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1 do Protocolo Adicional , constatou-se acima que, na verdade, nada do que aí vem alegado pela Recorrente difere, em termos relevantes, da alegada invalidade da Medida de Resolução por violação do direito de propriedade privada e do princípio da proporcionalidade por referência ao direito português - que se viu ser improcedente -, por isso que, naturalmente, tais direitos e princípios não diferem, no essencial, nomeadamente, quanto ao âmbito e conteúdo da respectiva protecção, do que se estabelece no direito da União Europeia a esse respeito; ) Além disso, esclareceu-se ser manifestamente errónea a interpretação que a Recorrente faz do Acórdão recorrido e da jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia nele, no sentido de aí se ter reconhecido a aplicabilidade directa do princípio no creditor worse off aos accionistas das instituições de crédito resolvidas durante a vigência do Decreto-Lei n 114-A/2014 ou seja, antes do termo do prazo de transposição da Directiva 2014/59/UE), o que não corresponde: manifestamente à verdade, porque o que o Tribunal a quo decidiu a este respeito foi apenas que, nomeadamente, o facto de o referido princípio não vir consagrado, para os accionistas, no regime nacional aplicável à resolução do B. não significa que, nomeadamente, "no quadro da responsabilidade extracontratual do Estado ... a posição dos accionistas não esteja também incluída no âmbito da protecção da norma, caso existisse alguma degradação da sua posição jurídica por referência ao cenário da liquidação, o que de qualquer forma não vem alegado"; NN) Nem de resto, como se viu, poderia isso ter sido alegado pela Recorrente, já que, tendo e a medida de resolução bancária cabimento num cenário extremo, de incumprimento pela instituição de crédito dos rácios aplicáveis e de incapacidade de, no imediato ou no curto prazo, honrar as suas obrigações cf.