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Acontece que, como referido, nos autos, não existe qualquer dúvida entre as partes contratantes sobre qual o concreto prédio, isto é, sobre que concreta realidade física, foi dada de arrendamento para habitação pela apelada à apelante e ao Réu Fernando em 01/10/201 Trata-se, reafirma-se, do prédio que a apelante alega constituir a "habitação principal” e onde sustenta residir, de forma ininterrupta, pelo menos desde 2005 e não o anexo, que aliás, a própria apelante afirma nunca ter tido quaisquer condições de habitabilidade, sequer ela e o Réu Fernando, terem celebrado aquele contrato de arrendamento em 01/10/2014, com a convicção de que esse contrato tinha por objeto esse anexo, que, de resto, afirma, estar abandonado desde, pelo menos,.