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exigem um tratamento especial, que se reconduz a uma maior liberdade do que a que está implícita no direito geral de expressão do pensamento.”  6 Tendo estes princípios por assentes, resulta claro, face à decisão proferida, que a criatividade exprimida pelo recorrente através das suas invenções cuja autoria e total novidade se encontram plenamente provados na sentença foi-lhe suprimida e estropiada, por força de um artigo do Código da Propriedade Industrial, o artigo 59, claramente inconstitucional, que faz prevalecer interesses económicos de uma empresa, sobre direitos fundamentais e inerentes à Pessoa Humana como a sua liberdade de criação e expressão, assim obliterando e decepando uma liberdade protegida pela nossa lei fundamental e que deveria prevalecer.