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Contestou a Requerida   defendendo-se por impugnação, alegando que actuou sempre dentro dos seus poderes de gerente, nunca tendo causado qualquer prejuízo à sociedade, terminando com a improcedência da acção e a condenação do Requerente como litigante de má fé em multa e indemnização não inferior a € 000,0 Foi pelo Requerente apresentado nos autos um articulado superveniente no qual alegou que em consequência da consulta de extractos bancários da sociedade conseguiu apurar recentemente que no ano de 2019, servindo-se de dinheiro da sociedade, a Requerida pagou gastos e despesas pessoais que discrimina num total de € 2843,53 quando a receita apurada nesse período foi de apenas € 1536,0 Admitido o aludido articulado superveniente, foi concedido à Requerida o inerente direito de resposta, que a mesma exerceu, refutando a veracidade dos factos ali alegados.