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Salvo o devido respeito, o Tribunal a quo não seguiu o entendimento predominante na doutrina - José Lebre de Freitas - A Acção Declarativa Comum Coimbra Editora 2013 - e na jurisprudência mais recente - Tribunal da Relação de Guimarães em acórdão datado de 31/10/2019; Acórdão da Relação de Évora datado de 202020; Acórdão da Relação de Évora datado de 102021 -, e que melhor se ajusta ao espírito do actual P. À luz dos princípios gerais do Processo Civil, deveria ter prevalecido o entendimento de pugnar pelo aproveitamento dos articulados e da instância, convidando os autores a saná-la, ao abrigo do dever de gestão processual; O Tribunal a quo extinguiu a instância sem antes facultar aos autores a possibilidade de optarem pelo pedido com o qual o processo deveria prosseguir; Antecipando um cenário de incompatibilidade de pedidos, mas em que a descrição fáctica aponta para a demarcação dos prédios, o Tribunal a quo, através do recurso aos poderes de gestão processual, estava vinculado a proferir um despacho de aperfeiçoamento, para que os autores optassem pelo pedido que pretendiam ver apreciado.