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304, n  2, do , que consagra que, nas relações com todos os intervenientes no mercado, os intermediários financeiros devem observar os ditames da boa fé, de acordo com elevados padrões de diligência, lealdade e transparência; 6Ora, no caso dos autos, o Banco ... não só inobservou os deveres de informação que sobre ele impendiam, como informou erroneamente o A., dizendo-lhe que a aplicação em questão era semelhante a um simples depósito a prazo, o que não era verdade, e que o Banco ... assegurava/garantia ao A. o reembolso do capital aplicado o que, no dizer do agora Banco ..., também não seria; 6 Actuou, assim, em nosso entendimento, ao menos com culpa grave e, assim sendo, ficaria afastada a aplicação do prazo de prescrição consagrado no art.