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Importando, pois, conciliar os dois pólos do problema, já nesse sentido se defendeu que não obstante esse carácter facultativo, o requerente arguido ou assistente que não pode da instrução desistir em qualquer momento, desde logo onde já tivesse sido produzida prova que lhe fosse desfavorável, pois que isso resultaria em fraude aos fins públicos da instrução, impedindo o tribunal de exercer o juízo de valoração sobre a prova produzida assim, Paulo Pinto de Albuquerque, "Comentário do Código de Processo penal à luz da Constituição da República e da Convenção Europeia dos Direitos do Homem”,  edição actualizada, Universidade Católica Editora, Lisboa, 2008, p.. Acolhendo-se esta doutrina e levando-a às consequências últimas, caberia admitir a desistência da instrução a todo o tempo naturalmente com o limite do encerramento do, enquanto não tivesse sido produzida prova desfavorável ao requerente, mas isso faria tábua rasa da já dita obrigatoriedade do debate, uma vez ela iniciada.