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14- Acresce que é o mais alto Tribunal da jurisdição administrativa que, em face da questão de saber se após a vigência do Decreto-Lei n. 307/2007, de 308, se mantém a possibilidade de entidades do sector social promoverem a instalação de novas farmácias privativas, explica: " ‘Prima facie’ dir-se-ia que não, e por duas fundamentais razões: porque o regime de abertura dessas farmácias constava de dois diplomas «vide» a Base , n 4, da Lei n 125, de 201965, e o artigo 45 do Decreto-Lei n 4547, de 201968) que o Decreto-Lei n 307/2007 expressa e integralmente revogou; e devido ao tempo verbal usado no artigo 59-A, n 1, do mesmo Decreto-Lei n 307/200” – Ac.