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Recebidos os embargos, contestou a exequente pugnando pela sua improcedência e sustentando, nomeadamente que o embargante foi gerente da sociedade executada desde 11-12-2011 até 28-05-2012, pelo que pelo menos relativamente a esse período não pode invocar alheamento relativamente à gestão da mesma sociedade; que a carta a que o embargante se refere foi enviada para a morada constante do contrato de abertura de crédito que consubstancia o título dado à execução; que só por lapso foi junta cópia do contrato sem a assinatura da embargada, mas que esta assinou o contrato; e que relativamente a juros de mora assiste razão ao embargante, pelo que a quantia exequenda deve ser reduzida para € 3171,2 Realizada audiência prévia, na qual ambas as partes declararam "nada ter a opor ao imediato conhecimento do mérito” da causa, foi proferido despacho saneador-sentença com o seguinte dispositivo: "julgo os presentes embargos de executado improcedentes e, em consequência, determino que a execução prossiga os seus ulteriores e regulares termos contra o executado embargante, sendo a quantia exequenda reduzida a € 3171,28 acrescida do demais petitório de juros.” Inconformado com tal decisão, veio o executado e ora embargante dela interpor o presente recurso de apelação, cuja motivação sintetizou nas seguintes conclusões: ■ Da ausência de título executivo: 1) Nos termos da cláusula 27a do contrato de abertura de crédito que a Recorrida deu à execução, "21 - O presente contrato considera-se perfeito quando contiver as assinaturas de todos os contratantes”.