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O exequente contra-alegou tendo formulado as seguintes conclusões: "A) As cinco questões levantadas pelos recorrentes duas delas não abordadas em sede de, são questões que já foram objeto de decisões jurisprudenciais, que aqui se acompanham: B) No que respeita ao alcance da força de caso julgado formado pelas decisões em 1 instância e em sede de proferidas no processo n. 5119/T8SNT conclusões 1 a 4 das alegações de recurso dos, cita-se o acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 18 de março de 2014 processo n. 556/15TBTMR-A.C1), relevando que, entre o processo n. 5119/T8SNT e o caso dos autos, há três relevantes alterações das circunstâncias, que impedem que se considere a autoridade de caso julgado: - Em primeiro lugar, há uma evidente evolução jurisprudencial a propósito da questão da existência do Condomínio exequente, com a jurisprudência recente, constante e amadurecida, a evidenciar que o primeiro processo foi decidido de forma menos feliz; - Em segundo lugar, há uma alteração da causa de pedir, com uma nova obrigação exequenda, relativa a; - Finalmente, o próprio comportamento dos executados, ora recorrentes, que, imediatamente depois de dezembro de 2013 – data a que se referia a dívida exequenda em discussão na ação n. 5119/T8SNT, se fizeram representar em assembleias gerais de condóminos do Condomínio ora contestante, discutindo e votando diversas questões condominais, conforme documentos juntos com a contestação de embargos. )