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685-A, n. 2,, e, do mesmo P., parece que o Meritíssimo Tribunal a quo,ao ter realizado a Audiência de Julgamento do dia 21/01/2019, e posteriormente 31/01/2019) fixado a matéria de facto provada e não provada com sequente prolação da sentença ora sob, tudo aquilo sem a presença do mandatário/Advogado dos Executados/Oponentes, violou todas as normas jurídicas supra e acima indicadas, normas que deveriam de ter sido interpretadas e aplicadas no sentido da necessária em sentido técnico-jurídico) presença do mandatário/Advogado dos mesmos Executados/Oponentes aquele doente naquele primeiro em ulterior dia a agendar pelo Tribunal a quopara Audiência de Julgamento, conforme requerido então sob referência 31329331, mencionado/a aliás no despacho sob a referência 383757897; 12)-Donde, requerer-se a fim que deve vosso douto Acórdão anular não só o despacho sob a referência 383757897, tal como, a sentença ora recorrida, e, concomitantemente, ordenar ao Meritíssimo Tribunal a quoa realização de Audiência de discussão e Julgamento em data que este agendar nos termos da lei com a presença do mandatário/Advogado dos Executados/Oponentes; 13)-É que o processo português, para além de contraditório, é de raiz hegeliana: tese a petição/requerimento; antítese a contestação/oposição); julgamento contraditório também para aquisição da prova testemunhal, julgamento no qual as testemunhas se sujeitam à instância do Advogado da parte que as arrolou e à contra-instância do Advogado da parte contrária, e vice-versa, para além da inquirição pelo Juiz afim de aferir a credibilidade das testemunhas de ambas as partes na busca da verdade material; e por fim síntese a sentença).