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n 446/17T8TMR); 8) Em face do exposto, deverá proceder-se à revogação:  a) Do despacho recorrido fls 82/83), na parte em que nele é afirmada a ilegitimidade do Ministério Público para intervir no presente processo; e b) Da decisão recorrida fls 79/80) na parte em que evidencia erro, decorrente da não relevação dos coeficientes de actualização operantes desde a data da sua fixação inicial, na quantificação da pensão revista devida, "in casu”, ao sinistrado e não condenou a entidade responsável nos juros moratórios incidentes sobre tal prestação, a partir da data do respectivo vencimento - e à sua substituição por outra que determine o valor da mesma prestação/pensão revista, relevando para o efeito as sobreditas actualizações através da aplicação dos coeficientes estabelecidos nos atrás indicados diplomas, e condene a entidade responsável no pagamento, também, dos inerentes juros de mora.”.