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De acordo com o que consta desse visionamento quase 3 meses e tendo em conta que se trata de uma foto do cartão de cidadão de 29/5/2013 portanto 4 anos dado que o arguido em causa não tinha cliché policial e o resultado: "não ter total certeza de se tratar do primeiro indivíduo descrito na denúncia, uma vez que este tinha um corte de cabelo diferente, mais comprido, e tinha barba pouco cerrada” não traduz nenhuma identificação positiva, e não se seguiu nenhum auto de reconhecimento pessoal, para além de não traduzir nenhum reconhecimento por fotografia que não existiu – mas apenas inquirição – fls, não tem qualquer valor probatório, tal como não teria se não fosse seguido do auto de reconhecimento, com o impõe o art 147 5 CPP, e consequentemente afigura-se-nos que não tinha de constar destes autos de reconhecimento nos termos do n1 do art 147 CPP, - o que devia acontecer se tivesse ocorrido o reconhecimento em acto seguido, por poder influir na credibilidade da identificação presencial efectuada - quer como já a tendo visto antes e em que condições e ou sobre outras circunstancias que possam influir na credibilidade da identificação.