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Factos assentes esses que bastaram, e bem – para, por si só, dispensarem a produção de qualquer outro tipo de prova, por serem bastantes e suficientes para a douta sentença recorrida haver efectuado um juízo prévio, e imediato, sobre a inviabilidade da Acção. . Com efeito, não tendo a Ré, enquanto Tesoureira da Direcção da A., autonomia em relação à Direcção de que fazia parte, não pode exigir-se à Ré a prestação de contas, mas sim à Direcção em termos colectivos. . Por outro lado, resultando da acta da assembleia geral de 0/12/2011, que a dita Direcção, da qual fazia parte a Ré, prestou na mesma contas do Exercício de 2010, as quais foram aprovadas, líquido é que não tem a A. o direito de exigir a prestação de contas à Ré – e que, tendo esse direito, em abstracto, relativamente à Direcção, integrada pela Ré até Dez/2011, não o tem em concreto, pois que tal direito se extinguiu na assembleia geral de 05/12/2011, quando ali foram prestadas e aprovadas as contas relativas ao exercício de 201 .