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17 verso, de que "não obstante tal ónus, a requerente limita-se a concretizar o seu crédito no montante de € 654,75 e a falta de pagamento do mesmo, sendo certo que o valor em causa, por si só, revela-se manifestamente insuficiente para sustentar uma situação de insolvência; além de tal alegação, nenhum outro facto foi trazido aos autos com vista a concretizar a situação de insolvência do devedor, as circunstâncias e os factos que indiciam que o devedor se encontra impedido de cumprir pontualmente a generalidade das obrigações vencidas, para o que se mostra necessário alegar factos relativos, nomeadamente, ao património e passivo da requerida, à existência de processos em curso com eventual penhora de bens e à inexistência de bens da requerida suficientes para suportar o passivo” –, ora intentando a sua revogação e que venha ainda a ser a Requerida declarada em estado de insolvência, para o que apresenta as suas alegações que remata com a formulação das seguintes Conclusões:   O presente recurso incide sobre a douta decisão proferida nos presentes autos que considerou improcedente o pedido de declaração de insolvência da Requerida/Devedora apresentado pela Requerente.