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Pelo contrário, a actuação da R. configura-se como inapta ao fim visado o cumprimento da obrigação de restituição dos, desde logo porque não resulta demonstrado qualquer cuidado posto pela R. na conservação do valor dos mesmos reboques enquanto a entrega não se materializasse, do mesmo modo que não resulta demonstrada qualquer preocupação na realização de contactos com a A. para acordar a efectivação da entrega em questão, ainda que fosse em território nacional, mas de modo a que a A. recebesse "das mãos” da R. fosse no Porto Alto, na Lourinhã ou em qualquer outro local os reboques, passando os mesmo da detenção da R. para o domínio de facto efectivo e material da A. Ou seja, também aqui há que concluir pela improcedência das conclusões do recurso da R., no que respeita à invocada perfeição do cumprimento da obrigação de restituição, quanto ao local da realização da prestação, e à consequente ausência de obrigação de indemnizar a A., quer pelos valores correspondentes aos custos suportados com a deslocação dos reboques de Portugal para a Holanda, quer pela desvalorização dos reboques entre o momento da referida comunicação vaga e genérica e o momento da efectiva recuperação dos mesmos pela A. em consequência do estado de conservação que, quer ainda pelas perdas sofridas pela A. por ter continuado a estar privada de utilizar os reboques após a mesma comunicação.