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E continuando a acompanhar o seu raciocínio, dizem ainda que, no Acordo de pagamento proposto, "os créditos garantidos são tratados de uma forma e os créditos comuns são todos eles tratados em igualdade com os restantes credores com créditos comuns, não se vislumbrando motivo para que os créditos comuns da sejam tratados de forma preferencial aos restantes credores detentores de créditos comuns”, sendo "a distinta contabilização das dívidas da e do a consequência dos factos, das avaliações certificadas e comprovadas, que suportam a distinção, factos que a não contesta”, acentuando os devedores/apelados que "igualdade não é igualitarismo, razões pelas quais concluem que os créditos da) só são garantidos até ao limite do valor real das garantias, sendo o excedente crédito comum e devendo ser tratado em igualdade com os restantes detentores de créditos comuns.” Trata-se, reconhece-se, de argumentação pertinente, tendo em vista demonstrar que a concreta desigualdade da proposta de pagamentos, quanto aos créditos doe) se funda em razões objetivas e não viola uma leitura material do princípio da igualdade, porém, com todo o respeito, não vai ao ponto de justificar o grau de desigualdade da proposta de pagamentos.