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2)    A 09-11-2014 o autor apresentou junto da entidade demandada um requerimento em que pedia, a título principal, que lhe fosse concedida licença sem remuneração para exercício de funções em organismo internacional, com carácter precário, prevista nos artigos 28, n.os 3 4, e 28, n.os 1, alínea, e 2, da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, em anexo à Lei n. 35/2014, de 20/6, de modo a continuar o desempenho das suas funções na missão .. até 14-06-2016, e, subsidiariamente, nos termos de direito que o CSM entendesse serem então os aplicáveis ou imprescindíveis ao deferimento do, que fosse concedida uma licença que permitisse a continuação do desempenho das suas funções na missão., como acima referido, até 14-06-201 3)    Por deliberação do Plenário do CSM, de 16-12-2014 e por despacho favorável do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros de 22-01-2015, foi concedida ao autor «licença sem remuneração para exercício de funções em organismo internacional, nos termos do art.