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Como visto, a 1 instância fixou à Autora uma quantia decorrente dos danos patrimoniais futuros, designadamente do dano patrimonial da perda de capacidade aquisitiva, no valor de € 43 000, quantia essa ampliada na Relação para € 55 00  A sentença, para o efeito, levou em conta o défice funcional permanente da integridade psicofísica de que o Autor ficou a padecer, o tempo provável de vida activa da vítima 44 anos até perfazer a idade da, um rendimento anual de € 12 600, que se considerou equivaler à média do salário nacional, reduzido em função do défice citado de 14 pontos, e uma taxa de juro de 3%.