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A sentença, deve conter factos cfr.art.607,n.3 e 4, sob pena de nulidadecfr.art.615,n.1, al.b),CPC Como se constata da leitura de sentença impugnada a primeira instância não elencou qualquer matéria de facto, limitando-se a declarar que apreciava a exceção invocada «no pressuposto da prova integral da factualidade alegada pelo autor nos termos sumariados no relatório da presente decisão e no contexto conhecido de que a acção deu entrada em juízo no dia 202020, conforme se retira da plataforma citius.» Como resulta do preâmbulo da sentença impugnada a primeira instância decidiu com base em pressupostosde facto e não em factos, o que acarreta a nulidade daquela peça processual, nulidade que não se decreta por não ter sido suscitada sendo que a mesma não impede o conhecimento do objecto da apelação cfr.art.665,n.1,CPC) Aprecia-se então a questão da tempestividade da propositura da acção.