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Esta factualidade encontra-se vertida: nos factos provados enunciados na sentença recorrida sob o número 12 «Aquando da apresentação da contestação aos presentes embargos de executado, 23-02-2017, a Embargada/Exequente sabia que o conflito decorrente do incumprimento contratual do contrato identificado em  tinha sido dirimido no âmbito da acção n. 1904/19TBGMR, por sentença transitada em julgado no dia 18-04-2016»), sob o número 13 «A Embargada/Exequente sabe que o valor de 2000,00 euros aposto por ela na letra de câmbio apresentada à execução não era devido pelo ora Embargante/Executado, porquanto esse valor foi inicialmente entregue a título de bonificação/desconto e a sociedade comercial outorgante do contrato adquiriu 1154 Kg café nos termos contratualizados, conforme alega no quarto pedido deduzido nessa acção comum») e sob o número 14 «A Embargada/Exequente sabia que esse valor de 2000,00 euros que opôs da letra diz respeito ao valor identificado na cláusula 4 e não é devido pelo Embargante/Executado após a transacção efectuada nessa acção comum n. 1904/19TBGMR»); nos factos não provados nela enunciados sob a alínea «O Embargante/Executado tem de restituir à Embargada/Exequente o valor de 2000,00 euros, na sequência do incumprimento do contrato identificado em  dos factos provados»), sob a alínea «A Embargada/Exequente emprestou o valor de 2000,00 euros ao Restaurante ») e sob a alínea«Na sequência desse mútuo, o Embargante/Executado avalizou uma letra desse valor»); e no facto pretendido aditar como  «Atento o petitório da acção invocada pelo Embargante/Executado, cuja PI verifica-se que em não foi peticionada a restituição do valor que havia sido emprestado»).