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Insurgem-se os apelantes contra este segmento da sentença, afirmando que  não alegaram que a adjudicação que foi lhes  feita naqueles autos por despacho datado de 23/6/2016  tinha transitado em julgado, estando protegida pelo caso julgado formal e, que entender-se doutro modo configura a violação dos princípios constitucionais da segurança e da protecção da confiança jurídica na eficácia das decisões judiciais, mas antes que o título de transmissão que lhes foi emitido em 15/07/2016, com a devida menção de que o despacho de adjudicação transitou em julgado, culminou, de modo irreversível, o processo de transmissão da propriedade.