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4 n. 3 alíneas e no sentido de, com respeito ao mesmo período de tempo, serem cumuláveis a pensão de invalidez pelo dano da incapacidade permanente e absoluta para o trabalho habitual de futebolista, e a indemnização pela incapacidade temporária para o mesmo trabalho;  10) Como é evidente, neste caso em que o sinistrado já está a receber a pensão máxima prevista pela situação de incapacidade permanente absoluta para a profissão habitual, ressarcir o dano da incapacidade temporário interposto, não é ressarcir um dano real, mas, um dano putativo ou virtual;  11) No caso em apreço, a lei especificamente aplicável determina um limite máximo para "efeitos de reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho” devendo, por isso, as pensões anuais dos praticantes desportivos profissionais serem determinadas nos termos da Lei n. 100/97, de 13 de Setembro obedecendo aos limites máximos plasmados nas alíneas desse n. 2;  12) Estando o sinistrado a receber de pensão de invalidez anual e vitalícia, o valor correspondente ao limite máximo previsto na Lei para uma situação de incapacidade absoluta para a profissão habitual, acrescer a mesma de uma indemnização por um período temporário da mesma incapacidade para o trabalho, é subverter o limite imposto pelo legislador e criar uma gritante injustiça para o onerado com a responsabilidade infortunística;  13) Interpretar o art.