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E foram julgados não provados os seguintes factos:  a) As condições de pagamento referidas em  deveram-se a uma boa relação pessoal entre um colaborador da autora e o gerente da ré;  b) A ré comunicou à autora que, aquando a celebração do contrato de arrendamento do imóvel onde se situam as suas instalações 28 de fevereiro de, o alvará de licença de utilização n. 170/04, emitido pela Câmara Municipal de  a 12004, não permitia a instalação de potência superior a 13,8KVA, tendo a Ré requerido junto da Eletricidade .., a 102014, o aumento para o limite máximo de 27,6 KVA;  ) A autora recolheu os dados relativos às máquinas e equipamentos utilizados pela ré na sua atividade comercial, para, segundo aquela, proceder ao competente estudo técnico;  ) Aquando a receção do orçamento, em 02014, a ré voltou a questionar a autora sobre a capacidade de funcionamento dos equipamentos face às condições energéticas existentes de alimentação trifásica e o limite de potência de 27,6KVA, tendo o Sr. Eng.