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20 daquele diploma, que estes devem ser considerados como proveito a incluir no resultado líquido do exercício do ano da tributação;  F) Os subsídios à exploração são aqueles que têm como objetivo primordial cobrir défices de exploração, compensar excessos de custos e perdas correntes ou insuficiências de proveitos e ganhos correntes;  G) Os subsídios ao investimento visam o investimento na aquisição de ativos imobilizados, subsídios à criação de postos de trabalho e subsídios à formação profissional;  H) No caso em apreço, os subsídios ou ajudas concedidas pelo IFADAP, não visam uma qualquer comparticipação à aquisição ou construção de bens do ativo imobilizado, criação de postos de trabalho ou formação profissional;  ) Ao invés, tratam-se de subsídios à exploração consubstanciado na adaptação e consciencialização de métodos de produção agrícola compatíveis com as exigências de proteção do ambiente e à preservação do espaço natural – medidas Agroambientais;  J) Atendendo à necessária consciencialização ambiental, tiveram os agricultores da comunidade europeia de se adaptar às novas políticas ambientais e, em consequência, prescindir da aplicação de certos produtos químicos e se comprometerem, tal como se refere o Regulamento /CEE) n. 2078/92 do Conselho Europeu, a "explorar a terra por forma a proteger, preservar ou melhorar o ambiente e o espaço natural e a evitar qualquer nova intensificação da produção agrícola.”;  K) Começando o dito Regulamento, desde logo, por traçar vários considerandos, nos quais se evidenciam as razões por que se devem pautar as ajudas a efetuar pelos países aderentes, daí resultando que as mesmas se devem, no seu essencial, a compensar as exigências da proteção do ambiente e à preservação do espaço natural, nomeadamente pela redução dos efetivos das explorações agrícolas ou do número de animais por hectare, a retirada das terras aráveis Regulamento consultável em https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/186f7f7e-fa11-4d71-b33d-531c8f4c48bc/language-en/format-PDF/source-search);  ) Foi na sequência do mencionado Regulamento que foi publicada a Portaria n. 85/98 de 19 de fevereiro, a que a sentença recorrida, amplamente, se refere, a qual, ao contrário do que o Tribunal a quo fez, não pode ser analisada à margem daquele, pois é aquele que explica e define as diretrizes pelas quais se pautam os pagamentos de tais subsídios ou ajudas aos agricultores portugueses;  ) É nesse contexto que a Portaria é publicada, tal como decorre do preâmbulo da mesma;  N) Mais deveria o Tribunal a quo atender aos documentos juntos no procedimento de Reclamação Graciosa, apenso aos autos, deduzido pela aqui Recorrida, Impugnante;  O) No procedimento de Reclamação Graciosa, foi junto acervo documental no sentido de demonstrar que, efetivamente, os subsídios concedidos pelo IFADAP se tratavam de subsídios à exploração, nomeadamente o processo de candidatura aos mesmos, como também nessa sede, foi o IFADAP indagado sobre a classificação dos subsídios em causa, tendo este informado que os mesmos foram concedidos com a finalidade de reduzir custos correntes de exploração, já que as referidas ajudas foram pagas através de candidatura às medidas Agro- Ambientais – Montados de Azinho e Sistemas Forrageiros Extensivos fls.