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35Ana Perestrelo de Oliveira considera, em síntese, que o direito do sócio se rege "por um duplo critério delimitador”, a saber, um critério absoluto, porquanto "o sócio tem direito a conhecer os factos da sociedade de que é "proprietário”, contanto que não haja motivos para impedir o seu acesso aos mesmos e dentro dos limites da lei mais amplos nas sociedades por quotas, onde o princípio é a informação; a exceção é a sua e um critério funcional ou instrumental, pois "o sócio tem direito de aceder a toda a informação que seja necessária para exercer os seus direitos participativos e de controlo” 2018, Informação nos Grupos de Sociedades, Coimbra: Almedina, p.. 36Acórdão do STJ de 16-03-2011, processo n 1560/03TBOAZ.PS1 Relator: Oliveira.