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317 dos autos - numeração física - os montantes correspondentes aos diferenciais remuneratórios entre o valor das remunerações mensais que cada Recorrente efectivamente auferiu desde 1 de julho de 2000 até à data de interposição do presente recurso - ou à data da sua aposentação, se anterior - e o valor da remuneração que deveria ter efectivamente recebido se tivesse transitado para a carreira de inspeção que deveria ter sido regulamentada em cumprimento do n 112/2001, de 6 de abril, acrescido do diferencial entre o valor do suplemento de função inspetiva efectivamente auferido e o valor desse mesmo suplemento que deveria ter sido estabelecido se tivesse sido regulamentada a carreira de inspeção em que estavam inseridos os Recorrentes, em cumprimento do disposto no n 112/2001, acrescidos de juros de mora, à taxa de 7%, desde 1 de julho de 2000 até 30 de abril de 2003 e 4% desde 1 de maio de 2003, até à data do pagamento das referidas quantias, devendo ainda ser comunicada à Caixa Geral de Aposentações o valor das novas remunerações resultantes dos referidos cálculos para que, mostrando-se pagos os necessários descontos se proceda ao recálculo das pensões dos Recorrentes entretanto aposentados, negando provimento ao recurso interposto pelo Ministério da Administração Interna.” G - Entende o tribunal a quo que esta decisão "é incompatível com o que antes se havia decidido, no sentido de que não há qualquer situação de facto que ainda possa ser objeto de regulação através de normas regulamentares, e de que, por isso, haveria que proceder à modificação do objeto do processo, passando este a ser, não a omissão regulamentar, per se, mas sim a indemnização devida pela atuação ilegítima das entidades demandadas, que perdurou desde 002000 data da produção de efeitos do 112/2001), até à extinção da DGV, conforme resulta da decisão proferida no Proc.