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42	Decorre da fundamentação do Tribunal a quo, que esta associação se ancora em prova indirecta, em três vertentes: na posição que a S....... assumia junto do Banco Privado Atlântico-Europa; na posição que a S....... alegadamente assumia junto da sociedade Pr......, conclusão a que o Tribunal a quo chega sustentando-se em "informação” retirada de fontes públicas, absolutamente desprovidas da necessária verificação e confirmação; e contrariando toda a prova documental existente nos Autos, datada da época dos factos em análise, bem como Comunicado oficial posterior, emitido pela própria S.......; e, ainda, no alegado envolvimento no negócio de aquisição da CO., quando, como bem resulta da prova produzida nos Autos, o que se passou foi que se fez divulgar uma alegada intervenç��o da S....... em tal negócio, para reforço de reputação creditícia da própria CO.. 42	Mas, vincamos, é abusivo o recurso à prova indirecta, nos termos em que o Tribunal a quo o fez, para fundamentar a alegada ligação a , porquanto foi produzida nos Autos abundante prova directa, que impõe concluir no sentido inverso, ou seja, impõe concluir que AA foi contratado para prestar actividade profissional no interesse de EE, através de empresas do seu universo societário.