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Finalizou a sua alegação com as seguintes conclusões:  1) O presente recurso limita-se à discussão do valor arbitrado a título de danos não patrimoniais, por considerar a Recorrente que o valor de €: 10000,00 é manifestamente excessivo; 2) Antes de mais, cumpre referir que o douto Tribunal a quo teve em consideração, tanto na fixação de indemnização por dano biológico como na indemnização por danos não patrimoniais, a repercussão permanente nas actividades desportivas e de lazer; 3) Ora, tal factor apenas poderia ser tido em conta para uma das indemnizações, sob pena de haver uma duplicação dos montantes indemnizatórios; 4) Pelo que, estando já o mesmo reflectivo no montante arbitrado a título de dano biológico, terá de ser excluído do quadro em análise para constatação dos danos não patrimoniais; 5) Relativamente aos danos não patrimoniais, considera a Recorrente que o tribunal a quo fez uma errada análise dos factos, designadamente, ao considerar, na fixação do quantitativo indemnizatório por danos não patrimoniais, uma "repercussão permanente na actividade sexual” da lesões sofridas pelo Recorrido.