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A sentença recorrida faz uma errada interpretação do requerimento de extensão confundindo a impossibilidade superveniente da lide com a determinação prevista na norma do artigo 4 e dos efeitos indemnizatórios que desta resultam, porquanto, se efetivamente, o efeito prático e útil que no momento presente os aqui requerentes querem obter é a determinação das partes à celebração de um acordo indemnizatório nos termos do artigo 4 do CPTA, todavia, o ponto de partida factual do qual parte o acórdão-base é o da constatação da ilegalidade da omissão de regulamentar a carreira de inspeção no seio da DGV, por força da determinação legal do 112/2001, e esse ponto de partida é exatamente o mesmo quer na situação dos AA no acórdão-base, quer na situação dos aqui requerentes.