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Ora, analisando atentamente, em primeiro lugar, os depoimentos prestados pelas testemunhas F. F., filho do autor, e G., namorada desta última testemunha, consideramos que os mesmos não revelam as virtualidades probatórias enunciadas pelo Tribunal a quo na motivação da decisão da matéria de facto, cumprindo salientar que os mesmos nada esclareceram de relevante, para além da confirmação de que estariam juntos em casa desta última testemunha, quando o primeiro recebeu um telefonema dos pais na versão da testemunha G., que não esclareceu quem, ou do pai na versão da testemunha F. F.), dizendo que o carro tinha sido furtado e pedindo para que os levassem à polícia para "participar o furto”.