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Repare-se que basta a recolha de indícios suficientes, não sendo exigível a existência de fortes indícios, como sucede, por exemplo, a propósito da proibição e imposição de condutas artigo, da obrigação de permanência na habitação artigo ou da imposição de prisão preventiva artigos 202 e. O Prof. Germano Marques da Silva, a respeito da noção de indícios suficientes, escreve o seguinte: «Para a pronúncia, como para a acusação, a lei não exige, pois, a prova, no sentido de certeza moral da existência do crime, basta-se com a existência de indícios, de sinais da ocorrência de um crime, donde se pode formar a convicção de que existe uma possibilidade razoável de que foi cometido o crime pelo arguido.