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Por outro lado, mostram-se manifestamente infundadas e inconcludentes as alegações da recorrente sobre a invocada desconsideração da expressa, legítima e soberana vontade da criança, e quanto à necessidade de audição dos menores nos processos relativos às responsabilidades parentais, porquanto se verifica que o Tribunal a quo considerou e valorou o resultado da audição da criança de forma rigorosa, acertada e absolutamente adequada, observando, assim, todas as disposições normativas invocadas e aplicáveis, quer as decorrentes de regulamentos da UE e de convenções internacionais vinculantes do Estado Português, quer as disposições da lei fundamental e do direito interno do Estado Português enunciadas pela recorrente nas correspondentes alegações da apelação.