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aceitando o respectivo entendimento, estar-se-ia a pactuar com uma actuação processual absolutamente indesejável, dada a fortíssima potencialidade que apresenta de ser motivada pelo propósito de ultrapassar normas processuais imperativas, envolvendo uma conduta processual desvaliosa, por implicar um uso de meios processuais legítimos a formulação de um pedido de nomeação de patrono, necessariamente associada à interrupção do prazo para em função de um fim processualmente ilegítimo obter um prazo de contestação mais, correspondendo neste caso a uma situação de litigância de má-fé do tipo da prevista no artigo 542, n 2, alínea, do CPC.”  No caso em apreço, os RR.