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do STA indicado pelo recorrente nas suas Alegações de Recurso, é substancialmente diferente, da factualidade dos presentes autos, desde logo, porque naquele caso o arguido/recorrente procedeu ao pagamento do imposto no prazo de 48 horas após o término do prazo legal e, no caso "sub-judice " esse pagamento ocorreu um mês depois;   Nos termos do artigo 32, n2 do RGIT para que possa ocorrer a atenuação especial da pena não basta a regularização da situação tributária até à decisão do processo sendo necessário, igualmente, que o infractor reconheça a sua responsabilidade;   O reconhecimento da responsabilidade pela infracção não se extrai apenas do pagamento do imposto em falta;   Todavia, no caso em apreço, o recorrente nunca, até às suas Alegações de Recurso, indicou que reconhecia a sua responsabilidade pela infracção pelo que tal facto não foi, nem podia, ser considerado provado pela douta sentença, ora recorrida;   Em consequência, em nossa opinião, bem andou a douta sentença, ora recorrida, ao considerar que não se encontravam preenchidos os requisitos da atenuação especial da pena previstos no n2 do artigo 32 do RGIT;  1 Não violou a douta sentença, ora recorrida, qualquer preceito legal;  1 Assim, nos termos referidos e noutros que Vossas Excelências doutamente suprirão, deve ser negado provimento ao recurso, mantendo-se a douta decisão recorrida.