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A Comissão Europeia, no âmbito do procedimento de queixa que lhe foi apresentado pela ora Recorrida, afirmou que "Neste sentido, o princípio do «efeito de difusão» não infringe per se qualquer das regras da UE em matéria de fundos estruturais, por conseguinte, o «efeito de difusão», em si mesmo, é considerado legal, embora possa carecer de esclarecimento à luz da aplicação efectiva.”  Este entendimento acabou, em certa medida, por ser adotado também pelo TJUE no seu douto Acórdão de 11201  Para além disto, as alegações da Recorrente quanto à suposta verificação, abstrata e hipotética, de um efeito de difusão positiva do investimento, realizado em ações de formação concretizadas em entidades da Administração Central do Estado sedeadas e a operar em Lisboa, nas Regiões Convergência do Norte, Centro, Alentejo e Açores), sem qualquer necessidade concreta de demonstração dos mesmos, são manifestamente desrazoáveis, insensatas e juridicamente carecidas de qualquer fundamento.