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Inconformado recorreu o A., fundamentando o recurso com as seguintes conclusões segue transcrição: 	De acordo com o disposto na  parte do n. 3 do artigo 59 do CPC, o despacho saneador constitui, logo que transite, caso julgado formal quanto às questões concretamente apreciadas, mormente, in casu, aquelas em que a Meritíssima Juiz do Tribunal a quo conheceu acerca da ineptidão da petição inicial relativa aos pedidos sob os números 1 a 7 e 9 efectuados pelo Autor, tendo considerado tais pedidos ineptos por falta da causa de pedir, gerando a absolvição dos Réus da instância alínea do n. 1 do artigo 27 do, o que declarou, 	E bem assim, quanto ao pedido  da petição inicial do Recorrente - o único que subsiste nos autos após a declaração acima mencionada -, considerou o Tribunal a quo que relativamente aos  a  Réus, existia insuficiência de causa de pedir para a apreciação do pedido, pois se se mostra invocado o eventual crédito, faltam outras alegações de matéria donde resulte que, com as transmissões dos bens, diminuiu a garantia patrimonial do crédito do Autor, que ocorreu má-fé tanto do alienante como do adquirente e que resulte dos actos dos Réus a impossibilidade de o credor obter a satisfação integral do crédito ou agravamento dessa impossibilidade, 	Daí que tenha sido dada a oportunidade ao Recorrente de suprir a insuficiência da matéria de facto alegada, ao abrigo do disposto na alínea, n. 2 e n. 4 do artigo 59 CPC, o que fez mediante a apresentação de uma nova petição inicial em 112016, com a referência citius 24340087 e para a qual se remete por uma questão de economia processual.