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Consignaram os promitentes comprador e vendedor, que o crédito que o Apelante detinha sobre o Sr.  no valor de 6000,00€, configuraria como pagamento – dando dele quitação - a título de sinal e principio de pagamento; O valor remanescente do preço seria pago em 4 prestações: 2000,00€ vinte e oito no prazo de sessenta dias, como reforço do sinal; 3000,00€ trinta no prazo de 90 dias; 3000,00€ trinta no prazo de 120 dias; 50000,00€ quinhentos no acto da celebração da escritura de compra e venda; O Apelante realizou os seguintes pagamentos: 2000,00€ vinte e dois em cheque no dia 24 de Abril de 2012, 3400,00€ trinta e um e quatrocentos em cheque no dia 13 de Junho de 2012, 3400,00€ trinta e um e quatrocentos em cheque no dia 01 de Julho de 2012, 400,00€ e quatrocentos em cheque no dia 14 de Agosto de 2012, 400,00€ e quatrocentos em cheque no dia 17 de Setembro de 2012 e 400,00€ e quatrocentos em cheque no dia 08 de Outubro de 2012; Totalizando um montante de 15000,00 € cento e cinquenta, Mais 000,00€ do que havia sido acordado em sede de contrato promessa, quanto ao sinal; Para além do valor ora referido, foi ainda pago, pelo Apelante, a quantia de 000,00€ seis ao Sr. , a fim de este pagar as prestações em atraso junto da E; Valor este, que a própria E reconhece ter recebido.