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Sendo certo que aqui entronca, afinal, a apreciação da argumentação "subsidiária” do Requerido ora recorrente, a saber, a alegação de que não sendo dada procedência ao pedido de atribuição ao próprio da guarda da menor, «deverá ser parcialmente convertido em definitivo o regime de regulação do exercício das responsabilidades parentais fixado provisoriamente no âmbito da Conferência de Pais realizada no passado dia 16 de maio de 2019, apenas até Setembro de 2019, regime no qual a menor deverá ficar entregue à guarda e cuidados da mãe, fixando-se a sua residência na Rua ..., e deverá fixar-se a pensão de alimentos no valor de €100,00 mensais, acrescido de 50% do valor das despesas médicas, medicamentosas, escolares obrigatórias no ensino regular público) e ainda das despesas com atividades extracurriculares acordadas previamente entre os progenitores», o que complementa com a alegação enfática de que «É mesmo completamente irreal que o Requerido possa, ou tenha condições, de pagar uma pensão de alimentos no valor mensal superior a €100,00 cem, e mais ainda, nem a menor tem necessidades a título de alimentos que ultrapassem tal valor.»                     Que dizer?