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Dir-se-á mesmo que, este esforço exigido ao Juiz de fundamentação e de análise crítica da prova produzida «exerce a dupla função de facilitar o reexame da causapelo Tribunal Superior e de reforçar o autocontrolo do julgador, sendo um elemento fundamental na transparência da justiça, inerente ao acto jurisdicional» José Lebre de Freitas, A Acção Declarativa Comum à Luz do Código de Processo Civil de 2013, 3 edição, Coimbra Editora, Setembro de 2013, p..  É, pois, irrecusável e imperativo que, «tal como se impõe que o tribunal faça a análise crítica das provas de todas as que se tenham revelado também o Recorrente ao enunciar os concreto meios de prova que devem conduzir a uma decisão diversa deve seguir semelhante metodologia», não bastando nomeadamente para o efeito «reproduzir um ou outro segmento descontextualizado dos depoimentos» Ana Luísa Geraldes, «Impugnação e reapreciação da decisão sobre a matéria de facto», Estudos em Homenagem ao Prof. Dr. Lebre de Freitas, Vol , p. 595, com bold apócrifo).