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Comecemos pela alegação de que, ao considerar que a jovem não foi confiada ao casal, mediante confiança administrativa, como exige o artigo 3 do RJPA, e ao considerar que não foi confiada ao casal, mediante medida de promoção e protecção com vista a futura adopção, tendo passado a residir com o casal quando vigorava a medida aplicada de acolhimento residencial e posteriormente medida de confiança idónea, a decisão recorrida violava o princípio da substância sobre a forma, ignorando, por completo, a situação de facto existente, a qual era em tudo igual à situação dos irmãos A e. Em primeiro lugar, a alegação dos recorrentes labora com base em premissas que não são exactas.