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3-A do CPC é compatível com a possibilidade de todos os autores acordarem no prosseguimento do processo apenas quanto ao pedido formulado por um deles, terminando, assim, a coligação; 18) As razões de economia processual que estão subjacentes à possibilidade de suprimento apontam, decerto, no sentido de, nos casos em que não seja possível manter a coligação, ela termine, aproveitando-se o processo na medida do possível, em vez de o inutilizar por completo; 19) A possibilidade de os autores concordarem com o prosseguimento do processo relativamente ao pedido de um deles não é irrealista, pois a coligação normalmente assenta numa relação de alguma cordialidade judiciária entre os autores; 20) O tribunal a quo não fez esta notificação, pois não notificou os Oponentes para virem indicar, por acordo, qual o pedido que pretendem ver apreciados no processo, sob cominação de, não o fazendo, a exequente ser absolvida da instância quanto a todos eles; 21) Deve ser revogada a Sentença a fim de ser efectuada a notificação a que se refere o art 31-A do CPC, o que, desde já e aqui se requer, com todas as consequências legais daí resultantes;  22) A sentença recorrida não está fundamentada tanto de facto como de direito como exige a Lei; 23) A Decisão que deu causa a este recurso, não está fundamentada como exigem as normas referidas, tendo por esse facto de ser Revogada, nulidade, esta, que aqui, mais uma vez, se requer, daí dúvidas não existirem de que terá de ser revogada a decisão recorrida, aliás, conforme acima já se referiu; 24) O Venerando com a decisão recorrida, não assegurou a defesa dos direitos do Alegante, ao não fundamentar exaustivamente a sua decisão, e nem se quer aplicar as normas legais aplicáveis ao caso em concreto; 25) O Tribunal a quo limitou-se a emitir uma decisão onde apenas de uma forma simples e sintética foram apreciadas algumas das questões, deficientemente e sem qualquer cabimento, conforme acima já se alegou e explicou; 26) Deixando o Venerando Juiz do Tribunal a quo de se pronunciar sobre algumas questões que são essenciais à boa decisão da causa, nomeadamente as acima expostas; 27) Cometeu, pois, uma nulidade;  28) A Sentença recorrida viola: a) Artigos 30, 31-A, 154, 615,, e do NCPC; b) Artigos 12 CPTA; e) Artigos 13, 20, 204, 205, 266, n. 3 do 268, da R.P.».