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343 do Código Civil, pois constituindo a caducidade do exercício do direito uma exceção perentória tem que ser alegada e provada por quem aproveita, como flui dos seus art.s 29/1, 33/ Ora, face aos factos dados como provados, os recorrentes, quer à data da propositura da presente ação 6/11/2012), quer no momento da venda 22/12/2010), eram apenas alguns dos herdeiros dos falecidos titulares do prédio confinante, pois apesar de terem licitado o prédio confinante em 13/07/2011, só em 17 de dezembro de 2015 foi prolatada sentença homologatória da partilha, o que significa que aquando do exercício do direito ou no momento da alienação não eram proprietários desse imóvel.