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199) Nesse relatório, datado de 07/08/2017, escreve o Sr. Dr. FR que: "De acordo com a mãe da examinada, após as situações referidas, não houve alteração do comportamento da menor, mantendo o mesmo padrão comportamental ao existente previamente.”  200) Deste modo, ainda que houvesse razões para condenar criminalmente o arguido e, consequentemente, se constituísse o mesmo na obrigação de indemnizar as menores – o que não se concede – nunca os valores fixados no douto Acórdão Recorrido, seriam compatíveis, por excessivos e desajustados, com os danos que as representantes legais das menores – em contradição com alguma da prova produzida – dizem ter sido infligidos às filhas.