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Assim sendo, e atendendo a que o administrador da insolvência cumpriu todos os trâmites e pressupostos legais, e considerando que a, S.A. apenas manifestou a sua vontade depois de decorrido o prazo que a lei fixa para o efeito, não só não há qualquer fundamento para anulação da venda, como não há também fundamento para que o administrador da insolvência fique obrigado "a colocar o credor na situação que decorreria da alienação” pelo preço por este oferecido, como admite o mesmo n. 3 do artigo 16  Assim sendo, improcede na íntegra a pretensão da, S.A..  Decisão:  Em face do exposto, o Tribunal decide indeferir a pretensão da Credora Reclamante, S.A., mantendo-se a venda válida e eficaz.