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- Já na pendência dos presentes autos, o contabilista corrigiu o IES revertendo a realidade contabilística a 31-12-2009, do qual fez constar a existência do saldo da conta-dividas de sócios o quantitativo de €1531,1 Quanto a estes factos, além dos documentos referidos, o juízo positivo sobre a sua realidade funda-se na exposição esclarecedora do contabilista K que, não obstante ser o responsável pela contabilidade da empresa, depôs com isenção e clareza, explicando a razão da divergência entre o primeiro balancete de 2009 e o que foi rectificado, e entre o IES de 2018 e o que foi rectificado já na pendência do processo de insolvência, explicando como a intenção de dissolução da sociedade, em 2009, o levou a imputar custos que apareciam como despesas a fornecedores, mas que estavam pagas sem documento de quitação, a descontos em caixa imputados ao gerente B. Assim não haveria dívidas a terceiros que inibissem a dissolução, como efectivamente não havia, apesar de não haver documentos de suporte.