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9–Responderam à dita impugnação: o credor Banco BPI, SA alegando, em síntese, que a recorrente não detém a posse pressuposta pelo direito de retenção porque desde o auto de receção provisória da empreitada assinado em 202012 que a insolvente detém a posse de todo o empreendimento, incluindo as frações sobre as quais a recorrente reclama deter direito de retenção, sem qualquer restrição ao seu uso; e o credor Novo Banco, S.A. alegando, em síntese, que o direito de retenção não se constitui por negócio jurídico e que a impugnante não alega factos demonstrativos da detenção da coisa nem das facturas por ela juntas resulta correspondência entre os créditos reclamados e as frações sobre as quais reclama direito de retenção.