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...” Mais se afirma na decisão recorrida, que "Porém, essa, de algum modo, inevitável assimetria toma-se insufrível, quer pelos princípios gerais de Igualdade e de Proporcionalidade, quer pelos, especificas do EEPC, da concorrência e de equidade artigo 10 ns 1 e 4 do quando, por força dos subcritérios do critério 1 e da respetiva pontuação, definidos no anexo do aviso, ela, a assimetria, adquire um peso qualitativo e desproporcional em relação ao sacrifício que, com legitimação no tal principio da eficiência da Administração, é exigível ao estabelecimento que laborou em contrato de associação, em confronto com esse outro que laborou em regime de estabelecimento de ensino particular tout court.” Diga-se desde logo, que se não acompanha o raciocínio do Tribunal a quo.