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Peritos que intervieram na junta médica em representação da própria autora e do tribunal, quanto ao juízo pericial pelos mesmos produzido após o exame físico da autora realizado em 7 de outubro de 2020, uma vez que os mesmos explicitaram o seu parecer médico e os elementos que valoraram e como os valoraram na emissão de tal parecer, de forma fundamentada já não se atribuiu o mesmo valor aos esclarecimentos prestados pelo Sr. Perito que interveio na junta médica em representação da ré, na parte em que fez referência a uma mudança da sua opinião quanto à atribuição de doenças profissionais a cabeleireiros e barbeiros, fundada num 'trabalho de campo' que, tanto quanto se percebeu, consistiu na recolha das opiniões de cabeleiros e barbeiros, mas tal não afetou o juízo pericial emitido pela junta médica).” Apreciando, consignando-se que se reanalisou previamente a prova produzida – a que se alude na citada motivação e ainda expressamente nas alegações da Recorrente, incluindo com audição dos registos de gravação dos depoimentos prestados –, não obstante é certo as questões a que já aludimos anteriormente a respeito da pronúncia dos Senhores peritos no auto por junta médica, assim incluindo o excesso de pronúncia em que efetivamente incorreram, e que, assim o reconhecemos, decorre dos registos de gravação que acabou por se estender aos esclarecimentos prestados em audiência de julgamento, ainda assim, como melhor explicaremos de seguida, tendo presente quer aquela como esta pronúncia e ainda os demais elementos de prova existentes, não encontramos fundamento bastante para afastarmos, substituindo-a pela pretendida pela Recorrente, a solução a que se chegou em  instância.