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Desta sentença recorre o pai do menor defendendo a alteração da sentença e concluindo desta forma o seu recurso: 1) Não se justifica que o encargo das deslocações para que o menor possa passar com o pai os fins-de-semana, férias e outros períodos, incida exclusivamente sobre o Recorrente; 2) Seria razoável e equilibrado que o pai fosse buscar o menor a Fátima, para o trazer para Abrantes, e que a mãe o viesse buscar a Abrantes para o levar de volta para Fátima; 3) O montante da prestação mensal de alimentos fixado pela douta sentença recorrida representa um acréscimo de 80% oitenta por, relativamente ao valor, de € 75,00 setenta e cinco, que a mãe do menor estava obrigada a pagar ao Recorrente, enquanto este teve o menor na sua companhia e à sua guarda; 4) Tanto menos se justifica um tamanho aumento, quanto é certo que se provou que o ora recorrente dispõe de rendimento mensal muito inferior ao que a mãe do menor recebe, representando 61,2% sessenta e um vírgula dois por do respectivo valor; 5) Mesmo que se entendesse elevar o montante da prestação mensal de alimentos a cargo do progenitor que não tem o menor à sua guarda, parece que o montante de € 100,00 cem, representando um aumento de 1/3 um terço), deveria tomar-se como limite máximo, parecendo, todavia, que não há razões que imponham um aumento, mesmo assim, tão significativo, pelo que se deveria fixar o mesmo valor, de € 75,00 setenta e cinco ou, vá lá, no máximo, € 80,00 oitenta.