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Refere ainda que, a provar-se a conduta da A., o benefício e satisfação repercutiu-se nos clientes da Ré que beneficiaram dos descontos, o que vai ao encontro dos intentos da Ré de fidelização de clientes; além disso, não se provou qualquer prejuízo patrimonial para a Ré, pelo que o despedimento é uma sanção absolutamente desproporcional e desajustada à gravidade e ao grau de culpa da A.  Peticiona, em reconvenção, a condenação da Ré a pagar-lhe a indemnização correspondente, calculada em 45 dias de retribuição base por cada ano de trabalho ou fracção, desde a data do início do contrato de trabalho até trânsito em julgado da sentença que decretar a ilicitude do despedimento, perfazendo até à presente data o montante de €1414,05; a pagar à Autora as retribuições que deixou de auferir, que perfazem a quantia de €226,26 e a pagar à A. a quantia de €000,00 a título de dano moral pelo despedimento ilícito; a quantia de €450,00 respeitante a prémio por assiduidade e boa avaliação.