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F resulta expressamente referida a área que para a Requerente seria bastante para que ali pudesse ser integrado o Programa Funcional da B, área essa que resulta da soma das parcelas ali referidas, e que totaliza 1000 m², o que conferia até ainda uma margem confortável de 000 m² até perfazer a área mínima prometida no contrato-promessa 1000 m²);  ─ A  Requerida apresentou novos Elementos Urbanísticos em 21 de Dezembro de 2015;  ─ Após a troca de alguns e-mails entre as partes, e a realização de reuniões para o efeito, as partes consideraram ultrapassadas as divergências e a Requerente aceitou, em 4 de Janeiro de 2016, os Elementos Urbanísticos apresentados pela  Requerida;  ─ Ao elaborar o referido Plano Funcional, a Requerente verificou que a mancha de implantação do futuro edifício do hospital excedia a área dos terrenos detidos pela  Requerida e que foram objecto do contrato-promessa;   ─ A  Requerida transmitiu à Requerente que a parte da mancha de implantação que excedia a área dos terrenos por si detidos correspondia a três parcelas de terreno que a  Requerida iria ainda adquirir, o queestava assegurado junto dos respectivos proprietários, o que era essenciais para a elaboração de um Projecto de Arquitectura que cumprisse as áreas prometidas no contrato-promessa, nomeadamente em termos de Área Bruta de Construç��o e de lugares de estacionamento;  ─ A análise e estudo, por parte da Requerente, dos Elementos Urbanísticos partiu  deste pressuposto;  ─ Em Março de 2016, a  Requerida informou a Requerente de que não havia conseguido adquirir uma das três referidas parcelas de terreno, com cerca de 600 m², o que implicou a alteração dos Elementos Urbanísticos anteriormente apresentados, sendo necessário repensar todo o Programa Funcional do Hospital, face às características dos novos Elementos Urbanísticos do edifício, inutilizando-se uma parte substancial do trabalho já realizado anteriormente;  ─ Por outro lado, não ter conseguido adquirir a totalidade dos terrenos em causa, em concreto a tal parcela de 600 m², obrigava a  Requerida a prever três pisos  de estacionamento e não dois, como estava previsto anteriormente;  ─ Perante a garantia da  Requerida de que os prazos seriam escrupulosamente cumpridos, a B acabou por aceitar a manutenção do contrato e a consequente necessidade de rever os Elementos Urbanísticos e a calendarização da obra;  ─ A Requerida enviou, em 15 de Setembro de 2016, à Requerente um novo cronograma contendo uma nova calendarização da obra;  ─ Em fins de 2016, decorridos dois anos e meio sobre a assinatura do contrato-promessa, a obra que a  Requerida se havia inicialmente comprometido a concluir até 1 de Janeiro de 2017 não havia sequer começado, e nem projecto havia, pelo que a Requerente enviou à  Requerida, em 30 de Novembro de 2016, uma carta de interpelação, por aquela recebida, em que colocava a hipótese de perder o interesse no negócio, se o estado de coisas não alterasse;  ─ Acabando por ser celebrado um novo aditamento ao contrato-promessa o ), em 7 de Fevereiro de 2017, no qual as partes acordaram, no essencial, as seguintes alterações:  a) Novo adiamento para a obrigação da  Requerida de obter a emissão da licença de construção, agora aprazada para 31 de Julho de 2017;  b) Novo adiamento para a obrigação da  Requerida de obter a licença de utilização, agora aprazada para 31 de Dezembro de 2019;  ) Alteração do período de atraso que as partes consideraram no contrato-promessa que, uma vez ultrapassado, daria direito de resolução por parte da Requerente – prazo esse que era de 18 meses Cláusula 1, n., e que passou para três meses;  ) Protelamento do momento no qual a Requerente teria de apresentar garantia bancária, prazo que agora ficava adiado para a data de assinatura do contrato de arrendamento; ─ Em 31 de Julho de 2017, a licença de construção não se encontrava emitida, pelo que, em 1 de Agosto de 2017, a Requerente enviou à  Requerida uma carta, que aquela recebeu, alertando para o incumprimento de mais um prazo, e lembrando o novo e mais apertado prazo agora de 3 para que a Requerente pudesse resolver o contrato e pedir o pagamento da cláusula penal prevista no contrato;  ─ Quando se encontravam praticamente esgotados os três  meses que dariam tal possibilidade de resolução à Requerente que expirariam em 31 de Outubro de, a  Requerida, nos últimos dias de Outubro de 2017, solicitou  verbalmente uma prorrogação do prazo para a obtenção da licença de construção, invocando que precisava de mais tempo para contestar o valor das taxas que a CMP lhe estava a pretender cobrar;  ─ A Requerente anuiu, concedendo novo prazo até 31 de Dezembro de 2017, mas deixando inalterados os restantes prazos já acordados, e reforçando a absoluta necessidade de ser cumprido o cronograma já acordado, o que fez através da carta, datada de 27 de Outubro de 2017;  ─ Em 21 de Dezembro de 2017, a  Requerida enviou à Requerente o Alvará de licença de Construção;  ─ Descontados uns trabalhos de escavação que tinham tido início em Setembro de  2017, ao abrigo de uma licença de escavação pedida pela  Requerida e emitida pela CMP, a obra arrancou no início de 2018;  ─ Foi agendada, a pedido da  Requerida, uma reunião para o dia 28 de Junho de 2018, e nessa manhã, o Sr. G, Presidente do Conselho de Administração da  Requerida, enviou um email ao Sr. H, Presidente do Conselho de Administração da Requerente, adiantando o assunto que o fizera pedir aquela reunião: "O contrato previa uma área bruta de construção entre 1000 m² a 1000 m².