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De salientar que, tendo os réus alegado que a autorização dada para tal abertura das janelas teria ocorrido sob condição, aceite pelos autores, de elas apenas servirem para iluminação e arejamento e constando tal facto como incluído nos pontos não provados 14 e 15 cuja alteração os autores pretendem sem fazerem qualquer distinção ou restrição, deduz-se do teor das suas alegações, devidamente interpretadas, não ter sido sua intenção incluir na impugnação este facto contrário à sua tese, cuja prova competia aos réus mas eles não conseguiram, nem se vê que exista, sendo aliás hipótese desligada do que teria sido normal em função das regras da experiência, dadas as relações amistosas que presidiram à abertura e a óbvia consciência comum de que sempre por qualquer delas e em função das suas medidas e forma seria permitido ver, declaração negativa com a qual, de resto, os réus se.