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O entendimento expresso pelo Supremo Tribunal de Justiça no aresto citado tem sido perfilhado pela jurisprudência, como se ilustra com a referenciação dos seguintes arestos: acórdão da Relação de Lisboa, de 212016 processo n. 6021/02TBVFX.L1-2); acórdãos da Relação de Guimarães de 202017 processo n. 300/15T8VPA.G1), de 112015 processo n. 132/18T8BCL.G1) e de 12017 processo n. 212/15T8MNC.G1) Foi também este o entendimento expresso no acórdão desta Relação, de 202017 processo n 57/15T8PNF.P1) A conclusão enunciada é a única que se harmoniza com a vocação delimitadora das conclusões de recurso, onde se define e, eventualmente, se restringe, o objeto da pretensão recursória, ficando o Tribunal impedido de conhecer qualquer questão que não tenha sido vertida nessa peça processual artigos 635, n 3 e 639, ns 1 e 3, ambos do Código de Processo, salvo questões do conhecimento oficioso artigo 608, n 2, in.