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O Recorrente alega, porém, que o prazo não pode contar-se desta forma, pois verificou-se um "excesso de formalismo” na notificação, a qual deveria ter sido enviada por carta registada, sem aviso de recepção, uma vez que se trataria de uma notificação reconduzível à previsão normativa do n. 3 do artigo 3 do CPPT – "As notificações não abrangidas pelo n. 1, bem como as relativas às liquidações de tributos que resultem de declarações dos contribuintes ou de correcções à matéria tributável que tenha sido objecto de notificação para efeitos do direito de audição, são efectuadas por carta registada” – e não do n. 1 do mesmo artigo 3 - "As notificações são efectuadas obrigatoriamente por carta registada com aviso de recepção, sempre que tenham por objecto actos ou decisões susceptíveis de alterarem a situação tributária dos contribuintes ou a convocação para estes assistirem ou participarem em actos ou diligências” –, o que determinaria que a interposição da impugnação no dia 25 de Novembro não teria sido extemporânea por efeito do disposto no n. 1 do artigo 3 do CPPT – "As notificações efectuadas nos termos do n. 3 do artigo anterior presumem-se feitas no  dia posterior ao do registo ou no  dia útil seguinte a esse, quando esse dia não seja útil” redacção em vigor àquela.