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1, n.s 3 a 4 da Lei n. 75/2013, de 12/9 e 16 do CPA, sendo uma revogação de um anterior acto do Presidente da Junta, que teria de ser tomado pelo próprio Presidente, de forma autónoma e não no âmbito de uma reunião da Junta; - aferir do erro decisório porque se verifica o critério fumus boni iuris, pois o acto suspendendo padece de falta de fundamentação por não indicar as razões em que se funda a revogação, não podendo procurar-se tais razões no texto de outros actos, como se faz na decisão recorrida; - aferir do erro decisório porque está verificado o requisito periculum in mora e na ponderação de interesses que se tenha de fazer resulta que o interesse público não é preponderante.