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3_ A questão que vem colocada e de que cumpre conhecer é a invocada pelo recorrente ide que o A. não alegou nem fez prova de ter sido sujeito a qualquer situação de falha sistémica ou tratamento desumano durante a sua permanência em Itália, pelo que se impunha como consequência imediata e vinculada a inadmissibilidade do pedido de asilo do A. e a sua transferência para Itália, face ao disposto no art 37 n 1 da Lei n 27/2008, por não ser caso de aplicação do disposto no art 3, n 2, 2 parágrafo do Regulamento UE n 604/201 Pelo que, a decisão recorrida, ao assim não entender, padece de erro sobre os pressupostos e violação dos referidos preceitos legais.