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310 - Ora, salvo o devido respeito por tal entendimento, o recorrente discorda veementemente do mesmo e defende que a jurisprudência vertida nos Acórdãos Uniformizadores de Jurisprudência n. 4/2014 e n. 4/2019, tem plena aplicação ao caso, quer porque não estamos perante uma situação de incumprimento definitivo do contrato promessa anterior à declaração de insolvência quer porque a recorrida não pode ser considerada "consumidora”, e, consequentemente, o crédito da recorrida deveria de ter sido reconhecido com a natureza de comum e não garantido, sendo consequentemente o crédito do recorrente, reconhecido como garantido/hipoteca sobre as fração "R”, graduado à frente do crédito da recorrida .