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A este respeito ajuizou-se na sentença, somente:  "Quanto à tempestividade da presente ação, resultou provado que o A., apenas em dezembro de 2016 tomou conhecimento que o veículo por si adquirida jamais poderia circular, por impossibilidade de legalização do mesmo, portanto, o erro em que incorria até a esse  conhecimento em dezembro de 2016 ou seja, o A. até essa data estava convencido que o veiculo possuía todas as características exigidas para a respetiva circulação) , cessa na referida data, e a partir de dezembro de 2016, o A. dispõe de uma ano para intentar a respetiva ação de anulação do contrato de compra e venda, o que face à data de entrada da petição inicial em juízo – 02 de novembro de 2017, se encontra cumprido.