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Acresce: - quanto ao ponto não se vê como se pode invocar facto notório, antes será de elementar lógica concluir o contrário do que pretende o recorrente, pois como salienta a entidade recorrida os diplomatas exercem as funções em permanência e se é exercida comissão de serviço por um não diplomata, cabe ao Estado suportar os custos do pessoal diplomático, a que acrescem os da comissão de serviço; - o ponto contém um óbvio juízo conclusivo e não um acontecimento histórico; - o ponto reporta-se a uma nomeação ocorrida mais de dois anos depois do ato impugnado, aliás quando já nem sequer era Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros o autor do ato objeto de impugnação, tratando-se de facto irrelevante, em função da definição do objeto do processo e das questões a resolver nos autos; - o ponto não se pode ter como assente, porquanto na contestação vem invocado que o autor recebeu os vencimentos de dois meses no lugar de origem e na comissão de serviço, obtendo assim a devida compensação.