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não permitia que se dessem como demonstrados os factos provados enunciados na sentença recorrida sob o número 9 «Medição na sequência da qual se constatou que a área efectiva do prédio adquirido é de 4 506 m2 quatro , quinhentos e seis metros»), sob o número 10 «E não a área de 500 m2 que pelo Réu foi publicitada e também descrita, quer no registo predial, quer nos serviços de finanças»), sob o número 11 «Não tendo a Ré, quer nos actos preliminares, quer aquando da outorga da escritura, quer posteriormente, informado ou alertado os Autores para a falta de correspondência entre a área publicitada e descrita, quer no registo predial, quer na matriz predial 9 500, com a área real do prédio objecto do contrato»), sob o número 15 «A área de 9 500 m2 determinou que os Autores se decidissem pela compra do imóvel e pagassem à Ré o preço de € 190 500, 00 cento e noventa e quinhentos»), sob o número 16 «Os Autores estariam dispostos a pagar o valor de € 140 000, 00 cento e quarenta pelo imóvel à Ré, se tivessem tido conhecimento da sua área real»), sob o número 17 «Os Autores não teriam adquirido o imóvel pelo valor de € 190 500, 00 cento e noventa e quinhentos, se soubessem que a parcela de 4 394 m2 quatro , trezentos e noventa e quatro metros não fazia parte do imóvel»), e sob o número 18 «A parcela de 4 394 m2 referida em 1 desvaloriza o imóvel em quantia não concretamente apurada»);  .