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O acórdão foi elaborado pelo relator e revisto pelos seus signatários, nos termos do artigo 9, n. 2 do   Coimbra, 7 de Outubro de 2015 Fernando Chaves - relator Orlando Gonçalves - adjunto  1 - Aderimos, pois, à tese preconizada, entre outros, pelos Acórdãos do Tribunal da Relação de Évora de 15 de Outubro de 2013 e 5 de Novembro de 2013 - in www.dgsi.pt 2 - Neste sentido, vejam-se, entre outros, o Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 20 de Outubro de 2009 e os Acórdãos do Tribunal da Relação do Porto de 26 de Março de 2014, de 9 de Abril de 2014 e de 30 de Abril de 2014 - in www.dgsi.pt 3 - A defender tal orientação, consultem-se, entre outros, o Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 18 de Junho de 2013, o Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 4 de Junho de 2008, os Acórdãos do Tribunal da Relação de Lisboa de 26 de Outubro de 2010 e os Acórdãos do Tribunal da Relação do Porto de 29 de Outubro de 2014 e de 25 de Fevereiro de 2015 - in www.dgsi.pt 4 - Como, aliás, o afirmou o Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 26 de Maio de 2009 - in www.dgsi.pt - ao estabelecer - ainda que por reporte à suspensao da execução da pena de prisao e com atenção aos argumentos já explanados – que  Relativamente à pena de substituição no caso, pena, o prazo da prescrição inicia-se com o trânsito em julgado do acórdão condenatório, aplicando-se também o regime da suspensão e da interrupção da prescrição dos arts.