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Citando Carlos Alegre "Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais”,  ed., p., as instâncias concluíram que, "embora a letra da lei pareça querer indicar que a prestação aqui em causa só é devida a partir da alta clínica ao associar a prestação a uma pensão, o que pressupõe alta clínica), a verdade é que não se vêem razões para tal distinção, a qual é contrária ao espírito da lei, sendo sim importante saber se o sinistrado carece ou não de assistência de terceira pessoa desde o acidente que o vitimou e logo que regressa a casa, só se justificando não a atribuir nos casos de internamento hospitalar pelas razões óbvias supra referidas, independentemente da incapacidade ser ainda temporária ou já permanente”.