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Se atentarmos às conclusões n.s 26 a 52 do recurso, claramente verificamos que a questão concreta suscitada pelo arguido, e consequentemente que se impunha conhecer e decidir pelo STJ: era saber se assistia ou não razão ao arguido de que os factos que fundamentam o pedido de extradição eram os mesmos que lhe estão a ser imputados no processo crime n. 324/10TELSB) que está a correr os seus termos em Portugal e que consequentemente a concessão da extradição com a condição viola os artigos  e 1 da LCJI, e viola o principio constitucional do non bis in idem julgado duas vezes pelos mesmos factos - artigo 2, n. 5 da, e viola as suas garantias de defesa no processo que corre termos em Portugal.