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22- Discorda, ainda, a Recorrente em relação ao montante indemnizatório / compensatório que lhe foi atribuído, a título de indemnização por danos de natureza não patrimonial; 23- O valor de 1000,00 €, fixado pela douta sentença recorrida, é insuficiente para ressarcir/compensar os danos a este título sofridos pela recorrente, tendo em conta a gravidade das lesões sofridas e das sequelas delas resultantes em conformidade com os factos dados como provados e acima descritos; 24- Para além dos factos que materializam a gravidade e intensidade do sofrimento físico-psíquico e dados como assentes na douta sentença, o Tribunal a quo não teve ainda em conta, no cálculo do quantum indemnizatur pelos danos não patrimoniais, o facto de a recorrente necessitar de ajudas medicamentosas permanentes, como resulta das conclusões do "Relatório da Perícia de Avaliação do Dano Corporal em Direito Civil”, uma vez que este facto se encontra omisso nos factos dados como assentes na sentença aqui em crise.