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que não viram nova alínea  B)	Foi afirmado pelo réu Município como já consta da matéria:  «O projecto localiza-se em terreno contíguo a um imóvel que comporta um edifício em processo de classificação casa n.  Rua com despacho de abertura de 001997) pelo que é abrangido pela respectiva zona de protecção... na qual não podem ser autorizadas ou licenciadas obras sem o parecer prévio do IPPAR, conforme disposto pela Lei n. 107/2001»  A Câmara Municipal da Guarda, autora desse processo, cometeu o erro de emitir o Alvará, em questão, sem respeito pela legislação e sem respeito pela sua própria deliberação anterior em prol do interesse público.  )