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35, n 1, aI., n 2; 37 e 40 da LPCJP.”  Prosseguindo, no ponto , além de se repetir o que resulta "da matéria que consta dos autos” quanto aos irmãos e F. e se dar nota de que, na mesma data, lhes foi aplicada a mesma medida provisória de acolhimento em instituição, no que especificamente tange à S.:  -reporta-se que "a técnica Coordenador do Caso veio dar nota reiterada que a medida de apoio junto da mãe não se encontra a produzir os efeitos pretendidos, sugerindo a sua substituição pela medida de acolhimento residencial, como medida cautelar, reportando as acentuadas dificuldades de gestão doméstica, de escassas competências parentais e até de privação de necessidades básicas, além de que os menores faltam injustificadamente ás aulas e a irmã S. não frequenta a creche.”  -extrai-se que "do que é agora trazido ao conhecimento do tribunal, nomeadamente da matéria alegada pelo Ministério Público, suprarreferida e que aqui damos por reproduzido, têm sido notórias as acentuadas dificuldades de gestão doméstica por parte da progenitora, de escassas competências parentais e até de privação de necessidades básicas dos menores, além de que os menores faltam injustificadamente ás aulas e a irmã S. não frequenta a creche.”  -conclui-se, citando o art 3, da LPCJP, relativa às situações consideradas de perigo para a criança, desta norma sublinhando a alínea, do n 2 –  não recebe os cuidados ou a afeição adequados à sua idade e situação pessoal – que "E face ao que é trazido ao conhecimento do tribunal, a criança S. não recebe os cuidados que necessita, na medida em que continuando com os progenitores existe o risco sério de que não lhe sejam prestados os cuidados adequados à mesma, quer em termos de alimentação e higiene, quer em termos de educação e desenvolvimento.