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1906 do , na redacção introduzida pela Lei 65/2020), devendo fixar-se ‘pensão de alimentos a cargo do progenitor que aufere um rendimento mais elevado e/ou que menos tempo passa com a criança, ou que não tem por hábito, em função dos padrões de divisão de tarefas previamente praticados durante a vida em comum, estar atento a determinadas necessidades do filho, como por exemplo, vestuário e calçado, que tendem a ser satisfeitas pelo progenitor que passa mais tempo com os filhos e/ou já o fazia durante a vida em comum.’35 No caso dos autos, sendo de fixar a residência com alternância semanal em paridade, auferindo os progenitores rendimentos equivalentes ambos auferem cerca de 200,00€ líquidos, 14 vezes por ano - factos provados número 48 e e não resultando dos autos que qualquer deles se exima de satisfazer as normais necessidades de vestuário e calçado dos filhos, deixando-as a cargo do outro, mostra-se justificado não fixar qualquer pensão alimentar fixa, estabelecendo porém a divisão das despesas escolares, médicas e medicamentosas na proporção de metade para cada um deles da matéria provada conclui-se serem as respectivas possibilidades – auferem rendimento equivalente e não consta que um tenha atendíveis responsabilidades acrescidas relativamente ao Síntese conclusiva.