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O tribunal indeferiu o requerido por considerar que a menor prestou declarações para memória futura ao abrigo do disposto no art 271 do CPP, que tal procedimento tem por finalidade evitar que a depoente seja sucessivamente ao longo do procedimento criminal confrontada com a necessidade de reportar os factos que evidenciou e que constituem o seu objeto tendo o legislador assumido que tal repetição é, por regra, ofensiva do bem estar psíquico de quem prestou declarações e que por motivo que melhor se explicitará no acórdão a proferir nos autos em sede de fundamentação da decisão sobre a matéria de facto, que o desiderato pretendido pelo arguido com o requerimento em apreço não legitima o sacrifício de bem estar da menor BB decorrente da sua chamada a depor nesta audiência de julgamento.