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Impugnando os factos provados 4, 7 e 12, defende o arguido que «não foi produzida prova segura e inequívoca que  praticou os factos acima enunciados e pelos quais veio a ser condenado no crime de violência doméstica»  tendo a convicção do tribunal assentado «apenas no depoimento da ofendida TA , que foi corroborado por TT , também ofendida», havendo «versões claramente contraditórias», face à «contraposição dos depoimentos das ofendidas e do arguido» e não tendo o tribunal considerado essencial, para a descoberta da verdade e boa decisão da causa, o versado no exame pericial forense a que foi submetida a ofendida TA , do qual resulta a inexistência de lesões, apenas valorando o depoimento desta, «existindo consequentemente no acórdão recorrido os vícios constantes das alíneas e do n. 2 do artigo 41, do CPP, nomeadamente a insuficiência da matéria dada como provada e erro notório na apreciação da prova», tendo sido violado o princípio in dúbio pro reo, face à insuficiência da prova para condenar o arguido pelo aludido crime de violência doméstica.