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O requerido deduziu oposição, defendendo não se encontrar insolvente, alegando, em síntese: em 2010, a requerente e o requerido acordaram que o requerido iria vender o "x ...) ” por 50000,00 €, e que a requerente receberia os seus 39500,00 €; porém o "x ...) ” não foi ainda vendido, porquanto a requerente pretendeu valer-se de o referido prédio se encontrar em seu nome, e recusou-se a outorgar a escritura, quando a venda estava já acordada por 50000,00 €; entretanto, o imobiliário entrou em crise e o comprador só se prontifica a pagar 50000,00 €; a quantia de 66900,74 €, já lhe foi paga; e o "x ...) ” ainda e apenas não está vendido porque a requerente interpôs recurso para o STJ do acórdão da Relação.