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Fundamenta tal crença, brevitatis causae, no entendimento de que o raciocínio em que assenta a conclusão do Tribunal é errado, porquanto, no seu entender, o prazo de 45 dias de deferimento tácito deve contar-se, não na data da apresentação do pedido, mas antes desde o momento em que o Recorrido anulou o acto impugnado e anunciou a prática de um novo acto – em 102018 -, ou, quando muito, no pior dos cenários, desde a ratificação de tal acto, em 30201 Assim, à data em que a Recorrente requereu a inutilidade superveniente do pedido de condenação à prática do acto devido com fundamento na formação do deferimento tácito, em 202018, já tinham decorrido 45 dias uteis dessa data, pelo que deve considerar que esse deferimento ocorreu.