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referidos ns 1 a 4, da citada cláusula 9, fls..   Apesar dessa circunstância – ainda assim não contemporânea sequer da concessão do mútuo ao 3 réu J. E. para a aquisição que este fez em 23-12-2010 quando o concedido à "B.” é de 2018 – , não se vê, ao contrário do que dizem os recorrentes nem estes mostram, como pudesse concluir-se e devesse a Caixa ter concluído que o 1 réu E. R. era e sempre tivera sido e não o seu filho, referido 3 réu E. R.) o dono de tal prédio e que ele figurava como uma "mera aparência de propriedade” e, portanto, que daí algo de relevante se colha no sentido de se demonstrar ou sequer pôr em dúvida – e portanto de dever ser julgado não provado – que a Caixa ..., nos termos e com os fundamentos apreciados, valorados e tomados como convincentes pelo tribunal a quo, tal como consta do facto 29, agiu convicta de que este era o verdadeiro proprietário.