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8 – Extrai-se ainda daqueles depoimentos que aqueles que figuram nos contratos de compra e venda como adquirentes interveniente e os nunca praticaram qualquer acto material que, indiciasse a posse do imóvel ou que, sequer, indiciasse intenção de a vir a exercer; 9 – Errou o tribunal a quo quando considerou que a posse dos embargantes, em nome próprio, cessou em 30/9/2004, não só porque tal circunstância não emerge da prova produzida emerge exactamente o contrário, ou seja que essa posse ocorre ainda no mas também porque, tendo por assente o exercício dos poderes de facto "corpus da posse” sobre o bem em questão desde 1983 até ao presente - factos provados e –o "animus da posse” também se presume de acordo com o preceituado no art 1252 do ; 10 - Ainda que não entenda conforme se conclui na conclusão anterior, sempre seria de considerar-se que, considerando o facto de quer a interveniente quer os executados nunca terem manifestado ou exercido qualquer acto de posse sobre a fracção, no período compreendido entre a data de outorga dos contratos 30/9/2004) e a actualidade, tal posse haveria que ser considerada como posse por intermédio de outrem art 1252, n 1 do, pelo que, ao não considerar tal norma e os efeitos que dela decorrem, errou novamente o tribunal a quo.