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O tribunal fundou a sua convicção quanto aos factos provados nas declarações prestadas pelo Arguido na parte em que prestou declarações de acordo com os factos provados admitindo ter contratato e conhecido Mk nas condições dadas como provadas e que este vivia no atrelado nos termos dados como provados e declarou que só soube que Mk estava em situação ilegal em território nacional quando lhe quis fazer o contrato de trabalho tendo de imediato tentado legalizar a permanecia de Mk em território nacional nos termos dados como provados, mas negando os restantes factos designadamente que tivesse a explorar laboralmente Mk que este só não habitava em casa que disponibilizou contigua a sua e noutra junto ao atrelado de que tinha a disponibilidade ambas com agua eletricidade e casas de banho e demais boas condições de habitabilidade porque não queria preferindo habitar no atrelado.