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12 a 14 incluindo cujo teor se dá aqui por integralmente reproduzido -, os autores e a ré, na qualidade de primeiro e segundo outorgantes, respetivamente, declararam: "Que vêm, por esta escritura constituir uma servidão de passagem nos termos seguintes: 1 – O primeiro outorgante constitui sobre o prédio identificado na alínea - referido em  - que passa a ter a natureza de prédio, e a favor do prédio identificado na alínea – referido em  – que passa a ter a natureza de prédio, uma SERVIDÃO DE PASSAGEM destinada a permitir a passagem a pé e através de veículos motorizados e não motorizados para o prédio dominante artigo, na direcção poente/nascente, por uma faixa de terreno que tem no seu início a largura de seis vírgula oito metros quadrados e no seu fim a largura de três vírgula quarenta metros quadrados e um comprimento de trinta e três metros quadrados, largura essa que diminui até atingir os referidos três vírgula quarenta metros quadrados aos nove metros quadrados de comprimento, com uma área total de cento e trinta e quatro metros quadrados, parcela essa que confronta do norte com A. , do Sul com P. P., do nascente com J. P. e do Poente com Rua da ....  A área da servidão de passagem é constituída por toda a faixa de terreno do prédio serviente localizada a poente do mesmo, parcela essa que dá acesso à referida Rua da ..., e devidamente assinalada a cor amarela, numa planta topográfica que me foi apresentada e que arquivo.”;   Na referida escritura, consta ainda: ") o primeiro outorgante constitui no seu referido prédio, o acima identificado na alínea que passa a ter a natureza de prédio, a favor do prédio da segunda outorgante, o acima identificado na alínea que passa a ter a natureza de prédio dominante, uma SERVIDÃO DE VISTAS nos termos seguintes: 1 – No prédio serviente, exclusivamente na parte voltada a sul para o prédio dominante, não poderão ser construídas quaisquer edificações, paredes ou muros.