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É esta a tese que pensamos ser maioritária na jurisprudência Neste sentido, a título exemplificativo, vide os seguintes acórdãos: - de 24 de Fevereiro de 2015, do Supremo Tribunal de Justiça, proferido no processo n. 116/6YLSB, disponível em  http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/17b3a1760de0df9280257df600607859; - de 27 de Fevereiro de 2018, do Tribunal da Relação de Coimbra, proferido no processo n. 5500/10T8CBR.C1, disponível em http://www.dgsi.pt/jtrc.nsf/c3fb530030ea1c61802568d9005cd5bb/9fecf75ae97cd051802582480040134 - de 10 de Maio de 2018, do Tribunal da Relação de Lisboa, proferido no processo n. 16173/10T8LSB.L1, disponível em http://www.dgsi.pt/jtrl.nsf/-/A776CF73BC6B9CCC802582C9003A3D5) e que subscrevemos.” Concluindo, não sendo de notificar o autor para se pronunciar sobre a intenção do tribunal de indeferir liminarmente a petição inicial, por manifesta desnecessidade, já que o princípio do contraditório é assegurado de forma diferida em sede de recurso  o acórdão do TRP, de 12019, no proc.