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Por fim, a testemunha E.., colega de trabalho do ora Oponente na G.. e na .., desde março de 1996, foi também esclarecedor relativamente aos factos para os quais relevou o seu depoimento, revelando conhecimento direto e seguro sobre os mesmos.”    De Direito Em sede de aplicação de direito, a sentença recorrida julgou procedente a oposição e, em consequência, absolveu o oponente da instância executiva, por ter concluído «pela procedência da invocada falta de verificação dos pressupostos de reversão, designadamente no que se refere à falta de legitimidade do ora oponente por não ter exercido, de facto, no período a que respeitam os impostos em cobrança coerciva, a administração da sociedade, o que sucedeu apenas, e reconhecidamente, desde a data da constituição da mesma até março de 1994, procedendo, por isso, a presente oposição.»  Inconformada, a Fazenda Pública veio interpor recurso invocando que «incorreu o Tribunal a quo numa errada apreciação da matéria de facto provada, porque conclui pelo não exercício da administração de facto pelo oponente, assim considerando não se mostrar preenchido o pressuposto vertido no artigo 1 do CPT, quando dos autos, como referenciado, factos há que apontam para a prática de actos de gestão pela oponente e que sustentam a sua responsabilidade subsidiária no período em apreço.» Vejamos.