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24 resulta que os CTT confirmam que receberam a 12011 carta registada com o n. RY94118321PT e que a entregaram a 11201 Ora, não se sabe o que é que foi entregue aos CTT, o seu conteúdo, a quem ia dirigido e qual a respetiva morada para onde foi remetido.” A posição assumida pelo tribunal a quo parece apontar no sentido de que as cópias da liquidação e da notificação onde constem, nome, morada, acto a notificar e fundamentação) conjuntamente como o recibo de apresentação da carta nos CTT seriam os únicos meios de prova susceptiveis de demonstrar que a mesma foi expedida sob registo, não admitindo que os "prints internos” da administração fiscal e dos CTT sejam documentos idóneos para provar que o registo foi efectivamente feito.