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Projetou, na realidade, que a R. exerceria as funções de cuidadora informal, especialmente no fim da sua vida, figura cujo relevo é bem evidenciado pelos avanços legislativos entretanto verificados, em que assoma a recente aprovação do Estatuto do Cuidador Informal pela Lei n 100/19, de 6-9, e das medidas relacionadas com o acompanhamento de maiores previstas na Lei n 49/18, de 14-  Considerando que o testamento foi elaborado quando o testador e a beneficiária mantinham uma determinada "relação” de contornos indefinidos, quer o texto quer o contexto desse testamento não permitem concluir que estivesse pressuposta a existência ou a persistência de uma situação de convivência do tipo conjugal, sendo bastante que, quando o testador necessitasse, a R. lhe prestaria assistência médica, medicamentosa e alimentar adequada.