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1/94, de 18/1 e Lei 7/2001, de 11/5, na redacção que lhe foi dada pela Lei 23/2010, de 30/ 	E, interpretando os mencionados diplomas, vinha-se decidindo maioritariamente, que, para que o membro sobrevivo de uma relação de união de facto tivesse direito às prestações sociais do regime geral de segurança social, decorrente do óbito do beneficiárioa), tinha de provar, cumulativamente, os seguintes requisitos, tidos como elementos constitutivos do direito: 	- que vivia com o beneficiário falecido há mais de dois anos, em condições análogas às dos cônjuges; 	- que o beneficiário falecido era pessoa não casada, ou, sendo casada, se encontrava separada judicialmente de pessoas e bens; 	- que o companheiro sobrevivo carece de alimentos e; 	- que os não podia obter de nenhuma das pessoas referidos nas alíneas a do art.