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5 No dia 13 de Novembro de 2019, perante a CPCJ, o jovem B, descreveu os factos referidos em 5 e salientou que a GNR não fez nada e que não se preocupou com ele e sobre a mãe disse que não sabe se gosta dela e que gosta é de estar com o pai e a J e quando questionado sobre se voltara a estar com a mãe, respondeu que não e que falara com ela por telemóvel e que o pai lhe dera indicações para "gravar o que a mãe diz, por telemóvel, mas só quando se trata de discussões, o resto não é para gravar”; acusou irritabilidade quando confrontado com a ideia de estar a ser influenciado pelo pai na relação que está a ter com a mãe e mostrou valorizar as convicções e crenças marroquinas transmitidas pelo pai sobre religião e tradição.