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1	Por fim, entende o TJUE que a interpretação a ser dada ao artigo 2 , ponto A, alínea, primeiro parágrafo da Sexta Directiva IVA 77/388/CEE), na redacção que lhe foi dada pela Directiva 2000/65/CE, é aquela que se opõe a que as autoridades competentes de um Estado-Membro de entrega obriguem um fornecedor, que agiu de boa-fé e apresentou provas que justificam, à primeira vista, o seu direito à isenção de uma transacção intracomunitária de bens, a pagar posteriormente o imposto sobre o valor acrescentado sobre esses bens, quando se demonstre que essas provas são falsas, sem que, contudo, esteja provada a participação do referido fornecedor na fraude fiscal.