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– FACTO PROVADO 4  "5 - EM 06/11/2017, TENDO PODERES PARA O EFEITO, A R. REALIZOU UMA TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA DA CONTA MENCIONADA EM 3, A FAVOR DA FILHA E. J., FILHA DE A. E R., NO VALOR DE € 74000,00” - FACTO PROVADO 5  "6 - EM 10/11/2017, TENDO PODERES PARA O EFEITO, A R. REALIZOU UMA SEGUNDA TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA DA CONTA MENCIONADA EM 4, A FAVOR DE E. J., FILHA DE A. E R., NO VALOR DE € 10269,4” – FACTO PROVADO 6   F. E CONSIDEROU NÃO PROVADOS OS SEGUINTES FACTOS PARA O QUE EM SEDE DA APELAÇÃO SE CONSIDERA:   "2 - AS TRANSFERÊNCIAS MENCIONADAS EM 5 E 6 DOS FACTOS PROVADOS, FORAM FEITAS SEM O CONHECIMENTO E CONSENTIMENTO DO A., E COM A INTENÇÃO DE O PREJUDICAR.” – FACTO NÃO PROVADO 2  "3 - AS TRANSFERÊNCIAS MENCIONADAS EM 5 E 6 DOS FACTOS PROVADOS, FORAM REALIZADAS PARA CONCRETIZAR O ACORDO QUE A. E R. HAVIAM REALIZADO, DE DOAREM ÀS SUAS FILHAS, O DINHEIRO QUE POSSUÍAM DEPOSITADO EM CONTAS BANCÁRIAS.” – FACTO NÃO PROVADO 3  G. O RECORRENTE CONSIDERA TER SIDO INCORRETAMENTE JULGADA A SEGUINTE MATÉRIA DE FACTO EXARADA NOS FACTOS PROVADOS 5 E 6, BEM COMO, NO FACTO NÃO PROVADO    ASSIM: H. O DOUTO TRIBUNAL AD QUO FUNDAMENTA A PROVA DOS FACTOS PROVADOS 5 E 6 NA "CONFISSÃO QUE DELA FOI FEITA, MOSTRANDO-SE TAMBÉM, NA SUA QUASE TOTALIDADE, PROVADA DOCUMENTALMENTE”.