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O recorrente/autor, no seu recurso subordinado, pediu a ampliação da indemnização por dano não patrimonial para o valor de € 25 000, 00 à data da instauração da ação, defendendo que, para além de acompanhar os fundamentos da sentença da 1 instância, os factos provados exigem indemnização superior, atendendo ao «grau de sofrimento, incómodo, dores e privações que o Autor e de que ficou permanentemente a padecer, incluindo as múltiplas lesões sofridas, as várias assistências hospitalares, consultas, internamentos e intervenção cirúrgica, o penoso período de recobro domiciliário em que necessitava de ajuda de terceiros para toda e qualquer função básica incluindo deslocações ao WC e higiene, as limitações permanentes a nível de actividade desportiva absolutamente central na rotina e modo de vida do Autor, quer no plano profissional quer, o dano estético de cariz permanente na face – zona mais exposta do corpo e mais apta a criar constrangimento ao sinistrado, o quantumdoloris acima da média da escala respectiva, bem como o impacto emocional que o susto e o choque do próprio momento do acidente embate frontal e, com receio pela própria vida.» conclusões 15 a.