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5 O Procurador-Geral Adjunto neste Supremo Tribunal Administrativo emitiu parecer no qual concluiu que «na contagem do prazo de impugnação graciosa do acto de liquidação de IRS, nos casos em que o contribuinte tenha residência no estrangeiro, se deve atender ao prazo de dilação de 30 dias previsto no artigo 7, n. 1, alínea do CPA, motivo pelo qual se impõe a revogação do acórdão do TCA que assim não o entendeu, e julgar o recurso da Fazenda Pública improcedente», com a seguinte fundamentação: « A questão que se coloca consiste em saber se na contagem do prazo de impugnação graciosa do acto tributário, nos casos em que o contribuinte tenha residência no estrangeiro, se se deve atender ao prazo de dilação de 30 dias previsto no artigo 7, n. 1, alínea do CPA.