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Compulsada a fundamentação do acórdão recorrido, verifica-se que a decisão de dar os factos 4 e 4 como não provados foi assim fundamentada:   «Ao invés, se entende carecida de demonstração, uma vez que se não acha suportada por qualquer prova, nomeadamente documental, a matéria, relativa a alegadas despesas com consultas, deslocações, medicamentos e tratamentos, à qual se referem os pontos 41 e 4  Mantendo-se, assim, na factualidade provada os pontos 27, 28 e 34, altera-se a decisão, julgando-se não provado o constante dos questionados pontos 41 e 4  Decorrendo da matéria de facto - com a operada alteração - não ter resultado provada a concreta ocorrência, quer de perdas salariais, quer das invocadas despesas, nomeadamente respeitantes a tratamentos futuros, cujo apuramento foi relegado para ulterior liquidação, restringe-se o ressarcimento da apelada aos quantitativos emergentes dos demais danos, patrimoniais e não patrimoniais.».