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B., a escritura definitiva de compra-e-venda nunca foi nem pode ser marcada; e, que deveria, ainda, ter-se provado a seguinte factualidade: "os Credores Reclamantes prometeram adquirir o apartamento e a loja objecto da presente demanda como forma de investimento, com o intuito de os destinarem a revenda ou arrendamento, intuito que não chegaram a concretizar pela circunstância de o prédio em que os mesmos se integram não ter sido terminado, não possuindo as habilitações necessárias, designadamente, licença de habitabilidade”,  e, ainda, em sede de contra – alegações, requereram os recorridos, nos termos do n2 do art 636 do CPC, a alteração de teor do facto provado n 11, com a eliminação da data entre parêntesis aí constante; e, formularam pedido de rectificação de denominados lapsos materiais de escrita nos factos provados n 11 e 13 e na sentença.