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Por acórdão proferido em 24/09/2021, o tribunal deliberou:    «A) julgar a acusação pública parcialmente procedente e, consequentemente:    1) Condena o arguido AA, pela prática de um crime de abuso sexual de crianças, p. e p. pelo artigo 17, n. 1, do Código Penal, na pena de 3 três) anos e 6 meses de prisão ofendido;    2) Condena o referido arguido, pela prática de um crime de abuso sexual de crianças, p. e p. pelos artigos 17, n. 3, al., e 17, do Código Penal, na pena de 8 meses de prisão ofendido;    3) Condena o referido arguido, pela prática de um crime de abuso sexual de crianças tentado, p. e p. pelo artigo 17, n. 3, al., 17, 2, 2 e 7, do Código Penal, na pena de 3 três) meses de prisão ofendido;    4) Condena o referido arguido, pela prática de um crime de abuso sexual de crianças, p. e p. pelo artigo 17, n. 1, do Código Penal, na pena de 2 anos e 3 três) meses de prisão ofendido;    5) Condena o referido arguido, pela prática de um crime de abuso sexual de crianças, p. e p. pelo artigo 17, n. 1, do Código Penal, na pena de 2 anos e 3 três) meses de prisão ofendido;    6) Condena o referido arguido, pela prática de um crime de abuso sexual de crianças, p. e p. pelo artigo 17, n. 1, do Código Penal, na pena de 4 anos de prisão ofendido;    7) Condena o referido arguido, pela prática de um crime de abuso sexual de crianças, p. e p. pelos artigos 17, n. 3, al., e 17, do Código Penal, na pena de 6 meses de prisão ofendido;    8) Procede ao cúmulo jurídico das penas ora aplicadas ao referido arguido e condena-o na pena única de 7 anos de prisão;    9) Absolve o referido arguido da prática do demais imputado na acusação pública;    10) Condena o referido arguido na pena acessória de proibição de exercício de profissão, emprego, funções ou atividades, públicas ou privadas, cujo exercício envolva contacto regular com menores, pelo período de 6 anos art.