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E o mesmo autor escreveu3:  " O processo arbitral assenta em princípios fundamentais próprios contidos, no caso da lei portuguesa, no art 30 n 1 da PAV, que não se confundem, embora possam parcialmente coincidir, com os que são próprios do processo A sua aplicação prática, porém, obedece às características da arbitragem, designadamente ao seu menor formalismo e à desejada eficácia em vista do seu desígnio final que é a resolução do litígio” " Apenas a analogia com o regime legal do processo pode, eventual e muito parcimoniosamente, ser útil ao processo arbitral como repositório de conceitos técnico-científicos e, eventualmente, como exercício analógico, não obrigatório parar o árbitro do preenchimento de uma lacuna legal verificada num processo arbitral.