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Não poderá, pois, o Tribunal vir agora contradizer-se”; 12) O Tribunal assenta a sua decisão de indeferimento num Despacho que proferiu no início da Audiência que, relembre-se, o Mandatário não compareceu por estar no Hospital em observação;  13) E, portanto, apesar da prova oferecida, a preocupação do Tribunal é "não contradizer-se”; 14) Não tendo sequer analisado nem julgado o incidente;  15) Por outro lado, é verdade que na segunda marcação do Julgamento 312018) conforme afirma o Tribunal, o Mandatário do Recorrente deu entrada de um requerimento em que afirma não reunir as condições mínimas para o exercício da sua actividade, acrescentando como data previsível para o regresso ao trabalho o dia 112018;  16) Ora, e foi o que aconteceu tendo inclusivamente o Mandatário trabalhado arduamente durante as férias judiciais para recuperar o trabalho em atraso; 17) Ocorre que, e numa leitura mais atenta dos atestados médicos bem como do Relatório de Episódio de Urgência juntos aos autos, é notório que o Mandatário é hipertenso e sofre de problemas de ansiedade com sintomas físicos incapacitantes;  18) E, por isso, apesar de devidamente medicado o certo é que a ansiedade se pode manifestar de forma súbita e imprevisível, como aconteceu na madrugada do dia 102019;  19) Por requerimento do Recorrente em 8 de Fevereiro de 2019 foram ainda levantadas outras nulidades;  20) Assim expôs: " Foi designado o dia 16 de Janeiro de 2019, pelas 09h30, para a Audiência de Discussão e Julgamento no processo em causa;  Tendo, no seguimento disso, o Tribunal procedido à notificação das testemunhas arroladas pelo Autor e pelo Réu;  E ainda o mandatário do Réu por não conseguir notificar quatro das oito testemunhas referidas no articulado;  Notificação essa, com data de elaboração de 10 de Janeiro;  Presumindo-se o Mandatário notificado, de acordo com o artigo 24 do CPC, no dia 14 de Janeiro;  Ora, dois dias antes da Audiência de Julgamento;  O que atendendo não só ao curto espaço de tempo, mas também ao facto de o Mandatário se encontrar, desde o dia 14, impossibilitado de trabalhar, o impediu de diligenciar, junto do Cliente, forma de este obviar a impossibilidade de notificação pelo próprio Tribunal;  Ficando o Réu por via disso coarctado no seu direito de defesa, designadamente de fazer prova testemunha; Acresce ainda que,  Tal como é já do conhecimento do Tribunal, o aqui Mandatário deu entrada no dia 14 no Serviço de Urgências do Centro Hospitalar E1, 1 Impedimento que durou até ao dia 21 de Janeiro; 1 Não obstante ter sido o Julgamento realizado à sua revelia, contrariando assim o disposto no artigo 60, n. 1, in fine do CPC; Ademais, 1 Três das testemunhas do Réu – K,  e  – foram regularmente notificadas; 1 E não foram dispensadas pela parte; 1 Mas a verdade é que não foram ouvidas!