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Neste âmbito da liberdade valorativa ou discricionariedade técnica que, repete-se, é própria da função administrativa do CSM a valoração autónoma efectuada escapa às regras da estrita subsunção legal razão pela qual é conceptualmente inviável escrutinar qualquer vício de violação da lei pois como é jurisprudência desta Secção do Contencioso este verifica-se quando é efectuada uma interpretação errónea da lei, aplicando-a a realidade a que não devia ser aplicada ou deixando de aplicá-la a realidade que devia ser aplicada9 De resto, o que se constata é que a alegação da autora confronta quer o relatório da inspecção quer a decisão do CSM a respeito dos elementos recolhidos para apreciação do seu desempenho funcional apresentando um conjunto de argumentos com os quais pretende refutar esses elementos e as conclusões que foram tiradas mas, em rigor, nessa alegação não se vislumbra a invocação consistente de qualquer vício de que enferme a decisão recorrida.