Legal Document Excerpt:

)”    As Instâncias convergiram no entendimento de que o acordo celebrado pelas partes em 1997 constituía um novo contrato de arrendamento e não uma mera modificação daquele de 198         Na decisão do Tribunal de Instância, entendeu-se que: "de acordo com as regras de hermenêutica negocial, recorrendo, em primeira linha, à chamada teoria da impressão do destinatário, tal como consagrada no artigo 23, n. 1 do Código Civil, julga-se não ter um mínimo de correspondência com o texto do escrito em apreciação, de acordo com o artigo 23 do Código Civil, a interpretação de que as partes não quiseram, em 1997, celebrar um novo contrato, mas apenas alterar o contrato anteriormente celebrado.