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Juíza a quo pronunciou-se dizendo que "a redacção dada ao ponto 4 da matéria de facto reporta-se à identificação do prédio urbano pertencente aos Réus, tal como consta do registo”, que "a presunção a que alude o artigo 7 do Código de Registo Predial se reporta apenas à existência, amplitude e titularidade do direito registado, dele se excluindo as áreas e as confrontações” e que inexiste "contradição, tendo o Tribunal julgado provada a situação de encrave do prédio dos Réus pontos 5, 6 e2, sem prejuízo das menções que constam do registo ponto, razão pela qual se julga improcedente a nulidade arguida”.