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9 Conclusão do recurso objecto do Acórdão; 11 Mas, ainda relativamente a tal matéria, o Tribunal a quo também desconsiderou, no Acórdão recorrido, tal facto igualmente relevante para o conhecimento, apreciação e decisão da invocada prescrição do procedimento de recuperação de verbas; 12 Finalmente, tendo presente o facto provado em da Fundamentação de Facto do Acórdão recorrido, igualmente se conclui que na data da notificação à A. da Decisão Final contenciosamente impugnada em 29/07/2010), também ainda não tinham decorrido 4 anos desde a data da interrupção da prescrição operada pela notificação de 10/04/2008 - ou seja: na data da prolação da Decisão Final do IFAP contenciosamente impugnada em 29/07/2010), o procedimento de recuperação de verbas também não estava prescrito; 13 Assim, o Tribunal a quo, "ao perfilhar a tese de que o prazo de prescrição aplicável era de 4 anos a contar desde a prática das alegadas irregularidades e que este já havia decorrido ao tempo em que a decisão impugnada foi instruída e adaptada” cfr.