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Assim, sendo certo que, em consonância com o ponto de vista perfilhado pelo EPGA no seu douto Parecer, não se pode sufragar o fundamento de oposição invocado na PI e apreciado na decisão recorrida de que a liquidação deveria ter sido notificada ao recorrente, enquanto devedor subsidiário, sob pena de ineficácia e consequente inexigibilidade da dívida), também o é que, subsistindo o fundamento da nulidade da citação, essa nulidade deveria ser arguida no processo de execução fiscal através de requerimento de arguição de por forma a provocar uma decisão do órgão de execução fiscal e só depois, sendo desfavorável, dela deverá reclamar, isso na senda, além de outros, do Acórdão deste STA de 14/05/2015 extraído no recurso n 0380/15 disponível no site www.dgsi.pt.