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Já quanto à segunda das apontadas excepções a existência de uma "relação de domínio ou de grupo”), em face da posição acima assumida, acolhendo-se uma interpretação mais literal da norma e resultando dos factos provados que a, S.A. é titular de uma quota de 7000,00 Euros na sociedade insolvente, num capital social de 10000,00 Euros e, por conseguinte, sendo detentora duma participação social de 70% do capital da sociedade insolvente, impõe-se concluir que aquela , S.A., enquanto beneficiária da garantia prestada, se encontra numa relação de domínio não com a sociedade garante, a.  O que significa que, nos pressupostos de facto e de direito assumidos nos autos, quanto ao crédito da impugnante sobre a sociedade , S.A., encontram-se preenchidas as duas excepções previstas na parte final do n. 3 do artigo  do Código das Sociedades Comerciais e, por conseguinte, a hipoteca voluntária constituída a favor da credora impugnante, a, S.A., tem que se considerar válida, também do ponto de vista substancial.