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propôs contra: 1s AA e cônjuge BB; 2 ; 3 ; 4 Banco Espírito Santo S.A., atualmente Novo Banco,; 5 Banco Comercial Português S.A.;  6 Real Seguros S.A. posteriormente incorporada na Lusitânia Companhia de; 7 Império Bonança - Companhia de Seguros S.A. posteriormente incorporada na Fidelidade Companhia de Seguros S.A.); 8 Lusitânia Companhia de Seguros S.A.; 9 Companhia de Seguros Tranquilidade S.A., ação com processo comum na forma ordinária, pedindo a condenação: -   de todos os Réus, solidariamente, a pagar-lhe a quantia de €650 040,54, acrescida de juros de mora já vencidos, que fixa em €26 694,57, e vincendos, sendo a condenação do Réu Banco Comercial Português reduzida em €24 783,61 e ainda a que se vier a liquidar em execução de sentença de quantias retiradas da conta da Autora pelos 1s Réus, também acrescida de juros nos mesmos termos; -   dos 1s, 2, 3, 6, 7, 8 e 9 Réus, solidariamente, a pagar-lhe a quantia de €170 000,00 e ainda o que vier a liquidar-se em execução de sentença relativamente a juros, penalidades e outros encargos pelos quais venha a ser solidariamente responsável perante a Fazenda Nacional pelos factos narrados nos artigos 47 e 48 da petição inicial; -   ser declarado que os montantes transferidos pelo BES para a sua conta com base nas propostas identificadas no artigo 31 da petição inicial, ou em quaisquer outras que venha a apurar-se não terem sido subscritas pelo gerente da Autora, foram creditados em violação do contrato invocado e, em consequência, seja o Réu BES condenado a reconhecê-lo e a creditar a Autora por todos os juros, comissões e outros encargos que por via desses haja debitado e a devolver os montantes que tenha já cobrado.