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Jurisprudencialmente, referencie-se, ainda, o recente aresto desta Relação de 25/05/2021 18, que, citando o enunciado Acórdão do STJ de 14/02/2012, conclui pela impossibilidade de conhecer acerca da excepção dilatória inominada, por indevida utilização do procedimento de injunção, nas situações em que o procedimento injuntivo já transitou para a forma processual declarativa comum, pois, atenta tal fase processual, "não faz já sentido falar-se no uso indevido do procedimento de injunção”192   Ora, na aplicação de tais princípios ao caso sub júdice, temos que: -no caso concreto, e tendencialmente, encontravam-se preenchidos os pressupostos objectivos e subjectivos que legitimavam o recurso ao procedimento injuntivo ; - com efeito, a pretensão da Requerente subempreiteira, enquanto empresa, funda-se no cumprimento de obrigação pecuniária emergente de transacção comercial, concretamente de contratos de subempreitada, sendo que tais obrigações pecuniárias, atenta tal natureza, não estão condicionadas por um valor máximo ; - todavia, a reconhecida complexidade das questões apreciandas, ponderando a natureza e teor da oposição apresentada pela Requerida, nos termos supra expostos, ilegitimariam, nos termos constantes da decisão recorrida, o uso, por parte da Requerente Apelante, do procedimento de injunção ; - o que configuraria, prima facie, e conforme sustentado na decisão recorrida, excepção inominada, obstativa do conhecimento do mérito da causa, determinante de decisão de absolvição da instância, nos quadros dos artigos 577 e 578, ambos do Cód.