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Ou seja num cenário de absolvição ainda que sem trânsito em é altamente provável que a decisão de "perda alargada” prevista no art 7 do da Lei n 5/2002 de 11 nunca venha a ocorrer no processo principal pois que tal "perda” tem como pressuposto a condenação pela prática de um dos crimes previstos no catálogo constante do art 1 do mesmo e nessa medida não se justifica por ser até manter uma restrição ou proibição de livre disposição de bens por parte de determinados cidadãos sobre os quais deixou de recair qualquer suspeita da prática de, como garantia duma futura decisão de perda alargada, que já se sabe, ser altamente provável não vir mais a ser decretada.