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Remetidos os autos ao Tribunal do Trabalho de Guimarães, Juiz 2, foi proferido despacho a convidar a autora a,"atenta a natureza dos autos processo comum de ação emergente do contrato de trabalho apresentar articulado onde passe a deduzir os pedidos de acordo com a mesma e, bem assim, a alegar e concretizar a respetiva causa de pedir” fls.. Veio então a autora pedir a condenação da ré: "a. a reconhecer que a A. tem para consigo um vínculo de emprego público, b. a reconhecer, de acordo com a lei, a categoria em que se enquadra actualmente e a repor-lhe as diferenças salariais não pagas, desde o dia 01/01/2009 até ao trânsito em julgado da presente acção, de acordo com o nível remuneratório n 9, que lhe cabe, cujo montante ascende, até dezembro de 2018, a 1709,08€ a pagar à A. o salário em conformidade com a sua categoria profissional, ser a ré condenada a emitir declaração, por referência à A., onde certifique: a. a modalidade da relação jurídica de emprego público, b. a descrição das actividades/funções que actualmente executa, as últimas duas menções de avaliação de desempenho; a identificação da carreira/categoria em que se encontra inserida, com a identificação da respectiva remuneração reportada ao nível e posição remuneratória auferido ser a ré condenada a emitir tais declarações no prazo de dez dias após o trânsito em julgado da presente acção, ser a ré condenada na sanção pecuniária compulsória de 50,00€/dia, por cada dia de atraso na emissão da declaração peticionada nas alíneas anteriores.