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No caso em apreço independentemente da perfeição ou imperfeição da impugnação da matéria de facto, o certo é que quer na alegação do recurso, quer nas suas conclusões ainda que nestas de forma menos explicita limita-se a indicar a decisão que deve ser proferida sobre os pontos de facto que, o Recorrente manifesta de forma inequívoca a sua discordância com a decisão da matéria de facto, indicando documentos e transcrevendo na alegação de recurso os depoimentos das testemunhas que lhe permitiam retirar conclusões diferentes das que constam dos factos provados e não provados, indicando os específicos pontos de facto que impugna, bem como a decisão que no seu entender deve sobre ser proferida, encontrando-se suficientemente preenchidos os requisitos a que alude o artigo 64 n. 1 e 2 al.