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2993, em suporte electrónico, que correu termos no Tribunal Arbitral e que aqui se dá como integralmente reproduzido; N.	"Na sequência da notificação do projecto de Relatório da Inspecção Tributária, a Requerente pronunciou-se dizendo, em suma, o seguinte: A. Relativamente aos custos de financiamento da A._3_Matérias-primas, Unipessoal:  a desconsideração dos custos financeiros resulta inadmissível porque nenhum dos financiamentos obtidos pela A. junto de terceiros e com os quais incorreu em 2009 em custos de juros, comissões bancárias e Imposto de se destinou a financiar a A.. 3;  a análise dos financiamentos concedidos à A.. 3 confrontada com os fluxos de caixa referentes a recebimentos de clientes demonstra que nenhum desses financiamentos foi feito com recurso a capital alheio juntando quadro;  o critério utilizado pela AT de desconsiderar custos financeiros efetivamente suportados através da aplicação de uma taxa calculada com referência ao total dos financiamentos existentes no ano de 2009 é desprovido de qualquer base legal, ignorando o facto de não existirem financiamentos obtidos pela A.. para concessão de crédito à A 3, e a existência de recebimentos de clientes em valor bastante superior ao dos financiamentos concedidos B. Relativamente ao incumprimento do princípio da especialização dos exercícios”, a resposta que consta de fls.