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Em idêntico sentido, consta do sumário do mencionado aresto da RL de 212017-processo 1732/11TBTVD-A.L1-7: «- Apesar da doutrina do Acórdão Uniformizador de Jurisprudência n. 4/2013, é possível ao sócio que cedeu a sua quota desvincular-se do aval anteriormente prestado à sociedade - ao nível do acordo de preenchimento - mediante resolução por justa causa inexigibilidade do sócio continuar a garantir as dívidas da sociedade atinentes a financiamentos que não controla e de que não, pelo que tal desvinculação nada bule com a doutrina do Acórdão Uniformizador porquanto não estamos em sede de denúncia do aval..»  No entanto, a doutrina do AUJ n. 4/2013 tem vindo a ser aplicada, de forma mais ou menos estrita, em diversos arestos, citando-se exemplificativamente os seguintes: da RG de 12016-processo 459/18TBPVL-A.G1 assim sumariado: «- A cedência de quota na sociedade executada não exonera o oponente da sua responsabilidade como avalista de livrança em branco, mesmo que esta tenha sido preenchida quando aquele já não era sócio da subscritora.