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Ora, salvo o devido respeito, cingindo-nos à questão que nos é colocada no presente recurso, não acolhemos o afirmado entendimento do Tribunal recorrido na parte em que sustenta que, "apesar do destacamento do autor para a Alemanha, sempre o mesmo terá garantida a aplicação do regime jurídico nacional português em matéria de retribuição mínima”, para daí retirar como consequência o afastamento da lei alemã quanto ao valor/retribuição mínimo nessa estabelecido, no pressuposto, que afirma, de que a referência "sem prejuízo de regime mais favorável constante da lei aplicável ou do contrato”, constante do artigo  do CT/2009, "não poderá deixar de ter presente/ignorar "que a aplicação de regime mais favorável previsto em lei distinta da portuguesa depende, nos termos literais do já citado art.