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Seguindo a tese da inexistência jurídica ou equacionando a qualificação da nulidade absoluta, podemos concluir, perante tal vício, que tudo se passa como se a decisão de 2019 nunca tivesse sido proferida, o que se traduz em mais um argumento ponderoso no sentido do acerto da decisão de 201 Voltando ao objeto do recurso, o Apelante invoca a falta de citação, requerendo a anulação do processado, acabando por impugnar o despacho proferido no dia 201 Nos termos do disposto no artigo 19 do CPC de 1961 atual artigo 18 do CPC de, aplicável ex  do artigo , n. 1, da Lei 41/2013 de 26, «É nulo tudo o que se processe depois da petição inicial, salvando-se apenas esta: a) Quando o réu não tenha sido citado; b) Quando não tenha sido citado, logo no início do processo, o Ministério Público, nos casos em que deva intervir como parte principal.» Este preceito aplica-se com as necessárias adaptações ao processo executivo, ex  do artigo 44, n. 1, do CPC de 1961 atual artigo 55, n.. Pode-se falar em nulidade da citação, lato sensu, em duas circunstâncias distintas: quando ocorra a falta de citação, em que esta não foi realizada, nos termos do artigo 19 do CPC de 1961 artigo 188 do CPC de e aquela, em sentido estrito, em que não foram observadas as formalidades prescritas na lei, regulada no artigo 198 do citado diploma atualmente artigo 19).