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Invocam ainda, subsidiariamente, que foi erradamente contado o prazo na decisão recorrida uma vez que tendo sido os autores notificados a 10/08/2017, o prazo sempre se iniciaria a 11/08/2017, nos termos do artigo 279 alínea do Código Civil, e o decurso dos 3 meses sempre terminaria a 13/11/2017 e nunca a 10/11/2017, defendendo que a contagem do prazo previsto no artigo 58 do CPTA não impede que se possa fazer apelo à norma prevista no artigo 139 n 5 do CPC para o incumprimento dos prazos judiciais, nos termos da qual independentemente do justo impedimento, o ato pode ser praticado nos 3 dias úteis seguintes ao prazo, ficando a sua validade dependente de pagamento imediato de uma multa, que se encontra fixada nas alíneas daquele número daquele preceito, que entende ser aplicável ex  do artigo 1 do CPTA; e que não tendo liquidado a respetiva multa, a considerar que o termo do prazo seria a 13/11/2017 e, tendo sido este praticado no dia 14/11/2017, deveria a Mandatária dos autores ter sido notificada independentemente de despacho, para vir liquidar a multa acrescida da respetiva penalização – vide conclusões a das alegações de.