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Refira-se, a latere, que não deve permitir-se transpor para os presentes autos de insolvência o conflito eventualmente existente entre os ex-cônjuges, sendo curial salientar que o presente processo resultou de uma apresentação à insolvência por parte do ex-cônjuge marido – com pedido de exoneração do passivo restante, sobre o qual incidiu despacho liminar em 04-04-2017 –, e não de requerimento apresentado por qualquer credor, mormente a Caixa Geral de Depósitos, invocando a apelada créditos sobre o insolvente, alusivos a despesas feitas com o imóvel e pagamento das prestações alusivas aos contratos de mútuo celebrados com a CGD, para além de crédito de alimentos tendo por referência a prestação de alimentos devida ao filho do casal – atualmente maior –, alegadamente incumprida pelo pai, ora insolvente.