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)., inscrito na respetiva matriz predial urbana sob o art.1820 - era detido pora como empresária em nome individual;  – Por contrato de cessão de exploração datado de 9 de janeiro de 2009, em que é cessionáriaa, a A. adquire a exploração daquele estabelecimento, aquisi��ão que integra os móveis constante da relação que lhe é anexa, por um período de 10 anos e mediante a contrapartida mensal de €500,00 quinhentos;  –O estabelecimento em causa era composto por loja que confrontava com a via pública, mas de forma recuada, que dava acesso a um hall exterior, e que, por sua vez, tem um corredor que dá acesso ao estabelecimento destinado a arrumação ou depósito, atelier de costura ou instalações sanitárias que não se encontravam separadas da loja por qualquer porta;  – O imóvel era antigo, carregado de materiais combustíveis quando em contacto com uma fonte de calor;  – No dia 22 de dezembro de 2013, cerca das 14h00, R, dirigiu-se ao estabelecimento comercial identificado em  a fim de o abrir ao publico;  – Aí chegada, e ao abrir o cadeado do gradeamento que protege as montras do referido estabelecimento deparou-se com água a escorrer pelo interior dos vidros das referidas montras e com estes completamente escurecidos, tendo também verificado que a iluminação de Natal que decorava a loja e que no dia anterior tinha deixado ligada, estava desligada, assim como a iluminação da própria montra;  – Perante tal facto, e com receio de entrar, ligou para .