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Com efeito, a atual administração do Condomínio teve conhecimento que o contrato foi celebrado entre o /cliente, alegadamente com base num direito de retenção judicialmente reconhecido, e pelo então administrador do Condomínio e sócio-gerente da sociedade ", Lda.”), Sr..  Todavia, de acordo com a Informação recolhida, a referida fração integra, desde 002011, a massa insolvente da sociedade comercial ") - Imóveis, S.A.”  )  Tanto mais quando se verifica que a renda, no montante de € 772,58 três setecentos e setenta e dois euros e cinquenta e oito cêntimos), foi liquidada, em 112014, pelo então administrador do Condomínio, por transferência bancária para a conta indicada pelo /constituinte  Por outro lado, observou-se ainda que a sobredita fração era curiosamente, há largos anos, Ininterruptamente habitada pela atual porteira do condomínio e pelo seu agregado familiar, fado que não se compadecia com a celebração de um novo contrato de arrendamento, em meados de 201  Nesta medida, a atual administração, visando colocar-se à margem de comportamentos menos claros, uma vez que não reconhece legitimidade a ambas as partes outorgantes inc. quanto ao então administrador do Condomínio que não dispunha de mandato para o, considerou destituído de qualquer efeito o contrato de arrendamento em causa.