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Por isso privilegiamos a adoção conjunta dos meninos B e K, devendo este ser medicamente acompanhado no seu desenvolvimento enquanto perdurar a medida decretada.DispositivoAnte o expendido, acordam os Juízes do Tribunal da Relação do Porto em julgar improcedente a apelação e, por conseguinte, em confirmar o acórdão recorrido, privilegiando a adoção conjunta dos menores B e K. Sem custas, por se tratar de processo isento artigo 4, 2, al., do RCPPorto, 7 de maio de 201 Maria Cecília Agante José Carvalho Rodrigues Pires ______________ 1 Aprovada pela  Lei n. 147/99, de 01 de setembro, com as alterações introduzidas pelas Leis n.os 31/2003, de 22 de agosto, 142/2015, de 08 de setembro, 23/2017, de 23 de maio, 26/2018, de 05 de julho.