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1 Iguais reservas merece o julgamento dado ao ponto 4 da matéria de facto não provada na justa medida em que se não pode dar como provado em 13 como de facto se que o autor ficou privado do uso do veículo pelo tempo em que decorreu a reparação e neste ponto 4 dar-se como não provada essa mesma privação; 1 Há, uma contradição insanável entre o já provado no ponto 13 da matéria dada como provada e o não provado no ponto 4 da matéria dada como não provada e este ponto 4 deve ser expurgado do rol da matéria de facto dada como não provada; 2 Incorreu ainda em erro a douta sentença ao não dar como provado no ponto 1 que: "O Autor despendeu a quantia de 063,55 € na reparação do veículo sinistrado”; 2 O douto tribunal deveria ter dado por assente que o valor da reparação foi efectivamente o que consta na factura, carecendo de qualquer fundamento a teoria adoptada pelo tribunal de que a factura poderia ter sido anulada em momento posterior e substituída por outra de montante diverso já que isso não constitui um silogismo judiciário de julgamento de prova mas antes mera e pura especulação de todo vedada ao julgador; 2 O Tribunal "a quo” admitiu que a reparação ocorreu no parágrafo segundo de fls.