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Sopesando o grau de ilicitude do facto que é elevado, face à taxa de álcool que apresentava de 2,024/gl, a culpa do arguido, que lhe é assacado a título de dolo na forma mais grave, a directa, as exigências de prevenção geral que são acentuadas e o perigo que representa para a segurança rodoviária e outros bens como a vida e a integridade física a condução com aquela taxa de álcool, o ter confessado os factos na íntegra, o que não assume grande relevo, uma vez que o arguido foi detido em flagrante delito, as exigências de prevenção geral que são elevadas e as de prevenção especial que não são significativas, dado que o arguido é delinquente primário e que não interveio em qualquer acidente,  sendo que em relação a esta circunstância consta o contrario da fundamentação, pelo que perante este quadro a pena acessória de proibição de conduzir por seis meses se nos afigura justa, adequada e satisfaz as finalidades da punição.