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E, concluindo: "Em suma, através desta reorganização da superestrutura jurídica da empresa passagem da estrutura unissocietária à plurissocietária), decisões fundamentais para a vida e destino da empresa global passarão a estar concentradas exclusivamente nas mãos da administração da sociedade-mãe – que assim se tornará virtualmente no verdadeiro órgão de cúpula para o grupo inteiro –, muito embora em virtude da cadeia de laços financeiros e das normas específicas aplicáveis às relações de grupos nomeadamente, comunicabilidade das perdas e dívidas sociais das filiais á sociedade-mãe), os efeitos dessas mesmas decisões ultrapassem largamente o círculo das próprias sociedades onde forma tomadas, para se repercutirem directamente sobre a própria sociedade-mãe e, por tabela, sobre a posição dos respectivos sócios” p.124).