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Mas o Tribunal recorrido, pasme-se!, considera não existir estado de invalidez, apesar da Apelante mulher ter: - uma incapacidade permanente absoluta para o exercício da sua profissão habitual; - sendo que, para além da sua IPATH, incapacidade total para a sua profissão tem, ainda, 67,5% para qualquer outra profissão; - lesões na mão direita, sendo que a mesma é dextra; - ficar a necessitar de ajudas técnicas, isto é, de suporte para membro superior para promover a elevação da mão, tendo em conta os problemas circulatórios de que ficou a padecer, suporte esse denominado de suspensão braquial, a substituir sempre que necessário, por via de regra, e em geral, aproximadamente de 6 em 6 meses; - ficar a necessitar de medicação, analgésicos; - ficar a necessitar de realização de sessões de fisioterapia.