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Sem mais, o tribunal proferiu sentença que culminou com o seguinte dispositivo, ipsis verbis: «Em consequência., e nos termos do artigo 38 do RGPTC, fixo o seguinte regime provisório em favor das crianças: a) Mantendo a sua residência com a progenitora, autorizo que a mesma seja fixada na cidade do Funchal; b) As crianças frequentarão o Colégio F, na cidade do Funchal; ) As deslocações das crianças de e para Lisboa ocorrerão de avião, devendo a progenitora assegurar as suas deslocações para o aeroporto do Funchal; ) As crianças poderão estar com o pai quando este se desloque ao Funchal, pernoitando com o mesmo, sempre sem prejuízo dos horários escolares, e desde que avisada a progenitora com, pelo menos, 8 dias de antecedência; e) No mais, na parte não afectada por este regime provisório, mantém-se o regime fixado, nomeadamente no que se refere à vertente de alimentos, mantendo-se ainda o pai a suportar as despesas relacionadas com a frequência do estabelecimento de ensino, bem como com as viagens.Notifique, devendo os autos aguardarem a intervenção da audição técnica especializada conforme já determinado nos autos.»  Inconformado, recorreu o Requerente daquela decisão, tendo produzido alegações com as seguintes CONCLUSÕES:   A Requerida e o Ministério Público produziram contra-alegações no sentido de que seja negado provimento ao recurso, sendo de manter a decisão que autorizou a Requerida a alterar a sua residência e a dos menores para o Funchal, na Madeira.Foram colhidos os vistos legais.