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Contendo a minuta de contrato proposta uma cláusula que cortava cerce o eventual e futuro direito dos Réus/arrendatários a um qualquer pagamento a título de benfeitorias17, a recusa destes em assinar a minuta que lhes foi enviada é legítima e justificada - e não permite dizer que a não redução a escrito do contrato não é imputável ao senhorio - e, em função disto, impede a A./senhorio de invocar/pedir a nulidade, por vício de forma, do contrato de arrendamento rural18, implicando a improcedência do invocado fundamento da ação.19  1 Argumenta depois a A. que, «mesmo na lógica da sentença que não é a, o início do contrato de arrendamento rural teria sido a 1973 e os sucessivos prazos dos arrendamentos conduziriam a que o ´terminus` fosse em dezembro de 202 E assim sendo, sempre a Sentença recorrida, mesmo dando como provado que o contrato de arrendamento rural existe e vigora, deveria ter determinado uma data concreta para o ´terminus´ do alegado contrato de arrendamento rural vigente, sob pena de, não o tendo feito, nem Recorrente nem Recorridos terem a certeza jurídica do prazo de vigência do mesmo.