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Outra solução seria a de que o credor teria direito a novos juros depois de intentada por ele «a competente acção ou execução»: é que a inevitável demora do processo não deve prejudicar o litigante, que tem razão, o qual deve ser colocado na situação em que estaria se o processo acabasse na altura em que se inicia.» p. 195-196) E escreveu na p. 207: «Se o credor intentar acção ou execução contra o devedor, a atenção deste é solicitada energicamente para as consequências da capitalização; e, por outro lado, não parece razoável que o credor seja prejudicado com a demora no andamento do processo, devendo, por isso, reconhecer-se-lhe direito aos juros sobre as quantias em dívida, ainda que sejam juros.