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E, assim sendo, apenas são devidos juros indemnizatórios decorrido um ano após o pedido de revisão dos actos tributários, ou seja, a partir de 28/04/201  Razão por que a sentença recorrida, na parte sindicada, não pode manter-se, devendo os juros indemnizatórios a favor da impugnante ser contabilizados a partir do decurso do prazo de um ano após a formulação do pedido de revisão oficiosa, ou seja, a partir de 28/04/2008, sendo devidos até a emissão da respectiva nota de crédito.»  F. Demonstrada está, assim, uma evidente contradição entre o Acórdão arbitral recorrido e o Acórdão fundamento sobre a mesma questão fundamental de direito que se prende com o pagamento de juros indemnizatórios nas situações de revisão do ato tributário por iniciativado que importa dirimir, mediante a admissão do presente recurso, requerendo-se a consequente anulação do segmento decisório contestado, com substituição por nova decisão que apenas reconheça à Recorrida arbitral o direito a juros indemnizatórios sobre as quantias pagas, a partir do decurso do prazo de um ano a contar da data do pedido da sua revisão oficiosa, apresentada em 202017 n. 6 do artigo 15 do, na senda da jurisprudência reiterada por esse Douto Tribunal.