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artigos 5 a 5 da petição inicial e documento n. 6 junto à, tendo também a Recorrente junto, no que respeita especificamente a esta matéria, dois pareceres jurídicos da autoria do Professor Doutor Casalta Nabais e dos Doutores Silvério Mateus e Branco Guimarães, bem como Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul n. 08035/14, de 4 de Junho de 2015, através dos requerimentos apresentados a 7 de Maio de 2015 e 8 de Janeiro de 2016, respectivamente; P) Perante o exposto, entende a Recorrente não merecer acolhimento a posição sufragada pelo Douto Tribunal a quo quanto ao enquadramento do alegado prédio urbano na espécie «outros» na acepção do artigo , n.s 1, alínea, e 4, do , enquadrando-se o mesmo indubitavelmente na espécie «industrial» prevista no artigo , n.s 1, alínea, e 2, do ; Q) Nestes termos, requer-se a esse Douto Tribunal ad quem que julgue totalmente procedente o presente recurso, considerando enfermar o acto tributário em crise de ilegalidade — geradora de anulabilidade nos termos do então 13 do CPA — com fundamento na incorrecta aplicação do regime ínsito no artigo , n.s 1, alínea, e 4, do , tudo com as demais consequências legais.