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Brevitatis causa, diremos que a posição seguida maioritariamente, estabelece um conjunto de ‘constelações típicas’ que considera pertencerem aos conhecimentos da investigação, entre outros, os factos que estão numa relação de concurso aparente com o crime objecto da investigação por escuta telefónica, os crimes alternativos que com aquele estejam numa relação de comprovação alternativa dos factos, os crimes fim quando a escuta telefónica tenha por objecto a investigação de uma associação criminosa, as diferentes formas de comparticipação, favorecimento pessoal e receptação, pois em todos estes casos, o processo histórico que fundamenta a decisão autorizadora da escuta telefónica abrange, à partida, os crimes posteriormente descobertos, atribuindo aos conhecimentos fortuitos um alcance residual Costa Andrade, Sobre as Proibições de Prova em Processo Penal, Coimbra Editora, 1992, pág.