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O Recorrente terminou as suas alegações de recurso formulando as conclusões que se reproduzem de seguida: "A) Nos presentes autos foi proferida sentença que julgou procedente a presente oposição por ilegitimidade do revertido/oponente; B) Está patente na decisão que: "Não obstante não se desconheça que a assinatura daquele recibo traduz a prática de um acto que vincula a devedora originária, trata-se — à mingua de outros elementos documentais que revelem a devedora que no período em causa o Oponente assinou documentos que vinculam a devedora originária — de um acto isolado praticado pelo Oponente, não sendo viável, à luz das regras de experiência comum, extrair a conclusão de que o mesmo exerceu, de facto, a gerência da SMC naquele período.