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Sobre esta matéria, argumentam os Apelantes: ·        Que os actos praticados não correspondem a qualquer disposição em proveito pessoal ou de terceiros; ·        Que o crédito da credora .. estava especialmente garantido por via de hipotecas e penhores sobre os bens que constituíam o património da Insolvente; ·        Que, com os actos praticados – dação em cumprimento dos referidos imóveis e cessão de crédito, emergente da venda de bens de equipamento – a Insolvente extinguiu as suas responsabilidades bancárias no valor de 05301,39€, o que não aconteceria caso os bens fossem vendidos no âmbito da insolvência, tendo em valor que o valor pelo qual os bens e crédito foram cedidos é superior ao valor de mercado dos bens e, consequentemente, ao valor que poderia ser obtido pela sua venda na insolvência; ·        Que, se aqueles negócios não tivessem sido celebrados, a venda insolvencial não chegaria sequer para total satisfação dos créditos do credor garantido; ·        Que a insolvência resultou da conjuntura económica, não tendo sido criada ou agravada por actuação do Recorrente, pelo que deve ser julgada fortuita.