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n 349/10, na pena única de 10 anos de prisão;  2) Ora, o douto acórdão recorrido assenta na ideia de que a pena única aplicada foi de 15 anos de prisão, que foi, realmente, a pena aplicada em 1 instância, tendo, porém, sido substituída pela pena única de 10 anos de prisão, por acórdão nos referidos autos proferido pelo Supremo Tribunal de Justiça, que transitou em julgado;   3) Assim sendo, e adoptando-se o mesmo critério dosiométrico da pena que foi aplicado pelo douto acórdão recorrido, tem de concluir-se que, se não fosse o lapso cometido, a pena única a ser aplicada ao Recorrente não deveria ser superior a 12 anos de prisão;  4) Mesmo levando em linha de conta a pena aplicada ao Recorrente no processo n 719/18GBTMR, do Juízo Central Cível e Criminal da  - Juiz , pelo mesmo critério, a pena única aplicável não seria superior a 12 anos e 7 meses;  5) A personalidade do Arguido, considerada numa perspectiva dinâmica, retrospectiva, mas também prospectiva, levando em conta a maturidade que entretanto desenvolveu, o apoio familiar com que pode contar, conjugada com a natureza dos crimes que praticou, cuja indiscutível gravidade não é, apesar de tudo, tão importante que leve a considerá-lo como portador de uma perigosidade intolerável, bem se podendo dizer que o seu transacto percurso na senda do crime foi o de um pilha-galinhas - justifica, inquestionavelmente, que ao Recorrente se não imponha uma pena que lhe acabe por inutilizar as oportunidades, que se lhe abrem, de regeneração e reinserção social;  6) O douto acórdão recorrido violou as normas do art.