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ww) Quer isto dizer que não há lugar à reapreciação da matéria de facto quando o facto concreto objeto da impugnação não for suscetível de, face às circunstância próprias do caso em apreciação, ter relevância jurídica, sob pena de se levar a cabo uma atividade processual que se sabe, de antemão, ser inconsequente, o que contraria os princípios da celeridade e da economia processual consagrados nos artigos  n. 1, 13 e 13.» Acórdão da Relação de Coimbra de 202012, Beça Pereira, Processo n 219/1 No mesmo sentido, Acórdão da Relação de Coimbra, de 102014, Henrique Antunes, Processo n 6628/10).