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GG, para o dia 102014, pelas 16h00m, no Cartório Notarial de Odivelas, tendo aquela enviado carta registada com aviso de receção ao Réu com a respetiva indicação.» Por sua vez, o facto 14 tem a seguinte redação: «A escritura referida em foi marcada para o dia 13 de julho de 2016, pelas 10 h, no Cartório Notarial de Maria  sito em Alverca do Ribatejo, não tendo o Réu comparecido e não tendo por isso sido realizada a escritura.» Na conclusão 7, afirma o apelante: «A recorrida marcou uma nova escritura para 13 de julho de 2016, embora o recorrente nunca tenha sido notificado para a mesma» e, na conclusão 10 afirma: «Reforça-se, com exceção da escritura marcada para o dia 30 de abril de 2014, o recorrente nunca foi notificado para qualquer outra escritura.» No que tange ao regime da impugnação da decisão de facto, rege o Artigo 640, n 1, do Código de Processo Civil nestes termos:  «Quando seja impugnada a decisão sobre a matéria de facto, deve o recorrente obrigatoriamente especificar, sob pena de rejeição:  a) Os concretos pontos de facto que considera incorretamente julgados; b) Os concretos meios probatórios, constantes do processo ou de registo ou gravação nele realizada, que impunham decisão sobre os pontos da matéria de facto impugnados diversa da recorrida; ) A decisão que, no seu entender, deve ser proferida sobre as questões de facto impugnadas.” No que toca à especificação dos meios probatórios, incumbe ainda ao recorrente «Quando os meios probatórios invocados tenham sido gravados, incumbe ao recorrente,sob pena de imediata rejeição do recurso na respetiva parte, indicar com exatidão as passagens da gravação em que se funda o seu recurso, sem prejuízo de poder proceder à transcrição dos excertos que considere relevantes” Artigo 640, n 2, al.