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1 e 2, do n 142-A/2001, de 24 de Abril, na sua versão original ou de acordo com as subsequentes alterações, mostra que o ali decidido está muito longe de ser exacto, motivo pelo qual esse facto deve passar a ter a seguinte redacção: - provado que a Ré é a concessionária da Auto-estrada denominada ... entre ... e ...; Depois, e agora em relação ao facto provado n 22, visto que a documentação entretanto chegada aos autos na sequência das diligências de contraprova requeridas pela apelante recibos datados de períodos não relevantes e recibos emitidos a entidades que não parece que tenham nada que ver com o ténis e até a circunstância de os próprios documentos respeitantes às declarações de rendimento do A. serem reveladores do seu nível de rendimento declarado anual que não se coaduna por pouco que seja com aquela "perda de ganho”, não confirma minimamente o alegado pelo A. e, naturalmente, que este tenha "deixado de ganhar” o que quer que seja, donde, e por ausência de prova credível ou até lógica, mais não resta que responder negativamente não a tal matéria; No que concerne ao ponto 23 dos factos provados, o que se verifica, sem margem para qualquer dúvida, é a "insistência” da sentença, sem qualquer razão, na resposta que já havia sido dada na anterior versão da sentença, ou seja, que alegadamente o valor venal do veículo do A. à data do acidente situar-se-ia entre os montantes de € 500,00 e € 000,00; Porém, para lá de se notar que essa decisão foi mantida, mesmo dizendo-se na sentença que o documento da U..., S. A. que alegadamente foi "tido em conta”) refere um valor "na ordem dos € 000,00”, o que, só por si, já é bizarro, é totalmente evidente que não é essa a conclusão que decorre daquele documento recebido nos autos devido às diligências de contraprova requeridas pela R., recorde-se), pelo que, de acordo com o que de tal documento decorre e não certamente, e como é dito na sentença, por ser do conhecimento público, já que será seguramente necessário ter alguns conhecimentos sobre a matéria que certamente não estarão ao alcance do público em, a resposta a tal ponto da matéria de facto deve ser antes a seguinte: - provado que o valor comercial do veículo do Autor situava-se, à data do acidente, no montante de € 500,0 Por outro lado, Na opinião da R./apelante, a sentença também incorreu em omissão de pronúncia em que incorreu a sentença, nomeadamente sobre a matéria de facto alegada por esta R. pelo menos nos artigos 25, 28, 50 e 51 da sua contestação, o que não tem, salvo o devido respeito, qualquer justificação plausível, considerando a prova produzida a esse respeito, ou seja, os depoimentos de e de , o diploma legal relevante n 142-A/2001, de 24 de Abril, alterado e republicado pelo n 111/2015, de 18 de Junho, Bases ns.