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Para sustentar tal entendimento, e não ignorando que a medida decretada pela decisão recorrida corresponde a uma nova medida cautelar já que a medida cautelar decretada em 11/4/2018 foi declarada cessada em 17/5/2019), vem a requerida defender que a juíza de direito que proferiu o despacho recorrido foi a mesma que declarou a referida cessação em 17/5/2019 e, ao mesmo tempo, decidiu "reabrir a instância do processo de alteração das responsabilidades parentais e em simultâneo contrariar o regime provisório vigorante nesses autos desde janeiro de 2018 através do qual os menores estavam à guarda da aqui Recorrente /Mãe, transitado em julgado, e decretar com simultânea petição do MP, nesse apenso, nova medida provisória de continuidade do apoio junto de familiar - medida essa que cessou em 3/11/2021 com o arquivamento dos autos”.