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Conclui por isso, que o entendimento da Ré de que a ausência ao trabalho dos representados do Autor por aderir à greve consubstancia um incumprimento dos critérios para atribuição do prémio de colaboração, viola o seu direito à greve, de cujo exercício não resulta a prática de qualquer violação de obrigação ou dever contratual ou legal, não correspondendo a falta ao trabalho.A Ré apresentou contestação onde refere que o Autor assenta o seu raciocínio em premissas erradas, dado nunca ter considerado ilícitas as ausências ao trabalho por motivo de greve, distinguindo ausências não presenças) de faltas ao trabalho, terminando por defender que o regulamento não visa punir ou sancionar quaisquer faltas, mas antes premiar as presenças, ou melhor um nível excecional e muito elevado de presenças, pois apenas as presenças entre 95% e os 100% conferem pontuação.