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Por outro lado, mesmo conhecida a identidade do terceiro e até o eventual paradeiro da viatura, a verdade é que beneficiando aquele da presunção registral de titularidade do direito inscrito, fez a autora aquilo que lhe era exigível, instaurando a pertinente acção de reivindicação, o que ocorreu no ano de 2016, mostrando-se então já decorrido o aludido prazo de 60 dias, e vindo a recuperar o veículo, na sequência de prolação de decisão favorável, apenas em Novembro de 2017, tal como consta do ponto 3 Ou seja, conforme resulta dos factos assentes, o veículo só nesta data deixou de estar desaparecido, voltando à disponibilidade da autora, conforme correctamente se considerou na sentença apelada.