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Como abundantemente se alegou, e provou, acima- artigo 125 n1 do CPA, então em vigor, e, neste mesmo sentido, Dicionário dos Contratos Públicos, de Jorge Andrade da Silva, 2 ed, pág., pag 257 e; 4- A necessidade ou conveniência do prazo de 3 anos, nunca passou de facto ou circunstância só agora afirmado em 2 instância) sem contraditório e prova, pela Administração, nomeadamente através de ofícios, instruções ou ordens para que era material e hierarquicamente competente, antes, durante e até ao termo do contrato, como se conclui 5; 4- Ou seja, o Réu não prova que a tal presumida interpretação vinculante que sustenta 3 anos de duração do, além de imperativa e incontroversa face ao texto da lei já citada e aos factos em apreço, fosse acessível e transmitida ao órgão subordinado desde o início e até ao termo de execução do contrato, como uma instrução ou ordem da hierarquia competente.