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Sempre foram os seus pais que habitaram a parcela, a casa construída pelo seu pai e tais pais viram-se dela desapossados pelo menos em 1997, de forma efetiva a. Assim, para além de não se comprovar a efetiva prática de atos de posse por parte da aludida isto o "corpus”) – que não se comprovou a mesma afirma que abandonou a casa paterna após o, nunca tal posse - a existir - teria as características necessárias para determinar a aquisição da aludida parcela pelo instituto do usucapião faltando-lhe, incluindo, o "animus”) e, muito menos, tal posse teria sido contínua por mais de 20 anos a escritura é outorgada em Março de 2014 e em Dezembro de 1994 já ocorrera uma tentativa de entrega efetiva da parcela à agência leiloeira.