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219-220, a A. procedeu à comunicação à R. da resolução do contrato de empreitada, com efeitos imediatos, invocando como fundamentos para a resolução o incumprimento por parte da R. «tanto ao nível do incumprimento reiterado dos prazos de execução da Empreitada, mas também por falta de qualidade dos próprios trabalhos executados», e a perda de confiança no trabalho da R. «tanto em termos de qualidade, como em termos de compromisso quanto a timings de execução»; naquela mesma carta concretiza a A. que a empreitada deveria ter sido concluída em 30-7-2015 e que só em 28-9 foram entregues as fracções correspondentes aos pisos 1 e 2 e que quanto ao piso 0 não conseguiu a R. até ao final de 2015 entregá-lo em perfeitas condições; que no entendimento da A. o atraso na conclusão da empreitada se deve à falta de qualidade e de quantidade dos recursos humanos alocados à obra”.