Legal Document Excerpt:

Para o apuramento da falta de contabilidade organizada o Tribunal a quo considerou os seguintes factos: A sociedade insolvente não depositou na Conservatória do Registo Comercial as contas relativas aos anos de 2015, 2016 e 2017 e demonstrou-se que desde Agosto de 2016 até à data de declaração de insolvência, apesar de permanecer a laborar e de ter vendido o produto da sua laboração ou ter entregue a terceiros os bens acabados no âmbito de contratos de prestação de serviços com eles celebrados nas situações em que as matérias primas eram por estas fornecidas, a sociedade insolvente não registou contabilisticamente qualquer valor dessas vendas e/ou prestação de serviços.