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y) Nestes termos e nos melhores de Direito que os Venerandos Senhores Juízes Desembargadores doutamente suprirão, deve este Tribunal ”ad quem” revogar o douto despacho em crise, e substitui-lo por outro que: a. Indeferira a prova requerida pela Progenitora, quanto às sociedades comerciais, ou caso assim não se entenda, declare a nulidade do despacho, por falta de fundamentação; b. Defira a prova requerida pelo Recorrente nas suas alegações de 13/06/2018 e no requerimento de 26/06/2018, ou, caso assim não se entenda, declare a nulidade do despacho, por omissão de pronúncia; Aceite e admita os requerimentos do Recorrente de 26/06/2018, 12/07/2018 e 01/08/2018, por constituírem o exercício do direito de contraditório; Que não condene o Recorrente em multa, pela junção de documentos, nos requerimentos de 26/06/2018 e de 12/07/201»O Ministério Público respondeu em contra-alegações, concluindo que, "a ser conhecido, parcialmente ou na sua globalidade, o presente recurso não merece provimento, devendo ser mantida, nos seus precisos termos, a decisão recorrida”.