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Deste modo, ainda que não haja ou não se possa contar com um pacto de preenchimento escrito, a simples subscrição da livrança e a sua entrega leva a que o credor cambiário a possa vir a preencher nos termos que entenda terem sido os acordados daquela forma tácita, meramente oral ou tão só implícita que se, competindo sempre ao subscritor daquele título – no caso, a embargante –, para se concluir pelo seu preenchimento abusivo, o ónus de provar que houve desrespeito por aquele acordo, qualquer que fosse o seu conteúdo no sentido de que o preenchimento abusivo, como excepção peremptória, é do ónus da prova do obrigado pelo título, vide, designadamente, o Acórdão do STJ de 10/12/2019 proc.