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1 Por outro lado, não se olvide toda a errada interpretação em que do tribunal "a quo" incorreu e que se afigura ter contribuído decisivamente para a condenação do recorrente, relacionada com a dita falta e a sua justificação, designadamente, quando refere que já antes o recorrente havia justificado a sua falta nesse dia 20/11/2014 com a sua presença na Comarca da Madeira – Funchal, nesse mesmo dia 20/11/201  1 Ora, decorre à saciedade dos autos, que isso não corresponde à verdade e que é um manifesto erro em que do tribunal "a quo" incorreu e que contribuiu decisivamente para a construção de todo um raciocínio "viciado" que acabou por condenar injustamente e injustificadamente o recorrente.