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Alegou em síntese que: -No âmbito de acordo de venda de ações e cessão de créditos outorgado entre  pai do; o ora requerente;  irmã do; Sociedade Agropecuária Quinta do, Lda., ora insolvente e – Sociedade de Criação Pecuária, Lda., todos na qualidade de vendedores e do outro, Investments B., na qualidade de compradora, outorgado em 3 de outubro de 2007 foram transferidas para a sociedade compradora a totalidade das participações sociais que integravam a totalidade do capital social da sociedade insolvente conhecida ainda como; -Essa sociedade era proprietária de vários imóveis que se mantiveram na sua titularidade apesar da mudança de titulares das participações sociais; -Entre esses imóveis encontrava-se o prédio urbano sito na freguesia da Quinta do, com a área total de 8271 m2 descrito na Conservatória do Registo Predial de Palmela sob o n., o qual é composto por 7 artigos matriciais urbanos, entre eles o artigo matricial urbano n., sito na Rua, Quinta do, freguesia da, Concelho de Palmela, com o valor patrimonial de € 10522,50, que era à data do referido contrato, casa de morada de família do pai do requerente e do próprio requerente; -Em momento algum foi intenção dos referidos transmitirem aquele imóvel, apesar de terem cedido o capital social da  ora à referida, Investments B., pelo que, fizeram constar do próprio contrato a obrigação de destaque da referida parcela e posterior retransmissão aos vendedores do capital social; -Mais outorgaram um contrato de comodato relativamente à mesma parcela, com a área total de 310 m2: composto por habitação com área de 320 m2, alpendre com 50 m2 e logradouro com 940 m2; -Contudo, a sociedade insolvente até ao presente não transmitiu a propriedade do imóvel para o pai do requerente entretanto nem para o requerente; -O pai do requerente,, residiu no imóvel até à data do seu óbito em 11 de setembro de 2014, e aí residiu e reside o requerente; -Só recentemente apuraram que não só não havia sido efetuado o destaque, como em 2014 o imóvel havia sido dado em hipoteca como garantia; -A ora insolvente obrigou-se a transmitir a propriedade de parte do imóvel para o pai do requerente; -Todas as contra-prestações do contrato mostram-se cumpridas da parte dos vendedores, encontrando-se a insolvente em falta com as suas obrigações.