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18 - Tal facto, considera o recorrente não poderia ser dado como provado porque como se disse está infirmado pelas 4 razões supra indicadas: 1 - A pendência da acção executiva no TAF de Coimbra para a reintegração do A; 2 - A reintegração não poderia ser dada como provada por A E.. ter feito a junção dum vencimento que nem sequer corresponde ao vencimento real e legal do A/recorrente da data a que tal vencimento se refere; 3 - De todo o modo, não parece que possa ser dada como provada uma reintegração do recorrente quando as suas funções legais de aferidor são substituídas pela imposição duma outra função que nada tem, nem minimamente sequer com o núcleo das funções que o A exercia.