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o seguinte: - É certo que o signatário não teve intervenção direta na celebração do acordo de pagamento em prestações realizado entre as partes; - Contudo é inegável que o mesmo só foi celebrado na sequência da ação judicial executiva em causa e após concretização das diligências efetuadas pelo agente de execução, designadamente a penhora do imóvel; - Com efeito, nem mesmo após ter sido previamente citada a executada para pagamento voluntário, e decorrido o prazo de oposição, chegaram as partes a acordo, tendo sido necessário concretizar a penhora de bens daquela para que tal acontecesse; - É assim evidente o nexo de causalidade que as diligências executivas realizadas pelo agente de execução tiveram para que fosse celebrado o acordo de pagamento entre as partes; - É este o critério da constituição do direito à remuneração adicional do agente de execução, regulado pela Portaria N 282/2013 de 29AGO, evidente no preambulo deste dispositivo legal, quando ali se refere, "com vista a promover uma maior eficiência e celeridade na recuperação das quantias devidas ao exequente, reforçam-se os valores pagos aos agentes de execução, a título de remuneração adicional, num sistema misto como o nosso, que combina uma parte fixa com uma parte variável.