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Tendo sido aberta "Conclusão” em 25-01-2018, foi proferida decisão com data de 01-02-2018, com o dispositivo que, seguidamente, de transcreve, na parte que aqui releva: 	«Por todo o exposto, declaro procedendo o incidente de revisão de incapacidade e, em consequência: 	 Declaro que o sinistrado se encontra afetado de IPP de 35% com IPATH; 	 Condeno a , S.A. no pagamento, ao sinistrado, de uma pensão anual e vitalícia no valor de 8680€ seis oitocentos e sessenta e dois euros e oitenta cêntimos), devida desde 012017, descontados os valores já pagos; 	 Condeno a , S.A. no pagamento, ao sinistrado, de um subsídio de elevada incapacidade no valor de € 454,63 quatro quinhentos e cinquenta e quatro euros e sessenta e três cêntimos; 	 Condeno a , S.A. a assegurar ao sinistrado tratamentos regulares de Medicina Física e Reabilitação e Fisioterapia pelo menos 4 x 	 Condeno a entidade empregadora , S.A. no pagamento ao sinistrado, de uma pensão anual e vitalícia no valor de € 689,70 seiscentos e oitenta e nove euros e setenta cêntimos), devida desde 012017, descontados os valores já pagos.» 	Inconformada com esta decisão, a responsável seguradora veio interpor recurso da mesma, rematando as suas alegações com a seguinte síntese conclusiva: 	« A douta Sentença proferida pela  Juíza do Tribunal "a quo” viola o disposto no artigo 145, n. 4 e 5 do CPT.