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1 Analisados os factos alegados por ambos os progenitores e constantes dos autos, e extraindo deles os únicos factos que não se encontram contraditados, o Tribunal da Relação deveria ter considerado os seguintes factos:  - A menor EE, nasceu a .../09/2011, sendo filha da autora e do réu;  - Até ao dia 20 de dezembro de 2019, a menor viveu com os progenitores na casa de morada de família, propriedade do progenitor; - Desde a separação de facto dos progenitores a menor assim como os seus dois irmãos ainda menores ao esteve sujeita a um regime de guarda partilhada, passando alguns dias consecutivos com cada um dos progenitores, por períodos nunca superiores a 3 dias;  - Desde o dia 14 de março de 2020, que a menor EE se encontra à guarda exclusiva da progenitora, com quem vive, que dela cuida, que a alimenta, veste, calça, transporta e recolhe na escola e nas diversas atividades.