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Ou seja, o comportamento do arguido em relação à filha J. tem contornos de malvadez, apenas para causar dor e sofrimento gratuito, é absolutamente injustificável, em qualquer dos casos sem qualquer pretensão de educar, porque inexiste qualquer "asneira muito grave” prévia que importe corrigir por tais métodos, ou mesmo que existisse, jamais com recurso a tais formas de correcção ou educação, que sublinhe-se são inaceitáveis nos tempos que correm, face aos novos métodos de pedagogia de educar crianças e adolescentes que afastam mesmo qualquer o uso da tradicional palmada, e legalmente proibidas e daí serem criminalmente puníveis, o que o arguido bem sabia.