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São deveres dos agentes desportivos, manter um tratamento respeitoso para com os demais agentes desportivos, abstendo-se de proferir e dirigir expressões injuriosas, designadamente para com agentes de equipas de arbitragem, o que decorre dos regulamentos federativos, mas também da Constituição;  	O Colégio Arbitral, declina que haja prova suficiente nos autos que permita concluir pela punição do Recorrido, entendendo também que se demonstraram preteridas as garantias de defesa do Recorrido pela forma como foi realizada diligência de prova por aquele requerida, isto apesar dos factos vertidos nos relatórios do árbitro, perfilhando assim entendimento ao arrepio do entendimento de toda a comunidade desportiva e das instâncias internacionais do Futebol, onde esta questão, de tão clara e evidente que é, nem sequer oferece discussão;  	Diga-se, antes de mais que, desresponsabilizar os agentes desportivos pela prática de comportamento injuriosos, é fomentar este tipo de comportamentos o que se afigura gravíssimo do ponto de vista da repercussão social que este sentimento de impunidade pode originar;  	Não existe nenhuma crítica a fazer à decisão proferida pelo Conselho de Disciplina, ao contrário do que entendeu o Tribunal a quo;  1	O Colégio de Árbitros não colocou, em momento algum, em causa que estes factos aconteceram, colocou em causa, sim, a suficiência da prova coligida pelo Conselho de Disciplina, e bem assim, a realização da diligência de inquirição dos agentes da equipa de arbitragem que arbitraram o jogo em crise nos autos;  Sem razão, senão vejamos,  1	Antes de mais, o Tribunal a quo ignorou factualidade relevante para a decisão da causa, não a considerando provada, porquanto deveria ter considerado provado que na sequência dos esclarecimentos solicitados à equipa de arbitragem do jogo em crise nos autos, os respetivos elementos de arbitragem vieram aos autos confirmar os factos constantes no relatório da equipa de arbitragem - cfr.