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Ocorre que, se por um lado é compreensível que determinado tipo de periódicos com uma  postura editorial mais virada para o sensacionalismo empreguem termos mais marcantes/chamativos e de pronto mais facilmente apreendidos pelo cidadão comum, certo é que, como assim vem decidindo o TEDH , não apenas " Os limites da crítica admissível  são mais amplos no caso de actores da vida pública  do que em relação  a um simples particular, sendo que dentro desse leque, os políticos são os que "devem ser mais tolerantes às críticas violentas” ou "insultuosas”, como outrossim não é exigível "aos cidadãos ouaos media que corroborem factos injuriosos  com o mesmo grau de certeza que o poder judicial, e., "em pé de igualdade com o do processo criminal", mas apenas que  "a base factual seja sólida" .