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De todo o modo, sempre se acrescenta que tendo a medida cautelar aplicada nestes autos sido decidida em 27/11/2020, pelo período de seis meses, com respectiva execução iniciada apenas em 29/12/2020, bem como sido revista em 19/04/2021, ou seja menos de três meses após ter sido confirmada por acórdão proferido neste Tribunal da Relação de Évora em 25/02/2021, pacificamente transitado em julgado a 16/03/2021, no âmbito do recurso que tramitou no apenso), não olvidando, ademais, que no dia 01/07/2021 foi aplicada medida definitiva de acolhimento residencial a favor da pelo período de 14 meses, a rever semestralmente, impugnada por via do presente recurso, ao qual, todavia, foi e, fixado efeito meramente devolutivo, percebemos por confronto com o disposto nos artigo 3, n.s 1 e 3 e 6, ns 1 e 3, e 6, ambos da LPCJP, não ter, também no tocante a esta questão, incorrido o Tribunal recorrido na violação a que aludiu a Apelante consubstanciada no período temporal excessivo da medida cautelar aplicada a favor da.