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É verdade – e o Tribunal não desconsidera – que foi junto o documento a que se refere a alínea dos factos provados, respeitante ao mútuo em que figura como mutuante ... Sucede que, além de nenhuma evidência existir quanto à entrada deste dinheiro das contas da Recreativos, designadamente através de transferência bancária/ depósito, o que sucede é que, tal como já havíamos afirmado, o aludido empréstimo foi efectuado no ano de 2006, pelo que não se vislumbra que o mesmo possa estar na origem dos vários movimentos a crédito na conta 26899999 dos anos de 2007, 2008 e 200 Isto dito, a conclusão é inevitável, no sentido da manutenção do decidido, pois a Impugnante não cumpriu com o ónus da prova dos factos que invoca para afastar a tributação 74 da, donde resulta que nenhum erro de interpretação/aplicação da lei foi perpetrado, devendo manter-se inalterada a correcção efectuada.