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Pelo exposto, deve a sentença que absolveu de instância a AT ser revogada, devendo o tribunal o quo decidir de mérito a Impugnação Judicial apresentada pela Recorrente A. contra a Direção de Finanças de Bragança, apreciando todos os fundamentos invocados desde logo a ilegalidade da liquidação pelo facto de não ter sido precedida da notificação do Relatório de Inspeção como imporia o art.6 do RCPIT e não como quis o AT levar a crer o tribunal recorrido que a final a Impugnante invocava a invalidade da notificação da liquidação per se, pretendendo com isso retirar a importância fundamental deste argumento que é um fundamento de impugnação judicial previsto no art.9 do CPPT preterição de formalidades bem sabendo que este fundamento tem por si só a virtualidade de determinar a anulação da liquidação.