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Fixadas as variáveis possíveis, temos então a considerar o seguinte:  	- No ano de 2009, a autora não auferiu oito meses de salários segundo os factos provados na sentença exequenda, não mais foi remunerada a partir de Maio de, acrescendo os legais subsídios de férias e de natal, pelo que, em termos ilíquidos, teria a receber neste ano € 1824,00 982,40 x 10;  	- Nos anos de 2010 e 2011, a autora nada recebeu, pelo que temos a considerar 24 meses de salários, acrescidos dos respetivos subsídios de férias dois, um por cada, e de natal também dois, um por cada, perfazendo assim o valor devido de € 5507,20;  	- No ano de 2012, a autora não auferiu vencimento até 12 de Novembro, pelo que deixou de auferir dez meses e 12 dias, a que acrescem os subsídios de férias e de natal, perfazendo assim o valor de € 2581,7  	Questiona-se se a estes montantes deverá ser acrescido o subsídio de refeição, ao que o executado se opõe, dado que o seu pagamento depende da prestação efetiva de trabalho.