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Quanto à dimensão do dano, o Tribunal recorrido, socorrendo-se da factualidade provada, sempre pressuposta, expendeu e enfatizou assim: «Tudo isto sopesado, julgando de acordo com a equidade, atendendo às circunstâncias referidas nos artigos 496/3 e 494 do Código Civil, a idade do autor no momento da ocorrência do acidente 55, o facto de em nada ter contribuído para o acidente, �� necessidade de assistência hospitalar recorrente, a clausura hospitalar, os períodos de doença e respetivos períodos de incapacidade, os tratamentos médicos e medicamentosos, os sucessivos exames, os tratamentos de fisioterapia, as deslocações efetuadas, as sequelas de que ficou portador, o défice na integridade física e psíquica, o quantum doloris, o dano estético, a repercussão nas atividades desportivas e de lazer, a repercussão na sua atividade sexual, perante este quadro fáctico, atendendo à prática jurisprudencial, ponderando todas as vertentes do dano não patrimonial englobando as dores, incómodos, sofrimentos, intervenções médicas e medicamentosas, períodos de incapacidade e todas as, cremos que é devida a compensação de 8000,00€ oitenta – improcedendo o pedido relativamente ao demais.».