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6 dos autos e documento de contrato promessa de compra e venda, também anexo ao mesmo Acórdão, tudo nos autos; 45 - Porém, o Tribunal não levou em linha de conta estes meios de prova, incorrendo em erro de julgamento, pelo que deve tal ponto 9 ser alterado para: " Em decorrência da expropriação mencionada em, a parcela sobrante do sobredito prédio tem a área de 287,36 m2, e ficou prejudicada, pelo facto da elevada diminuição da área envolvente superior a 75%) resulta uma depreciação considerável, em face das caraterísticas do mesmo, daqui resultando prejuízos, pelo que ao valor da indemnização deve acrescer a quantia de € 1144,80 287,36m2x40%x3,00€/m2) 46 - Quanto ao facto provado em 11 O Tribunal a quo refere que sustentou a prova deste facto no relatório pericial, adiantando que não foram produzidas contra provas minimamente fundáveis no que não concedemos; 47 - Na verdade, como já supra referimos e como é da mais meritória doutrina e jurisprudência o Tribunal não está impedido de considerar provados factos diferentes do constante do a.p.r.e do Acórdão Arbitral, se tal realidade decorrer com razoável segurança de outros meios de prova, o que é o caso dos autos como se disse já e não é por demais repetir; 48 - Relativamente a área florestal indicada em 5 da alínea e que foi posta em causa supra, pois entendemos, como amplamente se alegou, que é de 40% e não de 60%, os recorrentes aceitam o valor indicado no Acórdão Arbitral no montante de € 1960,18, 49 - Devendo, em consequência, o Tribunal, face ao supra alegado, dar como provado o ponto 11 com a seguinte ou semelhante redação: "1 Para a subárea florestal de 1973,46m2, considera-se o rendimento decorrente da produção florestal, fixando-se: a) uma produção cultural de 12 toneladas/há/ano; b) preço unitário: 35,00€/tonelada; ) encargos aunais de 10%; ) taxa de capitalização: 2,5%” 50 - E assim, os expropriados aceitam que o valor fixado em 12 dos factos provados da Douta Sentença, para a área florestal de 40%, ou seja, para a área de 1973,46m2, dando assim o valor de € 1960,18 referido no Acórdão Arbitral página 11/17) 51 - Quanto ao facto provado em 13 Em decorrência do já referido quanto ao facto provado em 11, e bem assim ao referido quanto ao facto provado em 5 o Tribunal baseou-se no relatório pericial, no que, salvo o mais elevado respeito, não se pode conceder; 52 - Como já supra referimos e como é da mais meritória doutrina e jurisprudência o Tribunal não está impedido de considerar provados factos diferentes dos relatórios, se tal realidade decorrer com razoável segurança de outros meios de prova, o que é o caso dos autos; 53 - Relativamente a área agrícola indicada em 5 da alínea e que foi posta na Douta Sentença, pois entendemos, como amplamente se alegou, face ao PDM e demais prova, que é de 60% e não de 40%, os recorrentes aceitam o valor indicado no Acórdão Arbitral no montante de € 7840,74, 54 - Devendo, em consequência, o Tribunal, face ao supra alegado, dar como provado o ponto 13 com a seguinte ou semelhante redação: "1 Para a subárea agrícola de 1960,18m2, considera-se o rendimento decorrente da rotação anual composta por batata e milho grão, fixando-se: a) Uma produção de batata de 1000/ha/ano, com encargos de 75%; b) Uma produção de milho grão de 000/ha/ano, com encargos de 65%; ) Preço médio da batata: 0,15€/kg; ) Preço médio do milho grão: 0,25€/kg; e) Taxa de atualização de 4 %.” 55 - Quanto ao ponto provado em 14 da Douta Sentença: Conforme referido é no Acórdão Arbitral – página 11/17 "Atendendo a que se trata de uma propriedade vedada uma, ao tipo de cultivo possível e usual em que na parcela existem cerca de 60% de área de cultivo agrícola de tipos variados e cerca de 40% de área florestal, ao contrário do que vem referido na vistoria a.p.r.