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No que a esta questão respeita, alega o recorrente que no caso de existir qualquer fundamento que acarretasse a sua responsabilização, a única forma de o sancionar seria a propositura da acção a que se refere o artigo 5 do CIRE, o que não foi feito, nem já o poderá ser, porquanto o prazo nele previsto já ocorreu em 19/09/201 Na sentença recorrida, considerou-se não estarmos perante um caso de responsabilidade do administrador, a que se aplicaria o prazo de prescrição previsto no n. 5 do artigo 5 do CIRE, nem numa acção de condenação fundada no enriquecimento sem causa, mas sim perante uma execução para pagamento de quantia certa fundada em sentença, pelo que é aplicável o prazo de prescrição ordinário, previsto no artigo 30 do Código Civil.