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doravante; a partir de 2009 e, seguramente, já em 2011, a H sofreu uma importante e decisiva deterioração da sua situação económica e financeira que a impedia e a impediu de honrar os seus compromissos com fornecedores e com as instituições bancárias suas credoras; nesse ano de 2011, a H apresentou prejuízos de € 17689,49, e a respetiva certificação legal de contas foi emitida com ênfases; tal deterioração levou a que, no início de janeiro de 2013, a H tivesse requerido um Processo Especial de Revitalização que, sob o processo n 6/10TYVNG, correu termos no  Juízo do Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia; em 08 de junho de 2013, o administrador judicial provisório deu nota aos autos de que aquele PER havia sido reprovado, não tendo merecido a aprovação de qualquer credor; consequentemente, naqueles mesmos autos, em 06 de novembro de 2013, foi proferida sentença de declaração de insolvência da H; porque não lograram obter no processo de insolvência a cobrança dos seus créditos sobre a Insolvente H, os credores Banco  e J completaram o preenchimento e promoveram a execução judicial das referidas livranças-caução contra os avalistas; foi assim que os autores, na qualidade de herdeiros habilitados do seu falecido pai, foram citados como executados: em julho de 2015, no Processo Executivo n. 12686/17T8PRT, que correu termos pelo Juízo de Execução do Porto – Juiz 4, do Tribunal Judicial da Comarca do Porto, instaurado pelo Banco  para pagamento da quantia de € 3122,15, titulada por livrança subscrita pela H e avalizada pelo pai dos autores e pelo réu ; em novembro de 2016, no Processo Executivo n. 21925/16T8PRT, a correr termos pelo Juízo de Execução do Porto – Juiz 3, do Tribunal Judicial da Comarca do Porto, instaurado pelo J para pagamento da quantia de € 23371,12, emergente de duas livranças subscritas pela H e avalizadas pelo pai dos autores e pelo réu ; entretanto, os embargos de executado deduzidos pelos autores na primeira execução do Banco foram julgados improcedentes por sentença notificada aos mesmos em 23 de fevereiro de 2017; por entenderem não haver fundamento viável para o recurso de apelação de tal sentença, em 03 de março de 2017, os autores procederam ao pagamento da quantia exequenda, acrescida de juros e custas de parte, no valor global de € 4343,58, a que acrescem ainda os honorários e despesas do agente de execução, já liquidadas no valor de € 600,74; o réu  foi declarado insolvente por sentença proferida em 25 de novembro de 2015, nos autos de insolvência que, sob o processo n. 868/13T8VNG, correram termos pela  Secção de Comércio de Santo Tirso, Comarca do Porto-Juiz 1, processo de insolvência que foi encerrado por sentença de 13 de junho de 2016, data em que, simultaneamente, foi também proferido despacho inicial de exoneração do passivo restante do réu ; bem cientes, pelo menos desde 2009, das dificuldades financeiras da H e de que estas conduziriam necessariamente à insolvência dessa empresa e à sua responsabilização pessoal, os réus  e E, de forma deliberada e absolutamente concertada, trataram de retirar da esfera jurídica do réu-marido todos os bens próprios e os bens comuns do casal que respondiam ou pudessem responder pelo pagamento das referidas dívidas de que também era co-avalista; no dia 18 de maio de 2012, dia em que, a requerimento de ambos, foi proferida pela  Conservatória do Registo Civil do Porto e transitou a decisão da respetiva separação de pessoas e bens por mútuo consentimento, os réus, casados que eram sob o regime da comunhão de adquiridos, outorgaram naquela mesma Conservatória instrumento de Partilha do Património Conjugal, pela qual relacionaram os diversos bens comuns ativos e e procederam à respetiva partilha; os bens partilhados, ativos e passivos, foram, distribuídos "no papel” de forma equitativa para que houvesse o menor valor possível de tornas a pagar e, fundamentalmente, para que ao réu  não fossem atribuídos bens com qualquer valor penhorável, sendo adjudicados ao réu  quotas e ações e à ré E dois bens imóveis e duas quotas; ambos os ex-cônjuges, ora réus, ficaram com metade cada um das três dívidas ao P, nos valores de, respectivamente, € 2536,41, € 1099,81 e € 7776,05; a