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Por sua vez, o Supremo Tribunal de Justiça tem vindo a sedimentar como predominante o entendimento de que as conclusões não têm de reproduzir  todos os elementos do corpo das alegações e, mais concretamente, que a especificação dos meios de prova, a indicação das passagens das gravações e mesmo as respostas pretendidas não têm de constar das conclusões, diversamente do que sucede, por razões de objetividade e de certeza, com os concretos pontos de factos sobre que incide a impugnação  Transcreve-se, na parte relevante, o sumário do acórdão de 102015, por último citado: « Para efeitos do disposto nos artigos 64, n. 1 e 2, e 66, n. 1, do CPC, importa distinguir, por um lado, o que constitui requisito formal do ónus de impugnação da decisão de facto, cuja inobservância impede que se entre no conhecimento do objeto do recurso; por outro, o que se inscreve no domínio da reapreciação daquela decisão mediante reavaliação da prova convocada.