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Acresce que, mesmo a admitir-se que o executado que não tenha impugnado a decisão que impôs a devolução do financiamento com fundamento em irregularidades pode invocar a prescrição em sede de oposição à execução fiscal, suscita-se o problema de saber qual é o prazo que deve ser tido em conta: se o prazo de quatro anos contados da prática da irregularidade artigo , n. 1, § do Regulamento n. 2988/95); se, uma vez que aquele prazo não é absoluto e o tribunal que julga a oposição à execução não dispõe de poderes para julgar da questão administrativa, se há-de contar, então, o prazo de 8 anos contadosda prática da irregularidade artigo , n. 1, § do Regulamento n. 2988/95); se, por se tratar da execução da decisão que impôs a devolução, ao prazo de oito anos para a aplicação da medida haverá que somar os três anos de que a Administração dispõe para a execução da decisão, computando assim para a prescrição total da obrigação um prazo de 11 anos contados da prática da irregularidade artigo , n. 2 do Regulamento n. 2988/95).