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Os credores – Gestão, Planeamento e Investimentos, Lda., e – Trading International, Lda., que haviam solicitado a não homologação do plano, inconformados, recorrem e concluem:  A – Azeites do Alentejo, SA, a seguir abreviadamente, é devedora ao Estado Português;  O Banco é credor garantido da;   A Caixa é credora comum da do valor de 3508,54 €;  A Caixa Instituição de Crédito é credora comum da do valor de 23828,14 €;  As ora recorrentes são credoras comuns da;  A apresentou aos seus credores um Plano de Insolvência;  O Plano de insolvência apresentado pela prevê que esta transmita onerosamente à credora Caixa Instituição de Crédito o edifício de que é proprietária pelo preço de 42000 €, bem como lhe transmita também, onerosamente, as máquinas e equipamentos de que é proprietária pelo preço de 23000 €;  Mais prevê o Plano de Insolvência que transmitidos os referidos bens a devedora celebre com a credora Caixa Instituição de Crédito um contrato de locação financeira nos termos do qual a recomprará os bens vendidos;  Mais ainda prevê o Plano de Insolvência que o dinheiro recebido pelas transmissões onerosas seja usado para pagar 40000 € ao credor Banco  e 23828,14 € à credora Caixa Instituição de Crédito e 3508,54 € à credora Caixa; 1 O Plano de Insolvência prevê a manutenção, com redução para 30000 € do actual contrato de factoring para operações de confirming junto dos fornecedores sem, contudo, fixar quaisquer critérios vinculativos para a celebração destas; 1 O tratamento dado à Caixa, mas também o tratamento dado à Caixa Instituição de Crédito, no Plano de Insolvência, é um tratamento injustificadamente diferenciador de créditos comuns; 1 O Estado deu a sua aprovação ao Plano de Insolvência tendo-se as ora recorrentes manifestado contra a aprovação do mesmo e não prescindindo de um tratamento igualitário.