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Significa isto que toda a prova, quer a testemunhal quer a documental auto de notícia), suporta o facto dado como provado em 31 «Os , , , e  Réus amarraram ao pau que se soltou as cordas utilizadas na montagem das respetivas tendas», não sendo o mesmo incompatível com os pontos 19, 23, 25, 27, 29 e 3 Em suma: -O Tribunal recorrido seleccionou os que correspondiam verdadeiramente a factos, nomeadamente quanto à montagem das tendas, nos artigos 16 a 31, sendo esses que lhe permitiram concluir pela responsabilidade dos RR feirantes; -De qualquer forma, sempre se diga que esses factos, mesmo que pudessem ser incluídos na factualidade se não tivessem carácter instrumental e, nunca o seriam na factualidade provada, visto que toda a prova feita aponta precisamente para o facto daquela forma de montagem representar um risco para a integridade física dos visitantes da feira; -Concluindo, a factualidade julgada como provada e não provada não merece reparo; -Consideram os RR/Recorrentes que do elenco dos factos provados não consta qualquer facto «que indicie sequer a violação de norma regulamentar ou regra técnica destinada a garantir da segurança dos visitantes da feira que tivesse sido violada».