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E, com base na sua livre apreciação, à luz das regras de experiência, numa análise critica e conjugada do que resulta do conspecto de toda a prova produzida, alicerçaram especificamente os factos assentes nos pontos 5 a 22, os documentos junto a cada um destes pontos concretamente identificados - cópia/excerto de contrato escrito datado de 102013, oito cheques, cópia de cópia de um cheque, documento comprovativo de transferência, extratos de movimentos e saldos relativos à conta "27825- ...." da sociedade H..... - Equipamentos de Processo SA, de 312013 a 202020, documentos comprovativos de depósitos em conta bancária da H....., termo de declarações, e- mail e documento de confissão de dívida e acordo de pagamento, os quais se encontram integrados em anexo ao RIT ou foram acolhidos por excerto do seu teor no próprio RIT.»    Conforme resulta dos autos, com base na matéria de facto supra transcrita a Meritíssima Juíza do TAF Leiria julgou procedente a recurso, com a seguinte fundamentação que aqui se transcreve na parte com relevo para a decisão do presente recurso jurisdicional:  	"Os Recorrentes pedem que o ato de fixação do rendimento tributável relativo ao ano de 2015, por aplicação das regras previstas na alínea do n. 1 do artigo 8 e na alínea do n. 5 do artigo 8-A da LGT, no montante de € 38250,00, seja anulado, por falta de verificação dos pressupostos para aplicação do método indireto, ante a inexistência de um acréscimo não tributado no seu património, face à ausência de norma fiscal para tributar empréstimos em mora e a inexistência de facto tributário, dado que o Recorrente nunca se apropriou do montante mutuado. 	)