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A saber:               Relativamente aos danos patrimoniais: acrescem aos montantes retidos pela AT nos reembolsos de IRS que eram devidos  os valores não considerados em resultado da suspensão dos benefícios fiscais cfr art 20 da nos anos em que houve imposto a pagar, nomeadamente 2008, 2009, 2010 e 2011, o que originou valores de imposto não devido que a autora teve de pagar a mais, em montantes a calcular em execução de sentença acrescidos dos respetivos juros indemnizatórios até efetivo pagamento, e, ainda, as quantias resultantes da cessão dos benefícios fiscais, nomeadamente os referentes a "Encargos com seguros de saúde” e a "IVA suportado – Dedução em IRS de IVA suportado em fatura artigo 6-B)” cfr docs 1 e;               No que respeita aos danos não patrimoniais, os factos vertidos nos artigos 7, 7, 7 e 7 da petição inicial traduziram-se, na prática, numa drástica redução da qualidade de vida e da saúde da autora que viveu efetivos períodos depressivos e de ansiedade geraram, inclusive, a incapacidade temporária para o trabalho e surtiram a necessidade de acompanhamento médico especializado, ao longo deste período no qual a autora se viu confrontada com a pesada máquina da execução fiscal a agir contra si cfr docs 3, 4,.