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1Nesse sentido, veja-se o acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 07/05/2021 processo n. 568/06TBVNO-A.C1) 1A própria linguagem do artigo 32 trata a prescrição duradoura como um único momento, voltando o prazo a correr nesse acto nos casos do n.  2A interpretação do douto Tribunal recorrido tira por completo a eficácia ao artigo 32, n. 2, que previne o abuso do efeito duradouro da prescrição quando o titular do direito é responsável pela absolvição, desiste, ou deixa desertar a instância, uma vez que qualquer acto após a citação favorece o titular, ampliando o novo prazo, beneficiando-o apesar da sua inércia e negligência.