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t) Contrariamente ao alegado pelo recorrente, cremos ainda que não lhe assiste qualquer razão porquanto, a decisão e inerente ponderação efectuada pelo Tribunal "a quo”), relativamente à pena acessória de proibição de conduzir, concretamente aplicadas, a qual, a nosso ver e, salvo melhor entendimento, observou e ponderou, de forma correcta, estrita e rigorosa, os critérios de determinação concreta da pena consignados no artigo 71, do Código Penal, designadamente, os sobreditos três critérios, ínsitos ao princípio da proporcionalidade da idoneidade ou adequação, da necessidade ou da exigibilidade e da proporcionalidade em sentido estrito ou da justa em função do grau de ilicitude e culpa evidenciados pelo arguido na prática dos factos ora em apreço, bem como, em função das necessidades de prevenção geral e especial existentes.