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3 Naturalmente, in casu, se a Recorrente tivesse proposto aos Réus que condicionassem a transação aos elementos sobre os quais assentavam os erros previamente existentes estes, de boa-fé, não poderiam aceitar a transação porquanto esvaziada de conteúdo útil quanto aos seus elementos essenciais e à sua própria vontade, pelo que a transação judicial já homologada pelo Tribunal Judicial da Comarca de Beja e objeto da decisão ora recorrida, deve ser anulada nos termos dos factos e do Direito supra expostos, como é de Lei e de Justiça.» Contra-alegou o sinistrado, patrocinado pelo Ministério Público, pugnando pela improcedência do recurso.