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341 do Código do Processo Penal, porquanto, legitimamente, não quis então prestar declarações;  - relembrou que sempre foi considerado, por este Tribunal, que a presença da arguida não era, nem é, indispensável para o apuramentos dos factos e para a boa decisão da causa, nem para a descoberta da verdade material, o que e novamente se reitera;  - salientou que, tendo em conta que, em momento algum, a arguida foi impedida de exercer qualquer um dos direitos que lhe assistem, a realização da justiça não poderia, ser deixada a mercê da verificação da predisposição e da vontade da arguida para dar continuidade das suas declarações, tendo em conta que a invocada, pela própria, dificuldade de prestar esclarecimentos nas instâncias do seu Ilustre Advogado difere manifestamente do que, até ao momento, foi percepcionado pelo Tribunal em sala de audiências;  - perante a postura assumida pela arguida, no sentido de declarar não se sentir capaz de prestar declarações, apesar de até ao momento o ter conseguido fazer, aquando das instâncias do seu Ilustre Advogado, salientou que a solução legal do art.