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Em virtude da emissão e inclusão das facturas supra na contabilidade da sociedade arguida e da sua inclusão na declaração anual de IRC apresentada junto da Autoridade Tributária onde se fez constar falsamente ter sio pago, como custos de actividade, os valores referidos nas referidas, a sociedade , Lda obteve, em sede de IRC, decorrente de dedução das ditas despesas mencionadas nas indicadas facturas, vantagem patrimonial a que não tinha direito, pelo que deixou de entregar à Administração Fiscal, no ano de 2015, o valor de € 3694,26 trinta e sete , seiscentos e noventa e quatro euros e vinte e seis cêntimos) ) Os arguidos actuaram em comunhão de esforços e acordo de vontades, no interesse da sociedade , Lda, bem sabendo que as faturas supra identificadas não correspondiam a transações reais, actuando, ao emitirem ou mandarem emitir e ao utilizarem as faturas supra, com o propósito de falsear os resultados do exercício de 2014 da arguida , Lda apresentados à Autoridade Tributária, nos termos que sabiam não corresponderem à verdade.