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b3) Foi confirmada a subsistência de um desvio do septo e de alguma dificuldade respiratória do autor após a operação, ainda que de forma menor do que aquela por si sofrida antes da operação: o autor referiu que após a operação e até à atualidade ainda sente alguns problemas respiratórios, embora em grau muito inferior àqueles que sentia antes da operação; as testemunhas familiares relataram também a manutenção de algumas queixas respiratórias, embora inferiores; a médica S. que consultou o autor a 202017, no relatório de fls.280/ss e na sua audição em audiência, confirmou que o autor/recorrido mantinha nessa data um desvio na pirâmide nasal e no septo, que aconselhava outra operação, ainda que o desvio do septo fosse inferior àquele detetado antes da operação de março de 2016, e que não tenha indicado características obstrutivas a fls.281 relatava «O exame objetivo revela desvio da pirâmide nasal osteocartilagínea em invertido e ligeiro desvio septal esquerdo não obstrutivo»); o perito Dr. F. , na sua perícia médico-legal deste processo e nos seus esclarecimentos em audiência, confirmou que observou no autor, no seu exame objetivo, o mesmo quadro de problemas na face/nariz, acrescentando uma descrição de obstrução não realizada pela médica do Hospital da Luz descreveu, a fls.351 «Face: desvio do septo para a direita com escoliose nítida e com sinais de obstrução da narina esquerda; discreta cicatriz hipocrómica da crista nasal superior, de quinze por dez milímetros»).