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Acordam os Juízes da 1 secção cível do Tribunal da Relação de Coimbra: Relatório Mediante requerimento apresentado em 14-10-2020 nos autos principais, a insolvente veio arguir a nulidade do processado, alegando, para o efeito, que, apesar de se encontrar devidamente representada por mandatário judicial, este apenas se encontrava associado na plataforma Citius nos autos principais e no apenso referente ao incidente da qualificação de insolvência, que o seu mandatário não teve acesso via Citius a qualquer outro processo que corra por apenso aos autos de insolvência, designadamente o referente à reclamação de créditos, cuja identificação desconhece, que nem a insolvente nem o seu mandatário foram notificados da lista definitiva de credores elaborada pela administradora da insolvência, que desconhece se foi proferida qualquer sentença de graduação de créditos, que a lista também não se encontra publicada no portal Citius, que desconhece em absoluto o teor da lista definitiva de créditos elaborada nos termos do artigo 12 do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas diploma a que pertencem as demais normas sem indicação de, o que "equivale a dizer que à devedora foi coartada a possibilidade de sobre a mesma se pronunciar, impugnando-a nos termos do disposto no artigo 13”.