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Foi proferida sentença que:  1) julgou procedente, por provada, a ação e em consequência:   a) declarou nulo o contrato promessa de compra e venda, a que foi atribuída eficácia real, celebrado em 26 de Junho de 2015 e referente às frações autónomas "A”, "B”, "F” e "H”, constituídas em propriedade horizontal e inscritas na matriz predial urbana da freguesia de ...), Barcelos sob o artigo ...) A, B, F e e descritas na Conservatória do Registo Predial sob o n ...) /...) A, B, F e, contrato este celebrado entre a primeira ré E Y Construções, SA, e a segunda ré W – Imobiliária, S.A.;  b) ordenou o cancelamento do registo predial de inscrição efetuado, em consequência do contrato promessa de compra e venda antes referido, a favor da segunda ré, W – Imobiliária, SA, na Conservatória do Registo Predial e incidente sobre as frações autónomas identificadas pelas letras A, B, F e H do prédio descrito sob a ficha oitocentos e quarenta e seis / ...);  ) ordenou o cancelamento de qualquer outro registo predial que incida sobre as frações aqui em questão e que tenha sido lavrado após a inscrição a seu favor pela segunda ré daquelas frações do mesmo prédio;  ) condenou todos os réus a reconhecerem a nulidade do negócio aqui posto em crise nos termos do disposto nos n.s 2 e 3 do art.