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Se o Tribunal a quo não se basta com justificações dessa índole, em relação a matérias concretas da disciplina que contendem com as convicções pessoas dos Recorrentes, não logrará o cidadão médio justificar, então, em circunstâncias semelhantes, o exercício do seu direito à objeção de consciência, porquanto carece de diretrizes precisas quanto à concretização do que compõe ou deve compor a sua consciência e só esta asserção será, só por si, desprovida de sentido, na medida em que nenhuma pessoa deve ser sujeita, na constituição do que configura a sua consciência e os elementos que a integram, a um iter específico, pré-determinado, muito menos a determinar pelo Juiz no exercício da atividade judicativo-decisória.