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327, já que, apesar de o exame ter sido realizado no dia 16/09/2013 12 dias após o alegado e de ali a médica que observou a autora ter concluído que esta estava apta condicionalmente não devendo efectuar transporte de carga superior a 5 Kg., nem efectuar funções com flexão do tronco, também resulta da mesma ficha que se tratou de um exame periódico, não um exame "após acidente” e que, como a própria Dr. E, confirmou em julgamento, não lhe foram apresentadas quaisquer evidências ou exames dos quais resultasse que a autora tinha sofrido um acidente de trabalho, tendo-se baseado apenas na sintomatologia de que a autora se queixava e na informação dada pela mesma de que tinha estado de baixa de 5 a 10 de Setembro e que estava a fazer um tratamento.