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212, quando refere expressamente no artigo 74 que doou a quantia de € 4000,00 ao filho mais velho do dissolvido casal, , corroborada com as declarações de parte que prestou em audiência de julgamento, tal facto resulta inequivocamente provado;  Trigésima: O Tribunal, pese embora aquela confissão, que confirma tal doação, acabou por não considerar provado tal ponto, pelo que, face a tal factualidade, deve tal ponto ser dado como provado e consequentemente aditada à relação de bens a quantia de € 4000,00, bem comum do dissolvido casal, doado pelo Cabeça-de-Casal ao filho mais velho ;  Trigésima-Primeira: Ao ter decidido como decidiu a Douta Sentença violou o preceituado nos artigos 60 n. 4 e 61 n. 1 alíneas e entre outros do Código de Processo Civil, e seus basilares princípios, o que a toma nula e de nenhum efeito;  Trigésima-Segunda: Quanto aos pontos 25 e 26 dados como não provados naquela Douta Sentença, entende a recorrente que resultou da prova documental que efectivamente o Cabeça-de-Casal adquiriu após o divórcio tais bens, tendo referido ao Tribunal que o bem identificado em 26 dos factos não provados, foi adquirido com dinheiro comum do dissolvido casal;  Trigésima-Terceira: O Tribunal, acabou por dar tal facto como não provado, sem contudo ter fundamentado a decisão, pelo que, entende a requerida, que dada a complexidade da questão, o Tribunal, poderia, por forma a apurar uma relação de bens que correspondesse à realidade da situação económica do dissolvido casal, e uma vez que se não mostrava munido de elementos aquando da decisão, e por forma a apurar o que era e o que não era do património do dissolvido casal, com vista à concretização de uma partilha equilibrada entre os interessados, ter remetido os interessados para os meios comuns;  Trigésima-Quarta: Ainda, assim, entendeu antes dar tal matéria como não provada, o que fez, incorrer o Tribunal em erro de julgamento, na medida em que não especificou os fundamentos de facto e de direito que justificassem tal decisão, incorrendo desta feita na nulidade prevista nos artigos 60 n. 4 e 61 n. 1 alíneas e, entre outros, do Código de Processo Civil, nulidade que aqui se invoca para todos os devidos e legais efeitos;  Do Douto Despacho de fls.