Legal Document Excerpt:

Citada,a ré contestou, alegando que:  - o contrato-promessa é nulo por falta de reconhecimento das assinaturas;  - mas a ré não se opõe à divisão da coisa;  - nunca se efetivou a partilha do bem comum porque as partes não estão de acordo quanto ao seu conteúdo para o autor, apenas metade do terreno seria comum, para a ré o bem comum reconduz-se ao prédio urbano, com as respetivas edificações);  - a quota da autora corresponde a 25% da totalidade do bem que tinha sido adquirido a meias pelo casal e pelos pais do autor, entretanto, que tem o valor global de € 3900  Termina pedindo que:  a)O tribunal se declare incompetente por se tratar de uma ação de divisão de coisa comum em processo de inventário; b)Se indefira liminarmente a p.por incongruência entre pedido e causa de pedir;  Se assim não for entendido,   )Se altere o valor da causa; )Se adjudique o imóvel ao autor, condenando-o a pagar à ré a título de tornas 25% do valor do bem.