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É certo que para o credor seria preferível continuar a manter o património pessoal dos ex-sócios como garantia do ressarcimento dos seus créditos, não obstante, não parece razoável que, vários anos após se terem desligado da vida societária, os ex-sócios continuem indefinidamente a garantir a devolução de financiamentos, que desconhecem e não têm qualquer possibilidade de controlar sem qualquer perspetiva futura de desvinculação).34 1 Ficou provado: - Em 22011 foram registadas a renúncia ao cargo de gerente por parte do executado/embargante BB e as amortizações das quotas de 15 899,25 euros e 63 597 euros tituladas por BB, aquela enquanto herdeiro de e da quota de 9 144,67 euros titulada por AA, correspondente à meação e herança por óbito do cônjuge OO cf.