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180, n 6 do CPPT não impede a instauração e prossecução da execução por dívidas fiscais posteriores à declaração de insolvência, desde que sejam penhorados bens não apreendidos na massa insolvente»1 Do disposto nos n. 117 e 618, do artigo 18 do CPPT, seja a insolvência da devedora originária, decretada em 16/05/2016 n. 15 do probatório), seja a insolvência da devedora, responsável solidária, ora recorrente, decretada em 22/11/2012 n. 5 do probatório), não impedem, nem precludem o chamamento da oponente à execução, como responsável solidária, nem a eventual reclamação do crédito fiscal, seja no processo falimentar da primeira, seja no processo falimentar da segunda, uma vez observados os respectivos prazos e atendendo a que a execução fiscal foi avocada ao primeiro processo falimentar e o chamamento da oponente à execução foi remetido ao segundo processo falimentar n. 11 do probatório).