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Requereu a realização da audiência para debater os seguintes pontos: ) preterição de direitos fundamentais na Sentença Recorrida, de forma transversal, de tal forma que tal decisão enferma de nulidade e carece de escrutínio pelo Tribunal da Relação no que respeita à sua conformidade com a Constituição, conforme invocado no capítulo 4, artigos 40 a 73 da motivação e ponto 2 das conclusões; ) condenação por factos diversos dos que constavam da decisão da ANACOM, da Acusação e do Recurso de Impugnação, sem que as alterações à matéria de facto constem assinaladas na Sentença Recorrida e sem que tais alterações tenham sido comunicadas à Arguida para sobre elas poder pronunciar-se, conforme invocado no capítulo 8, artigos 123 a 156 da motivação e ponto 6 das conclusões; ) contradições insanáveis da fundamentação, conforme invocado no capítulo 9, artigos 157 a 166 da motivação e ponto 7 das conclusões; e ) erros notórios na apreciação da prova que resultam do confronto de segmentos do texto da Sentença Recorrida entre si e também das regras de experiência comum, conforme invocado no capítulo 11, artigos 197 a 247 da motivação e ponto 9 das conclusões.