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FFF.– O Tribunal a quo imputou a responsabilidade pelo sucedido à BB com base na violação de "deveres de diligência exigíveis nas circunstâncias de abastecimento deste navio", fazendo, assim, uma amplíssima construção e admissão de tais deveres, erigindo obrigações alegadamente devidas pela BB no espetro contratual, obrigações a que, na verdade, se encontram ao invés adstritos a e o Mestre da embarcação, e que não são, sob perspetiva alguma factual ou jurídica, contratual ou extracontratual, subjetiva ou imputáveis à BB; GGG.– Ademais, o Tribunal a quo não fundamentou em termos bastantes o porquê da imposição desse mesmo dever à BB, sendo para o efeito manifestamente insuficiente pretender fundar a imposição de tal dever no simples exercício, por parte da BB, da atividade comercial de exploração do posto de combustível, como se resultasse presumida a ilicitude do seu comportamento e como se com base nessa circunstância fosse possível fundar a responsabilidade objetiva da BB.