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Quanto à dominialidade do prédio em causa nestes autos, realidade jurídica devidamente identificada no ponto 1 dos factos provados, já foi determinante a prova testemunhal, , filho do R. e irmão da A., o depoimento de parte da A., na parte não confessória, e as declarações de parte do R.. É deste trio que de pessoas, pai R.) e filhos A. e, que o tribunal chega à conclusão de facto que o prédio em causa identificado no ponto 1 dos factos provados e já não aquele que resultou de teve a sua propriedade originariamente numa terceira pessoa, que posteriormente passou para o domínio do R.. Conclui-se assim, que a realidade dos factos, tal qual foi apreendida– escrituras e registos.