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alínea dos factos provados; ) Por sua vez, o julgador deu como factos não provados a venda dos veículos de matrícula HR--e IS--a "” e o seu desmantelamento; e) Pelo que, atenta à insuficiência da prova efectuada, concluiu o Meritíssimo Juiz do Tribunal a quo que o impugnante não ilidiu a presunção da propriedade resultante do registo automóvel e, em consequência, ") como dimana da factualidade assente não se mostra provada a transmissão da propriedade dos veículos, alegada pela Impugnante, nem o seu abate.”; f) Porém, atento, por um lado, à "idade” das viaturas em causa e, por outro, à prova produzida nos autos, considerou o julgador que, com elevada probabilidade, as viaturas em questão foram desmanteladas para a sucata, presumindo assim, que, no período a que dizem respeito as liquidações impugnadas, as mesmas fisicamente já não existiriam; g) Ressalvado o devido respeito, que é muito, entende a Fazenda Pública que incorreu a douta sentença recorrida em errónea valoração da matéria de facto produzida nos presentes autos; h) A título prévio importa, desde já, referir que o facto das matrículas das viaturas em questão se reportarem aos anos de 1978 e 1979 não é, só por si, facto suficiente para provar o desmantelamento das viaturas para sucata se, assim, fosse não existiriam os chamados "clássicos”), sendo que a decisão judicial deve sustentar-se em factos concretos e não em meros juízos presuntivos; ) É certo que, para formalização deste juízo, o julgador referiu ainda que se alicerçou na prova produzida nos autos, contudo do depoimento da testemunha , no que ao desmantelamento dos veículos em causa concerne, não resulta tal facto provado, o que, aliás, por diversas vezes, é salientado na sentença ora sindicada note-se que, inclusivamente, do probatório consta como facto dado como não; j) Atente-se que, inquirido sobre tal factualidade, o mesmo não conseguiu esclarecer se os referidos veículos foram destruídos ou se foram desmantelados para peças, tendo apenas afirmado que, por ser intermediário, as vendeu, nesse mesmo ano, a um terceiro operador autorizado para o fazer; k) Ora, ainda que se admita que a testemunha tenha vendido viaturas que adquiriu do impugnante a um terceiro operador autorizado para efectuar a sua destruição ou desmantelamento, deste facto não se poderia inferir, como o julgador inferiu, que tenham sido as viaturas em questão nos autos, pelo que, salvo melhor douta opinião, a prova testemunhal produzida foi deficientemente apreciada. )