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h. Até porque as verbas que o  réu levantou, apenas serviram os seus interesses pessoais.” Mais adiante, no ponto B do artigo 219 da petição inicial, a recorrente independente alegou: "B - Que por ter levantado o  Réu do património comum, sem consentimento, conhecimento ou autorização da Autora, na qualidade de cabeça de casal, parte da quantia relativa aos PPrs, no montante de 2181,88€ e, tendo aportado aquela importância para parte incerta, assim dissipando tais verbas, teve o aludido património comum um prejuízo objectivo, certo, liquido e exigível de 2181,88€.” Em lado algum da petição inicial foi alegado pela recorrente independente que o produto das aplicações financeiras levantado pelo recorrente subordinado se destinou ao pagamento da quantia exequenda que o ex-casal constituído pelos recorrentes nestes autos devia a , mãe da recorrente independente e ex-sogra do recorrente subordinado.