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Verifica-se, assim, uma total ausência de factos que preencham estes requisitos da responsabilidade extracontratual – circunstância determinante, até, da inviabilidade de se alcançar qualquer conclusão quanto à ilicitude, outro dos requisitos do dever de reparação – na medida em que os conceitos vagos e as genéricas afirmações feitas a propósito do sinistro e dos seus intervenientes, absolutamente carentes de efectiva tradução em factos concretos – os quais devem constar do articulado e não apenas dos documentos ao mesmo juntos, já que estes servem, apenas, para prova dos factos alegados – são insuficientes para o preenchimento da exigência legal de alegação dos factos essenciais que servem de fundamento à acção, redundando numa verdadeira e própria falta de objecto do processo.