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O Tribunal a quo considera que "desde 1 de Setembro de 2015 até Novembro de 2018, o tempo de serviço que a Autora prestou na Região Autónoma dos Açores constava na totalidade no seu registo biográfico para efeitos de progressão na carreira” e que "assim tem que continuar a ser porque a Autora prestou serviço naquela região no período de vigência do Decreto Legislativo Regional n 26/2008/A, de 24 de Julho e, desta forma, este é totalmente aplicável à situação profissional da Autora”, sustentando que o argumento invocado pelo Ministério da Educação segundo o qual a autora não tem direito à contagem daquele tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira porque já não se encontra a prestar serviço naquela Região "não faz qualquer sentido”, uma vez que, "o que releva é que a Autora nos anos supra referidos prestou serviço naquela Região e o, também referido Decreto Legislativo Regional, aplicável àquela data, determina que seja contado à Autora aquele tempo de serviço como forma de compensação por ali ter prestado o seu serviço”.