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Isto, essencial e nuclearmente em função do expendido no citado aresto desta Relação de 202012, ou seja: «tendo em conta a teleologia dessa previsão expressa no preâmbulo do citado decreto-lei e tendo ainda em conta que a detenção de um título executivo em que o devedor não teve intervenção não altera as regras gerais de distribuição do ónus da prova, cabendo por isso ao Administrador do Condomínio demonstrar os factos constitutivos do crédito exequendo, quando os mesmos sejam impugnados pelo devedorPor outro lado, sendo tal acta integrada pela descrição dos factos constitutivos do crédito exequendo, nos termos previstos no artigo 810, n 1, alínea, do Código de Processo Civil, o executado está em condições de exercer eficazmente o contraditório.» sublinhado.