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; O autor, invocouasuaqualidade de comproprietário de¼dobemalienadopelos aqui primeiros réus aos segundos, pretendendo preferir, atenta essa sua qualidade, no referido negócio celebrado pelo preço de quinhentos euros declarado na referida, dado a compradora não ser titular de qualquer direito sobre o prédio e não lhe ter sido comunicada o projeto de venda para que pudesse exercer a preferência;  Exercício do direito de preferência que que fez valer no âmbito dos autos de Ação de Processo Comum n. . – Juiz , instaurados em .. de .. de , cuja sentença já transitou em julgado;  Contestaram tal ação os segundos réus, alegando que o preço real do negócio de compra e venda foi de dez euros e não o declarado na escritura e que o bem vendido foi uma parcela de terreno composta por um armazém de rés-do-chão, com a área de 32,59m2, uma construção arruinada com a área de 12 m2 e terreno de cultura, com área de 546m2, a vinha da região demarcada do  e sequeiro, parcela perfeitamente dividida, demarcada e autonomizada e que resultou da divisão material do prédio descrito na CRP de .