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15 E, nesse sentido já se pronunciou o Supremo Tribunal de Justiça – no Processo 23723/10T8PRT.P S1 – que "no contrato de prestação de serviço, ao contrário do contrato de trabalho, o prestador não fica sujeito à autoridade direção da pessoa ou entidade servida, exercendo a atividade conducente ao resultado pretendido como melhor entender, de harmonia com o seu querer e saber e a sua inteligência.” 16 O modelo remuneratório acordado e executado entre as partes, já atrás suficientemente examinado considerações que por razões de economia argumentativa aqui nos limitamos a considerar, permitia, com naturalidade e sem crise contratual, atenta a filosofia contratual, que na vigência do contrato, ocorressem situações de horário zero/retribuição zero, o que é inconcebível num contrato de trabalho.