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As normas da experiência, a que se deve atender na apreciação da prova, são «...definições ou juízos hipotéticos de conteúdo genérico, independentes do caso concreto "sub judice”, assentes na experiência comum, e por isso independentes dos casos individuais em cuja observação se alicerçam, mas para além dos quais têm validade.»  Quanto à livre convicção do juiz, nessa apreciação da prova, ela não pode esta deixar de ser "... uma convicção pessoal - até porque nela desempenha um papel de relevo não só a actividade puramente cognitiva mas também elementos racionalmente não explicáveis g. a credibilidade que se concede a um certo meio de e mesmo puramente emocionais - , mas em todo o caso , também ela  deve uma convicção objectivável e motivável , portanto capaz de impor-se aos outros.”  O princípio da livre apreciação da prova assume especial relevância na audiência de julgamento, encontrando afloramento, nomeadamente, no art.35 do Código de Processo Penal.