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Mais se impunha, quer por acordo das partes, quer através da análise conjugada dos meios de prova dos autos, prova testemunhal e documental, nos termos já supra, que o Tribunal a quo tivesse dado por provada a matéria alegada pelo A./recorrente nos ns 2, 3, 7, 11, 13 e 14 da P.; 21) Ao contrário do que aconteceu in casu, o juiz não pode deixar-se fascinar por uma tese ou uma versão, deve evitar convicções apriorísticas que levam a visões lacunares e unilaterais dos acontecimentos, deve fazer a apreciação da prova segundo as regras do entendimento correto e normal, isto é, tem de avaliar as provas, não arbitrariamente ou caprichosamente, mas em harmonia com as regras comuns da lógica, da razão e da experiência acumulada.