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2	Refere o mesmo Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul, processo 04268/08, de 102012, relator, Ana Celeste Carvalho, disponível em www.dgsi.pt, que:  ") Apenas estará fundamentado o ato que, por revelar os motivos de facto e de direito, com referência à aplicação dos normativos aplicáveis, permita compreender as razões que estiveram na sua base, o que no caso, se verifica, quer em relação aos seus destinatários, quer em relação a qualquer declaratório médio.”   2	Na deliberação em crise, consta o douto parecer jurídico a que a Recorrente se refere nas suas doutas alegações como "Parecer Jurídico: 14227/2020” que diz o seguinte:   "Parecer Jurídico: 14227/2020 – Considerando os fundamentos elencados na informação da DEPO, conclui-se que, analisado o pedido de prorrogação em apreço, nada se vislumbra que possa obstar juridicamente à aprovação da prorrogação de prazo e à reposição do equilíbrio financeiro, requeridas.”       2	Ora, o conteúdo do parecer jurídico em causa não só não esclarece qualquer razão para o deferimento expresso na deliberação de prorrogação de 5 dias, em vez dos 361 dias pedidos, e de reposição do equilíbrio financeiro no valor de 784,65€, em vez dos 56712,42€ pedidos, como afirma que o deferimento deveria ser total, como requerido.