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Isto posto, não parece que, totalmente em contrário das presunções inilidíveis) do art 186 que subjazem à alínea do n 2, do art 189, as pessoas afectadas possam, como aqui pretende o recorrente, alegar e prevalecer-se de mais ampla factualidade que extravase a acima tida como possível e produzir prova de que, afinal, não agiram com culpa, de que o seu comportamento não produziu quaisquer danos ou que estes foram inferiores aos referidos e, portanto, que não respondem por qualquer indemnização ou só respondem por uma inferior aos créditos não satisfeitos.81 Ou seja: ilidirem a presunção decorrente do art 186, generalizadamente considerada inilidível – o que da letra do artigo 189, maxime do seu n 4, não decorre minimamente nem parece poder extrair-se do seu espírito e contraria a sua finalidade e, portanto, aponta para a prevalência da alínea.