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58 dos, tendo-se, então, decidido no Juízo do Trabalho de Setúbal-Juiz 1: "a) absolve a arguida da prática de uma contra-ordenação leve, p. e p. pelo artigo 24, n.os 1 e 4, do Código do Trabalho; absolve a arguida da prática de uma contra-ordenação grave, p. e p. pelo artigo 24, n.os 1 e 2, do Código do Trabalho; condena a arguida pela prática de três contra-ordenações graves, p. e p. pelo artigo 20, n.os 1 e 5, 21, n.os 4 e 5 e 52, n.os 1 e 3, do Código do Trabalho, conjugados com o artigo 55, n. 3, alínea, do mesmo Código, e uma contra-ordenação grave, p. e p. pelo artigo 2, n.os 1 e 2, do Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial da Segurança Social, na coima única de 40 UC’s, a que correspondem € 060,00 quatro e sessenta; revoga a ordem de pagamento à Segurança Social da quantia global de € 509,45 e quinhentos e nove euros, quarenta e cinco cêntimos), referente às contribuições que seriam devidas; revoga a ordem de pagamento ao trabalhador da quantia global de € 781,92 setecentos e oitenta e um euros e noventa e dois cêntimos), referente às férias não gozadas” vide o seu teor completo a fls.