou extrajudicialmente que a ré celebrasse o contrato definitivo relativo ao bem ora em causa.