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do Código Civil, e por impugnação parcial e motivada, alegando, designadamente, em sede da excepção de erro na forma de processo, que sustenta dever correr por apenso aos autos de inventário, e no que se refere ao estabelecimento comercial existente num dos imóveis, que os contratos de cessão de exploração outorgados em 17/9/1992 e em 9/6/1999, foram incumpridos pelos cessionários, que nada pagaram, pelo que o encerrou em Outubro de 1999, e que, no verão de 2000, decidiu abrir um novo estabelecimento no rés-do-chão, sem pagar qualquer contrapartida, angariando nova clientela e encontrando-se o alvará emitido em seu nome pessoal, estabelecimento que passou a explorar e a gerir a expensas suas, exceptuando no período que decorreu entre a reabertura e Dezembro de 2001, em que cedeu a exploração a terceiro, contratando e pagando os vencimentos dos funcionários e pagando todas as inerentes despesas, nomeadamente, água, luz, electricidade e obras de conservação, pelo que sempre teria adquirido o direito de propriedade por usucapião, deduzindo pedido reconvencional em que pede a condenação da A. reconvinda a reconhecer que é o único e exclusivo dono e proprietário do estabelecimento comercial por o ter constituído em 2000 ou por tê-lo adquirido por usucapião.