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De resto, a conclusão a que se chega resulta, desde logo, do facto de o Autor, após o episódio com a polícia, o qual ocorreu em Agosto de 2018, ter permanecido em Angola, segundo declarou no procedimento, até Abril de 2019, não tendo relatado qualquer facto concreto que indicie a existência de medidas de natureza persecutória em relação à sua pessoa, durante o tempo em que permaneceu naquele país, sem que aí apresentasse qualquer pedido de protecção, tendo, de resto, declarado que após ter sido encerrada a actividade na Igreja em questão, continuou a "ministrar as reuniões”, levando o povo para o monte ou juntando-o em "células familiares”, sem que nada lhe tivesse acontecido durante esse período temporal.