Legal Document Excerpt:

no valor de 109,47€ cento e nove euros e quarenta e sete cêntimos); f)	10-07-2020: pagamento da factura n. G201122785 do fornecedor ", Lda.” no valor de 631€ seiscentos e trinta e um; g)	12-07-2017: pagamento de uma factura alterada pela arguida VA como adiante se descreverá, em nome de "” no valor de 452€ quatrocentos e cinquenta e dois; h)	17-07-2020: pagamento das facturas n.s G20122683 e G20122784 do fornecedor ", S.A.” no valor de 864€ oitocentos e sessenta e quatro; )	20-07-2020: pagamento da factura n. G20122749 do fornecedor ", S.A.” no valor de 932€ novecentos e trinta e dois; j)	24-07-2020: pagamento de uma factura do fornecedor ", S.A.” no valor de 214€ dois duzentos e catorze 2 Já após a arguida deixar de trabalhar para a ofendida , S.A., e mercê da alteração efectuada pela arguida VA descrita no ponto 2 alínea, a funcionária da ofendida ACRS, que desconhecia as alterações efectuadas pela arguida, solicitou, através do internet banking identificado em, um pedido de transferência bancária, que foi devidamente validado e concretizado pelo director FM, para pagamento da factura n. 17AGE16888 emitida pelo fornecedor da ofendida , S.A., ", Lda.”, no valor de 301€ trezentos e um cujo destinatário acabou por ser a conta bancária identificada em, titulada pelo companheiro da arguida, JG, à qual a arguida tinha acesso, obtendo a arguida um enriquecimento ilícito no montante de 301€, à custa da ofendida , S.A. que teve um prejuízo de igual montante; 2 Assim, atentas as modificações efectuadas pela arguida e descritas em, as transferências bancárias descritas em não tiveram como destinatários os fornecedores da ofendida , S.A. e credores desta, mas sim as contas que se descrevem: a)	Transferências descritas nas alíneas,,,, e do facto foram creditadas na conta à ordem de que a arguida VA é titular no banco  com o IBAN n., obtendo a arguida desta forma um enriquecimento ilícito, à custa da ofendida , S.A. no montante de 865,47€ cinco , oitocentos e sessenta e cinco euros e quarenta e sete cêntimos), que teve um prejuízo de igual montante; b)	Transferências descritas nas alíneas,, e do facto foram creditadas na conta à ordem de que o companheiro da arguida, JMCG é titular da conta à ordem com o IBAN  no banco , conta bancária à qual a arguida tinha pleno acesso, obtendo a arguida desta forma um enriquecimento ilícito, à custa da ofendida , S.A. no montante de 276,92€ cinco , duzentos e setenta e seis euros e noventa e dois cêntimos),, que teve um prejuízo de igual montante; 2 A arguida VA agiu com intenção concretizada de obter para si um enriquecimento ilícito, no valor global de 1443,39€ doze quatrocentos e quarenta e três euros e trinta e nove cêntimos), bem sabendo que causava à ofendida , S.A., um prejuízo de igual montante, tendo para o efeito interferido no resultado de tratamento de dados mediante utilização incorrecta e incompleta de dados sem autorização; 3 A arguida sabia ainda que o valor que ilicitamente obteve à custa da ofendida , S.A. - 1443,39€ doze quatrocentos e quarenta e três euros e trinta e nove cêntimos) – era elevado; 3 Como referido nas alíneas e do facto n., as facturas aí descritas, e que constam a fls.