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Isto mesmo foi lembrado no recentíssimo Acórdão desta Relação de 07-10-2021, proferido no processo n 886/15T8BRG.G 1 O que, tratando-se de pessoa colectiva sem corpo físico mas apenas dotada de personalidade ficcionada para efeitos jurídicos, obviamente só é de perspectivar através de um seu administrador trata-se de sociedade anónima) ou, no âmbito do processo judicial, do seu advogado e mandatário forense cujo mandato, nos termos do art 44, CPC, lhe atribui poderes para a "representar” em "todos os atos e termos” dele, ainda que circunstancialmente e no caso de se suscitarem "questões de natureza técnica para as quais este não tenha a necessária preparação”, aquele possa "fazer-se assistir”, designadamente "durante a produção da prova” por "pessoa dotada de competência especial para se ocupar das questões suscitadas”, como prevê o n 1, do art.