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Acresce ainda que relativamente à prova documental mencionada pela Recorrente temos a dizer que em nada altera a convicção do Tribunal, uma vez que do seu teor não se depreende qualquer facto que contradiga o que foi dado como provado no n 2 Para além do que já havíamos dito relativamente às alíneas e dos factos não provados, cumpre relembrar que o juiz aprecia livremente as provas segundo a sua prudente convicção acerca de cada facto, sendo certo que nestas provas também se incluem os documentos particulares – como são a maior parte dos referidos pela Recorrente –, a não ser que os factos só se possam provar por documentos ou que estejam plenamente provados, quer por documentos, quer por acordo ou confissão das partes, o que não é o caso dos autos, uma vez que nem a declaração do contabilista constante do documento n 20 junto com a aposição, nem a declaração do sócio gerente vertida na acta notarial da assembleia geral de 22 de Fevereiro de 2021, que constitui o documento n 11 junto com o requerimento inicial, constitui prova plena da veracidade dessas declarações, porque não têm qualquer valor probatório as declarações de factos favoráveis ao declarante, como é o caso artigo 376, n 2 do Código.