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Ora, como nos parece óbvio, só se poderiam dar como provados outros eventuais pagamentos caso houvesse documentação dos mesmos, sendo de referir sobre isto que, se tais pagamentos eram feitos como referido pela embargante e pela testemunha, não era nada difícil juntar os extractos bancários, os talões de depósito e/ou os comprovativos de transferência bancária que os pudessem provar Deste modo, sendo aqueles os únicos pagamentos que ocorreram os titulados por aqueles cheques, que os documentam, e os restantes porque a própria exequente/embargada assumiu terem e tendo os mesmos ocorrido posteriormente ao preenchimento da livrança e à data de vencimento nela aposta, é óbvio que os respectivos montantes não podiam ser descontados ao próprio montante já inscrito, pois quando foram efectuados tais pagamentos já tal montante inscrito ali constava.