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E quanto ao que alega o Executado no que concerne à aprovação em 2014 de novo regulamento municipal que alterou as condições de edificabilidade deste tipo de muros, tal consideração não releva na medida em que a decisão exequenda é inequívoca ao determinar que "Assim a legalização estará sempre na dependência de umademolição parcial de modo a que o muro não ultrapassasse a altura de 2,50 metros, acontar da cota de terreno da Autora até ao seu coroamento.‖ Ou seja, ao tempo em que tal decisão foi tomada e tendo presente os termos regulamentares aplicáveis, outra solução não resta que não seja a de o Executado proceder ou promover pelos meios considerados mais adequados e eficazes, que o muro seja demolido até à altura de 2,50m, medidos da cota natural do terreno da Exequente, considerando-se como natural, o solo, sem considerar os resíduos provenientes da demolição já operada ou que venha a ser executada e que se encontram ou encontrem em terreno propriedade da Exequente.