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A recorrente contesta a decisão com a alegação de que o montante fixado era excessivo e injustificado, face a outras decisões dos tribunais, concretamente:   Ao que foi decidido no acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 22/0172013, no âmbito do processo n. 13492/02TBMAI, que fixou uma indemnização de 1500,00€ a título de danos morais, a uma sinistrada que ficou a padecer de cervicalgia residual com contratura dos paravertebrais e trapézios, rigidez na mobilização cervical, dorsalgia residual, dificuldade na permanência prolongada no trabalho com computador, por cansaço muscular fácil, que ficou a padecer de uma IPG de 10 pontos, a que acrescem mais 2 pontos a título de dano futuro, que irá necessitar de fazer fisioterapia durante toda a vida, que sofreu um quantum doloris de grau 4/7, que passou a sofrer de tonturas, enjoos e desequilíbrios, que perdeu a capacidade de concentração, tornando-se ríspida e agressiva;   Ao que foi decidido no acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 31/05/2012, proferido no âmbito do processo n. 1145/01TVLSB.LS1, da 7 Secção, que fixou em € 1000,00 a indemnização a título de danos não patrimoniais a uma lesada que sofreu fractura múltipla do braço direito, fractura do úmero, que foi sujeita a duas intervenções cirúrgicas, que teve de comparecer a diversas consultas mais de e sessões de tratamento 32 sessões de e que ficou a padecer de uma incapacidade permanente geral de 8%;   Ao que foi decidido no acórdão do S.T.J., de 19/04/2012, proferido no âmbito do Proc.