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E não se diga, como os apelantes, que a ser assim revelar-se-ia inconstitucional, por violação do princípio da igualdade, uma vez que só assim acontece quando se trata de igual forma coisas diferentes ou desigualmente coisas iguais, o que não ocorre no caso sub iudicio uma vez que os apelantes nunca foram, ao contrário de outros, técnicos da apelada submetidos ao regime dos funcionários públicos mas antes ao do contrato individual de trabalho.» 3 – Analisada a motivação apresentada pelos recorrentes para que o recurso seja admitido, constata-se que se limitam a manifestar a sua discordância relativamente ao decidido, destacando que a interpretação da norma em causa, o artigo 2 do Decreto Lei n. 257/76, de 8 de Abril, acolhida pelas instâncias colide com o artigo 1 da Constituição da República e referem que, por isso mesmo, «estamos, de forma inequívoca, perante uma questão jurídica inédita e muito complexa, cuja clarificação se torna necessária para uma melhor aplicação do direito».