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Na verdade, o tribunal a quo com referência a tal instrumento de regulamentação colectiva enquadrou a autora em categoria profissional diversa da atribuída pelo empregador afirmando que pelo menos desde 1999 a Ré deveria ter-lhe atribuído a categoria profissional de ajudante de lar, razão pela com a com a revisão global do CCT UIPSS/CNIS-FNE publicada no BTE n 25/2005, com PE no BTE n 32/2006, publicada no Diário da Republica, Série, n 169 e por via da Portaria 900/2006 de 1/09, a Ré deveria ter enquadrado a autora na categoria profissional de ajudante de acção directa de 1, na medida em que a mesma já se encontrava a exercer funções correspondentes a ajudante de lar há mais de cinco anos ou seja desde, pelo menos, 199  Foi pela via da revisão global do CCT UIPSS/CNIS-FNE publicada no BTE n 25/2005, em conjugação com as funções que efectivamente, desde pelo menos 1999, a autora vinha a exercer, que o tribunal a quo lhe reconheceu a categoria profissional, não se vislumbrando assim qualquer aplicação de efeitos retroactivos relativamente ao CCTV publicado no BTE n. 2 de 15/01/1999, designadamente resultantes de diferenças retributivas, pois estas só surgem a partir de 6/09/2006 altura a partir da qual é reconhecida a nova categoria profissional atribuída à.  Improcedem assim as conclusões 4 a 10 do recurso.