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24) Ora, se considerarmos os 000 euros sentenciados e os 9 anos que o Tribunal a quo admite que ultrapassam o tempo que seria razoável para a duração do processo, temos 555 euros por ano, montante ostensivamente escasso, o todos os olhos e sob todos as hipóteses decisórias, para ressarcir o A., mesmo que nada do que alegámos, de facto e de direito, fosse procedente e se mantivessem os pressupostos da sentença {com exceção da errónea similitude entre casos que é:  é que, ainda assim, o Digno Tribunal a quo reconheceu que os danos morais comuns suportados pelo A. foram relativamente graves, mais graves que o normal, digamos assim, por força da importância da causa para o mesmo.