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Ficou provado– matéria de facto provada – ponto 14 – e cita-se "Requerente e Requerido reconciliaram-se, após o divórcio, em abril de 2017, continuando a viver juntos, em comunhão de mesa, cama e habitação, em condições em tudo análogas às dos cônjuges, inclusivamente, no que concerne ao pagamento e suporte de despesas de ambos e dos seus filhos, até março de 202  A 26 de junho de 2020, subscreveram acordo de alteração da regulação das responsabilidades parentais extrajudicialmente A douta sentença, ao não se pronunciar sobre os dois aspetos – abuso de direito e o acordo extrajudicial por documento particular - está a penalizar desmesuradamente o aqui recorrente, condenando-o duplamente, na medida em que no período de reconciliação procedeu e promoveu alimentos e agora ao condená-lo valida o pagamento de mensalidades referentes ao período de reconciliação e a um período que as partes, quiseram, afastar e cessar aplicação do acordo da regulação das responsabilidades parentais.