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Alegou, em súmula, o seguinte: –  Todas as obras necessárias já foram efectuadas, desde Dezembro de 2014, pelo que a execução deve ser declarada extinta por inutilidade superveniente da lide ; –  Em Fevereiro de 2013 foram realizadas obras ao nível da fachada ; – A obra no tubo de queda de água não foi realizada, pois a Exequente impediu o acesso à sua fracção, sendo que a obra teria que ser necessariamente efectuada através do interior da fracção ; –  No dia 16/09/2014, em visita à fracção da Exequente, todos concluíram que a causa das infiltrações não se encontravam ao nível do tubo de queda de água, mas sim ao nível da fachada ; –  Tendo a obra sido realizada em 30/12/2014 ; – Relativamente às obras no interior, a Exequente realizou-as antes do Executado poder sanar a origem as infiltrações, tendo a Exequente sido ressarcida pela seguradora para suportar as respectivas reparações.