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- o que foi a intenção do progenitor e da progenitora enquanto estiveram casados e não separados, se até pensaram voltar para Espanha e se para isso procuraram ou autorizaram que a residência dos menores fosse formalizada em Espanha para poderem depois matriculá-los em escolas espanholas, se a família toda empenhadamente se preparava para voltar a Espanha, ou a Inglaterra, no Verão de 2016, tudo o que neste contexto se passa é absolutamente indiferente a partir do facto da separação dos progenitores que é o facto que gera a necessidade de regulação das responsabilidades parentais e a intervenção dum tribunal no caso de desacordo entre os progenitores, que é precisamente o que aconteceu: - no Verão de 2016 a progenitora, se intenção havia tido de voltar para Espanha, decidiu ficar em Portugal, e então, não querendo o progenitor aqui ficar, instalado ficou o problema da regulação das responsabilidades parentais relativamente aos menores, desde logo, com que progenitor e País) ficam/se ligam.