Legal Document Excerpt:

3379/14ylprt a correr termos no Juiz 5 Local Cível de Lisboa, do Tribunal Judicial da Comarca de, excepcionando a litispendência em suma dizendo que a requerente é mera proprietária da raiz da fracção como expressa e judicialmente foi reconhecido e homologado por sentença transitada em julgado, nunca teve relação jurídica directa com a requerida, recebida a notificação judicial avulsa junta com o requerimento de despejo a requerida interpôs de imediato a acção contra a aqui requerente e InêsP com o pedido de o contrato de arrendamento junto com o requerimento 2 de despejo se encontrar plenamente em vigor com a renda acordada de 750,00 euros, sendo falsa a renda de 250,00 euros/mês, acção esta que corre termos pelo Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa sob 14381/16t8lsb, de cuja decisão de absolvição das rés da instância foi interposto recurso; mais deduziu excepção de ilegitimidade da requerente por não ser titular de qualquer rendimento, nem parte legítima, deduziu impugnação motivada onde pede a final serem julgadas procedentes as excepções e litispendência e de ilegitimidade da requerentes, ser declarado válido relevante e em vigor o contrato de arrendamento de que a requerida é beneficiária relativo ao N.B da fracção "A” do prédio sito não G N. , -A, -B em  com renda no valor de 750,00 ser a requerida reconhecida como legítima arrendatária do referido serem julgados válidos e relevantes os depósitos efectuados por indeterminação do titular do direito de receber rendas ou dos seu beneficiário final, ser julgada a requerente como parte ilegítima para receber quaisquer rendas relativas quer ao arrendamento vigente quer àquele que possa resultar da transacção junta aos autos realizadas no processo 461/13t8lsb,que seja reconhecidos o direito da requerida em não prestara cauçãog) tudo com as demais consequências legais, conforme fls.