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5 – Segundo o Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra acessível em www.dgsi.pt), de 012018, no qual foi relatora a Exm Sr Juiz Desembargadora Maria José Nogueira: "– A circunstância qualificativa do crime de burla prevista na alínea, n 2, do artigo 218 do CP deve ser entendido como a maneira com que o agente logra obter os proveitos indispensáveis à sua vida em comunidade, não sendo absolutamente preciso que se trate de uma ocupação exclusiva ou contínua, podendo até ser intermitente ou esporádica, desde que ela contribua significativamente para o sustento do visado” 6 - O Tribunal a quo subsumiu os factos e qualificou o crime praticado com fundamento nos arts.