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Acordam no Tribunal da Relação do Porto 2 Secção): – RELATÓRIO R, veio requerer a declaração de insolvência de F,  Alegando, em síntese: no ano de 1991, a requerente emprestou a requerido a quantia de 700000$00 37086,00 €), para cujo pagamento emitiu três cheques; a 3 de fevereiro de 1992, instaurou ação executiva contra o requerido, execução que veio a ser declarada interrompida a 5 de junho de 2006; posteriormente, a requerente veio a instaurar nova execução contra o requerido, execução que veio a terminar sem que a requerente lograsse obter pagamento da quantia exequenda, por não se encontrarem bens penhoráveis ao requerido, isto numa altura em que a dívida da requerente ascendia a 95885,64 €; o requerido deve ainda à CCAM de Caldas da Rainha quantia não inferior a 23000,00 €; o requerido está impossibilitado de cumprir as suas obrigações vencidas; o requerido não tem qualquer outro património, com exceção do direito e ação à herança aberta por óbito do seu pai,  A ...) , hoje desprovida de qualquer bem mas que, em face da sentença proferida no proc.