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Consequentemente, no seguimento da aludida interpelação, e porque ao assim se entender, não se põe em causa o beneficio do prazo do qual beneficia a executada/fiadora, não vemos fundamento pertinente para que não possa ou não deva a execução prosseguir relativamente a esta última e para cobrança coerciva das prestações já vencidas à data de5/8/2014  nelas se integrando o capital e os juros remuneratórios em cada uma incorporado, acrescidas dos juros de mora vencidos a partir de 5/8/2014 , que não dos vencidos/reclamados pela exequente a partir de 1/4/2012  relativamente ao contrato n 039300960021052 e de 20/1/2014  relativamente ao contrato n 03900960021045, tal como o exigido/liquidado no requerimento inicial da execução  e não pagas , e , bem assim, das prestações vencidas  nelas se integrando o capital e os juros remuneratórios nelas incorporado, acrescidas dos juros moratórios após 5/8/2014 e até à data da interposição da execução .