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Assim, face ao supra aludido, sendo as únicas faturas emitidas a Entidades Sedeadas em Países da Comunidade e a Países Terceiros as constantes no Anexo , e que a Administração Tributária qualificou enquanto prestações de caráter científico subsumindo-as no artigo , n6, alínea, do CIVA, e tendo presente que essas faturas o Tribunal a quo analisou na página 22 da decisão recorrida primeiros, segundos e terceiros parágrafos, julgando improcedente-julgamento, ora, revogado pelo Tribunal ad quem- carece, necessariamente, de materialidade, consubstanciando um mero lapso a análise das prestações de caráter científico, porquanto se reconduzem à mesma realidade.