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Por fim, entende a Recorrente que o Tribunal errou ao dar como provados os factos constantes dos ns, e 64 que constam do seguinte: "62) O Sr. AJP não autorizou a Autora a reforçar o sinal na quantia de € 1500,00, em 21201 63) O Sr. AJP não autorizou a Autora a reforçar o sinal na quantia de € 1500,00, em 2201 64) O Sr. AI da Ré não aceitou cumprir o contrato promessa de compra e venda supra referido, nem garantiu à Autora que o iria cumprir em sede de processo de insolvência, e não autorizou a venda do imóvel prometido vender à Autora.” No entendimento da Recorrente esses factos não resultam de qualquer prova produzida nos autos, pelo que não deveriam ser dados como provados, sendo certo que relativamente ao facto do n, o documento n 17 da p.demonstra que o Sr. Administrador da Insolvência, então como Administrador Judicial Provisório, autorizou a realização do negócio em causa.