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Decidindo farão a Costumada Justiça.” O Oponente, aqui Recorrido, notificado, apresentou contra-alegações, nas quais alcança as conclusões com os seguintes termos: " A)	Não existem fundamentos para revogar a sentença proferida pelo Douto Tribunal a quo, a qual deverá ser mantida por esse Douto Tribunal ad quem, na medida em que não estão preenchidos os pressupostos de que depende, nos termos do artigo 1 do CPT, a reversão contra o Recorrido dos processos de execução fiscal objecto dos presentes autos;  B)	Independentemente da figura civilística do mandato fazer repercutir na esfera jurídica do mandante os efeitos da actuação do mandatário, o facto de o Recorrido ter outorgado uma procuração a favor do seu irmão conferindo-lhe poderes de vinculação da sociedade não corresponde ao exercício indirecto da administração, não podendo por este motivo considerar-se que o Recorrido foi administrador de facto da G.. entre 1 de Dezembro de 1994 a 4 de Janeiro de 1996;  )	Também do facto de o Recorrido ter aposto a sua assinatura em relatórios de gestão e de contas entre 1 de Dezembro de 1994 a 4 de Janeiro de 1996 não se pode retirar que tenha exercido de facto das funções de administrador neste período, na medida em que não foi ele quem elaborou esses documentos e que apenas os assinou por indicação do seu irmão, esse sim administrador de facto da G..;  )	O Recorrido foi administrador de direito da G.. entre 31 de Janeiro e 1 de Agosto de 1998, data em que renunciou ao cargo através de carta entregue para o efeito ao Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, que a aceitou.