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Mas não é despiciente relembrar que nos termos Estatuto antigo aprovado pela Lei n 47/86) 	não só era contemplada a interligação entre a atuação judicial do MINISTÉRIO PÚBLICO em 	representação do ESTADO e os demais serviços do Estado, cuja atuação estivesse implicada, como 	se previa que ao Ministro da Justiça competia transmitir, ainda que por intermédio do Procurador-Geral 	da República, instruções de ordem específica nas ações cíveis e nos procedimentos tendentes à 	composição extrajudicial de conflitos em que o Estado fosse interessado ou autorizar o Ministério 	Público, ouvido o departamento governamental de tutela, a confessar, transigir ou desistir nas ações 	cíveis em que o Estado fosse parte cfr.