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Esquece, porém, a arguida/recorrente que é a própria assistente/demandante a indicar, no seu pedido de indemnização , que "recentemente, após tal consumação, a Assistente conseguiu tornar-se proprietária da identificada sociedade ......, que indirectamente detém o imóvel, o que fez unicamente através dos seus meios e tendo de despender várias quantias” fls.. Não existe prova documental dessa aquisição da "......", mas tal alegação mostra-se conforme à circunstância de a assistente ter logrado, já após a consumação dos factos, ter a disponibilidade do imóvel para o conseguir arrendar em Março de 201 Tal facto não significa, por conseguinte, que o prejuízo patrimonial não se tenha verificado, nos termos dados como provados no acórdão recorrido, ainda que, por via do alegado acesso à propriedade da "......”, a assistente/demandada tenha alcançado a disponibilidade do imóvel em causa – já depois da consumação dos factos, entenda-se – e, por razões que melhor conhecerá porventura resultantes das condições financeiras em que logrou obter a "......”), tenha entendido restringir o montante do pedido de indemnização formulado nos autos.