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Sucede que, in casu, atento o teor dos factos dados como provados na douta sentença recorrida – maxime o passado criminal do arguido, designadamente o facto de ter já sofrido condenações pela prática de crimes de condução de veículo em estado de embriaguez – o Tribunal a quo não podia aplicar a regra da substituição da pena curta de a prisão, por qualquer outra pena não privativa da liberdade, pois estas não acautelariam suficientemente as finalidades da punição, previstas no art 40, do CP de proteção dos bens jurídicos e de reintegração do agente na, mostrando-se concretamente exigida a execução da pena de prisão, de modo a prevenir o cometimento de futuros crimes.