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Dito isto: para a primeira instância a certeza e a segurança jurídicas foram consideradas o bem supremo a preservar pela Justiça, quando, na verdade, estamos em crer que assim não é. lxii.O Venerando TCANORTE entendeu, muito em síntese, porque, com todo o respeito, se desviou da questão central dos autos, de igual modo e com profundo desacerto, que as diligências procedimentais desenvolvidas pela Recorrente previamente à prolação do acto não relevam para efeitos do disposto no artigo 60 CPTA, que reclama o pressuposto basilar que o acto tenha sido promanado, não importando assim qualquer efeito as diligências encetadas pela ora recorrente e uma vez mais ficou por aquilatar o termo inicial, isto é, quanto que desencadear esse mesmo prazo.