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Regularmente citada, a ré apresentou contestação, na qual, após impugnar alguma factualidade, bem como alguns documentos juntos com a petição, alega em síntese: efetivamente, o  autor afiançou dois contratos de crédito com o então F, S.A., agora Banco G, S.A.; sendo um de abertura de crédito, celebrado com efeitos a Janeiro de 2009, no valor original de 000,00€, e um segundo de mútuo, com efeitos a Fevereiro de 2010, no valor emprestado de 1900,00€; a ré adquiriu o crédito do F sobre o autor; à data da cessão do crédito, os contratos de financiamento celebrados com a sociedade "E, Lda.” e afiançados pelo autor haviam já sido resolvidos; à data em que a ré contestante recebeu os créditos sobre o autor já havia sido comunicado ao Banco de Portugal a mora e subsequente incumprimento dos respetivos contratos; é verdade que o 1 autor apresentou pelo menos duas propostas de pagamento dos valores em dívida à ré, sendo, todavia, também verdade que a ré não aceitou sucessivamente tais propostas, sempre apresentando contrapropostas ao autor, vindo a aceitar a consolidação dos valores em dívida em 1715,08€, e bem assim o respetivo pagamento no prazo de 90 meses com uma remuneração correspondente à taxa Euribor a 3 meses acrescida de 6% com isenção de seguro de vida; mais decidiu a ré que tal acordo deveria ser celebrado no âmbito de ação judicial a propor para cobrança daqueles mesmos valores; ação executiva que veio a ser interposta em abril de 2012; nunca, contudo, a ré ou qualquer dos seus colaboradores ou funcionários, disse ao autor para, no entretanto, não pagar ou depositar as prestações vencidas ou vincendas em qualquer dos contratos; como nem sequer o induziu a tal a não pagamento; nunca a ré recusaria o pagamento dos valores vencidos e em dívida; em 202012, a ré remeteu ao autor o acordo nos termos previamente com ele acertados para sua assinatura e posterior entrega nos respetivos autos, não tendo o autor nem a sua mandatária respondido a tais comunicações; em conclusão: a ré em nada interferiu na resolução dos contratos celebrados entre o 1 A. e o F, nem no consequente vencimento integral de todas as prestações então vincendas, nem na respetiva comunicação à Central de Responsabilidades do Banco de Portugal, limitando-se a negociar com o autor as condições de pagamento em prestações dos referidos valores vencidos, sendo que desde maio de 2012 a ré aguarda que o autor assine acordo a este remetido para formalização de termos previamente combinados entre as duas partes.