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Em fundamento da sua pretensão alegou, em síntese: que foi admitido ao serviço da R. em 1 de Novembro de 2000, por contrato de trabalho a termo certo que se renovou sucessivamente até se converter em contrato sem termo; que prestava as funções na empresa ; que no ano de 2017 a ré lhe propôs por fim ao contrato de trabalho por acordo, o que o autor não aceitou, razão pela qual a ré passou a tratá-lo de forma diferente, pagando a retribuição para lá do prazo legal o que não fazia com os seus colegas; que em Julho de 2019 a  mudou de instalações e o autor foi informado que seguia para as novas instalações; que em 23 de Março de 2020 a ré tinha em dívida as retribuições de Janeiro e Fevereiro e os subsídios de férias que se venceram em Janeiro de 2018 e em Janeiro de 2019 e o subsídio de Natal de 2019 e nessa data comunicou à ré a resolução do contrato com justa causa; que nunca lhe foi ministrada formação; que nunca lhe foram pagas as referidas prestações e o vencimento de 23 dias de Março e que não lhe foram pagas as férias e subsídios de férias vencidos em Janeiro de 2020, nem os proporcionais de férias, subsídios de férias e de Natal do ano da cessação do contrato.