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Com efeito, convém referir, que a testemunha F, foi supostamente a testemunha que foi convocada para a ser testemunha a rogo de uma doação, e que foi arrolada como testemunha pela ré, e que negou perentoriamente ter sido convocado e que a assinatura aposta no documento seja sua – sessão de 29/09/2018, minuto 00:08:04; 00:09:04: 00:10:0  Resulta assim à evidência que a testemunha F no seu depoimento refere: não conhecer os RR e nem a testemunha E- 00:03:01); que assinatura aposta do documento particular de doação e no termo de autenticação não é sua - 00:09:04);  Apesar disso o tribunal deu como, Provado, entre outros que: As testemunhas abonatórias não conheciam a K e  – ponto 53; As testemunhas abonatórias são conhecidas dos RR – ponto 40; No local da assinatura dos primeiros outorgantes consta uma impressão digital de ambos os doadores – ponto 37;  E deu como Não Provado, entre outros que: Que a K e  nunca tenham estado incapazes de assinar; O documento supra referido tenha sido elaborado sem o conhecimento de K e ; O conteúdo do mesmo não tivesse sido lido nem declarado pelos doadores que estavam perfeitamente inteirados do seu conteúdo e que o mesmo exprimia as suas vontades; Que a K desconhecesse quem era o Sr. Dr. G e nunca tivesse estado no seu escritório;   Ora, resulta à evidência, que se as testemunhas abonatórias não conheciam os doadores e apenas conheciam os RR, como poderiam testemunhar a assinatura digital aposta no documento era dos doadores e que estes não podiam assinar?