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2 Na diligência de Tentativa de Conciliação, a mandatária da Autora não fez uso dos poderes especiais constantes da procuração forense junta aos autos, tendo sido, ao invés, um mero anúncio das indicações que lhe foram transmitidas pela Recorrente na sequência dos dois contactos telefónicos mantidos no decurso da referida diligência, pelo que não tendo sido feito uso dos poderes forenses especiais, sempre deveria a decisão homologatória ser notificada pessoalmente à Recorrente, com a expressa cominação de, nada sendo dito, o ato ser havido por ratificado e a nulidade suprida, o que foi violado e, nessa medida, inquina a sua validade legal, o que se invoca para todos os efeitos legais.