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Entende o recorrente que os factos referidos no item anterior, foram incorrectamente julgados e existem no processo meios probatórios que impõem decisão diversa, ao abrigo do disposto no artigo 64, n. 1, alíneas, e do CPC ex do disposto no artigo  do CPTA;  A douta sentença ao dar como provado no ponto 5 :” A condutora não travou nem tentou, de modo algum imobilizar o veículo" padece de erro de apreciação da prova, uma vez que resulta da dinâmica do acidente dada como provada e do depoimento da condutora do veículo sinistrado que a mesma, atento o estado da via com que não contava, perdeu o controlo do carro e imobilizou alguns metros à frente;  A condutora não teve forma de imobilizar a viatura porque estava em cima de um piso com lama, com aderência nula tendo o carro derrapado atento também o declive do piso.