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4 e 6 da PI a impugnante identificou seis erros de quantificação, bastando o reconhecimento de um deles para proceder a errónea quantificação: -Apuramento dos designados "processos a zero”, que representam 25% do excesso de quantificação; -A quantificação dos "processos zero”, assentou nos valores médios por refeição, que estão errados; - A quantificação dos designados "processos maiores que zero” é excessiva por não levar em consideração parte das refeições servidas no restaurante de Viana, que estima em 95% de pratos económicos cujo o preço ronda o €6; -A quantificação dos designados "processos em falta” baseou-se nos valores médios por refeição baseou-se em valores de €12,29 e 12,59 quando deveria basear essa quantificação em valores médios indicados pela impugnante de €6,45 e 6,60; -A aplicação da taxa de 32,78% a pretexto de uma alegada evasão fiscal, não tem suporte legal nem está fundamentada; -A quantificação efetuada pela IT está desfasada do lucro real.