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J.	 Pelo que, o Tribunal a quo ao invocar que existe erro no cálculo da AT como base em suposto consumos particulares, mas onde não existe prova sobre esses consumos particulares, desconhecendo como foram efetuados e o seu total, a Fazenda Pública entende que estamos perante uma carência probatória, imputada aos Impugnantes, ao abrigo do ónus da prova, que jamais pode ser considerada como argumento passível de sedimentar a convicção do Tribunal na procedência da impugnação, como o fez, K.	 Importa atentar, que a questão dos Kms efetivamente em trabalho, encontra-se clara, quer na opção do método da AT, quer foram tidos em consideração os Kms fora do período de trabalho, ou consumos particulares, porquanto, a fórmula utilizada, e sob apreço, prevê 30% de Kms percorridos em vazio.