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Inconformada veio a Ré recorrer, interpondo recurso de apelação da sentença proferida nos autos, nos termos e pelos fundamentos e conclusões acima expostos, impugnando os valores de indemnização fixados na sentença recorrida a título de dano não patrimonial e dano patrimonial futuro por IPG, alegando que "da matéria de facto dada como provada resulta que a Autora não sofreu qualquer fractura, sendo que os seus tratamentos se cingiram a sessões de fisioterapia para debelar as sequelas de que ficou a padecer, devendo o dano não patrimonial sofrido pela Autora ser mesurado pelas dores e sequelas de que ficou a padecer, tendo o seu Quantum Doloris sido avaliado no grau 3 numa escala de 1 a , não devendo a quantia a arbitrar à Autora não ser superior a € 000,00, devendo em consequência ser reduzido o valor arbitrado para esta quantia; e, quanto ao dano patrimonial futuro alega a apelante que "foi arbitrada à Autora a quantia de € 1500,00 a título de perda da capacidade futura de ganho ou dano biológico, e, sendo indemnizável o dano futuro sempre teria de ser deduzida a quantia de € 061,41 que já recebeu a título de capital de remição pela P.P.