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a pág., o seguinte: "O regime da modificabilidade ou da revogação das providências cautelares constitui, assim, um importante meio de reação do requerido, seja para denunciar a inexistência originária do fumus boni iurise/ou do periculum in mora, seja para invocar a inadequação dessa providência com base numa modificação superveniente das circunstâncias de facto que foram tidas em consideração pelo julgador aquando da adoção da providência, ao abrigo do princípio rebus sic stantibus” A este propósito e por todos convêm atentar ainda no acórdão do STJ de 22/03/2000 in BMJ, 495 -, precisamente na parte que supra passamos a transcrever: "Na fase de declaração do arresto, o ónus da prova impende sobre o arrestante, enquanto na fase dos embargos ao arresto é ao embargante que pertence o ónus de alegar e provar os factos que se destinem a infirmar os fundamentos com que o arresto foi decretado.