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Salvo o devido respeito, o haxixe vinha acondicionado aos pés do passageiro e debaixo do seu assento de passageiro dianteiro, como resulta do teor do auto de noticia, ou seja, o haxixe não se encontrava acondicionado em vários recantos do interior da viatura automóvel como resulta do despacho recorrido, o que resulta do auto de noticia é que o haxixe estava todo acondicionado e concentrado na proximidade mais recôndita da pessoa do passageiro   Note-se que não foi sequer ouvido nos presentes autos nem como arguido, nem como testemunha, o que não deixa de levantar dúvidas, é que à luz cja normalidade, não percebe como é que se constata os lugares onde o condutor e os passageiros vinham a circular no interior da referida viatura, como é efeito no auto de noticia, e quando se constata que o produto estupefaciente está todo debaixo dos pés do passageiro e debaixo do assento do mesmo, não procede à tentativa de compreender o que é que a pessoa que circula mais próxima de todo o produto estupefaciente não é inquirida, nem constituída arguida.