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Pois, como nele se fez consignar, o Mm Juiz, após trazer à liça o Art 213 que determina a revisão, de três em três meses, dos pressupostos que determinaram a aplicação da prisão preventiva, após fazer menção ao último reexame reportado ao dia 06/04/2021, data do recebimento em Juízo da acusação pública, e não ao dia 04/09/2019, como certamente por lapso se refere no despacho recorrido, ou ao dia 09/02/2021, como também certamente por lapso refere a recorrente na sua motivação), após fazer alusão ao estado dos autos e ao facto de inexistirem circunstâncias objectivas que o impusessem a necessidade de conferir o contraditório aos arguidos, após mencionar a posição do Ministério Público, que se pronunciou no sentido de os arguidos aguardarem os ulteriores termos processuais sujeitos à medida de coacção de prisão preventiva decretada, e após referir não se mostrarem excedidos os prazos de duração máxima da prisão preventiva, consignou expressamente que, em "Face aos elementos probatórios que constam do processo, é de concluir que não resultam atenuadas as exigências cautelares que determinaram a aplicação aos arguidos da medida de coacção de prisão preventiva, uma vez que continuam a mostrar-se inadequadas e insuficientes todas as outras medidas de coacção previstas.”.