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;  – E o que a mesma aí alega é absolutamente inacreditável, apesar de o progenitor não ser inocente ao ponto de não perceber as reais motivações, mas que não deixam de configurar um venire contra factum proprium;  – Exemplificando: " A Requerente está separada de facto” e " A requerente tem uma filha menor, cuja guarda ficou em regime de guarda semi-partilhada com o Pai” sublinhado;  – É por demais evidente que a insolvente pretende dar a entender que não recebe qualquer quantia do pai relativamente à filha, mas, e ao que interessa, gostaria o recorrente que tal fosse verdade quanto à guarda e, aparentemente, essa será a vontade confessada da progenitora, pelo que é totalmente desprovida de sentido a pretensão que a mesma veio trazer a esta instância, apenas servindo para causar enorme perturbação sem razão e grave sofrimento ao progenitor e à filha de ambos;  – Pelo que, sem prejuízo das demais consequências a extrair da informação agora exposta, deverá improceder a pretensão da progenitora, mantendo-se inalterada a redacção da Acta em causa;  – No mais se mantendo tudo o quanto já se expôs em sede de alegações de recurso, e que se consideram aqui integralmente reproduzidas para todos os devidos e legais efeitos, mormente o efeito suspensivo pretendido – ainda que mediante caução –, as normas violadas e o demais peticionado, ao que acresce o agora aqui indicado.