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Civil, para a desonerar do cumprimento da obrigação a que está condenada por sentença transitada em julgado, as regras da experiência e a lógica da vida conjugadas com os factos provados, permitem concluir que o que há aqui, por parte da recorrente, é um ostensivo inadimplemento por falta de meios pecuniários e, assim, não há "ad impossibilita nemo tenetur", mas uma mera "difficultas praestandi". . Ora, impossibilidade económica não gera extinção da obrigação Meneses Cordeiro, TI, , n..   . Por último, como também decorre da fundamentação da douta sentença, para julgar a oposição à execução procedente, a recorrente age em abuso de direito na vertente de venire contra factum proprium contida no segmento da norma do artigo 33 do , que alude aos limites impostos pela boa-fé.