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Assim, não compete agora e novamente a esta Relação reanalisar se existem ou não indícios suficientes para fundamentar a aplicação da medida de coacção de obrigação de permanência em habitação, pois que essa análise já foi efectuada – sendo que não houve alteração em termos de matéria de facto indiciária, entre o dia do interrogatório – 29-05-2019 – e o dia do requerimento de 18-06-201  Aliás, se esta mesma Relação já concluiu que haviam fortes indícios para aplicar ao Arguido/Recorrente a medida de prisão preventiva, por maioria de razão, esses indícios mantêm-se e são válidos para a medida de obrigação de permanência em habitação que é uma medida muito menos gravosa para o Arguido embora continue a ser uma medida privativa da liberdade.