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: – A Administração do Condomínio do prédio urbano em causa adjudicou à  R., B, todos os trabalhos de construção a executar no terraço referido, nos quais se incluíam, entre outros, os trabalhos de remoção e substituição da tela que o isolava; –  Em dia não apurado da semana de 102018 a 102018 o Sr. Vítor ....., gerente da  R., contactou o gerente da  R., Paulo ....., informando que iria começar a realização da empreitada na semana seguinte, começando pela demolição do pavimento do terraço, e que pretendia que esta procedesse à aplicação de uma tela betuminosa na laje do terraço; –  A  R. pediu que fosse avisada com alguma antecedência sobre a finalização dos trabalhos de demolição e remoção do mosaico, betonilha e tela antiga, retirada do entulho e limpeza do terraço para poder programar as suas equipas de trabalho, sem que tenha sido acordado o dia concreto para a execução da colocação da tela, sendo que foi avisada no dia 19 para entrar no dia 20 de Junho de 2018, tendo informado a 1 ré que previa iniciar os trabalhos no final da manhã desse dia; –  As previsões meteorológicas para o dia 102018 apontavam já para condições favoráveis para a ocorrência de aguaceiros e trovoada, do que a 2 ré alertou a 1 ré, que afirmou que tomaria as medidas necessárias se tal se verificasse; –  A 1 ré não deu à 2 quaisquer outras instruções ou orientações que não fossem a de colocar a "nova tela”; –  Quando chegaram ao local, os funcionários da 2 ré constataram que a  R. não tinha instalado/montado os meios adequados para a elevação dos materiais e não tinha procedido a uma perfeita limpeza do material que tinha de ser extraído betonilha e do terraço, para além de existirem zonas com excesso de picagem sem regularização com argamassa, o que foi transmitido ao gerente da 1 ré, e veio a ser executado pela 2 ré; –  Entre as 16 h e as 17 h, quando a  R. estava já a colocar a nova tela, começou a chover, o que impediu o prosseguimento dos trabalhos; –  Os funcionários da  R. ainda tentaram vedar/tapar os ralos existentes no terraço com pedaços de tela e aguardaram que chegasse alguém da 1 ré, o que não sucedeu; –  Face à previsão meteorológica, a 1 ré não deveria ter retirado a tela de impermeabilização durante a tarde do dia 19-06-2018, sendo ela que deveria ter tomado todas as medidas necessárias para minimizar os efeitos da chuva que se perspectivava poder cair a partir dos dias 106 e 202018, não tendo existido culpa da 2 ré na produção dos danos ocorridos, sendo que o dever de vigilância e guarda sobre o local da obra incumbia à  R..  Simultaneamente, a ré  deduziu incidente de intervenção principal provocada do condomínio/dono da obra alegando ter sido este, conjuntamente com a sociedade B, a escolher e determinar a data concreta para o início da empreitada geral de impermeabilização do terraço, sendo responsável, enquanto dono da obra, por todos os danos causados a terceiros dela decorrentes.