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Sustenta a Recorrente que a eventual necessidade de a AT pretender uma maior concretização e identificação dos serviços prestados constitui uma formalidade ad probationem que não se pode confundir com a formalidade ad substantiam do artigo 3, n. 5, alínea do CIVA; concluindo que as facturas em crise satisfazem integralmente as formalidades ad substantiam, já que os serviços prestados delas constantes, além da denominação usual dos serviços prestados, especificam os elementos necessários à determinação da taxa aplicável, pois não se confundem com nenhum dos serviços constantes das verbas 7, 11, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30 e 1 da LISTA ANEXA ao CIVA, nem da verba 1 da LISTA ANEXA ao CIVA.