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não numeradas do processo administrativo», não tendo colocado em causa - nem sendo esta a sede nem a altura apropriadas para o fazer – os factos assentes, nem o conteúdo das mencionadas faturas, que conhece perfeitamente; J)	No Relatório da Inspeção Tributária esclarece-se que: «As prestações de serviços adquiridas não foram utilizadas para a realização das prestações de serviços tributáveis efetuadas pelo Sujeito Passivo, não podendo assim ser deduzido o imposto suportado na sua aquisição», bem como «Os princípios gerais subjacentes ao exercício do direito à dedução do IVA suportado pelos Sujeitos Passivos do imposto estão previstos nos artigos 1 e 2 do CIVA, daí resultando, que para ser dedutível o IVA suportado nas aquisições de bens e serviços, estas devem ter uma relação direta e imediata com as operações a jusante, que conferem esse direito, o que não sucedeu com as operações analisadas e identificadas neste ponto , que totalizam € 009,24 de IVA, infringindo assim o disposto do n. 1 do artigo 2 do CIVA», sendo que o citado artigo 2 do CIVA estabelece as «Operações que conferem o direito à dedução» e o artigo 1 as condições em que ocorre o «Direito à dedução»; K)	Por sua vez, o Tribunal a quo determinou que «analisando-se as faturas n. 1-23100074 e n. 1-23100075, indicadas em da fundamentação de facto, constata-se que as mesmas não contêm o montante de IVA devido pela execução da prestação em causa, nem a respetiva taxa.