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z) A decisão de que ora se recorre, não pode merecer como não merece a concordância do Insolvente, uma vez que se afasta claramente do cumprimento da Lei e da realização da Justiça, pelo que deve ser concedida a exoneração do passivo restante ao Recorrente”  Pede, a final, que seja revogado o despacho recorrido e substituído por outro que conceda ao insolvente a exoneração do passivo restante.Dos autos não consta que tenham sido apresentadas contra-alegações.Tendo em consideração que o objeto do recurso é delimitado pelas conclusões das alegações do recorrente acima, sem prejuízo da apreciação de eventuais questões de conhecimento oficioso, as questões a decidir são:  - a de saber se foi violado o princípio do contraditório consagrado no art 3 n3 do CPC; - se deveria ter sido concedido ao recorrente a exoneração do passivo restante.A factualidade relevante para a decisão das questões colocadas é a constante do relatório deste acórdão e da decisão recorrida acima, e que não ofereceu ao recorrente qualquer reparo.Da violação, por parte do tribunal recorrido, do princípio do contraditório:  Insurge-se o Recorrente desde logo contra o despacho recorrido, dizendo que o mesmo violou o princípio do contraditório, pois antes de ele ser proferido não foi ouvido o Insolvente quanto aos valores que o tribunal entendeu que se encontravam em falta, já que os mesmos diferiam dos apresentados pelo Fiduciário.