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Temos assim que, no caso presente, é patente que o Tribunal a quo, ao manter em € 790,00 mensais o valor da pensão de alimentos a pagar pelo Recorrente, não respeitou o disposto, entre outras normas legais e não só), no artigo 200, n. 1, do Código Civil; não obstante, e em bom rigor, o Tribunal até que poderia ter-se "afastado”, na Douta Decisão recorrenda, dos estritos critérios legais e ter decidido apenas segundo critérios de equidade – só que, neste caso, é igualmente evidente que não respeitou critérios alguns e produziu uma Sentença que, com todo o respeito, nos permitimos qualificar de arbitrária e, no mínimo, muito pouco ponderada.