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Concluem pedindo a improcedência da acção e, em reconvenção, pedem:  Que se declare que os Réus/reconvintes são donos e legítimos proprietários e possuidores do prédio urbano descrito em 4, 5 e 6 da contestação, condenando os Autores a reconhecer tal direito;   Que se declare que se encontra constituída sobre o prédio dos Autores e a favor do prédio dos Réus servidões de vistas ar e luz relativamente ao terraço situado no 1 andar do prédio dos Réus;   Que se declare que se encontra constituída sobre o prédio dos Autores e a favor do prédio dos Réus servidão de vistas relativamente ao terraço situado no 2 andar do prédio dos Réus;  Que se declare que se encontra constituída sobre o prédio dos Autores e a favor do prédio dos Réus servidão de estilicídio relativamente às águas pluviais que tombam e escorrem do telhado que é a cobertura de terraço situado no 1 andar do prédio dos Réus para o prédio dos Autores;  Que os Autores sejam condenados a absterem-se da prática de quaisquer actos perturbadores do exercício dos direitos de servidão de vistas, luz e ar e estilicídio que beneficiam o prédio dos Réus, nomeadamente de nele executar obras que prejudiquem ou violem aqueles direitos de servidão.