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Ou seja, a nosso ver, tinha o A. que ter previamente alegado tais factos e que carrear, para os provar, meios de prova com os conhecimentos especiais que a prova dos mesmos inquestionavelmente exige34; e não fez nem uma coisa nem outra3 Pelo que, em termos de nexo causal, resta e subsiste o que se começou por referir: que os deveres de informação incumpridos não tinham como como finalidade proteger o A. da insolvência da entidade emitente e que das referidas/analisadas violações dos deveres de informação por parte do não se segue, como curso adequado e normal, o dano sofrido pelo A.. Enfim, perante os factos e mesmo não olvidando as suspeitas e rumores públicos) não se pode dizer que hajam sido as referidas/analisadas violações dos deveres de informação a dar causa ao dano sofrido pelo A.; não se podendo estabelecer e dar como verificado o nexo causal entre as referidas/analisadas violações/incumprimentos dos deveres de informação por parte do BPB no âmbito da relação bancária com o A. e do concreto contrato de recepção e transmissão de e o dano que o A. sofreu, em virtude do incumprimento do dever primário de prestação no contrato de mútuo empréstimo celebrado com a emitente da obrigação).