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n. 7 – resulta que o Réu ocupa sem litígio a área de 1603,00 m2 correspondendo a 2603,00 m2 do prédio mãe) pelo que, falta ao Réu, a área em litígio de 397,00 m2 1002,00 m2 – 1603,00 m2 = 397,00 m2 ou 2000,00 m2 – 2603,00 m2 = 397,00; - Devem assim, tais 397,00 m2 ser considerados como parte integrante do prédio do Réu por constarem nos respetivos títulos inscrição nas Finanças e descrição na Conservatória); - Além desses 397,00 m2 que estão titulados no prédio do Réu, existem mais 469,00 m2 que não estão registados nem nos títulos dos Autores, nem nos títulos do Réu e como tal, deve ser tal acréscimo distribuído proporcionalmente pelos dois prédios nos termos do artigo 1345 n. 3 do Código Civil, sendo atribuídos ao Réu um total de 631,50 m2 397,00 m2 + 469,00/2)) e aos Autores 234,50 m2 469,00/2); - Caso se viesse a concluir, de forma que não se vislumbra possível, que a área total real dos prédios das partes fosse coincidente com a soma das áreas que titulam, sempre se manteria o litígio quanto a 397 m2, que os Autores entendem lhes pertencer, mas que estão além da área que titulam e que estão em défice na área titulada pelo Réu, nos termos do n. 3 do artigo 134 do Código Civil; - Caso ainda mais remotamente se viesse a concluir que a área total real dos prédios das partes fosse inferior à soma das áreas que titulam, sempre teria de ser repartida a área em défice de forma proporcional entre as partes, nos termos do n. 3 do artigo 134 do Código Civil; - Os terrenos em litígio troço B e troço A da planta doc.