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2 Apesar do tribunal recorrido ter julgado "Provados” os factos 4 a 4, relativos aos danos morais alegados pela Autora, relativamente aos quais apresentou Motivação justificativa de tal entendimento, não condenou a final a Ré no pagamento de uma indemnização por tais danos não patrimoniais causados à Ré, conforme se impunha e conforme peticionado pela Autora, em valor nunca inferior a €000,0  2 A Recorrida-Autora discorda dessa parte da Decisão por entender que tais danos deveriam ter sido atendidos e valorados pelo tribunal, por forma a lhe ser atribuída uma indemnização capaz de a compensar de todo o sofrimento, angústias e tristeza que a afectou pela cessação ilícita do seu contrato de trabalho, pelos danos não patrimoniais sofridos, que tiveram por única causa o seu despedimento ilícito, tanto mais, que tais danos se têm vindo a agravar, com o agravamento do seu estado de saúde físico e psíquico, conforme comprovam os documentos e prescrições médicas que se juntam em anexo, por serem documentos supervenientes.