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Neste sentido, vejam-se as considerações expendidas no acórdão do Tribunal de Justiça, de 21/12/2011, proferido nos processos apensos n5 -411/10 e -493/10 disponível em www.curia.europa.eu) ...);  18 No tocante ao sistema de análise dos pedidos de asilo da Dinamarca, afigura-se-nos curial que inexiste qualquer indício que permita concluir pela existência de falhas sistémicas no procedimento de Asilo, único óbice para que Portugal não proferisse a decisão de transferência ora impugnada;  19 Efetivamente, em momento algum, o ora recorrente concretizou em que medida foi sujeito a uma situação de falha sistémica ou tratamento desumano durante a sua permanência em solo dinamarquês; 20 Com a devida vénia, cabe aqui apenas reiterar que a ora R. deu início ao procedimento especial de determinação do Estado responsável pela análise do pedido de asilo, que culminou com o apuramento de que essa responsabilidade pertencia à Dinamarca cf.