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responderam ao recurso, sobrelevando das suas contra-alegações as seguintes conclusões: A.–As Recorrentes interpuseram recurso da sentença do Tribunal a quo por entenderem que: a)-A mesma é nula na medida em que julgou a ação totalmente improcedente, quando as Recorrentes nela pediam o reconhecimento do seu direito de propriedade e o Tribunal reconheceu tal propriedade, o que entendem consubstanciar uma contradição entre os fundamentos e a decisão; b)-A mesma é também nula porquanto mesmo quando considerada verificada e válida a transmissão do arrendamento para a Recorrida , sempre devia ter procedido o pedido de condenação no pagamento da indemnização peticionada na medida em que a Recorrida não requereu para si o seu direito à transmissão naquele arrendamento, o que entendem consubstanciar uma contradição entre os fundamentos e a decisão; )-A mesma é ainda nula uma vez que o facto 16 dado como provado está em contradição com o facto 17 dado como provado, tendo também em conta a matéria dada como provada no facto 7, o que entendem consubstanciar uma contradição entre os fundamentos e a decisão; )-O Tribunal deu como provados e não provados determinados factos que, em face da prova produzida, não podia ter, e respetivamente, dado como provados e não provados; e)-Sem prejuízo, o Tribunal a quo fez uma errada interpretação do Direito mesmo quando considerada a matéria de facto dada como provada, uma vez que a segunda transmissão do arrendamento para a Recorrida não podia ter ocorrido na medida em que a mesma não residiu com o primitivo arrendatário – que até residiu.