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Por outro lado, tendo o Réu sido interpelado pelo Autor e pela Ré no sentido da retirada dessas infraestruturas, logo em 22 de abril de 2009 e também em 17 de julho de 2009, o Réu não deixou de reconhecer que a construção que licenciou para ser edificada no terreno que já tinha sido sua propriedade o lote 3, e para o qual veio depois a emitir licença de utilização, para habitação, contendia com as mesmas infraestruturas, e que se impunha o desvio do colector a sua desactivação para fora do terreno propriedade do Autor, para o que remeteu a resolução do assunto para a Ré por ofício datado de 2010, e posteriormente em outubro de 2012, a qual veio a efectuar um estudo para o efeito com a contabilização dos inerentes custos, que foi remetido ao Réu, em 21 de junho de 2011, e do que o Autor também foi notificado pela Ré por telecópia dessa mesma data, sendo que até à presente data, nada foi decidido, designadamente pelo Réu.