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– Acórdão de Uniformização de Jurisprudência n. 6/2014, do Plenário das Secções Cíveis do Supremo Tribunal de Justiça de 09/01/2014, publicado no DR n. 98,  série, de 22/05/2014), que – embora tirado por maioria com diversos votos de – veio pôr termo a longínqua divisão de respeitante entendimento/ajuizamento jurisprudencial, fixando disciplina interpretativa dos artigos 48, n. 1, e 49, n. 1, do Código Civil, no sentido de dever em abranger os danos não patrimoniais, particularmente graves, sofridos por cônjuge de vítima sobrevivente, atingida de modo particularmente grave7, cujo rigor, não obstante a conclusiva e específica alusão a cônjuge de vítima sobrevivente em causa no respectivo, sempre, como, ademais, na respectiva fundamentação considerado – e no ora avaliando recurso pertinentemente significado –, por inevitável analogia, cfr.