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Cumpre-nos informar que, por não se verificarem os pressupostos das garantias para nós transferidas pelo contrato de seguro em epígrafe, vimos por este meio comunicar-vos que declinamos toda e qualquer responsabilidade pelas consequências do sinistro ocorrido em 14 de Março de 2003, nas vossas instalações sitas na Rua ..., .../..., em Vila Nova de Gaia";  1 Ou seja, o motivo da recusa da ré indemnizar a autora é a não verificação dos pressupostos das garantias para ela transferida pelo contrato, sendo que a essa conclusão apenas chegou no dia 2Ju2014, bastante mais de um ano após a ocorrência do sinistro;  1 Com relevância para este ponto, o relatório pelo Sr. P..., da empresa O..., SL, é datado de 0Mar.2004 praticamente um ano após o, sendo que o relatório da empresa J..., a quem a ré havia entregado o estudo sobre as causas do sinistro, entretanto, mas há muito tempo declarada insolvente, foi concluído no dia 2Ago.2005, ou seja, mais de dois anos após o incêndio;  1 Por outro lado, igualmente com relevância para o que está em discussão, são os argumentos expendidos, mesmo de forma colateral, pelas rés nas suas Contestações, que datam de 0Abr.2008, ou seja, 5 anos e 20 dias após a ocorrência do sinistro, que obviamente foram formuladas, em consequência da Petição Inicial da autora;  1 Temos assim evidente que as rés nunca antes, até às contestações formuladas no dia 0Abr.2008, invocaram a "nulidade ou anulabilidade" que, aliás, sempre referem como uma de duas possibilidades, como se tratasse do mesmo instituto jurídico) dos contratos ou das apólices.