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145-H/5 do –, têm de específico quanto a isso, dizia-se, o facto de, agora, tais violações virem assacadas também a alegadas acções e omissões do Banco de Portugal, no âmbito dos seus poderes de supervisão, por "ter permitido a comercialização de um produto de feição complexa” e adoptado comportamentos que teriam levado os Autores a acreditar que "jamais ele poria em causa a disponibilidade sobre a referida poupança”; 	Porém, em parte alguma da sentença, designadamente no respectivo capítulo   "– Fundamentação - Factos provados”, existe qualquer vestígio ou indício factual, uma palavra sequer, sobre ter o Banco de Portugal autorizado ou permitido a comercialização de acções preferenciais de empresas do G ou outras;  jj.