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28, que resultam de manifestos erros de cálculo e da total desconsideração de que, no mesmo período em que as contas estão em análise, entraram também na conta 300, além dos créditos bancários, avultadas somas – no total de € 7088,61 – mais do que suficientes para aprovisionar todas as despesas "extra-obras” que foram realizadas com dinheiro da conta 300, 7 O que invalida a conclusão de que, pelas contas expostas na sentença possa de alguma forma estar explicado "onde foram gastos a quase totalidade dos montantes provenientes dos empréstimos concedidos que se destinavam a custear as obras da casa de Altamira.” 7 O Tribunal não pode elaborar tal conta tendo apenas em consideração "a quantia proveniente dos empréstimos concedidos”, mas antes o total dos montantes creditados na conta em apreço dentro do período em análise: € 26675,3 7 O que ilustra uma diferença relevantíssima na compreensão e julgamento desta causa, e desmente a conclusão enviesada retirada pela sentença recorrida no trecho transcrito.