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Assim, em face do exposto, resultando dos autos que a requerente agiu com intenção de falsear a verdade dos factos e de deduzir uma pretensão sem qualquer fundamento, julgamos haver fundamento legal para a condenar como litigante de má-fé.’ Insurge-se a apelante contra o assim decidido argumentando não resultar dos autos ter actuado com intenção de falsear a verdade dos factos e/ou deduzir pretensão sem fundamento, sublinhando que logo no seu requerimento inicial deu nota o que renovou no articulado que apresentou no cumprimento do contraditório quanto ao pedido da sua condenação como litigante de má fé) de que o conhecimento dos factos que alegava como fundamento da pretensão assentava no relato de terceiros por impedimento do contacto directo com a requerida, promovido pela pessoa aos cuidados de quem se encontra - irmã da requerente/filha da e ainda em informação clínica logo junta aos donde resultava padecer a requerida de episódios de descontrolo emocional, comportamentos distruptivos, crises ansiosas com interna activação neurovegetativa e episódios conversivos.