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7, n. 2 do Código;   2 Daí a necessidade do recurso ao presente procedimento cautelar comum;   2 Os Requerentes irão intentar contra os Requeridos a competente acção judicial, postulando a sua responsabilidade e peticionando a condenação dos Requeridos na reparação dos danos não patrimoniais causados e a respeitarem e a absterem-se da prática dos actos que violem os seus direitos de usufruto, da raiz ou nua propriedade, de habitação e de reserva e intimidade da vida privada dos Requerentes, abstendo-se de comparecerem, invadirem, de permanecerem à porta e de entrarem no interior da residência dos Requerentes sem previamente os avisarem e solicitarem autorização para o efeito, sob cominação de sanção pecuniária compulsória por cada acto de incumprimento;  2 Porém, é de prever que tal acção demorará anos até ser decidida;   2 E entretanto, os Requeridos persistirão na sua conduta, corno aliás já anunciaram que continuarão a fazer;    2 Assim se agravando e tornando muito difícil e até impossível a reparação da violação dos aludidos direitos de propriedade e de personalidade dos Requerentes e respectivos agregados familiares, que terão de continuar a suportar graves danos na sua saúde física e mental, conforme supra descrito no artigo 1;   2 Daí a necessidade e urgência da presença providência antecipatória, adequada a afastar ou, pelo menos, minimizar os graves danos na saúde física e mental dos Requerentes e respectivos agregados familiares, advindos da descrita conduta dos Requeridos.