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Acordam em conferência na Secção de Contencioso Administrativo do Tribunal Central Administrativo Norte:   -  RELATÓRIO  A. devidamente identificada nos autos inconformada, veio apresentar recurso da Sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, datada de 31 de janeiro de 2021, pela qual foi julgado improcedente o pedido de anulação da decisão da Diretora do Agrupamento de Escolas ...), datada de 25 de fevereiro de 2015, assim como a condenação do Réu à prática dos actos administrativos devidos e conducentes à efectivação da sua progressão ao índice salarial 272  escalão da carreira com efeitos reportados a 24 de junho de 2010, e efeitos remuneratórios a 01 de julho de 201  No âmbito das Alegações por si apresentadas, elencou a final as conclusões que ora se reproduzem:  "Conclusões da recorrente A.: 1 - A Autora intentou a presente ação pedindo ao Tribunal a anulação da decisão que indeferiu o seu pedido de progressão ao 7 escalão da carreira docente, bem como a condenação do Réu à prática dos atos administrativos devidos e conducentes à efetivação da progressão da docente ao índice salarial 272 7 escalão da com efeitos reportados a 24 de junho de 201 2 - A sentença proferida nos presentes autos julgou a ação improcedente, por ter considerado que a Autora, não obstante o cumprimento do disposto no Estatuto da Carreira Docente e no 75/2010, de 23 de junho, não logrou demonstrar o cumprimento do constante no artigo 7, n. 6, alínea do 270/2009, de 30 de setembro.