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Acresce que, na normalidade dos casos g. as, a regra é que as entidades demandadas como requeridas não tenham qualquer relação com a prestação de cuidados, sendo que a sua demanda apenas se justifica porque podem, de algum modo, ser responsabilizadas pela assistência prestada cfr., no caso, o disposto no artigo  da Lei n. 98/2009, de 4 de2 De resto, mesmo antes da alteração legislativa acima referida e no contexto do n. 1 do artigo  do Decreto-Lei n. 218/9925, o facto de não existir relação entre as instituições e serviços integrados no SNS e as seguradoras dependia apenas responsabilidade destas perante o assistido, não obviando, pois, ao recurso às regras ali delineadas.