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do CP, por se entender que se verifica uma contradição insanável entre a fundamentação e a decisão, na medida em que não se retira as devidas consequências do facto vertido nesse mesmo despacho:  13 - Isto porque voltou a andou mal o tribunal a quo ao decidir como decidiu, ou seja, ao acolher a argumentação da mandatária do arguido, e da 2 promoção da digna representante do Ministério Publico,  14 - Veio o tribunal a quo agora entender através do douto despacho de que se recorre, que o prazo prescricional do procedimento criminal dos presentes autos, ressalvado o período de suspensão de 5 anos, é de 12 anos e 6 meses, tendo portanto, e no entendimento do mesmo, ocorreu a prescrição do procedimento criminal em 26 de Agosto de 2010, o que não se aceita.