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Em segundo lugar, porque nos Artigos 274 e 275 da Reconvenção, é a aqui Recorrente que assevera em juízo que G. não a causou à Ré não às suas subsidiárias e, por via das participações sociais, a, um prejuízo, sendo certo que a Ré também não peticionou a desconsideração da personalidade jurídica das suas participadas; 5 Por fim, é destituída de fundamento a imputação da Recorrente48, segundo a qual a decisão recorrida incorre em excesso do poder jurisdicional e fora do objeto da decisão que lhe competia: a decisão do Tribunal a quo mais não faz senão, no estrito âmbito da matéria alegada pelas partes, louvar-se no arrazoado que consta da Contestação com Reconvenção apresentado pela Ré, para daí concluir, acertadamente, que a Reconvenção tem de ser rejeitada; 5 Em suma: é intempestivo e improcedente o pedido de declaração de nulidade da admissão de factos supervenientes articulados na Réplica e a ampliação do pedido por iniciativa da Autora/Recorrida, que o Tribunal a quo decidiu admitir; é manifesto que não só a Autora/Recorrida é parte ilegítima na Reconvenção ilegitimidade passiva da, como a Ré/Recorrente é parte ilegítima na mesma ilegitimidade ativa da, atentos o teor da Reconvenção e o modo como se encontra redigido o pedido reconvencional, pelo andou bem o Tribunal de 1 Instância ao decidir como decidiu no Despacho Saneador;  5 Pelo exposto, deve ser negado provimento ao recurso interposto, confirmando-se integralmente a decisão sub judice, com as legais consequências.