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17 O recorrente conhece como ninguém o acordo da regulação das responsabilidades parentais que vigorou até 21/12/2020 e por anteriores processos intentados pelo mesmo em anos idos o requerente sabe melhor que ninguém que o que está escrito e decidido pelo tribunal é o mínimo para se cumprir,  18 O recorrente sabe que não estava a cumprir o pagamento dos alimentos devidos aos seus filhos menores e assumia não estar a pagar nada e apenas peticionou a alteração ex nunc para um regime de guarda alternada ou em alternativa a divisão de despesas dos menores para o futuro – o que logrou obter por sentença de 21/12/202 19 Pelo que não colhe o argumento de que no pedido de alteração os efeitos da sentença retrotraem à data em que são pedidos, porque nesse caso estaria encontrada a caixinha de pandora e a fórmula mágica para se escusar o progenitor obrigado ao pagamento das pensões, pois bastaria ao devedor de alimentos entrar em juízo com alteração das responsabilidades parentais para paralisar um processo de incumprimento – como vemos ser o caso.