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e supra transcrita, a apelante não aceita a factualidade dada como provada pelo Tribunal "a quo” sob os pontos 2 quanto à data do inicio da união de, 5, 6, 8, 9, 11, 12, 14, 16, 20, 22, 23, 24, 26, 29, 30, da douta sentença, e por outro lado, os factos 6 e 7 dos factos dados como não provados, na douta sentença, pois entende que aqueles factos dados como provados e com o teor deles constante, sempre teriam que ter outro teor, pois a prova foi diferente quanto aos mesmos e quanto aos não provados impunha-se que fossem dados como provados; e) Na verdade, contrariamente ao decidido pelo Tribunal "a quo”, a apelante ao longos dos 17 anos de vida em comum com o apelado, sempre contribuiu para a economia do casal, pois a limpeza da casa, a preparação das refeições, o cuidar da roupa e ainda os trabalhos na parte rustica do prédio, cultivo e a criação e animais quer para consumo próprio quer para venda, como sucedeu ao longo dos anos, representa um valor monetário significativo, com contributo efetivo da autora e que contrariamente ao aludido na douta sentença, não constitui nenhuma obrigação natural; f) No que concerne ao facto provado em , a união facto não se iniciou em janeiro de 2001, mas antes em setembro de 2000, tendo durado 17 anos e não 16 como se extraiu da decisão.