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confessa a total ausência de prova verificada durante o processo e em audiência, ao dizer nomeadamente que: - Não sabe que caixas e bens existiam; - Não sabe quais as respetivas quantidades; - Não sabe as dimensões tamanhos e dos bens alegadamente existentes; - Declara expressamente não se recordar de tudo o que alegadamente existia; - Contradiz a versão do Autor B, de que ao longo dos anos lá teria colocado sucessivamente novos bens, ao dizer expressamente que o que estaria alegadamente no cofre eram "coisas antigas que não utilizava”; - Confessa que nunca foi ao cofre; - Confessa que desconhece o valor dos bens e que tudo o que afirmou foi por "confiar” no filho, o Autor B "Não, não sei nada, porque eu fazia confiança”); -Confessa que não fez qualquer avaliação dos bens; - "Na ânsia de dizer que "sim” à identificação de bens feita pelo seu Ilustre Mandatário, chega-se à parte em que a Autora  deturpa a verdade, mentindo em Tribunal e identificando um inexistente bem, inventado pelo Mandatário da Ré E1 apenas para demonstrar que a mesma estava a realizar declarações falsas diz reconhecer uma caneta em ouro, bem "inventado” pelo Mandatário da Apelante E1, apenas para demonstrar a falsidade das declarações desta.