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Tal como ficou dito nessa jurisprudência e noutra já acima citada, "é em face do pedido formulado pelo autor e pelos fundamentos causa em que o mesmo se apoia, e tal como a relação jurídica é pelo autor delineada na petição inicial quid disputatum ou quid, que cabe determinar/aferir da competência do tribunal para, de determinada acção, poder/dever conhecer, não sendo este pressuposto aferível a partir da causa de pedir reconfigurada em ulterior articulado.” Em conformidade com esta posição, é, necessário voltar a analisar a petição inicial da Autora, pois é nela e no momento em que surge em juízo que se deve aferir a relação material controvertida delineada por si que permite definir a competência do Tribunal.