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O magistrado do Ministério Público respondeu aos recursos concluindo quanto a todos transcrição):  Os recursos dos arguidos EE, , BB, AA e HH devem improceder relativamente aos crimes pelos quais foi cada um deles condenado face aos factos dados por provados pelo douto acórdão recorrido, na sequência do recurso do Ministério Público que impugnou os pontos 66 a 70 dos factos dados por provados e os pontos , , , , , , dados por não provados, que levou, conforme páginas 88 e 89, ao aditamento dos pontos 109 a 113 à matéria de facto provada do douto acórdão e à alteração dos factos não provados conforme páginas 89 a 92 do mesmo acórdão, confirmando-se a condenação decidida pelo douto acórdão recorrido;  Perante esta decisão sobre a matéria de facto, resulta claramente que os recorrentes praticaram os crimes pelos quais foram condenados, encontrando-se, devidamente efectuada a qualificação jurídica desses factos, subsumida à prática dos crimes pelos quais foram condenados;  A dosimetria quer das penas parcelares quer da pena única aplicadas a estes recorrentes encontram-se bem determinadas face à culpa de cada um deles e às exigências de prevenção geral e especial que se fazem sentir em relação a cada um, e considerando, também, em conjunto os factos e a personalidade cada um deles, pelos fundamentos invocados pelo douto acórdão recorrido, que se encontra em linha com o disposto nos artigos 4, 7 e 7 do Código Penal;  Labora em erro o arguido HH quando refere que no ponto 34 foi dado como provado que os arguidos AA e HH decidiram que e BB passariam a viver juntos;  Na verdade, nesse ponto foi dado como provado que "Então, os arguidos AA e HH decidiram que e BB iriam passar a noite em casa deste”, que mais não é do que mais um passo meramente circunstancial daquilo que já haviam planeado e decidido anteriormente os arguidos AA, HH e BB nas decisões que haviam tomado e dadas por provadas nos pontos 6, 7 e 8, da matéria de facto dada por provada, que não é decisivo para o preenchimento do elemento subjectivo do crime, uma vez que já tinham decidido anteriormente que e BB passariam a viver juntos, daí terem decidido que iriam passar a noite em ..., ..., que era a casa dos pais de BB e dele próprio;  Portanto, a nulidade invocada pelo recorrente, prevista no art.