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Considera a Recorrente que a oposição entre as duas decisões arbitrais verifica-se na apreciação da questão relativa à: «apreciação da legalidade de uma liquidação de IRC respeitante ao exercício de 2014 e, em ambos os casos, sob a forma de autoliquidação, embora esta específica identidade seja irrelevante para o na medida em que: a) não foi nela considerada a reposição dedução de encargos financeiros suportados pela SGPS até 312013, com a aquisição de parte de partes de capital ainda mantidas a essa data pela SGPS, encargos financeiros estes cuja dedução fiscal nos anos em que foram incorridos até 312013) havia sido antecipada e cautelarmente afastada em cumprimento do disposto no artigo 3, n. 2, do EBF anteriormente numerado como artigo 3); b) reposição de dedução esta com referência ao exercício fiscal de 2014, peticionada com fundamento na verificação da inaplicabilidade à transmissão das partes de capital sobreviventes, do regime especial de isenção do artigo 3, n. 2, do EBF, por revogação do mesmo com efeitos a 002014, entendimento este sancionado pelo racional vertido no parágrafo  da Circular da DSIRC n. 7/2004 cfr.