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Acordam em conferência na Secção de Contencioso Administrativo do Tribunal Central Administrativo Sul:  – RELATÓRIO S., nacional da República Democrática do Congo,devidamente identificada nos autos de ação administrativa urgente instaurada contra o Ministério da Administração Interna – Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, inconformada, veio interpor recurso jurisdicional da sentença proferida em 19/11/2019, pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, que julgou a ação improcedente, absolvendo a Entidade Demandada do pedido de impugnação da decisão que recusou o pedido de asilo e de proteção subsidiária, por o pedido ser infundado, devendo ser proferida nova decisão, nos termos do artigo  da Lei n. 27/2008, de 30/06, de proteção subsidiária e, em consequência, a autorização de residência por razões humanitárias, realizando as diligências probatórias que entender necessárias.