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Nos casos de pessoas coletivas, esse pressuposto está preenchido se tiver sido efetivamente dado conhecimento do ato em causa a uma pessoa cujo comportamento possa ser imputado” Entende-se, outrossim, que assume a natureza de causa interruptiva a notificação expedida pela AICEP Portugal Global, ocorrida a 06 de fevereiro de 2014, contemplada no ponto do probatório, ora, aditada, porquanto representa o ato emanado pela autoridade competente donde promana, inequivocamente, a elucidação de que o incumprimento contratual assumiu caráter definitivo e que mesmo que "adívida fosse paga integralmente à AICEP, os referidos contratos de investimento mantem-se em incumprimento dos seus objetivos, prevendo os próprios contratos consequências diretas de rescisão para estes casos, tal como vos foi comunicado nas nossas cartas de 26 de julho de 2013 RePs AICEP ..e AICEP ..-.”, não podendo, por isso, configurar-se qualquer pretensão de "declarar sem efeito a deliberação tomada pelo Conselho de Administração da AICEP, em 16 de Julho de 2013, de resolução dos contratos de investimento”.