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Nesta ação, o Recorrido veio peticionar o seguinte: "a) A anulação da Deliberação dos membros do Júri constante da ata n. 8, de 04/06/2019 e, consequentemente de todos os atos subsequentes, nomeadamente da homologação do Director Nacional da PSP por despacho de 04/06/2019 da referida Deliberação e da Lista Unitária de Ordenação dos Candidatos Aprovados ao Procedimento Concursal à Admissão ao Curso de Formação de Agentes da Policia de Segurança Pública; Por conseguinte,  b) Seja a administração condenada a repetir a Entrevista Profissional de Seleção ao aqui A., com outros entrevistadores diferentes dos entrevistadores que realizaram a entrevista no dia 16/04/2019, devendo, um deles desempenhar funções de psicólogo na Divisão de Psicologia da PSP, com as legais consequências.” Por sentença prolatada em 15/11/2019, a ação foi julgada parcialmente procedente nos seguintes termos: "julga-se a presente acção parcialmente procedente e, consequentemente, anula-se o acto do Director Nacional da PSP, de 04/06/2019, que homologou a deliberação do júri vertida na acta n 8, nos termos da qual se procedeu à aprovação das listas de ordenação final dos candidatos aprovados e excluídos do concurso para a admissão ao Curso de Formação de Agentes, aberto pelo Aviso n 12686/2018, condenando-se a Entidade Demandada a adoptar os actos e operações necessários à reconstituição do procedimento de avaliação e ordenação final dos candidatos, expurgado dos vícios supra apontados.”  Inconformado com a sentença vem o Recorrente apelar a este Tribunal Central Administrativo, clamando pela revogação da sentença a quo e, consequentemente, pela sua substituição por outra que julgue a ação improcedente.