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No seu entender, o despacho viola o regime relativo à reparação dos danos emergentes de acidentes de trabalho dos praticantes desportivos profissionais em vigor e concretamente aplicável ao acidente em causa nos presentes autos, bem assim o disposto nos artigos 61, n. 2 e 61, ns 1 e 3, que, "no caso concreto, obrigam o Tribunal a quo a corrigir, a todo o tempo, o lapso manifesto da sentença, detetado e reconhecido pelo Tribunal a quo, que não, se tendo apercebido do facto de o acidente de trabalho ter ocorrido a 002011 e, por isso, já em momento em que era aplicável a Lei n. 27/2011), acabou por aplicar a lei n. 8/200” Defende que o despacho "deve ser revogado e substituído por outro que, para além de reconhecer o lapso manifesto, por razões de justiça material e em cumprimento das normas supra citadas, o corrija nos termos requeridos pela seguradora Apelante, determinando que o Sinistrado apenas tinha direito a uma pensão por IPATH até à data em que perfizesse os 35 anos e que a partir daí apenas passou a ter direito a uma pensão, obrigatoriamente remível, pela IPP de 15% e, bem assim, que os valores indevidamente recebidos a título de pensão por IPATH desde a data em que o sinistrado/Apelado atingiu aquele limite de idade são superiores aos devidos pela remição da pensão anual devida a partir dessa data, tendo em conta a IPP de 15%.”.