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Para o efeito, como exercício, para cálculo do capital subjacente aos rendimentos auferidos nos anos em análise, se considerarmos como referência a "taxa de juro bancária para depósitos de particulares com prazo acordado até 1 ano", constante dos Boletins Estatísticos do Banco de Portugal dos anos de 2017 e 20181 cuja tabela apresentamos a seguir, verificamos que, implicitamente, o capital mínimo investido pelos sujeitos passivos nos anos 2015 a 2017 não se coaduna minimamente com os rendimentos ilíquidos declarados para efeitos de IRS, a saber:  Ora, tendo em conta o enquadramento económico e financeiro do agregado familiar, é plausível que as taxas de juro de depósitos negociadas com as instituições financeiras atinjam valores superiores às de referência.