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H)-Os presentes autos tiveram na sua origem o que a douta sentença refere nos pontos 15 e 16 da Fundamentação de Facto, ou seja, o facto de as deliberações sociais terem sido aprovadas com os votos do sócio Â e da sócia "Herança aberta por óbito de G”, tendo contado com o voto contra do ora A., que juntou declaração de voto, sendo que o sentido de voto da Herança aberta por óbito de G foi unilateralmente decidido pelo sócio Â, enquanto cabeça-de-casal da Herança aberta por óbito de G  )-Estes autos prendem-se com o seguinte: saber se um cabeça-de- casal, que é contitular, em partes iguais com o seu irmão e aqui Recorrente, de uma quota pertencente à herança do pai de ambos, pode decidir, unilateralmente, o sentido de voto da quota dessa herança, especialmente quando o sentido de voto dessa quota, que é de ambos em partes iguais, tem como consequência a destituição de um gerente, o aqui Recorrente e a hipotética exclusão do mesmo de sócio da sociedade, caso competente acção para o efeito venha a ser instaurada.