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21 a 24 – que aqui se dá por reproduzida – consta, quanto à situação habitacional e escolar, que, na sequência da nova diligência promovida pelo Ministério Público e determinada pelo M Juiz do processo: -a situação das crianças "continua a ser de enorme complexidade”; -a progenitora "atravancou” a tentativa de marcação da visita nos dias 25, 26, 29 e 30 de Março e 01 e 06 de Abril com o pretexto de que tinha consultas no Hospital de São João e que saía cedo e só voltava à noite, afirmando que no dia 30-03-2021 tinha lá 3 consultas agendadas, uma de manhã para a S. e duas de tarde para si, tendo a Assistente Social de Pediatria daquela Hospital informado a Técnica que só havia marcadas duas consultas de tarde, uma para ela e outra para a S. e que faltou a consultas em 2020 e ultimamente a uma no dia 29-03-2021; -em face disso, as Técnicas da SS, efectuaram a visita no dia 30, pelas 9,30 horas, tendo sido recebidas, primeiro, pela senhoria da casa, e só depois pela , acompanhada do F., que se mostrou apressada a pretexto de já estar a sair para as consultas e "de caminho” levar o trabalho da confecção, trabalho este de costura em que aquela estava a ajudá-la; -a S. encontrava-se ainda a dormir numa cama de grades, num quarto; -"observou-se ainda maior desorganização que na visita anterior  roupas aparentemente lavadas, sobretudo na sala”; "na casa de banho havia algumas roupas sujas no chão”; "caixas por toda a casa”; "tinha ainda mais «tralhas» espalhadas nas áreas comuns, destacando-se grande número de caixas de cartão na cozinha”; -nesta foi ainda observada "loiça aparentemente lavada por todo o lado, tachos e panelas no fogão com vestígios de comida, dois gatos circulavam por cima dos armários com alimentos descobertos e várias caixas no chão e armários”, "na mesa da cozinha observaram-se alimentos destinados às crianças”; -foi dito que, num quarto, já com a cama feita, dormira o , embora o mesmo se destine no futuro para a S.; -na sala não visitada na última vez, havia três sofás "totalmente ocupados com roupas”, salvo um onde se encontrava o a ver TV; a roupa por dobrar que havia num segundo a tinha sido apanhada no dia anterior; havia mais duas cadeiras com roupas dobradas; dois armários e uma mesa no canto da sala também com muita roupa; "muita desordem na sala, como sapatos no chão e outros pertences espalhados”, tendo a respondido que "tenho três crianças, não é fácil”; a senhoria referiu que ainda não tinha concluído todas a obras, havia muita roupa espalhada fora do lugar porque, apesar de ela e marido, viverem no rés-do-chão, ainda mantêm ocupado o roupeiro do quarto com as suas roupas; o F. interagiu normalmente; o manteve-se no sofá; a S. acordou entretanto, "sem emitir choro ou qualquer outro som”; -"Podemos verificar que a S. tinha um golpe no meio da parte superior do nariz, já cicatrizado”, tendo a alegado que ela tinha caído na cozinha e não havendo referência a qualquer "acto clínico”; -a progenitora informou que a S. compareceu na creche apenas nos dias 24 e 25 de Março últimos e que no dia 26 "conseguiu” um atestado médico porque a educadora lhe ligara a dizer que a menina "coçara” a ferida do nariz, tendo a Educadora explicado às Técnicas que "durante a sesta a S. mexeu na ferida e fez um pouco de sangue, descolando pontos de cola cola cirúrgica?