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Ali refere que em 2001 o Impugnante foi objeto de um outro procedimento inspetivo no qual, à semelhança do posteriormente verificado em 2002 e 2003, foram detetadas deficiências ao nível da imputação de custos às obras e da relevação contabilística das existências finais das obras em curso, situação que despoletou uma correção à existências finais das obras em curso, em 312001, para EUR 18 850 9713 antes EUR 14 231 6829), valor que transitou para 2002 como existência inicial, em 00200 Acrescenta que por força das referidas deficiências encontradas na imputação de custos às obras e consequente irregularidade na mensuração das existências finais, em 2002 foram efetuadas correções, fixando o Custo das Existências Vendidas e dos Materiais Consumidos em EUR 4 373 6150 e o montante de "produtos acabados e em curso” em EUR 2 680 722  Refere ainda que as correções à imputação de custos às obras, com consequente reflexo na variação da produção, advieram das alterações da correção verificada na existência inicial de 2002, por força da correção às existências finais de 2001 e dos custos imputados às obras frações/lotes) vendidas pela impugnante, no exercício da sua atividade.