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Um caso muito frequente de solidariedade activa é o dos depósitos bancários feitos em nome de duas ou mais pessoas vulgarmente designadas contas conjuntas ou, em que qualquer um dos depositantes fica com a faculdade de fazer levantamentos”1  E adquire relevância, por fim, a norma do artigo 51 do , com o seguinte teor:  "Nas relações entre si, presume-se que os devedores ou credores solidários comparticipam em partes iguais na dívida ou no crédito, sempre que da relação jurídica entre eles existente não resulte que são diferentes as suas partes, ou que um só deles deve suportar o encargo da dívida ou obter o benefício do crédito”1  É justamente aqui – na interpretação ou na definição do alcance desta última norma – que, como se viu, se localiza o dissenso entre as duas instâncias.