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Preconiza a recorrente que a sentença padece de erro de julgamento, porquanto deveria ser dado como provado o facto que foi levado aos factos não provados, com o seguinte teor: "No projeto de relatório de inspeção notificado à ora impugnante em 2008-05-02, faltavam 8 folhas e havia erro material na sistematização dos seus anexos.” conclusões I Isto porque a sentença fez uma errada valoração da prova testemunhal, ao sobreavaliar o depoimento da testemunha F., o qual tem ínsito uma contradição, na medida em que afirma que estava tudo certo e sem erros, admitindo, em simultâneo, um erro de escrita bem como nunca tratar do expediente; a testemunha Inês Suzana entregou em ata de audiência contraditória, o projeto de relatório sem as folhas 19, 38, 39, 40, 41, 42 e 43, mantendo o sistema de agrafos originais, quer os módulos em harmónio, e erro na sistematização dos anexos conclusões II e III e V a VII   Vejamos.