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O Tribunal a quo deveria ter considerado devidamente provado, pelo menos, que «A Segunda Ré sempre atuou convicta de que o terreno pertencia aos Primeiros Réus, tendo solicitado um parecer a um Advogado antigo Notário), tendo confiado nesse parecer e na documentação que lhe foi apresentada pelos Primeiros Réus, não tendo suspeitado ou sido alertada para alguma irregularidade que pudesse colocar em causa a validade do negócio com os Primeiros Réus, designadamente o respetivo registo predial», revogando este segmento da decisão recorrida, mais concretamente os artigos 14 e 14 do elenco de Factos Não Provados, substituindo-o por outro que considere provada a factualidade acima descrita. )