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1 à P.foi assinado por EE e não por BB, tt) Bem como que as declarações constantes do mesmo do, não correspondem à realidade transmitida pelo prestador de serviços BB, uu) Ora, tendo em conta o facto de o auto de notícia que deu origem aos presentes autos ter sido preenchido pelo Sr. inspetor FF, com informações que não lhe foram transmitidas e que não correspondiam à verdade, ) Em nosso humilde entendimento jamais deveria o Douto Tribunal de Primeira Instância ter considerado relevante o depoimento do aludido Sr. inspetor, ww) Não se compreendendo, ainda, o motivo pelo qual consta da motivação da sentença que a testemunha BB referiu que recebia uma quantia fixa por mês, no valor de € 600, xx) Uma vez que o mesmo alegou que recebia € 500, se prestasse serviços durante 5h por dia, conforme se retira das declarações prestadas em 24/05/2018, registadas no programa habilus, yy) Salientando que, para além de prova testemunhal, deveria o Juiz do Tribunal "a quo” ter tido em consideração a prova documental junta aos autos, zz) Nomeadamente, as faturas-recibos emitidas por aquele, no valor de € 480 e € 500, juntas à contestação como Documentos n.s 1 e  aaa) Assim, e com o devido respeito que é inteiramente merecido, apenas se pode concluir que toda a motivação da Sentença foi assente nos elementos constantes do documento 1 anexo à P., como se de verdades absolutas se tratassem.