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Em concreto, pretendia a A. em sujeito o reconhecimento de que é dona e legítima proprietária da "área sobrante do prédio rústico inscrito na matriz predial sob o artigo n.  e descrito no registo predial sob o n. , com 255 m2”, que alega lhe ter sido doada pelos pais, os aqui os embargantes J. e A. G..   Naquela ação, a Ré veio, além do mais, defender-se por exceção, invocando o caso julgado, alegando que a questão em juízo havia já sido suscitada pela Autora e pela ora Ré, na ação comum n. 4206/12T8VCT e que a questão da propriedade do aludido prédio urbano foi já objeto da referida ação.