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Os recorridos contra-alegaram concluindo pela improcedência do recurso com os seguintes fundamentos: ·       A recorrente indicou expressamente que recorre da sentença que declarou resolvido o contrato de arrendamento, que foi proferida em 11-02-2019 e não do despacho interlocutório de 16-01-2019 que julgou confessados os factos alegados pelos autores, pelo que este não pode ser apreciado nesta apelação; ·       Ainda que assim se não entendesse, a arguição de nulidade do despacho de 16-01-2019 é extemporânea por ter sido suscitada depois de transcorrido o prazo de 10 dias previsto nos art.s 199, n. 1 e 149, n. 1 do CPC; ·       A ré não tinha que ser notificada do pedido de desistência da instância em relação ao outro réu, nem da cessação da suspensão da instância, pois a lei não impõe a notificação do co-réu da desistência apresentada em relação ao outro.