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Para o efeito alegou, em suma, ser irmã do R. e que ambos são os únicos herdeiros de seus pais, tendo celebrado em 002013 um contrato promessa de partilhas mediante o qual o R. prometeu adjudicar à A., que prometeu adquirir, o imóvel que descreveu e que faz parte da herança, pelo valor de € 3000,00, já que ao imóvel foi atribuído o valor de € 7000,0 No contrato, foi declarado que a A. havia entregue já ao R., por conta do valor de € 3000,00 acima mencionado, € 2500,00, quantia onde se incluiu o total dos montantes já liquidados pela A. a título do empréstimo bancário contraído para aquisição do imóvel e das quantias pagas pela A. às Finanças a título de  Quanto ao remanescente, no valor de € 1500,00, a A. liquidou ao R., nos termos estipulados no contrato, mediante duas prestações de € 830,00 cada e uma última de € 840,00, tendo a primeira sido liquidada na data da assinatura do contrato, a segunda no final de Dezembro de 2013 e a terceira em 00201 No referido contrato promessa, ficou estipulado que a escritura de partilha seria outorgada no mês de Abril de 2014, ficando a A. de notificar o R. da respetiva data mediante o envio de carta registada com aviso de receção com uma antecedência mínima de 15 dias relativamente à data da escritura.