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304 do , ou seja, tinha "de orientar a sua actividade no sentido da protecção dos legítimos interesses dos seus clientes e da eficiência do mercado” 30/1) e de "observar os ditames da boa fé, de acordo com elevados padrões de diligência, lealdade e transparência” 30/2)1 Em síntese, o, no cumprimento dos seus deveres de intermediário financeiro, devia ter em consideração a protecção dos interesses legítimos do A., indagando sobre a sua situação financeira e experiência no que respeita ao tipo específico de instrumento financeiro ou serviço oferecido ou procurado, com observância dos ditames da boa fé, de acordo com elevados padrões de diligência, lealdade e transparência1 Isto dito, em tese, somos chegados ao primeiro ponto que tem suscitado polémica: cumpriu ou não) no caso o os deveres de informação a que, fora de qualquer dúvida, estava a adstrito em relação ao A.?