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E, quanto ao árbitro nomeado à ora Demandada pelo Presidente do Tribunal da Relação de Lisboa, Senhor Dr. , conquanto tenha prestado os esclarecimentos pretendidos pela Demandada, fê-lo de modo incompleto e não verdadeiro, porquanto declarou ter sido designado como árbitro de parte, no âmbito do n 62/2011, de 12 de Dezembro, em cerca de uma dezena de arbitragens, sendo certo que – segundo consta do Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 24 de Março de 2015 proferido no processo n. 1361/10YRLSB.L1 e acessível on-line in: www.dgsi.pt) - que julgou procedente o incidente de recusa do mesmo Árbitro – o mesmo foi designado Árbitro precisamente pelo escritório dos ora Mandatários da Demandante  – Sociedade de Advogados, SP, R.) em cerca de 50 arbitragens  Tanto assim que, ao ver-se confrontado com o pedido de prestação de informações e/ou esclarecimentos complementares que a ora Demandada lhe fez no dia 20 de Junho de 2018 na sequência dos primeiros esclarecimentos por ele prestados a rogo da, remeteu-se ao mais completo silêncio – atitude que, muito provavelmente, se ficou a dever ao embaraço decorrente da constatação de que, pura e simplesmente, prestara informações não verdadeiras e tal facto fora detectado e posto a nu pela Demandada.