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Nos mesmos termos julgo parcialmente procedente, por provado, o pedido formulado pelo Autor e, consequentemente condeno o Réu a pagar-lhe a quantia de € 146,00 correspondente à sua retribuição base relativa ao período de aviso prévio que não cumpriu sessenta.Julgo improcedente, por não provado, o pedido de condenação do Autor no pagamento de uma indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais que provocou à Ré.»  O Autor, inconformado, interpôs recurso de apelação, que o Tribunal da Relação de .., por acórdão de  de 2019, julgou parcialmente procedente, finalizando com o seguinte dispositivo: «Por todo o exposto, nos termos dos artigos 8, número 1, do Código do Processo do Trabalho e 66 e 66 do Novo Código de Processo Civil, acorda-se, neste Tribunal da Relação de .., no seguinte:Em julgar parcialmente procedente o presente recurso de apelação interposto por AA, na sua vertente de impugnação da Decisão sobre a Matéria de Facto, com o aditamento dos Pontos de Facto 92-A) a 92-E), 94-A) a 94-), e à Factualidade dada como Provada; Em determinar oficiosamente a alteração da Decisão sobre a Matéria de Facto, nos termos do artigo 66, número 1, do NCPC, com a eliminação dos Pontos,, e e da alínea, aditamento dos Pontos 13-A), 17-A), 17-B), 23-A) e 68-A) e alteração dos Pontos,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, e; Em julgar parcialmente procedente o presente recurso de Apelação interposto por AA, na sua vertente jurídica, nessa medida se revogando a sentença recorrida e se substituindo a mesma pela condenação da Ré EDIMADE - EDIFICADORA DA MADEIRA, S.A. a pagar ao Autor AA as seguintes quantias: € 2967,25 vinte e oito , novecentos e sessenta e sete euros e vinte e cinco cêntimos) líquidos, a título de retribuições em dívida e os correspondentes juros de mora, à taxa legal de 4%, sobre as quantias parcelares em que tal montante se desdobra, desde o vencimento de cada uma delas até ao seu efetivo e integral pagamento, sendo que quanto à importância de € 1610,00, tais juros de mora vencem-se desde 1/1/2016 e quanto ao valor de e 1357,25, desde 1/1/2017; - € 518,25 quinhentos e dezoito euros e vinte e cinco cêntimos) ilíquidos, relativos ao subsídio de férias do ano de 2016, e os correspondentes juros de mora, à taxa legal de 4%, desde a data da citação da Ré até ao seu efetivo e integral pagamento; - € 3058,50 trinta e cinquenta e oito euros e cinquenta cêntimos) ilíquidos, a título de indemnização devida ao trabalhador por resolução do contrato de trabalho com justa causa, calculada com base em 30 dias de retribuição base, por cada ano de antiguidade e os correspondentes juros de mora, à taxa legal de 4%, desde o trânsito em julgado do presente Aresto até ao seu efetivo e integral pagamento. )