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Mais se considera que, para que a serventia de passagem em causa fosse considerada aparente era essencial a existência de um sinal inequívoco do exercício do direito de servidão, aos olhos do observador que no caso se poderia consubstanciar no facto de existir um trilho calcado e despido de vegetação, o que não sucede em ambos os prédios, pois o das autoras tem uma sinaléctica de um portão para o outro lado da Rua da Pena e o prédio dos réus está murado e tem silvado no exterior do muro, logo, não foi feita prova desses sinais visíveis e permanentes, pelo que não restam pois quaisquer dúvidas que, a ter existido passagem, estamos perante uma servidão não aparente, a qual em face da lei não pode ser adquirida por usucapião.