Legal Document Excerpt:

- Questiona o Colectivo as razões do envio destas duas cartas de interpelação com mais de um ano de intervalo entre as mesmas, sendo certo que em qualquer uma delas é dado o prazo de 10 dias sob pena do accionamento dos mecanismos legais para o pagamento coercivo, e que "Quer por razões de oportunidade na sua junção, quer pela prova produzida relativa à invocada qualidade de contrato de mútuo, o tribunal não dá credibilidade séria aos seus conteúdos; e não se pode perder de vista o teor do texto do gerente de conta do BPA, SSS que assinalou o facto de em 102015 o arguido AA ter dito que só pagava quando viessem mais transferências da PR......, embora tivesse capacidade para amortizar tal quantia, como sempre fez referência desse facto ao tribunal; como se constata, a justificação que o arguido AA dá neste momento para não ter liquidado o montante da divida reclamada pelo BPAE, é manifestamente divergente daquela que deu em 102015, o que é demonstrativo da credibilidade da versão que apresenta.