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Ao invés, a douta sentença desconsiderou factos dados característicos e indiciadores da existência de unidade económica autónoma como: - Não interrupção na prestação da atividade;  A cessionária iniciou a sua prestação de serviços de vigilância privada, no mesmo local, e com o mesmo objeto de prestação de serviços contratual, no dia 1 de março de 2019; - Grau de semelhan��a entre a atividade prosseguida antes e depois da "transferência” e Retoma dos bens e equipamentos indispensáveis à prestação de serviços; Em 1 de março de 2019, a Recorrida Y manteve os mesmos recursos humanos – teve de alocar o mesmo número de vigilante e os mesmos recursos logísticos, assumindo a exploração e utilização do equipamento, bens e dispositivos existentes no local afeto ao desempenho do serviço contratado pela Distribuidor de Energia .. Vila Real, recursos esses que foram utilizados pela Recorrente na prestação de serviço até à data a transmissão, isto é, até ao dia 28 de fevereiro de 2019; - Continuação do cliente; O local da prestação da atividade da Recorrida é o mesmo onde prestava a atividade a Recorrente; - Grau de semelhança entre os meios utilizados antes pela Recorrente e depois da "transferência” pela Recorrida 2 Ré  O equipamento destinado a controlar o acesso, permanência e saída das instalações de pessoas e bens, afeto o exercício da atividade de segurança das instalações usado pela Recorrida é similar ao usado pela Recorrente, sendo retomado pela cessionário, pese embora pertencessem a terceiro; Tribunal ad quo entendeu que não existiu manutenção da identidade, porque não existir transmissão direta de bens e elementos corpóreos registo dos tempos de trabalho, razão pela qual o serviço de vigilância e segurança privada não se apresentava como uma unidade económica;  jjj.