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Importa, agora, então que o Tribunal se pronuncie sobre a impugnação da matéria de facto, fundada no alegado erro na apreciação da prova, entendendo o Recorrente/ Autor que, em face da prova produzida:  - A decisão da matéria de facto dos pontos 1, 15, 16, 17, 18 dos factos provados deve ser alterada; - A decisão da matéria de facto dos pontos 1, 2 e 19 dos factos julgados não provados deve ser alterada para provados.Aí ficaram mencionados como matéria de facto provada os seguintes factos:  " No dia 20 de Junho de 2016, cerca das 18h00, na Rua ..., freguesia de ..., do concelho de Fafe, ocorreu um acidente de viação;  ) 1 Accionou o pisca esquerdo e passou a circular ocupando parcialmente a via de trânsito dedicada ao trânsito de veículos em sentido contrário ao seu, com vista a contornar esse mesmo veículo e prosseguir viagem;   1 Quando estava em plena manobra de ultrapassagem do referido veiculo estacionado, é surpreendido pelo veículo do Autor, o , que, saindo de um portão de uma moradia que, para si, se localizava do lado esquerdo da via, se "lança” no seu caminho, inclinando o veículo para a direita com o intuito de passar a circular no sentido ascendente, contrário ao que levava o e cortando a marcha ao MB;  1 O Hélder ..) não teve tempo sequer de travar, tendo-se desviado o máximo que pôde para a direita, não logrando, no entanto, evitar o embate entre o canto esquerdo da frente do MB e o canto esquerdo frontal do ;  1 Acabando por empurrar o para trás e para a esquerda e imobilizando o MB a cerca de 6 metros do ;  Factos não provados    Com efeito, naquela data e local o veículo do A. encontrava-se parado, fora da faixa de rodagem, a aguardar oportunidade para entrar na aludida Rua ... com vista a seguir a direcção Rua da Ponte/Quinta da Marinha;   Sucede que, enquanto o veículo do A. se encontrava parado, como o veículo segurado na R, circulasse a velocidade excessiva para o local, cerca de 80/90 km/h, totalmente distraído ao trânsito, sem cuidado, perícia e destreza e em violação ao código da estrada;  1 O A. não tem capacidade financeira para suportar a reparação do veículo e nem capacidade financeira para comprar outro veículo;”O Recorrente não concorda com a decisão proferida sobre esses pontos da matéria de facto, alegando que os meios de prova produzidos nos autos que são os mesmos que o Tribunal Recorrido apontam em sentido diverso daquela que foi a decisão que aqui pretende pôr em causa.