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do E.), sendo indicio suficiente disso estar-se sentado no lugar de condutor parece linear, o que no caso sequer tal hipótese se coloca, já que o julgador não ficou com quaisquer dúvidas razoáveis de que o arguido, de facto, previamente havia encetado condução nos termos supra apurados a e até humilhado pela GNR, a qual teve o cuidado de chamar socorro via 112, quando o arguido demonstrou passar mal; percepção esta ainda estribada, ao nível da apreensão da sua personalidade, pelos seus antecedentes criminais, pela prática de crimes de desobediência e por uma pena acessória ter sido declarada extinta, por prescrição enfim, bem revelador da personalidade desviante e irresponsável do arguido.