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No seguimento desta orientação, as questões que são submetidas à apreciação deste tribunal são as seguintes:  a- se a sentença recorrida padece de erro de direito ao ter julgado improcedente a exceção dilatória da falta de interesse em agir dos apelados em instaurar a presente ação, requerendo a declaração de insolvência da apelante; b- se aquele sentença padece de erro de julgamento quanto à matéria de facto que nela foi julgada como provada nos pontos 5, 6, 7 e 12 e se, uma vez revisitada e reponderada essa mesma prova, se impõe alterar a matéria neles julgada provada nos seguintes termos:  "5- A requerida é devedora a todos os requerentes de 8 prestações vencidas em: 25/09/2017; 25/10/2017; 25/11/2017; 25/12/2017; 25/01/2018; 25/02/2018; 25/03/2018 e 25/04/2018; 6- A ora requerida também não pagou as retribuições referentes ao trabalho prestado nos meses de agosto, setembro, outubro e subsídio de férias relativos ao ano de 2017 aos dez primeiros requerentes; 7- A ora requerida não só não pagou as prestações em dívida previstas no PER, como as retribuições relativas ao trabalho prestado desde agosto de 2017 até outubro de 2017, o que causou prejuízos aos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10 requerentes; 12- Das 24 prestações a pagar aos requerentes no âmbito do PER, a recorrente pagou 13 prestações”;  - se a sentença recorrida padece de erro de direito quanto à decisão de mérito nela proferida por: 1- o art.