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Pretende o recorrente: - a não prova a factualidade vertida no ponto 13 dos factos provados, na parte em que refere "iniciou uma manobra de ultrapassagem, certificando-se previamente que a podia efetuar sem causar perigo ou embaraço para o resto do tráfego que naquela altura se processava na referida via"; o facto vertido no ponto 14 dos factos provados, na parte em que refere "invadiu inesperada, súbita e bruscamente a via de trânsito da esquerda", o facto vertido no ponto 15 dos factos provados, o facto vertido no ponto 16 dos factos provados e, por último, o facto vertido no artigo 17 dos factos provados, na parte em que refere "Por força de tal manobra"; - a alteração da redação do facto vertido no ponto 20 dos factos provados passando a ter a seguinte redação: "No momento em que iniciou a ultrapassagem supra referida, a condutora do PU seguia a uma velocidade cuja grandeza em concreto não foi possivel apurar, mas que era excessiva e superior aos limites legais";   - A prova da factualidade dada como não provada pelo Tribunal a quo e constante do artigo 60 da contestação apresentada pelo R. FGA no apenso B. É o seguinte o teor dos pontos impugnados: 13 - Nas referidas circunstâncias de tempo e lugar, a condutora do veículo automóvel ligeiro de passageiros PU, que na altura conduzia com o cinto de segurança colocado, iniciou uma manobra de ultrapassagem, certificando-se previamente que a podia efetuar sem causar perigo ou embaraço para o resto do tráfego que naquela altura se processava na referida via, tendo, na execução de tal manobra, passado a circular na via de trânsito mais à esquerda, atento o seu sentido de marcha, via essa onde não circulava qualquer outro veículo artigo 14, 17, 18 da petição inicial do apenso B, artigos 13, 14, 26 do processo principal, artigo 30 da contestação do FGA apresentada nos autos principais, artigo 53 da contestação do FGA apresentada no apenso; 14 – Porém, durante a execução de tal manobra de ultrapassagem, o condutor do veículo não identificado, que seguia na via de trânsito da direita atento o seu sentido de marcha, guinou e invadiu inesperada, súbita e bruscamente a via de trânsito esquerda, atento o seu sentido de marcha, via essa por onde já circulava ao seu lado o veículo PU artigos 19, 36 da petição inicial do apenso B, artigo 17, 27, 28 da petição inicial do processo principal, artigo 5 da contestação da ré Seguradoras ...) apresentada no processo; 15 – Tal mudança de via do veículo desconhecido ocorreu cerca de 150 metros antes da supressão da via da direita por onde circulava, a qual se encontrava assinalada, nos termos supra referidos artigo 28 da petição inicial dos autos principais, artigo 30 da contestação do FGA apresentada nos autos principais, artigo 53 da contestação apresentada pelo FGA no apenso; 16 - Tal manobra do condutor do veículo não identificado fez com que a condutora do PU, ao deparar-se com a súbita invasão da sua via de trânsito, por forma a evitar o embate lateral com aquele, guinasse também para a esquerda artigos 20, 21, 24, 36da petição inicial do apenso B, artigo 18 da petição inicial do processo principal, artigo 6 da contestação da ré Seguradoras ...)); 17 – Por força de tal manobra, a condutora do PU perdeu o controlo do veículo, entrando em despiste, tendo o veículo ziguezagueado na via artigos 22, 25, 36 da petição inicial do apenso B, artigo 29 da petição inicial do apenso; 20 – No momento em que iniciou a ultrapassagem supra referida, a condutora do PU seguia a uma velocidade cuja grandeza em concreto não foi possível apurar artigo 14 da petição inicial do apenso; A Sr juíza fundamentou estes factos nos seguintes termos: «toda a prova produzida aponta, de forma inequívoca, para a presença do veículo desconhecido, bem como para a execução pelo seu condutor da manobra apurada de desvio para a faixa de rodagem da esquerda, que está na origem do sinistro.