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Neste ponto, sublinha-se que a Requerida parece usar um raciocínio invertido, não só pretendendo brandir a Convenção de Istambul como se esta fosse uma arma de arremesso ou um fim em si mesmo e não um instrumento de protecção perante factos comprovados ou, como procurando defender que é ela que tem melhores condições para ter a menor consigo e não pai esquecendo que o pai é a primeira linha das responsabilidades parentais e essa primeira linha volta a estar activa, se desaparecerem as razões que - excepcionalmente - a.  O pai acabou por passar por uma provação que encarou de uma forma louvável, encarando a "injustiça” cometida duma forma positiva e lutando por ultrapassá-la e por voltar a ter consigo a sua filha.