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Assim, por um lado, defendem que "Atendendo ao espírito da lei e a que os dois devedores foram declarados insolventes conjuntamente, por requerimento que ambos formalizaram nos autos e que as despesas por eles apresentadas são comuns, a sentença recorrida deverá ser entendida, na sua parte decisória, como se referindo ao valor de 2 SMN considerando o rendimento global dos insolventes e não o rendimento parcelar de cada um, conforme nela se lê.” conclusão  Por outro, entendem e pretendem que, em tal situação, "o rendimento a ceder não deverá ser fixado individualmente, mas sim e sempre em comum, por forma a assegurar com o mínimo de dignidade a subsistência de cada um”, pois "face ao facto da insolvente mulher não se encontrar actualmente a auferir qualquer rendimento, o casal ficaria apenas com o valor mensal de um SMN, o que não assegura o sustento minimamente condigno dos recorrentes” conclusões 8 e.   De facto, nada recebendo a mulher, nada ela excluiria e reteria para seu sustento.