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Deste modo, a formação terá não apenas de se traduzir em despesas que sejam consideradas avultadas, mas também de ser mais - um plus - que a formação contínua que o empregador se encontra legalmente obrigado a ministrar, isto é, que seja uma formação extraordinária.” –Recorrente discorda do entendimento do Tribunal a quo por entender que o mesmo não é condizente com a letra e o espírito do disposto no artigo 13 do Código do Trabalho de 200 J.–No entanto, o Tribunal a quo não coloca em causa que o pacto de permanência assenta numa formação profissional que foi realizada pelo Recorrido, intimamente relacionada com a atividade que o mesmo prestava à Recorrente e cujos custos foram suportados pela Recorrente.