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; 30) Porque condição necessária ao andamento de um processo de execução é o titulo executivo, perdendo este a sua força probatória, não existe fundamento para e execução; 31) De acordo com o disposto no artigo 10 do P."toda a execução tem por base um título, pelo qual se determinam o fim e os limites da acção executiva”; 32) Não foi provado que os Oponentes subscreveram a livrança dada à execução, nem a existência da dívida reclamada; 33) Este Venerando Tribunal, como a prova está gravada, ao ouvir o depoimento das testemunhas indicadas pela exequente – os executados/oponentes nem apresentaram prova pois segundo eles nem necessitavam – e a prova dos factos negativos não se pode fazer, mas apenas as dos factos positivos; 34) Segundo o questionário toda a prova era da competência da exequente, e não tendo feito essa prova cabal, este Venerando Tribunal reapreciará essa matéria, tendo em conta o disposto no artigo 712 do CPC, o que desde já e aqui se requer; 35) E depois alterará a matéria dada como provada, no sentido dos quesitos 1 e 2 ser no sentido de NÃO PROVADO; 36) Na Sentença recorrida não se procedeu a uma correta interpretação dos elementos constantes dos autos, da prova produzida em sede de audiência de julgamento, bem como se efetuou uma incorreta interpretação e aplicação das normas jurídicas aplicáveis ao caso em concreto; 37) Lendo, atentamente, a decisão recorrida, verifica-se que não se indica nela um único facto concreto suscetível de revelar, informar, e fundamentar, a real e efetiva situação, do verdadeiro motivo do não deferimento da pretensão dos Recorrentes; 38) A Meritíssima Juiz limitou-se apenas e tão só, a emitir uma Sentença "economicista”, isto é, uma decisão onde apenas de uma forma simples e sintética foram apreciadas algumas das questões sem ter em conta: os elementos constantes no processo; a prova produzida em sede de julgamento; os documentos juntos aos autos; etc.