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E as recorridas alinham que a primeira Apelada a nada se obrigou no PER, pois somente é gestora do centro comercial, que foi já na pendência do PER que foi feita a prorrogação do contrato por mais dois meses e portanto a aceitação do seu termo na mesma pendência, constituindo até abuso de direito a pretensão da renovação dum contrato que se aceitou terminar em 2202 Da matéria de facto provada resulta que a recorrente apresentou o PER em Agosto de 2019 facto provado, que o plano, com duração de dez anos, foi votado favoravelmente pelas requeridas facto provado e que "1 No âmbito do PER ficou estipulado quanto aos credores fornecedores de espaço, a realização de "Acordos de pagamento ad-hoc, em função da imperatividade de ter o valor de rendas em dia, sob pena de as lojas próprias não poderem desenvolver a actividade de comercialização”.