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Da conjugação de tais factos com a noção de caso julgado resulta evidente que nem o Tribunal a quo podia já pronunciar-se sobre qualquer pretensa nulidade ocorrida no processado que conduziu à sentença condenatória aliás, bem analisado o requerimento da condenada de 1/3/2018, nem tal pronúncia lhe foi pedida, já que se limita a final a reclamar o cumprimento da pena em regime de permanência na habitação, sem prejuízo de usar de muita retórica inconsequente sobre pretensas nulidades, acerca das quais concluiu simplesmente, aqui, com inteira razoabilidade, que sobre o assunto iria ponderar a possibilidade de interposição de recurso de revisão), nem o presente recurso pode ser conhecido por esta Relação.