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estão justificados pela informação de 2461, reportando-se respectivamente a custo com cancelamento de cartão de crédito 128, valor de € 9,50) e quotas da Ordem dos Arquitectos 276, valor de € 47,50), omitindo, no entanto, e por completo, a que atribui a saída de € 949,06 que vem a dar por justificada, 9 Em confronto com os movimentos do mapa citados – 136 e 137 – apenas o primeiro aparenta ser saída de dinheiro da conta 300 classificado em tal mapa como entrada com o valor negativo de - €949,06); e que o segundo – movimento 137 – configura indubitavelmente uma entrada na conta do mesmo valor € 949,0 9 Não é claro o entendimento perfilhado pelo Tribunal nesta matéria, nem resulta, do texto da sentença, inequívoca mas antes confusa e imperceptível, a razão de discordância com a qualificação da saída dada pela perícia colegial àqueles €949,06, pelo que deve a mesma manter-se como não esclarecida.9 O valor total a considerar na conta elaborada no topo da página 31 da sentença recorrida deverá ser não de € 1869,14 mas antes de € 442,19 A série de despesas suportadas a partir da conta 300 anotadas pela sentença:  a) € 953,63 com empregada doméstica: já contempladas e justificadas na perícia colegial levada a cabo nos autos – rubrica "Saídas/”, sendo certo que o valor aí achado é, em rigor, de € 578,73: os únicos pagamentos comprovados bem como os documentos de suporte que lhes estão nos autos a este respeito pela conta 300 são os patentes no mapa-extracto de fls.