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Foi também apurada a existência de relações especiais tidas entre o sujeito passivo, e a sociedade , domiciliada nas ilhas Cayman, sendo este considerado um território offshore, concretizadas na utilização daquela sociedade corno intermediário de compras efectuadas a outros operadores estrangeiros, designadamente operadores brasileiros e tailandeses procedendo a empresa , nas facturas emitidas à , a um incremento dos valores iniciais praticados pelos fornecedores originais, resultando de tal actuação uma sobrevalorização dos custos na sociedade e consequente diminuição do IRC a pagar, e bem como, a transferência de verbas para contas bancárias domiciliadas naquele território, detidas pela sociedade , mas com possibilidade de serem movimentadas pelos administradores da , que faziam posteriormente regressar a Portugal esses valores, transferindo-os para as suas contas particulares, e dessas para contas da , operações que escrituravam na sociedade a título de suprimentos.