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Assim, além dos acórdãos do STJ de 112004 e de 0020148, desta Relação de 2120009, da Relação de Coimbra de 202014 e de 00201510 e da Relação de Lisboa de 11201511, citados no acórdão desta Relação de 002017 a que aludimos supra, merecem ainda destaque os acórdãos do STJ de 202006 e de 0020171 No acórdão de 202006 discorre-se do seguinte modo: «O quadro factual provado retrata uma divisão em duas parcelas, não formalizada, de um prédio rústico, com a área de cerca de 7 700 m2, em 1983, data a partir da qual uma das parcelas, então demarcada, passou a ser utilizada e amanhada de forma exclusiva apenas por um dos até então comproprietários, no convencimento de que lhe pertencia como prédio autónomo e de que não prejudicava ninguém.