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Diremos apenas, em termos circunstanciais, que alguns dos factos erigidos pelos Serviços de Inspecção tem directamente a ver com decisões estratégias da empresa, pior ou melhor sucedidas, revestem sem dúvida uma vertente subjetiva; comparam-se realidades diferentes, porque contextualizadas em pressupostos diversos, como o caso da formação financiada e não financiada; depois também não são apresentados argumentos que possam afastar os conhecimentos dos formadores e a não oportunidade dos cursos ministrados em face da categoria dos trabalhadores, imputam-se efeitos de comportamentos de terceiros à Recorrida, sem que haja um fio condutor que permita ajuizar que esta tinha conhecimento de factos que não estão diretamente no campo do seu controle ou conhecimento; os meios de pagamento das faturas são os cheques, fazendo-se considerações sobre as vicissitudes que os acompanham sem trazer o elo de ligação entre as vicissitudes apontadas e quem paga através deste meio de pagamento; irregularidades contabilísticas de terceiros para descredibilizar as operações descritas nas faturas; a incapacidade económico-financeira ou da existência de stocks da empresa P., as irregularidades da empresa T. também não está suficientemente estruturada porque assenta única e exclusivamente em declarações periódicas apresentadas, ou não, ficamos tão só com a diferença de preço relativamente aos fornecedores habituais, sem mais dados que permitam inferir existir uma forte e injustificada discrepância.