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Na petição inicial, o Autor alegou, no essencial, ter sido vítima de acidente de trabalho, ocorrido em 05-12- 2016, quando se encontrava no exercício da sua atividade de gerente da empresa , Lda., cuja responsabilidade infortunística se encontrava transferida para a E S. A, em função da retribuição anual ilíquida de €400,00 €600,00 x 1  O acidente consistiu em ter caído de uma altura de cerca de 6 metros, em consequência tendo sofrido as lesões e incapacidades descritas no relatório de perícia singular de avaliação do dano corporal, no âmbito do qual tendo o Senhor Perito arbitrado um coeficiente de desvalorização de 2,9055%, a título de P.P., com o qual não concordou na tentativa de conciliação, visto ser portador de uma IPP de 16,24%.