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Num primeiro momento, e apesar da confusão em que se encontrava, sabia que estava perante uma ordem legítima que lhe foi dada, tendo-se o arguido recusado a submeter às provas estabelecidas para a detecção do estado de influenciado pelo álcool, depois de devidamente advertido para as consequências da sua recusa, concretamente que incorreria na prática de um crime de desobediência reconhecendo que se tratava de um agente de autoridade ao dizer-lhe: eu não façomais nada, leve-me e, notificado de que não poderia conduzir durante 12 horas e, que se o fizesse incorreria num crime de desobediência qualificada; o que efectivamente veio a acontecer, tendo o arguido sido fiscalizado nesse segundo momento.