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– por referência ao artigo 217 da contestação); 29) A R. considerou que o A. lhe dispensou um tratamento discriminatório quando se tratou de a notificar para diligências – por referência ao artigo 223 da contestação); 30) A R. foi contactada telefonicamente pelo secretário do A., informando-a da data designada para a sua inquirição, tendo logo então feito saber que se considerava notificada, dispensando o uso de qualquer outro meio, designadamente telefax – por referência aos artigos 224 e 225 da contestação); 31) A R. reclamou do facto de, enquanto que para o então participante, Dr. HG, um telefonema constituiu meio bastante de notificação, já a R. teria sido notificada por fax, remetido sem aviso prévio para o Tribunal onde a mesma exercia funções, identificando a proveniência – "Serviços de Inspeção” –, o processo e que por ele se notificava o destinatário da sua inquirição, com a menção de que "lhe assiste o direito de se fazer acompanhar por advogado”, o que tornava percetível que se tratava de "Processo Disciplinar” e que a R. seria ouvida como "arguida” – por referência aos artigos 226 e 227 da contestação); 32) Aquando da inquirição da aqui R., no âmbito daquele processo, o A. comunicou-lhe o objeto do processo, alargando-o ao conteúdo de expressões vertidas em exposição por esta dirigida ao Conselho Superior da Magistratura, em 9 de Junho de 2010 cfr.