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C1, cujo relator foi o Ex.mo Sr. Juiz DesembargadorRamalho Pinto, acessível em www.dgsi.pt., sob os descritores: "Impugnação de facto”, "Resoluçãodo contrato”, "Justa causa”, "Culpa”; ) Para tanto, atentemos na contraprova decorrente das declarações prestadas pelo Dr. P. F., na sessão de julgamento de 13/11/2019, /registo fonográfico: 00:03:16 a 00:14:41:; ) Ademais, no decurso do seu depoimento na sessão de julgamento de 13/11/2019, /registo fonográfico 00:14:41 a 00:24:15, a mesma testemunha, Dr. P. F., foi absolutamente inequívoco em afirmar que o quadro clínico apresentado pelo Recorrente, emnenhuma circunstância adveio como consequência dos vindicados acidentes de viação; ) Em complemento das anteriores declarações, o mesmo Dr. P. F., ainda no decurso da sessão de julgamento de 13/11/2019, /registo fonográfico: 00:39:04 a 00:39:34, voltou a salientar que é necessário distinguir claramente as situações e os eventos, tendo peremptoriamente particularizado que no que especificamente tange a um dos sintomas apresentados pelo trabalhador, a nível sexual ejaculação, tal tivesse advindo de algum dos acidentes sofridos por aquele em 2010 e/ou em 2013; ) Nesta conformidade, e ainda no decurso da sessão de julgamento de 13/11/2019, /registo fonográfico: 00:56:07 a 01:00:37, foi o Dr. P. F. absolutamentetaxativo, no estabelecimento do nexo de causalidade entre a situação de assédio g. violação do dever de ocupação perpetrado pela Apelada e os respectivos danossofridos pelo trabalhador; ) Por seu turno e a instâncias da Dr. G., Ilustre mandatária da Recorrida, veio a testemunha Dr. P. F., corroborar e reforçar tudo quanto havia aventado anteriormente, designadamente, no âmbito das declarações proferidas na sessão de julgamento de 13/11/2019, /registo fonográfico: 01:21:35 a 01:26:03; ) Na esteira das demais, e já na parte final do seu depoimento prestado na sessão de julgamento de 13/11/2019, /registo fonográfico: 01:36:44 a 01:42:32, a testemunha Dr. P. F., voltou a repisar que não tinha quaisquer dúvidas de que o quadro clínico evidenciado pelo trabalhador/Recorrente foi indubitavelmente provocado pela retirada defunções; ) Neste contexto, afiguram-se de suma relevância, as declarações prestadas pelo Dr. P. F., na sessão de julgamento de 13/11/2019, /registo fonográfico: 00:35:43 a 00:39:03, desta feita a propósito das consequências, rectius: danos morais sofridos pelo trabalhador emergentes do assédio moral a que foi sujeito durante cerca de dois anos e meio; ) Ainda acerca do tema que aqui ora nos ocupa e na senda das declarações que antecedem, concretizou ainda mais o Dr. P. F. na sessão de julgamento de 13/11/2019, /registo fonográfico: 00:45:13 a 00:53:33; ) O mesmo clínico, Dr. P. F., no decurso da sessão de julgamento de 13/11/2019, /registo fonográfico: 00:24:14 a 00:56:06, pronunciou-se, ainda, acerca dainexistência de qualquer incapacidade para trabalhar por parte do Apelante na sequênciados acidentes, tendo confirmado que o mesmo sempre continuou a laborar e sendo que outrossim e ao invés, até de um ponto de vista terapêutico, havia todo o interesse emmanter o trabalhador plenamente activo; ) Desta sorte, decorre com indubitável certeza do teor das declarações do depoimento do Dr. P. F., na sessão de julgamento de 13/11/2019 que existem nos autos elementos probatórios suficientes para que tivessem sido dados como provados os factos inscritos nos pontos 36, 37, 38, 40, 41, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54, 55, 56, 57, 58, 5960, 61, 62, 63, 64, 65, 66, 68, 69, 94, 102 e 106, todos da petição inicial; ) Para além da facticidade vinda de referir-se, ainda que conexa com ela, e no que à central e fulcral questão dajustificada inocupação do trabalhador concerne, entendeu o julgador de  instância, que "o que sobressaiu daqueles depoimentos é que a inocupação doAutor a partir de Dezembro de 2016 se ficou a dever a múltiplas causas: incapacidade para o Trabalho do Autor, em resultado dos dois acidentes de trabalho; restruturação do departamento em que trabalhava o Autor; dificuldades em conseguir nova colocação compatível com a categoria profissional do Autor e limitações funcionais; e recusa por parte do Autor da dispensa do dever de assiduidade proposto pela empresa.