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Cremos, em suma, que não se pode deixar de acolher a razão dos apelantes, devendo dar-se por não provada a matéria do item 3Por fim, pretendem os apelantes que se deêm por não provados os factos descritos nos itens 37 e 38, referentes ao conhecimento e participação da ré mulher no relacionamento com a autora, que apresentam o seguinte teor: "37 - A mesma desde sempre concordou, participou e teve conhecimento directo e pessoal das actividades da Autora, a quem inúmeras vezes contactou; 38 - Teve conhecimento de potenciais compradores angariados pela Autora, e das suas visitas, bem como das propostas apresentadas e os termos das negociações.”  Alegam que inexiste meio de prova que possa justificar um juízo sobre essa factualidade, alertando que a ré mulher nem sequer subscreveu o contrato de mediação em causa.