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por existir ilegitimidade, sem ter dado oportunidade à Autora para se pronunciar ou ter promovido oficiosamente as diligências necessárias ao normal prosseguimento da acção, nos termos do artigo 59 n. 2 do CPC; 19-	A Recorrente ficou a aguardar a notificação para exercer o contraditório quanto às exceções invocadas pelos Réus, que nunca ocorreu, tendo sido proferido saneador/sentença sem que a mesma se tenha pronunciado sobre tal matéria; 20-	O Tribunal a quo tinha a obrigação de proferir semelhante notificação para a apresentação de articulado de resposta às exceções, sendo certo que a Autora aguardou sempre que o mesmo lhe fosse notificado - e nunca foi; 21-	Pelo que, não tendo sequer existido o contraditório na fase processual em que se encontrava o processo, e constituindo um dever por parte do Tribunal a quo notificar a Autora para o seu exercício, a decisão em apreço viola a lei e ofende, designadamente, os princípios da igualdade das partes art.