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Assim sendo, porque não se deteta que tenha sido efetivamente produzida prova por outra via quanto ao que está em causa, procedendo à reapreciação dos meios de prova de que o Tribunal a quo dispôs, importa concluir que assiste razão aos progenitores/recorrentes quanto ao suscitado neste particular, donde se operar a reformulação da redação deste ponto de facto, o qual passa doravante a figurar pela seguinte forma: « Aquando do nascimento da .., e ainda no hospital, .. apresentou-se como pai da mesma.»  ¨¨ « Por a progenitora aparentar dificuldades de compreensão, ter estado sujeita a acompanhamento psicológico/psiquiátrico no CHO entre 2007 e 2019, padecer de mutismo seletivo, ter historial de comportamentos obsessivos, ser ainda muito jovem e não haver pai registado, a situação da .. foi sinalizada à CPCJ de  ....» Os progenitores/recorrentes insurgem-se quanto ao constante deste ponto de facto, com a argumentação de que o mesmo contém informação, relativamente à progenitora, provinda de um Relatório médico da própria de quando era menor, «logo à luz da LPCJP e do RGPD, aquele relatório deveria ter sido destruído no momento em que a Apelante atingiu a maioridade e, nunca poderia ter sido utilizado neste processo.» Será assim?