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pontos 81 a 92 da matéria de facto, estamos perante um indubitável quadro de afectação negativa da honra e do bom-nome do recorrido que, em termos objectivos, assume, à luz do critério que decorre do n 1 do artigo 496 do Código Civil, relevância justificativa de compensação por danos não patrimoniais, o qual nunca poderia ser inferior ao montante definido em  instância- e sendo certo que, na perspectiva do A. ora recorrido, tal quantia deverá ser equitativamente fixada em montante superior, como melhor justificado e fundamentado no recurso por si interposto; Nestes termos, deverá o recurso interposto pela recorrente  Ré ser julgado totalmente improcedente, Assim se fazendo JUSTIÇA!