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"webdoc RCGP 107)  a A. tivesse recebido do seu mediador as condições referidas em  ) donde não devem ser consideradas válidas as condições gerais juntas pela R. aos autos por não terem sido receptícias, não se percebendo que na sua fundamentação de direito o Tribunal a quo não se pronuncie sobre tal questão prejudicando o direito que a A. pretende fazer valer  ) Impunha-se assim decisão diferente que deveria ter ido no sentido de considerar que as condições gerais juntas pela R. não são válidas e por isso inaplicáveis à A. devendo prevalecer o clausulado das que foram juntas pela A. donde não consta a exclusão contratual de incêndio ou fogo Z) Até porque, sempre a Meritíssima Juiz se deveria pronunciar relativamente à exceção contratual de incêndio ou fogo levantada em sede de contestação pela Ré, o que não fez QUANTO À OMISSÃO DE PRONUNCIA SOBRE AS EXCLUSÕES CONTRATUAIS DESIGNADAMENTE O RISCO DE INCÊNDIO AA) na sua contestação, a Ré levanta a questão de que a sua responsabilidade estaria excluída por força do artigo 4 n2 das clausulas contratuais gerais que junta donde que consta que " não ficam garantidos danos causados a terceiros por fogo, explosão, fumo e água danos causados a terceiro por incêndio” AB) Ora, sendo que no contrato de seguro a seguradora, ora recorrida, se obriga a cobrir um risco, ocorrido o sinistro, há, no caso de dúvida sobre se o mesmo integra o risco, que precisar o verdadeiro objeto do contrato outorgado, com recurso, nomeadamente, às regras de interpretação do negócio jurídico fixadas nos art.s 236, n. 1 e 238, n. 1, do , podendo o intérprete socorrer-se de outros elementos interpretativos que não a apólice, sendo que limitar a análise do contrato de seguro à apólice seria denegar proteção à parte mais fraca.