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Por outro lado, o facto de no processo 169/10TPRG se ter considerado que o mesmo enquanto presidente ad hoc na anterior assembleia geral, nomeado em virtude dos sócios não terem procedido à eleição de um presidente permanente e simultaneamente se encontrar vago o cargo de presidente do órgão de fiscalização, não tinha poderes para assinar a respetiva convocatória, como fez, o que determinou a nulidade das deliberações nela tomadas, em nosso modesto ver, também não põe em causa a sua idoneidade, pois, tratando-se de uma situação jurídica complexa e suscetível de várias interpretações face aos normativos vigentes, não podemos afirmar que o mesmo tenha agido consciente de que estava a praticar um ato ilegal e a prejudicar algum dos acionistas.