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Nada se diz no acto impugnado, por que razão não foi tido em conta o novo pedido de parecer solicitado à Direcção-Geral do Turismo, nem o estudo complementar apresentado pela Recorrente em sede de audição prévia, ignorando-se — como se aponta, e bem, no voto de vencido lavrado no acórdão — se o autor do acto concluiu que tal estudo o era, afinal, irrelevante e/ou inoportuno mas se assim fosse, ficaria também por explicar porque motivo fora solicitado novo; ou se concluiu que, apesar da sua relevância e oportunidade, a falta de emissão do solicitado parecer conduzia a que não pudesse deferido o pedido de isenção o que, a verificar-se, colide com o disposto no n. 4 do Decreto-Lei n. 404/90, o que também era necessário.