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Junto o aludido acordo, procedeu o Sr. Agente de execução à apresentação da nota discriminativa de despesas e honorários, reclamando a quantia de €1140,73 a título de remuneração adicional, calculada com base no valor da execução, que fez corresponder ao valor recuperado ou garantido, nos termos e para os efeitos do cálculo do acréscimo da remuneração a que se reportam o artigo 5 da Portaria 282/2013, de 29 de Agosto, e respectivo anexo  Tal valor mereceu a oposição dos executados, que reclamaram da nota apresentada, com os fundamentos que se sintetizam: - as quantias em dívida estavam garantidas por hipoteca, fianças e avais; - por efeito da transacção junta aos autos a quantia exequenda ficou reduzida a €86000,00 e não foi paga, tendo o prazo de pagamento sido fixado em 25 anos e 6 meses, com redução da taxa de juro, mantendo-se as garantias que pré-existiam à data da instauração da execução; - o Sr. agente de execução nada recuperou para além da quantia de €1159,95, saldo em conta de depósitos à ordem titulada pela executada e que foi penhorada à ordem dos autos a que se soma, na melhor hipótese, o valor já recebido pela exequente correspondente à primeira prestação vencida; - quanto ao mais, o Sr. Agente de execução não teve qualquer influência e/ou trabalho na recuperação de crédito ou no valor garantido, em nada tendo igualmente contribuído para o acordo alcançado, daí que não tenha direito a qualquer remuneração adicional.