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Inconformado, apelou o A., apresentando as seguintes conclusões:  A- DA NULIDADE DA SENTENÇA  Não indagou o Tribunal, quanto à falsidade das assinaturas digitais, quanto à falta de confirmação no termo de autenticação das assinaturas a rogo 373 ns 3 e 4 do e 154 do Código do, quanto à omissão da declaração no termo de autenticação de que o mesmo era assinado a rogo dos doadores; quanto ao facto de que, quem declara que os doadores não podem assinar é a donatária e não os doadores, em violação do disposto no art 46, do Código do Notariado, apesar de abundantemente alegado na petição inicial;  Sendo que, segundo o artigo 41 do CPC, incumbe ao juiz realizar ou ordenar, mesmo oficiosamente, todas as diligências necessárias ao apuramento da verdade e à justa composição do litígio, quanto aos factos de que lhe é lícito conhecer.