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do CPTA, por considerar que o despacho proferido pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal de ...) em 202020, que ordenou a posse administrativa para a execução de " trabalhos de correção”, em imóvel propriedade do autor,  era meramente confirmativo dos despachos anteriores notificados ao recorrente, consubstanciando meros atos de execução dos atos datados de 02012 e de 20201 A apelante considera que o ato impugnado, sendo embora um ato de execução, é portador de vícios próprios, por falta de fundamentação e preterição de audiência prévia, para além de ser um ato inovador, na medida em que determina a posse administrativa, pelo que, ao assim não ter entendido, o Tribunal a quo incorreu em erro de julgamento.