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do STJ de 8 de Fevereiro de 2012, processo n 157/05JAFAR.ES1, in www.dgsi.pt e Paulo Pinto de Albuquerque, Comentário do Código de Processo Penal, Universidade Católica Editora, 4 Edição, 2011, pág.. Por outro lado, sendo verdade que a recorrente não foi suspeita ou arguida no Inquérito n 309/02GAANS e nem nele foi escutada, afigura-se-nos que, nos casos em que, existindo escutas telefónicas no processo tendo por alvo um arguido, em que o crime é imputado em co-autoria ou nos casos, como nos autos, em que existe o aproveitamento das gravações de intercepção efectuadas noutro processo onde um dos arguidos não foi ali escutado, pode este socorrer-se do disposto no n 11 do art.