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Contudo, andou mal o tribunal a quo, porque os referidos relatórios, ainda que não atestante os factos relatados no relatório da equipa de arbitragem, não os contraria, nem nega, no limite, deve considerar-se que aqueles agentes não vislumbraram tais factos e não existe nenhuma norma que disponha que a presunção de veracidade só colhe quando existir unanimidade de todos os relatos em todos os relatórios, o que, a admitir-se, o que não se concede, levaria a que nada fosse sancionado com base na presunção de veracidade dos relatórios supra mencionados; 1	A prova testemunhal trazida aos autos, designadamente pelos depoimentos de H.....  e A....., colega e treinador de equipa do Recorrido, respetivamente, em nada contrariam a presunção de veracidade do relatório da equipa de arbitragem, antes dizendo as testemunhas que não terão ouvido as expressões melhor descritas supra, o que se entende, pela distância a que se encontravam do local dos factos e pelo ruído que se fazia ouvir no estágio do referido momento, o que é facilmente percetível pelo visionamento do vídeo do jogo e do clip do lance em crise; 1	No que respeita ao depoimento do jogador J....., visado pelos insultos do Recorrido e à declaração subscrita por este e junta aos autos, os referidos meios de prova não devem ser admitidos, porquanto não foram trazidos aos autos de processo disciplinar, não oferecendo ao Conselho de Disciplina possibilidade de sobre eles se pronunciar, violando-se assim o princípio da estabilidade da prova, nos termos e para os efeitos do disposto no art.