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Mais se provou que o arguido observou a descrita conduta de agressão física, menosprezo, de ofensa à consideração pessoal, humilhação, controlo de movimentos, de violação de privacidade, de intimidação e conseguiu perturbar o sossego e tranquilidade da vítima fragilizá-la na sua liberdade pessoal, assim como aterrorizá-la, fazendo-a temer pela sua integridade física, além de humilhar, ofender a honra e bom nome da mesma e desprezá-la apesar de a assistente ser sua cônjuge e ex-cônjuge, e mãe de filhos menores em comum; que sabia que afetava a assistente na sua saúde física e psíquica e atuou querendo atemorizá-la e atingi-la na sua dignidade enquanto ser humano, prevalecendo-se da privacidade e intimidade conferida pela residência familiar, o que logrou fazer, e que agiu de forma livre, deliberada e consciente, o que demonstra que o arguido atuou com dolo direto.