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378 do , ilidir o seu valor probatório;  j) Com efeito, entende a Recorrente que competia ao R, nos termos do art.378 do , demonstrar que o teor do documento não correspondia ao por si subscrito, o que não sucedeu, já que a citada norma legal, estabelece que "se o documento tiver sido assinado em branco, total ou parcialmente, o seu valor probatório pode ser ilidido, mostrando-se que nele se inseriram declarações divergentes do ajustado com o signatário ou que o documento lhe foi subtraído” sublinhado, k) Não se concedendo que o Tribunal recorrido impusesse à A, aqui Recorrente, uma verdadeira inversão do ónus da prova, como se a alegação do R, feita em sede de audiência de discussão e julgamento, de que, caso tal cláusula figurasse do contrato, jamais o assinaria porque «a minha profissão é essa» 12’21’’), ) Fosse razão suficiente para que o Mm Juíz a quo considerasse ilidida a presunção de veracidade do dito documento, de acordo com as regras estabelecidas nos arts.