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Citados os requeridos, vieram deduzir oposição, em que sustentam que "a emissão da declaração resolutória do contrato de mútuo invocado era um pressuposto necessário e obrigatório para tornar imediatamente exigível toda a dívida e o requerente não deu cumprimento à disposição contratual que exige uma declaração de resolução do requerente”1, razão pela qual, não a tendo feito, "a obrigação do requerente é inexigível e o mesmo não está em condições de pedir a insolvência dos oponentes” Mais invocaram que os "valores presumidamente devidos pelos oponentes e garantidos pelo imóvel são no montante de € 12565,81 € 8530,09 + € 2775,94 + € 1791,20 + € 468,58)”3, "montante este que é inferior àquele que requerente e Banco ...) aceitaram valer o imóvel aqui em causa € 15554,08)”4, razão pela qual "o património imobiliário dos opoentes será mais do que suficiente para solver todas as presumidas dívidas dos opoentes”5 E, ainda, quanto ao crédito decorrente do mútuo invocado, dizem que a quantia exigida não é devida na íntegra, "ou seja, aquilo a que o requerente terá direito será apenas à restituição do capital das prestações em dívida e não dos juros que integram essas prestações”.