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Perante a gravidade das condutas que se indiciam fortemente nos autos terem sido praticadas pelo arguido, ora recorrente, integradoras do crime de violência doméstica, previsto e punido pelo artigo 15, n. 1, alínea, n. 2 alínea do Código Penal, e bem assim do conceito legal de "criminalidade violenta”, por força da definição legal constante da alínea do artigo  do Código de Processo Pena que nela integra "as condutas que dolosamente se dirigirem contra a vida, a integridade física, a liberdade pessoal, a liberdade e autodeterminação sexual ou a autoridade pública e forem punidas com pena de prisão com máximo igual ou superior a 5 anos;”, e que tal como se mostra previsto no citado artigo 15, n. 1 e n. 2, do Código Penal, é punida, em abstracto com pena de prisão de 2 a 5 anos, ou seja, de máximo igual a 5, é a prisão preventiva que se mostra adequada e promocional como se decidiu, não se vislumbrando, assim, por ora, que qualquer outra medida, mesmo vistas as indicadas pelo recorrente, se mostre apta a acautelar devidamente os citados perigos, pelo que de acordo com o estipulado no artigo 20, n. 1 alínea do P.P., a aplicação da medida de prisão preventiva se mostra devidamente aplicada, respeitando o que nele se mostra consignado, ou seja, que a prisão preventiva só pode ser aplicada quando o tribunal "considerar inadequadas ou insuficientes, no caso, as medidas referidas nos artigos anteriores, o juiz pode impor ao arguido a prisão preventiva: houver fortes indícios de prática de crime doloso que corresponda a criminalidade violenta;”.