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6, n 2 do Decreto-Lei 205/2009, o qual converteu os contratos a termo dos professores catedráticos em contratos sem termo; 149) Face ao exposto deverão improceder as conclusões nas quais a Ré alega que o contrato entre as partes deveria ser qualificado como um contrato de trabalho a termo; 150) Insurge-se a Ré contra a condenação no pagamento das diferenças salariais conclusões 185 a pelo facto de facto de, supostamente, não ser possível a aplicação das normas laborais referentes à retribuição à lecionação no ensino superior privado, nomeadamente o princípio da irredutibilidade da remuneração e pelo facto de a remuneração do Autor, alegadamente, resultar de um valor/hora por cada hora lecionada e de não ter sido fixado qualquer horário de trabalho; 151) Em primeiro lugar não foi provado que a remuneração do Autor dependia de um valor/hora e que não foi fixado um horário de trabalho, pelo que tal facto seria suficiente para indeferir as alegações da Ré pontos 6, 7 e 14 da factualidade; 152) Tendo o Autor alegado os valores que lhe foram pagos, era para a Ré muito simples provar os factos que agora alega mas que não conseguiu provar, bastava-lhe alegar qual tinha sido o horário do Autor, alegar o valor/hora e a fórmula para chegar aos valores pagos, o que não fez; 153) A isto acresce que, nos termos do art.