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2071, afere-se apenas uma gravidez de risco de parto prematuro, vigiada na consulta de alto risco, com recomendação de ausência às suas funções profissionais desde 212010 e com data provável de parto para 112010), aditando que só tomou conhecimento da situação quando foi à Polícia Judiciária; mais referiu que as funcionárias da empresa não diziam às pessoas contactadas que havia dívidas, porque não havia, as pessoas recebiam uma proposta se quer ter algum tipo de publicidade nas listas telefónicas, se quer fazer um anúncio, se querem fazer parte da lista classificada, se dissessem que sim a empresa mandava a proposta com logotipo, com ou sem destaque e o valor, se as pessoas aceitassem, pagavam o valor da proposta e depois era enviado o contrato pelo empresa e celebrado, enviada a fatura e o serviço era prestado; que o pagamento foi feito e remetido o contrato que foi assinado; se não aceitassem, a proposta iria para o arquivo; que não admitia que as pessoas que representavam a empresa falassem desse modo com os clientes nos termos, sendo que não havia gravação dos telefonemas; o contrato durava um ano e tinham 14 dias para procederem à revogação do mesmo, constando isso dos contratos; que foram feitos 7 contratos com  em atividades diferentes paróquia, banner, rodapé, igrejas, fábricas paroquiais, instituições entre setembro e novembro de 2010 para a publicação de 2011; que  enviava assinado e dizia para cancelar para futuras edições esses elementos eram juntos ao dossier respetivo e arquivado, mas não teve conhecimento dos mesmos antes de ir à Polícia Judiciária); que o pagamento era feito à cabeça e na totalidade e os pagamentos feitos por  cujo valor foram todos feitos para a conta da empresa; que as operadoras tinham um ordenado base e recebiam uma comissão tendo por referência no valor dos contratos alcançados no final de cada mês, sendo que quem as supervisionava era a própria, mas nessa altura não estava lá, pelo que, quem as supervisionou, na sua falta, foi H, sua prima; que quando a chamaram à Polícia Judiciária já tinha encerrado a empresa; e que em alguns contratos chegaram a assinar por si –, complementadas pelas declarações assertivas e sem pretensões de parcialidade do lesado/, marcadamente desgastado e ainda sofredor com toda a situação que o envolveu, que nas suas vestes de padre que indisfarçável e naturalmente enverga mesmo à se esforçou pelo rigor/verdade dos factos – que começou por recordar que foi em agosto de 2010 o  contacto, estava à altura bastante debilitado e foi pressionado pela pessoa que o contactou foi por correspondência e depois via, diziam que estava em dívida com as empresa e que tinha de pagar quantias volumosas disse que não tinha nada a pagar porque não devia nada a ninguém), ia-se servindo das suas economias para esses pagamentos o estado de debilidade resultante de doença oncológica, com depressão profunda, que o atingia afetava-lhe o discernimento e, por isso, pagava, mas também chegou a duvidar que tivesse feito; ameaçavam sempre com o recurso ao tribunal tem muita consideração para com o tribunal mas também muito medo, a sua preocupação era não envolver a Igreja e também não dever nada a ninguém); não se lembra de ter tido lista nenhuma nem a origem das listas; não conhecia as pessoas que o contactavam, identificavam-se como sendo das empresas E e G parte em que os autos; só uma empresa quis fazer um contrato, sempre lhes dizia que cancelassem todos os contratos que tivesse feito, sempre respondeu a todos os contactos dizendo que não devia nada a ninguém; os contactos eram sempre para o mesmo era para uma lista ou outra lista; lembra-se de ter assinado um contrato sem período de vigência; foi de Agosto de 2010 aos inícios de 2011, só deixaram de o molestar quando procurou um advogado Dr., tendo então 2 cheques para pagar, este aconselhou-o a não o fazer, pelo que procedeu ao seu cancelamento depois disso ainda lhe voltaram a telefonar, mas disse-lhes que o assunto estava entregue à; confirmou os valores em dívida ainda não ressarcidos, sem prejuízo do valor entretanto depositado pela arguida e prosseguiu referindo que diziam os contactos que era por causa das listas nacional, distrital, mas nunca perguntou o que era isso das listas, embora entendesse que se tratava de publicidade até chegou a escrever-lhes que a sua comunidade era pobre e não tinha dinheiro para; também lhe falaram em publicidade on line e digital; que quando fez o  pagamento não tinha recebido nenhuma proposta nem lhe explicaram onde era feita a publicidade e o tipo; os telefonemas eram com regularidade de 8, 15 dias ou menos e eram só senhoras que telefonavam e não era sempre a mesma pessoa relativamente a ambas as; que nunca usou mail nem fax, foi sempre por telefone que contactou; que a arguida B chegou a procurá-lo pessoalmente para resolver o problema depois de receber da mesma um, manifestando vontade de pagar o montante em dívida antes do depósito – e pelos depoimentos sintónicos das testemunhas, , irmã do lesado/pároco – na parte em que esclareceu que só teve conhecimento dos factos quando leu no jornal a notícia referente, narrando que o irmão estava muito doente, que se metia na cama, não fazia a barba, não comia, o assunto andava a consumi-lo, andava deprimido, fechou-se e não contava nada, depois ele mostrou-lhe o jornal, quando saiu a notícia, e atirou "olha o que eu tenho é isto!...”; ele disse que não sabia, que "chegavam os cheques para pagar e ele assinava-os”, que tinha que pagar; especificou que o irmão chegou a vender uma leira/terreno e um apartamento para fazer esses pagamentos, ficou sem nada, não tem dinheiro nenhum; que sempre foi muito cumpridor o irmão teve um problema oncológico e uma depressão nunca despia as vestes de padre –, , médico de família do lesado – na parte em que confirmou o teor do atestado de fls.