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Em segundo lugar, não olvidando que há decisões dos Tribunais Superiores g., o Acórdão da Relação de Évora, de 21/05/2020 – Apelação n 1032/10T8STR-B.E1), que entendem ser possível sanar a incompatibilidade substancial de pedidos - e, consequentemente, suprimir a ineptidão que esta gera -, mediante a escolha, pelo Autor, a convite do Tribunal, formulado ao abrigo do n 2 do n 2 do artigo 6 do NCPC, do pedido que o mesmo pretende que seja apreciado na acção, ou a ordenação de ambos, em relação de subsidiariedade, não foi este o entendimento seguido pelos citados Acórdãos de 10/31/2013, de 04/05/2018, de 13/07/2021, pelo Acórdão desta Relação de Coimbra, de 14/12/2010, nos autos ns 2604/04TBAGD.C17, ou por este Colectivo, no Acórdão de 10/11/2020 Apelação n 1438/15T8LRA.C1)8, onde se escreveu: « conforme se entendeu no Acórdão do STJ, de 21/11/2006, Agravo n 06A3636, embora versando o CPC que antecedeu o ora vigente, «a ineptidão da petição inicial, conducente à nulidade de todo o processo, tem por escopo estabelecer a segurança jurídica quanto ao objecto do processo conformado pelo pedido e pela causa de pedir, sendo de natureza insuprível, levando mesmo ao indeferimento liminar do petitório art 234-A do, assentando a sua justificação em interesses de ordem pública e não em simples interesses das partes.