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No recurso que interpôs para o Tribunal da Relação ..., o recorrente, não se debruçou de forma exaustiva sobre a matéria dada como provada e não provada, por considerar que estava em causa, essencialmente, a aplicação do direito, situação que ora se mantém;  Está em causa a determinação dos efeitos jurídicos, da declaração de cessação do Contrato de Trabalho Temporário promovida pela  Ré, na relação de trabalho sem termo entre o recorrente e a  Ré; e  O efeito jurídico da não prestação de atividade do trabalhador num intervalo de 5 dias seguidos, no seguimento da referida declaração;  A determinação da categoria e progressão do trabalhador na carreira profissional;  A determinação do valor e pagamento da retribuição e das ajudas de custo previstas em convenção coletiva e não pagas e não constantes dos recibos de remunerações, juntos aos autos; 1 O pagamento de trabalho suplementar, das anuidades e da distribuição de lucros, isto é, das prestações previstas na convenção coletiva aplicável; 1O Autor entende que a matéria dada como provada e não provada, não conduz á decisão proferida pelo Acórdão Recorrido e que o sentença devia ter sido revogada: 1 Ou porque a prova se mostra insuficiente, como sucede na decisão sobre o valor da retribuição; 1 Ou porque, em matéria dada como não provada, a decisão consistiria na mera aplicação da convenção coletiva aplicável e o meritíssimo Juiz da  Instância entendeu que o Autor não fez prova dessas prestações; 1 Ou porque não esclarece, como é que a declaração de cessação do Contrato de Trabalho Temporário produz efeitos na cessação do contrato sem termo entre o recorrente e a  R; 1E quais os fundamentos da cessação do contrato sem termo, quando remete essa conclusão para o facto de o trabalhador ter estado em inatividade forçada) por um período de 5 dias; 1 Nomeadamente qual o fundamento ou fundamentos para aplicar o instituto da prescrição e as razões da não interrupção da mesma; 1Ainda relativamente às prestações previstas em convenção coletiva Acórdão recorrido entendeu que o então autor não fizera prova negativa do seu pagamento; 1 Sendo que, desvalorizou os registos prestacionais inscritos nos recibos de salário juntos aos autos, recibos que não foram impugnados por nenhuma das Rés foram aceites por; 1 Os recibos de salários e ajudas de custo, e o CTT, declarado nulo esgotam o acervo de documentos probatórios sobre esta matéria e encontra-se, todos eles, nos autos; 2 Não resulta de nenhum desses documentos que o recorrente tenha recebido anuidades e participação nos lucros; 2 Aliás, seguindo um critério muito próprio, foi essa mesma prova documental, nomeadamente os recibos aceites por acordo, em que o meritíssimo juiz da  Instância se apoiou, para qualificar como retribuição todos os valores recebidos pelo recorrente; 2E remeter à Autoridade Tributária, para liquidação em IRS, sem se debruçar, e muito menos pronunciar-se porque ignorou os factos provados na sentença sob os n.s 83, 84 e 85 deslocações); 2 Quanto aos fundamentos relativos á invocada prescrição do direito de impugnar o que teria sido a cessação do contrato de trabalho sem termo entre o recorrente e a  Ré, importa dizer que o recorrente retomou a atividade profissional, no mesmo local de trabalho e para exercer as mesmas funções, após um intervalo de 5 dias; e que 2Esses 5 dias ainda se encontram em divida, e são devidos ao recorrente.