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Em sede de resposta à excepção de ineptidão, a Recorrente voltou a dizer que, na sua petição, por um lado, pede que o Recorrido venha aos autos prestar contas da sua administração de um bem da herança, portanto indiviso, nomeadamente o estabelecimento comercial, que, desde a data do inventário e até à presente data se encontra, ou explorado pelo Recorrido, ou com cessão de exploração por este a terceiros, sendo que, por força do disposto no artigo 2093 do Código Civil, o cabeça-de-casal é obrigado a prestar contas da sua gerência, anualmente, a partir da abertura da herança, o que o mesmo nunca fez - e disse também que, por outro lado, a Recorrente pede que o Recorrido venha aos autos prestar contas da sua administração de bens em compropriedade, portanto bens comuns, uma vez que foi o Recorrido quem ficou responsável pela administração e pela fruição daqueles prédios, sendo que, por força do disposto nos artigos 1407 e seguintes, 983 e seguintes e 573 e seguintes, do Código Civil, o administrador dos bens comuns é obrigado a prestar contas da sua administração sobre os mesmos, o que o mesmo nunca fez –.