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18/1 do Código da Estrada de 1994, na redacção decorrente da 1 alteração, a decorrente da Lei 72/2013, de 03/09, em vigor à data do acidente  É que, não se sabendo como é que o embate se deu, não se pode dizer que a culpa se presume ser da condutora do ligeiro, por não ter deixado entre o ligeiro e o motociclo uma distância adequada, pois que nem sequer se pode dizer que o motociclo estava à sua frente, podendo o embate ter ocorrido como descrito por aquela condutora e pela ré, ou seja, por o motociclo se ter atravessado à sua frente, de repente, inesperadamente, vindo da direita.