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Tribunal da Relação de Évora 31/03/2011); 22) Além disso, mais do que uma simples divergência em relação ao decidido quanto à matéria de facto e opções tomadas, é necessário que através de concretos meios de prova, o Recorrente demonstre onde existiu erro na apreciação da prova, só que, no caso concreto, os meios de prova apresentados pela Recorrente não se mostram inequívocos no sentido pretendido, até porque, também eles, foram contraditados por meios de prova de igual, ou superior, valor ou credibilidade, e com opções totalmente explicitadas pelo Meritíssimo Juiz a quo; 23) Nesta conformidade, não existiu a violação de qualquer preceito constitucional, que nem sequer é invocado, pelo que as conclusões 7 a 10 devem ser julgadas improcedentes; 24) Isto porque, quanto à sinalização, repete-se, ela era inexistente, se se tiver em conta o conteúdo do depoimento dos guardas .... e A....., que elaboraram a participação do acidente, em conjugação com o teor do depoimento das testemunhas G....., ...., .... e N....., já atrás idenficados; 25) Saliente-se que, em relação à questão da falta de sinalização, correu um procedimento contra-ordenacional contra a Recorrente, não tendo esta impugnado o mesmo judicialmente, conformando-se com o resultado; 26) por outro lado, existem situações específicas, como a falta de flat cones longitudinais ou laterais, que foi confirmado e reafirmado pelos guardas participantes e outras testemunhas que estiveram no local na noite da ocorrência e que não viram nenhum, e, como tal, como se poderia dar relevância às testemunhas da J..... que diziam que ficaram lá no fim dos trabalhos?