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São parte, imperativamente, comum quando a sua função é exercida no interesse de toda a construção11, quando tiverem função análoga à do telhado, quando, por assim dizer, o substituam e resultando da factualidade assente ser o terraço também cobertura de frações que constituem andares imediatamente inferiores, trata-se de uma parte forçosa ou necessariamente comum por integrar a estrutura do edifício, sendo um elemento vital da sua construção 12 13 14, sendo que, terraços intermédios, e., com função de cobertura de andares inferiores, mas afetos ao uso de pisos intermédios, e não ao uso do último piso, são partes imperativamente comuns15 1 A natureza comum dos terraços de cobertura bem se justifica atendendo ao interesse em garantir a segurança e a proteção do edifício, interesse dependente da sua permanente e adequada vigilância e conservação mesmo que sejam terraços de cobertura situados em cotas inferiores à do, ação que não pode ficar dependente da vontade individual de um ou alguns condóminos, mas do condomínio1 Resulta, assim, que, para além da fachada do edifício, um terraço de cobertura, ainda que proteja, apenas, algumas das frações, é, imperativamente, parte comum do prédio, não obstando a tal que no título constitutivo da propriedade horizontal se atribua a algum dos condóminos o uso exclusivo de tal terraço1 E, na falta de acordo sobre o uso da coisa comum, a qualquer dos condóminos é licito servir-se dela, seja ou não segundo a sua destinação principal, desde que a não empregue para fim diferente daquele a que se destina1  Limites se encontram consagrados ao exercício de direitos dos condóminos, desde logo no art.