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Assim, a AT apurou que a "sede da sociedade emitente encontrava-se situada na habitação particular dos pais do seu sócio-gerente; que o sócio-gerente, AJVP, trabalhava há vários anos em Espanha, deslocando-se a Portugal uma vez por mês; a inexistência de bens materiais, como máquinas e ferramentas de uso específico para o exercício da actividade de construção ; dados disponibilizados pelo CRSS que indicam que o emitente não tem pessoal permanente ao seu serviço” pontos a da conclusão A das alegações de, refere, ainda, que em auto de declarações o AP "reconheceu expressamente que foi trabalhar para Espanha em finais de 2004” e afirmou que "nunca prestou serviços cá a partir de 2004, nem emitiu qualquer documento por serviços prestados” e também que "essas facturas não correspondem à verdade” pontos a da conclusão A das alegações de.