Legal Document Excerpt:

-incorreta valoração da prova produzida, que levou ao incorreto julgamento da matéria de facto, a saber, da constante dos pontos de factos "provados” sob os nos "”, "”, "1”, "1” e "1”, por omitirem ou não retratarem com rigor a prova produzida que relativamente aos nos "” e "” a redação devia ser diversa; idem relativamente ao n "1”, por esse facto não se ter provado relativamente aos RR., mas apenas em relação aos outros proprietários dos terrenos confinantes; pelas mesmas razões, a redação do facto n "1” não está correta, ao referir que tal acesso tem "vindo a ser feito há mais de 30 anos pelos réus”; que relativamente ao facto n "1”, não corresponde à verdade o nele referido, uma vez que foi proferido despacho de arquivamento em 20/09/2018, conforme documento que junta, e que relativamente à alínea "H.” do elenco dos factos "não provados”, a factualidade da mesma devia ser considerada totalmente "provada”;  - incorreto julgamento de direito porque devia a sentença ter procedido «à demarcação, fixando a linha divisória de estrema entre os prédios, na referida lomba talude ou cômoro), de acordo com a configuração e extensão apresentada na p., "resolvida pela posse e por outros meios de prova” nos autos – cfr.