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–Resulta da perícia junta aos autos que em consequência das lesões sofridas em, o autor esteve impedido nos seguintes termos: a.-Data de consolidação médico-legal das lesões: 18/01/2013; b.-Défice funcional temporário total correspondendo aos períodos de internamento e de repouso: entre 14/07/2012 e 21/07/2012 8; -Défice funcional temporário parcial correspondendo ao período que se iniciou logo que a evolução das lesões passou a consentir algum grau de autonomia na realização desses actos, ainda que com limitações): entre 22/07/2012 e 18/01/2013 181; -Repercussão temporária na actividade profissional correspondendo ao período de tempo durante o qual a vítima, em virtude do processo evolutivo das lesões no sentido da sua cura ou consolidação, viu condicionada a sua autonomia na realização dos actos inerentes à sua actividade profissional: entre 14/07/2012 e 18/01/2013 189; e.-Quantum doloris: 4 numa escala de 7; f.-Défice funcional permanente da integridade físico-psíquica correspondendo a afectação definitiva da integridade física eou psíquica da pessoa, com repercussões na actividade da vida diária, incluindo as familiares e sociais, independente das actividades: Mc0617 por sequelas de limitação na flexão do joelho direito até 110, sem limitações na extensão, sem instabilidades articulares ou 2 pontos em 100; g.-Repercussão permanente na actividade profissional: não-arbitrado, em virtude de se encontrar reformado; atendendo à actividade anteriormente exercida pelo autor camponês), a perícia entendeu que essa actividade poderá ser exercida com eventuais dificuldades na realização de carga sobre o membro inferior direito; h.-Dano estético permanente correspondendo ao prejuízo estético da vítima): grau 1 e 7, atendendo às cicatrizes que apresenta na face e no membro inferior direito;  –Em 14/07/2012, data do acidente, foi feita sutura de ferida supraciliar direita Nylon 5, havendo suspeita de fractura prato libial direita.