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– Da conjugação do disposto na alínea do n 2 do artigo 189 do CIRE com o teor do n. 4 do mesmo preceito deve concluir-se que a indemnização aí prevista, e em que deve ser condenado o afetado  pela qualificação, terá como limite máximo a diferença entre o valor dos créditos reconhecidos e o que é pago aos credores pela massa insolvente, masdeverá aproximar-se, de forma a salvaguardar a necessária relação de adequação e proporcionalidade, do montante dos danos causados com o comportamento daquele que conduziu à qualificação da insolvência como culposa,sem esquecer também que tem também natureza sancionatória.Decisão  Pelo exposto, acordam os juízes desta Relação em julgar parcialmente procedente a apelação, e consequentemente, em condenar J. S., afetado pela qualificação da insolvência, a indemnizar os credores da insolvente, até às forças do respetivo património, no montante no montante de €236,54 duzentos e trinta e seis euros e cinquenta e quatro cêntimos), correspondente à soma dos salários de 2017 dos credores J. e S. A., e no montante correspondente à diferença entre a soma dos bens à data da sua venda 01/02/2017) e o valor recuperado pela massa insolvente, a apurar em liquidação de sentença, confirmando-se no mais a sentença recorrida.