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Invocaram, em resumo aqui se aproveitando a fiel síntese feita no acórdão do: factos atinentes à propriedade e posse do prédio ali identificado, irrigado por águas de que eram proprietários, provenientes de "poças” artigos 1 a 14 da petição); factos relativos à propriedade "durante meia-semana, todo o ano” sobre as águas das "Poça ..” e "Poça .” artigos 22 a; factos referentes à "Poça .”, alegando pertencer-lhes a água daquela poça artigos 29 a; factos concernentes à "Poça ..”, alegando pertencer-lhes toda a água dessa poça artigos 32 a; factos atinentes à posse e fruição da água que era captada e represada nas ditas poças e bem assim "dos povinheiros, dos regos a céu aberto e dos aquedutos que a derivam”, concluindo que "se de outros títulos não dispusessem, sempre e até por usucapião, que expressamente invocam, já há muito os AA adquiriram o direito de propriedade sobre as ditas águas que fluem e são represadas nas "Poça ”, "Poça ..”, Poça .” e "Poça ”, e os direitos de servidão e presa e aqueduto sobre as ditas poças, regos a céu aberto e aquedutos, a favor do seu descrito prédio e a onerar prédios de terceiros” artigos 35 a; matéria atinente à actuação dos Réus com a construção da auto-estrada A4/IP4 - Amarante-Vila Real, e a consequente privação, pelos Autores, do uso das águas, quer porque algumas poças, regos e aquedutos foram aterrados e já não existem, quer por ter sido desviada a água para outros locais, quer por diminuição do caudal de nascente, concluindo que "desde finais de Outubro de 2010, estão privados do uso da água das ditas poças, para rega e lima do seu prédio”, impedindo-os de ali levar a cabo qualquer actividade agrícola, lucrativa ou de subsistência desde aquela data, "o que lhes acarreta avultado prejuízo, posto que a agricultura é seu principal meio de subsistência” artigos 43 e seguintes, sempre da petição.