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703, n 1, do CPC, uma sentença condenatória), - a sua falta de recusa de entrega e falta de detenção da coisa sustentando que a execução de coisa certa tem por pressuposto a recusa de entrega por parte do executado, o que nunca aconteceu, além de que os bens reclamados estão, como sempre estiveram, na disponibilidade da exequente, não sendo detidos pelo,   - peticionar a exequente a entrega de metade de quantia monetária 5000,00€) – pretensão que lhe merece dúvidas atenta a forma processual escolhida – quando diligenciou já junto do Banco para a sua entrega, que conseguiu; - que as mais verbas reclamadas compunham o recheio de habitação doada ao executado, tendo solicitado à exequente em que, no exercício das suas funções de cabeça-de-casal, lhes desse destino, o que a mesma não fez, removendo-os o executado para armazém, comunicando-lhe que os podia aí levantar e que tinha ordenado ao senhorio que se os bens não fossem levantados até final do ano de 2017 poderia dar-lhes o destino que entendesse, incluindo remetê-los a vazadouro público, tendo a exequente, em resposta, recusado proceder ao seu levantamento – e por isso que se tais bens não existirem, apenas à exequente é o facto imputável.