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, n. 4, al., do ETAF, na redacção resultante do n. 214-G/2015, de 2/10, 1 e , n. 3, al., da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada pela Lei n. 35/2014, de 20/6 e 12, n. 1, al., da LOSJ, aprovada pela Lei n. 62/2013, de 26/          No caso em apreço, a., alegando que trabalhou para o R. em cumprimento de um contrato de trabalho e que foi ilicitamente despedida, pede que este seja condenado a pagar-lhe várias quantias provenientes de retribuições em atraso, de indemnização por antiguidade, de férias não gozadas, de subsídios de alimentação, de natal e de férias e de indemnização por formação não ministrada e por danos não patrimoniais decorrentes do invocado despedimento.