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Por sua vez, a ré/recorrente  sustenta que a 1 ré, enquanto empreiteira, mesmo celebrando um contrato de subempreitada, mantém a direcção, controlo e supervisão técnica da obra, incumbindo-lhe um dever de guarda e de vigilância, que não transita para o subempreiteiro, embora sobre este impenda idêntico dever; incumbia ao empreiteiro geral o dever de assegurar todas as condições para a correcta execução dos trabalhos e prevenir os riscos resultantes da escolha do modo e tempo de execução destes, pelo que era a 1 ré que deveria ter colocado um qualquer sistema de protecção para minimizar uma eventual precipitação, tendo sido ela a retirar a tela velha e a permitir que a laje ficasse desprotegida de um dia para outro; mais refere que a responsabilidade da 1 ré decorre também do facto de não ter executado bem os trabalhos de remoção e preparação do terraço, o que atrasou o trabalho da 2 ré.