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Revertendo ao caso dos autos, conquanto na decisão que sem prévia audição do contraditório) decretou o arresto a Mm Juíza "a quo” tenha concluído pela verificação dos pressupostos da desconsideração da personalidade jurídica coletiva relativamente à 2,certo é que na decisão posteriormente prolatada que incidiu sobre a oposição deduzida pelos requeridos, louvando-se já para o efeito no decidido no Acórdão desta Relação de 3/05/2018, proferido no apenso A, a Mm julgadora aduziu, então, a seguinte fundamentação:  "Ora, como o arresto foi instaurado na pendência da acção de impugnação, é lapidar que os requerentes apenas tinham de deduzir os factos que tornam provável a existência do crédito e justificavam o receio de perder a garantia patrimonial artigos 391, n1 e 392,.