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A posição maioritária da doutrina e jurisprudência3 – que acompanhamos – vai no sentido de que, existindo um processo de insolvência instaurado anteriormente cuja instância ficou suspensa por força da pendência do processo especial para acordo de pagamento, é nesse processo que estava que deve ser declarada a insolvência caso não seja aprovado e homologado um acordo de pagamento, cessando a suspensão da instância que aí havia sido decretada Mas a verdade é que há quem entenda que a insolvência deve ser declarada no próprio processo de revitalização ou, no caso, para acordo de ainda que exista um processo de insolvência anterior cuja instância se encontrava suspensa, como é o caso do Acórdão da Relação de Coimbra de 18/12/2013  É certo, portanto, que o devedor nem sequer podia ter como certa a posição que o juiz iria assumir no processo, não sabendo, portanto, se a insolvência iria ser decretada no âmbito do processo para acordo de pagamento de acordo com a posição jurisprudencial citada, ainda que minoritária) ou se iria ser retomado o prosseguimento do processo de insolvência que estava suspenso.