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R.– Ainda, subsidiariamente, S.– O Tribunal a quo condenou o RECORRENTE no pagamento à RECORRIDA de uma indemnização no valor de € 500,00, justificando tal decisão pelo facto «o alegado pela Ré, de que os bens foram considerados com valor "não comercial”, não proceder» T.– Tendo a RECORRIDA peticionado a condenação do RECORRENTE no pagamento de € 000,00 como compensação do prejuízo tido com a perda do seu património, incumbia a esta, nos termos do artigo 34 do , provar o valor comercial dos bens e dos respetivos danos patrimoniais sofridos U.– A este respeito, veja-se o acórdão do Supremo Tribunal De Justiça, datado de 22 de junho de 2014, onde pode ler-se o seguinte: «De acordo com a repartição do ónus da prova, definida no n. 1 do artigo 342 do Código Civil, é àquele que invoca um dano e pretende a correspondente indemnização que incumbe demonstrar esse mesmo dano, incluindo naturalmente a respectiva quantificação».