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É que a expressão "impossibilidade” contida na lei parece abranger todos os casos em que, por facto que não é da responsabilidade de quem requer a revisão, a testemunha, cuja existência se conhece, acaba por não depor em julgamento, por exemplo, por doença incapacitante , ausência prolongada em local de muito difícil contacto, etc.”  E ressalta a conduta alternativa que o agora Recorrente deveria ter empreendido, se realmente, como agora se apercebe ou revela, a testemunha em causa seria assim tão relevante, vital mesmo, para a boa e justa solução do caso:  "Sabendo o recorrente da existência da testemunha e reputando-a de importância tão decisiva para o esclarecimento dos factos, o que deveria ter feito era, no seu próprio interesse, e no da realização da justiça, ter promovido por todos os meios ao seu alcance para que a referida testemunha fosse encontrada e ouvida – e não necessariamente apenas no momento do julgamento, mas, até, já antes, no inquérito ou na instrução – socorrendo-se, inclusivamente e se necessário, da intervenção do próprio tribunal, se é que não apelando, mesmo, aos poderes/deveres de averiguação oficiosa que o princípio da investigação que tempera a acusatoriedade do processo penal defere aos tribunais em matéria criminal.