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do STJ, de 002001, Processo n 00A3277, in base de dados da DGSI.. Assentes nas distinções que se acabam de enunciar entre, por um lado, causas de nulidade da sentença acórdão ou e, por outro, erros de julgamento; dentro das causas de nulidade da sentença acórdão ou, o que se entender por nulidade, por os fundamentos fácticos e/ou jurídicos nela aduzidos para suportarem a decisão de mérito nela proferida estarem em oposição com essa decisão, e  dentro dos erros de julgamento, o que se entender por erros de julgamento da matéria de facto e erros de julgamento da matéria de direito, é inegável que todos os argumentos invocados pelos apelantes para alicerçarem a alegada nulidade do acórdão proferido em 09 de abril de 2021, se reconduzem a erros de julgamento, mais concretamente, erro de julgamento da matéria de facto, posto que nele se escreve que o recurso da decisão proferida pela 1 Instância que julgou extinta a instância, por deserção,  "foi interposto no dia 27 de fevereiro de 2020”, quando da prova documental constante dos autos resulta plenamente provado que esse recurso foi interposto antes no dia 27 de fevereiro de 201 De resto, atenta a data de interposição do recurso que se consignou no acórdão recorrido – 27 de fevereiro de 2020 –, não existe nele qualquer contradição interna alguma da parte deste coletivo, mas antes pelo contrário, o discurso fáctico-jurídico argumentativo nele seguido por este coletivo para suportar a decisão de mérito que nele se proferiu, em que se negou provimento ao recurso e se confirmou a decisão recorrida, mostra-se perfeitamente lógico e racional, não se detetando nele qualquer vício ou incongruência interna entre, por um lado, os fundamentos fáctico e jurídicos certos ou errados – o que já configura erro de que nela se encontram aduzidos para suportarem a decisão de mérito e esta última.