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8 Pelo que, atendendo a todos os factos invocados, deve ser validada a resolução operada em novembro de 2018 pela Recorrente, absolvendo-se do pedido feito pela Autora, e por via disso ser esta condenada no pagamento, pelo menos no valor que o Tribunal a quo considerou provados e que advieram do abandono da obra pela Autora e mencionado em 6 8 Com a sentença proferida, violou o Tribunal a quo o artigo 3 da , quanto ao direito à qualidade dos bens e serviços, o artigo 12 quanto ao direito à reparação pelos danos resultantes da prestação de serviços defeituosa efetuada pela Autora, e os n 4 e 6 do artigo 9 da mesma lei.» Pretende a revogação da sentença e a sua substituição por outra que julgue a ação improcedente e valide a resolução operada pela R. recorrente em novembro de 2018 e, por via disso, condene a A. recorrida no valor de €1247,2  a A. produziu contra-alegações que sintetizou assim: «A) Vem a Recorrente apresentar recurso da proficiente decisão nos presentes autos, alegando: a nulidade da sentença, ao abrigo do disposto no n 1 da al.a) do art 615 do P.e a impugnação da matéria de facto, por forma a que seja obtida outra decisão... B) Relativamente à alegada nulidade por falta de assinatura na sentença da Meritíssima Juiz, carece de qualquer fundamento, considerando os atuais meios informáticos, devendo improceder. )