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de Coimbra datado de 12/09/2017 "Entende-se, pois, que nos casos em que no procedimento cautelar é produzida prova suficiente para que se forme convicção segura sobre a existência do direito acautelado - prova stricto sensu do direito que se pretende - e se a natureza da providência decretada for adequada a realizar a composição definitiva do litígio, não haverá razões para que não se resolva a causa de modo definitivo evitando-se a "duplicação da prova”);” 48- Porém, nos presentes autos não existe qualquer direito da Recorrida, nem esta alega claramente uma expetativa, sendo certo que dos autos não consta prova cabal que permitisse, sem margem para dúvidas, a inversão do contencioso, motivo pelo qual há violação da norma consagrada no art.