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No que tange com o requisito do fumus bónus iuris e contrariando a douta decisão do Tribunal a quo, vem o Recorrente alegar que se verifica um "claro erro de julgamento”, referindo-se, concretamente, à análise por parte do julgador recorrido do vício de preterição de audiência prévia, sua procedência e consequente decisão de não conhecimento dos demais vícios invocados, olvida, contudo, o Recorrente que uma coisa é a muito complexa questão que se discute, do exercício em concreto do direito à objeção de consciência, ao abrigo da Constituição e da Lei de Base do Sistema Educativo, sobre o qual o Tribunal a quo tomou uma posição que mereceu a discordância dos Recorridos, não decretando por isso, para o futuro, a providência antecipatória requerida, posição essa que motivou o recurso por eles interposto dessa parte da decisão, e outra coisa muito diferente é a quantidade e a gravidade dos vícios procedimentais, orgânico-formais e materiais de que padecem os atos suspendendos, e que já não têm a ver diretamente com esse exercício, patologias essas abundantemente explanadas e relevadas pelos Recorridos no seu pedido de suspensão de eficácia, e na ação a que este está apensado, dos quais, reitere-se, apenas um mereceu a apreciação e o perfunctório juízo de invalidade por parte do Tribunal a quo, verificação essa que prejudicou a apreciação dos demais.