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B.b) –Pelo Tribunal recorrido foram dados como provados os seguintes factos: 1 - Desde data que não foi possível apurar mas pelo menos antes de Maio de 2016, o arguido BB vive maritalmente com , na Urbanização ;  2 - No dia 11 de Maio de 2016, em hora não concretamente apurada mas antes das 59 horas, a patrulha da Guarda Nacional Republicana de Vila Real de Santo António constituída pelos Guardas  e  deslocaram-se à residência de ambos, aludida em 1 e tocaram à campainha da referida residência, alertados para uma situação de violência doméstica;  3 - O arguido não tem antecedentes criminais;  4 - O arguido é agente  e é professora;  5 - Existe uma boa relação entre o arguido e B.2 –Factos não provados: a)	- no período compreendido entre o final do ano de 2002 e o princípio do ano de 2014, o arguido BB viveu maritalmente com a ofendida , na Urbanização ;  b)	- no início do ano de 2014, o arguido e desentenderam-se e, apesar de viverem na mesma casa de morada de família, passaram a viver separadamente um do com o outro, e cessaram a relação marital;  )	- o arguido não aceitou a separação e assumiu uma postura de confronto com a ofendida que envolveu agressões físicas perpetradas por ele sobre a companheira e que conduziram à denúncia desta pelo crime de violência doméstica que deu origem ao inquérito n. 89/15GAVRS;  )	- pelo menos desde o ano de 2010, que o arguido trata a sua companheira com desconsideração, e diz que a coloca na rua e que a mata;  e)	- atitude que manteve mesmo depois dela terminar a relação marital;  f)	- tal aconteceu, designadamente, entre os dias 8 de Abril de 2016 e 10 de Maio de 2016, em que o arguido enviou à ex-companheira 35 mensagens escritas  sms's) do seu telemóvel com o n. para o telemóvel dela com o n." , ameaçando-a nos termos referidos no ponto anterior;  g)	- no dia 11 de Maio de 2016, pela 34 horas, o arguido dirigiu-se ao quarto da ex-companheira exaltado com os termos em que se desenvolvia o processo de divisão dos bens comuns de ambos;  h)	- logo que entrou no quarto da ex-companheira, o arguido acendeu a luz, debruçou-se sobre a cama onde ela estava a dormir e, aos gritos, disse-lhe: «já não fazes de parvo.