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15, n.s 3 e 4, do CPTA, daí deriva que não só está afastada qualquer possibilidade de reapreciação do julgamento de facto mormente, inverter as respostas negativas dadas de não em positivas de totalmente quanto aos itens 0, 0, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 2, 5 e 5 da base instrutória, como irrelevante ou inoperante resulta, em face da factualidade apurada, a apreciação da questão colocada da alegada ausência de obtenção de consentimento informado e decorrente análise da verificação e preenchimento desta causa/fundamento para efetivação da responsabilidade extracontratual do R., tanto mais que por falta de aderência à aludida realidade factual a revista seria claramente inviável também nesse segmento.