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Face aos factos apurados é manifesto que a apelante ocultou do tribunal e do fiduciário o seu direito à herança e que dispôs desse direito em benefício de terceiros, ocultação de que o requerente só teve conhecimento após o despacho inicial de exoneração, desde logo porque, relativamente ao repúdio, a escritura só foi realizada em 8 de maio de 2018, já depois da insolvente ter sido notificada, em 112017 pelo fiduciário para juntar a declaração para efeitos de IRS relativa ao ano de 2016 e demais elementos que considerou necessários para a elaboração do relatório relativo ao 1 ano de cessão – outubro de 2016  setembro de 2017 carta junta com o requerimento do fiduciário de 1302018), o que levou o fiduciário a afirmar que o repúdio teve lugar porque inquiriu a apelante sobre as rendas declaradas na declaração para efeitos de IRS.