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Como foi decidido no Acórdão proferido neste TCAN em Acórdão de 202016, no âmbito do Processo n 803/11BEAVR, aqui aplicado mutatis mutandis, ") os danos que assim, num juízo probabilístico, resultariam para a Requerente do indeferimento da providência, antolham-se mais graves que os interesses contrastantes da Unidade de Coimbra, que se resumem em manter por mais algum tempo ao seu serviço uma docente à qual o Conselho Científico não reconhece qualidade suficiente para prosseguir nessas funções.”  Aqui chegados, não merece, também neste aspeto, censura o entendimento e decisão adotada em 1 instância, o que determinará a improcedência do Recurso ora em análise.