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Contudo, o Tribunal não se convenceu que os Embargantes estivessem a viver no prédio em Julho de 2009, como "parecia” à testemunha, nem em data anterior ou posterior, desde logo porque a prova documental aponta em sentido contrário, designadamente as despesas de condomínio, participação em assembleias de condomínio e despesas com consumo de energia que datam de 2010 e 201 A outro passo, não foi credível nesse aspecto o depoimento da segunda testemunha, na medida em que começou por relatar que pressionou a imobiliária para terminar e lhe entregar a fracção e que a mesma fosse concluída pois tratava-se de uma demorada mercê de problemas com a empresa e que, após essa pressão continua, apenas foi morar em Outubro de 2009 e que os embargantes já lá estavam a viver.