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e E não eram os proprietários nem da totalidade, nem mesmo de metade do mesmo razão pela qual julgou improcedente o pedido de redução de negócio), porquanto, na data da outorga da escritura de doação 25/08/2016), já havia sido proferido despacho a aceitar a venda do bem ao aqui Autor proferido em 7/12/2015 e, o Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 9/2/2017, transitado em julgado, revogando a aceitação da proposta dos aqui RR, determinou a manutenção da venda ao aqui Autor pois que esse mesmo imóvel já havia sido vendido aos aqui AA, com aceitação da proposta destes, só faltando ser depositado a parte do preço correspondente, que entretanto veio a ser depositado e veio a ser proferido despacho de adjudicação, consubstanciando aquela doação uma doação de bem alheio, nula, conforme art.