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Ora, já está dado como assente no ponto 19- do elenco dos factos provados que o local de exploração do estabelecimento comercial, foi tomado de arrendamento por documento particular celebrado em 10196 Como, assim não pode agora a recorrente tresmudar o facto dando-lhe nova roupagem factual que dele não constava.Os pontos 3-, 4- e 5- do elenco dos factos não provados têm, respectivamente a seguinte redacção: "- Que o contrato de arrendamento e negócio ali exercido agora pela autora, venha a cessar tenha durante o ano de 2020; - Que tenha sido ocultado à autora que o Alojamento Local não estivesse autorizado pelo Senhorio, ou que não se tivesse concluído o processo de registo junto da Câmara Municipal , que o sistema contra incêndios não estivesse em funcionamento e/ou implementado; - Que, quando das negociações e outorga do trespasse, o contrato de arrendamento já houvesse sido transferido para o NRAU, e fixado o prazo de términus do mesmo para o dia 30 de Novembro de 2019”.