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A este propósito há que reconhecer que a alegação do AA continua a ser irrefutável e obter ganho de causa com respaldo probatório em sede de julgamento, porquanto, mais uma vez, evola com mediana clareza da prova produzida que desde meados de Abril de 2012 a 2 RR deixou de entregar ao então TOC da 1 RR os documentos contabilísticos desta – apesar das insistências desenvolvidas por este último nesse sentido, o qual acabou por cessar a prestação dos seus serviços à  ré em Dezembro de 2012, com esse mesmo fundamento, deixando a escrita desta por fazer desde Abril de 2012, apenas concluído pelo TOC que o sucedeu em meados de Dezembro e inícios de Janeiro do ano seguinte, segundo este informou, e o tribunal não tem razões para duvidar – nomeadamente os atinentes à compra e venda que teve lugar em Agosto de 201  Esta conduta da 2 RR, nos termos descritos, é objetivamente suscetível de revelar a aparência de uma quebra de confiança com a sociedade, ao ponto de não lhe ser exigível a continuação da relação contratual com aquela, enquanto sua gerente, porquanto evidencia da sua parte a violação do dever de empregar a diligência de um gestor criterioso e ordenado, como imposto pelo artigo 64, alínea, do Código das Sociedades Comerciais.