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Inconformados com a sentença, dela interpuseram recurso os arguidos, pugnando pela sua revogação e substituição por decisão que declare abrangida na pena aplicada no processo n ---/17IDSTR a conduta criminosa dos presentes autos e mantenha a pena que foi aplicada nesses autos e se encontra já extinta pelo pagamento, para o que apresentaram as seguintes conclusões:   Na sentença recorrida, proferida em 1212016 e não 1232015 repete-se) nos presente processo deveriam os arguidos ser condenados por um só crime de abuso de confiança fiscal na forma consumada e em execução continuada, p. e p. pelo artigo 105 n1 do R.G.T., incluindo a factualidade apreciada no âmbito dos presentes autos e do processo n ---/17IDSTR deste Tribunal de Santarém e,   Mantendo a pena que foi aplicada aos arguidos / recorrentes no âmbito deste ultimo processo  ---/17IDSTR, declarar que as penas de multa em causa já se encontram, extintas,   Motivo porque os arguidos, ora recorrentes não devem ser condenados pela prática do crime de abuso de confiança fiscal p. e p. pelo artigo 105 ns1 e 4 do RGIT., nos presentes autos,   Os recorrentes, já foram julgados e condenados por sentença transitada em julgado, no processo --/17IDSTR do Tribunal judicial de Santarém, relativamente aos períodos de Outubro a Dezembro de 2012  4 trimestres de 2012 ,   O IVA em causa, no presente processo  1  e 2 trimestre de integra a mesma ação criminosa em causa no retro referido processo já objeto da condenação anterior por os factos praticados serem contínuos , não existindo interrupção temporal,   Após o 2 trimestre de 2013, os recorrentes regularizaram o IVA devido ao Estado  tendo, mais tarde, passado para o sistema de pagamento do IVA,   Só depois da condenação transitada em julgado  no processo n ---/17IDST – do Trib.