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Senhor Conselheiro Souto Moura – invocado pelo Recorrente como facto superveniente em Articulado Superveniente de 19/11/2018 – que julgou precisamente os mesmos factos e "defesa” mas, ao contrário da Decisão recorrida, entendeu que a ora Recorrida excedeu notoriamente os limites do exercício do direito de defesa naqueles autos porquanto, nomeadamente, "atacou a reputação e credibilidade do assistente, descrevendo inúmeros factos que nada tinham a ver com o ocorrido em Amarante em 18/3/201 Apesar de, como antes ficou visto, serem atentatórios da honra e consideração do assistente” destaque.