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Alega, para tanto, que por decisão homologatória datada de 25/11/2015os menores nascidos, respetivamente, a 20/04/2006, 26/07/2012e 22/12/2008, fixaram residência alternada, com periodicidade semanal, junto de ambos os progenitores; que as questões de particular importância têm que ser decididas por ambos os progenitores; que os menores frequentam o colégio P____ e M____ R____ por decisão dos progenitores tomada na constância do casamento; que ambos se comprometeram, desde o início, a acompanhar e a avaliar, ano a ano, para cada menor, a sua permanência nos estabelecimentos de ensino, por forma a ponderar se seria a solução mais adequada tendo em conta o modelo de ensino; que, no dia 03/02/2020, informou a administração da Cooperativa F_____, na pessoa da administradora Margarida..., que não concordava com a inscrição e permanência dos menores para o ano letivo seguinte, do que o pai discorda; que não aceita que os filhos continuem a estudar naquele estabelecimento de ensino por preconizarem a orientação intelectual, caráter e espiritual ministrada pela prelatura da Opus Dei, por haver segregação do sexos desde o 1 ciclo do ensino básico, sendo geradora de distorção no desenvolvimento emocional e comportamental dos menores.