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H) Ou seja, o douto Aresto cujo caso julgado os Recorrentes pretextam ter sido violado, não se pronunciou sobre se a quantia a que os Recorrentes foram condenados a pagar era, ou não, devida, pelo que o Acórdão sob recurso em nada viola o caso julgado por tal Aresto;  ) Sendo as oposições à execução mediante embargos de executado deduzidas nos Apensos "A” e "B” exactamente iguais, a decisão a proferir no Apenso "A” nunca por nunca poderá ser diferente da proferida no Apenso "B”, ou seja, a declaração da nulidade da notificação do requerimento de injunção à embargante - pois o requerimento de injunção foi notificado aos Recorrentes e à referida BB por mero depósito e não por carta registada com A/R, como o tribunal entendeu dever ter sido o caso - sob pena de, aí sim, entrar em contradição com a sentença já proferida e transitada em julgado no Apenso "B”;  J) Pelo que apenas constituirá caso julgado formal, à semelhança da sentença já proferida e transitada em julgado no Apenso "B”;  K) Sem prejuízo da inadmissibilidade legal de conhecimento da alegada omissão de pronúncia, certo é que esta também não se verificava, uma vez que resulta dos factos dados como provados constantes do douto Acórdão sob recurso que os Recorrentes assumiram no contrato de arrendamento a qualidade de fiadores e principais pagadores, logo responsáveis pelo pagamento das quantias peticionadas;  ) Mesmo que por hipótese académica tivesse havido omissão de pronúncia, que não houve, certo é que a mesma redundaria na exigibilidade dos Recorrentes em pagar as quantias reclamadas, não só por força da qualidade de principais pagadores, mas também pelo facto de as partes terem convencionado o regime da solidariedade entre a locatária e fiadores pelo pagamento de todas as quantias que se mostrassem devidas pela execução do contrato de arrendamento;  ) É jurisprudência unânime dos nossos tribunais superiores da admissibilidade do recurso ao requerimento de injunção para pedir o pagamento de rendas vencidas e não pagas, tal como decorre do plasmado no douto Aresto da Relação do Porto, de 12014, proferido no âmbito do processo n. 103296/15YIPRT.P1 e no também douto Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, de 22016, proferido no âmbito do processo n. 110414/10YIPRT.L-2, ambos consultáveis em www.dgsi.pt, entre muitos outros;  N) E por isso mesmo consta da tipologia dos contratos pré-definidos no formulário do requerimento de injunção que podem servir de fundamento à instauração desse requerimento de injunção o contrato de "arrendamento”;  O) A jurisprudência referida pelos Recorrentes nas suas alegações não versa sobre a inadequação tout court do procedimento de injunção para cobrança de rendas vencidas e não pagas, bastando pata tal atentar no teor dos Arestos ali referidos.”     Não se encontrando preenchidos os pressupostos gerais de recorribilidade do valor da acção e da sucumbência, foi o presente recurso interposto ao abrigo do art.