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sugerida pela Recorrente, o acórdão reclamado afirma e decide o que é claro: "Sendo as cláusulas que aqui se expurgaram da parte inquinada integradas em contratos de arrendamento em que uma parcela da "taxa de solos” deveria, a partir de 7 de Abril de 2002, ter sido paga pelo senhorio à entidade pública credora, em vez de ter sido paga indiferenciadamente e sem discriminação pelo arrendatário, cabe ao senhorio repor na esfera jurídica patrimonial do arrendatário o montante cujo pagamento era imperativamente da sua responsabilidade e foi suportado pelo arrendatário na relação com a Associação dos Beneficiários .... Assim se procede à relação de liquidação entre as partes10 como resultado da nulidade parcial que se julga procedente nos autos.” Por outras palavras e em suma: identifica-se o que é de ser imperativamente pago pelo senhorio enquanto tal e imputa-se-lhe esse pagamento – por restituição do não pago indevidamente – sempre e enquanto senhorio sem prejuízo do que se lhe aprouver, se aprouver, na relação com o beneficiário do recebimento das contribuições indevidamente pagas pelos arrendatários).