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219 a. Não foi vista qualquer transacção de estupefaciente, não é descrito qualquer uso de telemóvel, não foi interceptado qualquer suposto consumidor na posse de estupefaciente, continua a não se referir o motivo pelo qual se atribui o uso dos concretos números de telemóvel aos suspeitos nem aquele que levou agora a distribuí-los pelos mesmos, já que antes se dizia serem todos usados por  A...." Quanto a este ponto reitera-se a impossibilidade de visionar a entrada dos consumidores na habitação, considerando as características geográficas do local, já amplamente descritas e constantes dos fotogramas juntos aos autos, o que reforça a necessidade absoluta de recurso a intercepções telefónicas, demonstrado que está a actividade de venda de droga naquele local, por parte dos suspeitos.