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, foi surpreendida pelo arguido que se lhe dirigiu apodando-a de "filha da puta”, ”rota” e "vaca” e disse-lhe que a atirava da ponte abaixo;  j) Em dia não apurado depois do mês de Agosto de 2017, o arguido abordou a F. na Avenida , depois de a mesma se ter retirado do café, perseguindo-a e apodando-a de "puta”, "vaca”, ��rota”, dizendo-lhe que "só gostava de cavalos”, que era "uma fraca”, que ninguém mais a "havia de querer”, tendo entretanto, com gestos, simulado o acto de masturbação;  k) Todos estes factos foram praticados pelo arguido com o propósito concretizado de deixar a F. num clima de constrangimento e de, pelo terror permanente, a subjugar à sua vontade;  ) Com as condutas descritas, o arguido provocou na F., de forma directa e necessária, dores físicas e mal-estar, fazendo-a sentir num permanente estado de medo e constrangimento, receando pelas atitudes que o arguido pudesse tomar, temendo desde logo, que este pudesse alguma vez atingir-lhe de forma grave a integridade física;  ) Vivia ainda a F. vexada pelos nomes com que o arguido a apodava e com as condutas que tinha em relação a si;  n) Agiu o arguido sempre de forma livre, voluntária e consciente, com o propósito de lesar a integridade física, de vexar, amedrontar e manter a F. num permanente estado de constrangimento, indiferente à relação de namoro que com esta mantinha e/ou mantivera e aos deveres que dessa relação para si nascia de que estava bem ciente, bem sabendo que as suas condutas eram proibidas pela lei penal.