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VIGÉSIMA TERCEIRA: Por não ter analisado as contas bancárias da Recorrente e dos seus gerentes e por não ter submetido a debate contraditório os elementos constantes dessas mesmas contas, nem a prova que valorou as opiniões do "perito avaliador” e dos moradores e proprietários na a AT negou o direito à Recorrente de provar que o preço real foi o preço declarado na escritura, negou-lhe o direito de afastar a presunção do artigo 5 A do CIRC e negou-lhe o direito de usar da prerrogativa constante do artigo 12 do mesmo diploma, VIGÉSIMA QUARTA: pondo em causa o Princípio da Boa Fé na atuação da administração pública, de acordo com o respeito pelos direitos e interesses legalmente protegidos dos cidadãos, tal como enuncia o art.266 n2 da CRP e art.10 do CPA e artigo 5 n 2 da LGT.