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A propósito da matéria a que tais factos respeitam a prova testemunhal produzida em audiência10 trouxe as contribuições que se destacam por relevantes à apreciação – e sendo certo que nenhuma outra prova foi a propósito: - o , pai da progenitora, avô das crianças, afirmou que na semana em que as crianças estavam com o progenitor as crianças permaneciam na morada que era do casal, sendo os progenitores quem alternava, semanalmente, a, este retirava da vista as fotografias da progenitora, colocando-as numa gaveta – referiu que quando se dava a troca, as fotografias no quarto das crianças nunca se encontravam no sítio as ‘fotografias em que a miúda está com a mãe são postas na gaveta, sendo a sua filha e neta quem as tira para colocar no lugar’); que a sua neta sabe que as fotografias se encontravam na gaveta;  - a J, amiga e colega de trabalho da progenitora, referiu que numa ocasião em que se deslocou à casa que foi do casal, onde as crianças habitavam e na qual os progenitores alternavam semanalmente a, a  foi mostrar-lhe a gaveta onde o pai colocara a fotografia da mãe; que a progenitora lhe referiu que o progenitor tinha arrumado as fotografias e as não queria à vista e que a  as tirava; afirmou ainda que a progenitora desvaloriza o acto perante a  e que nunca presenciou a progenitora a denegrir a imagem do progenitor perante as crianças; - a K, colega de trabalho e amiga da progenitora, afirmou que a progenitora lhe referiu que quando ia para a que foi casa de morada do casal, encontrava as fotografias escondidas;   - a , actual namorada/companheira do progenitor das crianças, referiu que este, na semana em que residia com as crianças na casa que foi do casal, retirava as fotografias quer da mãe, quer do e colocava-as num armário; afirmou a espontaneidade da declaração foi que ‘aquilo é só fotografias da mãe’; que a  sabia onde as fotografias eram guardadas; que não vê a  preocupada com tal acto.