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ponto do probatório -, a Requerente, invocou, em suma:  8) discordar da necessidade de nova consulta às entidades exteriores ao Requerido Município; 9) referiu que não existem  quaisquer alterações de facto ou de direito relativamente às pretensões formuladas, por permanecerem inalteradas as regras legais e regulamentares que presidiram à aprovação das pretensões, mormente ao nível dos instrumentos de gestão territorial aplicáveis, e que o disposto no artigo 7 do RJUE não determina a promoção de novos pareceres, autorizações ou aprovações de entidades estranhas ao Município, visto que os pressupostos de facto e de direito, que mereceram as anteriores pronúncias, são coincidentes; 10) que já entregou toda a documentação a que se refere o ponto 3 da notificação em referência, que consta dos autos, mas que caso o Requerido Município entendesse que algum específico documento carece de revalidação, que deveria notificá-la para o efeito a Requerente; 11) a final requereu que o seu requerimento de 28 de outubro de 2020 fosse deferido e consideradas não necessárias as consultas, pareceres ou autorização das entidades externas já anteriormente consultadas.