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Os exequentes apresentam contestação defendendo a improcedência dos embargos e reduzindo o valor líquido da obrigação exequenda para o valor de 13000,00 €, acrescida de juros legais desde 2 de julho de 2013, alegando, em síntese: posteriormente ao referido contrato-promessa, a G.e o executado ...)  mudaram de estratégia e decidiram ceder a sua posição contratual a favor de R ...) ; o mencionado executado contactou então com as exequentes ...)  e R ...)  e solicitou-lhes a necessária colaboração no sentido de serem estas a celebrar diretamente um novo contrato de permuta com o R, circunscrevendo a obrigação de cedência das frações autónomas e apartamentos ao designado lote 14; as exequentes acabaram por ceder sob a condição de este e o então sócio da G.,, assumirem a qualidade de fiadores, sendo então celebrado o Contrato de Permuta e Fiança de 16 de janeiro de 2004; contudo, entrando o R e a esposa em colapso financeiro em 2008, o acordou transferir para a sua esfera jurídica e gestionária a construção do edifício, acordando assumir a responsabilidade decorrente da obrigação que subsistia para com os exequentes.