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6 a 16, não se pode concluir, sem mais, como o faz a sentença recorrida, que a sociedade E....., Lda., entre 2014 a 2016, possuía o valor de € 94811,73, maioritariamente, em penhoras de créditos ativas, já que por força da própria penhora esses valores, a existirem, constituem garantia de pagamento de dívidas, que, não obstante não sejam evidenciadas nos autos, tudo leva a crer que se tratam de dívidas em cobrança coerciva pela AT, e que, ao arrepio do que ali se diz, essas penhoras constam da "Lista de Pedidos de Penhora” do sistema de penhoras eletrónicas da AT e não do IGFSS.