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Recurso de Apelação ECLI:PT:TRP:2019:914TBESP.B.P1Sumário:   Acordam os Juízes da  Secção do Tribunal da Relação do Porto:  Relatório: Por apenso aos autos de execução ordinária que B, S.A., Sucursal em Portugal moveu a , , E, F e G, veio H, S.A. reclamar o crédito "no montante de € 22521,94, acrescido de juros vincendos, moratórios e compensatórios, calculados sobre o montante de € 19564,38, devendo o mesmo ser reconhecido e graduado, no lugar que, pela sua preferência, legalmente lhe competir, para ser pago pelo produto da venda dos imóveis penhorados sob as verbas 3 e 4 do auto de penhora de 20201” Alegou para o efeito que por escritura pública de 26/11/2013, os executados  e mulher , garantiram o pagamento de fornecimentos feitos pela reclamante e bem assim os fornecimentos futuros ou qualquer divida contraída pela sociedade , de que aqueles eram gerentes, até ao limite de €40000,00, constituindo hipoteca voluntária sobre o prédio urbano sito em , da freguesia , concelho de Espinho, descrito na Conservatória do Registo Predial de Espinho sob o n 349 e inscrito na matriz predial sob o artigo 093 correspondente à verba n 3 do auto de penhora elaborado na execução em 21/03/201 Na mesma data e em requerimento autónomo, a reclamante veio requer a rectificação do erro de escrita cometido na petição inicial, de modo que onde se lê «admissão do crédito no montante de €22521,94, acrescido de juros vincendos, moratórios e compensatórios, calculados sobre o montante de €19564,38 ...) para ser pago pelo produto da venda dos imóveis penhorados sob as verbas 3 e 4 do Auto de Penhora de 202012» deve passar a ler-se «admissão do crédito no montante de €22430,12, acrescido de juros vincendos, moratórios e compensatórios, calculados sobre o montante de €17977,04 ...) para ser pago pelo produto da venda do imóvel penhorado sob a verba n 3 do Auto de Penhora de 202016».