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), como se a não integração intencional pois que certamente a em causa não desconhecia a legislação em, reiterada ao longo do tempo desde a entrada em vigor do diploma, em 2013, até ao presente, já decorreram 7 anos, sem que o procedimento legal tivesse sido, fosse fruto de generosidade bancária e não, como é óbvio até porque este não é caso único, nesta como noutras instituições bancárias) de salvaguarda dos próprios interesses, visando a , unicamente, colocar-se à margem da lei para poder, sem limites, usar das prerrogativas comuns dos credores, sem qualquer limitação, designadamente, as limitações garantísticas decorrentes do 227/1  - Como assim, resta concluir pela inexistência de qualquer abuso de direito por parte do executado e se algum abuso de direito existe, é antes por parte do exequente, como deflui de todo o exposto até aqui, o qual desde já se invoca, nos termos do artigo 33 do Código Civil, pelo facto de, ao longo de 7 anos, decorridos desde a data da entrada em vigor do 227/2012, jamais o NOVO BANCO ter integrado o devedor, ora executado, no PERSI conforme este último acórdão do TRG, "o acesso a este procedimento extra-judicial de regularização de situações de incumprimento não depende de quaisquer outras condições, nem do pedido formulado pelo cliente bancário, embora este o possa fazer”), mais sendo totalmente abusivo que, nunca o tendo feito, nem sequer perante os fiadores, venha instaurar execução, não só contra o devedor, como também contra estes mesmos fiadores!