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Por outro lado, o facto de a recorrente ter, também, diligenciado pelo "acompanhamento escolar” do filho, no país onde este passou a residir - como, também, reconhece a Ilustre Magistrada, na mesma peça processual - faz com que a sua "ausência” da escola, em Portugal, tenha sido colmatada com a frequência do ensino pré-primário, em França, sem prejuízo palpável para o menor     De referir, ainda, que, dada a circunstância de o dito menor ter estado à guarda da requerida , durante cerca de 2 anos e, depois, à do requerido BB, por idêntico lapso de tempo, não é razoável afirmar que o "contexto familiar e afetivo” de "referência” seja, apenas, o do progenitor e não, também, o da requerida.