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A tal princípio excecionam-se as situações em que a prova de alguns factos obrigam a formalidade especial, ou quando os factos estão ou só podem ser plenamente provados por documento, acordo ou confissão das partes – veja-se nesse sentido o Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães, de 202020, processo n. 2117/16T8VRL.G K. Ora, no caso concreto o contrato de compra e venda está devidamente documentado, e em bom rigor trata-se de um documento autêntico, que faz prova plena sobre os factos nele invocados, e como tal sempre estaria o Tribunal a quo impedido, por lei, de valorar a prova testemunhal apresentada pelo Apelante no que a esta questão diz respeito.