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34 CONCLUSÃO: E muito menos a conclusão, em sentido diferente do fim constante da motivação da sentença revogada, quando esta refere a omissão de diligências complementares significativas que se revelariam úteis) às conclusões do RIT, referindo, sem a propósito de facto no acórdão recorrido "A Administração não tem de provar acordos simulatórios nem apurar junto dos utilizadores se os trabalhos foram ou não realizados.” 35 CONCLUSÃO: Nem sequer se consegue descortinar o fundamento da errada lógica do julgamento efectuado e plasmado no acórdão recorrido, quando se refere o facto de na sentença que revogou ter dado como provada a existência de indícios sérios e objetivos, que traduzem uma probabilidade elevada de as faturas em causa não corresponderem a operações reais, ser alegadamente contraditória no entender do acórdão com a decisão de que a Impugnante/Recorrente, ter provado nos autos que essas facturas correspondiam a serviços prestados efectivamente realizados.