Legal Document Excerpt:

factos provados n. 22, 32 e; U. Não existe qualquer facto que revele que os funcionários da , em momento prévio à aquisição das obrigações, actuaram com o intuito de esconder as características das obrigações em causa, nem isso resulta do facto de B. ter enviado a J. informação sobre o GRUPO W, com quem afinal ponderava contratar serviços de intermediação financeira, como forma de o enganar sobre o verdadeiro emitente das obrigações; A falta de alegação destes factos traduz-se na falta de causa de pedir, que, nos termos da alínea do n. 2 do artigo 186, determina a ineptidão da petição inicial, o que desde já se invoca, para os devidos efeitos legais, devendo por isso a Recorrente ser absolvida da instância; W. Caso assim não se entenda, a falta dos factos acima mencionados reflecte-se na impossibilidade de procedência do pedido com base no direito convocado pelo Tribunal a quo, uma vez que não se verificam os pressupostos de que aquele depende; De todo o modo, de acordo com o artigo n. 2 do artigo 32 do , já referido, é de dois anos o prazo de prescrição da responsabilidade contratual do intermediário financeiro, contados a partir da data "em que o cliente tenha conhecimento da conclusão do negócio”; Y.