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Com efeito, não se pode considerar que a R. apresentava limitações face à A., quanto ao negócio em questão, designadamente no sentido de não conseguir apurar, a partir do ISIN do instrumento financeiro pretendido vender pela A., que não se tratava daquele outro instrumento financeiro resultante da troca de Março de 2017, e assim obrigando a A., não só a prestar-lhe essa informação suplementar, mas igualmente a explicar-lhe como se a R. não fosse uma das principais e maiores sociedades independentes de intermediação, consultoria, titularização e gestão de activos nos mercados financeiros e de energia do sul da Europa, mas um qualquer "curioso” do mercado de instrumentos que para as obrigações não trocadas não havia mercado, em razão da proporção entre essas e as obrigações trocadas, e tudo sob pena de violação do princípio da boa fé.