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Acordam os Juízes na 6 Secção Cível do Tribunal da Relação de Lisboa:   Relatório A e B demandam, em acção declarativa com forma de processo comum, previamente, previamente, F, G previamente, H, previamente, J, previamente, , N, O, P e Q bem como, fruto das habilitações de herdeiros determinadas na pendência dos autos, R, S, T, U, , , Z, AA, Peticionando Nestes termos e nos mais de direito, deve a presente acção ser julgada procedente por provada e declarar-se: a)      os autores como donos e legítimos proprietários de 1/3 um terço) do prédio identificado no artigo 1 da presente petição inicial; b)      Os autores como titulares do direito ao quinhão hereditário originário da herança de BB, no mesmo prédio, em comum e sem determinação de parte ou direito com os restantes herdeiros; E )     Condenar-se os réus a reconhecerem os direitos dos autores mencionados nas alíneas anteriores; E decretar-se: )  O cancelamento das inscrições prediais constantes das Apresentações 5 de 25/7/1995 e 15 de 24/2/1997, existentes sobre o prédio identificado no artigo 1 da presente petição inicial por serem nulas; e)       O registo sobre o mesmo prédio das inscrições prediais em conformidade com o constante das alíneas e, a favor dos autores; f)      A inscrição no competente Serviço de Finanças, a favor dos autores, dos direitos constantes nas alíneas e.  Citados, os réus , N e O contestaram em conjunto, propugnando pela improcedência da demanda e impugnando motivadamente parte da factualidade vertida na petição inicial bem como excepcionando a incompetência em razão da matéria, a ausência de legitimidade activa e passiva, a prescrição e o que denominaram como excepção peremptória do direito de propriedade dos réus.