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Volvendo ao caso sub judice, está provado que a A. indemnizou a lesada por despesas hospitalares, de farmácia, de transportes, por danos morais, por incapacidade permanente geral e por despesas com auxílio prestado por terceira pessoa, por valores parcelares ali discriminados ponto 8 da sentença), no total de € 1222,2 Sabemos também, em função dos pontos 9 e 10 da sentença, que há um conjunto de pagamentos parcelares, no total de € 222,26, que a A. efetuou entre finais de novembro de 2011 e abril de 2012, portanto, num curto período de tempo não superior a 5 meses; depois desses pagamentos ocorreu apenas um pagamento, no valor de € 1000,00, que ocorreu a 28 de maio de 2014, ou seja, mais de dois anos após o último dos pagamentos anteriores.