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Alegou ainda sob as alíneas,,, e das suas Conclusões, que existe um desfasamento relativamente à área bruta privativa declarada pelo impugnante 308 quando participou à AT a conclusão da construção do imóvel, face ao valor apurado em sede de 2 avaliação 239,99 que inflacionaria o valor patrimonial tributário, tendo passado despercebido na douta sentença, mas que vem demonstrar por um lado, o cuidado emprestado à medição efetuada, e por outro, o descuido do impugnante no desfasamento das áreas declarado face ao valor reclamado, e que a medição efetuada em sede de  avaliação veio mostrar que não foram respeitados os valores constantes das telas finais aprovadas pelo órgão competente, nomeadamente no que diz respeito às áreas brutas privativa e dependente que foram apuradas e que se revelaram superiores, referindo que essas áreas foram medidas e atualizadas na  avaliação efectuada pela comissão de peritos designados pela AT para o efeito, que após proceder à análise da documentação anexa ao processo e da qual faziam parte as plantas dos edifícios e da implantação dos mesmos, se deslocaram ao local, e que se se tratou de uma medição direta que contou com a presença do perito indicado pelo impugnante, que no caso em apreço foi o construtor do imóvel, que prestou juramento ou compromisso de honra, nos termos do então n. 5 do art.