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No caso em apreço, há que atender à frequência e à persistência no prosseguimento da actividade de tráfico de estupefaciente, à proximidade que o recorrente AA tinha com os consumidores, ao tipo de estupefacientes comercializados, à sua danosidade para a saúde cocaína), à quantidade do estupefaciente comercializado, que não poderá ser considerada diminuta, ao período de tempo em que desenvolveu esta actividade, e ao facto de não lhe ser conhecido qualquer outro meio de subsistência desde Fevereiro de 201  Ora, uma avaliação global de toda esta factualidade que o recorrente AA não pôs em causa, não poderá justificar, em nossa modesta opinião, uma redução da pena de prisão que lhe foi aplicada.