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O recorrente insurge-se contra a decisão recorrida na parte em que o condenou a pagar a quantia correspondente a 50% de despesas efetuadas exclusivamente no sistema privado de saúde, posto que tratando-se de uma questão de particular importância a escolha do sistema de saúde público/privado) deverá ser decidida conjuntamente por ambos os progenitores, até pelas repercussões económicas que daí poderão advir, podendo o apelante ser colocado numa situação em que não tem meios para custear tais despesas Acrescenta que, não constituindo a prossecução do interesse superior da criança, a opção pelo sistema privado de saúde em detrimento do sistema público de saúde, a não ser em situações pontuais e de manifesta urgência, e não tendo o apelante dado consentimento ao recurso exclusivo ao referido sistema de saúde, não poderá tal encargo ser transferido para o mesmo, devendo a apelada, que de forma unilateral assim decidiu, assumir integralmente tal custo.