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Argui na alínea das suas conclusões de recurso que o saneador-sentença é nulo, porquanto a decisão nele proferida «se desvinculou totalmente dos factos alegados pelo Embargante na sua substância e na sua adjectividade – o Tribunal "a quo” fez tábua rasa do dever de cooperação colaboração e boa fé – que deve nortear o princípio da imparcialidade e de posição supra partes constitucionalmente atribuído ao julgador – recai sobre factos não debatidos pelo Embargante, ora Recorrente.» Mais argumenta que «) A inobservância do princípio do contraditório, constitui uma omissão grave, representando uma nulidade processual sempre que tal omissão seja susceptível de inferir no exame ou na decisão de causa, sendo nula a decisão quando à parte não foi dada possibilidade de se pronunciar sobre os factos e enquadramento jurídico - art 195, n1 do P. Civil.