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Atente-se no seu discurso fundamentador, na parte que ora releva: Da in existência de fumus boni iuris na sua vertente positiva  Como já se viu, o ataque do Requerente à ordem de despejo que lhe fora dirigida pelo Sr. Vereador da Câmara Municipal ...) dirige-se ao facto de ainda não ter terminado o prazo de que dispunha para comunicar o óbito da sua mãe, que era a arrendatária do fogo municipal em questão, de não ser admissível que as entidades públicas possam despejar alguém, afastando-o da sua área de vivência, sendo que até 31 de Dezembro de 2020, os despejos se encontram suspensos em virtude da pandemia, o que consubstancia uma privação arbitrária, sem fundamento razoável, do direito a uma morada digna previsto no artigo 6 da CRP de tal decisão não ter ponderado a realidade subjacente, devendo concluir pela adopção de uma medida menos gravosa e e de tal postura se revelar anti-ética e contraditória com os procedimentos que a própria aceitou.