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Da ilegitimidade ativa  Na conclusão vertida sob o n. 7 das alegações de recurso os recorrentes sustentam que "não podia o tribunal considerar provada a legitimidade processual dos autores aqui que é de conhecimento oficioso”, arguição que enunciam a propósito da discordância manifestada quanto à matéria vertida no ponto  dos "Factos provados”, concluindo que não podia o tribunal a quo considerar provado que os autores são donos e legítimos possuidores do seguinte prédio rústico: - De mato e pinhal, sito no Lugar de ..., ..., freguesia de ... Vila Nova, descrito na Conservatória de Registo Predial de Guimarães sob o n. ..., e inscrito na matriz rústica da União e Freguesias de ... sob os artigos  e .   Como se sabe, a lei procede à classificação das exceções entre dilatórias e perentórias artigo 57, n. 1 do, estabelecendo que as primeiras obstam a que o tribunal conheça do mérito da causa e dão lugar à absolvição da instância ou à remessa do processo para outro tribunal n. 2 do citado, enquanto as exceções perentórias importam a absolvição total ou parcial do pedido e consistem na invocação de factos que impedem, modificam ou extinguem o efeito jurídico dos factos articulados pelo autor artigo 57, n. 3 do.