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Juiz "a quo”, que julgou procedente o procedimento cautelar de suspensão de deliberações sociais requerido e ordenou a suspensão da deliberação tomada na Assembleia Geral de sócios de 30 de setembro de 2021, 2- Entende não se encontrarem verificados os pressupostos de que depende o decretamento da providência cautelar especificada de suspensão de deliberações sociais e por isso impugna a douta sentença proferida pelo Tribunal a quo de facto e de direito, pretendendo a alteração da matéria de facto provada na sentença, constante dos pontos 17, 26 e27, todavia, sem qualquer razão ou fundamento legal, porquanto a sentença que coloca em crise, não é suscetível de qualquer reparo ou censura.