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Por outro lado, se é certo que se logrou um dos fundamentos da aplicação da prescrição quinquenal o evitar a acumulação dos montantes em dívida tornando o pagamento excessivamente oneroso para o não deixa de subsistir a necessidade de uma acrescida diligência do credor na recuperação do seu crédito, tendo em vista, numa ótica do ‘favor debitoris’ imanente ao CCiv, evitando a perpetuação, com a consequente incerteza e insegurança, da situação do devedor.» Decorre desta jurisprudência consolidada do STJ, que subscrevemos, que as quotas de capital e juros remuneratórios do mútuo acordado prescreveram na sua totalidade cinco anos após o vencimento da última prestação de 2006), ou seja, em 201 Acresce que, mesmo que se considerasse que a totalidade das prestações se tinham vencido em 2002 cf.