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Não se verifica, por conseguinte, a apontada nulidade da sentença recorrida, excesso de pronúncia, pois o Tribunal a quo pronunciou-se sobre questão que podia e devia conhecer, o que se verifica, isso sim, é erro de julgamento na apreciação dos pertinentes factos e na subsunção destes ao direito aplicável, erro que não se confunde com a nulidade arguida, Com efeito, a exequente alegou no requerimento executivo uma mole de factos que permitem concluir pelo vencimento das obrigações subjacentes à emissão das livranças, desde logo a declaração de insolvência da sociedade mutuária, subscritora das livranças, a implicar, como se disse o imediato vencimento dos respectivos créditos, podendo as correspectivas obrigações cambiárias ser imediatamente exigidas dos oponentes avalistas, em conjunto ou separadamente artigos 4 § 6 da, obrigados nos mesmos termos que a sociedade avalizada artigos 4§  e 7 da.