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1, n. 1, do referido Decreto-Lei n. 100/94, de 19 de Abril na redacção, no entanto, também relativamente a este ponto, resulta evidente o equívoco da Recorrente; U)		Desde logo, improcede o erro de julgamento que vem imputado à Sentença recorrida, na medida em que, ao contrário do que sustenta a Recorrente, o juízo normativo pelo Tribunal o quo sobre o valor das ofertas aos profissionais da área médica foi realizado à luz do conceito de "valor insignificante”; )		De resto, num primeiro momento, e., no relatório da acção inspectiva que fundamenta a liquidação em crise, e, num segundo momento, e., em sede de alegações de recurso, a Recorrente nunca se digna a concretizar o que entende por oferta de "valor insignificante”, não se compreendendo qual o juízo ou raciocínio que a leva a concluir que tal valor, indeterminado, foi "largamente ultrapassado” pela Recorrida; W)		Concluindo, não se verifica o erro de julgamento que vem imputado no artigo 15, n. 1 das alegações de recurso da Recorrente, nem tão pouco se verificou uma má apreciação” dos factos dados por provados em,, e do probatório, uma vez que tal matéria de facto foi correctamente julgada em virtude da prova produzida nos autos, devendo, em consequência, ser a Douta Sentença recorrida mantida na integralidade quando julga ilegal a correcção ao gasto suportado pela Recorrida com artigos objecto de oferta; )		No que se refere às correcções referentes aos custos com a comparticipação em congressos, seminários e jornadas médicas, é possível concluir, face ao relatório de inspecção tributária cfr.