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17 18 O que, em síntese final, nos conduz no sentido de que não podemos acompanhar a douta decisão proferida pelo Tribunal de 1 instância, não só porque, como se expôs, não existe, em nosso julgamento, caso julgado/autoridade de caso julgado decorrente da decisão proferida na acção de divisão de coisa comum a 202019 transitada em e que obste, de um ponto de vista substantivo, ao prosseguimento dos presentes autos, como, ainda, também em sentido contrário ao decidido, a circunstância de os demandados se recusarem a cumprir o prometido face à posterior evolução da acção de  divisão de coisa comum não é, em nosso julgamento, sem mais, o bastante para excluir, a coberto de um alegado incumprimento definitivo da promessa, o recurso à acção de execução específica da mesma, sendo certo que, segundo cremos, mantendo alguns dos consortes interesse nessa execução específica, uma tal recusa deverá ser tida como uma situação de simples retardamento ou mora no cumprimento da prestação ora em causa, o que, como é consabido, consente a utilização daquele meio de realização específica da prestação devida, no caso a emissão das alegadas declarações dos promitentes faltosos através de sentença constitutiva a proferir pelo Tribunal.