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22 do; 8 - Não existindo, salvo melhor opinião, qualquer omissão que possa ser invocada para sustentar o vicio alegado; 9 - A sentença recorrida julgou também, a procedência da impugnação fazendo errada interpretação e aplicação da lei, ao facto tributário que origina a liquidação agora impugnada; 10 - Facto que emerge, do contrato de trespasse, devidamente certificado, lavrado entre a impugnante e JCCBS e Mulher, documento que consta dos autos; 11 - Estando em causa, exclusivamente, o não pagamento da sisa devida na transmissão que resulta do trespasse efectuado entre a impugnante e JCCBS e Mulher, do estabelecimento comercial que a primeira, à data, possuía, recebendo em troca um valor determinado em espécie neste caso, um imóvel); 12 - Independentemente de outros actos e negócios estabelecidos entre outras partes, ainda que os quais, justamente, mereçam dúvidas quanto à sua intencionalidade pelo meritíssimo Juiz a quo, embora sendo irrelevantes para análise da validade da liquidação impugnada 13 - São factos dados como provados pela douta sentença que a impugnante, pelo escrito particular antes referido, trespassou o estabelecimento pelo valor de 199 519,16 E, sendo que numa primeira fase do pagamento "...os primeiro outorgantes e cedentes recebem dos segundos outorgantes a quantia de 19 951,92 em dinheiro e os restantes 79 807,66 com a dação em pagamento do imóvel propriedade dos segundos outorgantes, ...sito em Tavarede... inscrito na matriz urbana com o n 222.."; 14 - E que esta fez a inclusão contabilística do imóvel no seu activo imobilizado; 15 - A douta sentença recorrida entendeu, embora, que, no caso sub júdice a dação à, estaríamos perante "...um negócio virtual, que não se chegou a formalizar, quiçá com intenção de se evitar a tributação.