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O credor "Esperto &amp; Original, S.A.” requereu a não homologação do plano votado, nos termos da declaração de voto que juntou aos autos em 002021, alegando em síntese que: «a) A homologação do plano colocará o credor numa situação menos vantajosa do que a que resultaria da inexistência de qualquer plano, fosse pela sua inexistência e cumprimento contratual; fosse pela liquidação e garantia hipotecária de que beneficia; b) Encontrava-se já pendente ação executiva em fase de venda dos imóveis dados em hipoteca; ) O plano prevê o perdão de juros vencidos, um período de carência até ao último dia do ano posterior ao trânsito em julgado da sentença janeiro de com taxa de juros remuneratórios fixada em 1,25% a 300 meses com uma prestação mensal de € 626,15; ) A não homologação, e eventual declaração de insolvência, permitir-lhe-á a recuperação mais célere da dívida.»  Foi proferida decisão que não homologou o plano, nos termos do artigo 21, n. 1, alínea e 22-F, n. 5 e 6 do CIRE.