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- identificada nos autos – recorreu para o Pleno da Secção do Contencioso Administrativo do Supremo Tribunal Administrativo, nos termos da alínea do n. 1 do artigo 2 do ETAF, do acórdão proferido em conferência na referida Secção, em 10 de setembro de 2020, que julgou improcedente a ação administrativa que propôs contra o CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO, em que impugnou o acórdão do Plenário daquele órgão, de 10 de abril de 2018, que confirmou o acórdão da Secção para Apreciação do Mérito Profissional do mesmo CSMP, de 30 de janeiro de 2018, que manteve a nota de «suficiente» que lhe havia sido atribuída pelo serviço prestado no ..., no período compreendido entre 1 de fevereiro de  e 31 de janeiro de ...   Nas suas alegações formulou as seguintes conclusões:  « Invocou a Recorrente que o Acórdão do Plenário do CSMP-que lhe atribuiu a classificação de "Suficiente"- violou o disposto no artigo 7 do RIMP, padecendo ainda de erro sobre os pressupostos de facto, bem como violou princípio da imparcialidade, previsto nos artigos  do CPA e 26 n 2 da Constituição da República Portuguesa;  O Douto Acórdão Recorrido entendeu que, naquela decisão, não se verificaram nenhum destes vícios, não sendo a mesma anulável.