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Contudo, constata-se que a partir de 2006, a R. deixou de o fazer e que anos houve em que não procedeu mesmo a quaisquer aumentos, enquanto noutros, procedeu a aumento dos trabalhadores abrangidos por níveis salariais mais baixos e mesmo dentro desses, diferenciou os aumentos, através de diferentes níveis percentuais, por forma a que aqueles que menos retribuição recebiam, pudessem, proporcionalmente, ser um pouco mais aumentados, por comparação com os demais trabalhadores da R. Resulta evidente que por trás de tal política de aumentos terá estado uma preocupação de cariz social, em que em anos em que não era possível aumentar todos os trabalhadores, que, pelo menos, os trabalhadores com menores salários, não fossem privados da possibilidade de aumentar a sua capacidade financeira.