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A Digna Procuradora-Adjunta junto do tribunal recorrido respondeu ao recurso interposto, defendendo a improcedência do mesmo, concluindo: O Tribunal a quo, por sentença datada de 002018, absolveu o arguido BB da prática do crime de violência doméstica, p. e p. pelo artigo 152, n 1, alínea e n 2, do Código Penal e do pedido de indeminização formulado; Inconformada com tal decisão, a demandante interpôs o presente recurso; Não assumindo a posição de assistente mas tão só de ofendida/demandante , não tendo a mesma legitimidade para pugnar pela alteração da matéria de facto fixada na sentença, pelo que se impõe a rejeição do recurso, nos termos das disposições conjugadas dos artigos 401, n 1, alínea, 414, n 2 e 420, n 1, alínea, do Código de Processo Penal; ) Ainda que assim não se entenda, sempre o recurso deverá ser rejeitado nos termos das disposições conjugadas dos artigos 412, n 1, 2, 3 e 4 e 414, n 2, do Código de Processo Penal, uma vez que a Recorrente não observou o ónus da impugnação efacto e de direito, a que estava legalmente vinculada, por se tratar, conforme a própria indicou, de recurso sobre a matéria de facto e de Direito; Sendo certo que se limita a alegar que a prova produzida não foi bem valorada, que o arguido deverá ser condenado pela prática do crime de que vem acusado e que os factos julgados não provados deveriam ter sido julgados provados, sem que indique qualquer disposição legal que haja sido violada ou erradamente aplicada pelo Tribunal a quo ou quais as provas concretas que impunham decisão diversa da formulada no que respeita aos factos provados e não provados; Ainda que o recurso interposto venha a ser apreciado, o que não se concede, sempre se dirá que o Tribunal a quo fez uma correcta, adequada e irrepreensível valoração da prova produzida, de acordo com o princípio estabelecido no artigo 127, do Código de Processo Penal; Encontrando-se a decisão devidamente fundamentada, conforme exigido pelo artigo 374, n 2, do Código de Processo Penal; Pese embora em sentido divergente daquele que a ora Recorrente pretendia; A ora Recorrente não fez qualquer prova dos factos que alegou no pedido de indemnização que formulou, pelo que, ainda que a decisão tivesse sido no sentido da condenação do arguido, não deveria o pedido de indemnização proceder; A douta sentença ora recorrida não merece qualquer reparo ou censura; Por tudo, a decisão proferida e ora em crise deverá manter-se nos precisos termos em que foi proferida.Respondeu igualmente o arguido, com as seguintes conclusões: A.	QUESTÃO PRÉVIA Recorribilidade da Sentença) 	A Recorrente não foi admitida a intervir nos presentes autos como assistente, porquanto, em 10/07/2017, o Requerimento de Protecção jurídica, por si, formulado junto do ISS foi alvo de indeferimento e a mesma não procedeu ao pagamento da respectiva taxa de justiça art.