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Recorrida/Ré: Companhia de Seguros , S.A.  mediante sentença proferida em 18/dez./2020 foi decidido o seguinte: "Pelo exposto, perscrutados todos os argumentos de direito e de facto supra referidos, julga-se a presente ação totalmente improcedente, por não provada e, em consequência, absolve-se a ré Companhia de Seguros , S.A., do pedido formulado nos autos pela autora B – Lda.”  A A. demandou a R. invocando um contrato de seguro celebrado entre ambas as partes e respeitante ao veículo automóvel matrícula ..-OG-.., marca Renault, modelo , com as coberturas obrigatórias e as facultativas de responsabilidade complementar de furto ou roubo, com o valor do capital a segurar de €1550,0 Mais sustentou que tal veículo foi furtado em 14/fev./2019, tendo a R. seguradora declinado assumir o sinistro por carta datada de 14/mai./2019, em virtude da segurada não estar na posse de todas as chaves de origem, conforme cláusula de exclusão do contrato de seguro, terminando com o seguinte pedido: "deve a presente acção ser julgada totalmente procedente por provada e por via dela ser a Ré condenada a pagar à Autora a quantia global de €1636,96, acrescida dos juros de mora à taxa comercial desde a data da entrada em juízo do presente articulado e uma indemnização não inferior a €15,00 por dia também desde a mesma data e, em ambos os casos, até efectivo pagamento do capital seguro referido supra no artigo 4, tudo com as demais consequências legais”.