Legal Document Excerpt:

No entanto, salvo o devido respeito por opinião contrária, de tais factos não poderá concluir-se, como pretende o réu, que ocorreu a cessação da união de facto em 2014 e que, posteriormente, se iniciou uma nova relação que veio a terminar em Março de 201  Na verdade, como consta da fundamentação da sentença: depois de um interregno de cerca de um mês e meio, explicou que foi na convicção de que o arguido podia mudar que aceitou reatar o relacionamento, logo adiantando que as suas expectativas saíram goradas cerca de um par de meses depois, voltando o arguido a assumir as mesmas atitudes e a proferir as mesmas expressões, motivando assim a rotura definitiva da relação, ocorrida em Março de 201  Deste modo, da fundamentação da sentença resulta claro o motivo pelo qual se julgou como provado o facto descrito no seu n 1 que autora e réu mantiveram um relacionamento de comunhão de cama, mesa e habitação desde 2006 até Março de, nela se esclarecendo que a ruptura definitiva da relação só veio a ocorrer nesta última data.