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3 - Por sucessivas deliberações da direcção da R., o vencimento do A. foi sendo actualizado da seguinte forma: - em 2003 passou a ser de € 048,18 tendo o A. subido para a categoria profissional de assessor do  escalão); - em 2004 passou a ser de € 150,59; - em 2005 passou a ser de € 362,96 com correspondente subida da categoria profissional para Chefe de Divisão); - em 2006 passou a ser de € 481,11; - em 2007 passou a ser de € 605,17; - em 2008 passou a ser de € 680,7 4 - Sucede que, em Outubro de 2009, sem qualquer aviso e sem qualquer consentimento do A., a R. reduziu unilateralmente o seu salário para a quantia de € 231,32 e, posteriormente, em Novembro de 2009, para € 094,0 5 - Em Janeiro de 2010, a R. voltou a subir o salário do A. para a quantia de € 231,3 6 - Contudo, mais uma vez sem qualquer aviso prévio ou consentimento do A., em Julho de 2010 foi feita nova redução para o valor de € 094,0 7 - A partir da data referida no artigo anterior, as reduções salariais, sempre sem qualquer consentimento do A. e contra a vontade deste, sucederam-se no tempo da seguinte forma: - em Fevereiro de 2011, a R. reduziu o salário do A. para o valor de € 008,97; - em Novembro de 2015, a R. reduziu novamente o salário do A. para a quantia de € 893,0 8 - O A. nunca se conformou com as reduções salariais supra indicadas, tendo reagido às mesmas desde Novembro de 2009, quer verbalmente, quer por escrito, manifestando a sua oposição e solicitando a reposição do seu salário, correspondente a € 680,7 9 - Contudo, a R. nunca fez a reposição do salário do A., correspondente a € 680,7 10 - Em 06/05/2016, o A. intentou no Tribunal do Trabalho de Viana do Castelo acção declarativa de condenação contra a aqui R., para ver judicialmente reconhecida a sua pretensão processo 1663/10T8VCT).