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188 a 196 dos autos em suporte físico, elencou a final as conclusões que ora se reproduzem: "CONCLUSÕES:  a) O presente recurso incide sobre a douta sentença que julgou procedente a impugnação em epígrafe, com a consequente anulação da  avaliação do imóvel urbano inscrito na matriz predial da freguesia de Abraveses sob o artigo n. 4657;  b) Estamos perante uma  avaliação de um imóvel urbano para habitação, desencadeada por impulso do impugnante uma vez que este não se conformou com o resultado da 1 avaliação do mesmo imóvel;  ) Está em causa o aumento da área bruta privativa detetado na 2 avaliação bem como a qualificação das varandas como área bruta dependente;  ) No dizer da decisão, ") quer seja por via da diferença verificada na área bruta privativa entre a 1 a 2 avaliações, quer seja por via do que deve ser considerado como área bruta dependente, a verdade é que se evidenciam dúvidas”;  e)Concluindo o Tribunal a quo que ") Já o mesmo não se pode afirmar quanto às áreas brutas privativa e dependente que são outros dos elementos que compõem o quadro de avaliação com vista à determinação do valor patrimonial, pelo que, nesta parte os atos de avaliação não se encontram devidamente fundamentados,”;  f) Com o devido respeito, não pode a Fazenda Pública conformar-se com o assim doutamente decidido, sendo nosso entendimento que, da factualidade e provas existentes nos autos e bem assim da aplicação do direito ao caso especificamente aplicável, nunca poderia a decisão ser aquela que agora se sindica;  g) Primeiramente, no entender da Fazenda Pública, não houve aproveitamento, por parte da douta sentença, do facto de ter existido uma avaliação direta  avaliação), com recurso a medição por parte dos peritos indicados pela AT, sendo tal medição efetuada em presença do impugnante que, no entanto, não concordou com a mesma;  h) Por outro lado, existe um desfasamento relativamente à área bruta privativa declarada pelo impugnante 308 ao participar à AT a conclusão da construção do imóvel, face ao valor apurado em sede de 2 avaliação 239,99 que inflacionaria o valor patrimonial tributário, tendo passado despercebido na douta sentença, mas que vem demonstrar por um lado, o cuidado emprestado à medição efetuada e, por outro, o descuido do impugnante no desfasamento das áreas declarado face ao valor reclamado;  ) A medição efetuada em sede de 2 avaliação veio mostrar que não foram respeitados os valores constantes das telas finais aprovadas pelo órgão competente, nomeadamente no que diz respeito às áreas brutas privativa e dependente que foram apuradas e que se revelaram superiores;  j) Enquadrado no regime de 2 avaliação, as áreas em questão foram devidamente medidas e atualizadas pela comissão de peritos designados pela AT para o efeito que, após proceder à análise da documentação anexa ao processo e da qual faziam parte as plantas dos edifícios e da implantação dos mesmos, se deslocaram ao local;  k) Esta medição direta contou com a presença do perito indicado pelo impugnante que, no caso em pareço, foi o construtor do imóvel;  ) Donde decorre que a medição foi efetuada no local, na presença dos peritos regionais nomeados pela Fazenda Pública, bem como o representante do impugnante e construtor do edifício, que prestou juramento ou compromisso de honra, nos termos do então n. 5 do art.