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Assim, "tendo havido sucessão, entre vivos ou mortis causa, na titularidade da obrigação exequenda, entre o momento da formação do título e o da propositura da ação executiva, seja do lado ativo, seja do lado passivo, devem tomar, desde logo, a posição de parte, como exequentes ou como executados, os sucessores das pessoas que figuram no título como credores ou devedores” sem recurso ao incidente de habilitação, devendo no próprio requerimento para a execução ser alegados os factos constitutivos da sucessão e "ser feita prova complementar no caso de sucessão de quem figure neste como credor ou como devedor  demonstração liminar dos factos constitutivos da sucessão Lebre de Freitas, A acção executiva cit,, com junção da escritura de habilitação de herdeiros ou do contrato de cessão do crédito.