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), embora acionistas da B., tal como G. o é, e foi feito a favor de uma terceira empresa, a E., que não é, nem nunca foi, gerida por G.;  3 Acresce, sem nada conceder, que se a tivesse algo a ver com essa operação, que não tem, a responsabilização de G. dependeria sempre de uma deliberação social que não foi tomada pela sua única sócia, e da sua execução dentro do prazo de seis meses, o que não ocorreu ação; 3 É verdade que a sócia da , a ou terceiros, incluindo a B., também poderiam ter acionado, diretamente, G., para obter a reparação dos danos que lhes tivessem sido diretamente causados, no exercício das suas funções, como gerente45, o que, igualmente, não sucedeu ação ut; 3 Nem se diga, como faz a Recorrente, que o Tribunal de 1 instância deveria ter desconsiderado a personalidade jurídica da Recorrida para aceitar responsabilizar o seu gerente G.: é evidente que o instituto da desconsideração da personalidade jurídica exige a alegação de factualidade concreta que a Recorrente não alegou - até porque não existe - assim como a Recorrente não requereu a intervenção de G. neste processo para aí exercer o contraditório, nem formulou qualquer um desses pedidos na Reconvenção e somente agora, de forma oportunista, o invoca; 3 Os mutuários a quem deveriam ser pagos os valores mutuados, ou seja, F., e Z., teriam legitimidade para exigir judicialmente o seu pagamento, por serem os titulares da relação contratual que serve de fundamento à pretensão, mas teriam sempre de demandar o outro titular da mesma relação, sujeito ao dever correlativo de prestar, no caso, a E. ; 3 A B., Ré Reconvinte e ora Recorrente, não é a titular do direito substantivo, ou seja, da relação contratual que serve de fundamento à pretensão por ela deduzida em juízo, pelo que não tem legitimidade processual nem substantiva para demandar a Autora;  3 Importa ter presente, ademais, que tal eventual ação de responsabilidade prescreve no prazo de três anos, já expirado, como se alegou na Réplica;  3 A legitimidade processual constitui um pressuposto processual relativo às partes, absolutamente essencial para que o Tribunal possa apreciar e dirimir o litígio.