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A Recorrida em sede de contestação – ou seja no momento processual oportuno de que dispunha para alegar todos os factos e questões de direito que importavam à sua defesa antigo 26 do e daí não se extraindo questões principais e secundárias e/ou instrumentais – invocou: "a nulidade e/ou anulabilidade dos contratos”, "as declarações inexactas por parte da segurada, no momento da celebração dos contratos”; "a sua desresponsabilização devido à ausência de sistemas de prevenção e detecção de incêndio”; "a partir de 2000/2001, existiu um aumento do risco que não lhe havia sido comunicado e, que em função disso, entendiam que que não tinham obrigação de indemnizar a autora.”  Paralelamente, recorde-se à autora que a aqui ré ao alegar que "não se verificarem os pressupostos das garantias para nós transferidas pelo contrato de seguro em epígrafe” – Alínea, mais não estava, senão a referir-se ao cumprimento de todos os deveres impostos ao segurado, aqui A, nas condições das apólices para aplicação das cláusulas especiais 006 e 007 ou seja, a observância dos requisitos ligados à subscrição destas cláusulas, precisamente os factos provados 42 a 4 1 A "tese” da autora/recorrente, quanto a esta  questão de direito, claudica rotundamente, encontrando-se perfeitamente correcta a leitura da defesa provada pela ré/Recorrida, resumida pela douta sentença quando afirma que "no que respeita ao incêndio, alegou a ré, em síntese, que se tratou de acto intencionalmente provocado, através da aplicação directa de uma chama por parte de pessoa ou pessoas não identificadas”; e quanto aos contratos de seguros, "invocou a ré circunstâncias/vícios susceptíveis de conduzir à nulidade ou anulabilidade de tais contratos cuja declaração requereu na contestação) e/ou à exclusão de algumas das cláusulas contratadas”.