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Assim, não sendo ilidida esta presunção legal, o co-titular que retire fundos da conta é responsável perante os outros pelos direitos que estes têm, ficando obrigado a restituir-lhes o valor correspondente na proporção que lhes pertence.9 Ainda que assim não fosse, idêntica solução se obteria por via do regime da compropriedade, tendo em conta que o art 1403, n 2 do dispõe que "os direitos dos consortes ou comproprietários sobre coisa comum são qualitativamente iguais, embora possam ser quantitativamente diferentes; as quotas presumem-se todavia, quantitativamente iguais, na falta de indicação em contrário do título constitutivo.” Por outro lado, o facto de alguém depositar ou transferir de uma conta de que é titular exclusivo para outra conta com vários titulares, quantias monetárias, não significa que, por esse facto, esteja a doar este montante, ou parte dele para, nem que esse montante, no caso de se tratar de conta sujeita ao regime da solidariedade, passe a pertencer automaticamente também ao outro titular.