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Alegou o autor, em síntese, que foi admitido ao serviço da ré em 18-06-2015, para exercer as funções inerentes à categoria de vigilante; que durante o vínculo laboral desempenhou as suas funções em várias instalações dos clientes da ré, designadamente nas instalações da e da, no Centro Comercial e na; que apesar de ter sido contratado para prestar trabalho no quadro do período normal de trabalho de 8 horas diárias e 40 horas semanais, sempre praticou um horário rotativo semanal, realizando trabalho suplementar, que a ré não liquidou, assim como não pagou o horário prestado em dias feriados obrigatórios e em período nocturno; que tendo a ré deixado de prestar serviço na, onde o autor prestava o seu serviço, foi-lhe indicado que comparecesse na sede da ré, a fim de ser informado do novo posto de trabalho, o que o autor fez, tendo-lhe sido dito que ainda não lhe tinha sido designado novo posto de trabalho e para ir para a sua residência aguardar novas instruções; que por lhe ter sido transmitido que a ré presumia que o autor tivesse incorrido em abandono do posto de trabalho mesmo remeteu uma carta à ré, explicando a situação; que, sem que a ré lhe tivesse dado quaisquer instruções sobre o novo posto de trabalho, remeteu-lhe em 30-11-2017 uma carta registada comunicando-lhe a cessação do contrato por abandono do posto de trabalho, o que por não corresponder à verdade consubstancia um despedimento ilícito, cujo ressarcimento pretende; alega ainda que não lhe foram pagos todos os créditos laborais, cujo pagamento reclama, a par dos danos não patrimoniais por si sofridos.