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O tribunal a quo, na sua motivação longa, exaustiva e bem sustentada, referindo-se à especial natureza do processo, suas peculiaridades, meios de prova disponíveis ou não – salientando a estranha escassez de qualquer prova documental onde esta necessariamente deveria existir –, à falibilidade dos produzidos, aos critérios utilizados, mormente os do aludido n 5, do art 945, CPC, recusando enveredar por ficções a partir de presunções frágeis, falíveis e potenciadoras de incerteza e insegurança, ou mesmo pela equidade quando não passível de ser estribada em elementos objectivos, preferiu, ainda que declaradamente cônscio do risco de ficar aquém da realidade pretendida – que, por um lado, admitiu como de todo não absolutamente negável mas, por outro, considerou insusceptível de ser justamente aceite e concretizada nos autos sem pôr em causa o critério da prudência e as regras da experiência –, não enveredar pela fixação de valores de venda superiores aos aceites como mínimos, explicitando assim a sua convicção:  "Quanto ao preço da venda dos lotes, na conta corrente de fls.