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É, pois, a ponderação desse interesse que nos leva a decidir que a menor permaneça em Portugal, a viver com a sua mãe com quem, aliás, foi judicialmente fixada a sua residência, e a avó materna, em ambiente securizante caracterizado pela estabilidade emocional e psicológica e que seguramente será o melhor para o seu desenvolvimento harmonioso.Destarte, procedem as conclusões formuladas pela recorrente e, com elas, o respectivo recurso.-DECISÃO Pelos fundamentos acima expostos, acordam os Juízes deste Tribunal da Relação em julgar a apelação interposta procedente por provada e, consequentemente, revoga-se a decisão recorrida, não se ordenando o regresso da menor B... ao Reino Unido por se considerar preenchida a previsão do artigo 1, al.