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A ré Y Infraestruturas, S.E.U., contestou, deduzindo ainda pedido reconvencional, nos seguintes termos:  "Por fim, para o caso de Ré Y ser condenada a restituir as Acções AE..., deve o pedido reconvencional proceder e, em consequência:  a) Ser a Autora condenada a pagar à Ré Y, a título de dívida da massa insolvente, a quantia de € 24560,92, acrescidos de juros de mora, à taxa comercial sucessivamente em vigor, vencidos desde 19-01-2016, até efectivo e integral pagamento; b) Ser a Senhora Administradora da Insolvência condenada solidariamente no pagamento da referida quantia, nos termos do disposto no n. 2 do artigo 59 do CIRE; ) Ser reconhecido à Ré Y o direito de não proceder à entrega das Acções AE... até efectivo e integral recebimento das quantias que lhe sejam devidas.”   Neste conspecto, invoca a ré reconvinte que, no caso de procedência de ação contra si deduzida, e, em consequência, a ré reconvinte tenha de devolver as ações da AE..., à autora deverá ser condenada a entregar-lhe, não o valor de € 07414,49 apreendido para a massa, mas sim o valor que efetivamente foi pago pela ré reconvinte de € 24560,92, acrescidos de juros de mora, vencidos desde 102016, dado que a diferença serviu para extinguir a dívida da sua participada e aumentou o valor das ações da AE..., na medida em que os correspondentes direitos de crédito patrimoniais deixaram de estar onerados.