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Só cumprindo esses ónus poderia este tribunal de recurso, sendo caso disso, suprir a falta de tais factos, nos termos e ao abrigo do art 662 n 1, alínea do CPC.Concluímos de todo o exposto que com as ressalvas referentes aos pontos 15 e 16 da matéria de facto provada,a decisão da matéria de facto deve ser mantida na íntegra, porque foi bem decidida na 1 instância.E com base nessa matéria de facto, consideramos que outra não poderia ser a decisão recorrida, a qual efetuou, na nossa opinião, uma correta subsunção dos factos aos institutos jurídicos e às normas legais aplicáveis apesar de os recorrentes assim o não.Começamos por dizer que na oposição deduzida, os embargantes, socorrendo-se da faculdade que lhes é concedida pelo art 731 do CPC - no qual se prevê que além dos fundamentos de oposição especificados no art 729, como fundamentos de oposição à sentença dada à execução, pode o embargante alegar quaisquer outros que possam ser invocados como defesa no processo de declaração -, deduziram oposição ao título executivo, constituído pela ata da deliberação da assembleia de condóminos de 12014, e à própria relação causal do mesmo, a relação subjacente ao título – a própria deliberação da assembleia de condóminos consignada na ata.