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Por conseguinte, e com o devido respeito, a sentença padece de erro de julgamento, de facto e de direito: a)	por ter ordenado a anulação total das liquidações, quando não foram impugnadas as correcções relativas aos custos com as «viagens particulares», violando o disposto no n. 1 do artigo  e no n. 1 do artigo , ambos do Código de Processo Civil; b)	por ter considerado que a Autoridade Tributária não reuniu indícios suficientes da falsidade das facturas, violando o disposto no n. 1 do artigo 7 e na alínea do n. 2 do artigo 7, ambos da LGT e os n.s 1 e 2 do artigo 2 do CIRC; )	por ter considerado que a tributação por métodos indirectos padece de erro na quantificação da matéria tributável, violando o disposto no n. 3 do artigo 7, no artigo 9 da LGT, e no n. 1 do artigo 5 do CIRC.