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Sendo esta a ratio de qualquer uma das medidas de coação taxativamente previstas nos artigos 197 a 202 do P. Penal, temos que a sua aplicação há de ocorrer no âmbito da natureza de cada uma delas e não com fins punitivos, isto é, quando se verifiquem algum ou alguns dos pressupostos enunciados no artigo 204 do P. Penal, cumulados com os requisitos estabelecidos naquelas normas artigos 197 a, sempre que cada uma das medidas seja proporcionada à gravidade do crime e às sanções que, previsivelmente, venham a ser aplicadas ao arguido artigo 193 do mesmo diploma, havendo que tomar ainda em conta o princípio da adequação, estritamente correlacionado com os interesses que se pretendem acautelar, complementado com o princípio da subsidiariedade, em função do qual a prisão preventiva, como medida de ultima ratio, só será de aplicar quando se considerarem inadequadas ou insuficientes outras medidas que também contendam com a liberdade pessoal, mas menos gravosas.