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Defende a recorrente que esse acórdão do STJ incorreu em erro de facto ao considerar que, por via da deliberação de 07/05/2010, renovada em 01/06/2010, a recorrida tinha sido destituída de sócia da recorrente, o que não aconteceu, pelo que importaria ter cautela sobre o sentido e alcance do trânsito em julgado dessa aludida decisão, tanto mais que, em bom rigor, não era sequer admissível o recurso excepcional de revista do acórdão da Relação de Lisboa, de 17/01/2017, uma vez que o único fundamento que a formação entendeu, erradamente, existir para o admitir, era uma alegada oposição de acórdãos sobre a mesma questão fundamental de direito, de todo inexistente.