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Assim sendo, não pode afirmar-se, globalmente, que nas faturas emitidas tenha sido, pelas razões expostas, plenamente atingida a ratio legis do artigo 3, n. 5 do Código do IVA, ou seja, possibilitar à AT uma forma segura de verificar da adequação da base tributável e evitar a eventual dupla dedução do IVA.”  Neste recurso, a Recorrente elenca vários documentos que foram juntos por solicitação dos serviços de inspecção tributária e que o tribunal recorrido não ponderou nem considerou, referindo as suas respostas de 05/06/2013 e de 11/06/201  Efectivamente, na transcrição que foi realizada na sentença, pelo tribunal recorrido, do relatório inspectivo está omitido o ponto 1, onde o senhor inspector tributário escreveu que, no dia 2013-06-05, o sujeito passivo apresentou diversos elementos e esclarecimentos, tendo posteriormente, no dia 2013-06-11 procedido à apresentação de documentos adicionais.