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F.–Quanto à terceira nulidade invocada, também não existe qualquer contradição entre os factos 16 e 17 dados como provados e a decisão, ou seja, entre o facto da Recorrida Paula ..... ter residido com a sua mãe desde pelo menos 2003 até à morte desta e até ao presente, de forma contínua e ininterrupta, no imóvel referido e, desde data não concretamente apurada, também com a sua irmã, cunhado e sobrinho, que para ali foram residir para cuidar da Recorrida e auxiliá-la na realização das tarefas do dia-a-dia e o facto de à Recorrida ter sido diagnosticada esquizofrenia da qual resultou a atribuição de uma incapacidade permanente global de 70% desde 199 G.–Com efeito, fundamentam as Recorrentes esta contradição porque no facto 7 da sentença o Tribunal a quo deu como provado que "Eponina ..... faleceu em 24 de Março de 2011”, o que significaria que Recorrida Paula ..... cuidou sozinha da sua mãe desde 2003 até 2011, pelo que não teria qualquer limitação na execução das tarefas do seu dia a dia até à data da morte da sua mãe e, assim, qualquer incapacidade à data do falecimento desta.