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Refira-se que o recorrido alegou, apenas, que nos acordos que celebrou com as familiares do de cuius foram usados os parâmetros instituídos na Portaria n. 377/2008, de 26 de Maio, sendo que, no entanto, nenhuma prova se produziu em sede de audiência de discussão e julgamento que isso, efectivamente, tivesse ocorrido e, bem assim, que metodologias de cálculo foram utilizadas pelo recorrido e, por reflexo, pelo Tribunal a quo, para o cálculo do dano biológico, danos patrimoniais futuros em caso de dano corporal, danos patrimoniais futuros em caso de morte, danos não patrimoniais em caso de morte, danos morais complementares, dano estético, quantum doloris, etc.