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Acordam os juízes da secção do Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo:   A.., LDA, inconformada, interpôs recurso da decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto TAF do datada de 29 de Dezembro de 2017, que julgou improcedente a impugnação judicial deduzida contra o despacho de indeferimento do recurso hierárquico interposto da decisão de reclamação graciosa apresentada contra as liquidações de IRS e IRC relativas aos anos de 2005 a 2008 no valor de € 8570,6  Alegou, tendo apresentado conclusões, como se segue: a)	 Julgou a douta sentença recorrida improcedente a impugnação deduzida contra liquidações oficiosas de retenções na fonte de IR e retenções na fonte de IRC dos anos de 2005 a 2008, mantendo-se na ordem jurídica as liquidações impugnadas.