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O Recorrenteapresentouas suas alegações de recurso, formulando as seguintes conclusões: 1 - Na presente instância o ora recorrente deduziu oposição à execução fiscal para cobrança coerciva no processo n., 1872200501001825 do Serviço de Finanças de Póvoa de Varzim por divida de € 2120,39 correspondente a tributo de IRS de 2000 na importância de € 1573,74 e respectivos juros no valor de € 546,65, processo esse baseado na certidão de dívida n. 2005/0012354 do Director Geral dos Impostos datada de 21- 01-200  2 - O oponente alegou que não devia nem podia ser obrigado a pagar a quantia exequenda por não ter tido conhecimento do teor dos elementos constantes da certidão de dívida e não foi notificado da liquidação referente à divida exequenda, quer no que se refere a imposto, quer no que se refere a juros, nem antes, nem após 31 de Dezembro de 200  3 - Pelo que, aquando da instauração da execução que ora se contesta, já havia decorrido o prazo de caducidade do direito à liquidação do IRS do ano de 2000;  4 - E, por se tratar, de uma alteração da situação tributária do oponente, este tinha direito a conhecer dos fundamentos de facto e de direito que lhe tivessem dado origem.