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Destes depoimentos testemunhais resulta claramente infirmada a conclusão que o recorrente pretende extrair por presunção judicial, posto que, não obstante as agressões físicas que foram objeto de apreciação no processo crime n. 322/19GCVCT que tramitou no Juiz 1 do Juízo Local Criminal de Viana do Castelo, e que culminou com a decisão na qual foi o ora recorrente declarado inimputável, sujeito a medida de segurança de internamento, pelo período de dois anos e seis meses, suspensa na sua execução pelo mesmo período, subordinada a determinadas obrigações, nomeadamente a de não contactar a ora recorrida, a prova produzida não permite de modo algum concluir – seja diretamente, seja por inferência ou indução – que a recorrida obstaculizou o convívio ou contactos entre o recorrente e o menor A. G..  Em suma, na ausência de prova que ateste a factualidade objeto do referido ponto fáctico, é de concluir pela manutenção da resposta firmada pelo tribunal recorrido.Nesta conformidade, coincidindo integralmente a convicção deste Tribunal quanto aos factos impugnados com a convicção formada pela Mm.