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639, ns 1, 2 e 3, parece resultar, desde logo, muito claro que a lei apenas determina que as conclusões sejam sintéticas, por forma a permitir e facilitar a reapreciação, pelo Tribunal ad quem, de todas as questões fácticas e jurídicas impugnadas pelo recorrente, devendo as mesmas conter ainda, na parte respeitante à matéria/impugnação de direito, as normas jurídicas violadas, e bem assim o sentido com que, no entender do recorrente, as normas que constituem fundamento jurídico da decisão deviam ter sido interpretadas e aplicadas n.  1 Contudo, não resulta da referida disposição legal que as conclusões devam ser elaboradas e apresentadas pelo recorrente na parte final do documento, ao final de cada capítulo/ponto impugnado pelo recorrente, e/ou de qualquer outra forma gráfica e/ou esteticamente definida por lei.