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Jorge Seabra Sumário: . . .-RELATÓRIO Acordam no Tribunal da Relação do Porto: B, requereu perante a Notária , com Cartório Notarial em Amarante a abertura de inventário para separação de meações destinado a pôr termo ao acervo hereditário deixado por óbito de seu pai , no qual exerceu as funções de cabeça-de-casal a sua irmã E, que substituiu a viúva daquele F. No âmbito do referido inventário os ora recorrentes G e marido, H, reclamaram: da relação de bens, arguindo, desde logo, a nulidade da peritagem efectuada; da ultrapassagem de prazos e prosseguimento para a conferência preparatória; do reconhecimento de dívida sem aprovação de todos os interessados e da da acusação da falta de relacionamento de bens.Todas as referidas reclamações foram objecto de indeferimento por parte da Sr Notária.Interposto no recurso dessas decisões para o tribunal da respectiva comarca o Sr. juiz proferiu o seguinte despacho: "A questão a decidir-delimitada pelas conclusões da alegação dos apelantes arts 635, n 4 e 639, ns 1 e 3 do-é a seguinte:-Recorribilidade da decisão do notário que indeferiu a nulidade da perícia; que indeferiu a nulidade por ultrapassagem de prazos e decidiu prosseguir com a conferência preparatória; que reconheceu a dívida sem aprovação de todos os interessados; que indeferiu o relacionamento de bens e, finalmente, que indeferiu o pedido de esclarecimentos.