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123 verso a; 25- A autora perspectivava um contrato de arrendamento a um mais longo prazo, como acima referido, sendo que não outorgaria o trespasse caso o arrendamento se prolongasse por apenas mais dois anos.Factos não provados Não se provou que: 1- Que as rés, por si mesmas ou conluiadas entre si, tenham ocultado da autora a troca de correspondência com os senhorios do imóvel, fazendo-lhe crer que o contrato de arrendamento era dos antigos, quase que vitalício, que não poderia transitar para o NRAU, bem como que os senhorios não tivessem autorizado a exploração comercial do local; 2- Que a autora tenha perdido a quantia líquida de 44987,91€, em consequência de factos que lhe foram ocultados pelas co-Rés no citado negócio; 3- Que o contrato de arrendamento e negócio ali exercido agora pela autora, venha a cessar tenha durante o ano de 2020; 4- Que tenha sido ocultado à autora que o Alojamento Local não estivesse autorizado pelo Senhorio, ou que não se tivesse concluído o processo de registo junto da Câmara Municipal , que o sistema contra incêndios não estivesse em funcionamento e/ou implementado; 5- Que, quando das negociações e outorga do trespasse, o contrato de arrendamento já houvesse sido transferido para o NRAU, e fixado o prazo de términus do mesmo para o dia 30 de Novembro de 201O DIREITO Como supra se referiu a primeira questão que importa apreciar e decidir consiste em: a)-saber se a decisão recorrida padece da nulidade que lhe vem assacada pela recorrente.