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E, apreciando, acabou por "julgar totalmente improcedentea presente acção e, em consequência, absolver a Entidade Demandada dos pedidos”, sob seguinte fundamentação:  «) Como resulta do probatório e do supra exposto, os Autores dirigiram um requerimento através do qual requereram à Entidade Demandada a emissão da sobredita autorização de utilização pontos 32 e 33 do probatório), tendo esta Entidade indeferido expressamente tal requerimento ponto 40 do probatório), em virtude de existirem desconformidades com as normas legais e regulamentares em vigor, mais especificamente com o projeto aprovado e licença de utilização n. 143/79 documentos que credenciam os espaços físicos em causa – frações AA a AE – para arrumos e factos do conhecimento de todos os interessados proprietários das frações AA, AB, AC, AD e AE e, face à informação n. 1198/2016 e pedido de 2005 com registo n. 30428 indeferido por despacho de 31/05/2006).