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Nomeadamente do Artigo 356 n 2 do que nos diz: "2 – A confissão judicial provocada pode ser feita em depoimento de parte ou em prestação de informações ou esclarecimentos ao tribunal.” E ainda do Artigo 358 n 2 do referindo que: "2 – A confissão extrajudicial, em documento autêntico ou particular, considera-se provada nos termos aplicáveis a estes documentos e, se for feita à parte contrária ou a quem a represente, tem força probatória plena.”  A correcta aplicação destas normas ao caso em concreto Artigo 356 n 2 e 358, n2 co leva à conclusão da falsidade dos factos subjacentes à causa de pedir - ferindo-a de morte - demonstra inelutavelmente que não existiu qualquer tipo de má fé ou reserva mental da Ré em todo o processo negociar que conduziu à celebração do CPCV, ao contrário do decidido pelo Tribunal da Relação e que conduziu à procedência do recurso apresentado pelo Autor.