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A isso conduz a sua ponderação à luz do princípio da proporcionalidade e seria, seguramente, essa a interpretação que, da mesma cláusula, faria o "contratante indeterminado normal” referido no artigo 1, n. 1, do Decreto-Lei n. 446/8 Por outras palavras, é perfeitamente compreensível, do ponto de vista do equilíbrio contratual, que a seguradora tenha querido excluir a sua responsabilidade pelo pagamento da prestação convencionada quando se verificasse um facto que, como a condução de veículo sob o efeito de álcool, agrava sensivelmente o risco de ocorrência do sinistro, e que, por seu turno, o tomador do seguro tenha aceite tal exclusão.