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Todavia, como é jurisprudência corrente, a norma do art 5�� n2 al.b) "não escancara a porta à desordem e à surpresa processuais” – permite, como já antes o art 264 n3 CPCiv95/96, que os factos complementares sejam levados em conta, mas nas seguintes condições: "que o tribunal anuncie, antes do encerramento da audiência, que está a equacionar usar esse mecanismo de ampliação da matéria de facto; que a parte que beneficiará desses factos manifeste a concordância ou a vontade de que esses factos sejam considerados pelo tribunal; que se permita à parte contrária requerer novos meios de prova para, consoante o caso, prova ou contraprova desses factos” – veja-se neste sentido, Ac.R.20/1/2015Col./13 relator: Barateiro ou Ac.R.P.