Legal Document Excerpt:

Como anteriormente referimos, o recorrido pediu a condenação da recorrente a:  "A) Pagar ao Banco, S.A., credor hipotecário, o montante que o autor e sua mulher deviam a este à data do sinistro, 102014, em consequência do contrato de mútuo celebrado, que se computa em € 6157,30;  B) Restituir ao autor todos os montantes indevidamente pagos por este, após o acidente, no contrato de mútuo que vinculava as partes, cuja liquidação de montante se relega para execução de sentença, valor este a descontar do montante peticionado em;  ) Restituir ao autor todas as quantias pagas por este a titulo de prémio do seguro, desde a data do sinistro e até integral pagamento ao banco credor hipotecário, cuja liquidação de montante se relega para execução de sentença.”  A sentença recorrida julgou a acção totalmente procedente, condenando a ré:  "A) a pagar ao credor hipotecário Banco, S.A., o montante de € 6157,30 que o Autor e sua mulher deviam a este, à data do sinistro em 14/08/2014;  B) a restituir ao Autor todos os montantes indevidamente pagos por este após o acidente, no contrato de mútuo, cuja liquidação se remete para liquidação da sentença;  ) a restituir ao Autor todas as quantias pagas por este a título de prémio de seguro, desde a data do sinistro 14/08/2014) até integral pagamento ao credor hipotecário, cuja liquidação se remete para liquidação da sentença.”  Ao não mencionar, no final da alínea do dispositivo, que o valor aí previsto deveria ser descontado àquele que é referido na alínea, a sentença recorrida condenou a recorrente em quantidade superior ao pedido.