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Entendeu-se ainda que as justificações apresentadas por aquela para a não celebração do contrato escrito não colhiam, pois que atenta a autonomia da Parpública no âmbito da sua função de accionista na TAP, não careceria de instruções superiores não sendo conhecidos quaisquer impedimentos por parte do Ministério do Tesouro e das Finanças quanto à celebração de contrato de gestão com o Demandante  Tal circunstancialismo levou a que o tribunal considerasse o comportamento da Demandada na acção, no que respeita à inexistência de contrato de gestão escrito e de convenção arbitrai escrita com , « contraditório com o seu comportamento anterior, constituindo venire contra factum proprium e, portanto, violação de um dos reconhecidos deveres de boa fé - o dever de lealdade.