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Com efeito, nesta parte parece-nos ser de acolher, pelo menos parcialmente, a argumentação do progenitor Requerido: não sendo agora de reverter a opção da progenitora de ter inscrito a menor no colégio privado onde ela própria leciona, designadamente porque o progenitor Requerido não deu a sua anuência a tal – isto na medida em que se reconhece justificação de princípio para tal e se compreende e aceita que assim tivesse ela procedido mormente pela mais-valia educativa que tal representa, para além das vantagens funcionais na dinâmica vivencial do dia-a-dia pela proximidade física entre mãe e filha – também nos parece que não será justo ser o progenitor Requerido meramente confrontado com esse facto consumado, nomeadamente para efeito de arcar com a despesa acrescida que o mesmo representa face à alternativa do ensino público gratuito para a menor, pelo menos na proporção de metade dessa correspondente despesa.