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A Apelante insurge-se contra tal decisão, com a seguinte argumentação: - estando provado que o requerido tem avultadas dívidas para com a requerente, para com a CCA e para com J, e que tem como único património uma expetativa futura de ingresso na massa de três imóveis, parece manifesto que o requerido está impossibilitado de cumprir com as suas obrigações vencidas; - a Requerente não só fez prova da verificação do fator índice previsto na al., como provou os factos que são subsumíveis no n1 do artigo 3 do CIRE; - o critério da diferença positiva entre o ativo e o passivo só é chamado a afastar a presunção da situação de insolvência se a constatação da situação de insolvência resultar do n2, do artigo 3, e só é aplicável a pessoas coletivas e patrimónios autónomos e já não a pessoas singulares.