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artigo 3, n 1, alínea, da;  ) Com todo o respeito, como decorre das conclusões anteriores, o Recorrente limita-se a referir que eram em parte, pretendidos documentos nominativos sem especificar que dados pessoais estão em causa, nomeadamente nomes de terceiros, ou outros, em suma, nem sequer alega que se tratavam de dados como tal definidos pelo regime legal de protecção de dados; j) Ademais a Requerida, aqui Recorrente, poderia ter recusado a pretensão formulada com fundamento na verificação de uma das situações legalmente previstas como justificativas da restrição no acesso à informação em causa, nomeadamente por se tratar de uma das situações previstas no artigo 6 da LADA, mas não o fez; k) Pelo que a Recorrida estava, na melhor interpretação das normas do artigo 268 da Constituição da República Portuguesa e 85 do CPA, obrigada a deferir integralmente o requerido pela sócia do Recorrido, não se descortinando qualquer demérito no mui douto aresto recorrido.