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Do errado julgamento de facto e de direito Nas conclusões a das alegações a Recorrente insurge-se contra a matéria de facto dada como provada na sentença recorrida por, no seu entender, a Administração Tributária não ter logrado demonstrar indícios objectivos e sérios que concluíssem pela não realização das obras da RLC e, caso estas existissem, que alegadamente as mesmas não tivessem sido executadas pela sociedade "AMS, Unipessoal, Lda.”, não se justificando a contaminação das faltas da emitente das facturas a todo o procedimento jurídico-fiscal a jusante da emissão das facturas Imputa à sentença erro de julgamento por ter ajuizado erroneamente a factualidade probatória perscrutada na "AMS, Unipessoal, Lda.”e na RLC, ao irrelevar a prova documental bem como as próprias declarações do Sr. JAS, que demonstram que "AMS, Unipessoal, Lda.” executou e recebeu pelos trabalhos de construção Civil nas lojas da RLC.