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Como referiu o Supremo Tribunal de Justiça7, "a nulidade por omissão de pronúncia apenas se verifica quando o tribunal deixa de apreciar questões que tinha de conhecer, mas já não quando, no entender do recorrente, as razões da decisão resultam pouco explicitadas ou não se conhecem de argumentos invocados.” 	Por outro lado, entende-se por questões os dissídios ou problemas concretos a decidir e não as razões, no sentido de simples argumentos, opiniões, motivos, ou doutrinas expendidos pelos interessados na apresentação das respectivas posições, na defesa das teses em presença.8 	No que concerne ao conhecimento de factos não articulados, não está em causa o conhecimento de questões não suscitadas pelas partes, mas apenas o uso de factos não articulados pelas partes, eventualmente em infracção às regras contidas nos arts.