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Assim, o efeito suspensivo de facto da execução fiscal, anteriormente resultante da subida imediata da reclamação judicial a tribunal, uma vez que esta era tramitada na própria execução, deixou de se verificar; o que significa que a AT continua a praticar actos na execução fiscal, ainda que por vezes em desrespeito pelo efeito suspensivo que nalguns casos é requerido para que se mantenha o efeito útil da reclamação judicial título de exemplo e ao longo dos anos, vide os seguintes acórdãos da Secção de Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo: - de 14 de Outubro de 2015, proferido no processo com o n. 1112/15, disponível em http://www.dgsi.pt/jsta.nsf/35fbbbf22e1bb1e680256f8e003ea931/198fba666a31008a80257eea00572022; - de 15 de Junho de 2016, proferido no processo n. 585/16, disponível em http://www.dgsi.pt/jsta.nsf/-/21deba460a13148e80257fd5003b22c1; - de 5 de Abril de 2017, proferido no processo n. 251/17, disponível em http://www.dgsi.pt/jsta.nsf/35fbbbf22e1bb1e680256f8e003ea931/a70689693868cdb28025810100502827; - de 20 de Junho de 2018, proferido no processo com o n. 480/18, disponível em http://www.dgsi.pt/jsta.nsf/35fbbbf22e1bb1e680256f8e003ea931/a3eb60b6ea69023f802582b4004bb488; - de 26 de Junho de 2019, proferido no processo com o n. 23/13BEBJA 821/18), disponível em http://www.dgsi.pt/jsta.nsf/35fbbbf22e1bb1e680256f8e003ea931/d32ba0c39ecb9d758025842c0051c95).