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E não de acordo com a equiparação entre o posto de Vice-Almirante, que o Autor detinha, e a categoria de Ministro Plenipotenciário, estabelecida pelo Despacho n.27676/2007, de 8 de novembro, dos Ministros de Estado e das Finanças e da Defesa Nacional, publicado no Diário da República,  Série, n.237, de 10 de dezembro de 200 Y. O Recorrente discorda, em absoluto, do entendimento vertido no acórdão de que ora se recorre, ao sufragar a colagem da decisão de primeira instância ao mencionado acórdão do STA de 5 de maio de 1992, ao referir que "as normas dos artigos  , n. 1, do Decreto-lei n. 56/81, de 31 de Março, e , n. 1, do Decreto-lei n. 233/81, de 1 de Agosto, não admitem que as remunerações adicionais dos chefes das missões militares sejam inferiores às remunerações adicionais recebidas pelos chefes das missões diplomáticas, pelo que não cabe na margem de discricionariedade da Administração fixar as remunerações adicionais devidas ao pessoal militar em valor distinto daquele que se encontra previsto para o pessoal equiparável dos serviços externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros”.