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Já após a remessa dos autos a este Tribunal, o autor juntou aos mesmos cópia das seguintes decisões judiciais, proferidas em acções idênticas à presente, nas quais os tribunais portugueses foram julgados internacionalmente competentes: - de 1021, proferida no processo 3239/29T8CBR, do Tribunal Judicial de Coimbra, Juízo Central Cível de Coimbra, Juiz  - de 1121, proferida no processo 17657/29T8LSB, do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, Juízo Local Cível de Lisboa, Juiz  Por seu turno, a ré juntou aos autos cópia das seguintes decisões judiciais, proferidas em acções idênticas à presente, nas quais os tribunais portugueses foram julgados internacionalmente incompetentes: - de 0021, proferida no processo 4167/23T8LRA, do Tribunal Judicial da Comarca de Leiria, Juízo Central Cível de Leiria, Juiz 2; - de 1021, proferida no processo 4157/26T8STS, do Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal, Juízo Central Cível, Juiz 2; - de 2021, proferida no processo 3853/22T8BRG, do Tribunal Judicial da Comarca de Braga, Juiz 5; - de 1121, proferida no processo 17046/25T8LSB, do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, Juízo Central Cível de Lisboa, Juiz 3; - de 1121, proferida no processo 4239/24T8STB, do Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal, Juízo Central Cível de Setúbal, Juiz  A ré juntou ainda aos autos cópia dos seguintes acórdãos: - do TRC, de 2121, proferido no processo 3239/29T8CBR-A.C1, que revogou a decisão da 1 instância de 1021, julgando os tribunais portugueses internacionalmente incompetentes; - do TRL, de 1022, proferido no processo 24974/19T8LSB.L1, idêntico aos dos presentes autos, que também julgou os tribunais portugueses internacionalmente incompetentes.