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Com efeito, antes contesta a conclusão a que o Tribunal chegou ao considerar "que no dia do evento danoso estavam de vigilância ao recreio uma professora do 1 ciclo, uma educadora de infância e duas auxiliares de ação educativa que, apesar de estarem colocadas em sítios distintos do recreio, não visualizaram o ocorrido” mais afirmando que "o dever de vigilância foi omitido, porque não foi eficaz e adequado, sobretudo estando em causa crianças de tão tenra idade, que muitas vezes não são capazes de representar potenciais situações de perigo, ainda para mais, quando inseridas num grupo de outras crianças da mesma idade ou idades semelhantes.”  	O Estado entende, conclusivamente e em síntese, que em face da matéria de facto fixada, não seria possível retirar aquele conjunto de conclusões, o que se não acompanha, pois que a convicção firmada pelo tribunal, em função da prova disponível e fixada, é perfeitamente admissível e coerente, sendo que qualquer intervenção de tribunal superior relativamente à matéria de facto é meramente residual e excecional, com base em eventuais erros de apreciação que aqui se não vislumbram.