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Por seu turno, levado a escrutínio o referido Acórdão foi confirmado pelo Tribunal da Relação ... de 20/05/2021, no qual se assinala que "o tribunal a quo utiliza na decisão revidenda argumentos fundados em regras da experiência comum e com asserções por ela não contrariadas, apreensível no que importava estruturar com substância/conteúdo e na articulação do produzido em audiência, tudo aferido a razões lógicas e aos critérios mentais que foram seguidos, afirmando-se ali, inequivocamente, por que se proferiu aquela, e não outra, decisão de facto.”  Volvendo aos fundamentos da alínea, do n. 1, do artigo 44, do Código Processo Penal, há que ter presente que para além de se tratar de "novos factos ou meios de prova” o legislador exige que "suscitem graves dúvidas sobre a justiça da condenação”, no sentido de que tais factos "devem sustentar uma carga valorativa, antes ignorada, capaz de pôr a descoberto a grave injustiça de que o recorrente foi vítima, a ser aferida à luz de uma constatação sem esforço” Cfr.