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Com efeito, e com o devido respeito, afastam-se deste rumo da boa solução dois tipos de decisão – um favorável e outro desfavorável – que não parecem corresponder a decisões suficientemente ponderadas: - a decisão que considera que o ora contestante não é um verdadeiro condomínio porque um centro comercial existente num prédio não constitui, só por si, um condomínio, considera pouco a realidade concreta do caso em apreço, de quatro edifícios contíguos com um centro comercial comum, que sempre obrigaria a ponderar o disposto no artigo 143-A do Código Civil; - a decisão que considera que o ora contestante é um condomínio porque é legítima uma autonomização face a uma situação de grande complexidade, é demasiado subjetiva e considera pouco as normas legais que disciplinam o problema, concretamente o disposto no citado artigo 143-A do Código Civil.