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R.de 002014 P 211/03TBLNH-J.L1-7)   No mesmo sentido se pronunciou Igualmente o Tribunal da Relação do Porto no Proc n 4178/12TBGDM.P1, de 02-02-2015, onde se sumariou que ") não sendo automática a referida a deserção, o tribunal, antes de proferir o despacho a que se refere o n 4 do artigo 28 do CPCivil, deve ouvir as partes por forma a melhor avaliar se a falta de impulso processual é, efetivamente, imputável a comportamento negligente das partes.”  Em concreto, entendeu o Tribunal a quo que "nenhuma das partes impulsionou o processo, deduzindo o competente incidente de habilitação de herdeiros, como tal inércia perdurou por mais de seis meses, pelo que atento o supra exposto o Tribunal considera estarem reunidos os pressupostos para que se verifique a deserção da instância.