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Assim, temos que o agente/autor mediato: a)	Criou um documento falso – autenticação da aplicação MB WAY na  SIBS, inserindo dados no sistema informático – número de telefone e PIN – elemento objectivo do, associando-a a um determinado cartão de  débito através da in­trodução/utilização do PIN do cartão), que não lhe pertencia, mas que, a partir deste acto, passa a ser reconhecido como se lhe pertencesse – com o que cria uma "assinatura digital" falsa; b) Sendo que o fez através de manipulação do titular do cartão, determinando-lhe a prática dos actos de execução, que este exe­cutou automaticamente e sem juízo crítico, convencido que es­tava a consentir coisa completamente diversa que seria receber dinheiro da venda que estava ciente ter acabado de; ) Com intenção de provocar engano nas relações jurídicas elemento subjectivo especial do – criar a convicção no sis­tema informático da SIBS que o utilizador da aplicação MB WAY é omesmo utilizador, legítimo, do cartão de débito; ) E com intenção dolo/elemento de que estes sejam considerados ou utilizados para finalidades jurídicas relevan­tes – efectuar operações financeiras/transacções, todas as or­dens de levantamento e/ou transferência que venham a ocor­rer através daquela aplicação – que serão aceites como válidas como sendo emitidas pelo próprio titular do cartão de débito.