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3 n.2, 1 n.1 e 20, 28 todos da CRP, com o entendimento imperfeita e incompletamente expresso na primária sentença”; por ser devido, através do recurso de revisão, ") corrigir, assinalando os vícios detectados”; por cuidar "o recorrente que ao aplicar-lhe a pena de prisão efectiva de três anos e seis meses, cujo foi excessivamente rigoroso e não conferiu a devida relevância aos factores que constituem o complexo atenuativo que pugna a seu favor e que deve presidir a escolha da medida da pena conforme resulta do disposto no artigo 71 do Código Penal”; porque o tribunal ") deveria ter aplicado à recorrente uma pena de prisão suspensa na sua execução por igual período, com sujeição a regime de prova a fixar pela DGRSP num plano de reinserção social, conforme tem feito em situações verosímeis”; e, ao não tê-lo feito, o tribunal deixou de observar "o contraditório imposto pelo artigo 82-A” e "praticou uma irregularidade que acarreta a anulação do acórdão sentença nessa parte”; pelo que "pugnar pelo erro na aplicação do direito, é procurar um remédio para o tremendo erro cometido, bem como para a gravosa consequência daí advinda”.