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Destarte, conclui o apelante que uma vez que a data de emissão aposta na livrança, para além de não ter sido convencionada com o executado  porquanto, em Janeiro de 2019 já não era sócio da , não corresponde sequer à sua vontade, então "tudo se passa como se o título não estivesse preenchido com a data em que foi emitido”, ou seja, "a livrança não tem data de emissão,e , "sendo a data de emissão um requisito essencial da livrança, a respectiva falta invalida o título cambiário, não pode produzir efeitos como livrança, nos termos, conjugados, dos artigos 7, n. 6 e 7, ambos, da LULL, ou seja, não é título executivo”.