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Referiu, neste contexto, a credora Reclamante terem, por força do referido e em 10/9/2008, sido celebrados entre as herdeiras e a Insolvente novos contratos-promessa relativos a cada uma das moradias em causa sublinhado, bem como fixado o prazo de 90 dias para a celebração dos negócios definitivos de transmissão dos imóveis, prazo esse que, no entanto, no caso da quarta moradia ainda em construção, seria de 18 meses,  Salientou, nessa sequência, a credora que, não obstante, os respectivos herdeiros terem insistentemente solicitado a marcação das escrituras públicas em causa e inclusivamente enviado interpelações por carta registada não reclamadas pela Insolvente no sentido de resolverem os aludidos contratos-promessa, dúvidas não subsistiriam quanto a terem tais contratos sido definitivamente incumpridos pela insolvente, o que seria atestado pelo facto de o representante legal desta ter confessado àqueles não poder cumprir tais negócios em face da situação financeira difícil da Construtora ..., Lda., mais lhes dizendo que seria inútil apresentarem o supra-referido cheque de € 50000,00 a pagamento, uma vez que o mesmo não teria cobertura sublinhado e negrito.