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Consequentemente,  b) Ser a autora/reconvinda condenada a pagar aos autores uma indemnização pelos danos causados, de natureza patrimonial, consubstanciados:  b.1) no valor de 500,00 € prevista na cláusula penal moratória no artigo  do contrato de empreitada;  b.2) na quantia de 114,91 € pelos danos resultantes de obra contratada não realizada pela autora reconvinda, mas integralmente paga pelos réus;  b.3) na quantia correspondente aos trabalhos integralmente pagos, mas apenas parcialmente executados, identificados nas verbas 4 e 11 do orçamento, cujo montante presentemente se desconhece e que, no caso de não ser apurado até à data da audiência de julgamento, deve ser relegado para ser liquidado em execução de sentença;  b.4) na quantia relativa ao custo do arrendamento que vem sendo suportado pelos réus desde 0117 em virtude do incumprimento do contrato de empreitada pela autora, presentemente no valor de 250,00 €, valor que, no caso de não ser apurado até à data da audiência de julgamento, deve ser relegado para ser liquidado em execução de sentença;  ) Ser a autora condenada a pagar aos réus uma indemnização pelos danos causados, de natureza não patrimonial, no montante de 000,00 €.