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e, então, se pretendesse vingar-se do que quer que fosse, ou estivesse a agir de má-fé, como sustentaram os arguidos, teria «levantado a questão" logo após a venda, o que não aconteceu, pois só aquando da inspecção confrontou os arguidos com a quilometragem, o que constitui um dado no sentido da espontaneidade do assistente e da veracidade da sua versão sendo certo que os arguidos também referiram que o assistente colocou o veiculo em reparação, a coberto da garantia, após a sua aquisição, sem que a questão da quilometragem tenha sido; outrossim, é estranho que aquando da venda do veículo ao assistente os arguidos não tenham entregue o "papel" da inspecção, mas apenas a vinheta respectiva, conjugado com a circunstância de terem emitido a declaração de venda e autorização de circulação fls., mencionando "tudo" no que ao veículo diz respeito, omitindo precisamente a quilometragem que o mesmo deveria ostentar; de considerar ainda que a factura de suposta aquisição pelos arguidos de um quadrante de substituição fls.