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Se comprometeu a pagar o montante de € 20000,00 à sociedade ou a quem a represente; ) Que tendo presente o conteúdo do título executivo referido em, "Protocolo”, mormente a cláusula 3 que o Banco BB se comprometeu a entregar o aludido montante somente aquela sociedade; ) Quanto ao clausulado importa concluir que não é pelo facto de a ter designado AA como "beneficiário” na proporção de 50% do crédito referido no ponto 1, que aquela tenha adquirido a titularidade do direito de crédito sobre o Banco BB S.A., na medida em que tal cláusula é inócua quanto ao ora Executado, uma vez que do seu teor não se pode extrair a assunção de uma obrigação do Banco BB S.A. para com o ora Exequente; Em face dos mencionados factos, o douto despacho sob recurso considerou o ora Recorrente parte ilegítima na execução; Porém o conteúdo do referido ponto 2 da cláusula 3 configura um contrato a favor de terceiro; Conteúdo que o Executado discutiu, acordou e incluiu no protocolo por si assinado, logo, dele teve integral conhecimento e em relação a todo o seu conteúdo se obrigou; E também em relação ao qual, foi notificado pelo ora Exequente, através de Notificação Judicial Avulsa; A , cedeu 50% seu crédito ao ora Recorrente; No caso do "Protocolo” celebrado entre o Banco BB e a , no qual o cedente transmite para o cessionário créditos que detém sobre o devedor, estamos perante uma verdadeira cessão de créditos; A Meritíssima "Juiz à quo” laborou em erro na qualificação jurídica do instituto aplicável à relação material regulada no "Protocolo” celebrado entre Banco BB, SA.