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Veio então a assistente, em 13 de janeiro de 2021, dizer que tinha manifestado, em tempo, a sua concordância com a aplicação aos autos da forma de processo sumaríssimo, nos termos enunciados no despacho do Ministério Público, mas requerendo que, no cumprimento do dever proposto para o arguido, se recorresse "à medida de proteção de teleassistência", juntando para o efeito cópia do requerimento que dera entrada em 19/11/202 ) Face a esse requerimento o Ministério Público proferiu, em 2/02/2021, o seguinte despacho: «) lido o requerimento da assistente facilmente se conclui que esta não concordou com a proposta do Ministério Público, designadamente no que toca à qualificação jurídica dos factos e à sanção proposta, pelo que, em todo o caso, sempre teria que proferir acusação, decidindo, por isso, nada haver a alterar ao despacho proferido a fls.