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4”” Quanto aos demais factos não provados, para além do supra referido, há que considerar que o facto e desmentem as elevadas qualidades éticas da assistente, sendo que o próprio processo de separação, com a arguida a permanecer largo tempo numa casa onde não era bem vinda, sem contar com o afecto dos filhos e com um casamento desfeito não denota também total rectidão mas vontade de causar o máximo de perturbação.”” Mas se os filhos cortaram o contacto com a mãe, e já o faziam desde antes de 2016, sendo que residem com o pai, dificilmente se poderia assentar o que consta em 7, sendo que também há que notar que a ofendida decidiu agir pela forma que consta em, e mesmo sabendo que os filhos estavam em casa, portanto que veriam o seu sossego perturbado.” Quanto ao demais, na verdade o arguido sabia da apropriação das joias pela ofendida, pelo que é legítimo que pensasse que a assistente as tinha "roubado.” Ainda relativamente à questão da apropriação de joias.