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9 Ora tendo em conta os factos dados como provados na douta sentença tirada em primeira instância andou bem o Tribunal de primeira instância ao indeferir as exceções: - da impugnabilidade do acto administrativo, porquanto entender que não estamos face a um ato confirmativo, explicando exaustivamente porquê; - da caducidade do direito da ação, porquanto considerar e bem que a ação foi interposta atempadamente, pois tendo o prazo iniciado em 202019 e terminado em 112019 e tendo a ação sido interposta em 112019, encontrava-se o A perfeitamente em tempo; - e ainda da ilegitimidade ativa porquanto o A ter feito prova nos autos de que é dono único e legitimo proprietário dos prédios em causa nos autos; 10 Mas, salvo o devido respeito, o mesmo já não pode o A dizer relativamente ao mérito da ação e até porque esta decisão é de certa forma contraditório com o que foi decidido no âmbito das exceções.