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Na contestação, deduziram ainda os réus incidente de intervenção principal provocada, ao abrigo dos invocados artigos 31 n. 3 e 31 n. 1 do Código de Processo Civil, das entidades organizadoras do evento: Freguesia de Santo Isidoro como a promotora, organizadora e responsável do evento "Grande Prémio de Carrinho de Rolamentos”; e Freguesia da Carvoeira; Freguesia de Mafra; Freguesia da União de Freguesias de Azueira e Sobral da Abelheira; e Freguesia da União de Freguesias de Enxara do Bispo, Gradil e Vila Franca do Rosário, alegando que a responsabilidade do acidente também sempre se teria de imputar às entidades organizadoras da prova, porque elas próprias assumiram o risco dessa organização, sendo prova disso o seguro de responsabilidade que para o efeito a Freguesia de Santo Isidoro tomou junto da Fidelidade - Companhia de Seguros S.A. e que consta do processo de licenciamento e pedido de autorização junto da Câmara Municipal de Mafra, devendo, por isso, ser tidas por sujeitos passivos da relação material controvertida, e como tal, por força do disposto no artigo 49 e ou 50 do , e caso se conclua pela responsabilidade do réu , com ele solidariamente responsáveis pelos danos causados decorrentes da prova.