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ACORDAM OS JUÍZES QUE INTEGRAM A SECÇÃO CRIMINAL DO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE ÉVORA RELATÓRIO A arguida VLPA foi submetida a julgamento e no final do mesmo foi proferida sentença contendo o seguinte dispositivo: "Nos termos e pelos fundamentos expostos, o Tribunal julga procedente a douta acusação e, consequentemente, decide: a)	Condenar a arguida pela prática de crime de abuso de confiança, p. e p. pelo artigo 20, n. 1 do Código Penal, a pena de 200 dias de multa; b)	Condenar a arguida pela prática de crime de falsidade informática, p. e p. pelo artigo , n.s 1 e 2 da Lei 109/2009, a pena de 1 ano e 2 meses de prisão; )	Condenar a arguida pela prática de crime burla informática agravada, p. e p. pelo artigo 22, n.s 1 e 5 do Código Penal, a pena de 200 dias de multa; )	Condenar a arguida pela prática de crime de falsificação de documento, p. e p. pelo artigo 25, n.s 1 alínea, e do Código Penal, a pena de 120 cento e dias de multa; e)	Suspender a pena de prisão que lhe vai aplicada em pelo período de 1 ano e 2 meses de prisão; f)	Em cúmulo Jurídico das penas aplicadas em, e, nos termos do disposto no artigo 7 do Código Penal, condenar a arguida na pena única de 420 quatrocentos e dias de multa, à taxa diária de €5,00 cinco, num total de €2100,00 dois e cem; g)	Julgar o pedido de indemnização parcialmente procedente em consequência condenar a arguida o pagar à demandante a quantia de €1281,14 dezasseis , duzentos e oitenta e um euros e catorze cêntimos) a título de danos patrimoniais, acrescido de juros legais, à taxa legal de 4%, contados desde a notificação do pedido de indemnização até efectivo e integral pagamento; h)	Declarar perdida a favor do Estado a quantia de €1281,14, correspondente à vantagem patrimonial obtida pela prática do ilícito, condenando-se a arguida a pagar tal quantia ao Estado, ao abrigo do disposto no artigo 11, n. 1 alínea e n. 4 do Código Penal. )