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4 – Não estando em causa a nomeação de EE como Acompanhante na gestão das questões de saúde da Acompanhada /Requerida como foi decidido pelas instâncias, não se concorda com o acórdão recorrido em nomear a como Acompanhante para as questões patrimoniais de relevo e o EE para o processo de inventário para partilha da herança do pai de ambas,  5 – na medida em que ambos sempre recusaram a necessidade de acompanhamento da Requerida BB, bem sabendo a deficiência de que a mesma é portadora, com o intuito de procederem à sua vontade à partilha da sobredita herança, em prejuízo da Requerida,  6 – nunca tendo a , sabendo das necessidades por que passa a Requerida, ajudado monetariamente a mesma, nomeadamente prestando contas da herança como cabeça de casal,  7 – sendo, ao invés, o único intuito da Recorrente salvaguardar a mesma herança da cobiça alheia e destinar a mesma ao futuro de sua filha, que não tem outros meios de sobrevivência, dado a deficiência de que é portadora,  8 – nomeando-se a Recorrente Acompanhante da Requerida para as questões patrimoniais, como foi determinado pela 1 instância, cuja decisão deve repristinar-se,  9 – a tal não se opondo o disposto no art.