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Face ao que ficou dito, por ser idêntico o caso em análise e não vislumbrarmos qualquer fundamento para divergir desta jurisprudência, entendemos que a presente ação se encontra abrangida pelo disposto no artigo 1-E, do CIRE, pois que, relembrando o que se disse anteriormente, não obstante a lei não distinguir quais as acções que se suspendem por exemplo se acções declarativas e/ou nem o que deve entender-se para efeitos legais, por cobrança de dívidas, considera-se no entanto que, pretendendo-se que o devedor através do processo de revitalização obtenha acordo unânime ou maioritário) com os credores, tendo em vista a sua recuperação económica, esse objectivo só poderá ser alcançado se aí estiverem previstas todas as acções que contendam com o património do devedor No caso que se aprecia, não existindo dúvidas sobre a anterioridade dos créditos peticionados na ação em relação à data da propositura do PER, contendendo esses como se disse anteriormente com o património da Ré, por força do já referido artigo 1-E, n. 1, do CIRE, uma vez proferida a decisão a que se refere a alínea, do n3, do artigo 17-do CIRE, tal decisão obsta à instauração de quaisquer acções para cobrança de dívidas contra o devedor e, durante todo o tempo em que perdurarem as negociações, suspende, quanto ao devedor, as ações em curso com idêntica finalidade  Escreveu-se no Acórdão desta Secção de 08/09/20144 – que acompanhamos aqui de muito perto, incluindo com citações do seu texto: "...) se, como se disse, com o PER se pretende obter o acordo dos credores e a revitalização do devedor, tal só adquirirá pleno sentido se todos os credores que possam contender com o património do devedor forem chamados à acção.