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Depois, analisando o caso concreto, o Tribunal recorrido verificou que "o método seguido não foi o referido no artigo 46, n 1 do Em vez de se seguir a fórmula matemática enunciada no artigo 38, fazendo as necessárias adaptações, aplicou-se o método do custo adicionado do valor do terreno, previsto no n 2 do artigo 46, sem que previamente se demonstrasse a impossibilidade de recorrer às regras do artigo 3, cuja aplicação era reclamada pelo sujeito passivo, ora Impugnante, no pedido de segunda avaliação.” E concluiu que "perante a falta de demonstração dos pressupostos que permitem a aplicação do critério subsidiário consagrado no n 2 do artigo 46 do , ou seja, que a fórmula geral prevista no artigo 38 era absolutamente inadequada, impõe-se concluir pela ilegalidade do acto de avaliação impugnado, a determinar a sua anulação.”  O Tribunal recorrido, ao contrário do que entendeu a Recorrente, não sindicou os pressupostos de aplicação do método de avaliação previsto no n. 2 do artigo 4 do Código do O que o Tribunal entendeu foi que não estava justificada a inadequação da regra geral ao caso, e que assim, a Administração Tributária não podia ter avançado, sem mais, para a aplicação do método subsidiário.