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Por outro lado, do documento agora junto pelo exequente JC certidão da escritura de 31-12-2008, com folha do documento complementar referente à verba n., não decorre a falsidade da parte do documento junto à habilitação de cessionário que refere as verbas n.s 569, 570, 571 e 141, nem o documento agora junto se mostra suficiente, por si só, para afirmar que as verbas n.s 569, 570, 571 e 141 não foram objecto da cessão realizada entre a Caixa Económica Montepio Geral e a B ..., S.A.  Em suma, inexiste motivo para a revisão da sentença de reclamação de créditos proferida no apenso A. Consequentemente, e sem prejuízo de se considerar que sempre extravasaria o âmbito do recurso de revisão, o pedido de anulação das adjudicações dos imóveis à B ..., a anulação do registo de propriedade dos imóveis a favor da B ... e a sua adjudicação ao exequente, não encontra fundamento legal.