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ou seja, não se pode, assim, afirmar, que o processo se encontre a aguardar o impulso do Requerente, e, muito menos, que tal ocorra por negligência pela sua parte em movimentar o processo: da sua parte, e enquanto houve hipóteses de seguir o percurso do veículo através do paradeiro dos seus sucessivos legais representantes ou de uma funcionária em cuja posse o mesmo se encontraria, o Requerente foi requerendo e propondo novas diligências a efetuar pelo tribunal;  a decisão recorrida limitou-se a constatar a ausência de movimentação do processo, e a dela presumir que o processo se encontrava "a aguardar o impulso processual há mais de seis meses”, sem fundamentar minimamente a imputação da falta de movimentação ao autor.