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Em rigor não se trata de vícios substancialmente diversos, mas apenas três perspectivas diferentes para qualificar uma situação transversal a todas estas críticas, concretamente o menosprezo, no acto impugnado e no acórdão do TAF, da relevância jurídica da alegada transposição para Bloco do contrato celebrado entre a LIPOR e a «Hidroprojecto», em 1997, de serviços que não teriam introduzido qualquer inovação relativamente ao anterior contrato entre as mesmas entidades, celebrado em 198 Sob este ou aquele nomen juris, tudo converge na pretensa "ilegalidade da decisão do Recorrido através da qual a Recorrente foi obrigada a proceder à devolução do montante de € 604,552,65, quantia que corresponde à comparticipação pública de um conjunto de serviços objeto de um contrato celebrado pela Recorrente e pela Hidroprojecto em 1997, relativos ao reforço dos serviços de fiscalização objeto de um contrato celebrado no ano de 1989 e incluídos no objeto.” – cfr.