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11 , n. 3 do CPP, face à circunstância de ter havido um reconhecimento fotográfico pela testemunha FF que teria viciado o reconhecimento posterior, alegando que não foi válido mas que, apesar de desconsiderado no acórdão recorrido, o facto de ter sido mostrada a fotografia da pessoa a identificar acabou por corromper o reconhecimento presencial efetuado um mês e dezoito dias depois, porquanto a testemunha FF ainda teria a foto do suspeito na cabeça, o que retiraria toda a credibilidade a esse "Auto de Reconhecimento de Pessoas”, arguindo, ainda, a existência de nulidade por omissão de pronúncia quando considerou válidos reconhecimentos sem os ter examinado.