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Neste âmbito, há que ter em conta que correu termos entre as mesmas partes o processo n. 290/14T8PRG que consiste numa ação anteriormente intentada pelo ora autor contra os ora réus, relativa ao mesmo prédio aqui em causa e vindo invocado o mesmo contrato de compra e venda realizada pelos réus, por escritura pública em 6 de agosto de 2015 - no Cartório Notarial sito na Rua ..., Edifício ..., Bloco ..., em Peso da Régua, referente a ¼ indiviso do prédio rústico na CRP de ... sob o n. ... e inscrito na matriz sob o artigo ..., melhor descrita e identificada em 2 a 3 da petição inicial - definitivamente julgada por acórdão proferido por esta Relação a 01-02-201 No referido acórdão julgou-se improcedente o recurso interposto pelo autor e parcialmente procedente o recurso apresentado pelos réus/reconvintes, revogando, nesse segmento, a sentença recorrida e declarando serem estes proprietários, com exclusão doutrem e por via da usucapião, de uma parcela de terreno resultante da divisão material do prédio descrito na com exclusão de outrem e por via da usucapião, de uma parcela de terreno resultante da divisão material do prédio descrito na Conservatória do Registo Predial de ... sob o n. .... e inscrito na matriz rústica da mesma freguesia sob o artigo ..., parcela essa composta por um armazém de rés-do-chão, com a área de 35,20 metros quadrados, uma construção arruinada, com a área de 12 metros quadrados, e terreno de cultura a vinha e ..., com a área de 546 metros quadrados, a confrontar do norte com A. N., do nascente, onde se acha delimitada por um muro em pedra sobreposta, com S. J., do poente, onde se acha delimitada por um muro em pedra sobreposta e marcos em pedra, com herdeiros de J. F. e do sul, onde se acha igualmente delimitada por um muro em pedra sobreposta e marcos em pedra, com S. J., confirmando, no mais, o decidido.