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1 Na tentativa de conciliação, realizada a 16-5-2017, o autor concordou com o coeficiente de desvalorização que lhe foi atribuído pelo Perito Médico do GML E e reclamou consequentemente das rés, na medida das responsabilidades de cada uma, o pagamento do capital de remição de uma pensão anual e vitalícia no montante de €903,95 €636,97 a cargo de ré seguradora e €266,98 a cargo da ré, devida a partir de 6-4-2015, calculada com base na retribuição anual ilíquida de €1493,56 e na IPP de 25,92%, da quantia de €16,00, respeitante às aludidas despesas de transporte, bem assim como da quantia de €550,73, a título de diferenças indemnizatórias pelos períodos de incapacidade temporária sofridos e ainda a prestação de acompanhamento oftalmológico regular com a periodicidade de uma vez por ano e, por sua vez, a ré seguradora aceitou a existência do acidente e a sua caracterização como de trabalho, o nexo de causalidade entre o mesmo e as lesões sofridas, a categoria profissional e a retribuição do autor, bem assim como o coeficiente de desvalorização que lhe foi arbitrado pelo Perito Médico do Gabinete Médico- Legal e Forense E e a transferência para si da responsabilidade infortunística, em função da retribuição anual ilíquida de somente €022,09 €573,98 x 14 + €89,67 x, nos termos da citada apólice de seguro mas não aceitou também a data da alta, visto entender que a consolidação médico-legal das lesões deve ser fixada a 22-6-2015 e, por conseguinte, aceitou pagar ao sinistrado o capital de remição de uma pensão anual e vitalícia no montante de apenas €636,97, devida a partir de 23-6-2015, calculada com base na  retribuição anual ilíquida de €022,09 e na IPP de 25,92%, a quantia de €16,00, respeitante às supracitadas despesas de transporte, bem assim como a quantia de €302,56, referente a diferenças indemnizatórias e aceitou, de igual modo, prestar ao sinistrado acompanhamento oftalmológico nos termos reclamados e, do mesmo passo, a ré empregadora aceitou a existência do acidente e a sua caracterização como de trabalho, o nexo de causalidade entre o mesmo e as lesões sofridas, bem assim como a retribuição do autor e o coeficiente de desvalorização que lhe foi arbitrado pelo Perito Médico do Gabinete Médico-Legal e Forense E mas nada aceitou, porém, pagar ao autor, a título de capital de remição ou a qualquer outro título, dado entender que a responsabilidade infortunística se acha integralmente transferida para a ré seguradora.