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Ora, dos factos provados, no que aqui releva, colhe-se o seguinte:    9O veículo Fiat Uno 45S, de matrícula --AX, de 1992, pertencente ao  A., ficou igualmente submerso largas horas – resposta ao artigo 5 da base instrutória;  9 Tal viatura ficou perfeitamente inutilizada e impossibilitada de circular pelos seus próprios meios em razão daquela inundação inicial – resposta ao artigo 5 da base instrutória;   9 O  A. teve de a mandar reparar a oficina da especialidade – resposta ao artigo 5 da base instrutória;   9 Houve necessidade de lavar e secar estofos, restante interior, carroçaria, chassis e motor, desmontar, secar e montar todos os órgãos elétricos e depósito de gasolina, substituir óleo de motor, filtros de óleo, do ar, da gasolina, valvulina da caixa de velocidades, 4 velas, o que implicou um custo total de reparação de € 508,31 que o 1 autor pagou – resposta ao artigo 5 da base instrutória;   9 Essa viatura foi entregue ao  A. reparada em 28 de fevereiro de 2001 – resposta ao artigo 5 da base instrutória;   10 Tal viatura ficou indelevelmente marcada com o sobre referido sinistro, após o que nunca mais ficou igual ao que era, apesar de se tratar de um veículo já com alguns anos de uso, nomeadamente, e em razão da água que se infiltrou inevitavelmente por todos os órgãos mecânicos, elétricos, carroçaria, toda a viatura, ficou definitivamente afetada nos alumínios, ao nível de corrosão, mudança de cor da pintura, em todos os componentes de parte elétrica, circuitos de ligação, enfim, ficou com aparentes e evidentes vestígios do sucedido por efeito da água suja e lamacenta, factos que, em caso de venda implicam uma depreciação natural da viatura – resposta ao artigo 6 da base instrutória;   10 O valor comercial de um Fiat Uno de 1992, com cerca de 80 km era de € 250,00 – resposta ao artigo 6 da base instrutória;   10O  A. tinha aparcado na garagem do prédio, aquando da primeira inundação, o seu veículo, que ficou submerso pelas águas, Opel Astra F.4SI, de matrícula --GC, do ano de 1994, com cerca de 1000 km percorridos, que era por si utilizado aos fins-de-semana e em períodos de lazer e passeio e durante a semana, à noite, quando entendia dever sair com a sua família – resposta ao artigo 6 da base instrutória;   10 Tal viatura ficou perfeitamente inutilizada e impossibilitada de circular pelos seus próprios meios em razão daquela inundação inicial – resposta ao artigo 6 da base instrutória;   10 O  A. teve de a mandar reparar a oficina da especialidade, pois que ficou seriamente danificada – resposta ao artigo 6 da base instrutória;   10 Houve necessidade de lavar e secar estofos, restante interior, carroçaria, chassis e motor, desmontar, secar e montar todos os órgãos elétricos, substituir peças de vária ordem, tudo como mais bem discriminado aparece no documento junto sob o n. 50, e que implicou um custo total de reparação de € 406,95 que o  A. pagou – resposta ao artigo 6 da base instrutória;   10 Essa viatura foi entregue ao  A. reparada em 23 de fevereiro de 2001 – resposta ao artigo 7 da base instrutória;   11 A viatura ficou indelevelmente marcada com o sobre referido sinistro, após o que nunca mais ficou igual ao que era, apesar de se tratar de um veículo já com alguns anos de uso – resposta ao artigo 7 da base instrutória;   11 Nomeadamente e em razão da água que se infiltrou inevitavelmente por todos os órgãos mecânicos, elétricos, carroçaria, toda a viatura ficou definitivamente afetada nos alumínios, ao nível de corrosão, mudança de cor da pintura, em todos os componentes de parte elétrica, circuitos de ligação, enfim ficou com aparentes e evidentes vestígios do sucedido por efeito da água suja e lamacenta, factos que, em caso de venda implicam, como implicaram, uma depreciação natural da viatura – resposta ao artigo 7 da base instrutória;   11 O valor comercial do Opel Astra F4 SI de 1994, com cerca de 1000 km era, em fevereiro de 2001, de € 500,00 – resposta ao artigo 7 