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Vem a Fazenda Pública, com o presente recurso, colocar em crise a sentença proferida em primeira instância pela Primeira Unidade Orgânica do  Tribunal  Tributário  de  Lisboa  no  âmbito  dos  autos referenciados em epígrafe e que julgou " a presente impugnação PROCEDENTE e, em consequência, anulou a liquidação de Imposto Sucessório realizada no âmbito do processo de imposto sucessório n do SF de Lisboa 7, devendo ser restituído o montante de 10486,08€ 294579$00) pago em 001995, ao abrigo do Decreto-Lei n 225/94, de 009, 294579$00, acrescido de juros indemnizatórios calculados desde a data do pagamento até à correspondente emissão da nota de crédito.” B. Entende a Fazenda Pública que o Tribunal a quo estribou a sua fundamentação numa errónea apreciação dos factos relevantes traduzindo-se a sentença numa errada interpretação da lei aplicável ao caso em apreço, pugnando pela bondade do ato de liquidação ora impugnado sustentando que o valor tributável dos bens imóveis, em causa nos autos, foi considerada corretamente face ao preceituado no artigo 30 do CIMSISSD em vigor à data do facto tributário.