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no exercício da atividade do estabelecimento Farmácia Alto da Eira nos anos de 2012 a 2018;  6 O resultado líquido do estabelecimento Farmácia Alto da Eira, nos anos económicos de 2012 a 2018, corresponde ao que foi registado contabilisticamente sem qualquer desconto ou liquidação de impostos, não compreendendo, nem a tributação em sede de IRC, nem, subsidiariamente, a título de IRS;  6 Ao perfilhar semelhante entendimento, o Tribunal da Relação ... incorreu num erro de julgamento, por violação dos mais elementares princípios e regras contabilísticas e fiscais vigentes no ordenamento jurídico português, sendo ainda fonte de desigualdade e iniquidades, por propiciar um enriquecimento injustificado do Recorrido, à custa dos Recorrentes, também proibido por lei;  6 No que concerne ao argumento subsidiário da tributação do IRS, o tribunal recorrido, ao não anular a decisão da matéria de facto proferida pelo tribunal de primeira instância, nem determinar a ampliação do julgamento a factos relevantes para a decisão da causa - conforme peticionado pelos Recorrentes em sede de recurso de apelação -, violou a lei de processo, mais concretamente o artigo 66, n. 2, alínea, e n. 3, alínea, ambos do CPC;  6 Tal decisão deve ser revertida por s Exas., ao abrigo do artigo 67, n. 1, alíneas e do CPC;  7 O IRC suportado pelo estabelecimento Farmácia Alto da Eira, por referência aos exercícios de 2012 a 2018, enquanto integrado na sociedade unipessoal acima referida, deve ser atendido na fixação do valor a liquidar;  7 Mesmo que assim não se entenda, as regras contabilísticas aplicáveis obrigariam a considerar pelo menos o IRS que deveria ter sido liquidado por referência aos resultados obtidos pelo estabelecimento em cada ano de funcionamento;  7 Os resultados líquidos do estabelecimento Farmácia Alto da Eira nos exercícios de 2012 a 2018 têm necessária correspondência com os proventos que foram obtidos pela sociedade Farmácia Alto da Eira, Unipessoal, Lda.