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Ao TEDH, com a mesma maioria, pareceu que nesse quadro, o "Requerente não tinha à sua disposição outros meios para fazer examinar estes novos elementos de prova na parte referente aos factos que ocorreram em  e que lhe estavam imputados.” O TEDH, com a mesma maioria, expendendo não lhe caber "avaliar da relevância ou irrelevância dos meios de prova, competência que cabe aos tribunais internos, mas tendo em conta as observações que precedem, em particular, o facto de as declarações do coarguido terem fundamentado em parte a condenação do Requerente, e que BB e PP acompanhavam HH à data dos factos”, entendeu que "não pode deixar de concluir que, devido à recusa em ouvir e em examinar as peças relativas a BB e PP, os direitos de defesa do Requerente sofreram uma limitação incompatível com as exigências do processo equitativo ver mutatis mutandis, Orhan Çaçan Turquia, n. 26437/04, § 41, 23 de Março de.