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2/1, do Decreto-Lei n. 15/93, de 22 de Janeiro; 2- Não foi encontrado qualquer produto estupefaciente ao recorrente, nem na sua posse nem no interior da sua habitação, não existem vigilâncias sobre este arguido que comprovem que este vendia produtos estupefacientes, nem existem testemunhas que o refiram 3- Ora dos próprios elementos de prova indicados no douto despacho recorrido e conhecidos da defesa escutas telefónicas, auto de apreensão resultante da busca á sua residência e da revista á sua ou são completamente vazios e inócuos para o fim pretendido caso das ou são insuficientes, ambíguos, vagos, dubitativos caso das apreensões), sempre absolutamente inadequados para fundamentar a evidência do conceito de fortes indícios e, consequentemente, a aplicação da medida de prisão preventiva.