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Como se afirma no sumário do Acórdão desta Relação de 14/02/2019 subscrito pela aqui Relatora como Adjunta, Processo n. 132/10TBVRL.G2, Relator Desembargador António Figueiredo de Almeida, disponível em www.dgsi.pt) "4) Existindo laudos divergentes e não possuindo o juiz quaisquer conhecimentos ou elementos concretos que lhe permitam aferir qual deles tem melhor aptidão para alcançar o valor da justa indemnização, justifica-se que considere ou adira ao laudo maioritário ou ao laudo dos peritos do Tribunal por se dever presumir que as conclusões subscritas por um número maior de peritos, reunindo maior consenso, terão maior aptidão para atingir aquele objetivo ou que os peritos do Tribunal, não tendo sido indicados pelas partes e não tendo com elas qualquer ligação, oferecem melhores garantias de isenção e imparcialidade, estando, por isso, em melhores condições de, com objetividade e isenção, determinar o justo valor da indemnização”; também neste sentido se pode ler no sumário do Acórdão desta Relação de 27/09/2018 Processo n. 1792/17TBVRL.G1	, relatado pelo aqui 2 Adjunto Desembargador Afonso Cabral de Andrade, também disponível em www.dgsi.pt) que " Nos processos de expropriação a prova pericial assume uma importância central, pois as perguntas a que importa responder exigem conhecimentos técnicos altamente especializados, que o Julgador, por natureza, não domina.