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Porém, não contente com o facto de descobrir de quem se tratava, o arguido, arrogando-se o direito de marido enganado que não se reconhece, não se coibiu de entrar contra a vontade de BB, na casa habitada por esta, àquela hora da madrugada, injuriá-la, bater-lhe, persegui-la, partindo-lhe os telemóveis de que a mesma dispunha para evitar que a mesma pudesse pedir ajuda, pouco se importando que a filha menor que o acompanhava visse aquela cena lamentável e que o filho, entregue poucas horas antes e que com certeza já dormia a sono solto, fosse acordado pelos gritos da mãe, ou sequer que os vizinhos se apercebessem do que ali se passava o que acabou, inevitavelmente por suceder.