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Com efeito, como consta do Acórdão do Tribunal Constitucional 244/2007, Processo n. 63/07, Relator: Conselheiro Rui Moura Ramos:    "Vem, com efeito, este Tribunal reiteradamente afirmando que não constitui "forma idónea e adequada de suscitar uma questão de inconstitucionalidade normativa a simples invocação de que seria inconstitucional certa ou certas normas legais, na interpretação que a decisão das instâncias lhes conferiu, não suficientemente definida ou precisada pelo recorrente, cabendo sempre à parte que pretende suscitar adequadamente uma questão de inconstitucionalidade normativa o ónus de especificar qual é, no seu entendimento, o concreto sentido com que tal norma ou normas foram realmente tomadas no caso concreto pela decisão que se pretende impugnar perante o Tribunal Constitucional” Lopes do Rego, "O objecto idóneo dos recursos de fiscalização concreta da constitucionalidade: as interpretações normativas sindicáveis pelo Tribunal Constitucional”, Jurisprudência Constitucional, n 3, 2004, p..” apud g. Ibidem, p. 134, ou, g., P. Ferreira da Cunha, Direito Constitucional Geral, nova ed., Lx., Quid Juris, 2013, p..  Correr-se-ia o risco de, no limite, qualquer interpretação não concorde com a perfilhada por qualquer recorrente ser ferida dessa mácula de alegada inconstitucionalidade.