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Entende o Apelante que não resultou provado que o prédio misto descrito nos pontos 1 a 6 da matéria de facto considerada como provada na sentença recorrida era, por título legítimo, objeto de propriedade particular antes de 31 de Dezembro de 1864 defendendo que as únicas conclusões seguras a retirar da matéria de facto provada na dita sentença apontam para que o moinho de maré sem os terrenos fosse propriedade privada em 1782 e bem assim que uma parte do prédio misto ")” fosse, por título legítimo, objeto de propriedade particular na data de 08/06/1867, mais acrescentando que apenas por documento datado de 4/05/1888 é que o terreno correspondente ao ")” foi descrito.