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Sustenta o Recorrente que houve erro na apreciação da prova no que toca ao segmento final da alínea porquanto ali se considerou provado que a atuação a que o mesmo alude se prolongou "até 302004”, defendendo que a decisão correta seria a de que os Embargantes assim atuam "ainda hoje”, fundamentando essa sua pretensão nos depoimentos das testemunhas F. O., F. e J. G., todos vizinhos dos embargantes, os quais, conforme consta da decisão dos autos "Afirmaram de forma segura e clara que não conheceram outro ocupante daquela fracção ou que alguém se tenha arrogado como tal, sendo o embargante e a falecida mulher daquele considerados pelos vizinhos como como os proprietários exclusivos da mesma”.