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116, n. 1, do CPTA, sob a epígrafe "Despacho liminar”, dispõe que "sobre o requerimento do interessado recai despacho de admissão ou de rejeição”, e o n. 2 elenca taxativamente, nas suas várias alíneas, os fundamentos de rejeição do requerimento cautelar, a saber: a) A falta de qualquer dos requisitos indicados no n. 3 do artigo 114 que não seja suprida na sequência de notificação para o efeito;  b) A manifesta ilegitimidade do requerente; ) A manifesta ilegitimidade da entidade requerida;  ) A manifesta falta de fundamento da pretensão formulada; e) A manifesta desnecessidade de tutela cautelar; f) A manifesta ausência dos pressupostos processuais da ação principal.» A possibilidade de rejeição liminar deve, pois, ser reduzida aos casos em que o requerente da providência, convidado a suprir algum dos aspetos elencados no n. 3 do citado art.