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Em síntese, todos os três recorrentes concluem que face à prova produzida se impunha a sua absolvição, sob pena de serem condenados com base numa fundamentação fruto do arbítrio do julgador, com violação clara do princípio da livre apreciação da prova consagrado no art 127 do CPP e do preceituado no art 32 da R.P O P quer na 1 instância, quer neste Relação, vieram pelo contrário defender a manutenção da decisão recorrida, por fazerem uma leitura da prova, diferente dos arguidos e consentânea com aquela que foi feita pelo Tribunal de julgamento e por entenderem que o Tribunal a quo não poderia ter recorrido ao princípio in dubio porquanto da prova produzida em julgamento não resultou qualquer dúvida quanto à participação dos três arguidos no crime objecto destes autos, nos exactos termos que ficaram descritos no Acórdão.