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f) A douta sentença recorrida concluiu pelo seguinte: "A notificação dirigida aos preferentes nos termos do artigo 416 do – facto 11 – não configura uma proposta de contrato, mas apenas e tão só a informação da existência de um projeto de contrato que tem com um terceiro, dando-lhes, desse modo, a oportunidade de preferir no projetado negócio.” g) Ou seja, mereceu colhimento o alegado pelos Réus, que afirmaram não ter sido a sua verdadeira intenção fazer uma proposta de contrato, não materializando o vertido na comunicação acima reproduzida, uma verdadeira declaração negocial, mas apenas um "mero projeto de contrato”/”convite a contratar”, h) Por conseguinte, logo ficou arredada a aplicação do art.