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A este respeito cumpre mencionar que o Tribunal está plenamente convicto das práticas sexuais que o arguido manteve com a menor, nomeadamente introduzindo-lhe dedos na vagina e praticando com a mesma sexo oral, em diversas ocasiões, ao longo dos anos, mesmo quando esta tinha menos de 1 Contudo, resulta claro que a menor, como tantas vezes, infelizmente, acontece em situação idênticas, acabou por desenvolver uma relação afetiva com o arguido, seu tio, da qual, aliás, o mesmo se aproveitou, com quem gostava de partilhar certas atividades agrícolas, que levou a que nunca tivesse relatado os factos em causa e que, como acabou por dizer no dia em que prestou o depoimento para memória futura, já estivesse arrependida de ter relatado a situação. )