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402, 403 e 412, n. 1, do, sem prejuízo das questões que importe conhecer oficiosamente, por obstarem à apreciação do seu mérito, suscita-se neste recurso as questões de saber se:   O Sr. Juiz de instrução encontrava-se impedido de reexaminar os pressupostos da medida de coacção por ter procedido ao primeiro interrogatório de arguido detido e aplicado a medida de prisão preventiva pelo que a sua decisão enferma de nulidade, de acordo com o art.4, CPP;  Para tal reexame era obrigatória a audição prévia do arguido;  Os elementos constantes nos autos processo não permitem que se conclua por um efectivo, real e actual perigo de fuga e de continuação da atividade criminosa, pelo que a medida de coacção de prisão preventiva aplicada não deve manter-se.