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da cláusula 2 do predito contrato promessa de partilhas; - tal direito, apesar de não haver sido autonomizado no contrato promessa de partilha, é igualmente um direito que integra a comunhão conjugal e o património comum dos ex-cônjuges; - quer o direito à exploração da área de toldos em regime de concessão, quer o direito exploração do balneário, sob o mesmo regime concessão), integram o património comum dos ex-cônjuges e foram desde sempre explorados pelo ex-casal, nomeadamente pelo Requerido, B; - a aqui Requerente acaba de saber que actualmente, quer a referida concessão, quer o balneário se encontram a ser explorados por uma sociedade comercial da qual é sócio minoritário o Requerido e ex-marido, a ora igualmente Requerida, ".., Lda.” - a exploração que actualmente decorre, pela sociedade aqui Requerida, "..”, decorre à sua inteira e absoluta revelia, sem o seu conhecimento e sem o seu consentimento, dispondo o ex-marido, a favor dessa sociedade, de forma abusiva de tais bens ou direitos, o que não lhe estava facultado; - a ora Requerente não recebe seja o que for dessa exploração e igualmente nada recebe, o filho da Requerente, ., nenhum deles exercendo qualquer direito ou poder sobre os espaços detidos nos termos das ditas concessões; - o contrato que cria tal situação, é inválido, sob a forma de nulidade, por ter sido celebrado sem a sua intervenção, ou seja, sem o seu consentimento e sem o seu conhecimento, uma vez que tais direitos ainda integram o património comum dos ex-cônjuges; - o Requerido B.., dispôs ou onerou todo o direito sobre a concessão dos toldos e sobre o balneário) a favor de terceira entidade a aqui segunda Requerida, que efectivamente procede à exploração) de que é titular a ora Requerente, sem o consentimento nem o conhecimento da mesma - art.