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A Ata n. 146 do Conselho de Administração da RSMA conferiu poderes específicos ao Senhor HFFB para atuar na qualidade de representante comum do Agrupamento constituído pela RSMA e pela EACEGPS; R. O Tribunal a quo considerou – e bem – que o Conselho de Administração da RSMA delegou poderes específicos ao Senhor HFFB para representar a sociedade em procedimentos públicos de contratação – e., existiu um específico ato de delegação de poderes no referido Senhor HFFB habilitando-o a representar a sociedade em procedimentos públicos de contratação junto de quaisquer entidades; S. O Senhor HFFB tem poderes para atuar na qualidade de representante comum do Agrupamento constituído pela RSMA e pela EACEGPS, nomeadamente, porque: - Foram apresentados documentos mais do que suficientes para comprovar os poderes do Senhor HFFB para agir na qualidade de representante comum do Agrupamento adjudicatário; - Resulta, quer da Ata n. 14 do Conselho de Administração da RSMA, quer da Procuração outorgada pela RSMA, que foram conferidos específicos eamplos poderes para que o Senhor HFFB atuasseno âmbito de procedimentos de contratação pública e, portanto, no concursopúblico aqui em causa; - Da Ata n. 14 do Conselho de Administração da RSMA e dos poderes aí conferidos ao Senhor HFFB, resulta que lhe foram conferidos poderes para assinar todos os documentos que integram as propostas, praticando tudo o que seja necessário à participação da Sociedade em procedimentos públicos de contratação; - Em nenhum dos instrumentos de mandato emitidos pela RSMA Ata n. 146 do Conselho de Administração ou Procuração) se estipula qualquer limitação à forma de participação da Sociedade, e., não se limitam os poderes de representação da Sociedade com vista à sua participação em procedimentos de contratação pública; - Os referidos instrumentos de mandato contêm uma redação que permite ao Administrador HFFB vincular a entidade que representa no âmbito do concurso público sub iudice a tudo o que se afigure necessário a essa representação, inferindo-se – até porque não se exclui essa possibilidade – que o pode fazer de forma isolada ou em Agrupamento com qualquer outra entidade no caso em apreço, com a; T. Da análise da Procuração outorgada pela RSMA a favor do Senhor HFFB – e que o Tribunal a quo considerou como sendo perfeitamente válida – resulta, também, a amplitude e suficiência dos seus poderes; U. Delegar o poder "para individualmente representar a Sociedade em procedimentos públicos de contratação junto de quaisquer entidades, podendo, designadamente, assinar propostas e todos os documentos que a integram, pedidos e prestações de esclarecimentos, reclamações, recursos administrativos e judiciais, bem como outorgar os decorrentes contratos, requerendo e praticando tudo o demais necessário aos indicados fins” é delegar poderes específicos, nos quais se inclui o poder de serrepresentante comum do Agrupamento adjudicatário no âmbito de procedimentospúblicos de contratação; .