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Todavia, na reapreciação dos meios de prova, a Relação procede a novo julgamento da matéria de facto impugnada, em busca da sua própria convicção, desta forma assegurando o duplo grau de jurisdição sobre essa mesma matéria, com a mesma amplitude de poderes da  instância.3  Impõe-se-lhe, assim, que "analise criticamente as provas indicadas em fundamento da impugnação, quer a testemunhal, quer a documental, conjugando-as entre si, contextualizando-se, se necessário, no âmbito da demais prova disponível, de modo a formar a sua própria e autónoma convicção, que deve ser fundamentada”.4  Importa, porém, não esquecer que, como atrás se referiu, se mantêm vigorantes os princípios da imediação, da oralidade, da concentração e da livre apreciação da prova e guiando-se o julgamento humano por padrões de probabilidade e nunca de certeza absoluta, o uso, pela Relação, dos poderes de alteração da decisão da 1 instância sobre a matéria de facto deve restringir-se aos casos de flagrante desconformidade entre os elementos de prova disponíveis e aquela decisão, nos concretos pontos questionados.5  Tendo presentes estes princípios orientadores, vejamos agora se assiste razão ao apelante neste segmento recursivo da impugnação da matéria de facto, nos termos por ele pretendidos.As alíneas "f)” e "h)” do elenco dos factos não provados têm, respectivamente, a seguinte redacção: f-) que a aplicação em causa era um produto conservador, com risco reduzido, indexado à solidez financeira da entidade emitente, não sendo previsível, à data da subscrição, que iria ocorrer uma nacionalização parcelar do grupo; h-) que aquando da subscrição do produto o banco réu deu conta de todas as condições das subscritas obrigações G3, nos termos da nota interna junta a fls.