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A justificar a alteração do julgado, invoca ainda o apelante/executado que a exequente, com o seu comportamento g. manteve-se durante cerca de seis anos sem dar conhecimento do incumprimento da sociedade ao embargante, não o tendo interpelado para efectuar o pagamento do montante em dívida, o que contribuiu para o agravamento da dívida, por força dos juros que se foram vencendo, bem como para dificultar a possibilidade de o embargante exercer o direito de regresso sobre a sociedade executada e ao instaurar uma execução contra o executado volvidos seis anos, está a agir ilicitamente, excedendo, manifestamente, os limites impostos pela boa-fé, pelos bons costumes ou pelo fim económico e social desse direito artigo 33, do.