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Seguindo uma idêntica ordem de considerandos, diferenciada no grau da intensidade de censura e na inexistência de antecedentes criminais, e relevando a necessidade de interiorização de condutas conforme a ordem jurídica e, por fim, em termos da sua inserção sócio-económica, a ausência total de actividade laboral, e viver a expensas da progenitora, foram as penas, especialmente atenuadas, de 10 anos de prisão, pela prática do crime de homicídio qualificado, e de 7 meses de prisão, pela prática do crime de profanação de cadáver, que o Tribunal de 1 instância teve por adequadas, necessárias e proporcionais na condenação do recorrente BB, o que mereceu o mais completo acolhimento do Tribunal da Relação do ...  Na adopção da mesma metodologia, e lembrando que também este recorrente limita-se a invocar a desmesura das penas sem apontar qualquer circunstância concreta que não tivesse sido valorada ou o fosse indevidamente, remata o Tribunal a quo:  Assim e ponderando todas as circunstâncias enunciadas na decisão recorrida, para além da ausência de algum acto de contrição revelador da interiorização da conduta, tendo em conta que a actividade judicial de determinação da pena é, toda ela, juridicamente vinculada artigos 4, 7 e 7 do Código, pelo que, em sede de recurso, o procedimento, as operações e a aplicação dos princípios gerais de determinação da pena são susceptíveis de revista pelo tribunal superior quando "tiverem sido violadas regras de experiência ou se a quantificação se revelar de todo desproporcionada” – Figueiredo Dias, Direito Penal Português, Parte Geral, - As Consequências Jurídicas do Crime, § 255, as penas parcelares aplicadas ao Arguido BB revela-se proporcionais e adequadas, não necessitando de intervenção correctiva destaque.