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Porém, a singela análise da sua motivação, transferida a final para as conclusões 17 a 22, permite reter que o mesmo alega, em síntese, que, da prova testemunhal produzida em audiência, conjugada com a prova documental e com as suas declarações, analisada livremente e com base nas regras da experiência comum, conclui-se que ocorreu erro de julgamento na análise, apreciação e valoração da prova, caso contrário não se teria credibilizado o depoimento das testemunhas de acusação, que revelaram uma postura tendenciosa, de grande parcialidade, demonstrando animosidade e inimizade por si, em detrimento das suas próprias declarações, é só por um tal erro foram tidos como provados os factos que constam dos pontos 1, 2, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 21, 22, 23, 50, 51, 52, 218, 219 e 222, que, na sua ótica, deveriam passar a não provados, o que vale por dizer que o mesmo pretendia que se fizesse o julgamento do próprio julgamento, a fim de que fosse validada unicamente a sua leitura crítica da prova, e nada mais.