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No que concerne aos antecedentes criminais do arguido, se é verdade que os crimes contra a integridade física pelos quais foi anteriormente condenado respeitam a factos ocorridos há cerca de 20 anos, não o é menos que o arguido foi ainda condenado por crime de desobediência praticado em 2003, por dois crimes de condução em estado de embriaguez praticados em março e novembro de 2007, por outro crime de desobediência, de novo em matéria estradal, praticado em 2012, e, por último, pela prática de um outro crime de condução em estado de embriaguez por factos de janeiro de 2016, pelos quais foi condenado em prisão por dias livres 48 períodos) por decisão transitada em julgado em 10201  Factos estes que, não obstante o cumprimento das obrigações decorrentes do cumprimento das penas não privativas da liberdade assinalado no relatório do IRS, são bastante significativos no que respeita à forma como o arguido tem encarado as condenações que são impostas pela prática repetida dos ilícitos penais em causa e a sua indiferença perante os bens jurídicos objeto da tutela penal respetiva, revelando precisamente a falta de autocrítica e sentido dos limites que são assinalados na sentença recorrida.