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Assim, considerando as declarações factuais do requerente e a apreciação que é feita das mesmas no ponto anterior, julgamos que estas são insuscetíveis de preencherem os pressupostos do regime do direito a residência por proteção subsidiária, de acordo com o pressuposto no artigo 7 da Lei n. 27/2008 de 306, com as alterações introduzidas pelas 26/2014 de 00  Assim pelo exposto, afigura-se que o presente caso não é elegível para a proteção subsidiária, por incorrer na alínea e, do n. 1, do artigo 19, da Lei n. 27/08, de 30/06, alterada pela Lei n 26/14, de 05/0  Proposta  Face aos factos atrás expostos, consideramos o pedido de proteção internacional infundado, por se enquadrar nas alíneas e do n. 1 do artigo 19 da Lei n. 27/2008, de 306, alterada pela Lei n 26/2014 de 005 pelo facto de não ser subsumível às disposições do regime previsto no artigo 3 da Lei citada.