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Daí que, conforme admitiu, como se sentia sempre bastante pressionado pelos resultados, mesmo quando estavam em causa obrigações emitidas por sociedades externas ao grupo, possa ter dito ao autor que aquele produto tinha a segurança de um depósito a prazo, onde o capital está sempre garantido.” J) No Acórdão da Relação de Guimarães que reapreciou o julgamento da matéria de facto e o manteve nos precisos termos pode ler-se, a propósito do depoimento prestado pelo aqui Réu: "a importância do seu depoimento reside no facto de, reconhecendo ele a sua rubrica nos documentos relacionados com esta aplicação juntos aos autos pelo próprio Banco Réu, e, portanto, a sua intervenção na referida operação bancária, o mesmo ter admitido que, "como comerciais”, "podiam reforçar segurança” dizendo "isto é como um depósito a prazo, isto é garantido”, podendo ter sido isso que sucedeu, "sobretudo se eram obrigações”.