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Por sua vez, as Rés .., SA, e .., ACE, deduziram contestação conjunta, na qual contrariaram a argumentação expendida pelos Autores, requerendo a sua improcedência, invocaram a sua ilegitimidade passiva, argumentando, no essencial, que são completamente alheias ao processo e decisão de expropriação por utilidade pública da parcela de terreno, onde se situa a nascente e parte do rego que conduzia a água para o prédio dos Autores, que não assumiram qualquer responsabilidade no que se refere à actividade expropriativa, sendo apenas beneficiárias da expropriação e não as entidades expropriantes, uma vez que o Estado Português tomou a decisão de expropriar, a Ré Estradas de Portugal conduziu todo o processo e à ., foram entregues, nos termos do n. 3 da Base das Bases da Concessão, os terrenos livres de encargos e desocupados.