Legal Document Excerpt:

/ Ou seja, de acordo com os valores equacionados, e efetuando o aludido juízo de prognose da proporcionalidade da penhora, e crendo-se, ainda, que o valor patrimonial tributário do imóvel sempre será inferior ao seu valor real atenta, desde logo, a sua localização, e apesar da idade, considerando até os documentos juntos pela Oponente quanto a avaliações de bens com características idênticas), não pode afirmar-se, com pertinência, que a penhora questionada é inútil e desadequada pois, na prossecução da execução, atentos os créditos eventualmente a virem ser reclamados fundados na garantia real de hipoteca e, como tal, gozando de privilégio, nada sobraria para liquidação do crédito exequendo.