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374, designadamente a enumeração dos factos provados e não provados, a exposição dos motivos de facto e de direito que suportam e justificam a decisão e a indicação e exame crítico das provas que serviram para formar a convicção do tribunal, inquina a sentença de nulidade.”2    Vertendo agora a nossa atenção para o caso sub iudice, e analisando a sentença recorrida, assim como os fundamentos do recurso interposto, somos levados a concluir que, em bom rigor, o que a recorrente arrazoa em discordância daquela é, não uma efetiva ausência de fundamentação, na vertente da análise crítica da prova, isto é, da indicação e exame crítico das provas que serviram para formar a convicção do Tribunal, que de todo se não pode considerar que não exista, mas simplesmente a sua discordância com a fundamentação do que nela foi decidido.