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Entendeu ainda que, devendo conhecer o grau de maturidade da sua filha, o pai podia avaliar que instruções concretas se revelavam necessárias naquelas circunstâncias concretas para minimizar uma situação de risco, assim como que a suscetibilidade de os perigos se traduzirem em danos para a menor e para terceiros; Seguidamente, não tendo os Autores prestado qualquer esclarecimento à menor, designadamente quanto à função do comando e às sensações que iria enfrentar na descolagem, e não lhe havendo dado qualquer instrução, nem a tendo, sobretudo, proibido, de forma expressa, como se impunha, de mexer na manche ou nos pedais que pelo menos o progenitor sabia que se encontravam ao seu, omitiram os Autores o dever de vigilância que sobre eles recaía.