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São pressupostos da providência cautelar não especificada:   a) Probabilidade séria "fumus boni juris”), embora colhida a partir de análise sumária "summaria cognitio”) e de um juízo de verosimilhança, de o direito invocado e a acautelar já existir ou de vir a emergir de acção constitutiva, já proposta ou a propor;  Fundado e suficiente receio de que outrem, antes de a acção ser proposta ou na pendência dela, cause lesão grave e dificilmente reparável "periculum in mora”) a tal direito portanto, que a lesão não se tenha; Concreta adequação ou da providência como medida de tutela provisória) para remover a situação de lesão eminente e assegurar a efectividade do direito ameaçado;  Não existência na lei de outro tipo de providência específica que o acautele princípio da legalidade das formas;  Que o prejuízo dela resultante para o requerido não exceda consideravelmente o dano que o requerente através dela pretende evitar.”  No caso sub judice, da prova produzida, resulta claro que houve e há uma probabilidade séria, "fumus boni juris”), de o direito invocado e a acautelar existir, aliás, tal resulta, além do mais, dos factos indiciariamente provados, "summaria cognitio”), e não é outra a convicção do Tribunal a quo quanto a este ponto, pois refere na "fundamentação de direito” que "Na verdade, ainda que os requerentes tenham logrado provar – ainda que indiciariamente os direitos de que se arrogam – direito de propriedade sobre os prédios em causa; direito de propriedade das águas e direito de servidão e aqueduto”.