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E a tal não obsta o facto da Insolvente à data de 28/03/2017 ter a sua situação tributária regularizada não sendo devedora à Fazenda, bem como regularizada a situação contributiva perante a Segurança Social, pois não se pode dai retirar que o Recorrente alocou a quantia recebida ao pagamento a estas entidades; sendo certo também que não obstante o Recorrente ter declarado, aquando da dissolução da sociedade registada em 30/03/2017) que a empresa não tinha passivo, o mesmo atingia a quantia de €2686,6  Assim, demonstrado que o gerente da devedora adotou tal comportamento, enquadrável na alínea do referido preceito, presume-se o nexo de causalidade adequada entre a sua conduta e a insolvência, ficando dessa forma estabelecido tal nexo de causalidade, o que, sem mais, permite concluir que a insolvência deve ser qualificada como culposa, com afetação do Recorrente, improcedendo nesta parte o recurso.