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Aliás, tendo a Arguida a personalidade que entretanto veio a saber-se nos autos de Promoção e Protecção e dado, inclusive, o simples facto de estar em causa um processo que visava a protecção dos filhos da Arguida, os quais foram confiados a uma tia materna por incapacidade parental da Arguida, o escrito apresentado por esta em 02-04-2015 nunca poderia ter qualquer impacto credível nos respectivos leitores e, por isso, segundo as regras da experiência comum, nunca a Assistente/Recorrente teria de sentir que alguém no Tribunal, com acesso ao processo, que é de carácter reservado, fosse realmente acreditar em tais acusações que nem sequer vêm acompanhadas de factos.