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Este, quando adoeceu, em Abril de 2011, pediu-lhe que tomasse tal encargo; do montante que levantou em Maio de 2011, gastou € 1000 com uma empregada exclusiva da irmã, € 000 de encargos salariais, descontos e subsídio de alimentação, € 3000 para si e para a filha por cuidados prestados entre as 17h30 e as 8h0 Refere que a reforma da irmã é de apenas € 230, insuficiente para alimentação e medicamentos, tendo de pagar mais € 200 mensais, o que perfaz € 000; gasta, em média, € 100 para artigos de higiene, consultas médicas no total de € 000; também comprou roupas para o inventariado despendendo € 200, pagou o funeral no valor de € 000 e na sepultura € 200, tendo mandado celebrar missas, o que importou o valor de € 5 Conclui que despendeu € 6450,0  O tribunal foi considerado incompetente, por se tratar de ação autónoma, que não segue por apenso, tendo sido ordenada a sua distribuição.