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Resulta ainda de documentos juntos aos presentes autos e que não foram impugnados, que:  - Em 20/03/2018 foi celebrado entre a Ré e o Autor um denominado «Acordo de Revogação de Contrato de Trabalho por Mútuo Acordo», mediante o qual declararam revogar, por mútuo acordo, o contrato de trabalho entre ambos celebrado em 15 de dezembro de 2008, com efeitos a partir de 13 de março de 2018, «data em que se considera para todos os legais e devidos efeitos terem cessado todos e quaisquer direitos, deveres e garantias, emergentes do referido contrato» Cláusula e se estipulou que «o segundo outorgante recebe da primeira outorgante, a quantia de 177,32€ seis cento e setenta e sete euros e trinta e dois cêntimos), como compensação pecuniária de natureza global pela cessação do seu contrato de trabalho que inclui os créditos salariais, subsídio de férias, subsídio de natal, proporcionais de férias e de subsídio de férias e de natal, subsídio de alimentação, complemento de disponibilidade, bem como a compensação pela cessação do contrato, da qual dá quitação em documento separado, quantia essa que será paga em três prestações, sendo a primeira paga no valor de 470,77€ porque acresce vencimento referente ao mês de Março mais o complemento de disponibilidade, e as duas seguintes prestações mensais, iguais e sucessivas no valor de 059,11€, sujeito aos legais descontos, sendo a primeira prestação paga em 20 de Março, a segunda prestação em 30 de Abril e a última prestação em 31 de Maio de 2018» Cláusula.