partilha dos bens comuns do casal  e E destinou-se exclusivamente a prejudicar credores, em concreto, os autores, subtraindo ao património próprio do réu  e do património comum do casal os bens que pudessem vir a responder pelo crédito dos autores, atribuindo aos bens imóveis adjudicados à ré E valores muito inferiores aos valores de mercado; mau grado a separação de pessoas e bens decretada naquela  Conservatória do Registo Civil do Porto, nunca o réu  deixou de coabitar com a ré E no mesmo andar onde o fazia até então e onde hoje ainda o faz, ambos continuando, assim, a agir e a viver em perfeita união conjugal, como até aí sempre haviam feito; além do pai dos autores e do réu , da administração da H fazia também parte um amigo deste último, o réu F, seu sócio na , a quem o réu  tinha salvaguardado de prestar avales pessoais em livranças subscritas por aquela sociedade, sem que nunca de tal facto tivesse dado conta ao pai dos autores; este amigo dos réus  e E, em 04 de dezembro de 2012, adquiriu ao réu , pelo preço declarado de € 1250,00, correspondente à soma dos respetivos valores nominais, as duas quotas de que este era titular na , respetivamente, uma com o valor nominal de € 1000,00, que era bem próprio do réu  e outra com o valor nominal de € 250,00, que havia ficado adjudicada ao réu  na dita partilha pelo valor atribuído de € 000,00; de acordo com o último balanço conhecido da , esta tinha um capital próprio de € 4507,13, o que significa que a quota com o valor nominal de € 1000,00 tinha um valor de, pelo menos, € 2923,99 e a quota com o valor nominal de € 250,00 tinha um valor de, pelo menos, € 005,64; assim, não só o réu  transmitiu ao réu F a referida quota de € 250,00 por menos de metade do valor pela qual a havia adquirido na partilha menos de 7 meses antes, como o fez por valor substancialmente abaixo do respetivo valor de balanço; o réu F, em 09 de setembro de 2013, transmitiu a quota na  com o valor nominal da € 1000,00 à ré E pelo mesmo preço de € 1000,00, isto é, com o mesmo valor por que nove meses antes havia adquirido ao réu ; em 13 de fevereiro de 2015, nos autos de insolvência da H, o único imóvel pertença desta foi adjudicado à sociedade "K, Lda”, entretanto transformada em sociedade unipessoal por quotas, mercê da concentração das respetivas quotas na titularidade única da ré E, "K, Lda” essa que, em 2014, havia já apresentado uma proposta de compra do dito imóvel por valor mais baixo € 14000,00), que não foi aceite por ser inferior ao anunciado, mas que tem a particularidade de, anexo à proposta, vir um cheque de € 2000,00, sacado e emitido não pela "K, Lda” mas pela ; na sequência daquela adjudicação, em 27 de março de 2015, foi outorgada a respetiva escritura de compra do imóvel pela "K, Unipessoal, Lda”, pelo preço de € 17100,00; porém, não esteve o dito imóvel, sequer, um mês na propriedade e posse da "K, Unipessoal, Lda” pois, em 24 de abril de 2015, esta revendeu-o pelo preço de € 25000,00; embora só em 12 de março de 2015 tenha vindo informar os autos de insolvência da H, em 29 de setembro de 2014, o Senhor Administrador Judicial havia já vendido àquela mesma "K, Unipessoal, Lda” todos os bens móveis pertencentes à insolvente pelo valor de € 1000,00; entre esses bens móveis, além de veículos e mobiliário, estão diversos aparelhos de Raio , tais como mamógrafos, ecógrafos, negatoscópios e outros, aparelhos que, apesar de na fatura constarem como avariados ou sem valor comercial relevantes, não terão certamente sido irrelevantes para o início de atividade da , Lda, sociedade com sede na Rua , n. ,  onde têm sede a , Unipessoal, Lda e a , e onde também teve sede a Q, Lda, todas já atrás; a  foi constituída em 09 de janeiro de 2014, logo após o encerramento da H ocorrido em finais de 2013, tendo como sócios a ré E e a sociedade de que aquela é a única sócia, a "K, Unipessoal, Lda.”; a  tem a ré E como gerente, sendo certo que esta jamais se dedicou à área da comercialização ou assistência de materiais e equipamentos médicos,  essa que na sua página na internet http://www....pt) informa que "Não obstante a , Lda, doravante denominada , ter iniciado a sua atividade em Janeiro de 2014, conta no entanto, com uma experiência de mais de vinte anos na área de Imagiologia Médica.