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360 e seguintes; ) Decidindo-se, como se espera, que a referida matéria não tem natureza conclusiva, devem retirar-se as necessárias consequências para o objeto do presente processo, nomeadamente ao que toca ao valor da indemnização fixada que no acórdão recorrido se reduziu ao valores constantes do auto de arresto em contrário do que se entendeu naquele ponto; e) A definição de qual o correto critério para a fixação de indemnização em dinheiro pelos prejuízos decorrentes dos extravio de bens confiados a fiel depositário e pelos quais é responsável o Estado Português, nomeadamente se a indemnização se deve resumir ao valor constante de auto de arresto e/ou de penhora, ou se se devem ter em conta outros elementos constantes dos autos, ou fixá-la equitativamente ou relegá-la para incidente de liquidação, constitui também questão juridicamente relevante e claramente necessária para uma melhor aplicação do direito, verificando-se um dos requisitos da revista excecional, prevista no n 1 do artigo 150 do CPPA; f) O valor dos bens constantes dos autos de arresto e/ou de penhora é meramente aproximado como emerge dos artigos 406 n 2 e 849 n 1 do pretérito CPC e dos artigos 391 n 2 e 666 n 1 do NCPC, não podendo atribuir-se relevância absoluta para efeitos de fixação da indemnização pelos prejuízos emergentes do extravio dos objetos constantes daqueles autos; g) Nos presentes autos, o denominado "louvado” foi apenas um funcionário judicial, sem quaisquer competências próprias de avaliador e o próprio mandatário do requerente do arresto, presente na diligência, declarou que todos os objetos estavam em estado novo ou porque tinham sido adquiridos recentemente ou porque estavam em estado de grande conservação; h) Dos pontos 21 a 36 do probatório da sentença de  Instância consta o valor de aquisição neles referidos, algo que não foi questionado pelo Réu nem pelo acórdão recorrido, pelo que, – e também considerando o ponto 20 daquele probatório "caso seja revogado o decidido a propósito no aresto sob recurso, – uma correta interpretação e aplicação do disposto nos artigo 562 e 566 do , imporá que o valor indemnizatório seja fixado em tanto quanto ali consta, ou próximo disso ou, em alternativa, ser relegado o respetivo apuramento para incidente de liquidação, nos termos do artigo 609 n 2 do CPC; ) Ao acórdão recorrido imputa-se, como resulta do exposto, a violação por erro de interpretação e de aplicação do disposto nos artigos 607 ns 3 e 4 do CPC e 562 e 566 do , a interpretar e aplicar nos termos propugnados na presente alegação e respetivas conclusões.