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1906-A do «ainda pode haver "alguma margem de manobra” para se permitir o contacto do progenitor agressor com a criança, permitindo-lhe um contacto com esta em terreno neutro g. visitas acompanhadas, em local público, sem contactos entre e a participação deste no acompanhamento da formação e desenvolvimento da criança, mesmo à distância», já no segundo caso – se estiverem em grave risco os direitos e a segurança de vítimas de violência doméstica e de outras formas de violência em contexto familiar, como maus tratos ou abuso sexual de crianças – parece que «não devem ser abertas exceções, na medida em que qualquer contacto direto do progenitor agressor com a criança será sempre prejudicial para esta» cfr.