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3 a.   Para tanto, alega, em síntese, ser arrendatária das frações autónomas, designadas pelas letras do prédio constituído em propriedade horizontal sito na Avenida da, Braga;  Por cartas registadas com aviso de receção, a 1 Ré informou-a que pretendia vender essas frações à 2 Ré, atribuindo à fração  o preço de 933,00 euros, à fração o de 933,00 euros, à o de 593,00 euros e à o de 542,00 euros; que essa venda seria feita conjuntamente com a totalidade dos imóveis identificados na listagem anexa a essas cartas, pelo preço global de 20772,00 euros e que as partes, nessa venda conjunta, apenas estavam interessadas na compra e venda do imóvel arrendado se, no mesmo ato, fossem igualmente adquiridos todos os imóveis identificados nessa listagem e, bem assim, que a venda, em separado, do imóvel arrendado, por um lado, impediria o negócio em causa e, por outro, desvalorizaria e dificultaria uma futura venda das restantes frações, o que seria causador de prejuízo apreciável para o vendedor; A Autora respondeu informando a 1 Ré que pretendia exercer o seu direito de preferência na venda das frações que lhe estavam arrendadas, pelo preço constante da comunicação que lhe foi dirigida; Acontece que a 1 Ré não aceitou vender-lhe, em separado, essas frações e por escritura pública de 24/02/2017, realizou a mencionada venda conjunta à 2 Ré; Conclui que lhe assiste o direito a preferir na venda das frações que lhe estão arrendadas, pelo preço constante daquela comunicação, no montante global de 001,00 euros.