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121 n. 1 do CIRE e alega, para além do mais que constitui repetição, que a venda/cessão, pela A. á insolvente, de parte da carteira de clientes daquela, com a consequente obrigação de pagamento, por esta, da quantia de € 37000,00, sempre consubstanciaria um negócio simulado, que visou, tão só, a anulação no que tange a saldos contabilísticos, do efectivo saldo credor da insolvente sobre a A., a insolvente em nada beneficiou com a aquisição da referida carteira de clientes, não tendo obtido nenhum proveito com a mesma, pois de contrário não teria acabado insolvente, o preço de € 37000,00 coincide, quase na integra, com o valor do crédito da insolvente sobre a A., como é um valor concebido apenas para esse efeito, não se verificam os requisitos legais da compensação, o alegado crédito de € 37000,00 não era judicialmente exigível, nunca houve declaração de compensação, verifica-se a operabilidade da resolução incondicional, sendo o acto em apreço subsumível à alínea do n. 1 do art.