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Se assim fosse, como bem denota o julgador, tendo a retenção sido feita em 6 de Abril de 2005 e o pedido de revisão sido suscitado em 6 de Abril de 2009, tal pedido seria extemporâneo segundo aquele prazo de dois anos, iniciado no dia 1 de Janeiro de 200 Mas, tal se demonstra na sentença, esse raciocínio incorre num equívoco na medida em que o procedimento que precedeu a presente impugnação não foi o de reclamação graciosa da retenção na fonte ali previsto, mas sim um de revisão desse mesmo ato de retenção, sendo por referência a este e não àquele que a tempestividade ou intempestividade da presente impugnação tem de ser avaliada.