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O que viola o princípio comunitário da equivalência, e por conseguinte é por ele rejeitado, é o diferente critério/tratamento adoptado pela legislação do Estado Membro, no caso Portugal, consoante se trata do IVA em que o legislador português usa com grande intensidade, sem que ninguém lho imponha – a cláusula stand still não o impõe certamente - as exclusões automáticas de dedução) ou, pelo contrário, se trata do IRC em que, aí, diferentemente, o mesmo legislador português entende só ser necessária uma muito menor intensidade das exclusões automáticas de dedução – conclusão a que se chega mesmo quando se incluem nas contas as tributações autónomas -, sobre as mesmíssimas tipologias de despesas e encargos, e com vista a combater a mesmíssima eventual ilisão.