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Nesta, não tendo sido obtido acordo para a regulação das responsabilidades, foram ouvidos os progenitores sobre o modo como têm decorrido o regime de visitas dos menores e de seguida foi proferida a seguinte decisão:  «Das declarações prestadas pelos progenitores e pelos jovens , F e E na diligência de 30/01/2019 e das declarações hoje prestadas pelos progenitores, resulta que: - Os progenitores separaram-se em Outubro de 2017, tendo a progenitora saído da casa de morada de família; - Os filhos mais velhos, H e , já maiores de idade, passaram a viver semanal e alternadamente com cada um dos progenitores; - A E e a F permaneceram a viver com o pai, almoçando ou jantando por vezes em casa da mãe, com periodicidade semanal; - Quando o progenitor se ausenta do país por motivos profissionais, a E e a F permanecem em casa da mãe, sentindo-se bem junto da mesma; - Antes da separação, os cuidados às menores eram prestados por ambos os progenitores; - A E e a F estão convencidas que a mãe poderia ter evitado a separação, referindo-lhes o pai que a mesma não foi do seu agrado; - Pretendem continuar a residir em casa do pai, que consideram ser a sua casa; - Em 30/01/2019, foi fixado regime provisório, passando as menores a conviver com a mãe em fins de semana alternados, de sexta a domingo, jantando ainda com a mãe todas as quartas-feiras; - Tal regime foi cumprido, decorrendo os convívios de forma tranquila; - Os irmãos mais velhos discordam da posição assumida pelas menores F e E, o que gera discussões entre eles.