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Aliás a Sentença acaba por fazer eco disto mesmo ao abordar esta questão não só na motivação da decisão de facto, como na fundamentação de direito dos serviços prestados, dependia de instrução e julgamento; 5 – O ónus da prova no que respeita à existência de qualquer eventual prévio acordo sobre o valor dos honorários, recai sobre quem invoca semelhante facto, neste caso, a Ré art 342 do Código; 6 - A prova esta sujeita, não só ao crivo da livre apreciação do julgador segundo a sua prudente convicção sobre a realidade de cada facto, do qual resulta que a matéria provada deve ser fruto da análise crítica de toda a prova, devidamente conjugada e confrontada art 607, n 4 e n 5 do; 7 - Como e também às demais regras gerais sobre a prova, designadamente a do art 346 do Código Civil, segundo a qual a dúvida sobre a realidade de um determinado facto, é decidida contra a parte onerada com a prova do mesmo.