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A Requerente AA finalizou a sua alegação com as seguintes conclusões:    — Justifica-se manifestamente a atribuição de efeito suspensivo ao presente recurso;  — Na verdade a sentença recorrida não analisa nem fundamenta o seu comando, na parte do dispositivo que corporiza o correspectivo "ius imperium” mormente onde se dispõe «) reconhecer ao requerido a faculdade de partilhar com as menores os ideais e princípios religiosos com que se identifica», com a efectiva e imprescindível satisfação e salvaguarda dos superiores interesses destas crianças sendo que, com a imediata exequibilidade da mesma sentença, tal superior interesse não só sai desprotegido como é seriamente afectado ao fazer impender sobre os ombros e a consciências das três crianças de 04, 07 e 09 anos de as perturbações dualistas de constante e semanal confronto com duas doutrinações diversas de dois credos diversos, sujeitando-as a uma deformada educação para o "dupli-pensar” e para a interiorização progressiva de uma inconsciente hipocrisia psicológica e moral: relega-as, inconsideradamente, para o eterno e constante sopesar das comparações e da dúvida angustiante entre dois credos, cujo fardo não deve, pela sua violência psicológica e moral inominável, pesar sobre os ombros e a consciência de nenhuma criança;  — Determinou o Tribunal, no seu dispositivo única parte em que se traduz o "ius imperium” da sua actividade soberana e única atendível para ter relevância perante as partes e a ordem jurídica em que « Pelo exposto, a título cautelar e provisório, decido:- atribuir à requerente a competência para decidir sobre a educação religiosa das crianças; - reconhecer ao requerido a faculdade de partilhar com as menores os ideais e princípios religiosos com que se identifica.