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A procedência dos embargos determina, pois, a extinção da execução quanto aos bens quanto ao direito aos juros a questão foi já acima referidos no facto provado número 19 – não resulta que qualquer deles estivesse na detenção do executado embargante, sendo que pela impossibilidade de o concluir deve responsabilizar-se a exequente ao nível decisório a ela incumbe o ónus de prova de tal; quanto aos demais bens àqueles cuja entrega a exequente embargada já obteve na execução), os efeitos da procedência dos embargos circunscrevem-se, no âmbito da execução, à responsabilidade pelas custas aí devidas proporcionais ao valor dos, a suportar pela exequente como se referiu, não está em causa, nos embargos, discussão sobre o direito da exequente aos referidos bens, tão só a injustificada demanda do.