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)- Entende a ora Recorrente que não se encontram minimamente verificados e provados, para mais face ao aditamento à matéria de facto do facto supra indicado supra bem como a supressão do outro, os dois requisitos cumulativos dos quais depende o decretamento da providência cautelar de Arresto: a probabilidade da existência do crédito e a existência de justo receio de perda da garantia patrimonial; )- Pois entende a Recorrente que não foi alegado, nem provado, pelos Requerentes como lhes que já estavam reunidas todas as condições documentais para que pudessem exigir a realização do contrato prometido e, consequentemente, que a Requerida se encontrava, sequer, em incumprimento para com eles, pelo que, não existindo prova de incumprimento, consequentemente também não emerge qualquer direito de crédito do contrato em crise e da respectiva resolução) para os Requerentes; N)-Como também entende que nenhuma prova se fez de qualquer comportamento do qual se possa objectivamente extrair que a Requerida encetou uma actuação de venda, ocultação ou depauperação de bens, que esta possui uma actividade débil e deficitária actividade, ou ainda que não possua património suficiente para fazer face a uma eventual condenação na quantia alegada pelos Requerentes; O)-Mais entende a Recorrente que ficou suficientemente provado que esta é proprietária de máquinas, carros e, pelo menos, um imóvel na Região Autónoma da Madeira cujo o valor tributário é superior ao valor que os Requerentes supostamente pretendem acautelar com o decretamento e manutenção do presente arresto; P)- Sendo que, em concreto, entende a Recorrente que a existência de justo receio de perda da garantia patrimonial só pode ser constatada através de uma análise objectiva da situação da Requerida, e não se podendo bastar com "o receio subjectivo do credor, baseado em meras conjecturas, já que para ser justificado há-de assentar em factos concretos que o revelem à luz de uma prudente apreciação.” ...) nem com o simples facto da Requerida não reconhecer extrajudicialmente as pretensões pecuniárias dos Requerentes e, consequentemente, não aceder às mesmas.