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E, em nosso entender, os factos que o recorrente entende que deveriam ter sido dados como provados, respeitantes à sua conduta, escolhas e decisões tomadas, durante os 11 meses em que permaneceu em liberdade, a aguardar o trânsito em julgado da sentença condenatória, da qual interpôs recurso, não se mostram essenciais, nem assumem a relevância que o recorrente lhes atribuiu, em termos de poderem levar a inquinar ou a arredar o juízo formulado pelo Tribunal a quo, desfavorável à concessão da liberdade condicional, concluindo não estarem verificados os pressupostos substanciais previstos nas alíneas e do n. 2 do artigo 61 do Código Penal.