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Argumentou o Autor que, no âmbito de um programa de inserção profissional, promovido pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, trabalhou para a Ré Junta de Freguesia e que, após o término de tal programa, que ocorreu em 202016, continuou a trabalhar para a mesma Ré, sobre as suas ordens, direcção e fiscalização, de forma ininterrupta, até o dia 002018, cumprindo um horário de trabalho previamente definido por aquela Ré, pagando-lhe a mesma a quantia mensal de € 700,00, sendo que, por exigência do Presidente e do Tesoureiro da Ré Junta de Freguesia, foi forçado a colectar-se no dia 002016, contudo todos os recibos verdes que emitiu foram apenas no nome da Ré Junta de Freguesia, tendo apenas laborado em benefício da mesma, pelo que entende existir um contrato não escrito de trabalho em funções públicas entre si e aquela Ré.