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3 do, alega que «nunca rejeitou não ter cometido qualquer infracção», que«reconheceu a sua responsabilidade por via da argumentação utilizada no âmbito da impugnação judicial deduzida», que «os próprios factos invocados pela Recorrente, assim como os fundamentos de direito apresentados no sentido da dispensa da coima não contrariam a prática da infracção, mas apenas procuram que sejam considerados como atenuantes o pagamento espontâneo do imposto» e que a entrega voluntária do imposto, «verificado o curto espaço de tempo decorrido», consubstancia «o reconhecimento da sua responsabilidade, visto que caso assim não fosse não teria entregue espontaneamente o imposto num curto espaço de tempo ainda antes da instauração de qualquer processo de contra-ordenação ou execução» cfr.