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......... era responsável pela área financeira, tal não coloca em causa o exercício de facto da gerência;  G.	A este respeito se pronunciou já o TCA Sul, no Acórdão 05690/12, de 19-11-2015, em cujo sumário pode ler-se o seguinte: "É insuficiente para se concluir pelo não exercício de facto da gerência do Oponente quando resulta da prova testemunhal que este exercia de funções na área técnica e o outro sócio gerente na área financeira da sociedade, quando resulta da prova documental que a sociedade se vincula com a assinatura dos dois únicos gerentes da sociedade, não ficando afastada portanto a conclusão de que o Oponente vinculava por meio da sua assinatura a sociedade, e porque consubstancia também a prática de actos de gerência os que são praticados com animus decidendi em outras áreas empresarias por todas estes actos condicionarem, directa ou indirectamente, com maior ou menor intensidade, os destinos da sociedade.”;  H.	Resulta, ainda, do citado aresto, em situação idêntica à dos presentes autos, que ") o facto de o Oponente não estar encarregue da parte administrativa e financeira não são factos suficientes para pelo não exercício de facto da gerência da executada originária pelo Oponente, desde logo porque, a sociedade obrigava-se com a assinatura dos dois únicos gerentes.