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in BMJ n. 324/62  Com efeito, a convicção do Tribunal quanto a estes factos, resultou da conjugação de todos os elementos de prova já enunciados entre si, bem como, com as regras de experiência comum, tudo emergindo de um elementar juízo de inferência lógica que, à luz das citadas regras da experiência comum, se estriba nos demais factos provados, sendo do conhecimento de qualquer cidadão e, por maioria de razão, de cidadãos que se dedicam e relacionam com as actividades de usurpação de funções, actos sexuais com adolescente, abuso sexual de crianças e pornografia de menores que as mesmas são merecedoras de previsão e punição penal – tudo assim sendo, sem prejuízo, das verbalizações expressas de sapiência da censurabilidade penal assumidas designadamente pelos arguidos RR, AA, e BB em distintas fases processuais.