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Defende, pois, o ora recorrente que o conjunto de Deliberações do BdP evidencia que as eventuais responsabilidades do Banco A perante os AA., e a pretensa obrigação de indemnização invocada na petição inicial, não se transmitiram para o BANCO A, antes se mantiveram na esfera jurídica do Banco A por força da medida de resolução aplicada pelo BdP e das respectivas Deliberações que a mantiveram na esfera de contingências), sendo de concluir que, pelo menos, desde a clarificação efectuada pela Deliberação de 11/08/2014, a responsabilidade aqui em apreço, a existir, sempre constituiria um passivo desconhecido por não consolidado ou constituído em 3/08/2014, pelo que não foi tal pretenso crédito dos AA.