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Analisando primeiramente a conclusão de que se não provou existência de lucro ou finalidade especulativa e/ ou evasão ilegítima ao pagamento da sisa; entendemos que a douta sentença a quo enferma de erro de julgamento, por ter decidido de forma contrária à factualidade constante dos autos: Com efeito, consta da alínea da factualidade provada: Pelas aquisições aludidas em, por exemplo a respeitante ao imóvel inscrito na matriz sob o artigo n 3261, cujo preço de compra declarado foi idêntico ao declarado no contrato-promessa de compra e venda referido em, a sociedade BL procedeu ao pagamento de sisa no montante de € 3880,0 e. Eo que decorre de fls.