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7) Conforme considerou a Sentença recorrida, "estes foram, pois, os critérios seguidos para a definição do preço base: partindo dos termos do disposto no artigo 4, n. 3 do CCP, o número de horas de serviço a contratar, multiplicado pelo preço/hora definido”, sendo certo que "tratando-se, como se trata, de uma prestação de serviços continuada, em que a celebração deste tipo de contrato não é nova para a entidade adjudicante - que, como é consabido, e é do conhecimento de todos os intervenientes neste processo, estando documentado nos autos, que, na qualidade de UMC, tem lançado diversos procedimentos para a aquisição de serviços de vigilância - nem para a sua representada ADSE, pois que tinha já contratado serviços de vigilância e segurança privada e ligação de alarmes a Autora, como a mesma reconhece no artigo 7 da petição assume-se como razoável inferir que a referência ao preço/hora e ao disposto no artigo 4, n. 3 do CCP na decisão de contratar, visa precisamente indicar que para esses custos foram usadas as prestações do mesmo tipo anteriormente adjudicadas” 8) O Tribunal recorrido não incorreu em qualquer erro de apreciação sobre a matéria de facto, sendo manifestamente improcedentes os erros imputados na decisão de considerar como não provados os factos,,, e. 9) Como ponto prévio importa sublinhar que, ao contrário do invocado pela Recorrente, inexiste qualquer presunção legal sobre a realização de 40 horas anuais de formação contínua.