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Assim, não só temos de concordar com a recorrente quando diz ser "irrelevante o que consta, apenas formalmente, do registo comercial da recorrente quanto ao seu objectivo social”, uma vez que, como o M Juiz "a quo” também o aceita na sua argumentação, o que se mostra provado é que "tanto a autora como a ré sempre se limitaram à montagem de peças plásticas”, acrescendo que, atento o que decorre dos pontos 32 a 37 dos factos provados, nada mais é possível concluir que não seja que a actividade executada pela ré empregadora não é de prestação de serviços de montagem de peças plásticas em regime de subcontratado, o que afasta desde logo o sector económico a que se reportam tanto o CCT, como a Portaria de Extensão, já que têm como âmbito de aplicação "as empresas singulares ou colectivas que se dedicam, no domínio do Sector Eléctrico e Electrónico, Energia e Telecomunicações, pelo menos a uma das seguintes actividades industriais e ou comerciais”, ali referidas.