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Por isso concluiu que não gozou anualmente – de 2003 a 2015 – 5 dias de férias, pelo que as mesmas lhe devem ser pagas, no referido montante total de €  821,1Tendo-se procedido à audiência de partes, e não se tendo logrado obter o acordo das mesmas, contestou a Ré, por excepção e por impugnação: por excepção, invocando, face ao disposto no n. 2 do artigo 33, n. 2, do Código do Trabalho, a prescrição dos alegados créditos do Autor vencidos há mais de cinco anos; por impugnação, alegando que por força da sua organização produtiva pratica horários concentrados, de cerca de 11 horas por dia, mas apenas em 4 dias da semana e com folgas subsequentes de 3 ou 4 dias, sendo que de acordo com tal regime de horários o Autor gozou em cada ano 23 dias de férias.