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), volvendo atenções para a situação julganda, com os contornos factuais fixados em  instância, é imperioso concluir pelo errado julgamento, quando, na sentença recorrida, se decidiu que, em nenhuma medida/parte, ocorria a prescrição da dívida exequenda, relativamente, aos montantes pagos, pela CGA, entre setembro de 2000 e o mesmo mês de 200 O correto seria, portanto, no pressuposto de que o prazo de 5 anos começou a correr, isoladamente, para cada depósito bancário) mensal  Sem relevância, mas, também, foi errado entender-se, na sentença visada, que o prazo prescricional só se iniciou em 22006, quando a CGA "teve conhecimento do óbito do pensionista através de denúncia”.)