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n 1036/18T8VCD-A – requerido e requerente reconheceram estar em dívida a quantia de €302,04 relativa a prestações vencidas entre agosto de 2016 e julho e agosto de 2016Após o divórcio, requerente e requerida viveram na casa que foi a morada de família de todo o agregado familiar – e atualmente a residência do requerente – até dia 29 de julho de 2016, data em que a requerida saiu definitivamente de casa.7Em agosto de 2016, a menor residiu, em dias alternados, com cada um dos progenitores e, ainda, na maior parte do tempo, na companhia dos seus irmãos mais velhos, igualmente filhos do extinto casal, já de maioridade.8No dia 31 de agosto de 2016, a requerida foi buscar a filha a casa do requerente às 9h e por volta das 11h o requerente recebeu um "email” da requerida a anunciar o fim de férias e a estabelecer regras rígidas para as visitas do requerente à sua filha: "No sentido de cumprir o mais escrupulosamente possível o que ficou escrito no acordo de regulação do exercício das responsabilidades parentais, agradecia que me avisasses com a devida antecedência as visitas que desejas fazer à nossa filha nos dias em que esta permanece comigo... Relativamente aos outros assuntos referentes à nossa filha, serão tratados com a Dra E, uma vez que recorreste aos serviços desta”.9Tal conduta levou à instauração da Ação de Alteração das Responsabilidades Parentais, que deu origem ao Processo n 4300/10T8MTS - Juízo de Família e Menores de Vila do Conde, Juiz 14, referido em 10Notificado da respectiva ata e verificando o requerente que, por lapso, a mesma não continha todo o decidido na conferência de pais, requereu a sua retificação, por requerimento que deu entrada em 12/12/2016, com a referência 13198652, de forma a que do item "Convívios” ficasse a constar que, "para as semanas em que o pai tem a menor ao fim-de-semana, o progenitor estará com a menor de 2 feira no fim das actividades escolares até 3 feira, altura em que a entregará no colégio.