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Os Autores despenderam a verba de global de € 914,38 € 914,38 + € 000,00), em custos com os processos judiciais em que se viram envolvidos” Embora da "Fundamentação de Direito” da sentença seja dito que os bens referentes às verbas n.s 5, 6 e 8, adjudicados ao Réu  na partilha do património conjugal, não tinham qualquer valor, tal realidade, porém, não ficou reflectida na matéria de facto, quando devia, já que se tratam de factos essenciais para se aferir da má fé na referida partilha, tendo sido celebrada com o único fito sonegarem todo o património do Réu  aos credores; E porque essa matéria ficou amplamente demonstrada e provada nos autos, deverá ser acrescentado à matéria assente, porventura a seguir ao n. 28, um novo número com o seguinte outro facto:  As verbas 5, 6 e 8 adjudicadas ao Réu  na partilha não tinham qualquer valor” Também pelas mesmas razões e por ser relevante para a decisão da causa, impõe-se ainda acrescentar um outro ponto à matéria de facto provada, com o seguinte teor fáctico:  "A diferença entre o valor declarado dos imóveis adjudicados à Ré E face ao seu valor real é muito superior e dilui a zero o valor pelo qual foi adjudicada ao Reu  a quota de € 250 na  verba” O que antecede conduz forçosamente a que a "partilha” entre aqueles Réus seja qualificada como negócio gratuito, uma vez que aos bens recebidos pela Ré E não correspondeu qualquer contrapartida atribuída ao Réu , sendo que a quota de € 250,00 na  que recebeu, apesar de ter valor, o mesmo foi consumido pela diferença entre os valores declarados e os valores de mercado dos bens imóveis adjudicados à Ré ; Deve por isso ser aditado um novo facto à matéria assente, nos seguintes termos:  A diferença entre o valor declarado dos imóveis adjudicados à Ré E e o seu valor real é muito superior e dilui a zero o valor pelo qual foi adjudicada ao Réu  a quota com o valor nominal € 250 na  verba – Da impugnação da matéria de direito Como as presunções são ilações que a lei ou o julgador tiram de um facto conhecido para firmar um facto desconhecido, então quando o facto pretensamente desconhecido é afinal um facto conhecido relação jurídica entre os dois avalistas do mesmo, desnecessário se torna o uso da presunção; A presunção deve ceder perante o conhecimento do facto que através dela se pretendia firmar; Considerando que a relação que existia entre os devedores/avalistas o Pai dos Autores e o Réu era uma relação societária, a repartição das responsabilidades pelos avales prestados terá de ser definida com referência às diferentes posições societárias relativas 11,28% vs. 88,72%); Por conseguinte, devia a Sentença ter conferido aos Autores o direito de regresso sobre 88,72% daquilo que desembolsaram pagamento da quantia exequenda, juros, custas e outras despesas associadas à execução, mais outras; Não o tendo feito, a sentença a quo fez errada aplicação do disposto nos art.s 34 e art.