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148 e ss., terminando com as seguintes "CONCLUSÕES:  No uso dos poderes previstos no art 662 do CPC, com base na resposta já dada ao quesito 2, da não prova do quesito 3 da base instrutória e em mera presunção judicial deverá este tribunal alterar a dita resposta ao quesito 2 da base instrutória para a seguinte: No ano de 2017, por referência à apólice atrás mencionada, a 1 Ré pagou à 2 Ré o prémio mensal referido em período de 002017 a 002017 e o prémio mensal respeitante ao período de 002017 a 002017, no valor de €289,34, NÃO TENDO SIDO PAGO O PRÉMIO RESPEITANTE AO PERÍODO DE 002017 A 00201 Se, porém, assim se não entender,  Deverá então, com base nos mesmos poderes, ser a resposta dada ao quesito 3 da base instrutória, apenas a de não provado, a que deverá ser alterada, por forma a, através deste quesito, se formar nos autos o facto aqui em apreço, o de que NÃO foi pago o prémio de seguro do período de 002017 a 00201  Ao condenar a apelante a pagar ao apelado, apesar de provado nos autos o não pagamento do prémio do seguro respeitante ao período de tempo que incluía a data do sinistro, a de 002017 a 002017, o tribunal a quo fez uma errada aplicação do previsto no art 60/3 do RJCS e no art 808 do e violou o previsto nos arts 57/2, 59 e 61/3 do RJCS, devendo, como tal, a sua decisão ser revogada, absolvendo-se a apelante do pedido e condenando-se antes nele a 1 ré, entidade patronal.