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No caso do acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 05/02/2020, para o confrontarmos com o caso sub júdice não precisamos ir além do seu sumário, disponível em www.dgsi.pt: "– Um episódio, reportado na matéria de facto provada, traduzido em ofensas à integridade física murros na cabeça da, à honra e dignidade concretizadas nas expressões "filha da puta” e "vaca”) e à liberdade de decidir e actuar, não evidencia o estado de aviltamento, de degradação da dignidade pessoal da vítima que conduza à sua qualificação como de maus tratos físicos ou psíquicos).” Este aresto não considera ter dignidade penal para integrar o tipo legal de violência doméstica murros na cabeça da ofendida nem expressões a esta dirigidas como "puta” e "vaca.