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Voltando ao caso sub judicie, verifica-se que no despacho recorrido o juiz considerou que os autos se encontravam a aguardar o impulso processual da autora, desde pelo menos 3 de junho de 202  Verifica-se, ainda, que por despacho proferido em 4 de fevereiro de 2020, o tribunal a quo tinha ordenado a notificação da autora para declarar se pretendia ou não) convolar a demanda da ré para intervenção acessória pagando a respetiva taxa de justiça), tendo logo avançado no mesmo despacho que «a demanda direta da ré carece de base legal, por o não permitir o disposto no artigo 14, n.s 2 e 3, do n. 72/2008, de 16 de abril, visto que o seguro em causa é de natureza facultativa ».