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Foi proferida sentença que decidiu nos seguintes termos:  "Pelo exposto, julgo parcialmente procedente a presente acção intentada pela autora e, em consequência, condeno a ré Portugal - Companhia de Seguros, SA a pagar-lhe:  - a quantia de € 16620,15 cento e sessenta e sete , seiscentos e vinte euros e quinze cêntimos), a título de danos patrimoniais, acrescida de juros de mora a contar da citação e até efectivo pagamento; - a quantia de € 15500,00 cento e cinquenta e dois e quinhentos, a título de danos não patrimoniais, acrescida de juros de mora a contar da data desta sentença até integral pagamento; e - a quantia que se vier a liquidar relativa aos danos aludidos nos pontos 38, 39, 43 e 44 do elenco dos factos provados; - absolvendo-a do restante pedido;”  Inconformada com o decidido a ré interpôs recurso de apelação formulando as seguintes conclusões:  "  Pelo presente recurso, a recorrente impugna as seguintes decisões e omissões da douta sentença recorrida:  a) Não ter considerado nem julgado provado que o défice funcional e permanente da integridade físico-psíquica e o grau de dano estético, decorrentes das sequelas do estrabismo do olho direito, será minimizado com o tratamento cirúrgico referido no artigo 39 dos factos provados.