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Apenas a Autora se pronunciou, o que fez por requerimento entrado em juízo em 13/02/2019, em que propugna pela não verificação daquela exceção, sustentando, nuclearmente, que a causa de pedir é à responsabilidade extracontratual das Rés e os danos que daí advieram para a Autora; que na relação jurídica constituída não intervém, a título principal ou acessória, qualquer entidade pública ou privada dotada ou investida de poderes públicos; que a Autora e Rés são entidades privadas e foi na esfera do direito comum que a relação material controvertida foi configurada e estruturada; que os pedidos que formulou de reconhecimento do seu direito de concessão dos transportes urbanos da área de e de condenação das Rés no reconhecimento desse direito são meramente instrumentais em relação aos pedidos por perdas e danos que formula nas alíneas, e do petitório e que tais pedidos não emergem, sequer têm subjacente, uma relação jurídica administrativa.