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5) No requerimento inicial do processo de alteração do exercício das responsabilidades parentais, que foi apresentado pela requerida em 28/11/2017, a mesma formulou o seguinte pedido: "Nestes termos requer a Exa sem prejuízo de ser de imediato decretada, como medida cautelar urgente, a guarda e tutela em exclusivo provisoriamente à Progenitora Mãe ora e aqui Requerente, suspender toda e qualquer visita e contacto com o Progenitor, e deve ser atribuída à Requerente, progenitora-mãe, a exclusividade das responsabilidades parentais e de total gestão da vida corrente e privada dos filhos, acrescentando-se especificadamente o poder de tratar de qualquer documento respeitante à vida dos filhos, requerer passaportes e outros documentos de identificação, autorizar qualquer dos filhos a ter carta de condução para qualquer tipo de veículo motorizado, desde viaturas ligeiras automóveis, motorizadas até 125 cm3 e mais, conceder consentimento para viagens ao estrangeiro em viagens de curso escolar secundário ou outro, estudar em território nacional ou estrangeiro conforme melhor se adequar aos menores ou por motivos desportivos, autorização a inscrição em qualquer federação desportiva e a prática de qualquer desporto, autorizar o consentimento informado a quaisquer actos médicos e cirúrgicos necessários, entre outros equiparados a final também deve Em sede de alteração de regulação de responsabilidades parentais, alterar as 2 parte da cláusula n 1, cláusula n 2 do acordo de responsabilidades parentais de 3 de Setembro de 2015 na Conservatória do Registo Civil do Funchal, de forma a que a tutela fique em exclusivo de forma permanente para a Requerente que detêm a guarda, bem assim impedida toda e qualquer visita do Progenitor aos Menores, devendo ser corrigida a segunda parte da cláusula 1 e eliminada a cláusula segunda da Regulação das Responsabilidades Parentais, sempre no Superior interesse dos Menores”.