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E quanto ao facto do legal representante da Autora ter mencionado a cláusula penal de 18%, e não a de 12%, é compreensível uma vez que apenas aquela se encontra em discussão nos autos atenta a mora dos Réus no pagamento do preço; importa ainda referir que o fez de forma absolutamente espontânea e contextualizada, na sequência de ter afirmado que explicou que o pagamento tem de ser a pronto o que consta também do, esclarecendo os motivos porque assim tem de ser: grande parte do custo é em combustível que a Autora tem também de pagar logo pois ninguém fornece combustível a 30 dias no máximo consegue a 1 Inexiste, por isso, qualquer fundamento para alterar o ponto dos factos provados.A) Do recurso interposto pela Autora  Sustenta a Recorrente que o ponto dado como provado e a fundamentação e conclusão constante da douta sentença de que não houve desistência pelo Réu se apresenta contraditória devendo, nesta parte, deverá ser anulada, ao abrigo do artigo 662, n. 2, alínea do Código de Processo Civil, que o ponto é ambíguo e contraditório e que existe manifesta contradição entre o ponto dado como provado e o ponto dado como não provado.