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Com efeito, a solução preconizada é também válida na hipótese de ter sido alegada em princípio, pelo a resolução do contrato de crédito, porque, neste caso, "a prescrição respeitará a cada uma das quotas de amortização do capital mutuado pagável com juros não ao todo em dívida”) ) É pacífico que num contrato de financiamento para aquisição de crédito estamos perante um caso de obrigação fraccionada ou repartida, que é única mas cujo cumprimento, normalmente por conveniência do devedor, se protela no tempo, através de sucessivas prestações, a pagar em datas diferidas, que não têm de ser regulares no tempo, até que o montante da dívida se encontre completamente liquidado, pelo que, como se decidiu no acórdão de RL 09/05/2006 1815/2006-1), "considerando as finalidades supra referidas prosseguidas com o curto prazo de prescrição fixado neste artigo artigo 31 do , parece-nos que as mesmas são atendíveis para os dois tipos de situações, não se vislumbrando fundamento para limitá-las aos casos de obrigações periodicamente renováveis «stricto sensu».” Em suma: a situação prevista na alínea do artigo 31 do Código Civil reporta-se também aos casos de uma única obrigação cujo cumprimento é efectivado em prestações fraccionadas no tempo, como é o caso das prestações mensais sucessivas que constam de um plano de amortização, acordado entre as partes, compostas por uma parte de capital e outra parte pelos juros correspondentes, mesmo que se verifique o vencimento antecipado das mesmas. )