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10 QUANTO À GARAGEM – onde supostamente o arguido pernoitava, temos que relevar o depoimento da testemunha SS que, refere expressamente que o contrato de arrendamento da garagem foi efectuado bem antes dos factos a 06 de Nov./17 e, que havia mais pessoas com acesso á garagem e que a mesma foi arrombada pela PSP; 10 A verdade é que nesta questão dos crimes que englobam a "GARAGEM”, não há dúvidas que a mesma foi arrendada bem antes dos factos – e não como dado a entender no Douto Acórdão, depois dos assaltos e para o arguido se manter escondido – bem como mais pessoas tinham acesso á mesma e, acima de tudo a mesma foi arrombada pela PSP antes de executarem o mandado de busca, já que depois formalizaram esse acto com a mãe do arguido e não na presença do arguido como o Chefe afirmou, o que pode denunciar alteração de provas, pelo que que esses actos deveriam em bom rigor ser declarados nulos, por não corresponderem á verdade e, não sabermos o que efectivamente estava ou não na garagem, pelo que toda a prova está prejudicada nesta matéria.