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É que, como bem se refere na sentença recorrida, como resulta do n. 142/99, visando a intervenção do FAT garantir o recebimento pelo sinistrado da indemnização a que estava obrigado o responsável legal pelo seu cumprimento – ou ainda, já agora, como também o refere o Sinistrado nas suas contra-alegações, quando escreve que "as responsabilidades do Recorrente/FAT são obrigações não só subsidiárias em relação ao responsável, mas de garantia, sendo obrigado a ocupar o lugar da entidade responsável” –, como se conclui supra, no caso essa responsabilidade é apenas a que resultar da aplicação do aludido artigo 1, pelo que, em conformidade, estando provado ponto que "por sentença proferida a 7 de Novembro de 2018, e transitada em julgado, foi condenado  a pagar ao aqui autor a quantia de €1723,76, decorrente da IPP sofrida por este como consequência do acidente de trabalho em causa nestes autos, na sequência de acordo escrito celebrado entre as partes desse mesmo processo”, porque inegavelmente tal montante diz respeito aos danos decorrentes para o Sinistrado do presente acidente de trabalho, sempre a esse se deverá atender, se recebido daquele terceiro pelo Sinistrado, deduzindo-se ao valor do capital de remissão da pensão fixada na sentença que vier a ser apurado.