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Perante esta factualidade, sempre se diga que, a considerar-se a relação existente entre a Ré e a Formadora como de trabalho subordinado – o que, repete-se, não se concede e apenas por dever de patrocínio se equaciona –estamos na presença de vários contratos de trabalho, tantos quantos os anos lectivos em que a Formadora prestou serviços a favor da Ré, sendo liminar que cada um dos contratos se extinguiu em Julho do ano subsequente, deixando de produzir quaisquer efeitos jurídicos, razão pela qual, para efeitos de antiguidade, apenas poderá ser considerada a existência da última relação jurídica constituída, a saber a constituída em Setembro de 201 Mesmo que assim não se entenda, então é manifesto que seria imperativo que fosse demonstrado para cada um dos referidos contratos vigentes durante cada ano a existência de indícios e da factualidade tendente à qualificação da relação jurídica como contrato de trabalho em cada um deles, e não tendo em consideração a relação jurídica "como um todo”, como se fosse una apenas, o que não ocorreu nos presentes autos, razão pela qual – no limite – apenas se poderá reconhecer a existência de um contrato de trabalho a partir de Setembro de 201  FACE AO SUPRA EXPOSTO, é notório que o Tribunal a quo não fez a melhor interpretação do Direito aplicável, violando, entre outros, os artigos 21, 23, 40, 115 e 115 do Código Civil, os artigos 1 e 1 do Código do Trabalho, e ainda os artigos 1, 2/1, 2/1, 4, 5/2, 6/1, 6/1 e 8/1 da Constituição da República Portuguesa.» O A. apresentou resposta ao recurso, pugnando pela sua improcedência.