da base instrutória;   11 Além desse veículo, o  A. tinha ainda aparcado no pátio ou logradouro do prédio dos autores aquando da inundação ocorrida em 6 de fevereiro de 2001, um furgão da marca e modelo Ford Transit, do ano de 1997, que era por si utilizado para transporte diário na sua atividade comercial de vendedor de  no Mercado Abastecedor de  do Porto, e que, apesar de no exterior, também ficou submerso no mesmo nível de água – resposta ao artigo 7 da base instrutória;   11 O uso de tal viatura era diário, servindo de meio de transporte do  A. nas suas deslocações de  para o Porto e nos mais diversos e diários contactos com clientes e fornecedores – resposta ao artigo 7 da base instrutória;   11 Tal viatura ficou perfeitamente inutilizada e impossibilitada de circular pelos seus próprios meios em razão daquela inundação inicial – resposta ao artigo 7 da base instrutória;   11 O  A. teve de a mandar reparar a oficina da especialidade, pois que também ficou danificada – resposta ao artigo 7 da base instrutória;   12 Esta viatura ficou indelevelmente marcada com o sobre referido sinistro, após o que nunca mais ficou igual ao que era, apesar de se tratar de um veículo já com alguns anos de uso - resposta ao artigo 8 da base instrutória;   12 Nomeadamente e em razão da água que se infiltrou inevitavelmente por todos os órgãos mecânicos, carroçaria, toda a viatura ficou definitivamente afetada nos alumínios, ao nível de corrosão, mudança de cor da pintura em todos os componentes de parte elétrica, circuitos de ligação, enfim ficou com aparentes e evidentes vestígios do sucedido por efeito da água suja e lamacenta, factos que, em caso de venda implicam, como implicaram, uma depreciação natural da viatura - resposta ao artigo 8 da base instrutória;   12 O valor comercial do Ford Transit de 1997 era, em fevereiro de 2001, no montante de € 000,00 - resposta ao artigo 8 da base instrutória;   12O  A. tinha aparcado na garagem do prédio dos autores o seu veículo que igualmente ficou submerso largas horas, Fiat Tipo 4, de matrícula --FE, do ano de 1994, com cerca de 8000 kms percorridos, que era por si utilizado diariamente nas suas deslocações de casa para o emprego, na , à cidade do Porto, e aos fins de semana e em períodos de lazer e passeio que fazia com frequência e prazer, quer com a família, quer com os seus amigos - resposta ao artigo 8 da base instrutória;   12 Tal viatura ficou perfeitamente inutilizada e impossibilitada de circular pelos seus próprios meios em razão daquela inundação inicial - resposta ao artigo 9 da base instrutória;   12 O  A. teve de a mandar reparar a oficina da especialidade – pois que ficou seriamente danificada - resposta ao artigo 9 da base instrutória;   12 Houve necessidade de lavar e secar estofos, restante interior, carroçaria, chassis e motor, desmontar, secar e montar vários órgãos mecânicos e elétricos, substituir peças de vária ordem, tudo como mais bem discriminado aparece no documento junto sob o n 52, e que implicou um custo total de reparação de € 625,31 que o  A. pagou - resposta ao artigo 9 da base instrutória;   12 Essa viatura foi entregue ao  A. reparada em 15 de março de 2001 - resposta ao artigo 9 da base instrutória;   13 Tal viatura ficou indelevelmente marcada com o sobre referido sinistro, após o que nunca mais ficou igual ao que era, apesar de se tratar de um veículo já com alguns anos de uso - resposta ao artigo 9 da base instrutória;   13 Nomeadamente e em razão da água que se infiltrou inevitavelmente por todos os órgãos mecânicos, elétricos, carroçaria, toda a viatura ficou definitivamente afetada nos alumínios, ao nível de corrosão, mudança de cor da pintura, em todos os componentes de parte elétrica, circuitos de ligação, enfim, ficou com aparentes e evidentes vestígios do sucedido por efeito da água suja e lamacenta, factos que, em caso de venda implicam uma depreciação natural da viatura - resposta ao artigo 9 da base instrutória;   13 O valor comercial de um Fiat Tipo 4 de 1994, com