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e do Tribunal da Relação do Porto de 08-09-2008 CJ, 2008, ,, quando neles se afirma que a actividade constitui o critério fundamental para aferir da abrangência do seguro infortunístico laboral que atinge um trabalhador independente: se aquela «se integra no âmbito da sua profissionalidade e pela qual ele estava seguro, então independentemente de estar a laborar para si ou para outrem, com remuneração ou sem ela, o sinistro de que eventualmente venha a ser vítima, estará a coberto do contrato de seguro que celebrou salvo naturalmente as hipóteses de invalidade».”  Esta é também a posição que tem sido subscrita por este Tribunal da Relação, designadamente no Acórdão de 31/10/2018, proferido no Proc.