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Contudo apenas lhe foram entregues os recibos de vencimento após Janeiro de 2018, data em que o Devedor regressa a Portugal e começa a auferir um vencimento inferior ao montante de cessão do rendimento disponível, pelo que a falta de resposta do anterior Administrador de Insolvência, assim como a omissão do envio dos recibos de vencimento no período de Agosto de 2015 a Dezembro de 2017, não lhe permitiram elaborar um Relatório Anual de Fiduciário mais detalhado do que o por si apresentado em 07/04/2020 E que por email de 26/11/2018 anexo ao Requerimento do próprio o Recorrente solicitou ao Insolvente diversa documentação para que pudesse efetuar o seu relatório anual, tal como Declarações e Nota de Liquidação de IRS, Recibos de Vencimento, Extrato de Remunerações, Certificado Criminal, entre outras, que nunca lhe foi entregue, pelo que se viu forçado a elaborar o relatório Anual concluindo pela falta de colaboração do Devedor, conforme resulta do seu Requerimento de 07/04/202 Quanto á imputação que lhe é feita da não observância dos deveres de respeito e especial urbanidade no relacionamento entre auxiliares de justiça e magistrados alínea das conclusões de diz que o tribunal o acusa de "não observa o dever de respeito e de especial urbanidade que deve interceder reciprocamente no relacionamento entre auxiliares de justiça e magistrados.”, sem que no entanto resulte do Despacho de Destituição os factos concretos que consubstanciem na violação dos deveres de respeito e especial urbanidade, sendo que não  pretendeu em momento, nem entendendo que o tenha feito, desrespeitar o douto tribunal ou os seus magistrados.