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Lisboa, 10 de Julho de 201 - Maria dos Prazeres Pizarro Couceiro Beleza - José Adriano Machado Souto de Moura - Alberto Augusto Andrade de Oliveira - Rosendo Dias José - Carlos Alberto de Andrade Bettencourt de Faria - Américo Joaquim Pires Esteves vencido apresentando declaração de   Voto de vencido:   	Alegando o recorrente que é dono e possuidor de um prédio rústico e que a ré EDP aí colocou, abusivamente, um poste de electricidade, sem o seu conhecimento e autorização, violando, deste modo, o seu direito de propriedade sobre aquele prédio, o A. pede ao tribunal: 1- que seja reconhecido o seu direito de propriedade sobre aquele prédio; 2-que a ré seja condenada a retirar/remover o poste que colocou no dito prédio e a repor o referido prédio no estado em que se encontrava antes da violação do direito de propriedade do autor; 3-que a ré seja condenada a abster-se de praticar no futuro outros actos que violem o direito de propriedade que assiste ao autor; 4-que a ré seja condenada a pagar, a título de sanção pecuniária compulsória, uma quantia diária por cada dia que tal poste se mantenha colocado no prédio do A., em valor não inferior a 100€00, por dia a contar da citação da ré, e; 5-que a ré seja condenada em custas e procuradoria condigna.