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–Os pontos em apreciação no presente recurso são a ilegitimidade da representação da quota titulada pela herança indivisa do sócio falecido pelo cabeça-de-casal e existência de abuso de direito no exercício do direito de voto nas deliberações havidas; –A sentença recorrida pugnou pela legitimidade da representação da quota pelo cabeça-de-casal da herança, sendo esta, aliás, a posição unânime da jurisprudência nesta matéria, ao considerar que, no caso de uma quota social cuja titularidade pertence a uma herança indivisa, a representação daquela cabe ao cabeça-de-casal, excepto se o testamento dispuser de forma diversa; –Nesse sentido veja -se o Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 04-05-2017, consultado na Base de Dados do Ministério da Justiça.