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A., J. e F. N.;	  A recorrente A. não concorda com a compensação atribuída a título de indemnização pela privação do uso de veículo, no valor de 60,00 €, por entender que a mesma é irrisória desproporcional, desajustada e injusta ao caso em apreço, violadora do princípio da equidade e justiça, e por isso merece censura;  Desde logo, mostra-se provado nos pontos 22, 23, 24 e 25 da matéria fáctica, que a  A. viu-se privada da utilização do seu veículo desde a data do acidente, uma vez que este não mais pode circular, cobrando as empresas de rent-a-car aluguer diário de uma viatura de gama média o montante de € 7,50;  Salvo melhor entendimento, entende a recorrente A. que se encontra desajustada a indemnização atribuída de 60,00 € pela privação do uso do veículo, na justa medida em que estamos diante uma viatura com perda total, o que por si só configura um grande desgosto e sentimento de perda para a A.;  Apesar de nos presentes autos não se ter apurado a concreta realização de despesas feitas pela lesada em consequência dessa privação, resultou apurado que não lhe foi atribuído veículo de substituição e que a A. emprestava o uso do LH à sua filha, a falta deste veículo causou transtornos na vida privada da  A., que deixou de o poder destinar às necessidades da sua filha, a  A.;  A medida da indemnização terá que ser determinada com recurso à equidade art.