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..., da freguesia de ..., concelho de Vila Real, e de acordo com os pontos 1 a 4 da fundamentação de facto da sentença proferida, o Tribunal a quo considerou provada a aquisição originária e derivada do Autor sobre tal imóvel;  Ora,  3 Na fundamentação de direito processada pelo Tribunal a quo foi expressamente consignado que os Réus adquiriram este prédio rústico do Autor por via da aquisição originária da usucapião, sendo que esta conclusão assim exarada tem por suporte nomeadamente a factualidade constante da alínea, a qual, contudo, é omissa quanto ao hiato temporal de posse dos Réus sobre o prédio rústico do Autor;  3 Apesar do Tribunal a quo ter reconhecido a existência jurídica do prédio rústico do Autor inscrito sob o artigo ...0, descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n, o 1969119990208, da freguesia de ..., concelho de Vila Real, tal como resulta, aliás, dos pontos a da factualidade e da fundamentação constante da pág.