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Face ao entendimento sufragado, caberá agora analisar se o autor tem direito às peticionadas diferenças remuneratórias, com a inerente apreciação da questão suscitada pelo 1 réu no articulado superveniente, referente ao enquadramento do autor na categoria de Técnico Administrativo Principal, a que corresponde a remuneração base mensal de €164,28, a partir de janeiro de 201  Com interesse para esta matéria, decorre dos factos provados que a remuneração do autor foi evoluindo em função do enquadramento na categoria profissional, sendo que a partir de março de 2009, o 1 réu classificou o autor como Técnico Administrativo Especialista, enquadrado no escalão dos Profissionais Altamente Qualificados e no 5 nível remuneratório do mesmo, passando o autor a auferir a remuneração mensal ilíquida de €098,1 Durante o período em que vigorou o aditamento ao contrato de trabalho por forma a que o autor desempenhasse as funções de ORVC, o mesmo passou a auferir uma remuneração mensal ilíquida de €393,8 Na sequência da cessação do desempenho de tais funções em 312016, em janeiro de 2017 o autor retomou em exclusivo as suas funções iniciais e a respetiva remuneração mensal ilíquida de €098,1  Apurado ficou ainda que desde janeiro de 2018, o 1 réu reconhece ao autor a categoria de Técnico Administrativo Principal, enquadrando-o na 1 posição remuneratória dessa categoria, a que corresponde a remuneração de €164,28; até julho de 2018, o 1 réu pagou ao autor 25% do acréscimo remuneratório decorrente do enquadramento profissional e posição remuneratória referidos, com efeitos a partir de janeiro de 2018; e em agosto de 2018 procedeu ao pagamento das diferenças salariais referentes aos meses de janeiro a agosto de 2018, relativas ao acréscimo remuneratório decorrentes de tal enquadramento profissional e posição remuneratória.