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E como não provada a seguinte matéria de facto: - que a existência de árvores no terreno foi tida em consideração na fixação do preço;  - que em reunião havida em momento anterior à data marcada para a outorga da escritura, a Autora procurou entendimento junto de representante da Ré para que se realizasse a escritura na data que já estava marcada e que era já do conhecimento desta, uma vez que o contrato se mantinha e não tinha havido lugar à rescisão do mesmo;  - que a Ré desconhecia a espécie de árvores existentes na parcela de terreno prometida comprar, pois referia sempre e apenas eucaliptos, que eram  os mais visíveis, ignorando por isso a existência de pinheiros bravos;  - que a Autora criou a aparência de construção de uma zona industrial no terreno adjacente ao prometido vender unicamente com o intuito de sobrevalorizar o imóvel dos autos, pois cerca de dois anos após a celebração do contrato-promessa, com a venda do imóvel adjacente ao dos autos ao Município de Salvaterra de Magos, tal projecto foi definitivamente abandonado;  - que ao ter agido daquela forma a Autora criou na Ré a expectativa, que sabia que não iria concretizar, de construção da zona industrial no terreno adjacente ao dos autos unicamente com o intuito de o sobrevalorizar;  - que, uma vez afastada a utilização do imóvel dos autos para fins industriais, em face do abandono do projecto de zona industrial, poderia ainda ser rentabilizado como exploração florestal;   - que o corte de todas as árvores e posterior venda da madeira cortada retirou a rentabilização da madeira cortada e de produções florestais futuras, ao que acresce o custo de limpeza dos cepos;  - que a produção florestal existente no imóvel antes do abate por parte da Autora sempre valorizaria o imóvel, já que poderia ser rentabilizado com essa produção e com produções futuras;  - que o contrato-promessa foi celebrado também tendo em vista a rentabilização do imóvel mediante exploração florestal e outras possíveis utilizações;  - que as árvores existentes no imóvel podiam coexistir, se não totalmente, mas parcialmente com o ramal ferroviário;  - que a existência de exploração florestal valoriza o imóvel.Nos termos do disposto nos art.s 635, n. 4, e 639, n. 1, ambos do N.P., o objecto do recurso acha-se delimitado pelas conclusões do recorrente, sem prejuízo do disposto na última parte do n. 2 do art.