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Ora, consideramos que os AA alegaram, no essencial, esse facto na petição inicial, ali dizendo que "quando legitimados pela mencionada sentençaquiseram tomar posse da casa e do seu logradouro, foram impedidos de o fazer pelos Réus e A. S., em relação às construções existentes num outro logradouro, nomeadamente um tanque, fossas da casa, várias oliveiras, uma ramada com videiras, uma garagem com alpendre anexo, uma corte e um canastro/espigueiro”, vindo depois a concretizá-lo, no decurso da audiência, dizendo que tal ocorreu em Novembro de 2009 pelos.Efetivamente, nos termos do artigo , n. 1 do CPC "Às partes cabe alegar os factos essenciais que constituem a causa de pedir e aqueles em que se baseiam as exceções invocadas.”  Às partes continua a caber assim a alegação dos factos essenciais ou principais - causa de pedir e excepções –, cabendo depois ao juiz e às partes fazer com que sejam adquiridos para o processo os factos instrumentais, assim como os factos concretizadores ou complementares dos factos essenciais que resultem da instrução da causa e sobre os quais as partes tenham tido a possibilidade de se pronunciarem.