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Para tal conclusão importa considerar o seguinte enquadramento de análise: A sentença recorrida afastou o pedido do recorrente, considerando que, por se ter provado que o mesmo ocupava a parte do imóvel em causa de forma gratuita e com condescendência dos proprietários desde data posterior a 2094 no caso da Vila e 1996 no caso dos cómodos agrícolas e pomar, sendo mero detentor e só mais tarde quando se recusou a sair, poderá ser invertido esse título de posse – o que não foi alegado – nunca teria decorrido nem sequer o prazo minímo da usucapião de 15 anos se fosse de boa-fé) já que a acção foi intentada em 200  O recorrente defende que da prova resulta que a sua posse se verifica desde 1990 e 1991, no que respeita à Vila e desde data não concretamente apurada dos anos 80, no que respeita aos cómodos agrícolas e ao pomar e sem oposição pelo menos até 212006 data relativa a providência cautelar intentada pela e conclui que decorreram os prazos de 10 e 15 anos necessários para a sua aquisição por usucapião.