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No histórico da situação em estudo, surpreende-se a declaração do exequente, comunicada ao avalista, no sentido de ir preencher a livrança e demandar o recorrente por força do aval relativamente ao crédito de mútuo celebrado com o devedor, não obstante estar em curso o procedimento de revitalização, ainda que sem plano aprovado, o que só veio a acontecer em Outubro de 201 Aliás, observe-se que o envio da carta pelo exequente ao avalista, ora apelante, onde lhe solicitava o pagamento da dívida ocorreu em Maio de 2014, pelo que tal só podia significar a intenção manifesta de que, independentemente da situação económica da sociedade mutuária e do seu incumprimento, a sua pretensão executiva se dirigiria directamente contra o avalista.