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A  Ré, citada, deduziu contestação, alegando, em síntese, que foi solicitada, no momento da aquisição, revisão do veículo, que foi efectuada, que após comunicação de aparecimento de ruído e ralento incerto e de luz de falta de potência acesa, envio o veiculo para a Bosch, nada tendo sido encontrado de relevante, mas sendo efectuados serviços no veículo, que suportou, que após nova comunicação de anomalia no ralenti, problema que nem a Bosch nem a Opel relataram em intervenções anteriores, o veículo foi enviado para a Bosch, tendo-se concluído que o problema era devido a impurezas de gasóleo, sendo ultrapassado o alegado problema de falta de potência, e tendo o veículo sido novamente vistoriado nas oficinas da Bosch, nada de anormal foi encontrado, pese as pequenas afinações feitas e que pagou, não tendo as oficinas produzido um relatório que confirmasse tais batidas, e mesmo outros defeitos como irreparáveis ou que incapacitassem o veículo de circular em segurança, mais impugnado que alguma vez tenha aceite resolver o contrato ou reconhecido que o mesmo não estava a ser cumprido ou que viatura não tivesse condições para circular em segurança, mais alegando que se a Autora lhe tivesse apresentado o último relatório efectuado pela Opel, teria efectuado as operações aí prescritas pela marca, sendo a sua obrigação possível e tendo a Autora circulado com o veículo mais de 1800 Kms, não existindo motivo para a resolução do contrato, e concluindo no sentido da respectiva absolvição.