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), sempre será absolutamente irrelevante a pretendida alteração do facto constante da alínea r. dos Factos Não Provados, presumivelmente com vista à responsabilização da  Ré e consequentemente, da Seguradora, ora; - Na verdade, tendo os pedidos formulados pela A. nos autos contra a Ré advogada, e contra a Seguradora, ora Recorrida, sido deduzidos a título meramente subsidiário, e apenas na eventualidade de se julgarem improcedentes os pedidos principais formulados pela A. contra os 4 primeiros Réus o que, in casu, não, tal circunstância sempre determinará a necessária inexistência de quaisquer danos decorrentes da actuação profissional da aqui  Ré advogada posta em crise nos presentes no âmbito do negócio jurídico cuja anulação e/ou nulidade se requer; - De facto, resulta claro quer pela factualidade alegada pela A. na sua douta petição inicial, quer pelos pedidos que a A. concretamente formulanomeadamente quanto à declaração de nulidade/anulabilidade dos referidos contratos de compra e venda e de, a inexistência de qualquer prejuízo concretamente sofrido pela A. em decorrência da actuação profissional que imputa à aqui  Ré, Dra.