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Seja com for, sempre se dirá que, para além de haver sido correctamente cumprida a opção pela pena não privativa da liberdade no caso, a medida ótima das penas concretas parcelares encontrada assim como a ponderação do quantum diário da multa cfr.art.47 n2 do CP, situado perto do limite mínimo), colocando o ponto ótimo quanto ao crime de ofensa à integridade física qualificada em medida inferior a 1/8 da sua amplitude aqui, se alguma crítica se deve fazer, será pela excessiva benevolência da pena, não refletindo o grau de culpa e as exigências de prevenção, situando-se a pena do delito de injúria em pouco menos de metade da amplitude da pena, são, por isso, essas penas, resultado de uma equilibrada ponderação dos parâmetros do limite da culpa e das exigências de prevenção geral e especial, ainda que quanto à pena parcelar do crime de lesão da integridade física, como se disse, se situe aquém da culpa e das exigências apuradas cfr.art.71 do Cód.Penal), sem perder de vista, que existiram danos e a agressão física cometida teve expressão, não podendo o arguido beneficiar de uma confissão que não existiu, nem da auto-crítica que não se manifestou, devendo pesar o modo enérgico como o arguido actuou no cometimento do delitos, onde se salientam, por isso, as exigências de prevenção especial.