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Civil que, ao conceder ao juiz da causa a liberdade de apreciar as provas segundo a sua prudente convicção, o que lhe concede é uma liberdade para a objectividade e não para a mera subjectividade;  Objectivamente apreciada a prova, está bom de concluir e concluir com segurança que o aqui Recorrido, ao depor como depôs no processo em que o Recorrente foi réu, faltou conscientemente à verdade por bem saber que no momento da subscrição das obrigações não podia ter dito e de certeza não disse ao cliente que podia subscrever as obrigações tranquilo por aquele produto financeiro ser tão seguro como um depósito a prazo; Assim,  Não tendo o Recorrido dito ao cliente aquando da subscrição das obrigações da Telecomunicações ... em 2012 que estas eram de capital tão garantido como se se tratasse de um depósito a prazo – não o tendo dito, necessariamente que faltou conscientemente à verdade quando, na audiência final da acção intentada por aquele cliente contra o Banco, afirmou o contrário, acusando o Banco de, por seu intermédio, ter violado o dever de informação em que estava constituído;  Reapreciado o julgamento da matéria de facto temos que devem ser dados como provados os seguintes factos: a. Que não são verdadeiros os factos que o Tribunal deu como provados e que constam dos Pontos 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11 do elenco constante da sentença da Primeira Instância e do Acórdão da Relação de Guimarães sobre ela proferido.