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Mas, e pese embora a inalteração da impugnação da matéria factual, , entende o Recorrente que, mesmo à luz do quadro factual fixado em primeira instância, impunha-se concluir que o Tribunal a quo se equivocou na aplicação da matéria de direito e fez incorrecta interpretação das normas previstas nos artigos 1340 e 1343, do pela inexistência de qualquer responsabilidade por sua parte, já que entendeu ser de aplicar ao caso concreto o artigo da acessão industrial imobiliária, concretamente o artigo 134 do , referente ao prolongamento de edifício por terreno alheio, ao invés de aplicar o artigo 134, do Código Civil, como devia, pois que, no caso dos autos encontra-se assente que a R. efectuou a construção de uma obra nova, mais concretamente uma nova bancada, ocupando na construção dessa obra terreno maioritariamente alheio, mais concretamente 900 m2 de terreno alheio, bem assim que a construção foi autorizada pelos AA.