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De acordo com o PP, o PT não tinha de ser elaborado por referência aos artigos do MQT, mas, outrossim, por referência a atividades, as quais poderiam e podem incorporar a execução de vários artigos do MQT; E. Da leitura concatenada das disposições legais e regulamentares aplicáveis, não resulta a obrigatoriedade de apresentar um PT que corresponda ipsis verbis aos códigos ou artigos, descrições, unidades de medida e quantidades do MQT; F. O PT que agrupe artigos do MQT numa determinada atividade produtiva, e como verificado in casu, não viola o artigo 36, do CCP, nem impede a perceção e avaliação da proposta, estando, ainda, de acordo com o que decorre das normas regulamentares; G. O Tribunal a quo ao decidir como decidiu, violou o n. 1 do artigo 36 do CCP, bem como o princípio da discricionariedade técnica da Administração, corolário do princípio da separação de poderes, consagrado na CRP, nos seus artigos  e 11, também ele manifestamente violado; H. A leitura que o Tribunal a quo fez do PT da Recorrente configura-se, no caso em apreço, numa leitura manifestamente desadequada – e tecnicamente inviável – e que faz perigar a própria discricionariedade técnica da administração na apreciação da adequabilidade do documento PT; O entendimento de que um PT que não indica todos e cada um dos mais de 1200 artigos do MQT quer no plano de trabalhos, quer no plano da mão de obra e no plano dos equipamentos necessários) viola o disposto no artigo 36 do CCP, não é correto nem proporcional; J.