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Acordam no Tribunal da Relação de Coimbra: - - -«... A..., Lda., pessoa colectiva n. ..., com sede na ..., Vem intentar Ação de Despejo contra os Réus: .. e J..., casados entre si, com residência na ...; Alegando, em síntese, ser dona e legítima possuidora dos prédios melhor identificados nos artigos 1 e 2 da petição um rústico e um, prédios esses que adquiriu à herança indivisa por morte de J..., por escritura pública de compra e venda outorgada em 212017 na Conservatória do Registo Predial de ... Mais invoca que em 202008 havia sido celebrado um contrato de arrendamento rural, nos termos do qual os anteriores proprietários deram de arrendamento aos réus o prédio rústico supra identificado, tendo ficado especificamente clausulado que o mesmo caducaria quando cessassem os poderes legais do cabeça-de-casal que administra e representa a herança – o que sucedeu com a formalização da venda do prédio à aqui autora.