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E dizemos em princípio pois que se poderá eventualmente considerar que se tem por salvaguardada, neste âmbito, a possibilidade, por acordo expresso das partes, dentro do princípio da liberdade contratual, por não existir nesse âmbito norma imperativa que o afaste, de poderem ser gozados os proporcionais de férias, dentro desse período de pré-aviso 15, situação que, porém, sequer importa no caso apreciar, pois que, face ao que se provou, não podendo ter-se como expressa essa vontade do Autor/trabalhador na carta ponto 1 da factualidade que enviou a 28 de Setembro de 2016 – dizendo-se apenas nessa que pretende "gozar o período de férias a que tenho direito”, como se viu anteriormente, nesse momento o direito a gozar as férias referentes aos proporcionais desse ano ainda não se encontravam vencidas –, antes pelo contrário, como resulta dos pontos 1, 1 e 1, deparamo-nos com uma sua recusa a esse gozo.