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Assim, os Autores ficam sub-rogados perante o devedor na parte do crédito que não pode demandar aos seus co-obrigados – ou seja, exige ao devedor como se fosse o credor na sua quota de obrigação conjunta com os restantes garantes neste caso, os 2/7 dos 7 quinhões dos; as restantes quotas 5/7) são exigidas no regresso das relações internas regime das obrigações solidárias) e, uma vez ulteriormente pagas, ficam os co-obrigados sub-rogados na medida das suas quotas contra o devedor principal, a quem sempre incumbe pagar tudo a final”    Ao contrário do sustentado no acórdão, não julgo que haja inibição para levar esta repartição de responsabilidade ao corpo da decisão nesta fase processual declarativa, tendo em conta que os co-garantes pagantes demandam simultaneamente o devedor principal e os seus co-garantes solidários depois de paga anteriormente a totalidade da dívida, exercendo o "duplo direito” que se adquiriu ao cumprir integralmente a obrigação Nem creio que tal repartição deva ser protelada para a fase ulterior executiva, se existente, na ausência de cumprimento voluntário) – supostamente em nome do privilégio da vontade dos credores que tenham êxito na presente acção declarativa de condenação –, uma vez que a eles coube a configuração do objecto processual e a correspondente pretensão em face de todos os demandados desde logo em sede de acção declarativa arts.