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Em suma, em face de tudo quanto foi exposto, cabe julgar reconhecido o crédito da sociedade impugnante,, S.A., pelo valor de 77863,02 Euros, a classificar como crédito garantido, sujeito a condição resolutiva para efeitos do disposto no artigo 9 do CIRE, consistente na eventual satisfação do crédito no âmbito do processo especial de revitalização da sociedade , S.A., com o n. 670/10T8FND No caso em apreço, caberá destacar que, recaindo sobre a verba n. 1 do auto de apreensão duas hipotecas, uma legal, da Segurança Social e, outra, voluntária reconhecida à, S.A., a primeira beneficia da anterioridade do registo, por ter sido objecto de apresentação para tal efeito a 25/05/2012, enquanto que a hipoteca que garante o crédito da, S.A. apenas foi apresentada a registo a 12/04/2013 Do produto da venda da verba n. 1 bem imóvel correspondente ao prédio misto denominado Quinta descrito na Conservatória do Registo Predial da ..) sob o n./20100115) serão pagos, em primeiro lugar, o crédito laboral reconhecido a; em segundo lugar, o crédito fiscal que goza de privilégio imobiliário especial, referente a respeitante à verba em causa; em terceiro lugar, o crédito hipotecário do Instituto da Segurança Social, P.; em quarto lugar, o crédito hipotecário reconhecido à, S.A., sendo, neste caso, de considerar que o mesmo se encontra sob condição resolutiva, consistente no pagamento do crédito no âmbito do PER da sociedade , S.A., com o n. 670/10T8FND, pelo que, nos termos do artigo 9 do CIRE, o mesmo deverá ser tratado como crédito incondicionado até ao momento em que a condição se preencha, sem prejuízo do dever de restituição dos pagamentos recebidos assim que se verifique a condição.