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Assim dado o exposto, deve ser anulada a decisão proferida no que concerne à declaração de nulidade do contrato n 18/2008 e respectivo procedimento pré contratual, anulado o despacho proferido em 23 de Junho, de folhas 365 do SITAF, anulando-se os actos posteriores que dele sejam consequentes e desentranhando-se o requerimento de fls 341, que é, aliás, extemporâneo,  Mantendo-se o contrato que foi declarado nulo.- São estas as conclusões das alegações que definem o objecto do presente recurso jurisdicional interposto pela DSDC, S.A.:  O Tribunal a quo determinou, através de um mero despacho interlocutório, datado de 012018, a anulação do contrato intermédio) de concessão de exploração das zonas de estacionamento tarifado de duração limitada n. 13/2018, celebrado por Ajuste Direto entre a Entidade Demandada e a ora Recorrente, invocando, para o efeito, "algo de semelhante à execução indevida, prevista no n 3 do artigo 128�� do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, quando a entidade administrativa é notificada para suspender os efeitos de um acto e ainda assim prossegue com a execução do mesmo sem emitir a competente "Resolução Fundamentada” cfr.