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Em suma, foram alinhados os seguintes argumentos: - Que, tendo a criança residido habitualmente – nos últimos 2 anos – em Portugal, uma alteração da residência para outro lugar e país, ao constituir uma questão de particular importância para a vida do menor, careceria sempre do acordo de ambos os progenitores; - Que o artigo  do Regulamento n. 2201/2003 do Conselho, de 17 de novembro não exige uma residência formal e/ou administrativamente fixada, nem determinada apenas por um dos progenitores, à revelia do outro, mas sim, que a lei reforça o conceito de residência com a expressão "habitual”, "assim exigindo inquestionavelmente uma conexão duradoura e estável com um determinado lugar por isso refere "residência habitual”” e não apenas residência)”; - Que a decisão de incompetência foi "precipitada, não devidamente refletida, nem ponderada, tanto mais que é tomada pelo Tribunal a quo no próprio dia em que foi requerida a aplicação da Convenção sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças Regulamento n. 2201/2003 do Conselho, de 17 de, na sequência da fuga da Requerida de Portugal onde o menor e ela própria residiam há já mais de dois para Itália” considerando que o "ato da mãe equivale a mudar unilateralmente a residência do menor, o que só poderia ser efetuado no quadro de uma decisão conjunta, ou tomada a dois, ou na falta desse necessário apenas decidida pelo tribunal.