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Sem esquecer as supostas vezes em que a vítima alegou adormecer durante a introdução dos dedos do arguido na sua vagina e da prática de sexo oral, dando-se aqui por reproduzida toda a matéria alegada a este propósito e que demonstra, de forma evidente, as manifestas contradições em que incorre a vítima quanto à execução destas práticas, sendo absolutamente contrário às regras da experiência comum que tal tenha acontecido e dar-se como provados tais factos, conforme se infere da sentença nos pontos 15, 17, 18, 19 e 2  Quanto à quarta contradição, dá-se por reproduzida toda a matéria alegada nos pontos 109 a 118 da motivação do presente Recurso.