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27 Se, como será o caso, no final, concluirmos que o crédito restitutório da R. supera a quantia que o A. tem gastar para concluir a obra, resultará apenas, pela teoria da diferença, que o A. não tem qualquer prejuízo e, por conseguinte, que a R. não tem que indemnizar o A.. 28 Vendo os efeitos restitutários do mesmo modo que a indemnização, ou seja, à luz dum simétrico interesse contratual positivo, isto é, numa perspetiva "reintegradora dos interesses em jogo” considera-se que o crédito do A. tem que ser visto à luz do seu interesse de cumprimento, pelo que também o crédito compensatório da R. tem que ser visto/ficcionado até ao cumprimento se o A. vai ser indemnizado até ao que seria o cumprimento devido da R., também a compensação da R. terá que ser pelo valor total do que seria a sua prestação).