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...0, descrito sob o n. .../20060505, da referida freguesia e concelho;   Por isso,  3 Haverá que conceder que a invocada ocupação do prédio rústico do Autor não obedeceu ao requisito formal de escritura pública ou venda judicial, pelo que a posse que passou a ser exercida pelos Réus sobre esse imóvel terá necessariamente de considerar-se uma posse não titulada, pois que lhe falta o requisito formal para que o referido contrato de compra e venda se pudesse considerar válido;  E, assim,  3 Só a partir de Setembro de 2014 é que os Réus alegada e hipoteticamente poderiam ter passado a possuir o prédio rústico do Autor, e sobre o qual pretendem ver reconhecido o seu direito de propriedade, o que não constitui hiato temporal suficiente para lhes permitir usucapir;  3 Se a transmissão da posse do Autor para os antecessores F. A. e A.