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à não frequência da disciplina de "Cidadania e Desenvolvimento”, ou, caso assim não se entenda, que a não comparência à referida disciplina não seja tida como falta injustificada; na condenação do agrupamento escolar a avaliar os menores R. e T. sobre o seu desempenho no ano escolar 2019/2020, não obstaculizando a transição de ano dos mesmos; e na proibição de ver os filhos dos Requerentes prejudicados, de qualquer modo, na respectiva avaliação e progressão escolar, interpuseram recurso jurisdicional da mesma Sentença proferida pelo Tribunal a quo, tendo a final das Alegações por si apresentadas elencado as conclusões que ora se reproduzem:  "Vem o presente recurso interposto da decisão proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, notificada aos Recorrentes em 202021, que julgou parcialmente procedente o presente processo cautelar, tendo indeferido o pedido de decretamento da providência cautelar inominada, por via da qual os Recorrentes pugnaram pelo "reconhecimento provisório, até que seja proferida uma decisão judicial definitiva do direito dos filhos dos Requerente à não frequência da disciplina de «Cidadania e Desenvolvimento», ou, caso assim não se entenda, que a não comparência à referida disciplina não seja tida como falta injustificada; Na condenação do agrupamento escolar a avaliar os menores R. e T. sobre o seu desempenho no ano escolar 2019/2020, não obstaculizando a transição de ano dos mesmos; Na proibição de ver os filhos dos Requerentes prejudicados, de qualquer modo, na respetiva avaliação e progressão escolar”.