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O que, por sua vez, nos transporta para a análise da informação n. 417/2014, de 01 de outubro  e despacho do CEME de 02 de outubro, que acolheu a proposta nela,  na qual foram indicados os pressupostos/critérios que deviam presidir à atribuição de vagas previstas para QQEsp aos diversos QEsp em que se integram os oficiais que foram promovidos pelas portarias impugnadas, que o Apelante considera enfermar de várias ilegalidades, decorrentes da violação de normas do EMFAR e do próprio despacho n. 11052/14, de 01/07, proferido pelo CEME e através do qual o apelado reduziu a sua discricionariedade a zero, na medida em que se auto -vinculou a observar, aquando da posterior afetação dessas vagas aos QEsp.,  os critérios indicados no n.2 desse despacho.