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Este é um conceito aberto que carece de concretização10, por parte do Juiz, devendo tomar-se em linha de conta a disponibilidade afectiva e capacidade demonstrada pelos progenitores – ou terceira pessoa no caso de os pais não terem competências ou estarem impedidos ou limitados nesse exercício – para promover o harmonioso desenvolvimento do menor e de se adaptar às suas necessidades1 O mundo das relações familiares de um género é insusceptível de ser medido com o metro da regra jurídica1 Torna-se assim necessário averiguar, casuisticamente, em que é esse interesse do menor se traduz, tendo como referência «o direito do menor ao desenvolvimento são e normal no plano físico, intelectual, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade»1  O escopo fundamental da actividade do tribunal deve ser o de conseguir a melhor solução possível face às circunstâncias concretas do caso, procurando assegurar o mínimo de desestabilização e descontinuidade da vida do menor, já abalada pela separação dos pais1 					  O direito de visita é por um lado, o meio para que o progenitor que não tem a guarda dos filhos estabeleça com estes uma relação que contribua para o seu desenvolvimento e por outro, um direito dos próprios filhos ao convívio com ambos os pais artigo 3 da Constituição da República.