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Em seguida, o apelante aduz um ponto sobre as "Razões e Fundamentação do Recurso de Apelação”, conforme consta dos artigos 4 a 6 da sua alegação, onde se propõe verificar da validade do negócio jurídico de compra e venda celebrado, concluindo pela nulidade do negócio, o que prejudicaria falar-se no seu incumprimento, mais alegando que, "o regime da compra e venda oferece diversas soluções: anulação do negócio, reparação do vício, redução do preço e indemnização, causa estranheza a douta magistrada não verificar quais destas soluções seria a mais adequada à situação e resolver o caso da forma mais justa e coerente”, prosseguindo concluindo que "não há qualquer contrato ou acordo entre o Recorrido e o Recorrente, no qual estes tenham estabelecido a transferência de dívidas entre si, e muito menos qualquer documento em que o Recorrente reconheça que recebe mercadorias com vícios, danificadas, estragadas e/ou vencidas”, mas que, "o Recorrente não teve outra alternativa, senão pagar algumas dívidas que o Embargado deixou para trás, pois estas tinham que ser pagas, senão simplesmente teria que fechar as portas”, de onde retira que, "o Recorrido deve ser condenado pela sua má fé nesse negócio jurídico, sendo notória a intenção em alterar os fatos e prejudicar imenso o Recorrente, na medida em que quis livrar-se do problema”, vindo a afirmar que, "portanto, a respeitável sentença recorrida deve ser considerada nula/reformada, tendo em vista que o Recorrido agiu de forma intencional e oportunista, quando fechou o negócio, pois mentiu e omitiu os fatos, apenas com o intuito de não ressarcir ao Recorrente os valores que o mesmo efetuou pelos pagamentos de dívidas que eram apenas da responsabilidade do Recorrido”.