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n 5761/14TAVNG.P1);  - A dita nulidade não foi arguida no referido prazo pelo que, mesmo que se considerasse que se verificava, teria de considerar-se sanada;  - A decisão instrutória contém ampla narração dos factos indiciários em que se estriba, seja relativamente àqueles que foram recolhidos em sede de inquérito, seja no que concerne aos já carreados em sede de instrução, e, por contraposição, do que não se considera indiciado;  - Dos elementos constantes dos autos resulta, de forma evidente, que, quanto à Arguida S. P., não existem indícios suficientes que se possam subsumir nos elementos objectivos e subjectivos do crime de acesso ilegítimo agravado, previsto e punível pelo artigo 6, n 1 e 4 alínea da Lei do Cibercrime;  - O acesso da Arguida - um único, realizado em 102014 - estava devidamente autorizado e enquadrado nas funções que exercia.