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De resto, como a adopção em causa será uma adopção internacional, quer se queira quer não – por força do artigo 2/1 da Convenção de 1993 referida acima: A Convenção será aplicada quando uma criança com residência habitual em um Estado Contratante "o Estado de origem") tiver sido, for, ou deva ser deslocada para outro Estado Contratante "o Estado de acolhida"), quer após sua adoção no Estado de origem por cônjuges ou por uma pessoa residente habitualmente no Estado de acolhida, quer para que essa adoção seja realizada, no Estado de acolhida ou no Estado de origem –, quando se iniciar o processo de adopção ter-se-á que cumprir tudo o que nela consta, tal como concretizado para o direito português pela Lei 143/2015, de 08/09, pelo que todas estas averiguações terão de ser feitas, não fazendo sentido que só o sejam feitas depois de se criar uma situação irreversível, quando o podiam ter sido antes.