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1 Diferentemente do que parece decorrer do acórdão deste Supremo Tribunal de Justiça, de 14-07-2020, que admitiu tratar-se de uma situação de litisconsórcio necessário passivo, entendemos que a situação dos autos, conforme decorre do teor da petição inicial, configura um caso de responsabilidade solidária das duas rés, tal como concluiu o acórdão da Relação de Évora, de 07-11-2019, no processo n 447/16T8FAR.E1 acórdão.Fica, assim, afastado o argumento alegado pela autora de que o pacto atributivo de competência aos tribunais holandeses, para conhecer do pedido em relação à  ré, constituiria uma denegação de justiça, por poder implicar, como consequência, que cada uma das rés, demandadas em tribunais distintos, acabasse a ser absolvida da instância por ilegitimidade.