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36) O Tribunal a quo não deveria ter condenado a Recorrente, como condenou, no pagamento do lucro cessante peticionado pelo Recorrido pelo que, se o Tribunal ad quem não revogar totalmente o Acórdão Recorrido, deverá pelo menos revogá-lo parcialmente, não se condenando a Recorrente no pagamento do lucro cessante peticionado pelo Recorrido».Por sua vez, a interveniente B............, Ld, concluiu as suas alegações do seguinte modo: «1 - Do itinerário cognitivo do tribunal recorrido não se vislumbra onde entra aqui a responsabilidade do empreiteiro, tanto mais é que o próprio acórdão que dá a entender que a obrigação de indemnizar já existia ainda antes da obra se iniciar, radicando na responsabilidade da Administração por factos lícitos.