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O TAF julgou a acção improcedente e absolveu o Réu do pedido com a seguinte fundamentação: - não se verificava a nulidade do processo disciplinar por não ter ocorrido a recusa da inquirição da testemunha "ocorreu sim uma impossibilidade de a ouvir, primeiro, por estar de baixa e, de seguida, por ter falecido.” "E, sendo verdade que o instrutor não concedeu a faculdade ao Autor de a substituir por outra, também é verdade que o Autor não arrolou outras testemunhas e, após o falecimento da sua testemunha, nada requereu no processo.”  - não se verificava a prescrição do procedimento disciplinar porque nos, casos ”em que a infração disciplinar envolva simultaneamente a prática de um crime, o prazo prescricional não é do art 6, n 1 e n 2 do ED, mas os prazos de prescrição estabelecidos na lei penal, isto é, os prazos – mais longos – do art 118 do Código Penal.