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- O incumprimento de tais ónus – prescritos para a delimitação e fundamentação do objecto do recurso de facto – impedem a Relação de exercer os poderes-deveres que lhe são atribuídos para o respectivo conhecimento.”  No mesmo sentido vai a jurisprudência desta Secção Social do Tribunal da Relação de Guimarães, conforme se exemplifica com o Acórdão de 15 de Março de 2016, proferido no âmbito do processo n. 762/10TTVCT.G1, relatado pela ora Relatora, com o seguinte sumário:  "- O ónus de alegação no que respeita à impugnação da decisão da matéria de facto impõe ao recorrente, sob pena de rejeição do recurso, a concretização dos pontos de facto que considera incorrectamente julgados, a enunciação da resposta alternativa que lhes devia ter sido dada e a apreciação crítica dos meios de prova que sustentam essa resposta, com especificação das passagens da gravação em que se funda, se for o caso art.