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1 Dito isto, importa salientar que é esta a matéria aplicação retroactiva da diretiva 2014/104/EU) que se encontra em discussão no TJUE, no âmbito do processo -267/20 mencionado na declaração de, sendo, a nosso ver, certo que o TJUE já respondeu a essa questão em sentido negativo no âmbito do processo -637/1  Dito isto, e como é consabido, desde o Acórdão Cilfit processo -283/81)6, a jurisprudência do TJUE tem vindo a entender que não é necessário proceder ao reenvio prejudicial quando: )     A questão de Direito da União Europeia suscitada for impertinente ou desnecessária para a resolução do litígio; )   O TJUE já se pronunciou, de forma firme, sobre a questão a reenviar em caso análogo, em sede de reenvio ou outro meio processual, atento o efeito erga omnes das suas decisões.