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- Por isso, cabe aos interessados a quem a lei reconheça o direito à indemnização pelos prejuízos sofridos, a alegação e a prova de tais prejuízos, enquanto factos concretos constitutivos do alegado direito, não sendo suficiente a vaga e genérica alegação de que determinada conduta está a causar-lhes prejuízos, o que se traduz em puro e simples juízo conclusivo.”  O entendimento ao mesmo subjacente, como se colhe da leitura do texto da respectiva fundamentação, coloca o enfoque na consideração de que as instâncias se haviam decidido pela indemnização mas expressamente a enquadrando no regime da responsabilidade extracontratual, para cuja verificação notou o STJ faltar a alegação de factos relativos ao menos à espécie e natureza dos danos porventura sofridos.