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Prevê o atual artigo 2016-A, n. 1 do Civil introduzido pela referida Lei n. 61/2008, de 31/10), que: "Na fixação do montante dos alimentos deve o tribunal tomar em conta a duração do casamento, a colaboração prestada à economia do casal, a idade e estado de saúde dos cônjuges, as suas qualificações profissionais e possibilidades de emprego, o tempo que terão de dedicar, eventualmente, à criação de filhos comuns, os seus rendimentos e proventos, um novo casamento ou união de facto e, de modo geral, todas as circunstâncias que influam sobre as necessidades do cônjuge que recebe os alimentos e as possibilidades do que os presta.” No entanto, decorre do n. 1 do artigo 2016 do Código Civil, na redação também introduzida pela Lei n. 61/2008) que "cada cônjuge deve prover à sua subsistência, depois do divórcio”; e que, nos termos do n. 3 do mesmo preceito "por razões manifestas de equidade, o direito a alimentos pode ser negado”.