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9 Posto isto, se a intenção do legislador fosse no sentido de impor a obrigatoriedade de recurso a uma determinado médico indicado pela ou a uma determinada rede convencionada, à semelhança do que sucede na Lei n. 98/2009, de 4 de Setembro – que regulamenta o Regime de Reparação de Acidentes de Trabalho e de Doenças Profissionais, o qual prevê, no n. 1 do artigo 2, que, em regra, "a entidade responsável tem o direito de designar o médico assistente do sinistrado” excepcionando apenas, no n. 2, as quatro situações em que pode o sinistrado recorrer a qualquer, neste tipo de seguros, o legislador tê-lo-ia igualmente expressamente estipulado para os contratos como aquele em apreço.