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Ora, como é de liminar evidência, o Recorrente HH não executou conjuntamente com o arguido BB os actos sexuais por aquele, e somente por aquele, praticados com a ofendida; nem sequer praticou actos de comunhão de cama, mesa e habitação com a ofendida , porquanto nem sequer a distância a que se encontrava lhe permitiria a comissão de tais actos, os quais não se bastam com a mera intencionalidade pois, se assim fosse, in limine, teríamos que admitir a possibilidade de os crimes serem cometidos até por um simples desejo íntimo de que certos actos aconteçam, o que seria irrealista e, em ultima análise, mesmo desumano.