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121, até 2017 A. S. foi gerente da aqui Ré e da sociedade insolvente, no final do 1 trimestre a sociedade insolvente passou a ser gerida por F. R., a partir daí não mais A. S. exerceu poderes de direcção da daquela, em 2018 a aqui A. e a sociedade insolvente acordaram que a aqui A. cederia á sociedade insolvente parte da carteira de clientes e a sociedade insolvente cederia à aqui A. parte dos camiões que  compunham a sua frota, mais acordaram que os valores a pagar fossem liquidados por compensação dos valores inscritos a débito e a cr��dito nas respectivas contas correntes, a carteira de clientes é susceptível de um negócio autónomo, a sociedade insolvente passaria a ser apresentada aos clientes da aqui A. como futura prestadora de serviços de transporte, o que não quer dizer que estes clientes passassem a estar obrigados a contratar com aquela os serviços de transporte, para o apuramento do valor do negócio as partes não definiram um valor fictício, nem tiveram como objectivo reduzir a dívida da aqui A. á sociedade insolvente, nem aumentar o passivo da sociedade insolvente, em 2019 por decisão única e exclusiva da gerente F. R., esta decidiu paralisar a actividade da sociedade insolvente, devolver alguns equipamentos adquiridos por meio de financiamento e diligenciar pela apresentação á insolvência, os credores sociais não foram prejudicados pela aquisição da carteira de clientes, em 2018 ninguém poderia cogitar que dois anos depois a sociedade insolvente pudesse passar dificuldades que imporiam o seu encerramento e insolvência.A Ré contestou invocando, no que ora releva e no que respeita aos " pressupostos gerais” da resolução plasmados no art.