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Sustenta, ainda, o recorrente que se deveria considerar provado os seguintes factos: "1 Nessa altura, além de tal quantia, tinha apenas um prédio rústico, na freguesia de , cujo valor venal não era nem é, ainda hoje, superior a 500,00€; 3 Já mal via ou conhecia, e a maior parte do dia mantinha-se adormecido, sempre sem qualquer interesse pela vida, 3 Os legais representantes do Centro Réu sabiam de toda a situação acima descrita acerca do dito Testador, designadamente, de que com a execução do testamento e o resgate do seguro os herdeiros legitimários daquele sairiam prejudicados, sem a sua legítima, dado que a importância do resgate, composta pela quantia aplicada no pagamento do prémio, por efeito da lei, não seria considerada na herança e por isso não seria sujeita à regra da inoficiosidade, 3 Como assim, estavam cientes de que da conjugação do contrato do seguro e a execução do testamento resultava directa e necessariamente defraudada da lei, de forma evitar o regime do art 2159, n 1, do P.” Relativamente ao ponto 1 assevera o recorrente com base na acção que correu termos sob o n. 930/14T2AVR.C1, no Juízo de Grande Instância Cível - J2, instaurada pelos herdeiros do Sr.  contra o aqui réu, que o mesmo devia ser considerado provado uma vez que o fora já na referida acção.