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Dito isto, temos que nas conclusões de recurso da presente revista, o recorrente IFAP alega que se verifica a ocorrência de um facto interruptivo da prescrição do seu direito a obter a devolução das quantias pagas à A., decorrente da notificação da mesma para exercer o seu direito de audiência prévia, referindo ainda nas conclusões 5 e 6 que as irregularidades devem considerar-se como continuadas ou repetidas nos termos do art 3, n 1, 2§ do Regulamento n 2988/95, iniciando-se o prazo de prescrição apenas na data da cessação das irregularidades, em 002005, data da apresentação do último pedido; mais alega que o acórdão proferido em 1 instância padece de erro de julgamento, por errada interpretação da lei, uma vez que "tendo a A. apresentado ao IFAP em 102003, 012003, 202004 e 002005 pedidos de reembolso de despesas ainda não pagas nas datas de apresentação de tais pedidos de reembolso de despesas, tal facto constitui violação das disposições de direito comunitário constantes do art 32 do Reg.