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Relatório:  , alegando ser legal representante da Herança ilíquida e indivisa aberta por óbito de T. , instaurou no Juízo Local de Bragança, sob a forma de processo comum, a presente ação declarativa, contra e Banco ..., S. A,, deduzindo de que se declare que o Autor é o único e universal herdeiro do falecido, T. ; as quantias monetárias que constavam da conta bancária referidas no artigo  da petição eram, até à data da morte de T. , propriedade exclusiva deste; na presente data, desde o falecimento de T. , as quantias monetárias que constavam na conta bancária referida em 4 desta petição pertencem exclusivamente à herança de T. , já que fazem parte integrante da mesma; e se condenem os Réus, e Banco ..., S.A, a restituir à herança de T. , a quantia de € 3337,09 trinta e quatro trezentos e trinta e sete euros e nove cêntimos), acrescida de juros de mora desde a citação até integral pagamento e da sobretaxa de 5% a título de sanção pecuniária compulsória desde o trânsito em julgado da sentença, até integral e efetivo pagamento; subsidiariamente, se condenem os réus, e Banco ..., S.A, a devolver à herança de T. , a quantia de € 3337,09 trinta e quatro trezentos e trinta e sete euros e nove cêntimos), a fim de evitar o enriquecimento sem causa do  réu, bem como, os juros legais a partir da data em que o  R. teve conhecimento da falta de causa do seu enriquecimento até à data de devolução efetiva e integral da referida quantia.