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3 Face à prova produzida, e resultante dos depoimentos supra referidos, bem como dos documentos juntos à petição inicial, não poderia o Tribunal a quo dar como não provado tal como consta do ponto , do elenco dos factos dados como não que: "Não se provou que ficando os consumidores e clientes da ora A. com a ideia, injusta falsa, sublinhe-se, que a ora A. não utiliza processos rigorosos de classificação dos azeites por si produzidos e que coloca no mercado, sob a designação de azeite virgem extra, azeite virgem”, uma vez que ficou demonstrado que, após a publicação do artigo pela RÉ, os clientes e fornecedores da AUTORA, ora RECORRENTE, ficaram convencidos que esta não utilizava processos rigorosos de classificação dos azeites e que enganava os consumidores, vendendo azeite virgem como se de azeite virgem extra se tratasse.