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Sem conceder, o Recorrente mais evidenciou que, a considerar-se não demonstrada a intenção e/ou vontade de o Recorrente agir como verdadeiro proprietário da parcela de terreno em causa atenta a factualidade provada nos presentes autos, sempre opera a presunção legal ínsita no n. 2, do artigo 125, do , nos termos da qual a existência do corpus faz presumir a existência do animus, presumindo-se a verificação da intenção e/ou vontade de agir como proprietário a favor daquele que exerce o poder de facto sobre o bem, competindo aos Recorridos ilidir a referida presunção nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 35, do , o que não lograram fazer.