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Em sede de direito suscita, em síntese, as seguintes questões:   Saber se, ao julgar que a convocação da assembleia geral de 26 de Março de 2018 não fora ilegal, a decisão recorrida violou o disposto nos artigos 5, 37, 37, 37 e 40 do Código das Sociedades Comerciais CSC;   Saber se, ao julgar improcedente o pedido de anulação das deliberações que renovaram, com eficácia retroactiva, as deliberações tomadas na assembleia geral extraordinária de 9 de Fevereiro de 2018, a sentença violou o disposto no artigo 28, n. 1, do CSC;   Saber se, ao julgar improcedente o pedido de anulação das deliberações sociais, na parte em que ele se baseou no facto de J, vogal efectivo, e A, vogal suplente, terem sido impedidos de estar presentes na assembleia geral, a decisão recorrida violou o disposto no artigo 37 do CSC;   Saber se, ao julgar improcedentes o pedido de anulação da deliberação que destituiu os administradores J e Ae o de anulação da deliberação que nomeou R e Rcomo novas administradoras, na parte em que eles se baseavas na alínea do n. 1 do artigo 5 do CSC, a decisão recorrida violou esta disposição legal.