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Por seu, turno, E’ S.A. suscitou a intervenção acessória provocada da Companhia de Seguros , S.A.  	J, que resultou da fusão da extinta Companhia de Seguros , S.A., contestou e, tendo alegado, além do mais, a existência de um contrato em regime de co-seguro, requereu a intervenção acessória provocada das seguradoras Companhia de Seguros , S.A., Companhia de Seguros , S.A., e Companhia de Seguros N Portugal S.A, que vieram a aderir à contestação apresentada por J .  	Segundo Estradas de Portugal S.A., a relação material controvertida, tal como é configurada pelos Autores, tem natureza jurídico-administrativa, pois a responsabilidade que pretendem imputar à Ré dimana de um acto que se compreende nos seus poderes de gestão pública, maxime em sede de definição da rede rodoviária e de aprovação dos respectivos projectos.