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Assim, a factualidade em causa é a seguinte:  Q) A subida ao telhado de fibrocimento onde se deu a queda foi efectuada sem auxílio de  qualquer equipamento de segurança, fosse individual ou colectivo;  R) O telhado de fibrocimento é uma estrutura frágil, de fraca resistência, que não suporta o peso de um homem adulto como A. N.;  S) A. N. era um trabalhador experiente e não ignorava que, ao executar o trabalho sem se munir de qualquer tipo de equipamento de protecção individual ou sem solicitar que fosse instalada qualquer medida de protecção colectiva, estava a colocar-se a si próprio numa situação de elevado risco de queda;  U) A ré empregadora não forneceu a A. N. o equipamento para o efeito nem cuidou de preparar previamente o telhado onde o serviço iria ocorrer com a instalação de medidas colectivas de segurança, nomeadamente uma rede de segurança, escada de acesso ou guarda-corpos;  ) A ré empregadora também não ministrou qualquer tipo de formação a A. N. para a execução de trabalhos em altura e, da mesma sorte, também não elaborou qualquer plano de risco específico para aquela tarefa; 2) O sinistrado subiu ao telhado para verificar os trabalhos executados por aquela empresa terceira, por sua exclusiva vontade e sem ordens da ré empregadora; 3) O sinistrado resolveu subir ao telhado de livre e espontânea vontade, por sua conta e risco, sem motivo que o justificasse.