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342 e. Em tais circunstâncias, concluiu o referido autor, "a partir do momento em que o comportamento do devedor máxime declarativo e de repúdio ou não) provoca «a disfunção da relação, alertando o credor fiel para o perigo efetivo do incumprimento ou criando-lhe a convicção fundada do fracasso da vinculação” o mesmo credor fica legitimado "ao exercício mais racional dos direitos de indemnização e resolução do contrato, mas sem que se excluam as possibilidades de uma ação de cumprimento ou da sua execução específica” p..     O presente processo retrata uma situação verdadeiramente particular: depois da outorga do contrato-promessa de partilha de bens comuns do casal os outorgantes contraíram entre si segundo casamento, de modo que o interesse na celebração do contrato prometido ficou na penumbra do segundo casamento, e apenas ressurgiu depois de ter sido decretado o segundo divórcio que deu origem ao inventário para partilha dos bens comuns do casal.