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4) De entre os 1120 artigos contraditórios, despropositados, desenquadrados e inconsequentes da Contestação/Reconvenção, para sustentar o petitório transcrito no Ponto dos factos considerados provados, a ora Recorrida fez constar nos arts 13 a 15 que "passado mais cerca de um ano, em que não se acordou uma solução, a Ré comunicou à Autora, que tendo passado quatro anos sem receber o montante das benfeitorias, considerava as comunicações da Autora, descritas nos artigos 7 a 9 da p., como declarações não sérias, pelo que reiniciava o pagamento das rendas”; "Ofereceu nomeadamente todas as rendas anteriores, depois da denúncia do arrendamento, em que, naturalmente, deixou de as pagar” e "A Autora não aceitou o pagamento e, consequentemente, a Ré passou a efetuar depósito liberatório, à ordem do tribunal” 5) Esta inusitada asserção, que mais não é do que uma gratuita e inconsequente tirada en passant e em desespero de causa, é inócua e contraditória com os demais 1117 artigos da Contestação, não releva e em nada sustenta o petitório, até porque encontra-se demonstrado nos autos, pelo alegado e pelos documentos que o sustentam, o sem sentido de tal alusão, que não pode ter qualquer relevo, sendo que, por um lado, ao contrário do sustentado no douto despacho recorrido, não é matéria em discussão nos autos principais e, por outro lado, também ao contrário do vertido no douto despacho, a Ré não retomou o pagamento das rendas, quanto muito e sem conceder, tentou retomar, como resulta do Doc.