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do probatório): imagem que aqui se dá por reproduzida7 A sentença recorrida, aderindo à argumentação aduzida pela autora na ação, entendeu que «a Sociedade nunca falhou com o pagamento das contribuições sociais, sendo que, apenas por lapso, pagou parte das contribuições dos meses de Abril, Maio e Junho, todos de 2016, tendo regularizado a situação logo que se apercebeu do lapso e não tendo sido a segurança social a pedir a regularização», que «nunca a sociedade, nem a A., em momento algum, foram notificadas da existência de qualquer irregularidade no pagamento das contribuições sociais, tendo a situação sido imediatamente regularizada, com o alerta dado pela sua contabilidade e mesmo antes de ter sido proferida a decisão de indeferimento»; que esta decisão de indeferimento «afeta a A., enquanto pessoa singular, titular de direitos constitucionalmente consagrados, principalmente o dos direitos adquiridos, incluído nos direitos sociais» porque «a A. sempre teve a sua situação contributiva regularizada, quem não teve a situação contributiva em dia foi a sociedade, mas apenas parcialmente»; que «a A., enquanto pessoa singular, dotada de personalidade jurídica, e por isso detentora de direitos sociais, com o indeferimento da proteção no desemprego, fica prejudicada por factos que, apenas e só, dizem respeito à Sociedade, violando-se assim o princípio da justiça»; que «a Sociedade enquanto pessoa coletiva dotada de personalidade jurídica é a única e exclusiva responsável pelos seus atos e omissões» e que assim «nunca a A. poderá ser prejudicada pelos atos ou omissões que aquela praticou»; que «a situação contributiva da A. sempre esteve regularizada» sendo «o fundamento do indeferimento é relativo a um facto imputável, exclusivamente, à Sociedade, mas que lesa, apenas e só, os direitos sociais constitucionalmente consagrados da A.» e que assim a decisão de indeferimento «viola também o mais elementar dos direitos fundamentais dos cidadãos, que é o princípio dos direitos adquiridos, uma vez que, à data da dissolução da sociedade, a A. enquanto pessoa singular, já há muito reunia todas as condições legais necessárias para beneficiar da prestação que requereu»; que «as contribuições em causa não estavam em falta, mas apenas pagas parcialmente, sendo que o pagamento integral foi feito voluntariamente mesmo antes de qualquer notificação da Segurança Social» e que assim «deveria ter sido proferida decisão de deferimento do requerimento de proteção no desemprego da A.».