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Impugna a apelante a matéria de facto alegando que considera que foram incorrectamente julgados os pontos 6, 7, 8, 9, 11, 13, parcialmente, 15, parcialmente, 17, 18, 20, 27 e 28 do elenco dos factos declarados não provados, requerendo se declarem não provados, e factos não provados 2 a 7, requerendo se declarem provados e mais alega que  "a exigência legal de motivação da decisão sobre a matéria de facto não se satisfaz com a simples referência aos meios de prova que o julgador considerou decisivos para a formação da sua convicção, devendo indicar as razões que, na sua análise crítica, relevaram para a formação da sua convicção, expondo o processo lógico e racional que seguiu, por ser esta a única forma de tornar possível o controlo da razoabilidade daquela convicção sobre o julgamento de facto e de convencer os destinatários sobre a sua correção.