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Alegou, para o efeito, em síntese: ter negociado o contrato com pessoa que identifica e que lhe disse que o patrão dela, o aqui  Réu, estava a contratar trabalhadores para obras em Angola, tendo ficado acordado que iria trabalhar para aquele; que esteve depois em Angola a trabalhar para o 1 Réu, para obra da 4 Ré, a fazer descontos para a 2 Ré, sendo que o processamento dos recibos, salários e os pagamentos eram feitos pela 3 Ré, isto entre 002010 e 212010; que no dia 202010 encontrava-se a trabalhar e, quando estava a colocar cofragem, escorregou, caiu e bateu com a anca e o fémur no chão, sendo que estalou o fémur esquerdo; que apresenta as sequelas das lesões provocadas pelo acidente de trabalho em causa que indica, em face das quais padece de uma incapacidade permanente parcial de, pelo menos, 18%; que não lhe foram pagas quaisquer indemnizações e demais despesas acessórias que eram devidas até à data da alta; que, na data do acidente em causa, auferia um salário de €250,00 x 14 meses e que nasceu no dia 01195 1 Citados, contestaram o  Réu e as  e  Rés, em articulado único, sustentando, também em síntese, que a relação laboral vigente à data do sinistro foi firmada com a 4 Ré, a qual não se encontra coligada às 2 e 3 Rés e em cujo capital não participam nem nunca participaram, não sendo a mesma do  Réu.