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Referiu a Recorrente que  ao ter o  Tribunal a quo reconhecido a excepção dilatória de caducidade do direito de ação, violou dessa desta feita o seu direito material, e tanto, porque tendo a ordem de reposição sido determinada em 15 de janeiro de 2015, e em 23 de janeiro de 2015 apresentado requerimento dirigido ao Diretor do Departamento de Recursos Humanos, ao abrigo do disposto no artigo 5 e 5 do Código de Procedimento Administrativo, vigente à data, contestando a decisão, e alegando então, e em suma, que a revogação do acto administrativo não foi atempadamente levada a cabo, tendo-se extinto o direito de exigir a quantia mencionada, motivo pelo qual inexiste uma obrigação legal para a exponente proceder à devolução da quantia, e que a partir daquela data nunca mais soube de nada relativamente ao processo, sendo que nesse entretanto, em 27 de maio de 2015 veio a solicitar  autorização para repor a quantia de € 446,55, em prestações mensais, o que foi autorizada a 28 de maio de 2015 por despacho do Diretor de Recursos Humanos da Direção Nacional da Polícia de Segurança Pública, em prestações mensais e sucessivas até ao final do ano de 201  Mais referiu que a impugnação do acto foi tempestivamente deduzida porque a Petição inicial que motiva os autos deu entrada no Tribunal no dia 22 de julho de 201  Sustenta que respeitou integralmente os prazos para exercer atempadamente o seu direito de ação, e que foi a ausência de resposta por parte da entidade demandada que a induziu numa dúvida legítima e adequada a fazer retardar o seu direito de acção, até à verificação indubitável da definitividade do acto administrativo, no que considerou ser a ´remessa do "título executivo”, para execução fiscal.´, e que só a partir do dia 28 de abril de 2015 Cfr.