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1–A recorrente não integra a previsão da primeira parte do art 2 do Regulamento n 66/2015, de 11 de fevereiro publicado no Diário da República n 29/2015, Série de 2015-02-11) ou seja, a recorrente não "é proprietária, tutela, gere, detém ou, de qualquer outra forma, explora estabelecimento onde são prestados cuidados de saúde” nem tal facto foi, aliás, invocado pela – facto que se encontra provado na alínea H. 2–E também não integra a previsão da segunda parte da mesma norma, pois, para tanto, a recorrente haveria de exercer "a sua atividade profissional por conta própria em estabelecimento de saúde, desde que sobre o mesmo detenha controlo” - facto que a referida alínea H dos factos provados desmente.