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Procuradora Adjunta na primeira instância respondeu ao recurso, defendendo que lhe deverá ser negado provimento, mantendo-se a decisão recorrida, tendo formulado as seguintes conclusões transcrição):  «1) O tribunal a quo não preteriu quaisquer formalidades essenciais, uma vez que foram designadas quatro datas para a audição presencial do arguido, foram emitidos mandados de detenção contra o mesmo de forma a garantir a sua comparência, tendo sido ainda notificado por duas vezes para, querendo, se pronunciar sobre a eventual revogação da suspensão da execução da pena de prisão, bem como na pessoa do seu Ilustre defensor, cumprindo-se assim o princípio do contraditório e salvaguardando-se desta forma as garantias de defesa do arguido, pelo que não foi cometida qualquer nulidade ou sequer irregularidade com a prolação do despacho recorrido.