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5  O executado aufere uma pensão de reforma, no valor mensal de €693,6  Antes do despacho referido no ponto 5, o montante mensal penhorado ao executado era de €455,6  São apenas as questões suscitadas pelos recorrentes e sumariadas nas respetivas conclusões que o tribunal de recurso tem de apreciar – artigos 635, n 4 e 639, n 1, do P. As questões a decidir são as seguintes: nulidades do artigo 615, n 1, alíneas e, do P.; se, do acordo referido no ponto 2 da matéria assente resulta a renúncia da exequente às prestações de alimentos vencidas até à sentença que homologou o mesmo acordo; se a quantia penhorada ultrapassa o limite de impenhorabilidade.  . Alega o executado/apelante que o tribunal a quo, ao não se ter pronunciado acerca da obrigação de pagamento da pensão de alimentos ao filho, cometeu um erro na apreciação da matéria de facto e fez uma incorreta interpretação e aplicação da lei, violando o disposto no artigo 615, n 1, alíneas e, do P. Estabelece-se na alínea do citado artigo 615 do P., que a sentença é nula quando os fundamentos estejam em oposição com a decisão Verifica-se esta nulidade, sempre que há um vício real no raciocínio do julgador: a fundamentação aponta num sentido e a decisão segue caminho oposto ou, pelo menos, diferente.