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Se tal não conseguiu unanimidade entre as testemunhas que depuseram em audiência, pode ter-se ao menos considerar-se ter sido pacífico entre elas o reconhecimento de que o progenitor sempre foi para os filhos um pai afectuoso e carinhoso, tratando-os ‘afectivamente’ muito bem um ‘excelente pai’), que partilhava com a progenitora todas as tarefas a eles relativas – testemunha N –, que com eles se preocupa, dando-lhes carinho – testemunha K –, que é cuidadoso – testemunha S – e tal como a mãe) um pai extremoso – testemunha T –, que com os filhos mantém relação muito próxima, prestando os cuidados adequados o banho, g.) – assim a testemunha J.  Ainda a este propósito, referiram os pais e irmã do progenitor que este é um pai extremoso, muito presente, que interage com os filhos e lhes dá atenção brinca e joga com eles, faz os trabalhos de, que se lhes dedica inteiramente até em prejuízo da sua actividade, prestando-lhes os cuidados de higiene, alimentação e saúde – que as crianças se sentem muito felizes com o progenitor.