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- À FV Portugal, Lda., pagou a quantia de € 841,71 oitocentos e quarenta e um euros e setenta e um cêntimos); - Ao Banco , S.A., pagou a quantia de € 191,63 cento e noventa e um euros e sessenta e três, que constituía uma dívida apenas sua; - À Credora , S.A., pagou a quantia de quantia de € 39,08 trinta e nove euros e oito cêntimos), que constituía uma dívida apenas sua; e. - À Telecomunicações, S.A., pagou a quantia de € 190,43 cento e noventa euros e quarenta e três cêntimos), que constituía uma dívida apenas sua; 10- Além disso, a Autora sacou, a pedido e inteiro contento do Réu que recebeu, vários cheques sacados sobre a conta de que a mesma é titular, supra identificada, a saber: Cheque 12778619, Cheque 13340929, Cheque 13340941, Cheque 13340930, Cheque 13340955, cheque 12778608, cheque 13340918, cheque 13748819, cheque 13748820, cheque 13748831, cheque 13748808, cheque 14134741, cheque 14134755, cheque 14134766, cheque 14134788, cheque 14134777, cheque 14449088, cheque 14449099, cheque 14449125, cheque 1449111, cheque 14449100, cheque 15448095, cheque 15448058, cheque 16197839, cheque 15448070, cheque 16197840 e o cheque 1277859Como decorre do exposto, a divergência que aqui assinalamos, quanto à decisão sobre a matéria de facto, mais do que quanto ao sentido do julgamento de facto efectuado, diz antes respeito à "metodologia” utilizada pelo Tribunal Recorrido, quando elaborou a decisão sobre a matéria de facto, de uma forma que, em certa medida, não tem correspondência com a acertada fundamentação que produziu, na sequência da análise crítica que efectuou dos meios de prova produzidos.