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2002/13T8LLE); isto é, não bastava que fosse notificado o seu advogado, sob pena de se chegar a uma situação ridícula em que é aplicada uma medida de acompanhamento a alguém, sendo a mesma comunicada à conservatória, sem que a própria saiba de nada; a própria Sr juíza do tribunal a quo estava convencida que a sentença havia sido notificada à beneficiária; como a sentença não lhe foi notificada a ela, o recurso sempre estariam em prazo;  - A notificação ao mandatário presume-se efectuada no terceiro dia posterior à elaboração/certificação via CITIUS, ou no  dia útil seguinte a esse, quando o não seja, mas a de um particular apenas se verifica quando a mesma se concretiza, ou seja, quando este recebe a carta em termos físicos e toma conhecimento da decisão, o que tem necessariamente implicações em termos de contagem do prazo, pois caberia sempre à beneficiária a decisão de se conformar com a decisão ou não, só tendo conseguido falar com o seu mandatário muito depois, dado se ter ausentado do país durante o mês de Agosto; considerar que neste tipo de processos, a beneficiária não tem de ser notificada de uma decisão, configuraria uma violação dos princípios constitucionais de interesse e ordem pública, e designadamente os estatuídos no artigo 2 da Constituição da República Portuguesa.