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Assim, repondo a ré/vendedora a conformidade do bem através da reparação, ficando o mesmo em conformidade com o contrato, deixaram os autores/consumidores, de poder exercer qualquer outro direito, nomeadamente, a possibilidade de exigir a sua substituição3 Reparada efetivamente a coisa e aceite essa reparação, não enfermando esta atualmente de qualquer vício, não assiste ao adquirente o direito de resolução do contrato no caso, a substituição do, nem é esta atitude conforme à boa fé e constituiria sempre um verdadeiro abuso de direito, tendo em conta as reparações feitas, os anos que a viatura já tem o que implica acentuada desvalorização) e a sua efetiva utilização pelo comprador3 Ora, o direito concedido ao comprador/consumidor de peticionar a resolução do contrato, em caso de coisa defeituosa, depende de a coisa adquirida enfermar de efetivos vícios, que tornem inexigível a manutenção do contrato, atenta a natureza do vício e de acordo com ditames de boa-fé e depende de previamente não ter este optado pelo direito à reparação, extinguindo-se assim o seu direito, não por caducidade, mas antes pelo cumprimento das sucessivas exigências de reparação do bem, sem encargos, que foram sendo feitas pela ré e aceites pelos autores3 Acresce dizer, por um lado, que pese embora "a autora não confiar que o veículo esteja com os patamares mínimos de segurança, e receando em circular, mormente à noite e fora da sua área de residência”, por a falta de segurança não respeitar a nenhuma anomalia no funcionamento do veículo, não constituem nenhuma desconformidade do bem para os efeitos do n 67/200 Tal, só seria relevante se a falta de segurança se devesse a alguma anomalia que colocasse em causa a segurança dos utilizadores do veículo, o que não ficou demonstrado.