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Por outro lado, o seu comportamento tem de se presumir culposo conforme artigo 79 n. 1 do Código Civil: Acompanhando-se o acórdão da Relação de Évora – veja-se de 15/05/2007, no Proc.603/02, disponível em www.dgsi.pt., "Se do despedimento ilícito decorrerem danos para o trabalhador que se consubstanciarem em depressão psíquica, insónias, angústia e ansiedade, que o impediram durante algum tempo de sair de casa, estão reunidos os pressupostos para se fixar uma indemnização por danos não patrimoniais uma vez que a gravidade de tais danos merece a tutela do direito”, apesar do documento 11 do requerimento inicial nunca ter sido junto aos autos para uma diferente ponderação, uma vez que foi alegado "levando-o mesmo a mergulhar numa profunda depressão”.