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No caso, porém, não obstante o teor literal da expressão utilizada – que identifica a "Herança Ilíquida e Indivisa” como Autora e a cabeça-de-casal como sua mera representante –, considerando o teor dos artigos 41 a 43 e 53 da petição inicial, que são de molde a poder afirmar-se que o sentido ora propugnado pela Recorrente, quanto à cabeça-de-casal demandar nos autos, simultaneamente, nessa qualidade e ainda a título individual enquanto herdeira do autor da herança nesta qualidade ao abrigo da possibilidade de "petição de herança”), tem um mínimo de correspondência no texto do respetivo documento, ainda que imperfeitamente expresso artigo 238, n 1, do Código, bem como as expetativas já criadas pela decisão da primeira instância nesse sentido, é de entender que a declaração que integra a petição inicial pode valer com o significado de, nela, a cabeça-de-casal acabar por se apresentar a ela própria como parte, naquela qualidade e ainda a título individual enquanto herdeira do autor da herança, com o que fica prejudicada a questão da falta de personalidade da "Herança”.