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Acordam em conferência os Juízes Desembargadores que compõem a Secção de Contencioso Tributário do Tribunal Central Administrativo Norte: B., S.A. recorre da sentença proferida no TAF de Penafiel que julgou totalmente improcedente a impugnação que dirigiu ao despacho de indeferimento proferido no recurso hierárquico interposto na sequência de reclamação graciosa em que visou as liquidações adicionais de IRC de 2010 e 2011 e respetivos juros compensatórios, nos montantes de, respetivamente, €8257,60 e €15770,60, no valor global de €24028,2  Formula nas respetivas alegações as seguintes conclusões que se reproduzem:  Termos em que se formulam CONCLUSÕES: 	Por falta de notificação a Mandatária legalmente constituída não atingiu os contornos e os motivos da liquidação adicional do IRC referente aos anos de 2010 e 2011 da impugnante, sendo, assim, impedida de defesa adequada; 	Por na sentença de 202017, em que o tribunal a quoabsolveu a Fazenda Pública da instância, ter ficado decidido que a notificação "...das liquidações realizadas apenas à própria impugnante, é ilegal por violação do referido art.