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Quando as partes põem ao tribunal determinada questão, socorrem-se, a cada passo, de várias razões ou fundamentos para fazer valer o seu ponto de vista; o que importa é que o tribunal decida a questão posta; não lhe incumbe apreciar todos os fundamentos ou razões em que elas se apoiam para sustentar a sua pretensão.1 Em sintonia com o acabado de expor no plano jurisprudencial constitui orientação pacífica que "para efeitos de nulidade de sentença/acórdão há que não confundir «questões» com considerações, argumentos, motivos, razões ou juízos de valor produzidos pelas partes nos seus articulados, e aos quais o tribunal não tem obrigação de dar resposta especificada ou individualizada, sem com isso incorrer em omissão de pronúncia.”2  Volvendo ao caso dos autos, verifica-se que os requeridos na oposição que apresentaram ao pedido de insolvência não invocaram, de forma expressa, a extinção da fiança por força do estatuído no art.