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Numa segunda apreciação do recurso de apelação, importa apreciar: a) Se devem ser conhecidos os demais fundamentos do recurso de apelação, referidos em - -a)- 2 parte, e supra, respeitantes: à invocada negligência da exequente em praticar atos no processo executivo, que os recorrentes lhe consideravam exigíveis, para a realização da sua citação de usar das faculdades legais de requerer a citação urgente ou a notificação judicial avulsa do executado, nos termos respetivos dos arts.561 e 79 do P. Civil, nomeadamente antes dos 5 dias em que ocorresse a prescrição contada desde o vencimento; de nomear bens à penhora no requerimento inicial, nos termos do art.724/1-) do P. Civil; de juntar o original da livrança, nos termos do art.724/5 do P. Civil; de requerer a citação dos executados para nomear bens à penhora, após 3 meses em que não houve qualquer penhora, nos termos do art.855/4 do P.; à aplicação do art.326/1 do Civil, sem a possibilidade de extensão da interrupção nos termos da norma do art.327/1 do Civil que os recorrentes, no caso de se considerar interrompido o prazo prescricional em termos fictos, nos termos do art.323/2 do Civil, entendem ser excecional e apenas dirigida à citação ou notificação e não à sua ficção);  b) Se, em caso positivo, estes impedem a aplicação do disposto no n2 do art.323 do Civil ou, mesmo neste caso, a manutenção da interrupção nos termos do n1 do art.327 do Civil, da conclusão achada em 1 supra.