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Não está em causa questionar que esse regime seja, em regra, o mais adequado à salvaguarda, promoção e proteção dos direitos do filho, aquele que melhor pode proporcionar à criança as condições de bem-estar e desenvolvimento integral e harmonioso, mas se tal regime, contra a vontade de um dos pais, pode manter essas virtualidades, pois como se refere na decisão recorrida, invocando um estudo realizado pela Psicóloga clínica e investigadora no Instituto Karolinska, na Suécia cujo valor científico se, esta reconheceu " que não há conhecimentos suficientes para perceber que, numa situação de conflito, é melhor viver na casa de ambos os pais ou apenas com um, embora a verdade é que no estudo e investigação levada a cabo, não encontraram problemas entre essas crianças”.