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1 da Lei n. 27/2010, de 30 de agosto, prescreve que a empresa é responsável por qualquer infração cometida pelo condutor, ainda que fora do território nacional n.1), mas é excluída se demonstrar que organizou o trabalho de modo a que o condutor possa cumprir o disposto no Regulamento n. 3821/85, do Conselho, de 20 de dezembro, e no capítulo do Regulamento n. 561/2006, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de março n. e, neste caso, o condutor é que é o responsável pela contraordenação n.  Sobre este ponto está provado que: "a arguida demonstrou ter organizado o trabalho do seu condutor;  frequentou em 30 de dezembro de 2013 o curso de formação "Tempos de condução repouso e utilização de tacógrafos” ministrado pela entidade certificada pela Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho n. 5421;  O motorista dos autos tinha ordens da empresa para circular com os discos de tacógrafo e com o cartão de condutor e com a declaração de início de atividade; A recorrente forneceu a documentação necessária ao motorista dos autos assim como deu ordens expressas para que o mesmo circulasse com as folhas de registo e com o cartão de condutor e declaração de início de atividade; e A empresa fornece as orientações necessárias aos condutores para uma correta utilização dos discos e aparelho de tacógrafo, assim como lhes ministra formação nesse sentido”.