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);  -    Quanto às relações entre as partes em consequência do segundo contrato de mútuo bancárioEmpréstimo, contraído em 10-07-2008, para aquisição de uma garagem, tendo a A. e o R. como mutuários, reconheceu ao A. direito de regresso sobre as quantias pagas que excedem a comparticipação em partes iguais na dívida, a que acresce, com o mesmo fundamento, o direito do A. a metade das despesas com seguros a liquidar em "execução de sentença”, na medida em que se provou ter sido ele quem suportou integralmente as prestações do empréstimo;  -  Passando depois a apreciar o pedido subsidiário fundado no enriquecimento sem causa decorrente da cessação da união de facto, e tendo feito o enquadramento doutrinal e jurisprudencial da questão, concluiu ter sido provado que foi o A. a suportar a quase totalidade das prestações do empréstimo contraído para aquisição da fracção destinada a habitação Empréstimo; pagamento esse que ascende ao montante de € 21599,87, o que corresponde ao valor do enriquecimento da R., que deve ser restituído ao A., acrescido de juros de mora desde a citação, a que acrescem as despesas a liquidar "em execução de sentença” com os seguros indexados a esse empréstimo;  -     Finalmente, considerou que a decisão em causa tinha subjacente o entendimento de que as diversas despesas suportadas pela R. com os encargos da vida comum correspondem ao cumprimento de obrigações naturais, pelo que, de acordo com o regime do enriquecimento sem causa, não há lugar à sua restituição;  -   Considerou ainda não se verificar, por parte do A., qualquer situação de abuso do direito, na modalidade de venire contra factum proprium, diversamente do que entendeu a  instância, na medida em que aquele continuou a liquidar as prestações bancárias após o fim da união de facto porque no empréstimo figurava como fiador e porque continuara a suportar despesas comuns, uma vez que se encontrava obrigado a prestar alimentos ao filho comum.