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Discorre ainda o Recorrente sobre a relação que mantinha com o co-R.  no escritório, alegando em síntese que: era "rendista” e "prestador de serviços” numa "situação de escravatura tipo rendista”, em que o Recorrente ainda "pagava para servir”, pagando todas as despesas do escritório daquele; não existia qualquer sociedade irregular, nem comunhão social, nem qualquer contrato de trabalho entre o Recorrente e o co-Réu, este o "dono” do escritório; não existia qualquer vínculo laboral entre o Recorrente e a A., "ambos cooperavam em termos de acordo de trabalho associado para o escritório, que era do Dr. ”, o qual ainda fazia o Recorrente "pagar a sua permanência no escritório”, apelidando ainda a A.