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” Fim da transcrição  Ou seja, decidiu o Tribunal a quo pela improcedência do pedido formulado pelos Autores a final da Petição inicial, e nesse sentido, que não concordando os Autores com os actos de cálculo das suas pensões de reforma praticados pela CGA ao abrigo do Decreto-Lei n. 3/2017, de 06 de janeiro, que deviam os mesmos ter procedido à sua sindicância, administrativa e/ou contenciosa, nos termos gerais e no momento oportuno o que não demonstraram tê-lo feito, em conformidade com o disposto no artigo , n. 5 do Decreto-Lei n. 3/2017, de 06 de janeiro, e que não o podem fazer no âmbito da ação em curso, por tal extravasar o pedido deduzido a final da Petição inicial, o qual se dirigia apenas à declaração da ilegalidade da omissão do cálculo da sua pensão de reforma nos termos previstos no artigo , n.s 6, 7 e 8, do Decreto-Lei n. 214-F/2015, de 02 de outubro, com a consequente condenação da Ré a proceder ao referido cálculo, no prazo de 10 dias.