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Mais, não resulta das palavras da criança, , que tenha dificuldade em lidar com essa instabilidade, não indo, pois, contra o seu equilíbrio e estabilidade emocional, mas, sim, de não querer alterar as suas rotinas, pese embora se adaptar às rotinas domésticas vigentes nas residências de cada um dos seus progenitores Como refere o Ministério Público, com o que se concorda"se pensarmos nas razões invocadas pela criança porque eu já tenho as coisas todas, os livros em casa da minha mãe, já tenho as coisas todas, todas prontas; tenho um quarto, uma playstation onde jogar com os meus amigos on line/ estou habituado a ser o filho único) verificamos, imediatamente, que as mesmas correspondem a minudências na vida do menor, representando interesse por bens materiais e vontade de não partilhar com terceiros”.