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Assim, entende que através da prova testemunhal ficou demonstrado que os documentos internos visavam o controlo de entradas e saídas em armazém de mercadorias transportadas pelos seus comissionistas nas visitas comerciais que faziam aos clientes conclusão do; que ficou demonstrado o desconhecimento dos seus colaboradores quanto à origem e autenticidade dos documentos Word e Excel que a AT juntou aos autos conclusão do; que o controlo da circulação dos artigos era efectivado através da emissão de documentos internos a que chamavam facturas pró-forma); que permitiam um controlo eficaz, simples e pouco dispendioso conclusão do; que os seus comissionistas promoviam acordos para que os retalhistas, com os quais estabeleciam contactos, aceitassem que alguns desses produtos fossem expostos nos seus estabelecimentos à consignação conclusão do; que as facturas pró-forma com que foi confrontada corporizavam uma série de situações em que inexistia, ou não podia sequer chegar a existir uma qualquer transacção comercial, funcionando como verdadeiras facturas pró-forma conclusão do.