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41, n. 2, do CPP, respondeu a arguida BB alegando, em súmula apertada, que: - o recurso do Ministério Público para o Tribunal da Relação de Coimbra integrava também uma impugnação da matéria de facto; - "não corresponde à verdade” p. 4 da que o Tribunal de  instância tivesse concluído que teria havido dois crimes de abuso sexual de criança na pessoa do ofendido EE, e que tivesse afirmado que não haveria dúvidas de que teria havido complacência da arguida BB relativamente aos atos praticados por duas vezes, em situações contra o mesmo ofendido, considerando que isto foi apenas o entendimento do Tribunal da Relação de Coimbra que acriticamente aceitou a motivação do recurso do Ministério Público, e concluindo que não estavam preenchidos os requisitos do art.