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K) O mesmo aconteceu a respeito da impugnação dos artigos 127 e 176, em que a o Tribunal da Relação não só não se pronunciou sobre como demonstrar que sobre determinado assunto não havia prova produzida, quando a primeira instância não tinha feito uma fundamentação especificada como, recusando-se a fazer uma análise dos documentos e da razoabilidade da sua interpretação e justificação da sua existência, em particular quando integrada com os demais elementos do processo que lhe estão acessíveis, o Tribunal da Relação se limitou a verificar se os documentos, cada um por si e absolutamente fora de contexto, eram susceptíveis de infirmar a decisão da primeira instância, num juízo de estrita lógica formal, dispensando-se de procurar apurar a verdade material dos factos, de acordo com os elementos que lhe são presentes, e aceitando a prevalência do juízo formulado pela primeira instância, como se só esta – e não também a Relação – fosse titular da livre apreciação, relativamente aos meios de prova em questão e como se a decisão da primeira instância só devesse ou pudesse ser modificada em caso de erro notório de julgamento. )