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Neste sentido, defende-se no acórdão da Relação de Coimbra de 102015, proferido no processo 20/18T8PNH-C1, publicado in dgsi.pt que:	 « Incumbe ao requerente de apoio judiciário na modalidade de nomeação de patrono, na pendência de uma acção judicial, o ónus de juntar ao processo o comprovativo da apresentação do requerimento em que se peticiona a concessão de tal benefício, para que se interrompa o prazo que estiver em curso, designadamente para deduzir contestação/oposição.» Em idêntico sentido, defende-se no acórdão da Relação do Porto de 012016, proferido no processo n. 1488/12TBFLG-A.P1 que: «Não se mostra gravoso para o requerente do Apoio Judiciário, em termos de lesar o seu direito de aceder à Justiça, exigir que ele documente nos autos a apresentação do requerimento de Apoio nos serviços de segurança social, no prazo judicial em curso, para que este se interrompa, pois que se trata de uma diligência que não exige quaisquer conhecimentos jurídicos e que, portanto, a parte pode praticar por si só, com o mínimo de diligência a que, como interessado, não fica desobrigada pelo facto de se encontrar numa situação de carência económica.» E por aquilo que neste último aresto se plasmou, já se figura que inexistem os vícios assacados a esta interpretação, no sentido de que ela contende com o acesso à justiça, com o princípio da proibição da indefesa e, assim, se assumindo como inconstitucional.