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)conclui o apelante: a) Vem o recurso interposto do Despacho judicial de 10 de Março de 2020, segundo o qual o Tribunal a quo entendeu fixar a título de remuneração variável ao ora Apelante a quantia 000,00€; b) Bem como indeferir o pedido do Apelante em que lhe fosse pago a quantia de 204,00€ a titulo de provisão de despesas; ) Sucede que o Tribunal a quo não indicou as razões de facto e de direito que conduziram o julgador, num raciocínio lógico, a decidir em determinado sentido; ) O Tribunal a quo não logrou justificar qual a razão de, sem mais, desconsiderar o reconhecimento e pagamento da remuneração variável, tal como foi peticionado, ou até, em valores diferentes, simplesmente porque não houve qualquer pronuncia a esse respeito; e) Por outro lado, também, o Tribunal a quo não justificou o raciocínio lógico que subjaz à fixação da importância de 000,00€, como remuneração variável, que deverá ser reconhecida e atribuída no exercício das suas funções de Administrador Judicial Provisório: f) Pelo que existindo total falta de fundamentação no despacho recorrido, o mesmo é, por força da falta dessa fundamentação, nulo nos termos dos artigos 613 e 615 do CPC; g) Não obstante, e por cautela de patrocínio sempre cumprirá dizer o seguinte: h) O art.