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No caso em apreço, a circunstância de o facto que o recorrente pretende ver aditado à matéria de facto provada não assume relevo determinante, porquanto, ante a posição antagónica defendida pelas partes quanto ao facto que consubstancia o despedimento, à decisão de despedimento - a autora sustentando que o facto que configura o despedimento é a comunicação operada pelo ofício de 2017, com a consequente ineficácia ou inexistência) da decisão disciplinar, e o recorrente que a decisão de despedimento é a decisão final do processo disciplinar comunicada pelo ofício de 22017, cuja cópia, na sequência do ofício do mandatário da recorrida afirmando não ter recebido essa comunicação, foi depois enviada ao mandatário da recorrida e a esta por ofício de 12017 - a questão essencial que se colocava e o Tribunal da Relação foi chamado a decidir era a de saber quando e por que modo a recorrida foi despedida pelo recorrente.