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Sendo de solidariedade o regime vigente entre o dono a obra e o empreiteiro, por danos causados a terceiros, tem a sociedade ora identificada, um interesse igual ou paralelo ao da R., pois são ambos sujeitos passivos da relação material controvertida tal como configurada pela A. O dono da obra, sobre o qual recaia ainda que com ausência de a obrigação de indemnizar terceiros por danos emergentes de ações ilícitas ou violação culposa ou omissão dos deveres de cuidado exigíveis imputáveis ao empreiteiro, na execução dos trabalhos, tem, ainda, direito de regresso sobre aquele, pelos custos em que vier a incorrer na eventualidade de vir a ser condenado no pedido deduzido nos presentes autos.Por despacho de 24 de Junho de 2020, foi decidido não admitir o incidente de intervenção de terceiros.