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13) Igualmente, o ponto 4 não poderia ter sido dado como provado, porquanto, se efetivamente a A. decidiu auxiliar o R. na aquisição de uma viatura ponto e o R. não tinha capacidade financeira para contrair empréstimo bancário e se encontrava desempregado, seria ilógico que tendo a de cujus maior capacidade financeira, aliás, como alega a A., uma situação financeira excelente, de que os 15000,00 euros da conta de depósito a prazo representavam apenas uma ínfima parte do seu património, resulta, salvo melhor opinião, contra sensual que ao invés da de cujus ter oferecido um veículo automóvel ao R. ou conceder-lhe um empréstimo do capital necessário para aquisição da viatura, fosse ela própria contrair um mútuo bancário, e oferecer um penhor de depósito no montante de 2000,00 euros, para um período de 8 anos, sem que tivesse a preocupação de garantir que o "desempregado e sem capacidade financeira” lhe assegurasse de alguma forma o cumprimento do mútuo.