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Compulsados os autos, não existe qualquer factualidade superveniente que imponha um juízo diverso daquele que de determinou a aplicação da medida de coação de prisão preventiva aos arguidos SJH, WQ, SR, AATS e FMGF, e de obrigação de permanência na habitação aplicada aos arguidos DMF e FDMC, continuando, a subsistir o perigo de continuação da atividade criminosa e o perigo de fuga nos termos expendidos na decisão proferida em sede de primeiro interrogatório judicial no pretérito 17 de Setembro de 2020 e na decisão que alterou para a medida de obrigação de permanência na habitação por despacho de 28 de maio de 2021 e nas decisões posteriores de manutenção.