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436, n1 do, seja dirigida a ambos os segurados, não bastando que a declaração de resolução seja dirigida a um dos cônjuges segurados para que o outro cônjuge se considere automaticamente notificado Daí que, aceitando como certa esta jurisprudência e ante a prova de que, apesar da ré ter escrito ao falecido marido da autora duas cartas registadas em 12 de março de 2015, sendo uma relativa à adesão número 865 e outra relativa à adesão número 860, comunicando que estavam em dívida, nessa data, prémios, respetivamente, no valor de € 1 531,96 e de € 111,43, e que procederia à anulação dessas adesões, respetivamente, em 11 de abril de 2015 e em 6 de maio de 2015, se, até essas datas, os referidos prémios não fossem pagos, e de, naquela mesma data, a ré ter dirigido à Caixa Geral de Depósitos uma carta, informando da falta de pagamento e da anulação das adesões dos autos se, até às referida datas de 11 de abril e de 6 de maio de 2015, os prémios não viessem a ser pagos  factos dados como provados nos ns 26, 27 e, «Até dia 9 de agosto de 2015, a Autora jamais recebeu qualquer comunicação da Ré a si dirigida a informar da existência de dívidas de prémios em atraso, nem qualquer comunicação a si dirigida sobre a resolução do contrato de seguro» factos dados como provados no n, a sentença do Tribunal de 1 instância tivesse considerado que a declaração de resolução do contrato de seguro do ramo vida não operou, mantendo-se este contrato válido e em vigor, porquanto, sendo a resolução do contrato um meio de extinção do vínculo contratual por declaração unilateral de uma das partes, deve a mesma ter como destinatários todos os intervenientes no contrato de seguro de grupo.