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De novo inconformada, a recorrente interpôs recurso para este tribunal, tendo na motivação de recurso formulado as seguintes conclusões: «A) - Discordam os ora recorrentes, em absoluto, da posição do douto Tribunal "a quo”, em negar provimento à impugnação judicial proposta, mantendo a condenação da Arguida, pois, quer a fundamentação desenvolvida na referida impugnação judicial, quer os depoimentos das testemunhas apresentadas pelos recorrentes, são suficientes para ter sido proferida uma sentença que reconhecesse procedente a impugnação judicial apresentada pela Arguida, revogando-se a condenação desta, proferida pela Autoridade para as Condições do Trabalho, numa coima de 1000,00 € doze, assim como a respectiva responsabilidade solidária pelo pagamento da coima por parte de , B) - O art 12, n 1, do do Trabalho estatui:- "Obstar injustificadamente à prestação efectiva de trabalho;” ) - Salvo melhor opinião, entendem os recorrentes que o art 129, n 1, do do Trabalho não foi violado, pois foi plenamente justificada a não atribuição à trabalhadora das mesmas funções, quando se apresentou ao serviço após longo período de ausência. )