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- Isto porque apesar de ter sida nomeada tutora da somente a 12/03/2014, a verdade é que a ação de interdição deu entrada muito antes, mais precisamente em 201 J- Resulta ainda dessa ação de interdição, que a 1 ré G. foi nomeada tutora da não por ser familiar direta desta mas por ser a pessoa que cuidava da anteriormente a interposição da ação de interdição, mais precisamente desde 22/07/2012 ao abrigo de um contrato de família de acolhimento celebrado entre a Segurança Social e a 1 ré G.. K- Foi alegado em sede de PI o facto de apesar de ter revogado o contrato de acolhimento com a 1 ré G., a Segurança Social não retirou de imediato a dos cuidados da 1 ré G.. - Foi ainda alegado que , apesar de ter sida nomeada acompanhante da por despacho proferido a 15 de Novembro de 2019 em substituição da 1 ré G. só teve acesso a conta bancária desta em 17 de Fevereiro de 202 - Dir-se-á finalmente que o douto despacho confunde a obrigação legal do tutor prestar contas com a obrigação de prestar contas por parte de quem administra dinheiros de terceira pessoa, que é o caso dos autos.