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Defende o apelante que este valor não se mostra correcto, alegando, em síntese, que o mesmo se funda em factos que não deveriam ter sido considerados, em particular o facto de a servidão não ser definitiva, o terreno não dever ser considerado, na sua totalidade, apto para fins construtivos, no cálculo da desvalorização do terreno, na percentagem de 25% de desvalorização da moradia e de 5% do custo de construção da moradia e logradouro para o cálculo dos encargos com o projecto e licenças de utilização e funcionamento, que não têm base legal, e ainda que as consequências de redução de intimidade, perturbação do sossego, exposição a acidentes e frequente arremesso de objectos, que servem de fundamentação à desvalorização da moradia, não têm qualquer relação directa com a constituição da servidão, pelo que extravasam o objecto dos presentes autos.