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70 do CP; q)– Assim, não se entende que tenham sido devidamente valoradas a sua confissão espontânea, integral e sem reservas, a sua vontade de regularizar a situação através dos pagamentos que, desde 2017, tem vindo a efectuar, bem como as causas que levaram à prática dos actos pelos quais foi condenado; r)– Aliás, entendeu o douto Tribunal a quo que a ameaça de prisão basta para que o ora recorrente não pratique novos crimes; s)– Sendo de referir que os únicos crimes pelos quais o ora recorrente foi acusado e foi condenado são os referidos na douta sentença recorrida, não tendo o arguido praticado qualquer outro crime desde então, ou anteriormente a estes; t)– O ora recorrente está familiar, social e profissionalmente inserido; u)–Tendo voltado a casar e já tem mais 2 filhos deste matrimónio; )–Afigurando-se que a pena que devia ter sido aplicada ao ora recorrente é uma pena de multa, desde já se requerendo a substituição da pena em que foi condenado por uma pena de multa; w)–Sendo que face às actuais condições pessoais e económicas do ora recorrente, este não poderá pagar a totalidade da dívida à Segurança Social no curto prazo de 3 anos fixado pelo Tribunal a quo, apesar do esforço que o recorrente está a fazer para pagar as suas dívidas; x)–O referido prazo de suspensão é injusto, por ser demasiado curto e severo, face à sua manifesta e clara impossibilidade de pagar tal encargo no tempo fixado; y)–A falta de condições reais e sérias para efectuar o pagamento em dívida no prazo fixado de 3 anos, não pode deixar de ter consequências jurídicas, pela sua indiferença pela aplicação de justiça no caso concreto; z)–Pelo que a douta decisão em causa viola o princípio da razoabilidade art.