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Considerando que a origem das infiltrações em causa nos autos é decorrente das partes comuns do prédio constituído em propriedade horizontal, e não tendo a seguradora Recorrente assumido contratualmente a responsabilidade pelas partes comuns do prédio em causa, nenhuma responsabilidade lhe pode ser assacada pelos riscos inerentes a estas, não sendo, por isso, a Recorrente responsável pela reparação dos danos provocados nas partes comuns, nem pelos danos que estes, por sua vez, provocaram na fracção do A.  Uma vez que não resulta da prova produzida, nem está incluída na matéria de facto dada como provada a classificação adotada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera quanto às chuvas, não pode tal facto ser considerado nos presentes autos, tratando-se de um facto exnovo.