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O douto acórdão recorrido, na decisão da impugnação de tais factos provados, após meras considerações genéricas em redor dos princípios da imediação ou da liberdade de julgamento, adotou a seguinte metodologia, que assenta numa corrente jurisprudencial que foi definitivamente afastada pelo Código de Processo Civil aprovado pela Lei n. 41/2013, 26 de Junho: transcrição do facto provado, transcrição da redação pretendida pelo Recorrente, transcrição da fundamentação da sentença recorrida, conclusão de que a fundamentação da decisão recorrida «atentaaprovaproduzida em julgamentoentende-sequeoraciocíniolevadoacabonãoenfermadelapsonotório, sempreresultandodosinvocadosdepoimentos.» factos provados n.s 6, 7 e, ou conclusão de que «analisadaadocumentaçãoconstantedoProcesso Disciplinar referidanasupracitadamotivação,assim,comoaprovatestemunhalproduzida em julgamentoentende-sequeoraciocínioexplanadoemsedejustificativanãoenferma de lapsonotório.» factos provados n.s 9 e, ou conclusão de que «atentaa provanomeadamenteatestemunhalproduzidaemjulgamento,entende-seque o raciocíniolevadoacabonãoenfermadelapsonotório)» factos provados n.s 17 e ou conclusão de que a fundamentação da decisão recorrida «atentaa prova produzida,nomeadamenteatestemunhalproduzidaemjulgamentoentende-seque o raciocíniolevadoacaboéverosímil» facto provado n., ou alteração da redação do facto provado «porumaquestãodeconcordânciafactual» ou «paraevitar contradiçãonamatériadefacto» factos provados n.s 18 e.      O Tribunal da Relação,nadecisão de impugnação de taisfactos, nãoformou a sua própria convicção com base nos meios de prova indicados pelas partes ou oficiosamente investigados, nem fundamentou, ou, então, fundamentou muito insuficientemente a sua decisão.