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Inconformada, veio a Ré Seguradora, aos 102019, recorrer, tendo formulado as seguintes conclusões: "Dos factos provados nos autos sob os ns 1, 3 a 10, inclusive, e 12 a 21, inclusive, maxime "1 Na máquina são visíveis os dísticos que proíbem a introdução das mãos dos trabalhadores no interior da máquina, máxime na zona da sua guilhotina.”, "O autor sabia que, em caso algum, devia colocar a mão e dedos na zona da sua guilhotina, bem como que para aceder ao interior da mesma devia fazê-lo pela sua parte frontal e não pela sua parte lateral, para isso tendo recebido expressa formação.”, "2 Apesar do sinal colocado na máquina a proibir a introdução da mão no interior da máquina, e sem antes parar a máquina no botão destinado a esse efeito, partindo da inexistência de ordem de acionamento do corte, o autor acedeu ao interior da máquina pela sua parte lateral entrando com os dedos na zona da guilhotina.” e 1 Tendo, nesse preciso momento, sido atingido pela guilhotina da máquina no segundo dedo da mão direita sem que nada o fizesse prever.” resulta de forma clara e suficiente a violação, com negligência grosseira e causal do sinistro, pelo autor de regras de segurança dadas pela respectiva entidade patronal, pelo que o fundamento para descaracterizar o acidente como de trabalho previsto no supra citado art 14/1, al.