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Este não tem de tomar o lugar de um juiz de quarta instância e não põe em causa, nos termos do artigo 6, § 1 da Convenção, a avaliação dos tribunais nacionais, a menos que as suas conclusões possam ser consideradas arbitrárias ou manifestamente desarrazoadas ver, por exemplo, Bochan Ucrânia no GC, no 22251/08, § 61, ECHR 2015, De Tommaso Itália GC, no 43395/09, § 170, 23 de fevereiro de 2017, Moreira Ferreira Portugal no GC, no 19867/12, § 83, 11 de julho de 2017, Zubac Croácia GC, no 40160/12, § 79, 5 de abril de 2018 e López Ribalda e outros Espanha GC, n 1874/13 e 8567/13, § 149, 17 de outubro de.” Reiterou igualmente "que, de acordo com a sua jurisprudência constante que reflete um princípio ligado à boa administração da justiça, as decisões judiciais devem indicar de forma suficiente os motivos em que se baseiam.