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A factualidade provada não permite a condenação do Apelante a pagar à A. a quantia de 3000,00€ trinta, a título de capital, para além dos juros vencidos, desde a citação, e vincendos, até efetivo e integral pagamento; B. Entende o Apelante, com o salvo devido respeito, que a sentença não julgou correctamente os factos  a , 1, 1, 1 a 2, 2 e 2 constantes da Fundamentação de Facto, não devendo ter sido estes considerados provados; Em face da não produção de prova escrita de que a A. é fiadora, que o ordenado desta foi penhorado e que foi entregue ao agente de execução, em cada processo executivo, a quantia de 3000,00€, verifica-se erro de apreciação da prova por parte do tribunal a quo, na medida que os factos  a , 1, 1, 1 a 2, 2 e 2 constantes da Fundamentação de Facto exigem para sua prova documento escrito, o que não sucedeu in casu; Como se referiu nos supra articulados 1 e seguintes, o contrato de mútuo bancário segue, obrigatoriamente, a forma escrita, pelo que constitui uma formalidade ad substantiam, devendo a afirmação de que a A. é fiadora do Apelante ser provada através da junção, por parte da A., do documento escrito de mútuo bancário com a fiança, por esta ter que ser reduzida a escrito que é a forma exigida para o contrato principal, como determina o n. 1 do artigo 62 do Código Civil, o que não sucedeu; E. O mesmo se diz relativamente à cessão de créditos a favor de SCE Limited; F. Mais não sucedeu a junção aos autos dos requerimentos executivos, da penhora do vencimento da A. e a correspondente entrega das quantias para as ditas acções executivas; G. A A. não entregou quaisquer quantias ao Apelante, mas entregou a terceiros agente de execução), através de penhora do seu vencimento, pelo que o Apelante nunca poderá confessar tais factos por que tal conhecimento é exclusivo de terceiros agente de execução e entidade, isto é nunca poderá ser do conhecimento do Apelante; H. De facto, só através da documentação escrita acima identificada, poder-se-ia, com certeza, julgar, como provados, tais factos alegados pela A.; Como tal, a falta de contestação do Apelante não pode, também, levar à conclusão de que o ordenado da A. foi penhorado e que as quantias correspondentes foram entregues ao agente de execução à ordem dos processos de execução n.s ____/__.0T8FNC, a correr termos no Juízo de Execução do Funchal – Juiz _, e ____/__.9TBFUN, a correr termos no Juízo de Execução do Funchal – Juiz _, por o seu conhecimento ser exclusivo de terceiros relativamente ao Apelante; J. Por não podem ser considerados provados os factos  a , 1, 1, 1 a 2, 2 e 2 constantes da Fundamentação de Facto, devem, inelutavelmente, improceder os pedidos da A., na medida da inaplicabilidade do disposto do artigo 64 do Código Civil, dada a não prova da A. ser fiadora e de que foi penhorado o seu vencimento para pagamento das quantias; K. Logo, por, não provado existir o direito de regresso por parte da A., deve o Apelante ser absolvido de tudo o peticionado por aquela.