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motivação da decisão de facto,, ali se referindo a propósito que o depoimento da testemunha P. não mereceu crédito atendendo a que não ofereceu uma explicação credível "para uso da designação comercial em detrimento do nome correto do cliente, nem justificou a enorme discrepância de valores existentes entre a contabilidade e as vendas constantes dos documentos apreendidos”, o depoimento de R. não convenceu o Tribunal visto que também ela "não forneceu explicação credível para uso da designação comercial em detrimento do nome correcto do cliente, nem justificou a enorme discrepância de valores existentes entre a contabilidade e as vendas constantes dos documentos apreendidas”, sendo "contrariada pela prova documental carreada para os autos, sendo que esta testemunha, a instância do tribunal, foi incapaz de identificar os veículos conduzidas pelos dois únicos motoristas A., com a explicação que não punham a matricula nos alvarás, guias e facturas”, concluindo a propósito que a prova testemunhal não se revelou credível, nem suficiente para por em causa a prova documental carreada pelos SIT para o RIT cf.