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129 e, inclusivamente, na prova testemunhal, de modo a analisar e sopesar todos estes factos e o direito que lhe é aplicável, proferindo, então, uma decisão que se mostra equilibrada, justa e fundamentada; 13 - Neste sentido, a recorrida estranha o teor das alegações de recurso do recorrente, pois no seu modesto entendimento, não houve qualquer irregularidade uma vez que o Tribunal a quo dentro da sua liberdade de apreciação, soube sindicar, justificar e esclarecer pormenorizadamente todo o seu raciocínio, pelo que a tese do recorrente expressa nas suas alegações de recurso, com a devida vénia, não tem a mínima razão de ser, nem se alicerça, em fundamentação que justifique o presente recurso; 14 - Deste modo, só nos resta concluir que bem andou o Tribunal a quo ao dar a solução que deu ao caso em apreço, tendo feito aplicação correta da factualidade existente ao direito, enquadrando-se perfeitamente na letra e no espírito da lei, é absolutamente legal e mostra-se devidamente fundamentada, pelo que não existe motivo para sua censura e alteração; 15 - Das alegações do recorrente infere-se que discorda da apreciação da prova por banda do Tribunal "a quo”, considerando que o Douto Tribunal não se pronunciou sobre se o IVA era a acrescer ao preço, invocando a nulidade da Douta decisão proferida, no que se não concede; 16 - O Tribunal a quo sustentou corretamente a sua tese, contrariando aquele entendimento, como pretende o recorrente, a qual se mostra equilibrada e em consonância com a lei; 17 - Pois, e como consta da Douta Sentença, como se disse já e não é por demais repetir, essa questão derivava dos efeitos que o acordo de rescisão produzia; 18 - Ora, tendo o Tribunal apurado que a revogação e consequente extinção do contrato foi a forma escolhida pelas partes para solucionarem o seu litígio, tal prejudicou as demais questões, como seja, a questão do IVA; 19 - Assim sendo como na verdade é, afigura-se-nos, com a devida vénia, que os motivos do recorrente invocados para por em causa a Douta Sentença, carecem de fundamento, pelo que devem ser rejeitadas as suas alegações de recurso, com legais consequências; 20 - E conforme consta da Douta Sentença, a resolução é uma declaração unilateral recetícia que tem em regra efeitos ex tunc, por produzir os efeitos da nulidade art 433 do e que por norma tem que ser motivada justa.