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138/11TBELV.e1, in base de dados da DGSI.. 1Assentes nas premissas que se acabam de expor, contrariamente ao sustentando pela entidade administrativa apelada, no ato impugnado de 17/03/2018, não se provou que B. exercesse a atividade de tráfico de estupefacientes no arrendado, mas o que se provou é que aquele dedicando-se à atividade de venda direta de cocaína e heroína a terceiros, pelo menos no período de 21/05/2015 a 05/04/2016, e utilizando o arrendado para pernoitar em período não concretamente, utilizou o arrendado para nele guardar a quantia de 400,00 €, no interior de um cofre de cor presta, ocultado no interior de uma cómoda, num dos quartos daquele, quantia essa que constituía lucro da venda direta a consumidores de produtos estupefacientes, onde essa quantia de dinheiro veio a ser encontrada e apreendida no dia 31/10/2015 cfr.