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Por requerimento eletrónico referência 584083, de 202015, os exequentes fizeram juntar a os autos o documento comprovativo do pagamento da taxa de justiça da execução efetuado em 102015, que não havia sido junto ao requerimento executivo entrado em 20201O juiz a quo veio a condenar os embargantes como litigantes de má-fé, com base na seguinte argumentação: "No caso, a litigância de má-fé por parte dos embargantes extrai-se claramente da factualidade provada e acima já apreciada, porquanto desta resulta claramente terem sido invocados factos pelos mesmos que não correspondem à realidade e que se mostram atestados no processo em sentido contrário ao pugnado pela parte como fundamento da oposição deduzida.