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9) Com efeito, os arguidos mediante a obtenção de faturas reportadas a serviços que não lhes foram prestados, «as quais verteram nas respetivas declarações junto da Autoridade Tributária e Aduaneira, tornaram credível a existência de despesas, na prática inexistentes, e que, uma vez equacionadas em sede tributária, acarretaram um prejuízo patrimonial para a Administração Tributária, mediante a obtenção de uma vantagem patrimonial indevida no valor de 49 039,58€ quarenta e nove e trinta e nove euros e cinquenta e oito cêntimos) relativo ao ano de 201 10) Pelo contrário, em sede do processo n. 22/17IDCTB, o arguido utilizou faturas emitidas, a favor da sociedade arguida que não correspondiam a quaisquer operações/serviços prestados na contabilidade da sociedade arguida, dessa forma fazendo aumentar os custos da sua atividade no período de 2011, diminuindo o lucro tributável da mesma, assim como aumentando o valor do IVA a deduzir.