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38 - Posto isto, afigura-se que a indemnização fixada no montante de € 25 000 vinte e cinco, atribuída em sede da Primeira Instancia com os fundamentos que foram tidos em conta e aí muito bem escrutinados pelo Mm Juiz a quo, acima reproduzidos no corpo do recurso, não será excessiva, mas sim, justa e equilibrada, antes reparará adequadamente os prejuízos decorrentes da descrita limitação funcional e com repercussão na esfera patrimonial do A. Mostrando-se violados os comandos dos artigos 483, 496, 562, 564, 566, todos do Civil, pelo que deve alterar-se o Douto Acórdão proferida pelo Tribunal da Relação, mantendo-se os quantum indemnizatorium atinentes às perdas salariais e ainda à perda da capacidade de ganho no montantes fixados na Douta Decisão da Primeira Instância, respetivamente €1359,96 e €2000, no mais, mantendo-se o decidido em 1 instância, inclusive, quanto à liquidação ulterior de sentença o arbitramento da indemnização pelo dano patrimonial futuro danos patrimoniais e não patrimoniais futuros relacionáveis com o agravamento das, no que tange ao agravamento do défice funcional permanente parcial da integridade físico-psíquica de 05 pontos e a título de custos suportados pelo A. em deslocações necessárias para tratamento.