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, administrativa do , não tinha igualmente, qualquer conhecimento directo dos facto sem apreço nos autos, tendo relatado apenas os factos relativos ao financiamento para aquisição do veículo em apreço nos autos, bem como os elementos relativos às prestações pagas e a reserva da propriedade.No que concerne aos factos não provados e para lá do já expendido, o Tribunal concluiu assim na medida em que nenhuma prova sobre os mesmos foi feita ou que se encontravam em contradição em relação aos factos que o Tribunal considerou provados, no seguimento da motivação que antecede.O Tribunal teve em consideração ao abrigo do disposto o artigo 5, n.2 do Código de Processo Civil, os factos instrumentais supra aludidos, designadamente os atinentes ao equipamento de leitura e chaves da A, factos esses que, atenta a sua instrumentalidade apenas na motivação foram referidos, não tendo sido levados à especificação da factualidade considerada como provada e como não provada.No que concerne aos documentos, o Tribunal teve em consideração os seguintes: - Cópia de certidão, quanto à propriedade do veículo e existência de reserva; - Cópia da apólice, quanto ao respectivo teor, designadamente elementos de identificação do tomador, veículo, data e condições; - Cópia de auto de notícia, quanto ao respectivo teor, designadamente a data; - Cópia de notificação do arquivamento do inquérito crime, quanto a tal circunstância; - Missivas trocadas pelas partes, quanto ao respectivo teor; - Informações da A quanto à leitura das chaves e respectivo equipamento; - "Contrato de mútuo”, quanto ao respectivo teor;  Apreciando: A primeira questão a apreciar nesta sede é a da relevância da impugnação do ponto 19 da matéria de facto provada.