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Alega para tanto, em síntese, que os réus não pagam, pelo menos desde Junho de 2017, as rendas da parte esquerda do rés-do-chão que lhes está arrendada – pelo valor mensal que diz ser de 39,91€ -, nem fizeram depósito liberatório, e que não permitem o acesso ao rés-do-chão para exame da coisa locada ou para fazer intervenção técnica de manutenção ou reabilitação do rés-do-chão e para arrendamento da parte direita do rés-do-chão; parte direita esta que, por isso, a autora não pode arrendar pelos 250€ mensais que, de outro modo, poderia obter por ela; e tudo aquilo é fundamento suficiente de despejo.