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13 Ainda sem prescindir, considerando que as prestações constantes da sentença dada à execução foram cumpridas no decurso da ação, em 2009 facto da sentença) e só teriam de o ser após o trânsito em julgado da sentença produzida no apenso de execução, terá forçosamente de concluir-se que quando se iniciou o prazo de execução das obrigações postas a cargo do executado, este já as tinha cumprido há quase 2 anos, e tanto bastava para não poder ser-lhe fixada qualquer sanção pecuniária compulsória, conforme foi decidido pelo Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 28/05/2013 de que foi relator Teles Pereira, disponível em www.dgsi.pt: "cumprida pelos executados a prestação no âmbito da própria execução, após ter sido decidida contra eles a oposição que deduziram, não tem sentido – perde sentido – a fixação da sanção pecuniária compulsória reportada ao período passado, situado entre a instauração da execução e a ocorrência do cumprimento pelos executados”.