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Precisando, pretende-se significar com o princípio da «intervenção mínima» que a «intervenção deve ser exercida exclusivamente pelas entidades e instituições cuja acção seja considerada indispensável à efectiva promoção dos direitos e à protecção da criança ou do jovem»; e pretende-se significar com o princípio da «subsidiariedade» que a «intervenção deve ser efectuada sucessivamente pelas entidades com competência em matéria de infância e juventude, pelas Comissões de Protecção de Crianças e Jovens e pelos Tribunais - em rigor, este princípio dever-se-ia chamar "princípio da sucessividade”» Paulo Guerra, Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo Anotada,  edição, Almedina, 2020, págs.