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f) Quanto ao facto 24, o Tribunal não refere que a TP tinha a fotografia como hobby como foi referido pelas testemunhas e ela própria reconhece, ou seja: não era fotógrafa, não tinha carteira profissional; o título ou profissão de fotógrafo só se prova mediante a apresentação de uma carteira profissional; como amador,a o seu "domínio da técnica fotográfica” era, por natureza, incipiente, ou seja, próprio de alguém que é amador; o que neste facto é incontestavelmente verdade é que AV "escolhia as roupas e adereços, vestia-se e posava” segundo os seus próprios conceitos estéticos e não por orientação da TP, que não tinha capacidade profissional para o feito; aliás, é sintomático o depoimento da testemunha MR que, de uma forma espontânea, disse que AV é que a "mascarou e que a produziu”, quando fizeram a sessão de fotos na casa de AV, algumas delas publicadas na obra dos autos; AV é que tinha um avançado sentido estético e não a TP; esta limitou-se a captar as imagens que AV produzia!