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A este propósito, e em caso totalmente semelhante ao dos presentes autos, de vivência em "união de facto” por mais de dois anos, em condições análogas às dos cônjuges não, de casados entre si, judicialmente separados, julgou já o Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães, Processo n. 4396/00TBBCL.G2, de 25/06/201 No mesmo sentido, encontramos diversos acórdãos, recentemente proferidos pelo colendo STA, nomeadamente: Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, Processo n. 1378/12BEBRG, de 17/12/2019; Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, Processo n. 442/10BEBRG, de 17/12/2019; Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, Processo n. 1994/10BEPRT, de 09/01/202 Também o TCAN tem vindo a sufragar o sentido decisório dos recentes arestos do STA, designadamente: Acórdão do Tribunal Central Administrativo Norte, Processo n. 2288/11BEBRG, de 12/07/2019; Acórdão do Tribunal Central Administrativo Norte, Processo n. 193/18BEMDL, de 31/01/202 Isto posto, E tendo presente as excepções legalmente previstas no artigo  da Lei n. 7/2001 – e que impedem a atribuição de direitos ou benefícios –, é forçoso concluir que à Recorrida, casada mas separada judicialmente de pessoas e bens, não lhe é aplicável o impedimento invocado pelo R. alínea), como, aliás de resto, nenhum outro dos previstos nas alíneas a desse artigo  da Lei n. 7/200 Em suma, e por tudo quanto resulta do exposto, a sentença proferida pelo Tribunal a quo, que reconhece à Recorrida os direitos e benefícios legalmente previstos nos artigos  a  da Lei n. 7/2001 e no artigo  do n. 322/90, deve ser confirmada, negando-se provimento ao recurso apresentado pelo Recorrente, tudo com as legais consequências.O Exm Procurador-Geral Adjunto, notificado nos termos do disposto no art.