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Os Autores interpuseram recurso de tal sentença, tendo nessa sequência sido proferido acórdão por este Tribunal da Relação em 11/1/2021 que anulou a sentença recorrida e determinou que, na primeira instância, se cumprisse o convite ao aperfeiçoamento da petição inicial relativamente a factualidade ali identificada factualidade concretizadora da data em que a represa foi construída e em que a água passou a ser aproveitada para irrigação dos prédios e junção de documentos atinentes às alegadas aquisições por compra e doação dos prédios de que os autores alegam a. Baixados os autos à primeira instância, foi então proferido despacho a 22/4/2021 com o seguinte teor: "Em obediência ao superiormente decidido, convidam-se os autores a apresentar petição inicial corrigida com os seguintes aperfeiçoamentos: - Quanto ao artigo  da petição inicial deverão alegar os factos tendentes a demonstrar a aquisição da propriedade por usucapião posto que se omissos, não beneficiam da presunção registral quanto à aquisição e juntar aos autos os documentos comprovativos dos títulos aquisitivos a que ali aludem compra e doação); - Quanto aos artigos , 2 e 2 da petição inicial deverão concretizar a data em que a represa foi construída e a água passou a ser aproveitada para irrigação dos prédios que alegam ser seus.