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Para fundamentar a sua pretensão, alegou, em síntese, que as aludidas fracções autónomas integram o património dos Réus e que Autora pagou o Imposto Municipal sobre Imóveis relativo às mesmas, que é da responsabilidade dos respectivos proprietários e não da Massa Falida.Contestaram os Réus A. S. e mulher, Maria, alegando que ainda não lograram registar a seu favor das fracções O e Q por facto imputável à Autora, pelo não são devedores da quantia peticionada, enquanto a Autora não regularizar a situação registral fls..Contestaram e reconvieram os Réus E. , A. P. e marido, R. , F. e marido, J. , , A. e marido, A. F., solicitando a intervenção principal provocada de F. , administrador judicial,pedindo que os Reconvindos sejam condenados solidariamente no pagamento aos Reconvintes da quantia de € 1000,00 treze, por terem ficado privado do uso das fracções durante doze meses, cujo dano não é inferior a euros por mês.