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., foi o veículo onde se encontravam os dois indivíduos no dia dos factos junto à ..; estes dois indivíduos eram o arguido BB e o arguido AA, pelos motivos que a seguir se expõem; no auto de reconhecimento 846 e ss e 936 e ss o arguido BB assume a coautoria dos factos; indica como seu coautor um tal "algarvio" que disse conhecer em virtude de um acidente entre duas viaturas, ocorrido naquele momento; trata-se de um conhecimento ocasional, furtuito e daquele momento, que teve origem num acidente ocorrido naquele momento, que a experiência nos diz que não cria amizades, mas sim inimizades; para praticar um acto daquela natureza roubo, agressão e vingança) o coautor do arguido BB tinha que ser alguém que se conhecesse bem, que se conhecesse há muito tempo, que se identificasse com o BB seu coautor, na preparação, nos meios utilizados e nos objectivos a atingir, que tivesse alguma razão minimamente válida para praticar um crime e aceitar as consequências que daí adviessem; no auto de reconhecimento o BB revela conhecer muito pouco do dito algarvio; da descrição que faz dos factos atribui ao algarvio tudo o que de mais grave acontece, ou seja, passa o odioso para o algarvio que entretanto diz ter morrido é o algarvio que aponta a arma à vítima para o roubarem, é o algarvio que rouba o dinheiro à vítima, as chaves do Mercedes e o fio de ouro, é o algarvio que leva a vítima para detrás da serração e lhe dá um tiro no pé); o algarvio é que pratica os actos mais graves, mas não se conhece nenhuma razão objectiva que levasse o algarvio a ter motivos de queixa da vítima ; o arguido BB disse ter conhecido o "algarvio" naquele momento, ora, se só o conheceu naquele momento, como explicar que no veículo em que se fazia transportar já trouxesse consigo dois gorro e duas armas; a versão "do algarvio" criada pelo BB não é credível; o coautor dos factos é o arguido AA pelas razões seguintes: como meio de deslocação há apenas um veículo o .. utilizado e ao serviço da família  .