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do Tribunal Constitucional 198/2004 de 24/03/2004, R. Série, de 02/06/2004 Resulta assim claro que o preceituado no art 127 CPP deve ter-se por cumprido, sempre que a convicção a que o Tribunal de julgamento chegou, se mostra objecto de um procedimento de valoração, lógico e coerente, com motivação bastante, onde não se vislumbre qualquer assomo de arbítrio na apreciação da prova, considerando que o objecto da prova tanto inclui os factos probandos prova como factos diversos do tema de prova, mas que permitam, com o auxilio das regras de experiência, uma ilação quanto a estes prova indirecta ou indiciária), o que já vimos, sucede no caso presente.