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a) Ora, em primeiro lugar, a arguida não tem razão ao alegar que os factos em crise, ou seja, o ponto da factualidade provada que funda a sua condenação pela autoria de um crime de abuso sexual de criança agravado, previsto e punido pelos artigos 17, n.1, 17, n 1, alínea, e 17, alínea, do Código Penal, e  os pontos a , relativos à sua condenação pela prática, como cúmplice, de  crime de abuso sexual de criança agravado, previsto e punido pelos artigos 171, n.s 1 e 2, 177, n. 1, alínea, e 179, alínea e 27, do Código Penal, foram julgados provados apenas com base nas declarações da criança ofendida, ainda que estas tenham constituído a prova rainha, tal como sucede em casos semelhantes, pelas razões desenvolvidas supra a propósito do recurso do arguido que podem ver-se em A. especialmente 3)  do presente acórdão, para onde se remete.