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: –  A autora A é filha de Ilda..., falecida em 23 de Janeiro de 2017, sendo cabeça-de-casal da herança indivisa aberta por óbito desta; a autora B foi mulher e é cabeça-de-casal na herança aberta por óbito do seu marido e filho pré-falecido da falecida Ilda, João..., de quem os autorese  são filhos; –  A Ilda... era proprietária dos prédios rústicos descritos sob o n. ..8/.......8, freguesia de R... .., S... R...; sob o n. ..5/.......3, da referida freguesia; sob o n. ..9/.......8 da mesma freguesia de R... ..,  S... R... e sob o n. ..6/.......6, freguesia da F... .., tendo celebrado com o réu, em 21 de Julho de 1988, um contrato de arrendamento tendo por objecto os três primeiros prédios rústicos referidos e um outro que teve por objecto o quarto prédio; – Os arrendamentos tiveram o seu início em 1 de Novembro de 1981, sujeitos a renovações sucessivas de 3 anos caso não fossem denunciados por qualquer das partes, com antecedência mínima de um ano em relação ao termo do prazo inicial ou de qualquer das suas renovações; – Em 2 de Novembro de 2018, por comunicação subscrita pelo procurador com poderes para o acto, em representação da autora A e dos restantes autores, estes denunciaram os contratos de arrendamento, sem que o réu se lhe tivesse oposto, pelo que cessaram os seus efeitos a partir de 31 de Outubro de 2019; –  O réu não entregou os prédios até à presente data e cedeu o seu uso e fruição a terceira pessoa.