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Na sua resposta ao recurso, a apelada pugnou pela improcedência do mesmo, culminando aquela com as seguintes conclusões: «A) O objeto do litígio é a compropriedade de uma fração autónoma, destinada a habitação, entre Autora e Réu, Recorrida e Recorrente, respetivamente; B) O efeito jurídico peticionado pela Autora é tão só o termo à contitularidade do direito real, isto é, o termo à indivisão do bem de que Autora é comproprietária com o Réu, uma vez que este, que habita a fração ora controvertida, não admite nenhuma das situações propostas pela Autora – comprar a quota-parte da Autora ou vender a sua quota-parte. )