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É de notar também que a sociedade "G” laborava nas instalações da Insolvente, fazendo uso dos equipamentos e bens desta, como se se tratasse de apenas uma única sociedade, sendo certo que, o Recorrente também administrava a "G”, constituída por uma antiga funcionária da Insolvente, com o mesmo objecto social da Insolvente, que se limitava a adquirir a quase totalidade da produção da Insolvente; de acordo com a fundamentação da douta sentença do Tribunal a quo, várias testemunhas considerevam que as duas sociedades se tratavam de uma só, tão indissociaáveis que eram; o facto provado n. 33 refere um crédito da Insolvente sobre a "G”, no valor de €48974,24, que foi eliminado com um único movimento contabilístico, sem qualquer suporte documental, não tendo sido feita prova pelos Recorrentes de que esta quantia foi efectivamente paga pela "G” à Insolvente; assim, mais uma vez, forçosamente se terá de concluir que o Recorrente usou os fundos da Insolvente para o seu interesse próprio, quer directo ou indirecto através da sociedade "G”), pelo que os factos n. 17 e 34 foram correctamente dados como provados.