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É que resulta, em resumo, do factos supra alinhados que a  R/mediadora, na execução do contrato de mediação imobiliária celebrado com os  RR e promitentes, induziu os promitentes compradores em erro em violação das alíneas e do art.1/1), na medida em que lhes garantiu e fez crer que se iria lograr no prazo de 90 dias prorrogado depois em mais 90 autonomizar e converter em urbano a metade que os seus clientes tinham sobre um prédio rústico, levando os AA., em função disso, a vincular-se a uma promessa de compra dum bem futuro e a abrir mão do montante de € 1000,00 de sinal e princípio de pagamento; indução em erro bem patente na circunstância de não estarem provadas nos autos, quer no prazo inicial de 90 dias, quer nos 90 dias da prorrogação, quaisquer diligências tendo em vista autonomizar a metade que os clientes tinham sobre o prédio rústico o qual, aliás, embora agora já autonomizado, ainda se mantém como rústico) e o que, só por si, é bem revelador do modo como, no âmbito da execução do contrato de mediação imobiliária, a  R. desprezou o cumprimento do que havia garantido aos AA.