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Essencialmente, todos assentam na circunstância de o A utilizar a arguição da nulidade, que defendem não existir, para poder dizer que está em tempo, quando o que alega sempre seria caso de vício de anulabilidade, arguível em três meses, e o A vir em 2013 impugnar o ato administrativo de 03/03/2010, - e actos consequentes – publicitado e de que foi pessoalmente notificado em 24/03/2010, bem como normas do procedimento concursal aberto em 2009, com violação do prazo de 3 meses, estabelecido no artigo 58-2-n), CPTA, a que adiciona um pedido de condenação em indemnização por danos morais e patrimoniais.