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A sentença da  instância julgou a acção improcedente essencialmente pelas seguintes razões:  - "Resulta dos factos provados, que a A. e seu falecido marido primeiro, e depois a A., acordaram com o R. numa série de instrumentos contratuais, todos eles tendentes a ser garantido o pagamento de determinada dívida que primeiramente tal A. e o marido garantiam e que depois a A. assumiu como sendo sua”;  - Assim, "a gestão efectuada pelo R. às carteiras de títulos e outros activos financeiros, não resulta de um simples acordo entre as partes, outrossim funcionando como uma garantia para o R. de que a A. iria liquidar a divida que assumiu perante si”;  - Concluindo "que a A. não tem direito à prestação de contas por parte do R. o que não quer dizer que não tenha direito à informação e, designadamente, o direito à obtenção de informações documentadas sobre os movimentos bancários, bem assim a saber se já está liquidada a dívida que assumiu”;   - Acrescentando que o direito à informação não pode, contudo, ser efectivado mediante acção especial de prestação de contas nos termos dos arts.