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14- Nesta medida, é forçoso concluir que ao julgar procedente a excepção de incompetência material, declarando o tribunal a quo incompetente em razão da matéria para a apreciação da presente acção, que endossou para os Tribunais Administrativos, andou mal o Tribunal a quo , fazendo uma errada interpretação das disposições conjugadas dos artigos 1 n1 e 4 n1 do ETAF, violando assim o disposto no artigo 66 do CPC e o artigo 24 e 26 da LOFTJ, pelo que não pode manter-se conforme parecer também junto com a apelação, da autoria do Senhor Professor Doutor Pedro Pimenta Costa Gonçalves, doutorado em Ciências Jurídico-Políticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.