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A essas questões acresce a questão prévia da admissibilidade da junção aos autos dos documentos apresentados pela apelante em anexo às suas alegações de recurso e, bem assim, o da admissibilidade do pedido de condenação da apelante como litigante de má fé formulado pelos apelados.A- FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO  A 1 Instância julgou provados os seguintes factos, os quais não foram impugnados e daí que se tenham, em definitivo, por assentes:   Os autores H. P. e mulher são donos e legítimos possuidores de um prédio urbano denominado de lote n. 29, destinado a habitação de rés-do-chão, primeiro e segundo andares sendo o segundo recuado, com anexo de 7,50m2, descrito na Conservatória do Registo Predial de ... sob o n. 164/... e inscrito na respetiva matriz sob o artigo n. 29;   Por acordo reduzido a escrito, datado de 05 de Abril de 2014, os autores proporcionaram aos réus o gozo do imóvel referido em, com inclusão do mobiliário e equipamento mencionados no anexo ao contrato;   Pelo prazo de 05 anos, renovável por períodos de 01 ano;   Contra o pagamento da quantia mensal de 550,00€;   A pagar até ao dia 08 do mês anterior àquele a que dissesse respeito;   Por conta da renda de Fevereiro de 2018, vencida a 08 de Janeiro de 2018, os réus pagaram a quantia de 100,00€.