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Já a 1 instância havia considerado a repetição de causa, afirmando que o ora recorrente se limitou «a dar um enquadramento jurídico diverso à mesma factualidade que já alegara naquela acção entretanto já julgada e transitada em julgado», sendo que «o presente Tribunal se encontra, desde logo, vinculado ao julgamento de facto que dos mesmos factos já foi feito na aludida acção», ficando, designadamente, «vinculado à apreciação e decisão já efectuada e preferida pela Mm- Juíza de Circulo deste Tribunal, pelo Tribunal da Relação de Coimbra e pelo Supremo Tribunal de Justiça», entendendo que os factos essenciais ai alegados, se repetem nestes autos, o que se revela «um autêntico remake processual da causa anteriormente já definitivamente julgada» Enumera depois as questões «munidas de autoridade de caso julgado do anterior processo n» e, por isso, com a indispensabilidade de se imporem no presente caso.