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Este mesmo autor, já no âmbito do Código do Trabalho de 2009, depois de saudar a "novidade” consistente na "definição de um verdadeiro regime para o registo dos tempos de trabalho artigo 20”, por contraponto à não criação, pelo legislador, no quadro do Código do Trabalho de 2003, e "em sede de normas complementares, das regras indispensáveis à operacionalidade de tal registo”, refere a exigência legal, "no sentido de facilitar a acção inspectiva,a imediata acessibilidade do registo”, onde deverão estar discriminados os momentos e períodos elencados no número 2 do artigo 20 inicio e termo da prestação diária, intervalos de descanso e outras pausas que não integrem o período de, 25, número 1, alínea do artigo 25 e número 1, alínea do artigo 22 compensação pelo trabalhador, em acréscimo ao período normal de trabalho, de ausências justificadas ou injustificadas que impliquem perda de retribuição, quer por força de instrumento de regulamentação colectiva, quer por proposta daquele com o acordo do.