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Por fim, pugnam os recorrentes pela revogação do decidido relativamente à condenação como litigantes de má-fé, considerando que o Tribunal fez errada interpretação e aplicação da norma do artigo 45 CPC à situação dos autos, em suma, pelo seguinte: - Os exequentes ao afirmarem que os vícios se mantinham em 29 de Agosto de 2008, fizeram-no na convicção de que o cumprimento defeituoso deve ser considerado e considerado como incumprimento: Afirmar que os vícios se mantinham em Agosto de 2008 significa apenas e só afirmar que quando os executados deram as obras por concluídas, alguns vícios não tinham sido reparados e outros tinham sido deficientemente reparados; - Os exequentes não quiseram enganar ninguém, nem faltar conscientemente à verdade, tendo sido quem pediu uma perícia de avaliação dos danos por perito nomeado pelo tribunal, bem sabendo que nessa perícia iria ficar claro o que estava e não estava corrigido e não se diga que os exequentes tinham interesse em retardar a tramitação do processo, por causa do pedido de € 000,00 mensais que peticionaram.