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Da sentença apelou a R., concluindo nos seguintes termos a respectiva alegação de recurso:  A.– Vem o presente recurso interposto da Sentença proferida em 212018, na qual se decidiu: "a)-Julgar a acção procedente e, consequentemente, condena-se a ré a pagar à autora a quantia de 415 428€ quatrocentos e quinze , quatrocentos e vinte e oito, acrescidos de juros de mora sobre o valor de cada uma das facturas – a primeira deduzida da nota de crédito – discriminadas nos pontos 1 e 2 dos Factos Provados, contados 60 dias após a data de emissão de cada uma delas, às taxas supletivas legais que resultam da aplicação da Portaria 597/2005, de 19/07, até integral pagamento;  b)- Julgar a reconvenção improcedente e, consequentemente, absolve-se a autora do pedido reconvencional;  )- Não se condena a ré como litigante de má fé.”  B.– Salvo o devido respeito, entende a Ré, ora Recorrente, que mal andou o Tribunal a quo ao decidir sobre a Matéria de Facto, mais concretamente, os pontos , , 1, 1, 2 e 3 da Base Instrutória, matéria sobre a qual versou a renovação do julgamento, pela improcedência da presente ação, bem como ao decidir sobre a Matéria de Direito.