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Ora, cotejando a materialidade factual apurada, dela resulta não só que a autora não logrou fazer a prova de tal facto, ou seja, de que a sua queda foi causada pelo funcionamento da dita porta, como inclusive dela ressalta, por um lado, que a ré fez prova do contrário, ou seja, de que a referida queda não foi provocada por essa porta mas antes se ficou a dever a uma causa natural exclusivamente a ela própria ligada, isto é, ao facto de antes de ter chegado sequer junto dessa se ter desequilibrado por motivos relacionados com a sua elevada idade, com as dificuldades de locomoção que sentia e com os antecedentes que determinaram a colocação de uma prótese na sua, e, por um outro lado, fez prova ainda que a dita porta não padecia de anomalias no seu funcionamento, sendo certo ainda que muito embora nem sequer ficasse provado que a queda ocorre nelas ou por causa os degraus que antecedem essa porta tem as medidas legais regulamentares, elidindo assim, desse modo, a ré qualquer presunção de culpa que sobre ela pudesse porventura derivar acima citado art.