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Importa apreciar admissibilidade da revista excecional    No caso, ambas as instâncias convergiram no sentido de considerar que o Autor não tem direito a um complemento de pensão de reforma calculado nos termos do denominado Acordo sobre Regalias Sociais, e entenderam de forma coincidente, que aquela prestação complementar deve ser calculada nos termos do regime legal e convencional coletivo vigente no momento da passagem à reforma e não por um acordo de empresa que já não está vigente, por ter sido substituído por outro acordo de empresa onde foram estabelecidas regras relativas ao regime da reforma antecipada e do complemento de reforma no momento da sua concessão pela Segurança, que expressamente reconhece a cessação dos acordos em que o Autor funda o seu direito, com efeitos reportados a 12/10/2015 e, bem assim, o carácter mais favorável das condições nele fixadas.