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Depois, tem de admitir-se que a questão dos maus-tratos à menor – a que, presumivelmente, se reportariam as fotografias apresentadas pela Requerida – já foi objeto de apreciação pela Justiça da Holanda, na sede própria, a sede de regulação do exercício das responsabilidades parentais como resulta dos factos dados como provados, nesta parte sem impugnação da, pelo que não poderia pretender-se uma segunda apreciação judicial sobre a matéria, agora pela Justiça portuguesa como se funcionasse como instância de recurso perante o decidido pela Justiça da Holanda ou a decisão desta última, embora definitiva, nada valesse em, muito menos em processo urgente de natureza específica, como é o caso destes autos, onde não pode pretender-se a regulação de matérias de responsabilidades parentais, para o que manifestamente não estão vocacionados.