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e 3 do 270/71; ) 1 Mais acresce que tem a jurisprudência entendido que a configuração da causa de pedir feita pelo Autor confere competência material aos Tribunais, pelo que, havendo os ora Recorrentes conferido à causa de pedir matéria do foro privado, , deveria o Tribunal a quo conhecer do litígio; ) 2 Concluindo-se assim que, sendo privada a relação jurídica existente entre o GAS e os vendedores que determinou a outorga da escritura de compra e venda em crise, não sendo para a sua celebração chamada à colação qualquer norma de direito administrativo, não se verificando qualquer processo de expropriação amigável e atendendo máxime às declarações das partes nela contidas, que exprimem a sua vontade real e que devem como tal ser interpretadas,  o negócio jurídico celebrado, tal como configurado pelos Recorrentes na sua petição inicial, se traduz numa relação jurídica de direito privado, subsumível às normas e princípios da Teoria Geral do Direito Civil e de Direito das Obrigações; 2 O conhecimento de quaisquer litígios emergentes da referida relação jurídica é da exclusiva competência dos tribunais comuns, pois o decisor não carece de analisar ou aplicar qualquer norma de Direito Administrativo; 2 Por último, requereram os Recorrentes, por se verificarem fundadas dúvidas sobre a questão da jurisdição competente para dirimir o litígio, mos termos e para os efeitos do disposto no artigo 1 n. 1 da Lei 91/20219 de 4 de Setembro, a sujeição da questão suscitada a consulta prejudicial ao Tribunal de Conflitos, a fim de se decidir de forma célere e em definitivo da questão da competência suscitada; 2 Mal andou o Tribunal da Relação ao não se pronunciar sobre o peticionado pelos Recorrentes, padecendo assim o acórdão em crise de nulidade dos termos do disposto no artigo 61 n- 1 al.