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Para julgar improcedente o presente recurso judicial, a sentença considerou que os recorrentes «receberam nas suas contas bancárias valores monetários através de depósitos de numerário e cheques, transferências bancárias nacionais e internacionais, nos montantes de € 38335,23 no ano de 2015, de € 25191,85 no ano de 2016 e de € 45777,96 no ano de 2017, sem que tenham justificado ou esclarecido a sua proveniência» e que «tendo por base os rendimentos tributáveis declarados nas declarações Modelo 3 de IRS, nos montantes de 3,657,49 no ano 2015, de € 1174,11 no ano 2016 e de € 1823,19 no ano 2017, consideramos verificar-se uma divergência não justificada entre os rendimentos declarados e o acréscimo de património verificado».