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- a absterem-se de praticar actos que obstaculizem o normal uso e fruição permanente pela autora da supra referida servidão de passagem e o acesso da mesma ao seu prédio identificado em 1 da presente Petição Inicial;   - a indemnizarem a autora de todos os prejuízos patrimoniais causados com a criação dos impedimentos em apreço e outros que esta ainda venha a sofrer em consequência da não fruição da dita servidão de passagem, os quais deverão ser liquidados em sede de execução de sentença; - a indemnizarem a autora pelos danos morais provocados em quantia nunca inferior a € 500,0  Para tanto alegou, em síntese, que é dona e legitima proprietária do prédio que identifica no artigo 1 da p., inscrito na matriz predial rústica sob o art.