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Após, foi proferida sentença com a decisão seguinte: Nestes termos e por tudo o exposto, decide-se julgar a ação parcialmente procedente e, em consequência da já declarada ilicitude do despedimento da autora promovido pelo réu, absolvendo este do demais peticionado, condenar o réu "Centro Hospitalar Universitário do Algarve, E.P.E) a pagar à autora G.F. com o cartão de cidadão n. e NIF): - A indemnização 18 dias de retribuição base € 720,89) por cada ano completo de antiguidade ou fração, contada desde 19/07/2018 até ao trânsito em julgado da decisão que declarou ilícito o despedimento – despacho saneador proferido nos autos –, com o limite mínimo no valor líquido de € 3 604,44 três , seiscentos e quatro euros e quarenta e quatro cêntimos); - 	As retribuições vencidas e vincendas à razão da quantia ilíquida de € 1 201,48 , duzentos e um euros e quarenta e oito cêntimos) mensalmente e que deixou de auferir desde a data do despedimento 06/08/2021) até ao trânsito em julgado da decisão de declarou ilícito o despedimento despacho saneador proferido nos, sujeitas às deduções previstas no artigo 39 n. 2 do Código do Trabalho; - A quantia ilíquida de € 3 364,44 três , trezentos e sessenta e quatro euros e quarenta e quatro cêntimos) a título de férias, subsídios de férias e Natal.