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141 – Deixando o referido nos dois pontos anteriores, desde logo porque no presente recurso – como nos restantes, acrescente-se – não está em causa o valor/montante dos créditos reconhecidos, mas apenas a sua qualificação, não tendo aquele primeiro Acórdão Uniformizador n. 4/2014) definido o conceito de consumidor68, as divergências prosseguiram, desde logo quanto a esse concreto aspeto, e veio a ser proferido um novo AUJ, o n. 4/2019, que esclareceu: "Na graduação de créditos em insolvência, apenas tem a qualidade de consumidor, para os efeitos do disposto no Acórdão n. 4 de 2014 do Supremo Tribunal de Justiça, o promitente-comprador que destina o imóvel, objeto de traditio, a uso particular, ou seja, não o compra para revenda nem o afeta a uma atividade profissional ou lucrativa”.