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CONCLUSÕES DAS ALEGAÇÕES: «A) A decisão proferida merece ser revista quanto á Ilegalidade da correção aritmética efetuada em relação ao exercício de 2012, quanto ao Erro nos pressupostos de facto na aplicação da avaliação indireta, quanto á Errónea quantificação da matéria coletável por aplicação de métodos indiretos e á Falta de fundamentação do critério utilizado; B) O Tribunal a quo no que diz respeito á Ilegalidade da correção aritmética feita em relação ao exercício de 2012, não apreciou devidamente a questão, entendendo o mesmo como se reportando às situações em que a Administração Fiscal corrige uma operação por entender a mesma como não tendo correspondência na realidade, o que não aconteceu no presente caso, pelo que existe assim erro de julgamento, que deve ser corrigido, como ficou acima demonstrado. )