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documentos 21, 22 e. Cumprida tal diligência no dia 10/04/2013, o gestor da DGU elaborou a informação n 1918/DMU/DGU-GZ2/2013, datada de 23/05/2013, em que anexou o levantamento topográfico realizado e alçados do muro, propondo documento: a)que perante o actual Regulamento Urbanístico RU, que substituiu entretanto o revogado, designadamente o constante do n 4 do seu art 16, actualmente o muro divisório de propriedade poderá ter uma altura máxima de 2,90m 40m + 0,50m), sendo os 40m permitidos no RU e os 0,50m o desnível entre o terreno da Autora e o terreno dos contra-interessados, pelo que aplicando o actual RU e porque a demolição é a ultima ratio, deve permitir-se que o muro de vedação tenha uma altura máxima de 2,90m contrariamente ao anterior RUETCU que só permitia 2,50m; b)que de acordo com o levantamento topográfico, o muro divisório tem, desde o seu coroamento até à cota da face superior da sapata, 3,45m a norte e 2,57m a sul desde o seu coroamento até à cota do terreno da autora ME; )que considerando o levantamento topográfico efectuado em que o muro em análise tem, desde o seu coroamento ate à face superior da sapata, 3,45 metros a norte e 2,57 metros a sul, para cumprimento da sentença do TAFC e tendo em conta o preconizado no n 4 do art 16 do RU, deve o muro divisório ser demolido em 0,55m 55 centímetros) a começar do norte início do lote numa extensão de 32,36 metros, ponto esse que define a intersecção das linhas da parte a demolir com a parte que respeita o regulamento.