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Não obstante, conjugando tal conclusão com o teor da respectiva motivação, sempre se diga, sucintamente, não ter sustentação bastante a invocação do recorrente quando alega, em abono da sua tese, que ao indeferir a verificação da invocada prescrição da "coima” nas condições e moldes supra evidenciados, pôs o tribunal a quo em causa a segurança, confiança e a expectativa dos direitos e garantias processuais do arguido, sendo certo que, em face do despacho de 05/09/2019, sempre acreditou, criando legítimas expectativas nesse contexto, na procedência do recurso interposto, em busca de justiça em face de uma decisão imprópria, convencido que o prazo que o alcance desse desiderato fosse necessário não seria revertido contra si, designadamente, suspendendo o normal decurso do prazo de prescrição da pena.