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1 é também sócio e gerente da indicada sociedade: B... Unipessoal Ld.. 2 Os presentes embargos de terceiro deram entrada em juízo em 13/02/201Factos não provados: Único - quem recebe as rendas da moradia descrita em 13 é o embargado Como resulta das alegações, os exequentes/embargados sustentam a sua pretensão de ver revogada a decisão recorrida, nos seguintes pontos:  Se estamos perante a alegação de um crédito resultante de benfeitorias;   Se a eventual realização de benfeitorias confere à embargante um direito incompatível com o acto de penhora justificativo dos embargos de terceiro;   Impossibilidade da alegação de benfeitorias tempestividade da;   Da autoridade do Caso Julgado.Vejamos, pois, da pertinência de tais argumentos, referindo antes do mais o seguinte: Nos autos e como todos já vimos, está provado que em 2017/03/27 e na execução de que estes autos dependem, foi penhorado o Direito de Crédito correspondente a uma benfeitoria realizada pelos executados e B..., Unipessoal, Lda., integrada na parcela de terreno para construção, descrito na Conservatória do Registo Predial de Santo Tirso sob o n. ....., freguesia ..., com inscrição a favor de EE e inscrito na matriz respectiva sob o n. ..... da União de Freguesias ..., que consiste numa moradia composta por rés-do-chão e  andar localizada a poente da construção em banda implantada neste imóvel, no valor de 1000,00€.