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declarado ilícito e, por via dele,   b) ser a R. condenada a pagar à A. a quantia, conforme supra se discorreu, de €1250,00 dezoito duzentos e cinquenta líquidos, ou seja impendendo sobre a R. acautelar todos os descontos legais que se afigurem necessários para que a A. receba tal quantia, isto por conta da ilicitude do despedimento, tudo de acordo e com as inerentes repercussões que acima se circunstanciaram e pormenorizadamente se explicaram, assim como, ) ser condenada a pagar à A. as retribuições que se venceram desde a data do despedimento - 13-12-2016 - até trânsito em julgado da referida decisão, descontando-se as vencidas até 30 dias antes da propositura da presente acção, no montante mensal de €000,00 líquidos; e, ainda, ) Ser a R. condenada a pagar à A. a quantia de €916,66 novecentos e dezasseis euros e sessenta e seis cêntimos), referente aos proporcionais de férias e subsídio de férias do ano de 2016, tudo com os contornos acima melhor adscritos; e, em ambos casos, e) Ser a R. condenada a pagar à A. a quantia de €433,33 quatrocentos e trinta e três euros e trinta e três cêntimos), por conta dos treze dias de trabalho prestado no mês de Dezembro de 2016, tudo com os contornos acima melhor adscritos; e, em ambos casos, f) condenar-se a R. a pagar os competentes juros moratórios vencidos e vincendos, calculados à taxa legal de 4%, desde a data da citação e até efectivo e integral pagamento das referidas quantias;”.