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Concluiu pela improcedência da acção.Notificado para responder à matéria invocada na contestação, o Autor manteve o vertido na petição inicial.Proferiu-se despacho saneador, que julgou válida e regular a instância, e despacho de fixação valor da causa, delimitação do objecto do litigio e enunciação dos temas de prova.Realizou-se o julgamento, após o que foi proferida sentença que julgou a acção parcialmente procedente e, em conformidade, condenou a Ré Companhia de Seguros Portugal SA a pagar ao Autor R. F. a quantia de 1967,73 €, dezanove novecentos e sessenta e sete euros e setenta e três cêntimos), acrescida de juros de mora, à taxa legal de 4%, desde a citação até efectivo e integral pagamento, no mais, julgando a acção improcedente e absolvendo a Ré do demais pedido.-Objecto do recurso  Não se conformando com a decisão proferida, veio a Ré interpor recurso, juntando, para o efeito, as suas alegações, e apresentando, a final, as seguintes conclusões:   Resulta da sentença em crise que o relatório da empresa W consulting e o depoimento da testemunha N. A. foram qualificados como claros, consistentes e credíveis, tendo resultado dos mesmos que a origem do sinistro em causa nos autos se situou no chão e parede da varanda da fracção imediatamente superior à fracção lesada.