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2 Relativamente à questão do decurso do prazo prescricional que os Recorrentes insistem em defender, importa sublinhar que, ao invés do que vêm defendendo, o direito que os Autores pretendem fazer valer através da presente acção não é de cumprimento da prestação contratual de transmissão, a seu favor, da propriedade dos imóveis objecto da permuta tendo como facto gerador a transacção judicial e o contrato de, mas de indemnização pelo incumprimento da prestação de entrega das fracções, atenta a impossibilidade de ser realizada a contraprestação de FF e EE perante a venda do imóvel a terceiro, facto ocorrido em 04-10-200  Assim, o direito aqui reivindicado tem por facto gerador um acto inviabilizador do cumprimento contratual ocorrido na pendência da relação contratual cujos prazos de cumprimento não se encontravam ultrapassados; nessa medida, o início do prazo de prescrição a ter em conta não pode ser reportado à data da celebração dos referidos acordos.