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Ora, o requerimento de arguição de nulidades apresentado pelo requerente/ recorrente não pode ser considerado manifestamente improcedente, considerando que na notificação a que se alude no ponto 3 dos factos provados, não constava o teor do despacho proferido em 20202 É certo que a notificação efetuada às partes para apresentarem alegações ou arrolarem testemunhas, nos termos do n 4 do artigo 39 do RGPTC, pressupunha ter havido falta de acordo dos pais, o que implicaria alguma diligência da mandatária do recorrente no sentido de se inteirar da razão de ser de tal notificação, pois, em princípio, deveriam as partes ter sido notificadas para a continuação da conferência n 3 do citado.