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18/2/e) do CIRE não deve ser imposta automaticamente, mas também se disse e concluiu – aspeto que o requerente não terá atentado devidamente – que, perante os problemas/dificuldades de prova do dano e principalmente de prova da relação de causalidade entre o comportamento ilícito dos administradores e o dano, a responsabilidade legislativamente consagrada tem justamente o propósito de tornar desnecessária a prova do dano que foi causado pelo comportamento ilícito da pessoa afetada; e, continuando-se na tarefa interpretativa, referiu-se que será atendendo e apreciando as circunstâncias do caso tudo o que está provado no processo: o que levou à qualificação e o que o afetado alegou provou em sua "defesa”) que o juiz pode/deve fixar as indemnizações em que condenará as pessoas afetadas, acrescentando-se ainda que, entre as circunstâncias com relevo para apreciar a proporcionalidade ou desproporcionalidade da indemnização a fixar, encontram-se os elementos factuais que revelam o grau de culpa e a gravidade da ilicitude da pessoa afetada da contribuição do comportamento da pessoa afetada para a criação ou agravamento da insolvência), mais estes os elementos respeitantes à gravidade da que aqueles os elementos respeitantes ao grau de, uma vez que, estando em causa uma insolvência culposa, o fator/grau de culpa da pessoa afetada não terá grande relevância como limitação do dever de indemnizar, sendo o fator/proporção em que o comportamento da pessoa afetada contribuiu para a insolvência que deve prevalecer na fixação da indemnização não se perdendo de vista, ainda se referiu, que a responsabilidade consagrada no art.