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Inconformado com a decisão, recorreu o arguido, formulando no termo da motivação as seguintes conclusões:  O arguido não se conforma com a sua condenação como autor de três crimes de abuso sexual de crianças, previsto e punível pelas disposições conjugadas dos artigos 171, n�� 3, als e, com referencia ao artigo 170, do Código Penal na pena de 10 meses de prisão por cada crime;   O Arguido recorrente não concorda, com a conclusão do Tribunal a quo, que deu como provados os seguintes factos "4 a dos factos dados como provados", porquanto,   No entender do arguido recorrente, o depoimento da Testemunha  .. , constante da Gravação dia 18/06/2014, foi incoerente fazendo um relato ilógico e não consentâneo com os restantes elementos de prova junto aos autos, e por isso, deveria o Tribunal a quo ter do mesmo tirado as seguintes conclusões:  a. O Arguido Recorrente não demonstrou em qualquer fase do factos ter mostrado interesse em conhecer a menor ponto;  b. O Arguido Recorrente, Nesse mesmo contacto ciente da idade da menor, questionou a se já tinha maminhas e pelos na vagina ponto  O Arguido Recorrente, tenha passados uns dias enviado duas mensagens para conta de correio electrónico com duas fotos suas, sendo uma delas, desnudado dentro de um carro; Ponto  O arguido recorrente, tenha Conversado no MSN com a menor; ponto  e. O arguido recorrente, tenha na conversa com a menor perguntado se à mesma se a sua mãe estava em casa ponto  f. Que tenha de forma alguma conversado com a menor no MSN;   O Arguido Recorrente entende, com o devido respeito por opinião contrária, que do depoimento de  ..  o tribunal a quo poderia apenas concluir que:  a. Que o seu depoimento não foi esclarecedor dos factos, aliás o mesmo foi contraditório em todas as suas vertentes;  b. Que o documento junto aos autos print das conversações) com a foto da testemunha e respectivo nome, deveria o tribunal apurar quem tratou o mesmo informaticamente e em que moldes o mesmo foi imprimido;  Facto só provado por técnico informático com conhecimentos técnicos para o efeito;  Não pode o tribunal considerar um documento válido para efeitos de prova quando tal documento não emana de quem o produz;   O Arguido Recorrente entende, com o devido respeito por opinião contrária, que do depoimento das restantes testemunhas de acusação inspectores da Policia Judiciária) quanto aos factos nada trouxeram ao processo que ajudasse a esclarecer os factos;   O Arguido Recorrente entende o depoimento da testemunha não foi credível;   O Arguido Recorrente entende que ficaram por provar os factos constantes da acusação e constantes da sentença nos pontos  a 11 e que deve levar à sua absolvição.