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, E. e G. das conclusões, aonde a recorrente refere que, ao contrário do entendimento do Tribunal a quo, não ficou provado que a fracção se destinava à habitação da credora A. .  Há um lapso na identificação da fracção autónoma, pois alude-se ao lote n. .., quando se depreende que se tratava do lote n. .., pois é este que corresponde ao prédio descrito sob o n. , em contraponto com o prédio descrito sob o n. , correspondente ao lote n. .    Não releva que os dois quantitativos tenham sido pagos após a outorga do contrato-promessa, porquanto, como salienta Gravato de Morais, "Contrato-Promessa em Geral, Contratos-Promessa em Especial”, 2009, Almedina, pág.