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Assim, "a força probatória plena dos documentos autênticos circunscreve-se às percepções neles afirmadas pela autoridade ou oficial público documentador, já não à sinceridade, genuinidade ou verdade das declarações dos intervenientes, ou a factos que não possam por ele ser comprovados cientificamente”, sendo, por essa razão que "o facto de não constar numa escritura pública, suporte de um testamento, que a testadora estava acidentalmente incapaz de entender ou querer, não impede que essa prova se faça ulteriormente.” Acórdão do STJ, de 102016, processo n 893/05TBPCV.CS1, Relator Fonseca  Por último, em qualquer dos referidos casos, "os meros juízos pessoais do documentador só valem como elementos sujeitos à livre apreciação do julgador” parte final do n 1 do art.