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Ora, a recorrente não pretendia que, da comunicação de 202018, se seguisse uma nova audiência prévia, mas antes, que o recorrido na decisão de 202016 tivesse tido em conta os argumentos invocados pela aqui recorrente, sob pena de a audiência prévia se tornar uma fase formal, insípida e sem qualquer conteúdo, onde o administrado, muito embora tenha aduzido argumentos, os mesmos não são tidos em consideração na decisão. . No caso vertente foi precisamente o que aconteceu, tendo o recorrido feito tábua rasa da audiência prévia enviada pela aqui recorrente e decidido como se ela não tivesse sido apresentada, uma vez que uma parte significativa dos pontos de discordância com a proposta de decisão não foram objeto de pronúncia. . De acordo com a jurisprudência invocada, tal invalidade gera a anulabilidade do ato que autoriza a contratação, quer do consequente contrato de trabalho celebrado, nos termos do estatuído no artigo 16 do CPA, sendo que, não tendo o tribunal a quo decidido desta forma, incorreu em erro de julgamento, devendo a sua decisão ser revogada e decidida por outra que declare a anulabilidade do ato administrativo por vício de violação de Lei nos termos supra melhor explanados.