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Face ao exposto, esgotado que se mostra o prazo de duração máxima das medidas detentivas, ao abrigo do disposto no artigo 215, n.os 1, alínea, n 2, alínea e n 3, do P. Penal e ponderando os princípios da legalidade, da adequação e da proporcionalidade e ao abrigo das disposições conjugadas dos artigos 191, 192, 193, 196, 198, 200, n.os 1, alíneas e e 3; 201, 204, alíneas, e e 217, n 2, todos do P. Penal, decido:  A) Revogar a medida de coaçao de prisão preventiva aplicada aos arguidos AA ; BB ; e a medida de coação de obrigação de permanência na habitação com vigilância eletrónica aplicada aos arguidos   B) Determinar que os mesmos passem a aguardar os ulteriores termos do processo sujeitos a termo de identidade e residência, com a indicação de residência em Portugal e a prestar aquando da sua libertação; apresentação periódica de carácter semanal, no posto policial da sua residência; de proibição de se deslocarem para o estrangeiro, sem prévia autorização do Tribunal; de proibição de contactarem por si ou por interposta pessoa, pessoalmente ou por qualquer meio, com os co-arguidos, dos presentes autos, ou com elementos pertencentes aos "”; de proibição de contactarem com os assistentes, ofendidos e testemunhas dos presentes autos; de proibição de se deslocarem, de entrarem e permanecerem nos cinco "Chapters” dos "” existentes em Portugal e de proibição de se deslocarem ou de permanecerem em locals onde existam concentrações de "Motards” ou de participarem em qualquer evento de "Motards” em Portugal.