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3, 10 e 11 da p.; –Em suma, a Recorrente considera que a sentença recorrida, em sede de motivação da decisão de facto, faz uma incorreta valoração dos meios de prova produzidos, porquanto a concatenação de todos os documentos, depoimentos testemunhais e declarações de parte, imporia que a matéria de facto fosse julgada como supra se requer, e não do modo como o foi; –Desde logo porque se alude à denominada "situação estranha da A. na empresa, uma vez que estava de baixa médica e continuava a auferir salários em conjunto com o subsídio", omitindo a evidência de que a A. estava, efetivamente, a trabalhar; –Estando a A. a trabalhar, e havendo necessidade de regularizar a situação, carece de qualquer sentido que tal fosse pela via da devolução dos salários à R., devendo sê-lo - como foi - pela via da devolução das quantias recebidas a título de baixa médica, pois a Segurança Social foi, neste caso, a entidade realmente defraudada; –Acresce ainda que, como consta da motivação da decisão de facto, o Tribunal a quo fundou a respetiva convicção na alegada exigência do Administrador da R. Presidente do Conselho de Administração da R.) na restituição dos salários indevidamente pagos, o que teria ocorrido numa reunião com a A. após o conhecimento da situação fraudulenta; –No entanto, esta reunião onde terá ocorrido a exigência de "devolução de salários" foi relatada pela testemunha Carlos ......, mas à qual o mesmo não esteve presente - e foi negada pela A.