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Porque o vício procedimental em que incorreu a decisão de recusa de reaudição do coarguido e de BB e GG, vertida no acórdão interlocutório de 12011, do TR, embora violando, conforme declarou o TEDH, o direito do arguido a um processo penal equitativo, não é de molde a suscitar duvidas séria e graves, isto é, qualificadas, sobre a justiça da condenação, fica prejudicada a apreciação do segundo e cumulativo requisito apontado pela jurisprudência e pela doutrina citadas – em linha com a Recomendação do Comité de Ministros -, consistente em  o lesado continuar a sofrer consequências particularmente graves em consequência da condenação.