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Analisando esta primeira questão, importa ter presente que no âmbito dos embargos a recorrente, tal como consta da decisão recorrida, pretendia que se desse resposta aos seguinte fundamentos de oposição é execução: »)) a quantia exequenda exigida na presente ação executiva não corresponde ao montante real em dívida ao embargado; existe nulidade da escritura de anexação e constituição de hipoteca outorgada em 312014; o registo de constituição da hipoteca resultante da Ap.83, de 212005, é nulo; a escritura de anexação e constituição de reforço de garantia hipotecária outorgada pelo embargado tem por objeto um imóvel na propriedade de terceiro face esse negócio jurídico propriedade da sem a participação ou aceitação desse terceiro, dispondo sobre coisa alheia, sendo, por isso, nula; e não existe qualquer registo de hipoteca sobre o imóvel correspondente ao prédio 1004, propriedade da embargante, na sequência da escritura de anexação, com o que não pode a embargante sofrer uma execução de hipoteca sobre imóvel seu cujo registo prévio que é constitutivo para efeitos dessa não existe.».