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Em suma, o motorista da ré/apelante, por volta das 16:30 horas, estacionou o veículo carregado de vinho do Porto, coberto por lonas, numa zona para estacionamento de uma estação de serviço de uma auto-estrada do Reino Unido que não era vedado e era acessível a quem circulava na auto-estrada, não tinha guarda e possuía câmaras de videovigilância que não abrangiam o local onde o veículo foi estacionado, sendo que no mesmo estavam estacionados mais camiões, tendo decidido ir para casa de um amigo onde acabou por pernoitar e regressou à estação de serviço no dia seguinte, por volta das 09:00 horas, onde se pôs em marcha, sem sequer verificar se a carga estava nas devidas condições, e só depois é que se apercebeu que as lonas do reboque estavam a abanar e depois de verificar que havia rasgos nas mesmas, verificou também que parte da mercadoria tinha sido furtada.