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A recorrente, alega que apresentou no prazo de 10 dias subsequentes, à notificação desta recusa, uma nova oposição, suprindo as faltas que foram apontadas á primeira, alegando, porém, que a recusa por parte da secretaria foi excessiva e desproporcional e que não foi dado cumprimento ao n. 6 do artigo 15 do CPC, nos seguintes termos: 	não havendo outro Tribunal Administrativo e Fiscal na R.A., era legitima a interpretação de que a oponente, visava, o Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal, aliás, onde foi junta a oposição pela do Funchal; 	tratando-se de uma oposição à execução fiscal, também não poderá aqui aplicar-se as exigências à necessidade evidente de uma PI normal, pois a oposição à execução fiscal é, necessariamente, do valor da execução; 	a falta de complemento da taxa de justiça, carecia da notificação da oponente e não implicava a recusa da PI, mas sim a recusa da distribuição, nos termos do artigo n. 207 do CPC; 	a oposição apresentada, embora assinada pelo ora mandatário, protestou juntar procuração.