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Como foi referido pela testemunha, quando o seu sogro foi internado por complicações de saúde associadas à idade, a foi ao hospital exigir-lhe o pagamento de € 000,00 e se tal não ocorreu foi porque a esposa da testemunha se opôs e determinou a mudança de fechadura da porta de casa do seu pai – o que motivou nova ida da, desta vez para queixar-se que tinha tentado ir à casa deste idoso, na ausência dele e da sua família, e não tinha conseguido entrar 	Acresce ainda que esta testemunha,, observou directamente uma ida do ao balcão do Montepio Geral, acompanhado pela, onde reparou que ela é que assumia a posição de liderança e geria a relação entre o banco e, de tal modo que, para a testemunha, foi evidente que "ele estava numa posição de subalternizado em relação a ela.” 	Assim, na procedência de impugnação fáctica deduzida pelo A., adita-se o seguinte ao elenco de factos provados: · o pai do A. pretendia doar a fracção em apreço nos autos à pessoa que cuidava dele, ou seja, à mãe da Ré; · a Ré e a respectiva mãe, aproveitando-se da situação de fragilidade de, conluiaram-se no sentido de se apropriarem dos bens de que o mesmo era proprietário.