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Da acção inspectiva levada a cabo por aquela Direcção de finanças , cujo relatório data de 30/09/2005, foi comunicado o seguinte: HISTORIAL E ANTECEDENTES TRIBUTÁRIOS CRIMINAIS   Introduçãoimagem que aqui se dá por reproduzidaDILIGÊNCIAS EFECTUADAS PELA F. DO PORTOimagem que aqui se dá por reproduzidaCONCLUSÕESimagem que aqui se dá por reproduzidaDILIGÊNCIASimagem que aqui se dá por reproduzidaORIGEM DAS "AQUISIÇÕES” EFECTUADASimagem que aqui se dá por reproduzidaCONCLUSÕESimagem que aqui se dá por reproduzidaEsta é a segunda informação elaborada pelos Serviços de Inspecção Tributária em que se encontra referenciado o nome de JSC, a primeira elaborada nesta Direcção de Finanças de Aveiro e a primeira com reflexos ao nível da tributação Com base nas situações verificadas e descritas na Informação em referência,, foram propostas pela inspecção as seguintes correcções tributárias:    - em sede de IVA , por terem sido consideradas como falsas todas as facturas de compras de FL ou seja , por respeitarem a operações simuladas , foi considerado , nos termos do artigo 19 do Código do IVA , como indevidamente deduzido todo o IVA nelas indicado , por montantes que se resumem no quadro abaixo  imagem que aqui se dá por reproduzida-em sede de IRS, por recurso a métodos indirectos de tributação, tomando por base, para efeitos de determinação do resultado tributável da categoria de rendimentos, equivalente ao que efectivamente poderá ter auferido, um valor correspondente a 1/20 avos do volume de negócios declarado, ao qual, pela aplicação de uma rentabilidade fiscal de 8% , resultaram os seguintes valores que se resumem no quadro abaixo.imagem que aqui se dá por reproduzidaCONDENAÇÃO JUDICIAL POR FRAUDE FISCAL O relatório da acção inspectiva indicada constituiu a base da instrução de um processo crime de fraude fiscal, que correu os seus termos no Tribunal Judicial de Sta Maria da Feira Processo 120/9OIDAVR-, 1 Juízo, no qual JSC veio a ser condenado numa pena de 24 meses de prisão, suspensa na sua execução pelo período de 4 anos com a condição de pagar aos Estado as quantias de €27257,46 e de 9427,9 Dessa decisão foi interposto recurso por JSC , ao qual , em 12 de Fevereiro de 2003, o Tribunal da Relação do Porto Processo n1372/02, 4 Secção negou provimento mantendo a decisão recorrida, entretanto transitada em julgado.