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Procuradora-Geral Adjunta foi emitido parecer no sentido da procedência do recurso, referindo nomeadamente que o artigo 24, n 5, do CT "permite ao empregador impor unilateralmente o gozo de férias já vencidas durante o período de pré-aviso e nunca o gozo das vincendas”, pois que, diz, "os proporcionais de férias que se venceriam a 1 de Janeiro do ano subsequente ao da cessação do contrato de trabalho vencem-se no exacto dia da cessação do contrato de trabalho.- art 24 n 1 do CT, acórdãos citados pela A do TCAN, referentes ao processo 01826/1105 BEPRT, 1 secção , contencioso Administrativo de 2015 e processo 00247/17BEPNF, disponíveis in www.dgsi.pt., para os quais se remete”.