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Vide artigo 186, n1 e 2 alínea do CPC. . Ainda que assim não se entenda, o que não se admite e apenas por mera hipótese de raciocínio de coloca, sempre a Recorrente deixará alegado que, não obstante a Recorrente não ter apresentado contestação, nunca o Tribunal a quo poderia ter considerado confessado por aquela que os danos alegados pelo recorrido são da sua responsabilidade por se traduzirem em qualquer defeito de construção na medida em que não podem considerar-se confessados factos que não foram alegados pelo Recorrido, não podendo qualquer confissão ultrapassar os factos alegados na P.. . O Tribunal a quo ao condenar a Recorrente nos pedidos formulados pelo Recorrido, sem que o mesmo na petição inicial alegasse qualquer facto que sequer indiciasse, a que titulo e por que motivo, é que peticiona a condenação da Recorrente nos termos peticionados, extravasou os próprios factos e fundamentos alegados nos articulados, o que é legalmente inadmissível. . O Tribunal a quo, ao decidir como decidiu, conheceu de questões de que não podia tomar conhecimento dada a sua não alegação pelo Recorrido, pelo que a sentença recorrida é nula nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 615, n1 alínea do P., nulidade essa que desde já se invoca para os devidos e legais efeitos. . Atento o exposto, á Recorrente não lhe pode ser assacada qualquer responsabilidade pelos danos invocados pelo Recorrido, pelo que deverá ser absolvida de todos os pedidos. . A douta sentença recorrida violou, além do mais, os artigos 1218, 1219, 1220, 1221, 1222, do , e os artigos186, ns 1 e 2 alínea, 187, 188, n1 alínea, 196, 197, 198, 199, 200 n3, 414,567 n1, 615, n1 alínea, 640 e 662 do Cód.