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58 da LGT e 104 do.F.A obrigatoriedade de ter em conta estes elementos novos, na fundamentação da decisão, traduz-se em eles deverem ser mencionados e apreciados, sendo que a falta de apreciação dos elementos factuais ou jurídicos novos invocados pelos interessados constituirá vício de forma, por deficiência de fundamentação, susceptível de levar à anulação das decisões do procedimento.G.Conforme se apreende da leitura do requerimento do oponente através do qual veio exercer o seu direito de audição prévia, não foram suscitados quaisquer elementos novos, limitando- se o mesmo a negar o exercício da gerência de facto, gerência devidamente comprovada pela documentação junta aos autos pelo órgão de execução fiscal, e a alegar que a sociedade executada tinha bens susceptíveis de penhora, no entanto, mais uma vez, sem diligenciar no sentido de nomear/referenciar quais os bens a que se referia.H.Atento o facto de não terem sido trazidos quaisquer elementos novos aquando do exercício do direito de audição, não podemos concordar, com todo o devido respeito, com a afirmação da Meritíssima Juiz quando afirma que, in casu, não estamos perante uma situação de eventual degradação de uma formalidade essencial em não essencial por não se poder antecipar quais teriam sido os resultados de eventuais diligências instrutórias, mais concretamente, a audição das testemunhas, o que por si só implica não poder ser aqui aplicável a teoria do aproveitamento do acto.Estando em causa vícios procedimentais geradores de mera anulabilidade, como é o caso da violação do art.