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O Município nas alegações de recurso enunciou as conclusões seguintes: 1 - A Recorrida intentou em junho de 2009 uma ação administrativa comum contra o Recorrente Município de Lisboa, peticionando que fosse declarada ilegal a conta final da empreitada e ser o Réu condenado a pagar à Autora a quantia de 16914,97€ referente aos seguintes parciais: 45273,47€, respeitante à indemnização pelos três período de suspensão dos trabalhos, por factos imputáveis à Autora, titulada pelas faturas n 17210 deduzida na nota de crédito n 17211) e 176051, 28409,75€, correspondente aos trabalhos a mais há muito realizados e ainda não formalizados nos contratos adicionais n 3 e n 5 ao contrato da presente empreitada, 2930,09€, a que acresce o IVA, a título de revisão de preços dos trabalhos faturados, 5155,40€, a que acresce o IVA, referente ao valor remanescente de revisão de preços dos trabalhos não faturados, 33146,26€, correspondente aos juros de mora vencidos à taxa legal até à presente data por atraso no pagamento de trabalhos, revisões de preços e indemnizações faturadas, acrescido de juros de mora vincendos à taxa legal até ao efetivo e integral pagamento; 2 - No Despacho Saneador foi declarada a improcedência da exceção relativa à caducidade do direito de ação, deduzida pelo Recorrente na sua contestação, admitida a ampliação da causa de pedir, requerida na Réplica pela Requerida e, fixada a matéria assente e a relativa à base instrutória.