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O demandante insurgiu-se contra aquela sentença, tendo interposto recurso da mesma em 29/jul./2019 pugnando que a mesma seja declarada nula por omissão do designado no artigo 90, n. 3 CPC e no mais deverá ser revogada e, em consequência, ser designada como acompanhante F, apresentando essencialmente as seguintes conclusões: ) A factualidade provada não permite a designação de  como acompanhante da demandada, não se entendo as razões que motivaram tal escolha, não tendo sido realizadas quaisquer diligências para aferir a credibilidade deste; ) Desconhece-se onde o mesmo reside, o seu agregado familiar, a atividade profissional, que tipo de relacionamento tem com a Beneficiária ) A indicada F filha da beneficiária e que foi alvo de Relatório Social reúne as condições para o exercício das funções de acompanhante ) O tribunal não podia ter dado como provado o item  dos factos provados, face aos interrogatórios realizados à demandada ) A sentença é nula por não ter feito referência à existência de testamento vital e de procuração de cuidados de saúde e acautelar o respeito pela vontade antecipadamente expressa pelo acompanhado, como impõe o artigo 90, n. 3 do Código de Processo Civil; ) Em razão deverá a mesma ser declarada nula nos termos do artigo 61, n. 1 al.