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Na verdade, conforme se extrai linearmente da leitura da sentença recorrida, contrariamente ao pretendido pela apelante, esta não foi condenada como litigante de má fé por ter deduzido oposição à ação intentada pela apelada e por não ter logrado fazer prova da versão dos factos que apresentou nessa contestação, nomeadamente, devido à fragilidade da prova produzida, mas sim devido ao facto de, em sede de contestação, ter alegado que, na sequência da carta que a apelada enviou à sua gerência, solicitando que lhe fosse prestada a informação que se encontra discriminada no ponto 5 dos factos apurados, em "19 de março de 2021 informou a Autora que não seria possível reunir toda a informação requerida, pelo menos, no tempo que lhe foi exigido, sendo certo que estaria a analisar a possibilidade de a Autora poder aceder a toda a informação pretendida, porquanto verifica-se o justo receio que a sócia as usasse para fins estranhos à sociedade e em prejuízo desta cfr.