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A recorrente propõe-se demonstrar que o Exmo Tribunal a quo deveria ter dado como não provada a seguinte matéria constante dos factos não provados ou, pelo menos, deveria ter tido outra formulação ou nem sequer ser referida, conforme tudo melhor a seguir se dira:  a) A A. autonomizou fisicamente os dois pisos da fração "O" mencionados em 1 tendo construído uma abertura, porta e escadas no vão de escadas que constitui parte comum do edifício;  b) Como consequência do referido em, os demais condóminos/terceiros deixaram de poder aceder à cobertura do edifício e também ao terraço identificado em através das partes comuns do prédio;  ) Há vários anos que a A. não paga as contribuições fixadas para fazer face aos encargos e despesas comuns, sendo em 202017 devedora da quantia de € 195,72 e na data da realização da audiência de julgamento para a realização de obras extraordinárias de conservação do edifício);  n) Em 002018, reuniu a Assembleia Geral de condóminos do prédio onde se situa a fração identificada em, tendo aí sido deliberado, entre o mais, realizar obras nos terraços existentes no  andar do edifício;   A recorrente propõe-se demonstrar que o Exmo Tribunal a quo deveria ter dado como provada a seguinte matéria constante dos factos não provados:   a) Que as humidades referidas em 1 tenham a sua origem no desgaste do material que compõe o terraço que se encontra sobre as áreas ali referidas;  b) Que o  R. jamais tenha procedido à realização das obras necessárias à manutenção da estanquicidade da cobertura do terraço referido em 1 e e 2;  ) Que como consequência do referido em 2 e  - os tetos de parte da sala e da fração autónoma identificada em 1 tenham ficado manchados e apodrecidos e com fendas;  - as paredes da sala e da cozinha tenham ficado manchadas;  - parte do soalho, na zona da sala, tenha ficado manchado;  - os rodapés tenham ficado descolorados e manchados.