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Referiu o Tribunal a quo na respectiva fundamentação aportada, a propósito de saber se as revisões ao projecto de sapatas foram determinantes de um atraso na obra de dois meses, como alegado pela Requerente no Requerimento inicial, que tal assim  não ocorreu, e nesse domínio identificou a falta de coerência dos depoimentos das testemunhas P. e A., e por sua vez, que foi valorizado o depoimento de A. da Fiscalização da obra, aludindo a este depoimento  como sendo " fruto de um conhecimento aturado das circunstâncias  que envolveram a execução da obra, sendo o seu depoimento revelador de uma produção inestruturada e contextualização espontânea e plausível do relato”  Porém, já quanto aos trabalhos referentes às vigas nos pátios B e , referiu o Tribunal a quo que o arquitecto projectista António S. prestou um depoimento revelador de parcialidade e subjectividade, por ter assumido uma postura de defesa do seu trabalho, pois como assim notou o Tribunal, o mesmo repudiou a existência de erros no projecto, erros esses que o Tribunal julgou serem comprovadamente existentes face ao acervo documental constante dos autos.