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conclusões  a , 1, 1, 2 a 2, das alegações da;  ) O que não tem qualquer sustentação na lei comunitária e na lei nacional aplicáveis;  ) Como se demonstrou nestas contra-alegações, a Directiva 2014/24/UE – que veio substituir a Directiva 2004/18 /UE, em 2014 –, no respectivo artigo 5, n. s 1, 2 e 4, conservou a dicotomia entre causas de exclusão obrigatória e causas de exclusão facultativa que se encontrava prevista nos n. s 1 e 2 do artigo 4 da anterior Directiva;  e) Com efeito, a Directiva 2014/24/UE, nos n. s 1 e 2 do seu artigo 5, prescreve que as entidades adjudicantes devem excluir do procedimento qualquer operador que se encontre numa das circunstâncias aí previstas;  f) O que também significa que essas causas de exclusão aí previstas devem encontrar-se transpostas nas legislações dos diversos ordenamentos nacionais.