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Diz a recorrente que a sentença é nula por "falta de declaração de «quais os factos que julga provados e quais os que julga não provados, analisando criticamente as provas, indicando as ilações tiradas dos factos instrumentais e especificando os demais fundamentos que foram decisivos para a sua convicção; o juiz toma ainda em consideração os factos que estão admitidos por acordo, provados por documentos ou por confissão reduzida a escrito, compatibilizando toda a matéria de facto adquirida e extraindo dos factos apurados as presunções impostas pela lei ou por regras de experiência», ex  artigos 60, n. 4, e 61, n. 1, alíneas e, do NCPC e artigo 20, n. 1, da CRP 197 Porém, é manifesta a ausência de razão.