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Peritos em audiência de julgamento para o caso de o tribunal vir a apurar área sobrante distinta da que lhes serviu de base de cálculo no relatório, o valor da depreciação deverá ser feito através de um cálculo de proporção directa, numa regra de três simples, o que nos dá o montante redondo de € 9115,00, resultante do seguinte cálculo: € 14385,00 / 1500 m2 x 168,31 m2 = € 9116,3  )  Os Recorrentes estruturam a sua divergência em relação à materialidade que considera ter sido indevidamente julgada como indemonstrada pelo tribunal a quo, na conjugação de meios probatório produzidos, dos quais, em seu entender, deveria ter resultado uma resposta positiva a essa factualidade, e que são os seguintes:  - Por um lado, em seu entender, os factos provados 19 e 20 contêm meras conclusões e não factos, no sentido de estarmos diante de acontecimentos da vida real; - Acresce que, quanto a estes factos o Tribunal optou por classificar de forma desgarrada e desacompanhada de outros factos, a obra realizada pela R., como sendo um "prolongamento" do prédio da recorrente para o do vizinho, aludindo concretamente ao corpo do artigo 1343 do , tendo-o feito sem identificar a área concreta da bancada que foi construída em terreno próprio e em terreno alheio, para que possa concluir por um prolongamento;  - E o mesmo se diga quanto ao facto n 28 dado como provado, sendo que, aqui o Tribunal conclui que a depreciação da parcela sobrante dos AA.