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Para que sobre isto não haja a menor dúvida, repare-se como a Relação, ao julgar o recurso no P. 6917/13T8GMR, reapreciou a prova produzida, nomeadamente o depoimento da testemunha ora réu alguns:  "Neste contexto, é verosímil o relato feito pelo filho e pela mulher do Autor, no sentido não só de que a iniciativa de investimento do dinheiro da conta à ordem na aplicação ora em causa partiu da esfera do Banco concretamente, da testemunha A. F., então funcionário do, como também que, segundo o funcionário que falou com eles o referido A., "aquilo era uma conta-poupança”, um investimento "sem risco” nas palavras do filho do, era "pôr o dinheiro a prazo” na expressão da mulher do.