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DE UMA INDEMNIZAÇÃO NO MONTANTE DE € 2000,00 PELOS DANOS DO VEÍCULO, CONDENANDO A R. NESSES TERMOS;  - NO ENTANTO E ANALISADA A MATÉRIA DE FACTO PROVADA, DÚVIDAS NÃO SUBSISTEM DE QUE A DECISÃO DE CONDENAÇÃO DA R. NO PAGAMENTO DA INDEMNIZAÇÃO PELOS DANOS DO VEÍCULO NO MONTANTE DE € 2000,00 OMITINDO A CONDENAÇÃO DA R. NO PAGAMENTO DO IVA SE TERÁ DEVIDO A MERO LAPSO, POR CONTRARIAR A MATÉRIA DE FACTO PROVADA DO PONTO DA DOUTA SENTENÇA, VISLUMBRANDO-SE UMA EVIDENTE OPOSIÇÃO ENTRE OS FUNDAMENTOS E A DECISÃO;  - O QUE IMPÕE A ALTERAÇÃO DA SENTENÇA NESTE PONTO COM A CONDENAÇÃO DA R. A PAGAR À A., PELOS DANOS NO VEÍCULO, A QUANTIA DE € 2000,00 ACRESCIDA DE IVA À TAXA LEGAL;  - NO QUE SE REFERE AOS MELHORAMENTOS FEITOS NO VEÍCULO ROULOTTE, IMPUGNA-SE A DECISÃO DO TRIBUNAL RECORRIDO DECONSIDERAR NÃO CONCRETAMENTE APURADO O MONTANTE DA VALORIZAÇÃO DO VEÍCULO DA A. POR TER SIDO INCORRECTAMENTE JULGADA E SE MOSTRAR EM CONTRADIÇÃO COM A PROVA PRODUZIDA NOS AUTOS;  - A TESTEMUNHA, COMPANHEIRO DA A., OUVIDO EM 21/05/2018, CONFORME GRAVAÇÃO INICIADA AO MINUTO 129 A 208, SOBRE QUEM É QUE CONSTRUIU A ROULOTTE, AFIRMOU "FOI AS CARROÇARIAS”, PERGUNTADO SE CONSTRUÍRAM TUDO, RESPONDEU "NÃO, FOI LÁ MANDADA FAZER O CAIXOTE TODO DA ROULOTTE E DEPOIS O RESTO EU FIZ POR DENTRO, OS BALCÕES, A ELECTRICIDADE  O RESTO DEPOIS EU CONSTRUÍ”;  - A REFERIDA TESTEMUNHA EXPLICOU E CONFIRMOU QUE A PARTE DOS INTERIORES FOI TODA FEITA POR SI E PAGOS OS MATERIAIS E QUESTIONADO SE A VALORIZAÇÃO DA ROULOTTE POR VIA DOS MELHORAMENTOS POR SI EFECTUADOS NO INTERIOR DA MESMA SE TRADUZEM NA QUANTIA DE € 1000,00, JUSTIFICOU QUE "FOI DA MINHA MÃO DE OBRA EM SI E DOS MATERIAIS, QUE FUI FAZENDO AOS BOCADOS  SEI QUE ESTIVE LÁ MUITAS HORAS, É TRABALHO PARA MAIS DE DOIS MESES, EM FACTURAS DE MATERIAIS TENHO DOIS E TAL EUROS, PERTO DE TÊS EUROS  ALGUM MATERIAL FOI SEM FACTURA”.