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De igual forma, consta na mesma sentença a apreciação dos negócios de compra e venda de bens celebrados com o filho do arguido,, onde se conclui da prova produzida que:  «Os bens alegadamente vendidos ao filho do arguido,, encontravam-se no escritório da insolvente e eram ali usados pelos trabalhadores desta e para o exercício da actividade desta – e não pelo seu filho, para seu interesse pessoal/individual, como quis fazer crer o arguido - e ali permaneceram a ser usados nas mesmas condições após a alegada venda; e, ainda que afinal permaneceram a conduzir os veículos que os próprios até então conduziam os trabalhadores de nacionalidade ucraniana, vendo a circular, então e ainda hoje, os veículos que eram da Insolvente por conta da nova empresa de que o Arguido se tornou gerente, pelo menos um deles ainda com a inscrição da insolvente».