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Refere ainda, que, " não se pode concluir que as operações são "fictícias”, já que a "mão de obra” foi prestada, as pessoas são reais e o pessoal trabalhou para a , tendo o seu trabalho sido facturado, por conta das encomendas que a faz à N.”, pelo que " não são negócios simulados, a N. tem os seus empregados, que fazem trabalhos para a , que são facturados, reais, verdadeiros e comprováveis e pagos, cujas cópias de documentos foram entregues, pelo que essas insinuações são maliciosas e falsas.”  Conclui o sujeito passivo relativamente a este ponto que, " os gerentes da não têm de saber se a N. entrega nos cofres do Estado os impostos, nem está no âmbito das suas funções de um cliente saber se o fornecedor cumpre com as obrigações tributárias com o Estado ou com outro!”.