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de Ponta Delgada, exarada a fls.54 a 62-verso do processo, a qual julgou procedente a presente impugnação pelos recorridos intentada e tendo por objecto o acto de liquidação de R.S./ demonstração de acerto de contas, referente ao ano de 2016 e no montante total de € 2761,5O recorrente termina as alegaç��es do recurso cfr.fls.67 a 74-verso do processo físico) formulando as seguintes Conclusões: 1-O Tribunal a quo incorreu em erro de interpretação e aplicação do Direito, ao defender que, para apuramento das mais-valias a tributar, no caso de alienação de um imóvel construído pelos próprios sujeitos passivos, se deverá atender, para efeitos de definição do que se entende por valor de aquisição, ao valor patrimonial mais atualizado, se superior ao valor do terreno, e não, como deveria ter interpretado, ao valor patrimonial definido, pura e simplesmente, no momento da aquisição; 2-Entende o Tribunal a quo, concretamente, que «o cálculo da mais-valia sujeita a tributação não foi corretamente efetuado pela administração tributária.  )