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Mesmo que não tivesse havido a questão da área ocupada, nunca a teria começado a vender apartamentos em setembro de 2006, sendo impossível que estivesse provavelmente aprovado o projeto, quanto mais construídos para serem vendidos, podendo, no máximo, celebrar contratos-promessa de compra e venda, o que consta dos relatórios periciais, ainda que não de forma unânime, motivo pelo que se dão como não provados os factos a.  O facto resulta não provado em virtude da Autora não se ter limitado a retirar a área ocupada pelo Réu no projeto de loteamento sendo que, numa primeira versão, retirou uma área maior do que a necessária sem que tal conduta possa ser imputada ao Réu), mas também acrescentou um hotel, o que dificulta a possibilidade de saber qual a área de aprestamentos que efetivamente deixou de ser construído, por não poderem ser comparadas duas realidades distintas.