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Para o efeito sustentam, em síntese: «há uma clara omissão de pronúncia do Tribunal a quo quanto à fundamentação do que entende ser o incumprimento do contrato que justificaria o preenchimento da livrança que serviu de título de execução nos presentes autos, sendo esta pronúncia absolutamente essencial já que se alegou o preenchimento abusivo da livrança exatamente porque se considera que não houve incumprimento do devedor principal», limitando-se o Tribunal a quo, na sentença de que se recorre, a constatar que o aqui recorrido/exequente/embargado preencheu a livrança assinada em branco nos termos que tinha comunicado aos aqui recorrentes através de carta de 08/06/2016, nada referindo sobre se houve ou não incumprimento por parte da Y, Lda.