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A -Lda deduziu oposição, alegando, em síntese, que: as comparticipações foram determinadas em Março de 2016 e ela só adquiriu um lote na AUGI depois disso; a exequente não juntou a lista de presenças donde se possa aferir da existência de quorum para a AG; a vendedora não foi convocada para a AG de 2016 nem para a de 2015, nem foi notificada do seu resultado, pelo que não pôde impugnar as deliberações nelas tomadas; as comparticipações foram fixadas, ao que se julga saber, antes de 1999 isto é, antes de as actas em causa valerem como título e apenas ratificadas/ /renovadas em 2016; na acta 17, a -LDA não tem a posição de devedora; dela não consta a atribuição de lote à vendedora; só após a aprovação do instrumento de reconversão, o que só foi formalizado por alvará de loteamento com o n. 12/2016, de 19/07, é que se podia exigir aos comproprietários o pagamento de comparticipações; a -LDA só podia exercer o direito de regresso contra a vendedora se a dívida tivesse sido discutida em acção declarativa.