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Ora, reiterando-se que, nos termos dos artigos 7 a 7 RGCO, nos recursos de contraordenação o Tribunal da Relação funciona como tribunal de revista ampliada – podendo alterar a decisão do Tribunal recorrido sem qualquer vinculação aos termos e ao sentido em que foi proferida, ou anulá-la e devolver o processo ao mesmo Tribunal, sempre sem prejuízo do conhecimento oficioso de qualquer dos vícios referidos no artigo 41 CPP, por força do disposto nos artigos 4, n  e 7, n  do RGC – e como última instância, conhecendo apenas da matéria de direito, não enfermando a sentença recorrida de nenhum dos vícios previstos no artigo 410 do Código de Processo Penal, encontramo-nos impedidos de conhecer do recurso nesta parte.Por tudo o exposto e considerando a fundamentação acima consignada, acordam os Juízes na Secção Criminal do Tribunal da Relação de Évora em negar provimento ao recurso, julgando inexistentes as nulidades arguidas pela recorrente e, consequentemente, em confirmar a sentença recorrida.Custas pela recorrente, fixando-se a taxa de justiça em 3 UC’s art.