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Acontece, contudo, que se esse é o seu fundamento – e crê-se que será, que não se descortinam na motivação afinidades, remotas que sejam, com questões como as da falsidade de meios de prova 11, da comissão de crimes no exercício de funções pelos julgadores 12, da inconciliabilidade com factos fixados noutras sentenças 13, da utilização de provas proibidas 14, da declaração de inconstitucionalidade 15, ou da condenação do Estado Português em instância internacional 16 –, em momento algum o Recorrente traz para discussão facto ou meio de prova que não tivesse sido anteriormente considerado pelo tribunal – ou que não o pudesse ter sido se por isso tivesse providenciado, como podia e devia –, limitando-se, isso sim, a reiterar a versão dos factos que anteriormente sustentou em julgamento, mas que não convenceu os julgadores, persistindo em, com base nas mesmas provas e no mesmo enquadramento factual, fazer prevalecer o seu juízo probatório e lograr a sua absolvição.