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No mesmo sentido, o Acórdão da Relação de Coimbra, de 15-09-2015, no processo n. 889/15TBFIG.C1, publicado em http://www.dgsi.pt decidiu que: "– Para viabilizar o efetivo controlo judicial da pretensa idoneidade do documento em poder da parte contrária para a prova de factos de que o requerente tem o ónus da prova, ou que possam infirmar a prova de factos de que o detentor do documento tem o ónus, é necessário que o requerente identifique tanto quanto possível o documento e especifique os factos que com ele quer provar, no mesmo sentido Acórdão da Relação do Porto, de 05-10-2015, no processo n. 12128/15T8PRT-A.P1, publicado em http://www.dgsi.pt Daqui para o caso concreto: O Requerido, na oposição, confessou o mútuo, mas alegou a transmissão da dívida por contrato escrito celebrado com a Requerente, tendo junto o documento, que foi impugnado.