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Por outro lado, constituem requisitos, essencialmente, integrantes do direito à indemnização por benfeitorias úteis, invocado pelos réus, a valorização do local, o custo das despesas efectuadas, o seu valor actual e a deterioração da coisa com o levantamento das benfeitorias.”  Ora, tal como no aludido aresto, apenas ficou demonstrado o custo das despesas efectuadas, mas não já os restantes, cujo ónus competia a ré, como facto constitutivo do direito a que se arrogam, nos termos do estipulado pelo artigo 342, n 1, do  "Desde logo, não ficou provado o segundo segmento do binómio do conceito de benfeitorias úteis, ou seja, "o aumento do valor da coisa”, que não pode ser suprido, tendo em conta a regra da experiência baseada no senso comum, mas fora dos quadros da prova produzida, importando antes que sejam demonstrados os factos que permitiriam conduzir ao conceito de valorização, insuscetível ser retirado, conclusivamente, das regras da experiência da vida e do que é normal acontecer, por forma a chegar-se à sua demonstração, como mera dedução lógica, no âmbito das designadas presunções judiciais ou naturais.