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1 – No caso sub judice, o A. foi admitido ao serviço da R., para sob sua autoridade, direção e fiscalização, exercer uma atividade, mediante retribuição, verificando-se todos os elementos que caracterizam o contrato de trabalho, restando liquidar os créditos laborais em cujo pagamento a R. foi condenada e que se reportam apenas à "retribuição do trabalho prestado pelo A. ao serviço da R. de acordo com o instrumento de regulamentação coletiva do trabalho aplicável, depois de descontados os montantes já pagos pela R. e de se proceder à compensação nessa quantia do valor de €379,08 trezentos e setenta e nove euros e oito cêntimos), a título de indemnização pelo incumprimento do prazo de aviso prévio da cessação do contrato de trabalho pelo A.”, sendo certo que se mantém o desconhecimento relativamente aos dias concretos em que o A. prestou trabalho e esteve ao serviço da R. no estrangeiro e sendo certo que as ajudas de custo "internacional” substituíam também, mas não só, "parte da cláusula 74”, pelo que se desconhece que parte da mesma estará ainda em dívida), o que, de qualquer forma, não pode implicar a improcedência deste incidente de liquidação, mas antes que o Tribunal decida segundo a equidade.