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Por seu turno, o recorrido pugna pela manutenção do decidido, defendendo, também no essencial, o seguinte: - Não tendo a ré/recorrente provado que os valores pagos a título de trabalho suplementar eram efectuados em substituição da cláusula 74, n. 7, e não pelo trabalho suplementar efetivamente prestado, o Tribunal a quo não poderia ter julgado de modo diverso ao que fez; - A ré/recorrente alega que sempre pagou o prémio TIR aos seus motoristas, sendo que, nos recibos de vencimento, esses valores eram imputados às rubricas "Despesas”, mas não ilidiu a alegação do autor/recorrido, que sempre afirmou que os valores que lhe eram pagos a título de despesas, nacionais e internacionais, eram de facto despesas ao serviço da ré/recorrente, mas que nada tinham a ver com o Prémio TIR; - Se a Ré nada temia por ter pago sempre todos os créditos devidos aos seus trabalhadores, por que razão precisava de incluir a cláusula na proposta de aditamento ao contrato de trabalho.