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No que se refere a esta parte do pedido que foi, inclusive, desatendido pela sentença da  instância, a autora havia alegado na p.ter acordado com o Aero Clube de Bragança, entidade que explora o aeródromo daquela cidade, que a partir de Fevereiro de 2016 o preço do combustível fornecido por este teria como referência o preço praticado pela BP em Cascais, pelo que tendo a ré cobrado um preço superior ao contratualmente estipulado com a Cascais Dinâmica, S. A., tal reflectiu-se nos preços pagos pela autora em Bragança, levando a que pagasse mais € 232 895,13 pelo combustível que abasteceu durante os anos de 2016 e 2017, em Bragança.