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24 n 2, da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, pelo que, e em face de tal violação, deverá Tribunal ad quem, revogar a douta decisão recorrida, substituindo-a por outra que passe a ter em devida conta, e respeite, o superior interesse dos menores N. F., P. e P. .   TERMOS EM QUE E NOS MAIS DE DIREITO DEVE SER DADO PROVIMENTO AO PRESENTE RECURSO, E, POR VIA DELE, SER REVOGADA A DECISÃO RECORRIDA, SUBSTITUINDO-A POR OUTRA QUE MANTENHA OS MENORES N. F., P. E P. JUNTO DA MÃE, FICANDO OS MESMOS ENTREGUES À SUA GUARDA E CUIDADOS, FIXANDO-SE, EM CONFORMIDADE, O REGIME DE VISITAS AO PROGENITOR, FAZENDO-SE, ASSIM, A HABITUAL E NECESSÁRIA JUSTIÇA».O Recorrido A. S. apresentou contra-alegações, pugnando pela improcedência da apelação da Requerente.