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Quanto à posição do avalista, no Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 12/01/2012 é afirmado que «tendo em conta a autonomia das obrigações do avalista em relação às obrigações da avalizada, a declaração de insolvência desta nenhuma influência tem nas obrigações do avalista, uma vez que estas obrigações se mantêm independentemente das vicissitudes da obrigação do avalizado, salvo ocorrência de algum vício de forma»1 Carvalho Fernandes e João Labareda15 fazem notar que seja qual for a posição assumida no processo, o credor mantém incólumes os direitos de que dispunha contra condevedores e terceiros garantes, podendo exigir deles tudo aquilo por que respondem e no regime de responsabilidade originário1 É incontroverso que, na esteira daquilo que é defendido pela recorrente, na execução de uma livrança só podem ser penhorados ao avalista bens que somados não excedam a totalidade do valor da execução.