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O recorrente invoca este vício por entender que o tribunal recorrido deveria ter aprofundado a perícia à droga apreendida, quanto ao seu grau de pureza e tido em conta o que consta do relatório do LPC, dando relevância jurídica ao facto de ter um grau de pureza de 17,2% no tocante à presença do princípio activo THC, concluindo que a prova produzida foi insuficiente para considerar provado que o produto estupefaciente tinha o peso de 10,980 gramas de cannabis-resina vulgo, pois no seu entender "o que conta é a droga pura e o princípio activo nela contido”, que no caso, segundo defende, corresponderia apenas a 1,88 gramas cfr.