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A ré, com alteração de denominação para K Seguros, SA, interpôs recurso de apelação, no qual apresentou as seguintes conclusões e pedido final: «1) Quando alguém recorre a Juízo para ser ressarcido dos danos sofridos num acidente de viação, tem o ónus de produzir prova concludente sobre os danos sofridos mesmos sob pena de os mesmos sendo dados como não provados, tanto mais que é bem maior para si, a facilidade e contacto com os factos a provar e os meios através dos quais o pode fazer;  2) Deve ser alterada a decisão proferida quanto aos factos dados como provados em factos provados n,,, da douta sentença recorrida, para, no primeiro deles "provado apenas que "emconsequênciadireta,necessáriaeadequadadodescritoembate,oautorsofreutraumatismodaface,traumatismodonarizcomepistaxis,doresnabacia,cristasilíacaseráquis,escoriaçõesnasmãos” eliminando-se o mais que vinha provado da primeira instância e para "não provado” os restantes; 3) Os meios de prova que justificam a alteração são e exame critico e apreciação da prova pericial no relatório inicial de fls.349-352, e nos dois complementares em esclarecimentos de fls 362-363 e 372-372, conjugados com os esclarecimentos prestados em audiência pelo perito Dr. F. , prestado na sessão de 14/5/2019 e passagem da gravação de 00:20:302 a 00:33:504, acima transcrita, da qual resulta que o perito relaciona com o acidente sequelas que lhe eram anteriores desvio do septo nasal e hipertrofia dos, por um lado, e sequelas em zona anatómica onde não há comprovação de lesão, nem sequer de queixas do autor; 4) Estando provado que o autor tinha antecedentes de fractura dos ossos do nariz em 2004 e que a mesma com o tempo evolui para o desvio de septo, ainda que tendo efectuado septoplastia, o perito reconhece que não houve fractura do nariz decorrente do acidente, tal como reconhecer no relatório de fls.362/363 que a cirurgia a que o A. veio a ser submetido, não foi para tratar lesões do acidente em causa nos autos, mas sequelas do traumatismo dos ossos do nariz e cirurgia subsequente, a que foi sujeito em 2004; 5) Ainda como meios de prova relevantes para a alteração, os depoimentos das testemunhas Dr. J.