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39 e 39 do , aplicadas sem restrições, podem dar lugar, em certos casos, a graves injustiças, foram-lhe sendo introduzidas, não obstante o silêncio da lei, algumas exceções1 Uma de tais exceções11 – seguramente, a mais corrente – é a de haver um começo ou princípio de prova por escrito, querendo-se com isto dizer que não será inadmissível a prova testemunhal se houver um "qualquer escrito, proveniente daquele contra quem a ação é dirigida ou do seu representante, que torne verosímil o facto alegado”12 Havendo um qualquer escrito – invoca-se para fundamentar tal exceção – a prova testemunhal é admissível uma vez que já não é o único meio de prova do facto; desaparecendo, em grande parte, o perigo da prova testemunhal quando desacompanhada de tal começo de prova por escrito1 Em todo o caso, sublinha-se, para se estar perante um começo de prova por escrito, têm que se verificar os seguintes 3 requisitos: um escrito; proveniente daquele a quem é oposto; que torne verosímil o facto alegado.14 O que significa – concorda-se com a R/apelante – que não é este o caso dos autos, ou seja, não temos nos autos um qualquer começo ou princípio de prova por escrito, todavia, é o ponto, não "chegamos” sequer aqui, uma vez que antes disto, como se explicou, considerámos que a existência de negócio usurário pode ser provada por qualquer meio de prova, não estando sujeita como ataque, por via de exceç��o, ao que está coberto pela força probatória à inadmissibilidade da prova testemunhal constante dos arts.