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Todavia, na matéria de facto provada nada consta no sentido de que aquela ofendida bateu ao arguido, ou que este sofreu quaisquer lesões, ou ainda que a sua reacção foi uma resposta a eventual agressão daquela, pelo que, não só não está demonstrado que o arguido foi agredido ou que sofreu lesões, não se podendo, por isso, concluir pela existência de «lesões recíprocas», como a eventual agressão por parte da Teolinda não se poderia considerar ilícita, face às circunstâncias em que os factos ocorreram, na medida em que, aquela se limitou a agir na defesa da TA , sua filha, e em sua própria defesa, quando ambas estavam a ser alvo de agressão física e psicológica) por parte do arguido, pelo que, a reacção deste nunca estaria justificada, contrariamente à da Teolinda, se tivesse ficado provado que esta lhe bateu.