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A W sintetiza-as agora em 4 pontos: -  a W não foi acusada de nem condenada pela prática de qualquer crime,  -  não houve corrupção na base da formação do concreto contrato em cujo cumprimento a B foi condenada,  -  a B não é vítima,  - o contrato em cujo cumprimento a B foi condenada não é prejudicial para a B.   Tudo isto parte, no entanto, do pressuposto de que as conclusões a que o acórdão arbitral chegou se impõem ao tribunal da anulação e ao tribunal do reconhecimento, o que equivale, na prática, a negar a possibilidade de anulação do acórdão arbitral e de não concessão do exequatur por este TRL.