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Não podendo a ora Recorrente manifestar concordância com o doutamente vertido em tal decisão, entende que a questão decidenda a submeter ao julgamento do Tribunal ad quem consiste em saber se o douto Tribunal recorrido laborou em incorreta apreciação e valoração da factualidade dada como assente, errónea subsunção da matéria considerada como provada aos comandos normativos contidos no n. 3 do artigo 1 do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado, deficiente seleção da matéria de facto relevante para a decisão da causa, segundo as várias soluções plausíveis da questão de direito controvertida e incorreta interpretação e aplicação das regras que disciplinam o ónus da prova, contidas no artigo 7 da Lei Geral Tributária.