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Aliás, o próprio recorrente admite que assim é, não só porque obteve da insolvente o pagamento da primeira "tranche” €000,00) do valor da remuneração fixado pela assembleia de credores pela elaboração do plano de insolvência, mas também porque reclamou no âmbito do aludido processo n. 2371/17 T2AVR do Juízo de Comércio de Aveiro o crédito correspondente à remuneração que ficou em dívida, tendo sido reconhecido como crédito da insolvência por decisão de 10201  A este propósito, escrevem Luís A. Carvalho Fernandes e João Labareda3 em anotação ao artigo 6 do CIRE: «Como se referiu, no Anteprojeto previa-se o custeio da remuneração do administrador da insolvência pelo então designado Cofre Geral dos Tribunais, limitando-o, solução que foi abandonada, passando a disciplina desta matéria para o Estatuto do administrador.