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Assim, em princípio, a sociedade garantida e a sociedade garante terão que adoptar o tipo de sociedades por quotas, anónimas ou em comandita por acções, exigindo-se ainda, não apenas uma relação de simples participação ou de participações recíprocas entre aquelas sociedades nos termos dos artigos 48 e 48 do Código das Sociedades, mas uma verdadeira relação de domínio, em termos tais que uma das sociedades pode exercer sobre a outra uma influência dominante, o que se traduzirá numa detenção duma participação maioritária no capital social, na disponibilização de mais de metade dos votos, ou na possibilidade de designar mais de metade dos membros do órgão de administração ou do órgão de fiscalização artigo 48 n.s 1 e 2 do Código das Sociedades.