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Mais refere: os factos em causa integram uma nova causa de pedir, aditamento esse que se afigura processualmente ilegítimo e, nessa medida, nunca poderia sustentar a inclusão daquela factualidade à matéria provada; trata-se de factos não alegados pela Recorrente e que, por se afigurarem constitutivos do seu alegado direito, nunca poderiam ser adquiridos nesta fase processual; os factos não encontram arrimo na prova produzida e nem sequer foi promovido qualquer debate ou análise para confirmar se, de facto, aquelas trabalhadoras gozaram efetivamente férias naqueles concretos dias; sobre a factualidade em causa não foi dada oportunidade à Recorrida de se pronunciar, o que sempre violaria o direito probatório material e o princípio do contraditório.