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Nessa sequência, foi proferida sentença com a seguinte decisão: Nos termos expostos e em conformidade com as disposições legais citadas, julga-se a ação parcialmente procedente e, em consequência, julga-se a sinistrada BB, por via do acidente de trabalho de que foi vítima a 002013, afetada de 102013 até 012014 e de 202015 até 202015 de uma ITA incapacidade temporária, de 012014 a 202015 de uma ITP incapacidade temporária de 50%, de 202015 a 212015 de uma ITP de 20% e afetada, a partir de 212015, de um grau de incapacidade permanente parcial de 10%, sendo as sequelas físicas de que ficou a padecer subsumíveis ao item a) lado passivo, do Capítulo da Tabela Nacional de Incapacidades aprovada pelo Decreto-Lei n. 352/2007, de 23 de outubro, e, por via disso:  a) Condena-se a ré Companhia de Seguros , SA atualmente, , S.), a pagar à sinistrada B o capital de remição calculado em função de uma pensão anual e vitalícia de € 661,47 seiscentos e sessenta e um euros e quarenta e sete cêntimos), devida desde 212015;  b) Mais se condena a ré Companhia de Seguros , SA a pagar à sinistrada BB a quantia de € 12 387,52 doze , trezentos e oitenta e sete euros e cinquenta e dois cêntimos) a título de indemnização devida pelos períodos de incapacidade temporária absoluta e parcial;  ) A ré Companhia de Seguros , SA vai também condenada no pagamento de juros de mora sobre as prestações pecuniárias em atraso, à taxa anual de 4%.