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- O Tribunal de 1 instância não considerou provados os seguintes factos: a) o Autor não está apto para o trabalho em virtude do acidente; b) o Autor ficou com 66% de incapacidade permanente global em virtude do acidente; ) como impressor gráfico, o Autor ganhava uma média de 800,00 a 000,00 Euros/mês; ) recebeu subsídio de desemprego durante 38 meses no valor aproximado de 240,00 Euros/mês e, durante um ano e meio, o subsídio subsequente no valor aproximado de 350,00 Euros/mês; e) nos trabalhos "ocasionais” auferia, pelo menos, cerca de € 500,00 por mês; f) a partir de setembro de 2017, passou a receber o rendimento mínimo de reinserção no valor mensal aproximado de 187,00 Euros; g) o Autor gastou em medicamentos, consultas médicas e exames, pelo menos, € 630,03; h) o Autor tem dores constantes e tem baixa autoestima pelo facto de em virtude do acidente não poder trabalhar, dependendo economicamente de familiares e amigos, ao fim de uma vida de trabalho.