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A herança autora conclui assim a petição inicial: «Nestes termos, nos melhores de Direito e com o mui Douto suprimento de Exa., deve a presente acção ser julgada procedente por provada, reconhecendo-se o direito da Autora, sendo, em consequência: a) O Réu condenado a restituir à Autora a quantia de 1255,11€ por conta de empréstimo por esta contratado e liquidado para benefício exclusivo do R., acrescida de juros civis vencidos calculados nesta data na cifra de 808,11€ e aqueles que se venham a vencer até pagamento integral; b) Subsidiariamente o Réu condenado a restituir à Autora a quantia por esta àquele entregue de 1400,00€, ao abrigo do princípio geral do enriquecimento sem causa, acrescida de juros civis vencidos calculados nesta data na cifra de 839,15€ e aqueles que se venham a vencer até integral pagamento; ) O Réu condenado no pagamento de custas processuais, de parte, procuradoria condigna e demais encargos passíveis de ressarcimento, nomeadamente aqueles afectos ao funcionamento do Tribunal ou à condição da Autora, tal como decorre do Regulamento das Custas Processuais; ) O Réu condenado em eventual sanção pecuniária compulsória, no valor de 250,00€ a prestar à Autorapor cada dia deatraso em relação ao prazo eventualmente fixado para cumprimento das obrigações a que venha a ser condenado, considerando o histórico injustificado de incumprimento adstrito à sua conduta.»  Regularmente citado, o Réu apresentou contestação, a qual, por despacho de 8 de setembro de 2020, veio a ser desentranhada por intempestiva.