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- Depoimento de P. J., ocorrido também a 07/03/2017, com inicio às 15:06:26 e termo às 15:19:04, com a duração de00:12:37 horas e registado ou gravado no Ficheiro Áudio n.  20180307150625_5282240_2870524 do sistema habilus do Juízo de Trabalho de Barcelos – Juiz 2, Comarca de Braga, cujas transcrições foram efectuadas nas alegações do presente recurso e que aqui se dão por transcritas, sendo que só apenas se indicarão os minutos relevantes para efeitos do presente recurso e que são os seguintes: Inicio Minuto 1:25 - Fim Minuto 2:59; Inicio Minuto 5:53 - Fim Minuto 7:18; Inicio Minuto 8:10 - Fim Minuto 8:36; Inicio Minuto 9:05 - Fim Minuto 10:23; Inicio Minuto 10: 13 - Fim Minuto 11:00  Dos trechos citados, é importante salientar que o sinistrado avisou a testemunha do seguinte: "P. J., vai arrumar a ferramenta, que eu quero ir ali ver um trabalho.” – Minuto 07 ao Minuto 2:11 do depoimento gravado da testemunha P. J. a 07/03/2017, com inicio às 15:06:26 e termo às 15:19:04, com a duração de 00:12:37 horas e registado no sistema habilus do Juízo de Trabalho de Barcelos – Juiz 2, Comarca de Braga, o que é indicativo de que a acção protagonizada pelo sinistrado partiu de um desejo seu, de uma vontade sua, isto é, subiu ao telhado de livre e espontânea vontade.Tal facto, aliado ao próprio reconhecimento do douto tribunal recorrido de que não se fez prova de ordens expressas pelos legais representantes da aqui Recorrentes, devia conduzir a que, por força das regras da experiência comum, que os pontos n. 2 e 3 deveriam ter sido dados como provados.