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Y- Assim, como foi o próprio Tribunal " a quo” que, com certeza de forma inadvertida, dá como provado que o arguido AA agiu sob influência de ameaça grave e sob ascendente de pessoa de quem dependia e devia obediência, leia-se, co-arguido RR, quando dá como provados os factos, 38, 211, 118, 123, 124, 172, 173, 175, nomeadamente, quando dá como provado que: " As práticas sexuais apuradas envolvendo os menores e os arguidos , AA, BB, e NN só ocorriam com o conhecimento do arguido RR, chegando mesmo a fomentá-las, desempenhá-las, permiti-las e mesmo determiná-las.”  Z- Nestes termos, andou mal o douto tribunal " a quo ” porquanto, ficou claro que o Recorrente, agiu sob a influência de ameaça grave ou sob ascendente de pessoa de quem dependia ou a quem devia obediência, como era o caso do co-arguido RR.