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Na verdade, nos referidos acordos, apelante e apelada não se vincularam à prolação, no futuro, de declarações negociais de compra ou de venda do imóvel nele identificado moradia com dois pisos e. Depõe, neste sentido, não só o próprio "nomen júris” que as partes atribuíram no título dos dois acordos; no 3 parágrafo e na Cláusula 3 do primeiro acordo; e no 3 parágrafo e nas Cláusulas 2 e 3 do segundo acordo – Acordo de reserva de aquisição de imóvel), como o teor da Cláusula 4 do acordo de 14/06/17 "os/as Contraentes subscreverão o respectivo contrato de Promessa de Compra e venda”), e o teor da Cláusula 5 do mesmo acordo, onde até se deixou prevista a possibilidade de resolução de tal acordo no caso de não haver lugar ao referido contrato promessa de compra e venda pelo motivo ali aduzido.