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Em conciliação com essa jurisprudência, o acórdão já proferido nestes autos que também a acolheu e, por veneração da mesma, decidiu "ordenar a baixa dos autos ao TAF de Aveiro para averiguar se no exercício de 2012 a Autora tinha realizado despesas sujeitas a tributação autónoma nos termos do artigo 8 do CIRC, para, em face disso, condenar a Fazenda Pública a dispensar a Autora da apresentação da declaração modelo 22 relativamente àquele exercício fiscal ou absolver a Entidade Demandada do pedido.” Ora, a sentença recorrida, nessa sequência, aditou ao aprobatório que "a autora no exercício fiscal de 2012 realizou despesas sujeitas a tributação autónoma em sede de IRC, nomeadamente despesas de representação cfr.