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É certo que, socorrendo-nos das palavras de Ricardo Costa, "Tal não significa que o CSC seja indiferente a determinadas qualidades;  é o próprio CSC – quando se refere artigo 6, 1, al., à aferição diligência do administrador através da bitola do gestor criterioso e ordenado – que aponta para um tipo legal de administrador qualificado; esta qualificação pressupõe uma certa dedicação ou, noutras palavras, profissionalização) especialização próprias da classe dos gestores, uma competência basicamente assente em habilitações técnicas e profissionais.” Porém, socorrendo-nos ainda das palavras do mesmo autor, "a disponibilidade”, a "competência técnica” e "o conhecimento da actividade”, de que fala o artigo 6 n. 1 do CSC "não são condições de validade da designação do administrador”  "são requisitos atendíveis na avaliação objectiva e subjectiva da execução ou omissão) das tarefas concretas da administração”.