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de 16,849% ; –  efectivamente, aquando da celebração do contrato de empréstimo, entre o Exequente e a Embargante, foi assinada uma livrança em branco por CF e JA, enquanto mutuários subscritores, e pela Embargante, enquanto avalista ; – tendo a Embargante prestado aval, sendo este um acto pelo qual um terceiro garante o pagamento de uma letra por parte dos seus subscritores, estipulando-se que o dador do aval é responsável da mesma maneira que a pessoa por si avalizada, os mutuários subscritores tornaram se pessoalmente responsáveis pela dívida por si garantida ; – Entretanto, os mutuários subscritores CF e JA da Livrança foram alvo de um processo de Insolvência n /, no âmbito do qual foi homologado um Plano de Insolvência ; – Neste, foi aprovado um plano de pagamento da dívida, em que o Exequente se tornou um credor comum, e o seu pagamento no prazo de 120 prestações, de € 95,35 noventa e cinco euros e trinta e cinco cêntimos) por mês, Encontrando-se os Insolventes a cumprir o plano até ao dia de hoje, tendo já pago, na presente data.