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63, n.3 do P.) - embora com as deficiências que apontamos supra, em, e -, e como que numa análise conjunta destas questões, temos que, segundo ele, a sentença do Tribunal a quo padece de fundamentação escassa e deficiente, desconsiderou decisões de tribunais, prova e factos inequívocos, teceu considerações e fez leituras erradas, não diferentes ou opostas, do acórdão absolutório e de princípios gerais de direito penal; J) É inadmissível e é grave, além de insusceptível de ser apreciado por esse Venerando Tribunal da Relação de Guimarães, que venha agora o recorrente, mas apenas em sede de recurso, alegar, conforme conclusão 40 que afinal o erro judicial grosseiro na apreciação dos pressupostos de facto em que assentou a manutenção da medida de coacção de prisão preventiva não se cinge apenas ao Juiz de Instrução Criminal no despacho proferido a 2 de Janeiro de 2019, mas também ao próprio Tribunal Colectivo de Vila Real o mesmo Tribunal Colectivo que o absolveu da prática dos crimes e determinou a sua libertação apenas aquando da leitura do Acórdão, manutenção da prisão preventiva esta em relação à qual o recorrente nunca; K) O recorrente centra a sua motivação na alegada existência de erro judicial grosseiro na apreciação dos pressupostos de facto de que dependeu a sua privação de liberdade por manutenção e não aplicação, porque para o recorrente, como aduzimos na nossa Contestação, a aplicação desta medida de coacção foi perfeitamente legal e, da medida de coacção de prisão preventiva não de 401 quatrocentos e dias, mas de 406 quatrocentos e dias, como certamente por lapso o recorrente fez constar da página 1, último parágrafo, segunda linha, e conclusão 3; ) Decompondo ponto por ponto a motivação do recurso, importa considerarmos o disposto no art.