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Inconformada com esta decisão, a ré dela interpôs recurso de revista para o Supremo Tribunal de Justiça, terminando as suas alegações com as seguintes conclusões, que se transcrevem:  «  Relativamente à questão de saber se é nula a decisão da matéria de facto relativamente aos factos provados nos pontos 4 , 32 e 33, quando se refere o ano de 1987, da decisão da  Instância, confirmada pela  Instância, por ter sido extravasado, quer os temas de prova e dos articulados, onde nunca é referido o ano de 1987, nem nunca foi alegado pelas partes, quer porque o Tribunal no que concerne aos pontos 4, 32 e 33 não fundamenta em testemunhas, nem em documentos a referência ao ano de 1987, conhecendo o Tribunal para além do pedido formulado pelos Autores, que balizam o início da posse a partir de 23-9-1999, data da outorga do contrato promessa .