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Mas sem razão, nos termos da interpretação e aplicação conjugada das seguintes disposições legais, que importa considerar: - decorre do artigo 5, n. 1 do Estatuto da Aposentação que na aposentação extraordinária o tempo de serviço do subscritor considera-se equivalente a 36 anos;  - nos casos previstos no artigo 3, n. 1 do citado diploma, o tempo de serviço corresponde sempre, por ficção legal, ao do exigido para os casos normais, mesmo que tal tempo não tenha decorrido na realidade, sem prejuízo das especificidades do artigo 5, n. 2; - segundo o artigo 5, n. 2 do Estatuto da Aposentação, a pensão não pode, em caso algum, exceder o montante da remuneração líquida a que se refere o n.  Considerando que o tempo de serviço máximo considerado é de 36 anos de serviço, a dívida de quotas de aposentação e de sobrevivência a calcular por referência ao tempo de serviço em falta pelo interessado, até atingir esse número de anos, deve ser limitada a esse período de 36 anos de serviço.