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Contudo, mesmo que assim não se entendesse, o que apenas por dever de patrocínio se admite, à cautela, e nos termos do artigo 636, n. 1 do P., ainda diremos o seguinte: - A decisão final de processo de despedimento apenas produziria os seus efeitos, em 14/07/2019, se o mandatário da Autora tivesse poderes especiais para receber a decisão final no âmbito do processo disciplinar, o que manifestamente não acontecia; - Não só a trabalhadora nunca recebeu qualquer decisão de despedimento como o seu mandatário não tinha poderes especiais para receber essa alegada decisão, motivo pelo qual, a mesma não produz quaisquer efeitos em relação à Recorrida.