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E acrescentou, por fim, que no que diz respeito ao período contributivo registado na CAFEB, 1983-07 a 2010-12, foi o mesmo considerado, para além de apuramento da taxa de formação da pensão, também para efeitos de cumprimento das condições de acesso à pensão no regime de antecipação da idade por desemprego involuntário de longa duração, previsto no artigo 57, n 3, do n 220/2006, de 03/11, assim como para determinar o facto de redução ou de bonificação correspondente ao cálculo da carreira contributiva que no caso do autor foi de 1,0000 não tendo qualquer efeito na pensão, conforme determina o n 2, do artigo 6, do n 1-A/2011; que conforme dispõe o artigo 7, n 1, do n 1-A/2011, apenas nas situações em que seja efetuada a totalização, dos períodos cumpridos no regime geral de SS com os períodos cumpridos na CAFEB, para efeitos de preenchimento de prazo de garantia, conforme previsto no artigo 6, n 1, são também relevantes para o apuramento da remuneração de referência a ter em conta no cálculo da pensão de velhice a atribuir pelo regime geral as remunerações registadas em nome dos trabalhadores na CAFEB relativas a períodos anteriores à entrada em vigor do presente decreto-lei, revalorizadas nos termos previstos no regime jurídico das pensões do regime geral; que esta não foi a situação do autor, uma vez que para efeitos do preenchimento do prazo de garantia a atribuir pelo CENTRO NACIONAL DE PENSÕES, 16 anos civis com registo de remunerações, não foi necessário recorrer à totalização com o período da CAFEB, e que assim, reiterando aquilo que já sido referido na anterior resposta, a responsabilidade pela atribuição e pagamento da pensão relativa ao período em que o autor descontou para a CAFEB é da instituição de crédito para a qual trabalhou e respetivo fundo de pensões, uma vez que por força do n 127/2011, de 31/12, a segurança social apenas passou a assumir a responsabilidade pelas pensões em pagamento em 31 de dezembro de 2011 previstas no regime de segurança social substitutivo constante no IRCT vigente no setor bancário, conforme artigos 1  e 3; que os trabalhadores bancários contratados até 02/03/2009, nos quais se inclui o autor, foram integrados num regime substitutivo em grupo fechado, por força do artigo 2, do n 54/2009, de 02/03, sendo-lhes aplicável enquanto prestarem serviço em instituição de crédito o regime de segurança social substitutivo vigente no setor bancário; que posteriormente, foram integrados no regime geral de segurança social, por força dos artigos 2 e 3 do n 1-A/2011, para efeitos, designadamente, de proteção na velhice, motivo pelo qual os descontos do autor posteriores a dezembro de 2010 passaram a ser efetuados e registados no regime geral de SS, tendo estes descontos, a partir de janeiro de 2011 sido considerados no cálculo da pensão, como demonstrado; que os descontos anteriores a janeiro de 2011 efetuados pelo autor para a CAFEB e não transitados para o regime geral de SS são da responsabilidade da instituição de crédito para a qual o autor prestou funções e do respetivo fundo de pensões vide artigos 11 a 16 daquele.