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Com efeito, como doutrina Emanuel Vidal Lima1 "os serviços elencados no citado n 8 são "serviços "intermédios”, isto é serviços não finais, com carácter empresarial, por se encontrarem afectos à actividade do sujeito passivo adquirente”, razão pela qual, regra geral, "o imposto deve ser liquidado pelo sujeito passivo nacional, cliente do prestador estrangeiro, de acordo com os elementos constantes da factura por esta emitida relativamente aos serviços prestados” só assim não sucedendo "quando sejam efetuadas a sujeitos passivos estabelecidos ou domiciliados noutro Estado-membro da Comunidade; a destinatários sejam ou não sujeitos de estabelecidos ou domiciliados fora da Comunidade”.