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constar da plataforma sitaf como mandatária do recorrente; 9- Razão pela qual não se poderá considerar que o ora recorrente foi regularmente «notificado da interposição de recurso para uniformização de jurisprudência e para contra-alegar»; 10- Nos termos do disposto no artigo 155, n2, do CPTA, o recorrente detém legitimidade para requerer a revisão do douto acórdão; 11- Assim, não tendo o ora recorrente - réu no processo - sido notificado quer da interposição quer para, querendo, apresentar contra-alegações, não teve oportunidade de participar no processo nesta fase de recurso, que se impunha, atendendo à sua qualidade de sujeito processual e ao facto de ter sido interposto recurso do acórdão do TCAS que lhe deu razão, e que foi anulado, sendo, o ora recorrente condenado no pagamento da quantia de 22460,00€ acrescida de juros de mora vencidos desde a citação; 12- Tendo o ora recorrente constituído como mandatário - a 212015 - o Dr. B., mediante substabelecimento sem reserva, não podia o tribunal ter procedido à notificação da sua anterior mandatária - Dra.