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Por decisão de 30/01/2018foi entendido que "não se mostrando concretamente alegados os factos constitutivos do "dano apreciável” e sendo esta matéria factual constitutiva da causa de pedir, impõe-se julgar manifestamente improcedente o procedimento cautelar em apreço” e em consequência julgou-se "manifestamente improcedente” o procedimento cautelar instaurado.+	Inconformados com esta decisão, vieram os requerentes interpor recurso e apresentar as respetivas alegações, tendo formulado as seguintes conclusões: - O Tribunal a quo, na sua decisão, fundou-se unicamente da ausência de alegações concretas quanto ao "dano apreciável” na petição inicial, facto que o Tribunal a quo deveria ter decidido liminarmente e não 7 meses após a instauração da providência cautelar, pois pelos vistos não necessitou de qualquer outra prova ou de qualquer outro articulado para decidir nesse sentido!