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Manuel de Andrade, "Noções Elementares de Processo Civil" p. 191; Antunes Varela, "Manual de Processo Civil", p.; b) O grau de certeza que as pessoas mais exigentes da vida reclamariam para dar como verificado o facto respectivo Anselmo de Castro, "Direito Processual Civil Declaratório, ", p.; ) A consciência de um elevado grau de probabilidade - convicção - assente no raciocínio lógico do juiz e não em meras impressões Castro Mendes, "Do Conceito de Prova em Processo Civil" p. 306 e; ) Na convicção - objectivável, raciocinada baseada na intuição e na reflexão e motiváveis - para além de toda a dúvida razoável, não qualquer dúvida, mas apenas a dúvida fundada em razões adequadas Figueiredo Dias, Direito Processual Penal, ," p.. Divide-se actualmente a doutrina entre duas posições sobre o que são indícios suficientes: a) A que entende que o juiz deve pronunciar o arguido quando, pelos elementos de prova recolhidos, forma a sua convicção no sentido de que é mais provável que tenha cometido o crime do que não o tenha feito e que, portanto, a lei não impõe a mesma convicção requerida pelo julgamento, bastando-se com um juízo de indiciação Prof. Germano Marques; b) A que parece equiparar a convicção de quem acusa ou pronúncia com a convicção de quem julga e condena Dr. Carlos Adérito.