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No seguimento do que é referido na "motivação de facto” inserta na sentença recorrida, podemos concluir que nenhuma prova foi produzida no sentido de a queda sofrida pelo falecido marido da A. ter sido determinada pelos efeitos da presença de álcool no sangue do mesmo e ainda que a morte do marido da A. foi devida a uma tromboembolia pulmonar que sofreu 7 dias depois de ter ocorrido a queda e 2 dias após lhe ter sido dada alta hospitalar, a qual, por sua vez, foi originada por uma trombose venosa do membro superior direito, que resultou como complicação das lesões traumáticas torácicas e do membro superior direito descritas no ponto 31 dos factos provados, decorrentes da supramencionada queda.