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2) Com efeito, e no que respeita à matéria fáctica, verifica-se, com relevância para o presente Recurso que, em 29/11/2018, o Douto Ministério Público, em representação de B, veio peticionar a declaração de insolvência da ora Recorrente, nos termos e com os fundamentos ali constantes e que se dão por reproduzidos e, por sua vez, em 01/04/2019, veio a ora Recorrente deduzir oposição, nos termos e para os efeitos do artigo 3 do CIRE, alegando, em síntese, três fundamentos/razões para que o pedido de insolvência fosse totalmente destituído de fundamento: a primeira decorre do facto de a credora/requerente não ter fundamentos para a resolução do contrato; a segunda decorre do facto de a mesma não ser titular do alegado crédito sobre a Recorrente nos montantes peticionados; a terceira, porquanto a Recorrente não se encontra em situação de insolvência, nem passaria a ser insolvente mesmo que o crédito em crise tivesse qualquer adesão à realidade.