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Da garantia prestada: Alega o Recorrente que, ao contrário do decidido pelo juiz a quo, a garantia apresentada não é idónea ao abrigo dos ns 1 e 2 do artigo 199 e do 195, do CPPT, ex  n 6 do artigo 120 do CPTA, por não ter dado a sua concordância à hipoteca voluntária prestada, de que só teve conhecimento na providência, e a mesma depender de um evento futuro e incerto - a venda do imóvel com valor suficiente para o pagamento da quantia em referência -, que pode não ocorrer se a habitação se tornar própria e permanente do devedor, nos termos do artigo 244 do CPPT, ou não houver propostas de compra, ou se houver outros credores privilegiados que sejam pagos do valor obtido antes da hipoteca artigos 744, 748 e 751 do ou se for exercido o direito de retenção artigo 754 do -, sendo que, em regra, propõe que a garantia prestada seja bancária.