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– B Factos não provados Não se provou que:  O arrendamento foi acordado em inícios de 1967;   Ficou vedada a possibilidade de exercício e/ou prática por parte do arrendatário de qualquer outra atividade para além da referida exploração agrícola acordada entre as partes;   No acordo verbal então celebrado entre o cônjuge da ré e o progenitor da autora, foi igualmente acordado entre ambos que quaisquer edificações existentes no prédio rústico arrendado poderiam ser utilizadas pelo arrendatário apenas e só a título complementar, acessório e/ou de apoio à atividade agrícola ali desenvolvida;   Mais ficou acordado que o arrendatário não poderia realizar quaisquer obras, alterações e/ou edificações no prédio rústico arrendado, salvo prévia autorização do respetivo proprietário e senhorio para o efeito;   Sempre esteve e continua a vedada ao arrendatário do imóvel a realização de quaisquer obras, alterações e/ou melhoramentos no prédio arrendado, salvo obtida prévia autorização para o efeito junto do respetivo senhorio;   Nem a ora A. nem o seu alguma vez consentiram que a R. ou o seu falecido cônjuge) realizassem quaisquer obras, alterações ou melhoramentos no prédio rústico em causa;   Nem a ora R. nem o seu falecido cônjuge, alguma vez interpelaram a ora A. ou o seu progenitor para obtenção do seu consentimento ou autorização para realizar quaisquer obras, alterações ou melhoramentos no imóvel arrendado;   Nunca foi dado conhecimento à autora da realização de algumas benfeitorias no prédio arrendado;   Sem qualquer motivo ou fundamento justificável para o comportamento assumido; 1 A ré outorgou o contrato verbal inicialmente celebrado conjuntamente com o seu marido e que a ré pagou a renda acordada até à data do falecimento do seu marido;  1 Para além da Quinta P ...) que engloba, nos termos provados, o prédio da B ...)), que o acordo englobasse, ainda, os prédios rústicos anexos a estes;  1 O arrendamento teve início em 11/11/1966;  1 O valor da renda anual então acordada foi de 1000$00, que sempre foi paga pela data da celebração das festas de "São Martinho”, após o decurso do primeiro ano de vigência do contrato e assim sucedeu nos anos subsequentes até à atualidade;  1 Como complemento da renda, os arrendatários a ora ré e o seu falecido entregavam ainda ao proprietário Exm.