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66, n. 2, do Código de Processo, as questões a decidir in casu são as seguintes: — se as ajudas de custo devem ser consideradas como retribuição para efeitos do cálculo da indemnização dos danos patrimoniais futuros e se, em consequência, deve atribuir-se ao Autor, agora recorrente, uma indemnização por perdas salariais;  — se deverá repristinar-se a decisão da  instância, na parte em que fixou uma indemnização por danos patrimoniais em 19359,96 — em lugar dos 125000 euros fixados no acórdão recorrido; — — se deverá repristinar-se a decisão da  instância, na parte em que fixou uma indemnização por danos não patrimoniais em 25000 euros — em lugar dos 22500 euros fixados no acórdão recorrido.