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2 Ou seja, ainda que se admitisse que a RÉ não se encontrava a fazer a verificação das condições de acondicionamento, armazenamento e transporte do azeite desde a data da respetiva venda pela AUTORA, ora RECORRENTE, ou, pelo menos, a fazer menção à falta dessa verificação no artigo que publicou, o que não se admite, nem se concede, sempre teria, igualmente, cometido um facto ilícito ofensa ao bom nome e crédito) por não ter cingido a sua publicação ao azeite que efetivamente analisou, ou seja, ao azeite constante das garrafas que adquiriu junto do em Lisboa, mas antes ter estendido todas as considerações efetuadas a todo o azeite da marca, o que, manifestamente, não tinha o direito de fazer, por não poder pressupor que todo o azeite dessa marca continha os alegados defeitos encontrados, uma vez que, como ficou provado, o azeite é um produto extremamente sensível, cuja análise requer cuidados adicionais e especiais que não foram respeitados pela RÉ.