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Já se verificou que a decisão recorrida acórdão da Relação) confirmou, sem alterações da matéria de facto ou de qualificação jurídica, a condenação no tribunal de  instância de cada um dos arguidos pela prática, em co-autoria, de: um crime de roubo qualificado, p. p. pelo artigo 21, n. 1, e n. 2, alínea, com referência ao artigo 20, n. 2, alínea, e n. 1, alínea, do CP ofendida "Sociedade Internacional Tabacos, S.A”), nas penas de 7 anos de prisão recorrente e de 6 anos e 9 meses de prisão recorrente;  b) um crime de roubo, p. e p. pelo artigo 21, n. 1, e n. 2, alínea, com referência ao artigo 20, n. 2, alínea, e n. 4, do CP ofendido, nas penas de 3 anos de prisão recorrente e de 2 anos e 9 meses de prisão recorrente; ) um crime de detenção de arma proibida, p. e p. pelo artigo 8, n. 1, alínea, com referência ao artigo , n. 6, da Lei n. 5/2006, de 23 de Fevereiro, com as alterações introduzidas pelas Leis n. 17/2009, n. 12/2011, de 27 de Abril, e n. 50/2013, de 24 de Julho, nas penas de 2 anos de prisão recorrente e de 1 ano e 9 meses de prisão recorrente; E que, em consequência, condenou: )    o recorrente AA, na pena única de 9 anos e 6 meses de prisão; e e)    o recorrente , na pena única de 8 anos e 6 meses de prisão.