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Como ressalta das suas conclusões recursórias sob os concretos pontos 4 a 6), os requeridos/recorrentes invocam também a violação do direito probatório material a propósito do ponto 1 da matéria de facto, alegando, em síntese, a este propósito, que:  - O tribunal de primeira instância fundou o juízo quanto ao facto provado n. 17 na IES de 2018, em particular, na informação constante da página 45, sob a rubrica "Remunerações dos órgãos sociais”;  - O referido documento é totalmente omisso quanto à quantia de € 9742,36;  - Também o relatório pericial, junto a folhas 496 e seguintes, não faz qualquer alusão à referida verba;  - Resultam da IES de 2018 os seguintes montantes: € 7117,36, a título de remunerações dos órgãos sociais; € 3399,86, a título de encargos sobre remunerações sendo que a respetiva soma totaliza € 11571,22);  - Nenhum dos elementos probatórios juntos aos autos permite sustentar o juízo de facto de acordo com o qual a quantia de € 9742,36 corresponde ao montante das remunerações e encargos com a Requerida BB, suportados pela Requerida Farmácia Alto da Eira, Unipessoal, Lda., entre 002012 e 312018;  - Verifica-se uma violação das normas do Código Civil sobre os meios de prova, mais concretamente as respeitantes ao ónus da prova artigo 342 do e à prova por presunção artigos 349 e 350 do;  - Era sobre o Requerente que incumbia fazer prova dos factos constitutivos do seu direito, designadamente do montante total de remunerações e encargos suportados pela Requerida Farmácia Alto da Eira, Unipessoal, Lda., com a Requerida BB, no exercício de 2018, com vista à determinação da metade dos resultados líquidos alcançados pela diferença entre os ganhos e as obtidos pelo estabelecimento a partir de 00201  Concluem os requeridos/recorrentes que a decisão da  instância, ao alterar o facto provado n. 17, violou o direito probatório material, concretamente as regras relativas ao ónus da prova artigo 34 do e à prova por presunção artigos 34 e 35 do.