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O Tribunal a quo deveria ter considerado devidamente provado que «Logo após a celebração do negócio e o respetivo registo - Julho de 2001 -, a Recorrente executou e promoveu um conjunto de atos relacionados com o imóvel, atuando como seu dono, designadamente autorizou que os Primeiros Réus e o Senhor  se mantivessem a habitar o prédio durante 2 a 5 meses, efetuou visitas para efeitos de inspeção e conservação mais de uma vez por, realizou estudos com vista à análise da viabilidade da capacidade construtiva nos terrenos, requereu aos serviços do Município Recorrido uma planta testemunho e um pedido de informação urbana "PIU”), datados de setembro de 2001, solicitou outras plantas, trocou correspondência e realizou reuniões com diversos Departamentos e Divisões do Município do Município», revogando este segmento da decisão recorrida, mais concretamente o artigo 14 do elenco de Factos Não Provados, substituindo-o por outro que considere provada a factualidade acima descrita. )