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DELIMITAÇÃO DO OBJETO DO RECURSO – QUESTÕES A APRECIAR  Uma vez que o objeto do recurso é delimitado pelas conclusões das alegações da Recorrente, cumpre apreciar e decidir se:  1)	a decisão interlocutória enferma do erro de julgamento de direito que lhe vem imputado,  2)	a decisão final proferida em  instância padece de nulidade, por omissão de pronúncia sobre a incompetência do Presidente do para praticar o ato de indeferimento impugnado e a violação de disposições de direito comunitário relacionadas com a restrição ilegal ao comércio entre Portugal e os demais Estados-membros, a Política Agrícola Comum e ainda a infração a um acervo legal comunitário relativo à promoção de vinho e produtos vínicos comunitários e uma restrição ilegal à livre circulação de mercadorias conclusões 6 a, bem como de erros de julgamento de facto, por insuficiência da matéria de facto selecionada conclusões 2 a, e de direito, quanto à questão jurídica ali apreciada conclusões 10 a. Mais cumprirá analisar se se justifica suspender a instância e efetuar reenvio prejudicial ao TJUE.