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do TRL de 18/09/2012, Graça Araújo; Rute Teixeira Pedro, in "A Responsabilidade Civil do Médico”, Coimbra Editora 2008, p. 229-230; Nuno Santos Rocha, in "A "Perda de Chance” Como Um Nova Espécie de Dano”, p. 66-67; Vera Lúcia Raposo, in "Em busca da chance perdida – O dano da perda de chance, em especial na responsabilidade médica”, in Revista do Ministério Público n 138, Abril/Junho-2014, p.32; e Patrícia Helena Leal Cordeiro da Costa, in "Dano da perda de chance e a sua perspetiva no Direito Português”, p. 75, inwww.verbojurídico.pt) distinguem aqui três operações distintas a efectuar: avaliar, primeiro, qual o valor económico do resultado em expectativa e, de seguida, a probabilidade que existira de o alcançar, não fora a ocorrência do facto antijurídico; este segundo valor, calculado numa percentagem - traduzindo a consistência e a seriedade das "chances” - terá que ser, por fim, aplicado ao primeiro, para que se possa finalmente obter o valor pecuniário do dano da "perda de chance”.