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12 Em breve síntese, considerou-se na sentença que a ré, ao acrescentar à expressão genérica "fábrica dos chapéus” a expressão "by Gi Calhau” e o chapéu com a pena "fez com que a sua marca genérica tivesse suficiente distintividade para poder ser registada”; que a marca "fábrica dos chapéus”, que o autor alega ter sido por ele concebida o que não se não foi registada; que não procede a afirmação do autor de que a ré registou a sua marca para o prejudicar, pois ficou provado que, quer o autor, quer a ré e a sua mãe sempre a usaram; que o registo da marca da ré lhe concede "o direito de impedir terceiros de, sem o seu consentimento, usar, no exercício de actividades económicas, qualquer sinal igual ou semelhante em produtos idênticos ou afins ao da marca registada”; o que conduz à improcedência dos pedidos de se julgar "abusivo o direito exclusivo da R. em usar a marca que registou e de se declarar que o A. pode continuar a usar a designação ‘fábrica dos chapéus´”; tem o direito de usar a firma "Fábrica dos Chapéus de VPM Barbosa, Unipessoal, Lda.,” "mas tal qual a mesma foi registada”.