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Desta forma considerou o Tribunal a quo em síntese que: ) É altamente censurável que se coloque na praça pública a divulgação do primeiro interrogatório do A. enquanto arguido; ) "Andou mal” o "grupo jornalístico” pela incorrecção da notícia que o A. teria sido detido, quando tal não ocorrera; ) Pelos factos supra referidos deve a Ré F., enquanto detentora da "CMTV” ser responsabilizada; ) Que as publicações em causa do Jornal "Correio da Manhã” e as transmissões na "CMTV” concorreram para os danos não patrimoniais invocados pelo A., entre outros, ansiedade, sofrimento, honra, bom-nome e estima social.