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Alega o recorrente ISS, IP, em síntese, que ao valorar de modo decisivo os depoimentos de alguns dos alegados prestadores de serviços ".. o Tribunal a quo limitou sobremaneira a sua valoração de prova ao sobrepor e fazer prevalecer essa vontade manifestada pelas testemunhas sobre todos os indícios relacionados com o concreto modo de execução da relação de trabalho”, que os factos apontados na sentença " não constituem indícios suscetíveis de concluir que não estamos perante um Contrato de Trabalho, não podendo sequer afirmar-se, como o Tribunal faz, que correspondem a elementos típicos de contratos em que não existe subordinação jurídica, tal como se demonstrou na apreciação crítica concretizada supra, logo após a enunciação de cada um desses factos”.