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«Como diz um escritor, as partes têm a liberdade de tomar ou não a barca da justiça: ninguém as obriga a embarcar; mas se embarcam, não podem fazer a bordo o que lhes apetecer, ficam necessariamente submetidas à direção do capitão do navio, à disciplina e ao comando que ele haja de impor, a bem do interesse comum dos passageiros, da tripulação e da carga.» p..  Mais adiante volta a frisar que os largos poderes de direção são para serem utilizados para certos fins: «para tornar breve e útil a instrução e discussão e justa a decisão da causa.» p..  O atributo do juiz consagrado na norma em questão é um «poder de instrução», que descreve como «a faculdade de ordenar oficiosamente as diligências e atos que entender necessários para o descobrimento da verdade» p..  Sobre a forma de atuação do poder de instrução, na esteira do previsto no art.