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De resto, na parte que aqui diretamente interessa, provou-se que: No dia 8 de junho de 2019, pelas 04h30m, o réu conduzia o veículo PA, na Rua ... em direção à Rua ..., em Mogadouro e o veículo TL, com o arado escarificador atrelado encontrava-se estacionado, paralelamente à faixa de rodagem, ocupando cerca de metade da faixa de rodagem onde o réu circulava junto à berma direita da via, atento o sentido de circulação do veículo PA. A dado momento, já após ter efetuado a curva à direita existente na Rua ..., o veículo PA embateu, violentamente, com a sua parte frontal direita no lado esquerdo do escarificador que não se encontrava sinalizado com refletores e que se encontrava atrelado ao trator TL; Nas circunstâncias de tempo e lugar referidas, era noite, existia iluminação pública e a visibilidade era boa, o piso da via, com 9 metros de largura e dois sentidos de circulação, era de asfalto e encontrava-se limpo, seco e em bom estado de conservação; O réu ao conduzir o veículo nas referidas circunstâncias, apresentava uma taxa de álcool no sangue de 1,28 g/, estado ébrio que determinou para este a diminuição da concentração, dos reflexos e da acuidade visual, desatenção, perceção errada da realidade e perigo, tempo de reação diminuído e estado de desinibição e euforia, circunstâncias que motivaram o embate referido.