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– No entanto, e apesar dos documentos apresentados, o tribunal apenas deu como provado que " O pai trabalha, aufere cerca de 990€ mensais, vive com uma companheira/cônjuge, tem mais dois filhos de outra relação, com quem não vive e relativamente aos quais está fixada pensão de alimentos, e, entretanto, mais um filho nascido da relação actual, com o qual vive";  – Ou seja, o tribunal desvalorizou por completo, quer os documentos apresentados pelo pai, nos quais este comprovava as suas despesas, nomeadamente: - renda de casa, no montante de 425€; - empréstimo de veículo automóvel, no montante de 162,86€; - consultas de psicologia: quer a declaração apresentada a 17/05/2017, quer o recibo junto aos autos; - o valor pago a título de alimentos aos filhos mais velhos, conforme acordo da regulação das responsabilidades parentais que se juntou.