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Juiz do Tribunal Administrativo e Fiscal de Leiria, através da qual julgou procedente a reclamação deduzida por .., contra a decisão do Chefe do Serviço de Finanças das Caldas da Rainha, datada de 27 de setembro de 2021, pela qual foi determinado o prosseguimento dos autos para a marcação de venda de bens penhorados e indeferido o seu pedido de manutenção da suspensão do processo de execução fiscal n. ..., que naquele serviço contra si corre termos para cobrança coerciva de dívidas provenientes de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares referentes ao ano de 2013, no valor total de €3525,8    A Recorrente, apresenta as suas alegações de recurso nas quais formula as conclusões que infra se reproduzem:    A. O presente recurso vem interposto contra a douta sentença julgou procedente por provada, a reclamação de actos do órgão de execução fiscal interposta por .., contra decisão do Chefe do Serviço de Finanças das Caldas da Rainha, datada de 27/09/2021, pela qual foi determinado o prosseguimento dos autos para a marcação de venda de bens penhorados e indeferido o seu pedido de manutenção da suspensão do processo de execução fiscal n. ..., instaurado para cobrança coerciva de dívida provenientes de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares referente ao exercício de 2013, no valor total de €3525,8    B. O órgão de execução fiscal, para negar provimento à pretensão suspensiva formulada pelo reclamante, considerou que o pedido de revisão oficiosa da liquidação não é um meio de defesa que, acompanhado da prestação de garantia idónea, possa ter a virtualidade de suspender a execução fiscal, a menos que seja apresentado dentro do prazo previsto para a reclamação graciosa.