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Argumenta o recorrente que "a avaliação em 2016 foi a de que manteve, uma postura adequada em termos pessoais, familiares e a nível sócio comunitário, indiciadora de uma conduta normativa e consonante com os objectivos contemplados no Plano de Reinserção Social; posteriormente, em 2017, o relatório elaborado refere que a nível laboral, manteve até há cerca de um mês, actividade continuada numa pedreira, tendo cessado devido a acidente de trabalho e que mantém relação de grande proximidade com a mãe dos filhos e com os filhos”, que "a avaliação segundo as fontes consultadas, refere que durante o período em manteve, urna postura adequada em termos pessoais, familiares e a nível sociocomunitário, indiciadora de uma conduta normativa e consonante com os objectivos contemplados no Plano de Reinserção Social”, que "atendendo ao período de tempo decorrido desde a prática dos factos e a natureza dos ilícitos por que foi condenado, assim como o comportamento do arguido ao longo de quase 5 anos, entendemos que as finalidades que estavam na base da suspensão puderam efectivamente ser alcançadas” e que é de uma violência extrema, a cerca de quatro meses do fim da suspensão da pena de cinco anos, depois de um tão longo período de prova e depois de um também longo período de tempo desde a prática dos factos por que foi condenado, os quais têm natureza diferente entre si, nomeadamente as condenações por crimes de natureza estradal», ocorridas em último lugar, e não revelando reincidência do mesmo tipo de ilícito, vir o recorrente a ter que cumprir a pena aplicada, quando revelou que as finalidades que estavam na base da suspensão puderam, por meio dela, ser alcançadas”.