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Procede, pois, o recurso quanto a esta questão.Decisão:  Pelos fundamentos expostos, acordam os juízes deste Tribunal da Relação de Guimarães em conceder provimento ao recurso e, por consequência, em declarar a nulidade do despacho recorrido e dos que se lhe seguiram, devendo ser substituído por outro que ordene a notificação pessoal do arguido G. . Guimarães, 3/12/2018 Ausenda Gonçalves Fátima Furtado   ------------------------------------------------------------ 1 No sentido da necessidade de audição prévia, acórdãos da RC de 29-06-2016 p. 3479/01TACBR.C1), de 16-03-2016 p. 243/14GCLRA.C1;), de 07-03-2012 p. 334/03PBFIG.C1), de 27-11-2013 p. 325/17TATNV-B.C1), de 12-04-2011 p. 548/06TAAND-B.C1); da RP, de 23-11-2016 p. 786/17PTPRT.P1), de 08-02-2017 p. 13764/07TDPRT-A.P1), de 11/01/2017 p. 1884/90JAPRT.P1); da RE de 26-04-2018 p. 321/15PESTB.E1), de 23-01-2018 p. 212/19GFSTB-A.E1), de 07-02-2017 p. 509/19GESTB.E1), de 02-02-2016 p. 1013/02PALGS-A.E1), de 02-02-2016 p. 460/03PCSTB-A.E1), de 03-02-2015 p. 252/13GBMMN.E1), de 25-03-2010 p. 1345/96PCSTB-A.E1); da RL de 09-07-2014 p. 350/00PDALM-9), de 20-04-2016 p. 210/15TAPBL.S1), de 13-03-2018 p. 1306/00TAALM-A.L1), de 04-06-2008 p. 4602/2008-3); e desta Relação de 19-05-2014 p. 355/14GCBRG-A.G1).