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N.» A sentença recorrida, com interesse para a apreciação desta questão, deu como provado: " 	A devedora originária deixou de laborar em 2006 e está inativa desde 2007; 1 	O suporte logístico e financeiro da Impugnante era a Casa do Douro, cujo declínio, que ocorreu em 1986 ou 1987, acabou por se refletir na Impugnante e nas restantes Adegas Cooperativas, que ficaram quase votadas ao abandono; 1 	Com o declínio que da Casa do Douro ficou esta sem garantir o escoamento durante 3 anos do vinho generoso das adegas cooperativas.” Pois bem, como se retira do conjunto dos factos provados e vem referido na sentença recorrida: – O "declínio económico da devedora inicial se ficou a dever efetivamente a um conjunto sucessivo de circunstâncias endógenas inequívocas;” – Que "nenhum ato particular de gestão menos prudente do Oponente tenha sido responsável pela ausência falta de património para a falta de pagamento de um imposto circunscrito a 2007”  – A "devedora originária, aliás, já nem sequer laborava”,  E concluiu que "não se antevê que possa ser dirigido um juízo de censura em termos funcionais, como causa adequada por tal falta de pagamento”.