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Aliás, como assim resultou provado, foi só depois de terem sido volvidos mais de 14 meses sobre a sua aceitação do lugar de Inspector de Jogos de  classe, que o Autor vem a apresentar requerimento ao Inspector-geral de Jogos, em 04 de janeiro de 2001, pelo qual requereu a sua promoção a Inspector principal, e para tanto invocou entre o  mais ser detentor de 8 anos de exercício de funções de Vereador, cujo tempo perfazia dois módulos de 3 anos e sobrando ainda 2, que deviam ter sido considerados pelo Réu para ser promovido mediante concurso interno às categorias superiores, e que a iniciativa para o efeito devia ter partido do serviço, que o devia ter convocado para prestar provas, o que inculca para nós a ideia de que o Autor terá cogitado que esses 8 anos eram invocáveis a todo o tempo para efeitos de progressão na carreira, em termos que assim poderia perspectivar numa leitura que fizesse do  disposto no artigo , n. 1, alínea da Lei n. 29/87, de 30 de junho, na sua versão original que deixou de estar previsto, face à redação que a Lei n. 52-A/2005, de 10 de outubro, veio a dar a este normativo.