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Postas estas breves considerações, manifesto se nos afigura, desde logo, que a eventual omissão de apreciação/julgamento pelo tribunal a quo de concreto ponto de facto que integre os temas da prova e/ou a matéria de facto assente e/ou controvertida, está longe porque de matéria se trata que não integra a previsão do assunto "questões jurídicas” carecidas de resolução, de consubstanciar vício susceptível de integrar a previsão da alínea, do n1, do art 615, do CPC, podendo, quando muito, e a verificar-se uma total/absoluta ausência de especificação na sentença dos fundamentos de facto  o que in casu não sucede  , cair-se sob a alçada da alínea do n1, da mesma disposição legal.