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Aliás, foi com base neste último preceito que os embargantes/recorrentes logo em sede de petição inicial de embargos sustentaram a extinção automática da execução, nos termos do n. 1 do artigo 1, e do n. 2, a contrario, do referido Dec. Lei 178/2012, de 03-08, alegando para o efeito que apesar de o banco, ora exequente/embargado, não ter aceitado negociar no segundo processo de recuperação com o n. 150058/2015, a subscritora da livrança em crise e avalizada, "Y, Lda.”, requereu, em 11-05-2016, o suprimento da aprovação de vários credores, nos termos do n. 2 do artigo 1 do referido Dec. Lei n. 178/2012, de 3-08, entre os quais figurava o BANCO ..., S.A., do qual é legal sucessor o ora exequente/embargado.