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Ora, se é verdade que para a determinação da competência internacional, só se aplicam os critérios de conexão a que se refere o artigo 62 do Código de Processo Civil se não existirem instrumentos internacionais que vinculem internacionalmente os tribunais portugueses  pois, existindo, prevalecem sobre os critérios plasmados na segunda parte do art 59 do CPC , certo é que também em função da aplicação dos dois instrumentos internacionais acima mencionados , e para que os tribunais português se pudessem arrogar internacionalmente competentes para apreciar e julgar a acção pelo apelante intentada, forçoso é que apontasse a factualidade assente  o que vimos supra não acontece  para que as duas menores tivessem a sua residência habitual em Portugal à data em que o apelante instaurou processo no tribunal.