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No que concerne ao facto provado n. 6, foi registada pelo Administrador de Insolvência a apreensão de catorze veículos; contudo, apenas três destes veículos se encontravam registados em nome da Insolvente aquando da elaboração deste registo de apreensão, tendo o Administrador de Insolvência apurado que todos os outros se encontravam registados em nome de terceiros; os Recorrentes vêm agora pôr em causa este requerimento e propriedade destes veículos, sendo certo que é a primeira vez que se dignam a fazê-lo, não tendo apresentado qualquer documento como da AT, do IMT ou da Conservatória do Registo Automóvel, que demonstrassem que os veículos não se encontravam registados a favor da Insolvente, ou sequer, como agora alegam, que, à data da declaração de insolvência, os veículos identificados não tinham contrato de seguro válido; além de não fornecerem elementos probatórios, certo é que a inexistência de contrato de seguro automóvel ou a existência de seguro automóvel em nome de não é suficiente para ilidir a presunção de propriedade gerada pelo registo destes veículos em nome da Insolvente, pelo que, baseando-se o facto provado n. 6 no requerimento supra, apresentado pelo Administrador de Insolvência, os Recorrentes não foram capazes de provar que os veículos nele identificados não eram, à data da declaração de insolvência, propriedade da Insolvente, devendo esse facto ser mantido na sua actual redacção.