Legal Document Excerpt:

Com efeito, e socorrendo-nos das palavras da decisão proferida por este mesmo Tribunal da Relação no acórdão de supra citado e de 14/9/2017 , se é certo que o tomador da livrança em branco não tinha in casu o dever de informar de acordo com o pacto de o pré-avalista de que iria preencher a livrança porque incumprido pelo mutuário e resolvido o contrato de mútuo, tinha pelo menos o ÓNUS de o ter feito para que o executado/avalista pudesse ter pago, evitando o agravamento da dívida por força dos juros de mora vencidos até ao preenchimento da letra, e outrossim dos juros de mora cartulares devidos desde a data do vencimento da livrança exequenda se quiser que o avalista/executado cubra o crédito total representado pela livrança preenchida.