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41 do Código de Processo Penal; -  O acórdão recorrido fundamentou devidamente os factos que deu como assentes, nada resultando que tenha apreciado a prova produzida em julgamento de forma discricionária e subjetiva; nem está ferido de qualquer vício que o invalide; não colhendo assim a impugnação feita em sede de matéria de facto, que traduz apenas uma divergência subjetiva e genérica quanto à valoração das provas feita pelo Tribunal; -  E sendo que não assiste razão aos recorrentes quanto às outras questões suscitadas, nomeadamente, quanto à invalidade da ação encoberta e da busca realizada à viatura, quanto à alegada ausência do domínio funcional do facto por sua banda, quanto à não aplicação da agravante prevista no art 24 do n 15/93 e bem como da pena acessória de afastamento do território nacional, pelos motivos que mais detalhadamente acima deixamos expendidos; -  Da leitura do Acórdão recorrido constata-se igualmente que no exame crítico levado a efeito se seguiu um processo lógico e racional na valoração da prova e que esta foi apreciada segundo as regras da experiência e a livre apreciação do Tribunal, nos termos do disposto no art.