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Apresentou, em conformidade, o Recorrente as seguintes CONCLUSÕES: "A. Apesar de a doutrina e jurisprudência admitirem e defenderem a possibilidade de entidade que financiou a aquisição de um veículo, constituir, no âmbito do contrato de financiamento, uma cláusula de reserva de propriedade a seu favor – com fundamento na existência de coligação de contratos e numa necessária e imprescindível interpretação atualista das normas constantes no artigo 40 do Código Civil – o certo é que no caso em apreço, a reserva de propriedade foi inicialmente constituída pelo entidade alienante do veículo, a saber, a FORD LUSITANA, S.A., e no âmbito do contrato de alienação que constituiu a compra e venda do veículo.