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No quadro dos descritos comportamentos, o arguido actuou da forma que a seguir se descrimina:  - numa ocasião, em data não concretamente apurada, exigiu ao seu filho menor, , que agarrasse o seu pénis erecto e que fizesse com as mãos movimentos ascendentes e descendentes;  - numa outra, também em data não apurada e junto a um tractor existente no Monte, inseriu o seu pénis erecto do interior do ânus de seu filho menor e, acto contínuo, começou a fazer com o seu corpo movimentos oscilantes característicos da relação sexual;  - numa terceira ocasião, no interior da residência e desta feita na companhia da mãe do menor que obrigou o menor a lamber-lhe a vagina, inseriu o pénis erecto no ânus de seu filho e fez com o corpo movimentos oscilantes característicos da relação sexual;  - numa quarta ocasião, igualmente em data não apurada, junto ao galinheiro do Monte onde habitavam, voltou a inserir o pénis erecto no ânus de seu filho menor, , fazendo com o corpo movimentos oscilantes característicos da relação sexual;  - numa quinta ocasião, em data não concretamente apurada, no interior da residência, introduziu o pénis erecto na boca do filho menor, , aí o friccionando em movimentos de vai e vem; por fim,  - numa sexta e última ocasião, em data não determinada mas anterior a 8 de Outubro de 2015, no interior da residência, , acompanhado de BB, inseriu o pénis erecto no ânus do filho e fez com o seu corpo movimentos oscilantes característicos da relação sexual, sendo que aquele outro também procedeu da mesma forma.