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Com efeito, em nosso ver, fazendo parte do objecto daquela acção de divisão de coisa comum, como meio processual idóneo a fazer cessar a indivisão sobre os prédios ali em causa, nomeadamente do prédio referido sob o artigo 6 da petição inicial da presente acção artigo 925, do, enquanto seu pressuposto necessário e lógico, a questão da divisibilidade/indivisibilidade do prédio ora descrito sob o artigo 6 da petição inicial, naturalmente a decisão que, quanto a tal matéria, foi proferida na sobredita acção de divisão de coisa comum constitui-se como verdadeira questão prejudicial nesta outra acção, em que está em causa, precisamente, a título principal, a execução específica de um alegado contrato-promessa celebrado entre as partes e tendente à constituição em propriedade horizontal do aludido prédio, no pressuposto da sua divisibilidade nas três fracções autónomas ali descritas sob as letras "A", "B” e "”.