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Nesse sentido já se pronunciou o Tribunal da Relação de Guimarães, de 11-05-2015 – processo 3805/16IDPRT.G1, in www.dgsi.pt, cujo sumário se transcreve:   " é importante  precisar, em primeiro lugar, detalhadamente cada um dos pontos da matéria de facto constante da decisão proferida colocados em crise,  indicando-se depois, relativamente a cada um deles, as passagens concretas e determinadas dos depoimentos em que se funda a impugnação que impõem decisão diversa e não que meramente a e procurando-se localizar, ao menos de forma aproximada, o início e termo de tais passagens por referência aos suportes técnicos, conforme o preceituado no referido n.” " Se os recorrentes não cumprem tais deveres, não é exigível ao Tribunal que aprecia o recurso que se lhes substitua e tudo reexamine, quando o que lhes é pedido é que sindique concretos erros de julgamento da peça recorrida que lhe sejam devidamente apontados com referência à prova e respectivos suportes” – transcrição da fundamentação desse mesmo Acórdão da Relação de Guimarães”  E não haverá lugar ao aperfeiçoamento da peça processual, nos termos do n. 3 do art.