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26/9/2002, p. 02B1938 Sousa Inês), oportunamente citado na decisão recorrida:  "O momento a atender para se julgar acerca da falta de normal prudência do requerente é aquele em que este age tenha agido, diz a, ou seja, é, essencialmente, aquele em que o requerente intenta o procedimento cautelar; é este o momento em que o requerente age.”  "É em relação ao tempo em que o requerente agiu, essencialmente intentando a acção podendo relevar ainda a conduta, no tempo em que se realizou a audiência), que haverá que determinar se o requerente ocultou intencionalmente factos, ou os deturpou conscientemente, ou agiu imprudentemente, ou com erro grosseiro ou, até, com culpa ofensiva da prudência exigível do bom pai de família.”  "Não são fundamento de responsabilidade do requerente, nos termos deste preceito legal, o requerer a providência com ausência de fundamento de facto ou de direito, ou com fundamento em errada ou discutível interpretação do direito mas que, não obstante, conduza ao decretamento da providência embora com posterior revogação da decisão).