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– artigo 11 da p.” E, por último, decidiu este Tribunal da Relação "anular parcialmente o julgamento no que concerne aos factos constantes das alíneas,,,,,, e da Base Instrutória, cuja factualidade se relacionava com a subscrição e venda de ações e de PPR e que nada têm que ver com o que se discute nos presentes autos e que se resume à concreta factualidade sob a qual o Tribunal não anulou o julgamento.” Defendem, pois, os AA./recorrentes que, atendendo ao já decidido por esta Relação, "impunha-se pela verificação do caso julgado parcial material relativamente à matéria de facto não viciada; isto é, aquela que este mesmo tribunal manteve como provada.” Ora, compulsados os autos e o teor dos documentos/certidões acima referidos, verifica-se que na acção que correu anteriormente termos no Juízo de Competência Genérica da Póvoa de Lanhoso, intentada contra um sujeito processual distinto – o Banco A – ao qual o Banco A só parcialmente sucedeu nos direitos e obrigações, não chegou a transitar em julgado a sentença do Tribunal de 1 instância que tomou posição sobre o mérito do pedido de condenação do Banco A a pagar aos AA.