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Por tudo quanto vem dito, e em suma, os factos 9, 10, 11, 12, 13, 14 e 15 devem continuar como "não provados”.  . O enquadramento jurídico feito pelo tribunal a quo assenta essencialmente em dois pontos: Responsabilidade Civil do Intermediário Financeiro e na Prescrição.  . Ora, e sobre a fundamentação de direito definida pelo tribunal a quo, resulta que a mesma não merece qualquer reparo.  . Ainda assim, e para alguma perplexidade do ora Recorrido, o Recorrente, demonstra nas suas alegações, uma posição contrária à que vem assumida pelo julgador na douta sentença.  . As Alegações formuladas pelo Recorrente merecem a censura do Recorrido, por tratarem indistintamente os deveres que incidem sobre o intermediário financeiro, sem cuidar de perceber o momento ou o negócio a que dizem respeito e em função do qual devem ser cumpridos.  . Os deveres de informação podem ser categorizados segundo o momento em que devem ser cumpridos informação pré-contratual ou informação ou também segundo a estrutura própria dos negócios de intermediação financeira.  . Trata-se, em suma, de sistematizar os deveres de informação, consoante se referem: ao negócio de cobertura – a saber, o contrato de intermediação propriamente dito celebrado entre o intermediário financeiro e o cliente –; ao negócio de execução – a saber, os contratos que o intermediário celebra com terceiros com base nos poderes que lhe foram conferidos pelo negócio de cobertura, ou até mesmo os contratos celebrados entre o cliente e o terceiro, com intermediação do intermediário –; ao instrumento financeiro propriamente dito.  . Cabia ao Autor a prova: da deficiência ou omissão de informação relevante, susceptível de integrar a violação da obrigação do intermediário financeiro, ou outra violação de obrigações do Réu que julgasse relevantes; da causalidade adequada entre o dito facto ou omissão, sua ilicitude e ao dano produzido; do dano!