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n., de 02/10/2017, a Impugnante requereu a conversão em definitivo do registo provisório de aquisição decorrente da Ap., de 2017-08-03, com vista ao registo de metade indivisa, sem determinação de parte ou direito, em seu favor, do prédio descrito sob o n..  A atuação supra descrita da Impugnante junto dos serviços registrais traduz, de forma manifesta e inequívoca, que acatou a decisão proferida sobre a ap./20170803: se o registo em seu favor de metade indivisa do prédio não era possível por não ter sido respeitado o princípio do trato sucessivo, já que nunca foi inscrito como integrando o património comum do casal, o requerimento do registo de aquisição, em seu favor e do seu ex-cônjuge, em comum e sem determinação de parte ou direito, consubstancia a conduta entendida adequada a observar o princípio do trato sucessivo, de acordo com o teor da decisão que recaiu sobre a ap./20170803, legitimando e alicerçando o subsequente pedido no sentido da conversão em definitivo do registo provisório de aquisição.