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4- Entre o entroncamento pelo qual a falecida A..... acedeu à EN 358 e o local do acidente não havia qualquer sinalização vertical informativa de obras na estrada, quer ao meio da faixa de rodagem, quer na berma do lado direito, atento o sentido da marcha; 5- Deve ser dado como provado a existência quer do sinal A29 – perigos vários, primeiro entroncamento quer do sinal A23 – trabalhos na via de acesso ao entroncamento pelo qual a falecida A..... acedeu à EN 358; 6- A linha central da faixa de rodagem era suficientemente percetível para quem circulasse, como a vítima, na hemifaixa do lado direito; 7- A estrada tinha 6,40m de largura com hemifaixas de 3,20m, facto provado em e participação de acidente de viação junta com a petição 8- Não existia qualquer ressalto na hemifaixa por pavimentar, nem tal hemifaixa apresentava buracos, facto provado e) 9- A berma existente no local do acidente tinha uma largura de 5,30m participação de acidente de viação junta com a petição 10- Deve ser modificado o texto do facto dado como provado em passando do mesmo a constar "sem deixar rasto de travagem na hemifaixa mas deixando marcas do rodado do veículo na berma do lado direito” 11- Deve ser considerado como provado que a vítima conhecia o andamento das obras de pavimentação no troço em causa; 12- Nenhuma das testemunhas presenciou o acidente participação de acidente de viação junta com a petição 13- A vítima conhecia bem o local e a estrada em que ocorreu o acidente facto provado em 14- As condições atmosféricas eram boas participação de acidente de viação junta com a petição 15- No sentido em que circulava a vítima A..... era uma reta com boa visibilidade, seguida de uma curva aberta para a esquerda facto provado em e 16- O veiculo sinistrado não era aquele que a falecida A..... habitualmente conduzia, facto provado em 17- A falecida A....., vinha da localidade do carvalhal  facto provado , 18- Chegada a um entroncamentos que ligam a EN 358 à via de acesso daquela localidade, virou à esquerda e passou a circular naquela estrada nacional, no sentido Andreus, facto provado 19- pela hemifaixa de rodagem do lado direito atento o seu sentido de marcha  facto provado 20- em cumprimento do o artigo 13 do Código da Estrada segundo o qual " O trânsito de veículos deve fazer-se pelo lado direito da faixa de rodagem e o mais próximo possível das bermas ou passeios, conservando destes uma distância que permita evitar acidentes.” 21- circulou cerca de 300 metros em recta  facto provado 22- A sentença recorrida desrespeita a Constituição da República Portuguesa, n4 artigo 20; 23- A Recorrente adotou como informação aos utentes da via, não a sinalização através de flat cones, mas, a sinalização já existente na estrada e relativa à linha longitudinal central e à guia; 24- A Recorrente, não desrespeitou as regras da sinalização temporária pelo que não deve ser considerada culpada nos termos da presunção do artigo 493 do Código Civil; 25- Caso assim não se entenda deve a mesma ser absolvida por não ter dado causa ao acidente; 26- A Recorrente não violou o disposto no artigo 563 do Código Civil, não se verificando nexo de causalidade entre a prática da Recorrente e os danos verificados”.