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; 2- Com a ressalva do devido respeito não pode a Fazenda Pública conformar-se com o assim doutamente decidido, porquanto considera existir défice de valoração probatória relativamente à prova produzida nos autos, quer em sede de documentos, quer em sede de testemunhos colhidos praça pública; 3- Com efeito à Administração Tributária, provada e reconhecida a gerência de facto e de direito impunha-se o reconhecimento da validade do despacho de reversão, que se encontra devidamente fundamentado, conforme documentos juntos aos autos, designadamente através da petição inicial, das informações recolhidas pelo oficial de diligências da Direcção-Geral dos Impostos, e inclusivamente através do direito de audição exercido por escrito, por cada um dos oponentes de forma isolada, pelo que, ordenou, mediante despacho do Chefe de Finanças, a reversão contra os oponentes das dívidas constantes do processo de execução fiscal n. 319019980125813, instaurado pelo Serviço de Finanças de Porto-5, contra a sociedade comercial DGBS, LDA., por dívidas de IVA, no valor total de 112 314,66 Euros; 4- Na verdade, com base nas afirmações dos oponentes, constantes do teor de fis.