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Por volta das 23h15 veio a ser contactada da parte do hospital, tendo então sido informada de que o seu filho tivera uma paragem cardio-respiratória, sendo que nessa mesma noite foi transferido para o hospital pediátrico de Coimbra, onde veio a falecer três dias depois.---  A arguida quis prestar declarações, confirmando ter contactado com o  ..  no dia em causa, no hospital, por mais do que uma vez, relatando que o observou pelo menos três vezes, e descrevendo quais os actos por si praticados e qual o diagnóstico por si traçado, considerando nomeadamente as análises que mandou fazer, os sintomas manifestados e as queixas apresentadas pelo menor  .. , tendo concluído que se estaria perante um quadro de síndrome gripal, tendo nomeadamente em conta a altura do ano em que se encontravam – mês de Janeiro – e o número elevado de casos de vírus de gripe que se contam nesta altura do ano, em especial entre as crianças, nada fazendo prever o desfecho dramático daquela situação.---  A testemunha  H... , enfermeiro que esteve de vigilância na UICD no dia 202013, no período em que o  ..  ali ficou para observação, das 18h30 em diante, esclareceu que a sua função se prendia com a observação dos pacientes, a fim de verificar se há algum melhoramento ou agravamento do seu estado de saúde, e, caso seja necessário a intervenção do médico, reportar imediatamente a situação, sendo que só nesses casos os pacientes são transferidos para a enfermaria.