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Na falta de prova de outros rendimentos ou bens, parte-se do princípio de que o executado só tem esse salário ou pensão RP 23-2-12, 1218/08)” Determina, pois, o n1, que a impenhorabilidade se afere com referência à parte líquida das prestações aí mencionadas, devendo, nos termos do n2, para se apurar tal montante ter em conta apenas os descontos legalmente obrigatórios, e o n 3 consagra os limites máximo e mínimo da impenhorabilidade prescrita no n. 1, sendo aquele "o montante equivalente a três salários mínimos nacionais à data de cada apreensão” e este, "quando o executado não tenha outro rendimento, o montante equivalente a um salário mínimo nacional”.