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Perante tal enquadramento jurídico, e subsumindo-se a situação concreta aos conceitos previstos nas normas, nos presentes autos só poderá concluir-se estarmos perante a atribuição de prémios - e não de meras gratificações - a cada um dos Administradores, fora do campo de aplicação da alínea do artigo 6 do Código Contributivo que fundamenta o acto, o que se resulta concretamente: a.	Da respetiva forma de cálculo e atribuição; b.	Da regularidade da respetiva atribuição facto aliás, plenamente referido no teor da Douta Sentença aqui recorrida, e que não é;  Atento o respetivo quantum rendimentos no valor de € 28000,00 e de € 25660,00, por referência a cada Administrador, em 2014 e 2015,; e  Por não ser possível realizar o respetivo pagamento 'parcelado por referência aos meses a que se reportam', como estatuiu expressamente a previsão norma aplicada;  Duas notas particulares: 1 Especificamente quanto à impossibilidade referida em , supra, valore-se que os prémios são atribuídos e pagos depois de aprovadas as contas de cada um dos exercícios - in casu, são pagamentos de prémios de 2010, 2011 , 2013 e 2014 - refletindo as contas da S.............. a atividade dos anos em causa, como constituem o referencial de atribuição e quantificação desses prémios; consequentemente, é uma 'impossibilidade' o enquadramento desses prémios/factos tributários na norma, dado que os rendimentos pagos nunca poderiam ser imputados 'parcelarmente por referência aos meses a que se reportam' como se estatui expressamente na mesma, pois visaram premiar/remunerar atividades de anos anteriores.