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21- Na sequência do acordo referido em 16, a condução e uso da água para rega do prédio dos autores referido em A passou a ser do pôr-do-sol de Domingo até ao nascer do sol de segunda-feira; e do nascer ao pôr- do- sol de quinta-feira; 22- Há mais de quarenta anos que o sogro e pai da Autora e marido, H, construiu a casa referida em B, que passou a ser a sua casa de habitação familiar e o abastecimento de água para lavar e confecionar os alimentos e para consumo próprio, provinha da mina; utilizando a água, tubo e rego, sem interrupção, à vista de toda a gente e com a convicção de que a água lhes pertence naqueles dias, que têm o direito de circular e acompanhar a água pelo rego e tubo; 23- Em 2014 os réus tiraram o tubo de plástico que permitia a condução da água e eliminaram a abertura existente na parede norte do E e que permitia o abastecimento de água para o prédio referido em A; 24- Desde 2014 que a autora e chamado estão impedidos de aceder ao interior do prédio dos réus referido em para obter água para rega e consumo em sua casa; 25- A autora e o chamado há mais de 15 anos que dispõem de água da rede pública.”Julgou ainda o tribunal a quo como não provada a seguinte factualidade: "Factos Não Provados: Temas de Prova: 11 a 14 no que tange às medidas; 20 parte provado apenas que a água atravessa a Rua  pelo; 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32 e 33 parte a água da rede pública só foi requisitada há mais de 2”Conhecendo.