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E o facto de esta acção poder vir eventualmente a improceder, por não se provar que a resolução extrajudicial tenha sido bem efectivada ou por não se provarem os fundamentos invocados na resolução extrajudicial, caso em que se terá de considerar que, afinal, o contrato de arrendamento não se extinguiu, não altera nada disto, pois que, por um lado, chegar-se à conclusão de que um contrato afinal não se extinguiu, não é reconhecer que ele pode ser renovado ou renascer depois de extinto; e, por outro lado, uma acção que tem por pressuposto a resolução extrajudicial, não se pode convolar, na sequência da sua improcedência, numa acção constitutiva da extinção do contrato de arrendamento por resolução judicial.