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encontra-se bem patente no relatório de perícia judicial que, à pergunta sobre se "poderia o edifício ser pintado exteriormente antes que tais defeitos fossem eliminados?” respondeu taxativamente que não e à pergunta sobre se "A hipotética pintura exterior do prédio se aplicada em plano húmido, em parede fissurada e com fungos isto é, numa fachada que apresentasse os indicados ficaria ou não estragada, passando a apresentar os mesmos problemas de humidade, infiltração, fungos e de fendilhação a curto e médio prazo?” respondeu que "Sem os trabalhos de eliminação de anomalias, admite-se que sim.” 40 – Destacam-se ainda as palavras de A. que afirmou que "As paredes exteriores não estavam em condições de ser pintadas.