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Por conseguinte deve ser acrescentado à matéria de facto provada que a empresa JM–Carpintaria Unipessoal, Lda., entidade empregadora do aqui Recorrente configurava como devedora no processo de insolvência n. 127/11TBLSD, que correu os seus termos no extinto Tribunal da Comarca Judicial de Lousada, e ainda que, em 202014, foi nomeado administrador judicial provisório da mesma empresa, o Senhor Doutor JG. . O recorrente , no seguimento da sentença de insolvência da sociedade empregadora, decretada por sentença no dia 002015, aduziu, no prazo de 30 dias, requerimento de reclamação dos créditos salariais em dívida, nomeadamente a compensação pela cessação do contrato de trabalho não liquidada pela entidade patronal. . Nesse sentido, no final de junho do ano de 2015, veio a ser reconhecido na lista oficial de credores, o valor de 836,00 Euros retribuição por, ) 635,00 Euros proporcionais de férias e subsídio de férias), 317,50 Euros subsídio de; 635,00 indemnização/compensação por cessação do contrato de e 100,00 Euros. . Destarte, no caso do Recorrente e de acordo com os factos apurados, a ação de processo de especial de revitalização foi decretada em 202014; por outro lado, a ação especial de processo de insolvência foi proposta, em 28/10/2014, tendo sido decretada a insolvência por sentença de 09/02/201 A rescisão do contrato de trabalho ocorreu em 30/06/2014, sendo que os créditos salariais em dívida, como salários em atraso, proporcionais, subsídio de férias e compensação cessação do contrato de trabalho venceram-se, todos eles, na data em que a resolução do contrato de trabalho se tornou eficaz. . Mas mesmo que assim não se entendesse, sempre se haveriam vencido, todos os créditos, em data ulterior, à data de declaração de nomeação do administrador judicial provisório no âmbito do processo especial de revitalização, processo n. 127/11TBLSD. . O certo é que o vencimento dos créditos por cessação do contrato ou suspensão do contrato de trabalho ocorre, nos termos da lei, com a resolução do contrato de trabalho, a fim de o trabalhador poder exigir de imediato o pagamento da divida, certa, líquida e exigível, tal como decorre, aliás, do artigo 77, do Código Civil, bem como da alínea do artigo  da Lei n. 17/86, de 14 de junho. . Isto posto, os créditos aqui em causa venceram-se na data da cessação do contrato de trabalho do aqui Recorrente  .