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Justificou o juiz a quo: "não provados pelas razões já aduzidas na motivação ao quesito 11, concluindo-se que estes dois quesitos, os quais, vista a petição dos embargos são factos alegados por reporte à mesma vistoria - se trata de duplicação do já perguntado naquele art.0" ...) consta da fundamentação ao respondido ao quesito 11 - provado em face do que consta do auto de vistoria dessa data já antes mencionado, sendo o facto mais objectivado que dele se extrai e por isso credível; no mais embora conste desse auto que as obras de construção não estão concluídas, lida a passagem que consta do auto parece que a conclusão que é tirada de que não estão concluídas deriva efectivamente do esgoto à vista, não se deslindando o que faltava concluir pelo que não resulta no mais provado; quanto à piscina igual consideração tem que ser feita, não se sabendo o que faltava construir; faz-se notar novamente que no auto de recepção da obra não consta a falta de conclusão da piscina o que facilmente seria notado, pelo que, não foi dado como provado, não se podendo excluir a possibilidade da mencionada falta de conclusão que o auto refere ser imputada a uma qualquer falta menor, tal como o esgoto à vista, que determinou a conclusão generalizada de que não está concluída.