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Depois, como salienta o Ac do STJ de 12017 n, 559/14TBVCT.GS1 Maria Graça: "estando em causa danos patrimoniais resultantes do denominado "dano biológico” – entendidos como "as consequências da afectação, em maior ou menor grau, da capacidade para o exercício de outras actividades profissionais ou económicas, susceptíveis de ganhos materiais” – não pode ser aceite o procedimento da  instância ao utilizar como critério-base para o cálculo do montante indemnizatório uma das tradicionais fórmulas financeiras criadas para a determinação dos danos patrimoniais resultantes da incapacidade neste caso para o exercício da profissão habitual, presumindo que o défice funcional permanente da integridade físico-psíquica de 2 pontos resultante dos factos corresponderia a uma taxa de incapacidade laboral parcial permanente de 2%”.