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Também se deu como provado sob 12 que responsabilidade pelo pagamento dos serviços de saúde dos autos foi transferida no âmbito de uma apólice de seguro celebrada com a Médis – Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A. Da comunicação datada de 18/10/2016 não se deu como provado que foi esta a data em que foi, junta como documento 2 da p.enviada pela Médis ao Hospital Cuf Infante Santo pode ler-se logo no início "... A presente autorização Clínica aplica-se aos prestadores integrados na Rede Médis nos termos acordados entre as partes, designadamente no que se refere a honorários médicos, despesas institucionais e a preços fechados quando aplicáveis...a Autorização Clínica tem a duração limitada de 30 dias e apenas produz efeitos enquanto vigorar o seguro de saúde ao abrigo do qual foi emitida e reflecte as condições do plano de seguro do cliente na data da produção da mesma...a presente autorização clínica considera-se emitida condicionalmente em caso de pendência de faturação de unidade de saúde destinatária relativamente ao mesmo cliente... apenas podendo ser liquidado o valor correspondente após integral regularização de conta...” Dela resulta que foi parcialmente autorizada para o período de 30 dias por isso de 16/8/2016 a 16/9/2016, sendo o valor a cargo do cliente, à data da autorização clínica de 10% no máximo de 500 euros por internamento, donde apesar de se ter dado como provado que a Médis se tenha recusado a pagar a factura que lhe enviou dos 17 euros, resulta igualmente provado que a Médis mediante a mencionada autorização clínica aceitou parcialmente a responsabilidade da seguradora.