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Já foi doutamente sublinhado que se pode legitimamente falar de uma «) evolução talvez mesmo de uma mudança da do regime legal relativo à requisição de informações e documentos que abandona a perspetiva restritiva – compreensível num processo puro ou acentuadamente de partes - de um mero poder subsidiário, residual, excecional e discricionário do julgador quanto a tal procedimento para o transformar num verdadeiro poder-dever ou, pelo menos e segundo ABÍLIO NETO, num poder discricionário, a exercer na primeira linha de combate da ação, quando necessário para a boa e correta composição do litígio e que é judicialmente sindicável por via recursória, cenário esse a que não é estranho o reforço dos princípios do inquisitório e da gestão processual por parte do juiz que se mostram previstos, entre outros, nos artigos  da Lei n. 41/2013, de 26/6 - que aprovou o novo Código deProcesso Civil - e , , , n. 2, , , 52, 54, 59 e 60 do NCPC.»13 O que se aplica, s.j., paradigmaticamente no que ao pedido de informações junto da entidade patronal da Requerida!