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Todavia, deixou de "ter trabalho designado para a sua função e sempre que solicitava informações para o desenvolver, não lhe eram fornecidos os dados da empresa para tal, o que a levavam, propositadamente, ao não cumprimento das suas funções”, tendo entrado "em baixa médica, por depressão” – cf., artigos 11 e 1 Nessa situação de baixa médica, deixou de auferir o salário mensal de 200,00 €, passando a auferir a quantia mensal de cerca de 700,00 €, sendo que anteriormente aquele salário de 200,00 € "era reforçado em cerca de € 500,00 quinhentos a € 700,00 setecentos mensais, originários da Real Seguros”, mas que, "logo após a separação, no início de 2017, esse montante proveniente da Real Seguros, não mais foi transferido para a sua conta, deduzindo a sua sustentabilidade ao montante de € 200,00 e duzentos ilíquidos”, não possuindo qualquer outro tipo de rendimento – cf., artigos 13, 18, 19 e 2  Em corroboração de tal alegada situação clínica, junta informação Médico-Psiquiátrica, datada de 16/05/2018, que alude a um seguimento desde 28/12/2018 será 2017, sendo evidente o lapso na indicação do, bem como Certificado de Incapacidade Temporária para o Trabalho, referente ao período de 10/05/2018 a 08/06/2018 – cf., documentos de fls.