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2 Acresce que o acto translativo constitutivo do direito invocado pelo Recorrido para invocar a existência do animus - a aquisição do prédio por via de uma compra e venda verbal feita a A. F. - ter resultado não provado, tendo o Tribunal dado como provado que o comprador do prédio foi o seu pai, ainda que com intenção intenção que se desconhece se foi alguma vez concretizada e, mesmo que o tenha sido, desconhece-se igualmente quando é que o de posteriormente o dar ao seu filho,  2 Verifica-se, pois, que nem sequer o animus, tal qual o Recorrido o materializou, decorrente e consequente da compra a A. F., se verifica, na medida em que não foi este quem comprou o referido prédio, mas sim o seu pai.