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MARIA encontrava-se com a S. F., quando esta se acordou no recobro e lhe foi fornecida a medicação necessária e administrada a terapêutica exigida; - Aquando da alta, a doente apresentou as queixas descritas no diário clínico e que quando teve alta se apresentava assintomática sem queixas significativas de cefaleias; - A Requerente, nas duas semanas seguintes dirigiu-se ao Hospital serviço de urgência) nos dias 17 e 20 de Julho de 2015 em ambas as situações por dor abdominal queixas de dores cutâneas na cicatriz operatória); - Resulta de forma cabal da informação clínica e do depoimento das testemunhas que foi possível afastar em absoluto a relação entre as queixas da doente e a punção da dura mater ocorrida no procedimento cirúrgico; - Ou seja, a situação clínica da Requerente não está relacionada com a punção da dura mater ocorrida no acto anestésico; - Pelos exames imagiológicos, bem como pelas declarações de parte e das testemunhas, só se pode concluir que a punção acidental da dura ocorrida durante o procedimento cirúrgico não causou os danos que invoca; - Não havendo nexo causal nem minimamente indiciário) entre as lesões que a Requerente diz ter sofrido e o acto anestésico; - Não resulta de qualquer documento junto aos autos a informação que identifique em que termos foi fixada a incapacidade da Requerente, nos termos descritos no ponto 32 dos factos provados; - Nem resulta das queixas da doente identificadas no processo a afectação do aparelho locomotor, neurologia/neurocirurgia e psiquiatria.