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3 A Ré recorreu, por diversas vezes, à ajuda da Autora, ao longo da última década, conforme é do pleno conhecimento do seu marido Réu, na qualidade de vidente, para o efeito se deslocando, inclusivamente, à garagem da segunda, local onde lhe foi prestado o auxílio solicitado, encontrando-se ao seu dispor o vaso sanitário ali colocado por ordem da Autora uma vez que as únicas testemunhas que a isso se referiram – a testemunha que apenas o diz incidentalmente e a testemunha, filha da Autora – se revelaram pouco credíveis por serem os seus depoimentos flagrantemente contrariados pelas perícias realizadas e não consentâneos, na sua maior parte, com as regras de experiência comum, mencionando-se, só a título de exemplo, a insistência peremptória dessa testemunha no sentido de ver fumo a sair do "buraquinho da fechadura” da garagem dos Réus e que a Autora, devido ao restaurante, ficou com "língua com verdete” três dias após a abertura do.