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11 - Os Autores, aqui Recorrentes, estribam a peticionada condenação do Novo Banco, SA e dos co-Réus na factualidade alegada p.designadamente que o BES sem o seu consentimento ou conhecimento havia aplicado montantes dos Recorrentes em ações, a qual é manifestamente subsumível às deliberações do Banco de Portugal, designadamente) à Deliberação do Banco de Portugal de 3/8/2014 e 11/08/2014 considerando que: - excetuou de forma clara do âmbito da transferência do BES para o Novo Banco, S.A., "quaisquer responsabilidades ou contingências do BES, nomeadamente as decorrentes de fraude ou da violação de disposições ou determinações regulatórias, penais ou contra-ordenacionais” vide subalíneas, da alínea, do ponto , do Anexo 2 à deliberação do Banco de Portugal de 02014, na redação que lhe foi dada pela deliberação do mesmo Conselho de 102014) e determinou, no uso dos poderes que o RGICSF lhe confere, que as responsabilidades do Banco Espírito Santo, SA.