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238/18PBPTG.E1), se manifesta interpretação divergente, como se alcança do ponto 4 do respectivo sumário: "A utilização do nome ou de parte do nome de outrem no nome de utilizador e/ou endereço electrónico, por parte de quem criou conta de correio electrónico, traduz, no plano objectivo, a produção de dados ou documentos não genuínos, mediante a introdução de dados informáticos, e é idóneo a fazer crer que foi a pessoa a quem respeita o nome ou parte de nome quem efectivamente criou e utilizou a conta de correio electrónico em causa.”   Na verdade e apesar da própria Lei n 109/2009 conter a definição do que deva entender-se por "sistema informático”, por "dados informáticos”, por "dados de tráfego”, etc., não estão claramente estabilizadas – nem na doutrina, nem na jurisprudência – quais as condutas susceptíveis de, em concreto, preencher os elementos típicos do ilícito de falsidade informática, designadamente as que se integram no conceito de "introdução de dados informáticos”.