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Se a condução sob o efeito de álcool não puder ser, no caso concreto, considerada causa da morte ocorrida num acidente de viação imaginemos, a título de exemplo, que o condutor morre porque é atingido pela queda de uma árvore ou por um objecto projectado por outro veículo, ou porque o veículo que ele conduz é subitamente embatido por outro sem que lhe fosse possível evitar o embate ou, ao menos, minorar as consequências, não há fundamento para excluir a obrigação de pagamento da prestação convencionada por parte da seguradora, pois aquela condução, embora agravando, em abstracto, o risco de ocorrência da morte, acabou por nada contribuir, em concreto, para essa ocorrência.