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, n.s 4 e 5 do n. 59/2015 de 21/4;  Considerou o Tribunal a quo ter a relação laboral cessado em 30 de Abril de 2015, data da comunicação de despedimento por extinção do posto de trabalho enviada pela entidade patronal ao recorrente e, consequentemente, vencidos também, na mesma data, todos os créditos laborais do Recorrente;  Salvo o devido respeito, entende o recorrente que o tribunal a quo incorreu em erro de julgamento, de facto e de direito, não merecendo a fundamentação expedida na sentença recorrida colhimento, mormente no que concerne à data em que deve considerar-se cessada a relação laboral;  Com efeito, e salvo melhor opinião, entende antes o recorrente, na esteira da doutrina e jurisprudência portuguesa, que, in casu, a comunicação de despedimento por extinção do posto de trabalho só teria colocado termo à relação laboral caso o recorrente não tivesse impugnado judicialmente o seu despedimento, como fez ou não tivesse logrado vencimento;  É pacífico que a declaração judicial da ilicitude do despedimento, proferida por Tribunal do Trabalho, implica o reconhecimento da nulidade dessa cessão do contrato, ou seja, torna o ato de despedimento emanado por parte da entidade patronal do recorrente um ato inválido, não se produzindo, por isso, o efeito extintivo do contrato, típico do despedimento, tudo se passando como se o contrato sempre se tivesse mantido em vigor até à data do trânsito em julgado da sentença;  Assim, entende o recorrente que a data de cessão do contrato de trabalho não poderia ser outra senão a do trânsito em julgado da sentença do douto Tribunal do Trabalho, ocorrida em 14 de Setembro de 2017, estando por isso os créditos laborais requeridos pelo recorrente abrangidos pelo disposto no art.