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ponto; 3-A data de emissão aposta na livrança, para além de não ter sido convencionada com o executado, porquanto, em Janeiro de 2019 já não era sócio da sociedade, não corresponde sequer à sua vontade; 3-Um dos requisitos formais, essências, da livrança é a " indicação da data em que e do lugar onde a livrança é passada” artigo 7, n., da Lei Uniforme sobre Letras e Livranças); 4-"O escrito em que faltar algum dos requisitos indicados no artigo anterior não produzirá efeito como livrança” – artigo 7, da LULL; 4-Não correspondendo a data aposta na livrança à data de emissão, tudo se passa como se o título não estivesse preenchido com a data em que foi emitido; 4-Simplesmente, a livrança não tem data de emissão; 4-Pois, sendo a data de emissão um requisito essencial da livrança, a respectiva falta invalida o título cambiário, não pode produzir efeitos como livrança, nos termos, conjugados, dos artigos 7, n. 6 e 7, ambos, da LULL, ou seja, não é título executivo; 4-Acresce que, durante seis anos, a embargada não deu conhecimento do incumprimento da sociedade ao embargante, nem o interpelou para efectuar o pagamento do montante em dívida; 4-O que contribuiu para o agravamento da dívida, por força dos juros que se foram vencendo, bem como para dificultar a possibilidade de o embargante exercer o direito de regresso sobre a sociedade executada; 4-Ao instaurar uma execução contra o executado, aqui apelante, volvidos seis anos, sobre o pretenso incumprimento, a exequente, ora apelada, está a agir ilicitamente, excedendo, manifestamente, os limites impostos pela boa-fé, pelos bons costumes ou pelo fim económico e social desse direito artigo 33, do; 4-Pois, é expectável que, com o decurso do tempo, o embargante tenha confiado, criado a expectativa, que tanto tempo depois de ter deixado a sociedade não seria incomodado, ou seja, accionado judicialmente; 4-"O abuso de direito – art.