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folhas 167 e 182 o referido  atribuiu-lhe o valor comercial de €1558,00) – e, passado dois ou três anos, tivesse sido vendido a um amigo pelo valor de €2000,00, como pretendeu fazer valer a testemunha , não logrando o mesmo convencer este tribunal, até, porque, por um lado, como vimos, não foi apresentada nenhuma prova documental que atestasse o pagamento de tal valor e, por outro lado, por se mostrar igualmente contrariado pelas explicações fornecidas pelas testemunhas G, K e , no sentido de não ser razoável aquele valor comercial, face às características da viatura e aos valores praticados no mercado.” Assim, em consonância com a argumentação expendida na sentença recorrida, manter-se-á a alínea no elenco dos factos não provados.E) Por último, o autor/recorrente insurgiu-se igualmente contra a alínea dos factos não provados, pretendendo que se dê como assente que à data do sinistro o valor do veículo ascendia ao montante de 2850,00€.