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Tribunal a quo, dele vem interpor recurso quer de facto quer de direito; Pelo que se conclui que a prova produzida é manifestamente insuficiente para a sua condenação; Não se provou que o Arguido tenha cometido os crimes de que vinha acusado, designadamente dada a insuficiência dos elementos probatórios carreados para os Autos; O Arguido ora Recorrente prestou declarações, não se tendo escusado no seu direito ao silêncio, procurando assim colaborar com o Tribunal na descoberta da verdade material, não tendo sido postas em causa pelas testemunhas arroladas pela Acusação; O ora Recorrente não pode concordar, pois o Venerando Tribunal a quo, parte do pressuposto que, salvo o devido respeito, o Arguido mentiu e alterou a verdade dos factos num claro prejuízo para a posição processual do Arguido; Tais declarações do Arguido foram parcialmente corroboradas pelas testemunhas arroladas pela Douta Acusação Pública; Sendo que no nosso entendimento e salvo melhor opinião não se logrou fazer durante toda a audiência de discussão e julgamento contraprova com valor suficiente de molde a pugnar pela culpabilidade do ora Recorrente; Sendo que como abundantemente se logrou descrever os elementos probatórios carreados para os Autos, designadamente a prova pericial, apenas tiveram a virtualidade de atestar que a vítima faleceu por causas não naturais, mas, da análise dos mesmos não se consegue inferir que o causador de tal facto tenha sido o ora Arguido; As testemunhas e , Inspectores da Polícia Judiciária realizaram depoimentos vagos, imprecisos com relevantes falhas do ponto de vista da investigação criminal.