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Mais se constata, por outro lado, que o crédito em causa deriva de escritura pública de «confissão de dívida com hipoteca», decorrendo dos termos da mesma, além do mais, que o devedor/insolvente S. P. e mulher, P. S. «se confessam devedores aos segundos outorgantes», ora credores/recorridos, «da quantia de setenta e cinco euros, quantia essa que deles receberam em várias parcelas ao longo do corrente ano, a título de empréstimo, e que ainda não foi paga», mais declarando que, pela referida escritura, «constituem a favor dos segundos outorgantes hipoteca voluntária sobre o seguinte bem imóvel: Prédio urbano, composto por casa de habitação de rés-do-chão e andar, com quintal, sito no lugar , da freguesia de ..., concelho de ..., descrito na Conservatória do Registo Predial de ... sob o número e sessenta e oito, estando nela registado a favor deles primeiros outorgantes pela inscrição correspondente à apresentação vinte e seis de vinte e sete de Outubro de novecentos e noventa e nove, inscrito na matriz urbana respectiva sob o artigo 843» e que tal hipoteca «é constituída em garantia do pagamento da referida quantia mutuada em dívida, no citado montante global de setenta e cinco euros, a qual deverá ser paga no prazo de cinco anos a contar de hoje, em várias prestações ou numa única prestação».