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– Não é devida indemnização pela desvalorização da parte sobrante num caso em que esta tem uma área de 286,36 m2; não se fez prova que o seu valor de mercado tenha sofrido uma diminuição proporcional e/ou tenha havido necessidade de suportar encargos; em que esta continua a satisfazer, de forma proporcional, os mesmos cómodos que a totalidade do prédio; que continua a ter acesso à água e a uma via pública com pavimento betuminoso.– Decisão  Pelo exposto, acordam os juízes desta Relação em:  - Admitir a ampliação do pedido por parte dos expropriados no que concerne ao valor do anexo para animais e a da redução do pedido dos mesmos no que diz respeito ao valor das árvores por si plantadas e cuidadas e ao pedido de condenação no pagamento de € 10625,00; - Julgar parcialmente procedente a apelação e, consequentemente, julgando o recurso da decisão arbitral e o recurso subordinado parcialmente procedentes, condenar a expropriante , S.A.U.