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O Banco réu inicia por divergir da decisão recorrida argumentando que a ação tem como causa de pedir um contrato de depósito bancário que os AA não provam, razão bastante à sua improcedência; argumenta assim mas prossegue de imediato com a afirmação que entre as partes se estabeleceu uma relação de intermediação financeira ccls a. O facto jurídico de que os AA fazem derivar o seu direito é a relação de intermediação financeira anotada pelo Banco réu, os prejuízos cujo ressarcimento os AA exercem na ação foram causados pelo incumprimento dos deveres impostos ao Banco no âmbito da dita relação de intermediação financeira, facto jurídico afirmado e repetido no decurso de toda a p. g. arts 6 a 13, 15 e 18 a 21 da p.); assim, ao afirmar que entre as partes se estabeleceu uma relação de intermediação financeira, o Banco réu não está a interpretar, ainda que corretamente, a causa de pedir da ação, está a enunciá-la tal como emerge da p.e ao fazê-lo contradiz o seu próprio argumento – ter a ação como causa de pedir o contrato de depósito – desautorizando-o e assinalando justificadas razões da sua improcedência.