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Deste modo, e relembrando que não basta a contraprova destinada a tornar duvidoso o facto presumido, sem necessidade de considerações mais desenvolvidas, concluímos que in casu não foi feita pelo Réu prova de que não existe contrato de trabalho ou de que a relação contratual consubstanciasse um outro tipo contratual diverso do contrato de trabalho, isto é, não está ilidida a presunção de que existe contrato de trabalho celebrado entre Autora e Réu um único contrato de trabalho, apesar de várias vezes reduzido a escrito com hiato temporal de um dia entre o fim de cada um e início do outro, pois pode-se afirmar que a prestação da atividade, que agora podemos dizer ser prestação de trabalho, foi contínua.