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xxx.Ora, se é certo que em sede cautelar não se pode desconsiderar a questão da viabilidade da Acção Principal, posto que a tutela cautelar se encontra com esta conexionada e ao seu serviço, não é menos certo que o Aresto recorrido, na peugada da sentença de primeira instância, coloca a recorrente ao abrigo de standards de infalibilidade, quanto à viabilidade do seu direito, cedendo passo àquilo que deveria ter imperado: o juízo perfunctório sobre a sua verificação que afirma estar a fazer, bem como o Aresto recorrido não leva em linha de conta o facto do FUMUS BONI IURIS ter diversas gradações, consoante o tipo de providência cautelar de que se lança mão, tratando-o de forma genérica e abstracta.