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141 a 161, sobretudo aos esclarecimentos prestados na audiência de julgamento pelos três Peritos Médico-Legais, permite inferir que foram apresentadas três versões do relatório e que se relativamente à paternidade biológica nada há a apontar – o grau de probabilidade foi de 99,999999998893 -, já quanto à maternidade a recusa da mãe registral, E. P., fazer o exame, levou a  Instância a extrair a presunção de ser ela a mãe, o que fez decair a pretensão do Apelante, de impugnação também da maternidade registral, sendo certo que o relatório do que dá como praticamente provada a fraternidade germana daquele com a referida , estabelecendo, assim, a maternidade biológica na pessoa da ora A. , esposa do pai biológico, não foi valorado quanto ao estabelecimento da maternidade na acção de impugnação acima referida.