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141, verso, e 142 do processo físico)”  O preenchimento do requisito legal do ponto da alínea do n 1 do artigo 25 da Lei n. 2/2004, de 15/01 não se basta com a invocação de "expressões conclusivas, neutras, de fórmulas genéricas, abstratas, vagas, de cláusulas gerais aplicáveis a todas as situações que, em função das suas características, possam subsumir-se-lhe)”, sob pena de o poder discricionário aí previsto passar a constituir um poder verdadeiramente arbitrário;  As "novas orientações” que o Réu invocou como sustentação do ato impugnado não vão para além de objetivos comuns a toda a atuação do IEFP e, em concreto, perseguidos pelo próprio Autor no exercício das respetivas funções e são inidóneas a alicerçar o desenho de um qualquer perfil profissional que o Autor possa entender como diferente do seu;  A fundamentação do ato impugnado não é, in casu, adequada a permitir seguir o percurso cognoscitivo percorrido pelo decisor para decidir daquela forma e não de outra;  A justificação do ato impugnado é ainda mais incompreensível quando se atenta na circunstância de as funções que o Autor desempenhava na organização interna do IEFP serem, por prescrição legal, meramente executórias;  Ao avalizar a atuação do Réu, concluindo que "a motivação de facto e de direito está plenamente inscrita no seu texto e percetível ao destinatário médio”, o Tribunal recorrido violou as previsões do ponto da alínea do n 1 do artigo 25 da Lei n. 2/2004, de 15/01, dos arts.