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Conforme avançou o Tribunal a quo que "Incontroversamente, o ato administrativo suspendendo veda ao Requerente o direito a auferir a sua pensão por aposentação, para a qual contribuiu durante toda a sua carreira laboral de trinta e quatro anos, catorze dos quais ao serviço das Forças Armadas, até ao momento em que os valores a processar – a título da mesma, desde abril de 2021 – perfaçam o valor de € 9625,93 acrescido de juros de mora no montante de € 1842,1 Pelo que, a prevalecer o entendimento da Requerida e na medida em que a pensão de aposentação do Requerente se cifra, aproximadamente, no montante de € 500,00 dois e quinhentos, este último encontrar-se-á três anos e dez meses quarenta e seis sem receber um cêntimo que assegure, mais não seja, a sua subsistência individual = € 11468,12 € 9625,93 + € 1842,19 / € 500,00), até que a decisão suspendenda cesse os seus efeitos”, concluindo o Tribunal recorrido que "Por conseguinte, notória e ostensivamente, assiste integral razão ao aqui Requerente, pois, sucessivamente, ver-se-á impossibilitado de suportar as despesas da sua vida corrente e do seu agregado familiar, na sequência de uma restrição constitucionalmente injustificada ao seu direito à segurança social, na vertente de direito à pensão cfr.