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1425, n1, do Código Civil, dispõe que «Sem prejuízo do disposto nos números seguintes, as obras que constituam inovações dependem da aprovação da maioria dos condóminos, devendo essta maioria representar dois terços do valor total do prédio.» E no n7 dispõe-se que «Nas partes comuns do edif��cio não são permitidas inovações capazes de prejudicar a utilização, por parte de algum dos condóminos tanto das coisas próprias como das coisas comuns.» No que tange à articulação entre os citados artigos 1422 e 1425, temos como pertinentes as considerações expendidas no Acórdão do STJ de 22012, Moreira Alves, 470/14, www.colectaneadejurisprudencia.com, que extratamos: «) embora não se ignore que, nesta matéria, existem algumas divergências de interpretações, pensamos que a opinião largamente dominante, quer na doutrina, quer na jurisprudência, vai no sentido de que as "obras novas" a que alude o n 2 do Art.