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Concordando simplesmente com a qualificação da mudança de residência como ato da vida corrente dos filhos, o Tribunal da Relação de Lisboa, confirmou a decisão da 1 instância mas não curou de apreciar, como se lhe impunha no caso concreto, se, tratando-se de processo com regulação provisória da residência e exercício das responsabilidades parentais, com as vicissitudes alegadas pelas partes e constantes das peças processuais, se a alteração da residência dos filhos e do estabelecimento de ensino era a decisão que melhor salvaguardava o interesse dos menores e que à Justiça se impunha salvaguardar, ou se, ao invés, se revelava como prejudicial para as crianças, impondo-se uma decisão ao abrigo do disposto no art 28 do RGPTC.