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Para tanto, invoca o seguinte: - dirigiu-se às instalações da  Ré para realizar exames de diagnóstico para realizar mamoplastia de aumento, submetendo-se a mamografia e ecografia mamária e, bem assim, biópsia cuja amostra foi remetida para a  Ré;  - no dia 4 de maio de 2015, recebeu o resultado enviado pela  Ré do qual consta que os fragmentos observados correspondem a carcinoma ductal invasivo, grau 1 de malignidade, ocupando 30% da amostra;  - a Autora ficou desesperada e sentiu dor;  - a 5 de maio submeteu-se a consulta no Hospital CUF Descobertas; - a 7 de maio submeteu-se a cintigrafia óssea de corpo inteiro, a ecotomografia abdominal e a consulta de cirurgia plástica e reconstrutiva;  - nesse dia regressou a Évora e contou às filhas o que se passava, o que as fez chorar compulsivamente;  - a 9 de maio regressa a Lisboa para se submeter a ressonância magnética mamária;  - a 13 de maio fez consulta de anestesiologia e de senologia; - nesse mesmo dia é feita a recolha de amostras na instalações da  Ré, em Setúbal; - nesse mesmo dia submeteu-se a biópsia mamária no CUF Descobertas para exame histológico; - a Autora sentia-se destroçada, desolada, desalentada e entristecida, perda de apetite, fraqueza física e pressão psicológica; - a 18 de maio são rececionados no CUF Descobertas os resultados do exame realizado pela  Ré e pelo CUF Descobertas com menção de fibroadenoma benigno; - a vida passou a sorrir-lhe e tudo o que passara tinha menos importância mas não pode deixar de se sentir violada na sua integridade física e psíquica por as RR lhe terem diagnosticado um cancro que não existia; - às Rés foi solicitado a prestação de serviços médicos, incorrendo estas em erro médico na realização da análise e na elaboração do relatório, apontando resultado desconforme com o real estado de saúde da Autora; - à  Ré coube a recolha da amostra e à  Ré coube analisar a amostra; - as Rés trocaram a amostra recolhida na pessoa da Autora; - o resultado transmitido apenas se deve a erro na análise; - a violação do contrato pelas Rés causou danos de natureza não patrimonial cujo ressarcimento implica na verba de € 2000,00 e acarretou despesas no montante de € 830,0 A Ré apresentou-se a contestar a ação impugnando a factualidade invocada pela Autora e salientando, designadamente, que a análise laboratorial foi realizada pela  Ré, que remeteu diretamente os resultados para a Autora e faturou o serviço, não tendo ocorrido qualquer troca de amostras.