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Acordam no Tribunal da Relação de Guimarães  RELATÓRIO  J. intentou ação declarativa contra "Companhia de Seguros , SA” pedindo que a ré seja condenada a pagar-lhe:  - a quantia de € 6000,00 a título de indemnização por danos não patrimoniais; - a quantia de € 7000,00 para ressarcir a IPP como dano patrimonial relativo à limitação funcional que afeta e afetará a autora na sua condição física e psíquica e com rebate na sua atividade geral e profissional; - a quantia de € 920,53 por despesas médicas e em fármacos; - a quantia de € 760,00 por despesas de combustível e ao desgaste do veículo por força das deslocações às sessões de fisioterapia; - as quantias de € 875,00, € 320,00, € 200,00 e € 606,56, respetivamente por privação de aumentos salariais, não recebimento de comissões e prémios e perdas salariais; - os danos futuros, patrimoniais e não patrimoniais, previsíveis por prováveis que, por ainda não serem passíveis de quantificação, se relega a sua liquidação para execução de sentença; - todas as despesas futuras médicas, medicamentosas, fisiátricas e outras que a autora venha a despender e a suportar por causa das lesões e em razão das sequelas decorrentes do sinistro viário, designadamente para tratar a cervicalgia crónica e obstar ao agravamento da aludida perda de funcionalidade escapular, pagamento esse a ser feito pela ré mediante a apresentação pela autora de documento comprovativo da realização das mesmas; - a pagar juros à taxa legal, sobre as indicadas quantias, desde a data da citação até efetivo e integral pagamento.