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Respondendo, o assistente e demandante  e a demandante , vieram alegar, em síntese, que, atendendo à juventude do falecido, ao seu excelente estado de saúde, à sua atividade intensa, à utilidade da sua vida, quer familiar, quer profissional, quer no âmbito do apoio social desinteressado a terceiros, à esperança de vida e à culpa gravíssima e exclusiva da sinistrante, era equilibrado, por defeito, o valor de cem euros para indemnizar a perda do direito à vida, sublinhando depois que, atento o ingente desgosto dos pais pela perda abrupta, sem justificação do querido filho e atenta a sua idade, já que o sofrimento perdurará enquanto forem vivos, o montante de quarenta euros para compensar cada um é muito equilibrado e equitativo, e que o sofrimento da vítima, com a perceção de que ia morrer sem poder fazer nada, mais esclarecida ainda pelos seus conhecimentos na área do socorrismo e desencarceramento que praticava como bombeiro, são fundamentadores do valor fixado em trinta euros, sendo o mesmo de perfeita adequação.