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Invocou, para tanto, que sempre dedicou a sua vida a tratar do marido, da casa e a criar o filho de ambos, tendo sacrificado oportunidades de trabalho e de desenvolvimento pessoal, necessitando de continuar a residir na casa de morada de família com o filho, uma vez que não tem possibilidades de suportar uma renda com os valores atuais destas no mercado de arrendamento, sendo que o valor da prestação paga pelo empréstimo da casa de morada de família é em média de € 350,00 por mês, a que acresce o condomínio e gastos em alimentação e gasóleo para transportar o filho, uma média de € 500,00 por mês e em água, gás, eletricidade e telecomunicações cerca de € 130,00 por mês; não tem meios de subsistência, estando desempregada desde 21/10/2020 e sem subsídio de desemprego.