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Na doutrina, o Prof. PPA entende que « O arguido deve ser ouvido pessoal e presencialmente, sendo irrelevante o motivo da revogação da suspensão, sob pena de nulidade do artigo 11, al., uma vez que a lei não relaciona a audição do arguido com nenhum motivo especial.».5 No que respeita ao Tribunal da Relação de Coimbra a posição maioritariamente seguida vai no sentido de que com a alteração legislativa introduzida pela Lei n48/2007, de 28/8, para além do direito ao contraditório já anteriormente garantido pelos artigos 6, n. 1 alínea e 495, n2 do CPP, passou a consagrar-se o direito á audiência pessoal e presencial do arguido apenas quando a suspensão foi sujeita a regime de prova, imposição de deveres e/ou regras de conduta e que, fora desta situação, não se exige a audição presencial do arguido.