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alínea j da matéria de facto supra ";   Ora, este segmento da decisão é ininteligível;   Ao impor que o contrato da prestação de serviços das empresas de segurança privada seja celebrado directamente com a beneficiária dos serviços prestados, o art 38, n 3 da Lei n 34/2013 está a proibir a subcontratação nesses contratos;   Não se percebe, pois, que o Acórdão refira que a imposição do art 38, n 3 da Lei n 34/2013 é diferente da proibição da subcontratação;   Se é certo que, em caso de cessão de posição contratual, o cessionário substitui o cedente no contrato de prestação de serviços, passando por isso a existir um contrato directamente estabelecido com a beneficiária dos serviços;   No caso de subcontração, não é assim;   O subcontratado, que é quem vai prestar os serviços, não celebra directamente com a beneficiária dos serviços qualquer contrato;   O subcontratado celebra contrato com o prestador originário dos serviços o, o qual mantém a sua posição contratual no contrato que celebrou com a respectiva beneficiária e contrata o subcontratado para realizar a totalidade ou parte da prestação;  1 Assim, a proibição de subcontratação decorre do art 38, n 3 da Lei n 34/2013;  1 Acresce que o acordo Quadro não visa só a vigilância humana, mas também a ligação a central de receção e monitorização de alarmes, sendo que o art 57, n 2 da Portaria n 273/2013 de 208 proíbe expressamente a subcontratação deste serviço;  1 Assim, o art 38, n 3, da Lei n 34/2013, ao exigir que os contratos de prestação de serviços das empresas de segurança privada sejam celebrados directamente com o beneficiário dos serviços prestados, está a proibir a subcontratação nos contratos de prestação de serviços de segurança privada;  1 Porquanto nesta situação, quem vai prestar os serviços não celebra directamente qualquer contrato com a beneficiária dos mesmos, precisamente o que a Lei n 34/2013 e a Portaria n 273/2013 pretendem impedir.