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2 do CIRE, enquanto factos presuntivos da insolvência, porquanto reveladores, pelas regras da experiência, da insusceptibilidade de cumprimento das obrigações vencidas.---  Importa assim verificar se a factualidade alegada no requerimento inicial é ou não suscetível de se enquadrar em qualquer desses factos-índice.---   Desta feita, conforme se alcança do requerimento inicial, e com interesse específico para a questão, a requerente limitou-se a alegar o seguinte:---   ) Por deliberação do Conselho de Administração do Banco de Portugal de 20 de dezembro de 2015, e ao abrigo do disposto no artigo 14-S do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras foi constituída a sociedade Y, S.A. – posteriormente denominada , S.A., sociedade veículo de gestão de ativos dos direitos e obrigações correspondentes a ativos do W – Banco ..., S.A.;---  ) Por contrato de empréstimo, outorgado em 15 de junho de 2010, a pedido da sociedade denominada de "K – Produtos Siderúrgicos, S.A.”, ao qual foi atribuído a operação n. .43, foi concedido um financiamento no montante de € 11000,00, pelo prazo de seis anos, a contar da data da outorga do contrato, destinado a apoio a tesouraria;---  ) Em caução e garantia do pontual pagamento da quantia mutuada, respetivos juros e demais encargos resultantes do contrato celebrado, a sociedade mutuária entregou ao banco cedente uma livrança em branco por si subscrita e devidamente avalizada pelo Requerido F. A., ficando o banco cedente autorizado a preenchê-la pelo valor que lhe fosse devido, a fixar-lhe as datas de emissão e de vencimento, bem como a designar o local de pagamento;---  ) Face ao incumprimento do contrato em apreço, o banco cedente procedeu ao preenchimento da livrança pelo valor devido por força do incumprimento do contrato que lhe subjaz no montante de € 10022,82, com data de vencimento em 012012;---  ) Apresentada a pagamento na data do seu vencimento a livrança não foi paga, nem nessa data, nem posteriormente;- ) Em face do incumprimento contratual, foi proposta a ação executiva que corre termos no Tribunal Judicial da Comarca de Viana do Castelo, Juízo Central Cível – Juiz 2, sob o processo n. 908/13TBVCT;---  ) O crédito global da Requerente ascende à quantia de Euros 2729,30 vinte e sete , setecentos e vinte e nove euros e trinta cêntimos), sem prejuízo dos juros vincendos e imposto de selo devidos até integral e efetivo pagamento;---  ) O Requerido é devedor de elevadas quantias;---  ix) Para além do processo de execução supra identificado, o qual foi extinto por ausência de bens penhoráveis, tem a Requerente ainda conhecimento que correm as seguintes ações contra o Requerido: Processo 662/11TBVCT, a correr termos no Tribunal Judicial da Comarca de Viana do Castelo, Juízo Local Cível – Juiz 3, com a quantia exequenda de € 2589,89; Processo 3912/19T8VCT, a correr termos no Tribunal Judicial da Comarca de Viana do Castelo, Juízo Local Cível – Juiz 3, com a quantia exequenda de € 1494,74;---  x) O Requerido não dispõe, tanto quanto se sabe, de quaisquer rendimentos ou proveitos para pagamento das elevadas quantias de que é devedor, não merece qualquer tipo de crédito bancário ou de outra natureza, nem dispõe de património de valor suficiente para o pagamento das elevadas quantias de que é devedor.---  De tal alegação apenas resulta que o requerido deve à requerente a quantia suprarreferida, nada mais se sabendo, em concreto, sobre a situação económico-financeira do requerido, designadamente sobre a existência concreta de outros credores, sobre o ativo ou sobre o passivo global da requerida, ou sobre a sua atividade.---  Em suma, para além do crédito da requerente, nenhum outro facto foi trazido aos autos com vista a concretizar a situação de insolvência do devedor, que pudessem indiciar estar o requerido impedido de cumprir pontualmente a generalidade das obrigações vencidas.