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Regularmente citada, veio a Ré deduzir Contestação, em que, por impugnação motivada, alegou, em síntese, que o testador, F. , vivia em união de facto com a Ré há, pelo menos, 25 anos aquando do casamento celebrado por ambos em Maio de 2017, situação essa que, atenta a referida relação afetiva entre ambos, também teria justificado a outorga do testamento em causa nos autos em 10 de Maio de 201   Mais alegou a Ré que, nos últimos anos da respetiva vida, o testador sempre foi bem tratado e cuidado pela Demandada, o que, de resto, se demonstraria pelo facto de nunca os filhos do aludido F. terem tomado quaisquer providências no sentido de o retirar dos cuidados da Ré, sendo certo que o testamento outorgado correspondeu a última vontade do testador, vontade essa lúcida e adequadamente manifestada como, de resto, atestado pelo médico psiquiatra subscritor de relatório junto como doc.