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19 - Em 26/09/2018 o agente de execução veio dizer: «- Na presente execução ordinária, após concretizada a citação prévia da executada, foi solicitado ao signatário, pela ilustre mandatária da exequente, subscritora do Requerimento Executivo, que fosse diligenciada a penhora do imóvel, tal como inicialmente indicado em requerimento anexo ao RE; - Após concretizada a penhora foi submetido ao processo, em 30-01-2018, acordo de pagamento em prestações, subscrito por ambas as partes, considerando-se no mesmo a conversão da penhora em hipoteca, nos termos do disposto no art 807 n 1 do CPC, para garantia do cumprimento do acordo; - Nos termos do disposto no n 2 do art 806 do CPC, tal comunicação de acordo de pagamento, determina a extinção da execução; - Para que a extinção da execução ocorra implica que estejam pagas as custas, onde se incluem os honorários e despesas do agente de execução, salvo quando as mesmas saem precípuas do produto da penhora, conforme estabelece o art 541 do CPC; - Os honorários e despesas do agente de execução estão devidamente regulamentados pela Portaria N 282/2013 de 29AGO, estabelecendo o seu art 50 n 5, que, no termo do processo, é devida uma remuneração adicional cujo valor varia em função, do valor recuperado ou garantido, tendo como limite o crédito exequendo, e do momento processual; - A alínea do n 6 do art 50 da referida Portaria, define "valor garantido” como o valor dos bens penhorados, e ou o valor a recuperar por via de acordo de pagamento em prestações, como é o caso na presente execução; - O n 9 do mesmo artigo 50, regula o cálculo da remuneração adicional, estabelecendo o art 51 o momento em que é devido o pagamento dos honorários ao agente de execução, ou seja, quando é celebrado acordo de pagamento em prestações entre as partes, e se extingue a execução, como é o caso.