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- Ademais,  entendeu o   Tribunal   de primeira  instância  que o conhecimento do relatório de controlo sem que do mesmo se extraia a intenção de instruir ou instaurar procedimento por irregularidade não tem a virtualidade de interromper a contagem do referido prazo de prescrição de 4 anos.”      - O douto Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul entendeu que o acto de transmitir ao autor o teor do relatório de controlo no qual se constata a existência de irregularidades, deve ser entendido para efeitos do parágrafo  do n. 1 do artigo  do Regulamento 2988/95, como um acto emanado da autoridade competente que tem em vista a instrução do procedimento por irregularidade e, com a faculdade de interromper a prescrição.