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Concretamente e no que toca à situação dos autos, a satisfação daquela exigência normativa basta-se com a invocação do 29/1/4 do CT/09, onde se prevê e pune como contra-ordenação muito grave um determinado comportamento da recorrente que se considerou subsumível àquela previsão típica e que igualmente se descreve na decisão condenatória, não sendo necessária a indicação das normas legais e convencionais a partir das quais se considere que à trabalhadora identificada na decisão deveria corresponder uma dada categoria profissional com um dado conteúdo funcional cuja degradação e esvaziamento também vem invocado factualmente para se ter por preenchida a previsão típica da contra-ordenação pela autoria da qual a recorrente foi condenada.