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Ora, quanto a tal prognose, os credores comuns prejudicados alegam que não se vislumbram razões objectivas para que as entidades bancárias recebam a totalidade dos seus créditos e os demais créditos comuns sejam reduzidos a 25%, nos moldes acima transcritos, pelo que, desde logo, se terá de ter como verificada a situação prevista no citado artigo 21, n. 1, al.. Como se refere no Acórdão do STJ, de 03/03/2015, Processo n. 1480/10TYLS.LS1, disponível no respectivo sítio do itij, o plano de recuperação, que se impõe mesmo aos que o não aprovaram e mesmo aos que não participaram das negociações, cf.