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34 n. 3 do CPP não preveja qualquer limitação ao exercício do direito de livre apreciação da prova, resultante das declarações do arguido, tem-se vindo a entender que as declarações do co-arguido só podem fundamentar a prova de um facto criminalmente relevante quando existe alguma prova adicional a tornar provável que a história do co-arguido é verdadeira e que é razoavelmente seguro decidir com base nas suas declarações”  Assim, tem sido entendido pela jurisprudência e pela doutrina no sentido de nada impedir que um arguido preste declarações sobre factos de que possua conhecimento, atento o estatuído no artigo 125 do citado Código, segundo o qual são admissíveis quaisquer provas em processo penal, excetuadas as indicadas no seu artigo 126, por serem  proibidas, delas  não constando as declarações dos co-arguidos.