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- condenar B a indemnizar os seus credores no montante dos créditos não satisfeitos, até às forças do respectivo património, a quantificar em liquidação de sentença, sendo o critério a utilizar no cálculo do montante dos prejuízos sofridos correspondente ao valor dos créditos julgados verificados no apenso não satisfeitos através dos pagamentos eventualmente a efectuar no processo de insolvência.Não se conformando com a decisão proferida, veio B interpor recurso de apelação, tendo este Tribunal da Relação do Porto anulado a sentença de qualificação de insolvência para efeitos de ampliação da matéria de facto dado que os créditos do Banco , S.A e da  não se encontravam provados por sentença, transitada em julgado, encontrando-se a ser discutidos no apenso de reclamação de créditos.Por despacho de 12020, e dado que a matéria de facto a ser ampliada em conformidade com o Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, atinente aos créditos sobre o insolvente já se encontrava em discussão no apenso de reclamação de créditos, foi determinada a suspensão da presente instância, por existência de causa prejudicial, até ao trânsito em julgado da sentença a proferir no apenso de reclamação de créditos - artigo 27, n. 1, do Código de Processo Civil, ex  artigo 1 do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas.Por despacho de 202021, atento o trânsito em julgado da sentença proferida no apenso de reclamação de créditos, encontrando-se assente o crédito da  e não tendo sido reconhecido o crédito do Banco , S.A , determinou-se a cessação da suspensão determinada pelo despacho de 1202Foi, então, determinado o prosseguimento dos presentes autos de qualificação da insolvência, designando-se data para continuação da audiência de julgamento, mantendo-se válida a prova já produzida nas anteriores sessões de julgamento e que não foram inutilizadas/invalidadas por este Tribunal da Relação, a apreciar em sede de nova sentença a proferir, tendo ainda em conta as questões atinentes aos créditos reconhecidos e não reconhecidos no apenso de reclamação de créditos, por decisão transitada em julgado.Foi proferida nova sentença, tendo sido decidido: - declarar como culposa a insolvência de B, declarando o mesmo afetado por esta qualificação de insolvência; - decretar a inibição de B para administrar patrimónios de terceiro, pelo período de 3 três) anos e 6 meses; - declarar B inibido, pelo período de 3 três) anos e 6 meses, para o exercício do comércio, bem como para ocupar qualquer cargo de titular de órgão de sociedade comercial ou , associação ou fundação privada de atividade económica, empresa pública ou cooperativa, por idêntico período de 3 três) anos e 6 meses; - determinar a perda de quaisquer créditos sobre a insolvência ou sobre a massa insolvente detido por B, bem como a sua condenação na restituição dos bens ou direitos já recebidos em pagamento desses créditos.