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Nenhuma dúvida existe de que a declaração do empregador que a A. alegou consubstanciar o seu despedimento é aquela que o Tribunal da Relação apreciou, sendo o aditamento do facto -A efectuado apenas por uma questão de situar no tempo a data da eficácia desse despedimento em conformidade, aliás, com a alegação que a R. – agora arguente da nulidade em apreciação – efectuou no articulado motivador do despedimento, ao alegar no artigo 17 de tal articulado, além do mais, que: 17 Na sequência da recepção da aludida missiva pela A., o R. enviou à A. uma carta datada de 6 de Julho de 2017, recebida pela A. em 7 de Julho de 2017, onde comunicou que” Acresce que, como constitui entendimento doutrinário e jurisprudencial pacífico e reiterado, o limite cognitivo traçado nas conclusões do recurso cede quando se trate de questões de que o tribunal ad quem possa ou deva conhecer ex officio.