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66, n. 2, do Código de Processo, as questões a decidir in casu é, tão-só, uma — se o acórdão recorrido ofendeu o caso julgado formado sobre os despachos de 29 de Janeiro de 2018 e de 23 de Maio de 201  — FUNDAMENTAÇÃO  OS FACTOS 2 O acórdão recorrido considerou que "os autos resulta, com interesse, além do acima descrito no Relatório, o seguinte”:   Em 012006 mostrava-se depositado, à ordem dos autos, pela expropriante, a quantia total de € 249 332,75, a qual correspondia à soma do valor de indemnização fixado pelos árbitros em € 242 432,75 para a parcela 1 e em € 6 900,00 para a parcela n. 3  Na sequência da sentença proferida em 12010, que fixou em € 260 531,68 o valor da indemnização devida pela expropriação da parcela n. 1 e em € 5 580,00 o valor da indemnização devida pela expropriação da parcela n. 39, foram emitidos despachos em 112010 fls, 012010 fls 1043, 12011 fls 1054 e 112011 fls, fixando no total de € 54 351,13 o acréscimo devido pelas quantias indemnizatórias então fixadas, incluindo a atualização legal, calculada até 1201  Os despachos referidos em 12 não foram alvo de recurso, tendo a expropriante efetuado os depósitos de € 30 936,96 fls 1045 a e de € 23 387,17 fls 1072 e.  Dos depósitos efetuados os expropriados receberam € 241 418,95 em 102007 fls e € 49 000,00 em 102012 fls.