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Sustentaram, em síntese, que: - Eles, AA, são donos e legítimos proprietários do prédio urbano com a área total de 150,00 m2, o qual se encontra inscrito a seu favor, por compra 1 de Abril de 2019, tendo os RR registada a aquisição a seu do prédio urbano, inscrito na respectiva matriz sob o artigo ... e descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n ...; - Estes dois prédios são contíguos entre si, sendo que o prédio dos autores confina a poente com o prédio dos réus, e o dos réus a nascente com o dos autores; - O logradouro que separa os dois prédios confinantes, faz parte do prédio dos AA, tendo estes como assente que a área desse prédio que adquiriram é de 150 m2;  - Contudo, os RR têm utilizado tal logradouro, aí depositando mercadorias, designadamente vasilhame, grades, caixas e lenha, e recusam-se a desocupá-lo, uma vez que sustentam que o mesmo, em toda a sua extensão, faz parte integrante do seu prédio; - As estremas dos prédios não se encontram bem definidas, pois não existe qualquer vedação a separar os dois prédios; - As áreas resultantes da descrição predial e do levantamento topográfico que foi feito, não são coincidentes; - Autores e réus, proprietários confinantes, estão em desacordo quanto aos limites dos seus prédios; - Divergindo quanto às áreas e quanto à linha divisória entre os dois prédios.