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36 e nt..  Aqui chegados, percebe-se qual a questão directamente colocada para julgamento nesta instância pelas Recorrentes: decidir se o crédito da Herança Ilíquida e Indivisa, emergente do incumprimento pelo AI desses contratos-promessa celebrados em 2008 em referência aos aludidos lotes A1, A2 e A3, uma vez não sinalizados e em função desta natureza das promessas, está ou não garantido pelo direito de retenção, sendo certo que em benefício dela se registou a tradição dos imóveis-moradias que a Insolvente se havia obrigado a construir nos lotes respectivos, entretanto apreendidos na massa insolvente, e, ademais, estando esse crédito reconhecido judicialmente pelas instâncias10 e, assinale-se, a discussão do seu montante fora do objecto recursivo.