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N. O Tribunal a quo, ao apreciar a prescrição da dívida por decurso do prazo previsto na legislação interna para reposição de dinheiros públicos, concluiu, singelamente, que «Não se vislumbram fundamentos sérios para a alegação da prescrição tanto da dívida exequenda, como dos juros legais», porquanto, «Quanto a esta questão, a resposta dada pelo IFAP para além de documentada, é mais concretizada, pois a Oponente limitou-se a alegações genéricas», e que «Também o IFAP referiu, e documentado está, que ao valor da dívida foram deduzidos valores, através da execução de garantia bancária, compensação de créditos, os quais não foram objecto de qualquer concreta pronúncia da Oponente», pelo que terão ocorrido «interrupções decorrentes da citação e pagamentos aludidos»7 - cf., por todos, página 7 da sentença aqui posta em crise.