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A nova prova deverá revelar-se tão segura e relevante – seja pela isenção, verosimilhança e credibilidade –, que o juízo rescindente que nela se venha a apoiar, não corra facilmente o risco de se apresentar como superficial, precipitado ou insensato.”  De acordo com o artigo 12, n. 1, do Código de Processo Penal, a testemunha é inquirida sobre factos de que possua conhecimento directo e que constituam objecto da prova – que credibilidade merecerá, de forma a colocar em causa a justiça da condenação do ora Recorrente, uma testemunha que, presumivelmente, assistiu a factos ocorridos há mais de oito anos e que só agora, surpreendentemente, surge, não se percebendo, sequer, de que maneira aparece.