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artigos 63, n 3, e 63, ns 1 e 2, do P.Civil.No seguimento desta orientação é apenas uma a questão que importa apreciar e decidir: a)- saber se foi, ou não, correcta a subsunção do quadro factual que o tribunal recorrido deu como assente e que culminou com a improcedência da providência cautelar de arrolamento.- FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO O tribunal recorrido deu como assente a seguinte factualidade:  A requerente e o requerido casaram-se civilmente a 8 de Agosto de 2018, sem convenção antenupcial,  Por decisão proferida em 21 de Julho de 2021, não âmbito de processo de divórcio por mútuo consentimento, que correu termos na Conservatória do Registo Civil da , foi decretado o divórcio de requerente e requerido;  No âmbito do referido processo, os aqui requerente e requerido alegaram não terem bens comuns.O DIREITO Como se deixou dito é apenas uma a questão que vem colocada no recurso: a)- saber se foi, ou não, correcta a subsunção do quadro factual que o tribunal recorrido deu como assente e que culminou com a improcedência da providência cautelar de arrolamento.