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Em alegações são formuladas pelo Recorrente, as seguintes conclusões:” O despacho proferido pelo Tribunal a quo em 07-12-2017 rejeitou liminarmente o recurso de revisão interposto pelo R.; b) O recurso de revisão interposto pelo R. foi motivado em um despacho que aditou à sentença um segmento condenatório, quando a sentença expressamente havia absolvido o R.; )  O Tribunal a quo ao rejeitar o recurso de revisão pretende manter e consolidar na sentença proferida nos presentes autos decisão condenatória produzida por aditamento; ) É inequívoco e cristalino a sentença proferida nos presentes autos a 14-09-2017, deu procedência parcial da ação; e)  Apenas condenou o ora Recorrente a reconhecer à A. o exercício de funções como técnico superior, no Centro Educativo do Mondego, no período de 102007 até 002011, e em consequência a pagar à A. a título de diferenças salariais a quantia de 5427,55 euro; f) No mais, existiu decisão de absolvição do R. dos demais pedidos; g) A sentença não é, portanto, omissa quanto à condenação do R. no pagamento dos juros, uma vez que a sentença, expressamente, decidiu absolver o R. dos demais pedidos, onde se incluiu o pedido de pagamento de juros; h)  A Autora, ao impulsionar um pedido de retificação da sentença por erros materiais e o Tribunal a quo ao decidir, por aditamento, em conformidade com este pedido, viciou a sentença de nulidade.