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Aliás, diga-se, em abono da verdade, que a aludida alteração legislativa tem suscitado bastante controvérsia, mormente, ao nível do princípio da igualdade das partes, destacando-se, neste concreto particular, o doutrinado por Miguel Teixeira de Sousa1: "- Admitir-se a sanação do fundamento da rejeição ou do indeferimento liminar da petição inicial apenas quando o autor não esteja representado por mandatário judicial; nesta hipótese, a discriminação verifica-se entre autores que litigam em nome próprio que beneficiam de um regime de sanação) e autores representados por advogados que não beneficiam de um idêntico; -Admitir-se a sanação do fundamento da rejeição ou do indeferimento liminar da petição inicial apenas quando o autor, não representado por advogado, não a tenha entregue por via electrónica; nesta situação, a discriminação ocorre entre autores não representados por advogado que não tenham apresentado a petição inicial por via electrónica que beneficiam da sanação do vício) e autores que, também não estando representados por advogado, tenham entregue a petição por essa via que não beneficiam dessa sanação); ─ Excluir-se a sanação do fundamento da rejeição ou do indeferimento liminar da petição inicial, mas admitir-se a sanação de um idêntico vício quando se verifique em relação à contestação e a um possível pedido do réu; nesta hipótese, a discriminação verifica-se entre autores que não beneficiam de um regime de sanação quando estiverem representados por e réus que beneficiam sempre desse.” Como assim, devemos centrar-nos, nas soluções que a lei dita para situações concretas semelhantes recurso à, num esforço de integração da lacuna legal para o caso cfr.