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5 O quantum doloris fixou-se no grau 4/7; 5 O défice permanente da integridade físico-psíquica fixou-se em 9 pontos; 5 O dano estético permanente fixou-se no grau 3/7; 5 A assistente ..., após os factos, necessitava permanentemente de ajuda medicamentosa e do auxilio de canadianas ou andarilho.  .  Dos antecedentes criminais e contra-ordenacionais: 5 Do certificado de registo criminal da arguida e do registo individual de condutor do mesmo nada consta.B – DOS FACTOS NÃO PROVADOS:  Da discussão da causa e com relevância para a decisão, resultaram não provados os seguintes factos: A- Nas circunstâncias de tempo e lugar referidas em , a traseira do veículo embateu  no lado esquerdo do corpo da assistente ..., B- e, caiu sobre o seu lado direito, uma vez que a assistente ... se encontrava virada para a Rua ...; - A recta referida em  tinha cerca de 50 metros; - Nas circunstâncias de tempo referidas em 1, a assistente S. foi transportada pelo INEM para a ULSNE de Macedo de Cavaleiros; E- A casa de habitação da assistente ... sofreu obras de fundo; F- Do relatório pericial elaborado pelo INML, em 21 de Fevereiro resulta que a assistente ... não tinha equilíbrio estático e apresentava-se não colaborante no treino de marcha; G- A assistente ... nunca conseguiu movimentar-se com andarilho, nem se manter em pé por si só, e, H- desde que regressou a casa, sempre necessitou de uma pessoa para de si cuidar durante todo o dia e noite; - Até à data dos factos, a assistente ... gozava de perfeita saúde, era uma pessoa robusta, cheia de energia, muito ativa e muito dinâmica e com uma grande vivacidade na vida e no trabalho e, J- tinha uma grande lida, com muitos afazeres, que sempre fez na perfeição e os filhos e netos beneficiaram do seu trabalho, pois beneficiavam dos bens que a mesma produzia/colhia e criava;  K- Em face do vertido em 3, a assistente ... viu-se privada de fazer toda a sua vida social, sair para a rua, ir a convívios e estar com os seus amigos; - As dores que a assistente ... não deixam descansar; - A assistente ..., a título de viagens ao Centro de Saúde de Mogadouro e ao Hospital de Bragança, despendeu a quantia de € 365,00; N- A assistente ... efectuou, além das referidas em 3, obras de adaptação da sua casa com a ajuda e caridade de amigos; O- Em fraldas, resguardos de cama, a assistente ..., despendeu mais de € 400,00; P- À data em que foi deduzido o pedido de indemnização , a assistente ... já tinha deixado de auferir a quantia de € 000,00, valor que retirava do cultivo da sua horta, Q- e viu-se obrigada a vender os animais que detinha; R- Por impossibilidade de tratar das suas oliveiras e colher a azeitona, a assistente ... teve um prejuízo anual superior a € 000,00; S- A assistente ... pagou à Associação de Desenvolvimento Social de ..., referentes a apoio domiciliário prestado nos meses de Maio a Outubro de 2018, a quantia de € 750,00; T- A assistente S. pagou a quantia de € 140,00, referente a consultas; U- A Demandada não recebeu qualquer participação do sinistro em causa.O demais alegado na acusação pública, no pedido de indemnização e na contestação deduzida pela Demandada Civil -Companhia de Seguros, SA não foi referido, por constituir matéria argumentativa, conclusiva ou irrelevante para a decisão da causa constitui matéria conclusiva ou repetida.– MOTIVAÇÃO:  A convicção do Tribunal assentou na análise crítica e conjugada dos meios de prova produzidos, nomeadamente, da prova documental reunida nos autos e das declarações e depoimentos prestados na audiência de julgamento, numa leitura conforme às regras da experiência comum.