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É que:  1) não consta dos autos qualquer alegação fáctica indiciária ou minimamente densificada de que, recentemente ou atualmente, em Itália, ocorre uma proteção internacional com um nível grave ou grosseiro de insuficiência no sentido do Regulamento, ou seja, como diz o TJUE, de que existem deficiências sistémicas ou generalizadas com um "nível particularmente elevado de gravidade” que permitam prever que o requerente correrá o risco sério de um "tratamento desumano ou degradante” no outro Estado-Membro;  2) não podemos o Tribunal Administrativo de Círculo ou este Tribunal Central Administrativo elencar, porque não existem, factos notórios atuais ou recentes no sentido de Itália ter essa proteção internacional com um nível grave ou grosseiro de insuficiência cf.