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–Face ao exposto, há que concluir que mal andou o Tribunal a quo ao julgar a comunicação melhor identificada no facto provado 53 como uma verdadeira interpelação admonitória, para todos os efeitos legais, devendo por isso este douto Tribunal ad quem revogar aquela decisão e substituí-la por outra que julgue aquela comunicação como uma simples interpelação, reconhecendo a ineficácia da resolução que se lhe seguiu e, bem assim, a manutenção do contrato de locação financeira imobiliária n. 1041 –Compulsada a Sentença recorrida, verifica-se que a questão do abuso de direito nem sequer foi abordada pelo douto Tribunal a quo, o que, sem, mais, vicia esta Decisão de nulidade por omissão de pronuncia, nos termos e para os efeitos do artigo 61, n. 1, al.