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A conta atualmente com 10 anos, é uma menina bem integrada na escola, com bons resultados escolares e socialmente encontra-se bem integrada, quer no grupo de amigos oriundos da escola, quer nas atividades extracurriculares natação e.  A decisão de alteração da residência da, ainda que provisória, retirando a menor do seio familiar nesta fase processual é manifestamente lesiva dos interesses e valores emocionais da menor, já que nesta fase, não se mostram apurados os motivos que levam a que a se recuse, em algumas vezes a acompanhar o pai, centrando o tribunal a sua convicção na inércia da mãe em obrigar a a acompanhar o pai, quando esta chora e grita na presença deste e este nada faz para a convencer em o acompanhar, sendo mais fácil virar as costas e culpar a mãe pela inércia em não a colocar à força no carro;  Acresce que o Tribunal na fundamentação que expende, assenta a sua convicção na análise crítica das declarações prestadas pelos progenitores em sede de conferencia de pais, em conjugação com a prova documental junta aos autos, designadamente as trocas de mensagens entre os progenitores, tendo a prova sido apreciada à luz da experiencia comum e da normalidade social;  Convicção essa que em nossa opinião se mostra inquinada por défice de prova suficiente para a criação da sua convicção;  O processo judicial em curso encontra-se já na fase de preparação para julgamento, e aguarda-se a realização de prova pericial agendada para o próximo dia 25 de Janeiro de 2021 – perícias psicológicas a ambos os progenitores e à criança, em contexto das responsabilidades parentais e da convivência familiar, marcado por conflito parental, e a realizar por um único perito.