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B. Entendemos que o Tribunal da Relação .., não apresentou um justo Acórdão com respeito à efetiva prova apresentada em juízo, tendo aditado aos factos provados que "No dia 10 de Setembro de 2019, pelas 16:30 horas, no exercício das suas funções, o autor, após atender um cliente e efetuar uma venda, ao dirigir-se à caixa para fazer o troco, tirou dinheiro da mesma por duas vezes e meteu no bolso das calças, fazendo-a sua”, facto este que, no nosso entender, em nada prova existência da violação de qualquer dever laboral que pudesse motivar um despedimento.” Ora, analisando os factos provados, outra decisão, que não a de ilicitude do despedimento promovido pela Recorrida, não pode haver, atendendo às exigências normais de um comum empregador, uma vez que, dispõe o artigo 351/n 1 do Código do Trabalho que, entende-se por justa causa "o comportamento culposo do trabalhador, que pela sua gravidade e consequências, torne imediata e praticamente impossível a subsistência da relação de trabalho”.