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58 do CSC, nos seguintes termos: "Por outro lado, importa considerar que também não merece acolhimento o entendimento da autora no sentido de a decisão ora impugnada ser anulável por manifestamente abusiva, por entender que o fiscal único, ou melhor o representante do fiscal único, atuou em situação de conflito de interesses entre os interesses da sociedade Requerida e os interesses de por ser requerido no processo melhor identificado na factualidade provada que corre termos sob o n. 1269/24 T8LSB, e com manifesto abuso por ter atuado à revelia do que sabia ser a decisão da Requerente relativamente à escolha da administração que iria ser levada a cabo na assembleia geral de aprovação de contas que estava a ser organizada e se realizaria no prazoque, para 2020, e por força da situação de pandemia mundial de Covid-19 havia sido prorrogado para 30202 Conforme também alegado pela Requerida na sua oposição, em posição que aqui se reproduz por merecer integral acolhimento: «) atente-se no artigo 7, n. 2, do Estatuto da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas "EOROC”): "Os revisores oficiais de contas e as sociedades de revisores oficiais de contas tomam todas as medidas adequadas para garantir que, no exercício das suas funções, a sua independência não é afetada por conflitos de interesses existentes ou potenciais nem por relações comerciais ou outras relações diretas ou indiretas que os envolvam e, se aplicável, que envolvam a sua rede, os seus gestores, auditores, empregados, qualquer outra pessoa singular cujos serviços estejam à disposição ou sob o controlo do revisor oficial de contas ou da sociedades de revisores oficiais de contas ou qualquer pessoa ligada direta ou indiretamente ao revisor oficial de contas ou às sociedades de revisores oficiais de contas por uma relação de domínio”.