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723/18T8OVR-A.PS1: diz que a autora não alegou e consequentemente não provou que, após se ter iniciado a falta de pagamento das prestações acordadas e durante o decurso do período previsto para o reembolso do total do empréstimo, alguma vez tenha exercido o direito de considerar antecipadamente vencida toda a dívida que lhe era conferido pela transcrita cláusula, provocando o vencimento das prestações e o facto de, no requerimento executivo, ter feito referência à existência daquela cláusula, não corresponde a uma interpelação que provoque o vencimento de qualquer prestação ainda não e, por isso, conta o prazo de prescrição sobre o vencimento da última prestação que o executado mutuário se obrigara a pagar o que, mesmo assim, levou, no caso, à decisão da prescrição de todas; ou seja, o acórdão parece aceitar que caso se tivesse provado o vencimento antecipado, contaria a prescrição a partir dele.