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Assim também se entendeu no acórdão desta Relação de 10-10-2019, no processo n. 1110/13T8ABF.E12, o qual a relatora subscreveu como  adjunta, e no qual se pode ler o seguinte: «) estatuindo o artigo 13, n. 1, do , que o acompanhamento é decidido após audição pessoal e direta do beneficiário e determinando o n. 2 do artigo 89 do CPC que o juiz deve proceder, sempre, à audição pessoal e direta do beneficiário, deslocando-se, se necessário, ao local onde o mesmo se encontre, não restam dúvidas de que a audição do beneficiário configura um ato que a lei prescreve, encontrando-se consagrada a respetiva obrigatoriedade».