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Acordam no Tribunal da Relação de Coimbra:  ), melhor identificado nos autos, instaurou execução contra A e A, pedindo o pagamento da quantia de 4829,30€ e respectivos juros no valor de 2051,17€, correspondente a um crédito que detém sobre A, A, e conforme sentença proferida no processo n 79/03TBFVN que condenou esses Réus ao pagamento da aludida e com base na sentença proferida no processo n 280/00TBFVN acção de impugnação pauliana instaurada contra A e e contra os aqui executados, A e A onde foi declarada a ineficácia em relação ao Autor aqui do acto de dação em cumprimento formalizado por escritura pública de 27 de Junhos de 2002 – referente ao imóvel descrito na Conservatória do Registo Predial de   ...)  freguesia da   ...) sob o n 02074 e inscrito na matriz urbana no artigo 1277 e na matriz rústica no artigo 10566 – e onde os aqui Executados foram condenados à restituição do imóvel na medida do interesse do aqui Exequente que, para tanto, poderia executá-lo no respectivo património por forma a obter a satisfação do seu crédito sobre A e A. Tendo sido efectuada a penhora do aludido imóvel, veio J, melhor identificado nos autos, reclamar um crédito sobre os Executados A e A), no valor de 4500,00€ e respectivos juros no valor de 829,32€, com base numa escritura pública de 20/07/2011 onde A se confessou devedor da aludida quantia resultante de transacção efectuada no processo n 291/06TBFVN e onde os aqui Executados), para garantia daquela dívida, constituíram hipoteca a favor do Reclamante sobre o prédio supra identificado e penhorado nos autos.