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Mas sempre e de todo o modo, se o Júri bem percebeu e até admitiu que a impossibilidade de apreender as quantidades de equipamentos e de mão de obra se fundava não num erro de escrita mas num erro de informática e no que contendia esse erro, tomando de base a sua posição de que, face ao disposto no artigo 7, n. 1 do CCP, não tinha o dever de fazer esse pedido entendimento esse que sempre não acolheu o Tribunal a quo, nem o acolhe este Tribunal Superior, o que é incontornável,  é que tendo-se disso apercebido, por assim ter sido chamado à atenção pela Autora na audiência prévia, em torno de uma desconformidade informática que se materializou numa desconformidade numérica/gráfica, então o que deveria fazer, e oficiosamente, era proceder às rectificações devidas, já que após a audiência, tornou-se evidente para qualquer destinatário colocado nas condições de tempo, lugar e procedimento em que se encontravam os membros do Júri, que se estava perante um erro sistémico a introdução no documento de percentagens quanto se referia a unidades, e por que termos devia o mesmo ser corrigido, actuação essa que encontrava guarida no n. 4 do mesmo normativo.