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2 Aliás, a esmagadora maioria delas foram de facto obtidas nesse período:  - O documento n 1, acórdão do Tribunal Central Administrativo Norte, foi notificado ao réu em 202017;  - O documento n 2 foi obtido em 012017, tendo sido solicitado em 012017;  - O documento n 3 foi obtido em 012017;  - O documento n 4 foi obtido em 202017;  - O documento n 5, apesar de apenas ter sido obtido em 112017, só foi solicitado em 112017, consistindo em informação pedida pelo Ministério Público à secretaria judicial central do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, ou seja, o mesmo tribunal em que correm os presentes autos, pelo que, poderia facilmente ter sido obtido, em data anterior, considerando que todas as informações e documentos solicitados se encontram depositados nesse tribunal;  - O documento n 6 consiste numa simples listagem solicitada ao Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto que, apesar de datada de 212017, se desconhece quando foi solicitada, podendo facilmente ter sido obtida em data anterior, atenta a simplicidade das informações pedidas;  - O documento n 7 é mais uma listagem, cuja proveniência e autoria se desconhecem, não se encontrando datado;  - O documento n 8 foi obtido em 012017;  - O documento n 9 tem aposta a data de 20201  2 Assim, para além de o pedido de prorrogação de prazo não ter sido fundamentado, a verdade é que inexistiam informações que o requerido não pudesse ter obtido dentro do prazo inicial de 30 dias para contestar, conforme deriva do acima exposto.