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O Tribunal a quo julgou improcedente a ação administrativa proposta pela recorrente, e, em consequência, manteve o ato administrativo impugnado no ordenamento jurídico. . A recorrente, na sua petição inicial, invocou o erro nos pressupostos de facto, uma vez que, no fator Experiência Profissional considera que lhe deveria ter sido atribuída a classificação de 29 e não de 20, decorrente da cumulação da pontuação obtida nos diversos tipos de experiência profissional. . A recorrente, para além da experiência em "Gestão de Imobilizado”, tem também experiência em "Contabilidade Pública” 1), num período entre 6 meses a 1 ano, ao que corresponde uma classificação de 5; e "Experiência em SIGARRA e em ERP PRIMAVERA”, num período superior a 6 meses, ao que corresponde uma classificação de  .