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Pois bem: compulsados os autos, verifica-se que na sequência do promovido pelo Ministério Público junto do Tribunal «a quo» a Recorrente juntou aos autos « cópia do despacho para audição  reversão), cópia da notificação prévia  reversão) e registo colectivo dos CTT.» Após confrontar a documentação apresentada e o oficio n. 001996 datado de 202006notificação para o exercício de audição prévia à reversão da execução), o Tribunal «a quo» veio a considerar que a mera junção de um registo colectivo da correspondência dos CTT não permite relaciona-lo com o oficio n. 001996 datado de 20200   E de facto assim é, pois que, embora a Recorrente alegue que a carta de notificação para efeitos de audição prévia foi emitida pelo Serviço de Finanças de Odivelas a que corresponde o ofício 001996 em 202006, sob o registo n.s RS, RS.