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Regressando de novo ao caso concreto para acompanhar as conclusões recursivas do Apelante percebemos que o mesmo argumenta não existir qualquer elemento de prova que demonstre que uma eventual porção de terreno anexa ao moinho de água salgada relacionado no inventário orfanológico aberto por óbito de era àquela data objecto de propriedade particular ou comum e bem assim que demonstre que o dito terreno anexo ao edifício do moinho corresponda à totalidade do terreno integrante do prédio misto objecto destes autos, ou seja aquele onde se encontram instaladas marinhas de sal para extração de sal, ocupando uma área aproximada de 9077 m Pois bem, já defendemos supra que mesmo em 1782 não foi apenas o, considerado como tal, ou seja como singela edificação, que terá sido transmitido, mas também uma porção de terreno anexo ao mesmo capaz de contemplar a caldeira do moinho espaço que podia chegar a cinco, bem como taludes e açudes.