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n. 1/16TBVLN.GS1), consultável na base de sumários da jurisprudência cível, in www.stj.pt";   Nos presentes autos, a situação é bastante mais grave do que aquela que se encontra retratada no acórdão vindo de referir, pois, a autora foi submetida a 19 cirurgias e não apenas 5; a autora esteve internada e acamada 3 meses e três semanas; o quantum doloris foi igualmente de 6/7, o dano estético em 5/7; o dano de repercussão a nível de desporto 4/7, a repercussão a nível sexual foi de 2/7; e a autora correu risco de vida, tendo estado incapaz durante cerca de cinco anos;  N. Ao que acresce todo o sofrimento moral que a autora padeceu entre a data do acidente 7 de Agosto de e a data da consolidação médico-legal 29 de Setembro de e, depois dela, o que continuou a padecer e padecerá até ao termo da sua vida pessoal, que se estima poder atingir, segundo os mais recentes dados estatísticos, os 84 ou mais anos;  O. Estão, também, em causa outros prejuízos como dores físicas, desgostos morais, vexames, perda de prestígio ou de reputação, complexos de ordem estética) que, sendo insusceptíveis de avaliação pecuniária, porque atingem bens como a saúde, o bem estar, a liberdade, a beleza, a honra, o bom, que não integram o património do lesado, apenas podem ser compensados com a obrigação pecuniária imposta ao agente, sendo esta mais uma satisfação do que uma indemnização.