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Acresce que encontrando-se em causa a impugnação de deliberação que atribuiu à Requerente a classificação de serviço de "........”, encontra-se este tribunal impedido de "sindicar o juízo valorativo contido nessa deliberação, a menos que o mesmo enferme de erro manifesto, crasso ou grosseiro relativamente ao seu substrato factual, ou se os critérios de avaliação forem ostensivamente desajustados ou violadores dos princípios da justiça, da imparcialidade e da proporcionalidade”, pois apenas lhe compete "anular o ato quando verificarem que a avaliação feita pela Administração é manifestamente desacertada e inaceitável, quando o erro é ostensivo e notório, percetível a uma pessoa sem os conhecimentos da Administração”1 Por conseguinte, na análise que neste âmbito é possível fazer da deliberação mostra-se afastada a indagação de como foram exercidos os critérios de mérito tidos como relevantes por parte do Requerido, ou seja, não cabe ponderar e/ou apreciar nessa área por meio de juízos valorativos, o que constituiria uma substituição do CSM nas funções que lhe são próprias1  Com efeito e na sequência do que tem sido afirmado recorrentemente neste tribunal, tal valoração encontra-se arredada do controlo jurisdicional, salvo em situações de manifesta desigualdade, desproporção ou erro grosseiro17 O teor da deliberação, quer na adesão que faz aos elementos recolhidos no relatório inspectivo, quer nas considerações tecidas no ponto  evidencia que se encontra enformada pelos critérios inspectivos ínsitos no EMJ artigos 3, n. 1 e 3) e no RSI artigos 1 e 1), tendo procedido a uma detalhada ponderação avaliativa que conduziu à atribuição da classificação de ........, não se detectando qualquer clamorosamente errada avaliação dos elementos respeitantes à produtividade da Requerente, nem que os critérios de avaliação seguidos tenham sido ostensivamente desajustados ou violadores dos princípios da justiça, da imparcialidade e da proporcionalidade.