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Para além do que ficou dito na decisão recorrida e que inteiramente subscrevemos no que tange aos pagamentos feitos pela insolvente B relativos às obras num prédio do Réu e das suas duas filhas qualificáveis como actos de gestão danosa, sendo que o vertido nas conclusões 23 a 26 não tem qualquer respaldo no quadro factual que ficou assente, vem também provado nos autos que: "- Da contabilidade da ora insolvente resulta que foi movimentada na Conta da H em 31 de Maio de 2005 a saída de dinheiro, através de transferência, no montante de € 15000,00, saída de dinheiro essa que foi registada como contrapartida da conta Prestações Suplementares-, anulando-se dessa forma o saldo existente nessa conta, o qual passou a ser zero - Tal operação reduziu os capitais próprios ou a situação líquida da ora insolvente a €10276,98 equivalentes a 41% do capital da "B, Lda.”, com as reservas legais a cifrarem-se em € 286,06” cfr.