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Finalmente, refere que os réus devem ser condenados no pagamento de uma sanção pecuniária compulsória, no valor de €100,00/dia, desde a data do trânsito em julgado da sentença, tendo em consideração o incumprimento do contrato e, ainda, o atraso em ressarcir a autora, que se viu privada de arrendar a fracção em apreço pelo período de um mês.Regularmente citada, a  ré deduziu contestação, pugnando pela sua absolvição do pedido formulado pela autora, numa primeira asserção, invocando a ilegitimidade da autora, uma vez que, em suma, não demonstra a sua qualidade de proprietária, bem como que, no contrato de arrendamento em discussão, o marido da autora também figura como senhorio, também não se demonstrando, como aquela invoca, que haja falecido.