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F.	Sobre este entendimento, o tribunal ad quo, comungou do raciocínio do ora Recorrente determinando que a contagem do prazo para a medida de interdição de entrada em território nacional apenas pode operar a partir do momento em que há uma saída efectiva do território nacional, G.	Ora tendo sido dado como assente que a ora Recorrida saiu do território nacional em 29 de Dezembro de 2013 facto que a ora Recorrida confirma na p.e consta do processo, o ora Recorrente apenas pode entender que o douto tribunal ad quo por lapso determinou que "No dia 29/11/2013, houve o efectivo cumprimento da medida de expulsão pela Autora, Dai que o dies ad quo da medida de interdição de entrada no território Nacional seja o dia 30/11/203, terminando o período dos 6 anos em 29/11/2019" H.	Assim sendo, afigura-se ao ora recorrido, s.o., que deverá ser corrigida a douta Sentença na parte em que determina que o período de interdição de entrada corre a partir de 30 de Novembro de 2013, terminando em 29 de Novembro de 2019, substituindo-se pelo período correcto que corresponde à contagem a partir de 30 de Dezembro de 2013 terminando a interdição de entrada em território nacional em 29 de Dezembro de 2019, 	 	Corrigida nessa parte a douta Sentença afigura-se existir incongruência quanto à procedência da Acção Administrativa atento o facto de não assistir razão à ora Recorrida uma vez que entendeu o douto tribunal ad quo que o prazo de contagem do período de interdição de entrada em território nacional não se conta a parir da notificação ocorrida em 19/04/2007, mas apenas a partir da data de saída efectiva do território nacional a qual ocorreu em 29 de dezembro de.