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A pretensão do Autor, aqui Recorrente foi julgada procedente em 1 instância, ainda que com as limitações decorrentes da Lei, mormente no que concerne à certificação de dados pessoais, pois que mal se compreenderia que estes pudessem ser certificados, mormente, com pretende o Recorrente, todos os documentos em que constam dados de cariz pessoal dos patronos/advogados, mesmo que integrando elementos de reserva da vida privada, a pretexto de, só assim ser possível "escrutinar se os referidos pedidos de escusa têm por base essas mesmas razões.”   Com efeito, a intimação para a prestação de informações, consulta de processos ou passagem de certidões dá concretização, no plano da lei processual, ao imperativo constitucional decorrente do artigo 26 n.s 1 e 2 da Constituição da República Portuguesa:  " Os cidadãos têm o direito de ser informados pela Administração, sempre que o requeiram, sobre o andamento dos processos em que sejam diretamente interessados, bem como o de conhecer as resoluções definitivas que sobre eles forem tomadas.