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Em suma, não se provou também – com a certeza mínima exigível para se dar tal facto como provado -, contrariamente ao afirmado pelo recorrente, que a aquisição ocorreu tendo subjacente essa intenção, a de doar o prédio ao R, razão pela qual a redacção dos números em questão 10 e não merece ser alterada.Pretende também o recorrente que seja vertido nos factos não provados que "O réu, através do seu pai J. F., negociou a compra dos prédios em causa aos anteriores possuidores, A. F. e J. G.”  Ou seja, pretende no fundo o recorrente que fique a constar da matéria de facto não provada o reverso da matéria de facto provada, e que é precisamente a acabada de analisar, vertida nos pontos 10 e 20 – de que foi J. F. quem negociou a compra do prédio inscrito na matriz predial sob o artigo 56  Ora, como é evidente, afigura-se desnecessária – e prática incorrecta, sob o ponto de vista processual -, a inclusão na matéria de facto não provada, da versão contrária da matéria de facto dada como provada.