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e tomando-se em consideração os factos e as condições pessoais e sociais da arguida cls., não se deteta que na determinação da pena parcelar de 2 anos e 3 três) meses de prisão, relativa ao crime de abuso sexual de criança, previsto e punido pelo artigo 171, n 1 do Código Penal, factos 149,150,211,231 e, perpetrado na vítima JP, a mesma se mostre excessiva por desadequada ou desproporcionada, nem bem assim, a pena de 1 ano e 8 meses de prisão, que lhe foi aplicada pela prática do crime de abuso sexual de criança, previsto e punido pelo artigo 171, n 1 do Código Penal, factos 190, 240 e) perpetrado na vítima PP, resultando, antes que estas penas se mostram ajustadas.