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invocou efetivamente a exceção de ilegitimidade dos autores vide ponto , A daquele seu, mas fê-lo com invocação dos artigos 9 n 1 e 55 n 1 alínea do CPTA, dizendo, e passa-se a citar: que nos termos daqueles dispositivos, «é parte legítima quem alegue ser parte na relação material controvertida, tendo desse modo, interesse pessoal na demanda, podendo impugnar um ato administrativo desde que alegue ser titular de um interesse direto e pessoal,  nomeadamente por ter sido lesado nos seus direitos»; que «os AA., salvo o devido respeito, olvidaram-se destes preceitos, dado que, não basta a simples alegação da legitimidade, para, poderem lançar mão da presente ação»; que «é necessário, revestir ou sustentar as suas alegações, de meio idóneo e/ou formal que, corrobore tal alegação de legitimidade»; que «na verdade, os AA.