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Com mais precisão, produziu, ainda, este apontamento: « Já vimos, da argumentação adiantada pela recorrente nos vários articulados que produziu nestes autos, que a sua razão de discordância relativamente à dita "Taxa” reside no facto de a mesma não corresponder a qualquer contrapartida imediatamente visível por parte da Câmara Municipal do Porto, uma vez que lhe incumbiu a ela impugnante a realização de todas as infraestruturas urbanísticas e outras inerentes ao empreendimento por si construído, não tendo a Câmara arcado com a realização de qualquer obra, nem vendo que nenhuma outra obra seja necessária.» 	Do outro lado, o acórdão fundamento, tendo isolado como "questão essencial” a "de saber se se verificam, ou não, os pressupostos de facto da liquidação impugnada.”, precisou, de seguida, que, no caso, "os impugnantes, ora recorridos, atacam a liquidação pela Câmara Municipal de Vila do Conde da "taxa de urbanização" no montante de , que lhes foi comunicado por oficio de 19-12-1994, e a cujo pagamento procederam aquando da emissão do alvará de licença n. 57/94 de 22-12, pelo licenciamento do loteamento do prédio situado no lugar de , da freguesia e concelho de Vila do Conde, inscrito na matriz rústica sob o n. . e descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n. , com a área de 22 832,82 m”.