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Citados os réus, a ré E veio pedir a prorrogação por trinta dias do prazo para contestar, invocando para fundamentar essa pretensão a extensão temporal dos factos que sustentam as pretensões dos autores e a multiplicidade de prova documental que carece de recolher para contestar, pretensão que foi deferida por despacho proferido em 22 de junho de 201 F e E contestaram alegando, em síntese, que o réu F foi apenas administrador de direito da sociedade H, que aceitou adquirir as quotas da sociedade  a fim de evitar a entrada de terceiros no capital desta sociedade, tendo cedido a sua quota à ré E para se exonerar do dever de prestar um aval à sociedade, que em 04 de dezembro de 2012 o réu F desconhecia se o Sr. Dr. N1 tinha prestado algum aval ao Banco , assim como desconhecia a existência e o vencimento dessa obrigação cartular em 20 de fevereiro de 2015 e também não antecipou, nem podia antecipar por não ser facto de que devesse ter conhecimento, que a H, SA viesse a ser declarada insolvente em 6 de novembro de 2013, assim como não antecipou, nem podia antecipar por não ser facto de que devesse ter conhecimento, que a sociedade subscritora e o avalista  não pagassem a livrança executada, concluindo pela total improcedência da ação.