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50 do CPC de 1961 na redacção do n. 116/2008, de 07)19, defendia-se, também, à luz do CPC de 1961 e partindo da "ratio” da mesma disposição legal, a desnecessidade do recurso a uma preliminar acção declarativa destinada à recognição dos créditos, se estivéssemos perante documento particular com reconhecimento presencial das assinaturas art.s 363 e 375, n. 1, do, a titular uma abertura de crédito, apoiada depois por instrumento, elaborado de acordo com o convencionado naquele, a indicar os créditos efectivamente dados, pelo que um contrato de abertura de crédito, exarado em documento particular, não autenticado, mas assinado pelo devedor, na medida em que apoiado por um outro instrumento documental um extracto de conta, por, elaborado de acordo com as cláusulas do contrato, e que mostre que indicie com suficiência bastante, que terem sido disponibilizados os recursos pecuniários naquele previstos, constitui título executivo compósito) bastante para poder sustentar uma acção executiva que o creditante proponha contra o devedor20, entendimento este que, por razoável e suficientemente acolhido no texto da lei, será de aplicar ao caso vertente, atendendo ainda, designadamente, ao já referido regime especial, à data da celebração do contrato de crédito, ao nele consignado e à respectiva finalidade.