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importa referir não existir a invocada caducidade de direito de acção dado a mesma apenas poder ser oposta à B., S.A. - outorgante do contrato de empreitada de obras públicas celebrado com a Recorrida - ou à respectiva Massa Insolvente, pelo que a questão de saber se o direito invocado, nos autos, pelos 2 e  AA,, é afectado pelo facto de a B.. não ter reagido contra a deliberação da Recorrida que determinou e calculou a revisão de preços é matéria que contende, igualmente, com o mérito da pretensão por estes formulada, não se podendo, assim, concluir mostrar caducado o direito de exercido por estes AA., pelo que, também nesta medida, deve proceder o recurso, devendo os autos ser remetidos ao T.A.F do Porto para que aí prossigam, se a tal nada obstar.”   A Ré, ora recorrente, não se conforma com tal decisão pelo que pede a admissão desta revista para a qual formula, entre outras, as seguintes conclusões: "B. Os temas decidendum do caso sub iudice assumem relevância jurídica, uma vez que é reconhecida, desde a primeira instância, a complexidade lógica e jurídica da problemática em discussão, relacionadas com a utilização do regime de cessão de créditos como forma de falsear a execução dos contratos de empreitadas, mais concretamente as obrigações legais aplicáveis às empresas adjudicatárias desses contratos e, mais amplamente, de quaisquer contratos públicos.