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66 do Código de Processo Civil revisto; j) Decorre da prova produzida – e com recurso a presunção judicial consentida ao Venerando Tribunal a quo – que a ora recorrente não tem qualquer interesse na marca "A Fábrica dos Chapéus by Gi Calhau”, que não usa, nem nunca usou, cujo registo foi feito apenas para que o aqui recorrido não continue a utilizar a denominação genérica "A Fábrica dos Chapéus”, com que assinala, há mais de 10 anos, os produtos do seu comércio e do seu fabrico; k) O que está em causa nesta acção não são os factos, incontroversos, de o registo da marca nacional n. 585533, "A Fábrica dos Chapéus by Gi Calhau” ter sido requerido pela aqui recorrente em 14 de Fevereiro de 2017, de ele ter sido deferido em 28 de Março de 2018 e estar averbado em nome dela, mas o abuso do direito de que enferma o pedido de tal registo, pelo que as conclusõesda petição de revista são despropositadas, quando inseridas no contexto em que o foram; ) n) Não está também em causa a "prioridade do registo” convocada pela recorrente, no confronto com outra que não identifica, mas saber se tal registo deverá ser mantido o) O abuso do direito não se reconduz ao venire contra factum proprium, que é apenas uma das formas em que ele pode manifestar-se exteriormente, ao contrário do que a recorrente dá notícia de ser o seu entendimento; p) No caso dos autos, como o douto acórdão recorrido bem consigna na sua pág.