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Ora, no caso, a existir alguma irregularidade mera, ela atem-se à falta de referência expressa no acto de liquidação aos elementos identificativos do relatório de inspecção; irregularidade que não prejudicou a correcta compreensão pelo sujeito passivo da relação entre ambos como atesta a presente acção), não sendo sequer necessário mobilizar: primeiro, o princípio da razoabilidade para sustentar que, atento o conteúdo de ambos do relatório de inspecção, cuja notificação antecedeu a do acto tributário), qualquer declaratório normal teria objectivamente estabelecido aquela relação e, com isso, teria tido acesso à fundamentação da liquidação; ou subsidiariamente, a aplicação do regime do disposto nos n.s 1 e 2 do artigo 3 do CPPT no quadro de uma relação de colaboração leal e de boa-fé nas relações tributárias, para concluir que não existe a alegada falta de fundamentação.” destaques e sublinhados.