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Deste modo, na parte que se impõe considerar, não provando mais uma vez a Ré, pois que era seu ónus enquanto facto extintivo do direito, que tivesse feito o pagamento dos valores que pagou a título de IHT até ao momento da entrada em vigor do CT/2003, impondo-se pois agora afirmar também a sua condenação nesse pagamento, mais uma vez, porque não resultam da factualidade provada os elementos necessários para tais efeitos, teremos de remeter a correspondente liquidação para posterior liquidação, nos termos do disposto no n. 2 do artigo 60 do CPC, alterando-se deste modo a sentença, nesse âmbito, por este acórdão, em conformidade.Por decorrência de todo o exposto, não incidindo o recurso sobre o mais decidido assim referente à condenação que abrange o pacote de comunicações, que assim se mantêm), revogando-se e alterando-se a sentença, em conformidade com o que antes se afirmou, será essa substituída por este acórdão, em que, absolvendo essa do mais peticionado, se condena a Ré a pagar aos habilitados a quantia que se vir a apurar em fase de liquidação: referente ao subsídio de férias, o valor médio dos valores pagos a título de isenção de horário de trabalho, desde novembro de 1994 até fevereiro de 2016; referente a subsídio de Natal, o valor médio dos valores pagos a título de isenção de horário de trabalho, desde novembro de 1994 até 1 de Dezembro de 2003; Referente às prestações denominadas viatura de utilização permanente e pacote de comunicações.No que se refere a custas, da ação e do presente recurso, as mesmas impendem sobre Autor/apelado e Ré/apelante em proporção do decaimento, que neste momento se fixa em ½ para cada uma das partes artigo 52 do.