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Após transitado em julgado o acórdão de cúmulo jurídico, proferido em 13 de Junho de 2019, no âmbito dos presentes autos, sobreveio conhecimento de nova condenação do arguido por acórdão proferido em 11 de Julho de 2018 e transitado em julgado em 7 de Agosto de 2019, no âmbito do processo com o n. 33/16, pela prática de três crimes de roubo qualificado, nas penas parcelares de prisão de quatro anos e seis meses, seis anos e cinco anos; um crime de furto de uso, na pena parcelar de um ano de prisão; dois crimes de falsificação, nas penas parcelares idênticas de um ano e seis meses de prisão por cada um deles; um crime de detenção de arma proibida, na pena de três anos de prisão; um crime de burla qualificada na forma tentada, na pena parcelar de um ano e seis meses de prisão, todos executados entre Outubro de 2015 e Julho de 201  Uma vez que os crimes subjacentes à condenação sofrida no âmbito do processo n. 33/16 se encontram em concurso com os crimes subjacentes às condenações proferidas nos processos com os n.s 74/1.