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Conforme resulta do que se acaba de dizer, a decisão de 22/06/2020, foi proferida pela 1 instância no âmbito da reclamação apresentada pela apelada contra a decisão da agente de execução, que julgou que a mesma se encontrava regularmente citada para os termos da presente execução, através da carta registada, com aviso de receção, que expediu para a África do Sul, tendo naquela decisão o tribunal a quo basicamente declarado procedente essa reclamação e declarado a nulidade dessa citação, pelo que se suscita a questão prévia de se saber se essa decisão é recorrível;  b- se ao suspender a execução sem que a apelada executada e tivesse prestado caução, a 1 Instância incorreu em erro de direito.