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documentos n.s 1, 2 e 3 juntos com a petição);  - Nas referidas datas Junho/2011 e Outubro/2013) em que se desvincularam da sociedade F, Lda., não existia qualquer montante em débito à exequente;4 - Logo após terem perdido a qualidade de sócios na referida sociedade, ou seja, após as respetivas amortizações e transmissões das suas quotas sociais e nas qualidades em que intervieram que os executados comunicaram tais factosverbalmente e porà CGD, enviando os documentos comprovativos de tal desvinculação; - Em simultâneo, os ex-sócios e respetivos cônjuges e ex-cônjuges da sociedade subscritora da livrança que suporta a presente execução, comunicaram à exequente CGD a sua desvinculação das garantias que haviam prestado àquela sociedade enquanto sócios da mesma, sendo certo e como era e é do conhecimento da exequente, tais garantias prestadas pelos aqui executados só o foram porque estavam diretamente ligados, relacionados e faziam parte dos corpos sociais da sociedade; - O facto de terem cedido as suas quotas e de terem perdido assim, a sua qualidade de sócios, fez com que deixassem de poder influenciar a gestão da sociedade e, consequentemente, assegurar-se que a mesma estava a ser gerida de modo a honrar os seus compromissos, nomeadamente, os financeiros;  - Além do mais e com este afastamento deixaram de conhecer por completo o modo de gestão e os negócios da sociedade - principalmente, deixaram de ter controle e de conhecer o seu nível de endividamento perante a exequente e os restantes credores;5  - E a referida desvinculação foi igualmente comunicada pelos mandatários dos executados/embargantes, em Agosto/2016, quando a exequente comunicou aos executados o incumprimento da sociedade insolvente F, Lda., e em Dezembro/2017 cf.