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1 Ou seja, alegou a Seguradora R. que no momento do acidente não estava colocada qualquer protecção colectiva destinada a evitar ou minimizar o risco de queda em altura, nomeadamente tábuas de rojo ou andaime e que, nessa medida, a causalidade necessária e adequada à produção do sinistro dos autos era reconduzível á violação culposa de regras de segurança, higiene e saúde no trabalho por parte da entidade empregadora, ao ter omitido a colocação de meios de protecção destinados a evitar quedas em altura e ao permitir que o trabalhador executasse o seu trabalho no telhado a uma altura de pelo menos 2 metros, sem qualquer protecção que impedisse a sua queda para o solo.