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– habilitada, transcrito no corpo da alegação e cujo início e termo da gravação vêm assinalados na conclusão); 1 – Na conclusão 2, os recorrentes indicaram/especificaram como incorrectamente julgados os pontos de facto relativos aos "cheques” aí mencionados, que o Tribunal a quo considerou/julgou como "despesas”, dado não constar dos autos qualquer suporte documental ou testemunhal nenhuma testemunha foi ouvida sobre tal ponto, conforme se aquilata da transcrição dos seus ou outra, naquele sentido, ou seja, de que tais "cheques” tivessem sido emitidos no "interesse e por conta” da A. AA, devendo, pois, e face ao ónus do R., os seus montantes ser julgados/inscritos como "receitas”; 1 – Na conclusão 2, os recorrentes indicaram como incorrectamente julgado o "ponto de facto” 7 dos "Factos provados”, que o Tribunal a quo considerou como "despesa”, em virtude de nada nos autos, documental e/ou gravado, provar e/ou sequer indiciar que tal montante €1000,00) tenha sido feito em nome da A. AA e/ou que o mesmo tivesse dado entrada no seu património, quando deveria/deverá julgar-se como "receita” tal montante face ao ónus do R., não cumprido, mais uma; 1 – Na conclusão 2, os A.A. - habilitados, ora recorrentes, consideram incorrectamente julgado como "despesa” o montante de €1260,96, referente ao imposto de IRS da A. AA Cfr.