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Esta omissão – também mais uma vez – implica a nulidade da decisão proferida, nulidade, essa, que fica desde já invocada para todos os efeitos legais; 1 A douta decisão é ainda nula nos termos do artigo 615, n 1, pois perante a leitura deste "Sumário” perguntámos desde já o seguinte: Quanto ao Ponto n 2: Se um dos critérios para aferir da competência dos tribunais dos Estados membros para decidir das questões relativas ao divórcio "é nacionalidade de ambos os cônjuges”, que neste caso é parcialmente coincidente sendo a Apelada/Recorrente portuguesa e o Apelado/Recorrido português e suíço, porquê optar pelo critério da nacionalidade em vez do critério da residência ou domicílio?