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E à pergunta sobre se era aí que havia a negociação, referiu que podia haver, mas o DO sabia que haviam pilotos que não podiam, que falava antes com os pilotos p.ex, aniversários de filhos, idas ao; não havia, nem podia haver por parte do DO restrições, não podiam voar contrariados, era uma questão de segurança; depois das escalas podia ainda ocorrer o piloto não poder, caso em que falava com a testemunha, dando o exemplo dos pilotos militares; a escala era mensal; haviam trocas, dando como exemplo eventos inopinados por parte dos pilotos militares e recorriam então aos de reserva; os pilotos "sazonais” não precisam de justificar as faltas, mas faziam-no, "se calhar para não ficar mal visto”, mas comunicavam com antecedência; a substituição de pilotos era feita apenas por alguém que já tivesse obtido a credenciação da autoridade, se o piloto precisasse de faltar podia contactar o DO ou o chefe de pilotos, ou contactar primeiro com outro piloto, trocar a base à noite e depois falar com o DO, mas era sempre necessário falar com o DO "temos que saber onde andam os pilotos”.