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Como assim, analisando o texto da lei à luz deste espírito, entendemos que o citado artigo -A, n. 6, alíneas e e n. 7, da Lei n. 1-A/2020, de 19/03 na redacção da Lei n. 16/2020, de 29/05)1 prevê três níveis diferentes de protecção das pessoas visadas com diligências de entrega de imóveis:  a) se o imóvel em causa constituir casa de morada de família ficam automaticamente suspensas todas as diligências de entrega judicial da mesma;  b) se o imóvel a entregar, não sendo casa de morada de família, for um imóvel arrendado apenas se suspendem estas mesmas diligências caso "o arrendatário, por força da decisão final a proferir, possa ser colocado em situação de fragilidade por falta de habitação própria ou por outra razão social imperiosa.”; ) se o imóvel em causa não constituir casa de morada de família nem for arrendado somente se suspende a prática de tais diligências caso estas "sejam susceptíveis de causar prejuízo à subsistência do executado ou do declarado insolvente desde que essa suspensão não cause prejuízo grave à subsistência do exequente ou um prejuízo irreparável.” Os executados como se vê do seu requerimento,  accionaram o incidente nele previsto com vista à suspensão da venda do imóvel que constitui a sua casa de morada de família.