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S. ora representante operacional da  Ré ora Recorrida; Não é admissível no caso sub judice o recurso à figura da presunção judicial para dar como assente que foi a  Ré cessionária introduziu sistemas de rondas e telemóveis de serviço, dado que o recurso ao meio probatório indireto da presunção judicial pelo julgador implica um juízo de indução ou de inferência extraído do facto de base ou instrumental para o facto essencial presumido, à luz das regras da experiência, sempre devidamente justificado, o que não foi minimamente realizado pelo Tribunal ad quo; Deverá ainda o Tribunal ad quem alterar o que foi dado alegado na petição inicial apresentada pela Recorrente sobre a existência de uma câmara de visualização, tendo em conta o referido depoimento da Autora e neste contexto dar como provado: No edifício onde são prestados os serviços de segurança e vigilância, foi instalada pelo Cliente um sistema de CCTV composto por uma câmara fixa instalada no acesso à garagem do edifício ligado a um monitor de visualização interna.