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Actuaram ainda, com consciência de que o era, respectivamente, seu filho à sua guarda e responsabilidade e seu sobrinho, que tinha menos de 6 anos de idade, de que as zonas do corpo em que tocaram constituem património íntimo e uma reserva pessoal da sexualidade do menor, de que punham em causa o seu são desenvolvimento da consciência sexual e de que ofendiam o respectivo sentimentos de pudor, intimidade e liberdade sexual, causando-lhe grande sofrimento físico e psíquico, que interrompiam o percurso normativo do desenvolvimento psicossexual do menor e o erotizavam antes de este dispor de competências cognitivas, sociais e emocional para regularizar a sua sexualidade, bem como para evitar o contacto sexual com um adulto.