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atende-se à envolvente descrita, que os edifícios nessa envolvente possuem entre três a cinco pisos, pelo que é adequado adotar três pisos acima do solo, como o valor médio, constatando-se ainda que nessas construções, na envolvente, a área de implantação é sempre superior a 50% da área do terreno, exceto um ou outro caso pontual, razões pelas quais, ou seja, se a área de implantação é superior a 50%, e tendo em média a cércea de três pisos acima do solo, o COS m2/m2) será sempre superior a 150%, a saber, superior a 1,50 m2/m 23- Em resultado, face à área total dos dois prédios parcelas 1J + de 356 m2, área de implantação acima do solo de 1400 m2, área de construção total acima solo de 534 m2 COS =1,5 m2/m2), área de construção abaixo do solo de 1400m2, área construção total acima e abaixo do solo de 934m2 534m2+1400m2), custo de construção de 900,00 €/m2 e aos coeficientes do artigo 26 ns 6 e 7 CExp99 de 25%, obtém-se como valor do m2 do solo a quantia de €409,8 24- Pelo que o valor da parcela 1 J é de €57734,00 409,81 x 1400, e da parcela 1 H é de €21398,30 409,81 x 295 25- A expropriante atrasou o andamento do procedimento administrativo, incumprindo os prazos processuais para a conclusão do mesmo e sua remessa a Juízo, pelo que, sem qualquer causa justificativa, o procedimento esteve parado e por causa imputável à inércia da entidade expropriativa, o que é causal da obrigação dela em ressarcir os expropriados nos juros moratórios sobre o capital da justa indemnização acima calculada, juros esses calculados de acordo com o disposto no art.