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Nesse sentido, atente-se, pela especial relevância, quanto ao ofendido BB, aos factos provados n.s 12 e 13, que são claramente atos sexuais de relevo e não meros atos exibicionistas, quanto ao ofendido , as palmadas desferidas e incluídas no facto provado n. 16, que antecederam os acontecimentos incluídos no facto provado n. 17, que correspondem a atos sexuais de relevo, inscrevendo-se nesse contexto e relativamente ao ofendido , também os facto provado n. 22, correspondente a ato sexual de relevo e que não constituem de modo algum meros atos de exibicionismo, como pretende crer o recorrente, para além dos factos provados n. s 24, 25 e 2    8 Considera o recorrente que a pena a aplicar deveria ser a correspondente à prática de três crimes de abuso sexual de crianças, ou seja, um crime por cada um dos ofendidos, porquanto defende que deveria ser aplicada a tese do crime de trato sucessivo, segundo a qual, havendo sucessão de crimes idênticos com a mesma vítima e num determinado período temporal, há crime de trato sucessivo, devendo o agente ser punido por um único crime.