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E, ainda, que: a sentença recorrida não considerou os seguintes factos: as sociedades "Livre Essência, Lda.” e "Elixir dos Sentidos, Lda.” encontravam-se em plena actividade nos anos de 2014 e 2015, apresentando-se, nesses anos, com uma boa situação financeira, o que poderia ter permitido obter uma melhor cobrança dos créditos da Apelante, caso as acções tivessem sido propostas naquela altura; as entidades identificadas nas alíneas, e dos Factos Provados só foram accionadas em 2017, também devido à falta de documentos originais que titulassem as respectivas dívidas contratos originais e facturas vencidas e em dívida, também, o que motivou processos judiciais tardios, com prova débil, essencialmente testemunhal, o que levou a apelante a optar por celebrar transacções e acordos pouco favoráveis à sua pessoa, apenas no sentido de "salvar” uma pequena parte dos seus créditos; estas entidades, em 2017 e 2018, já se encontravam numa situação financeira difícil, por força da crise e de outros factores, o que dificultou, de forma significativa, a boa recuperação dos créditos da apelante; no caso do devedor Octávio Cardoso, a A. tinha duas livranças subscritas pelo próprio, acompanhadas de um documento de autorização de preenchimento, documentos esses, que constituíam títulos executivos, permitindo executar rapidamente o devedor, possibilitando a penhora de alguns bens que, em 2014 e 2015, poderiam servir para garantir o pagamento dos créditos cedidos à A. e tendo a acção contra o dito Octávio Cardoso sido instaurada em data muito posterior não podendo ser um acção executiva, mas sim, o resultado foi necessariamente diferente, numa fase em que esse devedor já se encontrava com dificuldades económicas no seu negócio, facto que não permitiu a cobrança integral do crédito - cfr.