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não consubstancia qualquer critério que deva presidir e balizar, in concreto, a ulterior liquidação de sentença. . Deveria ter sido atendida, conforme resulta da Lei, com devida ponderação, uma concreta e precisa determinação dos precisos critérios que deverão relevar, em sede de liquidação de sentença. . Tendo em conta, no que respeita ao "quantum” indemnizatório e à fixação concreta dos critérios a utilizar na liquidação de sentença, atento o disposto no n. 4 do citado preceito, todos os fatores que, designadamente em razão das circunstâncias do processo, devam mitigar o recurso a meras operações aritméticas de passivo menos resultado do ativo, devem ser ponderados atendendo ao grau de ilicitude e culpa manifestadas nos factos determinantes da qualificação de insolvência, por parte dos afetados. . Caso contrário, impor-se-á, pelas razões aduzidas, um sacrifício desmedido, cego e injustificado, ao ora recorrente – como se fruto de um mero automatismo – pela conta da sua atuação enquanto gerente da sociedade insolvente. . Condenando-o, não pela atuação que in concreto veio a demonstrar, mas, e tãosomente, pela sua qualidade de gerente, à data de alguns dos factos. . Requerê-lo, ao abrigo semelhantes ditames, consubstanciaria um resultado, para todos os efeitos, ofensivo à ratio legis que subjaz ao n4 do artigo 189 do R.E. . Assim, tal inobservância fez com que não se cumpra o desígnio legal ínsito às referidas disposições do R.E., designadamente aquela que claramente dimana do número  do seu artigo 18, sendo tal indeterminação, responsável por um indevido abuso direito a todos os níveis indiscriminado. . Mas o recorrente vai mais longe, tal norma - alínea do n. 2 do artigo 18 do R.E – na interpretação que a Sentença lhe dá, é manifestamente INCONSTITUCIONAL, porquanto – pelos factos supra aduzidos - é afrontosamente violadora do princípio da proibição do abuso do direito, do número n. 4, do Código da Insolvência e Recuperação de Empresas, e, ainda, dos artigos 1 n. 2, 26 n. 2, princípio da proporcionalidade, e bem assim, da adequação e da proibição do excesso, e ainda o artigo 2 todos da Constituição da República Portuguesa e, em última análise, do número  do artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos do Homem. . Ao decidir de uma forma contrária ao supra alegado, o Tribunal recorrido praticou erro notório na apreciação e valoração das provas e erro de julgamento na decisão da matéria de facto e da factualidade dada como provada, acabando a decisão recorrida por fazer também uma menos correta interpretação e aplicação do direito ao caso concreto, violando, entre outros, o disposto nos artigos 185, n. 1, alíneas,,, e do n. 2 do art.