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Admitido o recurso, os Recorrentes apresentaram as suas alegações, que finalizaram nos termos que seguem: «1) Conforme consta dos autos, os Recorrentes apresentaram a sua Petição Inicial, nos termos do disposto nos artigos 204 e seguintes do CPPT, alegando o que acima se transcreveu; 2) Citada, a Fazenda Pública apresentou a sua contestação; 3) Os Oponentes apresentaram alegações escritas, nas quais reafirmaram o entendimento vertido na sua p.; 4) Foi emitido parecer pelo Digníssimo Magistrado do P; 5) Por Sentença de fls., a Meritíssima Juiz do Tribunal "a quo” decidiu o acima transcrito; 6) Entendem os Oponentes que a coligação dos Oponentes é legal, pois, as partes são as mesmas, os impostos são os mesmos e o período das alegadas dívidas são as mesmas; 7) Deve ser revogada a decisão recorrida, com todas as consequências legais daí resultantes, o que, desde já, e aqui se requer, com todas as consequências legais daí resultantes; 8) Mesmo que a Meritíssima Juiz entendesse que não estavam verificados os requisitos da coligação, não poderia mesmo assim decidir como decidiu, nomeadamente decidir pela absolvição da instância; 9) Nos termos do art 31-A do CPC, se a coligação não puder ocorrer de acordo com o art 30, deve o juiz notificar os autores para, no prazo fixado, indicarem por acordo qual o pedido que pretendem ver apreciado no processo, sob cominação de, não o fazendo, o réu ser absolvido da instância quanto a todos eles.