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Deste modo, o Tribunal a quo também indeferiu a contabilização do início do período de cessão a partir de Junho de 201  Em suma, o que se pretende com a interposição do Recurso é o seguinte: a) Declaração de nulidade do despacho datado de 03/12/2019, já que o Tribunal "a quo” deixou de se pronunciar sobre a exclusão do rendimento disponível a entregar ao Fiduciário, do valor de 3,5 três e salários mínimos nacionais, quando, em nosso entendimento, já se encontrava em condições de o fazer; b) Impugnar o indeferimento da retroação da alteração do rendimento indisponível à data do início do período de cessão peticionada para Junho e, subsidiariamente em caso de procedência da referida retroação, também na parte em que o Tribunal "a quo” indeferiu a contabilização do início do período de cessão a partir de Junho de 201»7 A 23/04/2020, foi proferido o seguinte despacho: «) Termos em que, determino que o rendimento disponível que os insolventes auferiram a partir de Abril de 2019 e até que se contem cinco anos desde o início do período da cessão do rendimento disponível 1 de Julho de, seja entregue ao fiduciário nomeado, com exclusão da quantia mensal equivalente a 3 x a quantia estipulada para o salário mínimo nacional. )