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4 Não resulta provado, pelo menos quanto ao recorrente que "com ilegítima intenção de apropriação para si ou para outra pessoa, subtraiu ou constrangeu a que lhe fosse entregue, coisa móvel por meio de violência contra uma pessoa” e que   5 Os arguidos agiram livre, voluntária e conscientemente, em conjugação de esforços e intentos, em cumprimento de plano previamente gizado entre todos, com o propósito concretizado de se apoderarem pela força, dirigindo a S. palavras intimidatórias e de integrar no seu património o telemóvel de S., no valor de €150, 00, o que lograram.” 6 Dessa forma, impõem-se a absolvição do arguido/recorrente por não se encontrarem preenchidos os elementos objetivos e subjetivos atinentes ao crime de roubo face à prova que foi produzida.