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o já citado Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul, de 14/02/2019); 1 - Também a este respeito, defende a Recorrente que alegou factos concretos e bastantes para que a providência aqui em causa fosse decretada, mas o certo é que, como a douta sentença alvo de recurso concluiu, e bem, essa factualidade não se encontra concretizada, tratando-se, apenas, de verdadeiras alegações genéricas que, de modo algum, provam a actualidade do perigo imediato de encerramento do aterro e da impossibilidade da sua reabertura; 1 - Na verdade, e reiterando o já alegado em sede de oposição a este respeito, a Recorrente conjectura o possível fim da sua actividade principal, pelo facto de o aterro que explora atingir a sua capacidade máxima, previsivelmente em finais do ano de 2021, inícios do ano de 2022, mas nada traz de concreto aos autos que possa sustentar essa afirmação, com excepção de um levantamento apresentado nos autos de forma extemporânea e que prevê uma possível saturação do aterro, embora não concretize essa previsão de forma clara, mas apenas com recurso à hipotética quantidade de resíduos que o mesmo venha a receber até essa altura; 1 - Ora, citando, desde logo, a douta sentença recorrida, ") importa ter presente que resultou indiciariamente provado que o objeto social da Requerente é muito mais vasto do que a recolha, transporte e processamento de resíduos não perigosos – cfr.