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Conforme referimos supra, a situação de insolvência que é invocada nos autos e relativamente à qual se pede a exoneração do passivo é a mesma que fundamentou a declaração de insolvência no âmbito do processo supra mencionado que correu termos anteriormente e, portanto, era no âmbito desse processo que a devedora – ora Apelante – tinha que formular o pedido de exoneração do passivo e ainda assim tinha que o fazer necessariamente até à assembleia de apreciação do relatório, ou, no caso de dispensa da realização desta, após os 60 dias subsequentes à sentença que tenha declarado a insolvência, conforme dispõe o artigo 236, n. Reafirmamos que o passivo que a Apelante vem agora invocar já existia aquando da declaração de insolvência – pela sentença proferida em 22/07/2013 no âmbito do processo n. 742/10TBCTB – e, portanto, ainda que esse passivo não tivesse sido aí reclamado e reconhecido, ele ficaria abrangido pela exoneração que aí fosse concedida, conforme se determina no artigo 245, n  Desconhecemos as razões pelas quais a Apelante não pediu tal exoneração no processo anterior e tão pouco sabemos se reunia as condições necessárias para usufruir de tal exoneração.