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Nos presentes autos não se discute a validade do mandato conferido aos administradores da PDVSA nem os Tribunais Portugueses teriam competência para esse mas, isso sim, se, atendendo aos deveres que sobre si impendem no campo da prevenção e combate ao branqueamento de capitais e atendendo ao clausulado contratual em vigor entre as partes, o Novo Banco devia ter executado as ordens de transferência que lhe foram transmitidas – inexistindo, assim, qualquer incongruência na circunstância de o Novo Banco não colocar em causa a legitimidade dos representantes da PDVSA para efeitos de representação dos mandatários judiciais que patrocinam a sociedade nesta providência cautelar, tratar-se uma das testemunhas o Senhor que foi nomeado administrador da PDVSA por NM como se de um administrador da sociedade se tratasse e ao aceitar reunir com representantes da PDVSA.