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Por sua vez, o douto aresto da RG de 05/12/2013 – Relatora: Helena Melo, Processo n. 2088/12TBFAF-B.G1, in www.dgsi.pt-, enuncia que "o avalista não é sujeito da relação jurídica existente entre o portador imediato e o subscritor da livrança, mas apenas da relação subjacente à obrigação cambiária estabelecida entre ele e o seu avalizado”, pois, tal como as demais obrigações cambiárias, o aval está "subordinado aos princípios de incorporação, literalidade, autonomia e abstracção, revestindo as obrigações dos avalistas um carácter totalmente autónomo relativo à obrigação subjacente estabelecida entre o credor e o devedor por força de determinado negócio jurídico”sublinhado.