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Ora como mencionado no ponto 6 da presente informação, os fatos alegados não permitem fundamentar aquele receio, falta de fundamentação essa que é reforçada pela não atualidade dos fatos invocados e que terão ocorrido em 201 Em conclusão, a proteção internacional visa substituir a proteção do país de origem, no casoem apreço,República Democrática do Congo, não invocando a requerente nenhuma razão que a impossibilite de regressar por ali se verificar alguma das circunstâncias previstas no regime de proteção subsidiária prevista no artigo 7 da Lei 27/2008, de 306 alterada pela Lei 24/2006, de 00 Assim, considerando as declarações factuais da requerente e a apreciação que é feita das mesmas no ponto anterior, julgamos que estas são insuscetíveis de preencherem os pressupostos do regime do direito a residência por proteção subsidiária, de acordo com o pressuposto no artigo 7 da Lei n. 27/2008 de 306, com as alterações introduzidas pelas 26/2014 de 00 Pelo exposto, afigura-se que o presente caso não é elegível para proteção subsidiária, por incorrer na alínea do n 1, do artigo 19, da Lei n 27/2008 de 306, com as alterações introduzidas pela Lei n 26/2014 de 00 Proposta Face aos factos atrás expostos, consideramos o pedido de protecção internacional infundado, por se enquadrar na alínea do n. 1 do artigo 19 da Lei n. 27/08 de 306, com as alterações introduzidas pela Lei 26/2014, de 005 pelo facto de não ser subsumível às disposições do regime previsto no artigo 3 da Lei citada.