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2 Ademais, se é bem verdade que só parte desse universo de indivíduos veio a ter o direito à detenção, uso e porte de arma consagrado em sobrevenientes leis orgânicas ou estatutos profissionais, não menos verdade será concluirmos que, quanto aos demais aqueles que não viram essa prerrogativa consagrada em qualquer norma orgânico-estatutária), o exercício do direito continuou, até à entrada em vigor do NRJAM, a ser tutelado nos termos do predito regulamento aprovado pelo Decreto-Lei n 3731 2 Simplesmente, uns os que dispunham agora de leis orgânicas ou estatutos profissionais para o faziam valer o direito à detenção, uso e porte de arma através de leis especiais, enquanto outros os que não viram o direito consagrado em leis orgânicas ou estatutos continuavam a exercê-lo nos termos da lei geral o sobredito regulamento aprovado pelo Decreto-Lei n. 2 Em verdade, bastará atentar na estampa do corpo o artigo 48 do regulamento aprovado pelo Decreto-Lei n 37313, na parte em que refere que "São autorizados” para isto mesmo se concluir, e., pela inexistência de um direito que, após verificação da qualidade pessoal do interessado, vinculava a Administração.