Legal Document Excerpt:

A que acrescem as jóias e pratas da de cujus, no valor mínimo de 120 000,00€, que a exequente se apropriou mas, aliás, cujas fotos permitiram a esta senhora simular um crime de furto e cometer um crime de burla agravada na forma tentada, pois, invocando ser proprietária das pratas, quando de fato nunca foi, participou criminalmente contra o executado denúncia alegando que este as havia furtado, tendo o julgamento permitido concluir que o móbil de tal simulação era duplo: prender injustamente o executado; e concomitantemente burlar a companhia de seguros, já que pouco tempo antes 5/6 havia sido celebrado um seguro contra furtos, sendo que, no entanto, a seguradora não se deixou burlar, pois declinou o acionamento do seguro por perceber o logro.  )