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2 No presente caso, - a Autora intentou esta ação de impugnação pauliana em 19/10/2017, argumentando ser credora dos 1s RR desde 12/11/2011 e peticionando que fosse declarada a nulidade da transmissão de quotas que os 1s RR detinham na sociedade comercial ... – CASAS ..., Lda., a favor dos s RR., realizada em 24/10/2012, do qual resultava a impossibilidade de obter a satisfação integral do seu crédito, ou o agravamento dessa impossibilidade; - os Réus, citados apenas em 01/12/2017, na sua contestação, alegaram, entres outros, que adquiriram as quotas que haviam transmitido em 24/10/2012 e as quotas dos outros sócios iniciais, sendo, desde 24/03/2017 os únicos sócios da sociedade comercial ... – CASAS ... LDA.», detendo, o Réu J. , uma quota no valor nominal de 9500,00€ e a Ré , três quotas no valor nominal de 1500,00€ cada uma, tendo sido esta aquisição das quotas registada em 24/03/2017, «e, portanto, muito antes de a Autora intentar a presente ação», tal como consta da certidão permanente da referida sociedade comercial junta pela Autora ao processo, em 20/10/201 3 O direito de impugnação pauliana caduca ao fim de cinco anos, contados da data da celebração do ato impugnável.