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Como entende Jorge Lopes de Sousa, no seu CPPT, anotado e comentado,  edição, na anotação 9 ao artigo 1, é o critério do juiz que prevalece no que concerne a determinar quais as diligências que são úteis para o apuramento da verdade, sendo inevitável em tal determinação uma componente subjetiva, ligada à convicção do juiz; o que não significa que a necessidade da realização das diligências não possa ser controlada objetivamente, em face da sua real necessidade para o apuramento da verdade, em sede de recurso Jorge de Sousa, in CPPT anotado e comentado, páginas 168 e.  Mantém pertinência o decidido no Acórdão do STA, de 05/04/2000, no âmbito do processo n. 024713: "No processo judicial tributário vigora o princípio do inquisitório, o que significa que o Sr. Juiz não só pode, como também deve realizar todas as diligências que considere úteis ao apuramento da verdade.