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Sendo certo que foi o próprio Expropriado/recorrente quem ao interpor recurso da decisão arbitral versando este aspeto das benfeitorias e seu valor, pôs em causa parâmetros do cálculo da indemnização à luz da classificação do solo perfilhada nessa decisão, face ao que, em nosso entender, colocou em crise tudo o que pudesse depender dessa classificação, incluindo a própria classificação, não se podendo considerar transitado em julgado questão alguma que se situasse nesse âmbito.7 Acresce até que já foi entendido que a decisão arbitral em processo de expropriação por utilidade pública faz caso julgado apenas no que respeita ao valor da indemnização fixada e já não quanto às qualificações feitas pelos árbitros e critérios por ele utilizados.8 Em face do exposto, já se vê que a decisão do tribunal a quo no tocante às benfeitorias existentes e respetivo valor não viola o disposto no art.