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Ora, no caso em apreço, o Tribunal recorrido, no despacho em causa, depois de identificar a pretensão do requerente e o seu enquadramento legal, entendendo como lapso constar do formulário o menor como requerido, já que na petição inicial nenhuma referência se faz a qualquer parte, do lado passivo da acção, o que devia ter ocorrido, designadamente a avó, como requerida, sendo-lhe então concedida a possibilidade de alegar ou apresentar prova, relativamente à pretensão expressa pelo progenitor ou até em sede de conferência obter acordo que vá de encontro à pretensão do requerente, entendeu estar-se perante uma situação de ilegitimidade passiva, o que constituía uma excepção dilatória de conhecimento oficioso, tendo, ao abrigo do dever de gestão processual do juiz, mandado notificar o A. para, em 10 dias, querendo, regularizar a instância e fazer intervir como Ré nesta acção a identificada avó materna do menor, deduzindo contra ela o pedido formulado, com a cominação legal.