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xvi) As Recorrentes consideram incorretamente julgado o ponto da matéria de facto correspondente ao facto provado 36, que resultará de uma desconsideração por parte do Tribunal a quo de factos relevantes para a boa decisão da causa, entendendo-se que o mesmo deverá ser sub dividido e, atento as fotografias juntas com a Petição Inicial como documentos n.s 2, 3, 4 e 5, fotografia junta com a Contestação como documento n. 19, fotografias n. 31, 32, 33, 34, 36, 39 e 41 do Auto de Inspecção ao Local, bem como o depoimento de parte do legal representante das Recorrentes minutos 6:11 ; 7:54 ; 41:45 e 44:35) depoimento de parte do Autor J.F.minutos 13:15 ; 15:51 ; 16:04 e 34:00), depoimento das Testemunhas minuto 7:00), minutos 5:19 e 6:15 e minuto 1:00:44), cujas transcrições constam acima, considerado pelos Venerandos Desembargadores do seguinte modo: "36 Após a decisão proferida no âmbito do procedimento cautelar apenso aos presentes autos, datada de 8 de Julho de 2019, foi instalada no restaurante Thai Marina uma tubagem/conduta exterior, a servir de chaminé, assente na cobertura da esplanada e que subia junto a pilar do edifício referido em, com apoio no murete da varanda do apartamento do Autor J.F., terminado a sua boca por cima do telhado de cobertura do edifício” "36 – B A chaminé referida em 36 foi derrubada por familiares do Autor J.F.” "36 – Após o derrube referido em 36 – B e uma vez que a família não consentiu a solução referida em 36 foi instalada na cobertura da esplanada fechada que está afecta ao restaurante Thai Marina uma tubagem/conduta exterior, a servir de chaminé que sobe em linha recta vertical paralela ao edifício referido em 1, mas separada do mesmo, tendo como único ponto de contacto com o referido edifício um único parafuso fixado no lado exterior do muro da fracção autónoma "AC” uma vez que a chaminé está fixada com espias fixadas na cobertura da esplanada fechada” "36 – A chaminé referida em 36 está colocada no campo de visibilidade da janela de um dos quartos da fracção autónoma "AC”, mas a uma distância superior metro e meio, não comprometendo a iluminação e arejamento, nem a total visibilidade, sendo possível continuar a ver quer a Marina de Vilamoura, quer os edifícios a Nascente da mesma.” xvi) As Recorrentes consideram incorretamente julgado o ponto da matéria defacto correspondente ao facto provado 39, por não se ter produzido prova que permita a redacção que lhe foi conferida pelo Tribunal a quo.