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Relativamente à pretensão indemnizatória do autor a título de compensação por danos patrimoniais decorrentes da privação do uso da viatura, decorre das conclusões constantes das alegações que a discordância da apelante se circunscreve a dois tipos de fundamentos:  ) No que ao valor diário considerado no cálculo da indemnização, defendendo que um quantitativo diário de indemnização por privação de uso superior a € 10/dia, neste tipo de situações, é manifestamente excessivo conclusões 2, 2 e 2 das alegações);  Que tal valor só deverá ser suportado pela ré até à data de comunicação da perda total da viatura, a qual foi efetuada pela ré seguradora, ora recorrente, em 19-01-2016 pelo que a partir de tal data a ré nada tem a indemnizar o autor, sustentando que o autor apenas não recebeu naquela data o valor de indemnização por conta da sua própria inércia, uma vez que aceitou a perda total e consequente indemnização proposta conclusões 2, 2, 2 e 2 das alegações).