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PP – Assim, podem considerar-se provados os seguintes factos:  - Valor pago ainda que coercivamente pela recorrente no processo de execução instaurado pelo recorrido; - A concessão de apoio judiciário à recorrente naquele processo; - O local em que foram tiradas as fotografias – imóvel da recorrente e terraço de cobertura do prédio; - A data em que foram tiradas e a sua autoria – foram tiradas em 06/08/2019 pelo perito da Companhia de seguros que elaborou o relatório a que foram anexas, na mesma data; - Os danos visíveis nos tectos paredes e chão do imóvel, ainda nessa data, com extensas manchas de humidade, bolor, fungos e ferrugem, em todas as divisões da casa; - Os danos no pavimento do terraço e da sua falta de manutenção/impermeabilização, com desenvolvimento de fungos em toda a sua extensão; - O deficiente sistema de escoamento de águas pluviais existente no terraço; - Do confronto dessas fotografias com as que foram juntas aos autos resulta a evolução dos danos e sucessivas reparações parciais, pelo menos entre 2013 e 201  QQ – Sendo de acrescentar que as capturas de écran que a recorrente juntou às alegações de recurso, para confrontar com as fotografias que tinha junto aos autos até ao julgamento em 1 instância, também não foram, em si, impugnadas pelo recorrido, na mesma senda dos restantes documentos, limitando-se a pugnar pela sua não admissão.