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712 do "a segunda parte deste normativo admite excepções previstas na lei”, e, "No caso dos autos, temos que a eventual multiplicidade de responsáveis cíveis os já demandados e outros ainda não é uma situação que só por si, susceptível de gerar incidentes designadamente de intervenção de que, ou retardariam intoleravelmente o processo penal no caso de tal intervenção de terceiros ser admissível), ou inviabilizariam uma decisão rigorosa no caso de tal intervenção não ser admissível)”, bem como invoca ainda: "Acresce que a apreciação da pretensão indemnizatória em acção cível autónoma, equipada com um arsenal de institutos jurídico processuais que asseguram um tratamento mais adequado de todas as matérias substantivas e que, simultaneamente fornece os meios de defesa mais adequados às partes em litígio, proporciona uma maior segurança, e justifica por si o recurso ao mecanismo do reenvio.” pois "perante a complexidade que a causa reveste mesmo sob o ponto de vista, tal reenvio garante uma melhor defesa às partes litigantes, para além do que a tramitação da acção cível enxertada em processo penal poderia contender, face ao já exposto, com a necessária celeridade deste último.” O assistente/demandante, não se conformando com o douto despacho, entendendo que o mesmo está errado na interpretação e aplicação da lei aos autos concretos supra melhor identificados, mormente do art.