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Todavia, tendo subjacente a motivação expendida no nosso despacho datado de 16 de junho de 2014, resulta evidente dos autos que a Autora, para lá de peticionar a condenação do Réu no reconhecimento de que não tem qualquer crédito exigível sobre si, e se for considerado que o Réu é seu credor, que deve ser condenado a reconhecer que o seu crédito está prescrito, e ainda, também subsidiariamente, que não poderia o Réu prevalecer-se, como fez, da presunção do n. 2 do artigo  do Decreto-Lei n. 329/93, por não vigorar à data do sinistro, o que a motiva é que o Réu não deixe de continuar a pagar-lhe a prestação, e que porque não o faz, que é ilícita a sua atuação cfr.