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B)	Para tal, entendeu o douto Tribunal a quo que a Recorrente não logrou provar a constituição de uma situação de facto consumada ou mesmo a produção de efeitos de difícil reparação e, consequentemente, não se mostrou preenchido o requisito do periculum in mora e atento o caráter cumulativo dos requisitos inerentes ao decretamento da providência, considerou ainda o douto Tribunal ser despiciendo tecer mais considerandos acerca do requisito fumus boni iuris e da ponderação de interesses, nos termos e para os efeitos do n. 1 do artigo 12 do CPTA; )	Inconformada, vem agora a Recorrente interpor Recurso de Apelação, nos termos do artigo 14 do CPTA, requerendo a revogação da sentença recorrida, mediante substituição por outra decisão que ordene a suspensão da eficácia do despacho de 202020, que declarou a passagem da Recorrente à situação de licença sem remuneração, nos termos do n. 5 do artigo 3 da LTFP; )	In casu, quanto aos requisitos de decretamento da providência cautelar, o douto Tribunal a quo decidiu e bem, que o Periculum in mora o receio de constituição de uma situação de facto consumado ou produção de prejuízos de difícil reparação) não se encontrava preenchido, não tendo a Recorrente logrado provar o requisito do fumus boni iuris a comprovação da probabilidade de procedência da ação principal; E)	A propósito deste requisito, do Periculum in mora, o Tribunal a quo, decidiu "Não basta, deste modo, a realização de afirmações de natureza conclusiva ou genérica sobre a possível existência de prejuízos ou de um facto consumado, requer-se, antes, que o requerente identifique, em concreto, a sua situação económica global, as despesas regulares que suporta e demais circunstâncias concretas que espelhem tais prejuízos ou facto consumado.