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Caso os autores não usassem dessa faculdade então estaria legitimada a decisão de absolvição da instância; Acresce que, a decisão proferida não era de todo expectável para os autores, na medida em que, por um lado, até aí a litigância exprimia utilidade, pois o Tribunal concedeu aos ora recorrentes a possibilidade de se pronunciarem sobre a excepção invocada e não debatida nos articulados, de forma a adequar o acto ao fim do processo; E, por outro lado, esperavam os autores que, após essa pronúncia, fosse proferido despacho pré-saneador, ao abrigo do seu poder-dever de gestão inicial do processo nos termos previstos no artigo 590 n2 do P.; Entendem os autores que, no presente caso, tendo o Tribunal considerado a dedução de pedidos incompatíveis, tal seria sanável por aplicação do regime subjacente ao dever de gestão processual previsto no artigo 6 n e no artigo 590 n 2 e 3 do P., e por aplicação analógica da solução contida no artigo 38 do mesmo diploma; Promovendo a regularização da instância, privilegia-se uma decisão de mérito, com benefícios óbvios para a celeridade da justiça e da composição do litígio.