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Na verdade, jamais aquele fora invocado e, por isso, não foi alvo da sentença proferida e, como é sabido e se relembra no recente Acórdão do STJ, de 18-09-2018 "Os recursos destinam-se a reapreciar e, eventualmente, a alterar/modificar decisões proferidas sobre questões anteriormente decididas e não a decidir questões novas ou a criar decisões sobre matéria nova, não sendo, por isso, lícito às partes invocarem, nos mesmos, questões que não tenham suscitado perante o tribunal recorrido, a menos que se esteja perante questões de conhecimento oficioso.”  Teimam, no entanto, os recorrentes, nos itens 35 e 37 das alegações e no epílogo das suas conclusões, talvez por descuido na cópia adaptada das anteriores, em referir-se a tal servidão e à violação do art 1365, n 2, do   Não resta senão aqui reiterar a advertência antes feita.