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Em Acórdão do STJ de 312013 Relator Pires da, considerou-se que "a simples invocação da atinência da emissão do cheque a uma transacção comercial, sem indicação do tipo de transacção e dos transaccionantes e respectiva posição, não preenche a invocação de uma verdadeira e própria relação substancial que crie direitos e deveres entre duas pessoas que são agora exequente e executado”, ali se explanando que "o que falta ao exequente é, pode dizer-se, uma verdadeira e própria causa de pedir, o alinhamento «de acto ou facto jurídico - simples ou complexo, mas sempre concreto – donde emerge o direito que o autor invoca e pretende fazer valer» - Manuel de Andrade, Noções Elementares de Processo Civil, 1979, pág.