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Ora, passando a determinação da pena única de multa pela avaliação da conexão e do tipo de conexão que entre os factos concorrentes se verifica - factos esses dados como provados nos três processos - e pela avaliação da personalidade unitária do agente em face desse conjunto de factos, terá de concluir-se que perante a ausência de descrição na decisão recorrida dos factos dados como provados nos processos 286/11GAFLG e 1039/12GAFLG, a mesma padece do vício decisório da insuficiência para a decisão da matéria de facto provada, previsto no artigo 410,n2, alínea, do P.P., do conhecimento oficioso do tribunal, traduzido numa carência de factos que suportem uma decisão de direito que se entenda ser a adequada no âmbito da causa.