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Conclui pedindo que seja reconhecida a aplicação da Lei Portuguesa ao caso dos autos e declarada a ilicitude do despedimento de que foi alvo em 29 de maio de 2018, bem como a condenação da Ryanair Limited e da Ré Crewlink: - a reintegrá-lo sem prejuízo da sua categoria e das suas funções à data do despedimento; - a pagar-lhe as retribuições vencidas e vincendas, desde 29 de maio de 2018 e até ao trânsito em julgado da sentença, bem como os subsídios de férias e de Natal desde 2010; - a pagar os juros de mora, à taxa legal de 4%, desde a data de vencimento de cada uma destas prestações e até efetivo e integral pagamento; e - a indemnizá-lo, a título de danos não patrimoniais, na quantia de € 2000,0 A R. apresentou articulado de resposta, no qual invocou a existência de erro na forma de processo, opondo-se à intervenção provocada da Ryanair, contestou a reconvenção, defendendo a sua improcedência e termina pedindo que se reconheça a licitude do despedimento.