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Esta conclusão foi ainda secundada pelos Senhores Peritos indicados pelo Tribunal, H,  e J.., todos engenheiros civis, que reafirmaram que a passagem das linhas inviabiliza a construção no "Espaço de Uso Especial – Cidade” o primeiro perito afirmou até de forma espontânea que: "sabendo da linha não compro o terreno”, "no mercado aberto nunca compraria o terreno”) e condiciona a capacidade de exploração florestal a produção de árvores de grande porte é, tendo determinado o valor do prédio antes e depois da servidão, de acordo com as regras previstas no Código das Expropriações, desconsiderando o seu valor patrimonial, manifestamente desfasado do valor de mercado.