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facturaram à ASFOALA terem tido um custo unitário superior aos preços unitários que a essas empresas B LDA e a  tinham pago à empresa subcontratada, a , LDA., pelo que, tais despesas apenas poderiam ser consideradas elegíveis pelos montantes pagos pela B LDA e pela  LDA à subcontratada , LDA;     7 Por outro lado, afigurar-se-ia que relativamente aos preços "pagos” pela ASFOALA à B LDA e à  LDA, é que, eventualmente, poderia suscitar-se a questão de saber se a Decisão suspendenda estaria, ou não afectada por erro nos seus pressupostos;     8 Mas, como se extrai dos autos, nada se apurou relativamente a tal questão, ainda que de forma perfunctória, que fosse; 9 Nessa medida, o erro de julgamento de 1 instância, manteve-se na 2 instância, porquanto resulta do Acórdão qui recorrido que, nele, a respeito do conhecimento do erro de julgamento imputado pelo IFAP à decisão proferida na 1 instância, o Tribunal a quo, aqui recorrido, no discurso fundamentador do Acórdão recorrido, apenas reitera tal entendimento da 1 instância, assim padecendo a decisão constante do acórdão recorrido dos mesmos erros do discurso fundamentador da Sentença proferida na 1 instância, que acolheu na íntegra; 10 Com efeito, tendo presente a globalidade da prova constante dos autos designadamente da prova não podem considerar-se, perfunctoriamente, que seja, minimamente contraditados, nem no procedimento administrativo nem nos presentes autos, os pressupostos em que se fundou a Decisão suspendenda; 11 Acresce que sobre a questão conhecida e suscitada pela ASFOALA nos presentes autos – o erro nos pressupostos da Decisão suspendenda relativo à in/elegibilidade de despesas – já se pronunciou o STA no Acórdão de 04/10/2017 prolatado no recurso de Revista tramitado sob o n 550/17 e no qual foi Recorrente o IFAP e Recorrida a ASFOALA em caso absolutamente análogo, com o seguinte Sumário:     - É legítimo o IFAP considerar como não elegíveis, para efeito de financiamento pelo FEADER, despesas apresentadas pelo promotor, em pedido de pagamento, consubstanciadas em facturas emitidas por fornecedor subcontratado, naquilo em que tais despesas, sem correspondência real, ultrapassam o chamado preço de entrada, ou 1 preço.