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155 do CIRE, o mesmo pediu esclarecimentos a esse relatório, os quais foram deferidos pelo tribunal a quo, acabando a administradora de insolvência por prestar esses esclarecimentos por requerimento entrado em juízo em 09/11/2020, os quais não lhe foram notificados, sequer ao devedor/insolvente e/ou aos restantes credores, acabando o tribunal por proferir o despacho sob sindicância, em que defere liminarmente o pedido de exoneração do passivo restante, sem que esses esclarecimentos lhe tivessem sido notificados e impedindo-o, assim, de exercer, em pleno, o seu direito ao contraditório; e por à data da prolação da decisão recorrida, contrariamente ao que nela se afirma, não se encontrar junto aos autos o certificado do registo criminal do devedor/insolvente, não dispondo, por isso, o tribunal de qualquer elemento factual capaz de sustentar o despacho que admitiu liminarmente a exoneração do passivo restante e para nele ter julgado provado, como fez, que o devedor/insolvente não tem antecedentes criminais.