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Num segundo ponto, tribunal "a quo” debruçou-se sobre a "invocada falta de incumprimento definitivo, respectiva in exigibilidade de notificação prévia para cumprimento e, em caso negativo, eventual perda de interesse do Réu”, com seguinte análise: «) Da invocada falta de incumprimento definitivo, respectiva in exigibilidade de notificação prévia para cumprimento e, em caso negativo, eventual perda de interesse do Réu  Sustentam, a este título, as Autoras que não podendo o atraso verificado na conclusão das obras equivaler ao incumprimento definitivo dos contratos, era exigível ao Réu que previamente efectuasse uma interpelação admonitória, ou seja, uma notificação que lhes concedesse um prazo razoável para cumprir os contratos em questão, em conformidade com o disposto na parte final do n. 1 do artigo 80 do Código Civil e do n. 1 do artigo 32 do CCP, uma vez que, na sua perspectiva, o prazo de 18 meses estabelecido para a conclusão das obras, ao ser prorrogável, não era essencial, até porque o interesse específico do Réu era receber o capital mutuado e os juros decorrentes do período de vida de empréstimo, pelo que, se o mesmo fosse prorrogado, mais juros o IRHU, P. teria a receber.