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por parte das arguidas, o demandante cível desistiu do mesmo, sob pena de ser indeferido e ficar impossibilitado de apresentar um novo requerimento de concessão de "visto gold" no imediato, dado que, o demandante e a sua família já se encontravam a residir em Portugal, suportando o arrendamento de uma casa, em face da expectativa, criada pelas arguidas, no sentido que estava iminente a concessão do "visto gold"; 28 As arguidas apoderaram-se, em prejuízo do demandante cível , do montante global de € 62770,06 seiscentos e vinte e cinco setecentos e setenta euros e seis cêntimos), por conta do qual nada restituíram ao demandante cível, situação que se mantém até à presente data; 28 O demandante cível transferiu para as arguidas, em 212015, a quantia de € 55618,00 quinhentos e cinquenta seis seiscentos e dezoito; 28 Montante que o demandante cível confiou às arguidas, a fim de ser usado em investimento a realizar em Portugal, por conta e no interesse do demandante, com vista à obtenção de autorização de residência, para si e para a sua família, por investimento, denominado de "visto gold"; 28 Desse valor as arguidas utilizaram em despesas pessoais e profissionais, ao invés do o usarem nos fins mencionados, o montante de € 27246,50 duzentos e setenta e sete duzentos e quarenta e seis euros e cinquenta cêntimos); 28 Por conta da não concretização da escritura de compra e venda do acima descrito imóvel, porquanto as arguidas não transferiram para o vendedor o preço total, apesar de o demandante já lhes ter transferido esse valor, o vendedor reteve a quantia de € 7800,00 setenta e dois e oitocentos, a título de comissão do agente de venda e ao acordo de reserva, paga pelo demandante; 28 As arguidas apoderaram-se, em prejuízo do demandante cível , do montante global de € 35046,50 trezentos e cinquenta e quarenta e seis euros e cinquenta cêntimos), por conta do qual nada restituíram ao demandante cível, situação que se mantém até à presente data; 28 O demandante cível EE transferiu para as arguidas, em 212015, a quantia de €02000,00 um milhão e vinte e seis, sendo o valor de € 00000,00 um milhão de, para prova de investimento e a quantia de € 2000,00 vinte e seis, a título de despesas e serviços relacionados com a obtenção de "visto gold"; 28 Montantes que o demandante cível confiou às arguidas, a fim de serem usados em investimento a realizar em Portugal, por conta e no interesse do demandante, com vista à obtenção de autorização de residência, para si e para a sua família, por investimento, denominado de "visto gold"; 29 Desse valor as arguidas utilizaram em despesas pessoais e profissionais, ao invés do o usarem nos fins mencionados, o montante de 63300,00 seiscentos e trinta e três e trezentos; 29 As arguidas apoderaram-se, em prejuízo do demandante cível EE, do montante global de € 63300,00 seiscentos e trinta e três e trezentos, por conta do qual nada restituíram ao demandante cível, situação que se mantém até à presente data; 29 O demandante cível FF transferiu para as arguidas, em 12 e 102015, a quantia de € 03993,00 um milhão e trinta e nove novecentos e noventa e três, sendo o valor de € 00000,00 um milhão de, para prova do investimento e a quantia de € 3993,00 trinta e nove novecentos e noventa e três, a título de despesas e serviços referentes ao processo "visto gold"; 29 Montante que o demandante cível confiou às arguidas, a fim de ser usado em investimentos a realizar em Portugal, por conta e no interesse do demandante, com vista à obtenção de autorização de residência, para si e para a sua família, por investimento, denominado de "visto gold"; 29 Valor que as arguidas utilizaram em despesas pessoais e profissionais, ao invés do o usarem nos fins mencionados; 29 Por conta das informações falsas prestadas pelas arguidas, no sentido que o valor do investimento do demandante tinha rendido juros, o demandante cível suportou o pagamento do montante de €1571,00 doze quinhentos e setenta e um, a título de impostos e comissões que declarou junto do seu país de origem; 29 As arguidas apoderaram-se, em prejuízo do demandante cível FF, do montante global de € 05564,00 um milhão cinquenta e dois quinhentos e sessenta e quatro, por conta do qual nada restituíram ao demandante cível, situação que se mantém até à presente data; 29 A demandante cível GG transferiu para as arguidas a quantia global de € 59750,00 quinhentos e noventa e oito setecentos e cinquenta, respectivamente, em 