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Deve, assim, tal facto dar-se como provado; - quanto ao segundo, dar-se o mesmo como provado resulta das regras da experiência, em face de se ter dado como provados os factos sob os ns 7, 8 e 9; - quanto ao terceiro, nenhuma prova se fez em sentido contrário, pois transcrevendo e indicando trechos do depoimento de parte do R., das declarações de parte da A. e do depoimento da testemunha G., não resulta qualquer referência a ser conhecida outra mulher ao recorrido nesse período de tempo - até se casar com a sua actual esposa, o que ocorreu em 1974 -, que não a mãe da recorrente; - por último, esse facto resultou provado, desde logo das declarações de parte da A., devendo ainda atentar-se nas regras da experiência e presunções.