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São estes os factos apurados nos autos:  -O autor foi admitido ao serviço da ora ré, em 01/01/2003 para exercer as funções inerentes à categoria de Vigilante, mediante a retribuição mensal de 554,76 Euros, acrescidos do Subsídio de Função, correspondente a 30% do valor da retribuição; -Sucede, que em 16/03/2015, o autor sofreu um acidente de trabalho, que foi também, simultaneamente de viação; -Por ter ficado com sequelas reconhecidas pela seguradora, a mesma participou o sinistro ao Tribunal do Trabalho; -Em consequência, foi fixada por sentença, uma IPP de 21,43%, com IPATH, desde 07/11/2016; -À data, o autor auferia a retribuição anual de 1482,56 Euros; -Tendo a seguradora atribuído alta ao trabalhador em 07/11/2016, este deslocou-se aos serviços da medicina do trabalho da ré, em 14/11/2016, que o consideraram inapto; -Porque o autor não conseguia desempenhar as suas funções de vigilante, e porque os serviços da medicina do trabalho o consideraram apto condicional, entrou de baixa pelo SNS, até 03/08/2020; -Por decisão judicial de 09-06-2020, foi fixada ao autor uma IPATH para o trabalho habitual de vigilante; -O A. compareceu numa reunião na R., em 10/08/2020, na qual lhe foi transmitido que o seu contrato de trabalho cessava por caducidade, tendo a ré tentado entregar a carta em "mão própria”, mas que o autor se recusou a receber, em termos que constam de fls.