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do pedido formulado pelo A., ora recorrente na sua p.; )–Na verdade, o contrato celebrado entre o recorrente e o primeiro R. contrato de mandato, foi violado culposamente pelo primeiro R., ao garantir ao recorrente viabilidade e êxito na acção que este pretendia instaurar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Ponta Delgada, para impugnação do seu despedimento, o que nunca propôs; E)–Sendo o R. leigo na matéria confiou plenamente naquilo que foi dito pelo primeiro R., aguardando o desenrolar dos procedimentos; F)–Mais tarde o recorrente apercebeu-se junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Ponta Delgada, que o primeiro R. não propôs a acção, que sempre garantiu ter feito ao A., ora recorrente, provocando-lhe danos materiais e morais reivindicados na p.; G)–Jamais poderia perante o supra exposto, o tribunal "a quo” decidir sobre o mérito da causa, absolvendo os RR.