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No primeiro caso, o prazo de usucapião completar-se-ia em 2019; no segundo terminaria em janeiro de 202 Tal como não seria diferente se se entendesse que a ré "B, Lda” poderia beneficiar do efeito acelerador do registo, tendo-se presente que a sua posse se iniciou em 2004, o que significa que, neste caso, o prazo de usucapião, aqui de 15 anos, só se completaria em 201Prosseguindo, não pode deixar de se ter também em atenção que na sua alegação recursiva, a ré/recorrente sustentou que quem atuou sobre o terreno foi  e não os primeiros réus, donde se poderá extrair a conclusão de que à posse da recorrente, para efeitos de usucapião, se poderia juntar a anterior posse de  mantida desde 1961, invocando-se assim uma situação de acessão na posse prevista no art.