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16, n. 3, do n. 59/99, de 2 de março, dispõe que "Em quaisquer situações em que, por facto não imputável ao empreiteiro e que se mostre devidamente justificado, se verifique a necessidade de o plano de trabalhos em vigor ser alterado, deverá aquele apresentar um novo plano de trabalhos e o correspondente plano de pagamento adaptado às circunstâncias, devendo o dono da obra pronunciar-se sobre eles no prazo de 22 dias;                As Recorrentes nada alegaram quanto à apresentação, pela sua parte, de um PT alterado e, por consequência, quanto à decisão do dono de obra que sobre ela teria incidido, nem nada invocaram – e, por conseguinte, nada ficou provado – sobre os concretos efeitos, em termos de prazo global da empreitada, do atraso de 12 dias na montagem do estaleiro;                Se as Recorrentes entendem que o atraso de 12 dias na montagem do estaleiro teve implicações no prazo global da empreitada, era seu ónus processual alegar e provar quantos dias deveriam ser aditados ao prazo global da empreitada em razão daquele atraso;                N. Não o tendo feito, não podem agora socorrer-se da lógica, desde logo porque ela não conduz, necessariamente, à prorrogação do prazo ou à identificação da concreta medida de tal prorrogação;                O.