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Ora, é entendimento unânime da jurisprudência e da doutrina que o requerimento de abertura de instrução deve conter os elementos subjetivos do crime imputado ao arguido sob pena de ser rejeitado por inadmissibilidade legal a este propósito, e a título exemplificativo, veja-se o Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 002018, processo n. 270/12T9CHV.G1, relator: Fátima Bernardes, o Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 102016, processo n. 682/15TAVFR.P1, relator: Élia São Pedro, e o Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 102017, processo n. 36/17MAFIG.C1, relator: Orlando Gonçalves, todos disponíveis em www.dgsi.pt).