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Assim, o Autor alegou e, nomeadamente, que:  - Pretendia fazer um investimento no Porto e, para esse efeito, se dirigiu à imobiliária com o objectivo de encontrar um imóvel para alojamento local, tendo sido sugerido o imóvel em causa, onde já funcionava um alojamento local com seis quartos, tendo sido informado que apenas era necessário fazer um registo, algo muito simples na Câmara Municipal, para mudar a designação do espaço, afecto a armazém;  - Após a assinatura do contrato-promessa de compra e venda teve conhecimento, através de um arquitecto que contratou, que as desconformidades do imóvel com a lei não permitiam a licença de mudança de uso a não ser que demolisse e construísse de novo, conforme o documento 12 da petição inicial;  - No vídeo junto aos autos mostrando o interior e exterior do imóvel em conjugação com os vários comentários na plataforma é revelada uma realidade, visitada pelo Autor, que espelha uma moradia com seis quartos, no piso superior, especialmente vocacionada para alojamento local.