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O recorrente discorda da decisão recorrida, que condenou a entidade demandada a inscrever o nascimento do autor no registo português, imputando-lhe erro de julgamento de direito, por errada interpretação e aplicação do disposto nos arts 1, n 1, al e 14 da Lei da Nacionalidade, aprovada pela Lei n 37/81, de 10, na redação da Lei Orgânica n 9/2015, de 2                O recorrente, Instituto dos Registos e do Notariado, IP, perfilha o entendimento de que o autor, ora recorrido, não preenche o pressuposto de ter um ascendente de nacionalidade portuguesa do 2 grau na linha reta que não tenha perdido essa nacionalidade, previsto no art 1, n 1, al da Lei da Nacionalidade.