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Também aqui, salvo o devido respeito, não pode considerar-se que a alegação da Recorrente ponha em causa o julgamento da matéria de facto efectuado pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra, mas apenas constitui uma chamada de atenção para a circunstância de que da revogação da sentença não resultará, sem mais, a improcedência da impugnação judicial; isto porque, uma vez que a sentença deu como prejudicado o conhecimento da questão que enunciou como sendo a de «aferir do alegado erro na determinação da matéria colectável» – tanto assim que refere expressamente, na parte final, «ficando prejudicada a apreciação da restante causa de pedir» –, caso o recurso seja provido, haverá que conhecer-se ainda dessa questão, sendo que esse conhecimento compete, em  instância, ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra.