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Como supra se referiu, embora o tribunal de recurso possa formar a sua própria convicção, mantêm-se vigorantes os princípios da imediação, da oralidade, da concentração e da livre apreciação da prova e guiando-se o julgamento humano por padrões de probabilidade e nunca de certeza absoluta, o uso, pela Relação, dos poderes de alteração da decisão da 1 instância sobre a matéria de facto deve restringir-se aos casos de flagrante desconformidade entre os elementos de prova disponíveis e aquela decisão, nos concretos pontos questionados, o que não é, manifestamente, o caso.Mas ainda que assim não se entendesse repare-se que é a própria testemunha que refere, no que à venda do produto–Obrigações G–diz respeito, que em concreto, e como já se tinham volvidos 12 anos, não se recordava o que tinha transmitido.