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186, os factos descritos no n2 e os descritos no n3 e dentro do primeiro grupo, os descritos nas alíneas a e os descritos nas alíneas e, sendo que aquelas alíneas correspondem a presunções de insolvência culposa ou de culpa na insolvência), e estas mais parecem ser "ficções legais”11, por a factualidade descrita não ser de molde a fazer presumir com segurança o nexo causal entre o facto e a insolvência, que é, a par da culpa dolo ou culpa, o requisito fundamental da insolvência culposa, segundo a cláusula geral do n1, de tal artigo1 Entende relativamente ao n3, que "sob pena de perder grande parte da sua utilidade, ele consagra não meras presunções de culpa grave, como vem defendendo ainda grande parte da jurisprudência portuguesa13, mas autênticas presunções de insolvência culposa ou de culpa na insolvência), como vem sendo defendido por outra parte”1 Assume, pois, nesta sequência, que "Melhor seria, por isso, que o legislador tivesse integrado as duas últimas als.