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artigo 15, n. 1, do, na medida em que o douto acórdão impugnado não serve de orientação aos tribunais de  instância e de  instância no tratamento de questões de direito com inescapável "relevância jurídica ou social”, como são as questões da prescrição do procedimento disciplinar e da identificação da decisão final do procedimento disciplinar para efeitos da contagem do prazo de prescrição; Torna-se, com efeito, "necessária” a intervenção do Supremo Tribunal Administrativo para indicar qual a decisão administrativa que marca o termo final da contagem do prazo de prescrição do procedimento disciplinar na Polícia de Segurança Pública; Concretizando, impõe-se identificar se esta decisão final relevante é a "decisão” a que alude o artigo 8 do RD/PSP – e a "decisão final” a que alude o artigo 10 do EDPSP –, que é tomada pela hierarquia competente de acordo com o QUADRO ANEXO, no termo do processo disciplinar; ou se é a decisão do último recurso hierárquico que tenha sido interposto pelo interessado; O douto acórdão impugnado defende esta última posição, mas incorre em numerosos erros de direito, razão que torna "claramente necessária” a admissão do presente recurso de revista pelo Supremo Tribunal, de maneira a evitar que se constitua de futuro, por indiferença, como orientação para os tribunais de  e de  instância "para uma melhor aplicação do direito”); O douto acórdão deliberou, em síntese, que ") a decisão proferida no primeiro grau hierárquico – de 26-04-2017, praticada pelo Diretor Nacional da Polícia de Segurança Pública – não constitui o culminar do processo disciplinar ou o «derradeiro ato punitivo» com relevância para interromper a contagem do prazo de prescrição”.