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Mais se esclarece no Acórdão do mesmo Tribunal de 7 de Maio de 201411 – aí a propósito da redação que constava do artigo , n. 1,, da Lei n. 100/97 mas que se mantém com atualidade ao estipular que a descaracterização do acidente exige que o comportamento do sinistrado seja a sua causa –, que ") será ainda de concluir no mesmo sentido, sempre que, proporcionando os factos uma compreensão da dinâmica do acidente, nada sugira, a par da conduta culposa do sinistrado, a concorrência de qualquer outra causa na produção do acidente g., facto praticado por outro interveniente no acidente ou por terceiro, caso fortuito ou de força, ou seja, quando – à luz de critérios de credibilidade racional, razoabilidade e experiência comum – nada permita conjeturar no sentido de tal eventualidade e., quando nenhum motivo concreto/objetivo a torne verosímil).