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Nesta consonância, decorrendo dos factos provados que a autora a partir de 1 de fevereiro de 2010 prestou uma atividade à sociedade ré que dela beneficiou, e no âmbito da qual se verificaram três das caraterísticas previstas no artigo 12, n 1, sem que tivessem resultado provados factos suscetíveis de elidir a presunção legal de laboralidade prevista naquele normativo, forçoso é concluir que entre a autora e a ré sociedade vigorou um contrato de trabalho a partir de 1 de fevereiro de 201 ...)” Não acompanhamos o decidido, esclareça-se desde já, desde logo porque teve na sua base uma realidade factual que, face ao decidido em sede de apreciação do presente recurso sobre a matéria de facto, já não se verifica, assim o que constava dos pontos  a  da factualidade que havia sido dada como provada, que passaram em sede de recurso a ter diversa redação.