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Trata-se de um dever jurídico-laboral que tem de ser cumprido nos precisos termos do convencionado na Cláusula 4 do CCT de 2012, que, diga-se, a talho de foice, não faz depender o seu funcionamento de um cenário de exclusividade de funções, como parece defender a recorrente, mas apenas prevê a aplicação da regra da proporcionalidade em cenários de prestação de trabalho a tempo parcial, o que não se confunde, nem de perto, nem de longe, com uma situação de exclusividade de funções muito antes pelo contrário, pois abre a porta ao exercício de outra ou outras atividades profissionais, até da mesma natureza, desde que consentidas e não concorrenciais com a abrangida pela dita cláusula, no tempo não ocupado pela.