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Por último, deve vincar-se que o Tribunal de  Instância pode/deve modificar a decisão da matéria de facto se e quando puder extrair dos meios de prova produzidos, com ponderação de todas as circunstâncias e sem ocultar também a regra da livre apreciação da prova, quando aplicável, um resultado diferente do produzido pelo Tribunal "a quo” que seja racionalmente sustentado cfr.ac.T.A.Sul-Secção, 7/06/2018, proc.6499/13; ac.T.A.Sul-Secção, 28/02/2019, proc.118/13BELRS; António Santos Abrantes Geraldes, Recursos no Novo Código de Processo Civil, Almedina,  Edição, 2017, pág.285).