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3 - Os períodos de registos de remunerações decorrentes de coexistência de subsídio parcial por cessação de atividade e exercício de atividade profissional por conta de outrem ou independente, nos termos previstos no presente decreto-lei, não relevam para efeitos do prazo de garantia.” 13 A sentença recorrida, ciente destes normativos, que citou, entendeu que «do documento 5 que suportou a matéria de facto assente sob o ponto 9 supra resulta que o Autor se encontrava em dívida quanto a contribuições de trabalhador, devidas desde 02/2006 a 04/201 Tal corresponde a um período de cerca de 10 anos, a terminar à data em que começou o desemprego, o que conduz a que se tenha por preenchido o exigido período de garantia»,do que fez decorrer o preenchimento do prazo de garantia a que se referem os artigos 6 n 1 alínea e 8 do n 65/201 Explicitando ainda que a situação contributiva do autor estava regularizada quer «à data em que o subsídio de desemprego foi requerido» quer «à data em que o ato aqui impugnado foi praticado» por ter um plano de pagamento em prestações vigente e em cumprimento.