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A jurisprudência dos Tribunais Superiores vai no sentido de considerar que neste tipo de situações se deve entender que o responsável subsidiário exerceu as suas funções de gerente – vide, por todos, os acórdãos deste TCAN de 202015, proferido no processo 01044/12BEBRG; de 302015, processo 00188/07; de 202017, processo 01752/06 e de 212014, processo  00824/0 É certo, por isso, que os actos praticados por mandatário se refletem na esfera jurídica do mandante, mas não é menos certo que a indagação sobre a gerência de facto não visa aferir da validade do envolvimento formal do revertido na vida da sociedade, mas antes da sua efectividade: saber se o revertido detinha na sociedade um poder decisório que, de facto exercesse ou pudesse ter – neste sentido veja-se o acórdão do TCAS de 202017, proferido no processo 1770/06BELRS.