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G - Razão pela qual, o sinistrado não concorda com a fixação de uma IPP de 6%; H – Sendo o sinistrado completamente surpreendido pelo teor do relatório de junta médica, em especial quanto às declarações de alegadas incongruências das queixas apresentadas com os resultados dos exames juntos aos autos; – Pelo que, mediante o resultado da perícia médica e face à incongruência entre os dois relatórios médicos nos autos, requereu esclarecimentos mediante a realização de novos exames para se apurar com elevado grau de certeza quais as efectivas lesões que o sinistrado apresenta; J - Tal requerimento foi indeferido e proferida de imediato a douta sentença recorrida e colocando termo ao processo; K - Salvo o devido e merecido respeito, mal andou o tribunal na sua convicção uma vez que a prova produzida, nomeadamente os relatórios médicos e clínicos, se mostra contraditória e por isso, insuficiente, e teria de ser realizado um terceiro exame, imparcial, para averiguar com precisão as lesões sofridas pelo Reclamante;  – Devendo ser ordenada a realização de novos exames e posteriormente ser efectuada uma junta médica complementar para aferir com elevado grau de certeza acerca da Incapacidade Permanente Parcial do sinistrado quer ainda quanto à alegada Incapacidade Permanente Absoluta para a Actividade Profissional Habitual;  – O exame por junta médica está sujeito à livre apreciação do julgador, conforme o disposto no artigo 38 do e no artigo 48 do CPC, sendo livremente apreciada pelo juiz, que em princípio será leigo nas matérias em apreço, deve reunir-se das mais variadas cautelas de modo a que essa inequivocidade seja tangível; N - Para isso, "a lei prevê a solicitação de esclarecimentos aos senhores peritos por eficiência, obscuridade ou contradição do relatório pericial como modo de superação de dúvidas suscitáveis pelo mesmo art.s , n. 1 e 2, al., do CT e 413 e 485” conforme se pronuncia o AC.