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Não só improcede como é ilegítima a crítica agora endereçada ao Tribunal a quo no sentido de ser irrelevante a área de STP do EP 13/92 quando o Autor sempre elegeu essa área como sendo questão de facto e de criticar o Tribunal a quo por não se ter dedicado a apurar se as deliberações impugnadas excedem ou não o limite de 4067 m2, quando o Autor nunca alegou que os projetos licenciados excederiam a área de 4067 m   De qualquer modo, resulta documentalmente provado que a STP que foi licenciada através das deliberações impugnadas para os edifícios A, B e E, é inferior a 4067 m2, correspondendo a 2024 m2 1760,30 m2 + 350,60 m2 + 913,80, como foi alegado pelo próprio Autor e como resulta documentado e provado cfr., em especial, os factos,, e.  1 Mesmo no quadro do conjunto dos edifícios A, B, , e E, o que resulta documentado e provado é que os projetos aprovados pelas deliberações impugnadas contemplaram uma STP de 2024 m2 para os edifícios A, B e E, no quadro de uma STP global de 3642,50 m2 factos provados,,,,, e, em especial o quadro de áreas do facto que integra o projeto submetido a licenciamento e licenciado e demais documentos juntos aos.