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Começando pela testemunha MA... ....  irmã da falecida Maria .. , é verdade que a dado passo, disse que a irmã sofria de uma doença - cujo nome já não se recordava qual era -, e que às vezes baralhava-se, mas, no tocante à razão de ciência da sua afirmação, nada disse, designadamente não explicou quando terá sido diagnosticada tal doença, por quem, se a partir do referido diagnóstico a doença evoluiu rapidamente, ou não, quais os concretos reflexos da referida doença no estado mental da irmã, etc.,etc.. Igualmente a testemunha em causa, não foi capaz de precisar qual o estado da irmã e em termos psíquico/mentais, quer no momento dos actos notariais ora em sindicância, quer em períodos anteriores aos mesmos  de resto chegou mesmo a afirmar que no período da procuração estava boa da cabeça – minutos 17 e segs  .