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Finalmente o Tribunal a quo considerou ainda como não provados que:  e)	Os € 6000,00 levantados da conta de S... em 30 de setembro de 2013 foram depositados em cofre pessoal à espera de boa oportunidade de negócio, e que; f)	Os € 5000,00 em numerário que a Recorrente P... depositou na sua conta a 07 de fevereiro de 2014 provém dos € 6000,00 levantados pelo seu pai, S..., a 30 de setembro de 201”     Na motivação da matéria de facto o tribunal mencionou que "relativamente às alíneas e dos factos não provados, não ficou demonstrado que os € 6000,00 levantados da conta de S... em 30 de setembro de 2013 foram depositados em cofre pessoal à espera de boa oportunidade de negócio e muito menos que os € 5000,00 que a Recorrente P... depositou na sua conta a 07 de fevereiro de 2014 provém daquele levantamento efetuado cerca de quatro meses antes, por total ausência de prova consistente e credível sobre tal factualidade.