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Assim, vistos os autos, e restringido o objecto do recurso aos indicados segmentos da sentença recorrida, as questões colocadas no presente recurso de apelação são as de saber se: quanto aos identificados executados, se verifica ou não a inexistência ou inexequibilidade do título dado à execução; existem ou não razões para a condenação do Banco Exequente como litigante de má fé.– Fundamentos  – De facto: A primeira instância teve em consideração a seguinte factualidade5: «A) Em 112010, o Banco GG, S.A., na qualidade de Exequente, intentou requerimento executivo contra os Executados HH - Comércio de Automóveis, S.A. e BB, visando o pagamento coercivo da quantia de € 18410,47 cento e oitenta e três quatrocentos e dez euros e quarenta e sete cêntimos), dando à execução como título executivo duas livranças subscritas e avalizadas, respectivamente, pelos Executados, o que deu origem à acção executiva que corre os seus termos no Juiz 2 do Juízo de Competência Genérica de Ponte de Sor do Tribunal Judicial de Portalegre, sob o n. 585/13TBPSR; B) Em 012010, o Executado BB opôs-se à execução n. 585/13TBPSR, impugnando o valor total da quantia exequenda, designadamente tendo colocado em crise o valor de € 16764,47 aposto na livrança dada à execução com o n. 500905479068606858; ) A oposição à execução intentada por BB corre actualmente os seus termos sob o n. 585/13TBPSR-A, no Juiz 2 do Juízo de Competência Genérica de Ponte de Sor do Tribunal Judicial da Comarca de Portalegre e aguarda realização de julgamento, na sequência da prolação do Acórdão do Tribunal da Relação de Évora, de 30-11-2016, encontrando-se nos autos principais suspensas as penhoras efectuadas a Armando Silva. )