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A recorrente produziu alegação, onde conclui: «  Visa o presente recurso reagir contra a douta decisão que julgou a Reclamação judicial procedente, anulando o despacho de 03-09-2020 pelo qual a Serviço de Finanças de Lisboa 4 que, por despacho de 21 de Janeiro de 2021, considerou a dívida em causa nos autos de execução fiscal, excluída do plano de pagamento prestacional aprovado com o n. 33020140  O Ilustre Tribunal "a quo” julgou procedente a reclamação em questão, considerando ilegal o acto reclamado e, em consequência, determinou a reactivação do plano prestacional n. 33020140 No entanto,   a decisão ora recorrida, não perfilhou, com o devido respeito, e salvo sempre melhor entendimento, a acertada solução jurídica no caso sub-judice.