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Inconformada, a A. interpôs a presente apelação, formulando as seguintes conclusões: 1 -Pese embora se diga, a início da sentença, que "As normas convocáveis para a decisão da causa são os art.s 27, 30 e 31 da Lei n. 6/2006, de 202, na redacção que lhe foi dada pela Lei n. 79/2014, de 19-12”, verifica-se, depois, no enquadramento jurídico-legal e de Direito a que procedeu o Tribunal recorrido e que expressa ao longo da sua decisão, que aplicou, incorrectamentee com manifesto errode julgamento, o Novo Regime do Arrendamento Urbano, na redacção que lhe foi dada pela e até à) Lei n. 31/2012, de 1 2 - Mais ressalta ainda o erro de julgamentoerror no enquadramento legal incorrecto e na violação do Direito vigente, quando o Tribunal a quo cita dois acórdãos do STJ incidentes sobre procedimentos de actualização da renda anteriores às alterações introduzidas pela Lei n. 79/2014, de 112, ao NRAU, e quando se chega mesmo a num desses acórdãos a se fazer menção ao facto de não serem ainda aplicáveis as alterações de relevo introduzidas por aquele diploma ao procedimento de actualização de renda que ali estava em causa, porque reportado a data anterior a 2013, sendo, por isso, necessariamente apenas considerado e ponderado o regime jurídico do arrendamento na redacção dada pela Lei n. 31/2012, de 1 3 - A Ré desconsiderou que estavam já há muito em vigor as alterações ao art.