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41 do CPP, por confronto com o disposto no seu n. 2 deixa alguma margem para dúvida quanto ao formalismo da especificação dos pontos de facto que no entender do recorrente foram incorrectamente julgados e das provas que impõem decisão diversa da recorrida, pois que, enquanto o n.   Das disposições conjugadas dos arts 368 e 369, por remissão do art 424 n 2, e ainda o disposto no art 426, todos do Código de Processo Penal, o Tribunal da Relação deve conhecer das questões que constituem objecto do recurso, pela seguinte ordem: 1:das questões que obstem ao conhecimento do mérito da decisão, aqui incluindo-se as nulidades previstas no art 379 e os vícios constantes do art 410, ambos do CPP;  2:das questões referentes ao mérito da decisão, desde logo, as que se referem à matéria de facto, começando pela impugnação alargada, se deduzida, nos termos do art 412 do CPP;  3:as questões relativas à matéria de Direito.