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Há que interpretar o disposto na cláusula 14, n 1, das condições gerais do contrato, o que se reconduz, ao cabo e ao resto, a interpretar o disposto no artigo 20 do 133/200 Escreveu-se a este propósito no acórdão da Relação de Lisboa de 202015:6 «), o legislador teve em vista, no artigo 20 do 133/2009, primordialmente, garantir que o credor só pode invocar a perda do benefício de prazo ou a resolução do contrato se ocorrerem as circunstâncias cumulativas das alíneas e do seu n  A alínea não contém duas condições cumulativas mas apenas uma "falta de pagamento de duas prestações sucessivas que exceda 10% do montante total do crédito”.