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No que tange ao ressarcimento de tal dano, volvendo-nos novamente no citado acórdão do STJ, ai se refere que  «Não se destinando a atribuição pecuniária pelo dano moral a pagar qualquer preço pela dor – "pretium doloris”, que é de todo inavaliável, mas antes a proporcionar à vítima uma quantia que possa constituir lenitivo para a dor moral, os sofrimentos físicos, a perda de consideração social e os sentimentos de inferioridade inibição, frustração e menor, a quantia a arbitrar é fixada com recurso à equidade devendo ser ponderada, no caso, a gravidade objetiva do dano, mormente a sua localização, extensão e irreversibilidade as lesões na face são psicologicamente mais traumáticas que noutra parte do corpo e as circunstâncias particulares do lesado – a idade, o sexo e a profissão».