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Ora mesmo que fosse possível às Infraestruturas de Portugal, S.A., ordenar ou exigir a colocação daqueles painéis e barreiras – o que não se concede e somente por dever de patrocínio se admite – nunca seria possível em tão exíguo prazo a conclusão daqueles trabalhos. . Na verdade e para a realização de tal obra seria necessário a elaboração dos respectivos projectos e estudos, eventual abertura de concurso público com os prazos a ele inerentes para a apresentação e consequente análise das propostas, bem como o condicionamento do trânsito relativo àquela saída da A29, trâmites legais e necessários que levariam que a obra nunca estivesse concluída em menos de 12 meses. . Pelo exposto requer-se a este Tribunal ad quem se digne alterar a sentença recorrida e consequentemente fixar em, pelo menos, 12 meses o prazo para a conclusão das obras.