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Por outro lado, apenas resulta dos factos não provados de tal decisão que "nada mais se provou com interesse para a decisão a proferir, designadamente não se provou que o Oponente exerceu apenas "funções de Director Operacional, orientando os vigilantes junto dos diferentes clientes e verificando o cumprimento, pela devedora originária, dos requisitos de ordem técnica relacionados com a área de segurança”, sem qualquer poder decisório junto dos trabalhadores, e sem tomar qualquer decisão relativa ao pagamento de impostos ou cotização e contribuições para a Segurança social.” Acresce que, da motivação da matéria de facto de tal decisão também não resulta que dos testemunhos ouvidos tivessem decorrido factos que comprovassem a gerência de facto por parte do aqui Oponente, até porque, a actuação reconhecida pelas testemunhas ao Oponente em sede da devedora originária poderia decorrer tão só das funções como trabalhador dependente deste.