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danificada pelo escorregamento massivo e derrocada de solos e terras – quesito 3  7 O sinistro teve como consequência o corte da referida estrada à circulação automóvel de quaisquer veículos, devido à invasão da plataforma pelos solos escorregados, à rotura de um talude de escavação e rede de drenagem associada, na área de influência do escorregamento – quesito 3  7 A autora teve que contratar de imediato duas empresas de construção e obras públicas para procederem à remoção das terras e talude caídos sobre a plataforma da referida estrada nacional – quesito 3  7 A autora encetou um procedimento de contratação por ajuste direto, tendo sido executados os trabalhos em 2013, que consistiram no seguinte quesito:  a. Em 2 de Abril ocorreu a entrada em obra de equipamento pesado de terraplenagem, 2 horas após o acidente, para operação de despiste de eventuais vítimas soterradas, em apoio aos Serviços de Proteção Civil;  b. Em 3 de Abril foi feito o esboço do plano de ataque para reabertura da via PCA, DPRJ e e fixação de um prazo de 15 dias para restabelecimento da circulação automóvel;   Em 4 de Abril ocorreu a reabertura de canal de circulação, para tráfego de obra e veículos de emergência;   Em 9 de Abril ocorreu o desimpedimento da plataforma da estrada e o início da execução das obras de reconstrução das estruturas afetadas;  e. Em 18 de Abril ocorreu a reabertura da estrada ao tráfego, para os dois sentidos de circulação, com estreitamento de vias;  f. Entre 18 de Abril a 31 de Maio ocorreu execução geral de toda a obra de reconstrução das estruturas afetadas.