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Tudo o que se descreveu quanto a experiências passadas pelo arguido e ao que lhe foi transmitido quanto ao caráter do assistente, bem como o teor das mensagens enviadas pelo assistente e a perseguição que o mesmo efetuou não pode ter-se como adequado a provocar no arguido determinado grau de perturbação psicológico e emocional tal que pudesse justificar de forma aceitável que tenha alcançado um grau de violência que não pudesse ser refreado de maneira a manter sob controle o seu desejo de reação extremada, até porque a testemunha JJ quer no seu relatório, quer em sede de audiência de julgamento referiu que o arguido não era impulsivo, refletia nos atos que cometia e que até tinha uma inteligência acima da média.