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Tal implica, conforme se esclarece no acórdão deste mesmo TRE de 22/2/201813, que "se comparem os termos e prazos de pagamento dos créditos nas duas situações em apreciação, isto é, em que medida e quando serão ressarcidos dos seus créditos em execução do plano de recuperação e na ausência de plano.”  Considerou-se na decisão que o desfavor da situação dos credores comuns –excluindo os contemplados com a dação em pagamento- em relação àquela que resulta da aplicação do plano radicava na possibilidade de obterem de imediato a satisfação dos seus créditos, "porquanto, a Requerente possuirá meios financeiros para assegurar o pagamento das dívidas a clientes, nomeadamente através de dações em pagamento e compensações de créditos” é nosso o. Ora, vistos os elementos constantes dos autos, não se vê que tal afirmação de base factual – ainda que a sua formulação indicie alguma incerteza – neles encontre qualquer suporte.