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Nem pode também ser declarada sem efeito a intervenção do primeiro mandatário, antes se aproveitando toda a sua atividade, que foi exercida em nome e representação dos Réus.»  A orientação subjacente a este acórdão foi retomada no acórdão Tribunal da Relação do Porto de 7 de outubro de 2010, proferido no processo n. 1242-/199P1, igualmente disponível nas Bases de Dados Jurídicas da DGSI, em que se referiu: «Tendo o réu constituído como mandatário, juntando procuração forense ao processo, um Advogado com inscrição suspensa na Ordem dos Advogados, não há, por este motivo, naturalmente, falta, insuficiência ou irregularidade da procuração, mas sim falta de constituição de advogado, isto é, falta de mandato, prevista no art.