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E relativamente à alínea: o Acórdão sob revista encontra-se em contradição com o decidido no Acórdão proferido pelo Tribunal da Relação de Coimbra em 102020, no âmbito do Processo n. 131/12T8AGN.C1 e já transitado me julgado acórdão este, citado no voto de vencido do aqui Acórdão sob, onde, perante a mesma questão fundamental de direito direito de regresso da se entendeu que "Não obsta à procedência da exceção da prescrição a invocação pela seguradora de impossibilidade jurídica originária de instauração da ação de regresso, por alegado desconhecimento insuperável das causas e circunstâncias de acidente”, e, ainda que "a seguradora, que se remeteu a uma postura de passividade – de que só saiu quando tomou conhecimento da decisão penal estrangeira –, não mostra que a situação não lhe seja imputável, isto é, que não lhe fosse possível, se tivesse agido com a diligência normal de especialista de que era capaz e que se exigiria a qualquer entidade, proceder à sua própria averiguação do sinistro e, assim, tomar oportuno conhecimento do efetivamente ocorrido.” E) Assim, deve a presente Revista ser admitida ao abrigo da aplicação conjugada dos artigos 62, n. 1 e 67, n. 1 e 3 a contrario, do CPC, ou deve a presente Revista ser admitida ao abrigo da aplicação conjugada dos artigos 62, n. 1 e 67, n. 1, alínea e, do CPC.