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Com efeito, segundo o enunciado no acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 3 de Dezembro de 2015, proferido pela Secção Social, P.1348/17TTBGR.GS1, disponível in www.dgsi.pt, "Na verdade, o recorrente ao dizer que determinado facto não devia ser dado como provado pelo confronto da prova testemunhal com a documental fazendo uma transcrição da primeira, não está a fazer uma análise critica da prova, nem sequer a fornecer os elementos necessários para permitir que o tribunal a faça, deixando nas mãos do tribunal uma actividade "recolectora” de todos os documentos e dos depoimentos identificados, não sendo assim possível ao tribunal de recurso refazer o percurso/raciocínio lógico-jurídico que o próprio recorrente fez para concluir de forma diferente daquilo que a instância inferior decidiu.