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Contudo, a recorrente alega que a questão decidida pelo acórdão recorrido não foi a questão efetivamente suscitada pela apelante, nas suas alegações de recurso de 18-02-2019, que, por lapso da secção que instruiu o processo, não constavam nestes autos, mas outra que já havia sido decidida definitivamente pelo acórdão da Relação de Évora, de 06-12-201 Afirma que, por erro na instrução do processo, também não foi nele incluído o despacho recorrido, de 29-01-2019, que indeferiu a apresentação de articulado superveniente, conforme excerto do mesmo, que se transcreve: «Ora, não tendo feito prova do conhecimento superveniente dos novos factos por si alegados, mesmo após ter sido convidada para o efeito, constata-se ser o referido articulado inadmissível à luz dos preceitos legais supra citados, na medida em que se reporta a factos anteriores aos articulados que instruem os presentes autos, sem que a requerente tenha logrado demonstrar a respectiva superveniência subjectiva.--- Em face do exposto, decide-se indeferir o articulado superveniente intentado pela requerente a 201--- Notifique»  A questão agora decidida pelo acórdão recorrido, datado de 14-07-2020, incidiu sobre o despacho de 11-07-201 Este despacho indeferiu o pedido de esclarecimento formulado pela autora, por falta de fundamento legal, considerando que o tribunal não tinha poder para decidir qualquer aclaração, figura não prevista na lei, mas apenas para retificar erros ou lapsos materiais e manifestos, sem que tivesse sido proferida qualquer pronúncia sobre a questão da admissibilidade dos articulados supervenientes facto A.).