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H) Acresce que a Recorrente vem invocar essas alegadas novas circunstâncias, mas em termos meramente genéricos e conclusivos e sem qualquer substrato factual concreto que a habilite a concluir como, erradamente, o faz, não cumprindo minimamente o ónus probatório de alegação e prova, pelo que necessariamente falece a sua pretensão; ) Sem transigir, sempre se dirá que: a) com os conhecimentos existentes à data, especialmente a vacinação em massa a nível mundial e as indicações dos especialistas em como a imunidade de grupo será atingida em Portugal ainda durante o ano de 2021, não se vê como pode a Recorrente, em boa fé, pode vir alegar que um Hospital que demorará, pelo menos, mais 4 a 5 anos a entrar em funcionamento, poderá ainda vir a ser essencial na luta contra a pandemia relativa ao Covid 1 Trata-se de argumento exclusivamente especulativo, mas também destituído de qualquer base fatual concreta, assim como de qualquer suporte probatório;  b) Tal como também é especulativa qualquer menção ao PRRP porquanto simplesmente inexiste qualquer nexo causal entre, por um lado, a pendência da presente ação e o efeito suspensivo automático e, por outro, uma qualquer hipotética perda de fundos eurpeus específicos, se é que isso alguma vez estará em risco e em que circunstâncias concretas que também se desconhecem.