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Acordam no Tribunal da Relação de Coimbra:  O Fundo de Acidentes de Trabalho instaurou a presente acção para a efectivação de direitos resultantes de acidente de trabalho contra a A – Companhia de Seguros, S.A., pedindo que seja julgada procedente e provada a acção e, por via dela, ser declarado o acidente sofrido por B como de trabalho, condenando-se a Ré a pagar ao Autor a quantia de € 2454,40, correspondente ao triplo da remuneração auferida pelo sinistrado € 530,00 x + € 4,40 x 22 dias x 11 x   Alegou para tanto, em síntese e tal como consta da sentença recorrida, que, no dia 202016, B encontrava-se cedido pela sua entidade empregadora, – Empresa de Trabalho Temporário, Lda, à sociedade , Lda, sob cujas ordens, direcção e fiscalização se encontrava a trabalhar, tendo sofrido um acidente de trabalho que lhe provocou lesões e de que resultou directa e necessariamente a sua morte, no estado de solteiro, o qual não deixou beneficiários legais, tendo o Autor direito ao pagamento da quantia peticionada, estando a responsabilidade do seu pagamento a cargo da Ré, para quem a entidade empregadora do sinistrado havia transferido a responsabilidade infortunística laboral.