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29 - O Tribunal a quo não levou apenas em consideração a taxa de alcoolemia do condutor do motociclo, mas também a velocidade a que o mesmo circulava, veja-se, transcrevendo-se nesta parte o acórdão proferido " A TAS, aliada à velocidade que imprimia ao seu motociclo foram, no quadro circunstancial em apreço, causais do evento do qual resultou a sua morte, porquanto, se circulasse dentro dos limites de velocidade legalmente estabelecidos para aquele local e não apresentasse uma TAS de 0,6 g/que, inevitavelmente, diminuiu a sua resposta sensitiva e o tempo de rea��ão, teria imobilizado o motociclo em segurança evitando o presente sinistro ou, em última instância, a colisão poderia eventualmente ter ocorrido mas nunca com as consequências trágicas que daí decorreram.”.