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De facto, em nosso ver, a decisão recorrida, com o sentido decisório que nela se mostra acolhido e em função da fundamentação nela perfilhada, no limite poderia conduzir a que os Autores, apenas em razão da improcedência da anterior acção de demarcação n. 662/19TBVFR) se vissem para futuro inibidos ou impedidos de obterem a cisão dos dois imóveis acima referidos e, nesse contexto, de verem reconhecido o seu direito real sobre o concreto prédio de que se arrogam proprietários, nomeadamente por meio de destaque do mesmo, ou seja, mediante a alegação e demonstração da sua aquisição originária por meio de usucapião, com a sua consequente reivindicação.