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O Tribunal olvida, ainda, o facto de que o preço foi pago através do pagamento em numerário no valor de €12,414,72 doze quatrocentos e catorze euros e setenta e dois cêntimos), tendo a entidade compradora R............. - HOTELARIA E TURISMO, S.A.) ficado com o encargo da dívida hipotecária da RECORRENTE, a qual derivava da aquisição do referido prédio urbano, no valor de €73085,28 quatro milhões setecentos e trinta e sete e oitenta e cinco euros e vinte e oito cêntimos) Nestes termos, a Sentença recorrida incorreu em evidente erro de julgamento, pelo que deve, nesta sede, considerar-se como provado que: em 13 de julho de 2001, a Recorrente adquiriu, por €73580,02 quatro milhões setecentos e trinta e oito quinhentos e oitenta euros e dois cêntimos), o prédio urbano constituído pela parcela de terreno para construção designado por Lote 00/023, tendo-o alienado em 8 de julho de 2004, pelo valor de €75000 quatro milhões setecentos e setecentos e cinquenta, ou seja, entre o valor de alienação do prédio urbano e o seu preço de aquisição existiu uma diferença de €1419,98 onze quatrocentos e dezanove e noventa e oito cêntimos).