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Assim, em caso de morte da vítima, tem direito a indemnização por dano patrimonial: a) Jure proprio, aqueles que podiam exigir alimentos ao lesado ou aqueles a quem o lesado os prestava no cumprimento de uma obrigação natural, podendo, portanto, incluir-se aqui o cônjuge, desde que este não seja o sucessor legítimo ou testamentário da vítima artigo 495 n 3 e, no que respeita ao cônjuge, artigo; b) Jure haereditario, os sucessores da vítima, legítimos ou testamentários são-lhes devidas as próprias despesas do funeral, se as fizeram artigos 495 n 1, 2024 e; ) Jure proprio, aqueles que fizeram despesas ou prestaram serviços para salvar a vítima, os hospitais, médicos ou outras pessoas, singulares ou coletivas, que tenham contribuído para o tratamento ou assistência da vítima artigo 495 ns 1 e; ) E acrescenta o mesmo autor que ‘no caso de morte do lesado, funcionam as regras da sucessão: a indemnização pelo dano patrimonial de que o de cujus era titular transmite-se com a herança’ fls., referindo ainda fls.