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Acórdão do Tribunal Central Administrativo Norte, processo n. 00259/14BEBRG, de 012017; Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, processo n. 657/15, de 012015; Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, processo n. 1255/15, de 202016; Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, processo n. 1021/15, de 002016; todos em www.dgsi.pt); 	E a jurisprudência unânime nos nossos tribunais, nestes casos, uma proposta assim apresentada, pode simplesmente espelhar uma estratégia comercial do proponente sem que com isso se esteja a violar a legislação em vigor ou que irá vigorar no decurso da execução do contrato, em caso de adjudicação; 	Não se pode enquadrar a formação do preço na proposta da Recorrida no conceito de "contratação com prejuízo" artigo -A, n. 1 e 2 alínea da Lei da Segurança, uma vez que as empresas não têm que, em todas as contratações, assumir todos os custos que incorram com a sua execução; não se trata de uma prática comercial desleal mas sim o respeito pelo princípio constitucional da liberdade de gestão empresarial artigo 6 da e da autonomia da estratégia empresarial; 	Não ficou provado nos presentes autos que as propostas da Recorrida se mostram incompatíveis com o bloco de legalidade do Código do Trabalho, CCT e Regime do Exercício da Atividade de Segurança Privada; 	Neste sentido, entende a Recorrida que o Recurso apresentado pelo Recorrente terá de improceder na sua totalidade, por não possuir qualquer fundamento legal que sustente as pretensões do mesmo e, consequentemente, manter-se-á a decisão nos exatos termos em que foi proferida.”.