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Contrariamente à tese que a recorrente tenta incutir a este Venerando Tribunal, do discurso fundamentador da decisão recorrida, resulta, sem margem para dúvidas, que o Tribunal "a quo” pronunciou-se de forma expressa e cristalina sobre a questão que lhe foi submetida pela recorrente, tendo concluído, de forma fundamentada – expondo as razões de facto e de direito que lhe permitiram decidir no sentido em que decidiu e não noutro– que a recorrente não demonstrou o preenchimento dos pressupostos de que depende a dispensa de prestação de garantia com vista à suspensão da execução fiscal, vertidos nos artigos 5, n. 4 da G.T., 17, n. 3 e 19, n. 3 do P.P.T.