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Neste patamar, e conforme já enunciamos supra, não tendo resultado provado que o ora Impugnante participou na Comissão de avaliação, por si ou por representante por si designado ou mesmo na eventualidade de ter designado representante, que este tenha ficado a saber quais são as áreas – privativa e dependente – que sofreram aumento quantitativo, e qual a qualificação que sobre elas foi efectuada, mormente sobre as varandas, e onde é que essas áreas se situam concretamente, atento o teor do relatório emitido pelo Perito vogal da AT, no sentido de que a vistoria para efeitos de  avaliação foi realizada tendo por base o , tal não deixa de ser tautológico ou redundante, sendo que, propriamente, quanto ao que veio a ser determinante, a final, da alteração do VPT, apenas é dito, conclusivamente, que " foram revistas e corrigidas as áreas anteriormente atribuídas  pelo que nada mais tenho a acrescentar ao valor final da avaliação.” Por ter interesse para a apreciação e decisão do recurso ora em apreço, para aqui extraímos o artigo 4, n. 3 do , com a redacção vigente tempus regit actum ao tempo da requerida avaliação, como segue: "Artigo 4  Tipos de áreas dos prédios edificados  1 - A área bruta de construção sublinhado da nossa autoria do edifício ou da fracção e a área excedente à de implantação resultam da seguinte expressão:  A = Aa + Ab + Ac + Ad  em que:  Aa representa a área bruta privativa;  Ab representa as áreas brutas dependentes;  Ac representa a área do terreno livre até ao limite de duas vezes a área de implantação;  Ad representa a área do terreno livre que excede o limite de duas vezes a área de implantação.