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Mais alega que o marido da sócia F renunciou à gerência da ré e decidiu criar o seu próprio negócio; para o efeito passou a ocupar um armazém contíguo ao da sociedade ré, onde exerce uma atividade diretamente concorrente com a da ré; com a abertura do seu próprio negócio imediatamente provocou uma significativa redução no volume de negócios da ré; que esta estava obrigada a tomar medidas que permitissem adaptar-se à nova realidade e foi neste sentido que o autor apresentou ao outro gerente E um plano de restruturação económica, que o recusou; que, estas medidas foram apresentadas pelo autor aos sócios em assembleia geral que as aprovaram por maioria; que o sócio E desde julho de 2018 deixou de exercer ativamente as funções de gerente na sociedade ré; que a não inclusão na ordem de trabalhos da assembleia geral de 212018 da "Destituição do gerente, com justa causa, B”, ficou a dever-se ao facto de não existir fundamento para o efeito e ter o único intuito de continuar a prejudicar a sociedade, procurando desviar o negócio da sociedade ré para a sócia F.  Por fim alega que não são imputados ao autor factos concretos, com a sua identificação no espaço e no tempo que constituam justa causa para a destituição da gerência e que a ré ao considerar que a conduta do autor constitui violação de deveres, age com manifesto abuso de direito.