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folhas 78 e, deduziu também a excepção de incompetência absoluta do tribunal, referindo que a causa de pedir se reporta a uma relação contratual estabelecida com o Banque Privée Espírito Santo, com sede na Suíça, após conversações tidas em Espanha e que conduziu à aquisição de produtos financeiros "Notes”) emitidos pela Espírito Santo International, com sede no Luxemburgo, sendo que todas as decisões, contrariamente ao afirmado na petição inicial, tomadas pelo conselho de administração do BPES terão tido lugar na sede deste, na Suíça, afastando a aplicação do Regulamento 1215/2012, de 12 de Dezembro, porque a Suíça não é um dos países signatários; ainda que o fosse, o critério aferidor da jurisdição internacional seria o relativo à responsabilidade extracontratual, ou seja, definido pelo lugar onde ocorreu ou poderá ocorrer o facto danoso e não o domicílio do réu, o que também decorre da Convenção de Lugano , de que a Suíça é signatária, pelo que, entendendo que a competência dos tribunais portugueses depende do preenchimento de alguma previsão das normas dos art.s 62 e 63 do CPC, o que não se verifica, conclui pela incompetência do tribunal.