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1 Assim, e independentemente do apuramento da real retribuição do sinistrado que, obviamente, seria relevante para determinar a necessidade de intervenção no processo da respectiva entidade patronal, consoante essa retribuição se encontrasse, ou não, totalmente transferida para a, o certo é que a única prova quanto à retribuição do sinistrado coberta pelo contrato de seguro de acidentes de trabalho celebrado entre a entidade patronal do sinistrado e a ora contestante é a que resulta do contrato de seguro e da folha de férias agora juntos, pelo que terá de se considerar provado que é no montante anual de 274,34 € = 580,00 x 14M + 4,77 € x 22D x a retribuição do sinistrado transferida para a ora apelante e pela qual deve ser calculada a sua responsabilidade pela repara��ão do acidente de trabalho em causa nos autos.