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Inconformado com tal decisão, o devedor dela interpôs recurso de apelação, concluindo a sua motivação com as seguintes conclusões, que aqui se reproduzem por súmula: a) Refere o artigo 17 do CIRE, que o requerente/devedor é a parte ativa no PER, assumindo o administrador Judicial Provisório um papel de controle, fiscalização nos termos dos n 8 e 9;  b) Refere o n 2 do artigo 17-F, que " Concluindo-se as negociações com a aprovação de plano de recuperação conducente à revitalização do devedor, sem observância do disposto no número anterior aprovação Unânime), o devedor remete o plano de recuperação aprovado ao tribunal;  ) Incluir no processo negocial o prazo de votação do plano de recuperação, concedido pelo administrador provisório e pelo artigo 211 do CIRE, é fazer uma interpretação restritiva da lei, entendendo o recorrente que tal interpretação não se encontra vertida no artigo 9 do  ) Entende o recorrente que o prazo de três meses consagrado no n 5 do artigo 17 do CIRE, comporta apenas as negociações entre devedor e credores e não a votação;  e) A votação do plano de recuperação, encontra-se por lei consagrada no artigo 211 do CIRE, ou seja no prazo de 10 dias, após a apresentação do plano;  f) Aliás tal acontece no âmbito de qualquer plano de Insolvência, o qual é votado após a sua apresentação;  g) Por Outro lado não existe na lei prazo para o plano ser entregue no tribunal;  h) Apenas é referido que o Juiz deverá homologar o plano ou recusar a sua homologação, nos dez dias seguintes à receção da documentação ...);  ) Diferente é o devedor não concluir as negociações dentro dos três meses.