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e 134 a 13 Ora, neste ponto, importa ter presentes as considerações – que são perfeitamente aplicáveis ao caso presente – expendidas no Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 02-12-2013 processo 2138/01TJLSB.LS1, relatora MARIA DOS PRAZERES PIZARRO: "O Supremo Tribunal de Justiça já por diversas vezes observou que cumpre a quem invoca o direito a ser indemnizado por benfeitorias o ónus de alegar e provar factos que permitam considerar preenchidos os requisitos de umas e outras; ónus esse que, no caso de se tratar de benfeitorias necessárias, implica a alegação e prova de que se tratava de obras indispensáveis à conservação da coisa, nos termos em que o n 3 do artigo 216 do Código Civil a define: perda, destruição ou deterioração da coisa.