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-, decidiu, ardilosamente, usar do artificio da dedução de uma Acção de prestação de contas que, nos termos previstos pelo artigo 941, bem sabia que era inadmissível, por um lado porque bem sabia que não podia exigir à Ré, enquanto Tesoureira e um dos membros da Direcção da A., prestação de contas, mas tão só à Direcção, em termos colectivos; por outro, porque tais contas do Exercício de já se encontravam prestadas e aprovadas em Assembleia Geral da A., realizada em 5/12/2011; e, por último, porque só está obrigado a prestar contas quem administra bens alheios, de outrem, sendo evidente que os bens em causa não eram bens alheios, mas outrossim bens da Autora, que a Ré e os restantes membros da Direcção Presidente e Secretário) representavam e em cujo nome agiam. . Termos em que mal andou, por força do exposto, a douta sentença recorrida, em clara violação do disposto no art.