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Nos presentes autos os peritos do Tribunal e da Expropriada fixaram o valor da desvalorização da parcela sobrante em €1954,50, considerando que sendo necessário garantir os afastamentos impostos pelo PDM de Viana do Castelo e pela servidão non aedificandi não será possível a construção de uma moradia unifamiliar independente após a expropriação, o que era possível antes da expropriação; já o perito da Expropriada atribuiu um valor para a desvalorização da parcela sobrante de €323,90, considerando inexistir diminuição da área total edificável mas entendendo que as diversas soluções arquitetónicas para a concretização da área de construção que, em abstrato, o plano permite, são condicionadas pela especificidade da configuração e dimensões da parcela, o que poderá traduzir-se numa depreciação da ordem dos 20%.