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De qualquer modo, e independentemente da posição assumida pelo Banco Réu, nas suas alegações de recurso, de que não era obrigado a prestar quaisquer informações relativamente ao produto a transacionar, o mesmo alegou, na sua contestação, ter prestado as seguintes informações que, em seu entender, seriam mais do que suficientes para uma completa e cabal compreensão do produto financeiro em causa: - informação de que as obrigações em causa eram emitidas pela Sociedade que detinha o Banco Réu – a ...; - que o reembolso antecipado da emissão só era possível por iniciativa da ..., a partir do 5 ano, e sujeito a acordo prévio do Banco de Portugal; - que a única forma de o investidor liquidar este produto de forma unilateral seria transmitir as suas obrigações a terceiro interessado, mediante endosso, forma aliás utilizada pelo próprio autor, o que era comum e rápido pois os títulos tinham elevada procura; - informação sobre todos os elementos que constavam da nota informativa do produto, bem como da nota interna sobre o mesmo.