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Assinale-se, para terminar, que o Tribunal de Conflitos, de forma constante e reiterada, em situações idênticas ou similares, tem emitido pronúncia no sentido da competência dos tribunais administrativos para conhecerem da acção em relação ao Banco de Portugal e , exarando, em síntese, que: 	a) a causa de pedir assenta essencialmente no incumprimento de deveres de supervisão e no exercício defeituoso das suas funções; 	b) se suscita a responsabilidade extracontratual de pessoas coletivas de direito público; 	) a origem dos danos assenta em actos cometidos no exercício de funções públicas ou na prossecução de um interesse público; 	) não se invoca qualquer relação contratual, mas sim falta de cumprimento dos deveres, essencialmente de supervisão, tendo em conta as funções determinadas pela lei acs.