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da instância, proferido no processo n 995/2002, que correu termos no Tribunal Judicial de Valongo; 2 O A. não beneficia assim do disposto no n 2 do art 289 CPC versão; 3 Não se verificam nos autos os requisitos legais para a aplicação do prazo prescricional mais longo previsto no n 3 do art 498 ; 4 A sentença "a quo” não merece qualquer censura ao decidir que o A. não beneficia do prazo de prescrição previsto no n 3 do art 498 ; 5 Na data da propositura da presente ação, o direito do A. mostrava-se prescrito à luz do previsto no n 1 do art 483 ; 6 Procede assim a exceção perentória de prescrição suscitada pelo Recorrido, Município de Valongo, impondo-se a absolvição dos RR.