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Assim, sendo analisadas as conclusões formuladas pela Recorrente, constata-se que a mesma vem imputar à decisão recorrida, seguindo a indiciação apresentada, nulidade por omissão de pronúncia -  pois que, em relação à questão suscitada pela impugnante acerca do alegado custo fiscal com o desenvolvimento de coleções/consultadoria publicitária/organização de feiras, no valor sem IVA de € 499,75, por via da amortização do valor da fatura n 4047, a sentença remeteu-se ao silêncio sobre a questão colocada nos pontos 25 a 27 da p.; do erro de julgamento em que incorre  ao não ter declarado a ineptidão parcial da petição inicial, nos termos do artigo 186, n. 2 al., do CPC, por a mesma ser omissa quanto à indicação de causas de pedir que determinem a anulação total da liquidação de IRC impugnada e dos correspondentes juros compensatórios; erro de julgamento da matéria de facto, no sentido de que o tribunal a quo efectuou uma errada apreciação de todos os elementos de prova documentais e prova, nomeadamente aquando da fixação dos pontos de facto dados como provado nos itens 14 a 16, bem como da insuficiente e errónea selecção e julgamento da matéria de facto esta última colmatada pelo aditamento; por último, erro na valoração da prova e na aplicação do direito.