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In fine, importa relevar que não obstante a Recorrente evidenciar que a sentença deveria ter dado como provado que os valores lançados a crédito na conta 25 empréstimos de sócios) não resultam de suprimentos, mas sim da acumulação ao longo dos anos das diferenças verificadas entre os valores reais e os valores declarados nas vendas- e ainda que tal alegação seja vaga, genérica e sem a devida substanciação espácio-temporal e sem a competente convocação dos respetivos meios probatórios- a verdade é que, ainda assim, tal alegação em nada consubstanciava um facto mas, tão-só, um juízo conclusivo, os quais, como é consabido, não podem integrar o acervo probatório.