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Considerados estes elementos, conclui-se que o efeito expansivo sobre a parcelar mais grave – 4 anos e 3 meses de prisão – é inferior ao efeito repulsivo do limite do simples cúmulo material – 25 anos, pelo que, em medida correspondente a cerca de 2/3 da moldura do cúmulo acrescidos à parcelar mais grave, se decide aplicar ao arguido, em cúmulo jurídico superveniente das penas parcelares, a pena única de 17 ANOS DE PRISÃO.»    Concordando comas considerações expostas, sem prejuízo do que se dirá relativamente à relevância da «pena única de 15 anos de prisão aplicada pelo Acórdão Cumulatório do processo n. 349/10, tomando-a como referencial punitivo cujo caso julgado deve auferir do devido reconhecimento», e, bem assim, quanto à medida da pena única, perscrutando o conjunto dos factos praticados pelo arguido, ora recorrente, também entendemos que a sua actividade não foi meramente ocasional, de aproveitamento de circunstâncias que se lhe depararam, antes se observando uma tendência para prática de crimes contra a propriedade.