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conclusões, e das suas Alegações recursivas, que a Sentença recorrida não promove a correta aferição do requisito atinente ao periculum in mora, por ter olvidado o Tribunal a quo que a lei prevê mecanismos que permitem repor a progressão dos alunos na eventualidade de a sentença a proferir na acção principal ser favorável aos Requerentes, não havendo assim que falar em prejuízos de difícil reparação para os interesses destes, e por outro lado até, que a frequência e, eventualmente, a conclusão de um ciclo de ensino a título precário não é o mesmo que a sua frequência e conclusão a título definitivo, podendo os danos decorrentes da concessão da providência, in casu, ser no futuro mais gravosos para os próprios recorridos.