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ACORDAM NO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES  – RELATÓRIO  , Lda., intentou contra Reboques ... Unipessoal, Lda., ação declarativa de condenação sob a forma de processo comum, pedindo a condenação desta no pagamento da quantia de € 1163,92, acrescida dos juros legais devidos desde a data da citação até integral e efetivo pagamento.A ré contestou impugnando a factualidade alegada pela autora, mais requereu a intervenção principal das sociedades comerciais "Y – Sociedade Unipessoal, Lda.” e "W, Lda.”, bem como a condenação da autora como litigante de má fé.Foi indeferida a intervenção principal e admitida a intervenção acessória das sociedades "Y – Sociedade Unipessoal, Lda.” e "W, Lda.”.A final foi proferida sentença que julgou a ação parcialmente procedente e, em consequência:  a) Condenou a Ré, "Reboques ... Unipessoal, Lda.”, a pagar à Autora, ", Lda.”, a quantia de € 1213,92, acrescida de juros de mora vencidos desde a data da citação e vincendos até integral e efetivo pagamento, sobre o capital de € 1213,92, à taxa legal de 4%; b) Condenou a Autora, ", Lda.”, como litigante de má fé, no pagamento de multa no valor de 5UCs, bem como de indemnização à Ré, "Reboques ... Unipessoal, Lda.”, em montante a liquidar oportunamente; ) Condenou a Chamada, "Y – Sociedade Unipessoal, Lda.”, como litigante de má fé, no pagamento de multa no valor de 5UCs, bem como de indemnização à Ré, "Reboques ... Unipessoal, Lda.”, em montante a liquidar oportunamente.Inconformada com a sentença, a ré interpôs recurso, finalizando com as seguintes conclusões transcrição):  A) O presente recurso pretende, com a reapreciação da prova gravada e produzida em audiência e discussão de julgamento, impugnar a decisão proferida sobre a matéria de facto pois considera a Recorrente que houve factos indevidamente dados como provados, os quais se consideram importantes para a boa decisão da causa, bem como pretende impugnar a matéria de direito.