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Tal acordo teve por objecto direitos plenamente disponíveis e, quer tenha sido celebrado na data da partilha, quer tenha sido celebrado em data anterior, não contende com a partilha porquanto nem mesmo os frutos percebidos até à partilha deveriam ser relacionados e. Nestes termos, conclui-se que o Réu se vinculou pelo acordo a que se refere o ponto  dos factos provados, acordo que não caducou com a partilha, razão pela qual deverá prestar contas da colheita de cortiça realizada no prédio "G T” no ano de 200»   O recorrente discorda do assim decidido quanto à prestação de contas pela colheita e venda da cortiça do propriedade "G T”, no ano de 2005, poi entende que tendo-lhe sido adjudicada a propriedade na partilha, os frutos percebidos após este momento, constituem rendimento do prédio, sendo de sua pertença, não tendo, por conseguinte, qualquer obrigação de prestar contas.