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Quanto ao arguido R. apresentou as seguintes conclusões: - a reduzida capacidade de avaliação crítica do recorrente, relativamente aos crimes cometidos, impede a afirmação de confiança plena na sua capacidade para enveredar por percurso de vida lícito, o que compromete a aplicação do RPEJ e a atenuação especial da pena aí prevista; -as penas parcelares que lhe foram aplicadas correspondem a uma correta ponderação dos fatores que, no caso concreto, se impunha considerar para determinar a medida dessas penas; -na determinação da pena única aplicada ao recorrente, foram devidamente ponderados os aspetos que se impunha considerar, servindo aquela ajustadamente as finalidades das penas; -não estão verificados os pressupostos subjacentes a suspensão da sua execução, não havendo, consequentemente, violação do art 50 do Código Penal.