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No que concerne à prova testemunhal e tanto quanto o Tribunal se pôde aperceber da prova gravada, a testemunha arrolada pela Impugnante e que foi efectivamente inquirida, autor dos projectos de arquitectura de dois dos prédios cujas fracções foram vendidas no ano de 2002, prestou o seu depoimento de forma clara e objectiva, tendo sido possível retirar do seu depoimento a factualidade dada como provada sob o ponto 1, e nada mais, considerando que muito do que lhe foi inquirido e, consequentemente, respondido, não se referiu a realidades por si presenciadas e referentes aos prédios construídos pelo falecido marido da Impugnante cujas fracções foram vendidas no ano de 2002, mas antes a opiniões técnicas relativas a licenciamentos e permilagens.” O Direito A única questão colocada neste recurso reporta-se à violação do direito ao contraditório.