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E, pese embora, a A./recorrente se referir aosmesmos, sob a epígrafe de "Factos que constam da matéria julgada como provada e que deveriam ser dados como nãoprovados”, o que se verifica e decorre da conclusão 48 da sua alegação é que, a pretensão deduzida, é que os factos,dos referidos pontos,, e, "deveriam ser alterados no sentido mencionado no ponto pelas razões aíinvocadas, deixando de estar no elenco da matéria provada nos moldes em que estão formulados” e, não como, como se poderia julgar "não provados”.Assim, atenta a correspondência, entre o que consta destes factos e o que se pretende seja dado por provado nomencionado ponto da alegação, ambos, referentes àquela factualidade alegada na p., consideramos ser deproceder à sua apreciação, em conjunto e atentas as provas indicadas pela recorrente e produzidas nos autos,analisarmos se a factualidade alegada pela A. naqueles artigos 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 15 e 16, da p., se mostra ou não provada e, eventualmente, proceder à alteração, ou não, da redação que lhes dada pelo Tribunal "a quo” e que consta dos pontos,, e dos factos dados como provados.Diga-se, ainda, que o exposto não configura a omissão de pronúncia quanto à apreciação de qualquer factualidade impugnada, em concreto, como se poderia ser levado a pensar, no que toca àquela que a recorrente considera não consta "do elenco da matéria dada como provada”.