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J. G., intentou a presente ação emergente de contrato de trabalho contra Correios, SA, pedindo que seja julgada provada e procedente e, em consequência, a R. condenada a pagar-lhe:  -A quantia de € 1576,45 relativamente à média anual da retribuição correspondente a trabalho suplementar, trabalho noturno, complemento especial distribuição, abono de viagem, subsídio de condução e compensação especial por dedicação à empresa, não paga pela Ré ao Autor no mês de férias, respetivo subsídio e subsídio de Natal nos anos de 1999 a 2003; -A quantia de € 4125,37 relativamente à média anual da retribuição correspondente a trabalho suplementar, trabalho noturno, complemento especial distribuição e abono de viagem não paga pela Ré ao Autor no mês de férias e respetivo subsídio nos anos de 2004 a 2013; -A quantia de € 4125,37 relativamente à média anual da retribuição correspondente a trabalho suplementar, trabalho noturno, complemento especial distribuição e abono de viagem não paga pela Ré ao Autor no mês de férias e respetivo subsídio nos anos de 2004 a 2013; – Juros de mora vencidos e vincendos, à taxa legal em vigor para cada ano, acrescendo e reportados às quantias supra mencionadas e a vencer desde as datas em que cada verbal deveria ter sido posta à disposição do Autor, contabilizados até integral e efetivo pagamento, que neste momento atinge o montante global de € 2167,60; – Juros à taxa legal de 5%, previstos no artigo 829-A, n. 4 do , relativos aos valores pecuniários supra mencionados, desde o trânsito em julgado da decisão até integral e efetivo pagamento;  Caso se entenda que o abono de viagem tem a simples natureza de compensar as despesas do Autor com o veículo próprio – o que não se concede e por mero dever de patrocínio se equaciona - deverá a Ré ser condenada a pagar ao Autor:  – O valor de € 5489,44 -ou caso assim não se entenda o que se vier a apurar em execução de sentença -, valor correspondente ao subsídio de condução relativamente aos meses/dias de trabalho em que o Autor se deslocou em distribuição de correio, implicando a condução de veículos automóveis ou motociclos independentemente da propriedade dos mesmos entre 1999 a 2013; - Os valores referentes ao subsídio de condução, relativamente aos meses de trabalho em que o Autor se deslocou em distribuição de correio, implicando a condução de veículos automóveis ou motociclos independentemente da propriedade dos mesmos, que se vencerem entre a data da propositura e a data do trânsito em julgado da presente decisão, valores a liquidar em execução de sentença; – Integrar para futuro, após o trânsito em julgado da presente ação, o subsídio de condução, na retribuição do Autor, sempre que este se desloque para efetuar a distribuição de correio, implicando a condução de veículos automóveis ou motociclos independentemente da propriedade dos mesmos e de acordo com o valor diário previsto pelo AE/CORREIOS em vigor; -A quantia de € 943,36 ou caso assim não se entenda o que se vier a apurar em execução de sentença -relativamente à média anual da retribuição correspondente ao subsídio de condução nos moldes supra indicados, não paga pela Ré ao Autor no mês de férias, respetivo subsídio e subsídio de Natal nos anos de 1999 a 2013; – Juros de mora vencidos e vincendos, reportados às quantias supra mencionadas, relativas ao subsídio de condução enunciados nos pontos , e da petição, a vencer desde a data de citação da presente contabilizados até integral e efetivo pagamento; – Juros à taxa legal de 5%, previstos no artigo 829-A, n. 4 do , relativos aos valores pecuniários supra mencionados, desde o trânsito em julgado da decisão até integral pagamento.