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Encarando, por último, a questão por reporte ao segmento em que os recorrentes argumentam que não tendo sido recolhida qualquer fotografia dos integrantes da linha de reconhecimento/figurantes, ou, no mínimo, efectuada qualquer discrição das suas características físicas, para mais quando a linha de reconhecimento é integrada por funcionários do OPC, que presidiu à diligência, um entendimento que permita a conclusão de que as pessoas referidas nos autos de reconhecimento possuem as semelhanças legalmente exigíveis, constitui uma interpretação inconstitucional por violação das garantias de defesa dos arguidos, maculação dos princípios da boa-fé e lealdade processual, do contraditório, do direito à prova, do direito de acesso aos tribunais e do princípio da presunção de inocência, enquanto garantes do processo equitativo, conforme o estipulado nos artigos 1, 2, n.s 1 e 4, 3 n.s 1, 2 e 5, da CRP e no artigo  da Convenção Europeia dos Direitos do Homem e 1 do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, normas jurídicas que foram com a decisão recorrida violadas, cumpre dizer: Conquanto invoquem os art.s 1 força jurídica dos preceitos constitucionais respeitantes aos direitos, liberdades e, 2, n.s 1 e 4 artigo que tem por epígrafe "Acesso ao direito e tutela jurisdicional efectiva”, em cujo número 4 se consagra, nomeadamente, o direito a um processo, 3 n.s 1, 2 e 5, da CRP Garantias de processo criminal, onde, designadamente, se consagram o princípio da presunção de inocência do arguido e o princípio do contraditório), os recorrentes não densificam minimamente a alegada "maculação” dos princípios da boa-fé e lealdade processual, do contraditório, do direito à prova, do direito de acesso aos tribunais e do princípio da presunção de inocência, enquanto garantes do processo equitativo.