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Ainda a respeito das considerações e contexto referidos pela AT, com base nos quais a mesma concluiu que a justificação apresentada, atinente à origem dos meios financeiros provindo da H..... para o Recorrente, com base em contrato de mútuo entre ambos, não era atendível atenta a "irrecuperabilidade", desde o início, do valor do mútuo pela H....., cumpre destacar que se, essa justificação, não era, no entendimento da AT, atendível a título de justificação para o acréscimo de património aqui em causa, com base na irrecuperabilidade pela H..... do valor em causa, ante o referido contrato no contexto assinalado pela AT, ab initio - não apresenta congruência a consideração de que, por força de cláusula integrada no mesmo contrato, quanto ao termo do prazo do empréstimo, o acréscimo de património apenas se tenha considerado verificado no ano de 2015, por não ter sido amortizado e não ter sido demonstrado terem sido encetadas diligências com vista ao seu recebimento pela mutuária H...... 	Pois, dúvidas não há de que as transferências de valores monetários da H..... para o Recorrente tiveram lugar entre 102013 e 202014, perfazendo o total de € 38250,00, e de que a sua aplicação pelo Recorrente, na realização de prestações suplementares naO....., teve lugar entre 312013 e 21201 	E, a não serem, pelas circunstâncias elencadas no RIT, referenciadas na oposição apresentada a este Recurso pela Autoridade Tributária e Aduaneira, desde o início, as referidas prestações suplementares suscetíveis de serem justificadas quanto à proveniência dos valores monetários que permitiu ao Recorrente realizá-las - pelos meios de pagamento que demonstram as transferências de valores em 2013 e 2014, contrato de mútuo de 102013 e registos contabilísticos atinentes ao mesmo mútuo, na sociedade H....., em 2013 e 2014 - o acréscimo de património do Recorrente, traduzido pela realização de prestações suplementares no valor de € 38250,00, não deixou por isso de se ter verificado nos anos de 2013 e 201 	Não apresentando congruência que, para efeitos da reunião dos pressupostos da alínea do artigo 8 da LGT, no ano de 2015, se afirme que o acréscimo de património correspondente às prestações suplementares realizadas com o valor do mútuo ocorreu na esfera jurídica do Recorrente no ano de 2015, em função de cláusula atinente ao prazo do mútuo de 2 anos desde a entrega dos primeiros valores mutuados, integrada em contrato de mútuo que se entendeu não ser suscetível de justificar a origem dos valores em questão.