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Os Apelados não concordam com tal posição entendendo que o Apelante parte de um conceito errado de moinho de maré, desvalorizando a matéria de facto vertida sob os pontos 3 a 3 dos factos considerados como provados na sentença recorrida, confundindo, ainda, titularidade e delimitação, o que leva o Apelante a fazer depender o reconhecimento da titularidade ou da propriedade a que alude o n. 2 do artigo 1 da Lei n. 54/2005 de 15/11 da prévia delimitação do prédio, ou seja da determinação da sua área, a que só se chega através da dita delimitação, questão para que aponta o artigo 1 da identificada Lei mas não a norma acima mencionada constante do n. 2 do artigo 1.