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2017, Lisboa, que o dever de assistência se traduz no «dever de assegurar a igualdade substancial das partes e de atribuir "uma espada maior a quem tem o braço mais curto” –não pressupõe também um tipo ideal de juiz, que, para além de árbitro, faça também de treinador, em ordem a corrigir os erros técnicos das partes e a obter a "atuação da vontade concreta da lei”, mas sem dar mostras de parcialidade e sem anular ou diminuir, em relação a cada um dos litigantes, a equidistância que, como terceiro judicante, deve intransigentemente manter.”»  U - Assim, caso o Tribunal tivesse deferido a perícia requerida pela recorrente, teria como consequência o reiniciar da audiência de discussão e julgamento, e por respeito ao princípio de igualdade de armas entre as partes exercício tempestivo da produção de, sendo que todas as outras partes, teriam de ter a possibilidade de usar o mesmo mecanismo legal, apresentar de igual forma, outros pedidos de prova, o que implicaria que este processo não tivesse fim.