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1 E assim concluiu o Tribunal que o arguido foi preso preventivamente com base em conversas informais entre o arguido e os inspectores da Polícia Judiciária, rematando que «Assim, as chamadas "conversas informais” dos arguidos com os agentes policiais, antes de serem constituídos arguidos, não podem ser valorizadas em sede probatória.» De outra forma estaríamos a subverter o espírito da lei constitucional e mesmo a agir em fraude à lei ordinária se, porventura, sobrestássemos na constituição de arguido, com o mero fito de, desse modo, o arredar do benefício daquelas garantias e, dessa forma, obter provas incriminatórias contra ele.» 1 Consignou o Colectivo no seu Acórdão também que "O arguido esteve desacompanhado de qualquer pessoa de família e ou da sua confiança pessoal; durante a diligência estava acompanhado do patrão T., pessoa da sua confiança, mas naquele momento a "colaborar” palavras da com a Polícia Judiciária; o arguido estava desacompanhado de advogado e consciente da gravidade da sua situação como em regra está quem é suspeito da morte de outrem e mais ainda da própria mãe).