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2 O recorrente imputa à sentença recorrida erro de julgamento, defendendo que as alegações vertidas nos artigos 22 e 23 do Requerimento Inicial da providência cautelar são fundamentadas nos documentos que ali se juntaram, constituídos por comunicações escritas e declarações fiscais que as ilustras e concretizam, com números e dados concretos; que tais documentos são simples, de fácil interpretação e objetivos, e que assim os respetivos factos deviam ter sido considerados como integrantes da causa de pedir; que mesmo que assim não fosse de entender, sempre o Tribunal a quo deveria ter dirigido ao requerente um convite ao aperfeiçoamento do requerimento inicial, sob pena de violação do artigo 590 n 4 do CPC e que a sentença recorrida consubstancia uma violação do normativo do artigo 120 n 1 do CPTA, por a interpretação nela subjacente se revelar excessivamente exigente no que respeita à concretização dos prejuízos que o requerente possa vir a suportar.