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No entanto, o Ministério Público não é um serviço do Estado-Administração, mas sim um órgão constitucional da administração da justiça, pelo que o conhecimento da ação – a citação - quando seja demandado o Estado representado pelo Ministério Público não pode deixar de ter lugar no âmbito do contexto jurisdicional;  27	– No que concerne aos �� termos da respetiva intervenção em juízo - a norma ínsita na parte final do novo n 4 do artigo 25 do CPTA confere à JurisApp competência para coordenar os próprios ―termos da intervenção do Ministério Público quanto a aspetos relativos à técnica do processo; 28	– Desse modo, sai gravemente ofendido o princípio da autonomia do Ministério Público, consignado no n 2 do artigo 219 da CRP, degradando-se esta magistratura à condição de mera serventuária subordinada da vontade da Administração;  29	– Em face do exposto, é forçoso concluir que as normas constantes do segmento final do n 1 do artigo 11 e do n 4 do artigo 25 do CPTA, na redação da Lei n 118/2019, de 109, são materialmente inconstitucionais, por violação do disposto no artigo 219 da CRP, n 1, primeira proposição ―Ao Ministério Público compete representar o e n 2 ―O Ministério Público goza de, violando igualmente o conteúdo material dos princípios e normas constitucionais do artigo 165, n 1 da CRP, pelo que são materialmente inconstitucionais, nos termos do artigo 277, n 1, da CRP;  30	– E, em consequência, verifica-se a nulidade emergente da falta de citação do Estado, por omissão completa do ato artigos 188, n 1, al.