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62 e onde se referem as prestações vencidas, o capital em dívida, os juros de mora e as despesas e a menção àqueles pagamentos concretos feitos pela Embargante após o preenchimento da livrança, do que decorre que o despacho de 27/1/2020, proferido sobre ele, no sentido de considerar omo "não escrita” a factualidade ali vertida apenas se aceita sob o prisma de o mesmo como a nosso ver, erradamente, se concluiu em tal "constituir articulado legalmente inadmissível” mas não lhe retira a aptidão para o considerar como resposta cabal ao solicitado pelo tribunal à Embargada através daquele despacho de 25/9/201 Assim, quer porque não está em causa um qualquer documento que exista ou que tivesse que existir nos termos que supra se analisaram e que, por isso, a Embargada tivesse que apresentar por via do regime previsto nos arts.