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2 Nestes termos não se compreende, como foi possível concluir na Sentença, ora Recorrida, em considerar como não provado que:  "Com relevo para o boa decisão da causa, resultaram os seguintes factos não provados: ﻿ O descrito em H. e seja da propriedade de  B... ;   O arguido ao vender a madeira, eucaliptos e pinheiros, sabia que esta não lhe pertencia e que actuou com o objectivo ilegítimo de se apropriar de algo que não era seu e que sabia não o ser, pois sabe que o terreno/propriedade não lhe pertencia e que estava a efectuar tal, sem autorização e em prejuízo e contra a vontade do legítimo proprietário;   No descrito em K., o arguido bem sabendo que os mesmos lhe não pertenciam;   O arguido bem sabia que a sua conduta era proibida e punida por lei e ainda assim não se inibiu de levar a cabo os seus intentos;   O arguido agiu sempre de forma livre, voluntária e consciente;   O valor recebido pelo demandado no montante líquido de € 250,00 é reduzido face aos valores praticados e correntes nesta prática;   O valor mínimo adequado e corrente é de € 500,00, considerando o volume e a área arbórea recolhida;   A reposição do terreno importará um valor mínimo de € 000,00;   Só daqui a 15 anos o terreno poderá voltar a dar rendimento;  1 A dimensão do eucaliptal é de 200,00 m2;  1 Foram cortados cem eucaliptos e 10 pinheiros;  1 No descrito em tenha sido em quatro ocasiões, o que importou custos e encargos, num valor de € 000,00;  1 As partilhas efectuadas entre o arguido e o pai do demandante incluem o terreno onde se procedeu ao corte;  1 O arguido já vendera madeira do mesmo local a um outro madeireiro de Melo, Acácio Pita, já falecido, sem que nunca tivesse tido qualquer problema."