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4) – Da análise da Acusação não restam quaisquer dúvidas que ocorreu um acidente de viação em certo e determinado local e tempo; tal acidente ocorreu porque a Arguida perdeu o controlo do seu veículo e não conseguiu controlar em segurança a marcha do mesmo; o veículo da Arguida embateu no veículo das Queixosas, que circulava em sentido contrário à Arguida, tendo o embate ocorrido no lado direito da faixa de rodagem considerando o sentido de marcha do veículo em que seguiam as Queixosas, ou seja, na faixa de rodagem contrária ao sentido de trânsito do veículo tripulado pela Arguida; a Arguida conduzia com uma TAS de 1,5675 g/; a Arguida dirigia a uma velocidade inadequada às características da via, nomeadamente atendendo ao pavimento húmido; do acidente resultaram lesões físicas para as Queixosas, pormenorizadamente descritas; a Arguida agiu livre, voluntária e conscientemente, bem sabendo que tinha ingerido bebidas alcoólicas que lhe provocavam uma TAS superior ao limite legal criminal permitido e ainda assim, persistiu na sua conduta.