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A sua argumentação é clara: - na data em que foi proferida a Douta Sentença Cumulatória nestes autos proferida em 002018, tendo a Audiência ocorrido em 002018) já havia decorrido o prazo de suspensão de um ano em 102018) – conclusão 4; - o Tribunal a quo interpretou os referidos artigos no sentido de permitirem que uma pena de prisão suspensa na sua execução, cujo prazo de suspensão já haja decorrido, possa ser englobada em cúmulo jurídico sem que haja sido proferida decisão definitiva se a pena deve ser declarada extinta, revogada ou prorrogada – conclusão 6; - deveria ter interpretado tais normativos como impedindo a integração em cúmulo jurídico de penas de prisão suspensas na sua execução cujo prazo já se encontre decorrido, enquanto não existir decisão em que a pena seja declarada extinta, revogada a suspensão ou determinada a prorrogação da suspensão – conclusão  Pretende-se que seja apreciada a questão de saber se é de incluir no cúmulo de penas a pena cuja execução ficou suspensa naqueles autos de processo comum n 1409/13T9FAR do Juízo Local Criminal de Faro - J  B.3 - Saber se a pena suspensa deve integrar a pena resultante do cúmulo jurídico de penas é questão que tem sido controvertida mas que a jurisprudência do STJ e das Relações já estabilizou, vingando a tese maioritária, isto é, que o cúmulo superveniente de penas deve incluir as penas parcelares suspensas na sua execução, na medida em que estas não são de diferente natureza, argumentando ainda com a circunstância de não haver caso julgado da decisão que suspendeu a execução da pena.