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3 Acresce sublinhar, como se evidenciou no acórdão, do Supremo Tribunal de Justiça, de 20 de Fevereiro de 2019 processo 234/13JAAVR.S1, disponível na base de dados do IGFEJ, cujos ensinamentos se avocam para o, que: « a atuação mediante artifício de uma falsa identidade é uma modalidade ínvia, ardilosa, insidiosa, para usar uma expressão penalmente consagrada, de realização do crime que, quando releva, é no sentido da agravação e não da atenuação, dado que a vítima, não suspeitando estar em contacto com um adulto, despoja-se mais facilmente das naturais barreiras de defesa e fica mais permeável à agressão, embora na situação em apreço tal circunstância não tenha verdadeiramente relevo porque os menores não acederam ao aliciamento.