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E se é certo ter na 23 conclusão ter imputado ao Tribunal da Relação a violação do disposto no art 5, n 2 do CPC, por ter negado a apreciação dos factos instrumentais e complementares resultantes da prova final no julgamento em causa, bem como a violação do principio do inquisitório consagrado nos artigos 6, 9, 411 e 611, todos do CPC, a verdade é que relativamente a tais factos, tal como refere o Acórdão do STJ, de 102019 processo n 2436/16T8LSB.LS1)7, «não se exige, em regra, a formulação destacada de um juízo decisório factual, bastando que sejam atendidos, como elementos resultantes da contraprova produzida, em sede da fundamentação dos factos essenciais a que se reportam».