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Assim sendo não vislumbramos como perante esta equiparação se possa esgrimir o argumento de que inexiste "facto algum que demonstre a desconformidade dos bens”, assim como a "norma fala em má instalação do bem de consumo não em incorporação em outro bem móvel no âmbito de um contrato de compra e venda” e que "a desconformidade há-de verificar-se na peça substituída”, fazendo-se uma distinção que não é permitida nos termos do art 9 do   Por isso concordamos com a sentença quando se decidiu: "Ora, a recuperação/restauro da caixa de velocidades do veículo da autora, através da substituição dos respetivos componentes peça a peça, que não era sequer o procedimento preconizado pelo construtor do veículo vide factualidade constante de R.), configura a nosso ver a execução de uma obra neste sentido vide o citado Ac.