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Resulta com clareza das conclusões qual o fundamento do recurso, em suma, entende o recorrente que a sentença viola o artigo 1 do CT, por estarem verificados os indícios constantes das alíneas e do respectivo n. 1, e o Tribunal a quo não ter feito operar a presunção de laboralidade, sendo a mesma suficiente para a procedência da acção, em razão da Ré não ter provado qualquer facto incompatível com a existência de uma relação de trabalho subordinado conclusões 1, 2, 16 e. Para chegar ai, o autor invoca os fundamentos constantes nas conclusões anteriores, em síntese, que a "presunção de laboralidade basta-se, assim, com a verificação de dois dos indícios enumerados no aludido artigo 1 do CT, levando a que passe a caber ao beneficiário da actividade prestada a prova do contrário, isto é, a prova de que a relação jurídica em análise não seja a decorrente do contrato de trabalho”  conclusão.