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14Constrangimento de outra pessoa a sofrer introdução vaginal de partes do corpo do agente, suficientemente comprovado no facto n. 2 15 Laborando aqui em erro o MP de 1 instância na sua página 2 16Não só se tutela a criança que presencia a agressão sexual, pela potencial aptidão de afectar a sua sexualidade ou liberdade sexual na vertente negativa no sentido de que não lhe deve ser imposto visualizar agressões, sendo ainda um reflexo de um maior desvalor da acção do agente que se mantém indiferente à presença de outra criança, bem sabendo que, pela vulnerabilidade, fruto da idade, poderá causar-lhe naturais sequelas psíquicas ecos nítidos da abençoada Convenção de.