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Este normativo insere-se sistematicamente no capítulo que versa sobre a liquidação da massa insolvente e, sob a epígrafe "Modalidades da alienação”, preceitua no seu n.3 que "se o credor garantido propuser a aquisição do bem, por si ou por terceiro, por preço superior ao da alienação projetada ou ao valor base fixado, o administrador de insolvência, se não aceitar a proposta, fica obrigado a colocar o credor na situação que decorreria da alienação a esse preço, caso ela venha a ocorrer por preço inferior.”  O seu n.4 diz-nos que "a proposta prevista no número anterior só é eficaz se for acompanhada, como caução, de um cheque visado à ordem da massa falida, no valor de 20% do montante da proposta, aplicando-se com as devidas adaptações, o disposto nos artigos 89 e 89 do Código de Processo Civil.” Ora, como resulta daquele n.3 "se não aceitar a proposta”), apesar da responsabilidade assinalada ao AI ver Fernandes, J. Labareda, CIRE Anotado, Quid Juris 2009, página, este tem o poder de rejeitar a proposta do credor garantido, mesmo que ela seja de valor superior "ao da alienação projetada ou ao valor base fixado”.