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Mais, não respeitar um sinal de passagem só porque "não se constata a existência de luzes” é até um sinal da "audácia” própria da condução sob o efeito do álcool14, "audácia” essa que, claro está, não é o comportamento que a lei exige e impõe a um condutor medianamente capaz e prudente, ou seja, encurtando razões, o comportamento do R., de avançar sem mais em desrespeito à regra da, apenas por não ter constatado a existência de luzes não se tendo provado, repete-se mais uma vez, se o BBW vinha ou não com os respectivos faróis, não só não ilidiria a presunção de nexo causal que, como supra explicámos, não é exigido pela, como, inclusivamente, bem vistas as coisas, até seria inteiramente consonante com uma tal presunção, no caso e segundo tal entendimento, do nexo causal para quem conduz com um taxa de álcool no sangue superior à legalmente1 Enfim, retomando o raciocínio, assente a culpa do R. e estando provado que o R. conduzia com uma taxa de álcool no sangue de 1,40 g/, resta apenas analisar a questão dos danos e das quantias despendidas para os indemnizar por parte da seguradora.