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E mais, como também demonstrado, foi também sujeito ou submetido à Junta Médica da ré, Caixa Geral de Aposentações, em 2011 e a mesma Junta Médica deu parecer de que lhe fosse atribuída ou fixada a incapacidade permanente parcial de 15%, homologada por despacho da Direcção da ré, CGA, de 04/08/2011 e dessa fixação da incapacidade referida foi o autor notificado em Novembro desse mesmo ano de 201 Perante os referidos factos, ou seja, de que o autor foi considerado curado das lesões sofridas em consequência do acidente de serviço em causa e, consequentemente, lhe foi dada alta clínica ou de que se encontrava nessa data clinicamente curado e também depois em Novembro de 2011, após ter sido submetido à Junta Médica da ré Caixa geral de aposentações, que lhe fixou a incapacidade permanente parcial de 15%, naturalmente com direito a uma pensão anual e paga em duodécimos de determinado montante a qual, aliás, como demonstrado, a ré CGA lhe remiu por ser inferior a 30%, verificamos que o autor se conformou com aquela cura clínica e/ou a sua alta clínica, ainda que com uma incapacidade permanente parcial de 20% e, depois, ao tomar conhecimento do resultado da Junta Médica da CGA e da homologação desta a atribuir-lhe a incapacidade permanente parcial de 15%, aliás, que a ré CGA lhe remiu, também o mesmo autor se conformou com tal cura clínica e respectivo grau de incapacidade atribuído pela Ré Caixa Geral de Aposentações.