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e, consequentemente, fixada a sua retribuição em € 365,00; 2) Reconhecida a ilicitude da ordem de transferência do local de trabalho que lhe foi dada, por manifesta ausência de fundamentação da mesma; 3) Reconhecida a nulidade da cláusula  do respetivo contrato de trabalho; 4) Reconhecido que o trabalhador desobedeceu legitimamente a uma ordem ilícita da empregadora e, como tal, não faltou injustificadamente ao serviço; 5) Por via disso, reconhecido que o trabalhador foi ilicitamente despedido pela empregadora, por ausência de justa causa, e, em consequência, seja esta condenada: a) No pagamento das retribuições que o trabalhador deixou de auferir, desde a data do despedimento – 11/10/2017 – até ao trânsito em julgado da decisão do tribunal, à razão de € 466,64; b) Caso opte pela reintegração, no pagamento de € 250,00 por cada dia de atraso na sua reintegração, a título de sanção pecuniária compulsória; ) No pagamento de indemnização por danos não patrimoniais sofridos, no valor não inferior a € 500,00; ) No pagamento de juros legais desde a data dos respetivos vencimentos e até efetivo e integral pagamento.