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1-Posto isto, o Cabeça de Casal socorreu-se do disposto no artigo 2, n. 1 do Regime Jurídico do Processo de Inventário para requerer a notificação da Requerida para que esta facultasse o acesso aos bens móveis comuns, designadamente, "quadros, outras obras de arte e peças decorativa 1-Em 24 de Fevereiro de 2015 foi proferido despacho de indeferimento do pedido de notificação da ora Requerente, donde consta que "não é justificável que o cabeça de casal, e entenda-se também requerente, que teve a iniciativa processual relembre-se que o processo de inventário deu entrada neste cartório notarial no dia 30 do mês de julho de e volvidos mais de seis meses desde a interposição da acção, adiou consecutivamente a apresentação da relação dos bens que compõe o património conjugar.