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Ac do TRG de 32019, n1760/12T8VCT.G1, MARGARIDA SOUSA desceu a indemnização de 20 para 15 num caso em que a cura das lesões demandou um longo período de tempo 205 dias no, com imobilização do membro superior esquerdo durante um período de seis semanas e a inerente alteração da sua vida pessoal, familiar e profissional, sendo o período de repercussão temporária na atividade profissional total de 150 dias, que o quantum doloris se situou acima da média 4 numa escala de 0 a, que as dores e as dificuldades acrescidas na realização das tarefas quotidianas traduzidas no défice funcional de 4 o acompanharão ao longo de toda a sua vida, bem como, que o Autor ficou a padecer de um dano estético permanente fixável no grau   Ac do STJ de 212014, n 5572/00TVLSB.LS1 Teresa fixou em € 1000,00 os demais danos não patrimoniais – dor, submissão a exames médicos, insónias e pesadelos durante um ano num lesado que sofreu além de traumatismo craneano e do punho esquerdo, traumatismo do joelho esquerdo, e tendo sido em exame posterior detectado lesão traumática da rótula esquerda, com rotura dos ligamentos, laxidão meniscal e rasgadura capsular, estas lesões têm de ser consideradas consequência do acidente.