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Pugnam o Recorrente pela integral procedência do recurso com a consequente revogação da decisão recorrida.A Recorrida contra-alegou, formulando as seguintes conclusões:  A) Não merece qualquer censura o teor do saneador–sentença proferido pelo Tribunal "a quo”, inexistindo qualquer insuficiência ou má decisão; B) A decisão recorrida teve por base um juízo valorativo de suficiência dos factos constantes dos autos e de desnecessidade de outros; ) Não assiste, por isso, razão aos recorrentes no recurso apresentado; ) A extinção da sociedade " ” verificou-se na pendência da instância executiva de que os presentes autos de embargos constituem apenso; E) Os sócios e gerente, ora recorrentes, não poderiam ignorar aquando da dissolução da sociedade da existência da quantia exequenda como passivo pendente sobre a sociedade, sendo por isso responsáveis pela mesma enquanto sucessores da extinta sociedade, nos termos do disposto no n. 1 do artigo 163 do S.; F) Os recorrentes, sócios da sociedade ") ”, prestaram, conscientemente, falsas declarações ao terem declarado no ponto 2 da ordem de trabalhos da Acta n. 25 da Assembleia Extraordinária Universal, realizada em 28 de Dezembro de 2015, que a sociedade não tinha passivo - aprovando por unanimidade a declaração de encerramento da liquidação por inexistência de activo e passivo; G) Incumbe aos liquidatários pagar as dívidas da sociedade e, relativamente às dividas litigiosas, acautelar através de caução, os eventuais direitos dos credores cfr.