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Motivo pelo qual, e desde logo pelo supra citado início do depoimento desta última testemunha, deve o tribunal, e bem, ter a maior reserva quanto à valoração da prova produzida quer pelo marido da recorrente, quer pela empregada de ambos; N) A presente providência, vem no esteio de outras acções promovidas pela Requerente contra os Requeridos, nomeadamente: e) queixa-crime que correu termos na  Secção do DIAP, sob o processo n. /, que foi arquivado; f) acção declarativa de anulação de acta que corre termos no Juízo Local Cível de Lisboa - Juiz , sob o processo n. /; g) acção declarativa de anulação de acta que corre termos no Juizo Local Cível de Lisboa – Juiz , sob o processo n. /; h) acção declarativa de anulação de acta que corre termos sob o Juízo Local Cível de Lisboa – Juiz , sob o processo n. /; O) Quanto à limpeza da clarabóia foi o próprio marido da Requerente a assumir que eram apenas os Requerentes a ter acesso ao espaço sobre a claraboia, para a respectiva limpeza, conforme consta aliás das suas declarações transcritas; P) E conforme consta da prova fotográfica junta à oposição dos Requeridos como documentos 3 e 4 que aqui se dão por reproduzidos; Q) Pelo que bem esteve o tribunal ao considerar como provados os factos descritos no ponto 2 R) Quanto à função estética da claraboia a verdade é que esta não ficou alterada como quer fazer crer a Requerente; S) De facto, a mesma, sendo iluminada por lâmpadas LED, quando anteriormente era iluminada indirectamente pela luz da rua através de um espaço que, vindo do sótão, atravessava o terceiro e quarto pisos, ganhou visibilidade; T) A Requerente, no seu Requerimento, não especifica de que forma se vê afectada pelas obras feitas pelos Requeridos, com excepção da questão da entrada de luz natural; U) Sendo que a claraboia em causa, que está dirigida ao terceiro andar, propriedade dos Requeridos, nem sequer afecta directamente a iluminação das escadas que dá acesso às fracções propriedade da Requerente, conforme aliás reconhece a testemunha JP no seu supra transcrito testemunho ao minuto 21:31; ) Devendo assim ser mantida a redacção do facto indiciariamente provado 21 ao referir que a claraboia está dirigida ao terceiro andar e não afeta directamente a iluminação das escadas que dão acesso à fracção da Requerente; W) A Requerente não faz prova do direito ameaçado, nem do concreto receio de lesão; Limitando-se a indicar a existência de obras num espaço integrado na fracção dos Requeridos; Y) E que a Requerente presume ser comum, sem apresentar prova de tanto; Z) Sendo que esta não integra o conceito de espaços comuns descrito no art.