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Estas foram as premissas que, sem dúvida alguma, presidiram ao decidido pela 1 Instância na bem ponderada, estruturada e fundamentada decisão recorrida o que, salvo o devido respeito por entendimento contrário, não é levado em devida consideração pelo apelante, mas antes é por ele desconsiderado/desvalorizado, confundindo vontade das filhas com o interesse superior destas, desvalorizando a circunstância de se estar perante uma decisão meramente provisória e cautelar, em que o interesse das filhas passa por causar-lhes a menor perturbação possível na sua vida quotidiana e no seu modus vivendi e, bem assim na relação que mantêm com ambos os pais e na manutenção e salvaguarda das "pontes” que atualmente existem entre os próprios progenitores, tendo em vista alcançar-se um potencial acordo daqueles quanto ao exercício das responsabilidades parentais relativo às filhas que salvaguarde o interesse superior destas, sem desconsiderar o interesse secundário dos próprios pais ou, na ausência desse acordo, a potenciar a adesão de ambos os progenitores e, inclusivamente, das à decisão definitiva que venha a ser proferida pelo tribunal relativamente a esse exercício.