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In casu, a conclusão de que o Oponente não exerceu a gerência de facto da primitiva devedora, emerge não só da falta de prova por banda da fazenda Publica, como sai reforçada se observado o pacto social, no qual consta que para além de que estamos perante uma sociedade familiar cujos corpo societário é composto apenas por pai JACP, sócio maioritário) e filhos, sendo que para obrigar a sociedade bastaria a "Intervenção do gerente JACP, ou na sua falta, intervenção conjunta de todos os outros gerentes.”, sendo que aquele sócio maioritário, entretanto falecera, ficando sua viúva e cabeça de casal à frente dos destinos da devedora originaria   o que indicia claramente que quem, só por si, tinha capacidade para viabilizar o giro comercial da sociedade, ou seja, determinar o destino desta com total liberdade era seu pai e à sua morte, os seus sucessores em conjunto a viúva e cabeça de casal e seus , o que não permite que se olvide o peculiar, mas não menos, frequente, circunstancialismo que envolveu a indicação do Recorrido como gerente da devedora originária, o que é compatível, de acordo com as regras da experiência comum que isso nos ensinam, com o usual funcionamento de uma sociedade familiar, em que a gestão podia ser e era exercida em exclusivo pelo pater familiae, e à sua morte pela viúva e cabeça de casal, tendo o tribunal a quo formado a convicção de que esta avocara integral e exclusivamente esse poder, passando a gerir os destinos da sociedade socorrendo-se pontualmente do Oponente apenas para viabilizar o giro comercial.neste mesmo sentido, já se pronunciou este tribunal no Ac.