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Civil, prazo esse que ainda não se consumou, uma vez que o direito do autor/apelado se constituiu com o pagamento da livrança, o que ocorreu no dia 8 de Novembro de 201  O réu/apelante argumenta a este propósito, que a sufragar-se a diversidade de prazos prescricionais na acção do avalista contra o avalizado que, como se viu, é de três e na acção do avalista que paga relativamente aos demais co-avalistas criar-se-ia uma "situação caricata, contraditória e, obviamente ilegal, violadora de elementares princípios de coerência e unidade do sistema jurídico” que seria ver-se reconhecida a prescrição a favor da subscritora e não ser reconhecida a prescrição a favor dos avalistas.