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O mesmo se diga quanto ao Arguido Meca, que se limitou a invocar, depois de transcrever o que dispõe o n. 2 do artigo 3 do Código Penal, que «Estamos em crer que é o caso dos factos dados como provados nos pontos 66 a 70 da factualidade assente, que deverão ser tidos como um único crime continuado e não numa perspetiva de pluralidade – É inquestionável que está em causa o mesmo tipo de crime ou vários que fundamentalmente protegem o mesmo bem jurídico e igualmente existe uma execução homogénea, com a repetição de factos e modo de agir.» Ora, nada dizendo o Recorrente, o certo é que não vislumbramos, perante a factualidade considerada como provada, qual o fator externo que o tenha impelido, com diminuição acentuada da sua culpa, às práticas sexuais com as sobrinhas.