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e) Para a absolvição do demandado entendeu o Tribunal a quo que não haveria nexo causal entre o ilícito – empurrão – que levou à condenação do arguido e os danos reclamados pela recorrente; f) Conforme consta da acusação deduzida: "Em consequência da conduta do arguido, a ofendida sofreu traumatismo do membro inferior esquerdo com fractura dos ossos da perna, pelo que teve necessidade de receber tratamento médico – cirúrgico.” g) A recorrente foi sujeita a perícia médica que, junta aos autos através de Ofício de 04/09/2017, com a Referência CITIUS , concluiu o seguinte: "- A data da consolidação médico-legal das lesões é fixável em 24/10/2013; - Défice Funcional Temporário Total fixável num período de 16 dias; - Défice Funcional Temporário Parcial fixável num período 236 dias; - Repercussão Temporáia na Atividade Profissional Total fixável num período total de 252 dias; - Quantum Doloris fixável no grau 4/7; - Défice Funcional Permanente da Integridade Físico-Psíquica fixável em 3 pontos; As sequelas descritas são, em termos de Repercussão Permanente na Atividade Profissional, são compatíveis com o exercício da atividade habitual, mas implicam esforços suplementares; - Dano Estético Permanente fixável no grau 4/7; - Repercussão Permanente nas Atividades Desportivas e de Lazer fixável no grau 3/” h) Tendo ainda registado – pág.