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Procedem aqui as considerações feitas quanto ao facto dado como provado com o n. 3 Com efeito, conforme elementos probatórios então referidos, para os quais aqui se remete, embora a testemunha RM tenha referido que durante a detenção nas instalações do SEF disponibilizou ao A. contacto telefónico com o exterior, o A. negou perentoriamente tal facto e as testemunhas AA, PC e AE, que se encontravam no aeroporto de Lisboa na manhã dos factos, referiram categoricamente que dos contactos feitos no sentido de se inteirarem da situação do A. nunca lograram falar com este durante a manhã dos factos, o que corrobora o afirmado pelo A. Neste contexto, importa manter a apontada factualidade como não provada.