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e) Porém, apresentou o arguido e aqui autor a sua defesa no processo disciplinar em causa, no qual se a contrariar especificadamente o teor das declarações das testemunhas inquiridas no mesmo processo disciplinar, seja em síntese, defendendo que pagou as tornas devidas pela sua cliente no processo de inventário em que a patrocinou, o que fez a pedido da mesma e a mesma lhe referindo que ficasse na posse e dono do prédio que depois veio a vender e pertencente à mesma sua cliente por lhe ter sido adjudicado nesse inventário e, assim, pagando essas tornas e, depois alienando pouco após o mesmo imóvel onde obteve as mais-valias em causa, no montante de € 1337,86, precisamente a diferença entre o valor que pagou de tornas por conta da sua cliente MH e o montante por que o autor alienou ou vendeu o prédio em causa; f) E assim, entendendo o autor que essa mais-valia lhe pertence e, consequentemente, não infringiu qualquer dever disciplinar na medida em que fez um negócio tendo por objecto o prédio em causa e depois de a sua cliente lho haver alienado ou vendido pelo preço ou valor correspondente às tornas que o autor desembolsou e depositou no referido processo de inventário e por conta da mesma sua cliente, MH; g) Todavia, na sua defesa apresentada, requereu o autor a inquirição de testemunhas em número de 10 e aí identificas, requerendo ainda a junção aos autos do certificado do registo criminal da testemunha já inquirida nos autos do mesmo processo disciplinar, no caso APG, no sentido de provar que a mesma já havia sido condenada por um tribunal pelo crime de difamação, requerendo também a reinquirição da testemunha já também inquirida SA, quanto a determinados factos da sua defesa que indica, a inquirição da participante relativamente a determinados factos que indica da sua defesa, também a reinquirição da testemunha AD a determinados factos da sua defesa e que indica ou especifica e, ainda a reinquirição das testemunhas MASV e AlPG, relativamente a factos concretos por si alegados na sua defesa e que indica e, finalmente, solicitando que seja oficiado ao Tribunal Judicial de Arouca uma cópia de todos os requerimentos subscritos por si/autor referentes ao processo de inventário citado e com o n. 127/94 e, ainda, requerendo se solicite à ".., S.A” a junção aos autos de todos os extractos e documentação relativa às chamadas feitas a partir do telefone fixo de que o autor é titular para o número de telemóvel, que indica, da testemunha APG, relativas aos meses de Abril e Maio de 2000; h) Por despacho de 2/03/2004, foi indeferida a junção aos autos do registo criminal da testemunha APG, por impertinente e desnecessário, e bem assim a reinquirição das testemunhas SA, da participante, AD, MASV e APG, por desnecessário e ultrapassar o número legal das testemunhas a inquirir; e também, sendo pelo mesmo despacho indeferida a junção das peças processuais do processo de inventário, por desnecessário e, igualmente, da junção aos autos dos registos das chamadas solicitadas relativamente à .., S.A. no período indicado, por desnecessário, sem prejuízo de o autor os juntar no prazo de 10 dias cfr.