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A impugnação judicial teve por fundamento e causa de pedir a ilegalidade imputada quer à inscrição oficiosa da realidade física na matriz como um prédio urbano, quer à sua avaliação, quer à sua própria tributação, no entendimento de que os parques eólicos não se enquadram no conceito de "prédio”. . Para uma melhor compreensão da questão propriamente dita, importa que se transcreva o probatório da douta sentença. . O acto tributário impugnado diz respeito a liquidação de Imposto Municipal sobre Imóveis do ano de 2013, identificada sob o número 2013 655381305, no valor de € 5423,04 - correspondente aos prédios urbanos inscritos na matriz predial urbana sob os artigos 1670, 1671, 1672 da freguesia de S. .; 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54, 55 e 56 da freguesia de ; 1011,1012, 1013, 1014, 1015, 1016, 1017 da freguesia de .. e 1735, 1736, 1740, 1741, 1742, 1743, 1744, 1745, 1746, 1747, 1748, 1749, 1750, 1751, 1752, 1753, 1754, 1755, 1756, 1757, 1758, 1759, 1760, 1761, 1762, 1763, 1764, 1765, 1766 da freguesia de .. E. Os prédios urbanos acima identificados resultaram da inscrição oficiosa na matriz de 48 artigos matriciais urbanos-que correspondem a 47 aerogeradores e 1 subestação artigo 1736 de.