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Na verdade, ao falar-se simplesmente em "instrumentalidade”, cobrindo-se pela isenção todas as ações cujo objeto contendesse com os fins estatutários da pessoa coletiva demandante ou demandada ou com a defesa dos interesses que lhe estão especialmente conferidos por lei ou pelos respetivos interesses, ainda que esses fins ou interesses em discussão na ação fossem por ela prosseguidos por via instrumental, isto é, reflexa ou indireta, tal implicaria que estando-se na presença de pessoas coletivas privadas, sem fins lucrativos, facilmente se encaixaria nos pressupostos necessários à atuação da isenção, todo o tipo de ações por elas instauradas ou em que fossem demandadas, inutilizando o caráter limitado da isenção prescrita pelo enunciado art.