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499 e seguintes, tendo em vista a pronúncia do arguido S. pela prática de um crime de ofensa à integridade física qualificada, previsto e punido pelo 14, n. 1, alínea, do Código Penal.No desenvolvimento dos autos foi proposta aos arguidos , J. P., P. F. e A.  a suspensão provisória do processo nos moldes supra exarados, que foi aceite, tendo ainda o arguido A. prescindido da discussão dos fundamentos invocados no requerimento de abertura da instrução.Pelos ofendidos F. e B. foi dito que desistiam da queixa apresentada nos autos, desistência que foi aceite pelo arguido .Com interesse para a decisão a proferir procedeu-se à junção aos autos dos certificados de registo criminal dos arguidos, bem como do registo de suspensão provisória do processo existentes na Base de Dados da Procuradoria-Geral da República dos arguidos.O Ministério Público deu a sua concordância à suspensão provisória do processo, nos termos do artigo 30, n. 2, do Código de Processo Penal, conforme declarou nesta sede.Não se tendo vislumbrado qualquer outro acto instrutório cuja prática revestisse interesse para a descoberta da verdade, efectuou-se o debate instrutório, que decorreu em conformidade com o disposto nos artigos 29, 30 e 30, todos do Código de Processo Penal.