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o despacho n.; 3-Sabe-se que a Apelante prestou informações e juntou documentos, como reconhece o despacho n. 10, mas não se sabe, ou seja, os Tribunais Judiciais desconhecem que informações da Apelante não foram consideradas suficientes pelo Tribunal Arbitral, carecendo de "documentos de suporte”, e quais são, para o Tribunal Arbitral, os "documentos de suporte” de que a prestação de informações carece; e quais são os pontos dos requerimentos probatórios que já foram cumpridos pela Apelante, total ou parcialmente, mediante a junção de documentos;  3-Ora, os Tribunais Judiciais não podem prestar auxílio a um Tribunal Arbitral relativamente à obtenção de provas indicadas com esta indeterminação e falta de concretização; que sejam os Tribunais Judiciais a determinar que informações falta prestar e que documentos falta apresentar;  3-Que os Tribunais Judiciais, imiscuindo-se nos poderes instrutórios do Tribunal Arbitral, e assim na decisão da arbitragem, determinem quais são as informações que devem ser prestadas e quais são os documentos que devem ser apresentados para "dar suporte às informações” que ainda falta apresentar;  3-Tendo transitado para os Tribunais Judiciais, tal e qual, os requerimentos probatórios do Apelado tal como formulados antes de a Apelante juntar documentos à arbitragem, afirmar que certos documentos não existiam e "prestar informações”, determinar o que não está cumprido e que provas faltam obter e produzir implica um juízo vedado aos tribunais judiciais, sendo da competência exclusiva do Tribunal Arbitral, nos termos do disposto no art.