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Neste sentido vão igualmente Helena Gomes de Melo, João Vasconcelos Raposo, Luís Carvalho Batista, Manuel do Carmo Bargado, Ana Teresa Leal, Felicidade ’Oliveira, Poder Paternal e Responsabilidades Parentais,  edição, Quid Juris, 2010, págs.86-87, quando admitem a residência alternada desde que haja acordo dos progenitores, afirmando, "Para além de constituir uma solução excepcional, é, no nosso entender, pressuposto essencial a existência de acordo de ambos os progenitores quanto a esta questão.” Idêntica orientação expressa Tomé ’Almeida Ramião, O Regime Geral do Processo Tutelar Cível” Anotado e Comentado, Quid Juris, 2017,  Edição, págs.109, o qual na sequência da publicação da Lei n. 51/2012, de 5 de Setembro diploma legal que aprovou o Estatuto do Aluno e Ética, afirma a dado passo o seguinte: "Apesar disso, continuamos a entender que essa opção só se justifica desde que haja acordo dos pais nesse sentido, o qual é imprescindível, e desde que essa solução defenda os superiores interesses da criança.