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Ora, quanto à primeira, diremos que em lado algum do acórdão deste Tribunal da Relação, de17 de Setembro de 2014, se determina que fosse reaberta a audiência de julgamento para, previamente à sanação da nulidade, ser produzida prova respeitante aos factos alegadamente levados a cabo nos estabelecimentos  K...  e  W.... Nem poderíamos fazer tal imposição quando - como acabámos de deixar claro - constava da sentença anulada que em face dos autos de apreensão, das fotografias e do visionamento das câmaras de videovigilância, resultava para o Tribunal a quo que as 4 arguidas haviam retirado dos estabelecimentos  K...  e  W..., sem pagar, produtos pertencentes às donas, e que a actividade desenvolvida pelas arguidas  A...  e  B...  na loja " Y...”, era uma sequência da actividade desenvolvida pelas 4 arguidas nos estabelecimentos  K...  e  W... , em Castelo Branco.