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E, de facto, assim é. Os diversos valores indemnizatórios que a ré/recorrente pretender obter da autora radicam na prática de factos que nada têm que ver com a execução do contrato de prestação de serviços ou com uma sua execução defeituosa, pois que se reportam ao comportamento assumido, não pela autora, pessoa colectiva, mas pelo seu gerente e em lado algum se afirma que este agiu do modo descrito, não por si, mas enquanto representante da sociedade e/ou pelos funcionários daquela, comportamento que teria afectado o bem-estar psicológico e emocional da ré e, bem assim, o seu bom-nome, colocando em crise a sua idoneidade como cidadã cumpridora dos seus deveres.