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f)	do erro de julgamento quanto às indemnizações fixadas  Sustenta o autor / recorrente que: - tendo em conta a idade da vítima, que era de 34 anos, a esperança média de vida, o facto de ser uma trabalhadora no ativo, de ser pessoa saudável, com alegria de viver, merecedora de estima e consideração e com um agregado familiar formado pela própria, pelo marido que é eletricista e dois filhos menores, na época, faz com que o valor de indemnização pelo direito à vida tenha que ser alterado de €5597,00 para €6000,00; - os danos não patrimoniais sofridos pelo viúvo, tendo em conta a matéria de facto que consta dos artigos e, dos factos assentes, deve ser alterada de € 2239,00 para € 3000,00, tendo em conta o forte impacto emocional que o desaparecimento da infeliz vítima provocou; - os danos não patrimoniais de cada um dos filhos menores deve ser alterado de € 1679,00 para € 3000,00 cada um, tendo em conta a matéria de facto assente, e o forte impacto emocional que lhes causou; - o dano patrimonial futuro fixado em € 9429,00 deve ser alterado para € 13987,00 atendendo a juízos de equidade, não sendo de aceitar a aplicação automática de tabelas, tendo em conta os factos assentes nos artigos a e a expectativa de vida ativa da falecida, que tinha 34 anos, e que contribuiria para o agregado familiar até à idade da reforma no mínimo, que atualmente é de 66 anos, e tomando como referência os gastos que a mesma iria ter consigo própria.