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sob o n. de processo .. e no qual peticionou a resolução do acordo de cessação do contrato de trabalho outorgado em ../2008, sustentado, em síntese, pelo facto de não ter ocorrido a alegada extinção do posto de trabalho, realidade esta que a empregadora transmitiu para o convencer a celebrar tal acordo, ocorrendo, assim, erro na declaração da sua vontade, o que torna tal declaração nula e pelo facto de a mesma ter sido obtida sob ameaça, o que a torna, também por este motivo, a declaração anulável; Q) A defesa da Recorrida limitou-se a discordar e impugnar o alegado na P., concluindo pela improcedência da ação e a absolvição do Réu, sendo que, após a produção de prova, foi proferida sentença /2014 e confirmada por acórdão do Tribunal da Relação do ., transitado em julgado a /2015, no qual julgou a ação improcedente e absolveu a Recorrida do pedido; R) O Dr.EE, representou o Recorrente, nos referidos autos de ação laboral, de /2011 a /2012, no qual, após a suspensão pela Ordem dos Advogados, o período de ../2011 a ../2012, participou na audiência de julgamento de /2012 em que, contra a vontade do Recorrente, prescindiu do depoimento das testemunhas indicadas pelo Autor: BB e embora este última tivesse sido posteriormente, anuiu na desistência da gravação da audiência de julgamento; S) O recurso de revisão encontra-se, assim, sustentado nos factos supra expostos, no qual também se salienta que os "atos” praticados pelo Dr. EE, após a suspensão pela AO, do qual o Recorrente teve conhecimento em ./2017, foram claramente prejudiciais para este, nomeadamente quando ficou impossibilitado de inquirir a testemunha BB e de recorrer para o Tribunal da Relação da matéria de facto decidida em primeira instância, sustentando, ainda, que o mandato e procuração forense se extinguiram com a suspensão, como o Dr. EE deixou de ter a qualidade de advogado, em processo judicial que era obrigatória a sua constituição, considerando que os "atos” praticados são inexistentes juridicamente ou, se assim não se entender, feridos de nulidade insanável; T) No que concerne à procuração e mandato forense, nos termos dos art.s 62 e 183 da Lei 15/2015 de 26/01 e e 67 da Lei 145/2015 de 9/09 e dos art.s 1157, 1161 e 1170 estes do Código Civil, só os advogados – que pressupõe estar com a inscrição em vigor na Ordem dos Advogados e no exercício pleno dos seus direitos – é que podem exercer o mandato forense e, nessa medida, quando é aplicada a penas de suspensão ao Dr. EE, ficando impedido de exercer a advocacia, naturalmente que se extinguiu o mandato forense conferido pelo Recorrente, na medida em que falta o elemento essencial a sua celebração que é a possibilidade da pratica pelo mandatário dos atos próprios de advogado, pelo que o efeito jurídico da impossibilidade do mandatário exercer as funções próprias da sua atividade profissional, é considerar que tudo o que é praticado, nestas circunstâncias, inexiste que equivale como inexistisse, como de facto inexiste, advogado e, consequentemente, mandatário para representar a respetiva parte!, cujos efeitos são iguais aos previstos nos art.s 41 e 269, n 1 al.