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Este entendimento assenta nos fundamentos jurídicos que estão na génese do Acórdão Uniformizador de Jurisprudência, n 6/2002 in Diário da República n. 164/2002, Série -A de 2002-07-18), no qual se decidiu nos seguintes termos: «A alínea do artigo 1 do Decreto-Lei n. 522/85, de 31 de Dezembro, exige para a procedência do direito de regresso contra o condutor por ter agido sob influência do álcool o ónus da prova pela seguradora do nexo de causalidade adequada entre a condução sob o efeito do álcool e o acidente.» Apesar de a situação do referido acórdão uniformizador se reportar ao seguro automóvel, portanto, obrigatório, não vislumbramos razões para divergir desse entendimento quando, como é o nosso caso, se está perante um contrato de seguro facultativo.