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Assim, pede que seja: a) O Autor-reconvindo condenado a reconhecer que, com início em 1994 e término em 1 de Março de 2019, as partes viveram em união de facto, em condições análogas às dos cônjuges, bem como reconhecer a dissolução da união de facto entre Autor e Ré; b) Declarada a Ré como legitima proprietária de ½ indivisa do prédio misto em causa e cancelado o registo do prédio misto em nome exclusivo do Autor; Subsidiariamente, invoca que as partes compartilhavam as responsabilidades financeiras familiares e as despesas com o património que foi adquirido em comunhão de vida, sendo que a Ré trabalhava e recebia dinheiro do ex-marido e que, se o pedido do Autor fosse atendido ocorreria enriquecimento do Autor à custa da Ré, cabendo a esta receber:  Metade do valor pago de prestações pelo empréstimo contraído para a aquisição do imóvel, ascendo a cerca de 2000,00€ vinte e cinco;  Metade dos valores pagos com as obras de beneficiação e reparação, com a aquisição do recheio;  2000,00€ entregue pela Ré ao Autor antes da escritura.