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com a Recorrente BB, no exercício de 2018, com vista à determinação da metade dos resultados líquidos alcançados pela diferença entre os ganhos e as obtidos pelo estabelecimento a partir de 002012;  5 Da prova produzida não resultou que a quantia de € 9742,36 tivesse correspondido ao montante das remunerações e encargos com a Recorrente BB no exercício de 2018;  5 Tal facto era – em abstrato - passível de ser demonstrado através de prova documental e de prova pericial;  5 O Tribunal a quo não deveria ter recorrido a presunções judiciais, pois as mesmas reconduzem-se a um meio de prova de factos não passíveis de demonstração direta, por via de comportamentos que, à luz da experiência comum, indiciam determinadas condutas – o que manifestamente não é o caso;  6 Ao julgar provado que o valor das remunerações e encargos suportados com a Recorrente BB no exercício de 2018 foi de € 9742,36, o Tribunal recorrido procedeu a um salto "lógico” cujas premissas são manifestamente obscuras e ininteligíveis;  6 A decisão sob recurso padece de uma patente arbitrariedade, o que equivale a manifesto ilogismo utilizado pelo Tribunal a quo, que não pode deixar de ser censurado pelo Supremo Tribunal de Justiça;  6 A fixação de determinado facto como provado ou não provado, em sentido que se mostre contrário ao que decorre da aplicação das regras legais atinentes ao modelo processual e substantivo exigido para a sua demonstração em juízo, violando-as, constitui uma questão de direito, cognoscível por s Exas;  6 A decisão da segunda instância, ao alterar o facto provado n. 17, violou o direito probatório material, concretamente as regras relativas ao ónus da prova artigo 34 do e à prova por presunção artigos 34 e 35 do, o que constitui fundamento de revista nos termos do artigo 67, n. 1, alínea, e n. 3, do CPC.