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Vem o Recorrente invocar, também, um erro decisório e a violação do princípio da imparcialidade e dos art.s , 15, 16, n. 5,  do CPA, 1, n. 7, e 4, n. 3, do CCP, porque a SPMS não podia desconhecer os valores unitários que suportam os preços apresentados pelas várias empresas de segurança privada pela prestação de serviços e a fórmula do seu cálculo, porque deveria ter considerado na definição do preço base a aprovação de ACTS e das respectivas portarias de extensão, que aumentaram os custos do trabalho relacionados com as prestações em causa no contrato a celebrar e que ocorreram após a ADSE ter emitido a declaração de suficiência orçamental e, por isso, também não era possível considerar para a fixação daquele preço o valor preço/hora que constou de contratos anteriores.