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40 foi remetida para a morada constante do contrato.”  Em suma os dois elementos de prova invocados na fundamentação da decisão do tribunal e nas contra-alegações da ré não provam a emissão e envio das cartas transcritas em 8 e 1  A ré utiliza outros argumentos para provar a emissão e o envio das cartas, designadamente o facto de  autor nunca mais recebeu avisos/recibos referente aos prémios de seguro por parte da ré nem lhe foi cobrado mais nenhum valor a título de prémios – argumento que o tribunal recorrido também subscreve -, mas isto só apontaria para a conclusão que ela própria tira, de que tal "deveria evidenciar, a existência de um qualquer problema na vigência do contrato de seguro.” Ou seja, o que aconteceu posteriormente não pode provar, de modo algum, que a ré enviou as cartas em causa, nem, muito menos e era isso que importa mas nem sequer foi dado como que o  autor recebeu a carta e que teve conhecimento do seu conteúdo.