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facto provado constante da p. 11 da decisão arbitral; 2 Maior evidência de que a mera notificação de três ordens de serviço não permite concluir que se trata de três acções inspectivas autónomas, reputa-se a circunstância de não terem sido emitidos os respectivos relatórios finais de inspecção artigos 6 e 6, n. 1, do RCPITA e 7 da; 2 Ainda que uma acção de inspecção possa abranger múltiplos períodos de tributação, já não podem ser englobados vários procedimentos tributários distintos num único processo administrativo, nem o relatório de inspecção tributária de um único procedimento de inspecção pode abarcar a decisão final de vários procedimentos inspectivos artigo 6 do RCPITA e 5, n.s 1 e 3, alínea da; 2 Não existe disposição legal que permita confluir num único relatório final e num único processo administrativo as conclusões de várias hipotéticas inspecções, de onde resulta manifesto o erro de julgamento em que incorre a decisão arbitral recorrida artigo , n. 1, do CPA, ex  artigo , alínea, da LGT e artigos 26, n. 2, da CRP e 5 da; 3 Encontramo-nos perante uma alteração do âmbito e da extensão da inspecção já iniciada, durante a sua execução, a um contribuinte pré-seleccionado e não perante realização de novas inspecções – decididas nos termos do artigo 2 do RCPITA – o que constitui a situação prevista no artigo 1, n. 1, do RCPITA; 3 O cumprimento do artigo 1 do RCPITA ditaria que a duração da inspecção fosse superior a seis meses, o que comportaria a caducidade do direito à liquidação quanto ao exercício de 2013 artigo 4, n. 1, da; 3 Pelo que, porquanto se está perante um só procedimento inspectivo, por força do não cumprimento dos pressupostos procedimentais de alargamento da extensão da acção inspectiva previstos no artigo 1 do RCPITA, devem ser anulados os actos tributários sub judice, respeitantes a 2013 e 2015, nos termos do artigo 16 do CPA; 3 Nestes termos, em conformidade com o disposto no artigo 15, n. 6, do CPTA, aplicável ex  artigo 2, n. 3, do RJAT, requer-se a esse Douto Tribunal ad quem que considere padecer de ilegalidade, porque inválida, a interpretação do Tribunal a quo melhor descrita supra, tudo com as demais consequências legais; 3 Tendo em consideração o facto de o valor da causa ser superior a EUR 27000, requer-se a esse Douto Tribunal ad quem que dispense as partes do pagamento do remanescente da taxa de justiça devida na presente instância, nos termos do artigo , n. 7, do RCP, ponderadas que possam ser a natureza e a complexidade da causa e, bem assim, o comportamento processual adoptado pelas partes; Nestes termos e nos demais de Direito que Ex.as doutamente suprirão, requer-se a esse Douto Tribunal ad quem que se digne admitir o presente recurso jurisdicional, por tempestivo e por estarem preenchidos os seus pressupostos legais, com efeito suspensivo da decisão recorrida, anulando-a e, consequentemente, substituindo-a por acórdão consonante com o sentido decisório perfilhado no âmbito da decisão arbitral fundamento».