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A questão coloca-se, paradoxalmente, logo no Considerando, pois, imediatamente após a afirmação taxativa de que, "uma vez celebrado, nenhum acordo-quadro deverá estar aberto à entrada de novos operadores económicos”, a Directiva concretiza a proibição de entrada de novos operadores através do seguinte exemplo: 	"Tal implica, por exemplo, que, quando uma central de compras utiliza um registo global das 	autoridades adjudicantes ou respetivas categorias, tais como as autoridades locais de uma 	determinada área geográfica, que estão habilitadas a recorrer aos acordos-quadro por si celebrados, 	deverá fazê-lo de uma forma que permita verificar não só a identidade da autoridade adjudicante em 	causa, mas também a data a partir da qual está habilitada a recorrer ao acordo-quadro celebrado pela 	central de compras, uma vez que essa data determina qual a acordo-quadro especifico que a 	autoridade adjudicante deverá ser autorizada a utilizar”. )