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É a questão que se coloca no presente recurso e cuja resposta não se mostra pacífica na jurisprudência, desde já adiantando que quanto a nós a resposta é afirmativa, posição que já sufragámos no nosso acórdão de 102021, proferido no âmbito da apelação n. 2004/12T8LLE-E A posição que julgamos ser maioritária e que encontra expressão, designadamente, no Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 1120203, o executado a quem foi concedido o apoio judiciário na modalidade de dispensa de pagamento de taxa de justiça e dos encargos do processo não terá de pagar custas, não lhe podendo ser cobradas as quantias devidas a título de honorários e despesas com o agente de execução, seja pela via do seu pagamento prioritário pelo produto dos bens penhorados artigo 54 do, seja por reclamação do exequente a título de custas de parte artigo 72), não devendo ser incluídas na liquidação da responsabilidade do executado no caso de pagamento voluntário da quantia exequenda artigo 84).