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; b - Que, em novembro, a falecida se encontrava já muito debilitada e passou a ser visitada frequentemente pela ré AA; - A ré AA, verificando o estado de fraca representação da realidade pela falecida, logo se aproximou e em poucos meses tomou conta de todo o património da sua tia como se dela se tratasse; - Que, à data da outorga do testamento em causa, a falecida não tinha liberdade de querer e entender o sentido e o alcance das deixas testamentárias, na medida em que se encontrava incapacitada por anomalia psíquica grave, em virtude da doença Demência e que lhe havia sido diagnosticada meses antes; e - Que a ré AA, aproveitando-se da sua situação de fragilidade e de dependência a que a sujeitou, bem como do seu estado mental, determinou a falecida a outorgar um testamento.