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Na referida acção, distribuída em 27/11/2003 ao então  Juízo do TJ da comarca de Lamego, tendo-lhe sido atribuído o n. 934/00 TBLMG, alegou, em síntese: - ser dono do aludido prédio rústico inscrito na matriz sob o artigo 6688, omisso na Conservatória do Registo Predial, por o ter adquirido a T... e mulher, U... , mediante negócio de compra formalizado em escritura pública outorgada no dia 21 de Março de 2003; - ocorre, porém, que há muito estava na posse do mesmo prédio, por o ter adquirido verbalmente, junto com sua ex-mulher,  Z... , aos restantes interessados na herança aberta por óbito dos seus pais1; - o mesmo prédio foi transmitido no ano de 1981 ao referido  T... , a título de dação em pagamento de uma dívida por si assumida e, paga a dívida, readquiriu-o àquele; - deste modo, por si e antecessores, desde há mais de 20, 30, 40 e até 70 anos que vem fruindo o prédio como coisa sua, dele recolhendo lenha, mato e castanhas, pagando os impostos respectivos, actos de posse pública, pacífica e de boa-fé, conducente à aquisição do direito de propriedade sobre o mesmo por usucapião, que expressamente invoca; - em finais de Agosto/inícios de Setembro do ano de 2003, a ré .. , juntamente com sua filha  .. , mandaram lavrar parte do prédio, tendo-se dirigido posteriormente ao mesmo para ali recolherem as castanhas, como se dele fossem donas; - nos dias seguintes, aproveitando-se da ausência do autor em Loures, passaram a frequentar aquela parte do prédio, nomeadamente para ali colherem as castanhas que brotavam dos castanheiros nele implantados, com tudo tentando apropriar-se de uma parcela do prédio, intenção igualmente revelada na acção que instauraram contra o referido  T...  visando impugnar a escritura mediante a qual aquele justificou a seu favor o direito de propriedade sobre o mencionado prédio e que corre termos pelo  juízo do TJ de Lamego sob o n. 533/07 TBLMG; - tomou então conhecimento, através da referida acção, que os RR, na qualidade de únicos e exclusivos herdeiros de  .. , marido da  ré  ..  e falecido a 20 de Junho de 1987, procederam à partilha extra judicial dos bens que pertenceram ao dissolvido casal mediante escritura pública outorgada no dia 4 de Junho de 2002, no Cartório Notarial de Armamar, ali tendo relacionado como prédio pertença da herança o urbano composto por casa de arrumações com dois pavimentos, sito no lugar da Costa, com a superfície coberta de 39 m2 e logradouro com 5 000 m2, a confrontar do norte com  A... , do sul com caminho público, do nascente e poente com  K... , que veio a ser adjudicado ao cônjuge sobrevivo; - posteriormente, a ré adjudicatária procedeu ao registo do prédio, dando origem à descrição n. 00314/03102002, fazendo inscrever a seu favor o direito de propriedade respectivo, sendo título aquisitivo a partilha extrajudicial; - o prédio assim identificado veio finalmente a ser participado no Serviço de Finanças competente, encontrando-se actualmente inscrito na matriz predial urbana da freguesia da  ...)  do concelho de  ...)  sob o art.