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Ali invocando, em suma, que o Tribunal a quo levou a cabo a instrução integral do procedimento e fixou a decisão que, no seu entender, devia ser tomada, sem que outra pudesse haver, mas que tal viola, desde logo, o disposto nos art.s 6 a 6 do CCP, por ser o júri, devidamente nomeado para o efeito, a quem cabe, em primeira mão, apreciar as propostas e elaborar os respetivos relatórios de avaliação; que sendo o trabalho desenvolvido pelo Júri meramente instrutório e não vinculativo para a própria Entidade Adjudicante, e as suas conclusões simples propostas de decisão, sem qualquer eficácia externa, estas são, portanto, decisões inimpugnáveis cfr.