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e  intentarama presente ação declarativa comum contra ", S.A.”, todos melhor identificados nos autos, pedindo a condenação desta, nos seguintes pedidos:  A) Reconhecimento do seu direito de propriedade sobre o prédio descrito sob o n. , da Conservatória de Registo Predial de Loulé, sua natureza e composição, designadamente que, à data da declaração de utilidade pública 28 de janeiro de, nele estava edificada a moradia que constitui a sua casa de morada de família;  B) Em consequência, que a ré proceda, imediatamente, à colocação de barreiras acústicas e visuais, nomeadamente, na confrontação entre o viaduto e sua casa de morada de família, em condições e extensão a determinar através de perícia;  ) Que a ré seja condenada a pagar indemnização por danos patrimoniais decorrentes da depreciação ou desvalorização do valor de mercado do seu prédio pela construção do viaduto, em montante a determinar através de perícia a realizar;  ) Reconhecimento que o direito à saúde, ao repouso, tranquilidade, melhoria da qualidade de vida, direito a um ambiente de vida humana sadio e ecologicamente equilibrado, foi gravemente afetado pela devassa, pelo tráfego e ruído, vibrações e trepidações decorrentes da construção do viaduto e, em consequência, que a ré seja condenada a pagar-lhes, a título de danos não patrimoniais, a quantia de € 20 000,00 vinte para cada um.