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2 e seguintes juntos com a contestação, informação documental proveniente da agente de execução nos processos de execução identificados na p., Isabel , onde se constata que a recorrida tem muito património penhorado, certidões juntas pelos recorrentes a fls., pagamento efectuado pelo executado, Cândido  à recorrida € 18000,00, com o que foi exonerado, e, finalmente, o acordo que o executado Alípio possui com a executada, no valor de cerca de € 30000,00, e que já pagou € 10000,0 Atentando a isto e olhando para os bens penhorados, deve dar-se por provado o facto sob este ponto;  44 - O facto dado como não provado sob o ponto 5 está em total contradição com o dado como provado sob o número 84, pelo que deverá ser eliminado;  45 - Os factos 6 a 11 estão todos concatenados entre si, formando um bloco unitário, devendo dar-se como provados, como desde logo resulta do depoimento do recorrente, João  - 00:00:01 a 01:00:01 - 00:08:14, onde esclarece que os prédios sob as verbas ns 3, 4 e 5, da escritura de partilha ficaram para si para pagar a dívida à Caixa  e que já antes dessa escritura se tinha decidido nesse sentido;  46 - No mesmo sentido é também o depoimento de Alípio , testemunha da recorrida – 00:00:01 a 00:25:08 –  15h15m12s a e como expressamente resulta da motivação, destacando-se: «que nunca quis pagar a dívida toda com tal acordo, apenas assumir a sua quota parte e fazer com que a A. cobrasse aos outros executados as respectivas quotas-partes, os quais revelaram inicialmente predisposição para entrar em acordo com a A., tendo desistido, designadamente o ora co-réu, João .