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2 com a contestação), data em que a embarcação já estava construída, e quando do clausulado desse contrato dizia que o prazo de construção da embarcação era de 3 meses a contar da data da assinatura;  ) Mas para o Tribunal "a quo” toda a indagação e articulação desta prova foi ignorada, e ao que parece, até considerada ajustada e correta, pois se assim não entendesse não teria decidido a favor da Recorrida;  ) A interpretação dada pelo Tribunal "a quo”, subverte o cariz probatório que dela efetivamente resulta, - contrário ao interpretado pelo Tribunal - além de que, articulando-a com a restante prova produzida impunha-se decisão diversa;  EEEE) Desde logo, porque, nas declarações de parte prestadas pelo legal representante da Recorrente , do dia 10-02-2020, gravadas através da aplicação "wma” – ficheiro 20200210100649_4055628_2870816, gravadas entre 10h06m40s e 11h07m11s – duração 1h00m30s, e cujo teor é aquele que já consta transcrito nas alegações, para o qual se remete, e se dá por integralmente reproduzido para todos os efeitos legais por uma questão de economia processual, este afirmou que o cliente "Vimar e Filhos Lda”, foi por si angariado, que o apresentou à ré em resultado da sua prospecção de negócio, e referiu ainda que o negócio visava inicialmente um "pacote” de três embarcações, #00:01:509#) #00:02:165#) #00:02:334#);  FFFF) Explicou ainda ao tribunal toda a dinâmica em que decorreu a angariação do cliente "Vimar e Filhos Lda”., desde o contacto inicial com o Sr. AA, ao "desvio” deste dos estaleiros navais de ... para os estaleiros da Ré, a visita organizada aos estaleiros navais da ré em 4 de janeiro de 2014, e explicou toda documentação que comprova a angariação do cliente Vimar e Filhos Lda.