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Nas relações entre accionista, governo e gestores os deveres de diligência são obviamente assimétricos pelas razões já antes explicadas supra n.. Conclui-se assim que é abusiva a invocação pela Demandante de falta de convenção arbitral escrita que abranja os litígios emergentes da relação de administração no triénio de 2009-2011, por exceder manifestamente os limites impostos pela boa fé artigo 33 do Código, improcedendo a correspondente excepção de incompetência deste Tribunal Arbitral.» Entende a impugnante que na sua decisão o tribunal arbitral não fez a distinção entre convenção arbitral e o contrato de gestão, sendo que, se se poderá admitir que este não tem necessariamente de assumir a forma escrita, já a convenção arbitral terá necessariamente de a ter.