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É ainda de ter em consideração que caberia em tempo oportuno ao construtor do prédio diligenciar pela colocação do tubo de exaustão necessário ao funcionamento de um restaurante – se ali abrisse entretanto uma outra loja para a qual o mencionado tubo não fosse necessário), ficaria o tubo inutilizado, mas sempre com a possibilidade de ser futuramente utilizado sem que qualquer um dos moradores pudesse alegar que as condutas no edifício prejudicam a normal utilização da sua fracção ou o seu bem-estar e.” E assim tendo ponderado, fazendo relevar a circunstância de não ter ficado demonstrado quanto fora alegado pelo autor no sentido da caixa ocupada se destinar à instalação de um elevador, concluiu que o réu se limitou "a dar continuidade ao que tinha ficado atempadamente projectado”, não assistindo "razão aos moradores quando se insurgem contra as obras realizadas, que mais não fazem do que permitir o exercício da actividade comercial para a qual foi licenciada a fracção”.