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O administrador limita-se a representar o condomínio em juízo, a ser, no fundo, a "voz do condomínio”, e isto porque este, naturalmente, não pode estar por si só em juízo..).»  Na esteira da posição exposta e que seguimos, com ampla consagração na jurisprudência, assevera-se no Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 12007 - « O artigo 1437 do consagra a capacidade judiciária do condomínio, ao estabelecer a susceptibilidade de o administrador, seu órgão executivo, estar em juízo em representação daquele, nas lides compreendidas no âmbito das funções que lhe pertencem artigo, ou dos mais alargados poderes que lhe forem atribuídos pelo regulamento ou pela assembleia, sendo que, em qualquer dos casos, as acções deverão ter sempre por objecto questões relativas às partes comuns.