Legal Document Excerpt:

Na petição inicial março de, a demandante alega, muito resumidamente, que:  - em 3/01/2003, as sociedades e BB celebraram com as sociedades e AA um contrato de consórcio, relativo a um empreendimento imobiliário na Amadora, figurando a BB como promotora investidora e a AA como promotora imobiliária;   - a BB, detida pela , pertencente ao setor público, era a dona dos terrenos;   - a AA, do grupo , dispondo de larga experiência no campo da urbanização, forneceria o know how, a capacidade humana, a consultoria;  - a BB suportaria as despesas, repartindo-se os lucros nos termos da cláusula  do contrato;  - o contrato foi sendo executado até que, em 1 de junho de 2015, a BB invocou a cessação do contrato pelo decurso do prazo;  - não ocorreu a invocada caducidade, pelo que a declaração da demandada deve ser havida como uma resolução sem justa causa, o que a obriga a indemnizar os prejuízos havidos.