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Na sequência da prolação dessa decisão liminar, veio a Ré/apelante requerer que sobre o objecto da apelaç��o recaia acórdão, insistindo na tese por si sustentada nas suas alegações de recurso de que "... não) estando ainda demonstrados nos autos todos os factos alegados para a procedência de uma excepção perentória, como é a de prescrição, deveria o Tribunal ter relegado o conhecimento dessa excepção para decisão final ou, no limite, se existissem dúvidas quanto ao teor ou suficiência dos alegados factos, proceder ao saneamento do processo, convidando a Ré a aperfeiçoar a sua alegação nos termos do artigo 590 do CPC ... que, salvo melhor entendimento, não podia fazer, era simplesmente julgar improcedente a referida exceção sem se pronunciar sobre tais factos e sem possibilitar à Ré a produção de prova sobre os mesmos ...”, e invocando a existência de uma decisão singular em sentido contrário ao decretado na decisão liminar reclamada, proferida nesta Secção Especializada deste Tribunal da Relação de Lisboa no processo n. 29/15YQSTR-B.L  Em resposta, a Autora/apelada pugnou pela manutenção do julgamento de improcedência da apelação, recordando "... que, entre 29 e 40 da sua contestação, a Ré não alegou qualquer facto concreto, limitando-se a alegar de modo hipotético, genérico e especulativo, pelo que não se vislumbram quais os factos sobre os quais terá sido prescindida prova e que não terão sido apreciados ...”, e mais acrescentando o seguinte: "... 1 E, bem assim, que, quando, em 102011, a Comissão anunciou a realização de inspeções surpresa ao setor dos veículos pesados de mercadorias tal não significou a real prática de uma infração ao direito da concorrência e, ainda menos, que a Autora passou a saber que "foi praticado um ato que lhe provocou prejuízo”.