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Sr. Diretor Geral da então Direção Geral dos Impostos emitir a Circular n. 05/2007, de 10200 E ainda que as orientações genéricas visem a uniformização da interpretação e aplicação das normas tributárias pelos serviços, não deixou aquela de ser do conhecimento dos vários interessados – pode ali ler-se: " Aos sujeitos passivos que estejam obrigatoriamente abrangidos pelo regime de apuramento dos rendimentos empresariais e profissionais com base na contabilidade por não preencherem os requisitos previstos no n 2 artigo 28 do Código do IRS não se aplica o período mínimo de permanência previsto no n 5 do mesmo artigo, uma vez que o seu enquadramento não resulta de uma opção.”  A alteração trazida pela Lei n. 53-A/2006, de 212, veio no sentido de desonerar o contribuinte da obrigação de opção anual caso pretendesse ficar no regime da contabilidade necessariamente por ali não estar por obrigação, passando qualquer um dos regimes a ter um prazo de três anos prorrogável, o que até é reconhecido pela Douta Sentença, recorrendo a José Guilherme Xavier de Basto: «fechou-se assim uma fonte de dificuldades para os contribuintes que decidem optar pelo regime de contabilidade organizada.