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do CPC exige a verificação cumulativa dos seguintes requisitos: - A alegação da falsidade; - A alegação de que a sentença cuja revisão se pede tenha sido determinada por essa falsidade, ou seja, que o acto falso tenha "determinado a decisão a rever” nexo de causalidade e - A alegação de que a falsidade não tenha sido discutida no processo em que foi proferida a sentença; - O documento ora junto aos autos não demonstra ou infirma factos relevantes ao conhecimento da causa, na medida em que não se debruça sequer sobre os factos que constituem a causa de pedir da petição inicial, que desde 1965 o extinto J. N. detinha posse boa para usucapião sobre os imóveis em causa, pelo que não pode assumir a qualidade de abalar depoimentos que contrariam estas alegações; - Nada desse documento se refere ou aponta para uma eventual simulação e inexistência dos negócios de transmissão de propriedade para a Recorrida R. N. no ano de 1986, infirmando o declarado pelos Recorridos quanto a esta transmissão, o que foi corroborado pelas testemunhas R., A. N., R. N., A. e N.; - Não existe, com base no documento presente aos autos, qualquer razão para se terem como falsas as declarações tomadas como relevantes para a boa decisão da causa inexistindo nexo de causalidade entre essas supostas falsidades e o bom julgamento de mérito da causa; - Em sede de audiência de julgamento, sempre aí a Autora propugnou pela contrariedade dos depoimentos em causa com a verdade dos factos.