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Nesse mesmo sentido se pronunciou mais recentemente o Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 22/5/2013, no Processo n. 22/13TACBR: "O requerimento de abertura da instrução apresentado pelo assistente há-de conter, necessariamente, a concretização precisa e concisa quer dos factos – objectivos e subjectivos conformadores do ilícito penal em causa – quer do direito, realidade não compatível com remissões, designadamente, para a "participação”.Não existindo presunções de dolo, os princípios da vinculação temática e da garantia de defesa do arguido impõem ao assistente, requerente da abertura da instrução, entre outros, o dever de afirmar factualmente qual o tipo de atitude ético-pessoal do agente perante o bem jurídico-penal lesado pela conduta proibida.