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Voto a decisão, com os seguintes fundamentos:  	De acordo com os factos alegados na própria petição inicial e que os autos não infirmam, foram praticadas, relativamente ao bem em causa «amortizações ordinárias ou correntes» ver artigo 1 daquele; 	Ainda de acordo com aquele articulado, os custos financeiros e operacionais que relacionou com a aquisição da máquina sendo estes últimos os denominados «custos de teste ou arranque») e que não foram considerados fiscalmente não dizem respeito às amortizações ordinárias praticadas, mas a uma amortização extraordinária que não chegou a ser praticada, por não ter sido autorizada; 	E, por isso, o remanescente do custo que a própria Recorrente considerou «ainda pendente de amortização» ver ao artigo 2 daquele, foi registado como uma perda extraordinária – ao que se entrevê, perda decorrente de abate em imobilização, a registar na conta 694 	Ora, não está em causa que as perdas extraordinárias resultantes de abates em imobilizações não são consideradas menos valias não cabem no n. 1 do artigo 4 do CIRC, na redação então em.