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Sem prescindir B) Na hipótese, que não se concede, de o Supremo Tribunal considerar que a falta de clareza, precisão e objectividade da fundamentação da decisão sobre a matéria de facto não é de molde a afectar de nulidade a sentença da primeira instância, mas que, apesar de tudo, esta sempre seria deficiente por não estar devidamente fundamentada sobre factos essenciais para o julgamento da causa, deve a decisão recorrida ser revogada e substituída por outra que determine ao Tribunal da Relação que, fazendo uso dos poderes atribuídos pelo artigo 193, n 3 do CPC, ordene a descida do processo à primeira instância, nos termos e para os efeitos previstos no artigo 662, n 2 alínea do CPC.