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Do exposto resulta que, não permitindo sequer a factualidade dada como provada pelo Tribunal a quo e só essa dar conformação à conclusão avançada que terá de ser tida como não escrita, como melhor esclareceremos mais, muito menos o poderá dar no momento da aplicação do direito, sendo que, assim em contrário do que na nossa ótica se imporia, o Tribunal a quo, aliás em extensas considerações – várias páginas –, indicando as razões por que no caso considera que o IHT isenção de horário de deve ser considerado no cálculo dos subsídios de férias e de natal, faz afinal uso do que resultará dos recibos de vencimento juntos para efetuar os cálculos para efeitos de apurar o que tem por devido.