Legal Document Excerpt:

Ora, o que de tudo isso resulta é que o Impugnante atuou inicialmente em nome próprio, depois em nome da sociedade mas continuando a comportar-se como inicialmente, qual mandato sem representação, sem que estes comportamentos possam ter-se como seus, no sentido de a si mesmo referidos, antes apenas se podendo tê-los como da sociedade: este o sentido preciso do que consignado ficou neste ponto  da matéria de facto julgada não provada.»  	Conforme resulta dos autos, o Meritíssimo Juiz do TT de Lisboa julgou procedente a impugnação judicial, entendendo, em síntese, que é de anular a liquidação por não ter sido celebrado o negócio pretendido pelo Impugnante, ou seja, por não ter sido celebrada a escritura pública, e não ter havido tradição nos termos do n. 2, do § 1 do art.