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Resultou, ainda, provado que a enfermaria., AA, se faltar ao serviço não tem de justificar essa falta - facto n.3 No entanto, esta afirmação é demasiado vaga, uma vez que não se apuraram factos concretos que a esclareçam, designadamente, se a situação de faltar ao serviço por parte da referida enfermeira alguma vez se verificou, ou de como se processava o regime de justificação de faltas na Ré, sendo certo que, nos termos do artigo 25 Código do Trabalho, a comunicação das faltas traduz-se numa comunicação prévia, ou logo que seja possível, sendo que, no caso, apurou-se que a referida enfermeira, aquando do início da sua atividade, informava a Ré da sua disponibilidade, para que assim se pudesse proceder à publicação dos horários, como ainda, devia comunicar à enfermeira-chefe os impedimentos que tivesse para o mês seguinte - facto n.2 Ora, estes elementos não configuram qualquer contraprova dos indícios provados sobre o modo de prestação da atividade da Autora à Ré, que indiciam, de modo claro, a existência de uma relação jurídica de subordinação, como acima se explicitou.