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Que os filhos dos 4s Réus receberam prédios de valor sensivelmente igual, tendo havido intenção dos 4s Réus em doar aos filhos prédios sensivelmente com o mesmo valor é corroborado pela testemunha G. e pelos próprios 4s Réus, que desmentiram a versão dos factos apresentada pela testemunha F. que pretendeu que não houve aquela preocupação dos pais em igualizar os filhos quanto ao valor dos prédios que lhes doaram e que, inclusivamente, partiu dele e dos irmãos a iniciativa de sugerir ao pai – o 4 Réu – de doar prédios aos filhos da 1 Ré F., já que o último não tinha pretensamente vontade de doar nenhuns prédios à 1 Ré, F., por via de pretensamente com ela não falar, pretendendo o identificado F. que o pai doou os prédios aos filhos que cada um já agricultava, o que diga-se, foi desmentido categoricamente pela testemunha G. e pelos 4s Réus, que referiram que aquela preocupação de igualizar os filhos existiu efetivamente, referindo, por sua vez G. e o 4 Réu G., que os campos doados eram agricultados pelos pais, limitando-se todos os filhos, à exceção pretensamente da F., a ajudá-los na agricultura desses prédios, e ter sido do 4 Réu G. quem partiu a iniciativa de pretensamente doar os prédios aos netos, porque alegadamente tinha uma paixão muito grande pelos últimos e encontrava-se de relações cortadas com os 1s Réus).