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No que se refere aos factos "não provados”, acima transcritos nas alíneas – que se refere aos gastos invocadamente suportados pelo Apelante/Autor "na tentativa de resolução judicial e extrajudicial” do "assunto”; e nas alíneas a – que referem a impossibilidade de o Apelante/Autor "continuar a desempenhar o seu trabalho” em virtude "dos danos provocados em sua casa”; na baixa médica e respectiva duração, que lhe foi atribuída; e no que deixou de ganhar durante esse período, o Tribunal a quo fundamentou a sua decisão nos seguintes termos:   "Quanto às alegadas despesas médicas e de parqueamento não se mostra comprovado o respectivo nexo de causalidade com o sinistro, não tendo sido produzida prova que efectivamente estas despesas tiveram relação com o mesmo, valendo esta consideração para as alegadas despesas de resolução judicial e extrajudicial do sinistro, limitou-se o A. a alegar, remetendo para documentos e não produziu prova alguma nesta matéria em sede de julgamento.