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Veja-se que a testemunha A. P. que a esse respeito disse "normalmente é porque é mesmo deles”, tampouco revelou saber da existência da aludida transação, não estando, pois, na posse de todos os dados necessários para avaliar o contexto em que os pais do Autor e este foram fazendo a utilização da água em questão e o que seria "normal” em tal contexto, e que, por seu turno, a testemunha A. P., irmão do Autor, tentou distinguir entre a água objeto da anterior ação e a água objeto dos presentes autos, como se tal afastasse a relevância do declarado na transação efetuada, quando, na realidade, a primeira cláusula da dita transação abrange todas e quaisquer águas nascidas no prédio dos Réus, integrando o reconhecimento, pelos pais do Autor, de que não têm quaisquer direitos a essas águas– com o que assumiram que eventuais atuações suas sobre quaisquer águas ali nascidas não tinham subjacente a intenção de agirem como beneficiários de qualquer direito sobre as mesmas –,sendo de sublinhar que a referida testemunha, quando confrontada com o teor de tal cláusula, se refugiou no desconhecimento da mesma "isso não estou ao corrente”).