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n. 1 junto com a petição inicial e acórdão recorrido, p. 9, número 3 dos Factos Assentes.1	Assim, a consequência do mencionado artigo 6 teria sempre de limitar-se à dimensão da lesão causada ao Recorrido, pelo que a responsabilidade da Recorrente teria necessariamente que corresponder, na exacta medida, aos danos resultantes da sua pretensa actuação ilícita.1	Em concreto, deveria corresponder à restituição das quantias que foram ou venham efectivamente a ser pagas pela Segurança Social aos ex-trabalhadores P e R, a título de subsídio de desemprego, durante os respectivos períodos de concessão inicial.1Acresce que, por um lado, a condenação da Recorrente no pagamento ao Recorrido de quantias que não foram por este desembolsadas constituiria, de resto, uma flagrante situação de enriquecimento sem causa.1	Por outro lado, a cobrança de montantes às entidades patronais para além dos efectivamente pagos aos beneficiários durante o período de concessão da prestação inicial de desemprego, significaria que a Segurança Social estaria a usar tais receitas como fonte ilícita porque não prevista na de financiamento cfr.