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Mas, salvo o devido respeito, esse facto não nos permite concluir que a dívida em causa tenha sido contraída em proveito comum do casal, já que, perante esse facto, a única coisa que poderemos concluir é que a remuneração do Réu, enquanto gerente daquela empresa, revertia em proveito comum do casal; mas nem sequer nos será permitido afirmar que o resultado da actividade exercida por essa empresa em cujo benefício a dívida foi contraída) também revertesse, directamente, em proveito comum do casal, já que não resultou provado que o Réu, além de gerente, também fosse dono ou sócio tudo indica que também seria, já que, de outro modo, não se perceberia que tivesse contraído um empréstimo em benefício da empresa, mas a verdade é que não está provado e só aos factos provados poderemos.