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G, agricultor e louvado interveio nessa qualidade nas partilhas dos ascendentes da Autora em 2011 tendo avaliado o prédio em causa a €6/m2 não havia sinais de incêndio), estimou em 40 metros a largura, mas desconhecia o comprimento; referiu que no momento da avaliação estava bem povoado com pinheiros de boa qualidade que já podiam ser cortados espessura de 20/30; esclareceu que na zona a exploração mais rentável é a de eucalipto, mas o terreno da Autora tinha poucos; embora começasse por dizer que, tratando-se de terreno de bravio existe desvalorização total, acabou por admitir que a zona ocupada pela linha desvalorizou 60%; falou sobre os ciclos da exploração do eucalipto e do pinheiro e da ausência de risco associado ao incêndio para eucaliptos com 500/600 kg com cerca de 12 ou de pinheiros com 1 tonelada, mas a exigir o corte imediato, admitindo que a desvalorização decorre do mercado devido à existência de muita oferta.