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Por acórdão deste Supremo Tribunal na sua formação de apreciação preliminar prevista no n. 1 do artigo 15 do CPTA, de 2019, veio a ser admitida a revista, na parte que agora mais interessa, nos seguintes termos: ")   A Autora intentou, em 22/04/2005, no TAF de Almada, contra o IPO, a acção n. 284/08BEALM a qual foi julgada parcialmente procedente, por acórdão de 27/09/2007, e foi objecto de um pedido de rectificação da Autora indeferido por decisão de 26/11/200 Inconformada, a Autora apelou para o TCAS, em 02/01/2008, recurso que só foi remetido em 30/01/2009, na sequência de requerimento da sua Ilustre Mandatária referindo que a sua retenção a prejudicava gravemente,atendendo a que «não está a ocupar o lugar que o Tribunal reconheceu na sentença ser um direito seu.» Em 12/02/2009, os autos foram remetidos ao TCAS onde foram distribuídos em 27/02/200  Em 28/01/2011, a Autora requereu, no TCAS, «a prolação da douta sentença atento o longo período de tempo já decorrido» o qual foi respondido em 3/02/2011 por despacho onde se mencionou a impossibilidade de satisfazer de imediato o solicitado face ao número de processos urgentes e outros mais antigos que estavam pendentes  Em 05/06/2014, foi proferido acórdão que concedeu parcial provimento ao recurso da Autora.