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Os foram requerer junto do Serviço de Finanças de São João da Madeira a alteração da área do prédio inscrito sob o artigo urbano ., sob a invocação de um "erro praticado pelo anterior proprietário aquando da participação à matriz no ano de 1958”, e de seguida, procederam ao registo do seu prédio, no qual, mudando de versão, requereram a alteração da área descoberta, justificando o sucedido "em virtude de circunstâncias supervenientes” Considera a autora que, a existir área real superior à área registada, deveria esta ser imputada ao terreno rústico, relacionado na verba n. 29, pois não consta da relação dos bens junta ao inventário judicial qualquer logradouro ou quintal contíguo às casas verbas n.s 27 e; Alegou a mesma que os seus prédios, relacionados nas verbas n.s 26, 27 e 29, confinam, pelos lados poente e norte, com o prédio dos , relacionado na verba n. 28 e que nunca existiram, até Julho de 2004, quaisquer marcos ou divisória a separar os prédios relacionados nas verbas n.s 28, 26 e 29, apenas existindo um muro de separação entre a casa de habitação da A. verba n. e o prédio relacionado na verba n. 2 Sustenta que, em conformidade, deverá ser demarcada a propriedade da A., da propriedade dos , através de uma linha divisória que deverá contornar a casa dos A sul, a nascente e a poente, pois a casa adjudicada aos nos autos de inventário n. 252/93 não tem qualquer logradouro, devendo, por isso, a área "suplementar” ser incluída no terreno rústico, a que pertence, relacionado na verba n. 2 Por último, a verba n. 26, antiga casa mãe da quinta entretanto dividida era constituída pela casa e por um poço, mais tarde convertido em tanque, e porque a mãe da A. e avó dos RR.