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É esta a redacção dos pontos provados:  F) Na data referida em, não havia na obra nem a ré empregadora colocou à disposição do autor qualquer arnês, linha de vida ou outro equipamento de segurança para trabalhos em altura, tendo sido a falta de tais equipamentos que determinou a ocorrência da queda;  T) O autor foi pressionado pela ré empregadora a assinar o documento referido em, a qual receava vir a ser alvo de contraordenações por falta de disponibilização de segurança aos trabalhadores, tendo garantido ao autor que os seus direitos seriam salvaguardados e que seria devidamente compensado pelos danos sofridos em resultado do acidente;  U) Devido a tal pressão e estando convencido de que os seus direitos não seriam afetados, e porque com a sua idade não podia perder o seu posto de trabalho, face às graves dificuldades económicas de que padece, o autor acabou por assinar aquele documento, apesar de ali constarem declarações que não correspondem à verdade, nomeadamente no que respeita à existência de linha de vida e arnês de segurança, bem como quanto à formação dada pela ré empregadora em segurança no trabalho;  Os pontos não provados 10 a 12, 15 a 17, transcritos em -A), contêm a matéria oposta ao ponto provado F existia linha de vida e o autor tinha arnês que desconectou para facilitar o. Os pontos 13, 14, 18 refere-se à informação sobre riscos, ficha identificando os riscos de queda em altura e instruções para o uso de equipamentos de segurança, matéria que se refere em concreto à obra onde ocorreu o acidente, a cooperativa agrícola ... a ré tinha pelo menos 3 obras a decorrer em simultâneo) e não à formação obrigatória ministrada em geral a que se referem as alíneas P e S. Alega a recorrente que o facto provado está em contradição com o facto provado.