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Notifique.”  Inconformado com o assim decidido, veio o proponente J.  interpor recurso deapelação, nele formulando as seguintes  CONCLUSÕES  Primeira – O ora recorrente adquiriu a fração designada pela letra , ... direito tipo T-2, com entrada pelo número ...) e que faz parte do prédio urbano sito na Rua ..., freguesia de ... do concelho de Braga, descrita na 2 Conservatória de Registo Predial sob o n ...)-de ..., inscrita na respetiva matriz sob o artigo ...)-, por contrato de compra e venda datado do dia 21 de Novembro de 2014, celebrado e autenticado pelo Sr Agente de Execução, J. S., solicitador com cédula profissional n 830; Segunda – Esta fração autónoma foi vendida no âmbito dos presentes autos, por negociação particular, sendo a proposta do Recorrente, do montante de € 1500,00, a maior proposta recebida pelo Senhor Agente de execução; Terceira – No contrato de compra e venda acima referido, figura como vendedora a Senhora solicitadora, ", natural da freguesia de ... concelho de Guimarães, com domicílio profissional no , freguesia de ... concelho de Braga, a qual intervém como Agente de Execução e encarregada da venda nomeada no processo 1377/10TBRG, que corre termos no 4 Juízo Cível do Tribunal Judicial de Braga, e em que é executada N. R., no uso dos poderes que lhe foram conferidos pelo Sr Juiz no Auto de Abertura de Propostas” Quarta – O recorrente não é parte no processo; não foi notificado da douta sentença recorrida pelo Tribunal que anulou a venda aludida na conclusão primeira, e apenas teve conhecimento da mesma no dia 18 de Janeiro de 2017, após a receção da notificação enviada pelo Sr. Agente de Execução, J. S., por carta registada com aviso de receção, datada de 16 de Janeiro de 201 O recorrente é direta e efetivamente prejudicado pela sentença que anula a venda da supra identificada fração autónoma, pelo que está em tempo, e tem legitimidade para apresentar o presente recurso – art.