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34377410, impunha-se ao Tribunal "a quo” concluir que tem todo o interesse em intervir nos autos, e defender-se da reclamação de uma dívida que, por força dos efeitos jurídicos decorrentes da lei holandesa quanto às fusões, veio a integrar a sua esfera jurídica  h)- Também perante a exacta similitude entre o ordenamento jurídico holandês e o disposto no artigo 112 do CSC, impunha-se ao Tribunal "a quo” concluir que todos os direito e obrigações da Ré R Media - B.se transferiram para a Opoente  - B.; )- Por força da demonstrada incorporação, um correcto entendimento pelo Tribunal "a quo” da posição processual ocupada – espontaneamente - pela  - B.. deveria ter levado à conclusão de que esta se encontra em juízo a defender um direito próprio; j)- Não há, pois, que convocar, como erradamente faz a decisão recorrida, o regime dos artigos 338, n. 1 e 33, n. 1 do CPC, porquanto pressupõem a intervenção de um terceiro, e a  - B.não é um «terceiro» relativamente à R Media - B.,  k)- Por força do efeito jurídico das sucessivas fusões, a  - B.«é» a R Media- B.; )- Estatui o artigo 269, n. 2, do CPC que, no caso de transformação ou fusão de pessoa colectiva ou sociedade, parte na causa, a instância não se suspende, apenas se efectuando, se for necessário, a substituição dos representantes;  )- Com a sua intervenção espontânea no processo, a  - B.veio substituir a R Mediae ocupar a posição de Ré; n)- Os princípios da economia processual e da adequação formal, a par do dever de gestão processual, impunham ao Tribunal "a quo” «aproveitar» a intervenção espontânea da  - B.. e, demonstrada por meio idóneo a incorporação –no «final do dia»- da R Media - B.. na  - B.,devia ter sido declarada parte legítima, rectius, admitida como Ré;  o)- É de tal modo inquestionável o interesse da  - B.em opor-se à pretensão da ora Recorrente, que o fez de forma espontânea e inequívoca em defesa de um interesse seu, esgrimindo argumentação claramente destinada a fazer soçobrar essa pretensão;  p)- Ao decidir como fez, o Tribunal "a quo” violou o disposto nos artigos 369 a 371 do Código Civil, que deveriam ter sido interpretados e aplicados no sentido de considerar que os Extratos do Registo Comercial da Câmara de Comércio Holandesa são documentos autênticos e fazem prova plena dos factos deles constantes;  q)- Tais documentos contêm uma menção que atesta a sua veracidade e credibilidade e resulta dos mesmos que foram obtidos/emitidos em 29/10/2018, sendo por isso actuais, devendo presumir-se que advêm da autoridade a quem são atribuídos, nos termos do artigo 370 do Código Civil;  r)- O Tribunal "a quo” violou ainda o disposto nos artigos 11 e 577, alínea, do CPC, que deveriam ter sido interpretados no sentido de considerar que a  - B.,por força das fusões e incorporações atrás referidas, é susceptível de ser parte nos presentes autos, e tem interesse em defender-se da pretensão trazida a juízo pela ora Recorrente;  s)- O Tribunal "a quo” violou ainda o disposto no artigo 112 do CSC, que deveria ter sido interpretado e aplicado no sentido de considerar que, por força da fusão, todos os activos e passivos da R Media - B.. se transferiram para a esfera jurídica da  - B.,e a dívida que era outrora da primeira responsabiliza agora a segunda.