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Assim, quando exerceu o princípio do contraditório relativamente a esta questão, alegou que " subjacente à transacção, esteve o pressuposto de que seria o "Fundo de Socorro Social do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social”, a pagar ao Exequente, pelo menos as rendas correspondentes ao diferimento da desocupação; Até porque a Executada requereu o referido diferimento, com fundamento no disposto no artigo 930-do Código de Processo Civil; Requisitos que a Meritíssima Julgadora considerou estarem verificados a Requerente – Executada, encontrava-se desempregada, a receber o respectivo subsídio e não possuía, nem possui; Assim sendo, deverá constar expressamente na transacção que deve ser o "Fundo de Socorro Social do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social”, a pagar ao Exequente, pelo menos o montante de € 000,00 três, correspondente aos meses do diferimento da desocupação”.Cumpre decidir.