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FACTOS NÃO PROVADOS Nada mais se provou com interesse para a decisão da causa.” Compulsados os autos constata-se que efectivamente o tribunal recorrido sustentou a improcedência da acção com base nos fundamentos de facto e de direito aí espelhados, por entender que no caso dos autos e de acordo com a periodização do lucro tributável, os custos incorridos pela recorrente, dizendo respeito a um outro exercício que não o impugnado, deveria ser imputado a esse outro exercício, essencialmente por dois motivos, a saber: Por um lado tratando-se de um custo suportado no exercício anterior, deveria ter sido considerado no mesmo, porquanto na data de encerramento das contas desse exercício não eram imprevisíveis ou desconhecidas, já que a sua aquisição no caso de um determinado estava sustentada em adequados documentos de suporte, pelo que por aplicação "a contrario sensu”, do disposto no n2, do art 18 do CIRC, não poderiam ser imputadas ao exercício em causa nos autos, como pretendia a Impte cfr alínea, do probatório.