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Ao mesmo tempo, considerou-se não provado que:  "a) À data da feitura do testamento, o testador não gozava de liberdade de decisão, porque se encontrava doente e incapaz de tomar decisões livres e sua plena vontade.”  "b) Não tinha o testador, à data em que outorgou o testamento, capacidade de discernimento e de agir segundo a sua vontade.”   ") Encontrava-se muito doente e sem capacidade de mobilidade e de vontade de querer.”   ") A "síndrome demencial” que já em 23 de Maio de 2015 apresentava, impedia-o de conhecer e saber o que fazia e dizia.”  "e) O testador, à data em que testou, não conhecia já as pessoas, não conhecia o dinheiro, nem o seu valor, não sabia onde residia nem com quem residia, não reconhecia, nem os filhos, nem os netos, nem os bisnetos, nem sabia quais os bens de que era proprietário, nem podia já assinar.”  Trata-se de factos com incidência directa sobre o estado de incapacidade no momento da elaboração do testamento e que contrariam uma conclusão por mera presunção de que determinado estado de demência, provado em determinada data anterior, se manteve sem interrupção no futuro.