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Com efeito, resultou provada a confusão de patrimónios como se mostra pelos factos provados dos n. 81 a 89: Em especial os factos provados 83 a 86 «Os réus A e integram os valores recebidos pela ré diretamente no seu património, sem fazer passar tais pagamentos pelo património da sociedade, nem os contabilizando»; «84 – Os réus A e recebem em numerário o pagamento dos créditos resultantes das obras feitas pela ré, o que sucedeu no ano de 2017, a pedidos dos réus, relativamente ao preço de obras de remodelação num apartamento, executadas por ordem da Sra.»; «85 – A ré, desde 2012, não faz a sua apresentação anual de contas, tendo nesse ano feito apenas a apresentação de contas de 2010»; «86 - A ré F não é proprietária de qualquer bem móvel ou imóvel) ou direito capaz de garantir o pagamento dos prejuízos causados aos autores».