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Ora, quanto à eventual IPATH do sinistrado, apenas constam do processo: dois pareceres médicos um singular, outro que não referem a existência de IPATH, sendo que um deles, o colegial, a afasta expressamente nas respostas dadas aos quesitos a que respondeu; um parecer elaborado por um psicólogo do IEFP e baseado exclusivamente nas declarações do sinistrado – das quais se tem já a certeza de serem algumas falsas como acima se e não haver provas quanto à veracidade das restantes – e numa declaração da entidade patronal do sinistrado que confirma que "não foi efetuada reconversão profissional” e que o sinistrado mantém a sua categoria profissional de Mineiro de  e a prestar serviço compatível com essa categoria sendo de realçar que a ficha de aptidão do sinistrado junta com essa declaração refere limitações reportadas a 23 de dezembro de 2014, data em que o sinistrado não estava ainda curado, e que não são as que apresentava à data da consolidação, em 8 de outubro de 2015, quase um ano.