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5 da sua contestação:"...) pois a ré adquiriu a fração autónoma no estado em que se encontrava, isto é, muro a meia altura ou seja 0,90cm e depois janela até cima.”; 59 - No mesmo sentido, vai o ponto 1 dos factos considerados provados na sentença: "o terraço da fração B, de acordo com o projeto aprovado, consubstancia um espaço semiaberto, que deita diretamente para o terraço da fração , sendo dotado de uma guarda ou parapeito, com 90 de altura, a qual separa ambos os terraços.”; 60 - Por aqui o Tribunal "a quo” não consegue dar como não provada a existência do muro divisório; 61 - Não se entende como a sentença recorrida diz não ter ficado provado a transformação do muro numa janela de vidro; 62 - Depois no ponto 6 dos factos provados: "...) o terraço afeto à fração B foi fechado, a pedido da Ré, mediante a colocação, sobre o muro que o ladeava, de uma janela em alumínio com vidro fosco ...”; 63 - Na motivação da matéria de facto, no ponto, lê-se que "...) o projeto aprovado pelo Município de Silves, natureza de terraço e ou logradouro, o qual se encontra separado do terraço dos Autores por um parapeito e ou guarda com 90 de altura e que tem de facto vista para o terraço dos autores ...”; 64 - A recorrida no art.