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Da matéria apurada pode concluir-se que, tivesse a autora cumprido tempestivamente a prestação a que estava adstrita, poderia a ré ter procedido à abertura do seu estabelecimento alojamento local com nove dois meses mais cedo veja-se o facto 24, com a alteração da redacção operada em consequência da parcial procedência da impugnação da decisão da 1 instância sobre a matéria de – considerou-se provado que a mora da autora teve uma repercussão no protelamento da abertura do estabelecimento da ré pelo período de dois meses, por isso se podendo concluir que tendo a abertura ocorrido em 20 de Novembro de 2019, poderia ter ocorrido, não fora a mora da autora, em 20 de Setembro de 201  Acresce que a matéria provada factos agora aditados à fundamentação de facto, em consequência da parcial procedência da impugnação da decisão da 1 instância sobre a matéria de aporta ao juízo equitativo a que se procede alguns elementos, ainda que tão só indicativos e de referência aproximada, a demandar cuidadosos ajustes.