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1 Entende o recorrente que a pena "é desadequada e desproporcional”, porque fixada em violação dos artigos 4, e 7, n. 2, do Código Penal, que na determinação da medida da pena não foi levado a cabo "nenhum juízo relativo à medição de um grau” de culpa, que se limitou à valoração de "um vago ‘elevado grau de ilicitude do facto’ com base nas mesmas circunstâncias tidas em conta para a agravação do tipo base de homicídio”, que foram ignoradas as "finalidades preventivas que subjazem à aplicação de qualquer pena”, que foi ignorado "o princípio da culpa” e que não foram ponderadas "as circunstâncias concretas que, não fazendo parte do tipo de crime, depõem a favor ou contra o agente” supra,.