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Entendemos, assim, que a oposição das decisões arbitrais deve ser decidida com a prolação de acórdão que uniformize a jurisprudência nos seguintes termos: - A revogação do regime previsto no n2 do artigo 32 do EBF, pela Lei n 83-/2013, de 31 de dezembro, com a introdução do regime sucedâneo previsto nos artigos 51-e 67 do CIRC, não equivale à situação de inaplicabilidade do regime revogado para efeitos de dedução dos encargos financeiros, ao abrigo do segmento final do ponto 6 da circular n 7/2004 da DSIRC, de 30 de março, motivo pelo qual não há violação pela AT do disposto no artigo 68-A, n1, da LGT, por só aceitar essa dedução ao abrigo do novo regime; _ E nessa medida, confirmar-se a decisão arbitral recorrida e julgar-se improcedente o recurso.”  4 – Colhidos os vistos legais, cumpre apreciar e decidir.