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O que se prova, não corresponder à verdade, pois é a própria mãe, a testemunha F. a referir que a filha toma antidepressivos há muito tempo devido à sua doença. . Posto isto, no modesto entendimento do Arguido, todo o alegado pela Recorrente na motivação de recurso é erróneo, uma vez que, não existe quaisquer elementos probatórios que sustentem tais considerações do pedido de indemnização cível deduzido pela Recorrente.  . Antes pelo contrário, tal como Tribunal a quo referiu da análise crítica da qualidade da prova produzida não resulta o convencimento da veracidade dos factos em apreço.  . Em face ao exposto decidiu bem o Tribunal a quo, ao absolver o Arguido da prática do crime de violência doméstica, p. e p. pelo artigo 152, n1 al., 4 e 5 do CP, uma vez que dos factos tidos como provados não são adequados a revelar uma atitude maltratante, de tal modo que, materialmente, se possa considerar a atuação do arguido como integradora deste tipo legal de crime. . Considera ainda a Recorrente, nas suas motivações de recurso, mais concretamente no ponto 103, onde refere que no caso do Arguido não ser condenado no crime de violência doméstica, então deverá o ser pela prática do crime de perseguição, previsto e punido pelo Artigo 154 - A n 1 do CP e pela prática do crime de perturbação da vida privada, previsto e punido pelo Artigo 190 n 2 do CP.   . Ora, tal como refere o Tribunal a quo na sua sentença e que o Arguido, desde já, admite corroborar com o aí descrito, .)