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2 - Alega, em síntese que quanto ao menor TB, não foi feita prova dos factos necessários à verificação do crime de abuso sexual de criança, sendo que existe contradição entre o facto 38, que impugna e os NN e OO dados como não provados, pelo que se verificam as nulidades previstas no art 410, n2, al.s e do CPP; Quanto ao menor AD, o arguido foi condenado pela prática de quatro crimes de abuso sexual agravado, p. e p. pelo art 177, n1, al.a) do CPP, sendo que o menor não é filho do arguido nem tem qualquer outro grau de parentesco; Relativamente ao menor JP, o tribunal considerou ter-se verificado três crimes de abuso sexual de criança, p. e p. pelo art 171, n1 do CP e um crime de abuso sexual de criança, p. e pelo art 171, n2 do CP, com base nas declarações do menor e não nas do arguido, sendo que, ainda ao abrigo do disposto no art 30 do CP, deveria ter-se entendido que apenas se verificou um crime continuado – erro notório na apreciação da prova – art 410, n2, al.)