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1 Reitere-se que, enquanto que a Apelada elaborou uma versão pouco credível dos factos, argumentando que o Apelante teria celebrado a escritura de compra e venda em virtude de ambos residirem no imóvel e manterem uma relação há sensivelmente 10 anos, dando assim um "bónus” à Apelada, retirando esta dinheiro da empresa – Infraestruturas e Terraplanagens, Lda., sem justificação aparente, entregando-o ao Apelante para ele liquidar a prestação bancária em nome daquela, tendo, ainda, bastas vezes, mentido descaradamente em sede de declarações de parte, mormente quando na transcrição supra refere que o Apelante "comprou a casa comigo” contrariado grosseiramente o Facto Provado n., já, por sua vez, o Apelante trouxe aos autos uma justificação muito mais verosímil, como, inclusivamente, já havia sido notada e salientada no douto Acórdão dessa Veneranda Relação que revogou a providência cautelar constante do apenso A, designadamente, quando logrou demonstrar que a sociedade e – Pavimentos, Infraestruturas e Terraplanagens, Lda.