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Com efeito, entre essas datas, o sinistrado apenas instaurou, em 8 de setembro de 2016, um incidente de revisão, em que veio a ser proferida decisão, em 21 de outubro de 2016 e também já transitada em julgado, que indeferiu o pedido de revisão e manteve a decisão inicialmente tomada no processo de que "o sinistrado não apresenta lesões em consequência do acidente dos autos, não estando afetado de qualquer grau de desvalorização” realce,  Não correspondendo à verdade, nem à prova constante dos autos, a parte final do  ponto da matéria considerada assente na decisão de que se recorre, que considera provado que "Em 002016 o sinistrado requereu uma reavaliação e não lhe foi atribuída qualquer incapacidade permanente parcial, mas foi considerado que as suas sequelas são resultado de alterações degenerativas posteriores ao acidente e foi aceite o nexo de causalidade entre ambos”,  Uma vez que no exame médico de revisão realizado, em 29 de setembro de 2016 a fls.)