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Ora, começando pelos itens de facto não provados e vertidos nos itens 2 e 2, inequívoca é a contradição entre a factualidade nos mesmos vertida e a considerada provada nos itens de facto ns 10 e 1 Na verdade, não pode a primeira instância considerar como estando provado que " o vigamento de madeira do tecto do 4 andar não foi calculado para suportar a carga decorrente da betonilha existente no 5 andar e muito menos uma ampliação de área desta fracção”  item 1, e concomitantemente, julgar Não Provado que " As vigas de madeira do tecto do 4 andar não foram dimensionadas para suportar a sobrecarga de qualquer ampliação da área do 5 andar”  item 2 Do mesmo modo, não faz qualquer sentido julgar " Não Provado” que " As obras em causa não pretendem aumentar a área da fracção sobre o tecto do 4 andar”  item 27 ., e , ao mesmo tempo, julgar como PROVADO que a obra traduz-se " numa ampliação da área de implantação da sua fracção autónoma sobre o 4 andar, através da destruição dos vigamentos que suportam a cobertura do PRÉDIO” .