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No entanto, a mesma, no que toca ao decidido quanto àquela qualificação, discorda, com o argumento de que o Tribunal "a quo” não teve em devida conta, as especificidades do exercício de funções docentes no Ensino Superior e, ser o próprio legislador a prever que a docência no Ensino Superior particular e cooperativo tanto pode ser feita ao abrigo de contrato de trabalho de regime ou do contrato de prestação de serviço, alega que o Estatuto do Ensino Superior Particular e Cooperativo, aprovado pela Lei 16/94, "não pode por isso ser interpretada, como se faz na sentença, no sentido de o legislador não ter pretendido afastar o regime jurídico que disciplina e regula as relações de trabalho subordinado  do regime jurídico do Código do Trabalho” e, também, por considerar "que não resultou provada a existência de subordinação económica”.