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Ora, sendo relevante para o reconhecimento de uma situação de união de facto que o comportamento de ambos os elementos seja semelhante ao que deve ocorrer na vigência do casamento, especialmente através de atuações que traduzam analogamente o acatamento dos deveres de respeito, fidelidade, coabitação, cooperação e assistência e da existência de uma residência comum, a caracterização como união de facto da relação que se estabelecera entre o falecido e a 2 R. BB não é infirmada pelo relacionamento de bastante proximidade que o falecido mantinha com a 1 R. de quem se divorciara em 200  A respeito daquele relacionamento que completa o quadro de vivência do falecido nos últimos anos da sua vida apurou-se apenas que nos dois anos que antecederam a data do óbito, deslocava-se com regularidade não apurada à habitação da 1 R. e especificamente nas épocas festivas, onde passava parte do dia/noite com a 1 R. e os filhos comuns.