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Relativamente ao que está aqui controvertido e como se sumariou, entre muitos outros, no acórdão deste TCAN n. 109/17BEMDL, proferido a 202019 ") não há omissão de pronúncia, como a recorrente imputa ao tribunal não se lhe exige que responda a todos e a cada um dos argumentos ou pormenores da versão que lhe é apresentada pelo recorrente, mas tão só que responda às questões reputadas fundamentais para a decisão "A nulidade por omissão de pronúncia pressupõe que o tribunal não julgou uma questão que devia apreciar; não basta que não tenha considerado um argumento ou um elemento nomeadamente probatório) que o recorrente entenda ser relevante."