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Acordam, em conferência, no Tribunal da Relação de Coimbra: –Frustrando-se a tentativa de conciliação, veio A... instaurar a presente acção para a efectivação de direitos resultantes de acidente de trabalho contra COMPANHIA DE SEGUROS A..., S.A. e contra S... – OBRAS E REPARAÇÕES CIVIS, LDA, pedindo que a acção seja julgada procedente e, em consequência, as rés condenadas: a) A pagar-lhe um capital de remição de uma pensão anual, no montante de €782,30, calculada com base em 30% da remuneração anual auferida pelo sinistrado, no montante total de €274,34, reportada a 202018, dia imediato ao da morte, sendo da responsabilidade da entidade seguradora o montante de €436,00, calculado com base no salário transferido de €120,00, e da responsabilidade da entidade empregadora o montante de €346,30, calculado com base no salário anual não transferido de €154,34, nos termos do disposto no art 72, ns 1 e 2, da Lei n 98/2009, de 04 de Setembro, ou valor que lhe couber por lei; b) Serem a 1 e a 2 rés condenadas a pagar-lhe a quantia de €661,48 a título de subsídio por morte, nos termos do art 65, n 2 alínea da Lei n 98/2009, de 04 de Setembro; ) Serem a 1 e a 2 rés condenadas a pagar-lhe a quantia de €541,16 a título de subsídio por despesas de funeral, nos termos do art 66, ns 1 e 2 da da Lei n 98/2009, de 04 de Setembro; ) Serem a 1 e 2 rés condenadas a pagar-lhe a quantia de €15,00 referente a despesas com deslocações obrigatórias a este tribunal; e) Serem a 1 e 2 rés condenadas a pagar-lhe os juros de mora à taxa legal, desde o dia seguinte ao da morte até integral pagamento.