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285, isto é, como um conjunto de meios organizados com o objetivo de exercer uma atividade económica, principal ou acessória, que, no presente caso, seria acessória da atividade principal exercida pela 1 Ré que era o alojamento e prestação de cuidados a.  Conforme se escreve no acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 002012 in www.dgsi.pt), para a consolidação deste conceito tao amplo de unidade económica para efeitos de transmissão de empresa ou estabelecimento que veio a ficar consagrado na nossa lei laboral muito contribuiu a jurisprudência do TJCE, como refere o PROFESSOR JÚLIO GOMES: "por mérito do TJCE, o regime da transmissão da unidade económica sofreu modificações profundas que forçaram a revisões do direito interno dos Estados Membros que, num primeiro momento, acreditaram que o seu ordenamento jurídico era já conforme com a Diretiva ...) O TJCE prestou um importante contributo para a sua flexibilização e para a compreensão de que aquilo que constitui uma unidade económica pode variar consoante o seu próprio sector de atividade...Desenvolveu-se, assim, uma tendência que ainda está em curso para uma certa desmaterialização do conceito de unidade económica ou pelo menos, para uma compreensão mais flexível desse conceito” "Novas, novíssimos e não tão novas questões sobre a transmissão da unidade económica em Direito do Trabalho”, in Novos Estudos de Direito do Trabalho, Wolters Kluver, Coimbra editora, págs.