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Fundamentou o Tribunal a quo a sua decisão da resolução do contrato de arrendamento ao mencionar que ") com base na argumentação expendida pelos Requeridos, a verdade é que, nada se pode senão entender que o Requerente agiu em conformidade com a lei, não se crendo que tenha o mesmo levado a cabo qualquer atitude que colidisse com as regras da boa-fé e que pautasse ilegítima a sua atuação.” Nesta sequência, em virtude de o referido contrato de arrendamento consistir, igualmente, na opção de compra, o Tribunal a quo considerou ficar inviabilizada a referida opção de compra, uma vez que a resolução do contrato ocorreu no dia 9 de setembro de 201 Em suma, bem conclui o Tribunal a quo que, "A opção de compra foi apenas exercida após a referida resolução, ou seja, quando já não o podia ser, por não mais se encontrar em vigor o contrato em análise”  Contudo, inconformada com a decisão nos preditos termos, vieram os Recorrentes interpor Recurso de Apelação, solicitando a revogação da decisão ") por violação, nomeadamente, dos artigos 280, 282, 342, 334, 1083 e 1084 todos do Código Civil.” Cfr.