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6No caso em concreto, no que respeita ao recorrente A. , de acordo com a douta motivação, na determinação da medida concreta da pena, apenas depuseram circunstâncias contra o mesmo, não tendo o Tribunal a quo considerado qualquer circunstância que depusesse a seu favor em termos das exigências concretas da culpa e da prevenção; 6O Tribunal a quo andou mal porque, mesmo admitindo-se a pratica do crime para mero efeito de raciocínio, sempre e de acordo com a prova dada por assente, depunham a favor, para além das circunstâncias supra referidas pelo Tribunal a quo, as seguintes circunstâncias, que resultam da factualidade dada com provada no ponto 65 dos factos provados, que supra transcrevemos e aqui damos por reproduzidas, que não foram devidamente valoradas na escolha e determinação da medida da pena; 6O Tribunal a quo ao dar por assente a supra transcrita factualidade, e ao verter nos factos provados as conclusões constantes do relatório social, teve aquelas por assentes, não tendo contudo, valorado essa factualidade em termos de determinação da pena, nomeadamente ao nível das concretas necessidades de prevenção especial e geral.