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Tendo em conta este contexto normativo e o teor das conclusões que supra se deixaram transcritas, as questões suscitadas e que cumpre dirimir, são as seguintes:     a) Não existem provas sólidas e concretas que sustentem a condenação do recorrente, pelo que, em obediência ao princípio "in dubio pro reo”, deveria ter sido absolvido; b) O recorrente não foi indispensável à prática do crime de tráfico de estupefacientes, pelo que a sua condenação, quanto muito, deveria ser enquanto cúmplice e não como coautor;     a) Impugnação da matéria de facto, concretamente os pontos 4, 14 e 97 dos factos provados por as provas produzidas em julgamento não permitirem dar esses factos como provados, não se podendo presumir que o dinheiro depositado na conta bancária do recorrente resultava de lucro com o tráfico de droga, pelo que não poderá proceder a decretada perda alargada; b) A ilicitude dos factos cometidos pelo recorrente mostra-se consideravelmente diminuída, pelo que a sua conduta integra tão só e apenas o crime de tráfico de estupefacientes de menor gravidade, previsto e punido pelo artigo 25, do Decreto-Lei n15/93, de 22/01; ) A pena em que o recorrente foi condenado é excessiva, desproporcional e desadequada, devendo ser suspensa na sua execução;   BB.