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A apelante alegou, na petição inicial, que a referida livrança não foi paga pela subscritora, sequer pelo requerido, na data do seu vencimento, nem posteriormente e que, nessa sequência, instaurou execução contra aqueles execução n. 908/13TBCT), e que essa execução foi declarada extinta por ausência de bens penhoráveis, apesar de permanecer em dívida a quantia de 1592,57 euros,a que acrescem juros de mora, à taxa de 8,981% ao ano, desde a data do incumprimento, 112015 até 112021, os quais ascendem a 746,86 euros, bem como a quantia de 389,87 euros, a título de outras despesas, sem prejuízo dos juros de mora vincendos e imposto de selo, pelo que é indiscutível que ocorre o facto índice de insolvência a que alude a al., do n. 1 do art.