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Termos em que, com o mui douto suprimento de Exas., deverá ser considerado procedente o presente recurso e revogada a douta sentença, como é de Direito e Justiça.”   A Recorrida apresentou contra-alegações, tendo concluído da seguinte forma: " A mera reprodução das alegações sob a menção de "conclusões” não traduz a formulação de conclusões, pelo que, na ausência de conclusões, deverá o recurso interposto pela Recorrente ser imediatamente rejeitado;  O presente recurso interposto pela Recorrente tem por objecto apenas Matéria de Direito, sendo a questão a esclarecer a de apurar se, à face da Matéria de Facto Provada e da legislação vigente à data dos factos, recaía sobre a Recorrida a obrigação de discriminar, em verba própria, nas facturas emitidas aos clientes, os encargos pagos a título de ajudas de custo e de compensação pela deslocação em viatura própria do trabalhador;  No decurso no ano de 2000, a Recorrida emitiu facturas referentes a serviços efectuados em sede de cumprimento de contratos celebrados com clientes que incluíam as despesas de deslocação necessária ao cumprimento dos mesmos;  A Recorrida emitiu também facturas referentes a serviços no âmbito de pedidos de assistência técnica e de manutenção, onde incluía, de forma discriminada, as despesas de deslocação;  O controlo entre as duas situações encontrava-se espelhado na contabilidade, com a criação de contas específicas para cada situação – /projecto ou s/ projecto - e documentada através das folhas de serviço, elaboradas pelos funcionários, onde constava o nome do beneficiário do serviço, o local para onde se deslocou, a respectiva data, o montante diário que lhe foi atribuído e o valor facturado, bem como a menção da existência ou não de contrato/projecto associado àquele serviço;  O controlo efectuado pela Recorrida permitia-lhe controlar com rigor quais as ajudas de custo e compensações atribuídas aos trabalhadores que foram facturadas aos Clientes;  A alínea do n. 1 do art.