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H. E entendeu muito bem o Tribunal a quo, porquanto esta corrente jurisprudencial, à qual se juntam os Acórdãos proferidos nos processos n.s 580/2018-T e 429/2020-T, é a única que interpreta e cumpre os normativos legais aplicáveis à resolução da questão de saber se é admissível a dedução de uma só vez, no exercício de 2014, da totalidade dos encargos financeiros não deduzidos em exercícios anteriores ao abrigo do artigo 3, n. 2, do Estatuto dos Benefícios Fiscais e da aplicação da Circular n. 7/2004; No que respeita à decisão arbitral fundamento proferida no processo n. 645/2017-T, entende-se, com o devido respeito, que a mesma assenta numa interpretação errónea do ponto 6 da Circular ao assimilar a revogação do regime do art.