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Efetivamente, como pressuposto processual a legitimidade "exprime a relação entre a parte no processo e o objeto deste a pretensão ou e, portanto, a posição que a parte deve ter para que possa ocupar-se do pedido deduzindo-o ou contradizendo-o” havendo que aferir pela "titularidade dos interesses em jogo”, sendo que o interesse em demandar exprime-se "pela vantagem jurídica que resultará para o autor da procedência da ação” tendo-se em consideração o pedido e a causa de pedir nos termos em que as mesmas são configuradas pelo autor.2 	O Julgador a quo concluiu pela ilegitimidade dos autores sustentando a sua posição na seguinte fundamentação: "In casu, os autores invocam, como causa de pedir da pretensão deduzida, a celebração de um contrato de compra e venda de imóveis entre uma sociedade denominada GG - da qual o autor e o  réu foram sócios e que se encontra atualmente liquidada - e o  réu, alegando, ainda, factos tendentes à aquisição originária, por usucapião, por banda da GG, do prédio prometido vender cfr.