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P – Violou, no entendimentos dos recorrentes, o Meritíssimo Juiz "a quo” o disposto no artigo 46, n 1 al do Código de Processo Cível 226/2008, em vigor à data da propositura da execução), devendo ter interpretado no sentido que o contrato em execução, não constitui título executivo, por não ser determinado nem determinável o montante da obrigação.”  Não consta dos autos a resposta da exequente.Delimitação da temática recursivaO âmbito recursivo é delimitado pelas conclusões da alegação do recorrente, não podendo este tribunal conhecer de matérias nelas não incluídas, salvo se forem de conhecimento oficioso artigos 635/4, 637/2 e 639/1 e 2, todos do Código de Processo Civil.