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Acordam na 2 secção cível do Tribunal da Relação de Coimbra: J deduziu oposição à execução, para pagamento de quantia certa, instaurada contra si e contra, P e S, Lda, pela E...) , alegando, em síntese: O contrato de mútuo celebrado tinha o dia 29 de Agosto de 2006 como prazo contratual para a restituição do montante emprestado; só após aquele dia é que se verifica o incumprimento; A sociedade executada não recebeu qualquer missiva da exequente a resolver o contrato; O teor do documento complementar à escritura, com excepção do valor do spread, não foi objecto de negociação; os executados limitaram-se a subscrever em bloco as cláusulas contratuais, sem que delas tivessem tido conhecimento adequado; A exequente atrasava a celebração das escrituras de venda, onerando a sociedade executada com o pagamento de juros acrescidos; A exequente não entregou à sociedade executada a totalidade do financiamento necessário à conclusão de um dos edifícios, encontrando-se esta impedida de celebrar quaisquer contratos, impedindo a obtenção de rendimentos para pagar à exequente; Em 8 de Outubro de 2007, foi proposto à exequente a dação em pagamento, por conta da liquidação da totalidade da quantia mutuada, dos dois prédios hipotecados, proposta que aquela recusou.