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O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA conclui as suas contra-alegações da seguinte forma:  "a. Não se presencia a mesma "quaestio juris” fundamental entre o Acórdão Recorrido Acórdão do TCA Sul, de 25 de julho de 2019, P. 1399/18BELSB) e os Acórdãos Fundamento Acórdão do STA, de 9 de junho de 2010, P. 0349/10) e Acórdão do TCA Sul, de 28 de junho de 2018, P. 2416/10BELSB); b. O Acórdão Recorrido afasta a falta de fundamentação invocada pela Recorrente quanto aos resultados obtidos nas provas psicológicos, adiantando que aquela demonstrou ser perfeitamente conhecedora do sistema avaliativo do procedimento concursal em causa;  Como bem se diz no Acórdão Recorrido, "A Recorrente não revela desconhecer, nem alega esse desconhecimento em relação à fundamentação, antes pretende a confirmação da veracidade ou da correção da avaliação realizada, que é coisa diferente do cumprimento do dever de fundamentação”; O Acórdão Fundamento do STA, de 002010, repousa numa situação de destruição das próprias provas psicológicas, diferentemente ao que se assiste no Acórdão Recorrido em que se admite que a Recorrente ou qualquer possa ter acesso ao "RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA”, consultando-o no Gabinete de Psicologia e aí colhendo os esclarecimentos necessários;  e. O Acórdão Fundamento do TCA Sul, de 202010, P. 2416/10BELSB, assenta num procedimento concursal especial que tem como destinatários candidatos integrados numa carreira especial;  f. O Acórdão Recorrido, pese embora ter como destinatários candidatos que vão integrar uma carreira especial, rege-se por um procedimento concursal de natureza geral; g. Sucumbindo um dos pressupostos consignados no art.