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1437, n. 1 e 2, do, como tem sucedido, de forma ininterrupta e autónoma, com o condomínio/Réu demandado, à semelhança do que vem sucedendo também com os condomínios dos restantes 3 blocos que, com ele, integram o prédio submetido à propriedade horizontal, desde já há 25 anos.   . Razão pela qual deverá o Réu, o "Condomínio do prédio constituído pelo "Bloco ”, ser considerado parte legítima para a presente demanda, atento o seu objecto, tanto mais que, sendo este administrado autonomamente de todas as restantes fracções do edifício constituído em propriedade horizontal, há já 25 anos, o mesmo sucedendo com os restantes 3 blocos que o compõem, seja no que concerne à administração mais corrente das partes comuns, seja no que respeita à conservação das partes ou bens comuns, que não servem funcionalmente os restantes blocos, com orçamentos e deliberações próprias, e autónomas, como sucedeu, aliás, com recentes obras assumidas, executadas e custeadas, em valores avultados, exclusivamente pelos condóminos do Réu, precisamente em «partes comuns do edifício» telhado e fachada principal do prédio/bloco "”), considerar o Réu condomínio, do bloco , parte ilegítima, na presente ação, em que a sua legitimidade, e demanda exclusiva, assenta essencialmente na circunstância de se peticionar a resolução de um problema existente, e proveniente, precisamente numa parte comum o solo/fundação) do edifício/bloco por ele administrado há já 25 anos, traduzir-se-ia numa legitimação, ou ratificação, indevida, de um claro "abuso de direito”, na modalidade de "venire contra factum proprium”, com que litiga o Réu recorrido.   . Pelo exposto, deverá revogar-se a decisão recorrida, substituindo-a por outra que considere aquele Réu parte legítima, com as leais consequências, nomeadamente o cumprimento subsequente do disposto no n 1 do artigo 596 do P., tanto mais que a intervenção de todas as fracções do título de propriedade horizontal, pela própria natureza da relação jurídica e do objecto da causa, seria absolutamente desnecessária para que a decisão a obter produza o seu efeito útil normal, sendo ademais previsível que seria geradora de legítima contestação e conflitos entre os proprietários de todas as fracções, atento tudo o supra exposto e demonstrado n 2, do art.