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Assim, dúvidas não restam de que o arguido conduzia aquele veículo automóvel, na via pública, em estado de embriaguez, ou seja, não estando em condições de exercer tal actividade em segurança e, porque conduzia aquele veículo automóvel em estado de embriaguez, ao chegar junto da passagem de peões, existente no local denominado "Alto Pendão”, em virtude da diminuição das faculdades que o álcool em excesso lhe provocou, não reparou que a menor  B...  atravessava a passadeira da esquerda para a direita, atento o seu sentido de marcha, tendo já atravessado mais de metade da passadeira, assim como, também por causa da diminuição das faculdades que o álcool em excesso lhe provocou, não teve o discernimento e os reflexos necessários para imobilizar o veículo automóvel por si conduzido, não travou ou reduziu a velocidade daquele veículo automóvel mesmo antes de chegar à passadeira, a fim de deixar a menor completar a travessia da passagem de peões, vindo a parte da frente daquele veículo a embater na menor  B...  quando esta atravessava a via, da esquerda para a direita, atendendo ao sentido de marcha do veículo conduzido pelo arguido.