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Com efeito, tal como resulta escrito na motivação a testemunha VG presenciou «o arguido seu pai dizer pessoalmente à assistente sua mãe que a matava se ela fizesse as partilhas e que esta não ficaria cá a gozar as partilhas», sendo que a testemunha FF «referiu de forma serena, consistente, objetiva e segura ter sido namorado de VG e que já após o divórcio do arguido e da assistente foi jantar com este e com VG e que nesse jantar o arguido disse que se as partilhas avançassem matava a assistente.» O Tribunal fez, como resulta do texto da sentença recorrida, uma apreciação objectiva, com recurso a alusão a excertos dos depoimentos ou declarações para ilustrar as razões pelas quais extraiu determinadas conclusões desses meios de prova, indicando a razão de ciência das testemunhas, e concluiu.