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Desta forma, no plano da imputação objectiva: a) O juízo de causalidade é também deixado para a teoria da equivalência das condições única correcta no plano, pelo que em primeiro lugar, deverá verificar-se se existe uma relação de causalidade meramente naturalística entre a acção e o resultado, no sentido firmado por aquela teoria; e, depois b) Só será objectivamente imputável um resultado causado por uma acção humana quando essa acção tenha criado um perigo juridicamente desaprovado =risco proibido, violador da que se realizou num resultado típico, com base num processo causal tipicamente adequado - em suma, a conduta deverá conter um risco implícito um perigo para o bem jurídico) que deverá posteriormente realizar-se no resultado a imputar.