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2 Para tal conclusão, é irrelevante, ao contrário do que incorretamente foi considerado pelo Tribunal: a. Que a Vila tivesse sido ocupada por, mero detentor, entre 1989/90 e 1993; b. Que a exploração da Quinta as tenha estado a cargo da desde os anos 80; Que, por escritura de partilha realizada em 1994 se tenha adjudicado a Quinta das a; A venda da Quinta das à em 1995; e. A venda da Quinta das à em 200 3 Com efeito, nenhum destes factos é suscetível, por si, de transmitir ou interromper a posse da Vila, dos Cómodos Agrícolas ou do Pomar, pelo que, não tendo sido ilidida a presunção, tem de entender-se que a posse do Recorrente existe, pelo menos, desde a data do título, ou seja, desde 198 3 Assim, mesmo com a factualidade admitida pelo Tribunal a quo, e consoante o caminho que se siga quanto à existência de título e do seu registo, a propriedade da Vila ter-se-ia por adquirida em 12-09-1996 posse não titulada e de boa-fé, contando-se quinze anos desde 12-09-1981, nos termos do artigo 129 do, em 12-09-2001 posse não titulada e de má-fé, contando-se vinte anos desde 12-09-1981, nos termos do artigo 129 do, em 04-10-2001 posse titulada e de boa-fé, contando-se dez anos desde 04-10-1991, nos termos do artigo 129, alínea, do, ou em 04-10-2006 posse titulada e de má-fé, contando-se quinze anos desde 04-10-1991, nos termos do artigo 129, alínea, do, não tendo a posse cessado até aos dias de hoje, e, sem oposição, pelo menos até 28-11-2006, data da referida apresentação pela Recorrida da providência cautelar n. 638/02TBTVR, que incidiu unicamente sobre a Vila.