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Alíneas,, e não provadas, com a redação seguinte: ") que o marido da autora fosse motorista de pesados e devido à profissão que exerce, não tivesse horário fixo de fim de turno, estando frequentemente em percursos longe de casa; ) que fosse a Autora quem acudisse sempre que o seu filho necessitasse de algo ou fosse solicitada a sua presença em relação a questões com ele relacionadas, em termos escolares, de saúde e pessoais; e) que fosse a Autora quem acautelasse as refeições, o tratamento das roupas e de todas as questões domésticas, exatamente porque o horário e a proximidade de casa assim o possibilitassem, mas também porque a profissão do seu marido o impedia de ser este a suprir tais necessidades; f) e que tal fosse uma dinâmica inalterada há 13 anos;” Quanto ao conteúdo das transcritas alíneas, consideradas não provadas, defende a Recorrente, assim nas suas conclusões 2 a 3, que se deverá atender às suas declarações de parte – na consideração de que se trata de factos de índole pessoal e que, diz, "somente a parte tem conhecimento e, por isso, nessa medida, independentemente de inexistir outro meio de prova suscetível de confirmar tais factos, o Tribunal deve, de forma crítica, analisar as declarações prestadas e considerá-las para efeitos de prova de factos”.