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6 verso e seguintes, que aqui se dão por integralmente reproduzidos”, foram considerados provados os seguintes factos com sublinhado:  "Da acusação )   O arguido aqui Requerido insolvente desde o dia 01 de julho de 2000 até ao dia 04 de setembro de 2014 – dia em que foi detido à ordem dos presentes autos – foi funcionário da assistente aqui Requerente desempenhando nela as funções de contabilista e de Técnico Oficial de Contas e sendo desde aquela altura e até ao dia 12 de agosto de 2014 o único responsável pela contabilidade da mesma;  Toda a contabilidade da empresa, que incluía o processamento dos documentos contabilísticos, pagamentos de todos os impostos, elaboração e envio das declarações periódicas do IVA, e tudo o mais que dissesse respeito à contabilidade era feito exclusivamente pelo arguido, sendo que toda a documentação contabilística era enviada através da aposição da sua vinheta como TOC ou da inserção do seu código electrónico de TOC quando processada via internet;  Beneficiando das relações de confiança que exercia na sociedade comercial assistente e, bem assim, da relação de confiança que mantinha com os legais representantes da mesma o arguido, desde o dia 10 de abril de 2009 até ao dia 18 de junho julho: lapso de escrita de 2014 apoderou-se de quantias monetárias cujo montante global ascende a € 76234, 43; ) 17 No dia 07 de maio de 2014, foi debitado na conta bancária da queixosa aqui Requerente o cheque n., no valor de € 3768,05, que havia sido solicitado pelo arguido para efetuar o alegado pagamento de impostos, ao abrigo de guias forjadas;  17 Por se ter convencido que o referido cheque era o título de pagamento válido e que aquele valor correspondia à verdade a administração da queixosa assinou-o e entregou-o ao arguido.