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já têm a opor que a natureza do assalto não foi tão especial ao ponto de não ser evitável e de justificar que o Tribunal considere provados os factos, e.  Isto porque todos os factos demonstrados pela prova produzida esclarecem que a Ré e o seu funcionário não agiram adequadamente perante os sinais, absolutamente, patentes, que o banco se encontrava a ser assaltado; Não tendo sido qualquer situação especialíssima ou profissionalíssima que justificou o furto e as suas dimensões: o que o justificou com a negligência grosseira da R; Perante todo o circunstancialismo que resultou da prova produzida, dúvidas não podem restar que a R. e o seu funcionário K deveriam ter agido de outro modo e que, se o fizessem o furto não teria ocorrido.