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A interpretação que foi feita das disposições finais e transitórias do Anexo do AE de 2015, na sua globalidade, sustenta a pretensão da recorrente, sem que se possa afirmar que a mesma conduz à violação das elementares regras e princípios de confiança e de equidade interna inerentes à transição entre AE de 2002 e o AE de 201  Face ao exposto acorda-se em conceder a revista, revogando-se o acórdão recorrido na parte em que decidiu manter a sentença do Tribunal de  instância que julgou improcedente o pedido da Autora para ser integrada no nível de maturidade com efeitos retroativos a abril de 2016, decidindo-se: - Condenar a recorrida a integrar a recorrente, com efeitos retroativos a abril de 2016, no grau de maturidade , do nível R7 da categoria OPA; - Condenar a recorrida a pagar à recorrente as diferenças salariais, prémios e/ou outros, decorrentes, a apurar em sede de liquidação.