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5 A presunção do artigo 172 do apenas serve em caso de dúvida sobre a qualificação dos bens adquiridos na constância do matrimónio já que, quanto aos bens adquiridos antes, decorre diretamente da lei a sua qualificação como próprios nos termos do 172, n. 1, alínea do  6 Ficou assente na decisão do Tribunal aquo que os bens descritos nas alienas a do ponto 2 dos factos provados foram adquiridos antes do casamento, não assiste razão a este Tribunal quando subsume a sua qualificação à presunção do artigo 172 do , por isso, os bens descritos nas alíneas a do ponto 2 dos factos provados devem ser qualificados como bens próprios do Reclamante e consequentemente retirados da relação de bens, cumprindo-se o disposto no artigo 172, n. 1 do  6 Para o objeto dos presentes autos, pouco importa a origem do dinheiro com que foram adquiridos os bens adquiridos antes do casamento, convém antes relembrar que o inventário que corre termos é para por fim a cessão a comunhão de bens derivada do casamento e não de outro tipo qualquer de relação entre as partes, nomeadamente de compropriedade nos termos do artigo 140 do  6 Relativamente ao portátil ASUS resulta da produção de prova já descrita nas presentes alegações que este deve ser enquadrado como bem próprio do Recorrente, por compreender um bem doado pelos seus pais, ainda que na constância do matrimónio cfr.