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Quanto à primeira das questões supra enunciadas, sustenta a autora que, resultando do factos dados como provados nos ns 6 e 7 que a proposta contratual foi apresentada tendo em conta as quantidades anuais obrigatórias, bem como a duração do contrato, e que a ré aceitou esta proposta, não se compreende como é que o Tribunal da Relação manteve a decisão do Tribunal de 1 Instância de dar como não provada a factualidade constante dos pontos 58 e 69, sendo certo que os factos dados como provados nos ns 310 e 1111, reforçaram ainda mais as perspetivas da autora acerca da duração da relação comercial que a própria ré definia como sendo uma parceria.