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Assim sendo, por uma questão de neutralidade fiscal – no sentido de redacção das normas fiscais em termos que não induzam certas formas de organização em detrimento de outras em particular, tornando aquelas economicamente mais eficientes simultaneamente mais onerosas do ponto de vista dos impostos - o legislador vem permitir, nos n.s 2 e 2 do artigo  do Código do IVA, que tais pessoas que desenvolvem actividades isentas incompletas possam integrar um agrupamento, numa lógica de cost-pooling, e assim desenvolver tais atividades em termos economicamente mais eficientes - sobre a isenção e o seu fundamento económico-fiscal, , por todos, José Xavier de Basto, "O que são ”grupos autónomos” para efeitos do n 23-A do artigo  do Código do IVA?