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313 e 314 "Considerou-se, deste modo, em clara divergência com o regime anteriormente vigente no Código de Processo Civil, que quem não é reconhecidamente titular ou contitular da relação material controvertida – mas tão-somente sujeito passivo, no confronto do réu, de uma eventual ação de regresso ou indemnização, com aquela conexa – e que, em nenhuma circunstância, poderá ser condenado caso a ação proceda ficando tão-somente vinculado, em termos reflexos, pelo caso julgado, relativamente a certos pressupostos daquela "ação de regresso”, a efetivar em demanda – não deve ser tratado como parte principal – O papel e o estatuto do terceiro reconduzem-se, pois, ao de auxiliar na defesa, visando com a sua atuação processual - não obstar à própria condenação, reconhecidamente impossível - mas produzir a improcedência da pretensão que o autor deduziu no confronto do réu-chamante”; - José Lebre de Freitas, João Redinha e Rui Pinto, Código do Processo Civil Anotado, Volume 1, 1999, págs.