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O tribunal a quo entendeu, não obstante ter considerado inexistirem elementos que lhe permitissem concluir pela existência de conluio entre a Autora e o locatário, que não basta a existência da participação criminal para que o tribunal se convença da ocorrência do furto, subsistindo sérias dúvidas sobre a verificação do sinistro o furto da pelo que deveria responder a essa matéria contra a parte a quem a prova do facto aproveita, ou seja a Autora, tendo julgado não provado que no dia 17 de dezembro de 2018, R. J., locatário do veículo, o tenha estacionado, na Rua ..., em Guimarães, pelas 200 horas, tendo, pelas 100 horas do dia seguinte 18/12/2018) constatado que o mesmo não se encontrava no local onde o havia estacionado.