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Em causa está a resolução que a Sr Administradora da Insolvência levou a efeito por carta registada datada de 7 de Junho de 2013, relativamente à compra e venda, pelo preço de € 3500,00, de um imóvel pertencente à "Sociedade de Construção H...,Lda.”- declarada insolvente em 10/10/2012 -, efectuada mediante escritura de 2 de Junho de 2011, sendo vendedora a referida sociedade, aí representada pelos seus sócios-gerentes H... e J... e sendo compradores estes mesmos H... e J..., bem como o ora Autor, A... Está em causa tal resolução porquanto, o aludido comprador, A..., veio impugná-la nos termos que já ficaram acima expostos, havendo que salientar que a simulação da compra venda simulação14, que foi um dos fundamentos invocados na carta de resolução, foi questão que a Apelante não abarcou no âmbito do objecto do recurso - e que, de todo o modo, diga-se, não se surpreende nos factos provados -, pelo que resta apenas saber se ocorre o outro dos fundamentos invocados para a resolução em causa e que se recorda agora, em síntese: O negócio resolvido foi prejudicial para os credores da insolvência, pois que os respectivos intervenientes H..., J... e A...), sabendo ser eminente a insolvência da sociedade, levaram a efeito tal compra e venda - assim diminuindo, como sabiam esses intervenientes, a garantia dos credores da sociedade, que deixaram de contar, no património desta, com o móvel vendido -, a troco de uma contrapartida monetária muito inferior àquela que seria devida à vendedora, já que o preço de € 3500,00, foi muito inferior ao real valor do imóvel, que poderia ultrapassar os € 9000,0 Como tem sido entendido pela Jurisprudência dos nossos Tribunais Superiores, assim se tendo considerado, designadamente, no Acórdão da Relação do Porto, de 27/11/2012 Apelação n 4694/00TBSTS-O.P1)15, bem no Acórdão desta Relação de Coimbra, de 21/05/2013 Apelação n 928/12TBFIG-J.C2), subscrito pelo ora Relator e pela aqui 1 Adjunta "a acção de impugnação da resolução prevista no art.