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5 Por outro lado, e sem prejuízo do que tem sido a discussão e controvérsia que a ciência económica tem feito em torno da demonstração em geral do conceito de «spill-over effect», da sua existência, dos domínios de aplicação e do seu âmbito, mormente e em especial na matéria do desenvolvimento, e, bem assim, dos seus critérios de quantificação/determinação, e do que a também própria ciência regional tem desenvolvido em torno das teorias de desenvolvimento, do crescimento/convergência e dos seus modelos, bem como dos «efeitos negativos da polarização e back-wash»ver, entre outros, Manuel Porto e Miguel Gorjão-Henriques, «O fenómeno de capital spill-over: Uma nova categoria económico-jurídica», in: Estudos em Homenagem ao Professor Doutor Jorge Figueiredo Dias, página 902, nota 4 e doutrina aí referida; Manuel Porto, «A política regional na União Europeia», Mário Rui Silva, Sandra Silva, Isabel Maria Godinho e Domingos Santos, «Modelos de crescimento regional», Mário Rui Silva e Sandra Silva, «Convergência versus divergência», textos publicados in: «Compêndio Economia Regional», coordenação José Silva Costa e Peter Nijkamp, volume , respectivamente, páginas 795 e seguintes, 147 e seguintes, em especial 187/189, 237 e seguintes;José Reis, «As relações inter-regionais em Portugal e o "efeito-capitalidade”», in: «Finisterra», , 88, 2009, páginas 25/36, temos que o critério de quantificação do «efeito difusor» previsto no ponto 8 do Anexo da RCM n86/2007 QREN 2007-2013 se apresenta como de duvidosa adequação para mensurar aquilo que é o seu valor relativamente às candidaturas objecto de aprovação pelos actos impugnados, ao invés do que preconiza a aqui recorrente.