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Apesar disto, na data de 05/01/2021, o Tribunal a quo profere novo despacho, no sentido de que «Em face do alegado, de onde ressalta que a requerente é proprietária de um imóvel vendido pela sociedade aqui insolvente, que deu como garantia das obrigações por si assumidas junto da Caixa  ... e o qual foi objecto de penhora na execução que identifica, não lhe conferindo a penhora de per si um direito de crédito propriamente dito, uma vez que ainda subsiste o seu direito de propriedade, esclareça a requerente se pretende reclamar o "crédito” de que se arroga como condicional, ou seja, a verificar-se quando o imóvel deixar de estar na sua esfera jurídica, caso em que deverá corrigir a sua petição em conformidade».