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Mais consta do referido despacho, objecto dos presentes autos, que: "Notifiquem-se os reclamantes de que, querendo, poderão apresentar Acção Administrativa Especial nos prazos e termos previstos no Código de Procedimento Administrativo.” Tal circunstancialismo é denotador por evidente que é a própria Recorrente, quem no despacho proferido por esta em 31/07/2015, informa os Recorridos, na qualidade de reclamantes que podem impugnar o acto em apreço através da acção administrativa especial, o que os mesmos fizeram através dos presentes autos. . A Recorrente pretende agora, através do presente recurso ver decidida a matéria da inimpugnabilidade do acto em apreço nos autos, quando foi a própria Recorrente quem informou os Recorridos que, caso não concordassem com oreferido acto, o poderiam e deveriam impugnar em sede de acção administrativa especial. . Sábios Conselheiros, foi a própria Recorrente quem notificou os Recorridos para impugnarem o acto em causa, caso não concordassem com o mesmo, tendo sido aquela, quem inclusive, indicou que o poderiam e deveriam fazer através do presente meio processual que os mesmos utilizaram?!