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O valor arbitrado na decisão apelada 500,0€ para cada um dos não parece distanciar-se da sensibilidade que se extrai dos padrões jurisprudenciais a atender, ponderando as seguintes decisões:  - no acórdão do STJ proferido no processo n 117/11TBMLG.GS130 foi reposta indemnização no valor de cinco euros para o autor e de três euros para a autora valores tidos por que havia sido arbitrada na 1 instância e revogada na apelação, para os compensar pelos danos não patrimoniais sofridos em consequência do ruído produzido por estabelecimento explorado pelos aí réus e sentido pelos aí autores no interior da sua habitação própria e permanente no interior da habitação era audível a música do estabelecimento de dança, as vozes risos e outros barulhos produzidos pelos clientes do – em consequência do ruído provindo do estabelecimento explorado pelos réus os autores tinham dificuldade em adormecer, não conseguiam dormir repousada, tranquila e continuamente, sendo afectado o seu ânimo, disposição, qualidade de vida e alegria de viver, com gradual repercussão na sua saúde, condição física e mental, andando com dores de cabeça, irritáveis, melancólicos, nervosos, sob stress, angustiados e revoltados danos mais acentuados no autor, porque pessoa, - no acórdão da Relação de Guimarães proferido no processo n 3499/16TJVNF.G131 foi julgada equitativa e ajustada compensação já arbitrada pela sentença ali no montante de 1000,00€ para cada um dos autores pelos danos não patrimoniais sofridos em consequência de vibrações e ruídos sentidos na sua habitação e causados pela actividade fabril da ré ponderando-se, especialmente, a duração da lesão, que se prolongou por vários – a actividade fabril da ré provocava vibrações e ruídos constantes, que se transferiam para a habitação dos autores, incomodando-os, afectando o seu descanso, particularmente no período noturno, impedindo-os de dormir convenientemente a actividade fabril desenvolvia-se ininterruptamente, 24 horas por dia, seis dias por, vivendo os autores em estado de nervosismo e irritação constantes, com afectação da sua saúde física e psicológica,  - no acórdão do STJ proferido no processo n 2444/08TVLSB32 foi entendida como comportável nos parâmetros decisórios seguidos pela jurisprudência em casos de violação do direito ao sossego e ao repouso a indemnização no valor de sete e quinhentos euros arbitrada pelos danos não patrimoniais sofridos durante período de nove anos de 2005 a pela aí autora, causados pelo ruído decorrente de actividades domésticas normais – passos, vozear, fechar portas, arrastar de cadeiras, colocação/queda de objectos no piso, funcionamento de electrodomésticos) provocado por moradores de apartamento situado por cima do seu sendo o facto imputado aos réus a título de.