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Nestes autos, como se viu, a Relação entendeu diferentemente, convocando, aliás, em seu apoio a argumentação aduzida no AUJ de 13/11/2014 DR de 22/12/2014) e a fundamentação do acórdão proferido por este Supremo Tribunal em 23/5/2019 no p. 1517/15T8STS-B.PS1 e no seio da Secção em que por diferentes fora também obtido o acórdão aqui invocado como fundamento, em que se considerou que para a «conceptualização da categoria dos créditos subordinados» basta a relação especial definida pelo legislador, «não se encontrando sujeita a qualquer período temporal limitativo», sendo que «uma interpretação restritiva, de pendor teleológico confinando a finalidade do comando legal à perspectiva da data da constituição do crédito, mostra-se para além do que é possível ser encontrado no pensamento legislativo expresso no seu texto».