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E) Em 22 de Janeiro de 2019, a Requerente apresentou pedido de revisão oficiosa contra os atos de liquidação de imposto de selo emitidos no período de janeiro de 2015 a outubro de 2016, que foi indeferido por despacho do chefe de divisão do serviço central de 27 de setembro de 2019, praticado ao abrigo de subdelegação de competências, com base na informação dos serviços n. 270 - APT 2019, que consta do documento n. 3 junto com o pedido arbitral e aqui se dá como reproduzida; F) Na informação conclui-se que o pedido de revisão é tempestivo, atendendo ao disposto na  parte do n. 1 do artigo 7 da LGT, apenas quanto aos atos de liquidação praticados até 30 de março de 2016 pontos 35 e, e que os juros, comissões e utilização de crédito referentes às operações de financiamento não estão isentos de imposto de selo, visto que a Requerente não se qualifica como instituição financeira e não preenche os pressupostos da isenção prevista no artigo , n. 1, alínea, do Código do Imposto de Selo ponto; G) Em 23 de Janeiro de 2019, a Requerente apresentou reclamação graciosa contra os atos de liquidação de imposto de selo emitidos no período de março de 2017 a outubro de 2018, que foi indeferida por despacho do chefe de divisão do serviço central de 27 de setembro de 2019, praticado ao abrigo de subdelegação de competências, com base na informação dos serviços n. 271- APT 2019, que consta do documento n. 4 junto com o pedido arbitral e aqui se dá como reproduzida; H) Na informação conclui-se que os juros, comissões e utilização de crédito referentes às operações de financiamento não estão isentos de imposto de selo, visto que a reclamante não se qualifica como instituição financeira e não preenche os pressupostos da isenção prevista no artigo , n. 1, alínea, do Código do Imposto de Selo ponto.