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Contra este entendimento insurge-se o recorrente, que entende não ser aplicável o artigo 3 do Regulamento 1259/2010, e que a lei aplicável quanto à apreciação dos requisitos do divórcio deverá ser a do Principado de Andorra, e que os Tribunais Portugueses são competentes para o efeito, nos termos do artigo 2, do Regulamento 1259/2010 do Conselho, sendo que na conjugação do disposto no Regulamento CE 2201/2003 com o artigo 62 do CPC e com o artigo 3 do mesmo Regulamento, não se verificam os elementos de conexão no que concerne à mesma nacionalidade e residência, mas verifica-se preenchido o requisito da residência em Portugal, há mais de um ano, por parte do Recorrente, o que leva a concluir pela competência do Tribunal Português onde a ação foi proposta.