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12 Simultaneamente, e porque à data em que a ação foi instaurada 30/10/2012) já haviam decorrido os três meses do prazo legalmente previsto no artigo 58 n 2 alínea do CPTA versão para a impugnação de atos administrativos anuláveis, uma vez que a autora foi notificada da identificada decisão da Comissão de Reavaliação de Incapacidade Temporária, que determinou a não subsistência de incapacidade temporária para o trabalho com a consequente cessação do subsídio de doença, em causa nos autos, em 13/05/2011 vide alínea G. do probatório), revelava-se inútil a convolação do processo na forma da ação administrativa especial face à sua extemporaneidade, e por conseguinte, à inelutável verificação da exceção dilatória de caducidade o direito de ação nos termos do artigo 89 n 1 alínea do CPTA versão, obstativa do conhecimento do respetivo mérito.