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O vício de excesso de pronúncia de que, advogamos, a douta sentença enferma, resulta do facto da M juiz recorrida se haver debruçado sobre a questão da verificação dos requisitos de ordem objectiva de aplicabilidade da isenção prevista na alínea do n 1 do art 9 do CIVA, ou seja, sobre se os tratamentos prestados pela aqui recorrente poderiam ser qualificados como actividades paramédicas, dizendo, a dado passo, que "Verifica-se assim, que os tratamentos referidos não têm por objectivo a avaliação do movimento e da postura, baseadas na estrutura e função do corpo, utilizando modalidades educativas e terapêuticas específicas, com base essencialmente, no movimento, mas sim têm cariz estéticos”, quando a verdade é que nenhuma consideração deveria ter emitido a tal propósito, já que jamais as partes no desenrolar desta contenda haviam suscitado essa "questão” e na medida em que tal conhecimento também não se mostrava sequer em prejuízo da solução que viria a ser dada a todas as outras "questões” suscitadas pelas partes.