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– O tribunal recorrido julgou a ação procedente, e, em consequência decidiu condenar os Réus "a pagarem à autora a quantia global de 000,00 euros cinco, acrescida de IVAà taxa legal em vigor, bom como dos juros de mora vencidos desde 24/09/2016, e vincendos atéefectivo e integral pagamento, à taxa legal em vigor” – Entretanto, os Réus/Recorrentes inconformados com a douta decisão recorreram da mesma para este Tribunal Superior, por considerar que:  - A sentença recorrida padece de nulidade, ao abrigo do disposto no artigo 61, n.  Alínea do CPC, uma vez que o Tribunal a quo não se pronunciou sobre a revogabilidade unilateral do contrato de mediação imobiliária, tal como alegado pelos Réus, - Entendem ainda os Réus que os pontos n. na parte "negociações para a realização do negócio”, n., n., n. na parte "manifestando a sua vontade de não renovar o contrato celebrado” foram erradamente considerados provados, atento à prova testemunhal e documental junto aos autos; - Entendem os Réus que os pontos,,, e foram erradamente considerados não provados, atento às declarações de parte da Ré, do depoimento das testemunhas O. e S. e de toda a prova documental junto aos autos; - Entendem ainda os Réus que foram provados os factos vertidos nos artigos 3, 3, 4, 4, 4, da Contestação, dado o documento n. 1 junto à Contestação e o contrato de mediação imobiliário junto à Petição inicial; - Entendem ainda, que a presente decisão viola as normas vertidas no artigo 1, n. 2, alínea e n. 5, assim como o artigo 1 da Lei n. 15/2013, de 8 de fevereiro, o Decreto-Lei n. 446/85, de 25 de Outubro, o artigo 40 e 43 do Código Civil, o princípio da liberdade contratual e, por último, o artigo 10 § 3 do Código Comercial, o artigo  do Decreto-Lei n. 62/2013, de 10 de Maio e a Lei n. 24/96, de 31 de julho.