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A propósito da questão importa considerar que o processo de promoção e protecção que constitui o apenso B destes autos teve por objecto além do mais que à economia desta apreciação não obviar à situação de perigo que para a  resultava do facto do progenitor, na semana em que a criança consigo residia, não a levar ao estabelecimento de ensino em que estava inscrita e que antes vinha frequentando, sendo aí proferida decisão, em 8/12/2019, que, em benefício da , a título cautelar, aplicou a medida de promoção e protecção juntos dos progenitores, pelo período de três meses, ficando os progenitores obrigados a manter, na semana em que cada um assumia o papel de cuidador principal, as rotinas de D1 respeitantes à frequência do estabelecimento de ensino em que estava matriculada até que existisse decisão conjunta ou judicial sobre a matéria), o que implicava transportá-la e recolhê-la no horário estabelecido para as atividades escolares.