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Quanto ao primeiro, defende a Requerente que, apesar do teor do Auto de Penhora, o sócio gerente da executada tem vindo a verbalizar o seu total desacordo com o valor pelo qual os bens se encontram a ser vendidos, sendo o valor de mercado incomensuravelmente superior ao fixado; que desconhece a existência de eventual parecer técnico, tratando-se de máquinas especializadas e que careciam de tal avaliação prévia; que o Serviço de Finanças não podia desconhecer o valor pelo qual as máquinas tinham sido adquiridas, já que ali corre a execução por dívidas ao IAPMEI, as quais resultam do financiamento para tal aquisição; que, apesar de a Executada ter tido conhecimento dos procedimentos da AT, tem que se entender que a mesma passou por uma crise profunda, tendo passado por um PER no ano de 2015, tendo tido dificuldades para acompanhar com lucidez e discernimento o que deve ou não fazer; e que os bens valem no mercado por toda a dívida exequenda e até excedem esse valor, como se demonstra pelos valores de aquisição de cada um deles, sendo inadmissível a extensão da penhora – 27 n. 3 do CPPT.