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Assim, os escritores franceses recorrem ou à teoria do quase contrato judicial Dalloz, Glasson e ou ao conceito do risco; dos alemães e austríacos, uns encontram a justificação na relação jurídica processual, outros no valor objectivo das declarações das partes, independentemente da boa ou má fé, do dolo ou culpa; os italianos socorrem-se ou da consideração de que o erro de direito cometido pelo vencido não é desculpável, ou da necessidade de obstar a que a parte vencedora sofra diminuição do seu património, ou da teoria da causalidade, ou da conjugação do conceito de Chiovenda com o de Carnelutti  E prosseguindo com a análise do direito português consubstanciado então nos artigos 45 e 45 do CPC de o Autor citado conclui que o sistema português envereda pelo princípio da causalidade como fundamento da condenação em custas:  Paga as custas o vencido porquê?