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Este ponto de facto, ao invés do que afirmam os recorrentes  e E, releva para compreender a racionalidade subjacente à conduta destes recorrentes face ao conhecimento que tinham na data em que foi feita a partilha impugnada e que foi, recorde-se, 18 de maio de 2012, no próprio dia em que se separaram de pessoas e bens por mútuo acordo e ainda, à proficiência que ambos têm em matéria de gestão e contabilidade, pois que o réu  é economista e a ré E é técnica oficial de contas, sendo sócia e gerente da sociedade que fazia a contabilidade da sociedade H.  Nessa data, como resulta da ata n 88, de 27 de abril de 2012, assinada pelo réu , na qual, além do mais, consta que da "análise das contas de 2011, constata-se a forte quebra nos Proveitos Globais de 42%, em relação a 201 O Resultado Liquido apurado foi de 17689 euros negativos.” A ré E, como já se referiu, além de técnica oficial de contas, era sócia e gerente da sociedade  que fazia a contabilidade da sociedade He, por isso, tinha conhecimento desta factualidade, até porque respeitava a uma sociedade gerida pelo seu então marido.