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À falta de melhores argumentos, que nos permitam divergir do entendimento maioritário do STJ - nos termos do artigo 6, n3 do Código das Sociedades Comerciais " considera-se contrária ao fim da sociedade a prestação de garantias reais ou pessoais a dívidas de outras entidades, salvo se existir justificado interesse próprio da sociedade garante ou se se tratar de sociedade em relação de domínio ou de grupo/ Impende sobre a sociedade garante que invoca a nulidade da garantia por si prestada com o objectivo de se fazer valer de tal nulidade para não ter de cumprir a obrigação garantida, o ónus de alegação e prova da inexistência de interesse próprio, ou seja, o ónus da prova dos requisitos da existência da tal invalidade do acto, de que se pretende aproveitar, sendo que a razão principal para tal reside na circunstância de que ninguém melhor do que a própria sociedade que presta a garantia, poderá certificar que a mesma foi prestada no seu próprio interesse e esta é a posição maioritária deste Supremo Tribunal de Justiça”- por todos, o Acórdão do STJ de 12019/conselheira Ana Paula Boularot, retirado do site www.dgsi.pt ,é esse entendimento que seguimos, confirmando a decisão da  instância.