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6 Mas esta não é a convicção da excelentíssima juiz do tribunal a quo ao afirmar concluir para existência de um comportamento com má-fé e doloso por parte do devedor Réu e do terceiro Ré, necessário seria que tivessem sido julgados provados factos que demonstrassem que um e outro tinham consciência do prejuízo que a partilha iria causar aos Autores e que tivessem atuado com intenção de os enganar "Revertendo ao caso em apreço, verifica-se que até 18 de Maio de 2012 data da partilha do património os credores, entre os quais se incluem os aqui Autores, do Réu  tinham legítima expectativa de poder contar, como garantia da satisfação dos seus créditos, do direito a ½ do património do casal”, constituído pelo apartamento e respetiva garagem e as participações sociais nas empresas K, lda, Q, Lda, , Lda e H, SA.