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Neste conspeto a julgadora decidiu nos seguintes, sinóticos e essenciais, termos: « "é perda in natura que o lesado sofreu em consequência de certo facto nos interesses materiais, espirituais ou morais há que proceder à integração do dano biológico, ou na categoria do dano patrimonial – como "reflexo do dano real sobre a situação patrimonial do lesado.” ...) abrangendo não só o dano emergente, como perda patrimonial, como o lucro frustrado, ou cessante –, ou na classe dos danos não patrimoniais como dores físicas, desgostos morais, vexames, perda de prestigio ou de reputação e que atingem bens como a saúde, o bem estar, a liberdade, a beleza, o bom nome, que não integram o património do.