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Considerando que mantemos a posição inicial de considerar que as facturas identificadas e analisadas no ponto 2) do Capitulo deste relatório consubstanciam operações inexistentes, mantemos da mesma forma a tributação autónoma calculada com base nos fluxos financeiros associados ao alegado pagamento dessas facturas, no pressuposto de que os mesmos terão sido utilizados para pagamento de despesas não devidamente documentadas.” 	De direito A Recorrente Fazenda Pública) insurge-se contra a sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, que julgou procedente o pedido de anulação da liquidação adicional de IRC do exercício de 2005, e respectivos juros compensatórios, no montante global de €25886,80, com fundamento na ilegalidade dos actos tributários impugnados, considerando que:  - quanto aos custos com comissões de vendas, da imputação ao exercício de 2005 de custos incorridos em exercícios anteriores, mais especificamente de 2003, "não resultou demonstrado qualquer prejuízo para a Administração Fiscal”, e que, segundo o critério vertido no acórdão do STA de 202008, proc.