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- No caso em apreço, conforme documento n. 5 junto com a PI, não só o âmbito da procuração emitida por JAM a favor da oponente estava bem definido, como nela ficou consignada a prévia obtenção, por escrito, da autorização da gerência, sempre que possível, para a prática dos atos nela discriminados, de acordo com o estipulado no n 3 – "às procuradoras não é permitida a prática de quaisquer actos fora dos limites previstos na presente procuração, bem como a prática de quaisquer actos de favor, como fianças, abonações e vales, ao actos consigo próprios ou em seu próprio benefício, ficando vinculadas a obter previamente, e sempre que possível por escrito, autorização da gerência para a prática de cada acto em concreto.”  E - A divergência da FP com a presente decisão, centra-se no facto de a Administração Tributária ter logrado recolher prova, nomeadamente documental numa matéria de difícil comprovação como é a da gerência de na qual fundamenta o extravasar, pela oponente, dos poderes que lhe foram conferidos por procuração – que, como bem faz notar a Meritíssima Juíza, a pág.