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Mais alega o recorrente: « Depois, relembre-se que os factos típicos ocorreram como resulta da decisão entre Novembro ou Dezembro de 1999/começo de 2000, a Junho de 2002 e originaram uma condenação em pena de prisão pela prática de um crime de "conspiracy to defraud" - burla- transitada a 5/08/2010, não tendo sido decidida nesta altura ao contrário do que aconteceria se o julgamento ocorresse em a perda de bens; esta decisão acontece em 112014 autonomamente e não incluiu qualquer aplicação de pena ou medida de segurança conclusão» e conclui que à luz do disposto no n2 do art 112-A do Penal, está extinto o procedimento criminal.