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Efectivamente, vistos os factos provados nos autos, supra transcritos e que não mereceram censura por parte daquela, 16, 24 a 35 e 37, constatamos que a empresa, agora, recorrente, diga-se, ao contrário, do que se verificou, em concreto, em alguns daqueles processos que decidimos, supra prosseguiu a actividade de segurança e vigilância nos estabelecimentos da cliente "A”, a partir de 002020, que até aí vinha sendo desempenhada pela, aqui, 1 Ré, , sem que se tivesse verificado a assunção de qualquer vigilante/trabalhador desta última e tão pouco qualquer transferência de bens ou equipamentos de prossecução da actividade.