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C1  xxi)A segunda prova de que não ignoravam, de facto, o caracter alheio do terreno está relacionado com a diligência empreendida pelos Recorrentes Adquirentes, pois não resta dúvida para quem quer que seja que um qualquer cidadão médio, e não precisava de ser jurista, bastava agir à luz da "diligência de um bom pai de família”, quando confrontado com todas as fraquezas do vendedor ausência de escritura pública como titulo demonstrativo da transmissão da propriedade, a ausência de registo de propriedade, a falta de credibilidade do documento particular por todas as razões expostas em, a falta de testemunhas com conhecimento pessoal dos factos justificados, a inexistência de qualquer acto demonstrativo da posse pública) jamais arriscaria a fazer negócio.