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Por outro lado, é falso que a alegada posse do 1 R. fosse feita com exclusão de outrem, dado que este celebrou casamento com a A. no regime de comunhão de adquiridos em 7 de Outubro de 1973, o qual foi dissolvido por divórcio, através de sentença transitada em julgado, proferida em 20 de Setembro de 201 A fracção justificada foi comprada com dinheiro do casal e destinava-se a comércio, tendo o 1 R. aí centralizado a sua actividade comercial exercida em nome individual desde Março de 198 Foi assim o casal constituído pela A. e pelo 1 R. que adquiriu por usucapião a fracção, sendo assim nulo o registo de justificação e todos os posteriores.