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Que o prazo de resposta é de 30 dias; e) O conteúdo que pode apresentar a resposta, nos termos do n. 3 do artigo seguinte; f) As circunstâncias que o arrendatário pode invocar, isolada ou conjuntamente com a resposta prevista na alínea anterior, e no mesmo prazo, conforme previsto no n. 4 do artigo seguinte, e a necessidade de serem apresentados documentos comprovativos, nos termos do disposto no artigo 32; g) As consequências da falta de resposta, bem como da não invocação de qualquer das circunstâncias previstas no n. 4 do artigo seguinte.» Por seu turno, o artigo seguinte foi também alterado, nomeadamente quanto ao seu n. 4, que passou a ter a seguinte redacção: «4 -  a) b)Idade igual ou superior a 65 anos ou deficiência com grau comprovado de incapacidade igual ou superior a 60% nos termos e para os efeitos previstos no artigo 3» Esta alteração, em particular quanto à informação a transmitir ao arrendatário nas hipóteses de transição dos antigos contratos de arrendamento para o NRAU e actualização da renda, como resulta da exposição de motivos da Proposta de Lei n. 250/ aprovada pelo Governo em Conselho de Ministros de 12014) – disponível in www.parlamento.pt – que veio a dar origem à Lei n. 79/2014, enquadra-se no objectivo de proteger o arrendatário face a frequentes e compreensíveis situações de desconhecimento ou imprevidência em face da iniciativa do senhorio quanto à transição do contrato de arrendamento para o novo regime e/ou actualização da renda.