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Neste sentido vide acórdão do Supremo Tribunal Administrativo de 102014, proferido no processo n. 196/13, disponível em texto integral em www.dgsi.pt  - citado pelo Tribunal « a quo» -« O facto de a citação poder ser efectuada em qualquer herdeiro nos casos em não tenha havido partilha e não esteja a correr inventário não significa, de todo, que o citado responda e, seja responsável) por toda a dívida, nem sequer por parte alguma dela; nessas circunstâncias, quem é responsável pela dívida exequenda é, exclusivamente, a herança.») Tanto basta, pois, sem necessidade de maiores considerandos, para concluir pela improcedência das conclusões da alegação de recurso, impondo-se, como tal, confirmar a sentença sob recurso.