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Apurou-se também ter a arguida omitido o prescrito na lei para a situação ocorrida, em que deixa de fornecer actividade aos trabalhadores.” Ora visto o descrito e apurado outro não podia ser o juízo emitido pelo tribunal quanto ao conhecimento das circunstâncias, requisitos e procedimentos a que obedece o encerramento temporário do estabelecimento, sendo certo que a arguida sempre agiu sabendo perfeitamente o que estava a fazer, pois tal o impõem as regras das experiencia, não bastando a arguida dizer que não sabe, quando gere uma duas empresas desde 2008 e portanto se lhe impõe o conhecimento das práticas e das regras do negócio entre as quais avultam as regras e normas laborais, insertas no Código de trabalho, pelo que o mínimo que se pode dizer perante tal afirmação é que a mesma não merece qualquer credibilidade, o que se manifesta e reforça pela assessoria jurídica por advogado de que goza, sendo certo que mesmo que estivéssemos perante um erro sobre a ilicitude de tal comportamento este se revelava inócuo, pois tal erro lhe era censurável art 17, sendo inadmissível que alguém se dedique, e há tanto tempo, a um dado ramo da industria e não conheça ou não queira conhecer as regras e normas a que a mesma está subordinada.