Legal Document Excerpt:

e A. T. e a R. R. N. e, muito menos, do mesmo retirar um reconhecimento destas três intervenientes processuais de um direito de propriedade de J. N.; - Mesmo que se entendesse que os Recorridos e A. T. não quiseram adquirir a propriedade do imóvel à Recorrida R. N., a verdade é que deste documento não se retira que esta não o quis de facto vender àqueles; - A Recorrida R. N. não é parte do documento que o Recorrente lança mão, pelo que este não a vincula nem se assume, como nunca se poderia assumir, como uma sua confissão, escrita ou não; - O documento ora junto também não abala a transmissão de propriedade para a Recorrida R. N., que ocorreu em 1986, uma vez que não se refere a ele nem ao título de aquisição da propriedade desta; - Se é certo que a transmissão de propriedade para a Recorrida R. N. não é abalada por este documento, será inevitável concluir o mesmo também não é apto a atestar que a propriedade do imóvel cabia a J. N., nem que este direito lhe adveio por via de uma posse que se manteria desde 1965; - O documento que o Recorrente agora pretende fazer uso para reabrir a instância, não mostra, só por si, ter capacidade para demonstrar ou infirmar factos relevantes ao conhecimento da causa, mormente e como alegado na douta petição inicial, que, desde 1965, o extinto J. N. detinha posse boa para usucapião; - Faltando os requisitos da suficiência e da novidade ao documento ora junto, ínsitos na al.