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Discorda ainda apelante/autora J. do montante arbitrado pelo Tribunal a quo pelo dano futuro, na vertente patrimonial, pela perda de capacidade de trabalho decorrente da incapacidade, cotejada com as incapacidades funcionais daí advindas, atento o défice funcional permanente da integridade físico-psíquica de 2 pontos e a idade da  autora à data da consolidação médico-legal das lesões 2  Relativamente ao peticionado em, o Tribunal a quo entendeu ajustado fixar a indemnização relativa à perda de capacidade de ganho da  autora no valor de € 000,0  Para o efeito, a sentença recorrida adotou uma solução de cálculo que tomou por base o valor da retribuição auferida pela  autora € 778,27), multiplicado por 14, o referido défice funcional de 2 pontos e o tempo provável de vida e não só de vida orientando-se pela consideração dos 82 anos como o limite da vida e a idade da a autora à data do acidente e da consolidação médico-legal 27 anos de.