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Seguindo aqui de perto o excurso da doutrina da especialidade idem, ibidem: 565 e, essa supremacia relativa ou mitigada manifesta-se nos seguintes aspetos: no plano do exercício dos poderes de fiscalização e direção, a Administração Pública pode emanar ordens e instruções, mas sempre com respeito pela autonomia do cocontratante e dentro de parâmetros de adequação e proporcionalidade artigo 30 do Código dos Contratos Públicos); no plano do exercício do poder de modificação unilateral, a Administração Pública enfrenta o princípio da intangibilidade do objeto do contrato e sujeita-se à obrigação de reposição do equilíbrio financeiro, caso pretenda impor alteração ao clausulado inicial artigo 31, n.; no plano do exercício do poder de resolução unilateral, o contratante público está vinculado a limites materiais e procedimentais, devendo indemnizar o cocontratante de forma integral artigo 34, n.os 1 e; e no plano do exercício do poder de resolução-sanção, só o pode fazer com os fundamentos previstos expressamente no Código dos Contratos Públicos artigo 33, n., sendo reconhecido ao cocontratante o direito de invocar a exceção de não cumprimento artigo 32) e o direito de retenção artigo 32), bem como de resolver o contrato artigo 33).