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4Considerando, aliás, o expresso no facto n. 103 da matéria de facto provada "103–A laceração tangencialdo ramo direito daveia porta,referidaem47dosFactosProvados,tevecomocausaprováveluma tração excessiva ou intempestiva,masacidental sobre o infundíbulo vesicular tendo, eventualmente, contribuído a existência de aderências peri-vesicularesaessenível.”), salvo devido respeito, não pode a  R., Recorrente, querer retirar partido da fundamentação do Parecer do Conselho do Colégio de Especialidade para alegar que o Tribunal aquo errou:  - ao tomar como certo "ogestomeramenteprováveldeterprovocadoalesãonaveia porta”;  - ao desconsiderar "categoricamentequeatraçãoexcessiva ouintempestivafoiacidental”;  - "aodesvalorizarofactoassentedaexistênciadeaderênciasperi-vesicularespoderemeventualmentetercontribuídopara a produção dalesão acidental”; e, - "ofactodeserraraalesãodaveiaportaemcirurgias destetipo,nãopermitequeasuaocorrênciapossaevidenciarculpadoRéumédicopornãoaterprevenido”; desconsiderando totalmente que não basta alegar a possível existência de aderências, era preciso que tal tivesse sido provado, e provado pelos RR., já que, tratando-se de um facto modificativo ou extintivo do direito alegado pela A., ora Recorrida, o ónus da prova recairia sobre os RR.