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Omitiram-se, factos essenciais como os indicados nas conclusões recursivas sob as alíneas, e podia e devia ter-se indagado, por iniciativa do Tribunal a quo, a factualidade indicada sob as alíneas e. Concorda-se com o Beneficiário e a mulher  quando afirmam que o raciocínio do Tribunal recorrido se revela incoerente e temerário quando considera que a idade daquela não releva para a gestão de assuntos de natureza corrente, mas já releva para a gestão de assuntos de natureza patrimonial do Requerido, ou seja, que a Acompanhante  não é velha para cuidar do marido, nos aspectos relacionados com a saúde, aceitação de tratamentos médicos, alimentação e vestuário, mas já o é para tratar das questões patrimoniais que a si e ao seu marido digam respeito, sem se saber em concreto o património a gerir em termos de se poder concluir pela complexidade ou não da sua gestão.