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A recorrente apresentou alegações, rematadas com as seguintes conclusões:  « Visa o presente recurso reagir contra a douta decisão que julgou procedente a oposição à margem referenciada com as consequências aí sufragadas, na parte em que o douto Tribunal considerou que o oponente é parte ilegítima na execução, porquanto "não resulta demonstrado que o oponente exerceu funções de gerente da sociedade devedora originária ...), considerando-se não verificado o cumprimento do ónus de prova da gerência de facto que cabia à Autoridade Tributária e que resulta do artigo 342 do Código Civil e do artigo 74 n1 da LGT,"   Não se conforma a Fazenda Pública com a douta decisão recorrida, porquanto considera que da prova produzida se não podem extrair as conclusões que lhe serviram de base, nomeadamente os vícios apontados ao despacho de reversão, bem como a ilegitimidade da oponente consubstanciada na falta de prova que demonstre a gerência de facto da oponente.