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Desde há mais de 50 anos e até há 7/8 anos, os autores, por si e pelos seus ante possuidores José e T. P., bem como as pessoas que contratam para ajudarem no granjeio do imóvel, acediam ao prédio identificado em 1, a partir da estrada municipal referida em 7, por um trato de terreno situado na extrema poente do prédio aludido em 4, com uma extensão de 100 metros e uma largura média de cerca de 2 metros, quer a pé, quer com animais, quer com o recurso a carros de bois, para fruírem daquele imóvel e aí recolherem mato e lenha, que transportavam pelo indicado trato de terreno, sempre que entendiam e fosse necessário, ao longo de todo o ano, encontrando-se o solo devidamente alisado e demarcado no terreno, mercê das sucessivas passagens de trânsito apeado e carral, fazendo-o na convicção de exercerem um direito de passagem próprio, à vista de toda a gente e sem qualquer oposição  No dia 13/02/2014, com o recurso a maquinaria, os réus mandaram proceder à colocação de duas pedras de grande dimensão no início do trato indicado em 8, com pesagem superior a uma tonelada, e na parte confinante com a estrada municipal 1 Em 27/12/2013 tinham sido colocadas duas pedras de grandes dimensões no local referido em 9, as quais foram removidas pelos autores 1 O direito de propriedade relativo ao prédio rústico sito na freguesia de ...), concelho de Vila Real, descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n.  e inscrito na matriz predial sob o artigo ..., encontra-se registado a favor de , mediante a apresentação n.  de 08/10/2009, por compra a F. R. 1 Na matriz predial relativa ao prédio referido em 13 constam os seguintes elementos:  área: 1160 m2;  confrontações: norte com F. S., do sul com João, do nascente com J. e do poente com J.