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p.. De referir ainda que a jurisprudência firmada no Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 25/10/2005, também citado pelo Recorrente, em nada respeita à questão suscitada no presente recurso relativa à competência internacional dos tribunais portugueses porquanto naquele se decide da validade do contrato de cedência da exploração comercial da imagem de um desportista profissional, jogador profissional de futebol, celebrado para vigorar por período determinado, tendo em vista apenas a imagem do respetivo titular enquanto desportista, e tendo o desportista titular do direito à imagem sido previamente remunerado pela cedência, o qual foi julgado válido, por não ser contrário a princípios de ordem pública.