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T. Além disso, desde já se diga que, no momento das declarações prestadas pela Cabeça de Casal, em  de abril de 2015, em sede de Inventário, os aqui Recorridos sabiam perfeitamente da existência dos bens ora em crise, pois que, conforme já se referiu, já haviam previamente intentado ação judicial: "Mesmo antes de instaurarem o processo de inventário os aqui autores sabiam da existência dos bens referidos no ponto 17- da matéria de facto provada, tinham conhecimento que esses bens pelo menos até  de abril de 2014 integraram a herança do falecido FF, e sabiam que a validade e eficácia da declaração de transmissão do direito de propriedade sobre esses bens para o aqui réu EE estava dependente da decisão final a proferir nestes autos.” negrito – cfr.