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O mais invocado pela Recorrente não encontra qualquer suporte nos factos provados, termos em que cabe concordar com o Tribunal recorrido, ao fundamentar assim: «) a autora cumpriu com a sua prestação contratual ao promover a venda do imóvel e ao angariar um concreto comprador para o mesmo, pelo valor pretendido pela ré no contrato de mediação =€24000) ou, como se apurou, por valor que aceitou – de €24000 - e depois recusou no momento em que seria para "avançar” para a assinatura do contrato promessa de compra e venda, evidenciando-se essa recusa como injustificada, já que não só o motivo invocado para não querer vender em virtude de "a filha da ré não deixar”) não é atendível para justificar o incumprimento contratual, como, depois, a corroborar essa falta de justa causa, a ré acabou por vender, motu proprio, o seu imóvel, sem cumprir com a sua prestação contratual depois de interpelada para o fazer, de pagamento da comissão de 5%, acrescida de IVA legal, calculada por referência ao valor efectivo de venda do imóvel.