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-	Deveria, nessa medida, ter sido dado como provado que o contrato promessa de compra e venda, além de existir, sempre surgiu aliado à ajuda que a Autora sempre prestou ao falecido, estendendo-se, agora, a uma ajuda financeira de maior dimensão, devendo ser dado como provado que: "e) A oportunidade de negócio surgiu por necessidade financeira momentânea do Sr. E. , a quem a A. também quis ajudar ao celebrar o contrato promessa.” - O Tribunal a quo desconsiderou o depoimento do Sr. J. , amigo e íntimo do falecido, que indicou a minutos 06:42 a 07:44 que a vivência do falecido no imóvel apenas se justificava pela relação de amizade entre a Autora e falecido, o que, quando confrontado com o contrato promessa e, ainda, com a procuração irrevogável, demonstra que a Autora tudo poderia ter feito para celebrar o contrato promessa e exigir a desocupação do imóvel.