Legal Document Excerpt:

De facto, o júri do concurso foi seguramente além do legalmente exigível, enunciando "quantas perguntas foram feitas a cada candidato e quantas acertaram" e registando a forma, o hiato temporal e o grau de clareza e segurança com que respondeu, evidenciando o que se respondeu bem e o que se respondeu mal, quando se precisou de ajuda, quando se confundiu, etc... 	Ao anular o despacho impugnado, por julgar violado o princípio da imparcialidade e da transparência administrativa do artigo  do CPA, assim como o artigo , n. 2, e o artigo 2, do Decreto-Lei n. 204/98, de 11 de julho, e ainda o dever de fundamentação regulado no artigo 15, do CPA, a sentença do TAC-Lisboa procedeu a uma errónea interpretação e aplicação dos referidos preceitos, desse modo os violando.