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;   ) – Quanto à ampliação da matéria de facto deduzida pelo R., procedendo à audição das gravações dos depoimentos das três testemunhas em que se estribava tal dedução, concluiu-se que dessa audição não se colhiam elementos suficientes que justificassem a pretendida alteração/ modificação da decisão de facto 787-788);   ) – Em sede de reponderação a probabilidade do sucesso da ação de impugnação do despedimento, agora confinada aos factos ocorridos entre março de 2010 e novembro de 2011, com exclusão dos ocorridos entre novembro de 2008 e março de 2010, entendendo-se não ser aplicável o AE de 2008 e não resultar da cláusula 9 do AE de 2006, convocada pelo A., regras diametralmente diversas das prescritas nos AE que a  instância, em consonância com o instrutor da nota de culpa, considerou aplicáveis ao caso, concluiu-se, ainda assim, que daqueles factos provados não resultava demonstrada uma probabilidade consistente e séria da procedência da sobredita ação de impugnação do despedimento instaurada pelo A., representado pelo ora R, contra os CTT, para efeitos de indemnização por perda de chance processual.