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Acordam na  Secção Cível do Tribunal da Relação de Évora:   Relatório AA intentou a presente ação declarativa, com processo comum, contra BB, pedindo: a condenação da ré a pagar ao autor o montante de € 7089,22, acrescido de juros de mora vincendos até efetivo e integral pagamento e dos montantes que se apurarem em audiência de julgamento, sem prejuízo do direito à indemnização suplementar que se entenda devida, nos termos prescritos no n. 2 do artigo 7. do n. 317/2009, de 30-10; caso assim se não entenda, deve a ré ser condenada a restituir ao autor a quantia de € 5089,22, acrescida de juros de mora vincendos até efetivo e integral pagamento e dos montantes que se apurarem em audiência de julgamento, sem prejuízo do direito à indemnização suplementar que se entenda devida, nos termos prescritos no n. 2 do artigo 7. do n. 317/2009, de 30-10; caso assim se não entenda, deve a ré ser condenada a restituir ao autor a quantia de € 5089,22, acrescida de juros de mora vincendos até efetivo e integral pagamento, sem prejuízo do direito à indemnização suplementar que se entenda devida, nos termos prescritos no n. 2 do artigo 7. do n. 317/2009, de 30-1 Alega, para o efeito, que é titular de uma conta bancária aberta em balcão de atendimento da ré sito em Setúbal e aderiu ao serviço de homebanking, o qual foi utilizado por terceiros para movimentar a indicada conta sem autorização do autor, tendo-lhe sido subtraídas as quantias de € 1998 e € 2000, retiradas na indicada conta e creditadas em conta bancária da titularidade de pessoa que identifica, mas que desconhece; sustenta que as operações em causa ocorreram por violação dos sistemas de segurança da ré e causaram-lhe danos patrimoniais e não patrimoniais, que pretende sejam indemnizados, como tudo melhor consta da petição inicial.