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Inconformada com tal despacho, dele interpôs RECURSO a insolvente ref./Citius, formulando as CONCLUSÕES que aqui se transcrevem:  "a) Foi a ora recorrente notificada para pagar as custas finais do processo onde foi declarada insolvente e onde lhe foi concedida a exoneração do passivo restante; b) Após reclamação, decidiu o Tribunal Recorrido que a Recorrente é responsável porque a massa insolvente não tinha liquidez para proceder ao respectivo pagamento; ) Sucede que tanto o despacho que lhe concedeu a exoneração do passivo restante, como a douta sentença que decretou a insolvência, não condenaram a recorrente como devedora principal ou subsidiária; ) Ademais, o despacho de exoneração do passivo restante decretou que "Nos termos do artigo 24 doo CIRE, a exoneração importa a extinção de todos os créditos sobre a insolvência que ainda subsistam à data em que é concedida, inclusive dos que não tenham sido reclamados e verificados, não abrangendo, porém, os créditos por alimentos, as indemnizações devidas por factos ilícitos dolosos que tenham sido praticados pelo devedor, que hajam sido reclamados nessa qualidade; os créditos por multas, coimas e outras sanções pecuniárias por crimes ou contraordenações, e os créditos tributários.” e) Sendo as custas um crédito sobre a insolvência, também as mesmas se encontram extintas nos termos da supra citada norma.”.