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Alega, para tanto e em síntese que: foi admitido ao serviço do Réu através de um contrato de trabalho, para a época desportiva 2016/2017, com início em 002016 e terminus em 302017, exercendo as funções inerentes à categoria profissional de jogador de futebol, o que fez até à cessação do contrato; o Réu não pagou a retribuição a que o mesmo tinha direito, que é estabelecida no artigo 32 do CCT entre a Liga Portuguesa de Futebol Profissional e o Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol, pela qual os jogadores deveriam receber com base na remuneração mínima mensal de €530, sendo que o Réu apenas procedeu ao pagamento da quantia de €350 mensais, não tendo contudo pago as retribuições dos meses de julho de 2016 e janeiro a junho de 2017, assim como férias e subsídio de férias.