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218 a 264, a qual julgou improcedente a impugnação deduzida pela impugnante, ora recorrida – A-ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES SA sociedade dominante ou por considerar que "assunção dos empréstimos em causa ter resultado da realização de prestações acessórias, de prestações suplementares ou de operações de financiamento, impõe-se concluir que os custos contabilizados pela sociedade A – Gestão de Participações e Investimentos Imobiliários, S.A.,-sociedade participada, designada pela abreviatura A..GPII - com os encargos financeiros respeitantes a tais empréstimos não satisfazem o requisito da indispensabilidade dos custos/gastos imposto pelo artigo 2 do CIRC, dado faltar a necessária afectação dos custos ao interesse empresarial e à actividade produtiva próprios da referida sociedade dominante que suportou o custo.”  No entender da decisão recorrida, é considerado que esse custo se refere a encargos financeiros – nomeadamente, empréstimos bancários – assumidos com o objectivo de financiar outras sociedades participadas e que esses encargos fiscais não representam para a A..GPII um gasto indispensável à realização de "proveitos sujeitos a imposto ou para a manutenção da sua fonte produtora”, tendo ao invés como seu destino último a manutenção da fonte produtora das suas participadas.