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Com especial relevância, provou-se que o tiro que provocou a morte de foi disparado pela caçadeira que trazia consigo, sem qualquer intervenção de terceiro e que no momento da sua morte o tinha uma taxa de alcoolémia no sangue de 1,48 g/ Mais se provou que a taxa de álcool de 1,48 g/, de que o falecido era portador, reduz a capacidade de vigilância, diminui a acuidade visual, estreita o campo visual e diminuição os reflexos, aumentando o risco de sinistro na actividade da caça, com a utilização de armas, que tal taxa afecta, no cérebro e no cerebelo, as capacidades cognitivas de antecipação, previsão e decisão e as capacidades perceptivas, nomeadamente visuais e de equilíbrio, assim como as capacidades de resposta motora e que, em face da taxa de alcoolemia que apresentava, tinha a capacidade de vigilância, a acuidade visual, as capacidades perceptivas e reflexos diminuídos.