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Os recorridos contra-alegaram, sustentando a decisão recorrida e deduziram recurso subordinado, que finalizam com as seguintes conclusões: «a) A Recorrente não demonstrou o direito a que se arroga, nomeadamente a existência do crédito reclamado e a sua correta liquidação; b) A Recorrente não alegou os concretos factos, nem juntou os documentos necessários que, juntamente com o título executivo, permitiriam alcançar o valor em dívida; ) A Recorrente também não alegou o incumprimento ou a resolução dos contratos subjacentes às emissões e preenchimento das livranças dadas a execução; ) Não foi também possível apurar o valor da dívida dos Embargantes, nem a natureza dos valores apostos nas livranças dadas a execução; e) A obrigação reclamada pela Recorrente não se mostra assim certa, líquida e exigível pelo que têm de proceder os embargos apresentados pelo ora Recorrido; f) Também não há lugar ao convite da Embargada pelo Tribunal "a quo” para aperfeiçoar o requerimento executivo porque esta poderia tê-lo feito em sede de oposição/contestação dos embargos de executado; g) Termos em que indeferindo-se, por não provado, o recurso apresentado pela Recorrente se fará a acostumada justiça; h) Caso se entenda que a decisão recorrida deve ser anulada e substituída por outra, deverá o Tribunal considerar procedente o presente recurso subordinado e, por efeito do mesmo, declarar-se a procedência dos embargos de executado; ) Dado o carácter de execução universal do processo de insolvência o qual acarreta o vencimento de todas as obrigações do insolvente não subordinadas a uma condição suspensiva, estava a credora legitimada, e em condições de preencher as livranças que tinha em seu poder; j) Com a declaração de insolvência do devedor principal, a dívida garantida pelos títulos cambiários tornou-se imediatamente exigível; k) A Recorrente encontrava-se assim legitimada e obrigada ao preenchimento da livrança incompleta ou em branco pelo valor em dívida, valor esse que, se fixou no momento do vencimento da obrigação, constituindo-se assim a obrigação cambiária; ) A Embargada só preencheu a livrança quando estavam decorridos mais de 5 anos sobre o vencimento da obrigação; ) O direito cartular da Recorrente, aquando do preenchimento da livrança e da interpelação do Embargante para pagamento, encontrava-se prescrito, atento o disposto no artigo 7 ex artigo 77 da U. n) Perante o exposto, deverá reconhecer-se a prescrição do direito cambiário invocado pela Embargada e das livranças dadas a execução; o) A inércia no exercício de tal direito também é censurável, porque contrária aos ditames da boa-fé e à proteção legal conferida pelo legislador, atento o disposto no artigo 76 n. 2 do Código Civil; p) O comportamento da credora consubstancia um abuso de direito tal como se encontra consagrado no art.