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F) Não consta dos autos que a oposição à penhora e a subsituição de bens penhorados são expedientes dilatórios para que os bens que confessadamente nada valem dizem os Executados e dizem as regras de experiência, que deve ser-lhes atribuído esse valor!, porque é relevante para corporizar o Princípio da insuficiência dos bens penhorados e dar um azimute ao AE para poder penhorar, evitar novas oposições a futuras penhoras!, e a Exequente poder livremente sem impugnações sem fundamento, poder adjudicar pelo valor que foi confessadamente nulo não podendo os Exeecuatdos desdizer o que já confessaram!, sem fundamento e; é ou não indiferente o momento em que esses bens podem ser adjudicados ou vendidos, o seu trânsito, ou são já da titularidade da exequente os que em dação em cumprimento lhe foram entregues: as acções e; é ou não indiferente que os Executados entreguem a metade e afinal deviam ter entregue a totalidade porque, de todo o modo, esta dação em cumprimento é pelo quantum total e estando estabilizada no Ordenamento jurídico, como entendemos que está jamais podia ser posta em causa, como foi aliás pelo Tribunal de Primeira Instância quando admitiu não entregar as acções à Exequente, nem sequer cogitando que já sã suas!!