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Defendem que face à prova produzida, considerada no seu conjunto e articuladamente, à idoneidade de cada um dos meios de prova, em especial dos depoimentos prestados, resulta que os autores/recorrentes não tiveram conhecimento da efetiva celebração do negócio e das respetivas condições senão no dia 14 de junho de 201  Sustentam que a decisão contida no ponto 2 da matéria de facto é absolutamente incorreta e não corresponde à realizada e à prova produzida, afirmando que o tribunal confundiu os bens que estavam relacionados, para partilha, no processo de inventário, com os bens que integravam o acervo da herança mas não bens que integravam o acervo da herança, fazendo considerações jurídicas sobre o objeto da partilha.