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Porquanto, embora a aqui Recorrente seja uma intransigente defensora da busca pela verdade material, e seja com total desagrado que se vê obrigada a suscitar esta questão, o certo é que, como superiormente se afirma no Acórdão desse Venerando Tribunal da Relação de Lisboa de 11 de Janeiro de 2018, de que: "Não é tecnicamente defensável, a qualquer luz interpretativa, que o rol de testemunhas possa ser apresentado à margem das regras definidas na lei processual, ultrapassando todos os descuidos e inépcias, pelo simples facto de as partes terem inalienável direito ao pleno exercício do contraditório, nem este implica a possibilidade de criação de regras adjectivas privativas”.