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terá sido produzida perante este novo coletivo, que assim não terá legitimidade nem honestidade intelectual para os condenar; A douta decisão do Tribunal da Relação de Coimbra não reenvia os autos para repetição de julgamento mas apenas para certos e determinados aspetos e vícios decisórios, julgando-se que, salvo o devido respeito, deveria ter sido o mesmo coletivo a dar-lhe cumprimento, sendo a audiência de julgamento contínua e estar-se-ia ainda perante um único julgamento, necessariamente a ter de ser levado a cabo pelo mesmo coletivo, o que não sucedeu pois nenhum dos membros do coletivo anterior esteve na continuação do julgamento, tendo sido efetuada uma nova decisão integral face a factos não valorados nem cuja prova tenha sido efetuada neste novo julgamento e com condenação dos recorrentes queneste novo julgamento não foram nem tidos nem achados Os recorrentes são condenados mas o douto acórdão acabado de proferir e do qual se recorre é totalmente omisso face à fundamentação para tais condenações bem como face à dosimetria penal, sendo gritante para os factos dados por provados e respeitantes aolenocínio quando nenhuma prova terá sido produzida perante este novo coletivoque não obstante dá tais factos por provados, não se sabendo com base em quê poisque igualmente não há fundamentação própria para a decisão da matéria de facto, sendo os factos julgados procedentes sem que este novo Tribunal tivesse presenciado qualquer prova face aos mesmos e sendo o douto acórdão recorrido juridicamente nulo por violação dos arts.