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reza sobre o montante das coimas das contra-ordenações graves ao sabor das alterações: - na redacção original da Lei - «b) Se praticadas por pessoas colectivas, de 25000 a 34000 em caso de negligência e de 42000 a 48000 em caso de dolo.»;  - na redacção da Lei n. 89/2009, de 31 de Agosto - «b) Se praticadas por pessoas colectivas, de 15 000 a 30 000 em caso de negligência e de 30 000 a 48 000 em caso de dolo.»; - na redacção da Lei 114/2015 - «b) Se praticadas por pessoas coletivas, de 12 000 a 72 000 em caso de negligência e de 36 000 a 216 000 em caso de dolo.»; E estamos de acordo quanto à potencial aplicabilidade destas normas, semeadas em vento forte por vários diplomas de forma a facilitar o seu conhecimento pelo cidadão, leitor assíduo e atento do R.. Estamos, pois, face a uma contra-ordenação.B.2 – Relativamente à criação de uma plêiade de entidades isentas de responsabilização criminal temos o artigo 11 do Código Penal que, no seu n 2 estabelece: 2 - As pessoas coletivas e entidades equiparadas, com exceção do Estado, de pessoas coletivas no exercício de prerrogativas de poder público e de organizações de direito internacional público, são responsáveis pelos crimes previstos nos artigos 14-B, 15-A, 15-B, 15 e 16, nos artigos 16 a 16 sendo a vítima menor, e nos artigos 16, 16, 17 a 17, 20 a 20, 20 a 21, 21 a 22, 22, 23, 23, 24, 25, 25, 26 a 28, 28, 29, 33, 34, 35, 36, 36, 36-A e 37 a 37, quando cometidos: a) Em seu nome e no interesse colectivo por pessoas que nelas ocupem uma posição de liderança; ou b) Por quem aja sob a autoridade das pessoas referidas na alínea anterior em virtude de uma violação dos deveres de vigilância ou controlo que lhes incumbem.