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32, n.2, do , chamamos à colação, pela sua clareza, a doutrina que dimana do recentíssimo acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 002019, P. 1772/04TVLSB.LS1, inteiramente aplicável ao caso em apreço e no qual se sumariou o seguinte: «Tendo a acção como causa de pedir factualidade consubstanciadora do enriquecimento sem causa, o prazo prescricional para o exercício do direito é de três anos a contar da data em que o credor teve conhecimento do seu direito, artigo 482 do CCivil, Dispõe o artigo 323, n1 do CCivil que a prescrição se interrompe «pela citação ou notificação judicial de qualquer acto que exprima, directa ou indirectamente, a intenção de exercer o direito, seja qual for o processo a que o acto pertence e ainda que o tribunal seja incompetente.».