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A requerente B insurgiu-se contra aquela decisão, interpondo recurso da mesma em 04/jun./2019, pugnando que "declarando o início da incapacidade do maior acompanhado, a aqui Requerida E em 2011, na esteira da jurisprudência evocada e, o fim do processo com o decesso da Requerida e, ocorrido aquele em Abril de 2019”, concluindo do seguinte modo:  No caso sub-judice, do confronto das regras especiais da interdição e do maior acompanhado, a relevância e que implicaram uma adaptação de toda a comunidade jurídica a novas práticas e princípios, embora tais efeitos, designadamente a datação em que a interdição ocorreu não se encontre contemplada no regime do maior acompanhado e, nem sequer jurisprudência exista quando o decesso ocorre na pendência da Decisão e transição legislativa, o que é um facto é que até então o direito previa que se os Relatórios médicos do tivessem sido realizados, existiam condições para que a Decisão a proferir e, como acima se referiu, concretizasse a data do começo da incapacidade e, pudesse aquela assumir o valor de presunção simples, natural e judicial, de facto ou de experiência.