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Na tentativa de conciliação a autora reclamou da seguradora ré o capital de remição de uma pensão anual e vitalícia no montante de € 495,62, devida a partir de 24-6- 2016, calculada com base na retribuição anual ilíquida de € 1121,34 e na IPP de 21,1099%, de harmonia, o pagamento da quantia de € 17,00, respeitante a despesas de transporte, com as suas mencionadas deslocações obrigatórias, bem assim como o pagamento da quantia de € 049,02, referente a diferenças indemnizatórias pelos períodos de incapacidade temporária sofridos e a quantia de € 665,50, a título de despesas com tratamentos de fisioterapia, acrescidas dos juros de mora, à taxa legal 4,00%), respeitantes às mencionadas prestações, contados a partir do seu vencimento e até efetivo e integral pagamento mas a ré aceitou a existência do acidente e a sua caracterização como de trabalho, o nexo de causalidade entre o mesmo e as lesões sofridas, a categoria profissional e a retribuição da sinistrada, a transferência da responsabilidade infortunística, nos termos da citada apólice de seguro, em função da retribuição anual ilíquida de € 1121,34 e aceitou pagar à autora a quantia de € 17,00, referente às aludidas despesas de transporte e os juros de mora, nos termos por ela reclamados, mas não concordou com a data da alta, os períodos de incapacidade temporária, o respetivo grau de incapacidade e o coeficiente de desvalorização arbitrados à sinistrada pelo Perito do Gabinete Médico-Legal e Forense de Entre Douro e Vouga, dado entender que ela é portadora de uma IPP de apenas 12,03 % e que a data da alta, os períodos de incapacidade temporária e o respetivo grau são os constantes do boletim de alta e nada aceita pagar à sinistrada, a título de tratamentos de fisioterapia e diferenças indemnizatórias pelos períodos de incapacidade temporária sofridos, visto entender que já a ressarciu devidamente.