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6) E só por culpa grave, que lhe é imputável, permitiu que a situação da sociedade chegasse ao ponto a que chegou, ou seja, sem contabilidade, sem cumprir quaisquer obrigações fiscais e contributivas, transferindo o património da insolvente para outras sociedades e nem sequer colaborando com o A. ao ponto de permitir a responsabilização do gerente de facto, seu ex-cônjuge, E  7) E também só com culpa grave nunca apresentou a sociedade à insolvência, nem mesmo após o encerramento do estabelecimento em 201  8) Ao assumir a qualidade de gerente, a afectada assumiu um conjunto de deveres/obrigações e não pode, agora, ser desresponsabilizada só porque outrem, no caso, o cônjuge, geria, no quotidiano, o negócio.