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quem a detinha a assim também tinha a direção efetiva do veículo;  - a responsável pelo automóvel, à data do sinistro, era , que era quem estava na viatura quando a porta se abriu no momento em que o Autor passava de bicicleta sendo que, em rigor, não era a condutora do veículo nem se dirigiu ao mesmo com intenção de o conduzir, só tendo, enquanto trabalhadora da oficina, ido buscar documentos que se encontravam no interior do XS;  - ao manipular a porta, descuidou-se e deixou-a abrir, assim violando regras estradais;  - a culpa pela ocorrência do sinistro, tal como alegado pelo Autor, é de , conforme também conclui o perito averiguador;  - não é, assim, a Ré responsável pela reparação do acidente sub judice sendo antes a Auto Calvário nos termos do n. 1 do artigo 50 do Código Civil, devendo ser acionado o seguro de mecânico/garagista, nos termos do n. 3 do artigo  do Decreto-Lei n. 29172007;  - não tendo a oficina celebrado esse seguro, tem de ser demandado o Fundo de Garantia Automóvel;  - no mais, deduz impugnação de factos e dos valores peticionados.