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O cerne da argumentação da recorrente assenta na errada percepção da factualidade provada e não provada por parte da Relação que suporta a sua decisão "em apenas seis factos”, entendendo a recorrente que "esses seis factos não podem ser apreciados descontextualizados dos restantes por desvirtuar a realidade em apreciação.” Concluindo a recorrente, tal como havia feito no seu recurso de revista, que "uma leitura atenta sobre os factos provados e não provados, com as pequenas alterações constantes dos pontos , , , , das Conclusões das Alegações de Recurso da Recorrente, não deveria, no nosso modesto entendimento levar o Tribunal da Relação a considerar que não existiu incumprimento do regime da residência alternada por parte do recorrido e de forma como bem refere a decisão de primeira instância.”  Também neste requerimento é manifesto que a recorrente centra a sua argumentação na errada valoração feita pela Relação da situação de facto em que se encontra a menor e os seus progenitores, o que configura afinal uma valoração puramente factual e não uma valoração jurídica.