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pontos e da matéria de facto dada como provada, resulta inequívoco o preço efetivo da transmissão do imóvel em causa, o que claramente demonstra não ser a aludida derrogação indispensável para a prova do preço efetivo; 3 Motivação pela qual se atesta que o recurso àquele mecanismo se afigura manifestamente desadequado e desnecessário e, por esse motivo, inteiramente desproporcional; 3 A violação do princípio da proporcionalidade ocorre inclusivamente na sua vertente mais estrita, face à circunstância de se exigir ao sujeito passivo que apresente, para efeitos da utilização do expediente previsto no artigo 12 atual artigo 13) do Código do IRC, as autorizações de levantamento do sigilo bancário relativo a terceiros, quais sejam, os seus administradores, quando não está na sua esfera de decisão e de poderes autorizar o acesso à informação bancária daqueles; 3 No caso vertente, não obstante considerar uma exigência desproporcionada, a verdade é que o Recorrente autorizou o acesso à sua informação bancária, tendo inclusivamente logrado apresentar as declarações de autorização de acesso à sua informação bancária e à informação bancária de dois dos seus administradores cf.