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Portanto, fazendo o raciocínio do Juiz do Tribunal a quo, mas ao contrário, com os documentos que constam dos autos impõe-se concluir que desde Março de 2009 que os Embargantes pagam despesas de condomínio e que pelo menos desde Agosto de 2009 têm electricidade ligada e desde Setembro de 2009 registam consumos de gás e água e, como tal, ocupam de facto a fracção penhorada antes da data da penhora que ocorreu em 22/12/200 Depois, e no que concerne ao preço de €75,000,00 sustentou-se a Juiz a quo além do mais, na falta de prova documental, sobretudo no que concerne à ausência de meios de pagamento do preço da fracção, nomeadamente, cheque, declaração, transferência, etc.. Mas será que assim é?