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Do STJ de 30/03/2017, proc6617/05TBCSC.LS2, publicado in www.dgsi.pt)  Contra a recorrente foi instaurada acção especial de divisão de coisa comum tendo por fim a adjudicação ou venda das fracções autónomas identificadas na p.  A recorrente, apresentou contestação, impugnou a compropriedade e deduziu reconvenção fundamentada na nulidade da compra e venda das fracções, por simulação, deduzindo 3 pedidos, o último dos quais a título subsidiário - Declarar-se a nulidade da escritura de compra e venda junta à p., por simulação, e nulos todos os registos predial e efectuados com base em tal transmissão; 2 - Declarar-se válida e eficaz a doação negócio dos imóveis referidos na p., doados pela mãe da Ré à Ré e, consequentemente, ordenar-se a inscrição predial e matricial a favor desta relativamente aos prédios objecto da escritura junta à p.; 3 – Assim não se entendendo, deve, subsidiariamente, ser reconhecido a favor da Ré um direito de crédito sobre o A., no montante que se vier a apurar nestes autos ou que vier a ser liquidado em execução de sentença, correspondente à soma dos valores que a Ré exclusivamente suportou com os imóveis, a título de prestações bancárias, , condomínio e seguros, desde Fevereiro de 2007 até à efectiva venda ou adjudicação dos imóveis).