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Ora, se todos os aspectos desenvolvidos no ponto  foram bem elucidativos, quanto à simulação das diversas operações, registadas ao longo da cadeia pelos "sujeitos passivos" aí indicados, fica, aqui, demonstrada a conivência e o conluio existente entre a O................ e a E................ É do conhecimento do sujeito passivo sob análise:  quem são os responsáveis e os interlocutores da E...............,  que exercem actividade em Espanha e não em Portugal,  que a E............... não possui qualquer estrutura em Portugal,  que os pagamentos são efectuados para contas bancárias da E............... domiciliadas em Espanha, pelo que é, por mais evidente que, mesmo que a O................ desconhecesse, a título hipotético, a génese fraudulenta do circuito, saberia, por decerto que a E............... não reúne a estrutura adequada para o exercício de uma actividade comercial como esta, que envolve um volume de negócios de cerca de € 10000 De igual modo, não colhe a afirmação do responsável pela O................ que desconhecia a origem da mercadoria, pois pelo menos da W............ era forçoso terem conhecimento, em resultado dos dados constantes nos CMR's e nos documentos de transporte.