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n.1087/14T8CHV.GS1, disponível em www.dgsi.pt) "a necessidade de fazermos apelo aos critérios da equidade, nos termos do n. 3 do artigo 56 da lei , segundo a qual, "se não puder ser averiguado o valor exato dos danos, o tribunal julgará equitativamente dentro dos limites que tiver por provados”, surge quando se encontre esgotada a possibilidade de recurso aos elementos com base nos quais se determinaria com precisão o montante dos danos.” sublinhado  A nosso ver, e salvo melhor opinião, bem andou, assim, a primeira instância quando, em sede de prolação de sentença, decidiu não considerar as despesas provadas em 1 a 1 como gastos a deduzir aos lucros obtidos pelo estabelecimento, devendo tais quantias, ao invés, e por tudo quanto se deixou acima exposto, reverter integralmente para os proventos obtidos pelo estabelecimento "Farmácia Alto da Eira”.