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925 a 93 No âmbito da divisão de coisa comum, visando-se a formulação de um juízo essencialmente divisório2, releva, sobretudo, a distinção entre coisas divisíveis e indivisíveis, independentemente da fonte que a origina, caraterizando-se como uma ação de natureza real e constitutiva, por implicar uma modificação objetiva e subjetiva do direito real que incide sobre a coisa, pelo que, caso se verifique a divisibilidade da coisa, o direito de propriedade será fragmentado, quer quanto aos sujeitos quer quanto ao objeto, no caso de indivisibilidade, existe igualmente uma transformação do direito de compropriedade, em direito de propriedade singular, sendo o seu titular outro ou outros sujeitos Refira-se, atentas ao art.