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e n. 2 do CPPT, pelo que deve ser julgada extinta a execução instaurada ilegalmente pela Segurança Social contra o ora oponente/executado, só assim se cumprindo a lei e fazendo J U S T Ç A!O Recorrido não contra-alegou.O Ministério Público junto deste Tribunal emitiu parecer no sentido de dever ser negado provimento ao recurso.Colhidos os vistos legais, cumpre apreciar e decidir.- DELIMITAÇÃO DO OBJECTO DO RECURSO – QUESTÕES A APRECIAR Cumpre apreciar e decidir as questões colocadas pelo Recorrente, estando o objecto do recurso delimitado pelas conclusões das respectivas alegações, sendo que importa analisar se a sentença recorrida incorreu em erro de julgamento de facto e de direito e apreciar se se verifica nulidade insanável no processo de execução fiscal por falta de requisitos essenciais do título executivo.Fundamentação  Matéria de facto Na sentença prolatada em primeira instância consta a seguinte decisão da matéria de facto: "Factos Provados Compulsados os autos, com relevo para a decisão dão-se como provados os seguintes factos: A) O processo executivo em causa nestes autos, a execução fiscal n. 1801200900156868 e Apensos, foram instaurados para cobrança coerciva da quantia de €72 656,70 proveniente de contribuições e cotização para a SS relativas ao período de novembro de 2004 a dezembro de 2007, vide cabeçalho da petição inicial e seus primeiros parágrafos bem como, entre outros, os documentos que antecedem a PI e os que constam da contracapa, uns e outros aqui dados por reproduzidos o mesmo se dizendo dos demais elementos infra referidos; B) Cotizações e contribuições decorrentes de, em sede de inspeção, que teve lugar durante o ano de 2008, se terem apurado os valores que o CLUBE DESPORTIVO DE T... pagou entre novembro de 2004 a dezembro de 2007 aos seus jogadores de futebol, cfr.