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55/20140326; o local da sede da G. é o domicílio dos seus gerentes e em 07/04/2015, em deslocação a esse local, sito à, os serviços de inspeção tributária verificaram que é uma moradia de rés-do-chão, com logradouro composto por uma pequena horta nas traseira, não tendo sido detetados indícios de que aí estivesse a ser desenvolvida qualquer atividade produtiva; a técnica oficial de contas da G. informou que o último exercício em que efetuou a contabilidade foi o de 2003 e que tem faturas emitidas em de 2004 a 2007,que não foram registadas nem declaradas para efeitos fiscais, sendo as duas últimas faturas emitidas pela empresa as faturas n.s 2802 e 2803, de 28/06/2007 e 30/06/2007; a G. não declarou à Segurança Social o pagamento de remunerações no ano de 2012 o que indicia que não teve quaisquer colaboradores ao seu serviço nesse exercício; das bases de dados do Sistema de Informática Tributária apurou-se que as últimas relações nominais Modelo 10 de IRS apresentadas respeitam aos anos de 2001 a 2004 e em todas foi mencionado o apenas um titular de rendimentos da Categoria A, a sócia / gerente , e no ano de 2012 não foram encontradas declarações de rendimentos Modelo 3 de IRS que identificassem a G. como entidade pagadora, nem operações declaradas por outros operadores potenciais fornecedores da empresa, o que indicia que neste exercício a empresa não dispunha de potencial produtivo próprio ou subcontratado; que justifique as operações declaradas nas faturas emitidas por si e contabilizadas pela impugnante; no ano de 2011 e 2012 o sócio gerente da G., J., declarou rendimentos da Categoria A de IRS pelas seguintes entidades pagadoras, respetivamente: T., Ld., pessoa coletiva n., e S., Ld., pessoa coletiva n.; e a G. não registou, não contabilizou, nem declarou para efeitos fiscais as faturas emitidas em nome da impugnante.