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Para o efeito, alegou, em síntese, que a sentença proferida em 12017, proferida nos autos principais, que homologou a transacção celebrada entre o aqui requerente, ali A., e a sociedade PLda., por um lado, e as ora requeridas, ali RR, e ainda, J e J, por outro, e que, consequentemente, declarou extinta a presente instância, não é válida, porquanto a mesma emergiu de outra transacção, celebrada no âmbito do Proc.2749/17T8AVR que correu termos no Juiz 3 do Juízo Central Cível de Aveiro do Tribunal Judicial da Comarca de, que veio a ser declarada ineficaz e a respectiva sentença homologatória inválida pelo STJ em acórdão datado de Junho de 2018 e transitado em julgado ainda nesse mês), por falta de representação de um dos seus intervenientes nas cláusulas nucleares, o J, o que implica necessariamente a invalidade das restantes cláusulas dela dependentes, portanto, da transacção efectuada nos autos principais.