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/////   Na 1 instância, julgaram-se provados os seguintes factos:  O credor R exercia as suas funções por conta e direcção da sociedade insolvente, estando ao seu cargo o departamento jurídico e de recursos humanos, desempenhando tais funções no escritório da insolvente, correspondente à fracção designada pela letra "A” do prédio urbano descrito na Conservatória do Registo Predial de  z...  sob o n. 801, da freguesia de  Y... , do concelho de  z... , inscrito na respectiva matriz predial sob o artigo 86  Na fracção mencionada no artigo anterior o credor R tinha um gabinete próprio onde, com excepção das datas em que se deslocava para o exterior, se apresentava ao serviço e onde permanecia de segunda a sexta-feira e ao sábado de manhã no horário acordado com a insolvente.