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Por outro lado, conforme resulta do já referido artigo 496 do Código Civil, o montante da reparação deve ser proporcionado à gravidade do dano, devendo ter-se em conta na sua fixação todas as regras da boa prudência, de bom senso prático, de justa medida das coisas, de criteriosa ponderação das realidades da vida Antunes Varela in Das Obrigações em Geral, páginas 627 e.  O montante compensatório que corresponde aos danos não patrimoniais calcula-se segundo critérios de equidade, deve atender-se à própria extensão e gravidade dos prejuízos, e demais circunstâncias que contribuam para uma solução equitativa, o grau de culpa do agente quando aplicável), a situação económica deste e do lesado.