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Alega o recorrente que:  - Sempre agiu sem qualquer tipo de dolo ou negligência grave;  - A condenação por litigância de má-fé no recurso de apelação representa uma dupla punição dado acrescer à condenação na 1 Instância;  - Os alegados factos, objeto de alteração pelo litigante de má fé, têm de ser relevantes;  - Um beneficiário do apoio judiciário, que vive no limiar da pobreza, não pode ser, pessoal e patrimonialmente, alvo de multa processual, em contexto de litigância;  Vejamos:  O CPC consagra, como um dos seus princípios fundamentais, o princípio da cooperação, segundo o qual "na condução e intervenção no processo, devem os magistrados, os mandatários judiciais e as próprias partes cooperar entre si, concorrendo para se obter, com brevidade e eficácia, a justa composição do litígio.” – art.