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terminando com as seguintes: "Conclusões: 1 A existência de motivação na denúncia de um contrato de trabalho, quando o direito a não exige, não a torna impugnável por intrinsecamente inadequada e injusta quando e se a mesma não se apresentar como arbitrária ou discriminatória; 2 Não pode proceder a alteração da matéria de facto que radique nos terrenos subjetivos do mérito, escolar, académico e mesmo do estágio internato médico) porque está fora do âmbito da previsão da norma do artigo 111/1 do Código do Trabalho e reporta a um período anterior à contratação; 3 No caso dos presentes autos, a equação refletida pelo Tribunal a quo, não foi averiguar se a trabalhadora foi bem ou mal avaliada, se tem ou não méritos suficientes, ou se foi ou não uma aluna brilhante mesmo como interna do internato médico e se, por conseguinte, o empregador se equivocou nessa ponderação, 4 Mas, exclusivamente, saber se o empregador foi arbitrário ou discriminatório, atentando contra direitos fundamentais, absolutos, que contendam com a dignidade do trabalhador, para em tal caso julgar ilícita a denúncia do contrato; 5 Ao ter afastado de modo substantivo claro e fundamentado os factos desse patamar de ilicitude, de que a denúncia esteve fora, e que em absoluto não atingiu, a douta sentença recorrida mostra-se inatacável.