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Subsidiariamente e ad cautelam, tem-se por injustificada, a haver condenação, a preterição da aplicabilidade da figura do crime continuado, devendo haver punição por apenas um crime, dado que, sem prejuízo de contradição insanável, não pode o Tribunal a quo dar por provada a existência de um bem jurídico eminentemente pessoal sem depois extrair as devidas ilações ao nível da exclusão da ilicitude pelo consentimento operado por cada uma das alegadas mulheres envolvidas, inexistindo qualquer vítima ou qualquer ofensa de bem jurídico sempre e quando, como in casu, as mulheres se mostravam totalmente livres, consentindo e desejando tais práticas, que eram por si livremente praticadas e nas condições por si livremente delimitadas, aceites e fixadas;  Conforme decorre claramente de fls.