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1 - À relação laboral entre o A. e os CTT-CP, S.A., eram aplicáveis, quanto aos factos ocorridos entre 3/2010 e 11/2011, o AE de 2006, como a Relação admitiu, que nada previa quanto à residência, até à publicação do AE de 2010, e este depois, sendo a previsão deste de que o pagamento das compensações por transferência definitiva do local de trabalho, levariam em conta os locais de trabalho ou de residência, se mais perto, e de deslocação, bem como a existência, ou não, de transportes públicos entre os locais de trajeto, sendo que há transportes públicos de P. para Vila Nova de Cerveira e não há transportes públicos de Covas para Vila Nova de Cerveira;  1 - Quer se tivesse como segura a residência do A. em  como devia, de onde há transportes públicos para Vila Nova de Cerveira, em função de cuja existência o A. foi compensado, quer se tivesse por segura a de ... como não devia, de onde não há transportes públicos para Vila Nova de Cerveira, o que motivaria uma compensação bem mais elevada, pelo facto de o A. ter de utilizar automóvel próprio, certo é o A. nada recebera a mais do que lhe era devido;  1 - A comunicação do A. para CTT-CP, SA, na qual se fundou o despedimento, foi efetuada quase 6 anos antes da ocorrência de qualquer dos factos imputados ao A.