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Alegando, a Autora formulou as seguintes conclusões: 1 - A sentença recorrida julgou procedente a excepção dilatória de intempestividade da prática de acto processual e, em consequência disso, absolveu o Réu, da instância;  2 - Discordamos da sentença porque entendemos que a presente acção foi instaurada tempestivamente; 3 - Em "002017, foi proferido despacho a deferir a pensão de invalidez à autora a partir de 202017”; 4 - Nessa data, estava pendente o recurso interposto em 02016, da sentença proferida em 212015, no processo que correu seus termos no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga sob o n 1840/10BEBRG – Unidade Orgânica 1; 5 - Um dos pedidos formulados nessa acção consistiu em que "caso a Comissão de Verificação de Incapacidades Permanentes considera a A. com incapacidade permanente para o exercício da profissão de costureira, ordenar-se à R, que proceda ao pagamento da pensão de invalidez com efeitos a partir de agosto de 2010”; 6 - Em virtude da aludida sentença não se ter pronunciado sobre este pedido, a recorrente veio arguir a nulidade da mesma; 7 - Por acórdão proferido em 12017, o Tribunal Central Administrativo Norte negou provimento ao recurso e confirmou a sentença da 1 instância; 8 - Em 112017, a recorrente solicitou ao recorrido, "o pagamento das pensões que deixou de receber desde Agosto de 2010 a 20 de Março de 2017”; 9 - O recorrido não deu até hoje, qualquer resposta apesar de ter recebido a reclamação no dia 112017; 10 - Quando assim o exige o n 3 do artigo 268 da CRP e o artigo 114 do CPA; 11 - Em 112017 data fixada nos factos, a recorrente podia optar pela impugnação administrativa ou pela impugnação judicial; 12 - Optou pela impugnação administrativa sendo por isso, atribuído à sua reclamação, nos termos do n 2 da referida disposição legal, carácter facultativo; 13 - O prazo para a impugnação judicial ficou suspenso ao abrigo do n 3 do artigo 190 do CPA; 14 - Atendendo ao disposto no n 2 do artigo 192 do CPA, "o prazo para o órgão competente apreciar e decidir a reclamação é de 30 dias, podendo confirmar, revogar, anular, modificar ou substituir o ato reclamado, ou praticar o ato ilegalmente omitido”.