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Tudo para dizer que não se verificam as apontadas omissões de pronúncia no que às suscitadas e ora indicadas questões diz respeito, não se justificando se ordene a repetição da decisão pelo Tribunal da Relação ...... - O recorrente passa de novo a elencar a existência de nulidade por omissão de pronúncia, nos termos dos artigos 37, n. 1 alínea) e 37, n. 2 por omissão do exame crítico da prova conclusões 9 e. Ora, sobre esta questão também a mesma se não verifica do acórdão recorrido, sendo até contraditório que o mesmo recorrente venha alegar omissão de apreciação crítica da prova e depois, logo nas conclusões de recurso 11 até à 26, venha solicitar que se considere que na apreciação da prova que foi feita tenha sido valorada prova proibida, a saber, as declarações da testemunha FF e as imagens – fotogramas – apreendidas pelo órgão de polícia criminal.