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As sequelas de que ficou afetado determinam-lhe uma desvalorização para todas as atividades em geral de 2 pontos em 100 que, em termos de Repercussão Permanente na Atividade Profissional, são compatíveis com o exercício da atividade habitual, mas implicam esforços suplementares o Autor tinha à data do acidente 3  Neste quadro factual, legal e jurisprudencial comparativo, em que sobrelevam as especificidades do caso submetido à nossa apreciação, temos como justo e equilibrado fixar a indemnização pelos danos não patrimoniais sofridos pela autora, na quantia de € 2000,0  Do que fica exposto resulta que a apelação procede parcialmente, mantendo-se o valor de € 1000,00, a título de danos patrimoniais futuros, mas reduzindo-se o valor de danos patrimoniais relativos a despesas futuras com medicação, para € 780,00 e reduzindo-se, igualmente, o valor de danos não patrimoniais para a quantia de € 2000,0 Mantém-se, claro, por não impugnado, o valor devido a título de danos patrimoniais emergentes, no valor de € 564,0  DECISÃO  Em face do exposto, decide-se julgar parcialmente procedente a apelação, revogando-se a sentença recorrida e condenando-se a ré a pagar à autora a quantia total de € 3344,04, a título de ressarcimento pelos danos patrimoniais e não patrimoniais sofridos em consequência do acidente em discussão nos autos, acrescida de juros de mora, à taxa legal, desde a citação, até integral pagamento.