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Ora, analisadas as conclusões do recurso e, verifica-se que a recorrente alicerçatodo um  raciocínio tendo por base a falta de correspondência entre a factura n. 2604000299 e «Aviso de Crédito», trata-se, porém, de uma fundamentação a posteriori, que não é legalmente admissível, pois que só é permitida a fundamentação contextual neste sentido e a título meramente exemplificativo, o Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo de 102005 Processo n. 01306/03) e de 202016  Processo n. 43/16) ambos disponíveis em texto integral em www.dgsi.pt) Permanecendo, assim, só o que consta da decisão de indeferimento da reclamação graciosa e que acima se referem os pontos  ,  e  do probatório.