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Os recorridos pretendiam que a área a devolver correspondia à empena da casa da executada exigiam fosse destruída para esse efeito, razão porque moveu à recorrente a acção declarativa n. 101/18TBRGR - Comarca dos Açores - Ribeira Grande - Instância Local - Secção Cível - J2 com esse fim, conseguindo que a recorrente fosse condenada mas a execução dessa decisão teve que ser resolvida em acção executiva, devido à divergência quanto ao conteúdo da decisão exequenda, que mereceu uma sentença confirmando que não era preciso demolir a empena e considerando a decisão cumprida ver cópia desta decisão que foi junta a nosso tal decisão foi confirmada em sede de recurso nesta Relação de Lisboa, que também considerou cumprida a sentença exequenda com a entrega da área confinante ao imóvel da recorrida, mas sem bulir com a empena ver cópia deste douto acórdão que foi junta com a petição dos embargos e que se dá aqui por, cf.