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De resto, a natureza colectiva da entidade pública administradora Junta de e os meros poderes de gestão com que actuava, não legitimavam que a ré sociedade, ao relacionar-se com ela, conhecendo, por um lado, os limites daqueles, os deveres sobre a mesma impendentes e o escrutínio a que está sujeita, e, por outro, a espécie de contrato em causa e as formalidades para o mesmo exigidas e cujos requisitos de solenidade e publicidade de interesse aquela tinha o dever acrescido de acautelar, confiasse cegamente na consolidação e manutenção prolongada, como se válida fosse, da relação jurídica entabulada e que jamais, apesar das circunstâncias, os Compartes abdicariam de arguir a nulidade.