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31, 32, 32, 32, e 49, todos do , 22, n. 1, do CPP, 33, n. 1, do CT, e 13 do CPC também na anterior redação), dado envolver a criação artificial e sem justificação uma nova causa de suspensão ou de interrupção do prazo prescricional, quer, ainda, quanto às reclamadas exigências pretensamente decorrentes do «princípio da economia processual», mormente em termos de «certeza, segurança e celeridade processuais e o interesse em evitar a multiplicação de ações com idêntico objeto e pedido», já que claramente no mesmo não podendo ser fundadas ou enquadradas, não envolvendo sequer uma dedução de ações com idêntico objeto e pedido, para além de que mostrar-se-iam, inclusive, estar ao arrepio, ou contrariando mesmo, aquilo que são as próprias regras de cumulação/coligação e de apensação de ações.