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Com efeito, alega e conclui, que descreveu na sua apelação, "uma vez mais, a situação de saúde dos três elementos do agregado, que foi devidamente documentada, alertando-se para os riscos implícitos numa execução que não levasse em conta tais factos .... tendo procurado expressar criteriosamente em que medida poderia essa integridade física estar em causa.” Deste modo, mesmo que o TCA reiterasse "que o acto administrativo impugnado seria meramente confirmativo, teria a missão adicional, assim se crê, de resolver as demais questões que lhe foram submetidas.” O que, não tendo acontecido, tornou a decisão do TCA Sul definitiva, a qual poderá trazer "danos irreversíveis, já que após o trânsito em julgado, a Administração estará em tese habilitada a encetar o despejo.”   A presente providência cautelar foi liminarmente rejeitada por o Acórdão recorrido, confirmando decisão do TAF, ter entendido que o acto cuja execução se quer suspender era meramente confirmativo de acto anterior e que, sendo assim, e sendo que o mesmo era inimpugnável não se encontravam demonstrados os requisitos de que dependia a admissão do presente meio processual, o que forçava a rejeição liminar do requerimento inicial.