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"» conclusão;  - «Da sindicância à douta decisão recorrida, atento toda a prova produzida nos autos, constata-se que a mesma ao decidir, como decidiu, fixar a residência dos menores N. F., P. e P. com o Requerido/progenitor, viola a Convenção sobre os Direitos das Crianças, nomeadamente os seus artigos 3, 12 e 27, bem como a Convenção Europeia sobre o Exercício dos Direitos das Crianças artigos 1 e, porquanto tal decisão:  - Não teve em devida conta o interesse superior dos menores;  - Não teve em consideração a opinião expressamente manifestada pelos menores N. F., P. e P. em sede de julgamento 02-06-2021)» conclusão;  - «Não obstante tal expresso reconhecimento, o Tribunal a quo, contrariamente à expressa e fundamentada vontade do N. F., da P. e do P. em se manter com a mãe, decidiu fixar a sua residência com o pai»;  - «Uma das questões objecto do presente Recurso radica na valoração da expressa opinião e vontade manifestadas pelos próprios menores N. F., P. e P. , a qual se encontra em registo áudio no sistema citius da audiência de julgamento de 02-06-2021» conclusão;  - «Se é certo que o Tribunal a quo ouviu os Menores em sede de declarações, não é menos certo que tais declarações não foram consideradas na matéria dos factos provados, nem tão pouco, conforme decorre da douta sentença, as mesmas foram tidas em conta na decisão ora recorrida»;  - «No presente recurso impõe-se suscitar o incidente de reenvio prejudicial, ao abrigo do disposto no art 267 do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, no qual tendo em conta o preceituado nas normas dos arts.