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No que se refere aos factos que deram azo ao inquérito 15/17GDSTC cuja autoria se imputa arguidos MB e JC furto qualificado pelo valor e por introdução em espaço, provou-se que em dia do período compreendido entre Maio e Final de Julho de 2016, por três vezes, a hora não concretamente apurada, pessoas cuja identidade não se apurou, introduziram-se na propriedade designada Monte da Boavista, Pomarinha, em Alvalade pertença de António Carlos Barahona, transpondo a vedação que a delimita em todo o perímetro e das diversas vezes retiraram 320 arrobas de cortiça que extraíram a vários sobreiros, no valor estimado de €180  Em audiência de julgamento, AC Barahona confirmou que o primeiro furto ocorrido na Pomarinha aconteceu de 28 para 29 de maio; os dois furtos seguintes aconteceram nos meses de junho e julho de 201 No total retiraram a cortiça de 49 árvores, num total estimado de 320 arrobas ao preço de 40 euros por arroba, num valor por isso estimado de 1800 euros.