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2 Note-se que o entendimento das instâncias sentença do TAF/CB, integralmente confirmada pelo Ac.TCAS não coincidiu, exactamente, com esta fundamentação, pois que, embora chegando à mesma conclusão de não prescrição relativamente a qualquer dos três subsídios atribuídos, e tendo, também, decidido que se estava, no caso, perante uma "irregularidade continuada ou repetida”, situaram, diferentemente, o termo inicial do prazo prescricional de 4 anos em 30/11/2015 – data de deferimento de pagamentos à Recorrente pelo "IFAP”, mas efetuados no âmbito de diferentes operações, ao abrigo de diferentes contratos de financiamento celebrados entre as partes nos termos dos factos provados 89, 90 e.  Entenderam as instâncias que esta circunstância não obstava à sua consideração para a caracterização da "irregularidade continuada ou repetida”, tal como resultante da jurisprudência do TJUE, pois que, embora se trate de irregularidades praticadas no âmbito de diferentes operações incluídas em diferentes contratos de financiamento, não deixam de consubstanciar violações praticadas pelo mesmo operador «que retira vantagens económicas de um conjunto de operações semelhantes que violam a mesma disposição do direito da União».