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Agente da GNR do Núcleo da Ambiente, não foram sequer respondidas por quem tinha o dever de o fazer;  O- Daí que, o mandatário da arguida, não usando do direito de protesto em acta, para não atrasar o andamento dos autos, requereu, por isso, a junção aos autos dos dois documentos referidos acima, e que constam da ACTA em apreço - o que foi deferido-  P- Ora, foi apenas e tão só no quadro e no contexto das questões técnicas) acabadas de referir, e que integram o puro direito de defesa da arguida, que surgiu o requerimento dos autos e sobre o qual incidiu despacho de condenação em multa de 3 UC's;  Q- Ao invés do entendimento e interpretação do M "Juiz a quo”, - que levou à condenação da arguida em 3 UC's - a arguida e seu mandatário nunca tiveram intenção de usar de "meios ou expedientes dilatórios”, antes pelo contrário, como decorre do acima expendido e que corresponde à inteira e absoluta verdade;  R- Isto é, contribuir para o cabal esclarecimento das questões suscitadas em juízo, e mormente quando se trata de questões de índole técnica e muito específicas não pode, com o devido respeito- ser considerado um expediente "dilatório e que protele injustificadamente o normal andamento do processo.”  S- contribuir para a descoberta da verdade e boa decisão da causa não pode, nem deve, ser confundido com o uso de meios /expedientes dilatórios, sob pena de se estar a subverter a ordem jurídica no seu todo;  T- e a coarctar de forma inusitada e ilegal os meios de defesa dos arguidos em geral, e da arguida em concreto nos presentes autos;  U- Além da violação dos normativos atinentes ao exercício do direito de defesa e do princípio do contaditório, em que se traduziu a condenação ínsita no despacho ora atacado, nomeadamente a violação dos artigos 32 da CRP e 60 e 327 do CPP, entre outros;  - verifica-se uma total desproporcionalidade da decisão tomada em Acta, e de que se recorre, e que aplicou a multa,  W- é que, sem conceder, a meia UC seria mais que suficiente, daí a desproporcionalidade resultante do despacho em crise,  -, e que consubstancia, uma violação manifesta do princípio da proporcionalidade, que impera no direito criminal e no direito am geral; " -  Y- Padece, por isso, a decisão recorrida, entre outros vícios, do vício de insuficiência para a decisão da matéria de facto provada, e de erro notório na apreciação da prova, nos termos do n.. 2 alinea e do artigo 410 do CPP,  Z- No caso concreto, e uma vez que não existiu qualquer intenção de usar os chamados "expedientes dilatórios”, em nosso modesto entendimento, também não existe justificação para a multa aplicada.