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Neste mesmo sentido podemos ver diversos Acórdãos do Tribunal Central Administrativo Sul, dos quais se destaca o Acórdão de 21 de Maio de 2013, Processo n. 06620/13, onde é afirmado o seguinte: "No caso de se pretender o arresto de bens do responsável subsidiário antes da instauração da execução fiscal ou do chamamento deste à execução por via da reversão, torna-se necessário que o requerente Fazenda Pública) alegue e prove, ainda que sumariamente pois que estamos no domínio de um procedimento, factos tendentes a demonstrar que se encontram reunidos os pressupostos legais para esse chamamento à luz das normas que estabelecem a responsabilidade subsidiária por dívidas tributárias, o que acontece quando, de forma cumulativa, se verificam: Os requisitos previstos no art.153, n.2, do P.P.T., relativos à inexistência de bens penhoráveis do devedor originário ou à fundada insuficiência do património do mesmo devedor para a satisfação da dívida exequenda e acrescido; Os requisitos previstos no art.