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1014 e descrito na Conservatória do Registo Predial de Vila Pouca de Aguiar sob o n. 00051/260989; - Nesse prédio rústico existem monumentos megalíticos, identificados por antas e mamoas, que são património cultural; - Em 2011, mediante o pagamento de uma indemnização de 000,00 €, concederam, à R.  – a quem coubera a concessão da Barragem de Gouvães, integrada no Plano Nacional de Barragens –, uma autorização temporária para, até ao fim do ano de 2012, efectuar estudos arqueológicos naqueles monumentos; - Essa autorização foi dada na condição de, após a realização dos estudos, o terreno ficar como se encontrava antes da intervenção, a fim de aí poderem ser feitas culturas agrícolas e apascentamento de gado bovino e ovino, como sempre sucedera, uma vez que o prédio rústico em causa não fora expropriado para fazer parte do leito da referida Barragem, nem existe qualquer certeza ou garantia que esta venha a ser executada; - Os estudos e pesquisas estão a ir para além dos limites f��sicos das mencionadas antas e mamoas, ocupando uma área de cerca de meio hectare do seu prédio, o que não foi por eles autorizado, e torna o local impróprio para posteriormente ser aproveitado para culturas e para o apascentamento de gado; - Com essa ocupação abusiva e ilegal do prédio, foi violado, pelas RR., o seu direito de propriedade, o que lhes causou prejuízos patrimoniais e morais.