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Efectivamente, tendo-se presente a evolução legislativa a respeito da nomeação do administrador judicial, tanto o elemento histórico14 como o literal decorrente da alteração sofrida pelo referido preceito, assente no propósito do legislador confessadamente assumido no preâmbulo do indicado diploma de 2007, de «restringir a possibilidade de designação de um administrador da insolvência na petição inicial aos casos em que seja exigida a prática de actos que requeiram especiais conhecimentos», inculcam a ideia da diminuição crescente da relevância das indicações efectuadas pelos interessados, intuito que vemos reiterado com a aprovação do novo Estatuto do Administrador Judicial levada a cabo pela Lei n. 22/2013, de 26 de Fevereiro, cujo artigo 1, n.s 2 e 3, evidencia a importância da observância pelo juiz aquando da nomeação do AI dos critérios de aleatoriedade na escolha e da tendencial igualdade da distribuição de processos pelos vários administradores judiciais.