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1 da matéria dada como provada da sentença que "A missiva foi enviada para o domicílio do requerente, sito na Rua, por correio registado em 31/07/2020, onde foi entregue a 03/08/202” Isto porque, sem prejuízo de se estar perante uma providência cautelar especificada que se rege pelos princípios do periculum in mora, do summaria cognitio, e do fumus boni júris, que devem ser atendidos pelo douto Tribunal a quo, a verdade é que o Tribunal a quo não deveria ter ignorado a manifesta falta de comunicação da nota de culpa ao Recorrente e, por conseguinte, deveria ter declarado a ilicitude do despedimento com todas as consequências legais peticionadas pelo Recorrente.