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Z) Deve ser alterada a resposta ao facto em causa, e em consequência deve ser dado como provado que "em  .02015 as partes acordaram que o estabelecimento a instalar no locado era de restauração, e que o valor de € 1000,00 entregue pelos senhorios à arrendatária, era um adiantamento dos primeiros à segunda, para custeio das obras necessárias à instalação daquele”; AA) Resulta do testemunho de que o Autor terá aceite alterar o acordado no sentido de os senhorios se obrigarem ao suporte das respectivas despesas, ou em alternativa obrigados a vender o imóvel no final do contrato pelo preço de € 63000,00 na disponibilidade da arrendatária, mas nunca pretendeu formalizar essa formalidade; BB) Embora verbalmente tenha aceite alterar o contrato promessa, nunca foi formalizada a alteração porque o Autor arrastou a situação; ) Deve ser dado como provado que "em Junho de 2015 senhorios e arrendatária considerando que a instalação de um estabelecimento de restauração no locado carecia de obras em valor muito superior a € 1000,00, alteraram o acordado no sentido de os senhorios se obrigarem ao suporte das respectivas despesas, ou em alternativa obrigados a vender o imóvel no final do contrato pelo preço de € 63000,00 na disponibilidade da arrendatária”; ) Em consequência a alteração da matéria de facto, resulta que o locado foi arrendado e entregue à Ré num estado de degradação total e que não permitia a sua utilização para nenhuma actividade; EE) Para além de estar totalmente degradado, o locado estava numa situação ilegal pois não tinha qualquer instalação sanitária e fazia uso do saguão do prédio parte onde foi instalada uma sanita; FF) A utilização do locado implicava a realização de avultadas obras de reparação e legalização a cargo dos Proprietários e que estes ilicitamente recusaram; GG) Os Proprietários não cumpriram enquanto locadores a sua obrigação primária e fundamental de assegurar ao locatário o gozo da coisa locada art.