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Mas ainda que assim não se entendesse, o que só por mera hipótese académica se contempla, e se considerasse que a situação focada pelo arguido traduzia, de facto, a nulidade prevista no art 363 do CPP, nos termos do AUJ do STJ n 13/2014 DR, Série de 23-092014):  "A nulidade prevista no artigo 36 do Código de Processo Penal deve ser arguida perante o tribunal da  instância, em requerimento autónomo, no prazo geral de 10 dias, a contar da data da sessão da audiência em que tiver ocorrido a omissão da documentação ou a deficiente documentação das declarações orais, acrescido do período de tempo que mediar entre o requerimento da cópia da gravação, acompanhado do necessário suporte técnico, e a efectiva satisfação desse pedido pelo funcionário, nos termos do n. 3 do artigo 10 do mesmo diploma, sob pena de dever considerar-se sanada.”    Ora, o arguido não arguiu a dita "nulidade” no prazo previsto no AUJ do STJ acabado de citar, como não arguiu no seu recurso, quer no primitivo, quer no que ora estamos a analisar que as gravações dos vários depoimentos e declarações se mostram inaudíveis ou incompletos, ou que não consta da acta a respectiva identificação de terem sido prestados.