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E, deste ponto de vista, não pode deixar de dar-se razão à concepção vazada no CP, aliás continuadora da tradição doutrinal portuguesa segundo a qual substituir a execução de uma pena de prisão traduz-se sempre em aplicar, na vez desta, uma outra pena» Direito Penal Português – As consequências jurídicas do crime, Aequitas-Editorial Notícias, 1993, p..  O mesmo autor, definindo a suspensão da execução da pena de prisão como "a mais importante das penas de substituição” e estas são, genericamente, as que podem substituir qualquer das penas principais concretamente, chama a atenção para o facto de, segundo o entendimento dominante na doutrina portuguesa, as penas de substituição constituírem verdadeiras penas autónomas cfr.