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59, Mário Esteves de Oliveira e Rodrigo Esteves de Oliveira, sustentam que "Segundo a actual redacção desta alínea - posta pela Lei n 107-/2003 de 3) com o propósito de esclarecer pela positiva as dúvidas que a redacção inicial do preceito suscitava em relação à inclusão no âmbito da jurisdição administrativa das acções de responsabilidade por actos de gestão privada das pessoas colectivas de direito público -, pertencem à jurisdição administrativa, em primeiro lugar, as "questões em que, nos termos da lei, haja lugar a responsabilidade extracontratual” dessas pessoas.”  E mais adiante: ") diremos então respeitando a intenção da lei atrás referida e a vontade expressa na "Exposição de Motivos” da Proposta de Lei que veio dar origem ao que, sempre que essas pessoas devam responder extracontratualmente por prejuízos causados a outrem, o julgamento da respectiva causa pertencerá à jurisdição administrativa, independentemente da qualificação do acto lesivo como acto de gestão pública ou de gestão privada”  Finalmente, Sérvulo Correia, in Direito do Contencioso Administrativo , a pág.