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576/3 do CPC; impugna também os factos alegados pela Autora considera que o comportamento da Autora descrito na contestação e na p.constitui tácita manifestação de abandono de bens, tendo-se extinguido o direito sobre os mesmos e, motivadamente, em suma diz: –Só em 3/12/2012 é que o réu consegue efectivar a tomada de posse da fracção autónoma com a deslocação do Agente de Execução EC tendo sido necessária a presença do Agente de Força de Segurança Pública MS e perante a impossibilidade da Autora retirar a totalidade dos bens da referida fracção, o Réu acedeu a que os mesmos permanecessem na fracção autónoma pelo período de 30 dias a contra da data da efectiva tomada de posse como verbalmente acordado com o senhor RS, mas não era este senhor que tinha de contactar a Autora face àquele acordo verbal pois era a Autora que tinha de contactar este último no prazo de 30 dias a contar de 3/12/2012 para retirar os seus bens, os contactos que o Autor fez com a Dr. TV e com a agente de execução não são de Fevereiro de 2013 são de Dezembro de 2013 e Fevereiro de 201 art.s 13 a – Da lista dos bens resulta que todos os bens listados que contêm os indicados na p.têm a indicação de "sem valor comercial” e para além dessa indicação individualizadas é feita a indicação global de todos os bens não terem qualquer valor comercial e bem assim como a indicação de que todas as existências no imóvel foram consideradas pelo executado como sendo lixo, a Autora vem 4 anos depois dizer que mantém interesse nos bens listados, avalia-os em 7 euros valor que se impugna.