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Prosseguindo, quanto ao âmbito do recurso, o recorrente, reeditando conclusões tiradas no recurso que interpusera para o Tribunal da Relação, suscita as seguintes questões já certeiramente elencadas no acórdão recorrido: «se a decisão recorrida padece de erro notório na apreciação da prova, gerador da sua nulidade, tendo sido preterido o princípio "in dubio pro reo”, impondo-se a renovação de prova, ao que acresce ter sido ainda violado o direito ao silêncio de alguns arguidos, valoradas indevidamente as declarações de co-arguido, violado o princípio da livre apreciação da prova, ocorrendo ainda preterição do princípio da presunção da inocência, sobressaindo inversão do ónus da prova e nulidade por falta de fundamentação entre o nexo causal entre a eventual prática do crime e o agente que o praticou, a par de algumas inconstitucionalidades;  se não estão preenchidos os pressupostos objectivos e subjectivos do crime de branqueamento de capitais ; se não estão verificados em concreto os contornos imprescindíveis à imputada agravação ; se não deverá manter-se a imputada reincidência ; se não existe prova cabal que permita sustentar a imputada vantagem patrimonial supostamente alcançada  sublinhados».