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Q. Não havendo ninguém, seja credor, seja a insolvente que tenha arguido no sentido de demonstrar que as declarações proferidas pela insolvente foram viciadas ou não correspondem à realidade, significa que as declarações nele atestadas, neste caso sub judice, pela insolvente, são verdadeiras e correspondem à vontade da mesma, nos termos do disposto no artigo 372 do  R. Mal andou o tribunal ao afirmar não ser possível apurar a existência do direito de crédito de que os recorrentes se arrogam titulares, nem nos termos integralmente pugnados, nem parcialmente, quando existe um documento autêntico que permite apurar quer do valor do crédito, quer dos factos que, num momento inicial, deram origem ao mesmo.