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Destarte, e para fazer funcionar as presunções, apenas deve ser alegada e provada a literal factualidade com virtualidade para preencher a hipótese normativa das alíneas, não sendo necessário invocar qualquer facto para preencher os pressupostos de insolvência culposa constantes da noção geral do n. ”1 Além disso, face à caracterização da norma deste artigo 18 do CIRE como uma norma de protecção, pode mesmo equacionar-se que a aplicação desta alínea se baseie, em concreto, em mera negligência1  Diversamente, entendemos que a factualidade dada como provada nos autos não é suficientemente demonstrativa da verificação cumulativa quanto à Recorrida da situação consagrada na alínea, do n. 3, do mesmo art.