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O Tribunal da Relação do Porto fundamentou da seguinte forma a pena conjunta a aplicar ao arguido:   «O acórdão proferido pelo Tribunal a quo condenou, para além do mais, AA pela prática, em concurso efetivo, de dez crimes de recetação nas penas parcelares de 1 ano e 8 meses de prisão por cada um, de 25 crimes de falsificação de documento qualificado, p. e p. pelo artigo 256, ns 1, alínea e 3, do Código Penal nas penas parcelares de 1 ano e 10 meses de prisão por cada, de 17 crimes de falsificação de documento qualificado, p. e p. pelo artigo 256, ns 1, alínea e 3, do Código Penal nas penas parcelares de 1 ano e 8 meses de prisão por cada, de 5 crimes de falsificação de documento simples, p. e p. pelo artigo 256, n1, alínea, do referido Código nas penas parcelares de 1 ano e 6 meses de prisão por cada, de 2 crimes de falsificação de documento simples, p. e p. pelo artigo 256, n.1, alínea, do aludido diploma legal nas penas parcelares de 1 ano e 4 meses de prisão) e de um crime de falsificação de documento agravado, em coautoria com BB, na pena de 1 ano e 6 meses de prisão, e na pena única de 8 anos de prisão.