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Mais referiu  que o decretamento da providência não constituia qualquer vantagem, na medida em que essa alegada vantagem já se encontrava na sua esfera de direitos, no sentido de que já tinha direito a que seja presente à peticionada junta médica na Recorrida CGA, e nessa medida, que a vantagem de que o tribunal falava, não era mais que o simples cumprimento dos deveres a que as Recorridas AT e CGA estavam adstritas e que ainda não cumpriram, e que tendo precisamente em conta essa demora, mais se justifica o decretamento da providência requerida, pois que não se emitindo um juízo substantivo e não meramente formal acerca da sua pretensão, o que acabava por acontecer é que vê negado mais uma vez o seu direito à realização da peticionada junta médica, sem que se assegure que a causa principal alcance o efeito por si pretendido, oferecendo-lhe uma efectiva tutela jurisdicional, e que assim não tendo julgado o Tribunal recorrido, tinha violado o disposto nos artigos 2 e 26, n. 4 da CRP, e artigos , 11 e 12, todos do CPTA.