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607 do NCPC;  13 – O Tribunal a quo limitou-se a elencar os factos provados e não provados, mas não fez um juízo critico da prova produzida e que permitisse retirar tais ilações/conclusões, limitando-se a concluir que " não ficou, na ótica do tribunal, suficientemente demonstrada.”, mas omitiu-se o juízo valorativo da prova;  14 – Relativamente ao depoimento da testemunha Dr. A. R. e contrariamente ao expendido na sentença recorrida, trata-se de uma testemunha merecedora de credibilidade, independência e autonomia em relação às sociedades comerciais suas clientes e sem qualquer interesse na causa;  15 – Contrariamente ao expendido na sentença, os documentos números 2 a 3 juntos com a contestação fazem parte integrante da contabilidade da sociedade "” e as provas resultantes de tal escrituração mercantil fazem prova plena dos factos pela mesma apresentada, evidenciados e mostrados, quer entre comerciantes, quer em juízo;  16 – Se o tribunal a quo tinha dúvidas sobre a veracidade de tais registos contabilísticos e respetivos documentos de suporte podia e devia ordenar, por sua iniciativa, ao abrigo do disposto no art.