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No âmbito das Alegações por si apresentadas, elencou a final as conclusões que ora se reproduzem:  "  Por sentença de 24/06/2020, retificada quanto a erro de cálculo constante do seu dispositivo por despacho de 26/06/2020, foi o Réu Estado Português condenado a pagar ao Autor "a importância total de € 250,00 a título de indemnização pelos honorários devidos quer à mandatária constituída pelo autor quer ao seu próprio trabalho como advogado em causa própria também honorários), sendo a importância de € 000,00 dois a título de honorários à identificada mandatária do autor, a importância de € 750,00 setecentos e cinquenta a título de honorários devidos ao autor pela sua intervenção no processo principal como advogado em causa própria, a importância de € 500,00 quinhentos a título de honorários devidos ao mesmo autor como advogado também em causa própria neste incidente de liquidação e, ainda, nos juros civis à taxa legal de 4% sobre tal importância, contados ou que que se vencerem a partir da prolação desta decisão e, ainda, acrescendo a este montante os eventuais impostos devidos que o Réu venha a suportar com esse pagamento de honorários Itálicos, negritos e sublinhados nossos.”, com custas a cargo do Autor e do Réu, na proporção do vencimento/decaimento;   Em tempo oportuno, o Autor não interpôs recurso dessa sentença, não lhe arguiu qualquer nulidade nem requereu a sua reforma;   O mesmo sucedeu com o Réu Estado Português que, apesar dela discordar em alguns aspetos g. quanto ao decidido no tocante aos referidos pontos  e  do pedido formulado no incidente de liquidação de honorários), e ponderando todo o referido segmento decisório/condenatório, decidiu não interpor recurso independente;   E, assim, a sentença proferida transitou em julgado, passando, desta feita, a ter força obrigatória dentro do processo e fora dele, nos termos e com os limites previstos no art.