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artigos  a 1  − que essa visita alteraria a sua vida, que esteve emigrado, tendo regressou a 25 de Fevereiro de 2014, quando foi surpreendido pela notícia de que a sua então mulher não queria restabelecer laços conjugais – artigos 1 a 2  − que, com o correr do tempo se apercebeu que a sua então mulher "vinha arquitetando um plano para se divorciar”, "sem que aos olhos do meio social onde a mesma se move a mesma ficasse com o ónus de ter requerido o divórcio”, tendo-se valido das funções do aqui réu, que lhe passou receitas e certificados de incapacidade para o trabalho, bem como relatórios que estiveram na génese de outros relatórios elaborados por outras instituições e que conduziram à sua condenação pela prática do crime de violência doméstica – artigos 2 a 2 25/151 PÁGINA 24 DE 55  − que não compareceu a nenhuma consulta nos dias 23 de Maio, 26 de Setembro, 3 de Outubro, 15 e Outubro,7 de Novembro, 14 de Novembro, todos de 2013, nem a 9 de Janeiro de 2014, e que o aqui réu aferia do estado de saúde do autor através do relato da sua então-mulher – artigos 2 a 3  − que foram elaborados dois relatórios, um em 20 de Outubro de 2013 e outro em 12 de Dezembro de 2013, que ali transcreve, sem que fossem precedidos de exame direto ao autor, e destinando-se a prejudicar os interesses do autor quer na CPCJ quer no Tribunal – artigos 3 a 4  − que o plano arquitetado pela sua então mulher resultara porque o autor fora condenado pela prática do crime de violência doméstica, o que lhe causou forte abalo emocional – artigos 5 a 5  − que as informações clínicas levantam questões de violação de segredo médico, citando as normas dos artigos 8, 8 e 9 do Código deontológico da Ordem dos Médicos, o que só foi possível atentas as relações profissionais entre a sua então mulher e o aqui réu – artigos 5 a 7  − que a terem existido práticas de consultas não presenciais, elas são manifestamente violadoras das legis artis e de inúmeros preceitos legais, como o de reserva sobre a intimidade da vida privada consagrado no artigo 2, da Constituição da República, e no artigo 8, do Código, o de confiança em certos grupos profissionais consagrado no artigo 19, do, o de proteção da segurança e credibilidade na prática jurídica probatória consagrado no artigo 26, do – artigos 7 a 8;  − que dúvidas não há que o réu violou com a sua conduta diversas normas de natureza constitucional, legal, deontológicas e legis artis – artigo 10  − que a atuação do réu foi dolosa, porque com o propósito único de fazer crer às autoridades policiais e judiciais, bem como à comunidade, que o autor padecia de patologia mental grave – artigo 11  − que assiste ao autor o direito a ser "ressarcido por todos os danos que lhe foram causados pelas condutas adotadas pelos ora réus”, porquanto "as mesmas foram não só lesivas dos direitos à reserva da vida privada, à confidencialidade sobre o seu estado de saúde, mas também de outros direitos do autor” – artigos 11 a 12  − que o autor sofreu e sofre um enorme desgaste emocional, tendo perdido amizades, sentido humilhação, vexame, o que o levou a mudar de residência para o Porto e depois para Barcelos – artigos 12 a 12  - O aqui réu, em conjunto com a Unidade Local De Saúde ..., contestaram a referida ação.