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No âmbito das Alegações por si apresentadas, elencaram a final as conclusões que ora se reproduzem:  "CONCLUSÃO   A) Pese embora o Tribunal a quo haja julgado verificados os factos vertidos nos artigos 3 a 4 da petição inicial não aplicou o vertido nos artigos 6, 6, n. 4, 6, n 1, alínea e 6 do CPTA, assim actuando em violação da lei;  B) De facto, a publicação do Decreto Lei n. 3/2017, de 6/10, não obsta à procedência da acção em causa, em que está em causa a prática do acto previsto no tipo legal do artigo  do Decreto Lei n. 214-F/2015, de 1/10;  ) Dado que se considera, não a remuneração estabelecida, de carácter permanente, como prescreve o Estatuto da Aposentação mas a remuneração que transitoriamente era aplicada por força dos cortes temporários, determinados pela Troika, como elemento relevante para a determinação do valor da pensão, a Recorrida projectou ad aeternum, os efeitos do que supostamente seria provisório;  ) O que é tanto mais injusto quanto os militares que passaram à reserva, e posteriormente à reforma, antes de as reduções remuneratórias começarem a ter lugar e, sobretudo, os que o façam após o fim das mesmas, não veem as suas pensões calculadas de acordo com tais reduções;  E) Violando, também, o artigo , alínea do Decreto Lei n. 159-A/2015, de 30/12 e o princípio da igualdade;  F) Os Recorrentes têm direito a que lhes seja aplicada a fórmula de cálculo que emerge do Decreto Lei n. 214-F/2015, de 2/10;  Termos em que, deve a sentença a quo ser confirmada."