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Respondendo, e começando por adiantar que não assistia razão ao arguido, o Ministério Público anotou depois, e em suma, o tipo de crime aqui em apreço e as diversas penas ao mesmo aplicadas, destinando-se as três penas acessórias a monitorizar os seus comportamentos durante quatro anos, bem como facto de o mesmo ter já uma condenação anterior pela prática de um crime de detenção de arma proibida, sublinhando seguidamente que havia ainda que considerar a gravidade da sua conduta, as circunstâncias em que o crime foi cometido e as consequências da sua atuação, que determinaram que o mesmo fosse condenado numa pena de prisão tão elevada e que, por outro lado, ainda que fosse determinada a não transcrição da sentença para efeitos não criminais, tal decisão só poderia legalmente ter efeito findo o prazo de cumprimento das penas acessórias, contexto em que acompanhava o decidido, por entender que se encontram verificadas as exceções previstas no artigo 13, ns.