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5 Como fundamento da sua pretensão, alegaram as autoras, em síntese: por escritura de compra e venda datada de 15 de fevereiro de 1990, a autora  e o seu falecido marido G, compraram: o prédio rústico denominado "H”, inscrito na matriz rústica da freguesia , sob o artigo 10 descrito sob o n. 286; o prédio rústico denominado "”, inscrito na matriz rústica da freguesia , sob o artigo 19, descrito sob o n. 290; o prédio urbano para habitação, inscrito na matriz antes de 1951, sob o artigo 47, da freguesia , descrito sob o n. 294; por escritura de 30 de Janeiro de 1991, a autora  e o seu falecido marido G, venderam aos réus E e marido , o prédio rústico, denominado "”, referido na alínea, composto de terra de cultura, videiras em cordão e em enforcado, oliveiras e mato, com área de 540 m2, inscrito na matriz da freguesia  sob o artigo 19, tendo os RR., posteriormente procedido à venda da área de 681 m2, tendo ficado o artigo 19 com 859 m2; por escritura de doação datada de 20 de Dezembro de 2002, a autora  e o seu falecido marido G doaram à autora B, sua filha, o artigo 10 rústico da freguesia , denominado "H”, referido na alínea; na outorga da escritura de doação, os doadores reservaram para si o usufruto de todos os prédios doados, sendo por via disso, a  usufrutuária de todos os bens doados, inclusive, do artigo 10 rústico da freguesia ; por via da escritura de doação, a B, adquiriu a nua propriedade do prédio rústico referido na alínea, denominado "H”, composto de terra de cultura e videiras de enforcado, mato e pinheiros, com área de 3350 metros, sito no , freguesia , concelho de Amarante, inscrito na matriz sob o artigo 10 descrito na Conservatória sob o número 286, nela registada a raiz em seu nome pela inscrição G-1 Ap.