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10 a 12, encontra-se inserida uma cláusula de confissão de dívida, em que o apelado marido confessa-se devedor perante o apelante da quantia de 19000,00 euros; uma cláusula de dação em cumprimento, em que apelante e apelado marido acordaram na extinção daquela dívida, mediante a transferência do direito de propriedade que o último detinha sobre o prédio, que constitua a casa de morada de família do seu agregado familiar, para o apelante, mediante autorização da apelada mulher; uma cláusula a retro, em que apelante e apelados marido e acordaram ficar conferido ao apelado marido, até 28/08/2023 reduzido para 10/08/2021), o direito potestativo a resolver aquela dação em cumprimento; e uma cláusula típica do contrato de comodato, em que o apelante concedeu aos apelados o direito a continuar a residir, nesse prédio, até ao referido dia 28/08/202 É indiscutível que ao introduzirem aquelas cláusulas na referida escritura, que são típicas de diversos contratos nominados previsto pelo legislador, não foi propósito das partes celebrarem entre si diversos contratos, nomeadamente, tantos contratos como aqueles a que corresponde cada um dos contratos nominados a que subsumem cada uma das enunciadas cláusulas.