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O Tribunal valorou tais declarações prestadas em julgamento, conjugando-as com o teor dos seguintes documentos: teor do Relatório apresentado pela Sr. Administradora de Insolvência, ao abrigo do artigo 15 do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, apresentado nos autos principais em 312019, o qual mereceu credibilidade ao Tribunal pela razão de ciência quanto aos factos ali mencionados e que assentam nos documentos contabilísticos fornecidos à Sr. Administradora de Insolvência, nos factos por si percepcionados da análise que fez à contabilidade da insolvente conjugados com as explicações que lhe foram dados pela requerida B quanto ao destino dado às quantias em numerário que levantou das contas bancárias da insolvente, designadamente assumindo perante si que, por necessidades de tesouraria pessoal e de outra sua empresa procedeu ao levantamento de alguns montantes a título de empréstimo, valores que disse, "ia reembolsando na medida das suas possibilidades”, admitindo que não tinha reposto na sociedade todos os montantes mutuados; teor da sentença de declaração de insolvência proferida nos autos principais, teor do Plano de Insolvência homologado por sentença nos autos principais, teor da certidão permanente de matrícula da sociedade Requerida junta com a petição inicial nos autos principais; Lista de Créditos Reconhecidos apresentada pela Sr. Administradora de Insolvência e sentença de verificação e graduação de créditos, proferida no apenso A, de Reclamação de Créditos e certidões de divida emitidas pelo Serviço de Finanças de Penafiel e pela Segurança Social juntas com as respectivas reclamações de créditos, certidões de matricula da Insolvente e das sociedades "F, Lda.” e " - Unipessoal, Lda.”, extractos bancários juntos com o parecer de qualificação do credor requerente e com a oposição da Requerida B Designadamente: ) A factualidade provada em 14 a 19 resultaram do teor dos extractos bancários das contas tituladas pela Insolvente, documentos juntos com o parecer de qualificação do credor requerente e com a oposição da Requerida B. O facto provado em 20, 21 e 22 resultou do teor do Relatório apresentado pela Sr. Administradora de Insolvência, ao abrigo do disposto no artigo 15 e do seu Parecer apresentado nestes apenso com os esclarecimentos que prestou em audiência de julgamento, em conjugação com o depoimento da requerida B, que assumiu espontaneamente tais levantamentos e o destino que lhes foi dado, designadamente que parte do dinheiro foi para emprestar a si própria e a uma sociedade consigo relacionada e que não devolveu a totalidade desses empréstimos, mas também convenceu, por o seu depoimento ser credível, que parte do dinheiro foi para pagar salários e para o fundo de maneio que cada trabalhador tinha consigo e que lhes era entregue semanalmente para ocorrerem às despesas com as obras que realizavam.