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2 - Em cumprimento do dever de correção incumbe ao militar, designadamente:  a) Não praticar, no serviço ou fora dele, ações contrárias à moral pública, ao brio, ao decoro militar e às práticas sociais;  b) Ser moderado na linguagem, respeitar por todas as formas as ordens de serviço e não se referir a outros militares por qualquer forma que denote falta de respeito;  ) Tratar com particular urbanidade as pessoas em casa de quem estiver aboletado, não lhes fazendo exigências contrárias às normas de direito, ao decoro militar e às práticas sociais;  ) Fora da unidade, mesmo em gozo de licença no País ou no estrangeiro, não perturbar a ordem nem transgredir qualquer norma de direito em vigor no lugar em que se encontrar, não ofendendo os habitantes nem os seus legítimos direitos, crenças, costumes e interesses;  e) Não infringir os regulamentos e ordens das autoridades policiais e da Administração Pública;  f) Respeitar as autoridades civis, tratando por modo conveniente os respetivos agentes;  g) Não advertir qualquer militar na presença de militar de graduação inferior;  h) Qualquer que seja a sua graduação, não elogiar ou advertir os seus subordinados ou inferiores hierárquicos na presença de superior, sem previamente pedir a este autorização.» A Ré entendeu que a Autora violou o dever especial de correção,«porquanto ocultou e tentou desfazer-se do corpo da sua filha praticando atos contrários à moral pública, bons costumes e decoro militar.» - artigo 2, n. 2, alínea do RDM.