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Estamos, pois, em condições de concluir que a concreta atuação do arguido recorrente, ao esbracejar, soltando-se e afastando-se daqueles militares por uns metros e ao fazer força no seu braço, soltando-se e empurrando o militar da GNR VA, afastando-se uns metros pontos e da factualidade,  não constitui meio idóneo de  impedir os militares da GNR  de procederem  à detenção do arguido, pois  é inerente ao exercício das suas funções que aqueles militares se encontrem habilitados para assegurar a detenção de cidadãos que, perante a iminência ou a execução de detenção, tenham manifestações moderadas de resistência e hostilidade, tal como verificado no caso presente.