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2) Fundamentação: erro de julgamento, aplicação do direito aos factos/normas jurídicas violadas/ sentido em que deveriam ter sido interpretadas e aplicadas: O douto despacho recorrido decidiu o seguinte: "Face ao teor da pronúncia do agente de execução, que expressamente reconhece excesso de penhora, existindo um valor em dívida cuja liquidação é discutida e não sendo este o momento de apurar a liquidação final mas de apreciar oficiosamente da penhora, entende-se adequado o declarado à finalidade da cobrança executiva, determinando-se a subsistência da penhora de imóvel nos termos da pronúncia do AE.” 3) Em 02/04/2018, o ora recorrente foi notificado do auto de penhora elaborado pelo Agente de Execução, do qual consta a penhora de três imóveis do mesmo, com o valor patrimonial global de 11070,19€, sendo certo que, a quantia em dívida se cifrava 2597,91€ cfr.