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Também Rita Barbosa da Cruz3, não exactamente a respeito de situação como a dos autos, mas a respeito da situação do credor que pretendendo prevenir o perigo de dissipação de bens do devedor lança mão de uma providência cautelar não especificada em vez do arresto, o que, para o efeito aqui em questão se equivale, se pronuncia no sentido de que, «o juiz, apreciando a causa de pedir e o pedido e fazendo a respectiva subsunção ao arresto e não ao procedimento cautelar comum, deve mandar seguir o procedimento correcto por aplicação do art 199, tratando-se de mera correcção do erro na escolha do procedimento cautelar ajustado à pretensão, deixando intocada a matéria factual apresentada pelas partes».