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A aludida factualidade – veículo eléctrico – bem como a qualidade que se lhe aponta – silencioso – não foi alegada pelas partes nos articulados, tendo sido introduzida a característica de o veículo ser movido a energia eléctrica aquando da sentença e aquele atributo, de o mesmo ser silencioso, resulta apenas do acervo conclusivo em sede de alegações aquando da Apelação interposta pelos Autores, cfr ponto 34 ,tratando-se de matéria que se mostra subtraída aos poderes cognitivos do Tribunal, por se tratar de um facto essencial, não podendo ter sido considerada como o foi, por não traduzir factualidade instrumental, nem complementar, nem tão pouco notória, dispensada assim de qualquer alegação e/ou prova nos termos do artigo 412, n1 do CPCivil.