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Ora, deliberando-se que, por ter havido pagamento da quantia exequenda, o condomínio declara que não pretende o prosseguimento da execução, assumindo o pagamento das custas e comunicando, em 23/03/2018, que desiste da execução, o que está em causa é uma efetiva desistência da execução, o que afasta a relevância de saber quem deu causa ou não à execução, por as custas terem de ser pagas por quem desiste – artigo 53, n. 1, ex artigo 55, n. 1, ambos do P. . Deste modo, por ser parcialmente conclusivo e irrelevante, elimina-se este facto 1Facto não provado 2: As custas da execução, a suportar pelo condomínio, ascenderiam a pelo menos 612EUR.