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Quanto ao mais, além do que supra deixámos referido, nada podemos ter por assente, pois que as regras da experiência comum afastam a perpetuação desses sentimentos num caso temos uma só expressão, apesar de repetidamente proferida foi-o num mesmo momento, e noutro caso temos um requerimento apresentado num processo, portanto com "leitores” circunscritos, onde imputa apenas juízos de valor, mas nenhum facto, considerandose pela assistente hiperbolizado o que relatou nessa parte, além de que a testemunha EC não tem um conhecimento directo/pessoal do que relatou quanto a tal factualidade, limitando-se a reproduzir o que a assistente lhe contou e até a afirmar que no café "ouviu” falar do episódio, porém, nesta parte, atenta a mera referência às vozes públicas sem lograr identificar ninguém, não deixou sequer a convicção de que tal tenha realmente sucedido.