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que não corresponde ao valor patrimonial desses prédios; 5 Mas tais regras também não foram respeitadas pelo tribunal a quo que considerou tais valores indicados na relação para efetuar as contas que resultaram na decisão recorrida, o que seria per si causa de invalidade da partilha justificativa da anulação e reforma; 5 Sucede que, para além da violação da norma que determina que aos prédios corresponde o respetivo valor patrimonial, não procedeu bem o tribunal a quo ao desconsiderar o resultado da avaliação aos bens imóveis que foi realizada por perito, nomeado pelo tribunal sob acordo das partes; 5 Com efeito, tendo o recorrente deduzido no processo reclamação contra o valor dos bens indicado na relação, e não tendo sido possível obter o acordo das partes quanto ao valor dos bens, determinou o tribunal a quo, por despacho de 16/11/2010, que se procedesse à avaliação dos bens móveis e imóveis integrantes constantes da relação de bens, tendo em vista a determinação do respetivo valor de mercado, por forma a possibilitar-se a repartição igualitária e equitativa dos bens.