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Assim, de acordo com aquela norma, são estes os requisitos cumulativos que devem ser preenchidos para ser admissível esta providência cautelar: a)-estar em causa uma deliberação societária que seja inválida, por violar a lei, os estatutos ou o contrato, o que corresponde ao fumus boni iuris exigido para as demais providências cautelares; b)-ter o requerente a qualidade de sócio ou de associado da pessoa colectiva em causa; )-não ter a deliberação sido já executada; e )-resultar da execução dessa deliberação a produção de um dano apreciável.13  -Em primeiro lugar, a providência só se justificará quando se demonstre, pelo menos de forma indiciária, a invalidade das deliberações dos sócios, por estas violarem a lei, os estatutos ou o contrato de sociedade, quer sejam anuláveis, quer nulas ou ineficazes.14 No que respeita a este requisito, tem sido entendimento da jurisprudência que é suficiente um juízo de probabilidade quanto à invalidade da deliberação societária.15 Ora, nas conclusões de recurso a Recorrente sustenta que este requisito não se verifica uma vez que "a intangibilidade do capital social não ficou afectado, porquanto, por forma a garantir que, após satisfeito o pagamento da contrapartida da amortização, a situação líquida da sociedade não ficasse inferior à soma do capital e da reserva legal, converteram-se parte dos suprimento realizados pelo sócio G....., registados contabilisticamente, no montante de duzentos euros, em prestações suplementares”.