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- Por último, a conclusão  pressupõe que não tivesse sido realizado um exame obstétrico completo – sendo que já vimos que o mesmo se verificou – e que a grávida devesse ter sido internada para vigiar a evolução do trabalho de parto – situação que vimos já também que ainda não se encontrava iniciada.Aqui chegados, atendendo ao alcance das conclusões extraídas do relatório pericial necessariamente condicionado pelas alterações à matéria factual que lhe serviu de suporte, perfila-se como evidente a conclusão de que a factualidade constante do elenco dos factos provados impugnada no recurso interposto pelo arguido T – concretamente os factos constantes dos pontos 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19 – não encontra sustentação bastante na prova produzida nos autos.