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Acordam na secção do Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo:  – Relatório  1 – A, S.A., com os sinais dos autos, inconformada com a sentença doTribunal Administrativo e Fiscal de Penafiel, que, em 22 de Fevereiro de 2017, julgou procedente a excepção dilatória da inimpugnabilidade do acto impugnado e, em consequência, absolveu a Fazenda Pública da instância desta impugnação judicial das liquidações de IRC de 2009 e 2010, apresentou, para tanto, alegações que concluiu do seguinte modo: 	Por falta de notificação a Mandatária legalmente constituída não atingiu os contornos e os motivos da liquidação adicional do IRC referente aos anos de 2010 e 2011 da impugnante; 	Consagra o art.