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Tal como é referido no Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, citado pela executada, datado de 20-06-2012, disponível em www.dgsi.pt, "O princípio da proporcionalidade não pode, porém, fundamentar a não realização coactiva da prestação, e., não pode por em causa a realização da prestação que documentada no título executivo, conclusão que vale mesmo para o caso em que o valor do crédito exequendo seja diminuto.” No presente caso a Executada está em débito em € 14065,00, desde 30 de Agosto de 2016 último dia de e quanto à quantia de € 2000,00, relativa ao valor da cláusula penal, desde o dia seguinte ao do incumprimento.