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4 verso a 5, em 01/10/2014, ser constituído pelo prédio para "habitação principal”, onde alega residir de forma ininterrupta, pelo menos, desde 2005, altura do falecimento do seu pai, não existindo no terreno que recebeu de herança de seus pais um outro prédio dotado de condições de habitabilidade, mas apenas um anexo, sem essas condições, que nunca teve licença de utilização, sequer com fornecimento de água ou de eletricidade próprias, que nunca teve certificado energético e que se encontra abandonado desde, pelo menos, 2005, sustentando, inclusivamente, que aquela e o Réu Fernando estavam convencidos que o prédio penhorado no âmbito da execução n. 113/08TBVCT, que correu termos no 4 Juízo Cível do Tribunal Judicial de , que a apelante lhe instaurou e onde esta adquiriu esse prédio era o dito prédio para "habitação principal”, sendo igualmente essa a convicção com que ela e o Réu Fernando celebraram, em 01/10/2014, o contrato de arrendamento de fls.