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4 verso e 5; e - sexto, quando, conforme se referiu e se escreve na sentença recorrida, sendo o prédio objeto do contrato de arrendamento uma realidade física não um artigo, "à luz das regras da experiência comum, não se pode aceitar que a Ré não soubesse o que estava a arrendar” e que estava a arrendar aquele prédio onde já residia não o.   Aliás, não pudemos deixar de subscrever a ilação explanada pela 1 Instância quando escreve que a "única coisa que faria sentido é que perante aquele penhora e venda que teve lugar no âmbito da execução n. 113/08TBVCT a procurasse arrendar a casa onde habita pelo menos, desde 2005, segundo a sua própria alegação), e que já habitava, segundo as testemunhas inquiridas” e não um anexo, sem quaisquer condições de habitabilidade, sem água e eletricidade próprias, que se encontrava abandonado, segundo a própria, desde pelo menos, 200  Decorre do que se vem dizendo, que feita a nossa valoração autónoma da prova produzida, bem andou o tribunal a quo em concluir pela não prova da matéria vertida na al.