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Pois que: Ø    Naquela primeira acção1/10), a Autora alegava, precisamente, a aquisição do direito de propriedade desse prédio, por usucapião, tendo sido lavrada a escritura de justificação notarial de 12096 precisamente, a escritura que aqui os Autores vêm; naquela acção 1/10, o que os RR fizeram via foi exactamente o que os aqui AA vêm fazer: impugnar aquela escritura de justificação notarial outorgada pela autora/reconvinda, pedindo que fosse declarada a respectiva nulidade, bem como do registo de aquisição a favor da autora de todos os prédios dela objecto ou, pelo menos, do urbano identificado no artigo primeiro da petição inicial e do prédio rústico identificado na Verba n 2 da mesma escritura, sustentando os réus que tais prédios são pertença de FF, pai do ora autor marido.