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Ora, perante o sobredito circunstancialismo, e ponderando, ainda, que as lesões em causa o impedem em absoluto de exercer a sua atividade profissional habitual e outras atividades dentro da sua área de preparação técnico-profissional este dano na sua vertente não, ponderando, ainda, a sua modesta condição económica, em juízo de equidade, à luz das regras de prudência, de bom senso, de justa medida das coisas e sem olvidar os casos similares ao dos presentes autos e os valores arbitrados pela nossa jurisprudência, temos como equilibrado, adequado e justo, no caso dos autos, o arbitramento de uma indemnização por danos não patrimoniais o valor de €4000,00, valor que, estamos em crer, corresponde, em casos idênticos, aos valores usuais na nossa jurisprudência.”Como é sabido, a indemnização por danos não patrimoniais deve ter em conta, além do mais:- a situação económica de lesado e lesante; - as lesões sofridas; - as sequelas de que o lesado ficou afectado; - o sofrimento físico-psíquico por este experimentado; - a equidade.