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e 19 do, ter convolado a reforma em recurso ordinário ou ter convidado a parte a transformar a reforma em recurso ordinário, por considerar que o mesmo era admissível, nos termos legais, nesse sentido, veja-se o Acórdão do Tribunal Central Administrativo, datado de 13 de março de 2014, Relatora Catarina Almeida e Sousa, no âmbito do processo n. 07162/1  – Assim sendo, e face ao exposto, deveria o Douto Tribunal Superior, ter convolado o requerimento de reforma de sentença em recurso ordinário e/ou ter convidado a parte a apresentar novo articulado recurso ordinário), o que o Douto Tribunal recorrido também não fez, o que se lamenta...  - Embora não se possa concordar com o Acórdão recorrido, no que respeita ao fundamento para o indeferimento da reforma do acórdão, sempre se diga que foi o próprio Tribunal da Relação que assumiu, como possibilidade e meio processual adequado, a interposição do Recurso ordinário, pelo que era sua obrigação convolar a reforma em recurso ordinário, em cumprimento do principio geral de gestão processual, previsto no art.