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10 - O que se diz na conclusão anterior resulta do confronto dos depoimentos das testemunhas,,,, e da própria autora, que, resumidamente, disseram que a ré, na pessoa dos seus representantes legais e proprietários, não se metia no planeamento das férias, que dava à autora a autonomia para ela e as suas subordinadas gozarem férias conforme o trabalho permitia, e que as férias de todas estavam atrasadas, porque a recuperação de folgas era de tal forma que não permitia o gozo de férias vencidas em tempo útil, a insuficiência de trabalhadores, mesmo em época baixa, que o patrão não dava condições para gozarem férias,  tudo sopesado e em confronto com o que vem já dado como provado que o empregador nunca elaborou mapas de férias), e em confronto com o teor dos livros de ponto exibidos nos autos, e com o pagamento de trabalho suplementar, e descansos compensatórios, não esquecendo a "oferta” de férias a todos os trabalhadores, por uma única vez, referido pela autora, como forma de compensar todas pelo excesso de trabalho"porque andávamos todas muito cansadas”).