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Diz ainda que, a partir de 102017, data em que foi decretado o arrolamento das 8/26 contas bancárias do casal, o autor impôs que assumisse 50% de todas as despesas da família até ao divórcio e que na partilha levada a cabo, para apuramento da quantia a receber pela ré, exigiu que fosse deduzido o montante de 10853,50€, correspondente a metade das despesas suportadas entre 102017 e 30201 Por último, refere que, para efeitos de partilha, foram fixados os saldos existentes nos bancos aÌ data de 10201  4 – O autor ainda se pronunciou sobre a matéria alegada pela ré e, em síntese, alegou que em 202018 as partes dividiram entre si o dinheiro que havia, sendo que o pagamento do IVA, relativo ao primeiro trimestre de 2018, venceu-se em data posterior.