202014, o valor de € 6150,00 sessenta e um e cinquenta e em 102014, o montante de € 53600,00 quinhentos e trinta e sete e seiscentos, com o objectivo de ser utilizado na aquisição do imóvel acima descrito, cujo preço de aquisição era de € 55000,00 quinhentos e cinquenta, sendo o valor remanescente de € 4750,00 quarenta e oito setecentos e cinquenta destinado ao pagamento de impostos, registos e despesas com a aquisição, honorários e com o processo de "visto gold" 29 Por motivos imputáveis exclusivamente às arguidas, o contrato promessa de compra e venda do citado imóvel foi declarado definitivamente incumprido, dada a não comparência das arguidas no acto agendado para a realização da escritura pública, para o que estavam notificadas, perdendo assim, e por essa causa, a demandante cível o valor de € 5000,00 cinquenta e cinco pago por este a título de sinal e entregue à promitente vendedora; 29 A arguida AA afirmou perante a demandante cível que a escritura já tinha sido outorgada, estando na iminência o registo da aquisição, o que a arguida bem sabia não ser verdade, não tendo o montante transferido pela demandante canalizado para esse fim, nem para qualquer outro em seu interesse e em seu benefício; 30 Nesta sequência, a demandante cível apresentou queixa-crime no dia 202015, e de em 002015, apresentou participação disciplinar contra a arguida AA junto da Ordem dos Advogados; 30 Em 102015, as arguidas efectuaram para a demandante cível uma transferência bancária no valor de € 49000,00 quatrocentos e noventa e cinco; 30 Ficando assim, por restituir a quantia de € 10750,00 cento e três setecentos e cinquenta; 30 A arguida AA não devolveu qualquer outra quantia invocando que iria exigir o valor do sinal em dobro junto do promitente vendedor e que ia requerer a devolução dos impostos pagos, os quais bem sabia não terem sido pagos, dado que houve cancelamento das notas de liquidação; 30 Por conta do acima descrito, e que não se concretizou, por motivos apenas imputáveis à arguida, a demandante cível deslocou-se, por quatro vezes, a Portugal, em viagem de ...../...., despendeu a demandante cível as seguintes quantias: - de 03 a 13 de Fevereiro de 2014, de € 180,17 dois cento e oitenta euros e dezassete, com a viagem e de € 428,00 quatrocentos e vinte e oito, com a estadia; - de 20 a 28 de Maio de 2014, de € 760,43 dois setecentos e sessenta euros e quarenta e três cêntimos), com a viagem e de € 356,95 trezentos e cinquenta e seis euros e noventa e cinco cêntimos), com a estadia; - de 07 a 14 de Fevereiro de 2015, de € 207,20 dois duzentos e sete euros e vinte cêntimos), com a viagem e de € 662,95 seiscentos e sessenta dois ouros e noventa e cinco cêntimos) e de € 166,00 cento e sessenta e seis, com a estadia; - de 01 a 11 de Maio de 2015, de € 350,49 dois trezentos e cinquenta euros e quarenta e nove cêntimos), com a viagem e de € 057,05 e cinquenta e sete euros e cinco cêntimos), com a estadia; 30 Por conta dos pagamentos/transferências mencionados, a demandante cível despendeu a quantia de € 12547,00 cento e vinte e um quinhentos e quarenta e sete, equivalente à conversão das moedas Euros/Dólares de .....; 30 Em virtude, da não restituição das quantias transferidas pela demandante cível para as arguidas, da não concretização da aquisição do acima descrito imóvel e em face da inviabilização da obtenção do "visto gold", do que a demandante cível se viu forçada a desistir desses seus propósitos, aquela sentiu ansiedade, irritabilidade, sofrimento, stress e insónias, especialmente por ter visto violada a confiança que depositou na arguida AA, enquanto sua advogada e representante; 30 As arguidas propuseram à demandante cível HH a aquisição do acima identificado imóvel, a ".... Villa", com o objectivo desta fazer prova de investimento para a concessão de autorização de residência, por investimento em território nacional, "visto gold"; 30 Nesta sequência, o marido da assistente, ZZZ, veio a Portugal visitar a propriedade, tendo para o efeito sido acompanhado por elementos da sociedade arguida e reunido pessoalmente com a arguida; 30 A demandante cível contratou, então, os serviços das arguidas, após a recepção, em Junho de 2016, dos documentos identificados como "terms of business" e "care letter", a fim de as arguidas, em nome e em representação da demandante, diligenciarem pela aquisição de tal imóvel, no valor global de € 51000,00 quinhentos e dez e pelo acompanhamento de todo o processo de obtenção do "visto gold" junto do S.E.F.