Legal Document Excerpt:

No que concerne ao facto provado n. 12, este diz respeito a E, que "foi designado administrador único da requerida em 29 de Outubro de 2014 e cessou funções em 23 de Março de 2015, data em que foi designado administrador único da requerida F”; o Tribunal a quo fundamentou este facto na "clara a relação de amizade entre  e s requeridos que foram administradores de direito da requerida e que estes apenas acederam a pedido do primeiro para formalmente serem nomeados administradores, sem que alguma vez tenham praticado qualquer acto de gestão que não fosse determinado por ”, sendo certo que ", apesar de não confessar, expressamente admitiu que E apenas "entrou” para a insolvente porque pediram a sua insolvência pessoal e porque era seu amigo e lhe pediu para ser administrador da requerida; que nunca se afastou da insolvente mas que precisava de se afastar em termos formais de por causa da sua insolvência; que vendia através da G; que esta funcionava em escritório que era seu e que foi constituída para que a insolvente pudesse continuar o seu negócio”; o excerto do depoimento de E transcrito pelos Recorrentes refere-se a uma situação mal esclarecida sobre uma alegada  queixa por "desvio e dissipação de viaturas”, cuja relevância os Recorrentes não foram capazes de concretizar, porque, salvo melhor, nenhuma relevância tem para a apuração do facto provado n. 12, pelo que não apresentando prova que ponha em causa a fundamentação da sentença do Tribunal a quo, deve este facto ser mantido com a actual redacção.