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Concluiu que "não há qualquer razão atendível seja de carácter pessoal ou resultante da prova produzida a propósito dos factos que autorize uma diminuição da culpa, uma atenuação em função de uma qualquer menor gravidade relativa na actuação do mesmo nem muito menos a justificação para a suspensão de pena de prisão nas circunstâncias concretas e perante a gravidade dos factos e culpa do arguido.” E terminou entendendo que "não assistindo razão ao arguido recorrente deverá ser mantida a decisão em causa por ausência de violação e qualquer disposição legal, mormente as apontadas pelo recorrente.”   -  Nesta instância, a Exm Procuradora-Geral Adjunta emitiu parecer no sentido de "negar-se provimento ao recurso do arguido e confirmar-se a decisão recorrida.”  -  No âmbito do disposto no art 417, n 2, do Código de Processo Penal, o arguido apresentou resposta, concluindo que "deve ser concedido provimento ao Recurso interposto, nos termos exarados, revogando-se a Douta Sentença recorrida, substituindo-a por uma que considere como não provado que o arguido tenha cometido um crime de homicídio qualificado na forma tentada e não provado igualmente um crime de furto qualificado.”  -  Colhidos os vistos, o processo foi presente à conferência, por o recurso dever ser aí julgado, de harmonia com o preceituado no disposto no art 419, n 3, al.