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art.s 9 a 68   Em simultâneo, complementar e intimamente relacionado com o negócio da compra e venda a  ré na qualidade de intermediária da  Ré, propôs à Autora o recurso ao crédito preparou o contrato de crédito assim celebrado entre a autora e a  ré especifica e exclusivamente para financiar a compra do veículo, face ao exposto a Autora comunicou à  ré a resolução do contrato de crédito em função do não cumprimento definitivo da obrigação a que a  ré estava adstrita e da ruptura contratual do primeiro contrato e assi operada a resolução da compra e venda por efeito do regime previsto nos art.s 4/1/o) e 18 do 188/09 de 2/6 e 434 do CCiv deve relativamente à  ré ser judicialmente reconhecido a resolução e a mesma ser condenada a reembolsar todos os valores que recebeu com a cobrança das prestações do crédito.art.s 69 a 74  A  Ré, citada, deduziu contestação, impugnando parte factualidade alegada pela Autora, e alegando, em síntese, não ter tido qualquer intervenção no contrato de compra e venda do veículo e desconhecer estado do mesmo, bem como alegadas anomalias deste, mas realidade que lhe foi transmitida é diversa da alegada pela Autora, mais alegando que a utilização que a mesma fez do veículo e quilómetros percorridos revelam que as alegadas anomalias não são suficientemente graves para justificar a resolução de um negócio, inexistindo igualmente os danos morais alegados pela Autora, sendo que esta, apesar da comunicação de resolução efectuada, continua a cumprir as prestações do crédito, e age em abuso de direito pois continua a circular com a viatura, não tendo também existido uma declaração de resolução contratual à vendedora, mais deduzindo a Ré reconvenção contra a Autora, no caso de ser declarada a resolução do contrato de compra e venda com repercussão no contrato de crédito, e ocorrer a reconstituição da situação anterior com obrigações de restituição, concluindo no sentido da respectiva absolvição do pedido e formulando, pedido reconvencional, a título subsidiário caso se verifique a indicada hipótese de ser declarada a resolução do contrato de financiamento, de a Aurora/Reconvinda ser condenada a restituir-lhe a totalidade da quantia mutuada no montante de €1600,00, acrescida de juros de mora, calculados à taxa legal, contados desde a disponibilização de capital ocorrida a 30/12/2015 até à data de integral pagamento.