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O tribunal não consegue afirmar de modo peremptório que as pancadas desferidas tenham ocorrido no momento em que RL subia as escadas de "gatas” e com o arguido atrás dela, sendo possível conceber que tal não tenha ocorrido dessa exacta forma, porque a vítima podia estar de pé, apoiada, porque o arguido podia ter passado para a parte da frente - razão pela qual se considerou a factualidade em e.  Não se produziu prova segura e cabal que o arguido desferisse as pancadas quando a mãe se encontrava no sexto degrau sendo claro que tal ocorreu nas escadas, face aos vestígios hemáticos recolhidos, os quais tiveram de ser limpos pelo arguido, uma vez que não eram visíveis à vista – daí se considerando não provada a matéria vertida em.