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É considerado em situação de insolvência o devedor que se encontre impossibilitado de cumprir as suas obrigações vencidas art 3 n. 1 do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas - consignando-se no art 20 n. 1 do mesmo Código como indícios presunções juris da situação de insolvência do devedor, designadamente:  "a) Suspensão generalizada do pagamento das obrigações vencidas;  b) Falta de cumprimento de uma ou mais obrigações que, pelo seu montante ou pelas circunstâncias do incumprimento, revele a impossibilidade de o devedor satisfazer pontualmente a generalidade das suas obrigações;  ) Fuga do titular da empresa ou dos administradores do devedor ou abandono do local em que a empresa tem a sede ou exerce a sua principal atividade, relacionados com a falta de solvabdídade do devedor e sem designação de substituto idóneo;  ) Dissipação, abandono, liquidação apressada ou ruinosa de bens e constituição fictícia de créditos;  e) Insuficiência de bens penhoráveis para pagamento do crédito do exequente verificada em processo executivo movido contra o devedor;  f) Incumprimento de obrigações previstas em plano de insolvência ou em plano de pagamentos, nas condições previstas na alínea do n. 1 e no n. 2 do artigo 21;  g) Incumprimento generalizado, lias últimos seis meses, de dívidas de algum dos seguintes tipos:  ) Tributárias; ) De contribuições e quotizações para a segurança social;  ) Dívidas emergentes de contrato de trabalho, ou da violação ou cessação deste contrato;  ) Rendas de qualquer tipo de locação, incluindo financeira, prestações do preço da compra ou de empréstimo garantido pela respetiva hipoteca, relativamente a local em que o devedor realize a sua atividade ou tenha a sua sede ou residência;  h) Sendo o devedor uma das entidades referidas no n. 2 do art 3, manifesta superioridade do passivo sobre o ativo segundo o último balanço aprovado, ou atraso superior a nove meses na aprovação e depósito das contas, se a tanto estiver legalmente obrigado.” Defende a recorrente que apesar de não ter deduzido oposição à ação, a sua insolvência não devia ter sido declarada por, em seu entender, não se encontrar verificado o circunstancialismo factual respeitante ao facto-índice que se refere a al do n. 1 do art 20 do CIRE que o Julgador a quo considerou verificado, bem como qualquer um dos outros aludidos pela requerente na petição inicial.