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É para nós manifesto que a arguição da falta de citação da executada – e, subsidiariamente, da nulidade da sua citação – não pode considerar-se como integrando «um caso em que a audição da parte contrária é manifestamente desnecessária» até por força das consequências da sua procedência numa fase do processo em que o imóvel penhorado até já se encontra vendido porquanto a  procedência da arguição de falta de citação implica a nulidade de tudo o que se processe depois da petição inicial leia-se requerimento, nos termos do disposto no artigo 18, alínea, do e a procedência da arguição da nulidade da citação por preterição de formalidades prescritas na leipode implicar também a ineficácia de todo o processado posterior à petição inicial se a falta puder prejudicar a defesa do citado, nos termos do disposto no artigo 19, n.s 1 e 4, do CPC.