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Como assim, ponderando que na normalidade das situações a penhora do salário poderá decorrer, sem sobressalto, até ao fim, com pagamentos regulares aos recorrentes pelo agente de execução, como tem sucedido até aqui, o que não justificará intervenção de nenhum mandatário, mas que, ao invés, haverá sempre algum risco de anormalmente ocorrer alguma vicissitude processual como as tipicamente acima que implique a constituição de mandatário por parte dos recorrentes/exequentes, e em última instância a não cobrança coerciva total da quantia exequenda, consideramos equilibrado, proporcional e justo reduzir tal quantia de 000 € em ¼, ou seja de 250 €, ficando aquela no valor de 750 €.