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2, n. 6, do RCP, sendo nosso entendimento, na esteira dos arestos do STJ de 6/6/2015 e de 26/3/2015, proferidos, respectivamente, nos processos 1008/00TBFAR.ES1 e 2992/10TBFAF-A.ES1, ambos acessíveis em www.dgsi.pt, que "as decisões de condenação em multa, penalidade ou taxa sancionatória excepcional, fora dos casos de litigância de má fé, são sempre recorríveis em um grau, independentemente do valor da causa ou da sucumbência”), dele cabe recurso de apelação autónoma, com subida em separado e efeito suspensivo da decisão, nos termos das disposições conjugadas dos art.s 64, n. 2, al.