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18 – O douto Tribunal ignorou que a pandemia Covid 19, impossibilitou o normal funcionamento do trabalho de restauração, principalmente no Algarve, zona do insolvente, durante o início de 202  19 – O douto Tribunal, no que diz respeito ao período de Janeiro a Maio de 2020, ignorou que todos os serviços turísticos, restauração e hotelaria do Algarve, incluído na suspensão durante o início de 2020, por determinação legislativa e administrativa até junho de 202  20 – A decisão de recusa de exoneração do passivo restante, só se deve fundamentar, por verificação cumulativa dos seguintes fundamentos:  a) Violação das obrigações impostas ao insolvente como corolário da admissão liminar do pedido de exoneração;  b) Que essa violação decorra de uma actuação dolosa ou com grave negligência do insolvente;  ) Verificação de um nexo causal entre a conduta dolosa ou gravemente negligente do insolvente e o dano para a satisfação dos créditos sobre a insolvência artigos 24 e 24, n. 2, do.