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16 da BI e ponto 17 dos "Factos provados”), que o Tribunal a quo julgou como "oferta” ao Réu, quando da prova documental junta, bem como da prova testemunhal, ouvida sobre tal matéria FF, com o início e fim do seu depoimento aí assinalado e, de resto, transcrito no corpo da alegação), nada resulta nesse sentido, devendo, pois, tal montante ser julgado como "receita”; 1 – Nas conclusões 1 a 1, os recorrentes especificaram como incorrectamente julgados os pontos de facto, relativos às "despesas” aí mencionadas, que se dão por reproduzidas, especificando a total ausência de prova, nomeadamente documental e testemunhal com depoimento transcrito no corpo da alegação e início e termo aí assinalados no sistema, naquele sentido, isto é, de que tivessem sido feitas no interesse e/ou por conta da A. AA, devendo, pois e antes, os montantes respectivos ser julgados/inscritos como "receitas” na respetiva "conta-corrente”; 1 – Na conclusão 2, os A.A. habilitados, ora recorrentes, insurgiram-se/impugnaram, como incorrectamente julgados, os "pontos de facto” relativos a "levantamentos por via multibanco”, que o Tribunal a quo considerou/julgou como "despesas”, quando deverão, tais montantes, ser julgados como "receitas”, face à ausência, nos autos, de qualquer documento/suporte de que, esses pagamentos, tivessem sido feitos no interesse e/ou por conta da A. AA, nem isto resulta do depoimento das testemunhas ouvidas sobre tal matéria Cfr.