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A satisfação do seu crédito é posterior a ter alcançado a procedência desta acção e daí que o valor da acção não deva ser o da utilidade económica do pedido formulado em função do crédito alegado, mas sim aquele que resulta do valor atribuído aos direitos constantes do acto impugnado.” – conclusão retirada do sumário do acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães, de 28 de Janeiro de 2016 – publicado no portal www.dgsi.pt, com a referência Processo 64/12T8MLG-A.G1  Estando impugnados negócios de bens cujos valores perfazem a soma de EUR 183´6300 cento e oitenta e três seiscentos e trinta e nove, este deve ser o valor da acção, nos termos do disposto no n. 1, do artigo 30, do Código de Processo Civil.