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–Assim, sem conceder, caso viesse a ser entendido que o pacto de permanência está ferido de nulidade, o que não se aceita, mas apenas por mera cautela de patrocínio se concebe, a Recorrente teria de pagar/devolver ao Recorrido o montante retido de €257,85 quatro duzentos e cinquenta e sete euros e oitenta e cinco cêntimos) acrescida de juros de mora, à taxa anual de 4,00%, contabilizados desde 29-6-2018 e até efetivo e integral pagamento e nunca o montante de €011,5 WW.–No entender da Recorrente, insiste-se, pelos motivos aduzidos, o pacto de permanência formalizado entre Recorrente e Recorrido é válido pelo que deve, por um lado, a Recorrente ser absolvida por nada dever ao Recorrido considerando-se improcedente, na totalidade, o pedido do Recorrido, –Em face do exposto, deverá a decisão sob recurso ser totalmente revogada e, em consequência, ser a Recorrente absolvida considerando-se improcedente, na totalidade, o pedido do Recorrido.