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197 a referida na "motivação de facto”, e ainda com as regras da experiência comum, concluímos ser de atender parcialmente à pretensão dos AA./recorrentes, no sentido de ser aditada aos factos provados a matéria constante do ponto 23 acima referido embora com uma redacção ligeiramente diferente da pretendida pelos, não lhes assistindo razão, salvo o devido respeito, quanto à restante matéria de facto provada que pretendem seja considerada não provada – ou seja, pontos 3 e 10 dos factos provados – e aos pontos 24 e 25 supra referidos que pretendem sejam dados como provados, relativamente à qual constatamos que o Tribunal "a quo” fez, no essencial, uma correcta embora sintética e algo apreciação e análise crítica de todos os elementos de prova mencionados na fundamentação, tal como consta explanado na "motivação de facto” da sentença recorrida que acima transcrevemos e que merece a nossa concordância.