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Aliás, só esta interpretação da norma é compatível com o artigo 7 do Decreto-Lei n. 553/80, de 31/07, que aprova o Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo, nos termos do qual, desde que preenchidos os requisitos aí previstos, aos docentes das escolas particulares que transitarem para o ensino público é contado o tempo de serviço prestado no ensino particular, estabelecendo-se assim um paralelismo entre todos os docentes do ensino particular e cooperativo, quer estes exerçam ou não a sua atividade no ensino universitário, assistindo, pois, razão à autora ao pretender que o período em que prestou serviço nos vários estabelecimentos de ensino superior descritos nos factos provados a, ou seja, durante o período de 1996 a 2006, conte para o efeito de progressão na estrutura remuneratória da carreira docente do ensino básico e secundário.