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251, n. 1,, do S.; -não há justa causa que fundamente a destituição, sendo a conduta dos gerentes visados justificável em face da conduta do sócio gerente A. T.; -a manutenção da suspensão causa danos aos requerentes, resultando o "periculum in mora” de forma aqui sumária);   Neste sentido, e muito embora o Tribunal tenha concluído pela verificação de vício procedimental, a recorrente rebateu aqueles argumentos:  -o impedimento de voto resulta da lei, e na prática não se verificou;  -a deliberação foi tomada por maioria e não cabe ao Tribunal sindicar a mesma; de qualquer modo, há justa causa;  -da deliberação tomada não resulta dano apreciável para os requerentes/recorridos, não se verificando o "periculum in mora”.