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f. Na fundamentação da sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, pode ler-se: "No caso sub judice, o e-mail que é enviado à Autora, referido no ponto 4 dos factos provados, ao "informar” a Autora que o seu contrato terminará em Dezembro e que não será prorrogado o acordo de cedência especial, nos termos referidos na cláusula segunda do mesmo ...), não emite qualquer acto administrativo ou decisão materialmente administrativa, na medida em que não define qualquer situação jurídica ou produz qualquer efeito jurídico, pois a caducidade opera-se por efeito automático do clausulado, caso inexista o interesse público que lhe subjaz.” g. Segundo o texto da sentença ora transcrito, parece ter sido entendimento daquele Tribunal que a recorrente estaria a impugnar o próprio e-mail, porque dizia que a informação não emite qualquer acto administrativo ou decisão materialmente administrativa.