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Só que a R. só pretendia que tal regularização produzisse efeitos para o futuro, actuando de forma culposa, demonstrativa da sua má-fé, ao tentar eximir-se às obrigações inerentes a tal qualificação jurídica, ao não reconhecer todos os direitos adquiridos até àquela data, inclusive a antiguidade do aqui A. Prossegue alegando um conjunto de factos, para depois concluir que todos os vínculos contratuais estabelecidos desde 1 de julho de 2004, pelo A. e pela R., até à altura em que, formalmente se iniciou o contrato de trabalho sem termo, consubstanciam um só contrato de trabalho, que face às circunstâncias enunciadas, é um contrato de trabalho por tempo indeterminado.