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Pois, só na afirmativa quanto a esta questão, poderá manter-se o decidido na sentença recorrida, afirmando-se a inexistência de um acidente de trabalho indemnizável, nos termos peticionados pela A..   A resposta leva-nos, novamente, à análise da matéria de facto dada como provada e, em face do que consta dos pontos 16 e 17 daquela, respectivamente, que, "As alterações descritas nas RMN referidas em, tratam-se de alterações degenerativas que não têm como causa o acidente descrito e que justificam os sintomas de dor ou irradiação para os braços de que a A. se queixa” e que "as alterações degenerativas na coluna lombar de L3 a S1 referidas nessas RMN, não têm relação com qualquer traumatismo, muito menos recente”, acrescendo que como se retira dos elementos clínicos respeitantes à A. e é referido no exame do GML, delas a mesma já se queixava desde 2009, só é possível concluir que a R./seguradora logrou fazer a prova de que as referidas queixas nenhuma relação teve com o evento.