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Inconformados, os Autores interpuseram recurso de apelação para o Tribunal da Relação de Évora, pugnando pela revogação da decisão recorrida na parte atinente à "nulidade das cláusulas contratuais referentes ao pagamento das taxas de solo” pelas áreas arrendadas, a substituir por outra que decretasse a nulidade da cláusula constante dos dois contratos de arrendamento rural através das quais o R. senhorio/proprietário transferiu para o A. rendeiro a obrigação de pagamento da taxa de solos, com a consequente obrigação de o R. senhorio reembolsar os AA de todos os valores pagos, por estes, a tal título à Associação de Beneficiários ..., cujo valor ascende à quantia de 4894,20 euros.