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o facto de terem erigido, no início do referido troço de meação, um muro em pedra ou blocos de cimento com uma espessura superior a 15 centímetros, perpendicularmente à corrente do ribeiro, com uma largura de 1,75 metro, uma vez mais à revelia da DSRHD e sem pedirem prévia autorização aos A.A..  Alegaram os A.A. que tal forma de aqueduto é inadequada ao caudal de cheia estimado pelos competentes organismos oficiais e que, em razão da precipitação pluvial verificada no Inverno de 2000/2001, mais precisamente no dia 06/02/2001, ocorreu uma inundação sobre o seu prédio, proveniente de águas oriundas do referido Ribeiro , a qual penetrou na garagem daquele prédio, atingindo uma altura de cerca de 80 centímetros e submergindo as oito viaturas que se lá encontravam e vários outros objetos pertencentes aos A.A..  Alegaram ainda que inundação da garagem se repetiu várias vezes, tendo, na última delas ocorrida em 24/12/2002, a pressão da água feito ceder e destruir por completo o muro pertencente ao prédio dos A.A., na estrema sul, numa extensão de cerca de 15 metros.