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n 2540/10GBABF, pela prática, em 23-10-2016, de um crime de violação de imposições, proibições e interdições, o Tribunal recorrido entendeu que tal nova condenação indiciava que o condenado não tinha integrado o efeito ressocializador da suspensão da execução pena que lhe foi aplicada, e que "a solene advertência que o tribunal lhe fez através da pena suspensa na execução não surtiu o efeito desejado, pois o comportamento do arguido durante o período de suspensão da pena revelou uma violação culposa da obrigação reforçada de não cometer crimes durante tal período”; mas, apesar de tudo isso, o Tribunal recorrido decidiu prorrogar o período da suspensão da execução da pena de prisão por um ano através de pertinente despacho judicial, proferido em 19-07-2018).