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27 da sentença, 24 do relatório da P.. 4 Este é um valor que, mais do que uma "forte probabilidade”, aferida a partir de elementos contabilísticos insuficientes e sem credibilidade, foi aferido pela avaliação feita através da inventariação física das mercadorias que, tendo sido consumidas pelo fogo, não há dúvidas que existiam nos escombros: razão pela qual, em razão da sua credibilidade, o Tribunal recorrido o deu como provado no Facto 27, e que, na insuficiência de outros critérios, deverá então ser o único valor a atender na fixação da obrigação de indemnizar as mercadorias danificadas pelo fogo e que, necessariamente, teriam de integrar os escombros inventariados à data.