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1027/04TBSTR.ES1, in www.dgsi.pt, no qual se cita o acórdão daquele mesmo Tribunal de 001997, publicado e anotado favoravelmente pelo Prof.  Manuel Henrique Mesquita na RLJ, Ano 132, n 3898, p. 20 e ss., e onde se convoca o ensinamento do Prof. Orlando de Carvalho, de que não existe corpus sem animus, nem animus sem corpus, havendo na posse uma relação biunívoca entre os dois elementos que a enforma, sendo o corpus "o exercício de poderes de facto que intende uma vontade de domínio, de poder jurídico-real”, e animus "a intenção jurídico-real, a vontade de agir como titular de um direito real, que se exprime e hoc sensu emerge ou é inferível) em certa actuação de facto” – Introdução à Posse, RLJ 122, p. 105 e 124, p. 26 9 Henrique Mesquita, Direitos Reais, 1967, p. 11 10 Não sendo a posse da autora e dos intervenientes titulada, presume-se de má fé art.