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dos autos, no qual se decidiu que não foram preteridas as formalidades legais do despedimento e pela procedência dos fundamentos invocados para o despedimento, determinando-se o prosseguimento dos autos para julgamento com vista à apreciação dos critérios de selecção das trabalhadoras abrangidas e dos pedidos formulados, tendo-se fixado os factos assentes e enunciado os temas da prova.A seguir, o R. e a trabalhadora  chegaram a acordo que foi homologado, e julgada extinta a instância nessa parte.Os autos seguiram para julgamento para apreciação da pretensão da A., B e realizada a audiência, nos termos documentados na acta datada de 212020, tendo durante as alegações, o mandatário da A. dito que a mesma prescindia da reintegração na R.. Por fim, conclusos os autos foi proferida sentença que, terminou com o seguinte dispositivo: «Pelo exposto, e sem necessidade de mais considerações, julgando-se a presente acção parcialmente, condena-se o R. a pagar à A. a quantia de 209,54 duzentos e nove euros e cinquenta e quatro cêntimos) a título de créditos por formação profissional não ministrada, absolvendo-se o mesmo dos demais pedidos formulados pela A., posto que, o direito às quantias que devolveu ao R. emerge da decisão de despedimento proferida pelo mesmo.Fixa-se à acção o valor de 2567,35, que corresponde à soma do valor do pedido de danos morais e do pedido por crédito resultante de formação profissional não ministrada com o valor da indemnização por antiguidade pela qual a A. optou, calculada pelo seu valor médio.Custas por A. e R. na proporção do respectivo decaimento.