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47, n 3, do CPT então aprovado pelo 272-A/81, de 309 o qual dispunha que " As acções em que esteja em causa o despedimento do trabalhador, a sua reintegração na empresa ou a validade do contrato de trabalho nunca terão valor inferior ao da alçada do tribunal de 1 instância e mais 1$00”: "Nas acções a que se refere o preceito em causa – despedimento do trabalhador, reintegração na empresa ou validade do contrato de trabalho – o que verdadeiramente está em jogo não é uma compensação material, quantificável, por isso, em determinado montante, mas o reconhecimento do trabalhador ao seu direito ao trabalho na empresa, embora, acessoriamente, se invoque a reparação pelos prejuízos sofridos, Esta uma posição que não concentra à sua volta divergências de maior.” E, mais adiante, que "e tudo resulta claro que, não obstante a natureza dos interesses em jogo nas acções em causa – no fundo, a manutenção do posto de trabalho do trabalhador com a antiguidade que lhe pertence – o propósito do legislador de 1982 foi o de assegurar sempre, em tais situações, recurso para a 2 instância.” Tais considerações, tecidas embora no âmbito do CPT de 1982, já revogado, mantêm no entanto actualidade para a questão que ora nos ocupa, pois que esta é idêntica, qual seja, em ambos os Códigos, a da admissibilidade do recurso quando esteja em causa na acção a questão da validade do contrato de trabalho o regime do art.