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7; E.	Como condutor alegadamente terá denotado no momento da abordagem alguns sinais de nervosismo, o que terá levantado suspeitas de algum ilicito poderia esta a ocorrer, uma vez que do interior da viatura provinha um odor a estupefaciente designado por canabis, e foi dada ordem a todos para que saíssem da viatura para verificação da situação, sem que tenha sido dada voz de detenção, não sendo comunicada a ocorrência de nenhum delito que fosse causa de detenção, nem isso resulta do auto de noticia em analise; F.	Se alegadamente o ora recorrente ensaiou a fuga ao volante da viatura, pelo que foi retirado da mesma e manietado, sem fosse dada voz de detenção, não foi comunicada a ocorrência de nenhum deíito que fosse causa de detenção, nem isso resulta do auto de noticia em analise; G.	O ora recorrente foi confrontado por elementos do orgão de policia criminal com a pergunta sobre o odor a produto de estupefaciente, sendo esta pergunta é passível de resposta, perfeitamente admissível de assunção de que o produto poderia ser do recorrente, e implicar a sua auto incriminação, e antes de puder responder o ora recorrente não foi constituído arguido, nem lhe foram lidos os direitos e os deveres, nem lhe informado que era suspeito de qualquer delito à luz da lei portuguesa, nem isso resulta do auto de noticia; H.	Foram entabuladas pelos elementos do orgão de policia criminal conversas informais com o ora recorrente, sem a presença de defensor e sem a presença de interprete, sendo estas conversas informais indicadas e transcritas no auto de noticia dos presentes autos, e não foi dada voz de detenção, não foi comunicada a ocorrência de nenhum delito que o orgão de policia criminal após as referidas conversas informais com estrangeiro desconhecedor da língua portuguesa e entabuladas sem a presença de defensor ou de interprete, 	 Não foi dada voz de detenção e não foi comunicada a ocorrência de nenhum delito, nem a suspeita de prática de crime que justificasse a constituição como arguido, como decorria da conjugação do previsto nas alíneas e do artigo 5 do Código de Processo Penal com o previsto nos artigos 25 a 26 do Código de Processo Penal, porque os elementos do orgão de policia criminal entenderam solicitar a autorização de uma busca à viatura ao qual o ora recorrente assistiu; J. Esta autorização de busca foi lavrada em folha de timbre do orgão de policia criminal e processada informaticamente ou dactilografada, donde já consta número de processo 10/11GATVR e donde consta que o Núcleo de Investigação Criminal de Tavira da GNR elaborou - a em língua castelhana, como resulta de fls.