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O arguido AA, ora recorrente, ataca a decisão recorrida nas seguintes vertentes:  - Do ac��rdão recorrido padecer dos três vícios a que se reportam as alíneas, e do n 3 do artigo 410 do Código de Processo Penal;  - Da impugnação da matéria de facto constante do ponto 38 dos factos dados como provados e a par do princípio da presunção de inocência, da consequente absolvição do crime de abuso sexual de crianças na pessoa do menor TB;  - Da não verificação da agravação nos quatro crimes pelos quais foi condenado de abuso sexual agravado, relativamente ao menor AD, nos termos do disposto no artigo 177, n 1 alínea do P.;  - Da condenação do recorrente apenas pela prática de um crime previsto e punido pelo artigo 171, n 1 e 2, relativamente ao menor JP, ou ainda na forma continuada, nos termos do disposto no artigo 30 do P. ;  - Deve o arguido beneficiar da atenuação especial da pena, nos termos do disposto no artigo 72, n 2 alínea e artigo 73, ambos do Código Penal;  - Da não participação do recorrente nos factos, tendo o Tribunal recorrido violado o disposto no artigo 127 do Código de Processo Penal e bem assim o princípio "in dubio pro reo”, nos termos do disposto no artigo 32, n 2 da R.P.