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Assim sendo, como vimos que é, falecem os argumentos da recorrente no sentido de a tributação incidir pela diferença entre o valor apurado para cada um dos exercícios, já que o valor final corrigido já considerou o valor apurado no exercício de 2003 reportado ao de 200 Quanto à falta de prova de ter sido efetuado, em dezembro de 2004, o pagamento de disponibilidades de € 57469,10 é questão que não se coloca, uma vez que, nunca se refere que esse pagamento tenha sido realizado, na verdade a tributação ocorre por força de correções de saldos da conta 25 5993 do acionista, A..., aqui impugnante, em confronto com o respetivo suporte documental, relativamente às quais se conclui não constituírem custos da empresa, tendo consequentemente sido considerado proveito na conta do respetivo acionista, na categoria de adiantamento por conta de lucros, nos termo do n. 4 do artigo  do CIRS Termos em que sem mais improcedem todas as conclusões do recurso, sendo de lhe negar provimento e de confirmar a sentença recorrida, ao que se provirá na parte do dispositivo do presente acórdão.