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2 – O comando do art 615/1-b) do CPC impõe ao Juiz o dever de indicar, interpretar e aplicar as normas jurídicas correspondentes; 3 – A sentença de que se recorre está em manifesta oposição com o despacho saneador/sentença, proferido em 28/11/2018 e com o princípio que a sentença posta em crise anuncia no seu Ponto no 10 parágrafo, página 5, ao referir expressamente que "os créditos reclamados deverão ser classificados e graduados como créditos comuns, exceptoos créditos dos titulares dos fundos comuns”; 4 – A graduação do crédito do recorrente em terceiro lugar, manifesta um erro manifesto, pois não atende ao privilégio legalmente atribuído aos participantes; 5 - A sentença viola ainda o disposto nos arts 619/1 e 625 ambos do P., pois existe uma notória contradição entre a decisão constante do saneador/sentença quanto à natureza e graduação dos créditos dos credores/participantes e a sentença de graduação de créditos, que os relega para terceiro lugar; 6 - Bem como o próprio acórdão deste Tribunal, datado de 24/02/2015 proferido no âmbito dos presentes autos, com o n 681/10TYVNG-G.P1 REL.