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No que concerne à restante matéria de facto impugnada - atinente aos pontos G), H), ), ) e N), dos "Factos provados” -, temos que a apelante defende, no essencial, que o Tribunal a quo nunca podia considerar provada tal matéria, porquanto não existe prova direta do furto e, para além das declarações do próprio autor e da sua esposa testemunha S., nenhuma prova foi feita no sentido de que o veículo OZ tenha estado no local do alegado furto no dia e período temporal em que se deu como provado que tal subtração ocorreu - já que, para além do declarado pelo próprio autor e sua esposa, ninguém viu o OZ junto ao restaurante ... no dia do seu alegado furto -, resultando mesmo do conjunto da prova concretamente indicada pela apelante que o referido veículo não esteve nem podia estar no restaurante ... no dia 07-07-2016 ou estacionado nas suas redondezas - do registo da leitura das chaves resulta que não pode ser verdadeira a alegação do A e sua esposa de que ambas estavam no carro no momento da sua "última” utilização, porquanto se as duas chaves estiverem no veículo ao mesmo tempo, ambas apresentam a mesma leitura - sendo também inverosímil a alegação de que se deslocaram até ao restaurante ... desde sua casa - já que resulta da leitura do registo das chaves do veículo uma das chaves apresentava como data e hora da última utilização o dia 07-07-2016, pelas 19h53, tendo o veículo 22359 km percorridos nesse momento e em local cuja temperatura exterior ascendia a 27,50 e a outra como data e hora da última utilização o dia 07-07-2016, pelas 20h54, tendo o veículo 22386km percorridos nesse momento e em local cuja temperatura exterior ascendia a 25 - o que retira qualquer credibilidade à versão dos factos apresentada pelo e sua esposa, tornando muito mais plausível que o veículo, afinal, não tenha estado de facto no local, nem tenha sido furtado, mas antes movimentado mediante o uso de uma das suas chaves que não estavam ambas junto ao carro pelas 20h54m do dia 07-07-2016) até lugar distinto daquele onde se diz ter sido subtraído, tal como foi convicção expressamente enunciada pelas testemunhas P. e N. B., nas passagens transcritas no corpo das alegações.