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·	DO ERRÓNEO ENQUADRAMENTO DO AEROGERADOR NO CONCEITO DE PRÉDIO URBANO DA ESPÉCIE «OUTROS» PREVISTO NO ARTIGO , N.S 1, ALÍNEA, E 4, DO  )	A Administração Tributária entende subsumir-se o aerogerador visado no conceito de prédio urbano da espécie «outros» na acepção do artigo , n.s 1, alínea, e 4, do ; )	Discorda a Recorrida da posição adoptada pela Administração Tributária, na medida em que desenvolve a sua actividade no sector da indústria energética, possuindo, nesse contexto e para esse efeito, licença de exploração emitida pela Direcção-geral de Energia e Geologia, motivo pelo qual o aerogerador em presença não pode deixar de constituir um prédio urbano enquadrável na espécie «industrial» na acepção do artigo , n.s 1, alínea, e 2, do ; N)	Por outras palavras, tendo a Recorrida licença para desenvolver uma actividade industrial – e, ainda que assim não se considerasse, tendo a exploração de um parque eólico como destino normal tal fim –, o aerogerador em presença sempre teria de ser enquadrada no conceito de prédio urbano da espécie «industrial» na acepção do artigo , n.s 1, alínea, e 2, do ; O)	Nestes termos, requer-se a esse Douto Tribunal ad quem que negue provimento ao presente recurso, considerando enfermar o acto tributário em crise de ilegalidade – geradora de anulabilidade nos termos do então 13 do CPA – com fundamento na incorrecta aplicação do regime ínsito no artigo , n.s 1, alínea, e 4, do , tudo com as demais consequências legais.