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Ainda assim, e para melhor compreensão do julgado, importa acrescentar a seguinte factualidade  toda ela alusiva ao conteúdo da petição inicial do apelante;  – No art 1 da petição inicial, alega o autor que : " O A. é dono e legítimo proprietário do prédio urbano ao Caminho da Portada de Santo António, ...., freguesia do Monte, concelho do Funchal, com a área de 624,850 metros quadrados, dos quais 30,00 metros quadrados são de área coberta, inscrito na matriz respectiva sob o artigo 3741 antes, artigo, e descrito na Conservatória do Registo Predial do Funchal sob o n. 1952, freguesia do Monte.”;  - No art 2 da petição inicial, alega o autor que : " O referido prédio veio à sua propriedade por partilha efectuada com os seus irmãos, o 1 R. e Fernando ......, no processo de inventário que correu termos no Cartório Notarial de Gabriel Fernandes, sob o n. 1899/15, por óbito da mãe de todos eles, Maria  ;  -No art 3 da petição inicial, alega o autor que : " Sendo que os interessados no inventário chegaram a acordo quanto à partilha do bem deixado pela inventariada, que eram um prédio misto, onde está implantada uma pequena construção coberta a laje, que ficou a fazer parte da porção de terreno adjudicado ao A. e que constitui o prédio identificado no artigo  ";  -No art 4 da petição inicial, alega o autor que : " Os interessados dividiram o terreno em três parcelas, e atendendo a que os ls RR.