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11) Ao alegar que, no que se refere, g., aos pontos 39, 51, 54 e 59 da matéria de facto, «o que os documentos convocados pelo douto Tribunal permitem comprovar é que» as facturas respectivas a cada um desses negócios foram emitidas, a Recorrente labora em erro, porquanto os documentos com base nos quais o tribunal recorrido deu como provados os factos contidos nesses pontos da matéria de facto não são apenas cópias de facturas, mas também emails enviados para a AT pelos anteriores proprietários das viaturas vendidas a A., dos quais resulta mais matéria de facto do que a simples emissão da factura, pelo que carece de fundamento a pretensão da Recorrente no sentido de que seja alterada a matéria de facto fixada pela Sentença recorrida nesses pontos 39, 51, 54 e 5 12) Igualmente não merece qualquer censura a Sentença recorrida, no que se refere ao julgamento da matéria de facto contida no ponto 34 do probatório, tendo em consideração, desde logo, a credibilidade, consistência e razão de ciência do depoimento prestado pela testemunha A.. 13) Contrariamente ao que sustenta a Recorrente, o tribunal a quo não incorreu em erro de julgamento «ao dar como provado o facto 37», desde logo porque, nunca tendo a AT, no procedimento da inspecção ou no processo de impugnação, posto em causa a assinatura constante no documento a fls.