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O tribunal a quo, socorreu-se, para o efeito, «da jurisprudência produzida pelos tribunais superiores, nomeadamente em casos em que se verificou a existência de causa legítima de inexecução, bem como os valores aí fixados cfr., entre outros, o Acórdão do Venerando TCAN de 002016, Processo n. 01214/05BEBRG-A, o já citado Acórdão de 202017, processo n. 00845/027BEBRG-B, e ainda o Acórdão de 012015, Processo n. 00814/2000-Coimbra, nos quais se fixaram indemnizações, respetivamente de €000,00, €500,00 e €000,00, com recurso à equidade em face da existência de causa legítima de inexecução).» Perscrutados os citados arestos, evidencia.se que no acórdão do TCA Norte, de 002016, P. 01214/15BEBRG-A, no qual se manteve a decisão recorrida, que havia arbitrado uma indemnização pelo facto de inexecução de 000€ quatro, na situação em causa considerou-se também que se a ali A., tendo «alcançado a sua nomeação como catedrática da mesma Escola e ramo de saber, pouco mais de um ano volvido do final do procedimento concursal parcialmente anulado, o interesse da Autora na reconstituição in natura do procedimento de concurso resulta, senão prejudicado, pelo menos, em grande medida, mitigado pela nomeação entretanto ocorrida.», juízo que, face a todo o exposto, se revela inaplicável ao caso em apreço.