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15, sendo uma sequência de cálculo teoricamente lógica, mas a sua concretização enferma de erros inaceitáveis; )	O valor acumulado em 31/12/2002 resulta da soma das existências iniciais com os custos incorridos em 2002, sendo que o valor das existências iniciais 185971,13) não é o da contabilidade 123688,29) por este ter sido rejeitado pela AT, mas este valor acumulado de custo das obras tem de ser necessariamente considerado para quantificar o custo das existências vendidas em 2002, pois os custos das vendas não é mais do que a parte do custo acumulado correspondente às existências que não foram vendidas; )	Corrigido o valor das existências iniciais, é imperioso que se corrija os custos das existências quando as mesmas são vendidas, inexplicavelmente tal não aconteceu, pois a quantificação da "imputação anual” a retirar ao custo acumulado, a título de custo do ano, não considera minimamente a revalorização das existências iniciais efectuada pela própria Administração e, num caso em que a considerou, fê-lo de modo incorrecto, pois o total da "imputação anual” no montante de 79600,75 pode ser repartido, conforme quadro 18 a fls.