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Quanto ao objecto do recurso, no essencial e em síntese, a recorrente alega e conclui que os actos praticados neste apenso à sua revelia e/ou sem a sua prévia audiência são nulos por violação dos artigos 81, n5, e 161, n4, do CIRE, e que a transação nele  efectuada pelas partes e homologada por sentença está ferida de nulidade por violação dos normativos contidos nos arts 1, 150, 167 e 172 a 184, porque nos seus termos é concedido às empresas do grupo ") Alimentar, S.A.” uma vantagem ressarcitória dos créditos reclamados em claro prejuízo dos restantes credores, da devedora/insolvente, bem como dos seus administradores e acionistas.