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Apelando ao quadro factual que adrede se provou cfr., g., pontos ns 8, 15, 20, 21, 22, 23, 25, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 41e, dele resulta claro que a ré logrou tal desiderato, porquanto cumpriu pontualmente as obrigações que sobre si impendiam na sequência do contrato de prestação de serviço) que celebrou com os participantes no jogo, fornecendo todo o equipamento necessário para a prática regular do mesmo em espaço dotado de "zona de jogo” e de "zona de segurança ou zona morta” que expressamente, equipamento esse em bom estado de funcionamento, tendo ainda rectius, os seus monitores, que igualmente desempenharam as funções de "árbitro”) explicado as regras do jogo antes do seu início, alertando, por diversas vezes, os participantes que era "absolutamente proibido retirar as máscaras”.