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Quer dizer, o Acórdão da Formação – recorrido – não admitiu a Revista excepcional interposta pela Recorrente porquanto por um lado as questões de direito que aí foram suscitadas em sede de Revista, não tinham sido objecto de qualquer discussão nas instâncias e por isso também não foram consideradas, quer na decisão de primeiro grau, quer no Acórdão recorrido, que se limitaram a apreciar a questão da caducidade, tout court, interpretando e aplicando o preceituado no artigo 490 do CSComerciais e, de outra banda, o possível interesse transcendental adveniente da apreciação das problemáticas suscitadas como sendo de particular relevância social, máxime, em tema de alterações legislativas por via de Directivas nunca foram equacionadas anteriormente no processo, nem tão pouco assim discutidas e solucionadas, o que nos conduziu, obviamente, a uma situação de rejeição, pela sua não verificação, dos pressupostos aludidos nas alíneas e do artigo 672, n1 do CPCivil.