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Subsidiariamente, sustenta ainda a assistente que o despacho recorrido enferma de nulidade insanável, nos termos do disposto no Art 119, al., ou pelo menos de nulidade nos termos do disposto no Art 120, n 2, dado o Mm JIC "ter ignorado por completo a junção de uma sentença proferida no âmbito do processo n 599/10GCBRG, que correu termos no Juízo Local Criminal de Braga do Tribunal Judicial da Comarca de Braga, em que o Arguido interveio como Assistente, a aqui Assistente, ora Recorrente, como testemunha e a amiga da Assistente como Arguida e no âmbito da qual se encontra expressamente referido aquilo que o aqui Arguido, ali Assistente, nas suas declarações acabou por confessar que continuava a reter os bens da Assistente, alegadamente, para acautelar os próprios interesses desta, ...) para ela não ser enganada por falsos amigos”, e bem assim "ter proferido despacho de rejeição do RAI da Assistente sem, contudo, se pronunciar sobre as novas diligência de prova carreadas para os Autos pela Assistente e, muito menos sem ter levado a cabo a requerida inquirição da testemunha indicada”.