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Sustenta a autora que do inadimplemento dos deveres de diligência do primeiro réu no exercício do patrocínio forense lhe resultou a impossibilidade de obter a satisfação de um crédito - tendo mandatado o primeiro réu para a patrocinar em processo de insolvência de sociedade com quem tinha celebrado contrato promessa com eficácia real relativo a três fracções autónomas, com tradição delas, elaborou aquele a reclamação do crédito no montante de 28531,33€), requerendo o seu reconhecimento como privilegiado com fundamento no direito de retenção), mas tendo a administradora da insolvência reconhecido o crédito como comum e procedido à resolução do contrato promessa em benefício da massa insolvente, a não impugnação de tal acto resolutivo pelo primeiro réu originou que o seu crédito fosse reconhecido e verificado como comum e que na sentença de graduação de créditos o produto da venda dos imóveis fosse destinado a pagar para lá das dívidas e despesas da massa os valores de devidos à Fazenda Nacional, os créditos garantidos por hipoteca, os créditos de IRS e da Segurança Social e depois os créditos comuns, o que determinou que não tivesse recebido qualquer valor do produto da venda das referidas fracções.