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Acordam no Tribunal da Relação de Guimarães  RELATÓRIO  G. deduziu ação declarativa contra A. pedindo que a ação seja julgada, provada e procedente e, em consequência:  a. Declarar que a A. é a única e universal herdeira da herança aberta por óbito de , por ser sua neta; b. Condenar o R. a reconhecer que a A. é a única e universal herdeira de ; Condenar o R. a reconhecer que os bens identificados em 21 da inicial fazem parte do acervo patrimonial da herança aberta por óbito de , bem como, as árvores que foram cortadas e removidas dos respectivos prédios; Condenar o R. a restituir à A. todos os bens que compõem a herança da falecida , nomeadamente, as árvores que foram cortadas e removidas dos prédios identificados em 21, ou, em alternativa, por não ser possível a restauração natural, e. Condenar o R. a pagar à A. o valor das referidas árvores que é de 6000 € sessenta e cinco, acrescido do montante de 000 €, correspondente ao valor dos pinheiros jovens destruídos e, ainda 000 € para limpeza dos prédios onde foram cortadas as árvores; f. Condenar o R. a pagar à A., para ressarcimento dos danos não patrimoniais sofridos, em consequência da conduta dele, a indemnização de 2 000 € dois, acrescida de juros de mora à taxa legal, desde a citação; e g. Condenar o R. a pagar os juros de mora vencidos e vincendos, desde a data do corte das árvores, a incidir sobre o montante de 6000 €, correspondente ao valor dos pinheiros cortados.