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No Acórdão recorrido, foi considerado que, os danos morais reclamados não assumem gravidade merecedora de uma compensação pecuniária maior que € 000,0  Efectivamente, os danos morais provados pela A. não se restringem aos factos provados sob os ns 32 e 33, ante terão que ser devidamente conjugados com a demais factualidade julgada provada, nomeadamente com os factos patentes em 1, 2, 3, 11, 15, 22, 23, 24, 25, 27, 28 e 29, uma vez que tudo conjugado, evidenciam que os danos sofridos pela A. não são uma mera bagatela, e muito menos se compadecem com uma indemnização correspondente a € 000,00, sob pena de, como referido no Acórdão fundamento, estarmos perante um valor meramente simbólico e que, pelo montante insignificante, não sirva sequer a finalidade da indemnização.