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Porém, o n 2 do mesmo artigo 48 dispõe que "as causas de suspensão ou interrupção da prescrição aproveitam igualmente ao devedor principal e aos responsáveis solidários ou subsidiários”; mas – n 3 – "A interrupção da prescrição relativamente ao devedor principal não produz efeitos quanto ao responsável subsidiário se a citação deste, em processo de execução fiscal, for efectuada após o  ano posterior ao da liquidação.” Por sua vez o n 2 do artigo 49 da LGT, na redacção original e na que a breve trecho se lhe seguiu com a lei n 100/99 de 26 de Julho, dispunha que "A paragem do processo por período superior a um ano por facto não imputável ao sujeito passivo faz cessar o efeito previsto no número anterior, somando-se, neste caso, o tempo que decorrer após esse período ao que tiver decorrido até à data da autuação”.