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; de igual modo o guarda da GNR .... confirmou que não havia delimitador ou separador central; 14) Deste modo, a línea deve manter-se inalterável, dado que não se pode atender só ao depoimento indicado pela Recorrente, tendo, ainda, em consideração o teor da participação do acidente efetuada pela GNR que refere expressamente que "Desde o cruzamento, onde deu entrada o veículo, na Estrada Nacional 358 cruzamento que dá acesso à localidade de até ao local do acidente, não se encontrava qualquer sinal que indicasse que a referida estrada se encontrava em reparação"; 15) Não existem motivos para alterar o teor da alínea, dado que a própria Recorrente não retira qualquer consequência, ou ilação prática, do que invoca nas alegações; 16) Existiu contraditório em sede de julgamento em relação aos factos contidos na alínea se era de noite, se existia sinalização, se exista desnível), pelo que a mesma se deve manter; 17) O facto não provado deve manter-se igualmente, dado que foi efectuada uma análise cuidada e crítica da mesma, tanto em relação à questão testemunhal, como documental, tendo a mesma sido apreciada livremente segundo a prudente convicção do julgador que assim o justificou; 18) Ademais, quanto a este particular, dão-se como reproduzidos os depoimentos das testemunhas ...., A..... guardas, G....., ...., ...., N....., sendo que esta última testemunha confirmou que tinha passado na mesma estrada, no mesmo sentido de trânsito da vítima, pelas 18 horas e que não viu qualquer sinal no entroncamento; 19) Além disso, de acordo com o disposto no artigo 607, n 5, do NCPC, o Juiz aprecia livremente as provas, para além de que o n 4 impõe a análise crítica das provas; 20) Entendem os Recorridos que, no caso concreto, foi efectuada uma híper apreciação critica de todos os meios de prova, com explicações detalhadas, pormenorizadas e comparativas em relação às divergências entre testemunhas e razões de opção pelo depoimento das testemunhas dos Recorridos em determinados aspectos; 21) Considera-se que a decisão do julgador com base numa análise ponderada, cuidada e crítica das provas e devidamente fundamentada, se apresenta como uma das "soluções plausíveis segundo as regras da experiência, pelo que será intocável visto ser proferida em obediência à lei que impõe o julgamento segundo a livre convicção" Ac.