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2Posto isto, encontram-se reunidos todos os pressupostos e requisitos de que depende a FORMAL confiança administrativa da jovem T ao casal ora recorrente, a qual veio a ocorrer de FACTO no dia 112018, isto é, em data anterior à jovemperfazer 16 anos de idade, pelo que, se deverá considerar-se que existiu uma verdadeira confiança para efeitos do disposto no n. 3 do artigo 198 do  2Pelo exposto, mal andou a sentença recorrida ao considerar que não se encontram verificados os pressupostos previstos no n. 3 do artigo 198 do para que a jovem T possa ser adoptada pelo casal adoptante constituído por R e A 2A sentença recorrida, ao considerar que a jovem T não foi confiada ao casal requerente mediante confiança administrativa, tal como exige o artigo 3 do RJPA e ao considerar que não foi confiada ao casal requerente mediante medida de promoção e protecção com vista a futura adopção, tendo passado a residir com o casal quando vigorava a medida aplicada de acolhimento residencial e posteriormente medida de confiança a pessoa idónea, viola de forma cabal o princípio da prevalência da substância sobre a forma, fechando os olhos a uma realidade e factualidade ocorrida em prol do superior interesse da jovem, constituindo assim uma decisão ilegal caracterizada por um formalismo extremista e excessivo, interpretando o disposto no n. 3 do artigo 198 do em clara violação dos interesses que a norma visa proteger.