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Pelo que, perante tais evidências documentais e conciliando o seu teor com a versão apresentada pelas referidas testemunhas arroladas pelos réus no sentido de estes terem entrado na posse do referido artigo 2905 na sequência da partilha da herança dos seus pais, que haviam herdado aquela parcela na sequência da divisão operada entre a sua mãe e os seus tios descendentes directos dos primitivos proprietários do conjunto das, impõe-se concluir que os réus são possuidores do prédio descrito no ponto 6 nos termos expostos nos pontos 14 e 15 do elenco de factos provados, sendo os prédios em litígio confinantes entre si, tal como descrito no ponto 1 É que, ao contrário da versão apresentada pelos réus e corroborada pelas referidas testemunhas, a versão trazida pelos autores e repetida em audiência de julgamento pelas testemunhas por si indicadas não encontra sustentação em qualquer outro elemento probatório, mostrando-se mesmo contrária ao teor dos documentos em cuja outorga os próprios autores e pelo menos uma testemunha intervieram, sem que soubessem dar qualquer explicação para tais incongruências, limitando-se a proferir afirmações acerca do que entendem ser as confrontações dos prédios, declarações essas que, face ao que supra se disse, não podem passar disso mesmo, razão pela qual não se considerou provada a factualidade descrita no ponto  Para além desta realidade, nada se provou, nomeadamente quanto às respectivas áreas, configuração e modo de demarcação dos prédios e, consequentemente, quanto à localização dos pinheiros cortados a mando dos réus.