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A Declaração alegadamente emitida pela Entidade Bancária, junta à Petição Inicial com o n. 5, que imputa responsabilidades à Ré pela não realização da Escritura Pública, não deve ser considerada e objecto de prova, uma vez que foi impugnado pela Recorrente e a Recorrida não requereu, como podia e devia, produção de prova que afastasse as dúvidas suscitadas, conforme resulta do disposto no Artigo 44 do CPC; P. Motivo pelo qual nunca poderia o Digníssimo Tribunal a quo, dar como provado o facto, conforme foi redigido, porquanto não tem sustentação na prova produzida nestes Autos; Q. Por conseguinte, também nunca se poderia aceitar o Facto dado como Provado em 18, porquanto não era o Banco quem procedia à preparação e análise da documentação;  R. Reiterando-se que não foi produzida prova suficiente de que tal factualidade tenha sido aferida pelo Banco, ou até mesmo pela Plataforma Legal; S. Termos em que, desde logo, se Requer a Exas.