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Surpreendentemente, o recorrente retoma nesta apelação a pretensão já enunciada em sede de petição inicial de ver declarada, no presente processo e por este Tribunal, a nulidade parcial de um acórdão deste Tribunal da Relação, proferido noutro processo 18mas que envolveu os mesmos sujeitos e desde há muito transitado em julgado, no caso, o acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães, de 01-02-2018, no segmento em que decidiu que R. e marido R. aqui s réus) são proprietários, com exclusão de outrem e por via da usucapião, da parcela de terreno resultante da divisão material do prédio descrito na Conservatória do Registo Predial de ... sob o n. ..../... e inscrito na matriz rústica da mesma freguesia sob o artigo ....  Ora, tal como entendeu - e bem - o Tribunal a quo na decisão recorrida, a nulidade do referido acórdão teria de ser arguida ou perante o Tribunal da Relação ou em sede de recurso a interpor do mesmo, consoante a situação aplicável, nos termos do disposto no artigo 61 do Código de Processo Civil, aplicável por força do disposto no artigo 66 do mesmo diploma legal.