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Conflito n. 24/20  Acordam no Tribunal dos Conflitos  	Relatório A, identificado nos autos, intentou no Tribunal Judicial da Comarca de Coimbra, Juízo de Competência Genérica de Arganil, acção declarativa comum contra B, SA, pedindo a sua condenação a: "a) reconhecer o Autor como dono e legítimo proprietário do prédio rústico da união de freguesias de Coja e Barril de Alva, concelho de Arganil sito em Poços, inscrito matricialmente sob o artigo , proveniente o artigo  da extinta freguesia de Coja, descrito na Conservatória do registo Predial de Arganil sob o n. ;  b) reconhecer que está a ocupar abusivamente uma parte do terreno do Autor artigo matricial , impedindo o acesso de quaisquer veículos ao imóvel;  ) mandar retirar o poste e linhas de comunicação telefónica abusivamente colocadas no terreno propriedade do Autor, restituindo-lhe o espaço ocupado no prédio;  ) pagar ao Autor a quantia mínima de €000,00 pela impossibilidade do Autor limpar, lavrar, replantar, rentabilizar e utilizar o terreno, em virtude de nenhum veículo conseguir entrar na propriedade desde que a Ré ali colocou o poste; e) pagar ao Autor a quantia de € 750,00 euros, a título de indemnização, pela utilização do espaço, pela colocação abusiva de um poste e linhas de comunicação telefónica e, assim, por enriquecimento sem causa da Ré; f) pagar ao Autor juros legais de mora, desde a data da citação até efectivo e integral pagamento das indemnizações supra descritas;”.