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Lê-se, por exemplo, no acórdão da Relação de Guimarães, de 27/04/2009, processo 12/02TAFAF.G1 em www.dgsi.pt, como outros que venham a ser citados sem diferente indicação): "O exercício do poder de apreciação do condicionalismo legal inscrito no n.1 do artigo 340 do Código de Processo Penal, isto é, o juízo de necessidade ou desnecessidade da diligência de prova requerida parece-nos insindicável por via de recurso directo: a omissão de diligências que possam reputar-se essenciais para a descoberta da verdade acarreta, antes, uma nulidade relativa sanável) prevista no artigo 12, n.2, alínea, do CPP, a arguir "antes que o acto esteja terminado” art.