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Neste domínio, para sustentação da invocada nulidade, referiu a Recorrente que em face do decidido pelo Tribunal recorrido sob as alíneas a do probatório, no sentido de que tinha obtido um lucro líquido de 83790,53 € em 2017, e que dispunha de prestações sociais no valor de € 367336,66, que tal encerra um julgamento errado e sem qualquer fundamento, pelo facto de ser uma empresa com a actividade de gestão de participações sociais participando em especial no capital das sociedades MTC SA e SA, relativamente em 70,85 % e 39,36%, e que é a lei comercial que a obriga a consolidar contas, sendo para este efeito usado o método de equivalência patrimonial, e que por essa razão, o resultado líquido por si obtido no valor de 83790,53 € resulta apenas dos ajustamentos de capital nas suas participadas, e que não se trata por isso de um rendimento tributável, e que para além do mais, não tem tesouraria, e tem débitos a terceiros empréstimos no montante de 289648,50€, valores estes que serviram de base à constituição das participações socias que constam do balanço 367336,66 € - Cfr.