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O que não se pode aceitar; Ora, de acordo com o depoimento da testemunha H. F., gravado no ficheiro áudio H. , Ficheiro áudio: Ficheiro áudio: 20210624113117_1392758_287188wma, resulta uma realidade inversa daquela que foi fixada pelo Tribunal ad quo, na medida em que se constata que o supervisor não tem como posto de trabalho as instalações do "” Chaves, nem sequer lá presta funções, mas antes supervisionando cerca de 30 postos e 80 homens; Razão pela qual se mostra como inequívoco o erro de julgamento cometido pelo Tribunal ad quo quanto aos referidos factos dados como provados, pois os superiores hierárquicos não tinham como local de trabalho nem tampouco desempenha funções nas instalações do Chaves; Deste modo, os dois factos dados como provados não poderão subsistir, por não corresponderem à verdade, por falta de suporte probatório requerendo-se a sua alteração para dado como não provado; considerou o Tribunal ad quo que o serviço de vigilância e segurança privada nas instalações do Chaves não constitui uma unidade económica conjunto de meios organizados e autónomos) porquanto não se verificou o elemento transmissivo – falta de transmissão de equipamento e know hor; Ora, salvo o devido respeito, entende a Recorrente que o Tribunal ad quo cometeu, não só um erro de julgamento na interpretação da matéria de facto dada como assente como no respetivo e consequente enquadramento jurídico, como também violou a norma jurídica de índole constitucional; A interpretação realizada pelo Tribunal ad quo não tem em conta a posição da nossa doutrina e jurisprudência, quer nacional quer comunitária, quanto à determinação do elemento transmissivo da unidade económica, sempre numa perspetiva e abordagem global; Violando em consequência o princípio pelo direito comunitário, cfr.