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Tal como refere o acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, das conclusões 2-7, 13, 15-16, 18-21, 23-24 decorre que os Recorrentes discordam do decidido sobre "Doações/Ofertas”, que devem ser dadas como não provadas, que determinados montantes devem ser inscritos em "Receitas”, que devem considerar-se não provadas despesas relativas a "Obras” e outras "Despesas”, que não poderão ser vistas como "Despesas” determinados pagamentos que elencam genericamente, que devem ser dados como não provados "Levantamentos Multibanco” e tidos como "Despesas” pagamentos a "Empregada Doméstica”, que devem ser dadas como não provadas "Despesas” consubstanciadas em cheques e, por fim, que o art.