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No que respeita ao recurso de BB, alega o mesmo que se verifica erro notório na apreciação da prova quanto ao facto julgado provado sob o n. 8, no qual se lê: « Por via da sua representação do Estado ...... e de individualidades desse país, bem como das suas deslocações a ........, o arguido BB, pelo menos desde o ano de 2011, conhecia os arguidos e .»  E, para tanto, afirma que a prova produzida nos autos apenas permite concluir que o arguido BB conhece à roda do dia 212011 e indirectamente a partir dessa data, não permitindo inferir a conclusão probatória com o mínimo de razoabilidade Inference to the Best que o arguido BB conhecesse e desde antes de 21201  Para além disso, não indicando quais os factos concretos que, na sua óptica, padecem de erro notório na apreciação da prova, afirma, porém, verificar-se tal vício quanto ao que consta de: - fls 209/210 do acórdão recorrido relativamente à responsabilização do arguido BB na elaboração da versão final do contrato-promessa de trabalho em causa nos autos, afirmando que, a partir do momento em que entrega a minuta revista a minuta com a identificação da F........), cessou por completo a sua intervenção neste assunto, sendo totalmente alheio aos factos ocorridos posteriormente, designadamente à substituição da F........ pela Pr......, como entidade empregadora; - fls 212/215 do acórdão recorrido, quanto à conclusão retirada pelo Tribunal a quo da coincidência entre as datas dos recebimentos de montantes pecuniários por parte de AA e as datas dos despachos por ele proferidos, daí concluindo tratar-se de recebimentos indevidos, dizendo, depois de expor as provas que, em seu entendimento, levariam a conclusão distinta, que «100 Ou seja, também aqui o Tribunal a quo incorreu em erro notório na apreciação da prova, ao desvalorizar completamente toda a prova directa, documental e testemunhal, existente a este respeito; e fazendo prevalecer, sobre esta, a prova indirecta.»  - fls.