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Razão por que, em lugar do pagamento de uma indemnização substitutiva do prazo de pré-aviso, se impõe antes o ressarcimento de todos os prejuízos causados pela injustificada interrupção do vínculo, tomando-se como referência para o respetivo cálculo o período por que o contrato deveria vigorar, de acordo com o inicialmente estipulado pelos próprios interessados»1 No caso dos autos, apesar de terem acordado num prazo de três anos automaticamente renovável, e na possibilidade de oposição à prorrogação do prazo, mediante declaração de qualquer das partes, para o termo do prazo em curso a tal denúncia imprópria, caducidade atípica ou terceiro, as partes acordaram também que a subagente poderia denunciar o contrato a todo o tempo para momento anterior ao termo do prazo em cursoinicial ou resultante da renovação), desde que comunicasse tal denúncia à autora e demais com uma antecedência mínima de 180 cento e dias em relação ao termo pretendido, ficando porém obrigada a indemnizar a autora, a título de cláusula penal, no valor de € 000 cinco – 1, n.s 2 e   Esta possibilidade concedida à subagente qualifica-se como denúncia em sentido próprio permissão de, para qualquer momento, respeitado o prazo de pré-aviso, colocar termo ao contrato, de forma unilateral e. A ré denunciou o contrato sem cumprir o prazo de aviso prévio, devendo, por isso, à autora, ora recorrente segunda contraente no, o valor acordado a título de cláusula penal, conforme previsto no n. 4 da 1.