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G.	Por conseguinte, e a propósito do Erro de Julgamento assacado pela Recorrente à Sentença recorrida, a Entidade Recorrida demonstrou que a questão delimitada no Recurso Jurisdicional é de simples apreensão, e prende-se com a interpretação muito própria e efectuada pela Recorrente no que diz respeito àquelas que são ou deveriam ser no seu as exigências concursais contempladas no Concurso Público em apreço, tratando-se esta de uma técnica do Concorrente preterido – já conhecida e censurada por este Venerando Tribunal Superior em Acórdão proferido em 102018, no âmbito do Processo n. 1025/12BESNT – para se erigir na posição de Entidade Adjudicante ainda que Autora do Concurso, e, por isso, melhor conhecedora dos interesses subjacentes à abertura do, de forma a acomodar o seu próprio interesse, quando, ainda, para mais, a questão se insere, porque de domínio técnico como bem entendeu o douto Tribunal a, na "zona discricionária” da Administração, onde o poder jurisdicional só se pode imiscuir em caso de erro "grave”, "grosseiro” e/ou "manifesto”, não tendo este sido invocado e/ou sequer demonstrado pela Recorrente conforme lhe competia nos termos das regras da distribuição do ónus da prova – conforme também reconhecido por este Venerando Tribunal Superior, em Acórdão proferido, em 102003, no âmbito do Processo n. 02647/9 H.	Neste sentido, bem andou o Tribunal a quo ao entender que só poderia aferir da existência de "erro manifesto por parte do júri do concurso” por a presente questão se encontrar inserida na "zona discricionária” da Administração – conforme decidido em situação semelhante em Acórdão proferido por este Venerando Tribunal Superior em 212006, no âmbito do Processo n. 01844/06 –, 	E ao decidir, nessa sequência, que atendendo a que de facto a Contra-Interessada apresentou plano de trabalhos discriminado, bem como de equipamentos factores constantes do critério de adjudicação), e que o Júri do Concurso os julgou suficiente para efeitos de pagamento do contrato de empreitada, aquando da execução do mesmo, e que não se vislumbrava qualquer "situação de erro grosseiro na consonância entre o plano de trabalhos e equipamentos e o plano de pagamentos”, então que seria de improceder a violação do caderno de encargos invocado pela Recorrente.