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No que respeita ao depoimento dos representantes de pessoa coletiva, o n. 2 deste último preceito, em conformidade com o disposto no artigo 35, n. 1, do , circunscreve a respetiva eficácia aos limites do poder que tenham de contrair obrigações.1 Estando em causa uma sociedade por quotas, cumpre atender ao artigo 25 do Código das Sociedades Comerciais, que dispõe, com relevo para a apreciação da questão suscitada, que a sociedade é administrada e representada por um ou mais gerentes n. e que os gerentes são designados no contrato de sociedade ou eleitos posteriormente por deliberação dos sócios, se não estiver prevista no contrato outra forma de designação n.. Regulando a forma de vinculação das sociedades por quotas, dispõe o artigo 26 do CSC, no seu n. 1, que "Os actos praticados pelos gerentes, em nome da sociedade e dentro dos poderes que a lei lhes confere, vinculam-na para com terceiros, não obstante as limitações constantes do contrato social ou resultantes de deliberações dos sócios”; permite o n. 2, no entanto, que a sociedade oponha "a terceiros as limitações de poderes resultantes do seu objecto social, se provar que o terceiro sabia ou não podia ignorar, tendo em conta as circunstâncias que o acto praticado não respeitava essa cláusula e se, entretanto, a sociedade o não assumiu, por deliberação expressa ou tácita dos sócios”, esclarecendo o n. 3 do preceito que "O conhecimento referido no número anterior não pode ser provado apenas pela publicidade dada ao contrato de sociedade”.