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Tão só na perspectiva dos direitos da criança/jovem- porque apenas deles trata esta decisão -estes preceitos inculcam, naturalmente, a ideia de que a criança/jovem é um ser humano com um conglomerado de direitos- uns de natureza física, outros emocional-afectivos -mas sempre no pressuposto que ela/ele tem direito a que lhe sejam criadas todas as condições, seja em termos físicos- cuidados alimentares, com a saúde própriamente dita, higiene, repouso e lazer –seja de um ponto de vista emocional e afectivo- no qual se compreende a atenção, o carinho e o amor -tudo em ordem a potenciar um sadio e harmonioso crescimento e uma evolução física e emocional gradativa na qual a ESTABILIDADE E SENTIMENTO DE SEGURANÇA são dois aspectos de primordial importância.