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Em sede inicial, a autora, visando obter a nulidade ou a anulação das deliberações sociais tomadas nas assembleias gerais realizadas nos dias 31/01/2018que renovaram as deliberações tomadas em assembleia geral do dia 23/07/2010, e que determinaram a sua exclusão como sócia da ré);27/12/2012nisso incluindo o aumento de capital da sociedade, bem como a correspondente alteração ao artigo 3 do seu pacto; e 10/07/2014nisso incluindo a alteração do objecto social da sociedade, bem como a correspondente alteração ao artigo  do seu pactosustentava nos autos que a viciação dessas deliberações contendiam com o facto de a sua exclusão como sócia da ré ter sido sustentada numa norma do pacto social - artigo 1 - que fora introduzida nas deliberações tomadas nas assembleias gerais realizadas nos dias 07/05 e 01/06, e que foram impugnadas pela autora em acção própria, no processo n. 430/10TBP, tendo sido anuladas por acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 13/07/201 Deste modo, alegava a autora, a decisão ali proferida acarretava a nulidade das deliberações tomadas na assembleia geral aqui em causa, realizada no dia 31/01/2018 renovatórias), bem como de todas as deliberações tomadas desde 01 de Junho de 2010 para as quais a autora não foi convocada, tendo em atenção a qualidade de sócia que sempre manteve desde a sua constituição.