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despacho de 002019; 17) Os devedores insolventes, no prazo então concedido para o efeito, nada vieram dizer aos autos; 18) Os devedores não são atualmente titulares de qualquer bem imóvel, pese embora o crédito reconhecido ao B..., S.A., no valor de 4498,98€, tenha origem num contrato de mútuo celebrado com aqueles, o qual se mostrava garantido por um bem imóvel prédio urbano sito em ..., descrito na CRPredial com o n. ... e inscrito na respetiva matriz predial sob o artigo ...) que foi transmitido pelos devedores, em 5 de maio de 2016, à empresa T..., Inc, com sede em Delaware, EUA, mantendo, todavia, o contrato de mútuo em vigor; 19) Em 212016 foi registada uma nova hipoteca sobre tal bem imóvel a favor de .., Ld., garantindo um empréstimo de 6000,00€, sendo que o gerente de tal sociedade é J..., irmão do aqui devedor insolvente; 20) Contra os devedores havia sido movido pela P..., S.A., um processo de execução ordinária, com o n. ..., que corria termos pelo Juízo de Execução de Coimbra – J2, para cobrança da quantia de 9417,17€; 21) Os créditos reconhecidos à .., S.A., e à P...., S.A., têm origem em livranças subscritas pela sociedade F..., Ld., avalizadas pelo devedor marido, em incumprimento desde 2010 e 2013, respetivamente; 22) Os insolventes não apresentam antecedentes criminais e nunca beneficiaram da exoneração do passivo restante.