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Dito de outro modo, a ré e a sua testemunha dizem que o  autor pagou o 2 recibo, de Janeiro de 2015, por ser esse o único recibo que podia estar no banco, mas, mesmo que fosse assim - do que não há prova -, tal não implicaria que o  autor, ao fazer o aprovisionamento da sua conta com 100,81€ ou ao dar ordem de pagamento de 100,81€ à ré, tivesse querido ou tivesse consciência de estar a pagar o  recibo e não o   Pelo que não se pode dar como provado aquilo que consta dos factos provados, isto é, que o autor tenha pago a mensalidade/recibo de Janeiro de 2015, mas apenas que: - Em 09/01/2015 estavam pendentes dois recibos referentes às mensalidades do seguro, ambos no valor de 100,81€: um com o n. 7073, correspondente ao período de 01/12/2014 a 31/12/2014, e outro com o n. 4489, correspondente ao período de 01/01/2015 a 31/01/201 - Através da referida conta do  autor foi pago à ré, em 09/01/2015, o valor de 100,81€.