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1 Daí que, pelas nossas contas, tendo a sentença sido notificada em 7/06/2013, dilação de 3 dias, incluída, a mesma transitou em julgado, em 17/06/2013; principiando, de imediato, nesta data, a correr o denominado prazo de execução espontânea prazo procedimental 3 constante do n. 1, do artigo 17 do CPTA, tendo cessado atento o disposto no n. 1, do artigo 16 do CPTA 90 dias úteis) em 5 de Novembro 201 	1 Assim sendo, o aludido prazo de 6 meses à data em decorrente do n. 2, do artigo 17 do CPTA, para requerer a alegada execução, iniciou-se a 6 de Novembro 2013 e terminou, atento o disposto na alínea, do artigo 27 do Código Civil, às 24 horas do dia 6 de Maio de 201 	1 Razão pela qual, em 26/06/2014, data da entrega do pedido de execução, no TAF de Almada, já o sobredito prazo havia decorrido, razão pela qual, salvo o devido respeito, que é muito, não podia, pois, o pedido ser admitido, nem outra deveria ter sido a decisão proferida, que a de julgar intempestivo o sobredito pedido de execução de julgados.