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»« Refere ainda a recorrente na 1 à 1 conclusão recursiva que o impugnante, confunde pensões de alimentos com despesas de educação, especificando o enquadramento jurídico-tributário de cada uma dessas realidades nas distintas rubricas "Abatimentos ao rendimento líquido total" e "deduções à coleta”,  Não se nos vislumbra o alcance pretendido nem que tipo de consequências, a recorrente daqui pretende retirar, sendo certo que não se colhe da p.que a matéria vertida nas conclusões em análise, tenha sido alegada em  Instância, também não foi objeto de apreciação e, como se diz na sentença recorrida " não foi essa a fundamentação utilizada pela Administração Tributária na correcção oficiosa da liquidação de IRS ora impugnada, ” Assim, e como tem sido reiteradamente assumido pela nossa jurisprudência, os recursos são meios de obter o reexame de questões já submetidas à apreciação dos Tribunais de  instância, e não para criar decisões sobre matéria nova, não submetida ao exame do Tribunal recorrido, sob pena de violação do principio de um grau de jurisdição, sem prejuízo, claro está, das questões de conhecimento oficioso ainda não decididas com trânsito em julgado artigo 57 e 17 do "In casu”, deve concluir-se que o fundamento de recurso ora sob apreciação a alegada confusão entre pensões de alimentos com despesas de educação), constitui questão que não foi invocada na petição inicial e não sendo de conhecimento oficioso, não pode, nesta sede, ser apreciada.