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Isso foi  isso foram os argumentos lançados para  na discussão, para, para, para no fundo podermos  porque no final do dia a deliberação é muito é, este crédito pode ser honrado ou não, este compromisso vai ser ou não, é um risco, toma-se sempre risco mesmo quando há garantias, aliás como aconteceu na banca em 2008, grande parte dos créditos que acabaram por ser, perder  muitos deles tinham garantias, não é por ser garantias também não quer dizer que isso seja, que eles fiquem completamente livres de risco, não é, o que é certo é que neste crédito até em particular, até porque estamos a falar hoje em 2018, o cliente foi sempre honrando o seu compromisso, e teria condições para o liquidar se não tivesse   0:10:45 – remetemos para a transcrição reproduzida nas Alegações, que aqui se dá por integralmente reproduzida 0:32:03  O parecer do risco olha para primeiro aspecto  a capacidade da pessoa que estamos a financiar de poder vir a honrar esse compromisso, do ponto de vista da idoneidade, penso eu, que define o registo de cerca de 20 anos na magistratura, quer dizer, uma pessoa pronto depois por outro lado, como queremos angariar um cliente que possa ser um cliente private, a questão penso que também está aqui referida que foi acordado que deferia um depósito de 36 dólares e transferir um dossier de títulos que isso então do ponto de vista do private banking é uma área que  o private banking quer gerir o que a gente chama o share of walllet, que é gerir a carteira do cliente como um todo, se é crédito, se é poupança, se é aplicações em títulos  Juiz Adjunta Mas isso não era tão relevante quanto isso, porque estava  imperceptível  apenas  imperceptível  não é?