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Com efeito, consideramos que a consumação do crime se deu até 17 de Junho de 2003, o que, apenas por mera cautela de patrocínio se admite, é forçoso concluir que o prazo prescricional do procedimento criminal apenas esteve suspenso durante 240 dias, não tendo sido esgotado o limite máximo de suspensão de 3 anos, o que leva necessariamente a reiterar que o crime de burla qualificada agravada referente ao ofendido BB está prescrito desde o dia 12 de Fevereiro de 2019 10 anos de prescrição mais 5 anos desde a primeira causa de interrupção mais 240 dias de suspensão), a qual deverá ser declarada pelo tribunal de  instância.” xi) O recurso foi admitido, nesta parte, por despacho de 14 de dezembro de 2020, subindo imediatamente, em separado, e com efeito meramente devolutivo, para o Tribunal da Relação de ... Em 13 de janeiro de 2021 o Ministério Público respondeu ao recurso.