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23 E mais diz esse acórdão: «Assim, as chamadas "conversas informais” dos arguidos com os agentes policiais, antes de serem constituídos arguidos, não podem ser valorizadas em sede probatória.» De outra forma estaríamos a subverter o espírito da lei constitucional e mesmo a agir em fraude à lei ordinária se, porventura, sobrestássemos na constituição de arguido, com o mero fito de, desse modo, o arredar do benefício daquelas garantias e, dessa forma, obter provas incriminatórias contra ele.» 24 E prossegue o Tribunal, afirmando que "Todas as "conversas informais” porque não exaradas em "auto de inquirição” ou "auto de interrogatório de arguido”) que o P. teve com os militares da GNR no dia 6 de Outubro de 2018, que os militares ao longo dos seus depoimentos mencionam, nomeadamente para explicar procedimentos de investigação, não podem ser valorados pelo tribunal.” 25 Consignou o Colectivo no seu Acórdão também que "O arguido esteve desacompanhado de qualquer pessoa de família e ou da sua confiança pessoal; durante a diligência estava acompanhado do patrão T., pessoa da sua confiança, mas naquele momento a "colaborar” palavras da com a Polícia Judiciária; o arguido estava desacompanhado de advogado e consciente da gravidade da sua situação como em regra está quem é suspeito da morte de outrem e mais ainda da própria mãe).