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..;   Os responsáveis subsidiários identificados no ponto anterior requereram pagamentos em prestações e/ou certidões de dívida, bem como se apresentaram em reuniões com o órgão de execução fiscal no Serviço de Finanças de Lisboa 7 e/ou na DADE/Direção de Finanças de Lisboa, representando a executada e devedora originária, o que configura a prática de atos de gerência,  1 A Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro OE/2012), procedeu a alterações ao n. 7 do artigo 2 da LGT, o qual passou a prever a possibilidade de reversão nas situações de insolvência em que seja solicitada a avocação dos processos de execução fiscal, nos termos do n. 2 do artigo 181 do CPPT;  1 O órgão de execução fiscal não pode praticar atos coercivos, designadamente penhoras e vendas de bens do responsável subsidiário, sem que tenha ocorrido a excussão do património do devedor originário, conforme disposto no n. 2 do artigo 23 da LGT e ofício-circulado n. 60 091 de 202012, da Direção de Serviços de Gestão dos Créditos Tributários;  Assim tendo em conta as instruções emanadas e provenientes da DSGCT e face ao acima exposto, sou de opinião de que se preparem os processos com vista à sua reversão contra os gerentes mencionados no ponto 8, procedendo à sua notificação para o exercício do direito de audição prévia nos termos dos artigos 23 n. 4 e 60 da LGT”.