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- Entendem os Recorrentes que o Tribunal «a quo» deveria dar como provado que a elevação da cota do leito do caminho em 80 , numa extensão de cerca de 50 metros, contados ininterruptamente até ao aludido portão existente no prédio descrito no ponto 5 dos factos provados da sentença de  instância, e o desnível existente entre o termo da zona pavimentada e referido portão impede/estorva o gozo das utilidades que a servidão tem por objecto; - Entendem os recorrentes que devem ser julgados provados os seguintes factos:  a) Que o embargante elevou a cota do leito do caminho em 80 , numa extensão de cerca de 50 metros, contados ininterruptamente até ao aludido portão, deixando o desnível de cerca de 0,80m entre o termo da zona pavimentada do caminho e o referido portão; b) que os factos referidos em obstam/estorvam/impedem o gozo das utilidades que a servidão tem por objecto, g., a passagem a pé, com carros de bois ou alfaias agrícolas, ou com veículos motorizados excluindo camiões e veículos, para execução de trabalhos nas leiras e para roçar mato, violando, desse modo, a obrigação de abstenção e., de não impedir, estorvar ou diminuir o gozo/exercício da servidão) em que foram condenados.