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64/17T6AVR-A.C1), citado no despacho recorrido, e no qual se escreveu: «Conjugando os n. 3 e 4 do artigo 155 do Novo CPC, pressuposta a "obrigação de gravar” decorrente do n 1 do mesmo artigo 155, resulta dever ser disponibilizada às partes o que pressupõe um ato expresso da Secretaria com esse a gravação, " no prazo de dois dias a contar do respectivo acto”, sendo que, omitido que seja esse acto de disponibilização estamos a prefigurar a hipótese que aqui tem interesse prático), deve a parte interessada em recorrer assinalar formalmente essa incidência ao Tribunal de primeira instância rectius, invocar a nulidade dessa não disponibilização), como forma de desencadear o acto pressuposto nesse n 3 do artigo 155 mesmo que esse acto corresponda ao assumir da falta de gravação) e, por essa via, criar a parte interessada o elemento processual que permite desencadear a invocação prevista no n 4 do mesmo artigo 155: "a falta ou deficiência da gravação deve ser invocada, no prazo de 10 dias a contar do momento em que a gravação é disponibilizada” sublinha-se, e é sintomático, que a norma tanto se refere à deficiência como à falta de gravação).