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Assim, entre o mais, aduziu o Tribunal recorrido no despacho ora contestado:  "Por outro lado, não podemos ignorar que, conforme resulta do relatório de execução de pena – o qual pode ser valorado nesta sede, conforme melhor se explana no Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 6 de Maio de 2020, proferido no processo n. 71/13GAMMV-A.G1, relatado por Helena Bolieiro disponível in www.dgsi.pt -, o problema aditivo ainda existe e carece de tratamento e, bem assim que, o arguido, desde Maio de 2019, tem mantido contacto regular com a filha, mas apenas telefónico e por videochamada, pese embora, ambos residam nesta vila de Mogadouro.