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Resulta de forma clara da redação deste ponto que o mesmo efetivamente se refere à aplicação de direito, remetendo para o Decreto-Lei n. 133/2009, de 02/06 e, concluindo pela mora do Réu considera serem devidos juros entre 18/07/2017 e 27/03/201 Assiste desde logo razão à Recorrente quando refere não alcançar porque entendeu o tribunal a quo serem devidos juros de mora entre 18/07/2017 e 37/03/2018; de facto, no ponto dos factos provados consta que o Réu deixou de efetuar os pagamentos da conta-cartão nos termos contratados, a partir de junho de 2019, com o consequente cômputo de juros moratórios sobre os montantes devidos, à taxa convencionada e do ponto que à data de emissão do último extrato 18/05/2020), a dívida do Réu para com a Autora ascendia a €2390,81 a título de capital, tendo o tribunal a quo condenado no pagamento de juros a partir desta data.