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Bem considera o MP que a criança residia na Suíça, desde cerca dos 3 anos de idade, com os progenitores, pelo que a progenitora dispunha de condições habitacionais a casa onde e de capacidades parentais; frequentava o 3 ano de escolaridade na Suíça e mais de metade da sua vida tinha sido lá passada; os contactos com os avós paternos, residentes em Portugal, ocorriam nas férias de Natal e de verão e os avós e tias maternos residiam na Suíça; o progenitor na data de regresso após férias para a Suíça reteve o filho, contra a vontade da mãe, em Portugal, bem sabendo que a criança iniciaria as aulas; o progenitor colocou entraves ao convívio do filho com a mãe; a progenitora trabalhava em "part- time”, numa empresa de limpezas, sendo que o superior interesse do menor reclama manter o seu modo de vida e relações afetivas dos últimos cinco anos, criadas por ambos os progenitores.