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Alega o recorrente o mesmo vício no confronto dos pontos 19, 20 e 21 do provado com a motivação que conduziu à convicção do tribunal a quo, isto porque nos pontos 19, 20 e 21, se diz que apenas alguns minutos mediaram entre a chegada do arguido à porta de entrada da discoteca ....” e a reunião no exterior da discoteca de todos os arguidos, enquanto na apreciação da matéria dada como provada se afirma que "o arguido , colega de trabalho do AA e da BB, encontrando-se defronte da porta de entrada do ..., onde esteve cerca de uma hora, diz que está ali para fazer a folha ao ....” Também nesta parte, o acórdão recorrido concluiu pela não verificação de contradição entre os factos provados ou entre estes e a respectiva motivação, fundamentando devidamente a decisão, referindo claramente na motivação da decisão de facto: «A análise carece, no entanto, de um pouco mais de detalhe.