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4 Em conclusão e síntese:  ) deve ser rejeitado, por inadmissibilidade legal, e por inutilidade, nos termos prevenidos no artigo 28 n. 3, do CPP, e 13, do CPC, o requerimento do assistente para abertura da instrução que deixe de arrolar a totalidade dos factos consubstanciadores do crime pelo qual pretende ver o arguido pronunciado, e sem que evidencie, a respeito, fundamento probatório bastante, sob pena de, em infração regras de economia e utilidade processuais, se fazer iniciar uma instrução que, à partida, inarredavelmente, só se pode ter por inconsequente; ) os vícios prevenidos no n. 2 do artigo 41, do CPP, são oponíveis à sentença, enquanto decisão que sedimenta julgamento sobre a matéria de facto, e não à decisão que rejeita o RAI, por inadmissibilidade, dado que, nas fases preliminares do processo, não se visa alcançar a demonstração da realidade dos factos, mas apenas, e exclusivamente, os indícios, os sinais, de que um crime foi eventualmente cometido por um arguido.