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No que concerne ao facto provado n. 19, tal com resulta da acta da continuação da assembleia de credores, de 13/10/2015: "Dada a palavra à credora O, pela mesma foi dito que se encontra disponível para renegociar o crédito desde que a empresa consiga provar que é viável e a viabilidade da exploração da mesma”; ou seja, tal renegociação não foi possível porque a Insolvente não foi capaz de provar a viabilidade da exploração da pedreira e, consequentemente, não foi aprovado o plano de insolvência; isto porque, remetendo para o facto provado n. 29, a Insoçlvente estava indigente e desesperadamente a tentar escondê-lo, facto do qual os Recorrentes tinham obrigatoriamente de ter conhecimento não só durante o processo de aprovação do plano de insolvência, mas ainda antes da sua apresentação a processo especial de revitalização, em 08/11/2014, pelo que o facto n. 19 foi correctamente considerado provado.