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Em suma: -os fundamentos que foram exarados na sentença recorrida, atentos os factos dados como provados e seus documentos de suporte, não permitem concluir pela presença de erro de julgamento; -O Recorrente não logrou colocar em crise a regularidade do despacho de 28/07/2016 da Senhora Directora de Serviços de Formação e Certificação do IMT, acto este que, como também se salienta nas contra-alegações, se baseou na verificada dúvida sobre a sua aptidão ou capacidade para conduzir em segurança, na via pública, de molde a não colocar em perigo a integridade física e os bens materiais próprios e de terceiros condutores e peões); -neste contexto, bem andou o TAF de Braga, apoiado em elementos de prova sólidos e claros, ao manter na ordem jurídica o aludido despacho.