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- O Tribunal a quo deu como como os factos constantes dos pontos e da matéria de facto dada como provada considerou erradamente o seguinte: Ponto 10: "Fruto das excelentes relações pessoais e comerciais existentes entre o embargado/exequente A. P. e o embargante/executado J. G., em data que, em concreto, não foi possível apurar, mas situada no ano de 2010, aquele emprestou a este o montante de €000,00 sete.” Ponto 11: "O montante referido em 1 foi entregue ao embargante/executado para solver dívidas, em concreto, ao pagamento de por falta de provisão, que tinha emitido.” - Atenta a prova produzida em sede de audiência de discussão e julgamento, o Tribunal a quo deveria ter dado como não provados tais factos.