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A R contestou alegando, em súmula: a exceção de ilegitimidade ativa e passiva; não teve qualquer relação comercial com a A; o exercício abusivo de direito uma vez que quem lhe solicitou o serviço era advogado e aceitou um orçamento de onde constava um prazo de garantia inferior ao legal, devendo assim ter-se por caducada; não é aplicável ao caso o 67/2003, de 004, designadamente o seu art 2, n 4; houve lugar à transmissão da garantia com a transmissão do automóvel; não está obrigada a suportar custos de reparações realizadas por terceiros uma vez que não lhe foi sequer judicialmente exigido pela A o cumprimento nem lançou mão de todos os meios que tinha ao seu dispor conferidos pela lei; e, impugnando factualidade alegada, negou que a reparação por si levada a cabo tivesse sido realizada de forma deficiente.