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ee) Se não foi um fenómeno de deslocação de ar, como o vento, que fez tombar o sinal, como o dos autos, as regras da experiência comum e do que apresenta como normal ao homem médio, apenas permitem concluir que para um sinal - com aquela base de suporte, por sua vez assente numa base plana e regular – tombar no solo, ou foi embatido por algum objecto em deslocação que, nele embatendo, o fez tombar e que a Ré recorrente até admite que possa ter sido o veículo conduzido pelo; ou foi arremessado para o chão pela força e acção do Homem fenómeno, tantas vezes,, ff) E verificada esta causalidade, não pode ser assacada à Recorrente qualquer culpa pela queda do sinal na via e pelo subsequente suposto embate do veículo motorizado nesse sinal, dado serem acções praticadas por terceiros, por aquela não controláveis e não evitáveis, por mais cuidado e diligência empregue.