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2 - Não se se afigura aceitável ou compreensível que o Tribunal a quo entenda que o Requerido tenha colocado as peças que compunham a "vozanheira e o passador de água e, por outro lado, que deles não tivesse retirado e/ou se apropriado, tanto mais que o próprio Requerido o confessa e, aliás, se extrai das motivações do Tribunal a quo, quando expressa que "a convicção do Tribunal quanto à factualidade dada como provada sob os pontos,, a formou-se, para além dos factos admitidos por acordo das partes decorrente da falta de impugnação e da confissão dos factos que lhe são desfavoráveis quer nos articulados da causa, quer no depoimento de parte do requerido...”  3 – Ficou provado e resulta ainda das declarações da Requerente  , "que o requerido no dia de Carnaval retirou a vozanheira e o passador, tendo os requerentes ficado sem água na habitação...”, e dos depoimentos da testemunha  , consorte das águas da Poça da  , que "...teve conhecimento da conduta do requerido, tendo-se deslocado à Poça e verificado que tinha sido retirada a "vozanheira” e da testemunha .