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Pelo seguinte: A redução a escrito do contrato de arrendamento rural verbal celebrado, nos finais de 1966, entre o pai da A. e o marido da R., não é um novo contrato de arrendamento, o que significa, muito simplesmente, que, quem, como a A., tomou a iniciativa da sua redução a escrito, não pode nele incluir, sem o acordo da parte contrária12, cláusulas e conteúdos que não foram combinados entre o pai da A. e o marido da R.1 Alegou a A., como se transcreveu no relatório inicial, que as "posições contratuais tendo entretanto falecido o progenitor da A. e o cônjuge da R.) foram transmitidas para a ora A. e para a ora R., mantendo-se o contrato nos precisos termos ajustados verbalmente entre as partes primitivas”14, acrescentando que enviou uma carta à R. a interpelá-la "para reduzirem a escrito o acordo de arrendamento rural celebrado verbalmente entre o cônjuge da R. e o progenitor da A em 1966/1967 e que fora transmitida para ambas”15, porém, não é/foi este "entendimento” que refletiu na minuta do contrato escrito que enviou à R. para assinar.