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94 da P., dando-se como provado que em 14/3/2007 a R. foi condenada pelo Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, "ao rigoroso cumprimento futuro das normas relativas ao direito à imagem e à palavra”, e bem ainda que o foi novamente por deliberação do mesmo órgão de 8/5/201 Sendo certo que a segunda das deliberações é posterior aos factos em causa nestes autos, sendo mesmo posterior ao encerramento da audiência final, torna-se evidente a total falta de relevância desse facto para a decisão da causa que, recorde-se, se prende com a difusão pela R., em 2013, de imagens e sons dos AA., sem autorização dos mesmos para tanto.