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Também à situação presente não é aplicável o disposto no n.3 do artigo 24 do Código Civil, pois, como resulta dos factos provados, em 17/03/2009, data em que foi registada a favor da Caixa Geral de Depósitos a aquisição, por adjudicação em execução, da fração objeto do acordo simulatório foi oficiosamente cancelado o registo, que tinha sido efetuado em 27/02/2008, da reconvenção deduzida pela Ré na ação n. 6237/0... na qual, entre o mais, peticionava a declaração de nulidade do contrato de compra e venda relativo à fração em causa, celebrado entre ela e os Autores na referida ação, por simulação absoluta do negócio, por se ter verificado a caducidade deste último registo, como bem salienta o Acórdão recorrido.