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alínea, do n. 1, do artigo 73, do, encontra-se em relação de prejudicialidade com aprocedência dos pedidos formulados naquela Ação.» Concluindo que: «Termos em que Deve o presente Recurso Jurisdicional ser julgado procedente, por provado, E, em consequência: Deve a matéria de facto provada em Sentença Recorrida ser alterada como peticionado e/ou declarados procedentes os vícios de nulidade invocados contra a Sentença; Ou, caso assim não se entenda, Deve a Sentença Recorrida ser revogada, nos termos e com os fundamentos expostos, por procedência dos invocados erros de julgamento e substituída por Acórdão que julgue, a final, procedente a Oposição à Execução e Embargo, por provada, e, em consequência ser a Embargante absolvida da instância e/ou do pedido, porquanto Parte ilegítima nos termos e com os fundamentos invocados pela Embargante; Ou, caso assim não se entenda, Sempre deverá a exceção de prescrição da hipoteca ser julgada procedente, por provada, com a consequente extinção do processo executivo, nos termos e com os fundamentos invocados pela Embargante; Ou caso assim não se entenda, Deve a presente Execução ser julgada extinta nos termos do disposto no n. 4, do artigo 79, do CPC, nos termos e com os fundamentos invocados pela Embargante; Ou caso assim não se entenda, Deve ser julgada procedente a causa de prejudicialidade da presente Ação Executiva para com a decisão a proferir na Ação Declarativa sob o Processo n. 3016/10T8PDL, nos termos e com os fundamentos invocados pela Embargante.