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O Reclamante também não alegou, e este Tribunal da Relação de Guimarães igualmente não o descortina, que - nesta sua opção - o legislador ordinário tenha violado o princípio da igualdade, por ter consagrado um regime arbitrário, discriminatório ou sem fundamento material bastante.Deverá, assim, concluir-se em conformidade, considerando que o recurso interposto pelo Administrador da Insolvência é legalmente inadmissível, por não atingir o valor mínimo de sucumbência previsto para o efeito; e, por isso, se decidindo pela improcedência da reclamação para a Conferência apresentada.– DECISÃO  Pelo exposto, e nos termos das disposições legais citadas, acordam os Juízes deste Tribunal da Relação em julgar totalmente improcedente a reclamação para a Conferência apresentada pelo Administrador da Insolvência  e, em consequência, em   · confirmar o despacho do Tribunal de 1 Instância que, não admitiu o recurso por ele interposto, da decisão que lhe indeferiu o pagamento da segunda prestação da provisão para despesas, de € 250,00 por não ter documentado a realização de outras, que excedessem o valor da primeira prestação da provisão, de igual.Custas pelo Reclamante art.