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ACORDAM EM CONFERÊNCIA NO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES   A) RELATÓRIO   - R. N., identificado nos autos, intentou a presente acção declarativa comum contra "Construções , S. A.” e "Y – Companhia de Seguros, S.A.”, também aqui identificadas, pedindo que:    a) se declare que a causa do incêndio ocorrido em 8 de Novembro de 2014 na fracção propriedade dele, Autor, se deveu a culpa exclusiva da  Ré, em virtude de vício na construção;  b) se condene a  Ré a pagar-lhe, a ele Autor, o custo necessário para reparação dos danos sofridos na fracção, que se estima, de momento, em € 1480,00 € a que acresce o e cujo valor exacto se deverá apurar em sede de prova pericial;  ) se condene a  Ré a pagar-lhe, a ele Autor, a título de danos patrimoniais suportados até ao momento, um valor global não inferior a € 2917,21;  ) se condene a  Ré a pagar-lhe, a ele Autor, o valor global que vier a apurar-se em sede de incidente de liquidação de sentença, quanto aos gastos com electricidade, comunicações e água que irá despender sem que possa usufruir da moradia;   e) se condene a  Ré a pagar-lhe, a ele Autor, a título de indemnização por danos não patrimoniais, quantia nunca inferior a € 500,00;  f) Subsidiariamente, no caso de se entender não ser imputável à  Ré a ocorrência do incêndio, deverá a  Ré ser obrigada a pagar-lhe, a ele Autor, o custo necessário para reparação dos danos sofridos na fracção em questão, bem como os demais prejuízos supra alegados.