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4) Nenhum reparo nos merece a medida das penas parcelares encontradas, também com atenuação especial por via da relevância da confissão;   5) Também a pena única de 7 anos e 6 meses de prisão aqui aplicada ao arguido AA, ora Recorrente, pela prática, como autor material e em concurso real, de seis crimes de burla qualificada em razão do modo de vida, 51 crimes de burla qualificada em razão do modo de vida e seis crimes de falsidade informática não é desproporcionada, nem ultrapassa a medida da culpa, satisfazendo, do mesmo passo, pelo mínimo, os interesses preventivos gerais e especiais, não sendo passível de uma maior compressão, sob pena de ficar em xeque a confiança na eficácia do próprio aparelho judiciário e a sua capacidade de fazer justiça, repondo a validade das normas que tutelam o valor dos bens jurídicos violados, no caso e com maior relevância, o património dos ofendidos e a integralidade dos sistemas e dados informáticos/ segurança e fiabilidade dos documentos gerados informaticamente no tráfego jurídico probatório e que aqui foram usados de forma instrumental para melhor consumação das burlas.