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Por outro lado, no que tange ao segundo episódio ocorrido em novembro de 2019, a testemunha em menção circunscreveu-o à circunstância de, a propósito da mesma mulher, ter descoberto que a mesma engravidou de Jo, confrontando-o com este circunstancialismo adicional, mencionando que nesta ocasião o mesmo muniu-se de um pau – que a depoente asseverou que não se tratava de um cabo de uma vassoura e daí o que se fez consignar de entre os factos provados e não provados a esta – e atingiu-a na cabeça, nos braços e nas costas, o que lhe provocou hematomas, explicando que ficou com dores e marcas, que inclusivamente foram percecionadas no respetivo local de trabalho quando para aí se deslocou, circunstancialismo que foi afiançado pela testemunha Va, conhecida de arguido e ofendida, a qual, mediante um relato distanciado, explicou que Gi era sua colega de trabalho e que a data altura viu-a cabisbaixa no local de trabalho, tendo a mesma confidenciado que tinha sido agredida com um pau por banda de Jo, sendo que evidenciava marcas na zona do pescoço até à e braço entre cotovelo e, conferindo, pois, respaldo ao depoimento da ofendida, a qual aludiu ter sido atingida nessas partes do corpo.