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6 O arguido já foi condenado:  - Na pena de 150 dias de multa, à razão diária de € 6,00, perfazendo a quantia global de € 900,00, por decisão transitada em julgado em 23/05/2016, proferida no âmbito do processo n. ---/17PBCVL do Juízo Local Criminal da Covilhã pela prática, em 1/04/2015, de um crime de burla, já declarada extinta pelo cumprimento;   - Na pena de 50 dias de multa, à razão diária de € 5,00, perfazendo a quantia global de € 250,00, por decisão transitada em julgado em 19/09/2016, proferida no âmbito do processo n. ---/15PTFUN do Juiz 1 Juízo Local Criminal do Funchal pela prática, em 19/06/2016, de um crime de condução de veículo em estado de embriaguez, já declarada extinta pelo cumprimento;   - Na pena de sete meses de prisão, suspensa na sua execução por um ano, por decisão transitada em julgado em 26/05/2017, proferida no âmbito do processo n. ---/15GHSTC do Juiz 2 do Juízo de Competência Genérica de Santiago do Cacém pela prática, em 17/05/2015, de um crime de burla;   - Na pena de 60 dias de multa, à razão diária de € 5,00, perfazendo a quantia global de € 300,00, por decisão transitada em julgado em 24/10/2016, proferida no âmbito do processo n. ---/15JAFAR do Juiz 1 do Juízo Local Criminal de Faro pela prática, em 22/02/2015, de um crime de burla, já declarada extinta pelo cumprimento da correspectiva prisão subsidiária;   - Na pena de 90 dias de multa, à razão diária de € 5,00, perfazendo a quantia global de € 450,00, por decisão transitada em julgado em 12/05/2017, proferida no âmbito do processo n. ---/15PBFUN do Juiz 2 do Juízo Local Criminal do Funchal pela prática, em 22/03/2014, de dois crimes de ofensa à integridade   - Na pena de 120 dias de multa, à razão diária de € 6,00, perfazendo a quantia global de € 720,00, por decisão transitada em julgado em 4/01/2017, proferida no âmbito do processo n. ---/11SBGRD do Juízo Local Criminal da Guarda pela prática, em 24/05/2015, de um crime de burla.”   Foram dados como não provados os factos seguintes:  "Com relevância para a boa decisão da causa, não se logrou provar que:    No período compreendido entre Dezembro de 2015 a Maio de 2016 a ofendida E., porque envolvida na relação com o arguido , suspendeu a sua actividade profissional de operadora turística só a tendo retomado em Maio de 201    Nessa altura o arguido , motivado por ciúmes, passou a controlar a vida da ofendida, querendo inteirar-se de todas as suas actividades e contactos profissionais, não a deixando conviver sozinha com terceiros nem mesmo com amigos/amigas.