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412, n. 1, do, prende-se com a medida da pena única que lhe foi aplicada, a qual entende ser excessiva, alegando que não foi ponderado a seu favor a sua jovem idade tendo os factos em causa ocorrido entre 12012 e 102015, quando tinha entre 16 e 18 anos de, as suas difíceis condições de vida, incluindo processo evolutivo, marcado pela ausência do pai, tendo passado grande parte da sua adolescência em instituições, tendo tido problemas aditivos, sendo que a maior parte dos factos praticados se situa no âmbito da média e pequena criminalidade, tendo sido praticados em curto espaço de tempo, colocando a pena única que lhe foi imposta gravemente em causa a sua ressocialização social, uma vez que só sairá do estabelecimento prisional com quase 40 anos, pelo que dificilmente entrará no mercado de trabalho, o que dificultará a sua reinserção social, sendo antes equilibrada e proporcional à gravidade dos factos a aplicação de uma pena única nunca superior a 13 anos de prisão, o que sugere e propõe.