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É no mínimo bizarro tal acontecimento colhe aqui como mais verosímil a tese do arguido, segundo a qual lhe telefonou porque estava perdido e a pedir informação para onde se deveria; - o facto de ter, imediatamente, após o sucedido, apagado as sms do seu telemóvel; - o facto de saber identificar o local dos factos; - o facto de ter atendido o telefone e falado com a sua mãe pelas 13:35:55, com quem esteve ao telefone cerca de um minuto e meio, o que, contende com o que a sua mãe referiu; - o facto de ter recebido uma série de mensagens no período em que diz que o arguido lhe desligara o telemóvel; - o facto de no visor do seu telemóvel, quando o seu namorado, alegadamente, lhe telefonou do telemóvel do amigo recluso, ter aparecido "amor”, dado o telemóvel pertencer a um "parceiro” daquele; - o facto de ter atendido a dita chamada e a antena ativada ser uma e a do local dos factos ser outra e, diz a ofendida que atendeu o telemóvel no exato momento em que pararam no local ermo, o que, mais uma vez, não coincide com este registo celular; - o facto de a sua mãe lhe ter ligado logo após os factos e, ante a gravidade da situação, apenas, esteve ao telefone menos de um minuto e, segundo diz, não perceber o que ela dizia, apenas, lhe ter voltado a ligar cerca de 5 minutos depois; - o facto de o registo de fls.