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Na verdade, a propósito do direito da Recorrente à contabilização de 3074 dias para efeitos de progressão na carreira, bem como relativamente à justeza da contabilização de tempo de serviço efetuada pelo Recorrente para aquele mesmo efeito, em sede de  execução, de 2709 dias, vem referido na fundamentação de direito da sentença recorrida o seguinte:  ") A presente ação executiva funda-se, e tem como título executivo, a sentença proferida na ação administrativa que correu termos sob o n 2242/18BEPRT, que julgando aquela ação procedente, condenou o executado na prática do acto administrativo devido, consubstanciado na contagem, para efeitos de progressão na carreira docente, do lapso de tempo em que a autora lecionou nos estabelecimentos de ensino superior, desde o ano letivo 1996/1997 até agosto de 200 Naquela ação a autora, aqui exequente, formulou o pedido de condenação do Réu a emitir um acto de deferimento da pretensão da autora de extensão dos efeitos de sentenças, manifestada no seu requerimento de 11/11/2015 e de um acto que determine a contagem como tempo de serviço para efeitos de progressão salarial aquele que a autora prestou no ensino superior desde o ano letivo de 1996/1997 até ao ano letivo 2005/200 Fundou a sua pretensão na invocação de que sendo professora no Agrupamento de Escolas Infante Henrique, no Porto e tendo lecionado em vários institutos do ensino superior desde o ano letivo de 1996/1997 até 31 de agosto de 2006, o referido tempo de serviço foi contado para efeitos concursais, mas não para efeitos de progressão salarial na carreira docente do ensino não superior como considera ser devido, tendo requerido que requereu que lhe fosse contado o referido tempo como de serviço, para o que solicitou a extensão dos efeitos de mais cinco sentenças transitadas em julgado, não tendo contudo obtido resposta.