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Neste domínio, observa-se que a apelante/ré, nas respectivas conclusões, defende, no essencial, o seguinte:  ) Perante a aproximação de um veículo em contramão, o condutor do LH deveria, além de alertar o outro condutor por sinais luminosos e sonoros, ter reduzido a velocidade ou imobilizado o seu veículo e encostar-se o mais possível à sua direita, de modo a deixar livre o máximo espaço possível na via que permitisse a passagem do outro veículo conclusão  das alegações); ) Inversamente, o condutor do LH o autor F. N.), não obstante ter feito sinais luminosos e sonoros, não só não abrandou nem encostou o mais possível à sua direita como, pelo contrário, acelerou e guinou totalmente para a sua esquerda, ocupando a faixa contrária conclusão  das alegações); ) O condutor do QQ, ainda que corrigindo a sua trajetória, encontrou a sua faixa de rodagem ocupada pelo LH e ficou sem qualquer espaço para passar, não podendo evitar o acidente conclusão  das alegações); ) O condutor do QQ foi surpreendido pela manobra do LH, de tal modo que travou, deixando rastos dessa travagem no pavimento, como consta do auto de ocorrência conclusão  das alegações); ) O acidente só aconteceu pela sua manifesta imperícia e falta de senso comum, ao realizar a manobra temerária que realizou; ) O excesso de velocidade do veículo QQ não foi a causa do acidente dos autos.