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253,, Acórdão da Relação de Lisboa de 29/04/87 J., tomo , pág., Acórdão da Relação do Porto de 29/09/2004 J., tomo , pág., ou Acórdão da Relação de Évora de 25/01/2005 J., tomo 1,pág..  Embora não fosse elemento do tipo de crime de maus-tratos a generalidade da doutrina defendia que não bastava um acto isolado para integrar o crime de maus-tratos, não se exigindo, contudo, a habitualidade, assim se justificando a autonomização deste tipo de crime, nesse sentido refere Taipa de Carvalho"o tipo de crime em análise pressupõe, segundo a ratio da autonomização deste crime, uma reiteração das respectivas condutas" in obra citada, pág.334, e no mesmo sentido Leal-Henriques e Simas Santos,"não basta uma acção isolada ...) mas também não se exige habitualidade na conduta.