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Aqui chegados, em face das insuficiências probatórias acabadas de enunciar de que padece o depoimento de parte prestado pelo apelante e, bem assim, o depoimento da testemunha Anabela, sua filha, outra solução não restava ao tribunal a quo que não fosse concluir pela não prova em como o Autor tivesse realizado os trabalhos constantes da fatura n. 27  Decorre do que se vem dizendo, que o tribunal a quo não incorreu em qualquer erro de julgamento ao concluir pela não prova em como o Autor tivesse realizados os trabalhos contantes da fatura n. 274, porquanto essa não prova tem perfeito acolhimento na prova produzida nos autos, a qual não consentia que se concluísse pela prova dessa concreta factualidade, mas antes impunha que se concluísse pela não prova da mesma.