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Este é o entendimento que tem vindo a ser acolhido de forma maioritária pela nossa Jurisprudência e Doutrina mais autorizadas na matéria, sendo sintomático disso mesmo não só o Acórdão que serve de fundamento à presente Revista, como o Acórdão proferido por este Supremo Tribunal de Justiça, em 002020, no âmbito do Processo n. 45639/13YIPRT.GS1, e, bem assim, nos Acórdãos proferidos pelo Tribunal da Relação de Guimarães, em 102020, no âmbito do Processo n. 43622/10YIPRT.G1; em 302020, no âmbito do Processo n. 43621/12YIPRT.G1; e em 202019, no âmbito do Processo n. 46229/16YIPRT.G1;  Onde, em idênticas circunstâncias de facto, se decidiu ser a jurisdição administrativa a jurisdição competente para dirimir litígios resultantes da relação contratual entre uma concessionária de serviços públicos e sociedade de advogados, designadamente, quando esteja em causa a cobrança de honorários devidos pelo patrocínio forense.