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Isso mesmo já afirmou este Tribunal da Relação de Lisboa no acórdão de 16/1/2014 relatado por Maria de Deus Correia, referido pela exequente na sua alegação de recurso e disponível em www.dgsi.pt), onde se conclui que "para que a identificação do crédito se considere suficiente, basta que seja identificado o credor e o montante máximo do crédito que será o valor da quantia exequenda na execução principal”, e sustentando tal entendimento na consideração de que "se ao devedor notificado incumbe prestar todas as informações relativas ao crédito que possam interessar à execução, cremos não fazer sentido impor ao Exequente o ónus de averiguar exaustivamente todas as circunstâncias relativas ao crédito, recorrendo até ao disposto no art.