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Mas para alem disso, também estão provados os factos alegados nos artigos 16, 17, 18 e 19 do mesmo articulado, dos quais em nosso entender, resulta demonstrado o justo receio de extravio ou dissipação do património das requeridas, receio esse que, como se disse, é claramente justificado,  Aliás, a Sr Juiz "a quo", fundamenta suficientemente tal conclusão ao afirmar que "as testemunhas foram unânimes em afirmar que a mãe do requerente tem a intenção de se desfazer do património das sociedades, o que, a acontecer, fará com que as sociedades fiquem a valer zero, um vez que o seu objecto social é, precisamente, a gestão de patrimónios, pelo que vendido este, nada resta".