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Neste sentido, vejam-se os acórdãos do Tribunal da Relação de Lisboa de 3-07-2007, processo n. 2887/2007-1; de 10-11-2005, processo n. 7874/2006-6 e do Tribunal da Relação do Porto de 22-01-2007, processo n. 0642745, de 17-01-2005, processo n. 0457125 e de 21-11-2005, processo n. 055568 No entanto, detecta-se jurisprudência que já então considerava que a reclamação de créditos constitui um processo declarativo de estrutura autónoma, embora funcionalmente subordinado ao processo executivo, não sendo um mero incidente da acção executiva, tratando-se antes de um enxerto declarativo nesta acção, como processo diferente e autónomo – cf.