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O Recorrido sustenta a irrelevância desta alteração e que não existe qualquer contradição com o facto dado por provado em  Com o devido respeito, parece-nos evidente que não existe qualquer contradição intrínseca entre o facto provado em 1 e o facto provado em 19, pois não existe nenhuma dúvida, no contexto da sentença recorrida, de que o A. é comproprietário do prédio descrito em  Em todo o caso, não custa que admitir que deveria ser sempre ressalvado rigor terminológico na matéria de facto provada, mantendo-se a interna coerência entre o dado por provado em 19 e o que consta do ponto 1, tendo por referência a respetiva prova documental em que este facto assenta.