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Termos em que, com o douto suprimento de Vossa Excelência deve a sentença recorrida ser anulada e substituída por outra que anulando o processado determine o convite à recorrente para se pronunciar sobre a excepção dita "inominada” a fim de prosseguirem os ulteriores termos do presente incidente ou, caso assim não se entenda, concluindo, no seu entendimento, da insuficiência dos elementos de prova, ordene que a mesma seja oferecida, a fim de decidir com equidade e em proveito dos actos praticados no processo, com as legais consequências.Conclusões da Recorrida em contra alegação: a) No nosso entender o douto Tribunal a quo fez uma correta interpretação dos ditames e princípios legais aplicáveis ao caso concreto e que, nesta medida, adotou a única solução normativamente válida possível, não merecendo, desta feita, qualquer censura a douta decisão recorrida;  b) Por douto Acórdão de 14 de setembro de 2012 do Tribunal Central Administrativo Norte, a ora Recorrida foi condenada, designadamente, a "pagar à Autora o que se vier a liquidar em, incidente próprio quanto aos prejuízos resultantes da paragem da actividade comercial.”;  ) Isto é, os prejuízos sofridos leia-se lucro líquido) durante cerca de seis meses, com início a 27 de janeiro de 2001, tomando por referência os resultados no ano transato no valor de € 850,20); ) Deste modo, aceita-se que o lucro líquido que a Recorrente deixou de auferir, nos seis meses de paragem de exercício da atividade, corresponderá a € 425,10; e) O incidente de liquidação de sentença destina-se a concretizar o objeto de uma condenação genérica, com respeito pelo caso julgado, nos termos do disposto nos termos do disposto no n. 2 do artigo 35 e n. 2 do artigo 60, ambos do CPC, aplicáveis ex do artigo  do CPTA; f) Quer isto dizer que o incidente de habilitação, muito embora constitua uma renovação da instância, não pode ser transformado numa segunda ação declarativa, tendo como objeto e limite a condenação proferida; g) Pese embora, a Recorrente leia-se na douta Sentença "a partir do artigo 1 da sua PI a Autora dedica-se a enunciar e a procurar demonstrar prejuízos – não só os seus como também os de um seu sócio gerente, ocorridos entre 2001 e 2004 – que em seu entender teriam a causa na paragem da actividade durante seis meses, por esta ter provocado uma espiral de incumprimento bancário, perda de clientela, endividamento, impossibilidade de adquirir novos equipamentos para venda, declínio das vendas, dívidas ao técnico oficial de contas, passagem de lucros para prejuízos sistemáticos desde 2001 a 2004, até à perda pura e simples do capital e da empresa, passando pela execução e venda judicial de um veículo da Autora que valeria 10 500 € e pela execução judicial da hipoteca, a favor de um sócios, de um imóvel de outro sócio que valia uns 250 000 €.” h) Os pedidos formulados pela Recorrente e que, no nosso entender, correspondem a prejuízos que não foram não cabem, no nosso entender, no objeto da liquidação.