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Face a estas lesões, associadas ao facto de a A. ter deixado de explorar um café, atividade com que complementava o salário que aufere como distribuidora de pão, que continuou a desempenhar mas com esforços acrescidos, de ter mais dificuldade na execução de tarefas domésticas, prevendo-se ainda o agravamento das lesões, de, conforme os dados da Pordata, a esperança medida de vida para as mulheres em 2019 ser de 83,67 anos, de não terem sido indicadas doenças de que a A. sofresse que causassem uma diminuição desta esperança média de vida, o valor encontrado pelo Tribunal a quo, não só não é "manifestamente exagerado”, como se mostra de acordo com a orientação, em casos semelhantes, do nosso Supremo Tribunal.