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3-A agente de execução efetivamente teve de notificar a executada, porque a mesma entre o dia 14 e 22, nunca respondeu ás solicitações da proponente, nem do perito avaliador, pelo que a Agente de Execução teve de efetivamente de intervir notificando-a para facultar o acesso ao imóvel; 4-Tal como resulta do documento junto aos autos pela executada, no dia 24/05/2019, foi a agente de execução informada, pela executada que a visita do imóvel iria realizar-se no dia 29/05/2019;  5-No seu requerimento veio a executada informar no dia em que a proponente e o perito foram verificar o estado de conservação do imóvel é que teve conhecimento de que a proponente iria proceder ao depósito do preço após a aprovação do empréstimo e estranhando foi ao tribunal 6-A agente de execução também estranha a atitude da executada, primeiro porque desde que soube que o imóvel tinha sido objeto de venda só facultou o acesso no dia 29/05/2019 Segundo porque na notificação da agente de execução de 22/05/2019, foi a executada informada de que a proponente precisava de se deslocar ao imóvel com o perito avaliador do Banco, tendo inclusive ligado para o escritório da AE a ilustre mandataria da executada para se inteirar do formalismo, tendo sido explicado que era uma situação normal o perito deslocar-se ao imóvel para proceder ao estado de verificação do mesmo atendendo a que a proponente tinha recorrido ao crédito, pelo que o Banco não prescindia da avaliação do perito.