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2 da petição, referidos na "motivação de facto” e nas alegações de recurso, e ainda com as regras da experiência comum, concluímos ser de atender parcialmente à pretensão do A./recorrente, no sentido de ser alterada a redacção dos pontos, e dos factos provados embora em moldes ligeiramente diferentes dos referidos pelo recorrente, como adiante se explanará), assim como da alínea dos factos não provados que não será eliminada, como pretende o recorrente, sendo apenas alterada a respectiva redacção) e ser dada como provada a matéria vertida na alínea dos factos não provados, não assistindo razão ao recorrente, salvo o devido respeito, quanto à restante matéria de facto que pretende ver alterada – ou seja, a redacção do ponto dos factos provados e a matéria vertida nas alíneas e acima referidas seja considerada provada – relativamente à qual constatamos que o Tribunal "a quo” fez, no essencial, uma correcta apreciação e análise crítica de todos os elementos de prova mencionados na fundamentação, tal como consta clara e detalhadamente explanado na "motivação de facto” da sentença recorrida que acima transcrevemos, havendo, apenas, que: - introduzir uma pequena alteração na redacção do ponto dos factos provados, por forma a que a mesma seja rigorosamente mais consentânea com o depoimento de parte do R. J. e a prova testemunhal e documental produzida nos autos; - fazer um reparo relativamente à matéria constante da alínea acima referida que o recorrente pretende seja dada como provada, como adiante se mencionará.