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Pugnando-se por que a mesma seja objecto de revogação e substituída por outra que, da lavra dos Venerandos Juízes Desembargadores do Tribunal da Relação de Guimarães, declare, a procedência do pedido formulado pela A. nos autos por força da resposta positiva dada ao facto constante no ponto  dos factos não provados, declarando-se enquanto provado que o Banco B, SA, já depois da resolução do Banco A, SA, assegurou à A., através do gerente da Agência de Vila Real do Banco A, SA, até Agosto de 2014 e do Banco B, SA, a partir dessa data e até ao final do ano de 2016, que não ficaria penalizada a instituição cooperativa por causa do investimento não autorizado que do seu pecúlio de € 500 000,00 quinhentos o Banco A, S.A. realizara e de que o valor em causa seria devolvido à Cooperativa Agrícola ..., CRL, assim se realizando Justiça».O Recorrido apresentou contra-alegações, pugnando pela manutenção do decidido.O recurso foi admitido como sendo de apelação, com subida imediata, nos próprios autos e com efeito meramente devolutivo.Foram colhidos os vistos legais.