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A reapreciação da prova não se reduz a um controlo formal sobre a forma como o Tribunal de  instância justificou a sua convicção sobre as provas que livremente apreciou, evidenciada pelos termos em que está elaborada a motivação das respostas sobre a matéria de facto.”  Apesar disso, como afirma Abrantes Geraldes, obra citada, p. 155 e ss, sem esquecer que atualmente é função normal da Relação a manutenção ou possibilidade de alteração da matéria de facto provada pela 1 instância, dentro das condições previstas por lei, "foram recusadas soluções que pudessem reconduzir-nos a uma repetição do julgamento, tal como foi rejeitada a admissibilidade de recursos genéricos contra a errada decisão da matéria de facto, tendo o legislado optado por restringir a possibilidade de revisão de concretas questões de facto controvertidas relativamente às quais sejam manifestadas e concretizadas divergências por parte do recorrente.”  Visto que vigora também neste tribunal o princípio da livre apreciação da prova, há que mencionar que esta não se confunde com a íntima convicção do julgador.