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9 O entendimento da Recorrente – segundo o qual a tutela cautelar apenas permitira um juízo sumário e perfunctório de probabilidade de procedência da Ação Principal e já não um juízo de invalidade sobre o Ato Administrativo –, a proceder, conduziria a um esvaziar de sentido do artigo 12, n. 1, alínea, do CPTA, pois que só nos casos em que estivessem em causa juízos de mera anulabilidade é que poderia o Juiz cautelar declarar a extinção do Processo Cautelar por não uso tempestivo do meio contencioso adequado à tutela dos interesses a que o pedido de adoção de providência cautelar se destinou, sendo que a norma em apreço não estabelece qualquer distinção nesse sentido.