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Acrescendo e muito importante que, o que, este Tribunal ouviu, viu e leu nos documentos juntos aos autos coincide com o que a M Juíza "a quo” transcreveu na motivação da decisão de facto e não com a apreciação que consta do recurso, razão porque não ocorrem motivos para que se altere aquele facto 29, mantendo-se o mesmo como provado.Passemos, à análise do facto da alínea dado como não provado Discordando a recorrente, que seja desse modo, com fundamento na transcrição que efectua de trechos dos depoimentos prestados pelas testemunhas , GG e KK, alegadamente, esclarecedoras do circunstancialismo das publicações da autoria do recorrido em torno da criação e início de actividade da AA S. E, prossegue dizendo que discorda da "decisão do Tribunal a quo quando, ao dar por provada a generalidade dos factos imputados ao recorrido na decisão disciplinar com base na prova feita em relação à autoria dos post’s melhor descritos no ponto dos factos para depois, em plena contramão, não vislumbrar o obvio e negar o evidente.