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Tal sucede quando a convicção do tribunal de  instância assentou em erro tão flagrante que o mero exame das provas gravadas revela que a decisão não pode subsistir.”  No mesmo sentido, considerou o Acórdão desta Relação de Guimarães, de 12017, Relatora Eugénia Cunha in www.dgsi.pt), em termos com os quais concordamos integralmente, que "o Tribunal da Relação, assumindo-se como um verdadeiro Tribunal de Substituição, que é, está habilitado a proceder à reavaliação da matéria de facto especificamente impugnada pelo Recorrente, pelo que, neste âmbito, a sua atuação é praticamente idêntica à do Tribunal de 1 Instância, apenas ficando aquém quanto a fatores de imediação e de oralidade.