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Parece resultar assim como assumido pelo legislador, em face do que vinha sendo a experiência decorrente da aplicação que vinha sendo feita da lei, até então, para o devedor insolvente colocá-lo "a salvo da demora desgastante em que frequentemente se traduz a atividade de liquidação e a própria tramitação do processo de insolvência, conferindo-se eficácia renovada ao incidente da exoneração do passivo restante: o princípio do fresh start, visando a reintegração plena do devedor na vida económica, não se compagina com a manutenção do devedor paralisado por longo período durante o qual ocorrem as vicissitudes do processo de insolvência, sendo antes imperioso que possa cumprir, desde logo e durante o prazo fixo de cinco anos, as obrigações legais que lhe permitirão alcançar a sua reabilitação económica” Acórdão do TRE de 25/01/2018, no processo 774/17T8OLH.E1, disponível in www.dgsi.pt).