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E, neste âmbito, o TJUE veio decidir que "o artigo 1, n. 5, terceiro parágrafo, alínea, da Sexta Diretiva 77/388/CEE do Conselho, de 17 de maio de 1977  deve ser interpretado no sentido de que não se opõe a que um Estado-Membro, em circunstâncias como a do processo principal, obrigue um banco que exerce, nomeadamente, atividades de locação financeira a incluir, no numerador e no denominador da fração que serve para estabelecer um único e mesmo pro rata de dedução para todos os seus bens e serviços de utilização mista, apenas a parte das rendas pagas pelos clientes, no âmbito dos seus contratos de locação financeira, que corresponde aos juros, quando a utilização desses bens e serviços seja sobretudo determinada pelo financiamento e pela gestão desses contratos, o que incumbe ao órgão jurisdicional de reenvio verificar” Parágrafos 35 e 36 do Acórdão Banco Mais.)