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Mas esse facto não é premissa bastante para qualificar a transmissão como uma AIB; 1 É que, repete-se, para estarmos em presença de uma transmissão intracomunitária de bens é necessário fazer prova de que os mesmos foram expedidos ou transportados a partir do território nacional para outro Estado membro da União Europeia; 1 Ora, o sujeito passivo, a pedido do seu cliente, indicou nas facturas como destinatário dos bens a Eslovénia e por razões desconhecidas não apresenta os respectivos CMR's mas adianta que neles, tal como nas facturas, figura a Eslovénia como país destinatário dos bens, o que do seu ponto de vista se justifica pelo facto de ter sido o seu cliente francês o transportador dos bens; 1 O que definitivamente não se compreende é como pode um alegado erro na forma condicionar a qualificação da operação.