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Pelo que, o que sucedeu no caso sub júdice foi a Recorrente ter comunicado ao Administrador da Insolvência "a pendência da presente acção de execução específica, dizendo-lhe claramente na sua comunicação de 16/05/2013 que, no caso de procedência da acção, o direito de compropriedade de ¼ indiviso da Insolvente sobre o prédio urbano objecto do contrato-promessa não deveria fazer parte do activo da massa insolvente, mais adiantando que, subsidiariamente, para o caso de improcedência do pedido de execução específica, então reclamava o crédito correspondente à devolução do sinal em dobro sanção de, acrescido do valor das obras introduzidas no prédio pela Promitente-Compradora, ora Recorrente, e autorizadas pelos promitentes-vendedores, naturalmente correspondente a ¼ do valor total destas rubricas”.