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3Houve, por parte da Administração, uma omissão que colocou em causa o superior interesse da jovem, na medida em que violou um seu direito – o direito a ser adoptada – violando assim a concepção garantística do conceito de superior interesse da criança; a actuação da Administração – consubstanciada num erro grosseiro - não poderá ser motivo para a jovem não poder ser adoptada, impondo-se um reconhecimento da confiança da jovem ao casal ora Recorrente, a qual ocorreu em 112018, reconhecendo-se que se encontram preenchidos os requisitos estabelecidos no n. 3 do artigo 198 do , sob pena de se frustrarem as legítimas expectativas, sonhos e desejos da jovem.