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De todo o modo, lateralmente, sempre se refira que os elementos das matrizes e, bem assim, das descrições prediais e das escrituras referentes a confrontações e áreas, ainda que possam ter relevância como como factos instrumentais probatórios e acessórios nas situações em que se invoca um modo de aquisição originária do direito real, não valem só por si; não são essenciais ou indispensáveis na demonstração do direito de propriedade e são muito falíveis na medida em que resultam, em larga medida, da vontade e do interesse de quem as presta, sendo muitas vezes aceites nas condições em que são prestadas, sem que haja confirmação e actualização de áreas e confrontações cf., neste sentido, a título meramente exemplificativo, o Acórdão do Tribunal da relação do Porto de 15-10-2015, in www.dgsi.pt).