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/1 do CIRE, com o estabelecimento duma qualquer relação de superioridade ou inferioridade entre o ativo e o. Enfim, o ónus da alegação e prova da "inexistência de situação de insolvência” tem a ver com outros factos, não estando em causa saber – daí que não tenhamos sequer entrado nessa discussão – se os requeridos/apelantes têm uma situação patrimonial manifestamente deficitária ou não; por outras palavras, embora as "contas” entre ativo e não possam ser feitas do modo equacionado pelos requeridos/apelantes – não se pode, a partir do valor máximo assegurado pelas hipotecas, dar como assente ser esse o valor da fração – o que é decisivo, em termos de ratio decidendi, é que o montante e as circunstâncias dos incumprimentos dos requeridos/apelantes revelam a impotência destes satisfazerem os seus compromissos vencidos e exprimem e significam só por si, não tendo eles alegado que dispõem de quaisquer meios de liquidez17, as suas inexoráveis situações de insolvência1  Em conclusão, o recurso não tem fundamento, improcedendo, assim, tudo o que os requeridos/apelantes invocaram e concluíram na sua alegação recursiva, o que determina o naufrágio do recurso e a confirmação do sentenciado na 1 instância, que não merece os reparos que se lhe apontam, nem viola qualquer uma das disposições indicadas.