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cabido à sua única herdeira, a ora Recorrente; g)	comprovou-se que a Recorrente viu, através da dita partilha, o seu quinhão ser preenchido com o imóvel objeto dos autos na exacta proporção e em valor coincidente com o seu quinhão; h)	ficou provado que, por força da partilha realizada em 22/11/2010, a Recorrente adquiriu o prédio misto objecto dos autos pelo montante total de € 20000,00, a parte rústica pelo valor atribuído de € 12000,00 e a parte urbana pelo valor atribuído de € 8000,00; )	os valores atribuídos em sede de partilha deveriam ter sido considerados os valores de aquisição para efeitos de apuramento das mais valias fiscais; j)	antes da partilha, cada herdeiro já detém o direito a uma determinada quota ideal da herança, podendo afirmar-se que a mesma, a partilha, se limita a concretizar, em bens certos e determinados, o direito já existente e a fazer com que esse direito retroaja à data da abertura da herança; k)	deveria ter sido considerado que a Recorrente adquiriu 90% do prédio misto em questão, em 15/7/1997, a parte rústica pelo valor de € 10000,00 € 12000,00 x 90%) e a parte urbana pelo valor de € 7000,00 € 8000,00 x 90%), e os restantes 10%, em 22/09/2000, a parte rústica pelo valor de € 1000,00 € 12000,00 x 10%) e a parte urbana pelo valor de € 000,00 €8000,00 x 10%); Por mera cautela, )	caso Exas.