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, assistente no processo respondeu ao recurso interposto, defendendo a improcedência do mesmo, com as seguintes conclusões:  a	Vinha o arguido, nos presentes autos, acusado da prática, em autoria material e na forma consumada, de sete crimes de injúrias, p. e p. pelo n. 1 do artigo 181 do Código Penal; b	A assistente/demandante deduziu pedido de indemnização contra o arguido/demandado pelos danos morais sofridos em consequência da conduta deste; 	A acusação particular deduzida foi julgada procedente por provada e em consequência foi o arguido condenado pela prática, como autor material, de 7 crimes de injúria, na pena de 40 dias de multa, à taxa diária de € 6,00 seis, por cada um deles; 	Efectuado o cúmulo jurídico foi o arguido condenado numa pena única de 200 dias de multa, à taxa diária de € 6,00 seis, o que perfaz a quantia de € 200,00 e duzentos; e	Foi, também, condenado nas custas do processo; f	O pedido de indemnização formulado foi julgado parcialmente procedente, por parcialmente provado e, em consequência, foi o demandado, BB, condenado no pagamento à demandante da quantia de € 600,00 seiscentos, acrescida de juros de mora, contabilizados à taxa legal, desde a sua notificação para contestar o pedido de indemnização, absolvendo o demandado do demais peticionado; g	Demandante e demandado foram condenados nas custas do pedido , na proporção do respectivo decaimento, que se fixou em 25% para a demandante e 75% para o demandado; h	Vem agora o arguido interpor recurso da douta sentença proferida pelo Tribunal "a quo” alegando existir uma nulidade, uma vez que não foi ouvido na audiência de julgamento, por se encontrar "incapacitado de comparecer”, na data agendada, por motivo de doença; 	Não assiste qualquer razão ao arguido; j	O arguido prestou termo de identidade e residência e foi, ao longo de todo o processo, correctamente notificado na morada indicada; k	Notificado para comparecer na data agendada para a audiência de discussão e julgamento, veio, ele próprio, informar que estava impossibilitado de comparecer e apresentou o correspondente comprovativo; 	Não requereu a sua audição em nova data a agendar, o que poderia ter feito; 	A audiência de discussão e julgamento foi iniciada na ausência do arguido por a sua presença não se considerar imprescindível desde o início; n	O arguido encontrava-se devidamente representado pela sua Ilustre Defensora a qual declarou nada ter a opor ou a requerer quanto ao promovido; o	A Ilustre defensora do arguido também não requereu a marcação de nova data para audição do arguido e poderia tê-lo feito; p	A justificação apresentada pelo arguido comprovava a necessidade de permanência na habitação até dia 12 de Março de 2018, ou seja, impossibilidade de comparência do mesmo apenas na data agendada para a audiência de discussão e julgamento, realizada em 08 de Março de 2018; q	Uma vez notificado, na pessoa do seu Defensor, da data agendada para leitura da sentença, que veio a ter lugar em 23 de Março de 2018, poderia o mesmo ter comparecido e ter solicitado a sua audição, o que, novamente, não aconteceu; r	Não pode vir agora o arguido alegar que o seu direito à defesa foi violado pois tal não corresponde à verdade.