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–Indo diretamente à primeira questão assinalada, partilhamos do entendimento sufragado pela apelante e que tem vindo a ser expresso em vários arestos dos tribunais da Relação no sentido de que, como se concluiu no acórdão deste TRL de 30-06-2020, "no processo de insolvência de um dos cônjuges ou ex-cônjuge, sem que tenha havido partilha do património, em cujo casamento vigora ou o regime da comunhão de adquiridos, devem ser apreendidos para a massa insolvente os bens comuns que integram a comunhão conjugal e que respondam pelas dívidas comuns e não o direito à meação), sem prejuízo do cônjuge não insolvente exercer a faculdade de requerer a separação da sua meação nos bens comuns” 2, pelas razões aí expressas, que são igualmente enunciadas noutro acórdão também desta Relação e 1 secção, o acórdão de 23-03-2021, sendo neste último aresto sumariadas da seguinte forma, tornando dispensável acrescida explicitação: "-Para além das normas especialmente previstas pelo CIRE, reguladoras da atividade de apreensão e liquidação a cumprir pelo Administrador da Insolvência, na falta e/ou insuficiência destas o art.