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artigos 1 e 10, n. 1 e n. 2, todos da, e, bem assim, dos artigos 6-B e 7 da LGT; 2 No caso sub judice, terá de considerar-se que junção dos documentos de autorização de acesso à informação bancária dos administradores do sujeito passivo não são condição sine qua non para a admissibilidade e apreciação do pedido de prova do preço efectivo, principalmente, nas situações em que sejam juntos outros meios de prova idóneos com vista à demonstração do preço efectivamente praticado; 2 É esta a interpretação que mantém a coerência do sistema jurídico-tributário e que respeita a legalidade das normas e princípios aplicáveis; 2 Partindo da regra geral de interpretação da Lei consagrada no artigo  do Código Civil, impõe-se concluir que em face da aplicação prática do expediente previsto no n. 6 do artigo 13 do Código do IRC, e atendendo aos elementos de interpretação teleológico, sistemático e até histórico, é evidente que os objectivos de combate à evasão e à fraude fiscal e o próprio direito do Estado de cobrar impostos não justificam, de forma alguma, o atropelo dos direitos do sujeito passivo e dos terceiros envolvidos à reserva à intimidade da sua vida privada, tal como o mesmo foi concretizado naquela norma; 2 O legislador pretendeu consagrar, naquele n. 6 do artigo 13 do Código do IRC, um regime especial de derrogação do sigilo bancário, facultativo, com o objectivo de agilizar as diligências de prova do preço efectivo na eventualidade de os documentos juntos ao requerimento não serem prova suficiente daquele preço, motivo pelo qual somente se os documentos juntos não forem suficientes é que, uma vez que já se deu início ao procedimento de prova do preço efectivo, ") a administração fiscal pode aceder à informação bancária do requerente e dos respectivos administradores ou gerentes referente ao período de tributação em que ocorreu a transmissão e ao período de tributação anterior” cf.