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Assim sendo, como se afigura que é, ao afirmar: - «que não foi a Entidade Bancária que disponibilizou o Crédito à Habitação à Autora, aqui Recorrida, que recusou celebrar a escritura»; - que «foi, ao invés, uma Entidade terceira e externa ao Banco», sem, no entanto, afirmar a que entidade se refere; - que «o Banco nunca poderia, porque não tinha legitimidade para a celebração da Escritura», quando, ao que tudo indica, o banco seria entidade mutuante, credor hipotecária, logo, necessariamente, outorgante no contrato definitivo; - que «poderia sim, ter recusado a documentação que instruiu o pedido de crédito, o que são situações distintas», quando foi exatamente o banco fez, ainda que por via da dita «plataforma eletrónica», a apelante pisa caminhos que se situam na fronteira da litigância de má-fé.