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Em quarto lugar, impugna-se a decisão sobre a matéria de facto e de direito, porque não se tomou em consideração as premissas fundamentais para a presente decisão, que, como acima se antecipou, são: o facto do ora recorrente ter sido condenado em pena suspensa, tendo a suspensão da pena sido julgada proporcional, adequada e suficiente; e o juízo de prognose da decisão condenatória, cuja pena o ora recorrente veio cumprindo, sem quaisquer incidentes, foi uma pena suspensa na sua execução, foi esse o juízo de prognose sobre a conformação do ora recorrente com a sua conduta, e foi esse o prognóstico de perigo de reincidência na prática no crime de violência doméstica; N. Juízo este que não se enganou, pois o ora recorrente não reincidiu na prática deste crime, durante sete anos, e a revogação deveu-se à incúria no cumprimento e assiduidade nas reuniões a que estava obrigado pelos termos da suspensão de pena; O. O facto do cumprimento da pena prisão ter sido posteriormente determinado não por reincidência, mas por falta de comparência nas reuniões com a técnica, determinadas no regime probatório, tendo a suspensão da pena sido julgada proporcional, adequada e suficiente, o que se confirmou, visto que em sete anos, nunca o ora recorrente voltou, de forma alguma, a perturbar a vítima, nem sequer se dando como provado tal facto.