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Atento o teor das citadas disposições legais retira-se a conclusão de que no caso de uma IPATH incapacidade permanente absoluta para o trabalho e de uma IPP de 31,15% o montante do subsídio por situação de elevada incapacidade deve ser fixado entre a remuneração mínima anual integral e 70% do seu valor, ponderando-se igualmente a capacidade funcional residual para o exercício de outra profissão 31,15%), já que haverá que distinguir os casos de incapacidade permanente absoluta para qualquer trabalho dos casos de incapacidade permanente absoluta para o trabalho habitual neste sentido veja-se os acórdãos de 2004 e de 112004 relatados pelo aqui 1adjunto e publicados em Acidentes de Trabalho Jurisprudência 2000-2007, páginas 260 e Acresce que, e apesar de não aplicável ao caso dos autos, o art.67 da Lei 98/2009 de 9 a qual regulamenta o regime de reparação de acidentes de trabalho e de doenças profissionais, incluindo a reabilitação e reintegração profissionais, nos termos do artigo 284 do do Trabalho, aprovado pela Lei n7/2009 de 12,2) veio no seu n3 consagrar o entendimento aqui defendido ao consignar que "a incapacidade permanente absoluta para o trabalho habitual confere ao beneficiário direito a um subsídio fixado entre 70% e 100% de 12 vezes o valor de 1,1 IAS, tendo em conta a capacidade funcional residual para o exercício de outra profissão compatível”, prescrevendo, igualmente, que só em caso de incapacidade permanente absoluta para todo e qualquer trabalho é devido um subsídio igual a 12 vezes o valor de 1,1 IAS n2 do citado.».