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E as referidas deliberações vêm identificadas no início do requerimento inicial, assim: "requerer a suspensão de eficácia da Decisão "constante do seu processo de atribuição de subsídio de doença que correu termos no Instituto da Segurança Social P. do Centro Distrital de Braga, relativa a decisão inicial de não concessão do subsídio de doença e da decisão da comissão de reavaliação e da reclamação da decisão desta comissão que foi comunicada por ofícios de 02-06-2021, do qual reclamou e veio a ser notificada da decisão da reclamação por ofício que foi comunicada por ofícios de 23-07-2021 que recebeu na mesma data em que fez o exame de reavaliação, sendo que da primeira notificação consta que pode apresentar requerimento de reavaliação no prazo de 10 dias úteis, não fazendo qualquer referência seja na notificação da primeira como na segunda ao direitos de reclamar, recorrer hierarquicamente ou para a impugnação contenciosa, sendo que de ambas as notificações, na primeira consta de relevante "Não subsiste a incapacidade temporária para o trabalho do beneficiário acima indicado a partir de 2021-06-02” e a referência à possibilidade de requerer a reavaliação, na segunda notificação a notificação só diz "Não subsiste a incapacidade temporária para o trabalho do beneficiário acima indicado a partir de 2021-06-02 ” do despacho proferido pela comissão de verificação e da reavaliação os fundamentos são "Não subsiste a incapacidade temporária para o trabalho do beneficiário acima indicado a partir de 2021-06-0”, sendo a fundamentação da decisão inicial de cessação da subsídio de doença igual, sendo que em 29 de julho de 2021, com data de 202021, o aqui requerente recebeu uma notificação da decisão cujos fundamentos da cessação são "Ter sido declarada a não subsistência da incapacidade temporária para o trabalho pela comissão de reavaliação alínea do n. 2 do artigo 2)”, com remissão ora o decreto-lei na notificação acima indicado”.