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Com efeito, é pouco conforme às regras da experiência comum que o arguido se encontrasse total ou muito incapaz de tomar consciência da ilicitude dos seus actos no período em que sai do bar e decidiu começar a conduzir o automóvel, mas se recorde de ter sido interceptado pelos militares da GNR e logo após, no posto da GNR, tenha recusado assinar os autos por não concordar com a actuação dos militares da GNR, requereu a realização da contraprova, solicitou para o levarem ao hospital por considerar que não estava bem, ligou para diversas pessoas e ainda, como o próprio disse, decidiu começar a fazer gravações com o seu telemóvel, por discordar da actuação dos militares.”  Perante esta motivação, oferece o recorrente dois testemunhos, como prova a impôr decisão em contrário.