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6É entendimento pacífico e consolidado na doutrina e na Jurisprudência que não é lícito invocar nos recursos questões que não tenham sido objecto de apreciação da decisão recorrida, pois os recursos são meros meios de impugnação das decisões judiciais pelos quais se visa a sua reapreciação e consequente alteração e/ou revogação: Acórdão do STJ de 17/11/201 6Para um forte sector da jurisprudência, a interpelação prévia dos avalistas não é obrigatória, tendo somente relevo para efeitos da contagem dos respectivos juros moratórios: Acórdão do TRP de 3 de abril de 2014; Acórdão do TRC de 6 de outubro de 2015 e Acórdão do TRL de 10 de Fevereiro de 200 7Para este sector jurisprudencial não é legalmente obrigatória a prévia interpelação do avalista, sendo que a ausência de interpelação implicaria somente o vencimento da obrigação com a citação dos executados para a ação executiva, sendo apenas exigíveis os respectivos juros a partir dessa data.