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Na verdade, tal adequada integração e vivência da residindo com o pai e tal vontade da , encontra-se plasmada: ) no relatório social junto aos autos em 13/08/2021, elaborado após realização de visita domiciliária e audição dos progenitores e da pelas Exmas Técnicas da Segurança Social que acompanham o caso, mencionando as mesmas, desde logo, que "a comunicação entre a e o pai, pareceu-nos no contexto, natural e adequada, não se tendo percecionado manifestações de desconforto e ansiedade da sua parte”; a "tem contactado com o irmão ”; o progenitor "dispõe de adequadas condições habitacionais contando com a disponibilidade dos elementos que integram o agregado familiar para apoiar e colaborar na integração da ”; ) nas declarações prestadas pela própria ao tribunal na conferência de pais realizada no dia 08/09/2021 - mais de um mês após a ter começado a residir com o progenitor -, de onde resulta que a manifesta vontade de continuar a residir com o pai; gratificação por estar inserida no respectivo agregado familiar, bem como pelos convívios que aí tem mantido com o irmão  e com a avó paterna; que estabelece, sempre que o deseja, conversação telefónica e por mensagens com a progenitora, revelando, ainda, notório receio de estar/ficar sozinha com a mãe – tudo, conforme resulta das suas próprias palavras: "Tem-se dado bem com o pai e a sua companheira, em casa do pai.