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3 Neste caso encontra-se o facto de o requerente que vais e operado à coluna e seguramente essa é uma das razões que devia ter sido mantida a baixa médica, o único meio de subsistência que tem, porque não pode trabalhar é o subsidio de doença, o mesmo toma várias medicações diárias que tem de comprar , tem de comparecer a consultas de especialidade, de fazer e pagar exames médicos, pagar que seja taxas moderadoras e como se transcreve no sumário do acórdão a seguir "será de reputar como irreparável ou de difícil reparação quando essa privação/redução puser em risco a satisfação de necessidades pessoais elementares, ou mesmo se determinar um drástico abaixamento do nível de vida do requerente e seu agregado familiar.” Docs 17 a 23 4 Com vista a justificar o fumus boni iuris e o periculum in mora bem como a superior necessidade da requerente relativamente ao "interesse público” que o requerido invocará ido e que os fundamentos das dificuldades enfrentadas pela mesma são de atender da forma que aqui se invoca se reproduz aqui parte do Acórdão do Tribunal Central Administrativo Norte 2019/14BEPRT-B Secção: 1 Secção - Contencioso Administrativo Data do Acordão: 08-06-2012 Tribunal: TCAN Relator: Carlos Luís Medeiros de Carvalho Descritores: PROVIDÊNCIA CAUTELAR CONSERVATÓRIA, FUMUS BONI IURIS PERICULUM IN MORA Sumário: Nos procedimentos cautelares de natureza conservatória a prova bastante do requisito do fumus boni iuris é uma prova provisória, enquanto juízo de simples verosimilhança, que se carateriza no confronto com o exigido na ação principal por um menor grau de probabilidade ainda que sério e da verificação da existência do facto e da violação do direito/interesse legalmente protegido.