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Ora, no caso em apreço, veio a provar-se a falta de oportuno pagamento ao A. de quantias diversas, designadamente: 400,00 € a título de diferença na retribuição prevista na cláusula 7, prémio TIR, diuturnidades e subsídios de férias e de Natal no período que mediou entre 17/08/2009 e a cessação do contrato de trabalho; 211,00 € a título de retribuição por trabalho prestado aos sábados, domingos e feriados no período de 12/05/2012 a Dezembro de 2016; e 774,28 € a título de retribuição por descanso compensatório não gozado no período de 12/05/2012 a Dezembro de 201  Provou-se, pois, a falta de oportuno pagamento das retribuições indicadas na carta de resolução do contrato de trabalho, além de outras, traduzindo o incumprimento pela R., de modo reiterado, ao longo dos cerca de sete anos e sete meses de duração do contrato de trabalho, das normas decorrentes do CCT aplicável, somando as retribuições em falta o valor global de 2385,28 €, o que, descontando os cerca de 16 meses em que o A. esteve de baixa médica, significa que o trabalhador teve de contar mensalmente com a quantia média de 285,00 € a menos no seu orçamento familiar, quase ¼ do valor total que devia auferir.