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Na verdade, segundo se percebe da sentença recorrida, na mesma seguiu-se a doutrina acolhida no douto Acórdão desta Relação do Porto de 112015, relatado pelo Sr. Juiz Desembargador Rodrigues Pires e que também foi acolhida no AC desta Relação de 102016, de 102011 e da Relação de Coimbra de 02011) 11, mas, como se evidencia da leitura atenta e integral destes arestos, a situação factual em cada um deles não era a que ora resulta dos autos, antes apresentando significativas nuances, que não podem deixar de ser levadas em conta para efeitos de aferição da culpa da Ré e, em particular, para efeitos da sua ilisão.