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Ora o que sucede é que, conforme bem salienta a Relação e não é sequer posto em causa pela recorrente, tal alegação relativamente aos termos da alteração pretendida, nem sequer consta das alegações:  "Ora, da conjugação dos pontos 1 a 7, e 13 das conclusões de recurso, e face ao que se refere na motivação, não pode este Tribunal inferir qual a redação que a recorrente entende ser a correta para os ditos pontos 2 e 15 dos factos provados, e muito menos porquê.”  Em face do exposto, contrariamente ao que defende a recorrente, não tinha a Relação que proceder ao convite a que alude o n 3 do artigo 639 do CPC – improcedendo assim, nesta parte as conclusões recursórias.