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Ponto de facto provado n 29  Nele consta que "A Caixa  ... , agiu na convicção de que o prédio onerado com a hipoteca constituída a seu favor pelo R. J. E., lhe pertencia.”  O tribunal a quo fundou, especificamente, a sua convicção quanto a esse ponto, conjuntamente com o ns 28 e com os ns 30 e 31 estes respeitantes ao, considerando, primeiro que as testemunhas R. e JM., funcionários do Banco, narraram o que disseram ser o procedimento normal naquelas circunstâncias e "aludiram ao desconhecimento de qualquer falsificação que pudesse ter havido”; e, depois, que tal matéria "decorre da prova documental de fls.