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Alegou, também, que as convenções colectivas invocadas não são aplicáveis porque a ré não é associada de nenhuma das associações empresariais referidas pela autora e para se atender a uma portaria de extensão é necessário ter em conta o objecto social efectivo da ré que é a prestação de serviços de montagem de peças de plástico em regime de subcontratação, em nenhum momento usa, utiliza ou prepara a peça para componentes eléctricos ou electrónicos não tendo nenhum dos seus colaboradores formação ou necessita ter conhecimentos de electricidade ou electrónica, ou quaisquer outros que digam respeito ao objecto das convenções em causa, nem lhe é aplicável tendo em conta o seu CAE e o das empresas a que são aplicáveis.