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Para além disso, 8 As conclusões 18 a 29 das alegações de recurso são manifestamente improcedentes e reveladoras de uma litigâncla de má fé, pois não só a Universidade reconhece que os docentes de carreira prestam serviço em regime de dedicação exclusiva art 67/2 do e que a A. nunca solicitou que prestasse serviço em regime de tempo integral - pelo que é litigar de má fé que se sustente que deve ser contratada em regime de tempo integral por não ter dito que queria trabalhar em regime de dedicação exclusiva -, como nunca essa mesma Universidade sequer invocou causa legítima de inexecução, razão pela qual não havia nem há qualquer impossibilidade absoluta em cumprir a sentença condenatória exequenda e contratar a A. como Professora auxiliar de carreira com efeitos reportados a 2011 e processar-lhe as remunerações que nessa qualidade tinha direito, tanto mais que as circunstâncias que agora chama à colação para defender tal causa legítima são ou anteriores ao título executivo ou não constituem sequer uma impossibilidade de executar tal sentença.