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Inconformados, os sujeitos passivos reclamaram graciosamente e fundamentaram a sua posição na orientação que resultava para a AT do Ofício Circulado n. 20126, de 31 de Janeiro de 200  Nesta orientação administrativa explica-se que, por efeito da entrada em vigor da LOE 2008 Lei n. 67-A/2007, de 31 de, que alterou a redacção do n. 5 do artigo 3 do CIRS, aos subsídios à exploração passaria expressamente a aplicar-se o coeficiente de 0,2 E explica-se ainda que, pelo facto de o legislador ter atribuído efeitos retroactivos àquela medida relativamente ao exercício de 2006, o Centro de Estudos Fiscais emitiu um parecer, que esteve na base do Despacho n. 1223/2007-, do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, de 30 de Outubro de 2007, segundo o qual os "efeitos retroactivos” da medida de aplicação do coeficiente de 0,20 aos rendimentos provenientes de subsídios à exploração poderiam abranger também os rendimentos dos anos de 2005 e os dos anos anteriores, caso os sujeitos passivos tivessem apresentado reclamação graciosa sobre a questão e a mesma estivesse pendente de decisão.