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n 06686/10, que num caso em tudo idêntico negou provimento ao recurso e manteve o acórdão que anulou o despacho de indeferimento e condenou «a entidade demandada na prática do acto devido, consistente no reposicionamento "o associado do autor no escalão da respectiva categoria, passando a vencer por escalão/índice igual ao dos colegas nomeados por despacho de 8-2-2007, da Subdirectora-Geral, proferido por delegação de competências, dado que é mais antigo na categoria que estes, tendo sido nomeado no nível 2 da mesma em 26-7-2005, concretamente, no escalão 3, índice 720, a fim de ficar em igualdade aos colegas ”», com o fundamento de que ") o acórdão recorrido, ao considerar que o resultado da aplicação dos artigos 44, 45, 67 e 69 do n 557/99, de 17/12, ao viabilizar soluções remuneratórias desiguais para funcionários transitados para as novas carreiras e para os admitidos para as mesmas carreiras já na vigência do novo sistema de carreiras, se mostra incompatível com os objectivos indicados no respectivo preâmbulo do diploma, bem como com o princípio da equidade interna do sistema retributivo  previsto no artigo 14, n 1 do n 184/99, de 2/6 dada a manifesta inversão das posições remuneratórias, e ainda dos princípios da justiça e da igualdade.”.