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3 da Lei do Asilo, sob a epígrafe "Apresentação de um pedido subsequente”, no seu n. 1, dispõe que « O requerente ao qual tenha sido negado o direito de proteção internacional  pode, sem prejuízo do decurso dos prazos previstos para a respetiva impugnação jurisdicional, apresentar um pedido subsequente,  sempre que disponha de novos elementos de prova que lhe permitam beneficiar daquele direito ou  quando entenda que cessaram os motivos que fundamentaram a decisão de inadmissibilidade ou de recusa do pedido de proteção internacional.» Sobre este aspeto entendeu a sentença recorrida o seguinte: «) Compulsados os autos, constata-se que, neste conspecto, o Requerente, nada alegou ou expendeu, em termos concretos - quer em sede procedimental, quer nos presentes autos- quanto às deficiências sistémicas no acolhimento dos migrantes/refugiados, por parte do Estado sueco, - quanto ao risco real de ser sujeito a tratamento desumano ou degradante ou que tenha sido alvo dos mesmos.