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Efetivamente, a literatura tem vindo a demonstrar que a existência de dinâmicas coparentais disfuncionais pós-separação ex., ausência de espaços de comunicação e diálogo a propósito dos filhos, judicialização, depreciações/invalidações mútuas, hostilidade/acrimonia) é um preditor significativo de problemas de desajustamento nas crianças e de um exercício empobrecido/instável da parentalidade, influindo, não raras vezes, na qualidade da relação de vinculação entre pais e filhos crianças tendem a evidenciar sinais e sintomas de insegurança, ambivalência elou desorganização psicoafectiva e. Salientamos por isso a necessidade de alertar os progenitores para o efetivo impacto que os seus comportamentos e atitudes poderão ter ao nível do bemestar do menor e da relação que este estabelece com os progenitores.