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61 do CPC; B – Da impugnação da matéria de facto: O ponto 13 dos factos provados, na medida em que pode percepcionar que o Pai dos Autores era remunerado pelos avales prestados, é desmentido por documentos e por confissão dos Réus  e E que, simultaneamente, situam a data até à qual o pai dos Autores foi remunerado final de, e a data a partir da qual passou a prestar avales, pelo aquele facto provado está incorrectamente julgado, devendo ser eliminado ou, no menos, corrigido da forma que se sugere: 13 Os Administradores, eram remunerados pelos avales prestados mas tal não sucedeu com o Pai dos Autores, pelo menos a partir de 200 O Tribunal a quo errou na apreciação da matéria de facto quando considerou que nada se provou — a mé fé — quanto ao facto de a cessão de quotas de € 100,00 e € 250,00, no capital da , transmitidas pelo Réu  ao Réu F e mulher, e, depois, da cessão da quota de € 1000,00, na mesma sociedade, transmitida pelo Réu F e mulher à Ré E, foram feitas de má fé, com o único intuito de sonegar tais bens aos credores do Réu , incluindo os autores; Porque relevante para a decisão do mérito da causa, e porque foi feita prova documental e testemunhal bastante, e considerando as regras da experiência, impõe-se rectificar os factos provados dos n.s 38 e 40, conferindo-se-lhes as seguintes redacções: 38 O Réu F em 04/1DEZ/2012, adquiriu ao Réu , pelo preço declarado de € 1250,00, correspondente à soma dos respectivos valores nominais, as duas quotas de que este era titular na , respectivamente, uma com o valor nominal de € 1000,00 e outra com o valor nominal de € 500,00, não tendo sido nem pago nem recebido qualquer preço.” 40 O Réu F, em 09/SET/2013, transmitiu a quota na  com o valor nominal da € 1000 à Ré E pelo mesmo preço de € 1000,00, isto é, com o mesmo valor por que 9 meses antes havia adquirido ao Réu , sem que tenha sido recebido ou pago qualquer preço. "