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Funcionária e da Meritíssima Juiz de Direito que presidiu a toda a diligência, é que ditaram a redacção constante do documento em causa;  – Pelo que a Sentença proferida e transitada em julgado pois não foi objecto de foi a seguinte: "Depois de apreciar os acordos juntos, entendo acautelarem eles suficientemente os interesses de cada um dos cônjuges e bem assim da sua filha menor, B. S., nascida a , pelo que os homologo, no que respeita ao período posterior à pendência do processo” sublinhado;  – As partes apresentaram um requerimento conjunto no próprio dia 12-02-2018), tendo a Meritíssima Juiz de Direito que presidiu à diligência em causa decidido o seguinte: "Na verdade, a acta nos termos em que está redigida retrata o que ficou acordado na diligência pelos progenitores e, por isso, não é objecto de rectificação” sublinhado;  – Tal Decisão, proferida pela Meritíssima Juiz de Direito que presidiu à diligência em causa, e que também transitou em julgado, encerra definitivamente a questão, o que significa que inexiste qualquer possibilidade de rectificação, pelo que qualquer outra "pretensão dos requerentes apenas poderá ser entendida como uma alteração” sublinhado -Despacho de 19-02-2018 transitado em julgado;  – Ora, tendo sido requerida uma rectificação, tal hipótese estava vedada por Decisão anterior e que já transitou em julgado, pelo que, além de tal já resultar patente nas alegações de recurso, para que não subsistam dúvidas, importa agora precisar e indicar expressamente tal circunstância reiteradamente ignorada, sem prejuízo do seu conhecimento oficioso;  – Sem prejuízo de tudo o quanto foi invocado em sede de alegações de recurso, importa ainda acrescentar que do antes exposto resulta que o Tribunal deixou de pronunciar-se sobre a referida questão das Decisões transitadas em julgado, o que implica a nulidade da Decisão ora em causa, nos termos e para os efeitos da al., do n. 1, do artigo 615, do CPC, o que se invoca e requer;  – Por outro lado, não sendo admissível qualquer rectificação, a ser deferida a pretensão do requerente, apenas poderia ter ocorrido enquanto alteração, o que consubstancia uma Decisão sobre objeto diverso do pedido, o que implica a nulidade da Decisão ora em causa, nos termos e para os efeitos da al., do n. 1, do artigo 615, do CPC, o que se invoca e requer;  – No que concerne à gravação agora referida na Decisão ora em causa, importa antes de mais precisar que o primeiro "bloco” com 38 minutos e 47 corresponde à primeira parte das conversações sem resultados, tendo sido sugerido e aceite pelas partes que conferenciassem em particular com os respectivos Mandatários com vista ao desbloqueamento das negociações;  – O segundo "bloco” das gravações corresponde ao que sucedeu depois dessa interrupção, sendo que no regresso as partes não traziam ainda qualquer entendimento definido, tendo a discussão incidido sobre a permanência da menor com o pai desde quinta-feira a segunda-feira fim-de-semana);  – Pelo que não se percebe que relação têm as passagens assinaladas na Decisão agora em causa ��3m38s” e "8m47s”) com a matéria em discussão, visto que essas passagens se reportam à extensão do fim-de-semana em que a menor estará com o pai e nada mais de quinta a segunda, ou de sexta a;  – A alteração defendida pela progenitora nada tem que ver com os fins-de-semana do pai, mas antes com as folgas à semana: "O pai terá a menor consigo, durante a semana, com pernoita, nas folgas que não coincidam com as quartas, quintas e a sextas - feira do fim de semana em que a menor deva estar consigo” sublinhado;  – De mais a mais, as passagens assinaladas apenas trazem fundamento ao alegado pelo recorrente, designadamente que na perspectiva Meritíssima Juiz de Direito que presidiu à diligência em causa o pai não deveria passar muito dias sem ver a menor, e o próprio Ministério Público refere aos 06:18 minutos as folgas generosas do mesmo;  – Sendo que não foi equacionado o objecto da alteração em causa, ou seja, que "O pai terá a menor consigo, durante a semana, com pernoita, nas folgas que não coincidam com as quartas, quintas e a sextas - feira do fim de semana em que a menor deva estar consigo”;  – De referir que as diversas vozes audíveis pertencem à Meritíssima Juiz de Direito que presidiu à diligência em causa, à Digníssima Magistrada do Ministério Público, à Progenitora e ao respectivo Mandatário, denotando-se o silêncio transversal do progenitor;  – Pelo que além das passagens invocadas nada terem que ver com o tema a decidir, não se consegue compreender como é que do referido silêncio do progenitor durante essas passagens se consegue extrair a ausência de discordância e muito menos qualquer concordância, a qual se quer expressa, para não dizer inequívoca;  – A única coisa que se pode extrair é que o progenitor não fez ouvir a sua voz ao mesmo tempo que as outras, tal como sucedia com os outros intervenientes, apenas aguardando pela sua vez de poder falar ou que lhe fosse dada a oportunidade de expressar a sua opinião, tal era a patente preocupação com a vontade da progenitora;  – Reiterando-se que a discussão em curso, entre o Tribunal, o Ministério Público e a Progenitora, versava sobre os fins-de-semana e não sobre as folgas semanais do pai!