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Alega o requerido que face ao património imobiliário de que, à data, era proprietário ou ainda poderia vir a, bem como a requerente - herdeira de um vasto património - o requerido, devidamente aconselhado para o efeito, resolveu, conjuntamente com a ex-cônjuge mulher, constituir tal sociedade, tendo a mesma, como propósito, administrar os bens próprios imobiliários que pertenceriam à família a cada um dos cônjuges, em nome próprio, atendendo ao regime de bens da separação), sem descurar o rendimento que daí poderia advir, só assim se explicando que a sociedade tenha sido constituída muito antes da concretização do negócio de compra e venda do imóvel em causa quase um ano.