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Se, com efeito, na base e origem da certidão de divórcio e seu registo apenas esteve o "mútuo consentimento” declarado pelos ex-cônjuges e se tais declarações de vontade, face à lei ucraniana, bastam para extinguir o vínculo conjugal, é questionável se, afinal, esse "negócio” cabe no processo de "revisão de sentença estrangeira” em Portugal, o que é que nele há-de, de juridicamente constitutivo, para ser "revisto” e "confirmado” em face da ordem jurídica nacional e, portanto, constituir o seu objecto, e se há qualquer necessidade e interesse numa tal demanda, como ocorreu no Acórdão da Relação de Lisboa, de 17-01-2013, processo n 623/15YRLSB-  O problema, como se vê, não é, apenas, de prova.