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Uma vez que na tese do Recorrente o acidente que constitui o facto complexo integrante da causa petendi, se ficou a dever ao aparecimento inopinado de barreiras sinalizadoras em plena faixa de rodagem e fora do local onde deveriam estar, facto esse, ainda na tese daquele mesmo Recorrente, que proveio da omissão por parte da Ré/Recorrida dos seus deveres de fiscalização e manutenção da via em bom estado de molde a não fazer perigar os seus utentes, tal omissão, nesta leitura particular da colaboração que é exigida por via do contrato de concessão subconcessão) integra a prática, por omissão, de actos que se enquadram na sua função de pessoa colectiva de direito privado mas submetida a disposições ou princípios de direito administrativo, de onde as sobreditas omissões que lhe são imputadas, não poderem ser subsumidas a uma qualquer qualificação privatística, mantendo a sua natureza pública, cfr neste sentido toda a jurisprudência recente deste Tribunal de Conflitos, vg a já assinalada e ainda os Ac de 27 de Março de 2014 Relator Gonçalves e 9 de Dezembro de 2014 Relator Salreta, in www.dgsi.pt.