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Discordando da condenação, recorreu para o tribunal da Relação, alegando que, face ao circunstancialismo, falta de sofisticação de meios, inexatidão de quantidades transacionadas, falta de elementos objetivos que permitam aflorar quer a intensidade da conduta dolosa, quer dos concretos proveitos obtidos, e falta de concretas condutas que se possam imputar ao arguido, o meio e as circunstâncias como foi desenvolvida a atividade através de venda, se deveria enquadrar a sua conduta no artigo 2 do 15/93, de 22 de Janeiro, ao invés da prática de um crime do artigo 2 do suprarreferido diploma,  Porém, na procedência parcial do recurso interposto pelo Ministério Público, o tribunal da Relação condenou-o como coautor de um crime de tráfico agravado, p. e p. pelos artigos 2, n. 1, e 2, al.