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1 do RCPITT, considerou que o procedimento inspectivo levado a cabo pelos Serviços terá de ser qualificado como externo, visto que "não se baseou exclusivamente na análise formal e de coerência dos documentos de que a AT dispunha sem ter praticado os actos de inspecção”.  . Porém, como se disse em sede de contestação, a auditoria informática que proporcionou os elementos que suportaram as correcções técnicas operadas pelos SIT foi efectuada na sequência de um anterior procedimento externo de inspecção.  . Estamos, assim, perante dois procedimentos autónomos: - o primeiro teve carácter externo e permitiu a recolha de ficheiros informáticos pertencentes à impugnante; - o segundo teve carácter interno e não implicou a prática de qualquer acto exterior às instalações da Administração Tributária.  .