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Constitui, aliás, um verdadeiro abuso de direito, proibido pelo artigo 33 do Código Civil, a conduta do Banco exequente ao: a)-Aderir voluntariamente a um plano de pagamentos que modifica o contrato de crédito inicialmente celebrado entre as partes, prestar informação no final de Julho de 2014 em relação ao NIB para o qual deveriam ser realizados os pagamentos mensais, receber as respectivas prestações em Agosto e Setembro de 2014 e ao mesmo tempo preencher nesse mesmo mês de Setembro de 2014 a Livrança que servia unicamente como garantia de cumprimento do contrato que acabava de ser livremente modificado e homologado por sentença; e b)- Apresentar um requerimento executivo a cobrar coercivamente o valor de € 1576,99 acrescidos de juros de mora, num total de € 1685,16 quando foi recebendo dos mutuários as quantias previstas no plano de pagamentos até à data da instauração da execução, não fazendo menção desses recebimentos e não descontando tais valores ao peticionado.