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Por isso, quando se pretenda discutir decisão sumária do relator proferida nos termos do artigo 41, n. 6, do CPP, o meio processual adequado a utilizar é a reclamação para a conferência desse mesmo Tribunal – artigo 41, n. 8 do CPP – que, sendo indeferida confirmatória da decisão sumária), proporcionará a impugnação do acórdão respectivo, obviamente, caso o recurso seja admissível Também o Tribunal Constitucional foi chamado a pronunciar-se sobre esta temática no seu acórdão n. 188/2011, de12 de Abril de 2011 que decidiu: "Não julgar inconstitucional a norma dos n.s 6 e 8 do artigo 41 do Código de Processo Penal, na redacção da Lei n. 48/2007, de 29 de Agosto, interpretada como não admitindo o recurso directo para o Supremo Tribunal da Justiça da decisão sumária do Desembargador Relator que rejeite o recurso, obrigando, assim, à prévia dedução de reclamação para a conferência.”3 Face ao exposto, este Supremo Tribunal apenas conhece de acórdãos proferidos, em recurso, pelo Tribunal da Relação, e têm que se tratar de acórdãos na acepção decorrente do disposto no artigo 9, n. 2, do, logo de decisões colegiais, e não de decisões singulares, como sucede com a decisão recorrida, que, constitui uma decisão sumária proferida pelo relator nos termos do artigo 41, n. 6 do CPP de não admissibilidade de recurso interposto pelo arguido de sentença de  instância, por extemporâneo).