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dos pedidos formulados pela Autora A, LDA.” 5-Inconformada, a autora interpôs o presente recurso, formulando as seguintes CONCLUSÕES: ) Não pode a recorrente conformar-se com a decisão expressa pelo Tribunal recorrido, razão pela qual apresenta o presente Recurso, o qual versará, prima facie, sobre a impugnação da decisão relativa à matéria de facto e, a posteriori, sobre a fundamentação jurídica aduzida pelo Tribunal a quo e que, data venia, é manifestamente desadequada, omissa e contraditória nos seus termos e fundamentos; ) Nos termos e para os efeitos previstos na alínea, do n. 1, do artigo 64 do CPC, indicam-se de seguida os concretos pontos de facto que, na perspectiva da recorrente, foram incorrectamente julgados e que são os que estão elencados na lista da matéria de facto dada como não provada, ou seja: a) Consequência de um indevido acondicionamento do stand no âmbito do transporte aéreo artigo 10 da petição; b) A projecção de facturação que a Autora tinha para a Feira Internacional de Argélia era de, no mínimo, 16500,00 € artigo 16 da petição; ) É convicção da recorrente que, à luz dos elementos probatórios constantes dos autos, tais questões de factos deveriam ter sido dadas como provadas, nos termos e para os efeitos da alínea do n. 1 do artigo 64 do CPC. )