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Por assim serem as coisas é que a Relação de Lisboa decidiu, em acórdão de 15-07-2015, no processo n. 2899/14TTLSB.L1-A-4, publicado em http://www.dgsi.pt, que "nos casos de coligação à pluralidade de sujeitos corresponde também uma pluralidade de pedidos, ainda que a causa de pedir possa ser a mesma, pelo que a actividade jurisdicional se dirige aqui à definição, mais individualizada, desses alegados direitos de cada uma das partes coligadas"; é que em todo o caso "a coligação activa consiste numa associação voluntária de autores para formularem pretensões distintas e diferenciadas por cada um deles, por razões de economia processual e de meios em geral, que se traduzem numa cumulação de acções conexas mas que mantêm a respectiva individualidade".2 Daí a conclusão expressa pelo Supremo Tribunal de Justiça, em acórdão de 16-12-2020, no processo n. 303/18T8HRT.LS1, publicado em http://www.dgsi.pt e citado pelo Exm.