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No caso dos autos o tribunal a quo entendeu e não vem questionado no presente que inexiste motivo para alterar a participação por igual de ambos os progenitores nas despesas da filha, tal como fora acordado em 201 Conforme resulta da matéria de facto provada, por ocasião do divórcio entre a Requerente e o Requerido, a 27 de Maio de 2015, foi homologado acordo de regulação, do qual constava que a guarda da menor seria partilhada, ficando a residir uma semana com cada um dos progenitores e metade das férias também com cada um, tendo sido fixadas as necessidades de alimentos da menor em €150,00, comparticipando os progenitores na proporção de €75,00 cada um; ficou ainda acordado que todas as despesas médicas, medicamentosas e escolares que a menor tivesse que despender seriam comparticipadas pelos dois progenitores, também na proporção de metade para cada um.