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da Constituição da República Portuguesa- decompõe-se em três critérios instrumentais ou subprincípios) que se encontram conjugados numa sequência relacional integrada pelo que, quando se submete uma norma ao "teste” de proporcionalidade, importa verificar se a mesma respeita- o critério da adequação,- se respeita o critério da necessidade e, por último,- se respeita o critério da proporcionalidade em sentido estrito, bastando "que a mesma norma colida ostensivamente com um só destes princípios podendo ser conforme aos para poder ser julgada inconstitucional, por desconformidade com o parâmetro constitucional da proporcionalidade” 19 2 Indagando se a norma colide com alguns destes princípios, o TC concluiu no citado aresto que a norma em causa "satisfaz, assim, o primeiro teste de proporcionalidade”, como também concluiu que "satisfaz-se, deste modo, o segundo teste de proporcionalidade”, mas, quanto ao teste final proporcionalidade em sentido concluiu, então, que "a norma não logra ultrapassar o terceiro e derradeiro patamar da proporcionalidade”, com a seguinte fundamentação: "-Quanto ao teste final de balanceamento proporcionalidade em sentido, que necessariamente nos conduz a um processo de ponderação de razões ou argumentos, não poderá o Tribunal deixar de notar, desde logo, que o propósito da celeridade se encontra, no domínio de aplicação da norma, desviado do seu sentido.