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5 a 7 dos autos, o qual aqui se dá por integralmente reproduzido, do qual consta, além do mais, o seguinte:  ") Considerando que os promitente vendedores eram os únicos accionistas, respectivamente nas proporções de 98%, 1% e 1% da sociedade comercial, SA, pessoa colectiva número, que teve sede em Centro de Escritórios – Avenida, 148 – -/5-, na freguesia de S., concelho de Lisboa, a qual foi declarada dissolvida em processo de dissolução administrativa que correu termos por iniciativa da Administração Tributária, equivalendo o activo ao passivo o qual será satisfeito pela alienação do seu património imobiliário único existente nos termos de contratos celebrados com terceiros na presente data, pelo que os promitente vendedores não irão efectivamente receber para si o preço, mas para entrega a terceiros credores, designadamente:  a) Autoridade Tributária e Aduaneira;  b) Caixa de Crédito Agrícola e Mútuo, S.A.;  ) Caixa Económica Montepio Geral, S.A.;  ) Município de – Câmara Municipal;  e);  O segundo contratante responsabilizar-se-á pelo pagamento e liquidação dos valores aos terceiros credores supra indicados, com a colaboração de, tudo fazendo e realizando para que aqueles recebam e deem a quitação do valor em dívida.