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Também, como vem decidindo este Supremo Tribunal, e sustenta a generalidade da doutrina, a presunção de causalidade tem apenas o alcance de libertar os sinistrados ou os seus beneficiários da prova do nexo de causalidade entre o acidente e o dano físico ou psíquico reconhecido na sequência do evento infortunístico, não os libertando, todavia, do ónus deprovar a verificação do próprio evento causador das lesões.”  Esta é também a posição que defendemos, a presunção de causalidade, resultante da conjugação dos artigos  e 1 n. 1 da Lei n. 98/2009 de 4/09, apenas liberta o sinistrado da prova do nexo de causalidade entre o acidente e o dano reconhecido na sequência do evento infortunístico, não o libertando, decididamente, da prova do próprio evento causador das lesões, prova essa que não resulta nem da prova documental junta aos autos, nem da prova pericial realizada nos autos e que na realidade o autor não logrou obter.