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Ora, perante esta factualidade, não podem suscitar-se dúvidas que o vínculo estabelecido entre as partes desde o seu início, Fevereiro de 2014, é de natureza laboral, ainda que, apenas, desse modo formalizado, em Março de 201 É manifesto que a A. demonstrou factos suficientes indiciadores de subordinação jurídica, que a recorrente não logrou ilidir, como bem decorre dos argumentos que alega, sem qualquer base factual, manifestamente interpretando e omitindo factos que, não só evidenciam com segurança, a existência de uma relação de natureza laboral, como são exclusivos dela, como o exercício do poder disciplinar, que detinha e exerceu, veja-se facto naquele período de Fevereiro de 2014 a Fevereiro de 201  Conclui-se, assim, sem necessidade de outras considerações, provados que estão os importantes indícios de subordinação jurídica, que os argumentos sintetizados pela recorrente nas conclusões H. a S. da sua alegação, não têm valor para infirmar a conclusão a que se chegou na decisão recorrida, da existência entre as partes de um contrato de trabalho, desde Fevereiro de 201  Improcede, assim, esta questão do recurso, no que respeita à qualificação contratual.- Saber se o CCT celebrado entre a ANIMEE e a FETESE, não é aplicável à A., nem por força da portaria de extensão, como defende a recorrente.