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pretendem que sejam dados como não provados, o tribunal recorrido motivou pela seguinte forma a sua decisão: "A factualidade referente aos avisos de gravação feitos no espectáculo aqui em causa – factos 66 a 71 -mostra-se sustentada pelos documentos 6 a 9 juntos pela S., correspondendo os primeiros aos avisos escritos colocados na bilheteira e à porta da sala de espectáculos, e o ultimo ao vídeo onde se visualiza o actor João ..... a informar o público nos termos dados por assentes em 68, o que foi sopesado em conjugação com o depoimento do próprio actor João ....., que corroborou tal matéria, e de Tiago S., actor que também esteve presente durante o espectáculo, Ricardo R., operador de Camara e a filmar o espectáculo, Nuno também no local, e Gisella B., espectadora, tendo todos eles, de forma convicta, segura e com conhecimento directo, confirmado a existência dos avisos escritos e orais, nos moldes dados por assentes.