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Começando pelo núcleo de fundamentos invocados pelo apelante, os quais, na sua perspetiva, impunham que, no âmbito da sentença recorrida, a 1 Instância tivesse julgado extinta a execução fiscal instaurada em 13/03/1996 pelo aqui Réu e apelado contra a H., visando a cobrança coerciva do montante correspondente às prestações de capital e juros vencidas e não pagas, que a última se obrigou a pagar ao Réu, aí exequente, no âmbito dos dois contratos de mútuo com hipoteca que celebraram, encontrando-se o cumprimento de tais prestações garantido pelas duas hipotecas constituídas pela H. sobre o prédio que vendeu em 19/09/1994 ao apelante cfr.