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n. 3 do artigo 9 do CPPT; 4 – O douto aresto assenta, também, em pressupostos errados, atendendo a que considerou que "com a Portaria n. 200/2013, de 31 de maio, o legislador veio estreitar a base de calculo da taxa de segurança alimentar, substituindo a "área de venda” pela "área de comércio alimentar”, e, bem assim, subordinando a sua base de cálculo a um novo "coeficiente de ponderação”, com o qual mitiga o impacto da taxa nas superfícies de maior dimensão, sem que tenha imposto ao sujeito passivo qualquer obrigação de comunicação desta "área de comércio alimentar”: 5 – O que não é verdade por que a entidade liquidadora só recorre a métodos indiciários, quando a entidade liquidadora não saiba, porque os contribuintes o não declararam qual, da área total, se encontra afeta ao comércio alimentar; 6 – Ou seja, só porque a Impugnante não comunicou a área correspondente ao comércio alimentar do seu estabelecimento é que a DGAV recorreu aos elementos obtidos junto da Direção Geral das Atividades Económicas cfr.