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Ora, apesar de se socorrerem de um facto superveniente à decisão proferida em sede de oposição à execução – de que, tendo tido acesso ao imóvel a 3 de julho de 2018, constataram o seu atual estado de degradação –, e de concretizarem as pretensões indemnizatórias respeitantes ao valor da deterioração do imóvel e do proveito perdido, os autores pretendem com a presente ação, reabrir uma questão já por si anteriormente formulada e que constituiu um dos fundamentos de oposição à execução, sobre quais as quantias que têm de devolver à ré na sequência da anulação do negócio, relativa ao preço e benfeitorias, sustentando que, sobre os montantes relativamente aos quais foi determinado o prosseguimento da execução, na sequência da decisão proferida em sede de oposição, sejam deduzidos determinados valores que aqui concretizam e peticionam.