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do P.Penal, constitui uma contradição insanável da fundamentação com respectiva decisão; - Que implica a nulidade da sentença; - Verificando-se, também, uma omissão de pronúncia, quando a mesma, que foi posta a consideração do Venerando Tribunal da Relação de Évora, em sede do recurso; - Que ao abrigo do artigo 37, n. 1 al, do P.Penal, importa, também, a nulidade da sentença, com todas legais consequências; - Por outro lado, é inquestionável, que a acusação é "ipsis verbis” igual tanto no processo 570/18TALL, como nos presentes autos; - Tal igualdade verifica-se, a todos níveis, tanto ortográfico, na descrição dos factos e no seu conteúdo, na sua numeração, nas suas conclusões, incriminação; - Nada trouxe de novo, nenhum facto ou descrição, especial, relativa ao ora arguido; - Sobre qual apesar ter sido questionado em sede recurso, nunca o acórdão se pronunciou; - O acórdão da sentença da  instância objecto de recurso refere expressamente: - " Os novos factos resultam da prova produzida na audiência de julgamento do processo 570/18TALL de onde resulta que o autor dos factos que constavam da acusação foi o arguido e não seu filho ali submetido a.”-; - Tanto na acusação, como na sentença objecto de recurso, omite-se, quais são esses factos novos, em que termos, em que data as declarações foram produzidas, em audiência e qual a sessão de julgamento, já que a prova em sede de audiência de julgamento é objecto de gravação;  - De acordo com o artigo 28, n. 3 al.