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Com efeito, o facto de se haver decidido no sentido de afastar o funcionamento da qualificativa prevista na alínea, do n. 1 do artigo 20 do Penal no que ao crime de furto respeita, no caso em apreço, considerando o funcionamento das demais circunstâncias – na qualificação do crime ou na ponderação da medida concreta da pena - não deve a pena de dois anos e seis meses de prisão, encontrada em conformidade com os princípios vetores e normas aplicáveis, sofrer alteração, pois que persiste a respetiva necessidade, adequação e proporcionalidade, não se tendo produzido, através da supressão da qualificativa em questão – resistindo a mais gravosa em função do valor consideravelmente elevado cf.