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Realizada a audiência de julgamento, foi proferida sentença, julgando a acção parcialmente procedente, lendo-se nomeadamente na mesma:  «) – Por tudo o exposto, decide-se julgar parcialmente procedente a acção e, em consequência:   - declarar falsas as procurações identificadas nos pontos 4 e 8 dos factos provados;  - declarar a ineficácia, relativamente ao Autor, do aval prestado sobre a livrança subscrita por ") – Confecções, Unipessoal, Ld.” a favor da "Caixa  de , CRL”, referido em 11;  - declarar a ineficácia, relativamente ao Autor, dos contratos de mútuo celebrados com o  Réu Banco ..., identificados em 11;  - declarar a ineficácia, relativamente ao património comum de Autor e  Ré, como ex-cônjuges onde se inclui o prédio urbano identificado em, das hipotecas constituídas sobre o mesmo prédio, mencionadas no ponto 1  - condenar a  Ré Margarida  a pagar ao Autor Fernando   a quantia de € 7000,00, acrescida de juros de mora, à taxa legal de 4% ou outra que legalmente venha a estar em vigor, desde a citação até integral pagamento;  - absolver os Réus do restante pedido.