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Ainda inconformada, recorreu a A. para este Tribunal de Conflitos, concluindo na sua alegação: 1 Dos documentos 2 e 4 juntos à petição, resulta que, em 101995, a agravada autorizou a prestação de serviços na urgência na área de anestesiologia à médica agravante e que a relação entre as partes não foi objecto de contrato escrito; 2 À data da contratação a agravante era funcionária pública aposentada tendo-se o contrato entre as partes estabelecido nos termos alegados nos artigos 1 a 8, 10 e 14 a 24 da petição; 3 A noção de contrato administrativo tal como o definem o artigo 9 do ETAF e o artigo 178 do CPA, implica um acordo de vontades, portanto bilateral, tendo a agravada alegado que o conteúdo do contrato foi definido unilateralmente por ela cfr.