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12 – Por isso, não sendo a matéria da litigância de má fé superveniente à prolação da sentença, não será de admitir o despacho ora recorrido, por violação do disposto no artigo 613, n 1 e 3 do P. 13 - Mais, decorre do artigo 543, n3 do P.que o momento apropriado para a decisão atinente à questão da litigância de má fé coincide com a sentença final ou qualquer outra decisão que põe termo ao processo, podendo o juiz, apenas relegar a fixação da importância da indemnização para momento posterior, sempre que no momento não tem elementos para fixar o quantitativo vide a título de exemplo, Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães, de 02-06-2016, relatado por Jorge Seabra, no processo n 12/14TBVLN.G2 e Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 08 de Setembro de 2020, relatado por Fonte Ramos, no âmbito do processo n 197/10T8ND.C2, in www.dgsi.pt).