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Como bem se fez constar do Acórdão recorrido, a respeito do âmbito de aplicação do aludido artigo , devendo "atender-se à coerência interna do preceito, o lugar em que se encontra e as suas relações com outros preceitos interpretação logico-sistemática)”, a essa luz a sua interpretação, "como excluindo do seu campo de previsão a situação dos mestrados integrados apenas é sustentável do ponto de vista da sua coerência interna, se considerarmos como dele excluídos somente os mestrados integrados em que os alunos transitam automaticamente do termo da fase correspondente à obtenção do grau de licenciatura para a fase do mestrado propriamente dito, ou seja, para a fase da obtenção do grau de mestre, sem que a não conclusão da fase da licenciatura barre a possibilidade de frequência da fase do mestrado propriamente dito”, "mas já não será assim, nos casos em que, como revela a situação do autor, se esteja perante situações em que no âmbito de um mestrado integrado é estabelecido um sistema de "ano barreira” por via do qual se impõe a conclusão da fase destinada à obtenção da licenciatura para que o aluno possa prosseguir estudos, ou seja, progredir para a fase destinada à obtenção do grau de mestre, posto que, pese embora não se possa falar em termos técnico-jurídicos em ciclos distintos, porque não deixa de se estar perante um mestrado integrado, em que o aluno não tem de se candidatar à frequência de um mestrado, da sua livre escolha, e sujeitar-se a uma seriação mas apenas que se inscrever no ano correspondente a essa formação contínua tendo em vista a obtenção do grau de mestre, a verdade é que há um paralelismo de tal forma evidente com aquelas outras situações do mestrado dito normal, que a previsão do artigo  seria incoerente do ponto de vista logico-sistemático se deixasse de fora do campo de previsão esta situação a que nos reportamos.”   Não tem também fundamento, sendo aliás mesmo incompreensível, por se estar a chamar à discussão argumento que carece de sentido, a menção da Recorrente, ao referir-se à interpretação extensiva que é dada ao preceito no Acórdão recorrido, de que a essa interpretação "pode ser apontado o mesmo vício de violação do princípio da igualdade”, com o argumento, se bem se percebe, de que a situação dos alunos que se encontrem a frequentar o  ano ou o  ano de um ciclo de estudos e não consigam reunir os ECTS necessários para transitar para o ano seguinte, ficando retidos no ano que se encontravam a frequentar, é equivalente / comparável à dos alunos que se encontrem a frequentar o  ano.