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Na sequência foi proferida sentença, na qual se cuidou de apreciar e regular todos os aspectos atinentes à requerida regulação das responsabilidades parentais dos progenitores para com a menor, o que se concretizou no seguinte "dispositivo”: «Decisão Em face de todo o acima exposto julgo a presente ação procedente e, em consequência, ao abrigo dos arts 3, n. 7 e 4 do RGPTC, fixa-se, em definitivo, o exercício das responsabilidades parentais relativamente à criança .. nos seguintes termos:  a) A criança ficará entregue à guarda e cuidados da mãe, com quem residirá e a quem competirá decidir todas as questões da vida corrente da filha;  b) As decisões de particular importância na vida da criança caberão a ambos os progenitores;  ) O progenitor poderá contactar com a filha, por qualquer meio, sempre que quiser, devendo estar com ela quinzenalmente, indo buscá-la ao colégio que frequenta na sexta-feira e levando-a a casa da progenitora no domingo, cerca das 21h00;  ) Os períodos de férias escolares da criança e as datas festivas Natal, Fim de Ano, Páscoa, aniversário da criança, aniversário dos progenitores e dias da mãe e do, serão divididos, por igual, por cada um dos progenitores, em termos a combinar entre ambos, devendo as festas do Natal, Ano Novo e Páscoa serem passadas com cada progenitor alternadamente;  e) O pai contribuirá, a título de pensão de alimentos para a filha, com a quantia mensal correspondente a €170,00 cento e setenta, a pagar à progenitora até ao dia oito de cada mês, a que acrescerá o pagamento de metade das despesas extraordinárias com a saúde, médicas e medicamentosas não comparticipadas pelo sistema de saúde a que o pai tem direito, ou fora desse sistema, com prévio acordo do e escolares da criança incluindo atividades extracurriculares nas quais o progenitor tenha dado o seu prévio, mediante os respetivos comprovativos.