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Opõem-se os apelantes, nos termos que expõem e concluem nas alegações do recurso de apelação, defendendo, designadamente, que não está provado que pelo facto de os insolventes não se terem apresentado à insolvência em 2015 tenham resultado prejuízos para os credores e porque não está demonstrado nos autos que por motivo desse atraso tenha havido uma depreciação significativa do valor do seu património e que seja imputável a essa dilação temporal; o facto de as vinhas que foram apreendidas para a massa e que constituem o essencial dela não terem sido devidamente granjeadas ao longo do ano de 2018 não pode ser atribuído a conduta dos insolventes, e, mais alegando que em 2017 elas valiam 06775,00 € e em 2018 foram avaliadas e com referência ao passado mês de Setembro em 22857,00 €.