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Civil, e muito menos que integre uma doação também à sua nora; F- Importa ainda ter presente que, o tribunal apenas pode atender aos pedidos que foram formulados, ou seja, toda a acção carece da formulação de um pedido, e no caso vertente, a Recorrida não pediu em fase alguma do processo, nem alegou em qualquer articulado sendo certo que o tribunal não pode suprir o ónus da alegação), que o pagamento do preço das obras por parte do pai do Recorrente  era uma doação conjunta; Aliás, a posição processual da Autora B assenta na completa negação de que tal pagamento alguma vez tenha acontecido; G- Com efeito, se a posição processual da Autora é no sentido de negar a existência de qualquer pagamento realizado por parte do pai do Recorrente  aqui Requerido, não lhe pode ser reconhecida a existência de um direito fundado em doação conjunta; Para que tal acontecesse o tribunal teria que ter recebido um pedido expresso da Autora para que tal direito lhe fosse reconhecido, o que nunca sucedeu, nem foi sequer alegado; H- E com maior relevo, importa ter presente que em momento algum nos autos esteve estruturada a questão referente à existência de uma doação conjunta por parte do pai do Autor- não há sequer factos alegados; - A decisão do tribunal representa aliás a violação do disposto no Art.