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se os 2 ficaram com o direito a habitar na que era a Casa de Morada de Família, e que os 2 eram mutuários, a que princípio da experiência ou outros é que é necessário apelar para intuir e concluir que acordaram pagar, em partes iguais, o mútuo?”, como bem escreve o apelado nas suas contra-alegações; - Durante os 21 meses subsequentes até 1/2019,, o Requerente liquidou as duas obrigações bancária e alimentícia) – Como bem fundamenta, esta partícula factual, a senhora juiz da  instância, requerente e requerida estiveram de acordo a tal respeito, sedo apenas impugnada a proveniência mensal dos €108, 57, correspondentes a metade da prestação; , - O Requerente, até janeiro de 2019, foi avisando a Requerida que não poderia o mesmo continuar a pagar sozinho o crédito bancário; - Nos meses de fevereiro de 2019 a maio de 2019, o Requerente apenas conseguiu pagar parcialmente a pensão alimentícia tendo comunicado à Requerida que deixaria de a conseguir pagar a partir de junho de 2019 e que a mesma devia considerar como um encontro de contas o seu crédito no mútuo bancário por confronto com o seu débito na pensão alimentícia; Tal como à  instância, também nos convenceu o depoimento lógico e racional do apelado, considerando ter sido nessa altura que o mesmo deixou liquidar integralmente a pensão alimentícia, mantendo, porém, a prestação hipotecária.