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403 e; referidos na "motivação de facto” e nas alegações de recurso, e ainda com as regras da experiência comum, concluímos ser de atender parcialmente à pretensão da Ré/recorrente, no sentido de ser alterada a redacção dos pontos 5, 16, 24 e 38 dos factos provados embora, quanto aos pontos 16, 24 e 38, em moldes ligeiramente diferentes dos referidos pela recorrente, conforme adiante se explanará), não assistindo razão à recorrente, salvo o devido respeito, quanto à restante matéria de facto que pretende ver alterada – ou seja, redacção dos pontos 25, 32, 34, 36, 37, 39 e 48 dos factos provados e ponto dos factos não provados seja dado como provado – relativamente à qual constatamos que o Tribunal "a quo” fez, no essencial, uma correcta apreciação e análise crítica de todos os elementos de prova constantes do processo, tal como consta clara e detalhadamente explanado na "motivação de facto” da sentença recorrida que acima transcrevemos, havendo, apenas, que introduzir uma alteração na redacção do ponto 32 dos factos provados, por forma a que a mesma seja rigorosamente mais consentânea com a prova pericial produzida nos autos.