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Para fundamentar as suas pretensões, o Autor alegou, em síntese, que: casou com a 1 ré, em 1178, no regime da comunhão de adquiridos; instaurou contra a ré ação de divórcio sem consentimento do outro cônjuge, para a qual a ré foi citada em 102012 e que foi julgada improcedente por acórdão de 002013; em nova ação, proposta pelo autor em 202013, o casamento veio a ser dissolvido por sentença de divórcio transitada em 112013; ao longo da sua vida de trabalho, o autor economizou bastante dinheiro e com ele e com o produto da venda da casa que o autor adquirira antes do casamento, o autor e a 1 ré adquiriram, em nome de cada um deles, certificados de aforro; a  Ré ficou titular da conta aforro , a qual detinha, na data de 012005, a quantia de 4056,92€ e o autor ficou titular da conta aforro 18271901; convencido pela 1 ré, o autor resgatou os seus certificados de aforro em 106, pelo valor de 15103,46€; entregou essa quantia na Caixa Geral de Depósitos para constituição de um PPR, a fim de, passados 5 anos, receber tal capital, acrescido de juros à taxa de 4%, na conta da CGD de que o casal era titular; decorridos os 5 anos, e como nada fora depositado na referida conta comum, o autor dirigiu-se à CGD que lhe não deu qualquer informação, a pretexto do sigilo bancário; por via de processo-crime instaurado em 2013, o autor veio a tomar conhecimento de que, no dia 012006, a 1 ré, em conjunto com a 5 ré, sua irmã, abrira uma conta bancária na CGD com o n. para onde canalizou todas as quantias subtraídas ao autor; na pendência do processo de divórcio e com o intuito de sonegar bens ao património comum, a 1 ré pediu a uma sobrinha que abrisse uma conta bancária, o que esta fez em 002012 conta n. para a qual foram transferidos — da conta bancária titulada pelas 1 e 5 rés — os valores de 16150,00€ e € 150,00, em 12, e 2948,00€, em 102012 valores que resultaram da aplicação, pela  Ré, dos 15000,00 dos certificados de aforro titulados pelo Autor, em apólices PPR a favor exclusivo daquela Ré); não pretendendo continuar nessa situação, a mencionada sobrinha transferiu, no dia 212012, e com o acordo da 1 ré e do 2 réu, seu irmão, para conta bancária titulada pelo 2 réu e por ele aberta em 302012 conta n., as quantias que a 1 ré para ela transferira, bem como os juros entretanto produzidos, no montante total de 18194,72€; no mesmo dia 302012, o 2 réu autorizou a 4 ré, sua nora, e a 5 ré, sua irmã, a exercerem os poderes de titulares daquela conta bancária; os Réu , FF e GG bem sabiam não lhe pertencer este capital e conluiados com a Ré quiseram subtraí-lo e escondê-lo para não serem objeto de futura partilha do património do casal; para dificultar a localização das quantias sonegadas pela 1 ré ao autor, em 312012, o Réu constituiu dois depósitos a prazo nos montantes de 5000,00€ e 13000,00€, os quais voltaram a entrar na conta em 112014 para, no mesmo dia, voltarem a sair como TRF no montante de 18000,00 para uma conta bancária titulada pelo 3 réu, filho do 2 réu, e pela 4 ré, mulher do 3 réu, ordem de transferência que foi dada pelo punho do 2 réu, em 112012; a partir daí, os 3 e 4 réus constituíram dois depósitos a prazo, um no montante de 1300,00€ e outro no valor de 5000,00€, tendo vindo a receber os rendimentos produzidos, fazendo seus o capital e os rendimentos produzidos, que utilizaram em proveito próprio, praticando um crime de furto e ato de enriquecimento; à taxa anual de 4%, o capital de 1800,00 € teria gerado rendimentos de 7000,00€, sendo a metade correspondente à sua meação; em 0012, a  Ré resgatou os certificados de aforro de que era titular, recebendo 4896,48€ e, bem assim, outros certificados de aforro de que o autor era titular, recebendo 1000,00€, desconhecendo o autor oparadeiro destas quantias, suspeitando que possam integrar alguma das contas bancárias antes mencionadas; esses montantes venceram juros, à taxa de 4% ao ano; no âmbito dos arrolamentos propostos por apenso às ações dedivórcio, não foi encontrado qualquer saldo bancário em contas tituladas pela 1 ré; por isso, mas sem desistir de os procurar, o autor e a 1 ré outorgaram, em 116, escritura de partilha do imóvel comum, que ficou a caber à 1 ré pelo valor de 5000,00€, dando ao autor tornas de 2000,00€.