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Concretamente, pretende que, na sequência dessa alegação, se julgue provado que "o R. Município, ao contrário do procedimento usual e habitual realizado para o agendamento das escrituras de compra e venda objeto do Loteamento a que se refere o contrato objeto dos autos, não deu conhecimento à A., por contacto prévio pessoal, presencial ou telefónico, ou via correio eletrónico ou outro qualquer meio, da data agendada para a escritura de compra e venda de 19 de agosto de 2014; ou previamente concertou agendas com a A. para marcação e agendamento da escritura de compra e venda prometida, assegurando o pleno e eficaz conhecimento da recorrente” Nos referidos artigos 3, 4, 4 e 5 da petição, a A., alega que, depois do adiamento da escritura pública agendada para o dia 30/07/2014, ficou "acordado entre ambas as partes outorgantes do contrato promessa objeto destes autos que, atentos os motivos de saúde invocados de um dos legais representantes da A., posteriormente seria a escritura agendada, e sempre para momento posterior a 15 de setembro de 2014, pelos referidos motivos de saúde invocados pelo legal representante da A., e aceites pelo R. Município sem qualquer objeção e também, ainda, pelo gozo do período de férias da A. no mês de agosto que se seguiria”.