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Perante tudo isto, não se mostra censurável o despacho reclamado, quando aí se afirma que «a propósito da atribuição desta IPP de 58,371%, verifica-se que as instâncias se mostram concordantes no que concerne à cumulação da aplicação do fator de bonificação de 5 das instruções gerais da TNI com a tabela de comutação prevista na Lei n. 27/2011 de 16 de junho e não obstante a circunstância do sinistrado ter ficado portador IPATH, concordando ainda que aquela IPP seria de levar em consideração antes e depois de o sinistrado completar 35 anos de idade, assim como se mostram concordantes quanto à circunstância de, após esta idade, já não dever ser levada em consideração no cálculo da pensão do sinistrado a mencionada IPATH pelas razões que aduzem nas respetivas decisões», não havendo, portanto, uma diferente fundamentação, mas, ao invés disso, uma dupla conformidade das decisões das instâncias também quanto a estes aspetos.