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o acórdão recorrido diz o seguinte:    a vacuidade dos meios de prova produzidos não permite considerar que tenha decorrido da realização da ‘sobre-amortização’ de € 65000,00 pela ré SILCOGE  algum prejuízo para a referida ré, mesmo que decorrente da circunstância de ‘ter ficado sem a disponibilidade do referido capital’, nem, igualmente, qual o juro que, possivelmente, poderia ter sido perdido  deverá incluir-se na matéria de facto não provada, a seguinte referência: Não se provou que:) "- a  Ré tenha sofrido prejuízos pela actuação da autora consistentes nos juros vencidos e vincendos do valor de capital remanescente da satisfação de encargo bancário € 65000,00 x 8%/ano)”.