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E não vemos que se possa discordar da leitura feita pelo Tribunal a quo sendo que a decisão tomada pelo arguido AA no âmbito da tramitação do NUIPC 149/1..... processo P......) evidencia, sem dúvida, a preponderância que o mesmo tinha na tramitação dos processos de que era titular, não se tendo coibido de dar sem efeito diligências que tinham sido ordenadas pela sua colega Dr. , quando ele se encontrava ausente do DCIAP, através das quais se tentava apurar a identificação dos acionistas da empresa P......, permitindo-se dar sem efeito tais diligências com a justificação que o efeito prático das mesmas seria nulo e ineficaz, pois nunca chegaria à identificação dos acionistas.