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Apreciou o tribunal recorrido, no despacho de admissão do recurso, das invocadas nulidades, que concluiu não se verificarem:  - a nulidade derivada da falta de adiamento da audiência, argumentando que o requerimento apresentado pela ré foi apreciado – foi decidido que, na falta de pedido de adiamento da diligência e de comprovação do alegado estado de doença da mandatária, inexistia fundamento para o adiamento tanto mais que a data da audiência fora designada com prévio acordo dos mandatários), e - a nulidade decorrente da falta de observância do contraditório quanto à requerida rectificação da sentença por ter sido proferida decisão antes de decorrido o prazo para que a ré se, argumentado que devendo presumir-se ter sido a ré notificada em 5/11/2018 da resposta ao recurso apresentada pelo autor e onde tal rectificação foi, terminaria o prazo para se pronunciar dez em 15/11/2018, sendo que o despacho foi proferido em 19/11/2018; aduz ainda que podendo a ré pronunciar-se mediante o pagamento de multa até 20/11/2018, não o fez, sendo que o despacho apenas em tal data lhe foi notificado, e sempre o exercício do contraditório seria acto desnecessário tanto mais que sempre à ré assistiria o direito de alegar perante o tribunal superior o que entendesse a respeito art.