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3 Em segundo lugar, ainda que devesse substituir-se o critério da prejudicialidade pelo critério do antecedente, deverá dizer-se que a decisão proferida na acção anterior — no processo n. 1713/16 — não é um antecedente lógico necessário da parte dispositiva do julgado      3 Os antecedentes lógicos necessários da decisão proferida na acção anterior foram, tão-só,    — a interpretação do contrato entre a Autora e a Ré no sentido de que "com a angariação ‘do Cliente’ e a contratualização de qualquer negócio por parte da autora, a ré estava obrigada ao pagamento de 10% dez por a título de comissão, sobre o valor final faturado ao cliente angariado, nos termos dos acordos estabelecidos entre a autora e a ré” 10;  — a constatação de que, nos contratos relativos às embarcações ... e ... , a Autora tinha angariado o cliente; e   — a constatação de que a Autora deu autorização à Ré para que formalizasse a proposta directamente ao terceiro — ao destinatário "Vimar e Filhos, Lda.”.