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A ora Recorrente veio imputar à douta decisão recorrida erro de julgamento da matéria de facto, por errónea selecção e valoração da prova produzida E erro de julgamento da matéria de direito por errónea interpretação do artigo 32, do Decreto-Lei n 287/2003, de 12 de Novembro, ao considerar ilegal a liquidação da contribuição autárquica, com base no valor patrimonial tributário apurado segundo a avaliação efectuada nos termos do  Ora, é univocamente entendido pela doutrina, foi consagrado pela lei adjectiva e, ainda, pela jurisprudência que o âmbito do recurso se encontra delimitado pelas conclusões extraídas da motivação do recorrente, não podendo o tribunal de recurso conhecer de matéria nelas não inserida, com ressalva dos casos em que se impõe o seu conhecimento oficioso, de harmonia com as disposições conjugadas dos artigos 282, n 5 a 7, ambos do CPPT e 635, n 4, este último do CPC, na redacção que lhe foi dada pela Lei n41/2013, de 26 de Julho, aqui aplicável ex.