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Acordam na  Secção Cível do Tribunal da Relação de Coimbra: – Relatório A, casado, residente , intentou a presente ação de condenação com processo comum contra T, solteira, maior, residente , pedindo que seja: "a) anulado o contrato de mútuo celebrado em 24/11/2017 entre o A. e a R.; b) anulado o contrato de compra e venda do veículo automóvel BMW com a matrícula ...)  celebrado em 24/11/2017 entre o A. e a R.; e, a título subsidiário,  ) ordenada a modificação do contrato de mútuo no que respeita ao valor, devendo fixar-se como quantia mutuada o valor de € 1000,00, ao invés de € 2000,00, obrigando-se a R. a devolver o montante de € 500,00 recebidos indevidamente.”  Para tanto, alegou, em síntese, que, num momento de necessidade e com vista a substituir uma providência de arresto por caução, necessitou de € 1847,16 de um dia para o outro, tendo recorrido aque inicialmente se disponibilizou a emprestar-lhe € 1000,00 e depois exigiu que fosse celebrado um contrato de mútuo com a R. e que do mesmo ficasse a constar que o montante do empréstimo era de € 2000,00 em numerário não obstante só lhe emprestar € 1000,00; e exigiu, ainda, que desse de garantia 3 viaturas a de marca Volkswagen, com a matrícula  Y...) 1; a de marca Nissan, com a matrícula  Z...) ; e a de marca BMW, com a matrícula  ...), para o que formalizaram contratos de compra e venda para, caso o A. não restituísse o empréstimo, a R. se pagar.