cerca de 8000 km percorridos era em fevereiro de 2001 de € 500,00 - resposta ao artigo 9 da base instrutória;   13 A  A. tinha também aparcada na dita garagem uma sua viatura, que igualmente ficou submersa largas horas, à semelhança das demais viaturas: trata-se do Lancia Delta 4 de matrícula --EG, do ano de 1994, com cerca de 6000 km percorridos, que era por si utilizado frequentemente nas suas deslocações de casa para o emprego, , na cidade do Porto, e aos fins-de-semana e em períodos de lazer e passeio que fazia com frequência e prazer, quer com a família, quer com os seus amigos - resposta ao artigo 9 da base instrutória;   13 Tal viatura ficou perfeitamente inutilizada e impossibilitada de circular pelos seus próprios meios em razão daquela inundação inicial - resposta ao artigo 10 da base instrutória;   13 A  A. teve de a mandar reparar a oficina da especialidade – pois que ficou seriamente danificada - resposta ao artigo 10 da base instrutória;   13 Houve necessidade de lavar e secar estofos, restante interior, carroçaria, chassis e motor, desmontar, secar e montar vários órgãos mecânicos e elétricos, substituir peças de vária ordem, tudo como mais bem discriminado aparece no documento junto sob o n 53, e que implicou um custo total de reparação de € 742,47 que a  A. pagou - resposta ao artigo 10 da base instrutória;   13 Essa viatura foi entregue à  A. reparada em 13 de fevereiro de 2001;   14 Tal viatura ficou indelevelmente marcada com o sobre referido sinistro, após o que nunca mais ficou igual ao que era, apesar de se tratar de um veículo já com alguns anos de uso - resposta ao artigo 10 da base instrutória;   14 Nomeadamente e em razão da água que se infiltrou inevitavelmente por todos os órgãos mecânicos, elétricos, carroçaria, toda a viatura ficou definitivamente afetada nos alumínios, ao nível de corrosão, mudança de cor da pintura, em todos os componentes de parte elétrica, circuitos de ligação, enfim ficou com aparentes e evidentes vestígios do sucedido por efeito da água suja e lamacenta, factos que, em caso de venda implicam uma depreciação natural da viatura - resposta ao artigo 10 da base instrutória;   14 O valor comercial de um Lancia Delta 4 do ano de 1994, com cerca de 6000 km percorridos seria de € 000,00 em fevereiro de 2001 - resposta ao artigo 10 da base instrutória;   14 O  A. tinha aparcada na mesma garagem, sempre aquando da primeira inundação, uma sua viatura que igualmente ficou submersa largas horas, à semelhança das demais viaturas: trata-se do Citroen ZX 11/14, de matrícula --CP, do ano de 1992, então com cerca de 3000 km percorridos, que era por si utilizado aos fins-de-semana e em períodos de lazer e passeio, e durante a semana, à noite, quando entendia dever sair com a sua família - resposta ao artigo 11 da base instrutória;   14 Tal viatura ficou perfeitamente inutilizada e impossibilitada de circular pelos seus próprios meios em razão daquela inundação inicial - resposta ao artigo 11 da base instrutória;   14 O  A. teve, pois, de a mandar reparar a oficina da especialidade – pois que ficou seriamente danificada - resposta ao artigo 11 da base instrutória;   14 Houve necessidade de lavar e secar estofos, restante interior, carroçaria, chassis e motor, desmontar, secar e montar todos os órgãos elétricos e/ou mecânicos, substituir peças de vária ordem, tudo como mais bem discriminado aparece no documento junto sob o n 56 e que implicou um custo total de reparação de € 246,71 que o  A. pagou - resposta ao artigo 11 da base instrutória;   148 Essa viatura foi entregue ao  A. supostamente reparada em 14 de fevereiro de 2001 - resposta ao artigo 11 da base instrutória;   14 Mas o certo é que essa reparação não foi devidamente efetuada, tendo o veículo que ser sujeito a nova reparação – que se impôs, pois o carro deixou novamente de poder circular pelos seus próprios meios – desta feita em oficina da marca, já em março de 2001, o que levou cerca de 4 dias mais, até finalmente ser reparada e entregue ao  A.