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3 e ficado imobilizado, sem circular, na garagem da Autora, pelo menos desde Dezembro de 2012 até ao seu regresso definitivo a Portugal, em Maio de 2013; – Na sentença em crise confunde-se, salvo o devido respeito, o conceito de introdução do veículo "em território nacional” com o de introdução "no consumo”, que não se verificaram, in casu, em momentos coincidentes; – Da alegação da Ré, na sua contestação, de que o veículo da recorrente teria sido introduzido no consumo "em Janeiro de 2013” resulta claro que a própria entidade demandada distingue, inequivocamente, os conceitos de introdução de um veículo no território nacional e a sua efectiva introdução no consumo.