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-Como vimos, impugna o recorrente, por erro de julgamento e através do mecanismo da impugnação ampla da matéria de facto, a que se refere o artigo 412, n.s 3, 4 e 6 do CPP, a decisão da matéria de facto provada sob os pontos 1, 4, 6, 7, 8, 9, 10, 18, 19, 22, 24, 25, 26, 33, 34 e 43 dos factos provados, pugnando que devem os assentes sob os n.s 9, 19, 23, 24 e 25 serem dados como não provados, os demais terem nova redacção, nos termos que o recorrente propõe nas suas conclusões de BT a , devendo ainda ser aditado um novo facto provado dizendo: "Desconhecendo que a ofendida tinha dito estar sozinha na habitação com o filho, o arguido aguardou junto da ofendida e à porta de casa pelo INEM” Bem como, impugna o recorrente a matéria de facto alegando padecer a decisão recorrida dos vícios de insuficiência para a decisão da matéria de facto provada, de erro notório na apreciação da prova, e de contradição "há factos incompatíveis entre si”), a que aludem as alíneas a do n. 2, do artigo 41, do CPP, violando quer o princípio a livre apreciação da prova, prevista no artigo 12 do CPP, quer o princípio in dubio pro reo, que constitui decorrência do princípio da presunção da inocência, consagrado no artigo 3, n. 2 da Constituição da República Portuguesa.