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No que a tal concerne, resultou provado que: a Comissão Intersindical entregou por quatro vezes às sucessivas administrações um plano de melhoria dos resultados da H, plano esse que nenhuma administração negociou com qualquer estrutura representativa dos trabalhadores; o requerimento de declaração de empresa em reestruturação apenas foi presente às organizações representativas dos trabalhadores por via do Conselho Económico e Social, que o remeteu aos parceiros sociais para que estes emitissem o respetivo parecer, a 29 de Março de 2016; o Conselho de Administração do Grupo J, requerente da declaração de empresa em reestruturação, não procedeu a qualquer consulta e negociação prévia com as estruturas representativas dos trabalhadores quanto ao processo que designa por reestruturação; nunca solicitou a R. qualquer parecer aos delegados sindicais do A no que concerne à apontada reestruturação.