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127, 128 e 129, n 1, al., do CPT, a intervenção da sociedade ", S.A.”, alegando para tanto e em síntese que esta foi a fornecedora das telas, sendo ela responsável pela ocorrência do acidente uma vez que não terá prestado as necessários informações quanto ao seu manuseamento, transporte e armazenagem, e bem assim uma vez que a rotulagem/etiquetagem das telas não tem, pelas razões que referiu da etiqueta que acompanha as telas que foram fornecidas pela referida empresa não constam quaisquer referências, informações sobre a forma de manusear as telas, sobre como fazer o seu transporte, o seu acondicionamento, carga, possibilidade ou não de colocação das mesmas sobrepostas em altura, nem informação sobre o peso que pode ou não ser colocado em cima de cada uma das paletes de telas, assim como não consta a resistência dos filmes que envolvem as telas, para se apurar da capacidade de resistência dos mesmos a deslocações horizontais, verticais, oblíquas e em movimento, nomeadamente para efeitos de apurar a resistência a travagens repentinas dos veículos que as transportam, qualquer informação que a lei obriga, nomeadamente o Decreto-Lei n 131/2001, de 24 de Abril Responsabilidade Decorrente de Produtos e a Lei n 24/96, de 31 de Julho, alterada por diversos diplomas legais Lei de Defesa do, pelo que o produtor definido nos termos do disposto nos ns 1 e 2 do art.