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Vejamos, agora, as alíneas e que, recordemos, referem que não foi provado que: b) na data referida no Contrato Promessa descrito em , os Embargantes começaram a ocupar a referida fracção; ) que o preço de 7000,00 a que alude o contrato promessa descrito em  foi pago No que concerne à alínea o tribunal a quo sustenta-se na prova documental junta aos autos, designadamente as despesas de condomínio, participação em assembleias de condomínio e despesas com consumo de energia que datam de 2010 e 2011, para concluir que ") ficou convencido que os Embargantes ocuparam a dita fracção e ali passaram a residir já depois da penhora da fracção, designadamente desde 2010, como o espelham os documentos de condomínio, a acta de assembleia e as despesas de electricidade, não obstante a existência de uma nota de débito de Dezembro de 2012 limite de e ter sido pedida ligação de gás, o que não abala a convicção do Tribunal  acabada de expor”.