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Apreciação do tribunal: Ao alegar no sentido acima exposto, o recorrente contesta, por um lado, a afirmação, feita na sentença, de que a entrega do remanescente da caução à sociedade T agravou a situação de insolvência da sociedade, e, por outro, a afirmação de que o ora recorrente, enquanto gerente desta última sociedade, tinha o dever de requerer a declaração de insolvência dela, pelo menos no final de Dezembro de 2017, início de Janeiro de 201 Subjacente ao recurso está a interpretação do n. 3 do artigo 18 do CIRE no sentido de que os factos previstos nas suas duas alíneas fazem presumir a culpa grave do administrador, mas não fazem presumir que a criação ou agravamento da situação de insolvência é consequência da sua actuação.