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12- - O relatório da inspecção judiciária e o exame pericial dos autos, conjugados entre si, fazem prova directa de que o arguido tocou com o dedo anelar da sua mão direita no aro de alumínio onde estava fixado o vidro partido, na parte inferior da estrutura adjacente à porta traseira do estabelecimento ")”, e que esteve nesse local, por aí ter sido recolhido o vestígio digital identificado com as cristas papilares daquele seu dedo, não tendo havido remoção de tal estrutura; 12- - As fotografias de folhas 44 dos autos e os depoimentos das testemunhas ouvidas na audiência, conjugados entre si, fazem prova directa de que tal vestígio foi fixado sensivelmente a meia altura da parte lateral direita do referido aro de alumínio, a cerca de 50/60 de distância do solo já que, como foi referido pela testemunha BOL a mencionada porta tem cerca de 2 metros de altura e as fotografias mostram que a estrutura adjacente a ela é composta por alumínio e dois; 13- - O auto de notícia de folhas 3 e 3v., e o depoimento do ofendido, entre si conjugados, fazem prova de que, quando o autuante foi ao local, no período compreendido entre as 01h15m e as 03h42m do dia do crime, já tinham sido levados do estabelecimento os bens subtraídos, posto que foi registado naquele auto a declaração do ofendido de ter notado em falta 20,00€ da caixa registadora e o autuante não podia sabê-lo se o ofendido lho não tivesse dito; 14- - Os depoimentos das testemunhas INHO, ofendido, e POL, fazem prova directa de que as portas do estabelecimento foram fechadas à chave, quando o ofendido, antes do crime o encerrou, que a porta adjacente ao vidro fracturado estava fechada quando aí se deslocaram, logo após lhes ter sido dado conhecimento do sucedido, e que a entrada naquele se deu pelo espaço aberto através da fractura do vidro, por não ser possível a ele aceder por qualquer outro local; 15- - O depoimento da testemunha INHO faz prova directa de que o arguido não era cliente do seu estabelecimento, pois não o conhece.