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Alegando, a Recorrente formulou as seguintes conclusões: ") A) O Recorrido foi notificado, em 14/03/2012, do processo executivo n 193/08TBMCN-A, onde figurava como exequente a sociedade N., credora da Recorrente e esta como executada; B) O Recorrido, pese embora, ter sido notificado da penhora de créditos, só apresentou um plano para pagamento da quantia penhorada em 27/06/2012; ) Ou seja, o Recorrido, apresentou um plano para pagamento da quantia penhorada, após ter sido nomeado e publicado no Citius, o anúncio de nomeação do administrador judicial provisório, respetivamente, 06/06/2012 e 11/06/2012; ) O artigo 17 E do CIRE, no seu 1 estipula que a decisão de nomeação de administrador judicial provisório, no âmbito do Plano Especial de Revitalização, tem como efeito a suspensão quanto ao devedor das ações em curso para cobrança de dívidas; E) Ora, a nomeação do administrador judicial provisório tinha como efeito imediato a suspensão do processo executivo n 193/08TBMCN-A.