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Em síntese, tal e como considerou o Tribunal "a quo”, não se mostram verificados os pressupostos materiais/substanciais previstos nas alíneas e do n. 2 do artigo 61 do CP, pelo que não é de conceder a liberdade condicional.” Concluindo, as exigências de prevenção especial são ainda de considerar e, em consequência, não é possível formular um juízo de prognose favorável quanto ao comportamento futuro do recluso, tanto mais que o mesmo insiste em mencionar que o homicídio foi acidental e refuta a intensão de matar, "factores de neutralização da sua culpa”, que não assume na plenitude,subsistindo assim razões de prevenção especial que obviam à sua libertação antecipada.