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O TAF/julgou totalmente improcedente a pretensão deduzida na ação administrativa sub specie pela A., aqui Recorrente, por entender que a mesma ao haver requerido, apenas em 102017, a realização de provas públicas para aceder à categoria superior de professor coordenador o fez quando já não lhe assistia esse direito, visto não poder «procurar, nesta data, repristinar, em seu benefício, um direito que entende que lhe era conferido 10 anos antes, e num quadro legal totalmente distinto, sob pena de absoluta e intolerável violação das mais básicas normas de aplicação da lei no tempo», quando o poderia ter feito a «partir de 2007  se assim entendesse e considerasse que preenchia os requisitos previstos no artigo  do Decreto-Lei n. 185/81» e a forma de recrutamento de professores do ensino superior politécnico, especificamente, de professores coordenadores, havia sofrido uma profunda alteração com a entrada em vigor do n. 207/2009, o qual não se basta «atualmente, com a verificação de 3 anos de bom e efetivo serviço docente e com a prestação de provas públicas, antes se exigindo a realização de um concurso documental para tal recrutamento, concurso perante o qual apenas podem ser opositores os detentores do grau de doutor ou do título de especialista, obtido há mais de cinco anos, na área para qual é aberto tal concurso» cfr.