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Isto, dado que na primeira situação se mantém uma área de divergência entre o requerente e o requerido que importa apurar, e na segunda por respeito do princípio dispositivo”; o acórdão da Relação do Porto de 17-01-2008 relator: Fernando, proferido no processo n. 0736746, no qual se entendeu que "a prolação de decisão sumária sobre o mérito, no processo especial de interdição ou inabilitação, imediatamente a seguir ao exame e ao interrogatório do arguido, só pode ocorrer desde que preenchidos os seguintes requisitos: – a acção não tenha sido contestada; – o interrogatório e o exame do requerido forneçam elementos suficientes para ser proferida logo decisão; – esta decisão seja no sentido de ser "decretada” a interdição”; o acórdão da Relação de Lisboa de 15-02-2007 relator: Ferreira de, proferido no processo n. 4847/2006-7, no qual se entendeu que "a acção de interdição por anomalia psíquica pode findar, decretando-se a interdição, se o interrogatório e exame  do requerido fornecerem elementos suficientes e a acção não tiver sido contestada artigo 95/1 do Código de Processo”, acrescentando que "se assim não suceder, o processo deve prosseguir, não devendo a acção ser julgada improcedente artigo 95/2 do P.)”, todos publicados em www.dgsi.pt.