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Apelando ao substrato factual que logrou demonstração, dele emerge, com relevo para essa apreciação, que: - o inventário onde foi prolatada a ajuizada sentença homologatória foi instaurado para partilha dos bens deixados por FF, falecida em 8 de maio de 2007, sendo seus herdeiros legitimários GG seu, BB filha da inventariada e de, filho da inventariada e de, e EE estes dois últimos filhos da inventariada, não sendo seu progenitor; - no decurso do inventário faleceu em 8 de dezembro de o referido GG, tendo aí sido habilitados como seus sucessores os indicados BB e ; - nesse processo não houve lugar a cumulação de inventários, sendo que, por escritura pública outorgada em 2 de julho de 2013, os referidos BB e procederam à partilha do único bem que declararam integrar a herança de GG; - no processo de inventário, após a habilitação de BB e como sucessores do seu falecido pai, os autos prosseguiram os seus termos, vindo a proceder-se à partilha dos bens deixados por FF, partilha essa que veio a ser homologada por sentença proferida em 4 de junho de 2013 e que transitou em julgado; - o autor AA veio a ser reconhecido como sendo filho de GG, por sentença proferida no processo que, sob o n 313/03TBGDM, correu seus termos pelo Juízo Local Cível de Gondomar, paternidade essa que foi averbada ao respetivo assento de nascimento em 4 de novembro de 201 Perante o descrito quadro factual inexiste fundamento que suporte conclusão no sentido de, in casu, ter ocorrido preterição ou falta de intervenção de herdeiro no sentido emergente do citado art.