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Fundamentos de legitimación del Derecho o Juego de abalorios dogmático”, p. 5 Tradução; Vide ainda Knut Amelung, "El concepto de «Bien Jurídico» en la Teoria de la Protección Penal de Bienes Jurídiscos”, ibidem, p. 238-23   Por seu turno, em artigo inerido no mesmo compêndio, Bernd Schünemann, intentando fornecer uma resposta para um conceito de «princípio de protecção de bens jurídicos», entende que a sua resposta seria: "na ideia fundamental da limitação do Direito penal derivada do contrato social, tal e como se impôs desde há cerca de 250 anos e tal como deve desenvolver "desplegar”) a sua máxima eficácia para qualquer sujeito racional, equitativo e justo nos tempos actuais, nos quais o respeito ao Estado de Direito se emparelha com uma compreensão mais intensa que nunca do carácter questionável e da selectividade do Direto Penal estatal.” – "El principio de protección de bienes jurídicos como punto de fuga de los limites constitucionles de los tipos penales y de su interpretación”, ibidem, p. 20   Aceitando, como ponto de partida de análise, a concepção adiantada e confinando-a ao bem jurídico que a lei pretende proteger no artigo 210 do Código dir-se-á que o bem jurídico inscrito na tipo incriminador compósito) é o direito à posse, uso e fruição de um bem material móvel ou animal alheio «bem jurídico patrimonial» e um «bem jurídico pessoal», qual seja o direito à liberdade de dispor do bem material ou do e o direito à integridade física e/ou à vida.