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G. Presentemente temos uma decisão feita a doze mãos e por seis pessoas diferentes, como se fosse uma manta de retalhos onde do novo julgamento se tiram uns factos, apanharam-se outros de uma decisão anterior e assente em prova produzida perante coletivo diverso, meteu-se tudo num texto e como resultado há a condenação dosrecorrentes por quem não os julgou, quando não houve julgamento de nulidade nem ordem de repetição integral e a necessidade de nova prolação decisória, não fazendo sentido o apelo a qualquer impedimento pois do que se trata é unicamente de fazer face aos males da douta decisão inicial, tendo de ser competente o órgão colegial que a elaborou e prolatou, devendo ser esse mesmo coletivo quem, confrontado com o teor decisório superior, lhe deveria dar seguimento; H. O coletivo inicial de primeira instância até poderia entender que conseguia suprir osvícios elencados sem necessidade de produção suplementar de prova mas julga-se que o coletivo anterior nunca tomou posição sobre o doutamente decidido em sederecursória, aqui eivando o pecado capital da questão em análise, pelo que, mutatis mutandis, no limite valerá o teor da conclusão 19 do parecer supra indicado uma vez que no tocante aos vícios de contradição insanável bem como erro notório na apreciação da prova julga-se que até seria fácil a sua expurgação sem necessidade de repetição da prova já produzida anteriormente pois que bastaria indagar da prova já produzida, estando a presente situação mais próxima da reabertura da audiência, ainda que superiormenteordenada, que da realização de integral novo julgamento, pelo que se imporia que ocoletivo fosse o mesmo pois enquanto reabertura da audiência a visar a sanação e vícios decisórios, tratar-se-á de continuação da audiência, havendo que observar o que se mostra plasmado no n. 1 do art.