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Resulta do que se vem dizendo, que tendo, no caso, os 4s Réus declarado simuladamente doar aos 2 e 3 Réus, seus netos, os prédios objeto da escritura de doação outorgada em 31 de janeiro de 2011, quando aqueles pretendiam efetivamente doar esses prédios aos 1s Réus, não tendo os 2 e 3 Réus celebrado com os 1s Réus o negócio mediante o qual transmitiram para os últimos os prédios objeto da doação, dando assim concretização prática à doação real, dissimulada, oculta ou latente que os 4s Réus pretenderam efetivamente celebrar com aqueles 1s Réus mediante a celebração da enunciada doação simulada, jamais, segundo os defensores deste tese, podia o tribunal a quo julgar procedente o pedido formulado pelos Autores/apelantes sob a alínea do petitório vertido na petição inicial, declarando válido e eficaz o negócio de doação dissimulado que os 4s Réus quiseram efetiva e realmente fazer aos 1s Réus.