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Passado  171) O arguido AA foi condenado, em 16-03-2015, por um crime de consumo de estupefacientes, praticado em 01-10-2014, na pena de 10 dias de multa, à taxa diária de 05,00€, tendo a sentença transitado em julgado em 24-04-2015 já extinta pelo.»  E considerou os seguintes factos não provados: transcrição)  «Mais nenhum outro facto se provou com relevo para a decisão, designadamente os seguintes:  Das acusações  a) Que a união de facto referida no ponto se iniciou em janeiro de 2018;  b) Que na altura e circunstâncias descritas no ponto a ofendida BB tentou, por três ou quatro vezes, sair daquele local, impedindo-a o arguido de o fazer e obrigando-a a permanecer no interior daquele veículo;  ) Que na altura e circunstâncias descritas no ponto o arguido imprimiu ainda mais velocidade à autocaravana;  ) Que na altura e circunstâncias descritas no ponto o arguido atuou por forma a atropelar os referidos HH e GG no sentido de intenção de os;   e) Que na altura e circunstâncias descritas no ponto o arguido imprimiu maior velocidade à autocaravana e direcionou-a a essa viatura policial e aos referidos agentes da PSP no sentido de intenção de os;  f) Que o descrito no ponto ocorreu pelo menos desde janeiro de 2018;  g) Que nos dias 12 e 13 de julho de 2018 o arguido logrou que a ofendida BB se mantivesse no interior da autocaravana contra a sua vontade, visando privá-la da sua liberdade de movimentos;  h) Que os produtos estupefacientes mencionados nos pontos e eram todos destinados à venda;  Dos pedidos cíveis  ) Que o demandado AA atuou com a intenção de tirar a vida ao demandante GG;  j) Que a demandante BB, em consequência dos atos do demandado, chegou a verbalizar ideação suicida, designadamente dizendo "tenho medo de " e "preciso de ser medicada", motivo pelo qual foi encaminhada para consulta de psiquiatria, com fundada suspeita de depressão major;  ) Que o descrito em ainda hoje se verifica;  ) Que a demandante perdeu parte da sua motivação, sentindo-se constantemente inquieta em face do sucedido, com receio de que os factos se repitam;  n) Que todo o mediatismo do presente caso designadamente reportagens, entrevistas e comparências em programas faz a demandante reviver, regularmente, os episódios de que foi vítima.»  A fundamentação de facto encontra-se motivada do seguinte modo: transcrição)  «A formação da convicção do Tribunal Colectivo baseou-se na globalidade das provas produzidas, em conjugação e confronto, analisadas e valoradas segundo as regras da experiência comum e a normalidade das coisas art.