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Por acórdão de 102021, o TAD: a)	Declarou improcedente "o recurso quanto à alegada invalidade da decisão disciplinar sancionatória recorrida por preterição dos direitos de audiência e defesa do arguido, ora Demandante; ficando assim consumida a apreciação, qua tale, da exceção perentória implicitamente invocada nesta matéria pela Demandada”; b)	Declarou improcedente "a exceção dilatória de ausência de jurisdição do TAD, deduzida pela Demandada à luz da norma do n. 6 do artigo  da Lei do TAD, para apreciar e decidir a questão de mérito do cometimento, in casu, da infração prevista e punida no artigo 16, n. 7, do RDLPFP e, assim mesmo, da validade da decisão disciplinar sancionatória recorrida”; )	Declarou "procedente o presente recurso quanto ao invocado não cometimento pelo Demandante da infração disciplinar prevista e punida no artigo 16, n. 7, do RDLPFP, por ausência na concreta situação sub judice do pressuposto factual objetivo típico de que depende tal cometimento, anulando, consequentemente, a decisão disciplinar sancionatória recorrida, com absolvição do Demandante da infração por que foi disciplinarmente sancionado com suspensão de 1 jogo e multa de € 153,00 cento e cinquenta e três”.