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Acordam na Secção Cível do Tribunal da Relação de Guimarães  RELATÓRIO  J. e mulher N. J. intentaram a presente acção declarativa, sob a forma de processo comum, para efectivação de responsabilidade emergente de acidente de viação, contra Seguradoras ... S.A. actualmente designada Seguros, S.A.), pedindo a condenação da Ré:   a) a pagar ao Autor, a título de indemnização, a quantia total líquida de € 69437,80 acrescida dos juros até efectivo e integral pagamento, sendo € 6200,00 como compensação por danos não patrimoniais, € 14000,00 pelo dano biológico, € 7000,00 pelo dano sexual, € 237,80 por perdas salariais durante o período de 18 meses em que esteve de baixa médica, € 20000,00 por danos patrimoniais futuros e € 21000,00 pela necessidade de ajuda de terceira pessoa 4 horas diárias x € 5/hora = € 20 x 365 dias = € 300,00) x 35 anos, com redução equitativa pelo pagamento de uma só vez;  b) a suportar todo o tipo de tratamentos, internamentos, acompanhamento médico e medicamentoso, encargos com intervenções cirúrgicas, internamentos, fisioterapia e psiquiatria, sem prejuízo do valor da perda de retribuição que o A. irá sofrer, quer no período de clausura hospitalar, quer no período de recuperação, sendo que, por estes danos não poderem ser determinados ou quantificados na data de propositura da acção, requerem que a sua liquidação seja remetida para execução de sentença cfr.