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Portanto, a questão sub judice de sujeição de tais rendimentos a retenção na fonte, nada tem a ver com a destrinça feita pelo legislador fiscal quanto à parte relativa a rendimento de capitais relativa a juros e outras formas de remuneração, que obviamente se reportam á detenção de aplicações financeiras de curto, médio ou longo prazo que se vençam até a data da sua transmissão  , dos rendimentos de mais-valias cuja incidência respeita aos ganhos resultantes da alienação onerosa , entre outras, de tais instrumentos de aplicação de capitais a que se refere o art10 do CIRS, sendo que neste último caso ao valor de realização terá de ser deduzido os ganhos qualificados como rendimentos de capital, o que nada tem a ver com a consideração das ditas regras de sujeição destes últimos a retenção na fonte, ou das regras de determinação do rendimento colectável de tais rendimentos de capital a que se refere o art 39 do CIRS.