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Sem conceder,   Ainda se conclui que o Digno Tribunal de 1 instância julgou correctamente ao decidir no douto despacho saneador e, bem assim, na douta sentença recorrida, a sua competência em relação à matéria, fazendo uma correcta aplicação do disposto no Artigo 64 do CPC, face ao disposto no artigo 212, n. 3 da Constituição da República Portuguesa, Artigo 26 da Lei de Organização e Funcionamento dos Tribunais Judiciais, aprovada pela lei n. 52/2008 de 28 de Agosto e do Artigo 40 da Lei da Organização do Sistema Judiciário, aprovada pela Lei 62/2013, de 26 de Agosto, uma vez que face às referidas normas não se vislumbra que a presente acção entre dois sujeitos de direito privado, numa relação de direito privado comum, na qual não foram aplicadas normas de direito público, esteja atribuída a outra ordem jurisdicional e, assim, excluída da norma de competência residual do mencionado artigo 64 do CPC.