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Com efeito, a actividade da A., até 312014, era exercida no escritório sito no  e, ainda que o fosse em prol dos dois RR e havendo deixado de o ser quanto ao Recorrente, apenas se poderia, salvo melhor opinião, configurar a violação do dever de ocupação efectiva perante uma inactividade total ou, pelo menos, quanto ao núcleo essencial das suas funções, sendo que a eventual redução do trabalho e da sua ocupação decorrente da actividade em prol do Recorrente, que deixou de ser prestada não autoriza, sem mais e desacompanhada de outra factualidade designadamente quanto à concreta actividade que passou a exercer e ao período de tempo da sua execução e da sua inactividade a conclusão de que teria sido violado o dever de ocupação efectiva.