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Pelo que, por força das regras da experiência comum temos que dar como provado que o trabalhador subiu ao telhado por sua livre e exclusiva vontade, sem ordens da Recorrente e declarar que os factos dados como provados sob as alíneas,,, e merecem o estatuto de não provados, sendo certo que, quem tinha a obrigação de fazer prova que o acidente se deveu à não observância das regras de segurança, era a autora e esta não o conseguiu, de acordo com a repartição do ónus da prova, nos termos dos artigos 341 e 342 do  30 - Mas mesmo que assim não se entenda, o que não se concebe, expressamente se refere que não se verifica nos presentes autos a responsabilidade agravada da Recorrente pois não se encontram preenchidos todos os requisitos necessários para a mesma ser demandada.