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Na verdade, visto o conteúdo do que o Tribunal a quo considerou como facto provado, constata-se que, constando do ponto 2 que a prestação designada por isenção de horário de trabalho foi paga mensalmente, doze vezes por ano, desde novembro de 1994 até fevereiro de 2016, a afirmação que se faz de seguida, ou seja que "não decorria de nenhum regime de tempo ou horário de trabalho específicos”, para além da sua formulação pela negativa que pode desde logo afrontar as regras de repartição do ónus da, podendo ainda entrar em colisão com factualidade provada assim, para além de outros, os pontos 1 a 1, que referem a atribuição de isenção de horário de trabalho nos termos desses, comporta afinal, sem dúvidas nossas, uma mera conclusão envolvendo ainda um juízo de valor ao nível da aplicação do, assim a de saber se decorria ou não do que aí se afirma qualquer regime de tempo ou horário de trabalho específicos), sendo que a resposta, ou seja a conclusão que se afirma, terá afinal de ser dada não em sede factual e sim, noutros termos, no momento da aplicação do direito, com base nos factos provados, particularmente ao nível do que deve ser tido, e em que termos, como retribuição.