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Sustentam os apelantes que ao apresentarem a resposta de 18/09/2020, não foi seu propósito apresentar qualquer réplica, mas apenas desejando pronunciar-se sobre as implicações que o acolhimento da tese do recorrido poderia causar no plano jurídico, implicações jurídicas essas que, por ferirem a ratio do instituto da prescrição e das obrigações naturais, já justificaram que a jurisprudência tivesse afastado tal tese, acusando a 1 Instância de ter entrado em contradição ao pretensamente sustentar que àqueles apenas assistia o direito de se pronunciarem sobre a contestação em sede de audiência prévia ou, na ausência desta, na audiência final, quando se veio a constatar que a mesma não designou audiência prévia, a propósito do que já nos pronunciamos no sentido de não existir contradição alguma em sede de despacho recorrido.