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Deste modo, após o divórcio cessa o dever de assistência, devendo cada cônjuge prover à sua subsistência, mas poderá qualquer dos cônjuges, independentemente do tipo de divórcio, requerer a prestação de alimentos do outro, se demonstrar encontrar-se em situação de os necessitar e de o requerido estar em situação de os poder prestar, nos termos gerais do artigo 200 Contudo, não sendo a culpabilidade dos cônjuges relevante para a produção do divórcio e seus efeitos, ao contrário do que sucedia na anterior redacção do artigo 2016, contém o n3 do actual artigo 2016 uma norma que permite a negação do direito a alimentos nas situações em que, por razões de manifesta equidade, seria abusiva a sua atribuição, face às suas concretas circunstâncias.