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2 Consta do referido despacho que o credor aqui alegou em fundamento do pedido de destituição: "- Depois da realização do primeiro leilão em Setembro de 2012, só em maio de 2013 o Sr. AI informou os autos que iria proceder à marcação de novo leilão e este seria realizado por uma sociedade constituída menos de uma semana antes tendo como administrador único o filho mais novo do Sr. AI; - O Sr. AI ainda não retirou todos os bens apreendidos para a massa insolvente da qual a requerente é proprietária, nem pagou qualquer renda devida pela ocupação do imóvel que à data da resolução do contrato de arrendamento se cifrava em € 1332,00 mês; - A liquidação do património apreendido é insuficiente para liquidar as rendas que se vencerem e que se continuam a vencer e do que o Sr. AI está consciente, pelo que a sua atitude de não desocupação do imóvel) é financeira e economicamente injustificável, porquanto até os credores da massa não serão pagos - Dos € 11873,11 que realizou para a massa no leilão de Setembro de 2012, apenas dispões de cerca € 2000,00 30 No despacho referido em 27 foram considerados como provados, de entre outros factos, os seguintes: ")  No âmbito da assembleia para votação de plano e na sequência da não aprovação deste, por despacho de 23-03-2012 foi declarada a cessação da administração da devedora e ordenado o prosseguimento dos autos para liquidação.