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Por estas razões, deve o acórdão recorrido ser revogado e, em sua substituição, deve ser revogado o acórdão da Relação de Évora sob revista, na parte em que condenou os Réus , , EE e FF, a pagarem, solidariamente, aos Autores, a quantia de € 3664,00, devendo antes, cada um destes Réus, ser apenas condenado a pagar a quantia de € 777,33, acrescida de juros de mora, nos termos dos artigos 80, 80 e 80, do Código Civil, sendo a Ré Valarme - Representação e Exportação, Limitada, condenada, solidariamente com os demais Réus, na parte coincidente com a medida das suas quotas, a pagar a referida quantia de € 3664,0   Decisão Pelo exposto, acorda-se no Pleno das Secções Cíveis no seguinte: a) Revogar o acórdão recorrido; b) Revogar o acórdão da Relação de Évora proferido nestes autos em 012018; ) Condenar cada um dos Réus , , EE e FF, a pagar, aos Autores, a quantia de € 777,33, acrescida de juros de mora, desde a data da citação de cada um deles na presente ação, até integral pagamento da quantia por cada um devida, contabilizados à taxa definida por lei; ) Condenar a Ré Valarme - Representação e Exportação, Limitada, a pagar, solidariamente com os demais Réus, na parte coincidente com a medida das suas quotas, a quantia de € 3664,00, acrescida de juros de mora, contabilizados à taxa definida por lei, desde a data da sua citação na presente ação, até integral pagamento daquela quantia;  e) Em uniformizar a jurisprudência nos seguintes termos:  A existência de uma declaração sub-rogatória pelo credor, de acordo com o artigo 58 do Código Civil, no confiador solidariamente responsável que satisfez o crédito, não afasta a aplicação do regime da sub-rogação legal e do direito ao reembolso pelos outros confiadores, na medida das suas quotas, resultante da conjugação dos artigos 65, n. 1, e 52 do Código Civil.