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Todavia e precavendo a hipótese de vir a ser entendido que neste processo não está vedado o acesso ao Supremo Tribunal de Justiça, interpuseram também as autoras recurso de revista, terminando as suas alegações de recurso com as seguintes conclusões, que se transcrevem:  «A) - É ponto assente que o Recorrido violou gravemente os deveres de gerência, designadamente através do desvio de toda a clientela para a Pegado;   B) - Deverá por isso ser condenado a indemnizar a Recorrentes, pelo prejuízo que a esse título lhes causou, como as instâncias já fizeram, mas por valor mais elevado;  ) - O método do CASH FLOW ou do EBITDA são insuficientes, pois destinam-se a avaliar empresas e não os seus bens separadamente;  ) - No caso de empresas de prestação de serviços, como nos autos, a carteira de clientela é o maior bem, pelo que a sua venda em separado deverá ter um maior valor do que com aquelas metodologias, que também incluem no cálculo o passivo e as diferentes obrigações;  E) - Faz parte dos usos comerciais que neste tipo de empresas o valor da carteira de clientela seja calculado com base em dois anos de faturação, como pediram as Recorrentes;  F) - O Recurso à equidade, nos termos do n. 566, n3 do Código Civil levará a valores semelhantes, face à fatura obtida pelas Recorrentes com a clientela desviada, e ao reduzido pessoal e equipamento que para tal era necessário».