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pelo Tribunal a quo que entendeu que da prova produzida resultou demonstrado que a Impugnante efetuou um conjunto de diligências, as quais se destinavam a obter o pagamento voluntário por parte dos seus clientes; 	Diga-se, ademais, que a posição assumida  pela Fazenda Nacional, fazer referência a muitas outras cartas de interpelação datadas de 17/0211994,  15/03/1994, 19/0411994, 16/0511994,   14/06/ 1994,   18/07/1994,   19/09/ 1994,   17110/ 1994,    14111/1994   e 12/ 12/ 1994 e que comprovam a interpelação aos devedores; s)	Atento o acima exposto, resulta demonstrado que à ora Impugnante não é imputável qualquer tipo de responsabilidade pelo procedimento conducente à liquidação em apreço, razão pela qual deve ser ordenado o reembolso da impo1tância indevidamente paga pela Impugnante, e consequentemente, o seu ressarcimento , mediante o pagamento dos respetivos juro s indemnizatórios, devidos ao abrigo do disposto no número 6 do artigo 128 do Código do IRC e nos termos do artigo 43 da LGT.