Legal Document Excerpt:

Deste modo, para que se pudesse concluir que o apelado faltou efetivamente à verdade quando alegou ter pago à apelante a quantia de 500,00 euros por conta dos trabalhos a realizar pela última e a partir daí, à luz das regras da experiência comum, extrair ilações presunções quando às pretensas razões que terão levado a apelante a "abandonar a obra” em novembro de 2012, tudo como faz a aqui apelante, era necessário que se tivesse julgado como provado o não pagamento daquela quantia pelo apelado à apelante, e não apenas a singela não prova dessa ocorrência, como acontece no caso, o que, reafirma-se, deixa sempre em aberto a possibilidade desse pagamento ter efetivamente acontecido.