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60 e seguintes, não deve conter expressões como «adquiriu o prédio», visto que, discutindo-se precisamente nestes autos a titularidade do direito de propriedade sobre uma parte dum prédio, o conceito de "aquisição” integra o thema decidendum, e, como tal, não pode integrar o acervo de factos a considerar na Sentença, sob pena de se ter de considerar «não escrito» este segmento da alínea dos factos assentes;  Assim, sob pena de excesso, deve o texto inicial da alínea da Matéria Assente ser alterado, de molde a que passe a ser o vertido no corpo das alegações no ponto 13, do recurso identificado em, que aqui se dá por reproduzido;  A alínea dos factos assentes contém, indevidamente, a expressão «comprou», que é uma expressão de índole jurídica e não de, particularmente numa ação – como a presente – em que está em discussão a aquisição do direito de propriedade, pelo que, integrando tal conceito de direito o thema decidendum, não pode integrar o acervo de factos a considerar na Sentença;  Sob pena de excesso, deve o texto inicial da alínea da Matéria Assente ser alterado de molde a que passe a ser o vertido no corpo das alegações no ponto 15, do recurso identificado em, que aqui se dá por reproduzido;  A alínea dos factos assentes reproduz o alegado nos artigos 1 e 1 da contestação da Ré, a qual, não só está em franca oposição com o alegado na p.artigos 3 e 1), como nunca foi confessada ou admitida pelo Autor, tendo antes sido impugnada, nos artigos 6 a 6 da Réplica; 1 Consequentemente deve a alínea ser retirada dos factos assentes, transitando para a Base Instrutória, integrando um novo quesito; 1 De resto, tal facto assente é absolutamente contraditório com o teor de vários factos que integram a Base Instrutória Quesitos , 6, 6, 6, 6 e 7), nomeadamente da ação Apensa, em que está em discussão a existência do mini-zoo, desde quando e até quando existiu, a sua finalidade e a sua propriedade.