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No caso em apreço, o primeiro despacho remetido pelo Tribunal de Nisa em 13-01-2014, mais de dois anos depois da leitura da sentença, foi apenas para a GNR da Lousã esquecendo-se o Tribunal de Nisa que o arguido não poderia nem tinha qualquer obrigação de "adivinhar" que tal ordem seria tida como válida mesmo sem ser notificado da mesma, nem o seu Mandatário, pois sempre considerou que o Tribunal de Nisa deveria ter notificado o arguido pessoalmente, mesmo que tal significasse a reabertura da audiência de leitura de sentença, além de que foi informado ter sido requerido pelo seu Mandatário que o despacho fosse dado sem efeito por esses motivos, ficando disso convencido.