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Do mesmo modo, o acórdão arguido de nulo conheceu das questões que foram suscitadas e na fundamentação da diferenciação da medida da pena entre os coarguidos disse, entre o mais: «A pretensão de pena «idêntica à fixada para os demais arguidos» é infundada importando realçar, como fez a decisão recorrida, que «o grau de culpa do recorrente é superior ao dos seus co-arguidos, pois era ele que comandava a embarcação desde 10 de Abril de 2019 e fê-lo desde ..., onde já o estupefaciente se encontrava introduzido na mesma, passando por ... até à intercepção em Portugal aos 30 de Maio de sendo que os demais arguidos só passaram a fazer parte da tripulação no dia 12 de Maio de 201» A decisão arguida de nula, ao contrário do que era pretensão do recorrente, entendeu dar relevo à factualidade ocorrida antes da entrada em território nacional.