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NESTES TERMOS, E NOS DE DIREITO, DEVE SER CONCEDIDA A REVISTA E CONSEQUENTEMENTE: A) ALTERADA A DECISÃO RECORRIDA NA PARTE EM QUE JULGOU IMPROCEDENTE A REJEIÇÃO DO RECURSO DA MATERIA DE FACTO NA APELAÇÃO, ANULANDO-A E SUBSTITUINDO-A POR OUTRA QUE, OPERANDO ESSA REJEIÇÃO, ANULE AS ALTERAÇÕES EFECTUADAS À MATÉRIA DE FACTO QUE VINHA PROVADA DA PRIMEIRA INSTÂNCIA QUE DEVERÁ SER CONFIRMADA; E, EM CONSEQUÊNCIA, B) REVOGUE O ACORDÃO RECORRIDO SUBSTITUINDO-O POR OUTRO QUE MANTENHA A ABSOLVIÇÃO DA RÉ QUE VINHA DA PRIMEIRA INSTÂNCIA; E, CASO ASSIM NÃO SE ENTENDA, ) DECLARE NULO O ACORDÃO NA PARTE EM QUE ADITOU O PONTO 10 DOS FACTOS PROVADOS E REVOGUE A CONDENAÇÃO EM JUROS DESDE 5 DE OUTUBRO DE 2018”.