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Para tanto, alega, em síntese, que não foi observado o disposto no n. 1 do artigo 751 do Código de Processo Civil, que existem outros bens que permitem ao exequente satisfazer o seu crédito num prazo certamente inferior ao prazo de venda do imóvel penhorado, que a penhora do imóvel, que constitui a habitação permanente da executada, é excessiva, pois o imóvel tem o valor tributário de € 7460,00 euros, sendo que a execução monta apenas a € 1514,68 euros, e que a venda deste bem se revela inútil para a exequente, porquanto o imóvel está onerado por hipotecas que garantem o pagamento de capital no valor de € 7224,12, pelo que, em caso de venda, a exequente nada receberá.