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nesta ação, na condenação de restituírem, devolverem, pagarem ao A. a quantia de 10300,00€ e juros vincendos até restituição efetiva, prejuízo contabilizado pelo demandante por rececionarem a TRF de 18000,00€, que sabiam ser recetação e locupletamento indevido, de metade desse dinheiro, que sabiam pertencer ao A., pois conheciam a proveniência ilícita, o facto de aquela TRF resultar de outro facto ilícito praticado pela Ré , com a colaboração solidária de todos os RR demandados, ao "fazerem desaparecer consciente e dolosamente da conta pessoal  da R. , por ordem de transferência desta e por sucessivas transferências, em perfeito conluio de todos os RR, para as contas dos Co-RR., o montante de 18000,00€,em 08 e 12012, após a citação, ocorrida em 102012, para os termos e efeitos legais da ação de Divórcio Sem Consentimento do Cônjuge proposta pelo A. n 36/17TATMR, 2 Juízo, e na pendência desta, constitui um facto ilícito, doloso, nos termos do art 483 ou do disposto no art 473 do mesmo ; - Bem como o facto de o resgate de certificados de aforro, nos montantes de 4896,84€ e 1000,00€, ocorrido na data de 002012, após a tal citação e imediata sonegação por não entrarem tais montantes nas contas da ré , mesmo na pessoal, desparecer tal montante, em perfeito conluio com os outros co-RR., com o intuito de desaparecerem definitivamente, e se desconhecer o paradeiro, e determinar a sua falsa inexistência, impedindo que fossem objeto de eventual providência de arrolamento, por não estarem à vista e disposição na conta da Ré-mulher, constitui um facto ilícito doloso e um prejuízo reparável ao A., nos termos do disposto no artigo 483 ; N- A p.alega factos suficientes e juntou documentos bancários que provam os factos alegados e nenhum dos 34 documentos oferecidos como prova, obtidos pelos tribunais a pedido do A. e provindos de autoridades e instituições estatais, como CGD, IGCP, Fidelidade S., S.A. DIAP e Tribunal de Tomar, foram impugnados pelos RR.