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13 – Os recorridos em 16 de julho de 2007, no Cartório Notarial de , adquiriram por escritura pública de justificação o articulado prédio, propriedade esta, reconhecida em sentença proferida no âmbito do processo n 663/11TBBRG – Juízo Central de Braga – Juiz 3, transitada em julgado em 14-09-201 14 – Em ressonância com o título de aquisição derivada da propriedade que legitimou a posse, e o registo que estabeleceu uma presunção legal a seu favor, sem litigância temerária, o recorrente sempre criou a convicção que a Relação corrigiria a situação a seu favor, o que não veio a acontecer, isto, até porque os recorridos não beneficiavam da presunção do registo decorrente do art.