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Com relevo para o ónus da prova da sua diligência, apenas o ponto 15 dos factos, em que se dá como provado que "o processo do Julgado de Paz de Miranda do Corvo, tendo em vista autonomizar uma parcela de terreno com a área de 408m2 do prédio rústico melhor identificado em, deu entrada naquele Julgado em 29/01/2013”, ou seja, a única prova da sua diligência diz respeito a um momento temporal em que não só já estava esgotado o prazo inicial e a prorrogação como, inclusivamente, o contrato já estava resolvido1 É pois verdadeiramente apodíctico afirmar que não provaram qualquer diligência tendo em vista a existência/criação jurídica do bem prometido no prazo contratual; não ilidindo a presunção de culpa estabelecida no art.79/1 do Civil.