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Segue-se que Entende a R./apelante, que o tribunal a quo não analisou correctamente a prova produzida pelas partes longe disso, aliás), desde logo porque replica de uma forma absolutamente acrítica a tese do A., a prova do A. e até argumentos do A., ma também porque é nítido que incorre em claro erro de apreciação da prova e também de julgamento no que se refere desde logo ao ponto 13 dos factos provados e às alíneas, e dos factos não provados; Na verdade, atendendo ao conjunto da prova produzida sim, porque a R. também produziu alguma prova, embora não, concluímos, em primeiro lugar, que a prova do A. relativa ao ponto 13 dos factos provados colide necessariamente com aquela produzida pela R. a tal respeito e a propósito ainda da alínea dos factos não provados, além de que é evidente que estas são nitidamente incompatíveis entre si; Na verdade, "ouvindo” o depoimento transcrito de BB, depoimento esse que não se vê como possa ter sido vago ou sequer hesitante cfr., mas igualmente aquele de que, ademais, o confirmou cfr., não resta a mínima dúvida que este confirma, tal como a R. alegou, que na noite do acidente as vedações da auto-estrada e não há dúvida que foi o único – nem sequer a B. T. da G. N. R. o fez, como facilmente se percebe - a ter verificado as vedações nessa naquele local encontravam-se levantadas ou "em pé”, ao contrário, portanto, daquilo que um ou dias depois nem isso se o A. e duas testemunhas terão visto e falta também saber se vedações derrubadas ou inexistentes, dado a nítida contradição entre a resposta ao ponto 13 dos factos provados, ou seja, inexistência de vedações, e a fundamentação de direito da sentença, e., vedações; Por isso, e porque o ponto 13 dos factos provados não corresponde à verdade e à prova produzida nos autos, deve esta matéria ser relegada para o rol dos factos não provados; Por seu turno, e exactamente porque foi feita prova nesse sentido, diversamente do que considerou a sentença, a alínea dos factos não provadas deve fazer o trajecto inverso, ou seja, ser aquela matéria incluída, tal como está redigida, no elenco dos factos provados e, obviamente, considerada na decisão final; Aliás, não deixa de ser curioso verificar, não obstante esta opção que nos parece manifestamente errada da sentença, que, ainda assim, isso não impediu a sentença de considerar provado, de forma visivelmente contraditória, de resto, o que resulta do ponto 38 dos factos provados, ou seja, que a R. nunca deixou de continuar areposicionar provisoriamente as vedações afectadas por esses grandes incêndiossempre que isso se justificava e que era detectado, enquanto não aconteceu asubstituição total destas; Está também em causa um nítido erro de apreciação da prova e inevitável erro de julgamento no que toca às alíneas e dos factos não provados, seja porque os depoimentos de e de supra transcritos nestas linhas assim o mostram muito facilmente, seja porque o documento junto pela R. a tal "subsequente resposta da R.” à apreciação do assunto das vedações junto da confirma de forma totalmente inequívoca esses depoimentos isto sem esquecer que uma parte da factualidade constante daquelas alíneas até corresponde – parece-nos – a factos públicos e notórios); Por isso, e tal como sucedeu com a alínea dos factos não provados, estas alíneas e de idêntico "local” na sentença devem transitar, exactamente com a mesma redacção, para o acervo dos factos provados e que devem ser atendidos e ponderados na decisão final; Igualmente errada, salvo o devido respeito, é a decisão da matéria de facto respeitante aos pontos 1, 22 e 23 dos factos provados, ainda que por razões diferentes; Com efeito, e quanto ao facto provado n 1, não deixa de ser curioso que seja apelidado de "notório”, quando, na realidade, a Base , ns.