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Tal entendimento é sufragado pela jurisprudência maioritária e mais recente: − Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 202012 consulta disponível em www.dgsi.pt), − Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 102014 consulta disponível em www.dgsi.pt), − Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 102009 consulta disponível emwww.dgsi.pt),  Esta solução jurisprudencial é também suportada pelo supra referido Assento n. 4/95 de 201995, segundo o qual em nada se agrava a posição do demandado, já que, válido ou nulo o negócio, sempre ele seria obrigado ao que lhe é pedido, além de se evitar ao peticionante o ónus de propor nova ação com acento na e cujos efeitos e fins seriam os mesmos, evitar esse que o princípio da economia processual aconselharia.