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Deste modo, a utilidade que o autor pretende retirar só pode advir da anulação do despacho de 41/GDN/2010, que o autor não peticiona, de onde resulta que o autor carece de interesse em agir em relação ao pedido de anulação do despacho 2727/201 A falta de interesse em agir é uma exceção dilatória inominada insanável, pelo que as entidades demandadas deverão ser absolvidas da instância quanto ao pedido de anulação do despacho 2727/2013, de 12 de fevereiro, publicado no DR,  série, n. 36, de 20 de fevereiro de 2013 e, em consequência, deverão ser absolvidas da instância quanto aos pedidos consequentes de condenação a procederem ao reposicionamento remuneratório do autor na  posição – nível 9 com efeito desde 01/01/2010 e a pagarem-lhe €864,98, relativos aos diferenciais entre aquilo que recebeu a título de vencimento e de suplemento de serviços nas forças de segurança e aquilo que deveria ter recebido no período compreendido entre 01/01/2010 e 31/12/201” Ao que contrapõe o recorrente, em síntese, que o despacho 41/GDN/2010, de 16/12/2010, trata de um regime transitório, que não o afetou, posicionando-o com efeitos reportados a 01/01/2010 entre a 2 e a 3 posição remuneratória e entre o 8 e o 9 nível remuneratório, sendo que o despacho 2727/2013 veio regular em definitivo a sua situação jurídica quanto à posição remuneratória dentro das novas tabelas, não retroagindo os seus efeitos para efeitos de pagamento dos diferenciais segundo as mesmas.