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– É MANIFESTAMENTE ILÓGICA E NÃO FUNDADA EM QUAISQUER MEIOS DE PROVA A PRESUNÇÃO JUDICIAL DE QUE O RECORRENTE CIRCULAVA A UMA «VELOCIDADE COMPREENDIDA ENTRE 120 E 140 KM/H»; – É TAMBÉM MANIFESTAMENTE ILÓGICA E NÃO FUNDADA EM QUAISQUER MEIOS DE PROVA A PRESUNÇÃO JUDICIAL DE QUE «O RÉU CONDUZIA DISTRAÍDO EM RELAÇÃO AO TRÂNSITO QUE SE PROCESSAVA», DEVENDO TAL FACTO SER DADO COMO NÃO PROVADO; – O FATO ESSENCIAL – ALEGADO - É O ENCANDEAMENTO DO RECORRENTE, O FATO DO ENCANDEAMENTO TER OCORRIDO APÓS, ANTES OU DURANTE A ULTRAPASSAGEM DO VEÍCULO PESADO É INSTRUMENTAL, - O TRIBUNAL DA RELAÇÃO NÃO DEVERIA TER ELIMINADO O PONTO 26 DOS FACTOS PROVADOS, POIS ESTAVA ALEGADO O FACTO ESSENCIAL ENCANDEAMENTO E NÃO DEVERIA TER OMITIDO A UTILIZAÇÃO DEVIDA DA PRESUNÇÃO JUDICIAL DO FACTO «ENCANDEAMENTO»; - DEVERIA TAMBÉM TER EXCLUÍDO DOS «TEMAS DA PROVA» O NEXO DE CAUSALIDADE ENTRE O ESTADO DE INTOXICAÇÃO DO RECORRENTE E O OCORRER DO ACIDENTE, DADO QUE O REFERIDO NEXO QUE VEIO A SER DADO COMO PROVADO NÃO SE IDENTIFICA COM O NEXO ALEGADO NA PETIÇÃO INICIAL PELA AUTORA.