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Acresce que, ainda a entender-se que o Tribunal poderia/devia considerar quaisquer elementos constantes dos autos com valor interruptivo do prazo prescricional, certo é, porém, que ao invés do que a recorrente parece sustentar, aos documentos juntos com o requerimento executivo, nomeadamente o termo de penhora efectuado no âmbito do processo executivo n. 113-A/1997, a correr termos no  juízo do Tribunal de Círculo de Portimão – mesmo admitindo que está em causa o crédito que nos autos principais pretende executar, o que não está, de modo algum, demonstrado –, não é, em todo o caso, de reconhecer valor interruptivo do prazo prescricional, desde logo porque nada se diz quanto ao  conhecimento que de tal processo teve ou não) a executada.