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Na situação em análise, não é despiciendo ter presente que foi a Apelante e não a sua representante quem foi notificada da informação enviada pela CCDR Centro a dar conta da falta de poderes da subscritora do email de 03/07/2018 para praticar o ato constante dessa comunicação em seu nome e, perante essa comunicação, na qual se informava a S., Lda, de que deveria remeter de novo essa comunicação mas subscrita por quem tivesse legitimidade para tal, ou seja, pela " Senhora E., ou pela própria S., Lda, com sede na Estrada”, a Apelante remeteu essa comunicação à sua representante, E., que logo no dia seguinte, enviou à CCDR Centro a comunicação de 20/07/201 Para além de outras conclusões a extrair, como se verá, cremos poder concluir que através dessa comunicação de 20/07/2018, subscrita pela representante da Autora, quando conjugada com o facto de a Apelante, informada da comunicação de 03/7/2018  e da necessidade de  a mesma ter de ser subscrita por si ou pela sua representante E.,  logo  a ter enviado àquela, e de não ter declarado não ser do seu interesse a prática desse ato, o qual, aliás, é claramente do seu interesse, atenta a previsão do art.