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Na apreciação a efectuar, como já dito, mantém-se a exigência de o julgador interpretar a globalidade da factualidade apurada na operação de qualificação, embora com uma diferente perspectiva quanto ao ónus da prova pois que se trata, afinal, de verificar se se mostra elidida a presunção de laboralidade....)” Partindo pois do enquadramento antes delineado, que acompanhamos como se disse, impondo-se verificar, em primeiro lugar, como é pressuposto, se no caso a Autora logrou fazer a prova da verificação de pelo menos duas das alíneas do supra citado n. 1 do artigo 1 do CT – pois que se assim não for, não operando então a presunção aí prevista, terá de demonstrar todos os factos de que dependa a qualificação do contrato como de trabalho –, a resposta é a de que, no caso, só com dificuldade se pode responder afirmativamente.