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A  instância, tendo considerado provado, entre outros, os factos agora excluídos da factualidade assente, entendeu reconhecer o direito de preferência dos autores na venda do prédio referido 1, substituindo os Réus compradores no contrato de compra e venda referido no mesmo artigo, ou seja, na compra do prédio Rústico, composto por terreno de mato, pinhal e eucaliptal, situado no Lugar da ..., da União de Freguesias de ..., concelho de Guimarães, descrito na Conservatória de Registo Predial sob o n. .../Vila Nova de ..., inscrito na matriz rústica da União de Freguesias de ... sob o artigo , pelo preço de € 500,00 cinco e quinhentos, condenando os Réus a abrirem mão do mencionado prédio e a entregá-lo aos Autores livre e devoluto.