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Ou seja, não é exigível que a parte viva numa dúvida para a qual não contribuiu e tenha de fazer uma interpretação subtil das normas, do tipo: a norma do n. 2 do artigo 32 do Código Civil vem de um tempo mais antigo, no qual não existia a atual precedência temporal das diligências da penhora sobre as da citação, e, por isso, será de ponderar se esta norma do Código Civil ainda valerá de acordo com o seu teor literal ou, ao invés, não terá sido derrogada tacitamente pelas normas do processo executivo que colocam as diligências da citação num momento processual mais avançado em relação à instauração do processo, pelo que, à cautela, é preferível requerer a citação urgente da executada.