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da, uma vez que se configura a situação absurda de um cliente ficar a ser representado em juízo por alguém que não reúne as condições para o fazer, a quem não é reconhecida idoneidade profissional, e que está proibido pela própria Ordem que tutela e fiscaliza tal atividade, deixando, injustificadamente, desprotegido e sem qualquer defesa, o cidadão que recorre a tais serviços, como tal entendimento violaria, igualmente, o princípio da proporcionalidade, no sentido de que proíbe o excesso e impõe uma relação equilibrada entre os meios e os fins, nomeadamente com os poderes públicos, e que inclui, os princípios da adequação, exigibilidade e da justa medida, previstos no n. 2 do art.