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Sem prescindir, e caso assim não se entenda, ) Quanto à decisão da matéria de facto provada do ponto 19 da decisão recorrida, julgar-se a mesma não provada; ) Quanto à decisão da matéria de facto não provada dos artigos 6, 7, 10,,,, e, da Oposição, julgar-se a mesma provada; ) Ordenando-se o levantamento do arresto decretado sobre as ações da Recorrente representativas de 100% do capital social da sociedade, Construções e Compra e Venda de Imóveis, S.A., por violação do n. 1 do artigo 39, do n. 1 do artigo 39 do CPC, do artigo 61 do Código Civil e dos artigos 24, n. 1, 2 e 3 e 24, n. 6, do Código das Sociedades Comerciais.” Na sua resposta às alegações da Recorrente o Recorrido invocou o seguinte:   "– Questão Prévia – Da inadmissibilidade do pedido principal e do pedido subsidiário 1- No final do recurso interposto e a que agora se responde, vem a Recorrente pedir que seja ordenado o levantamento do arresto decretado nos autos em 012019 "por violação do artigo 11, n. 1, da Lei n. 62/2013, de 26 de Agosto”, alegando a Recorrente que o arresto foi decretado "por um Tribunal que não tinha competência, não podendo o mesmo manter-se”.