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Disse que nesse dia ou no dia anterior o A. F., padrasto da arguida, tinha tido febre e teve um AVC há dez anos e depois teve um cancro no estômago e era ela, arguida, que levava o padrasto doente ao tratamento, no dia anterior ao do acidente o A. F. tinha febre e levaram-se ao Centro de Saúde de  e no dia seguinte o A. F. voltou a ter febre e nesse dia a arguida tinha levado o carro para reparação e na oficina emprestaram-lhe um carro antigo e quando chegou à casa como o A. F. tinha febre, então levaram-no ao hospital de  e enquanto estava à espera a arguida bebeu porque tinha tido problemas resultante do fim de um relacionamento e estava desempregada e quando vieram embora, no percurso, na A28, a arguida reparou que o A. F., que seguia ao seu lado, no banco da frente, não estava bem, queria tirar o cinto, porque ele não falava por causa do AVC e como arguida tentou ajudá-lo a tirar o cinto, e não conseguiu, entretanto descontrolou o carro, tentou travar e os travões não obedeceram e a partir daí o carro foi parar onde foi parar.