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; ) Não compete ao recorrente/arguido invocar motivos que possam ser considerados "sério e grave, adequado a gerar desconfiança sobre a imparcialidade dos Senhores Juízes Desembargadores que devam intervir na decisão do recurso”; n) Ao declararem a improcedência do requerimento de invocação do impedimento dos Senhores Juízes Desembargadores, tempestiva e fundadamente apresentado, o Venerando Tribunal da Relação de Lisboa pratica o acto que lhes era, legalmente, vedado e, com isso e por isso, geraram a nulidade dos mesmos nos termos e ao abrigo do disposto no Artigo 43, n 1 do P. Penal; o) Se tivesse sido concedida procedência ao requerimento de invocação do impedimento dos Senhores Juízes Desembargadores, tempestiva e fundadamente apresentado pelo recorrente/arguido, o Venerando Tribunal da Relação de Lisboa estaria a contribuir, manifesta e inequivocamente, para a ausência de quaisquer dúvidas sobre a isenção, imparcialidade e independência do órgão julgador, na esteira dos princípios consagrados no Artigo 20, n4, no que ao processo equitativo diz respeito, e no Artigo 203, ambos da R.P., bem como, estaria a contribuir pelo rigoroso cumprimento do princípio constitucionalmente consagrado no Artigo 32 ao garantir que ao recorrente/arguido lhe teriam sido concedidas e asseguradas todas as garantias de defesa.