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31 - Confundia, por vezes, os dias da semana; 32 - Tinha dificuldade em saber o valor do dinheiro e o que o mesmo permitia ou não comprar; 33 - Tinha alterações de humor; 34 - Estava muitas vezes triste, deprimida e chorosa; 35 - Após a morte do marido  continuou a gozar férias em família, instalando-se para o efeito, quer em Vidago, juntamente com familiares, quer com a 2 Ré no Algarve; 36 - Continuou a ir ao cabeleireiro, como fazia habitualmente; 37 - A partir do falecimento do marido, passou a viver em casa da 2 R., que era a filha cuja residência ficava mais próxima da casa do casal, tendo alguns meses depois passado a viver num apartamento duplex que era já de sua situado em frente ao apartamento da 2 R, no mesmo prédio, onde vivia sozinha com uma empregada de dia e outra que aí com ela pernoitava; 38 - Após a aquisição pela 2 R da casa sita na Rua  n  e , no Porto, em 22002,  passou a viver com a filha, aqui R, na referida casa; 39 - Em 12005 veio a ser diagnosticado a  "Alzheimer"; 40 - A doença de "Alzheimer" é uma demência degenerativa, progressiva e irreversível que provoca uma deterioração global das funções cognitivas, designadamente da memória, atenção, concentração, linguagem e pensamento; 41 - Por força dessa doença, o estado de saúde de  foi-se progressivamente agravando, com alterações da sua função cognitiva; 42 - Vindo a ficar incapaz de reger a sua pessoa e bens; 43 - Em 2006, a  estava já perfeita e permanentemente alheada de tudo e de todos; 44 - Em 19 de Fevereiro de 2007 a  foi internada na Casa de Saúde  e operada a uma "Tromboflebite"; 45 - Contrariamente ao afirmado por , no testamento outorgado em 21999, esse não era o seu segundo testamento, mas sim o seu sétimo testamento, pois outorgara anteriormente 6 testamentos, respetivamente em 11972; 11988; 11989; 1991; 211992 e 211994; 46 -  sentia-se dependente da 2 R., a filha com quem passou a viver após a morte do marido e receava que esta a abandonasse caso não lhe fizesse a vontade de lhe deixar a Quinta E, sita em Paredes; 47 -  outorgou o aludido testamento, nos moldes em que o fez, porque se sentia dependente física e psicologicamente da 2aR e não a queria contrariar, com medo da sua reacção; 47- –  só outorgou o testamento para obedecer á Ré; 48 -  fazia sempre por obedecer à 2 R. e cumpria sempre a vontade desta; 49 - A 2 R. dificultou, chegando mesmo a impedir algumas vezes o acesso da A. à Mãe, reduzindo-lhe a possibilidade de visitas em sua casa ou até mesmo proibindo as mesmas.