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Tal não implica violação do caso julgado, embora o resultado interpretativo não possa servir nem conduzir à correcção de eventual erro de julgamento nem extravasar o objecto do processo respectivo.”  Aí seguimos a jurisprudência pacífica e predominante exemplificada no ali citado Acórdão desta Relação de Guimarães, de 18-12-2017 8:  "Sendo a sentença um acto jurídico, formal e receptício, subtraído à liberdade negocial, na sua interpretação não se procura a reconstituição de uma declaração pessoal de vontade do julgador entendida na base da determinação de um propósito, mas sim o correcto entendimento do resultado final e objectivo de um percurso pré-ordenado à obtenção da dita decisão.