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25) Em 202015 o instrutor do processo disciplinar elaborou nota de culpa contra o Autor, da qual consta, além do mais, o seguinte:   "1 - A sucessão de acontecimentos não deixa dúvidas que estamos perante uma baixa fraudulenta, pelo facto de:   	O trabalhador ter ficado de baixa médica precisamente no dia em que deveria apresentar-se a trabalhar na 012014);   	Ter sido considerado que não subsistia a incapacidade temporária para o trabalho, a partir de 112014 e, mesmo assim, o trabalhador ter apresentado uma prorrogação da baixa, com início no dia 212014;   	Ter comparecido a três exames 8, 22 e 26 de janeiro de às unidades curriculares de Direito Romano época normal e de e Introdução ao Direito época de, na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, quando se encontrava de baixa médica e em horários que não estava autorizado, pela médica de família, a fazê-lo, demonstrando que efetivamente não subsistia a alegada incapacidade para o trabalho;   	Após nova declaração de que não subsistia a incapacidade temporária para o trabalho, a partir de 202015, o trabalhador apresentou-se para trabalhar na , tendo efetuado ‘picagem’ no relógio biométrico às 07h50, mas depois de lhe terem indicado que tinha sido colocado na equipa do Bar do Departamento de Engenharia Mecânica apresentou nova CIT, no dia 20201   	No dia 202015, após picagem de entrada às 07h50, não efetuou qualquer registo de saída no biométrico, gerando uma inconsistência, que não regularizou, consubstanciando uma falta injustificada, relativamente a esse dia.