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Não deixou ainda, naturalmente, pela sua natureza, de ter em conta, no que aqui importa, o regime que havia sido estabelecido na Convenção de Roma, de 19 de Junho de 1980, que considerou, assim nomeadamente: - O estabelecido no seu artigo , ou seja a regra geral da liberdade de escolha da lei aplicável pelas partes, como ainda o regime que seria aplicável na falta dessa escolha, previsto no n 2 do artigo 6, salvaguardando, porém, o que resulta do seu n. 1, assim que "a escolha pelas partes da lei aplicável não pode ter como consequência privar o trabalhador da protecção que lhe é garantida pelas disposições imperativas da lei que lhe seria aplicável na falta dessa escolha, por força do n 2 do referido artigo” ponto  da; - A consideração de que "o artigo 7 da mesma convenção prevê que, em certas condições, sejam aplicadas, concomitantemente com a lei declarada aplicável, as disposições imperativas de outra lei, em especial a do Estado-membro em cujo território o trabalhador se encontre temporariamente destacado” ponto 1); - A consideração de que”, segundo o princípio do primado do direito comunitário referido no seu artigo 20, a referida convenção não prejudica a aplicação das disposições que, em matérias especiais, regulam os conflitos de leis em matéria de obrigações contratuais e que estão ou venham a ser estabelecidas em actos das instituições das Comunidades Europeias ou nas legislações nacionais harmonizadas em execução desses actos”.