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fls 911 e 913 dos. . Um eventual dever de vigilância da Ré na execução das infraestruturas levadas a cabo pela Concessionária apenas lhe era exigível na fase de construção, findando com a abertura da autoestrada que ocorreu em 2005, se após a abertura daquela via o ruído sentido na habitação dos Autores sofreu um aumentou por força do trânsito rodoviário, o que não se concede, a responsabilidade de minimizar tal facto não cabe à Recorrente mas sim à Concessionária titular do direito de exploração da autoestrada. . No que diz respeito à colocação de barreiras de segurança junto da habitação dos Autores, cumpre dizer que essas barreiras sempre existiram. . Na verdade, e como resulta do relatório pericial de fls.