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Como ensina a Prof. Maria João Antunes, «Depois das alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. 48/95, quer a razão do não pagamento da pena de multa seja contemporânea da condenação quer seja superveniente, a solução é sempre a da suspensão da execução da prisão subsidiária, nos termos do n. 3 do artigo 4 do CP, quando tal razão não seja imputável ao condenado, em observância do princípio da igualdade artigo 1, n. 2, da».8 Para aferir se a razão do não pagamento da pena de multa é imputável ou não ao condenado  A... cremos que o Tribunal deve analisar qual era a situação económica e financeira do mesmo, contemporânea da condenação - que resulta da sentença - , com a que se verifica no momento da conversão da multa.