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Não pode portanto, dizer-se, simplesmente, como pretende a apelante, que pagou as contribuições até outubro de 2014, uma vez que elas só foram pagas no âmbito de uma ação executiva em que foram cobradas as contribuições em dívida desde 201  Ou seja, o que é relevante, é o que ficou a constar da alínea dos factos provados, de que há vários anos que a autora não paga as contribuições fixadas para fazer face aos encargos e despesas comuns e que, na data da realização da audiência de julgamento era devedora da quantia de € 400,0  Precisando melhor até porque na redação desta alínea está contido um lapso relativo ao montante em dívida em 20/03/2017, que era de € 352,41 e não € 195,72 – este era o somatório do valor em dívida desta fração e de outra do mesmo proprietário), a alínea dos factos provados passará a ter a seguinte redação:  " Desde 2012 que a autora não paga as contribuições fixadas para fazer face aos encargos e despesas comuns - tendo a administração do condomínio logrado reaver a quantia de cerca de € 000,00, em ação executiva intentada para esse efeito – e encontrando-se em dívida, à data da realização da audiência de julgamento novembro de a quantia de € 400,00 aí se incluindo a quota extraordinária deliberada para a realização de obras extraordinárias de conservação do edifício, mais as contribuições de outubro de 2014 a novembro de”  Finalmente, a apelante discorda da redação da alínea dos factos provados.