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fundamentação constante do despacho  de reversão, pelo que, estando em causa tal normativo legal, presume-se a culpa do Oponente pela falta de pagamento da dívida revertida, daí resultando que compete ao Oponente alegar e provar que a falta de pagamento da dívida revertida não lhe é imputável;  K.	Ora, incumbindo ao Oponente demonstrar que a falta de pagamento das dívidas tributárias não lhe pode ser imputada, a verdade é que não alegou factos concretos de onde se pudesse inferir que a falta de pagamento se ficou a dever a circunstâncias que lhe são alheias e que não lhe podem ser imputadas;  	Em face do exposto, deveria o Tribunal a quo, ao invés do decidido, ter considerado demostrado que o Oponente exerceu de facto e de direito a gerência da Sociedade, devedora originária, e que operada a reversão nos termos da alínea, do n. 1 do artigo 2 da LGT, desacompanhada da ilisão da presunção da culpa que impende sobre o Oponente, este se apresenta como parte legítima na execução;  	Pelo que, urge concluir que ao não decidir desse modo, o Tribunal a quo assentou a sua fundamentação na errónea apreciação das razões de facto e de direito, em clara e manifesta violação do artigo 2 da LGT e dos requisitos legalmente consignados nos artigos 25, 25, 26, 26 do Código das Sociedades Comerciais.