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Cumpre salientar que situando-se a origem da emissão das questionadas faturas no outrem com quem o contribuinte fiscalizado se relacionou comercialmente, o cerne da análise fáctica efectuada pelos Serviços Inspectivos tem, inelutável e  preferencialmente, que recair sobre os concretos termos em que o emitente das facturas actuou, procurando conferir a veracidade das operações que este nelas inscreveu, não se vislumbrando qualquer outra metodologia que permita o combate à fraude fiscal, tanto mais que, na perspetiva do contribuinte sujeito a fiscalização, os elementos integrantes da respetiva contabilidade e vertidos nas competentes declarações tributárias gozam de uma "aura de verdade” que, da eventual ausência de reparos em sede da atuação dos respectivos fornecedores, sairá reforçada, sendo, virtualmente, inatacável.vide Acórdão do TCA – Norte de 01/03/2007, proferido no in processo n. 00027/00).