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3 Assim para além dos argumentos já supra expostos, quanto a este ponto acrescenta-se a total ausência de meios de prova, pelo que não deveria ter sido dada como provada esta matéria, devendo a Arguida ser absolvida do pedido de indemnização   3 Resumindo devem ser dados como não provados os seguintes factos: - JV, numa tentativa de jantar com o seu filho, solicitou à arguida que deixasse o com o pai; A arguida recusou-se a entregar o ao pai no Posto da Guarda Nacional Republicana, alegando que só o entregaria em casa; Só quando o Participante se preparava para abandonar o Posto da Guarda Nacional Republicana é que a arguida sugeriu que o  jantasse com o pai, tendo o menor recusado; JV abandonou o posto; JV soube, posteriormente, que a arguida afirmou que "o participante não queria saber do filho "e que "se quisesse estar com o filho tinha tentado carinhosamente convencê-lo a ir com ele.2; A arguida afirmou ainda que o "pai do tinha comprado o Sr. Comandante do Posto da Guarda Nacional Republicana do Cartaxo para que este escrevesse tudo ao contrário num auto anteriormente elaborado pelo próprio"; O que fez na presença do Guarda TM, dentro do Posto da Guarda Nacional Republicana, e do neto ; A arguida quis humilhar, enxovalhar e envergonhar o Assistente não só perante profissionais presentes como na presença do filho do participante; E de por o nome, honra, seriedade, confiança, dignidade e consideração social do participante em causa perante os profissionais da Guarda Nacional Republicana; Com as referidas expressões a arguida quis, ainda, deteriorar a relação familiar entre o participante e o filho e alcançar o seu único propósito, o de afastar definitivamente o pai do filho; A arguida tenta assim, denegrir a imagem do participante e por em causa as suas queixas em consequência do incumprimento do acordo da responsabilidades parentais; A arguida ao formular os juízos de valor acima identificados acerca do assistente perante terceiros, agiu ainda como propósito concretizado de denegrir a imagem e ofender o bom nome, reputação e consideração do ofendido, não desconhecendo que as palavras que utilizou eram aptas a atingir a sua honra e consideração pessoal, o que quis; A arguida sabia que as expressões proferidas não correspondiam à verdade; A arguida agiu livre, consciente e deliberadamente, sabendo que a sua conduta era proibida e punida por lei; Em consequência da expressão supra referida em 13 o assistente, ao tomar conhecimento dos mesmos quando recebeu o auto, sentiu-se enxovalhado, humilhado e envergonhado  3 O Tribunal a quo ao decidir nos termos constantes da decisão recorrida violou, por errada interpretação, o princípio da livre apreciação da prova art.