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A ré insurge-se contra a decisão de facto com os seguintes argumentos: - Que em lado algum o Tribunal recorrido faz referência às declarações de parte da R. a qual, "embora atabalhoadamente” teria dito que "a GG testemunha, que sempre foi para ela a representante de todos os senhorios do prédio, lhe garantiu que, passaria para um dos andares de baixo, e aí, as rendas mais elevadas fariam sentido e até podia arrendar um dos quartos a um hóspede, o que ajudaria a pagar a nova renda” "e que, para aquela casa, uma renda justa seria os 50,00€”; - Que a testemunha GG referiu "que os senhorios sempre disseram que, logo que os andares de baixo tivessem as obras feitas, a R. passaria para um desses andares, sempre disseram que se poderia chegar a um acordo, precisamente porque a R. tinha problemas de mobilidade”; e - Que a testemunha HH referiu "que, quer a R. quer o A., nas duas reuniões que tiveram afirmavam que tinha havido um acordo até por escrito, mas que nenhum dos dois tinha no sentido de a R. passar para o ... andar ou para o r/e aí continuarem os aumentos de renda.