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Da mesma forma, o Tribunal a quo não violou o disposto no artigo , n. 2, do Regulamento n. 1215/2012, do Parlamento e do Conselho, de 12 de dezembro de 2012, 9, alínea e 27, n. 1, alínea, do CPC, tendo   A Recorrente introduz duas alterações na sua alegação de recurso em face ao por si alegado na sua contestação, na tentativa desesperada e sem qualquer sustentação de tentar "encaixar” os requisitos legais na tese que mais lhe convém:  a) enquanto, na sua contestação, a Recorrente admitia que os danos não patrimoniais invocados pelo aqui Recorrido na sua petição inicial "podem considerar-se como tendo corrido em Portugal sic, veja-se artigo 1 e 1 da contestação), agora, nas suas alegações de recurso já omite tal segmento; b) enquanto, na sua contestação, a Recorrente identifica como o facto ilícito a deslocação ilícita dos menores, nas suas alegações de recurso já vem invocar como facto ilícito e também como a fixação da residência dos menores em Espanha.