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Ora, a sentença recorrida julgou improcedente a acção, por não provados os factos essenciais da causa de pedir contra a ré, considerando que " verifica-se que, conforme resulta dos factos provados, a ré G foi contactada, em 2012, pelo médico , o qual solicitou autorização para a realização na referida G intervenções cirúrgicas à paciente F; com vista à intervenção cirúrgica a realizar à paciente, a ré G facultou ao médico  e à sua equipa, as suas instalações, tendo preparado o bloco operatório, equipamento, instrumentos para que a intervenção pudesse ser realizada; os atos médicos realizados na paciente foram praticados exclusivamente pelo seu médico e pela sua equipa, sem qualquer intervenção direta ou indireta de pessoal da ré G; os honorários relativos aos atos médicos prestados pelo médico foram pagos diretamente pela K, sem qualquer intervenção da ré.