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OU SER JULGADA IMPROCEDENTE, POR NÃO PROVADA, A DOUTA PETIÇÃO INDEMNIZATÓRIA DE SÉRGIO ..., ABSOLVENDO ASSIM O ARGUIDO/RÉU DO PEDIDO.”» 3 Devendo ser revogada esta condenação cível do douto acórdão recorrido, pois por um lado não foi apurada a autoria do recorrente da factualidade vertida na douta acusação no NUIPC 16/10PLSnt – factualidade de 05/01/2018, por outro lado o alegado naquele pedido cível, deverá ser julgado totalmente improcedente por não provado, absolvendo assim o recorrente, o arguido Anito .... 3 Quanto à condenação do arguido Anito ..., o recorrente, no pagamento das restantes quantias indemnizatórias às pessoas Paulo ..., Emanuel ..., Carlos ..., José ..., José ..., Pedro ... e António ..., com o devido respeito, não se descortina os racionalmente os critérios subjacentes à determinação das quantias indemnizatórias decididas.