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Entende que a sentença recorrida incorre em erro ao julgar que a passagem do índice 100 para o 135 constitui uma promoção e não uma progressão e que os representados da A.,pelo facto de serem nomeados juízes de direito desde 002004, adquiriram o direito a ser remunerados pelo índice 13 Em suma, o Tribunal a quo julgou que "a interpretação do artigo 23 do EMJ e da Lei n 7-A/2000 por esta apenas se referir à remuneração dos auditores dos cursos, no sentido de que um juiz de direito de um curso especial, em exercício efetivo de funções, deve ser remunerado pelo mesmo índice que um juiz em regime de estágio, apenas por não ter ainda três anos de exercício de funções sendo que um juiz de um curso normal ao fim de três anos tem experiência como auditor de justiça e como juiz estagiário), consubstancia um discriminação negativa daqueles, a nível remuneratório, um tratamento desigual do que é essencialmente idêntico, desprovido de qualquer justificação racional, plausível ou aceitável, violador, por isso, do principio da igualdade material e do princípio "trabalho igual, salário igual" artigo 13 e alínea do n 1 do artigo 59, da.