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Aí se escreve: "Com efeito, trata-se de realidade insusceptível de ser confundida com o vício a que alude a alínea, do n. 2, do artigo 41 do CPP pois que enquanto na base deste se encontra uma insuficiência de factos que podendo e devendo ser apurados o não foram, impedindo, assim, uma decisão jurídica criteriosa que urge colmatar – donde a solução preconizada no artigo 42 do CPP – a problemática que agora nos ocupa precede-a na medida em que aqui o tribunal de julgamento terá investigado o que podia e devia, sem que, contudo, haja logrado alcançar aquele limiar de concretização sem o qual resulta irremediavelmente comprometido o direito de defesa, o que conduz à insustentabilidade da decisão.” Contudo, no caso presente, a análise dos factos provados, não reflecte a falha apontada pelo recorrente.