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Deste modo, o objeto da presente apelação circunscreve-se, nesta sede, às seguintes questões: ) Determinar o montante indemnizatório fixado a título de perdas salariais da autora, pretendendo a apelante a exclusão do valor considerado a título de prémio anual de produtividade de € 280,00) que defende não dever ser considerado no cálculo da referida indemnização, por não assumir natureza retributiva; apreciação dos critérios de quantificação utilizados pelo Tribunal a quo; aferir se há lugar à dedução de eventuais compensações por via de adiantamentos feitos à autora por conta da indemnização final; )  Aferir dos pressupostos da indemnização por danos futuros no que concerne à aquisição de próteses, necessidade de manutenção/revisões das próteses, despesas com cremes hidratantes para a zona amputada, despesas com tratamentos de fisioterapia/terapia ocupacional, despesas com acompanhamento em Psicologia/Psiquiatria e despesas de cabeleireiro, tendo por base as alterações suscitadas no âmbito da impugnação da decisão relativa à matéria de facto; em qualquer caso, proceder à reapreciação dos critérios de quantificação de tais danos; saber se é de relegar a quantificação dos danos futuros para incidente de liquidação de sentença o que a apelante expressamente defende relativamente aos danos futuros atinentes à necessidade de aquisição de próteses e às despesas com cremes hidratantes para a zona; ) Quantificação da indemnização pelos danos futuros decorrentes do défice funcional permanente de que a autora alegadamente ficou a padecer em decorrência do acidente de viação em causa nos presentes autos; a partir de que momento se vencem os juros referentes aos danos resultantes do alegado défice funcional permanente da integridade físico-psíquica.