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Destes parágrafos do acórdão de reenvio, que em grande medida se apoiam nas conclusões da Advogada-Geral no processo §§ 51-70), resulta à sociedade que a vertente fáctica que a recorrente agora pretende evidenciar, para não aceitar a sua sem razão, foi devidamente ponderada pelo próprio TJUE quer, quanto à operação a montante, quer, quanto à operação a jusante, para efeitos de dedução do IVA, bem compreendeu o TJUE que o montante do empréstimo obtido junto do BCP acabou por ser destinado às participadas da recorrente - considerando 6 	Na verdade, os argumentos agora esgrimidos pela recorrente em nada beliscam o decidido pelo TJUE, uma vez que a nota principal da impossibilidade de dedução do IVA no caso concreto foi o facto de a operação a jusante ser isenta, independentemente dos restantes condicionalismos que possam ter delimitado toda a operação.