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Atentamente, JM, Eng.” ;  )–  Tendo posteriormente apresentado relatório pericial, do qual consta, para além do mais, o seguinte:  "1–BASES DE CÁLCULO  Tendo presente a finalidade da avaliação e as características intrínsecas do imóvel, consideraram-se os seguintes critérios e pressupostos de base: 1)-   O prédio onde a fração se insere possui vinte e dois anos, evidenciando deficiências e degradações da envolvente, causadas pela exposição prolongada aos agentes atmosféricos, assentamentos diferenciais e/ou falta de estanquidade do sistema de drenagem pluvial; 2)- As referidas situações terão previsivelmente sido agravadas por insuficiente inércia térmica dos paramentos exteriores, a qual, cumulativamente com hábitos de aquecimento e limitação da renovação do ar no interior da habitação, se afiguram suscetíveis de potenciar condensações interiores; 3)-  As fissuras e fendilhações da empena exterior terão anteriormente sido alvo de intervenções superficiais localizadas, as quais, cumulativamente com deteriorações da pintura, não aparentam garantir a adequada estanquidade fotos 5 a 10 - ponto 2); 4)-  O sistema de impermeabilização e drenagem da cobertura apresenta deficiências e deteriorações que justificam igualmente intervenção, nomeadamente: membranas de impermeabilização das caleiras de bordadura ressequidas e desgastadas, quer na superfície corrente, quer na envolvente do ralo, exagerado prolongamento das telhas sob os guieiros ou caleiras, ralos de pinha colmatados com sedimentos, falta de estanquidade mitigada através de aplicações localizadas de borracha líquida sob as telhas cerâmicas fotos 26 a 30 - ponto 2); 5)- As anteriores vistorias camarárias referem uma possível falta de estanquicidade da prumada de drenagem pluvial, sem que atualmente se observem evidências que o comprovem.