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e entidade responsável Mapfre – Seguros Gerais, S.A., foi prolatada sentença, com a seguinte decisão: «Nestes termos e por tudo o exposto: a. Julga-se a sinistrada F.R.F., por via do acidente de trabalho ocorrido a 002016, afetada de uma Incapacidade Permanente Parcial de 49% desde 002016, com incapacidade permanente absoluta para o trabalho habitual, sendo as sequelas físicas de que ficou a padecer subsumíveis aos itens 4,6 e 7 do Capítulo da Tabela Nacional de Incapacidades, aprovada pelo Decreto-Lei n. 352/2007, de 23 de outubro; b. Condena-se, em conformidade, "Mapfre Seguros Gerais, S.A.” a pagar à sinistrada: Uma pensão anual e vitalícia de € 368,49 seis , trezentos e sessenta e oito euros e quarenta e nove cêntimos), devida desde 002016, acrescida dos juros de mora contados à taxa legal de 4%; A quantia de € 687,04 quatro , seiscentos e oitenta e sete euros e quatro cêntimos) a ser paga de uma só vez, a título de subsídio de elevada incapacidade permanente, acrescida de juros de mora à taxa legal de 4%; Condena-se a seguradora em custas, de harmonia com o artigo 52 do Código de Processo Civil.