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Além disso, defende que "mesmo que se entenda que agiu de uma forma culposa, importa saber se não deverá ser julgado que, para produção do acidente, tal como circunstanciado e provado nos autos, concorreu, decisivamente, a conduta ilícita e culposa do Réu Recorrido devendo tal repartição de culpas fixar-se em 40% para a Recorrente e em 60% para o Autor Recorrido, recompondo-se as indemnizações fixadas aos Recorridos em conformidade com esta repartição de culpas, ao abrigo do disposto no artigo 57, n. 1, do Código”.São duas as questões levantadas pela Recorrente:  Por um lado, defende que o acidente de viação não lhe pode ser imputado porque não estão verificados os pressupostos de afirmação da responsabilidade extracontratual pela prática de factos ilícitos art.