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Insurge-se a Apelante contra a sentença recorrida, com os seguintes fundamentos:  A aferição da legitimidade para desencadear o processo de insolvência não se deverá reduzir à prova da titularidade de um crédito sobre a requerida legitimidade formal ou, havendo desde logo que apurar da legitimidade material ou substantiva, e não relegar para momento posterior, mormente quando, como no caso em apreço, se sabe que a requerida tem apenas um único credor;  No processo de insolvência, sendo embora uma execução universal, o credor deve munir-se de um título que reúna os elementos demonstrativos da certeza, exigibilidade e liquidez do crédito, sendo que, no caso em apreço, o credor é titular de uma obrigação ilíquida, sem que, na execução que moveu contra a devedora tenha deduzido o competente incidente de liquidação, sendo que, só com esta a dívida se consideraria vencida, nomeadamente para efeitos do disposto no n 1 do artigo 3 do CIRE.