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9 a 11 destas alegações;  – A Embargada foi autorizando o distrate das outras fracções e não exigiu o valor inerente ao cancelamento do ónus que incide sobre a fracção "N", pelo que vem agora reclamar, sem qualquer razão plausível, um valor exageradíssimo;  – Com efeito, o valor inerente a esta fracção para ser cancelado o ónus que incidia com a hipoteca, era inferior a 20000,00€ duzentos e a Embargada recusou-se sempre a receber esse valor;  – A Apelada deu entrada em juízo com a presente acção executiva, no ano de 2011 para penhorar a fracção identificada nos autos, com vista ao ressarcimento de 00000,00€ um milhão de;  – Sucede que a Apelada antes de dar entrada em juízo com a execução, veio reclamar o mesmo crédito e de igual valor, no processo de insolvência da Sociedade E P  Construção Civil, Lda processo n. 294/00TYLSB,  Juízo do Tribunal de Comércio de;  – A Apelada está a pedir duplamente o crédito que reclama, ou seja, no âmbito da presente acção e no âmbito do processo de Insolvência da Sociedade E P Construção Civil, Lda, sendo certo que reclamou o crédito primeiro no processo de insolvência, pelo que não lhe é lícito vir agora reclamar o crédito, sob pena de receber duplamente valor reclamado;  – O Executado está na posse da fracção identificada nos autos desde Junho de 2006;  – A hipoteca voluntária incidia sobre a totalidade do prédio e o montante reclamado só veio a incidir sobre a fracção "N" muito tempo depois do Executado estar na posse desta;  – O Executado goza, no caso em apreço, do direito de retenção sobre a aludida fracção artigo 759 do Código; – O Executado está na posse da fracção, pelo que tem a faculdade de as executar nos mesmos termos de credor hipotecário artigo 759 do Código;  – No caso em apreço, o direito de retenção prevalece sobre a hipoteca, mesmo que esta tenha sido registada anteriormente artigo 759, n. 2 do Código Civil;  – A Exequente, apesar de ter conhecimento dos factos atrás alegados, nomeadamente que o Executado se encontra na posse da fracção atrás identificada, desde Junho de 2006 e que a pagou na íntegra conforme factualidade provada na douta sentença, à Sociedade E P Construção Civil, Lda., omitiu tal facto ao douto Tribunal, quando veio intentar a presente acção executiva, bem como omitiu que veio reclamar igual crédito no processo de insolvência da Sociedade E P  Construção Civil,  Lda;  – O Executado tem uma posse real e efectiva sobre a fracção "N" desde Junho de 2006;  – Neste sentido o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 102016, Relatora a Senhora Conselheira Maria Clara Sottomayor;  – O Apelante desde 2006 que reúne os requisitos para alegar o direito de retenção, pois pagou integralmente o preço e recebeu as chaves do imóvel, logo não pode vir perder esse direito por ter realizado a escritura com a promessa de que ia ser dado o destrate e por um valor que veio a ser alterado;  – O montante do distrate veio a ser aumentado cinco vezes o seu valor, o que revela a má-fé em todo este processo;  – No caso em apreço há a traditio da coisa objecto do contrato definitivo;   – Deve, assim, ser dado provimento ao presente recurso de apelação e, em consequência, revogar-se a sentença ora recorrida e julgar-se procedente oposição à execução deduzida por embargos pelo Apelante, com todas as consequências legais”.