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2 .MATÉRIA de DIREITO  		No caso dos autos, atentas as alegações de recurso, supra sumariadas nas suas conclusões, verificamos que o recorrente se limita a questionar a decisão atinente à decisão de intempestividade do recurso que não a decisão de mérito --- sendo que quanto a este, apenas lhe dedica a conclusão sob o n. 4, sem qualquer expressão no corpo das alegações, pelo que só por si, sem justificar minimamente as razões da discórdia quanto ao alegado "...incorrecto enquadramento e interpretação dos factos e do direito ", não se pronunciará este TCA, na medida em que daí não resultam as razões fáctico-jurídicas que consubstanciem qualquer crítica à decisão de mérito da sentença --- , nem tão pouco a questão relativa à suscitada inimpugnabilidade do acto de 7/11/2011, por confirmatividade com o acto de 15/9/201 						 		Efectivamente, na contestação apresentada, veio a Directora do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, suscitar a inimpugnabilidade do acto administrativo atacado pelo A./Recorrido - acto de 7/11/2011 - por ser acto confirmativo do acto de 15/9/2011 e que, nessa mesma data, foi notificado ao A.	 		Na decisão recorrida, o TAF do Porto decidiu no sentido da impugnabilidade da decisão de 7/11/2011, na medida em que não se verificavam os pressupostos legais da confirmatividade de actos, em relação ao acto de 15/9/2011, sendo que esta decisão não se mostra questionada neste recurso jurisdicional, pelo que, nenhuma pronúncia se impõe por parte deste tribunal de recurso.