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Aqui o herdeiro adquire bens de valor superior ao seu quinhão hereditário e por esse acréscimo paga um preço, por conseguinte trata-se de uma transmissão onerosa, fiscalmente tratada como tal artigo  n. 5 alínea e 1 n. 4 regra 1 ambos do Vai nesse sentido a posição defendida neste TCA Sul no acórdão proferido em 12/06/2014 no processo n. 06726/13, de que acolhemos e donde se transcreve parte do sumário: ")  A partilha da herança gera a cessação do estado de indivisão hereditária e de materialização dos bens de cada quinhão hereditário, retroagindo os seus efeitos ao momento da abertura da sucessão cfr.art.2119, do, assim se evitando quaisquer hiatos na titularidade das relações jurídicas que são objecto da sucessão.