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Por sua vez, o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 15 de dezembro de 2011, relatado pelo Exm Senhor Conselheiro Raúl Borges, no processo n. 17/00TELSB.LS1, na esteira do que este Preclaro Juiz, já havia decidido em 20 de outubro de 2010 no processo n. 845/09JDLSB, ambos disponíveis em www.dgsi.pt, refere: "- Como uniformemente tem sido entendido no STJ, a omissão de pronúncia só se verifica quando o juiz deixa de se pronunciar sobre questões que lhe foram submetidas pelas partes e que como tal tem de abordar e resolver, ou de que deve conhecer oficiosamente, entendendo-se por questões os dissídios ou problemas concretos a decidir e não as razões, no sentido de simples argumentos, opiniões, motivos, ou doutrinas expendidos pelos interessados na apresentação das respectivas posições, na defesa das teses em presença.