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Primeiramente, quanto à questão prévia suscitada sobre a alegada inexistência de queixa no que concerne ao crime de injúria agravado, ao contrário do que sustenta o Recorrente, o direito de queixa nos presentes autos encontra-se expressa e oportunamente formalizado no auto elaborado pelo agente de autoridade , ofendido, a 6 de Maio de 2018 aí se verbalizando a vontade de procedimento criminal, auto que consta do início do processo, o que também fora mencionado pelo Tribunal "A Quo” na fundamentação da sentença, pelo que o recorrente suscitando esta questão, cuja improcedência é manifesta, as conclusões respetivas soçobram, sendo inclusive suscetível de integrar o regime sancionatório da litigância de má fé na parte em que é admissível em processo penal, cfr.art.542 n2 alínea do CPC, cfr.art.4 do CPP, cuja concreta apreciação só não ocorre, porque iria retardar os autos, pela inerente necessidade do contraditório de todos os sujeitos processuais.