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Tendo presentes tais requisitos, considerando a manutenção das penas parcelares que vinham aplicadas e o elucidativo entendimento citado, o qual, de resto, e ainda que de uma forma singularmente modelar, vai de encontro ao maioritário pulsar jurisprudencial, e considerando os factos acima assinalados e a associada personalidade do arguido, com destaque para o modo de atuação e para a gravidade do sucedido, sem esquecer os registados antecedentes criminais, uma personalidade já muito deformada e claramente avessa às regras estatuídas, reiteradamente, e perfeitamente indiferente às penas já anteriormente sofridas, entendemos que a pena única aplicada é justa e adequada, pelo que deverá manter-se recorde-se que, como se anotava na decisão recorrida, o limite mínimo era de cinco anos e o máximo de vinte e cinco anos, este por força do disposto no n 2 do artigo 77 do Código Penal, já que o somatório de todas as penas ascendia a setenta e três anos de prisão).