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, alegando que era um frequentador proibido e que tinha estado a jogar e como tal queria ser indemnizado no valor de E 000,00, que correspondia ao valor que havia perdido nos dias que tinha vindo jogar; 3 O que lhe foi imediatamente negado; 4 De seguida o frequentador dirigiu-se aos serviços da Inspeção de Jogos e apresentou a reclamação que originou o presente processo; 5 Na sequência da reclamação do frequentador, os Serviços da Inspeção de Jogos, pediram a colaboração da concessionária, ora arguida, para o apuramento dos factos; 6 Tendo-se apurado, com rigor que apenas parte dos factos relatados pelo frequentador queixoso correspondiam à verdade, nomeadamente, no que se refere aos dias em que alega ter frequentado os casinos, porquanto apenas se apurou a sua presença nos dias 1, 2, 10 e 14 de Outubro; 8 Acresce que o referido frequentador não possui qualquer cartão emitido pela concessionária, nomeadamente o cartão "Previlege Club"; 9 Apurou-se ainda que o referido frequentador, na partida de 14 de outubro do corrente, aplicou no jogo a quantia de 405,00, em notas de 5,00, 10,00, 20,00 e 50,00 que por diversas vezes introduziu nas máquinas de jogo, com os prémios que entretanto ganhou, e que voltou a aplicar, movimentou 066,52, o saldo final resultou num prejuízo de 337; 10 Não obstante a lisura dos comportamentos da concessionária, entende o SIJ, que ao permitir a entrada do frequentador AM, que se encontrava proibido de aceder as salas de jogos, cometeu as infrações previstas pelas disposições conjugadas dos artigos 41 n. 3 e 125 do Dec. Lei 422/89 Lei de, ~eis com multa até 246,99, cada uma, nos termos do citado dispositivo legal.