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- Está provado que ao requerente, jogador de futebol, foi fixada, por força do acidente ocorrido em 202011, uma IPP de 20%, a que corresponde uma IPP especifica de 34,37%, com IPATH para o exercício da sua profissão habitual de praticante desportivo de profissional de futebol, actividade que deixou de exercer; que de acordo com o disposto no artigo 2, n 2 da Lei 8/2003, de 105, foi-lhe atribuída, a partir de 102016, a pensão anual de € 11300,00 até à idade de 35 anos e a pensão anual de € 5360,00 a partir dessa idade, pensão essa paga regularmente pela responsável seguradora, incluindo no período de 002019 a 102019; e que teve uma recidiva em consequência do acidente de trabalho a que se reportam os autos, o que determinou uma intervenção cirúrgica artrodese tíbio-társica com placa anterior + em 002019 e uma incapacidade temporária absoluta - ITA - até 10201  Resulta, assim, que o requerente é portador de uma IPATH para a sua profissão habitual de jogador de futebol, recebendo, em contrapartida, a pensão anual de € 11300,00 até à idade dos 35 anos.