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Com efeito, não se alegou e, como tal, menos ainda se provou, quais as providências concretas desencadeadas em relação á árvore que caiu no veículo automóvel em questão, para que se pudesse concluir que o controlo, vigilância e fiscalização foram adequados, sistemáticos e continuados, e assim permitir ao Tribunal poder aferir se a Infraestruturas de Portugal SA «organizou os seus serviços de modo a assegurar um eficiente sistema de prevenção e vigilância de anomalias previsíveis», exercendo uma adequada, sistemática e contínua fiscalização técnica no sentido de que só a alegação e prova desses requisitos ilide a presunção de culpa em caso de queda de árvore causadora de danos se pronunciam os acórdãos do Supremo Tribunal Administrativo de 112009, p. 02090/03BEPRT, de 112003, p. 01499/03, de 15-10-2003, p. 011/03, de 22-10-1998 p. 043616, de 101994, p. 034034, de 11-01-1994, p. 031468, de 201990, p. 027844, de 13-02-1997, p. 37290, e de 011989, p.. O que tem de similar a situação dos autos com as situações descritas nos acórdãos citados, é a circunstância de não ter ficado provado que a entidade demandada, aqui Recorrente, tenha procedido a uma vigilância cuidada da árvore que veio a causar os danos participados, de forma sistemática, adequada e continuada.