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O que, em síntese final, mesmo a proceder a impugnação da decisão de facto nos termos defendidos pelo Recorrente, sempre conduziria à improcedência da sua oposição quanto à inexigibilidade da obrigação em causa e, no âmbito da presente apelação, à sua improcedência e consequente manutenção da sentença proferida pelo Tribunal de 1 instância, sendo certo que apenas constitui objecto do presente recurso a questão da inexigibilidade da dívida ora em causa.DECISÃO: Em razão do antes exposto, acordam os Juízes deste Tribunal da Relação do Porto em julgar improcedente a apelação, mantendo a sentença proferida pelo Tribunal de 1 instância.Custas pelo Recorrente, pois que ficou vencido – artigo 527, n.s 1 e 2 do CPC.Porto, 212021 Jorge Miguel Seabra Pedro Damião e Cunha Fátima Andrade  A decisão proferida não segue na sua redacção o Novo Acordo Ortográfico)  ______________________________________________ 1 A doutrina distingue, quanto ao tempo do cumprimento, as obrigações puras, que não têm prazo certo estipulado para o seu cumprimento, e em que, por isso, o credor tem o direito de exigir a todo o tempo o cumprimento da obrigação, assim como o devedor pode a todo o tempo exonerar-se dela e as obrigações a prazo, em que a lei ou as partes estabelecem um prazo para o cumprimento, sendo que, neste caso, a exigibilidade do cumprimento pelo credor ou a possibilidade da sua realização é diferida para um momento posterior artigo 777, do Cód.. Vide, neste sentido, por todos, MENEZES LEITÃO, "Direito das Obrigações”, volume, 6 edição, pág.