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B e A - ambas «autoras» nesta acção administrativa comum - vêm, invocando o artigo 150 do CPTA, peticionar a admissão deste «recurso de revista» do acórdão do TCAN - datado de 012021 - que negou provimento à sua apelação e confirmou a sentença do TAF de Braga - datada de 102019 - que julgou totalmente improcedente o seu «pedido de responsabilização» da ULSAM - UNIDADE DE SAÚDE DO ALTO MINHO com base em invocada negligência médica - era pedida a condenação do réu a pagar às autoras a quantia global de 7000,00€ por danos morais 5000,00€ à autora-filha B e 2000,00€ à autora-mãe A, e a quantia de 671,84€ por danos patrimoniais, ambas acrescidas de juros de mora desde a citação até integral pagamento.