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Só assim será cumprido o Direito e feita Justiça.”   Pela entidade expropriante foram interpostas contra alegações, formulando afinal as seguintes: "– DAS CONCLUSÕES: Do que acima se deixou exposto, retiram-se as seguintes conclusões: O presente recurso jurisdicional vem interposto da Sentença do Juízo Local Cível de Alenquer, de 202019, que decidiu negar provimento ao recurso dos Onerados e concedeu provimento parcial ao recurso interposto pela Onerante, fixando a indemnização a atribuir pela constituição de servidão administrativa de gás natural sobre a Parcela n." 1004, no montante de E 3742,00, a atualizar; Ao contrário do que sustentam os aqui Recorrentes, a sentença recorrida está muito bem fundamen­tada, baseia-se num laudo majoritário dos peritos e fixa uma indemnização do prejuízo decorrente do ónus da servidão administrativa de gás sobre esta parcela com 8,371 m2 que é justa e adequada, pelo que não merece qualquer censura; Não se conformando com a justa indemnização fixada, os Recorrentes assacam à Sentença impug­nada uma série de vícios — que não se verificam — e que se prendem com omissão de pronúncia e falta de fundamentação sobre os critérios da divisão das parcelas em duas zonas; erro de julgamento da matéria de facto; e erro de julgamento da matéria de direito;  Relativamente à omissão de pronúncia, não colhe qualquer provimento já que, além de os Recor­rentes limitarem-se a afirmar genérica e superficialmente que a sentença padece de vício de omissão de pronúncia, não há qualquer dúvida que o Tribunal a quo conheceu das questões que deve apre­ciar, conforme pedido e causa de pedir; A mera falta de análise de toda a argumentação apresentada pelas partes, não constitui uma causa de nulidade da sentença cfr.