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Ou seja, em nosso entender a prova que foi produzida, a testemunhal, as declarações de parte e a não permite que a factualidade que o Autor veio alegar no artigo 26 da petição inicial e posteriormente vertida no ponto 2) e cujo respectivo ónus cabia ao Autor, seja tida como provada.» Mas, sem qualquer argumentação advinda quiçá das perplexidades que apontamos existir no primeiro Acórdão e que nos levou à respectiva anulação, a Relação do .., ignorou por completo as referências por nós efectuadas quanto à subsistência dos pontos  a , atenta a eliminação do ponto , mantendo igualmente aqui, neste novo Aresto, a aludida materialidade, embora dizendo a determinado passo que «No entanto, a verdade é que não foi produzida prova suficiente que permita afirmar que foi o Réu que decidiu escrever, redigiu e remeteu as cartas que aqui estão em discussão.» e mais à frente «temos como certo que ficou por provar se de facto o Réu conhecia o teor das referidas cartas e, concomitantemente, se o mesmo teor prosseguia os fins antes melhor referidos», fazendo tábua rasa de tudo o que naqueles pontos se deu como assente, isto é: «6-No dia 18 de Setembro de 2013, às 17h36m, no posto de correios de Santo Tirso, o Réu remeteu ao Autor uma carta anónima que lhe era dirigida, do seguinte teor: "Meu boi, meu cabrão.