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Entrando agora na análise dos factos considerados não provados e que a Ré pretende ver considerados provados, a sentença recorrida declarou não provado que «ao adquirir o bilhete o A. foi informado dos riscos que poderia correr e aceitou-os por conta própria» e que «aceitou que em caso de acidente os danos patrimoniais e não patrimoniais seriam da sua inteira responsabilidade, excepto se devidos a problemas mecânicos.» A Ré entende que a prova de tais factos se fará de forma automática, pela mera circunstância de se ter considerado provado que o A. adquiriu os bilhetes que continham no verso os dizeres constantes do ponto 65 dos factos provados e nessas condições ter participado na corrida.