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Na verdade, o que a apelante invoca é, por um lado, que o Tribunal não podia – por existir matéria controvertida e sobre a qual deve ser produzida prova – conhecer do mérito da causa e julgar procedente a acção instaurada pela Autora pontos 1 a 11 das alegações), que o Tribunal considerou irrelevante - mal, na sua perspectiva - a circunstância de a mesma ser portadora de doença de Alzheimer e de, por isso, ter deixado de pagar as rendas nas datas acordadas pontos 12 a 42 das alegações), que desconsiderou a situação de abuso de direito em que incorreu a Autora ao pretender a resolução do contrato de arrendamento com base em falta de pagamento das rendas em causa pontos 43 a 51 das mesmas alegações) e, ainda, não aplicou, a nova redacção do artigo 1083, n. 3, do Cód.