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Em sentido convergente, veja-se, igualmente, o Acórdão da mesma Relação, de 08/02/2018, proferido no âmbito do processo 715/15TBVRS: "Se o andamento normal do processo executivo não depender de impulso da exequente, competindo antes ao Agente de Execução providenciar pelo seu andamento, nomeadamente com a realização da penhora de um dos imóveis conhecidos do executado e respetivo registo, nos termos do artigo 71/1, do P. Civil, não pode ser decretada a deserção da instância nos termos dos n. 5 do artigo 28 cuja aplicação pressupõe um julgamento da conduta negligente da parte e ónus de promover os termos do processo.