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E se essa adaptação tem os seus custos processuais, isso não é senão a consequência lógica da circunstância da lei a impor a adaptação)” ; - STJ de 26/01/2021 – Relatora: Maria João Vaz Tomé, Processo n. 1923/19T8GDM-A.PS1 -, no qual estava em causa pedido reconvencional deduzido pelo requerido relativo ao pagamento do mútuo para aquisição da fracção, seguros, quotas do condomínio e  Começa por referenciar que o STJ tem vindo a pronunciar-se no sentido da admissibilidade da reconvenção, ainda que sobre pedidos distintos, enunciando, de seguida, as posições divergentes das Relações: na primeira, designada como mais formalista e restritiva, vem-se entendendo que "a reconvenção apenas é admissível se as questões deduzidas na contestação/reconvenção puderem ser decididas sumariamente, sem necessidade de prosseguir a causa nos termos do processo comum” ; na segunda, rotulada de mais actual, menos formalista e menos restritiva, mas já perfilhada pelo STJ, "admite-se a reconvenção para assegurar a justa composição do litígio, quando tenha sido suscitada a compensação de alegado crédito por despesas suportadas para além da quota respetiva, com o crédito de tornas que venha a ser atribuído ao requerente, devendo a ação seguir os termos do processo comum, para que sejam decididas tais questões, só então se entrando na fase executiva do processo com a conferência de interessados, destinada ao preenchimento dos quinhões em espécie ou por equivalente”.