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A alegação funda-se em considerações de caráter genérico expendidas na motivação, a que acrescenta que "o acórdão recorrido não fez mais do que declarar que o grau de ilicitude era muito elevado porque o facto ilícito consistiu numa ofensa à vida de um ser humano”, que não foram devidamente valorados "fatores relativos à personalidade do agente”, como a "sua baixa escolaridade”, que deve funcionar no sentido da atenuação, e o facto de "não ter emprego”, pois está provado que exerce atividade como "faxina” no estabelecimento prisional, as suas condições pessoais, relevantes para aferir da sensibilidade à pena e da suscetibilidade de ser por ela influenciado, a ausência de antecedentes criminais, os fatores relativos à conduta do agente anterior e posterior ao facto, que se "manifestou por via indireta, através do auxílio que procurou para salvar a vítima” e de "sincero arrependimento”.