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Por último, o artigo 76 da petição inicial, na parte onde se alega que os autores são pessoas honestas e trabalhadoras, tem substrato relevante para o acervo dos factos que importam para uma decisão justa, nomeadamente no que tange ao pedido de condenação por danos não patrimoniais – sem curar de saber já se tal pedido é ou não viável -, pelo que deve essa matéria constar do elenco dos factos provados: «6 Os autores são pessoas honestas e trabalhadoras.»  Quanto à matéria de facto não provada, cuja "impugnação” foi feita sob a invocação de uma nulidade da sentença inexistente, foi a mesma justificada na motivação da decisão de facto com o argumento de que o contrato referido no ponto 13 dos factos provados está apenas assinado pelo réu, sem qualquer menção ou carimbo da ré sociedade, pelo que a confissão ficta não pode contrariar a prova documental apresentada e as regras legais que regem sobre a vinculação das sociedades comerciais.