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Ainda que nos termos do n. 2 se presuma a culpano âmbito das relações contratuais, tal não afasta o pressuposto prévio da demonstração da ilicitudeque recai sobre aquele que invoca o direito de indemnização e que em concreto se poderia ter traduzido na violação daqueles deveres, com função causal relativamente aos prejuízos”1 Revertendo ao caso vertente, parece evidente, face ao acervo factual apurado, que a apelante incumpriu em toda a linha o dever de informação que sobre si recaía, omitindo informação relevante e prestando informação incorrecta, determinando a autora à subscrição de um produto que não conhecia, não tendo sido esclarecida quanto às suas características, antes lhe tendo sido descrito enganadoramente como sendo "em tudo igual a um DP” cf.