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1 - Do Recurso:O recurso é balizado pelas conclusões das alegações, estando vedado ao tribunal superior apreciar e conhecer de matérias que naquelas não se encontrem incluídas, a não ser que se imponha o seu conhecimento oficioso, acrescendo que os recursos não visam criar decisões sobre matéria nova, sendo o seu âmbito delimitado pelo conteúdo do acto recorrido e no recurso não se apreciam razões ou argumentos, antes questões- arts 627, n1, 635 e 639, ns 1 e 2, NCPC, na redacção da Lei n 41/2013, de 202013, aplicável ao presente processo por força do disposto nos arts 5, n 1 e 8 do diploma preambular - neste sentido são a jurisprudência e doutrina correntes a título de exemplo Acórdão do STJ de 202009, in www.DGSI.pt, Recursos no Novo Código de Processo Civil, Conselheiro Abrantes Geraldes, Almedina, p. 84 e 11 Assim sendo, face às conclusões recursivas da apelante, o recurso visa conhecer de uma pretensa nulidade da sentença por omissão de pronúncia, uma alteração à factualidade provada e apreciar a questão de direito quanto à fixação do montante do dano resultante do défice funcional da autora, à fixação da compensação por danos não patrimoniais e à excepção peremptória de prescrição do direito de crédito invocado pelo ISS, IP, entendendo a ré seguradora que a sentença recorrida violou o disposto nos artigos 483, 496, 562, 563 e 564 e 566 do Código Civil de 196 2 -Nulidade da sentença:Invoca a apelante a nulidade da sentença recorrida por omissão de pronúncia consistente na falta de conhecimento sobre "um facto alegado pela recorrente na sua resposta ao pedido de reembolso da segurança social, a saber, a data em que foi notificada do indicado pedido de reembolso: 24/06/2013”.