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6 – CONCLUSÃO Por tudo quanto ficou exposto, haverá que como factos fundamentais para formular uma conclusão, os seguintes elementos: 	tendo-se tido acesso no âmbito da presente acção inspectiva, à informação relativa aos movimentos bancários, houve oportunidade de constatar a existência, no ano de 2016, de movimentos de entrada nas contas bancárias, no valor total de € 20666, 70 ver item ,2); 	tais movimentos configuram acréscimo do património de N., cabendo, assim, no disposto na alínea do no 1 do artigo 87 da LGT; 	parte desse valor, no montante de € 2966,701 respeita a transferências relativas aos rendimentos da Categoria A, auferidos pelo cônjuge R., e aos rendimentos da Categoria B, auferidos por N., peio que se considera justificado, 	no âmbito da justificação prestada por N. para responder à notificação efectuada, o mesmo informou tratar-se de rendimentos resultantes da aplicação de capitais e, por isso, enquadráveis na Categoria E do IRS; 	contudo, quer essa justificação, quer outras que foram apresentadas por outras partes não se mostraram coerentes e não foram comprovadas no âmbito do ónus probatório que impende sobre N. que, por isso, não logrou demonstrar que correspondem à realidade os rendimentos declarados ou de que é outra a fonte do acréscimo de património verificado, 	pelo que, apesar de se conhecer a sua proveniência, não foi possível determinar a real e efectiva natureza subjacente à transferência que deu entrada na conta bancária de N.; em razão do que será de dar por concluído que o acréscimo de património, representado pela transferência do exterior, de 19/09/20162 não foi justificado por N. e, nessa medida, será de tributar por enquadramento na alínea do no 1 do artigo 87 da Lei Geral Tributária.