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7 da, cabendo-lhe coligir indícios consistentes de que as ajudas de custo contabilizadas pela Impugnante não foram faturadas aos clientes.” E a verdade é que a AT, in casu, se limitou, de forma absolutamente conclusiva e, como que transpondo os meandros de instrução e de fiscalização para a esfera da Recorrida, a corrigir o valor de €26754,86, não cumprindo, assim, o ónus probatório sobre os factos índice de tributação e que sobre si impendia Note-se que, se atentarmos no Relatório Inspetivo, verifica-se que a mesma reconhece a segregação contabilística nas diversas contas elencadas em do probatório, explicitando a fundamentação associada a cada conta contabilística, mas a verdade é que nada demonstra no sentido de que do confronto da prova documental, mormente, extratos de conta, orçamentos, contratos, mapas de ajudas de custo e respetivas faturas se possa concluir que inexiste a declarada faturação a clientes.