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Todavia, no que concerne à tese avançada pelos autores na petição inicial, relativamente aos valores desses bens e relativamente à permanência de todos esses objectos no cofre aquando do assalto, após a reapreciação dos meios de prova atrás referidos, concretamente depoimentos das testemunhas H e  e documento n23 junto à contestação, entendemos que as declarações do autor B não estão suficientemente corroboradas pelos meios de prova referidos pelo tribunal recorrido e por nós reapreciados.” Já na motivação da sentença ora recorrida foi alterada a decisão de facto e na parte relativa ao conteúdo do cofre-furto, identificação dos objectos aí colocados pelos autores, consta o  seguinte: "Já quanto aos bens existentes/depositados no cofre cujo uso foi cedido aos AA nos termos do contrato junto e subtraídos e à afectação padecida pelos AA, atendeu-se às declarações de parte do Autor B, da mulher deste, H, do tio J, ofertante de parte dos bens depositados e conhecedor de outros por via da relação familiar intercedente e do amigo, , comerciante de ouro e quem ajudou o Autor à aproximação do valor dos mesmos, porquanto os conhecia anteriormente, ponderada já a afectação atestada por juízos de normalidade e regras de experiência comum, em termos de não ressaltar a plausibilidade do facto sob 8  ) No caso, desde logo, as declarações de parte do Autor B quanto aos bens existentes/depositados e subtraídos foram basicamente coincidentes ao longo da intervenção/declaração daqueles em sede de intervenção como ofendido no processo crime e nestes autos as alterações não são de quantidade e qualidade, sem prejuízo do que infra se ressaltará quanto ao peso dos objectos em ouro concretizado "apenas” a fls.