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Da leitura da sentença recorrida e do correspondente dispositivo resulta para nós evidente que a ré foi condenada a pagar ao autor, designadamente, a remuneração prevista na cláusula 41/1 do CCTV aplicável e por reporte a todos os sábados, domingos e feriados em que o autor esteve no estrangeiro e durante o período de execução dos dois contratos de trabalho em que o autor e a ré outorgaram, descontando-se, porém, o que a ré tenha entretanto pago ao autor a esse título, tudo a quantificar em ulterior liquidação2 Tratando-se dos dias em que o autor esteve no estrangeiro, pois só em relação a eles faz sentido aplicar a referida cláusula 41/1 devem excluir-se22: os sábados, domingos e feriados em que o autor esteve de descanso em Portugal, indeterminados em face dos factos enunciados como provados, não apenas quanto ao seu número total, mas também no tocante à sua concreta localização temporal, como claramente emerge de uma leitura conjugada dos pontos, e dos factos enunciados como provados e confronto do que se aí enunciou como provado com o que a propósito foi alegado pelo autor, designadamente, nos arts.,, e da petição inicial; os sábados domingos e feriados em que o autor esteve de férias em Portugal, também estes indeterminados não apenas quanto ao seu número total, mas também no tocante à sua concreta localização temporal, como claramente emerge de uma leitura conjugada dos pontos e dos factos enunciados como provados e confronto do que se aí enunciou como provado com o que a propósito foi alegado pelo autor, designadamente, nos arts.