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H. Da análise do Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, cuja tese é seguida pelo Acórdão do TR de  .02018, o que efetivamente resulta é que a quota-parte da responsabilidade dos executados, corresponderá a 152,59/1000 do total coberto pelahipoteca de 30000,00, incluindo capital, juros de três anos, e despesas – apurando-se a quantia total a pagar pelos executados à Recorrente, uma vez que se mantém agarantia correspondente à fração de 152,59/1000 15,25%) do montante máximogarantido de 30000,00, incluindo o capital, juros de três anos, e despesas - ou seja, na senda do Acórdão do STJ, o cálculo a efetuar no caso subjudice, corresponderá à seguinte fórmula: € 30000,00x152,59/1000 – absolutamente contrária à adoptada pelas decisões proferidas pelo tribunal a quo e que interpretaram o acórdão do TRG de  .0201 Ao acolher a argumentação, ainda que de forma não expressa, de que a responsabilidade dos Executados foi apurada de forma correta, e ao confirmar a decisão proferida pela  instância, o acórdão recorrido entra em contradição com a decisão proferida no Acórdão fundamento, pelo que deverá a referida questão ser objeto de prolação de acórdão, crendo desde já a ora Recorrente que outro entendimento não se possa ter senão ser revogada a decisão recorrida substituindo-se por outra em que seja ordenado o prosseguimento da execução a quo, para pagamento da quota-parte respeitante às frações dos executados, atenta a sua permilagem, calculada nos termos supra expostos.