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Mesmo no quadro do direito anterior a 1994 alteração se entendia que o terraço mesmo que destinado ao uso exclusivo de um dos condóminos não deixava de ser forçosamente comum pela função capital de cobertura ou protecção do imóvel que no interesse colectivo exerce em relação a toda a construção.1 A mesma posição manteve o Conselheiro Aragão Seia2 ao dizer que: "são considerados partes comuns os terraços de cobertura, ainda que destinados ao uso de qualquer fracção os terraços de cobertura, que tanto se podem situar ao nível do primeiro andar, por servirem de cobertura como ao nível de qualquer outro ou até do último piso, cobrindo parte do edifício, mesmo quando estejam afectos ao uso exclusivo de um condómino”.