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3 em anexo; - Após o nascimento da filha de ambos, o Requerente e a Requerida mantinham uma vida conjugal normal, na casa do Requerente, em Lisboa; - A Requerida trabalhou em Portugal desde 2016, tendo-se despedido em abril de 2021; - Como o Requerente se encontrava em teletrabalho, acedeu ao pedido daquela no sentido de irem passar uma temporada à Polónia, acompanhados da filha, para que os avós maternos pudessem conhecer e conviver com a neta; - Tendo sempre ficado acordado que regressariam a Portugal assim que o Requerente tivesse de retomar o trabalho presencial, provavelmente a partir do último trimestre do ano de 2021 ou, o mais tardar, no início do ano de 2022; - Pouco tempo após chegarem à Polónia, mais concretamente a S, cidade em que vivem os pais da Requerida, em casa dos quais ficaram hospedados, a dinâmica familiar foi alterada e começaram a surgir muitas discussões e incompatibilidades entre o Requerente, a Requerida e a mãe da Requerida; - O Requerente teve de regressar a Portugal em junho de 2021 para tomar a vacina contra a Covid-19, só lhe tendo sido possível regressar à Polónia em 30 de julho, numa viagem iniciada de carro, ficando a filha na Polónia cerca de 35 dias; - Durante este período, a Requerida esteve com a filha em casa dos pais desta, sendo que o Requerente manteve sempre o contacto quer através de mensagens, quer através do contacto por videochamada; - No entanto, quando regressou à Polónia, em 3 de agosto de 2021, a mãe da Requerida não permitiu que o Requerente ficasse na sua casa e impediu-o de ver a filha nesse dia; - A partir de então o Requerente passou a ser sucessivamente impedido de ver e de estar com a filha, tendo a Requerida recusado voltar para Portugal; - Por alturas de setembro / outubro passados, a Requerida deixou de responder às mensagens nem aos pedidos deste para poder ver a filha; - A menor está ilicitamente retida pela Requerida, na Polónia, apesar da residência habitual da menor ser em Lisboa, o que configura uma retenção ilícita de criança, nos termos do disposto nos artigos  e 1 do Regulamento n. 2201/2003, de 27 de novembro, e também do artigo  da Convenção Sobre os Aspectos Civis do Rapto Internacional de Crianças Convenção de Haia de; - O Requerente viu-se na necessidade de recorrer aos mecanismos legais à sua disposição para ver a situação regularizada, designadamente através do pedido de regresso de menor junto das Autoridades Administrativas Centrais, uma vez que não parece haver qualquer possibilidade de diálogo, cf.