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2 O facto provado n. 26 ”2Para além do arguido JC, os arguidos AVE, JMA, PH e SMP, tinham outros clientes, alguns dos quais no estrangeiro, para onde encaminhavam parte da sua produção.” encontra-se mal julgado e mal apreciado pois o tribunal " a quo” mais uma vez o tribunal "a quo” presumiu que o arguido SMP procedia à venda de canábis ao arguido JC, e que tal produto era proveniente da produção que ajudava a manter, olvidando-se assim que todas as testemunhas inquiridas VP, CS, AL, HS, Avanesean, RP, TG, BD, CG, HC, Kush , , AC, RC, DF, Aurea S., RM, PBC, , AB, JD, JM, RP, FC, EM, referiram ter adquirido haxixe-pólen em placa ao arguido João Conrado e não erva, daí que não se possa afirmar que o arguido SC vendesse o que quer que seja ao arguido JC, desde logo porque resulta das regras da experiencia comum que de uma plantação de canábis não se retira haxixe em placas.