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Para assim decidir, o tribunal entendeu que num contrato de "seguro de vida associado a um crédito à habitação , a análise do risco da pessoa proponente é essencial”; que, no caso, "tal análise incidiu sobre questionários médicos presentes ao falecido”; que ficou provado que o falecido "sofria de doença pulmonar e que tinha perfeito conhecimento da doença, embora não resultasse provado que até 2018 fizesse qualquer medicação contínua por virtude da doença”; que ficou provado que, não obstante não ser referida nos questionários, a doença foi comunicada, bem como o seu agravamento, mas que "foi sempre desvalorizada pela funcionária da ré”;que o falecido agiu diligentemente, ao contrário da funcionária da ré; que, portanto, se deve considerar o sinistro abrangido pelo contrato de seguro.