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Logo, deduziu pretensão cuja falta de fundamento não podia de forma alguma ignorar, tendo, ademais, alterado a verdade dos factos alegados.”  E, no seu dispositivo final, depois de julgada totalmente improcedente a acção e absolvida a ré dos pedidos, por falta de prova dos factos integrantes dos fundamentos dos alegados vícios das deliberações, decidiu-se:  "Condeno ainda a autora «..) Imobiliária e Gestão S.A.» como litigante de má-fé, nos termos e para os efeitos peticionados, no pagamento da multa que fixo em € 5 000,00 cinco.” 3  Acrescentou-se:  "Custas a cargo da autora, por ter dado causa às mesmas, conforme artigo 52, n. 2 do Código de Processo Civil fixando-se a taxa de justiça em 6 Uc´s, incluindo as custas de parte nos termos peticionados na alínea do artigo 53 do CPC.” 4  No rol da factualidade julgada relevante e provada nessa sentença – que aqui e agora apenas se dá por reproduzida mas no final se transcreverá – nenhum facto consta como assente especificamente relativo ao comportamento processual da autora nem às consequências prejudiciais para a ré em resultado de ter sido chamada a defender-se nesta lide e que devam ser alcançadas e compensadas por indemnização.