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65, de 27 de novembro de 2007 – montante máximo assegurado de 09000,00 euros; k) A sociedade comercial ", Lda.” foi constituída a 21 de junho de 2001 como sociedade unipessoal e, a 27 de julho de 2011, foi transformada em sociedade comercial por quotas, tendo como sócios AB..., AC e .. e como gerentes os dois últimos; ) O seu objeto é a construção e reparação de edifícios; ) A 1 de dezembro de 2014, no processo n. 73/19T8OAZ, do Juízo de Comércio de Oliveira de Azeméis – Juiz 2, foi proferida sentença, transitada em julgado no dia 22 dos mesmos mês e ano, que declarou a sua situação de insolvência; n) A "K... – Sociedade de Construções, S.A.” e a ".., Lda.” celebraram um acordo, a 24 de outubro de 2007, mediante o qual esta se obrigou a realizar a obra de trolha, com fornecimento e aplicação dos respetivos materiais, pelo preço de 56000,00 euros, acrescido de IVA à taxa em vigor, referente à construção de um prédio em terreno situado na Rua , freguesia de ..., concelho de Vila Nova de Gaia, nos termos do documento n. 1 junto com a reclamação de créditos, cujo teor se dá aqui por reproduzido; o) O prédio construído corresponde ao prédio urbano descrito na  Conservatória do Registo Predial de Vila Nova de Gaia, freguesia de ..., com o número 3309/20060731, constituído em propriedade horizontal a 19 de dezembro de 2009, pelas frações autónomas designadas pelas letras A, B, , , E, F, G, H, , J, K, , , N, O, P, Q, R, S e T; p) A insolvente, relativamente ao acordo referido na alínea, pagou à ".., Lda.” a quantia de 46504,02 euros, acrescida de IVA, a que dizem respeito as faturas n.s 362, 368, 374, 377, 380, 388, 392, 394, 401, 406, 410, 423, 425 e 468, respetivamente, de 4 de março, 16 de abril, 8 de maio, 13 de junho, 7 de julho, 11 de agosto, 10 de setembro, 8 de outubro, 7 de novembro, 5 de dezembro de 2008, 2 de janeiro, 15 de fevereiro, 10 de março e 8 de outubro de 2009, ficando em dívida o montante global de 12610,05 euros IVA incluído) 10495,98 euros + 211407 euros; q) A ".., Lda.” executou os trabalhos e entregou a obra à insolvente, com exceção da fração Q das referidas em, fração esta que não entregou à insolvente, mas apenas à Sra.