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O processo seguiu a sua normal tramitação, e realizada a audiência de julgamento, foi proferida sentença, que decidiu:  "Julgar parcialmente procedente a acção e, em consequência, condenar a Ré a pagar à Autora as quantias parciais de €1768,91 e de €1301,79, quanto a cada um dos contratos, quantias a que acrescem juros de mora vencidos e vincendos à taxa legal, acrescidos de 8% e até integral pagamento a contar de 002014 quanto ao primeiro e desde 0042015 quanto ao segundo e até integral pagamento.”    A Ré interpôs recurso de apelação para a Relação de Lisboa, a qual, por acórdão de 112019, com um voto de vencido, julgou procedente o recurso, tendo decidido:  "Revogar a condenação da Ré a pagar à Autora os valores da cláusula 16 dos dois contratos em causa nos autos, bem como juros a taxas superiores às legais, substituindo-se a mesma por esta que condena a Ré a pagar à Autora apenas as quantias referidas nos pontos de factos provados sob os ns 36, 38, 39, 40, 41, 46 e 48, com juros às taxas legais comerciais a contar do dia 1 de cada um dos meses referidos à excepção dos dois valores de €12,30 que vencem juros desde a data desses até integral pagamento, e a absolve do demais pedido.”  ///  Inconformada, a Autora interpôs recurso de revista para este Tribunal, que o Sr. Juiz Desembargador Relator recebeu e bem como revista normal, tendo apresentado as seguintes conclusões:    O acórdão recorrido considerou que a cláusula n. 11 dos contratos celebrados entre as partes deve ser revogada, porque prevê que em caso de cessação antecipada do contrato, que o locatário terá de pagar tudo o que falta até ao termo do contrato;   E uma cláusula contratual que permite isto determina uma chocante desproporção com quaisquer prejuízos que possam estar em causa.