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449; Feitas estas considerações importa agora indagar se no caso em juízo a não intervenção da  Autora no procedimento administrativo em que foi tomada a decisão de demolição da marquise afeta à fração "AD”  de que é nua proprietária é suscetível de ser ultrapassada por ainda assim ser de concluir que se está na presença de um ato anulável em relação ao qual se pode afirmar que  existe uma identidade entre o conteúdo da decisão impugnada  e o conteúdo hipotético do ato válido, de tal forma que seja seguro que a decisão administrativa a proferir pelo Apelante, ainda que a  Autora, como proprietária da raiz ou nua propriedade da fração "AD” em que se integra a marquise cuja demolição foi ordenada, tivesse intervindo no procedimento administrativo, só podia ser aquela que concretamente foi proferida.