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Diferentemente, no acórdão recorrido tal prejuízo foi apurado e apreciado pelo tribunal: o insolvente falhou durante os três primeiros anos da cessão a entrega do rendimento disponível; considerada justificada essa falha e alterado o valor a entregar, bem como o montante da reposição a efectuar em prestações mensais, o mesmo devedor voltou a nada entregar ao fiduciário, ascendo agora a dívida ao significativo montante de € 1831,0  Ou seja, quantificou-se neste aresto o valor exacto que o devedor deveria ter entregue e não fez, não justificando tal omissão, ficando os credores sem possibilidades reais de beneficiarem do valor das entregas em falta – que eram possíveis e às quais o ora recorrente se havia expressamente comprometido.