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Teve lugar a audiência de discussão e julgamento e depois foi proferida sentença que dispôs, designadamente, a final:  ") julgo a ação procedente, por provada, e, em consequência:  - declaro a validade dos contratos de seguro celebrados entre a autora e a ré Seguros – Companhia de Seguros de Vida, S.A. a que se alude nos pontos 4 a 6 dos factos provados;  - julgo não válida a cláusula de exclusão vertida no artigo , 1, alínea, das condições especiais dos contratos de seguro;  - condeno a ré Seguros – Companhia de Seguros de Vida, S.A. no pagamento à ré Banco, S.A. da quantia de € 9380,82 correspondente ao valor do capital seguro em dívida na data da propositura da ação;  - condeno a ré Seguros – Companhia de Seguros de Vida, S.A. no pagamento à autora da quantia correspondente ao remanescente entre o capital contratado e o capital em dívida à data do óbito 102013), a liquidar posteriormente, em execução de sentença, com limite do pedido;  - condeno a ré Banco, S.A. no pagamento à autora das importâncias que foram pagas desde a data do sinistro morte do segurado 102013) relativas à amortização do empréstimo incluindo capital, juros, impostos, despesas e prémios do seguro de vida e do seguro multi-risco), a liquidar posteriormente, em execução de sentença, com limite do pedido;  - condeno as rés no pagamento às autoras dos juros de mora, à taxa de juros legais, calculados sobre as quantias líquidas em que foram condenadas e contados desde a data de citação até efetivo pagamento.”   As Rés recorrem da sentença e concluem, respetivamente, assim a motivação do recurso: - a ré Seguros, S.A.: " Vem o presente recurso interposto da douta sentença proferida pelo Tribunal de  Instância a fls.