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4-	Igualmente a AT não cumpriu o disposto no artigo 5 da LGT ou seja realizar todas as diligências necessárias à satisfação do interesse público e à descoberta da verdade material, 5-	Confrontada com a apresentação em 2009 pela sociedade B.. de uma factura nas suas contas de 5000 euros destinada a regularizar em sentido económico a prestação de serviços realizada em 2004, ficando a partir daí com os gastos da obra e os respectivos proveitos, a AT nada fez para elidir, nos termos do artigo 7 da LGT a presunção assumida de que a verba entrada na conta bancária do sócio-gerente se tratava de manifestação de fortuna.Quando confrontada com esta situação, a AT emitiu um documento que se junta onde se lê que se a tal factura regularizava a situação em sentido económico, atribuindo à sociedade aquilo que era devido pelo facto da sua prestação de serviços, se continuava a manter a situação entre a empresa e o sócio, ou seja a partir desse momento qualquer liquidação teria de ter como suporte não a manifestação de fortuna mas eventualmente rendimento de capitais por via de eventual distribuição de lucros antecipada ao sócio, ou um empréstimo ao mesmo.