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Considerando, porém, que:  - a doença que impossibilitou a distinta causídica de cumprir os seus afazeres profissionais surgiu já depois do prazo «normal», ou seja, depois do prazo de 20 dias que não se suspendeu em férias, pois arguido está preso, mais precisamente no 3 dia útil posterior; - nessa fase, face ao tempo já decorrido 20 dias seguidos mais 2 dias úteis) já não se colocava, nem podia razoavelmente colocar-se a questão da elaboração da peça processual PIC, nem consequentemente, se pode sustentar que a falta de elaboração atempada do PIC se deveu á impossibilidade causada pela doença; - a única impossibilidade que se colocou á distinta advogada dizia respeito ao pagamento da multa correspondente ao 3 dia útil ou, mais precisamente, á impossibilidade de se deslocar ao tribunal, o que era facilmente ultrapassável, pelo que não era grave, não necessitando para tanto, sequer de substabelecer — pois nem era necessária a ida de um causídica, qualquer pessoa podendo pagar a multa; - ao actuar assim, a mandatária foi duplamente negligente: não elaborou a peça processual no prazo normal, quando nada o impedia; não se preocupou com o pagamento da multa; - a jurisprudência vem exigindo, para considerar a doença como justo impedimento, que dela decorra grave impossibilidade e que ela seja inopinada porque não o sendo, , é., não sendo imprevisível, a sua não atempada tomada em consideração já é em si mesma — já assim, o acórdão RG de 23-06-2004, P.1107/04-, dgsi: "A doença do advogado da parte só constitui justo impedimento se for súbita e tão grave que o impossibilite, em absoluto, de praticar o acto, avisar o constituinte ou substabelecer o mandato”; cfr.