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n 19844/18T8LSB.LS1, disponível in www.dgsi.pt, que decidiu o seguinte: "  – Na atividade bancária, a exigência geral de boa-fé na execução dos contratos assume um especial significado e reveste-se por isso de particular acuidade pois a relação jus laboral pressupõe a integridade, lealdade de cooperação e absoluta confiança da/na pessoa contratada.” 3 A conduta da trabalhadora – que é uma trabalhadora bancária, cujas funções implicam um grau de confiança e seriedade que tem que existir por parte da entidade patronal e dos clientes naquele – ao alterar indevidamente informação inserida informaticamente na Base de Dados da Recorrente, de seis clientes, inserindo no sistema informático uma data de nascimento falsa distinta da que constava nos respetivos documentos de identificação dos clientes, permitindo assim – indevidamente e de forma abusiva – a sua carteirização, ou o acesso a produtos a que não podiam aceder, por falta de, enquanto Gestora de Clientes Premium, na finalidade última de cumprimento de objetivos comerciais, fazendo crer – inserindo informação falsa - à sua entidade patronal que os clientes em causa, reuniam os requisitos devidos – quando tal não era verdade – iludiu desse forma a empregadora, fez incorrer esta em eventuais contraordenações, podendo causar-lhe assim potenciais danos de imagem.