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Quanto ao erro de julgamento da sentença por ter julgado improcedente o vício de violação do princípio da imparcialidade por o júri do procedimento ter determinado  a rasura da totalidade dos elementos identificativos dos candidatos constantes das provas escritas de conhecimentos, julgou-o improcedente, concluindo que: "Portanto, em face dos factos provados, ninguém foi beneficiado ou prejudicado, nem se vê que tenha havido algum desrespeito pelos princípios da boa fé e tutela da confiança e da auto-vinculação administrativa, bem como da legalidade, isencao, transparência e imparcialidade Assim, no caso concreto, tendo em conta os factos provados, o júri agiu de boa-fé, de forma adequada e proporcional, imparcial e objetiva”.