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Vi artigo 295 ambos do Código Civil, conclui-se que o que se pretendeu transmitir à Autora ora recorrida, foi a dissolução do contrato de compra e venda de um prédio Urbano; 1– A lei não especifica o grau de fundamentação ou até mesmo se ela deve existir; artigo 123 do 1– Nos termos legais, entende-se que o legislador não quis transformar o Administrador de Insolvência em verdadeiro Juiz; Exigindo aqueles que emita Cartas resolutivas com fundamentação como de decisões judiciais se tratasse; 1–Por conseguinte, deve revogar-se a douta sentença recorrida do tribunal "a quo” e julgar totalmente improcedente a impugnação da resolução, considerando-se que a carta de resolução remetida pelo Administrador de Insolvência, continha todos os elementos essenciais para a resolução; 1– A douta sentença recorrida violou, assim o disposto nos artigos 120, e 123 do CIRE e os artigos 236, 295, do   Por seu turno, contra-alegou a requerente: – Em síntese são pressupostos da resolução a favor da massa insolvente: a.- Que o ato tenha sido praticado nos dois anos anteriores à data do início do processo de insolvência b.- O carácter prejudicial do ato e - A má fé do terceiro –Na carta declaração de resolução) a invocar a resolução deviam ter sido expostos os factos ocorridos e identificar o ato praticado e a data em que o foi, expor os factos e as razões em que se baseia a prejudicialidade dos mesmos e a má fé do terceiro – De forma a que o seu destinatário os passa, impugnar.