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o parecer 12/2003 do CEF, atendendo que "a teleologia deste preceito é sujeitar a imposto municipal de SISA a revenda ou agenciação de bens alheios feita pelo promitente comprador ao negociar ou ceder a sua posição contratual, entendendo que se dá, nestas circunstâncias, uma tradição fiscal do imóvel, embora aquele não intervenha na escritura, uma vez que a sua intervenção no acto é escamoteada.” Assim, é irrelevante que o efectivo comprador da fracção prometida vender seja o terceiro a quem o promitente comprador inicial cedeu a sua posição contratual ou a qualquer outro terceiro que tenha adquirido a posição do promitente comprador.