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- A esta carta a Ré respondeu, comunicando:  a) Ter idade superior a 65 anos, juntando a competente prova;  b) Informou, desde logo, que previa que o RABC Rendimento Anual Bruto do seu agregado familiar fosse inferior a cinco RMNA retribuições Mínimas Nacionais;  ) Esclareceu que a Autoridade Tributária ainda não havia emitido, à data, a certidão com o valor do RABC, pese embora estar tal documento requerido, juntando prova;  ) E, em virtude das informações enunciadas, opunha-se a que o contrato de arrendamento viesse a transitar para o NRAU, bem assim se opunha ao valor da renda proposto;  e) Concluindo que o valor da renda só poderia ser actualizado de acordo com o estabelecido no artigo 35, n. 2, da Lei n. 6/2006, de 27 de Fevereiro, na redacção que lhe foi dada pela Lei n. 31/2012, de 14/0  - Mais tarde, em 22014, a Ré participou ao senhorio a certidão emitida pela Autoridade Tributária emitida em 22013), onde consta o valor do RABC do seu agregado familiar, no montante de € 265,7 - De acordo como o RABC do seu agregado familiar a renda do locado só poderia ter sido actualizada nos termos estatuídos no artigo 35, n. 2, da Lei n. 6/2006, de 27 de Fevereiro, tendo ficado a aguardar que tal fosse promovido, continuando a pagar a renda no montante de € 59,00 que sempre foi recebida, sem reservas, até Janeiro de 201  - Em meados do mês de Dezembro de 2013 a Ré recebeu nova carta, assinada pela Autora onde constatou que esta pretendia um aumento de renda calculado através da soma do valor das fracções arrendadas, correspondendo a 1/15 desse valor, no montante mensal de € 431,6 - O que pretendem os Autores, e com manifesto abuso de direito, é prevalecer-se de uma situação, que, não tem efeitos cominatórios legalmente previstos, e muito menos os que lhes pretendem atribuir.