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A testemunha, EE,referiu, nomeadamente, que "Vamos lá ver, quando eu obtive conhecimento da situação, estávamos na altura portanto na fase em que o carro precisou de substituir o motor e o caso segundo como sendo um cliente que estava insatisfeito com produto e com a avaria que estávamos ali presentes e que levava a substituição do motor 04:02); "E portanto a proposta que foi feita foi no sentido de, por um lado reconhecer que há um transtorno causado ao cliente, não é normal, felizmente para a marca, não é normal um carro ter duas intervenções em garantia desta dimensão, que passam pela troca de um turbo e pela troca de um motor, não é de todo normal, mal da marca seria se isso fosse normal 11:35); "não” 14:07), em resposta à pergunta: "aquele motor teve algum tipo de problema genérico que se pudesse dizer que havia um defeito de fabrico” 14:06); ”não, não vejo isso como possível vamos lá ver volto a dizer, não é habitual no sentido em que felizmente não acontece todos os dias, mas é uma coisa normal, portanto estávamos perante uma situação que era reparável e que era reparável com, com toda a confiança do ponto de vista técnico A marca definiu e encaminhou-nos para uma substituição do motor porque essa era a reparação adequada e para que o carro voltasse à sua condição original no sentido em que pá pleno funcionamento, normal funcionamento 15:47), em resposta à pergunta: "era concebível que havendo efetivamente um problema, o próprio Santos concebesse entregar uma viatura que não estava na sua perfeita capacidade ao cliente” 15:47).