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U. Devem, portanto, serem conjugadas as normas identificadas na conclusão precedente e, em primeiro lugar, considerar-se as seguintes posições jurisprudenciais e doutrinárias: - a que considera que o órgão Ministério da é a própria pessoa coletiva Estado Português) agindo, ou seja, interrompe-se a prescrição de direitos que venham posteriormente a ser exercidos contra o Estado e quanto a este, a citação ficta de um Ministério que foi indevidamente indicado numa Petição Inicial, quando deveria ter sido indicado o Estado Português, ainda que o processo finde por absolvição da instância, nos termos do n. 1 e 2 do artigo 32 do , conjugado com o n. 2 do artigo 32 do mesmo diploma; - a que considera que, pelo facto ter sido indicado um seu Ministério – no caso Ministério da Economia - encontra-se vinculado o Estado Português, interrompendo-se a prescrição dos direitos que venham a ser exercidos contra este, a citação ficta daquele, nos termos do n. 2 e 4 do artigo 32 do conjugado com o n. 2 do artigo 32 do mesmo diploma; - a considera que é de equiparar a citação no caso, do Ministério da Economia em ação que deveria ser citado Estado Português, com consequente interrupção da prescrição dos direitos do Autor exercidos nos presentes autos quanto a este, à anulação da citação nos termos do n. 3 do artigo 32 do   A consideração identificada na conclusão precedente encontra fundamento na seguinte jurisprudência das mais altas instâncias: - Acórdão do Colendo Supremo Tribunal Administrativo proferido no Processo n. 02055/02 de 11-03-2003, em que foi Relator o Exmo.