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A interpretação da douta sentença de que a frequência do curso exigiria um segundo pedido autorizativo é manifestamente contrária ao princípio da boa administração, plasmado no artigo 5 do Código de Procedimento Administrativo, que determina, no seu n 1 que «A Administração Púbica deve pautar.se por critérios de eficiência, economicidade e celeridade», mais determinando o n 2 que «para efeitos do número anterior, a Administração Pública deve ser organizada de modo a aproximar os serviços das populações e de forma não burocratizada».O recorrida contra-alegou, concluindo: A) Bem andou a Sentença recorrida ao entender que é manifesto que falece total e inequivocamente o fumus boni iuris, da pretensão do Requerente ora Recorrente.