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Ora, a tal propósito, na operação de criação de um novo banco de transição, o Banco de Portugal, entidade competente para o efeito, determinou, no âmbito de exercício dos respectivos poderes, que não fossem objecto de transferência ou transição ou transmissão para o aludido banco de transição, as responsabilidades que se pretendem accionar por via da presente acção, as quais não foram transmitidas para o  Banco, S.A., radicando, por isso, na esfera primária do B, S.A., de onde não saíram e, por isso, a potencial imputação de qualquer responsabilidade que pudesse decorrer em razão da eventual violação de deveres por parte do B na comercialização e intermediação financeira, nomeadamente violação do dever de informação, em data anterior a 03-08-2014, não passaram para o  Banco.