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Atente-se na matéria de facto assente, igualmente invocada pelo Douto Acórdão recorrido: - a 14 de Outubro de 2014 a AE veio lembrar que ‘elaborou requerimentos nos autos, a questionar a prossecução da venda do imóvel na modalidade de negociação particular pelo facto de se terem frustrado as propostas em carta fechada ou então iniciar-se nova fase de modalidade de venda’; acrescenta ainda que ‘o exequente vê-se munido das avaliações actuais presume-se que se do imóvel, e este teve uma depreciação de valor de mercado substancial, por consequência da crise imobiliária, sendo o valor indicado por aquele o que corresponde à realidade actual – 7200 euros; - a 18 de Setembro de 2015 a AE diz expressamente que não foi nomeado nenhum encarregado de venda, que ela, não se intitula encarregada de venda, e que se tem limitado a ‘receber propostas de adjudicação’ do exequente,.