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b. Indícios recolhidos junto da Impugnante  Foram, ainda, apurados factos-índice em relação à Impugnante, designadamente:  - Caligrafias distintas no preenchimento das faturas que se reputam como falsas, estranhando-se pelo facto da sociedade «W.» ter um único sócio e não ter funcionários;  - Emissão de faturas com data posterior à guia de remessa e anteriores à respetiva requisição;  - As faturas n. 1, e 2 e 54, indicam como tendo sido usado no transporte de mercadorias um ligeiro de mercadorias da marca Hyundai SR-EL, com a matrícula --, que seria incapaz de transportar a quantidade de rolhas em causa;  - As faturas em causa e respetivas guias de remessa indicam como local de carga N de Gaia e local de descarga Cortegaça, sendo que a Impugnante apenas em finais de 2013 teve instalações próprias, desconhecendo-se em que local de Cortegaça as mercadorias foram descarregadas e a existência de qualquer armazém da propriedade, ou arrendado, pela Impugnante, nesse local, além de que as mesmas não poderiam ser descarregadas, nem na sede da Impugnante, visto tratar-se da residência particular do gerente, sem condições para esse efeito, nem na da sociedade «W.», por igualmente se tratar de uma residência particular sem condições para o armazenamento de mercadorias; - A Impugnante declarou ter adquirido em 27/03/2013, a quantidade de 05000 rolhas de calibre 45x25 à empresa «W.», não declarando, porém, a respetiva venda, nem constando as mesmas no inventário final desse ano;  - A Impugnante declarou ter adquirido em 04/04/2013 a quantidade de 27000 rolhas de calibre 44x23,5 à empresa «W.», tendo declarado ter vendido uma quantidade inferior à aquisição daquele tipo de rolhas, não constando as mesmas do inventário final desse mesmo ano;  - Dos dez cheques emitidos para o suposto pagamento das aquisições à empresa ��W.», os SIT apuraram – após derrogação do sigilo bancário, contacto com alguns dos beneficiários dos cheques em causa e obtidas as certidões relativas às inquirições feitas no decurso do processo de inquérito – que apenas um teve aparentemente como destinatário final o gerente da empresa A. o qual conforme se viu supra, declarou ter aceitado ser sócio daquela sociedade a troca de dinheiro, nunca tendo trabalhado no setor, sendo que os restantes nove cheques foram levantados por terceiros sem qualquer ligação empresarial à Sociedade «W.»; em relação a dois desses nove cheques foi apurado que os mesmos foram levantados/depositados pela sócia-gerente da Impugnante, verificando-se em relação a um desses cheques uma falsificação da fotocópia que se encontrava na contabilidade da Impugnante, aí constando como destinatário a «W.», quando os SIT verificaram que o mesmo foi emitido ao portador; situação idêntica verificou-se ainda em relação a outro cheque que foi movimentado por G. que disse desconhecer as empresas em causa, tendo depositado os cheques a pedido do seu genro R., para cuja conta transferiu o valor dos cheques em causa; por seu turno R. afirmou que depositou os cheques em causa a pedido de A., tendo posteriormente entregue o valor correspondente em dinheiro ao mesmo A.; em relação a outros cheques tendo verificado que os mesmos foram emitidos à ordem da Sociedade «W.», os SIT também apuraram que os mesmos foram movimentados por O., irmã de A., e pelo seu marido J.; )  Quanto à emitente «»:  a. Indícios recolhidos junto da emitente  A empresa emitente das faturas foi alvo de um procedimento inspetivo a coberto da ordem de serviço n. OI201401207 tendo-se nesse âmbito apurado que: - A «» foi constituída em 19/04/2013 e declarou o início de atividade para efeitos fiscais em 09/05/2013, possuindo como sócio-gerente A., e tratando-se da continuação das sociedades que este anteriormente deteve e geriu: A.