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Com efeito, a este propósito, apenas se provou, que nos anos de 2006 e 2007, como trabalhador por conta de outrem foram declaradas à Segurança Social as seguintes remunerações base:  	a) No ano de 2006:  	- Em Julho, por conta de , Lda., por 18 dias, € 231,54;  	- Em Agosto, por conta de , Lda., por 22 dias, €257,27;  	- Em Setembro, por conta de , Lda., por 18 dias, € 231,54;  	-Em Outubro, por conta de , Lda., por 20 dias, € 257,27;  	-Em Novembro, por conta de , Lda., por 20 dias, € 257,27;  	-Em Dezembro, por conta de , Lda., por 17 dias, € 218,68;  	b) No ano de 2007:  	-Em Janeiro, por conta de , Lda., por 17 dias, € 218,68 e por conta de , por 2 dias, €26,87;  	-Em Fevereiro, por conta de , por 30 dias, € 403,00;  	-Em Março, por conta de , por 30 dias, € 403,00;  	-Em Abril, por conta de , Lda., por 19 dias, € 251,98 e por conta de , por 30 dias, € 403,00;  	- Em Junho, por conta de , por e dias, €225,00, por conta de , por 2 dias, €219,37, por conta de , por 6 dias, €540,00 e por conta , por 4,5 dias, € 405,0  	Muito embora a Seguradora tivesse requerido a notificação do autor para que, juntasse aos autos as suas declarações de IRS referentes aos anos de 2006 e 2017, que o A. não juntou, conforme se pode colher no citado Aresto do Tribunal da Relação de Évora, «a eventual falta de cumprimento de obrigações por banda do Autor, seja perante a administração fiscal, seja perante a Segurança Social, em nada interferem com o que se deixou afirmado; o que releva em termos de reparação de acidente de trabalho é, além do mais, saber qual a retribuição a atender para efeitos de cálculo da pensão e para tanto a existência das declarações em causa mais não são do que um meio de prova – não plena – com vista àquele facto.