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Aboliu-se a necessidade de requerimento em tal sentido, precisou-se que a condenação será no montante dos créditos não satisfeitos e até às forças dos respectivos patrimónios, dispensou-se aí a alusão conexa ao pressuposto "contributo significativo” para a insolvência dado que este já resultava dos ns 1 e 2 do art e – sintomaticamente – abandonou-se, maxime no novo n 4, do art 189, a hipótese, antes contemplada no art 126-B do CPEREF, de que, verificados os pressupostos da responsabilidade, o tribunal fixasse, a requerimento nesse sentido, "apenas o montante do dano por eles causado se fosse considerado inferior”, assim nos parecendo que, tendo querido ser claro e assertivo e fechar a porta a quaisquer outros exercícios jurídicos, foi sua intenção que à indemnização nos termos mais severos mas mais eficazes há sempre lugar em função da insolvência de que o gerente é considerado sempre culpado e, portanto, que esta não depende nem se mede e não se pelo dano menor ou causado pela conduta específica relevante mas pelos créditos globalmente não satisfeitos em resultado daquela situação, conforme previsto na alínea.