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E assim sendo, o cumprimento desses acordos de pagamento até determinada altura e o seu subsequente incumprimento, em virtude da insolvência da sociedade e do ora recorrente, declaradas, respetivamente, em 08/04/2013 e em 03/07/2013, são irrelevantes para aferir da existência do dolo e/ou da culpa do recorrente, tendo estes de reportar-se ao momento da prática do crime, o que não acontece com as circunstâncias convocadas pelo recorrente, que são posteriores à consumação do crime e, como tal, nunca poderiam ter condicionado e/ou afetado a liberdade do arguido/recorrente de agir conforme ao direito, ao praticar os factos objetivos que resultaram provados e que não são impugnados pelo recorrente.