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Dir-se-á, portanto, que o que verdadeiramente importa ao exercício do ónus de impugnação em sede de matéria de facto é que as alegações, na sua globalidade, e as conclusões, contenham todos os requisitos que constam do artigo 64 do CPC Ab initio, importa relevar que não obstante o Recorrido tenha, na sequência da notificação para os efeitos do artigo 66, n2, do CPC, apresentado requerimento no qual procede à impugnação da matéria de facto, a mesma carece de qualquer análise, porquanto a aludida impugnação, quanto às questões objeto de julgamento, carecia de ter sido convocada em sede própria, concretamente, em sede de contra-alegações e enquanto ampliação do objeto do recurso Atentemos, ora, no erro de julgamento de facto invocado pela Recorrente.