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Com efeito, a actuação da requerida no âmbito do processo de alteração do exercício das responsabilidades parentais, não só com a desistência da sua intenção de obter a guarda exclusiva dos menores, depois de toda a "guerra processual” no sentido dessa guarda exclusiva e de que constitui o seu expoente máximo a dedução dos dois incidentes de suspeição), mas sobretudo com a afirmação de que "deseja desistir dos seus pedidos, da instância, prescindir das suas alegações e da totalidade das suas testemunhas por desejar proteger os seus filhos e para si própria desejar encontrar paz social e sua vida com a sua sempre dignidade” naquilo que o Ministério Público apelidou de "texto alargado de lamento e tristeza”), para logo de seguir "comprar nova guerra” quanto à questão dessa guarda exclusiva dos menores, deixa adivinhar uma vontade algo errática, se não mesmo contraditória nos seus próprios termos, que necessariamente deixa antever a forma como serácapaz de salvaguardar as especiais necessidades afectivas dos menores, no âmbito dessa alteração da situação de vida dos mesmos.