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Ora, 9 – No caso em apreço, atento o referido no ponto 3 destas conclusões de recurso cremos evidenciados os mencionados pressupostos, mormente: a) A justa causa do não pagamento atempado do tributo devido ao credor tributário; b) O Recorrente sempre reconheceu a sua responsabilidade pela infracção cometida e tudo o fez para, pelo meio mais expedito que lhe era possível, regularizar a sua situação tributária; ) Procedeu ao pagamento integral dos montantes que se encontravam em dívida a título do imposto de IVA, juros de mora, remuneratórios e compensatórios, e demais acréscimos; ) O prejuízo para o erário público é diminuto, senão inexistente, pois a prestação tributária encontra-se totalmente regularizada, acompanhada dos juros devidos avultados; e, finalmente, e) A culpa do Recorrente não é grave, dado que a mesma desenvolveu esforço no sentido do cumprimento das obrigações fiscais, tendo reparado a infracção na medida das suas escassas disponibilidades, assumindo todos os acréscimos devidos pelas conduta.