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Foram, então, interpostos recursos pela expropriada e pelo expropriante, nos quais foram organizadas as seguintes conclusões: No Recurso da expropriada B...–  Imobiliária S.A,: "1-O recurso principal incide sobre os fundamentos de facto e de direito, bem como sobre os meios probatórios usados na sentença para decidir que a indemnização pela parcela n. 1J, com a área de 400m2, correspondente ao prédio sito junto à Avenida ..., freguesia de ..., concelho de ..., descrito na 1 Conservatória do Registo Predial de ..., sob o n. 2547/031198, da freguesia de ..., é de Cento e Um Mil Seiscentos e Sessenta e Oito Euros, e a indemnização pela parcela 1H situada no ..., freguesia do , concelho de , inscrita na matriz predial urbana da freguesia de ..., concelho de ..., sob o artigo 5342, e descrita na 1 Conservatória de Registo Predial de , sob o n. 01047/160191, a confrontar do norte com herdeiros de .., do sul com a Rua ., do nascente com .. e do poente com a atual Avenida ..., no montante de Cento e Dezassete Mil, Quinhentos e Setenta e Seis Mil Euros; 2-O recurso interlocutório sobre o despacho referencia 357938497 do processo principal incide sobre a fundamentação e decisão do indeferimento da avaliação conjunta dos prédios contíguos da expropriada, donde saem as parcelas expropriadas 3- O recurso interlocutório sobre os despachos referencia 401371014 do processo principal, e referencia 401372493 do apenso B, incidem sobre o indeferimento da prova requerida pela expropriada por testemunhas que arrolou, e ainda sobre a não realização do pedido da expropriada de esclarecimentos aos peritos, o qual foi omitido apesar de deferido pelo despacho referencia citius 19400038 de 29-1-2014; Dito Isto, 4- O despacho referencia 357938497 do processo principal deve ser revogado, ordenando-se a avaliação dos prédios e parcelas como se tratasse de prédio único, porquanto tratando-se de prédios contíguos pertença do mesmo proprietário à data da DUP, assistindo à expropriada o direito à anexação e edificação nesses prédios como se de um se tratasse, e em face do douto aresto do distinto Tribunal da Relação do Porto que determina a apensação também com fundamento nessa anexação e avaliação dos prédios como se de um único se tratasse, requerida pela expropriada, ocorre denegação do direito da expropriada à edificação e justa indemnização, por violação do disposto no artigo 23 n1 e n5 do CExp99 o qual manda atender, no calculo do valor do solo apto à construção, à construção que nele seria possível efetuar se não tivesse sido sujeito a expropriação, num aproveitamento económico normal, de acordo com as leis e os regulamentos em vigor.