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Além de pedir a eliminação do segmento onde se alude a veículos automóveis – por não se adequar ao caso dos autos e não encontrar suporte na matéria de facto provada –, sustenta o Apelante que os critérios aí elencados, além de ambíguos, estão em colisão com o critério legal e o critério jurisprudencial atendido no Acórdão da Relação do Porto de 25/03/2021, onde se diz: ") Entendemos que a indemnização devida não pode ser fixada em montante igual ao dos créditos reconhecidos no processo de insolvência e que não obterão pagamento, mas fazendo apelo a um juízo equitativo, ponderando a culpa do afectado, que deverá responder apenas na medida em que o prejuízo possa/deva ser atribuído ao acto ou actos determinantes dessa culpa”.