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Relativamente a estas acções o artigo 7, n. 1, CPC, vedou a eleição de foro convencional, enfermando, por isso, esta cláusula de nulidade, por violação de disposições legais de natureza imperativa — artigos 9, n. 1, e 10, n. 1, alínea, ambos CPC, e 28 e 29, ambos  É certo que, com a redacção — introduzida pela Lei n. 14/2006, de 26 de Abril - dos actuais artigos 7, n. 1, e 10, n. 1, alínea, CPC, em conjugação com o disposto no artigo 9, n. 1, segunda parte, daquele código, e com a publicação do Acórdão Uniformizador de Jurisprudência n. 12/2007 publicado no Diário da República, Série, de 012007), o alcance prático deste tipo de cláusulas do foro fica algo reduzido e na grande maioria das acções – as previstas no artigo 7, n. 1 -, primeira parte, CPC, em que o R. seja pessoa singular, existe agora o regime imperativo da competência do tribunal do domicílio do R., sendo nulos os pactos relativos ao foro que violem a referida regra — artigo 9, n. 1 —, nulidade esta que é de conhecimento oficioso — artigo 10, n. 1, alínea —, pelo que esta ��usula contratual geral nunca poderia ser aplicada, não deixando, contudo de ser, nestes casos, contrária a lei imperativa, até porque da redacção da cláusula nem sequer consta a comum "fórmula de salvaguarda”, com a designa ALMENO DE SÁ, nos termos da qual o foro é estabelecido salvo disposição em contrário, sendo que, de resto, esta formulação sempre seria desnecessária e poderia ainda ser susceptível de gerar confusão no consumidor.