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Se a 1 Instância deu como provado, no ponto 1 dos factos julgados provados na sentença, que a quantia de 2742,05 euros paga pelo A.à apelante respeita ao preço de fornecimentos de produtos químicos que esta efetuou anteriormente à declaração de insolvência da O. F., S.A., e se, com isso, violou o trânsito em julgado material que cobre a decisão judicial proferida no âmbito do apenso , como é bom de ver, o tribunal não incorreu em qualquer excesso de pronúncia, mas antes errou, isto é, decidiu mal em sede de julgamento da matéria de facto, por violação de regras de direito probatório material o caso julgado que cobre a decisão de mérito proferido no âmbito do apenso que lhe impunha, sem qualquer margem de subjetivismo, que julgasse provado que essa quantia paga à apelante reporta-se ao pagamento de fornecimentos de produtos químicos realizados pela apelante após a O. F., S.A, ter sido declarada insolvente, o que demandará que a Relação ou o STJ em caso de recurso de, uma vez detetado esse erro, tenha, ainda que oficiosamente, de suprir o mesmo, por forma a tornar o julgamento da matéria de facto conforme às regras do direito probatório material aplicáveis aos autos.