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Na sequência do que se deixou exposto, a título de capital, a sentença apresentada à execução constitui, no entanto, título executivo bastante e seguro para pagamento dos seguintes valores: - € 922,60, a título de honorários em dívida; - € 909,00, correspondente ao IVA calculado sobre o valor de € 300,0 Assim, a título de capital, a sentença condenatória habilitava o exequente a haver do executado, em processo de execução, a quantia total de € 831,60, donde ressalta que a quantia liquidada a esse título não só não excedeu a condenação, como ficou aquém do que poderia ter sido peticionado em sede de execução, não havendo deste modo razão para concluir que a quantia peticionada a título de capital, ainda que indicada de modo deficiente, exceda os limites do título executivo, não ocorrendo, deste modo, fundamento para rejeitar a execução na parte concernente ao valor reclamado a título de capital, devendo a execução prosseguir para pagamento do valor de € 300,00, convidando-se o exequente a proceder a nova liquidação da obrigação, com descriminação dos valores devidos a título de capital, ainda que não podendo exceder o que foi peticionado inicialmente, ou seja, a quantia de € 300,0 Relativamente aos juros vencidos e vincendos, calculados à taxa legal, entende o recorrente que por força da reforma da sentença, e encontrando-se o segmento condenatório dos juros logo após a condenação dos honorários e do IVA, o tribunal pretendeu que os juros moratórios fossem calculados sobre as quantias resultantes destes dois segmentos e não apenas sobre os honorários, razão pela qual defende que neste tocante, o despacho recorrido viola o caso julgado artigos 619 a 621 do P.).