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Em segundo lugar, não estando em causa uma situação de responsabilidade objetiva ou pelo risco, pode-se também concluir que a dita presunção de ilicitude e de culpa é uma presunção ilidível ou iuris tantum, que pode ser excluída por parte do obrigado à vigilância da coisa - e a quem cabe o respetivo ónus de prova artigo 342, n 2 e 350, n 2, ambos do- incumbindo-lhe, assim, neste contexto, demonstrar que nenhuma culpa houve da sua parte, ou seja, demonstrar uma situação de força maior, em que mesmo cumprindo os seus deveres de vigilância e guarda sobre a coisa, o dano sempre se produziria por emergir de um facto natural ou humano que, ainda que previsível, não poderia ser evitado, nem em si mesmo, nem nas suas consequências.4 Seguindo o Ac.