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As questões suscitadas resumem-se, em suma, às seguintes, em relação a cada um dos recursos: A.	Recurso da Entidade Demandada 	Erro de julgamento de direito quanto à condenação da medição dos níveis de ruído, por o artigo 1, n. 5 do RGR, por remissão do artigo 3, n. 1, do n. 310/2002, de 18/12, não condicionar as licenças emitidas por curtos períodos ao respeito nos recetores sensíveis dos limites prescritos, nem o Autor provar que os seus direitos foram violados, incorrendo em violação dos artigos 3, n. 1, e do n. 310/2002, de 18/12 e 1, n. 3, da Lei n. 75/2013, de 12/0 B.	Recurso do Autor 	Contradição entre os factos provados, a fundamentação e a decisão; 	Erro na apreciação da prova, existindo a violação dos direitos fundamentais à saúde, ao repouso e ao sono normal, integrados no direito à vida, protegidos pelos direitos de personalidade, previstos no artigo 7 do  FUNDAMENTOS DE FACTO O Tribunal a quo deu como assentes os seguintes factos: "a) O autor é dono do prédio urbano composto por edifício destinado a habitação e logradouro, sito na Rua ., n. .., freguesia de Quarteira, concelho de Loulé, descrito na Conservatória do Registo Predial de Loulé sob o n.