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37 e seguintes, na qual pugnou pela ausência de factos para a qualificação da insolvência como culposa, alegando em sua defesa que nunca foi gerente de facto da sociedade insolvente, tendo sido gerente de direito apenas entre 202008 e 102009, data em que renunciou à gerência, não podendo ser-lhe imputada qualquer responsabilidade pelo facto de apenas em 102013 ter tal renúncia sido levada a registo; alega ainda que o gerente da insolvente foi, sempre, o seu ex-marido ; de todo o modo, a insolvente não possuía qualquer património laborava em instalações arrendadas e o pouco equipamento existente pertencia a e ao seu sócio , o que mais tarde – em requerimento de 102019 – alterou para "si própria”, mantendo o indicado; por fim clarifica que o Sr. Administrador da Insolvente nunca a contactou, pelo que nada por si lhe foi recusado.