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Da análise da fundamentação do douto Acórdão, ora recorrido, constata-se que o Tribunal adquem se limitou a declarar que os factos dados como provados nos ns 19, 20, 21 e 22, e o facto acrescentado e dado como provado no articulado com o n. 23, factos que a 1 instância tinha dado como não provados, basearam-se exclusivamente no teor dos documentos apresentados pela Ré, ali recorrente, "LusitâniaCompanhiadeSeguros,SA”,  ou seja, apesar de resultar do teor das declarações das testemunhas e , invocados em tal fundamentação, que as mesmas nada sabiam, nem nada viram, nem sequer assistiram à prática dos factos –comomuitobemsesublinhounadoutasentençadaInstância- o Tribunal da Relação do Porto considerou e valorou aqueles depoimentos e conjugou-os com os referidos documentos -leia-secópiasdadecisãocontraordenacionalproferidapelo...,decisãonãoreconhecidapelosTribunaisportugueses- para poder dar como provados os aludidos factos com os n.s 19; 20; 21 e 22, que tinham sido dados como não provados na  Instância, acrescentando ainda aos factos provados o articulado com o n. 23, exclusivamente com base na referida decisão proferida na ....  Concluindo, o Tribunal adquem, ora recorrido, ao tomar conhecimento e ao valorar, para efeitos de prova, cópias de uma condenação contraordenacional, proferida por um ..., sem que tal decisão estivesse devidamente reconhecida por um Tribunal Português, incorreu num claro excesso de pronúncia e consequentemente na nulidade estatuída na alínea, do n. 1, do artigo 615, do Código de Processo Civil.