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E iniciando pelo ponto 17 dos factos provados, a sua redação consiste no seguinte: 1 Os requerentes chamaram a atenção dos demais sócios e do presidente da assembleia para o facto de se encontrarem impossibilitados de exercer o seu direito de voto na deliberação a aprovar, ficando o sócio R. B. impedido de votar na destituição ou não do gerente A. N. e a sócia – Sociedade Agrícola, Unipessoal, Lda impedida de votar a destituição ou não do gerente R. B..   A motivação do Tribunal recorrido para tal facto assim ser considerado, é a seguinte: "Quanto à matéria constante dos pontos 1, 1, e 2 dos factos provados o Tribunal valorou as declarações de parte de A. N. que confirmou o seu teor, de forma que cremos ter sido coerente e verosímil.” Ora, a nossa interpretação desse ponto da matéria de facto é que reproduz apenas o que foi dito em assembleia pelos requerentes, relata o circunstancialismo lá invocado, não afirma que a dita impossibilidade se verificou.