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n. 03772/08, segundo o qual "no  Direito administrativo a proibição do enriquecimento sem causa não deve ser vista simplesmente como está regulado no , porque o "princípio da prossecução do interesse público ou do bem comum” e o "princípio de que a lei é o fundamento e o limite da atividade da Administração” são o núcleo deste ramo do Direito, assim se sobrepondo, se for caso disso, ao regime civilista” e, no caso dos autos, ainda que se verificasse que o A. prestou o trabalho como docente convicto de que tinha essa obrigação o que não se, sempre se diga que, atribuir-lhe, como pretende, indemnização cujo valor se reconduzisse à remuneração mensal paga aos Professores Auxiliares, colidiria frontalmente com o principio da legalidade, já que a Universidade de Coimbra jamais poderia pagar pelo trabalho do A. sem que existisse qualquer vínculo contratual entre ambos, não só por esse vínculo estar suspenso o que impõe o artigo 7, n. 2 do, como por o estar desde a nomeação para as funções de assessor, momento em que o A. ainda nem sequer havia sido contratado como Professor Auxiliar cf.