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No entanto, a atitude da Recorrente derivou do estado de humilhação e vexame público, dado que era persona não grata no tribunal por parte das Magistradas, tinha pouco trabalho atribuído, estava numa sala isolada dos restantes colegas, a Magistrada no dia em questão provocou a Recorrente ao pedir a outrem que lhe fizesse um reparo que sabia não corresponder à, manteve-se no átrio do tribunal acompanhada de funcionários, nunca respondeu à Recorrente, nunca a tentou acalmar, apenas a mandava para o seu local de trabalho, demonstrando desprezo pela Recorrente, que devido aos seus problemas de saúde, debilidade e estado de nervosismo constante, acabou por responder á Magistrada onde me viu fumar - pergunta que efectuou várias vezes - quem manda em é o senhor secretário) e invocou argumentos que só alguém que se sente injustiçada o faz "chega de mentiras, se alguém cumpre a lei sou eu"... No acto impugnado, acolhendo a proposta formulada no relatório final e na deliberação do COJ que também a havia acolhido, depois de se dar como provada a factualidade a que a própria autora alude, sem contestar, nos termos expostos supra, deixou-se consignado o seguinte quanto aos factos não provados e motivação da convicção probatória.