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Cfr, ainda Acórdãos da Relação de Guimarães em que a ora relatora também o foi proferidos nas apelações: -  n 1131/18T8VRL.G1, de 18/12/2017, em que, tendo em conta, designadamente, a idade do autor 28 anos com uma filha de 2 anos de idade a quem se viu impedido de dar, designadamente, carinho e, a experiência deveras traumática e perturbadora que sofreu, cujas consequências sentiu e o acompanharão e prejudicarão por toda a sua vida, quer a nível físico quer psicológico sente e sentirá fortes dores no membro inferior direito, na região clavicular esquerda e na região da anca, com limitação da mobilidade da articulação da coxa femoral a 90, falta de sensibilidade no membro inferior direito, e inúmeras dificuldades, designadamente, em subir e descer escadas, em caminhar em terrenos inclinados, em conduzir veículos, sendo incapaz de  a natureza, a gravidade e a extensão das lesões que sofreu, os períodos de internamento de quase um mês e e de convalescença perto de um, as cirurgias e os tratamentos a que teve, sucessivamente, de se submeter e que ainda vai ter de realizar, o quantum doloris de grau 5/7, o dano estético de grau 2/7, com sequelas que lhe causaram um défice funcional permanente da integridade físico-psíquica de 12%, compatíveis com a sua atividade profissional, mas exigindo esforços acrescidos, a circunstância de não ter tido qualquer culpa na eclosão do acidente, foi considerada equitativa a indemnização fixada pelo tribunal a quo no valor de €4000,00, para a reparação dos danos não patrimoniais sofridos pelo autor; - n 410/1TBVPA.G1, de 18/1/2018, em que foi considerada adequada, necessária e proporcional a importância de 7000,00€ para compensar os danos não patrimoniais sofridos por lesado, de 34 anos de idade, que perdeu o olho direito, ficou a padecer de um défice funcional permanente da integridade físico- psíquica de 39% e teve um quantum doloris no grau 5/7, um dano estético permanente no grau 3/7, repercussão permanente nas atividades desportivas e de lazer no grau 3/7, com períodos de repercussão na atividade profissional de 42 dias, para a total, e de 856 dias, para a parcial, e em que ocorre um contexto descrito de complicações e grande stress pós-traumático, com implicações designadamente a nível social e sexual.