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No caso em apreço, tal situação não só resulta da decisão do agente de execução de 08/10/2015, a que a recorrente alude nas alegações de recurso em prol da alteração da matéria de facto, como foi consignada na sentença, quando se concluiu, quanto ao requisito da necessidade de existência de outros bens que igualmente garantam a satisfação integral do credor, que " incumbia à oponente a demonstração da demonstrou a existência de outros bens de valor inferior que permitissem a satisfação integral do credor, que tenham sido preteridos ou desconsiderados, e que satisfizessem os fins da execução”, e que a oponente não alegou a existência de outros bens que satisfizessem essa finalidade, o que não vem impugnado no recurso.