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O segundo fundamento pelo qual a douta sentença recorrida enferma de erro de julgamento reside no facto de ter dado como provado que "em 05-09-2017, a Autoridade de Gestão do PDR 2020 remeteu-lhe ofício ref OFC/861/2017/OP/PDR, referente aos incumprimentos citados no ponto anterior” e "em 02/08/2018 foi notificada para efeitos de audiência prévia sobre a intenção do IFAP solicitar a devolução da quantia exequenda e remeteu-se ao silêncio, sendo em 24/09/2018 notificada da respetiva decisão final”, sem que, no entanto, não tenha declarado a prescrição da dívida.