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Para garantia das obrigações assumidas, o réu P. F. e o J. R. deram o seu aval à aceitante "Y – Restauração, S.A.” na letra de câmbio n 22, a qual, incumprido o contrato, foi preenchida no valor de € 14750,00, com data de emissão de 22/08/2015 e data de vencimento para 01/09/201   Apresentada a letra a pagamento, não tendo a autora logrado obter o pagamento voluntário da mesma, deu-a à execução através de requerimento executivo entrado a 11/12/2015, peticionando o pagamento da quantia de € 14145,89, execução essa que corre termos pelo Juízo de Execução de Vila Nova de Famalicão-J3 sob o n 10081/17T8VNF, nela figurando como executados, além da sociedade "Y – Restauração, S.A.” e do J. R., o aqui 1 réu P. F..   Por acórdão proferido pelo Tribunal da Relação de Guimarães nos autos de oposição por embargos movida contra aquela execução, datado 10/07/2019 e transitado em julgado a 30/09/2019, foi decidido revogar "a sentença recorrida quanto aos apelantes J. R. e P. F., ordenando a prossecução da execução quanto aos mesmos para cobrança da quantia de 10312,50 cento e nove trezentos e doze euros e cinquenta cêntimos), acrescida de juros de mora, a partir da data de vencimento aposta na letra dada à execução até integral pagamento”.