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A insolvente invoca ainda que foi nesse contexto que teve que escolher entre fazer face a essas despesas com a sua saúde e a saúde dos seus entes queridos e/ou entregar o rendimento disponível à Administradora de Insolvência, tendo optado por fazer face às despesas de saúde 					 Na parte que interessa o despacho recorrido tem o seguinte conteúdo: «Conforme decorre dos factos de que partimos, a Insolvente, a quem foi fixado um rendimento indisponível e dispensado de cessão no montante de Euros 700,00 por mês, em termos práticos, nunca cumpriu tal decisão, tendo gasto mensalmente todos os rendimentos que aufere e que ascendem a não menos do que Euros 212,83 mas que nos meses de julho e novembro ascendem a Euros 427,6 Atentas as próprias declarações da Insolvente, as suas despesas mensais ascendem, a Euros 600,00 pelo que não existe qualquer explicação para, sucessivamente, não ter procedido a qualquer entrega à fidúcia.