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Complexidade claramente evidenciada na jurisprudência dos nossos Tribunais comuns e administrativos bem como do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, ora assumindo uma argumentação fundamentadora em prol da aplicação das normas infraconstitucionais, de fonte legal ou regulamentar, sancionatórias da violação do direito ao bom nome e reputação de terceiros garantido no catálogo constitucional art 26 e corolário do direito fundamental à integridade pessoal e moral art 25 n 1,  ora avançando mediante argumentação em prol da prevalência de posições jurídicas de vantagem ancoradas no direito fundamental à liberdade de expressão art 37 n 1 a que se soma a garantia constitucional de proibição da censura art 37 n  Destes dois blocos de análise nos dá conta o acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa proc  n 2453/11T9LSB.-5 de 002021 no segmento que, a nosso ver, sintetiza a jurisprudência dominante na matéria: "..)  "Entre a publicitação de uma opinião – direito que integra a liberdade de expressão do Recorrente – e a protecção dos bens pessoais ao bom nome e reputação de terceiros, há que fazer uma ponderação quando estes direitos entrem em conflito, devendo-se aferir em que moldes aquela opinião, pelas expressões que usa e pelas imputações que faz, ataca desproporcionadamente a honra e consideração desses terceiros” – Ac.