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Desde logo, porque nos termos do n. 5 daquele preceito legal, ao procedimento de prova do preço efetivo aplicam-se as regras do procedimento de revisão da matéria tributável fixada com recurso à avaliação indireta do rendimento maxime, o disposto nos artigos 8, n. 4, 9 e 9 da, o que implica, além do mais, a existência de um debate contraditório entre o perito indicado pelo contribuinte e o perito da administração tributária, com a participação do perito independente, quando houver, visando o estabelecimento de um acordo, nos termos da lei, não sendo a derrogação do sigilo o ponto de partida do procedimento, porque tal informação bancária só assume relevância para a descoberta da verdade material em caso de dúvida quanto ao preço efetivamente praticado, ou seja, caso a AT entenda que a documentação apresentada pelo sujeito passivo é suficiente para demonstrar o preço efetivamente praticado, deve abster-se de aceder à informação bancária.