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Atenta a matéria de facto provada está em causa a apreciação da validade das seguintes cláusulas introduzidas no contrato e que constam dos factos provados sob o ponto 3: "A sociedade mutuáriavem juntar à presente carta uma livrança com montante e vencimento em branco, devidamente datada, subscrita pela sociedade e avalizada por : 1- F e E 2-  e  Ficando desde já consignado e aceite por todos, que o preenchimento dessa livrança será feito pela B, quando tal se mostre necessário, a juízo da própria B, se houver falta aos compromissos e obrigações a assumir pela sociedade no financiamento acima indicado de cujos termos a parte devedora e os avalistas têm pleno conhecimento, tendo em conta, nomeadamente, o seguinte: a)a data de vencimento será fixada pela B quando , em caso de incumprimento pela parte devedora das obrigações assumidas, a B decida recorrer à realização coativa do respetivo crédito;” Na apreciação da questão devemos começar por apreciar da validade das cláusulas, pois sendo nula, não produz qualquer efeito e dessa forma, fica prejudicada a sua interpretação no contexto do contrato e bem assim, se os factos provados se podem subsumir ao regime ali previsto.