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Com efeito, após consistente introdução dogmática, pronuncia-se a sentença, nas páginas 28 a 33, de forma clara, objectiva e bem fundamentada, sobre a verificação de todos os pressupostos da responsabilidade do intermediário financeiro: desde o facto, preenchido pela omissão de informação; a ilicitude da conduta, considerando-se que do ponto de vista objectivo era legalmente obrigatório prestar a concreta informação omitida; a culpa, entendendo-se que a circunstância dos funcionários administrativos desconhecerem a informação omitida não era motivo atendível, pois a Administração do recorrente tinha conhecimento da mesma e teria que admitir como sendo uma informação relevante tendo, assim, havido uma omissão da hierarquia – vide pág.