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Ora, a Recorrente, como supra se deixou enunciado, alega que: «compulsada a listagem dos fornecimentos e serviços em que a "B” liquidou IVA, conclui-se, desde logo, que não se trata de material integrado no edifício e necessário à concretização da obra, tratando-se outrossim, de bens autónomos do imóvel, podendo ser removidos se a RECORRENTE optar por alterar a localização da loja»; E que «ao contrário do entendimento erigido pelo douto Tribunal a quo, os expositores, os equipamentos diversos balança, tensiómetros e, bem como, o equipamento de som, consubstanciam, segundo as regras da experiência comum, materiais amovíveis» conclusões, e.  Afigura-se-nos, assim, que a Recorrente não só questiona a interpretação e aplicação das normas jurídicas ao caso concreto que foram feitas na sentença recorrida, como questiona os juízos de facto formulados pelo tribunal "a quo” sobre as caraterísticas de determinados bens fornecidos pelo prestador de serviços e incorporados no estabelecimento.