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«No que tange aos critérios de indemnização por danos morais importa consignar que relativamente a um critério orientador, em termos jurisprudenciais, deve anotar-se que "em matéria de danos não patrimoniais, a compensação por tais danos deve ter um alcance significativo e não meramente simbólico"- acórdão do STJ de 25/1/02, in CJ/STJ, 2002, 1-62 –ou, noutra redação, "em sede de responsabilidade extracontratual as indemnizações não podem ser miserabilistas ou simbólicas"- acórdão da Relação do Porto, de 15/572001, in CJ, 2001, 3, 187 -ou ainda "o montante da indemnização por danos não patrimoniais deve ser proporcionado à gravidade dos danos, apreciados objetivamente, sem consideração de critérios meramente subjetivos, não sendo de acolher pretensões manifestamente excessivas, mas também excluindo tendências banalizadoras dos valores e interesses morais, como a saúde, a integridade física, o bem estar, etc., que se pretende defender”- cfr.