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No que respeita aos empregados que haviam concorrido para a criação líquida de emprego em 2005 e 2006 e que entretanto saíram no exercício de 2007, constatou-se que o sujeito passivo, quando apurou o benefício correspondente aos encargos de 2007, utilizou o limite previsto no n. 3 do artigo 17 do Estatuto dos Benefícios Fiscais, conforme redacção dada pelo n. 1 do artigo 38 da Lei n. 32-B/2002, de 30 de Dezembro OE, sem, no entanto efectuar a devida correspondência para o número de meses decorridos desde a data de início do exercício até à data de demissão/saída do colaborador da empresa, em virtude de o referido limite ser anual e como tal respeitar a 12 meses de trabalho e de o n. 5 referir que a majoração "tem lugar durante um período de cinco anos a contar do inicio da vigência do contrato de trabalho", significando claramente que tem início na data em que efectivamente o trabalhador é contratado sem termo.. Assim, se o início de vigência do contrato ocorrer, por exemplo, em 1 de Junho de 2006, a majoração tem lugar durante um período de cinco anos, ou seja, até Maio de 2011, conforme o disposto no referido n.  Neste caso, sendo que o limite referido no n. 3 é anual, e como tal respeita a 12 meses de trabalho, o montante máximo da majoração deverá ser proporcional ao número de meses de trabalho correspondendo ao período em que o trabalhador permanece na empresa, ou seja, 2006 7 e 2011 5, isto pressupondo que o trabalhador se manteria na empresa durante esse período de cinco anos.