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Essa prova não ocorreu pois, apesar de se ter apurado que houve uma reclamação em 2014, não se prova que só nessa data é que surgiu essa oposição; podem ter existido outras e a que consta numa missiva da Autora de 31/01/2008 junta pela Ré Freguesia na contestação – documento n. 1 – pode ser vista como uma oposição pois aí refere a Autora que não deu a autorização para a ocupação que se concretizou; e apesar de aí também referir que deu autorização para a junta de freguesia entrar no terreno, o certo é que o tribunal recorrido deu como provado que não houve esse consentimento pelo que é, nesta fase, inócua essa menção na referida.