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20- Sendo certo que, o por ela afirmado, no que concerne à personalidade e caráter do seu tio- avô, T., às suas condições financeiras, ao relacionamento deste com o seu pai, aqui Autor e recorrente e com o seu tio aqui Réu recorrido, e à existência do ou dos testamentos, foi, infirmado por prova documental e pela análise dos demais depoimentos, como infra veremos; 21- Pelo que, na nossa humilde opinião, não se deve, nem se pode concluir, como o Tribunal "a quo” o fez, estribando-se apenas e só, na sua essência na credibilidade apontadas às declarações e aos depoimentos do R. ora recorrido e suas testemunhas, nomeadamente, , B. e J. R.; 22- Ora, analisados então os depoimentos das testemunhas arroladas pelo Réu, ora recorrido, desde já, aferimos conterem evidentes e insanáveis contradições, sendo, incoerentes, industriados, concertados e habilmente conduzidos pelo ilustre Advogado do Réu, para tanto basta confrontar o testemunho precedente de J. R., que afirma ser o T. uma pessoa precavida, muito reservada, que não tinha por hábito andar a falar destas coisas no café, com o depoimento oposto das testemunhas e B. .  23- Da análise concatenada e conjunta do depoimento testemunhal produzido e das declarações de parte do Réu ora recorrido, não resultou a confirmação da factualidade constante de 14 a 20, dos factos provados e deveria ter sido confirmado e dado como provado e não foi o constante do artigo 6 da petição inicial do Autor, ora Recorrente.