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Ora, no caso vertente o interesse que o Art 43 n 1o do EA garante não é o da Administração, mas antes o do subscritor da Caixa, permitindo- lhe fixar o regime que ele escolheu ao requerer a aposentação e garantindo-lhe a manutenção desse regime, que só ele pode alterar se considerar que o regime da lei nova se apresenta mais favorável, nos termos do n 7o do Art 39 do EA, dando-lhe segurança e certeza e defendendo-o dos atrasos burocráticos e do irreprimível sentido de redução de direitos que vem caracterizando a nossa Administração nos últimos anos; 15 - Por todo o exposto deverá considerar-se que a sentença neste ponto se encontra eivada de erro de interpretação e aplicação do Art 43 n 1o do Estatuto de Aposentação, na redacção da Lei 57/2007, devendo ser revogada e emitida decisão que considere que a pensão de aposentação da recorrente está sujeita ao factor de sustentabilidade de 1,65% da pensão e não de 3,14% como lhe foi ilegalmente aplicado; 16 - Existindo uma confissão expressa da Caixa de que recebeu o pedido de correcção proveniente dos Serviços sobre as remunerações da recorrente de 2006 e 2007, em 25/5/2011, mas não alterou os elementos de determinação da pensão da recorrente, tal facto deveria ter sido considerado provado, o que não aconteceu, por erro de julgamento; 17 - .Logo, os valores dos vencimentos anuais recebidos depois de 2005, pela ora recorrente, constantes da folha de cálculo anexa à contestação estão errados, e não podem ser considerados aceites como se fez na alínea da matéria provada na sentença, por erro de julgamento; 18 - Deveria ter-se considerado provado que a recorrente tem cinco anos e seis meses de tempo de serviço até à aposentação.