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Sendo assim, como é, perante a quantificação dos prejuízos sofridos pela Exequente, que não mereceu reparo da ora Recorrente, a quem competia tomar posição definida perante os factos que constituíam a causa de pedir invocada pelo autor neste âmbito, e consagrada que está a factualidade assente nos autos por via dessa situação, resta apenas concluir que, como decidido, o montante dos prejuízos com a prestação da garantia suportados pela exequente - constituídos pelos encargos suportados com a sua prestação e manutenção, e pelos custos dos financiamentos que teve necessidade de obter para fazer face àqueles encargos - ascende a € 32032,45, sendo que o valor garantido através de garantia bancária prestada em 212003 - que veio a ser devolvida à exequente em 102008 - ascendeu a € 52059,71, de modo que, uma vez que o valor dos prejuízos não ultrapassa o limite do montante resultante da aplicação ao valor garantido da taxa de juros indemnizatórios, a exequente tem direito aos mesmos, no montante de € 32032,45, não padecendo a sentença recorrido do erro de julgamento de facto e de direito que lhe é imputado.