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Consequentemente, a decisão proferida não merece qualquer reparo  ) Não há assim, qualquer contradição entre a matéria provada nos pontos 15 a 19 e a matéria não provada no ponto   e) O que a decisão refere, é que, a recorrente, com as expressões que proferiu, quis humilhar, enxovalhar e envergonhar o Assistente, perante os profissionais presentes - no caso a GNR - e na presença do seu filho, pondo em causa o nome, honra, seriedade, confiança, dignidade e consideração social do Assistente, perante os mesmos, porém, não ficou provado que, com as mesma expressões, quis desacreditar e abalar a confiança do Assistente no processo de regulação das responsabilidades parentais, relativo ao seu filho menor e neto da arguida, dado que, esta sabia, que os autos elaborados pela Guarda Nacional Republicana eram remetidos para o processo de regulação das responsabilidades parentais, onde a Meritíssima Juiz, o Senhor Magistrado do Ministério Público, o Senhor Funcionário Judicial e os demais intervenientes processuais, incluindo Mandatários, tomavam conhecimento dos mesmos.