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do Plenário das Secções Criminais do Supremo Tribunal de Justiça n 7/95 de 19 de Outubro - vejamos, pois, se assiste razão ao arguido recorrente no que respeita às pretensões que formulou nas conclusões do presente recurso, quais sejam:  - A nulidade dos meios de prova; - A inexistência de indícios da prática do crime p. e p. pelo artigo 21, n 1, do Decreto-Lei n 15/93, de 22/0   Vejamos então:  Entende o arguido que os meios de prova que levaram à obtenção da prova indiciária se encontram feridos de nulidade, nos termos preceituados nos artigos 64, n 1, al., 119, al., 120, n 1 e 122, todos do Código de Processo Penal, já que o arguido, desconhecedor da língua portuguesa, não beneficiou da presença de defensor, nem da nomeação de intérprete, aquando da sua detenção.