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K. Após a decisão de apreensão de 212018, a MEO apresentou um requerimento em 212018, no qual suscitou: a inadmissibilidade legal da apreensão de correspondência electrónica no âmbito do processo contra-ordenacional; a inadmissibilidade legal da apreensão de correspondência electrónica sem prévio despacho judicial; a nulidade decorrente da apreensão de mensagens de correio electrónico que têm como destinatário, remetente ou advogados internos ou externos da MEO indicados na lista para o efeito disponibilizada à AdC ou que contêm em cadeia de emails, mensagens de correio electrónico que tenham como destinatário, remetente ou esses mesmos, por violação da protecção conferida pelo sigilo profissional de advogado a essas mensagens; a nulidade da apreensão de mensagens, em claro extravasamento do âmbito do mandado; e a nulidade da selagem das instalações da MEO, por não haver autorização de autoridade judiciária para o efeito.