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Assim, visando a partilha fazer participar todos nos interessados, na proporção das suas quotas e independentemente dos seus meios económicos, nos proveitos da herança, de forma igualitária, partilhando o bom e o mau, o mais valioso e o menos valioso ou de mais difícil rendimento, valorização ou alienação, de forma a que uns não fiquem com as suas quotas preenchidas com os bens mais "valiosos” e outros com bens de mais difícil realização.7 Daqui decorre que o preenchimento do quinhão do interessado não licitante, em verbas não licitadas não poderá ter lugar sempre que dele resulte uma atribuição excedente do valor do referido quinhão e, existindo preenchimento do seu quinhão, no limite da sua quota mas com verbas de natureza diferente, pode requerer a composição do seu quinhão em dinheiro.8 Esta faculdade concedida aos interessados não licitantes, conforme refere Capelo de Sousa9 prevista na alínea do preceito acima enunciado constitui «um dique às atribuições judiciais, que, por maior margem na determinação dos bens a atribuir, não satisfaçam os partilhantes não conferentes ou não licitantes».