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Para tanto, alegou em síntese que: era casada com o sinistrado acima referido, o qual, aos 202018 foi vítima de um acidente de trabalho, de que lhe resultou a morte, quando trabalhava sob as ordens da 1 Ré, em obra levada a cabo por esta; para a execução da mesma, a 1 Ré encomendou em Espanha, uma quantidade de 000 m2 "tela asfáltica”; as referidas telas, que foram deixadas no local da obra, tiveram, pelas razões que invoca e por ordem da 1 Ré, que ser transportadas para o armazém desta, operação esta na qual participaram G, sócio gerente da 1 Ré, H e o sinistrado; quando se procedia ao seu armazenamento, pelo menos uma das paletes que já se encontrava empilhada em sobreposição de outra, cedeu, caindo múltiplos rolos de tela sobre o corpo do sinistrado, o que lhe causou lesões determinantes da sua morte ocorrida nesse dia; o acidente só ocorreu por, face às razões que invoca, não terem sido respeitadas, minimamente, as normas de segurança e saúde no planeamento de execução da obra 273/2003, de 29 de, as normas de segurança e saúde na utilização de equipamentos de trabalho 50/2005, de 25 de e da promoção da segurança e saúde no Trabalho Lei 102/2009, de 10 de setembro, alterada e republicada pela Lei 3/2014, de 28 de; a 1 Ré tinha a sua responsabilidade pela reparação emergente de acidente de trabalho transferida para a 2 Ré.