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Contra o que esta se insurge, argumentando que o artigo 49 do Código Civil se reporta a casos de responsabilidade extra-contratual e aqui a autora baseia a sua pretensão com fundamento no contrato de seguro que celebrou com a ré, pelo que terá de se aplicar o prazo ordinário de prescrição, a que se refere o artigo 30 do  E, continua, ainda que se aplique o disposto no aludido artigo 49, quer se considere que exerce um direito de sub-rogação ou um direito de regresso, sempre lhe aproveitará o disposto no n. 3, deste preceito, por os factos em causa, consubstanciarem a prática de um crime de ofensa à integridade física, pelo que o prazo de prescrição a considerar seria o de 5 anos.