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De referir, porém, que esta última testemunha depôs com segurança e circunstancialismo sobre o tipo de serviço e a identificação do local dos trabalhos como Malveira, tudo em consonância com o que a descrição mencionada na fatura n 95, emitida por J... à Impugnante, subjacente à correção relativa ao período de maio de 200 A razão de ciência da primeira testemunha, que declarou conferir as faturas emitidas e recebidas, antes de envio à contabilidade, é condicente com o maior grau de circunstancialismo evidenciado no testemunho, depondo, com segurança, ter sido ela própria quem efetuou os pagamentos adiantados e ter procedido ao levantamento do cheque, explicitando as circunstâncias subjacentes aos factos apurados pela inspeção tributária e que foram por esta considerados como indício da falsidade das faturas.