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Notificado o Recorrido, o mesmo contra-alegou o recurso, formulando as seguintes conclusões: "  Recorre o AUTOR do douto despacho proferido a 202019 que, na sequência da rejeição de um seu recurso, por manifesta inadmissibilidade legal, lhe aplicou a taxa sancionatória especial prevista no artigo 53 do Código de Processo Civil, assim como mandou comunicar o incidente à Ordem dos Advogados, conforme artigo 54 do mesmo código;  E assim recorre o AUTOR porque, no seu ver, a decisão em causa não era por si esperada decisão, além de que será desproporcional e errada;  Para o ESTADO PORTUGUÊS a decisão recorrida não só deve ser mantida, como aplaudida;  Efectivamente, o AUTOR e o advogado através de quem litiga, deram azo a um incidente de recurso em manifesto improcedente, pois que impugnaram um convite para pronúncia relativamente a uma excepção que o Tribunal informou ir apreciar;  Sem decisões não há recursos, como é o caso, afirmação que dispensa qualquer transcrição doutrinária ou jurisprudencial - artigos 62, n. 1, 62, n. 1e 63, n. 1 do Código de Processo Civil;   Após interpor esse recurso, e em face da sua manifesta inadmissibilidade, o AUTOR foi notificado para se pronunciar relativamente à eventual aplicação da taxa sancionatória especial, tendo se pronunciado como entendeu;  A taxa aplicada 5 UC's), porque dentro dos limites legais, mesmo próximo do mínimo 2 a 50 UC's - artigo 1 do Regulamento das Custas, não merece qualquer censura;  A comunicação do incidente à Ordem dos Advogados não importa nenhuma decisão, muito menos admite contraditório ou recurso, pois mais não é do que necessária consequência da imputação a um profissional do foro de um acto processual manifestamente improcedente e indiciador de má fé no sentido do artigo 54, n. 2, alínea do Código de Processo à respectiva ordem profissional, a quem cabe em exclusivo a apreciação do mérito profissional;  Quanto ao mais que vem alegado, nomeadamente lesão de princípios constitucionais ou legais, nada de relevo traduzem com utilidade no caso, muito menos alguma susceptibilidade de beliscar a adequação, de facto e de Direito, do despacho em crise, que apenas deve merecer aplauso.”.