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E, ainda, "Assim, embora de modo implausível, o tribunal tenha dado como adquirido que tal comunicação foi recebida pela Autora no dia 22 de Abril de 2013, não se demonstrou que a Autora tenha tomado conhecimento da referida comunicação.” Porém, já em sede de conclusões, refere a Recorrente sob o n. 3 o seguinte: "ao não considerar a ineficácia da declaração constante da carta da senhoria que anunciava a intenção de fazer transitar o contrato para o NRAU, dada que a avançada idade da recorrente e o seu analfabetismo lhe não permitiam, sem culpa sua, conhecê-la, violou, em especial, o previsto no n. 3 do artigo 224 do Código Civil.” E, ainda, sob o n. 8 das conclusões escreve a Recorrente o seguinte: "a sentença em causa ao, por um lado, dar por assente que a recorrente recebeu a comunicação da senhora sem prova nem fundamento para tal bastantes e, por outro, ao conceder em que a recebeu e, ao mesmo tempo, dar como não provado que dela tivesse conhecimento, incorreu na consequência prevista na alínea do n. 1, do artigo 615 do Código de Processo Civil.” Estas afirmações são claramente confusas e até contraditórias!