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Encontrando-se, igualmente, verificado o prazo de aquisição por Usucapião, ainda que, da conjugação do disposto no artigo 129 e no n. 2, do artigo 126, do , se conclua que a posse exercida pelo Recorrente se reconduz a uma posse não titulada – que se presume de má-fé – e não registada, certo é que encontra amplamente decorrido o prazo de aquisição por uso Usucapião de 20 anos, tendo o mesmo se verificado completo e/ou atingido em 201997, muito antes da primeira intervenção dos Recorridos junto do Recorrente para regularização da situação expropriativa, que conforme consta da prova produzida nos autos se verificou em 2013/201 Acresce que, em caso de dúvida quanto ao exercício da posse – em nome alheio ou próprio –, a mesma presume-se exercida a favor de quem exerce o poder de facto sobre a coisa, nos termos e para os efeitos do disposto no n. 2, do artigo 125, do , pelo que competia aos Recorridos ilidir a presunção legal.