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do CPT, pediu a condenação da ré a reconhecer como sendo de trabalho o contrato celebrado a 1-09-2006 com a trabalhadora S. .  CAUSA DE PEDIR - Alegou, em suma, que, apesar de sucessivos contratos intitulados como de prestação de serviços formador externo, esta exerceu sempre as funções, subordinadamente, como docente na Escola Profissional de , desde 1 de Setembro de 2006, invocando factos reveladores da existência desse contrato de trabalho, que assentam, nomeadamente na circunstância dela prestar as suas funções nas instalações da R., utilizar os seus instrumentos de trabalho, ter um horário pré-definido, o controle das horas de início e termo da prestação de serviços, a obrigação de justificar as respectivas faltas, o poder disciplinar que a R. tem sobre ela e estar sujeita à avaliação de desempenho.