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Mas este consagrado Professor coimbrão vai mais longe e justifica a consagração deste timing, dizendo "que se o devedor possuía outros bens, a A. tinha o ónus de averiguar qual o valor deles e, caso concluísse que esse valor cobria o montante da dívida”, podia no caso de perigo sério de venda dos mesmos, sem o seu consentimento e o respectivo preço sonegado, "requerer imediatamente um arresto que evitasse a frustração do crédito de que era titular” Revista de Legislação e Jurisprudência, Ano n 128, páginas 252 e.  43- Conforme decidiu o STJ, no Acórdão de 30-10-2007, relatado por FONSECA RAMOS proc.