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2) Factos não provados: Não se provou: a) que o arguido só tivesse tido conhecimento que o veículo danificado era o seu, quando a agente  chegou à esquadra; b) que, quando o assistente elevou os braços para se proteger -nos termos referidos em-, o arguido ficou mais enfurecido e, de imediato, agarrou na parte da frente da camisola que o ofendido vestia, puxou-o para si ao mesmo tempo que lhe desferiu nova cabeçada, que atingiu o ofendido no meio da testa; ) que depois de ter agredido o assistente com murros na cabeça -nos termos referidos em-, o arguido tenha agredido o assistente com uma terceira cabeçada, que atingiu o ofendido do lado esquerdo da cabeça ou noutro local; ) que o arguido tenha agredido o assistente com mais do que uma cabeçada; e) que o assistente tenha reagido às agressões do arguido ou se tenha sequer defendido; f) que os sintomas que o assistente apresentava quando deu entrada no serviço de urgências -no dia 21/06/12-cfr.