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Após julgamento, foi proferida sentença com o seguinte dispositivo: «Pelo exposto e com estes fundamentos, o Tribunal: a) Julga totalmente improcedente a ação instaurada pela Autora contra os Réus, absolvendo-os do pedido; b) Julga o pedido reconvencional deduzido pelos Réus contra a Autora totalmente procedente e, em consequência, condena-a a repor o sótão no estado anterior às obras por si realizadas e a retirar o guincho por si colocado.»  Não se conformando com a decisão, dela apelou o requerente, formulando, no final das suas alegações, as seguintes conclusões, que se reproduzem: « a) A afirmação de facto provado contida no ponto 21 dos factos assentes, segundo o qual as malas de viagem, ao serem transportadas pelo guincho balançam e vão batendo na caixa das escadas, provocando estragos, além de existir o risco de poderem cair e magoar alguém que esteja a passar mostra-se contrariado pelas respostas dadas pelos Senhores Peritos em sede de relatório pericial respostas aos quesitos 13,14 e, pelo depoimento na parte supra da testemunha LG e pelas declarações de parte na parte da ora recorrente, sendo que dos elementos probatórios flui como única consideração probatório possível que Se as malas de viagem fossem transportadas e, então, fossem mal presas no guincho, as mesmas poderiam baloiçar, com o risco de, nessa altura, poderem cair e magoar alguém que esteja a passar, algo que nunca aconteceu; b)A menção constante do aviso convocatório da assembleia de condomínio segundo o qual se anuncia obras realizadas no espaço comum sem previa autorização dos restantes condóminos, não contem elementos informativos viabilizadores da ponderação previa a que o art.