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Ora, ponderando a relação familiar existente entre a testemunha F. F. e o autor, bem como a grande proximidade existente entre ambos a testemunha F. F. esclareceu que vivia, à data, em casa dos pais, em conjunto com, bem como o inusitado da situação alegadamente relatada telefonicamente momentos antes à referida testemunha, traduzida no desaparecimento de um veículo com as características e o valor do OZ, nas circunstâncias enunciadas, revela-se manifestamente incompreensível, à luz das mais elementares regras à luz das regras gerais da experiência comum, segundo juízos de normalidade social e da razão de ciência invocada, a postura passiva demonstrada pela testemunha F. F., que, ao chegar ao local do alegado evento, optou por permanecer sempre dentro do seu veículo, apesar de ter confirmado que os pais estavam próximo, juntamente com dois senhores do restaurante, sem procurar sequer compreender melhor a situação ocorrida, inteirar-se de outros pormenores ou mesmo auxiliar no que fosse preciso, limitando-se a confirmar de forma que julgamos pouco convincente ou elucidativa ter ficado surpreendido com o telefonema do pai para que o levasse à polícia com o objetivo de fazer a participação do furto, mas referindo depois não ter falado com ninguém do restaurante, nem se recordar de estar com a polícia no local, apesar de tê-la visto a passar.