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Na continuação da conferência, os progenitores mantiveram a sua anterior posição.Foi proferida decisão que julgou improcedente a presente providência tutelar cível de incumprimento das responsabilidades parentais.Inconformada com a decisão, a Requerente interpôs recurso, terminando com as seguintesConclusões1 - Em acordo sobre as responsabilidades parentais foi regulado o regime de visitas e convíviocom o menor, mas não foi prevenida a questão da autorização na deslocação do menor aoestrangeiro com algum dos progenitores; 2 - Apenas ficou estabelecida a necessidade de informar dessa intenção, não tendo sidoconsequentes ao ponto de regular a forma dessa autorização subsequente à informação davontade de viajar com o menor para o estrangeiro; 3 - Em 03 de Setembro de 2017 o progenitor viajou com o menor para Sevilha, Espanha semautorização da progenitora; 4 - A Requerente intentou o procedimento ao abrigo do artigo 41 do RGPTC como incidente deincumprimento de responsabilidades parentais; 5 - Foi realizada a conferência a que alude o artigo 41, n 3, do Regime Geral do ProcessoTutelar Cível e nessa conferência os progenitores não chegaram a acordo sobre aquestão posta nos autos, dando versões e interpretações distintas.