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ACORDAM NO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES  – RELATÓRIO  Fernando, NIF e esposa Felicidade, NIF, casados no regime de comunhão de adquiridos, residentes na Rua ..) Matosinhos, na qualidade de herdeiros de José e de Benedicta, intentaram a presente ação declarativa sob a forma de processo comum contra Gilberto, NIF, solteiro, residente na Rua , Jerónimo, NIF e esposa Maria, NIF, casados sob o regime de comunhão geral, residentes na Rua, Lisboa, peticionando a declaração de que o autor marido e os seus irmãos são os únicos e universais herdeiros de José e de Benedicta, que, nessa qualidade, são proprietários do prédio rústico que originariamente correspondeu à parte nascente do prédio descrito em 7, delimitada a norte e sul pelos prédios vizinhos, a nascente pelo caminho e a poente pela parte sobrante do prédio originário e que constitui hoje um prédio autónomo, condenando-se a reconhecerem o assim declarado, que a linha divisória dos prédios do autor e réu se encontra indefinida, correspondendo contudo à indicada no levantamento topográfico junto aos autos como doc 7, ordenando-se a colocação dos marcos correspondentes ou, subsidiariamente, se ordene a colocação de marcos ao longo da linha divisória fixada e a condenação do réu Gilberto ao pagamento da quantia de €5200,00 a título de indemnização pelos danos causados, acrescida de juros moratórios à taxa legal desde a citação, bem como de €3000,00 por cada ano que decorra até à reposição do prédio do autor.