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No que concerne à impugnação relativa ao ponto  da matéria de facto provada, sustentam os recorrentes, em síntese: a escritura junta aos autos, que terá servido de base para a inscrição predial a favor dos autores AP: 28 de 2008/12/03, faz referência a duas descrições em livro, não apenas a uma, e faz referência a dois artigos matriciais e não apenas a um, diferentes daqueles juntos com a petição inicial e cuja correspondência não foram os autores capazes de esclarecer ao Tribunal pelo que não podia o Tribunal a quo considerar provado que os autores são donos e legítimos possuidores do prédio rústico - De mato e pinhal, sito no Lugar de ..., ..., freguesia de ... Vila Nova, descrito na Conservatória de Registo Predial de Guimarães sob o n. ..., e inscrito na matriz rústica da União e Freguesias de ... sob os artigos  e .  No caso vertente, resulta do alegado na petição inicial que os autores invocaram como título de aquisição do direito sobre o prédio que descrevem sob o artigo  do referido articulado o registo da aquisição a favor do autor artigo  da petição, a aquisição derivada, por via de contrato de compra e venda formalizado por escritura pública outorgada no dia 1 de agosto de 1989 artigo  da petição e, por último, a usucapião artigos , , 1, 1 - 2 e 1, todos da petição.