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7 do CCP, apelando, no essencial, às seguintes ordens de razões:  - que, na audiência prévia exercida pelos concorrentes in casu, a A. e a PdP – PTG, S.A.), foram suscitadas questões relativas a "validades de algumas declarações, apresentação de propostas de base preço eventualmente não fixa, e outras”;  - que daí resultou, em primeiro lugar, a conclusão de que existem "concorrentes que apresentam a sua proposta com modelos que, embora procurem cumprir com as regras do concurso, foram sem dúvida concebidos para outro tipo de concurso, eventualmente com entidades privadas, com cujas regras se podem esgrimir outras condições de proposta”, do que decorre, pese embora tal ser inadmissível, "uma vontade de adaptar um modelo de proposta sem noção do afastamento às regras do CCP”, sendo que "o Programa de Procedimento deveria ter esse aspeto melhor acautelado, embora tal pudesse eventualmente ser suprido em sede de esclarecimentos”;  - em segundo lugar, a conclusão de que esta situação advém "da preocupação de o concurso ser com validade de dois anos, o que representa uma fronteira indistinta sobre a manutenção do preço atual ou consideração pelo concorrente da evolução do preço para ele próprio de modo a poder concorrer com um preço fixo”, o que o R. reconhece que, "embora legal, pode não ter sido a melhor escolha”, para além de ter entendido que "a adoção de um período mais dilatado que inequivocamente leve o concorrente a pensar o futuro com uma fronteira mais nítida e para um volume de negócio superior e face à instabilidade de preços, protege melhor os interesses do Município, adjudicando-se não para dois anos, como foi lançado o procedimento, mas para três anos”.» 9 E passando a apreciar se os fundamentos ali invocados para a não adjudicação no procedimento concursal n. 3/2018 podiam ser subsumidos às hipóteses previstas nas referidas alíneas e do n. 1 do artigo 7 do CCP, concluiu que a resposta não podia deixar de ser negativa.