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art 2 da p.), e investiram algumas economias na compra da fracção no edifício do condomínio e por esse motivo não compareceram nas assembleias gerais, nomeadamente nas indicadas no art 39 das Alegações e depois foram representados pelo mandatário, o advogado signatário deste recurso nas assembleias gerais, ordinárias de:- 21/2/2013 acta; - 17/2/2014 acta; e,- 9/10/2015 acta; 27– Na assembleia geral extraordinária de 29/11/2005 acta, foi aceite a proposta da Vodafone Portugal – Comunicações Pessoais, S.A , e foi aprovado a instalação mediante 600,00 € mensais e na assembleia geral ordinária de 7/2/2007 acta foi indicado que a Vodafone instalaria a antena a partir de Maio de 2007; 28– Na assembleia de 8/5/2008 acta foi decidido afectar ao condomínio o rendimento proveniente do contrato celebrado com a Vodafone, sem o acordo dos recorrentes, pelo que esta deliberação sofre do vicio de nulidade, e não de mera anulabilidade, na medida em que ofende o direito de propriedade dos recorrentes, que é norma imperativa, exorbitando a assembleia de condóminos dos poderes que a lei lhe atribui; 29– Igualmente na assembleia de 3/10/2010 acta foi deliberado: ...) todo o valor resultante da receita reverte a favor do condomínio”, sem o acordo dos recorrentes, pelo que a deliberação sofre do vicio de nulidade, pelos mesmos motivos supra indicados; 30– Já foi diferente na assembleia de condóminos de 21/2/2013, acta, na qual os recorrentes estiveram representados pelo advogado signatário, e concordaram que a receita da antena do ano de 2012 reverta a favor da conta do condomínio e o mesmo quanto a receita para o ano de 2013, "mantendo o critério de assegurar as despesas correntes com a receita do condomínio”.