Legal Document Excerpt:

Resulta evidente que sim, já que apurou-se que, no ano de 1994, comprou à Autora a sua metade indivisa do prédio e que, apesar de esta se ter recusado a celebrar a escritura depois de ter recebido o preço, outorgado procuração e obtido autorização do seu então marido, actos últimos estes para efeitos de celebração da, desde então, portanto há mais de 20 anos, é possuidor do prédio rústico correspondente ao artigo ...., nele praticando actos que só aos proprietários é permitida, sempre à vista de todas as pessoas, inclusivamente da Autora, sem oposição de quem quer que seja com o conhecimento perfeito da irmã, já que desde 1978 era o Réu quem tomava conta do prédio em nome dos, de forma ininterrupta, convencido e ciente de estar a exercer um direito próprio e de não molestar os interesses ou direitos de terceiros, posse essa que se caracteriza, pois, por ser pública e pacífica cfr.