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Alega, para tanto e em síntese que:  - Em 2010, intentou contra a Ré ação declarativa de condenação em que pediu a condenação desta a pagar-lhe a quantia de 24 355 040,21 €, referente a um conjunto de créditos relativo a prestação de serviços de interligação de redes públicas acrescida de juros; - Nessa ação, a pedido da Autora, foi a Ré notificada em 2010 para capitalizar os juros vencidos ou proceder ao seu pagamento, sob pena de capitalização; - Por sentença de 12015, a ação foi julgada procedente e a MEO foi condenada a pagar à NOS a quantia de 25 355 040,21 €, acrescida de juros sobre o montante de 13 561 485,00 €, às taxas legais máximas de juros sucessivamente em vigor entre 2010 e a data da notificação para capitalização de juros 2010) sobre o montante de 13 561 485,21 €, adicionado do montante de juros capitalizados, às taxas máximas sucessivamente em vigor entre a data da referida notificação para capitalização e a do efetivo pagamento; - A sentença transitou em julgado a 22018; - No período que mediou entre a notificação para pagamento ou capitalização efetuada em 2010 e a presente data, a NOS interpelou a MEO por mais seis vezes através de notificações judiciais avulsas, para pagamento ou capitalização de juros; - Por carta datada de 2018, a MEO, invocando o trânsito em julgado daquela sentença, comunicou à NOS que, no seu entender, nos termos daquela decisão, era devedora de 40 817,753,02 €, não aceitando ser devedora dos valores decorrentes dos seis pedidos de capitalização que não se encontravam abrangidos pela sentença; - A NOS respondeu por carta datada de 12018, na qual se dispôs a receber a quantia indicada pela MEO e a emitir declaração de quitação, ressalvando que tal quantia só correspondia ao pagamento integral dos créditos exigidos na ação que correu termos sob o n. 524/11TVLSB, no pressuposto de que a decisão proferida não cobre os juros sobre juros capitalizados por força de seis notificações judiciais avulsas; - A 12018, a MEO suscitou incidente de consignação em depósito naqueles autos, pedindo que a Ré fosse notificada para receber a quantia de 40 879 084,61 € que alegava ser a quantia devida até tal data nos termos da sentença; - A NOS recusou-se a receber a quantia e que tenha incorrido em mora do credor, ressalvando entender ser credora de maior quantia fruto das capitalizações posteriormente feitas; - A 2018, foi lavrado naqueles autos termo de recebimento pelo qual a NOS declarou ter recebido a quantia acima referida com as reservas constantes da «declaração ao abrigo do disposto no art.