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Uma vez que o sub-tipo contratual da empreitada de consumo tem normas mais favoráveis à posição contratual do dono da obra – estamos perante um regime especial, que afasta as regras do regime geral do – as qualidades dos contraentes que permitem estabelecer a relação de consumo têm que ficar demonstradas, pelo que, poder-se-á dizer, não estando explícito nos factos o uso a que as A./dono da obra destinava a obra/moradia e que a R./empreiteira atuou no exercício duma atividade profissional, não se poderá qualificar o contrato celebrado como de empreitada de consumo e aplicar-lhes as normas previstas no n. 67/200 Sendo a relação de empreitada de consumo aquela que é estabelecida entre alguém que destina a obra encomendada a um uso não profissional e outrem que exerce com carácter profissional uma determinada atividade económica, a qual abrange a realização da obra em causa, mediante remuneração cfr.