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8) Não pode, portanto, ser imputada ao recorrido, a quem, na qualidade de credor reclamante, assiste o direito de prosseguir com a execução, a paragem ou a inactividade nos autos pelo período decorrido após o despacho que em 31/10/2017 decretou a suspensão da acção executiva em função da comprovação nos autos da notícia do falecimento do executado  e o despacho que aos 17/09/2018 deferiu o requerimento que o ora recorrido nos autos apresentou via citius aos 02/12/2017 9) Mostra a jurisprudência citada pelo Tribunal a quo que não pode ter acolhimento a tese do recorrente no sentido de que a declaração de deserção da instância executiva se basta com a constatação de que a circunstância de o processo estar parado ou não apresentar qualquer movimento processual durante mais de seis meses, porquanto se impõe que essa circunstância se deva a uma falta de impulso processual que possa ser imputada a negligência das partes 10) Mostram-se, assim, destituídas de fundamento e, sempre, afinal, improcedentes as conclusões formuladas nas alegações do recorrente devendo manter-se o despacho recorrido que nenhum reparo merece.