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Por outro lado, mais evidenciou o Recorrente que a fundamentação em causa fazia parte integrante de acto administrativo que foi objecto de revogação e, como tal, esgotou os seus efeitos e objecto, sendo, pois, clamorosamente ilegal a fundamentação para a qual se remete em sede de acto final, que ainda que por via de sucessivas remissões, se limitou a retomar a fundamentação constante "da Informação emitida pela Ex-Inspecção Geral de Jogos, em 20 de Agosto de 2003”, e bem assim "do Parecer n. 75/DSJC/03, de 17 de Outubro de 2003, emitido pela Direcção de Serviços Jurídicos e de Cotencioso da Secretaria Geral do Ministério da Economia,” tanto mais que os aludidos fundamentos, nunca seriam passíveis de fundamentar, um acto tal como o que veio proferido pelo Venerando Tribunal Central Administrativo Sul, proferido em 202011, com o que o acto em causa padece de vício de falta de fundamentação, devendo, por isso ter sido anulado pelo douto Tribunal a quo.