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Aqui chegados também diremos que a factualidade 14 e 16 e 15 e 17 não se repetem, sendo dois factos naturalísticos, ao contrário do que se sustenta no recurso não há duplicação de factos, há é duplicação de condutas em dias, aproveitando-se para deixar escrito que é perfeitamente normal que a vítima – qualquer vítima - não ande com uma agenda consigo para anotar os dias dos abusos, razão pela qual é natural a impossibilidade de concretização dos factos devidamente no tempo e no espaço, usando o Colectivo de Viseu fórmulas razoáveis de identificação temporal por estação do ano, o que manifestamente não impediu o arguido de exercer plenamente o seu direito de defesa.