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Acordam em conferência os Juízes da Secção de Contencioso Tributário do Tribunal Central Administrativo Norte:   	RELATÓRIO 		O Exm Representante da Fazenda Pública vem recorrer da sentença proferida no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto em 112015, pela qual foi julgada procedente a impugnação judicial que a "P” intentou contra o indeferimento da reclamação graciosa que apresentara contra a autoliquidação de IRC do ano de 2012, no valor de €47094,0  		A Recorrente Fazenda Pública terminou as respetivas alegações formulando as seguintes conclusões: A.	Vem o presente recurso interposto da sentença que julgou procedente a impugnação sub judice, deduzida da autoliquidação de IRC de 2012, declarando que "prosseguindo a impugnante eminentemente um serviço público – o de recolha e tratamento de resíduos”, "não restam dúvidas de que a impugnante sempre usufruiria de isenção à luz do artigo 9, al.b), do CIRC”.