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Assim que ponderando a duração da mora dois, que no ano de 2018 ano anterior ao da ocorrência do prejuízo a o rendimento médio por quarto para os alojamentos turísticos hotéis, pensões, estalagens, pousadas, motéis, hotéis-apartamentos e aldeamentos turísticos – que não alojamento fora de 47,8€, atendendo a que o estabelecimento da ré tinha nove quartos e que iria iniciar a actividade e por isso que tal início de actividade, em período fora da época alta, não importaria uma taxa de ocupação sequer aproximada da que se verificava então nos hotéis em Lisboa, antes mais baixa, inferior por isso aos 50% e, assim, que o rendimento médio por quarto não se aproximaria dos valores de rendimento médio por quarto obtidos no ano anterior pela generalidade dos alojamentos turísticos), encontraremos valor indemnizatório próximo dos 500,00€ sete e quinhentos – se considerado o valor de rendimento médio de 48€ por quarto, os nove quartos e os sessenta dias da mora, obter-se-ia um valor de 25,920,00€; ponderando porém que a ré iniciava a actividade, não sendo provável nem verosímil juízo de racionalidade e lógica, fundado nas regras da experiência da que obtivesse taxas de ocupação sequer aproximadas às dos estabelecimentos congéneres e muito menos dos hotéis e por isso que seriam inferiores a 50%) e que assim, o rendimento médio por quarto seria inferior ao que no ano de 2018 foi observado para aos alojamentos turísticos, tal valor deve sofrer corte acentuado por forma a  situa-lo próximo de um terço daquele valor pondera-se que o rendimento médio por quarto – conceito que se entende ajustado para o apuramento da indemnização, pois tomar em consideração custos de produção, como são as despesas de funcionamento do alojamento, como a água, electricidade e até a remuneração devida às operadoras digitais pelas reservas através delas efectuadas – é mais baixo quando um estabelecimento entra no mercado e inicia a.  Tem-se assim por equilibrado, justo e adequado fixar em 500,00€ sete e quinhentos o montante destinado a reparar o lucro cessante da ré reconvinte.