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Regularmente citada, a Ré E. R.) contestou, pedindo que a acção fosse julgada improcedente, por não provada; e se condenasse o Autor como litigante de má fé, em multa e indemnização a seu favor, sendo esta última de montante nunca inferior a € 000,0 Alegou para o efeito, em síntese, não poder o Autor Condomínio do Prédio sito na Praceta ..., n. .., ..., em reclamar aqui honorários de € 150,75 devidos no âmbito da acção executiva intentada contra, por ali beneficiar de apoio judiciário, sendo por isso os mesmos a adiantar pelo Instituto de Gestão Financeira e Infra-estruturas da Justiça, P.. Mais alegou pretender o Autor uma aplicação retroactiva das penalidades por si próprio aprovadas nomeadamente, de € 000,00 e de € 91,19), que não constavam da ordem de trabalhos das convocatórias das assembleias respectivas, e duplicariam a prevista no Regulamento do Condomínio do prédio; e serem por isso nulas.