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P. O Tribunal a quo entende ainda que considerando-se válido o título executivo existente nos presentes autos, leia-se contrato e extractos, não têm os Exequentes exigir dos Recorridos, o valor aqui em dívida, pois carecem de legitimidade para intervirem nos presentes autos, uma vez que não terão tido intervenção no Contrato de Conta Corrente celebrado em 28 de Março de 2007, pois apenas tiveram intervenção na , 3,,  e última alteração ao contrato, Q. Ora, em todas as alterações efectuadas ao Contrato celebrado em 28 de Março de 2007, consta a seguinte referência "Em tudo o mais mantém-se inalterado todo o restante clausulado estabelecido no Contrato de abertura de Crédito, celebrado em 28 de Março de 2007, o que em tudo é do conhecimento dos Terceiros Outorgantes.”, ou seja, os Recorridos assinaram as alterações ao Contrato inicialmente celebrado, assumindo de livre vontade a posição de Garantes, veja-se que aceitaram inclusive o disposto na cláusula nova do contrato celebrado e que dispõe que "Os Garantes aceitam expressamente todos os termos e condições do presente contrato, assumindo solidariamente com a SEGUNDA OUTORGANTE, o cumprimento integral de todas as obrigações pecuniárias dele decorrentes.” R. Veja-se que aquando a negociação das alterações ao Contrato inicialmente celebrado, foram concedidas garantias adicionais, nomeadamente através da assunção da posição de garantes por parte dos aqui recorridos, os quais foram devidamente esclarecidos de todo o teor do contrato original, e da obrigação pela qual se constituíram responsáveis, razão pela qual, nas alterações é efectuada referência de que "Considerando que o presente documento contratual foi antecedido das negociações necessárias ao esclarecimento da vontade dos OUTORGANTES”,  S. Podemos assim concluir, que os Recorridos assumiram a dívida aqui em causa, a partir do momento em que assinaram as alterações mediante as quais se constituíram garantes solidários das obrigações ali em causa, e se consideraram esclarecidos do teor da mesma, pois caos assim não fosse não assinariam as alterações em causa”.