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2 Analisemos as razões da discordância da Mt Juíza recorrida: a análise dos elementos clínicos dos autos: contrariamente à posição que a Mt Juíza defende, todos esses elementos apontam todos no sentido de que a sinistrada apenas sofreu luxação do cotovelo direito, não tendo sofrido qualquer lesão no punho, com excepção de um diagnóstico, efetuado mais de 3 meses após o acidente numa consulta do SNS, de uma eventual lesão no punho, mas sem que seja feita ligação inequívoca ao acidente; as sequelas resultantes dessa eventual ou provável lesão do punho: não havendo certeza quanto à existência da lesão no punho e, muito menos, do nexo de causalidade entre essa lesão e o acidente, não podem ser consideradas quaisquer sequelas dessa alegada lesão; a experiência e saber do senhor perito médico cujo laudo adotou: não se pondo em dúvida essa experiência e saber, a Mt Juíza não justifica que essa experiência e saber não seja também apanágio dos outros dois peritos, sendo que um desses dois peritos é também perito médico, como aquele, do Gabinete Médico Legal e Forense do Baixo Alentejo, presumindo-se igual experiência e saber.