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E. No juízo da PSP – que, repete-se, é quem tem competência para formular esse juízo, com base nas informações que ela e só consulta –, foi apurada factualidade "que, pela sua natureza, contradiz os pressupostos de elegibilidade que presidiram à sua atribuição”, como previsto no n. 6 da Deliberação n. 680/200 F. Não podia ter sido tomada outra decisão que não a do cancelamento do referido cartão de acesso: no juízo da PSP, a circunstância de o Recorrente ser arguido num processo-crime determinava que, atentas as normas de segurança, este não pode continuar a ser titular de um cartão de acesso a áreas restritas do Aeroporto de Lisboa, nos termos do n. 6 da Deliberação n. 680/2000, tendo a ANA atuado em conformidade com o parecer da PSP e com o conteúdo da referida Deliberação.