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Retém-se, assim, que a relevância que o aumento da frequência da capitalização de juros tem nos valores a que o devedor de juros fica adstrito é, em termos proporcionais, muito pouco expressiva.» - ibidem, p. 28 Finalmente, esclarece o Autor que os trabalhos preparatórios relativos ao artigo 56, n. 2, do Código Civil fornecem argumentos interpretativos que possibilitam a determinação do preciso significado do requisito constante desse preceito - ibidem, p. 28 Com efeito, através deste requisito, segundo o qual a capitalização de juros apenas é admissível se os juros corresponderem ao período mínimo de um ano, pretendeu o legislador histórico «evitar que o credor faça constantes exigências de capitalização ao devedor, quer propondo-lhe uma convenção nesse sentido, quer interpelando-o ou reclamando-lhe judicialmente o pagamento dos juros vencidos, ou a capitalização» Vaz Serra, «Mora do devedor», obra citada, pp.