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30, n. 3 do Este dever de assegurar a adequação do serviço ao perfil do cliente já resultava da transposição da Directiva 93/22/CEE relativa aos serviços de investimento no domínio dos valores mobiliários3 O dever de informação assim exaustivamente conformado pode considerar-se um dever de conduta secundário de prestação e não um dever acessório32, ainda que funcionalizado à prestação principal, mas com "relevância na relação obrigacional para, em termos de autonomia e de influência sobre a prossecução dos interesse-se do credor, justificar, por exemplo, a aplicação dos meios de reacção perante o não cumprimento, com uma configuração legal e regulamentar diferente por se tratar de uma relação de intermediação financeira33, relação que, por força da lei, em caso de incumprimento, assume um matiz especial.