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1 Na sequência dos factos acima enunciados a CPCJP de Lisboa Centro, em reunião da Comissão restrita de 18 de Janeiro de 2017 deliberou o arquivamento do processo e a sua remessa ao Ministério Público por "não obstante o esgotamento do prazo máximo de duração da medida, é ainda admissível a aplicação de nova medida de promoção e protecção, destinando-se a mesma a promover uma alteração no meio e modo de vida da criança, através do estabelecimento de um novo plano de acção a incidir necessariamente na progenitora uma vez que podemos concluir que nos 18 meses antecedentes o que ocorreu foi a falência da medida anteriormente aplicada, nomeadamente por inadequação, inércia, desajustamento 2 A menor foi acolhida em 002017 na instituição de acolhimento "A Nossa Casa”, sendo-lhe aplicada a titulo cautelar e provisório a medida de acolhimento residencial.