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19 e 20, aqui dada por reproduzida –, onde foram ouvidas: -a Técnica Dr N. autora do relatório precedente de 10-03-2021), a qual opinou que deverá ser aplicada a medida de "acolhimento residencial” mas que "admitindo-se a prorrogação da medida de apoio junto da mãe, a mesma deverá providenciar para que a menor retome urgentemente a frequência da creche” e acrescentou que "a menor S. continua a dispor de vaga na creche em ...”; -a mãe , que se encontrava acompanhada por advogado substabelecido pela patrona nomeada, a qual confirmou que a S. não frequenta a creche por esta ter estado fechada devido à pandemia e que, embora já tenha aberto há duas semanas, decidiu não a levar por receio da Covid-19; não concorda com a medida de "acolhimento residencial” mas aceita que a S. possa frequentar a creche brevemente e que está disponível para a levar à de ... enquanto não conseguir outra mais próxima da sua morada actual, do que se comprometeu no acto; -o pai T. , o qual disse trabalhar numa sucata, mas "em economia não declarada”, discorda da medida de acolhimento residencial por entender ter condições para continuar a acolher a filha, concorda que esta frequente a referida creche, conforme a companheira se comprometeu, mas que ele não tem possibilidade de a transportar por não ter carta de condução e que a companheira para tal está habilitada.