Legal Document Excerpt:

Os apelados pedem a condenação da apelante como litigante de má fé, sustentando que esta apresenta um recurso que bem sabe não ter qualquer tipo de fundamento e com o intuito único de protelar o trânsito em julgado da decisão da primeira instância, onde não se coíbe em sustentar esse recurso em falsidades, alterando a verdade dos factos de modo a tentar justificar o injustificável, mentindo descaradamente ao invocar a junção de documentos – transferências bancárias – que nunca juntou – e ao suscitar nulidades que não têm qualquer tipo de fundamento, nem legal nem factual, procurando juntar agora documentos, sustentando que apenas teve acesso a eles em momento posterior ao da decisão, mas dos mesmos resulta que estão na sua posse, pelo menos desde o dia 21 de setembro de 201  A este propósito diremos que o presente tribunal é de recurso pelo que nele apenas é possível conhecer de questões suscitadas junto da 1 Instância e sobre o qual esta se debruçou e decidiu, visando o recurso o reexame da matéria apreciada pela 1 Instância na decisão recorrida.