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Consequentemente, permanecendo estabilizada a decisão do Tribunal a quo quanto à matéria de facto dada como provada, nenhuma censura há a fazer - até porque tal, na atenção da alegação da recorrente, passava necessariamente pela alteração da matéria de facto- à decisão sindicada, onde foi feita, correcta e devidamente, a subsunção dos factos provados ao direito” Vejamos: Resulta dos artigos 674, n 3, e 682, n 2, do Código de Processo Civil, bem como do disposto no artigo 46 da Lei da Organização Judiciária, que o Supremo Tribunal de Justiça, constituindo um tribunal de revista, apenas conhece de matéria de direito e não de matéria de facto.