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Impugnação da matéria de facto A Ré/Apelante vem ainda impugnar a decisão proferida sobre a matéria de facto no que toca aos seguintes pontos e com base nos seguintes elementos probatórios: - Impugna os pontos,, a, a, e, dizendo, para o efeito, que os depoimentos – em que o Tribunal se fundou – de  F... ,   G... ,  H...  e  ..  apenas se baseiam em suposições, estão eivados de lugares comuns, frases feitas e incertezas, sem qualquer lastro onde assente o conhecimento daqueles factos, razão pela aquela matéria não pode ser considerada provada; - Impugna os pontos 65 a 78, dizendo que os depoimentos das testemunhas,   G...  e  ..  estão eivados de lugares comuns, frases feitas e incertezas, sem qualquer lastro onde assente o conhecimento daqueles factos, razão pela qual aquela matéria não pode ser considerada provada; - Impugna o ponto 57, dizendo que, além de não ter sido junto qualquer documento que atestasse o pagamento, os depoimentos das testemunhas,   G... ,  H... ,  ..  e  R... , nem sequer permitem determinar o valor da hora, quantas horas fazia por dia, quantos dias da semana trabalhava e durante quanto tempo o fez, razão pela qual esse facto não pode ser considerado provado; - Impugna os pontos 60 a 64, dizendo que esse prejuízo não se encontra documentado e a única testemunha que falou sobre o valor cobrado a testemunha,  Q... afirmou que o valor de 750,00€ não incluía as portagens e despesas de deslocação que corriam por conta do Autor, pelo que, tendo ainda em conta os depoimentos das testemunhas   G... ,  H... ,  ..  e  Q... , esses factos não poderiam ser considerados provados.