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N. Ainda que se julgue inconstitucional a interpretação conjugada das normas contidas no artigo 33 do Código do Trabalho e no artigo 48, n. 2, proémio, do Código das Sociedades Comerciais no sentido de impedir ") a responsabilidade solidária da sociedade com sede fora de território nacional, em relação de participações recíprocas, de domínio ou de grupo com uma sociedade portuguesa, pelos créditos emergentes da relação de trabalho subordinado estabelecida com esta, ou da sua rutura” – o que apenas se admite para efeitos de raciocínio – a verdade é que o disposto nos referidos artigos , n. 1 do CSC e 3 n. 2 do sempre impediria que o regime previsto nos artigos 48 e ss do Código das Sociedades Comerciais e, por conseguinte, do artigo 33 do Código do Trabalho se aplicasse às sociedades estrangeiras.