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6, 12, 13 e 14, juntos com a p. A julgadora de facto exarou na sua motivação que:  "Na impossibilidade de o Tribunal conhecer a verdade absoluta, isto é, a verdade material qua tale, o mesmo deve proceder a uma "reconstrução cognitiva” da realidade empírica, ou seja, como afirma MANUEL TOMÉ SOARES GOMES, Da Sentença Cível, 2014, p. 26: "a verdade judicial constrói-se a partir da narrativa dos factos alegados pelas partes no sentido de apurar o grau de correspondência entre essa narrativa e a realidade empírica extraprocessual, versada por aquela e revelada através dos meios de prova produzidos.” Meios de prova esses que são apreciados pelo juiz, segundo a sua prudente convicção.