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» Os pontos de facto provados em que a recorrente localiza, inicialmente, o vício do erro notório, são os seguintes: « A arguida AA, a partir de 2014 até 2017, ciente da possibilidade de obtenção de autorização de residência, através do investimento de cidadãos estrangeiros da quantia de € 50000,00 quinhentos, designado comummente por "visto gold", elaborou um plano, utilizando a sociedade de advogados "@.. Legal", da qual era legal representante, que consistia em promover os seus serviços jurídicos, bem como a aquisição de propriedades imobiliárias, junto dos mesmos;  Como parte do plano, obtidas as quantias monetárias referentes aos imóveis, a arguida, ao invés de efectuar as correspondentes escrituras de compra e venda, para as quais era mandatada, vinha a fazê-las suas, forjando informações do S.E.F.