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18 vemos que estão em causa factos/actos6 em que há um denominador comum de delapidação do património do devedor, em que existe em um nexo lógico entre os respectivos factos/actos e a criação ou o agravamento da situação de insolvência7, em que, sendo assim, pode dizer-se que o legislador mais não fez do que mandar presumir a causalidade que era entre eles e a insolvência;  Ao invés, nas alíneas e do n. 2 e nas duas alíneas do n. 3 já não se consegue ver onde é que possa estar o nexo lógico, a conexão substancial entre o facto/acto que dá origem à presunção e a criação ou o agravamento da situação de insolvência; do que se trata, em tais alíneas e do n. 2 e e do n. 3, é de enunciar factos que fazem suspeitar a existência de outros factos relevantes para a situação de insolvência, ou seja, por outras palavras, os factos enunciados – a não organização ou desorganização da contabilidade, a falsificação dos respectivos documentos, a falta sistemática de comparência e de apresentação, aos órgãos processuais, dos elementos exigidos, o incumprimento do dever de apresentação à insolvência e a não elaboração e depósito das contas – fazem supor que, se assim se procedeu, é porque pode haver alguma coisa a esconder, é porque podem ter sido praticados actos que contribuíram para a insolvência e se quis/quer ocultá-los, sendo estes os factos que se quis/quer ocultar e porventura causais da criação ou agravamento da situação de insolvência8) que estão implicitamente presumidos ou, se preferirmos, nos factos enunciados em tais alíneas e do n. 2 e e do n. 3 e cuja verificação desencadeia a insolvência culposa.