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3 Ao contrário do afirmado no douto despacho recorrido, os ora recorrentes não pretendem na presente acção alegar que nada devem ao Banco recorrido por este último não ser credor da E. 4 O que os recorrentes pretendem ver apurado por este douto Tribunal, por referência à factualidade alegada em sua defesa nos presentes autos – e que justificou inclusive o quesito 10 da requerida perícia – é se a situação em que os recorrentes estariam em 2016 caso o  tivesse cumprido o contrato durante os contratados 12 anos ao invés de o, teria permitido que os mesmos se subrogassem no crédito deste último; e concomitantemente partindo dessa premissa se por força da actução do Banco – operada a resolução do contrato de mútuo perante a devedora/mutuária e feito o pedido/declaração de insolvência - os mesmos podem fazer uso da prerrogativa do art.