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Quanto ao mais, concordamos com a sentença do TAF de Aveiro, ao expressar, depois de sintetizar a posição controvertida das partes e dar nota das normas legais que enquadram a situação tratada nos autos --- e que aqui nos dispensamos de reproduzir --- , que: 		" Ora, resulta da factualidade assente que a Autora foi punida pela prática de 47 infracções administrativas cada uma punida pelo n. 2 do artigo 13 da Lei do Jogo com multa até € 2 992,79, por violação do estabelecido na alínea do n. 2 do artigo 3 da Lei do Jogo, por ter obrigado os seus funcionários, que já não se encontravam de serviço e por isso se encontravam desfardados, a atravessar a Sala Mista do Casino e ...) com o intuito de os fazer dirigir para o exterior do Casino referido, procedimento que se verificou no final das partidas dos dias 22011 a 012011; que a multa que lhe foi aplicada foi precedida de um processo administrativo que foi aberto por determinação do Director do Serviço de Inspecção de Jogos, que nomeou ainda um instrutor que procedeu à instrução de todo o processo; que no âmbito deste processo administrativo a Autora foi notificada da factualidade que lhe era imputada, das infracções cometidas e multa aplicável, tendo-lhe sido dado prazo para se pronunciar, o que fez, após o que o instrutor elaborou um relatório final; que no final deste processo administrativo, com referência àquele relatório final, foi ainda elaborado um parecer subscrito por um outro inspector; e ainda que foi a vice-presidente do conselho directivo do Réu que, invocando o disposto na alínea do n. 3, do artigo  do Decreto-Lei n. 129/2012, de 22 de Junho, e as competências que lhe foram delegadas pela deliberação do conselho directivo n. 987/2013, que apresentou uma proposta no mesmo sentido, a qual foi submetida a deliberação da Comissão de Jogos, tendo sido aí determinado aplicar à Autora a indicada multa de €2 992,79, nos termos constantes daquele relatório, parecer e proposta factos assentes nas alíneas,, a).