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11)- Embora a sociedade arguida e o arguido G, em sua representação, tenham indicado aquele montante nas declarações periódicas e por si remetidas aos Serviços de Cobrança do Imposto sobre o Valor Acrescentado, o certo é que não as fizeram acompanhar do respectivo meio de pagamento, nem supriram a falta nos 90 dias seguintes ao termo daqueles prazos; 12)- O arguido G, em representação da sociedade, fez desta tal montante, no valor global de €937,50 nove novecentos e trinta e sete euros e cinquenta cêntimos), que gastou em proveito da sociedade arguida, usando-o para prosseguir outros fins e interesses da sociedade; 13)- Na sua actuação, como representante da sociedade arguida, nos termos referidos supra, agiu com consciência de que era obrigação da sociedade entregar ao Fisco as quantias de Imposto sobre o Valor Acrescentado que recebeu e liquidou e mesmo assim decidiu não cumprir as referidas obrigações fiscais; 14)- O arguido G, agiu na qualidade de gerente da sociedade arguida, em comum acordo e em representação e interesse desta, com a intenção de assim alcançar para a própria sociedade, benefícios económicos indevidos causar prejuízo ao Estado.