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Para tanto o TCAN socorrendo-se da posição do STJ, de forma fundamentada, faz um juízo de prognose e conclui que "Por tais razões, estamos certos que, a ter sido interposto o referido recurso, não deixaria de ser julgado improcedente, assim declinando o nexo de causalidade entre a omissão de interposição desse recurso e os danos alegados.”   Concluindo o TCAN que "A ser assim, concluiu-se que a circunstância de não ter sido interposto recurso do aresto do TRG não foi causal dos danos sofridos pelo Autor/ Apelante, mas sim e exclusivamente o comportamento ilícito e culposo do Ajudante Principal do referido cartório notarial.”   O Ac.