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24, n. 1, da;  - Acresce que não vemos em que se traduz o prejuízo para a defesa do revertido no caso do pressuposto da insuficiência patrimonial até porque o mesmo exerceu essa e que não ocorre quanto ao pressuposto do desempenho das funções de gerência de facto, porquanto, salvo melhor posição, as razões subjacentes no caso da gerência de facto aplicam-se, por igualdade de razões, ao requisito da insuficiência patrimonial;  - Efetivamente, não sendo a questão da gerência controvertida, bem sabia o gerente, porque não podia desconhecer, qual o património da devedora originária e, bem assim, o montante das dívidas;   - No despacho de reversão vem fundamentado que o património da originária devedora é insuficiente para pagar a dívida exequenda, o que determinou a decisão de reversão que foi tomada; Questão diversa é a de apurar que, afinal, não se verifica a insuficiência patrimonial, o que redunda na falta de verificação de um dos pressupostos da reversão previstos no art.