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Como fundamento da sua pretensão, alega o autor em síntese: é dono da fração autónoma identificada na petição; em 21 2015, deu de arrendamento ao ora réu, a referida fração; o local arrendado destinava-se exclusivamente à habitação; ficou estipulado que a renda anual era no montante de 900,00 €, a pagar pelo arrendatário em duodécimos mensais de 325,00 € trezentos e vinte cinco, no dia um do mês anterior àquele a que dissesse respeito; mais ficou igualmente estipulado que a  ré se constituiria fiadora e principal pagadora, com renúncia ao benefício de excussão, no tocante a todas as obrigações decorrentes do referido contrato e suas prorrogações e indemnizações, mesmo havendo, por qualquer motivo, alteração da renda; desde março de 2016, inclusive, o réu deixou de transferir as rendas vencidas mensalmente, devidas pela utilização do arrendado, nem efetuou o seu pagamento por qualquer outra forma; o valor das rendas em dívida, nesta data, totalizam o montante de 850,00 € cinco oitocentos e cinquenta.