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É essa a doutrina que resulta de Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo de 14/04/2003, assim: "... o contrato-promessa, por si só, não transmite a posse ao promitente comprador e se, em virtude de tal contrato ...” ainda que o imóvel prometido lhe seja "... entregue, antes da celebração do contrato definitivo, adquire aquele o corpus mas não o animus possidendi, ficando, por isso, na situação de mero detentor ou possuidor precário ...” ou seja "... um detentor ou possuidor em nome alheio ou seja em nome do proprietário que lhe prometeu vender a coisa continuando esta na posse deste através do promitente comprador pois que são realidades diversas a posse e a ocupação ou detenção ...” .