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O tribunal a quo considerou, em face dos factos provados, que com a venda levada a cabo pelo Recorrente, no dia 01/02/2017, isto é no mês anterior à própria declaração de insolvência, designadamente da viatura de marca Renault, de matrícula NN, de uma máquina de projetar massas e uma betoneira, pelo valor global de €570,00 acrescido de IVA, num total de €931,10, numa altura em que a Insolvente já estava com a atividade paralisada e após ter sido condenada no âmbito do processo n. 11/19TTGMR, por sentença transitada em julgado em 09/12/2016, a pagar ao seu ex-trabalhador, P., a quantia global de €375,00, tendo ficado a Insolvente esvaziada de todos os seus bens e sem que o valor arrecadado com a venda tenha sido destinado ao pagamento dos credores.