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n. 470/13) - entendeu que a alínea do n. 2 do artigo 7 do CCP deveria ser interpretada em conformidade com a alínea do n. 4 do artigo 5 da Directiva 2014/24/UE, e que, portanto, a Contrainteressada B deveria ser excluída do procedimento aqui em causa pelo facto de ter sido condenada em coima por infracção às regras da concorrência no âmbito de processo contraordenacional promovido pela AdC; K)	Conclusão que se tem por completamente errónea, desde logo, porque o artigo 7, n. 2, alínea, do CCP, não constitui transposição da causa de exclusão facultativa constante da alínea do n. 4 do artigo 5 da Directiva 2014/24/UE, nem pode ser interpretado com o sentido propugnado no Acórdão recorrido; )	Com efeito, como se demonstrou nestas alegações, a Directiva 2014/24/UE - que veio substituir a Directiva 2004/18/CE, em 2014 -, no respectivo artigo 5, n.s 1, 2 e 4, conservou a dicotomia entre causas de exclusão obrigatória e causas de exclusão facultativa que se encontrava prevista nos n.s 1 e 2 do artigo 4 da anterior Directiva; )	No que respeita às causas de exclusão obrigatória dos n.s 1 e 2 do artigo 5 da Directiva 2014/24/UE, as mesmas devem encontrar-se transpostas nas legislações dos diversos ordenamentos nacionais.