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; 31 Para o efeito, a demandante transferiu, como combinado, para as arguidas, no dia 302016, a quantia de € 5691,74 cinquenta e oito seiscentos e noventa e um euros e setenta e quatro cêntimos); 31 Nesse mesmo dia, a conselho das arguidas, a demandante procedeu à abertura de uma conta bancária junto do "Banco Millennium BCP", na ....., no sentido de agilizar futuras transferências de fundos para a conta bancária da sociedade arguida; 31 Para tais fins, a demandante transferiu para as arguidas as quantias de € 6042,00 sessenta e quarenta e dois, de € 43050,00 quatrocentos e trinta e nove e cinquenta e de € 3147,00 trinta e um cento e quarenta e sete; 31 As arguidas, ao invés de canalizarem tais montantes transferidos pela demandante, para os fins acordados, utilizaram estes valores para fins próprios e pessoais, em prejuízo da demandante cível; 31 Apesar desse desvirtuamento, as arguidas fizeram crer junto da demandante cível que a mesma tinha adquirido o descrito imóvel, forjando e enviando à demandante documentos em que a mesma figurava como proprietária do referido imóvel, como cópia da certidão permanente da descrição predial, cópia da caderneta predial urbana e um documento intitulado "promissory purchase and sale agreement"; 31 Mais remeteu a arguida AA, após Abril de 2017, com essa finalidade, à demandante diversos documentos relativos a orçamentos de obras de restauro da habitação, a qual foi sempre propriedade do "Novo Banco", facturas de suposta gestão do imóvel, pagamentos de supostos impostos, confirmações de arrendamentos e supostas rendas; 31 Não tendo as arguidas diligenciado, como acordado, pela aquisição do imóvel, a assistente e sua família não obtiveram o "visto gold", apesar da arguida AA lhe afirmar que esse processo junto do S.E.F.