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No caso em apreço, estando em causa um dano biológico, traduzido num défice funcional permanente da integridade físico-psíquica de 33 pontos, a repercussão negativa centra-se na diminuição da condição física da A. e numa penosidade, dispêndio e desgaste físico acrescidos na execução de tarefas antes desempenhadas, sem o mesmo esforço, no seu dia-a-dia, bem como na necessidade de readaptação do seu posto de trabalho no colégio onde exercia a sua actividade profissional de auxiliar de acção educativa – pois a A. ficou com graves sequelas irreversíveis que a impedem de pegar em crianças, brincar, correr e fazer actividades desportivas com as mesmas, tarefas estas inerentes à sua profissão e que desempenhava naturalmente antes do acidente – e na impossibilidade de exercer determinadas actividades desportivas e de lazer que fazia sem qualquer tipo de limitação antes do acidente, como marcha, corrida, passeios, saídas com os amigos, andar de bicicleta, praticar atletismo e voleibol entre outros desportos, devendo esta realidade incontornável ser vertida no montante da indemnização a atribuir.