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2 do n. 15/9  Finalmente, a comparação que pretende fazer com o caso do arguido KK é infundada, desde logo porque dos factos dados como provados nos pontos 23, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 33 e 36 resulta que aquele arguido teve um papel mais limitado na sua atuação, e embora também coordenasse no terreno a atividade, acabou por também fazer vendas diretas, sendo que a mais das vezes foi um mero vigilante ou um mero vendedor, enquanto o recorrente, além dessas funções, foi quem, pelo menos por duas vezes se abasteceu de cocaína e heroína e a distribuiu pelos vendedores, e recolheu dinheiro que resultava das vendas efetuadas, sendo que o outro arguido, mesmo quando foi visto a ter atitudes de organização no terreno, nomeadamente de orientação aos vigilantes, a verdade é que de seguida assumiu o mero papel de vendedor direto, de rua.