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A questão do pagamento das alegadas horas extraordinárias, as quais, in casu, terão ocorrido entre janeiro e junho de 201 Quanto à questão do que deva entender-se como ‘horas extraordinárias’ e ao modo como devem ser remuneradas, no acórdão de 1018 foi dito o seguinte: " No caso em apreço, estamos perante bombeiros profissionais que realizavam a sua prestação de serviço organizados em cinco turnos ponto do provado, isto é, desenvolviam o seu trabalho organizados em 5 equipas, que, a determinado ritmo, incluindo o rotativo, contínuo ou descontínuo, ocupavam sucessivamente os mesmos postos de trabalho ver artigo 220 do CT/200 Cada turno, compreendia «12 horas de serviço contínuo» ver artigo 23, n 1, do n 106/2002, de 104, supra citado, que, se prestadas durante o «período diurno» das 08H00 às 20H00 eram seguidas de 24 horas de folga, e, se prestadas durante o «período nocturno» das 20H00 às 08H00, eram seguidas de 48 horas de folga ver ponto do provado.