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Logo, e apesar de o Requerente não ser apátrida e ter nacionalidade portuguesa, dada a sua situação concreta e as circunstâncias do caso, não é plausível fazer com que o Requerente aguarde pelo menos um ano e meio por decisão no âmbito de acção administrativa ou até mais tempo, se houver, ou que aguarde cerca de dois anos e meio para que seja registado nascimento atributivo da nacionalidade portuguesa por parte do IRN, já que é esse o tempo estimado pelo IRN para decidir o seu pedido, sem a qual não pode exercer e usufruir da nacionalidade portuguesa e da cidadania portuguesa, , que lhe permitem a reunião familiar , por via da livre deslocação para a UE, onde quer estar mais perto acompanhar a sua filha, dando apoio familiar que reside e trabalha na.