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Tal dever emerge assim - e designadamente - , da necessidade de promover a privacidade, a reserva da intimidade da vida privada  26 da, integrando-se naquela privacidade a « situação patrimonial » da pessoa.3 « De resto, o próprio Tribunal Constitucional já afirmou que " a situação económica do cidadão, espalhada na sua conta bancária, incluindo as operações activas e passivas nela registadas, faz parte do âmbito de protecção do direito à reserva da intimidade da vida privada condensado no artigo 26, n 1, da Constituição, surgindo o segredo bancário como um instrumento de garantia desse direito”  Acs ns 278/95 e 355/97).»4 O segredo bancário não é, todavia, um direito absoluto.