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8 De todo o modo, sempre se diga que se bem que das disposições conjugadas dos artigos 6 n 1 alínea e 6-A n 1 alínea do RJUE n 555/99, na redação da Lei n. 60/2007, de 4 de setembro, em vigor à estão isentas de prévio licenciamento, sendo configuráveis como obras de escassa relevância urbanística, as "edificações, contíguas ou não, ao edifício principal com altura não superior a 2,2 ou, em alternativa, à cércea do rés-do-chão do edifício principal com área igual ou inferior a 10 m2 e que não confinem com a via pública”, a verdade é que a hipótese normativa contida naquela alínea do n 1 do artigo 6-A do RJUE, no que respeita aos pressupostos de verificação necessária para que haja dispensa de licenciamento, é mais vasta e ampla do que aquela que ressuma ser a interpretação dela feita pela recorrente, já que não se limita a exigir que a área implantação) da construção seja igual ou inferior a 10m 9 Simultaneamente, perante a ausência de elementos factuais que permitam concluir que a obra de edificação da marquise sobre o terraço do prédio reunia as condições exigidas naquela alínea do n 1 do artigo 6-A do RJUE para poder beneficiar da isenção de licenciamento prévio, afastando-se assim da regra à sua sujeição tal como estabelecida no artigo 4 ns 1 e 2 alínea do RJUE, nos termos supra vistos, não se pode firmar essa conclusão.