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10-Ora, aqui chegados damos por reproduzido o constante na parte fundamentadora do Douto Acórdão recorrido sobre a aplicação de tal acórdão ao caso concreto: "o entendimento seguido pelo” STJ neste acórdão citado pelo Recorrente "não aproveita ao caso concreto, porquanto a invocação da nulidade foi enquadrada na ultima parte - e não na primeira parte- da segunda parte do n. 1 do artigo 205 o CPC pré-vigente- "a contar do dia em que a parte foi notificada para qualquer termo dele, mas neste último caso só quando deve presumir-se que então tomou conhecimento da nulidade ou dela pudesse tomar conhecimento, agindo com a necessária diligência.” 11-Este segundo Acórdão fundamento indicado pelo Recorrente e o Acórdão recorrido tratam de matéria diversa da que aqui nos ocupa, e de aplicação do direito de forma diferente, já que o acórdão fundamento é referente á situação de deficiente gravação da prova, sendo o momento da arguição da nulidade enquadrado na  parte do antigo artigo 205 do CPC de 1996, atual 199, n. 1,  parte, 12-E, no caso em apreço a nulidade, a existir, devia ter sido aduzida, pelo mandatário do Recorrente, até ao termo da diligência de julgamento, onde o mandatário do recorrente se encontrava presente, conforme resulta e manda a primeira parte do n. 1 do artigo 199 do Código Processo Civil, ou seja, até ao termo do julgamento que teve lugar a 04 de abril de 201 13-E, a 4 de abril de 2017 não foi arguida pelo mandatário do Recorrente qualquer nulidade, nem suscitada qualquer questão pelo mandatário do ora recorrente quanto ao pagamento/falta da taxa de justiça.