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970, que "ao deixar de se fazer menção ao arrendatário de prédio urbano ou de sua fracção autónoma ...) e de prevenir a hipótese de que, sendo dois ou mais os preferentes, abre-se entre eles licitação ...) o legislador quis significar que só o arrendatário de fracção autónoma goza de direito de preferência, e não o arrendatário de um fogo em prédio não submetido ao regime de propriedade horizontal, o qual deixa de exercer a preferência em relação à totalidade do prédio, sem prejuízo de não ignorarmos que persistiam no âmbito daquele diploma as discussões doutrinárias e jurisprudenciais que já se colocavam na redacção do RAU, mormente no que se reporta ao arrendatário de parcela de prédio não constituído em propriedade horizonta7 Nesse sentido cf.