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21– Conclui que, por isto, o regime provisório também viola as normas jurídicas constantes do artigo 1906, n.s 5 e 7 do   O pai contra-alegou, terminando as suas alegações com uma síntese das mesmas em que, no essencial, diz que: a decisão provisória encontra-se devidamente fundamentada, ainda que de forma sumária, sendo possível entender as razões de facto e as premissas que levaram à prolação da mesma; pois que da acta constam, de forma resumida, a promoção do MP, as declarações do menor e dos seus progenitores, e assim facilmente se alcançam as razões de facto e as premissas que levaram à decisão; cita um acórdão que diz que nas decisões meramente provisórias não se verifica um nível de exigência de fundamentação idêntico ao das decisões definitivas sobre o fundo da causa; para além de que a jurisprudência é pacífica ao afirmar que "só a absoluta falta de fundamentação – e não a sua insuficiência, mediocridade ou erroneidade – integra a previsão do art.