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Esclareceu-se ainda na decisão recorrida que, contrariamente ao defendido pela A. no seu requerimento inicial, não cumpria efectuar no âmbito deste incidente qualquer correcção ao valor constante das facturas n 215 e 231, nem os montantes aí mencionados deviam ser tidos em conta no presente incidente, pois que no mesmo se deve obedecer somente ao comando ínsito no dispositivo da sentença a liquidar, o qual é claro: os Réus foram aí condenados, além do mais, a pagar à A "a quantia que se vier a liquidar relativa ao preço dos trabalhos aludidos em 15,, 24, a, 30 e 31, e dos materiais aludidos em 32, com o limite máximo relativo ao montante global peticionado pela A. e tendo em consideração o aludido montante de € 461,50, já liquidado.”.