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Nas conclusões Y e seguintes, a Recorrente alega, por fim, factos posteriores à prolação da sentença recorrida que se prendem com o Plano de Recuperação e Resiliência de Portugal, submetido a consulta pública e que contém as reformas estruturais fundamentais para assegurar a saída da crise pandémica, prevendo um investimento de 196 milhões de euros para reforçar a capacidade do SNS, e a data limite de 32026, imposta para conclusão daqueles projectos de investimento e reformas, pela Resolução Legislativa do Parlamento Europeu, de 102021, sobre a proposta de Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que criou um Mecanismo de Recuperação e Resiliência0408 – C9-0150/2020 – 2020/0104COD)) e que, entende, devem ser tomados em consideração no presente recurso, ao abrigo do disposto nos artigos 611 e 663 do CPC, dado que a manutenção do efeito suspensivo nos presentes autos terá por efeito inviabilizar o cumprimento do referido projecto de investimento na aquisição de equipamento para o Hospital de Proximidade do Seixal, pois, a concretização do referido investimento obriga a que o Hospital de Proximidade do Seixal se encontre construído - o que estima que levará cerca de 4 anos, mais eventuais derrapagens - por forma a que o Estado possa iniciar os processos de aquisição e instalação dos equipamentos necessários ao respectivo funcionamento.