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do STJ de 30/12/1977 BMJ 271/185), que prova livre não quer dizer prova arbitrária, "mas prova apreciada pelo juiz segundo a sua experiência, a sua prudência, o seu bom senso, com inteira liberdade, sem estar vinculado ou adstrito a quaisquer regras, medidas ou critérios legais” – Código Civil Anotado, ,  ed., Coimbra Editora, 1987, p. 34 A liberdade de apreciação, que existe para os meios de prova em geral sem prejuízo dos casos de prova tarifada que a lei prevê) tem de gerar a «convicção».O juiz atinge a «convicção» quando está seguro de que o facto ocorreu, não por uma certeza absoluta, mas porque para si – após a sua análise crítica das provas produzidas, considerando a sua validade, consistência e coerência, concatenando-as umas com as outras, e ponderando todas e cada uma delas com os dados da lógica e da probabilística – é certo que assim sucedeu.