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Na verdade, apenas a testemunha, A. N. filho dos Réus e, nessa medida, naturalmente interessado em defender tal, sem situar em concreto tal acordo em termos temporais, sustentou a ideia de que teria havido um acordo entre os comproprietários no sentido de dividir o logradouro em áreas de sequeiros para cada um dos contitulares, no que foi contrariado, de forma convicta e convincente, pelas "comproprietárias”; N. F. e R., cujos depoimentos nesse ponto merecem uma credibilidade superior, desde logo, porquanto nenhum dos comproprietários com excepção dos Réus e apenas desde há 2-3 anos, conforme salientado pela testemunha R.) vedou uma área que entendesse ser correspondente à respectiva quota no logradouro.