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Pediu, ainda, a condenação do A., como litigante de má fé, em multa e indemnização  O autor convidado pelo Tribunal para o respondeu, pronunciando-se sobre a prescrição, sobre a falta de vencimento e sobre a ineptidão da p.Neste âmbito mencionou que todos os pagamentos que efetuou foram com dinheiro próprio em benefício da ré e somente porque vivia em união de facto com ela, pressupondo que o mesmo se manteria, e referindo de facto um empréstimo da quantia mencionada de 256,03 €), certo é que o mesmo não foi reduzido a escrito, pelo que teria de ser declarada a sua nulidade formal, restando a possibilidade de, subsidiariamente, pedir a devolução da quantia a título de enriquecimento sem causa.