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Quanto a VA a mesma referenciou, a respeito do relacionamento da autora com o cão, num primeiro momento de forma bastante afirmativa que, "como grupo de amigos frequentávamos o mesmo espaço de convívio – esclarecendo a testemunha que tal sucedia junto à Igreja da Brandoa - , mas a criança nunca mexeu no cão; nunca houve contacto físico, porque os pais da  não deixavam e o réu também não queria desrespeitar os pais e não deixava mexer no cão”, mencionando que, "por norma, os cães estavam presos, principalmente o do Sr. F por ser um cão mais elétrico, estava preso”, e acabando por referir, com menos afirmação, não se recordar de brincadeiras entre a autora e o cão do réu, nem ter visto a autora dar comida ao cão do réu, dizendo que os pais da autora não deixavam aproximar-se do cão do réu "em demasia”.