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Declarou ainda o arguido AA que: foi o coarguido BB que o representou no julgamento dos cheques sem provisão o que se confirma através da ata do respetivo julgamento, acima; os clientes mandavam-lhe a tabela de preços e depois dava mais dinheiro aos transportadores para conseguir os objetivos; pedia cotações de preços e depois fazia uma proposta, que era aceite ou não; ia todos os dias ao MB ver o saldo; quando recebia tirava metade, que levantava e entregava ao BB; ficava com o resto para despesas e medicamentos, ou seja, para sobreviver; pagava ao BB sempre em dinheiro, no escritório dele, após as horas de expediente; não se lembra de nenhum valor que lhe tenha entregue, mas era meio/meio; nunca levou quantias abaixo dos 5 euros; até pedia ao banco notas de 200; ele sabia perfeitamente quando uma firma estava a morrer tinha dívidas) e quando, por isso, tinha que criar outra; o BBB tinha o email e as passwords de todas as firmas; era controlado pelo BB.