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Dito isto, forçoso se torna concluir que pela falência dos argumentos esgrimidos pela recorrente de que ao pretender inverter o sentido da decisão recorrida, faz uma inadequada interpretação do disposto no n 2 do artigo 48-A do EBF na redação à data dos factos, como aliás, ressalta da nossa jurisprudência, nomeadamente do acórdão do STA proferido em 21/06/2017, no processo n 0519/16, que se pronunciou sobre uma situação semelhante à que nos ocupa e que, para completar o entendimento que vimos de elaborar, aqui, com a devida vénia, acolhemos e  parcialmente, transcrevemos, Diz-se ali: ") A sentença julgou a impugnação procedente por ter sufragado a interpretação do preceito que encontra expressão no acórdão do STA de 16/05/2012, no processo n 0283/12, segundo a qual antes da alteração introduzida pela Lei n 32-B/2002 o empregador podia considerar como custo fiscal por cada posto de trabalho, no máximo, o montante equivalente a 14 vezes o salário mínimo nacional, acrescido de uma majoração de 50%.