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2) - Em 19/10/2015 foi proferido despacho, onde, com respeito ao recurso dos AA, para além de se refutar a nulidade imputada à sentença, só se admitiu este na parte em que se invocava a violação do caso julgado - art 629, n 2, "in fine” do novo Código de Processo Civil1 doravante NCPC, para o distinguir do Código que o precedeu, que se passará a identificar como -, alicerçando-se a não admissão do recurso, no que concerne às decisões que haviam condenado os AA em multa ou taxas de justiça sancionatórias, na manifesta extemporaneidade do recurso arts 638, n 1 e 644, n 2,, ambos do, e, no que concerne às restantes questões - quer as atinentes à divergência da improcedência da acção tirando a relativa ao caso, quer as respeitantes à absolvição dos RR do pedido de condenação como litigantes de má fé -, na circunstância de o valor da causa não ser superior à alçada do Tribunal de 1 Instância art 629, n 1, do.