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Assim, já à luz da versão inicial do CPC "se a falta destes pressupostos não resultasse da simples leitura da petição, devia o juiz abster-se de a indeferir liminarmente, e aferir aqueles pressupostos na fase do despacho saneador, altura em que o processo já conteria elementos que permitiam uma decisão mais segura”, razão pela qual, segundo o mesmo autor, "Castro Mendes concluía que, "na dúvida o juiz não deverá estudar para decidir a dúvida” e Rodrigues Basto dizia que o despacho liminar deve ser guardado para os casos em que "os vícios não puderem suscitar qualquer espécie de dúvida” in notas ao CPC, , pág..  Isso mesmo se repete, à luz da redação do atual art.