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n 7, do art 663, do: acima – A característica da acessoriedade do AVAL  nos termos do art 32-, da LULL , por si só, não dispensa o portador da livrança em BRANCO de interpretar/informar o avalista do vencimento da obrigação subjacente, conferindo-lhe a possibilidade de cumprir nos mesmos termos em que o pode fazer o subscritor do tútulo de crédito; – É que, ao dispor o art 32,, da LULL, que a obrigação do dador do AVAL mantém-se, mesmo no caso de a obrigação que ele garantiu ser nula por qualquer razão que não seja um vício de forma, então importa reconhecer que a obrigação do avalista é apenas imperfeitamente acessória relativamente à do avalizado, sendo em rigor e essencialmente uma obrigação materialmente autónoma, ou seja a obrigação do avalista tem as suas próprias condições de validade e eficácia, a que vêm acrescer as decorrentes da sua acessoriedade com a obrigação garantida, e , o seu conteúdo, se não pode exceder o desta e, em principio, é o mesmo, pode ser mais limitado; –Do disposto em  e  decorre que, tratando-se de uma livrança em branco, não faz sentido considerar existir mora do devedor, independentemente de interpelação  como se a obrigação tivesse prazo certo - art.