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Não obstante alguma discrepância entre o teor das "conclusões” da alegação de recurso e o respectivo "corpo”, com a necessária prevalência daquelas6, e ainda que, tratando-se de um processo de jurisdição voluntária, importe sobremaneira respeitar a verdade material e a finalidade prosseguida no processo maxime, a salvaguarda do interesse da - com a eventual secundarização dos princípios e regras processuais que colidam ou inviabilizem a possibilidade de proferir a decisãotida como mais equitativa, conveniente e oportuna -, dúvidas não restam de que o recorrente se insurge contra o facto de, no seu entender, "não se ter concedido ao pai da menor o direito a produzir a prova que indicou”, "fundamental, para a descoberta da verdade material e se verificar, devidamente como está a menor e com quem melhor pode ficar”, tendo ainda referido, designadamente, que se decidiu "com base no pedido formulado pelo  Público, sem qualquer indagação fáctica feita de forma ponderada e coerente, ouvindo-se apenas o pai e a mãe em breve diligência no Tribunal e ouvindo-se somente a ama, sem que antes tenha sido ordenada qualquer diligência probatória”, sendo que "nestes processos é sempre fundamental ouvir os técnicos, fazer relatórios sociais e sobre a personalidade para se tomarem decisões minimamente fundamentadas”, e é inequívoco que "o pai requerido/recorrente é quem a tudo provém no normal dia a dia da menor e nenhum perigo a rodeia, e tem uma intervenção preponderante no dia-a-diada menor”, pelo que "a decisão não deveria ter sido proferida sem que estivesse munida de algum elemento que indiciasse o contrário” cf.