Legal Document Excerpt:

Ainda que alguma parte do prédio dos autos tivesse sido adquirida pelo R., o título legítimo de aquisição derivada do referido prédio por parte da A. e anteriores adquirentes e bem assim a posse pacífica, pública e de boa fé por mais de 30 anos, fundamentaria, se necessário fosse, a aquisição originária por usucapião da parte do prédio supostamente pertencente ao domínio privado do R.. Termina, pedindo que: A)- Seja a A declarada única legítima proprietária da totalidade do prédio urbano destinado a construção com a área total de 186m2, sito em Abóboda, confrontando a Norte com GH e Transportes Fade, Lda., a Sul com Estrada nacional n 249, a Nascente com A.G.Svenson Portuguesa Limitada e a Poente com caminho público, descrito na Conservatória do Registo Predial de Cascais sob o n 4882, e inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 12541 da freguesia de S. Domingos de Rana, por aquisição  A1)- Através de contrato escritura pública de compra e, nos termos invocados; Subsidiariamente Caso assim não se entenda, A2)- Por usucapião, nos termos invocados»  Contestou o R.. Em primeiro lugar, arguiu a excepção de falta de interesse em agir da A. e a ilegitimidade do R., alegando que: O Réu, em todos os momentos em que prestou informações que tinha na sua posse, esclareceu a Autora relativamente à titularidade da propriedade do prédio descrito na  Conservatória do Registo Predial de Cascais sob o n. 14717 da freguesia de São Domingos de Rana, com a matriz predial n.1154 Rústica, com a área de 780m2, conforme toda a documentação junta com a contestação Docs.