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Não se conformando com a decisão proferida, dela apela a autora, formulando as seguintes conclusões: "1 - A douta sentença recorrida padece de manifestos vícios quer na decisão sobre a matéria de facto, quer na decisão de direito, têm de ser reparados; 2 - No que toca à decisão da matéria de facto entende a Apelante que: 1 – Deve ser reformada a matéria dada por provada no ponto 1 da matéria assente dado que, não só a mesma está em contradição com os pontos 1 e 2 da prova documental produzida nos autos, mas também porque está em contradição com o teor do depoimento da testemunha MU, o único que para além da Apelada e do seu marido depôs sobre esta matéria, e ainda porque contradiz quer o entendimento da Apelante sobre este assunto constante dos documentos juntos aos autos como doc.s, ns 2, 4, 6, 7, 11, 18 e 22 anexos à PI, cujo conteúdo também foi dado por provado, quer ainda o teor dos documentos da autoria da própria Apelada juntos aos autos como doc.s, ns 12, 23, 24 e 25, anexos à PI, e que por isso fazem prova plena nas partes em que lhe são desfavoráveis art.