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Ora, dando como não provado que tal quantia se deveu a erro de processamento, e dando como provado que a referida quantia de € 378 trezentos e setenta oito, lhe foi paga desde dezembro de 2012 e até final do contrato, a título de isenção de horário de trabalho, e se a recorrente não fez qualquer prova quanto ao porquê do pagamento, na sua versão indevido, pelo aviso prévio, não ocorre a invocada nulidade da douta sentença, por omissão de pronúncia, Quanto à impugnação da matéria de facto ) A prova produzida, nomeadamente os recibos de vencimento, impunham a decisão que foi tomada, que não merece qualquer reparo, pelo que deve ser mantida, Improcedendo o recurso, deve ser confirmada a sentença.