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Este mesmo valor €2000,00) foi arbitrado no acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 20/11/2019 Nuno Pinto, publicado também em www.dgsi.p., num caso relativo a uma jovem de 22 anos e com semelhanças com o caso dos autos, quanto à origem dos danos acidente de viação), quanto à ausência de culpa da vítima, quanto ao sofrimento físico e psíquico:1) as dores físicas e psíquicas desde o acidente até à data da consolidação das lesões avaliadas no grau 4, numa escala de 7 graus de gravidade crescente; as dores sentidas na face superior do ombro direito com as mudanças de temperatura e com os movimentos do braço direito nos últimos graus da abdução/antepulsão e rotação externa do ombro; o dano estético, representado pela cicatriz na omoplata direita, avaliado num grau 2, numa escala de 7 graus de gravidade crescente; o desgosto que a autora sofre pelo facto de ter ficado com a cicatriz na omoplata; as limitações na actividade física e de lazer, resultantes do facto de ter deixado de praticar futsal, actividade que contribuía para o seu bem-estar e satisfação; o condicionamento da sua autonomia na realização dos actos correntes da vida diária, familiar e social, que experimentou desde o acidente até à consolidação das lesões.