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Aliás, os problemas que normalmente se colocam nos processos judiciais de suprimento de consentimento incidem essencialmente sobre a questão de saber se determinado consentimento pode ser suprido, já que é à lei reguladora do respetivo ato jurídico que cabe fixar se a recusa ou a falta de consentimento necessário para esse ato pode ser suprido judicialmente, não se afigurando razoável que o legislador do SIREVE tenha pretendido estabelecer regimes normativos distintos para os credores envolvidos no respetivo acordo, apesar de expressamente prever a possibilidade de vinculação de todos os credores relacionados pela empresa no procedimento, mesmo daqueles que se tenham oposto ao acordo, recorrendo para o efeito à possibilidade de obter o respetivo suprimento judicial, nos termos previstos no artigo 1, n. 2, do Dec. Lei n. 178/201 Por conseguinte, importa sufragar as conclusões enunciadas pelos recorrentes a este propósito, sustentando que neste caso há apenas um regime a aplicar a todos os credores mesmo que o seu voto favorável tenha sido suprido pelo, nomeadamente o regime previsto nos artigos 1 e 1 do Dec. Lei n. 178/2012, na redação dada pelo Dec. Lei n. 26/2015, de 06-0  Seguindo este entendimento, refere Alexandre de Soveral Martins: «O acordo obtido no SIREVE tem que ser assinado, designadamente, pelos credores que votarem a sua aprovação art.