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)- Ora, na situação concreta objeto do presente recurso, claramente ocorreu uma errada interpretação da factualidade descrita nos autos que levou às erradas decisões proferidas e ora em crise, pois que; )- Antes do mais, o Tribunal a quo, na sua decisão, não teve em consideração que o Ministério Público emitiu um claro juízo indiciário dos factos objeto da queixa-crime apresentada pelo recorrente, pois que dá como adquirido, pelo menos de forma indiciária, a existência de indícios suficientes para imputar ao Denunciado a prática de um crime de procuradoria ilícita, um crime de usurpação de funções e, um crime de prevaricação de advogado – nem poderia ser de outra forma, uma vez que se encontra junta aos autos prova bastante para sustentar a prática dos referidos crimes; )- Nomeadamente que o Denunciado se encontra suspenso do exercício da advocacia desde 17/01/2012 e pelo período de 9 anos e 3 meses, atas de audiência, peças processuais de atos praticados pelo Denunciado e na qualidade de "Mandatário" do Recorrente – a qual é abundante e que levou a que o Ministério Publico no despacho de arquivamento dê os factos como assentes, quando sustenta a prescrição do procedimento criminal, fazendo uma clara análise da factualidade vertida que leva a emitir um juízo, pelo menos indiciário da verificação da prática dos mesmos ao referir "Desde a data da prática dos factos 12012) não ocorreu nenhuma circunstância interruptiva ou suspensiva da prescrição, conforme estabelecidas pelos artigos 120 e 121 do Código Penal."