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O arguido AA entregou ao arguido BB comida que já tinha adquirido e, após ingestão da mesma, os três arguidos regressaram aos dois veículos, tomaram as mesmas posições e retomaram a marcha em direcção a . ponto; 1 Cerca das 22h20m, ao quilómetro  da autoestrada , elementos da Polícia de Segurança Pública interceptaram os dois veículos ponto; 1 Apenas resultou provado que, nessas circunstâncias de tempo e de lugar, o arguido BB tinha na sua posse, na mala do veículo que conduzia de matrícula --Um), um fardo, envolvo em plástico e com 300 placas de canábis, com o peso global de 29,339 quilogramas, e um telemóvel de marca "..”, que o mesmo utilizava para contactar com os outros dois arguidos e deles receber informação sobre a viagem e para acordar os pormenores e eventuais alterações à mesma ponto; 2 Apenas resultou provado que, nas mesmas circunstâncias, o arguido tinha na sua posse a quantia de €205,00, em notas do banco Central Europeu, bem como dois telemóveis, um de marca ".” e outro de marca ".” e que tinha, ainda na sua posse um pedaço de canábis com o peso de 2,6 gramas que destinava ao seu consumo ponto; 2 Apenas resultou provado, que a quantidade de canábis transportada pelos três arguidos 29,339 se chegasse a ser comercializada dava para produzir 5678 doses diárias por consumidor do mesmo produto, tendo a virtualidade de ser distribuível por grande quantidade de número de pessoas ponto; 2 Apenas resultou provado, que a quantidade de canábis transportada pelos três arguidos 29,339 se chegasse a ser comercializada dava para 5678 doses diárias por consumidor do mesmo produto, tendo a virtualidade de ser distribuível por grande quantidade de número de pessoas ponto; 2 Apenas resultou provado, que os arguidos e AA conheciam as características de canábis e representaram a possibilidade de deter, transportar consigo, o que lograram alcançar, para daí retirarem o proveito económico, tendo agido deliberadamente com o fim de atingirem tal objectivo.