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Efectivamente, a AT procedeu à penhora do imóvel no dia 15/05/2013, com subsequente registo da mesma no dia 16/05/2013, e sucede que a certidão permanente junta aos autos como documento n. 1 da p., não obstante ter sido impressa para efeitos de junção aos presentes autos em 28/06/2013, foi disponibilizada à embargante em 16/05/2013 leia-se na mesma, "Certidão permanente disponibilizada em 16-05-2013 e válida até 16-08-2013”), altura em que a mesma procedeu ao registo da aquisição do imóvel na sequência da aquisição com origem na partilha subsequente ao divórcio. )