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No caso, ainda que tenha ficado indiciariamente provado nos autos que J. O. e mulher , ora requerente, por escritura de doação outorgada a 18 de dezembro de 2009, declararam doar a , sua filha ora, com reserva de usufruto simultâneo e sucessivo até à morte do último dos doadores, o prédio urbano - composto por casa de rés-do-chão e andar e logradouro, no sítio de ... e ..., freguesia de ..., concelho de Barcelos, descrito na Conservatória do registo Predial de Barcelos sob o n ..., de ..., inscrito na matriz sob o artigo ... -, não se mostra concretamente alegado, nem indiciariamente demonstrado, que tal bem pudesse garantir meios de subsistência se ainda permanecesse no património da doadora em caso de alienação da nua propriedade sobre o mesmo e que tal teria sido suficiente para satisfazer o montante das  pensões reclamadas.