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Sucede, porém, que, face ao que acima já se deixou decidido quanto à alteração dos pontos 15 e 17, restringindo o primeiro à não apresentação de contas relativas ao ano de 2013 e o segundo aos visados A. F. e , a única conduta imputável ao Recorrente F. que subiste – a relativa à inexistência de contabilidade efetivamente organizada – é base de uma presunção de insolvência culposa unanimemente aceite na jurisprudência como inilidível, pelo que, qualquer outro comportamento dos restantes visados, se mostra irrelevante, para efeito do afastamento da responsabilidade, de tal conduta decorrente, para o referido F., sendo certo, por outro lado, que, mesmo relativamente à fixação da indemnização e na medida em que, de acordo com a formulação do ponto a aditar por que pugna o próprio Recorrente, se desconhecem totalmente os valores eventualmente em causa, nenhuma hipótese de redução de tal indemnização se poderá vislumbrar a partir do referido facto, como infra melhor se verá, não havendo, pois, razões para proceder à requerida ampliação.