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Diga-se para terminar que, ao invés do propugnado pelo recorrente, a situação fáctica objeto dos presentes não tem qualquer similitude com a ajuizada no Acórdão desta Relação de 28/11/2019, processo n. 3334/14T8GMR-AG1, disponível inwww.dgsi.pt.,posto que o que aí estava em causa era saber se uma sentença condenatória de reconhecimento de um direito real, no caso direito de propriedade, com a condenação dos réus a reconhecerem e a respeitar esse direito abstendo-se de turbar a posse dos autores, podia constituir título executivo válido para a instauração de execução para prestação de facto negativo, na qual foi invocado o "incumprimento pelos réus dizendo que os mesmos ignoraram tal decisão continuando a não respeitar os limites do seu prédio sendo que, por mais de uma vez, entraram no seu prédio, sem autorização, aí destruindo o coberto vegetal, cortando árvores, arrancando umas vigas colocadas pelos exequentes na linha divisória”.