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Dito de outro modo, tal direito pessoal de gozo não é um direito "inerente”, ou seja, um direito que siga a coisa, de forma a ser oponível a qualquer adquirente dela - como o direito do arrendatário )Impõe-se assim concluir que o tribunal, no caso de o embargante invocar um contrato de comodato sujeito a prazo, deve indeferir  ”in limine” os respectivos embargos de  terceiro Apreensão de Bens em Processo Executivo e Oposição  de Terceiro Almedina,2001 pp.192 e J. Andrade Mesquita defende que, não estando os terceiros vinculados a realizar o direito do comodatário, o contrato de comodato cessa caso o direito com base no qual foi constituído seja transferido para terceiro Direitos Pessoais de Gozo pp.163 e Em consonância com este entendimento, sendo inaplicável  ao comodato  a disciplina do art.