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4147/13T8PBL-A.C1, "a solução da residência alternada tem ganhado força pela consciência de que os laços afectivos se constroem dia-a-dia e não se compadecem com o tradicional regime de fins-de-semana quinzenais – a fixação da residência junto de um só dos progenitores leva ao progressivo esbatimento da relação afectiva com o outro progenitor, fazendo com que o menor se sinta uma mera "visita” em casa deste, levando a que o progenitor desista de investir na relação por se sentir excluído do dia-a-dia da criança.” Aliás, a residência alternada deve ser vista como uma medida que favorece os dois progenitores e o filho, não havendo qualquer razão para a ver como uma medida contra um dos progenitores normalmente a mãe); é um bom exemplo disso o caso do ac.