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Por outro lado: - o elevado grau da ilicitude do facto, atentas as circunstâncias do mesmo dirigindo o veículo que conduzia contra a vítima); - o dolo com que atuou dolo, "com o propósito de molestar o corpo e a saúde” da vítima; - o grau elevado da culpa do agente, que atuou com vontade livremente determinada,  bem sabendo o perigo que a sua conduta representava, face ao meio que utilizava, e os motivos que o determinaram obstar a que fossem interceptados e conseguir a fuga, depois da prática do crime de furto que, com os demais arguidos, acabava de levar a; - as condições pessoais do arguido e a sua  personalidade tendo 28 anos de idade, apresenta uma situação económica precária, consome regularmente haxixe - aspeto que não perceciona como problema e manifesta pouca recetividade para ser avaliado em consulta da especialidade -  revela dificuldades para lidar de forma ajustada com situações percecionadas como adversas e à pressão de pares associais, denota frágil interiorização de valores pró sociais e vulnerabilidades relacionadas com o auto controlo, a resolução de problemas e com o pensamento causal e. Ora, em face destas circunstâncias, e sem perder de vista que a pena em caso algum pode ultrapassar a medida da culpa, tem-se como justa e adequada a satisfazer as exigências de prevenção que no caso se fazem sentir a pena de um ano de prisão.