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1 Se é certo que o arguido não foi condenado no âmbito do Processo n. , não é menos seguro que, para se ter optado pela aplicação do instituto da suspensão provisória do processo, se colheram, no final da fase de inquérito, indícios suficientes da prática dos factos integradores do crime de abuso sexual de crianças, p. e p. pelo artigo 17, n. 3, alínea, do Código Penal, pelo que é lícito, com fundamento em tal factualidade, formular um juízo de perigosidade relativamente a JF, de cometimento de novos factos de idêntica natureza, que justifica plenamente a condenação na pena acessória 1 O acórdão recorrido não violou quaisquer normas, nem está ferido de qualquer nulidade.