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Neste contexto, centrada a análise com a delimitação antes mencionada e a que importa atender, também a respeito do apelo feito pela Recorrente nas conclusões e ao artigo 71 n. 4 do CPC, que, diga-se, se considera dever-se a lapso, querendo certamente referir-se ao artigo 66 n. 2, alínea, do CPC na atual redação, que, diversamente do que defende, apesar do excesso de pronúncia dos Senhores peritos a que nos referimos anteriormente mas que como o dissemos então não foi afinal considerado pelo Tribunal a quo, os elementos existentes nos autos são suficientes / bastantes para esclarecer a questão, que agora se analisa, tendo por base necessária apenas as doenças de que padece a Autora e que são decorrentes da prestação da sua atividade, resultantes da factualidade dada como provada, da existência ou não de incapacidade para o exercício da sua profissão habitual de cabeleireira, razão pela qual não entendemos justificar-se a anulação que se defende da sentença com o objetivo de se ampliar a matéria de facto.