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É, pois, de concluir que o pacto de preenchimento não padece de nulidade por indeterminabilidade do objecto, sendo este indeterminado mas determinável, consignando ambos um critério objectivo e limitativo da garantia prestada.Improcedem, desta forma, as conclusões a formuladas pelo recorrente.A segunda questão que no recurso vem colocada prende-se com: b)- saber se o instrumento de contrato relativo à prestação de garantia autónoma n.  está sujeito ao regime geral das cláusulas contratuais gerais, nomeadamente, se, em concreto, a Embargada, na qualidade de predisponente, violou o dever pré-contratual de comunicar a cláusula daquele instrumento ao Embargante.