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Como segunda questão, manifesta-se o recorrente contra a medida da pena em que foi condenado, argumentando, para além da pretensão que fazia de ver relegados para o segmento dos não provados alguns dos factos integrantes e reveladores da situação de conflito na convivência casal, que os restantes factos resultantes da impugnação feita demonstram uma realidade que está num patamar de muitíssima menor gravidade e seriedade do que aquela que vem descrita no acórdão, insurge-se quanto à influência nesta medida da pena da actividade delirante que afectava o recorrente e que as indicações vertidas no relatório de perícia médico-legal de 25/02/2019 , no sentido de que é "portador de uma patologia psiquiátrica grave, que lhe causa perturbações do comportamento”,tem "um estado psicótico,com ideação delirante paranóide, pode considerar-se a existência de atenuantes para a sua conduta", pelo que deve ser considerado "imputável com atenuantes para os factos recentes que lhe são imputados", e na conclusão 3 do mesmo relatório se manifesta "que o arguido apresenta um quadro de psicose, dentro do qual deve ser considerado imputável com atenuantes para os actos de violência mais recentemente praticados”, tudo para daí extrair que o tribunal deveria proceder a uma atenuação especial da pena.