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1; E, pior, colocando o Estado Português a admitir a nível comunitário que a sua administração é pouco diligente, necessitando de vinte anos para verificar da regularidade dos pagamentos efectuados e, eventualmente, concluir pela reposição dos subsídios comunitários recebidos pelos operadores, falta de diligência que nem internamente, perante os cidadãos nacionais e em relação aos dinheiros públicos dos cofres do Estado Português, admite, prevendo que cinco anos serão suficientes para a actuação da sua administração na reposição dos seus dinheiros públicos. . «O princípio da proporcionalidade opõe-se, no âmbito da utilização pelos Estados-Membros da faculdade que lhes e dada pelo artigo 01 fl 3, do Regulamento n  2988195 a aplicação de um prazo de prescrição de trinta, vinte anos ao contencioso relativo ao reembolso de restituições indevidamente recebidas.» - cf.