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Por seu turno, segundo o Tribunal de 1 instância, perfilhando a posição adoptada nos autos pelas Requerentes em sede de resposta à aludida excepção de ilegitimidade passiva suscitada pela sociedade administradora oponente, esta última sociedade administradora do condomínio à data dos factos em causa, pois que, entretanto, deixou de o foi demandada, naquela dupla qualidade, ou seja, a título individual e próprio, na parte em que no requerimento inicial da providência se invoca a violação dos seus deveres funcionais ao nível da execução do contrato de prestação de serviços celebrado com o condomínio, e a título de representante do Condomínio, que, assim também seria parte no processo como Requerido e atenta a responsabilidade deste pela manutenção e conservação das partes comuns do edifício, nos termos do artigo 1430, n. 1, do Cód.