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)”.Já a interveniente AEL– SUCURSAL EM POTUGAL deduziu recurso subordinado, para o que alegou, apresentando para o efeito as seguintes conclusões: ")  A decisão recorrida é irrepreensível quanto à boa decisão em considerar procedente a exceção invocada, que infirma a pretensão das conclusões de recurso da Recorrente;  Contudo, a ora Recorrida não pode concordar com o meritíssimo Tribunal quanto à data do início da contagem do prazo de Prescrição;  Além disso, não pode ainda a Recorrida concordar que o ato interruptivo da Prescrição seja o da propositura da ação e não o da citação;  No que diz respeito à data na qual operou a Subrogação, sempre se diga que aquela que se deve considerar é o dia 10-05-2012, na medida em que foi esse o dia em que se procedeu efectivamente ao pagamento;  Não se pode considerar que o pagamento só fica satisfeito quando o valor indemnizatório é "levantado” - dado a pagamento - pelo credor;  Pelo que o momento a partir do qual se inicia a contagem do prazo prescricional é o dia 10-05-2012;  Relativamente ao ato interruptivo da Prescrição, deverão ser observados os normativos legais previstos nos artigos 498 e 323 do e 561 do CPC, sob pena de os esvaziar de conteúdo útil;  Note-se ainda que a Recorrida anteriormente não lançou "mão” ao instituto da citação urgente, faculdade que lhe foi concedida e que evitava a preclusão do direito;  Ora, não se bastando a interrupção da Prescrição com a introdução da ação em juízo, torna-se necessário a prática de atos judiciais que revelem a intenção do credor de exercer a sua pretensão e que a levem ao conhecimento do devedor; 1 Pelo que deve o direito da Recorrida considerar-se Prescrito!