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Parte significativa da jurisprudência defende que o direito que, no essencial, o locador/requerente pretende acautelar é o seu direito de propriedade, o direito ao uso, fruição e disposição de um bem que lhe pertence, o automóvel, direito esse que não é relevantemente reparado mediante o pagamento de uma indemnização; e a conduta relapsa do locatário/requerido bastará para dar como suficientemente indiciado o sério risco de esse direito ser irremediavelmente violado cfr., g., Relação do Porto, 312003, 0334866; Porto, 02004, 043252; Porto, 112004, 0434300; Évora, 02007, 94/07-3; Évora, 22008, 820/08-3; Porto, 12008, 0833386; Porto, 22009, 4481/09TBMAI.P1; Évora, 212009, 1105/08TBOER.E1; Évora, 12010, 46/10TBABF.E1; Lisboa, 112010, 5549/09-7; Lisboa, 112010, 339/17TBSSB.L1-8; Lisboa, 202015, 1617/11T8SNT.L1-6; Porto, 22017, 575/15T8VNG.P1; Lisboa, 02017, 978/15T8CSC.L1-2; Porto, 002019, 903/13T8VNG.P1).