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A reconciliação não renova a união de facto, origina uma nova união com os mesmos membros da anterior.”,  2 o mesmo seria dizer, a título de exemplo e tendo em conta a proximidade da união de facto ao casamento, que se marido e mulher, casados no regime da comunhão, se divorciassem e, um mês depois, voltassem a casar novamente um com o outro no regime supletivo da comunhão de adquiridos, vindo posteriormente a divorciar-se uma segunda vez, não teriam ambos o direito à partilha dos bens comuns do casal após o primeiro divórcio, mas apenas a proceder à partilha após e por força do segundo divórcio, sendo irrelevante e não produzindo qualquer efeito o primeiro divórcio entre eles, nomeadamente a cessação das relações patrimoniais, o que não teria qualquer cabimento lógico ou legal.