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; 7) Nos articulados, verifica-se as Autoras indicaram o valor € 631,60, e na contestação foi indicado pela Ré "o mesmo da Petição Inicial”; 8) Ambas as partes concordaram com o valor do processo; 9) Decorre da causa de pedir das Autoras mormente dos seus artigos 24, 25, 26, 27 e 28 da p.), que um dos fundamentos para o pedido de anulação da deliberação social foi o valor indicado para a amortização da quota, € 815,80), quando deveria ter sido o seu dobro – € 631,60 – sob pena de se violar o previsto no n. 2, do artigo  do contrato de sociedade da Ré; 10) Constitui matéria controvertida na ação o valor indicado para amortização da quota; 11) Compete ao juiz a fixação do valor da causa – vide artigo 306 do CPC – mas, para sua determinação há que ter em conta os elementos do processo – elementos que acima se expuseram; 12) Quer pela causa de pedir, quer pelo acordo entre as partes no valor a atribuir à causa, nunca poderia a Meritíssima Juiz do Tribunal "a quo” fixar o valor do processo em quantia diferente à indicada pelas Autoras; 13) A decisão da fixação do valor de € 815,80, deverá ser alterada para uma outra, na qual se contemple o valor indicado pelas Autoras de € 631,60; 14) O que se requer, com todas as consequências legais daí resultantes; 15) Não se concorda com a decisão de procedência da exceção perentória de caducidade do direito da ação; 16) A ação de anulação de deliberação, entrou em juízo dentro dos trinta dias que a lei prevê, APÓS O CONHECIMENTO dessa deliberação; 17) As Autoras não estiveram presentes na Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 04/02/2020; 18) Até à receção da carta enviada pela Ré, datada de 29/04/2020 em pleno período de confinamento vide n. 3 dos factos provados, as Autoras desconheciam o resultado da votação; 19) Desconheciam, inclusive, se a própria Assembleia se tinha realizado visto que naquela altura já se falava em distanciamento social e em cancelamento de diligências que importassem algum risco para propagar o vírus pandémico que se vive; 20) "No dia 25-5-2020 foi interposta a vertente ação” – vide ponto 4 dos factos provados da douta Sentença; 21) Considerando o período temporal entre a receção da carta enviada pela Ré, e a interposição desta ação, não decorreram os 30 dias de caducidade; 22) Decidiu mal a Meritíssima Juiz do Tribunal "a quo” essa questão da exceção perentória; 23) Pelo que deve este Tribunal revogar a decisão recorrida; 24) O que se requer, com todas as consequências legais daí resultantes; 25) Lendo, atentamente, a decisão recorrida, verifica-se que não se indica nela um único facto concreto e juridicamente relevante, suscetível de informar, e fundamentar, o verdadeiro motivo da fixação do valor e da procedência da exceção perentória da caducidade; 26) A Meritíssima Juiz do Tribunal a quo, para além de cometer a nulidade de omissão de pronúncia, não fundamentou de facto e de direito a sua decisão, violando o disposto nas alíneas, e do artigo 61 do Código do Processo Civil, uma vez que não apreciou a totalidade das questões como o deveria ter feito, sendo por esse facto nula; 27) A decisão recorrida viola o disposto nos artigos 1, 2, 20, 20, 20; 28) A decisão recorrida não é de mero expediente, daí ter de ser suficientemente fundamentada; 29) O Tribunal com a decisão recorrida não assegurou a defesa dos direitos das Autoras, em não fundamentar exaustivamente a sua decisão, e nem se quer aplicar a as normas legais aplicáveis ao caso em concreto; 30) A Meritíssima Juiz do Tribunal "a quo” limitou-se apenas e tão só, a emitir uma Sentença "economicista”, isto é, uma decisão onde apenas de uma forma simples e sintética foram apreciadas algumas das questões sem ter em conta: O alegado pelas Autoras; Os documentos juntos; Demais elementos constantes no processo; 31) Mesmo que assim se não entenda, a Sentença recorrida tem de ser revogada porque não está fundamentada, tanto de facto como de direito, além de fazer uma errada interpretação das normas legais que enumera, tendo em conta o disposto no n. 1, do artigo 15, do P.; 32) A Meritíssima Juiz do Tribunal "a quo” não fundamentou convenientemente de facto e de direito a sua decisão; 33) Cometeu, pois, uma nulidade; 34) Pelo que se impõe a Revogação da Sentença recorrida; 35) O que se requer, com todas as consequências legais daí resultantes.