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O autor e recorrente conclui a alegação de recurso nos seguintes termos: 	o prazo de prescrição só deverá ser contado a partir do momento em que a conduta omissiva ilícita cessou; 	e o recorrente teve um conhecimento completo sobre os pressupostos da responsabilidade ; 	mantendo-se o facto ilícito, no momento em que a ação foi instaurada, não há lugar a prescrição; 	o conhecimento do direito não pode ser retirado de requerimentos apresentados pelos mandatários do recorrente, tendentes à aceleração do processo; 	tanto mais que esse direito se consolida pela avaliação das circunstâncias especificas da tramitação processual ao longo da sua vigência; 	e os danos foram sendo provocados durante esse decurso; 	a douta sentença proferida violou, pelo exposto, o disposto no art 498, n 1 do Código Civil.