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Por seu turno, em torno do fumus boni iuris, sustentou em suma, que não existe aqui qualquer aparência ou vestígio de bom direito, sustentando que se está perante um acto administrativo aposto com uma cláusula acessória de termo, relativamente ao acto administrativo contido no despacho de 08 de junho de 2017, e que tendo o Recorrido obtido decisão favorável no ano de 2017 pela Administração, não existe nos presentes autos qualquer direito a favor do Recorrido, e que a Administração se encontra ilegitimamente impedida de proceder à gestão dos seus efectivos, em consonância, com o seu poder discricionário, e que o Recorrido se encontra a desobedecer à apresentação no seu posto no COMETLIS desde 10 de março de 2018, inexistindo qualquer dever de realizar a audiência prévia do Recorrido.