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Para tanto alega, em síntese: é dono e legítimo proprietário do prédio rústico situado em  ....), sendo o 1 réu proprietário de um prédio contíguo ao do autor e o 2 réu madeireiro de profissão; em data não concretamente apurada, o 1 réu vendeu a madeira de que era proprietário ao 2 réu, tendo-se deslocado ao terreno para indicar a madeira que haveria de ser cortada; o autor constatou que os réus haviam cortado no seu prédio 130 pinheiros, 116 medronheiros e 12 carvalheiros, provocando ainda estragos em duas paredes e destruindo alguns marcos delimitativos do terreno; o 1 réu admitiu perante a mulher do autor que se havia enganado a identificar o terreno; cada a um dos pinheiros cortados valia cerca de 25,00€; cada um dos medronheiros cerca de 20,00€ e cada um dos carvalheiros cerca de 60,00€; para reparação do muro e colocação de novos marcos o autor nunca despenderá quantia inferior a 750,00€ e 250,00€, respetivamente.