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Considerando que a fruição dos prédios enquanto herdeiro constituiu então uma verdadeira posse para efeitos da usucapião - Entende ainda este Tribunal "que se mostram preenchidos todos os pressupostos previstos no artigo 128 do Código Civil, para ser reconhecida a aquisição do direito de propriedade pela via da Usucapião, o qual ingressou na esfera jurídica dos autores quando se completou o prazo de 20 anos legalmente exigível” Página 40 da Sentença) Por fim, o Tribunal de Primeira instância efectua a remissão para os artigos 128, 129, 130, 129 a 129, 125, 125, 125 n. 2, 126 n. 1 e 126, 125, 125, 126 n. 1 e 2 todos do Código Civil; 3 Já o Tribunal da Relação, sustenta a decisão constante do acórdão em crise da seguinte forma: - "os autores não demonstraram que o direito existia na esfera jurídica dos de cujus alegando e provando os factos que consubstanciam a sua causa originária não podemos concluir pela aquisição derivada do Direito de Propriedade”, afastando assim sem rodeios esta causa de aquisição do direito de propriedade; - Apreciando a aquisição do Direito de propriedade por usucapião, o Tribunal da Relação, afasta-se da teoria da  Instância, diga-se assertivamente, considerando que inexiste posse dos autores na data que mediou o óbito dos seus pais e até à data do trânsito da Sentença a homologação da partilha, mas sim uma mera detenção ou posse precária.