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Por isso, a réplica é utilizada tanto para responder à excepção dilatória no caso de o réu ter invocado factos que obstem à apreciação do mérito da como para responder à excepção peremptória quando o réu invoque factos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do.” O Autor não podia usar este articulado para responder à defesa por impugnação deduzida na contestação, aproveitando para completar, retificar ou concretizar a matéria de facto deduzida na petição inicial sem incidência na causa de pedir invocada anteriormente – neste sentido, Lebre de Freitas A Acção Declarativa Comum – À Luz do Código Revisto,  edição, Lisboa, Coimbra Editora, 2011, página, onde se pode ler: "O que o autor não pode fazer, na réplica, é responder à matéria da impugnação enquanto tal, sem incidência no acervo de factos materiais que constitui a causa de pedir: é isto – e só isto – o que o artigo 502-1 impede, quando estatui que "pode o autor responder somente quanto à matéria desta excepção”.