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As RR contestaram a ação impugnando a factualidade alegada pela A, sustentando, designadamente, o seguinte: - o posto de abastecimento não pertence à A; - a  Ré explora legitimamente o posto, não necessitando de qualquer autorização da A. para o fazer, não se trata de qualquer manobra ardilosa ou de qualquer conluio; - a  R. adquiriu a propriedade de vários terrenos da empresa, entre eles aqueles onde se encontra instalado o posto de combustível; - decidiu em seguida criar uma firma que se dedicasse à exploração do citado posto, tendo constituído a  R; - daí que desde 31 de Março de 2010 que o referido posto se encontra a ser explorado pela  R; - as RR.