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2884 e de onde decorre que o estabelecimento arrendado apenas funciona no rés-do-chão, sendo que é o prédio urbano que é composto por dois, a referência a parte da quantia cobrada não tem razão de figurar em tal ponto de facto uma vez que, tal qual referido supra poderia não ser cobrada qualquer quantia por partes das mulheres e o pagamento dos € 5,00 tem a sua razão de ser no facto de haver nova entrada no estabelecimento, a impor a cobrança de novo consumo mínimo), ausência de qualquer contrato de trabalho ou relação laboral, em razão de inexistência de qualquer subordinação jurídica entre as mulheres e os recorrentes, devendo ser eliminada a referência a "para os arguidos” em virtude a existência de um contrato de trabalho não se mostrar compatível com tamanha liberdade conhecida, seja ao nível e prossecução da atividade a levar a cabo poderiam elas unicamente ficar pelo, escolha de clientes, preço, horário, serviços prestados, etc.