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Alegou, em síntese: no dia 12017, pelas 230 horas, na A25, ao km 189,9, concelho de Almeida, quando conduzia a sua viatura automóvel ligeira de passageiros, matrícula P..., à saída do tabuleiro da ponte sobre o Rio Côa, o veículo foi embatido na parte inferior da carroçaria por uma chapa metálica com 1,20 x 0,24 , que se alçou do chão estava solta, mas apoiada no chão, e confundida com, causando-lhe os danos patrimoniais indicados na petição inicial p., sendo que à Ré, concessionária da citada auto-estrada, incumbia manter a faixa de rodagem livre e desimpedida para permitir a circulação de veículos, sem perigo; não o tendo feito, foi a única culpada por aquele evento danoso.