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a máxima pontuação – 10 pontos – no subfactor JPMP, face ao erro grosseiro na análise da mesma;  3 - Se assim não se entender, sejam atribuídos 5 pontos no mesmo subfactor às propostas da ..  e P... , cumprindo-se o princípio da igualdade;  4 – Seja atribuída à proposta da P...  no subfactor PEMER uma pontuação de pontos, também em virtude de erro grosseiro na sua avaliação;  5 – Em consequência, e em qualquer caso, seja a proposta da ..  classificada em 1 lugar,”  Inconformada com a decisão proferida em 15 de junho de 2021 no TAC de Lisboa/Juízo de Contratos Públicos, que julgou improcedente a Ação, veio em 30 de junho de 2021 recorrer para este tribunal, tendo concluído: "1) Mal andou a Douta Sentença recorrida quando julgou a ação de contencioso pré contratual improcedente, por não provada e, em consequência absolveu a Entidade Demandada do pedido, entendo que as questões suscitadas e acima enunciadas pela ora Recorrente não são providas de fundamento; 2) Entende a Recorrente que a sua proposta apresentou todos os encargos exigidos, para efeitos de atribuição de 10 pontos no subfactor JPMP; 3) Com efeito, a fundamentação de que tal não sucedeu por não ter sido apresentado o encargo para "Vigilante Chefe/Controlador” não procede, pois do Caderno de Encargos não resultar qualquer referência a tal categoria; 4) A Exigência de Coordenador pode ser preenchida por um Chefe de Grupo; 5) Nem na legislação nem na regulamentação coletiva de trabalho – onde não existe a categoria de "coordenador”, nem, ainda, nas peças concursais se restringe tal possibilidade, tanto mais que não se descrevem quais as atribuições do Coordenador; 6) Se por um lado a Douta Sentença aponta para as funções/atribuições de chefia do Coordenador, e, por outro, refere que não se confunde com "vigilante”, não se compreende que a mesma Sentença venha igualmente obstar a que as funções de Coordenador sejam desempenhadas precisamente por um chefe de grupo, como contemplado na proposta da Recorrente.