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1371, ainda que dele tenham sido notificadas; 3 – Havendo prova nos autos de que a recorrente e o recorrido celebraram contrato promessa de partilha em momento anterior ao divórcio, não pode o Tribunal olvidar da existência daquele contrato devendo ter em consideração todas e quaisquer quantias pagas por força da sua celebração em sede de mapa de partilhas; 4 – Tendo a recorrente pago ao recorrido a quantia de 1000,00 € por força das disposições daquele contrato, quantia essa confessadamente recebida pelo recorrido, e havendo um litígio entre as partes quanto à natureza daquele pagamento, sendo que a recorrente afirma que aquele teria sido efectuado a título de antecipação do pagamento de tornas e o recorrido afirma que teria sido efectuado a título de sinal, deveria o Tribunal a quo promover a produção de prova necessária para decidir o litígio; 5 – As questões de facto emergentes daquele litígio não justificam a remessa das partes para os meios comuns porquanto o litígio é essencialmente de Direito, resultante da divergência quanto à qualificação jurídica do pagamento efectuado no âmbito do contrato promessa de partilha; 6 – O processo de inventário é o meio processual adequado para dirimir aquele litígio na medida em que o mesmo não carece de extensa instrução probatória; 7 – Considerando-se que a prova a produzir seria melhor apreciada nos meios comuns, deverá o processo de inventário aguardar o termo do litígio naquela parte, sendo que, uma vez dirimido o litígio nos meios comuns, deverá o mapa de partilhas reflectir o seu resultado; 8 – Padece de nulidade, por força do disposto na al.