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115 e ss., invocando desde logo as excepções dilatórias de incompetência territorial do Tribunal do Entroncamento para o conhecimento da presente acção e a ilegitimidade da R. , S.A.. Invocaram ainda a invalidade do contrato de arrendamento, por ter sido celebrado por quem não detinha a qualidade de proprietário do arrendado, não se encontrando definidos no contrato os poderes da A. para arrendar e não constar do mesmo a licença de utilização, e a invalidade da cláusula de actualização de renda, por violação dos artigos 30 e 31 do RAU, impugnando também a versão dos factos dada pelo A. Deduziram reconvenção, peticionando a condenação da A. no pagamento da quantia de € 245,00 ao 1 R., e respectivos juros de mora desde Setembro de 201 A A. respondeu na réplica.