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60- Ora, como supra referimos, a matéria de facto vertida na douta Sentença, permite, sem margem para duvidas, avaliar o desrespeito da decisão imposta pelo princípio da razoabilidade, cuja concretização conhece consagração constitucional, pelo que, violou o n. 2 do artigo 50 do Código Penal, não devendo por isso ser exigível a imposição à recorrente, já que, 61- O cumprimento do dever imposto perspectiva-se impossível, inexequível à partida, correspondendo tal imposição, tão só, ao adiamento a execução da pena de prisão, em clara violação com o Principio da razoabilidade e aos princípios da proporcionalidade e da exigibilidade dos deveres impostos – princípios básicos do Estado de Direito, consagrados na CRP.