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1 Aliás, expandindo um pouco mais no tempo a nossa análise quanto às Leis que foram regendo o "regime geral” dos acidentes de trabalho e doenças profissionais, verificamos a sucessão de 3 Leis que, no que tange à questão que aqui nos ocupa – direito a prestações por incapacidade permanentes resultante de acidente de trabalho – pouco divergiram entre si: 1) Lei 2127, de 3/8/1965, que tratava da matéria das incapacidades IPATH e IPP na sua Base n 1 alíneas e: « Se do acidente resultar redução na capacidade de trabalho ou ganho da vítima, esta terá direito às seguintes prestações: ) Na incapacidade permanente absoluta para o trabalho habitual: pensão vitalícia compreendida entre metade e dois terços da retribuição-base, conforme a maior ou menor capacidade funcional residual para o exercício de outra profissão compatível; ) Na incapacidade permanente e parcial: pensão vitalícia correspondente a dois terços da redução sofrida na capacidade geral de ganho;»; 2) Lei 100/97, de 13/9 – aplicável ao caso dos autos - que tratava da matéria das incapacidades IPATH e IPP no seu art.