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, com a sua contestação o ali réu  ex-marido au admite expressamente ter feito sua quantia de 560 euros, remetendo-se o demais para o correspondente processo de partilha; –Desconhecendo a aqui recorrente se tal processo já teve lugar, mas adivinhando que não terá ainda ocorrido, uma vez que a autora, em depoimento de parte ocorrido no dia 23/05/2018, a partir das 11:41h, diz nos minutos 00:44:02, que a casa onde vive, ainda integra o património comum do casal; –Mais decorrendo do depoimento de parte minutos 00:44:43 e, que a autora "não se recorda” de ter existido tal acção, tendo desistido dos pedidos e chegado a acordo –Sabendo-se, assim, onde está o dinheiro levantado pelo ex-marido da autora – não se lhe tendo perdido o rasto, como consta como provado no ponto 3, da douta sentença proferida, conclusão com a qual a recorrente discorda, já que o próprio admitiu ter feito seu o dinheiro, não devendo, assim, o teor do ponto 3, ter sido dado como provado; –O mesmo se diga quanto aos pontos 2 e 2 dados como provados e com cujo teor discorda, igualmente, a recorrente, uma vez que não existe qualquer evidência de que a autora não haja, ainda, recuperado a sua meação nos 560 euros; –Não foram trazidos extractos bancários, apenas baseou o Tribunal a quo a sua convicção, no que disse a autora, parte interessada, bem como as testemunhas por si arroladas, de cujos depoimentos se pode extrair, apenas, que a autora vive com dificuldades aparentes; –Não tendo sido produzida qualquer prova que, sem margem para dúvidas, teria sido produzida caso houvesse sido deferido o chamamento, pela ré, do ex-marido da autora à acção – requerimento que foi indeferido e posteriormente objecto de recurso que ainda está pendente; –Chamamento esse do ex-marido da autora à acção, a ter sido deferido, teria sido essencial para a descoberta da verdade, também quanto aos pontos 2 e 3 dos factos dados como provados, não podendo, no entendimento da recorrente, concluir, como concluiu, o Tribunal a quo, quais as intenções do ex-marido da autora quanto à devolução da meação desta no dinheiro que constitui património comum do casal, ou que o mesmo propaga que a autora "nunca vai ver a cor do dinheiro”; Tendo o Tribunal a quo formado a sua convicção, patente nestes pontos que a recorrente ora rebate, com base nos seguintes depoimentos: a.- Testemunha .., ouvida no dia 16/05/20177, a partir das 10:40h, depoimento que, com o devido respeito, e na opinião da recorrente, se revela apenas e só, confuso e incongruente, sem noção da sequência, tempo e/ou espaço dos eventos sobre os quais depõe minutos 00:31:06 e seguintes quanto à intenção de o ex-marido da autora não querer dar à autora a sua meação do dinheiro, bem como quanto à função e, em especial, ao salário pelo ex-marido da autora auferido, situação de que a testemunha não tem conhecimento directo – como não terá, igualmente, do que é ou não intenção do ex-marido da autora fazer quanto ao: b.- Testemunha Tânia , ouvida no dia 16/05/2018, a partir das 11:39h, minutos 00:01:49 e seguintes: do seu depoimento resulta que não conhece a situação na primeira pessoa, transmitindo convicções suas e não factos que tenha presenciado, excepto no que diz respeito a uma conversa que terá, alegadamente, presenciado, conversa essa que, inicialmente, terá tido como intervenientes a autora e o ex-marido, depois já o ex-marido da autora e o filho de ambos que a testemunha sabia quem e, por fim, seriam o ex-marido da autora e o filho de ambos, que a testemunha, aqui, já não conhecia, mas se concluiu tratar-se do filho porque o mesmo diz "mas se o pai tem” – sendo que, depois, já disse a testemunha ter sido o ex-marido da autora a dizer ”a tua mãe”.