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Não está – entenda-se – não reside com a filha nem com a respectiva mãe; seja porque vive em casa do seu pai, seja porque pernoitava com o namorado” Porém, os períodos em que a mãe não residiu com a filha porque vivia em casa do seu pai, serão anteriores a Setembro de 201 Actualmente, convive e reside com o namorado em lugar que se desconhece e, pelos vistos, pernoitará de vez em quando em casa da mãe, onde vive a. É o que resulta da conjugação dos factos 11, 17 e 82: à data de 22019, a progenitora estava integrada no agregado familiar desde Setembro de 2017, "envolvendo-se de uma forma mais responsável na vida da filha, apesar de a avó materna da menor se afigura como um importante suporte à jovem mãe na aprestação de cuidados e na supervisão da menor, principalmente a quando da sua ausência em trabalho” , "que a avó materna e a progenitora continuam a ser referenciadas como as principais cuidadoras da menor " .que a progenitora da menor, desde que reintegrou o agregado familiar da sua mãe, dorme no sofá cama da sala”; que a progenitora mantém a sua relação com o antigo namorado e que nem sempre pernoita em casa da mãe, o que significará que por vezes o faz; e que a progenitora convive e reside com que periodicidade desconhece-se) com o namorado em local que se desconhece.