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Quando o comodatário possuir a coisa penhorada em nome de um terceiro, da sintonia entre o interesse deste e o do possuidor em nome alheio, resulta a legitimação deste último para embargar, em substituição processual daquele Lebre de Freitas A acção executiva à luz do Código revisto 2001 p.239)       Para Duarte Pinheiro A posse do comodatário mera detenção ou posse precária é incompatível com o direito real de garantia constituído pela penhora a favor do exequente fonte de preferência sobre o produto da venda dos bens penhorados; ou acto processual que produz os mesmos efeitos substantivos das garantias reais: a preferência e a sequela, segundo apreciações divergentes da doutrina Fase Introdutória dos Embargos de Terceiro pp.43 e   Miguel Mesquita sustenta: O direito de gozo proveniente do comodato é insusceptível de impedir a penhora da coisa.