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Na audiência de partes, estas não quiseram conciliar-se, pelo que a ré foi notificada para contestar, o que fez e simultaneamente deduziu reconvenção, concluindo a final nos seguintes termos:  a contestação, que deveria ser julgada provada e procedente a excepção dilatória de ininteligibilidade do pedido e ser absolvida da instância; caso não fosse esse o entendimento do Tribunal, que se decidisse pela validade e aplicabilidade do esquema remuneratório para motoristas, em vigor desde 1994 na empresa e a mesma absolvida do pedido; caso assim não entendesse, provado que está o pagamento de todas as quantias que assistiam ao autor por força do contrato de trabalho, deverá a acção ser julgada improcedente por não provada e aquela absolvida o pedido;  a reconvenção, caso assim não venha a ser o entendimento do Tribunal, deverá ser julgado provado e procedente o pedido reconvencional e, nos termos e ao abrigo do artigo 28, n. 1 do Código Civil, ser o autor condenado a pagar-lhe a quantia de € 8151,42, sem prejuízo de eventual actualização e ampliação, acrescida de juros até efectivo e integral pagamento.