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Foi junto o acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 17 de Dezembro de 2019, com certificação de ter transitado em julgado em 13 de Janeiro de 2020, acórdão esse confirmativo de decisão sumária do relator de não admissibilidade do recurso de decisão da  instância que, após reenvio do processo, determinado por acórdão da mesma Relação, para determinação da medida das penas e oficiosamente foi determinada a junção do acórdão de 21 de Maio de 2018 que antes condenara os arguidos ora recorrentes pela co-autoria do mencionado crime de falsificação de documento e que determinara o reenvio do processo à  instância para determinação da medida das penas correspondentes a tal condenação.