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Mas já não se pode afirmar que possa constituir causa de exculpação suficiente para a omissão de entrega de qualquer quantia posteriormente a meados de 2017 e até 23 de setembro de 201 Por outro lado, encontrando-se decidido, a título definitivo, que, pelo menos até momento da decisão recorrida, a insolvente se encontrava obrigada a entregar todo e qualquer rendimento mensal que excedesse o equivalente a 1,5 salários mínimos, e ascendendo os montantes a ceder ao Fiduciário o valor total de 2206,75 €, não se vislumbra, sequer, qual o interesse da insolvente na manutenção do período da cessão até final junho de11, sendo que, ainda que viesse a conseguir que, para o futuro, o tribunal lhe subisse o valor do rendimento mensal indisponível, e viesse a cumprir as entregas estipuladas, tal cumprimento não teria força para compensar o incumprimento do dever de entrega dos rendimentos disponíveis desde meados de 2017 a setembro de 2019, dos quais resultou a acumulação de rendimentos não entregues à massa no montante global de 2206,75 €.