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Mais mencionou que chamou a polícia pela janela do quarto, aquando da chegada, o que o próprio agente da PSP inquirido confirmou, referindo que vinha acompanhado pelo seu colega EE e que se confrontaram com o arguido a sair errático de casa para o hall de entrada com a faca na mão, a meia altura, apontada na direção destes, pelo que procederam de imediato à sua detenção, só aí conseguindo controlar a situação, por tal se dando como provados os factos conforme constantes nos pontos 7 e  Os factos assentes em 9 e em 13 resultaram, como já referido, daquilo que foram as declarações do ofendido em questão que bem conseguiu descrever ao Tribunal o que sentiu por ordem dos atos desgovernados do arguido, hesitações não se tendo suscitado de que sentiu palpável medo e receio que o arguido pudesse atentar contra a sua vida ou integridade física, algo que decorre também da própria postura que assumiu perante tais atos, estando trancado no seu quarto aguardando ansiosamente a chegada da polícia, não mais saindo do quarto e pedindo ajuda aquando da chegada dos agentes, através da sua janela.