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Alegam para tanto, e em suma, que em 012017 a A. subscreveu num balcão da .. um produto financeiro da Ré F... denominado PPR ..., 2 Série, no qual aplicou o capital de €5439,00; por carta datada de 2 Março de 2018, recebida pela A. apenas em Maio de 2018, a Ré informou a A. que, de acordo com instruções desta recebidas, em 1 de Março desse ano procedera ao resgate do aludido PPR liquidando o valor de €5269,22; contudo, nunca a A. procedeu a qualquer resgate, vindo posteriormente a apurar que este foi desencadeado a partir de uma comunicação provinda de um endereço de e-mail que nunca foi o seu; viu-se a A. na contingência de ter de se deslocar a Portugal desde a África do Sul, onde reside, com o propósito de averiguar junto da Ré o que se passara, despendendo como tal viagem a quantia de €200,00; passou noites sem dormir e ficou nervosa e angustiada com o desaparecimento das suas poupanças; danos não patrimoniais estes que pela sua importância devem ser ressarcidos pela Ré mediante o pagamento de uma indemnização de €500,0 Citada, veio a Ré contestar alegando que no dia 012017, viacontactcenter, recebeu um mail da Autora a solicitar o cancelamento da apólice em questão, mail ao qual respondeu solicitando o envio do pedido por escrito e assinado pela cliente, bem como cópia do documento de identificação e comprovativo de NIB onde constasse o SWIFT; o pedido de resgate foi então efectuado no dia 102018; tendo a Ré solicitado então cópia de um documento de identificação, foi o pedido reiterado pela A. em 002018 e 102018; só no dia 002018 procedeu a Ré ao resgate da apólice, creditando o valor na conta da cliente; fê-lo depois de toda a documentação conferida; só após ter confirmado a sua proveniência e titularidade é que a Ré procedeu à solicitada transferência do valor seguro para a conta indicada pela Autora; são excessivos os valores peticionados a título de indemnização pela A. Termina assim com a improcedência da acção e absolvição da Ré do pedido.