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Assim, A renúncia começa por ser notificada às partes, por força do n. 1, devendo a notificação ao mandante ser pessoal, nos termos do disposto no artigo 25, e conter a advertência dos efeitos cominados no n. 3, dispondo de um prazo que se considere razoável para constituir novo mandatário 20, dispensando-se, deste modo a intervenção do juiz, a requerimento do mandatário renunciante, para fixar o concreto prazo judicial para tal constituição, nos termos que decorriam do preceituado no n. 3 deste artigo 39, na redacção anterior à reforma; Findos esses 20 dias, contados da notificação, para a parte constituir novo mandatário, produzem-se de pleno os efeitos típicos da renúncia ao mandato e da extinção deste: suspende-se a instância, se a falta de constituição de novo mandatário for imputável ao autor; e se for ao réu, o processo segue os seus termos, aproveitando-se os actos praticados pelo mandatário renunciante tais efeitos correspondem, aliás, aos que já decorriam do preceituado na parte final deste artigo, na redacção anterior à” Comentários ao Código de Processo Civil, 2 edição, volume , pág.. De igual modo, também Lebre de Freitas: "Estabeleceu-se um prazo legal de vinte dias para o mandante constituir novo mandatário, durante o qual se mantém o patrocínio inicial embora a lei tenha deixado de o dizer expressamente, tal resulta do prosseguimento do processo até ao termo do.