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., sendo apresentado pelo advogado , colaborador da arguida AA; 21 A 02 de Agosto de 2016, tendo sido efectuado um levantamento dos documentos apresentados e em falta, constatou-se encontrarem-se em falta, entre outros, titulo aquisitivo escritura de compra e venda ou contrato promessa de compra e venda do bem imóvel), declaração de instituição financeira autorizada ao exercício da sua actividade em território nacional, atestando a transferência efectiva de capitais do exterior, para a sua aquisição ou efectivação de sinal promessa de compra no valor igual ou superior a € 50000,00 quinhentos, certidão da Conservatória do Registo Predial na qual conste o respectivo registo, bem como no caso de contrato promessa, e sempre que legalmente viável, o registo provisório por natureza, e caderneta predial do imóvel, sempre legalmente possível; 21 Não obstante a notificação para a apresentação dos documentos em falta, nunca foi apresentado qualquer documento comprovativo do investimento realizado; 21 Nestes termos, foi julgado o processo deserto em 302016; 22 Nessa sequência foi apresentada reclamação, sendo que a arguida AA tentou fazer prova do investimento juntando documentação que provasse que era titular da sociedade "S..... LTD", sendo esta naturalmente titular do Lote ... das Areias .....; 22 Para tal, a arguida AA decidiu, sem qualquer intervenção de , constituir a "S..... LTD — Sucursal em Portugal", com o NIPC , com sede na Avenida ., ., sendo representante única a arguida AA, para assim tentar demonstrar junto do S.E.F., que tinha efectuado investimento realizado em território nacional; 22 No entanto, a arguida AA nunca juntou qualquer documento que atestasse que efectivamente adquiriu um imóvel; 22 Sendo que, a "S..... LTD — Sucursal em Portugal" nunca praticou qualquer acto junto da Autoridade Tributária, designadamente entregas de IRC, tendo a mesma servido apenas e só para tentar iludir o S.E.F.