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69, dá nota de que a jurisprudência europeia já se pronunciou no sentido de que o direito de propriedade não é posto em causa pelos regimes de confisco alargado semelhantes ao nosso, dizendo o seguinte: "..) o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos tem se manifestado no sentido de que medidas patrimoniais como a perda alargada e outras, inclusive de natureza não violam o direito de propriedade, pois consistem em formas de regulação do uso de bens, justificadas pelo interesse geral artigo , segunda parte, do protocolo n. 1 anexo à Convenção Europeia dos Direitos”.Pelo exposto, o Tribunal da Relação do Porto, decide: Julgar improcedente o recurso interposto pela embargante  e em consequência mantém a decisão recorrida.