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De qualquer forma não deixa de se esclarecer que não é verdade, ao contrário do que o apelante afirma, que o Tribunal a quo deu como provado que o próprio autor se deslocou à agência da ré para dispor e diligenciar por um veículo de substituição, baseado no ponto 33 dos factos provados, onde consta que "3 Nos dias que se seguiram ao acidente, o autor sofreu transtornos e inquietações inerentes à resolução dos problemas causados e inerentes ao acidente, preocupações estas derivadas da recolha do veículo acidentado, com a preocupação de dispor e de diligenciar um veículo de substituição, com deslocações à agência da ré e à oficina de reparação.” Isto pela simples razão que ter a preocupação de dispor e de diligenciar um veículo de substituição, com deslocações à agência da ré e à oficina de reparação, não significa que, efetivamente se tenha diligenciado nesse sentido, a preocupação é um estado de espírito, a execução efetiva, constitui uma realização do facto, são coisas diferentes.