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Aliás, deve referir-se que se afigura que a referência feita pela recorrente à impugnação da alínea só deve ter ficado a dever-se a lapso: com efeito, por um lado, enquanto em relação aos outros factos impugnados referiu o sentido da resposta que deve ser dada e os meios de prova, concretizados nas alegações, em relação ao facto nada disse; por outro, não se vê, designadamente dos articulados, que tal facto seja objecto de discordância da Autora e que colida com as suas pretensões na acção, tanto mais que na sentença recorrida o Réu já foi condenado a pagar à Autora as diferenças em falta no subsídio de férias, bem como a referida importância de € 504,9 Note-se no que, a este respeito, se escreveu na sentença recorrida para motivar a resposta a tal facto: «Relativamente à questão do recebimento ou não pela Autora do subsídio de férias e de Natal ao longo da vigência da relação laboral, o tribunal considerou vários elementos, de que se destacam os seguintes:  - O R. excepcionou expressamente o pagamento de subsídios de férias e de Natal vg.