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Se a ré administrava a conta bancária do interdito antes de decretada a interdição, é do interesse deste último que a mesma seja obrigada a prestar contas dessa administração. . Atento o princípio da adequação formal previsto no artigo 547 do Código de Processo Civil, não existe qualquer impedimento processual a que nos presentes autos se determine a prestação de contas por parte da ré relativamente ao período anterior à sua nomeação como tutora. . Tal solução também se justifica por razões de economia processual. . Congregar tudo no mesmo processo permite uma visão de conjunto acerca da administração da conta bancária do interdito. . O facto de a prestação de contas correr por apenso ao processo de interdição garante uma melhor defesa do interesse do interdito. . Não existem razões para que não se aprecie nestes autos a administração da conta bancária do interdito desde o momento em que foi aberta, pelo que o Tribunal a quo não deveria ter indeferido a diligência probatória requerida no ponto 6 do requerimento da autora de 12/12/201 .