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Verificando-se o incumprimentos do contrato de abertura de crédito em conta corrente caucionada enquanto financiamento de curto prazo depois de 20 de janeiro de 2012, as garantias a acionar já seriam as prestadas em sede do contrato interbancário celebrado nessa dará e não a prestada em 1993m substituída em 2006 livrança, só assim se entende o teor da clausula vigésima quinta do documento complementar, ao excluir os avales prestados pelos ex-acionistas nos contratos vigentes, abrangidos pela amortização integral operada pelo referido mutuo concedido.” JJ) E como doutamente os Venerandos Juízes Desembargadores do Tribunal ad quem decidiram: "Com efeito, com a celebração do contrato de mútuo sindicado, onde consta uma cláusula, mais concretamente a vigésima quinta, em que se acorda que as mutuarias, na qual de inclui a sociedade subscritora da livrança exequenda, e os accionistas se obrigam a praticar todos os actos necessários para que, relativamente a cada um dos bancos, os avales prestados para garantir o cumprimento das obrigações de cada uma das mutuarias nos termos dos contratos vigentes celebrados com esse banco onde se incluiu o contrato subjacente à livrança dada a execução) se mantenham, com excepção dos prestados pelos ex-accionistas das sociedades avalizadas cria no recorrente aquela confiança de que eram suficientes as garantias prestadas no âmbito do novo contrato e depois lhe exige coactivamente a realização da prestação pecuniária incorporada na livrança, agindo em venire contra factum proprium, e assim de forma abusiva.