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Nesta linha de pensamento, veja-se o acórdão da Relação de Lisboa de 29-04-2014, no processo n. 1522/16TBSXL-A.L1-7, disponível em www.dgsi.pt, como se alcança da seguinte passagem do respetivo sumário: "- Não obstante qualificado como incidente de oposição à penhora enquadrado nos artigos 784 e 785 do Novo Código de Processo Civil, o requerimento em causa mais não é do que uma mera arguição de nulidade, subsumível à previsão do n1 do artigo 195 do mesmo diploma, de resto invocado pelo próprio requerente; - Com efeito, nada do que o executado refere corresponde, mesmo remotamente, a qualquer dos fundamentos de oposição à penhora previstos no n1 do artigo 784 do CPC aludido pelo executado; - Assim sendo, relevaremos o despacho a indeferir a oposição à penhora como indeferimento da arguição sobre a nulidade;”.