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Dado este facto, a autora considerou definitivamente incumprida a obrigação que impendia sobre o primeiro réu e declarou a resolução do contrato, pretendendo agora que ambos os réus – pois que o réu assumiu-se solidariamente responsável no âmbito daqueles acordos – a indemnizem pelos vários danos e prejuízos que invoca decorrentes daquela resolução, justificada pelo alegado incumprimento definitivo do contratado desde logo, e em suma, com a devolução dos 13000,00 euros, a título de preço pago pela construção do atrelado e bem assim o montante despendido com a construção de um novo, pois que o construído era absolutamente inadequado ao fim a que se destinava, no valor da diferença entre o construído, de 132 euros e o novo, de 380 euros, pelo que devem os réus pagar a diferença de 248 euros, mais, o que comunicou à ré, através do seu mandatário, por correio electrónico, em 26 de Abril de 201 Apenas em 2 de Maio de 2016 a autora recebeu carta da ré, datada de 26 de Abril de 2016 e em que exigia a entrega do atrelado nas suas instalações, para averiguar da existência dos alegados defeitos de construção.