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TRG, 9 de maio de 2019 Heitor Carvalho Amílcar Andrade  Conceição Bucho    Presume culposa a insolvência quando a gerência tiver "disposto de bens do devedor em proveito pessoal ou de terceiros” – al, "feito do crédito ou dos bens do devedor uso contrário ao interesse deste, em proveito pessoal ou de terceiros e em prejuízo da empresa” – al.- ou "incumprido em termos substanciais  obrigação de manter a contabilidade organizada, mantido uma contabilidade fictícia ou uma dupla contabilidade ou praticado irregularidade com prejuízo relevante para a compreensão da situação patrimonial e financeira do devedor”  Presume-se a existência de culpa grave quando os administradores, de direito ou de facto, do devedor que não seja uma pessoa singular tenham incumprido "a obrigação de elaborar as contas anuais, no prazo legal, de submetê-las à devida fiscalização ou de as depositar na conservatória do registo comercial”  Transcreve-se entre aspas algumas considerações expendidas sobre a matéria no recente acórdão desta Relação de 002019, proferido no processo 1826/10TBBCL-B do mesmo.