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F) A Apelante recorre da decisão do Tribunal a quo por questionar se ”) gozam efectivamente do direito de retenção que alegam sobre os imóveis objecto dos contratos promessa e apreendidos a favor da massa falida, e se, em caso afirmativo, a tal direito deve ser reconhecida prevalência sobre a hipoteca anteriormente constituída e registada que recaia sobre os mesmos.” G) Considerando que os Recorridos ")não alegam, nem provam, concretos factos, isto é, os actos materiais que passaram a exercer sobre os imóveis prometidos em compra e venda, demonstrativos de que passaram a ser e são verdadeiros possuidores em nome próprio, isto é, actos correspondentes ao exercício do direito de propriedade, necessário à verificação do direito de retenção” e ") não alegam, nem provam, que prometeram adquirir os mesmos identificados imóveis enquanto consumidores, isto é, para uso privado, para uso pessoal, familiar ou doméstico.” H) Apenas em sede de recurso veio a Apelante, inacreditavelmente, fundamentar a sua tese em jurisprudência recente do STJ, pretendendo impugnar o crédito dos Recorridos, alegando factos novos com base no «) Acórdão Uniformizador de Jurisprudência – Ac.