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Custas: a cargo das partes, na proporção do respetivo decaimento, sem prejuízo de isenções subjetivas”.-A entidade expropriante veio interpor recurso da sentença, que foi admitido.-No Tribunal da Relação do Porto apreciado o recurso, proferiu-se acórdão em 23 de abril de 2018 com a decisão que se transcreve: "Face ao exposto, acordam os juízes desta Relação em julgar parcialmente procedente a apelação e nessa conformidade: - ampliar a decisão de facto, com o aditamento dos seguintes factos: - Ponto 23: Face às caraterísticas descritas deste prédio seria necessário efetuar despesas com projetos, loteamento, lucro dos promotores, encargos financeiros, taxas, impostos, licenciamentos municipais que os expropriados não suportam com a expropriação e que correspondem a 15% do valor da avaliação.