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Descontentes com o assim decidido os réus apresentaram o vertente recurso de apelação, cujas alegações encerram com as seguintes conclusões:   A Autora intentou a presente ação contra os Réus, pedindo a condenação dos mesmos ao pagamento da quantia de € 7730,92, acrescido de juros de mora à taxa legal fixada para os créditos em que sejam titulares empresas comerciais, com fundamento no direito à remuneração acordada no contrato de mediação imobiliária celebrado entre as partes, por entenderem verificarem-se os pressupostos legais previstos no artigo 1 da Lei n. 15/2013, de 8 de fevereiro. . Sendo que os Réus apresentaram a sua contestação, invocando a nulidade do contrato de mediação imobiliária por falta de identificação do angariador imobiliário, como previsto na alínea, n. 2 do artigo 1 da Lei n. 15/2013, de 8 de fevereiro, tendo ainda impugnado os factos alegados pela Autora, nomeadamente o direito da mesma à remuneração contratada, uma vez que os Réus procederam à revogação unilateral do contrato de mediação imobiliária no dia 13 de Agosto de 2018, comunicado à Autora no mesmo dia, e, sem prescindir do supra alegado, da não verificação concreta e segura sobre a existência de um negócio que, apenas por culpa dos Réus, não foi celebrado.