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33  No caso concreto, a Relação entendeu que os factos alegados pelos embargantes e relativos à questão em que divergiu do decidido pela 1 Instância e consubstanciada nos factos alegados de 13 a 22 da oposição à execução, não tinham que ser objeto de prova porque, como já transcrito, ") ou já estão provadas, ou são simples impugnação de alegações contrárias feitas pelo NB, ou são simples factos instrumentais daquelas impugnações, pelo que, estando as alegações feitas pelo NB provadas, não havia, naturalmente, que proceder à produção de prova daquelas; ou são irrelevantes porque já são pressupostas na afirmação de que as cláusulas são cláusulas contratuais gerais”.