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Ora, alegando o R. que inexiste qualquer processo por acidente em serviço reportado ao ano de 1996 e se, nos termos do probatório, não existe qualquer registo administrativo, seja nos arquivos da GNR, seja nos documentos de matrícula e/ou no processo individual do A., da instauração e instrução de um processo por acidente em serviço relativamente ao evento de 03/07/1996, compete ao A., que invoca a efetiva existência desse processo, que inclusivamente teria sido iniciado a seu requerimento, demonstrar que o processo existiu ou, pelo menos, que deveria ter, que foi instaurado e que nele foram realizadas diligências instrutórias a sua audição), por lhe incumbir o respetivo ónus da prova art.