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;  5-As subempreitadas foram contratadas com as empresas "Alsina”, "Andaluga”, "APA”, "Vazferro”, e "Miratubos”;   –Razões de Direito  - davalidade da resolução do contrato de empreitada e do direito indemnizatório da A. por desistência do dono da obra Alega a Recorrente que não pode considerar-se o contrato de empreitada validamente resolvido pela R., por nunca terem sido acordados prazos parciais para a execução da mesma, não tendo sido incumprido qualquer prazo contratual e por terem sido corrigidas pela A. todas as situações de que a R. lhe chamou a atenção através da fiscalização da obra, tendo antes havido uma desistência do contrato por parte da R.  A sentença sob recurso concluiu pela válida resolução do contrato pela R. no entendimento de que o incumprimento dos prazos parciais pela A. punham em risco o cumprimento do prazo final previsto para a conclusão da empreitada e de que o não cumprimento de regras de segurança e boas práticas da construção pela A. determinaram a perda de interesse na prestação por parte da R. por quebra da confiança.