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Ora, importa sublinhar que todo o raciocínio discordante formulado pelo apelante relativamente ao assim decidido pela sentença recorrida assenta num duplo pressuposto, a saber: a sentença recorrida não decidiu uma dada questão preliminar5, sendo dessa decisão que dependia a solução para a outra questão do direito invocado pelo autor por férias não gozadas, incorrendo-se assim em omissão de pronúncia; caso a decisão omitida nos termos mencionados em tivesse sido no sentido de que o autor também gozou férias em Portugal nalguns dos períodos de duas semanas que o mesmo passava em Portugalponto 5 dos factos, então a sentença recorrida deveria ter considerado que a ré não concedeu ao autor todos os descansos compensatórios a que o mesmo tinha direito ao abrigo da cláusula 41/6 do CCTV supra identificado, razão pela qual não deveria ter excluído do montante a apurar em sede de liquidação os créditos do autor por esses descansos não gozados.