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7 do CP, o qual estabelece que se ao crime forem aplicáveis em alternativa, a pena privativa e não privativa da liberdade, o tribunal deve dar preferência à segunda, sempre que esta realizar de forma adequada e suficiente as finalidades da punição; )- No caso concreto, o Tribunal a quo, tendo presente as exigências e os objetivos da prevenção geral e especial, optou por condenar o recorrente numa pena de 9 meses de prisão, suspensa na sua execução pelo período de 1 ano; n)- Não obstante o recorrente ter sido condenado em momento posterior por crime de diferente natureza, verificou-se um elevado grau de ilicitude do facto, bem como dolo intenso, ao que acresce a falta de arrependimento do recorrente pelos factos cometidos e o tempo em que se manteve a conduta ilícita, pelo que a não aplicação de pena não privativa da liberdade não realizaria de forma adequada as finalidades na punição; o)- A opção do tribunal a quo, por aplicar ao recorrente uma pena de prisão, embora suspensa, mostra-se adequada às finalidades da punição; p)- Pois a determinação da medida da pena é feita em função da culpa do agente e das exigências da prevenção, devendo o Tribunal atender, em concreto, a todas as circunstâncias que, não fazendo parte do tipo de crime, depuserem a favor do agente ou contra ele; q)- O Tribunal a quo, na determinação da medida concreta da pena teve em conta todas as circunstâncias que se impunham no caso concreto e melhor elencadas na sentença ora recorrida; r)- Foram assim ponderados pelo Tribunal a quo, na concreta medida penal, todos os elementos de facto, agravantes e atenuantes da responsabilidade criminal.