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E é reprovável que a Autora proponha a presente acção contra a Ré) salientando apenas os aspectos que lhe interessam das decisões anteriormente proferidas, mas omitindo, embora tenha inteiro conhecimento, o decidido pelo douto Acórdão prolatado na acção que correu termos, sob o n. 503/12T8LSB, entre as mesmas partes, sobre a mesma questão, que, perspectivando os termos da acção que correu termos sob o n. 17429/01T2SNT, pela 1a Vara Cível da Comarca de Lisboa, onde expressamente se exarou: "tendo o contrato cessado, não por resolução ilícita, mas por denúncia, não cabe à A. qualquer indemnização, por um lado, porque a Ré teria respeitado o prazo de antecedência que lhe era exigível para proceder a essa denuncia, por outro, e porque, inelutavelmente, os possíveis danos que advieram à A. da cessação do contrato, em face do mesmo, constituíam sempre um risco do mesmo, não tendo pois causa nessa cessação ” e que, de todo o modo, se pronunciou ainda pela verificação de caso julgado no que respeita a todos os pedidos indemnizatórios formulados.