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1083, 1098 e 1112 dos, pelo facto de, alegadamente, ter actuado no exercício de um seu direito ao contraditório, nos termos do artigo 3/3 do CPC, e ao abrigo do princípio da igualdade de armas entre as Partes;  -os requerimentos da AdN constituem contraditório sobre contraditório, algo que é inadmissível e configura uma nulidade processual, nos termos do artigo 195/1, do CPC; -do invocado dever de respeito pela igualdade de armas entre as Partes resulta que é à Parte a quem é oposta a prova que cabe o direito de contraditório - sendo que o exercício desse direito não confere à Parte que apresentou o meio de prova o direito a uma nova pronúncia sob pena de, aí sim, existir um efectivo desequilíbrio de armas - lê-se nas contra-alegações e aqui corrobora-se; -inexistindo o apontado erro de julgamento nesta matéria, tem de ser mantido na ordem jurídica o despacho sub judice, não obstante o labor jurídico que também se reconhece à peça processual da Apelante; -como se dispõe no artigo 641/5 do CPC art 685-CPC, "a decisão que admita o recurso, fixe a sua espécie e determine o efeito que lhe compete não vincula o tribunal superior”.