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Esclareceram igualmente os Autores que, também no âmbito do aludido processo de interdição do testador, a incapacidade deste de reger a respetiva pessoa e bens foi declarada no relatório pericial elaborado pelo perito do INML, não existindo, pois, dúvidas de que a Ré estava bem ciente da referida incapacidade por parte do aludido F. e que tal incapacidade era, de facto, manifesta a partir de 2011 e, sobretudo, ainda mais assim, e201   Foi, neste contexto, referem os Autores, que, em 10 de Maio de 2017, a Ré conduziu o pai dos Autores ao Cartório Notarial de Vieira de Minho, tirando-o de casa à força e obrigando-o a fazer tal deslocação, a fim de outorgar testamento no sentido de deixar a esta a respetiva quota disponível, para o que a Demandada, sabendo da incapacidade mental e física do testador, obteve a colaboração de dois médicos psiquiatras contratados pela Ilustre Mandatária daquela, os quais, sem realizarem quaisquer testes ou exames, atestaram, de forma fraudulenta, a sanidade física e mental do aludido F. , permitindo, desta forma a outorga do aludido ato jurídico, o qual, sem prejuízo, em função do exposto, sempre teria de ser considerado inexistente ou, pelo menos, nulo ou anulável.