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Não só condicionando expressamente e a aplicação das consequências de cessação do regime, nos termos previstos nos n.s 8 e 9 do art.6 do CIRC, à existência de qualquer situação de abuso ou, sequer, de obtenção de uma vantagem antes estabelecendo aquelas consequências como o resultado inelutável do não cumprimento de algum dos requisitos aí referidos”;   Ora, no caso em concreto, como se concluiu, verificou-se a inclusão de uma sociedade que, à data de 01/01/2010, não cumpria o requisito previsto na alínea do n. 3 do art.6 do CIRC, pelo que importa aferir-se, se no caso vertente, se verifica, ou não uma das condições previstas no citado n. 8 como determinado a cessação de aplicação do regime ao grupo;   A este respeito, e conforme decorre dos autos, a Recorrida, Impugnante, alega que na referida alínea do n. 8 do art.6 do CIRC, o legislador utiliza a expressão "Deixar de se verificar” e no caso concreto, em rigor, o que se constata relativamente à B.................. é que esta não possuía os requisitos para integrar o grupo no período de 2010, pelo que aquela alínea não teria aplicação no caso presente;   Nesta perspetiva, o legislador teria previsto a consequência de cessação do grupo nos casos em que, por exemplo, não se se verifique a inclusão de uma sociedade que satisfizesse os requisitos para integrar o grupo cfr.