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Mas em concreto, o Tribunal valorou o depoimento de .., que adquiriu uma fracção à Impugnante no  início  de  2002,  e depôs de forma isenta e sincera; Explicou que comprou o apartamento ainda  em  construção directamente à Impugnante; Esclareceu que celebrou um contrato-promessa de compra e venda no valor de 12000,00€; Referiu que negociou com o Sr. A... uma cozinha diferente e que pagou um preço adicional pelos "extras” solicitados, tal como pela montagem do sistema de ar-condicionado; Disse que o Sr. A... não entregou todas as facturas dos equipamentos extras que forneceu; Explicou que quando foi prestar declarações à Administração Fiscal os técnicos da DGCI informaram que o valor do andar deveria incluir o equipamento extra que foi pedido; Frisou que declarou na AF que tinha adquirido o andar por 12000,00€, com o lugar de estacionamento extra e os melhoramentos no apartamento, totalizando o preço de 15000,00€; Não soube explicar a razão de constar na escritura o valor de 9000,00€.