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177, a fazer-se ao Arguido, devê-lo-ia ter sido pessoalmente;  2 - Ao não se ter realizada de forma pessoal tal notificação, a omissão desse formalismo, pelos nefandos efeitos que daí derivaram em sede de aquisição processual da verdade material, gerou a nulidade do ato praticado notificação por carta registada e, consequentemente, de todos aqueles que dele dependeram diretamente, designadamente as subsequentes promoções do Digno Magistrado do MP, os despachos do mo Juiz e a realização da audiência de julgamento;  3 - Nulidade esta que deverá ser declarada, ordenando-se, consequentemente, a notificação pessoal do Arguido dos aludidos promoção e despacho, prosseguindo os autos, após a efetiva realização dessa notificação pessoal, os seus ulteriores termos.