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Motivou a sua decisão do seguinte modo:   «Relativamente aos quesitos 1 a 14 o tribunal baseou a sua convicção na apreciação  crítica e conjugada dos depoimentos das testemunhas A. R., que na ocasião do acidente encontrava-se na varanda da sua casa, situada a cerca de 50 do local onde o mesmo ocorreu, e afirmou, no essencial, que o sinistrado ao desfazer a curva, que é apertada e prolongada, embateu no passeio e de seguida a mota deslizou e o corpo daquele embateu no sinal, J. , que, embora não tenha presenciado o acidente, afirmou que circulou atrás do sinistrado nos momentos que o precederam e declarou que o sinistrado apresentava uma condução normal sem registar qualquer incidente, J. F., empregado de escritório da fábrica onde o sinistrado trabalhava, que referiu o horário de saída do sinistrado, a distância do local do acidente ao local de trabalho deste, bem como o tempo que normalmente demora a percorrer, e da testemunha José, militar da GNR, que ocorreu ao local após o sinistro ter ocorrido e que elaborou a participação e esboço de fls.