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e descrito na Conservatória do Registo Predial de Alcanena sob o n.. Para tal desiderato, o requerente alegou o seguinte: foi acionista da requerida até 112015, data em que, por contrato, cedeu a, acionista da requerida, a totalidade das ações que detinha sobre a segunda; na data de 112015, a requerida era devedora a instituições bancárias, nomeadamente à Caixa; nos termos do contrato acima referido, as responsabilidades pessoais do requerente resultantes de avales emergentes de operações de crédito realizadas entre instituições bancárias e a requerida deveriam ser extintas gradualmente, no prazo de duração máxima dos financiamentos MLP em vigor à data da celebração do referido acordo; porém, a requerida incumpriu o acordado porquanto não procedeu ao pagamento das suas responsabilidades nas operações de crédito n.s e realizadas com a Caixa e na sequência daqueles incumprimentos a Caixa exigiu ao requerente e à requerida o pagamento de € 24569,98 e de € 40761,90 resultantes, respetivamente, das duas operações de crédito acima referidas; a requerida não efetuou o pagamento daqueles valores e o requerente conseguiu celebrar acordo com a Caixa para pagamento do montante de € 29092,35, o que fez em 21 de setembro de 2020; a requerida não lhe pagou o valor de € 29092,35, encontrando-se no âmbito de um Plano Especial de Revitalização aprovado no processo n. 1535/17T8STR, e que corre os seus termos no Tribunal de Comércio de Santarém; em 10 de abril de 2019, a requerida alienou as marcas de calçado que detinha – ")” e ")” – à sociedade, SA, perdendo desta forma o seu maior ativo, sendo que foi este que levou à viabilização do plano de recuperação; ademais, nos últimos tempos, a requerida tem diminuído a sua atividade e, consequentemente, o seu volume de negócios, tendo já sido anunciada a venda de dois prédios urbanos onde tem instalada a sua sede e os seus armazéns.