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7 Ora, sendo certo que a vontade declarada e a vontade real, a existência do acordo simulatório, bem como a intenção de enganar terceiros constituem matéria de facto a alegar e provar por quem invocou a simulação por via da excepção, veja-se o que consta da contestação do R., dos factos assentes em primeira instância da fundamentação da matéria de facto em primeira instância e dos factos assentes no Acórdão recorrido:   Dos Factos alegados pelo R. na Contestação   "4 - Anos mais tarde, mais precisamente em 1982, o Réu adquiriu o dito prédio, do qual fazia também parte a área entretanto desanexada que a A. menciona no artigo 6 da p.”;  "6 - O Réu pagou, a expensas próprias, a totalidade do preço da compra do referido prédio.”;   "9 - Contudo vicissitudes da vida acarretaram a que o Réu tivesse de vender o imóvel,”;  "10 - Tendo este sido adquirido pelo seu filho”;   "11 - Acontece que esse seu filho a dada altura, começou a ter problemas conjugais, pelo que avizinhando-se um divórcio e a consequente partilha, foi entendido por conveniência, entre o aqui Réu e o seu filho, transferir a propriedade do bem para a A.” o sublinhado e o negrito são  Ou seja, por força do divórcio e partilha, foi entendido por conveniência, entre o R. e o seu filho, transferir  Sem pretender o R., verdadeiramente venderpor conveniênciatransferir!!!)