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dos factos provados - para que o tribunal a quo solicite os esclarecimentos anotados e após proceda à análise crítica da prova” e assim decidido "anular a decisão recorrida, com vista a serem pedidos os esclarecimentos acima notados, após o que será proferida nova decisão.” B) Após baixa dos autos e realizadas pelo tribunal a quo as diligências tidas por oportunas, foi pelo tribunal a quo proferida nova sentença em 20/01/2021 e notificada às partes via citius por ato elaborado a 21/01/2021, decidindo: "a) Nomear  como acompanhante de B; b) Atribuir ao acompanhante o poder de representação geral e de administração total dos bens do beneficiário; ) Retirar a B o exercício dos seguintes direitos pessoais: direito para contrair casamento, de perfilhar, de exercer as responsabilidades parentais, de testar e de adotar, bem como o direito de constituir união de facto, o direito de recorrer à procriação medicamente assistida, o direito de escolher profissão, de se deslocar no país ou no estrangeiro, e de fixar domicílio e residência; ) Retirar a B a capacidade para celebrar negócios da vida corrente; e) Fixar o início do ano de 2018 como a data a partir da qual as medidas se tornaram convenientes; f) Nomear  como acompanhante substituto; g) Nomear para o Conselho de Família  e E.Revisão periódica a realizar dentro de 5 anos a partir do trânsito desta sentença.A requerida não consta como autora de diretiva antecipada de vontade e/ou de procuração de cuidados de saúde.” )Com data de 12/02/2021 a requerida B expõe e requer o seguinte: "Foi proferida em 21 de Janeiro de 2021 Douta sentença no âmbito destes autos, em resultado da decisão do Douto acórdão do Tribunal da Relação do Porto, que decidiu anular a decisão de facto, atenta a data em que a Recorrente carece de acompanhamento de maior.