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14 - Parece-nos antes inquestionável que a parte inicial do douto despacho, da autoria da Meritíssima Juiz, Dr. Alexandra Alendouro, agora ilustre Desembargadora deste mesmo Venerando Tribunal a quem, a folhas 136 não é, de modo algum, revogatório dos doutos despachos precedentes de folhas 107 e 108 e 114, 115 dos autos, antes deverá ser interpretado como a	a aceitação, como pedido único, por força da cominação do então art 47, n 5 do CPTA, do pedido de declaração de nulidade do despacho de 10200 15 - O que igualmente conduziria à absolvição da Entidade demandada do único pedido em apreciação nos autos, pelo mesmo ser considerado válido na ordem jurídica, tal qual decidiu e bem, a douta sentença recorrida.