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–., S.A.ENP, e ordenou a baixa dos autos à 1 instância para aí ser dado cumprimento ao disposto no artigo 45, n1, alínea, do CPTA, seguindo-se, na falta de acordo, os ulteriores trâmites previstos nos ns 2 e 3 desse mesmo artigo - contra-interessada: B.., S.A. .. Culmina as alegações de revista com as seguintes conclusões: 1- O presente recurso de revista deve ser apreciado e julgado por estarem verificados os dois pressupostos para a sua admissão previstos no n1 do artigo 150 do CPTA;  2- Na verdade, estão em causa questões cuja apreciação, pela sua relevância social e jurídica, se reveste de importância fundamental, bem como admissão da revista é claramente necessária para uma melhor aplicação do direito;  3- As questões a apreciar respeitam à matéria das assinaturas electrónicas qualificadas no âmbito da contratação pública electrónica, que - face à desmaterialização dos procedimentos pré-contratuais - adquiriram uma enorme relevância social e jurídica, que afecta uma grande quantidade de operadores económicos e de entidades adjudicantes, atento ao peso da contratação pública na economia, provocando muitos diferentes conflitos, e decisões divergentes que urge serenar;  4- A questão principal consiste na seguinte: uma assinatura digital efectuada com recurso a um certificado qualificado, que não é próprio do concorrente sociedade comercial mas que pertence a um terceiro, do qual decorre unicamente os poderes para «assinar em plataformas electrónicas de contratação pública», sem a menção da função ou dos poderes para obrigar e vincular, satisfaz os requisitos legais para a assinatura e apresentação na plataforma electrónica do Anexo -, sem a junção de documento comprovativo de atribuição dos poderes para obrigar a sociedade concorrente, em especial nos casos em que o PP exige aos concorrentes a apresentação de tal documento, e sem a junção de documento electrónico oficial indicando poder de representação função e de assinatura do assinante?