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artigo 52 n 1 do Estatuto antigo e 	61 n 1 do Estatuto a "representação do Estado em juízo, na defesa dos seus interesses 	patrimoniais, em casos de especial complexidade ou de valor patrimonial particularmente relevante, 	mediante decisão do Procurador-Geral da República alínea); "organizar a 	representação do 	Estado em juízo, na defesa dos seus interesses patrimoniais” alínea); "assegurar a defesa dos 	interesses coletivos e difusos” alínea); "preparar, examinar e acompanhar formas de composição 	extrajudicial de conflitos em que o Estado seja interessado” alínea), e ainda "apoiar os 	magistrados do Ministério Público na representação do Estado em juízo” n.  	19 Sendo certo que por outro lado, e no que toca às ações cíveis, o CPC atual dispõe no 	seu artigo 24, a respeito da representação do ESTADO que este é nelas "representado pelo 	Ministério Público, sem prejuízo dos casos em que a lei especialmente permita o patrocínio por 	mandatário judicial próprio, cessando a intervenção principal do Ministério Público logo que este esteja 	constituído” n, ressalvando que "se a causa tiver por objeto bens ou direitos do Estado, mas 	que estejam na administração ou fruição de entidades autónomas, podem estas constituir advogado 	que intervenha no processo juntamente com o Ministério Público, para o que são citadas quando o 	Estado seja réu; havendo divergência entre o Ministério Público e o advogado, prevalece a orientação 	daquele”.