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– O presente recurso tem por objeto, por um lado, a decisão proferida sobre a matéria de facto, com reapreciação da mesma, mais concretamente sobre o facto provado sob o n 2  – Nessa sequência e conforme se passará a fundamentar, quanto aos factos não provados que ora se transcrevem:  "-Foi o banco réu que procedeu da forma referida em 2, por intermédio de um dos seus funcionários; - Sem que disso os autores tivessem conhecimento ou tivessem anuído, ou de qualquer modo confirmado, por escrito ou oralmente; -O referido em 2 ocorreu novamente sem qualquer ordem, verbal ou escrita, dos autores e sem o seu conhecimento ou anuência; - O seu gestor de conta ou funcionário que efetuou esta subscrição jamais informou os autores, através de uma conversa, reunião ou contacto, sobre esta questão;” – Importa atender à análise das declarações de parte do Autor, AAA, em que afirmou repetida e veementemente, em qualquer dos momentos em que foi solicitado a responder, que jamais deu ordem de compra das obrigações Finance, que nunca consentiu na aquisição deste tipo de obrigações e que a sua intenção era a de colocar o seu dinheiro em depósitos a prazo.