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:  "O prazo de seis meses conta-se, pois, não a partir do dia em que a parte deixou de praticar o ato que condicionava o andamento do processo, isto é, a partir do dia em que se lhe tornou possível praticá-lo ou, se para o efeito tinha um prazo não perentório), a partir do dia em que ele terminou, mas a partir do dia em que lhe é notificado o despacho que alerte a parte para a necessidade do seu impulso processual.”  Nesta conformidade, embora as partes fossem notificadas em 3/09/2018 para, em 10 dias, informarem os autos sobre se chegaram a acordo, nada tendo dito naquele prazo, a verdade é que somente no despacho proferido em 7/11/2018 foi determinada a notificação das partes para, no prazo de 10 dias, impulsionarem o processo, com a advertência de que se nada dissessem decorridos seis meses desde o fim do prazo de suspensão – ou seja 16/12/2018), a instância seria julgada deserta nos termos do art.