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insurge-se contra a sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu, que julgou improcedente o pedido de anulação do despacho proferido pelo Diretor de Finanças da Guarda que indeferiu o pedido de dispensa da prestação de garantia e subsequente suspensão do processo de execução fiscal n 127920210100252 Está em causa sindicar se a sentença recorrida incorreu em nulidade por omissão de pronúncia, erro de julgamento da matéria de facto e erro de julgamento de direito ao considerar que a decisão de indeferimento do pedido de dispensa de prestação de garantia não enferma de ilegalidade por violação dos princípio da colaboração e da boa fé e bem assim considerou que não tendo a Reclamante, demonstrado o preenchimento dos pressupostos de que depende a dispensa - artigo 5, n. 4 da Lei Geral Tributária.