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Do reenvio prejudicial ao Tribunal de Justiça da União Europeia "TJUE”)  4 Caso se entenda que o acima exposto não procede, por si só, o que não se concede e apenas se admite por mera cautela de raciocínio, requer-se, ao abrigo do disposto no artigo 26 do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, seja processado reenvio prejudicial para o TJUE, formulando-se, nesse contexto, a seguinte questão: - O artigo , número 3, da Diretiva 89/665/CEE do Conselho, de 21 de dezembro de 1989, na redação que lhe foi conferida pela Diretiva 2007/66/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de dezembro de 2007, deve ser interpretado no sentido de que obsta a que as Autoridades Adjudicantes de um determinado Estado-Membro, tendo em vista ultrapassar os efeitos decorrentes da suspensão automática do ato de adjudicação impugnado, recorram ao lançamento de procedimentos por negociação sem publicação prévia de anúncio, designadamente ao abrigo da alínea do número 2 do artigo 3 da Diretiva 2014/24/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de fevereiro de 2014, com idêntico objeto ao do procedimento cujo ato de adjudicação foi automaticamente suspenso, temporalmente subordinado ao prazo de duração da suspensão automática do ato de adjudicação e com convite a uma única entidade, in casu, ao Adjudicatário da adjudicação impugnada?