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Sobre o que se poderá considerara um "país terceiro seguro”, a contrario sensu em especial tendo em consideração a ligação entre o Recorrente e os EUA, onde viveu 13 anos, primeiro com a sua mãe e depois com o seu cônjuge), veja-se o que vem sumariado no acórdão deste TCA – Sul, datado de 102018, proferido no processo n 2163/17BELSB e segundo o qual: " – Para que um país, que não um Estado membro, possa ser considerado "país terceiro seguro” é necessário, nos termos da alínea do n 1 do artigo 2 da Lei n 27/2008, de 30 de Junho, que exista uma ligação entre o requerente de asilo e o país terceiro em causa que permita, em princípio, que essa pessoa se dirija para esse país, ligação que não existe quando o requerente de asilo apenas permaneceu no País terceiro, onde requereu asilo, durante um período de 28 dias, País no qual não reside qualquer familiar, dado se ter provado que a família do requerente reside na Alemanha, na França e no Egipto.