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Inconformado, o autor interpôs o presente recurso desta decisão, terminando as alegações com a formulação das conclusões que seguidamente se transcrevem:  "Objeto do presente recurso: a decisão do Mm Tribunal a quo ao considerar como não provados os seguintes factos: a moradia do ora Recorrente está sujeita a sombreamento que acarreta maior humidade para a moradia, causando mau estar e prejudicando a saúde dos seus moradores; o terraço construído ao longo da estrema do lote 6, que dá precisamente para o lote de terreno do ora Recorrente, tenha agravado as condições de escoamento das águas pluviais, permitindo o seu escoamento para a moradia e logradouro do ora Recorrente em jeito de "queda de água”, prejudicando a segurança da moradia e dos seus moradores; a moradia do ora Recorrente se encontre significativamente desvalorizada; 	Esta decisão foi proferida na sequência da acção administrativa especial intentada pelo ora Recorrente do despacho de 15 de Junho de 2005 e de 27 de Janeiro de 2006, ambos do Director do Departamento do Urbanismo da Câmara Municipal da Azambuja, pelos quais foi deferido respectivamente o pedido de autorização de construção de moradia unifamiliar e muro de vedação, para o lote 6 da Quinta da Bela Vista ex-Marquesa) que se refere o alvará de construção n 1/05, proc.