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Em contestação, a Ré seguradora, aceitando a existência do acidente de trabalho, a existência de um contrato de seguro pelo qual a responsabilidade se encontrava transferida para si pela totalidade da retribuição € 1536,56) e os períodos de incapacidades temporárias e cura do sinistrado sem qualquer desvalorização, sustentou, contudo, que o acidente deve ser descaracterizado por o sinistrado ter violado regras de segurança definidas pela empregadora e que ele conhecia artigo 1, n. 1, alínea da Lei n. 98/2009, de 04-09, doravante – uma vez que, ao contrário do que fez o sinistrado que para retirar uma tranca se posicionou sobre a máquina, a retirada das trancas de segurança dos rolos superior devia ser realizada através de acesso pela plataforma – e também por negligência grosseira do sinistrado alínea do referido n. e artigo – uma vez que ao realizar a tarefa nos termos em que realizou actou com negligência grosseira, tendo o acidente ocorrido apenas por esse motivo.