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Face à constatação e à prova de que, na sequência de um negócio de alienação de pinheiros do 1 ao 2 Ré, a invasão do prédio do autor e o consequente corte de árvores nele existentes lhe causou danos, a prova de qual dos dois ou até de se terá enganado, porque tudo se terá passado nas relações internas entre estes dois réus, poderá constituir para o autor uma prova diabólica ou impossível, sobretudo quando, confrontados com a ocorrência dos danos causados com tal atividade de corte de árvores, o 1 Réu se limita a alegar que não foi ele quem procedeu ao corte mas o 2 Réu, e o 2 R. afirma que quem se enganou na indicação das estremas foi 1 Réu.