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Vêm agora os recorrentes, em articulado conjunto, arguir nulidades do acórdão, fazendo-o nos seguintes termos:  "AA e BB, Recorrentes nos autos acima identificados, notificados do Acórdão de 012021 doravante, "Acórdão Impugnado”), vêm, muito respeitosamente, nos termos e para os efeitos do disposto nos artigos 12, 37, n. 1, alínea, 41, n. 2, alíneas e e 42, n. 4, todos do Código de Processo Penal "CPP”) e dos artigos  e 62, n. 1, do Código de Processo Civil "CPC”), aplicáveis ex do artigo  do CPP, arguir as seguintes NULIDADES - ou, no limite, mas sem conceder, IRREGULARIDADES -, o que fazem nos termos e com os fundamentos seguintes:  INTROITO  Através de Recurso interposto perante este Colendo Tribunal, complementado que foi com a Resposta que apresentaram ao Parecer emitido pelo Ministério Público nos termos do artigo 41, n. 2, do CPP, pretenderam os Recorrentes que fosse, em síntese, recusada a aplicação das normas inconstitucionais suscitadas, reconhecida a recorribilidade do Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 202021, com fundamento na violação do caso julgado parcial do Acórdão proferido pela mesma Relação, neste mesmo processo, em 202021 e, por conseguinte, em face da verificada oposição de julgados, que fosse declarada e reconhecida a inexistência de consentimento dos Recorrentes na apreensão e utilização do correio eletrónico de que são titulares.