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2- Caso assim não se entenda, que a presente ação seja julgada improcedente, por não provada, e os réus absolvidos dos pedidos;  3- Caso ainda assim não se entenda, que seja julgada procedente, por provada, a reconvenção deduzida pelo réu GG, e: a) que as autoras sejam condenadas a reconhecerem o réu GG como legítimo proprietário e possuidor, com exclusão de outrem, das benfeitorias por este fabricadas e aludidas na reconvenção; b) que as autoras sejam condenadas a pagar ao réu GG o valor das aludidas benfeitorias que este efetuou nos prédios em causa, nem que seja de acordo pelas regras do enriquecimento sem causa, em valor que não deverá ser inferior a €2000 ou na que resultar da requerida avaliação das mesmas; ) que as autoras sejam condenadas a pagar ao réu GG a quantia de €17500 cento e setenta e seis e quinhentos, valor este que corresponde ao preço que pagou aos réus vendedores pela aquisição dos aludidos seis prédios, no valor de €17000 e da aludida décima parte do aludido poço de estacar água de rega, no valor de €500; ) que as autoras sejam condenadas a pagar ao réu GG os aludidos emolumentos, honorários e impostos que pagou, no valor total de €43”.