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Mais entendeu o Tribunal a quo que, in casu, estaria em causa uma defesa oficiosa, ou seja, a invocação pelo Autor de excepções peremptórias de conhecimento oficioso, mais concretamente, e como supra referido, a questão relativa a uma caducidade a que alude o artigo 32 n. 2 do Código do Trabalho e às nulidades relativas à não-realização de diligências instrutórias no âmbito do processo disciplinar e à não conclusão deste de forma diligente, pelo que, decidiu o Tribunal a quo pela admissibilidade processual da defesa efectuada pelo Autor em separado da contestação efectuada em sede de requerimento datado de 002019), admitindo o referido requerimento apenas quanto a tais três excepções, a serem conhecidas pelo Tribunal oportunamente em sede de decisão final.