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Quanto à cessação da aludida isenção dispunha o artigo 2, n1, o seguinte: "Os benefícios fiscais resultantes da atribuição da utilidade turística cessam automaticamente, independentemente da sua revogação, relativamente a todo e qualquer elemento componente ou integrante do empreendimento, incluindo os prédios e frações autónomas a que se refere o n1 do artigo 2, que sejam subtraídas à sua exploração.”  Mais consignava o seu n 2 que: "Sempre que se verifique algum dos casos previstos no número anterior, a empresa exploradora do empreendimento é obrigada a participá-lo à Direcção-Geral do Turismo e à repartição de finanças competente, no prazo de 8 dias, contado da data em que o mesmo lhe foi comunicado, sob pena de ser solidariamente responsável pelo pagamento dos impostos devidos pelo proprietário.” Cominando, in fine, o n3 do citado normativo que: "No caso de o proprietário do elemento subtraído à exploração unitária do empreendimento ter gozado dos benefícios previstos no n1 do artigo 2, esse facto implicará a liquidação da sisa e do imposto do selo que seriam devidos pela aquisição, observando-se o disposto na parte final do n2 do artigo 1”  Ora, cotejando os aludidos normativos retira-se que a isenção de Sisa ocorre nas aquisições de prédios ou frações autónomas com destino à instalação de empreendimentos qualificados de utilidade turística, ocorrendo, no entanto, a sua cessação sempre que qualquer elemento componente ou integrante do empreendimento, incluindo os prédios e frações autónomas a que se refere o n1 do artigo 2, sejam subtraídas à sua exploração unitária.