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2 a 4 citados.»; «1 Não tem noção do tempo, não conseguindo identificar a sucessão dos dias, anos e meses.» Com a petição, o Ministério Público, ora recorrente, juntou vários documentos para justificar os aludidos factos, entre eles, uma declaração do médico de família, um relatório do exame às faculdades mentais do acompanhado, feito no âmbito de um processo crime, em 2014, e um relatório de 2013 de perícia psiquiátrica realizada em 201 A declaração é de maio de 2018 e dela consta que o visado «não é capaz de reger a sua pessoa e os seus bens, após traumatismo crânio-encefálico desde os 18 anos».