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A testemunha A. na qualidade de funcionário não declarado do e da Sónia, exteriorizou sem margem para dúvidas os termos em que o procedimento se realizava, trabalhava de 2 a Sábado, carregavam ele e o cunhado do , um sobrinho e um amigo os camiões nos locais carregamento e que lhes eram indicados pelo Sr. e iam levar a carga ao Sr. ; questionado sobre as cargas, esclareceu que os camiões em questão podiam transportar legalmente 500kg mas os transportes iam sempre em excesso, entre 000 a 1000kg, nunca circulou com guias de transporte; os locais de carga tanto eram em Viana do Castelo, Braga, Marco de Canaveses e recorda ter ocorrido um desmantelamento de um barco em Castelo de Paiva, onde existia uma máquina giratória emprestada pelo Sr. para auxiliar;  mais, referiu que A. ia buscar entre 2006 e 2008 autocarros por ordem do Sr. e Sónia para o estaleiro do Sr. . Prosseguindo, a testemunha S. empregada de escritório, administrativa da , Ld., prestou um depoimento detalhado sobre a dinâmica inerente ao negócio da sucata, nomeadamente explicando todo o circuito de contratação do fornecimento, recolha de sucata e pagamentos, sendo o mesmo completamente esclarecedor sobre o processo de recepção da sucata nas instalações da , pesagem dos camiões em bruto através da balança ali existente para o efeito atualmente balança automática que regista automaticamente as pesagens e diferenciais Bruto/tara do camião), ao peso bruto era retirado o valor da tara e as facturas eram emitidas na hora pelo diferencial obtido, contra a entrega de cheque para pagamento, por vezes a emissão da factura e pagamento era diferida para outro momento mas sempre com referência ao talão de pesagem que a depoente guardava para o efeito.