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– A DECISÃO DE FACTO CONSTANTE DO PONTO 5, DOS FACTOS PROVADOS, É MANIFESTAMENTE INSUFICIENTE, POIS NÃO FORNECE FACTOS QUE DEMONSTREM A DIMENSÃO DA FALTA DE MEIOS HUMANOS E MATERIAIS EM OBRA; ASSIM;  – DESDE EM FEVEREIRO DE 2019, O RECORRENTE E A FISCALIZAÇÃO PASSARAM A FORMULAR ALERTAS CONSTANTES À RECORRIDA, INSTANDO-A A CUMPRIR OS PRAZOS, COMO MELHOR SE VÊ DA ATA DA REUNIÃO N. 7, DE 26 DE FEVEREIRO;  – POR EMAIL DA FISCALIZAÇÃO DE 22 DESSE MÊS DE FEVEREIRO, TRANSCRITO SUPRA NO PONTO , JÁ SE SALIENTAVA, A PROPÓSITO DOS CRONOGRAMAS DE MÃO DE OBRA E DE EQUIPAMENTOS: "Se a mantiver a proposta desses cronogramas, informamos que os mesmos são aprovados nos mesmos pressupostos/termos da aprovação do Cronograma Financeiro e apesar da assinalável diferença – para menos – relativamente aos cronogramas da” Sublinhado  – LOGO EM 15 DE ABRIL DE 2019, ATRAVÉS DO OFÍCIO N. 1321/19, DADO, JÁ, O GRANDE ATRASO VERIFICADO NA EXECUÇÃO DA OBRA, EM QUE SE VERIFICAVA JÁ, UM DESVIO DE 35,6% EM RELAÇÃO AO QUE ESTAVA PREVISTO EXECUTAR, O RECORRENTE SOLICITOU À RECORRIDA QUE APRESENTASSE UM PLANO DE RECUPERAÇÃO DESSE ATRASO, GARANTINDO O CUMPRIMENTO DOS PRAZOS, TUDO NOS TERMOS DO ARTIGO 40, 1, DO CCP; 1 – TAL ATRASO ERA AINDA MAIS GRAVE DEVIDO AO FACTO DE A RECORRIDA, COM O ACORDO DO RECORRENTE, TER EXECUTADO PARTE DESSES TRABALHOS AINDA ANTES DO INÍCIO DO PRAZO CONTRATUAL, MAIS CONCRETAMENTE, EM DEZEMBRO DE 2018!