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A ré ordenou à autora o exercício de novas funções, correspondentes às de chefe da secção de decoração, em julho de 2019, mas a partir do início do mês de setembro seguinte, viu-se permanentemente desautorizada pela sua superior hierárquica, por si e através de outra funcionária, S. A desautorização era de tal ordem, que "a trabalhadora S, que não estava afeta à secção de decoração, atuando em nome da Chefe de Loja, dava ordens de serviço quer à autora quer aos demais trabalhadores do sector de decoração e estes que os trabalhadores que dependiam hierarquicamente de si não antes de acatar qualquer indicação da autora, certificavam-se que a funcionária S estava de acordo, pois agia em nome da Chefe de Loja” .