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Ora, cabe começar por dizer que o  P. alegou na sua petição – intentada ainda ao abrigo da lei anterior – que deveriam ser nomeados: tutora, a filha mais velha,; protutor, o filho A; e vogais, os netos 9 e H. Porém, se, como visto, na sentença foi nomeada como acompanhante do beneficiário aquela sua filha mais velha,, com poderes gerais de representação do mesmo, já foram designados como vogais do conselho de família os outros filhos do beneficiário, a desempenhar, outrossim, as funções de e A. Quer dizer, a designação incidiu sobre os três filhos do beneficiário, desde a filha mais velha à mais nova, apenas não tendo sido contemplada na nomeação a esposa do beneficiário, a aqui Recorrente, a quem se reportam os três primeiros pontos que a mesma pretende ver aditados ao quadro fáctico provado.