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A este recurso respondeu o Ministério Público, conforme consta dos autos, concluindo da seguinte forma: Antes de mais, cumpre alertar para a ausência de legitimidade do recorrente para impugnar a busca e apreensões em causa, não só porquanto o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou recentemente a validade das mesmas por doutos acórdãos de 16/06 e 14/07, adiante reproduzidos, como pelo facto do recorrente não residir no domicílio buscado, sob pena de, por um lado, se violar o caso julgado que se formou já quanto a essa diligência como de autorizar a prática, sui generis, de permitir um recurso por cada pessoa cujo nome, apelido, alcunha ou outra qualquer mínima alusão conste de um documento ou objeto apreendido assim aumentando de forma exponencial as hipóteses de decisões contraditórias e de eternização da apreciação definitiva da validade da diligência, o que não pode deixar de ser considerado manobra processual dilatória, como ocorre in.