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Irresignada a Autora interpôs recurso de Revista excepcional, o qual veio a ser admitido pela Formação, apresentando as seguintes conclusões: - O Acórdão recorrido é, em grande parte, composto pela reprodução da sentença de muito curto e das alegações da recorrente, apoiando toda a sua fundamentação/decisão no Acórdão Uniformizador de Jurisprudência do STJ de 08/05/2013 n. 1/2014, publicado no R. 1 série n. 39, de 25-02-2014, que não é aplicável ao caso dos autos porque os factos desse Acórdão Uniformizador são diferentes dos deste processo: esse Acórdão refere-se aos casos em que as acções declarativas de cobrança de créditos se encontram pendentes aquando da declaração de insolvência do devedor e no presente caso não é isso que acontece, pois a acção foi proposta muito depois da declaração de insolvência do devedor e do encerramento do processo; - Quanto à sentença, parece que, pelo seu curto teor, não foi tida em consideração a resposta da recorrente às excepções, o que não pode admitir-se; ao invés, e em razão da resposta às excepções apresentada, deveria ter-se determinado o prosseguimento dos autos para audiência de discussão e julgamento, e não a extinção da instância por inutilidade da lide; - As normas referidas no acórdão a quo também não são aplicáveis ao caso: o art.