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Neste domínio, sustentam os recorrentes, no essencial, que aquele diploma surgiu no seguimento do regime extraordinário instaurado pela Lei n. 30/2018, de 16-07, vindo converter, de forma definitiva, algumas medidas que o legislador quis desde logo acautelar, defendendo que o n. 3 do artigo 1 da Lei n. 13/2019, de 16-07 pese embora seja uma norma de natureza transitória) introduz uma alteração ao artigo 2 do NRAU o qual se aplica a arrendamento habitacionais celebrados na vigência do RAU e a arrendamentos não habitacionais celebrados depois do Dec. Lei n. 257/95), dispondo diretamente sobre o conteúdo dos contratos de arrendamento, designadamente sobre a possibilidade de oposição à renovação/denúncia destes contratos, referindo-se a todos os contratos de arrendamentos habitacionais de duração limitada previstos no n. 1 do artigo 2 do NRAU, abstraindo totalmente dos diferentes regimes entretanto e de forma intermédia vigentes, aplicando-se por isso, às relações já constituídas e que subsistam à data da sua entrada em vigor como deveria ter acontecido no caso sub judice.