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No acórdão de que a CGA agora pede revista entendeu-se - contrariamente ao entendimento do TAF de Braga, que julgou procedente a excepção de caso julgado - que as duas acções diferiam «quanto ao pedido e quanto à causa de pedir», sendo o seguinte o cerne da sua apreciação:  «Como decorre do teor da petição inicial dos presentes autos, o autor funda este pedido no seguinte: alega que, pese embora os efeitos da qualificação militar como DFA se reportem ao dia 001975, como já determinado pelo TAF de Braga no processo 1229/01 BEBRG, o direito do autor em ver reconstituída a sua carreira militar nunca o foi materialmente, não correspondendo tal reconstituição ao tempo de serviço do autor.