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Verifica-se, assim, que não há qualquer fundamento para admitir a reconvenção deduzida pelo Requerido, que ao ser admitida, implicava o enxerto da tramitação da acção comum para averiguar da determinação das quantias que cada um dos consortes despendeu quanto ao mútuo com hipoteca, aos prémios de seguro associados e às despesas de manutenção da moradia exemplificativamente, vide, Acórdão Tribunal da Relação do Porto, Relatora Anabela Dias da Silva, processo n. 1509/18T8GDM.P1, de 202021, e Acórdão Tribunal da Relação de Lisboa, Relatora Teresa Sandiães, processo n. 329/1T8FNC-A.-8, de 202020, disponíveis em www.dgsi.pt, e bem assim, neste sentido, vide, Luís Filipe Pires de Sousa, Processos Especiais de Divisão de Coisa Comum e de Prestação de Contas, Almeida, 2017, pp.