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qq) Ora, o que seria espectável e pedido pelo Supremo Tribunal de Justiça é que "emendasse o erro cometido” tivesse reapreciado a prova e indicado quais as faturas as que se provou terem sido pagas mas cujos trabalhos executados são em menor quantidade que o faturado e em consequência ter alterado a matéria de facto para uniformizá-la e ajustá-la à decisão já proferida em sede condenação da ITL no pedido reconvencional já por aceite pelo Acórdão da Relação do Porto de 26 de fevereiro de 201  rr) Ao invés o Tribunal da Relação do Porto não reaprecia a matéria de facto, limitando-se a dar como não provado factos que se provaram, alterando a matéria de facto, sem qualquer justificação, sem a reapreciar como lhe foi pedido e passando "como cão por vinha vindimada” sobre o conteúdo do relatório pericial a fls.