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Entende que o periculum in mora "foi por si suficiente e sobejamente alegado e comprovado ”, dando-se aqui por reproduzido o já acima exarado nesta matéria, designadamente conclusões 125 a 15 Lê-se na sentença recorrida, quanto ao periculum in mora: «Importa, agora, analisar o preenchimento dos requisitos enunciados no artigo 12 do CPTA, de que a lei faz depender a possibilidade de concessão de providências cautelares, sendo certo que, a providência cautelar pode ser recusada se não estiverem preenchidos os referidos requisitos e, ainda, se a situação concreta for subsumível ao disposto no referido preceito legal mas a ponderação de interesses em causa seja desfavorável ao requerente, ou seja, que no caso concreto devam prevalecer os interesses públicos sobre os interesses privados do requerente, nos termos do disposto no artigo 12, n. 2 do CPTA.