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23- Devia, por conseguinte, e na modesta óptica do recorrente, que à Massa Insolvente, fosse atribuído, tal como acontece com todas as pessoas colectivas e singulares, ser atribuído um n. de identificação, sobre o qual incidiriam todas as responsabilidades, designadamente, as fiscais, uma vez que o insolvente, assim declarado, no respectivo processo de insolvência, deixou, a partir, de então e enquanto insolvente de ter capacidade judiciária para administrar o que, até então, constituía o seu património real, financeiro, imobiliário e mobiliário, sendo que, posteriores e eventuais dívidas decorrentes desse mesmo património integrado na Massa Insolvente, a serem devidas, sempre serão de imputar à Massa e não ao insolvente cfr.