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Por outro lado, a tese restritiva do acesso do assistente à instrução em casos de alegada insuficiência da prova produzida no inquérito – se não negar a possibilidade de fiscalização jurisdicional da decisão do Ministério Público no termo do inquérito, como o fez, a nosso ver, o acórdão da Relação do Porto de 23/1/2013, proferido no recurso n 1007/05TAMAI.P1, citado no despacho recorrido mas com voto de vencido, citado algo paradoxalmente, aliás, pelo Ministério Público na sua – acabaria, em última análise, por passe o jargão) "deixar entrar pela janela o que não tivesse querido deixar entrar pela porta”, pois, em caso de indeferimento da reclamação hierárquica, sempre teria que permitir que sobre esta última decisão pudesse incidir requerimento de abertura de instrução.