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Até porque afirmou também que era apenas conhecida da Autora apenas porque tem familiares em comum e que o que sabe é por informações que lhe contaram  Vejamos, a única testemunha ouvida pelo Tribunal, irmã do Réu, que admitiu ter vivido toda a vida em Angola, passando a residir em Portugal apenas há 3 anos quando se, que apenas sabe da vida da Autora do que ouve em conversas de família, e não por ter conhecimento direto e pessoal da vida da Autora, e admitindo também, por outro lado que raramente falava com o irmão e que pouco sabe da sua vida pessoal, sendo que de tal depoimento não resulta qualquer prova carreada para o processo, sobretudo não pode considerar-se provado o ponto 5, ou seja, que o Réu enviava mensalmente o dinheiro para o sustento dos filhos, excluindo que esse dinheiro também era para o sustento da Autora.