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155 n. 4 do Código de Processo, nenhuma das partes arguiu tal nulidade processual, estando o vício em causa, sanado, e, como vimos não teve influência na decisão do litígio, uma vez que o concreto excerto do depoimento da testemunha FF indicado como justificador da alteração da matéria de facto, embora percetível, não foi apto à alteração da decisão de facto, tendo o Tribunal recorrido sufragado integralmente a convicção da 1 Instância quanto ao facto impugnado   Decorre, assim, do enquadramento jurídico enunciado que pretendendo o Recorrente/Réu/BB a reapreciação de matéria de facto, invocando, em sede de revista, a deficiência parcial da gravação, nada o impediu, em sede de apelação, de dar cumprimento às disposições legais aplicáveis, não estando, pois, impedido de exercer o seu direito de recurso sobre a matéria de facto, e, bem, assim, como vimos de discretear, não ficou o Tribunal da Relação impedido de proceder à reapreciação da matéria de facto impugnada, donde se colhe que a deficiência de parte da gravação da prova não constitui nulidade processual nos termos definidos pelo art.