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pontos 1, 1, 1 e 2, o Oponente celebrou contratos no âmbito do objecto da sociedade; durante o período em que esteve nomeado como gerente, o Oponente efectuou contratos, de compra e venda para a sociedade; e também o Oponente assumiu funções de representação da sociedade no período a que se reporta o acto tributário, já que o mesmo exerceu o exercício de facto ou efectivo da gerência, também a partir de 27 de maio de 199 Efectivamente, o preenchimento e entrega da declaração de início de actividade, assim como de alterações introduzidas a essa declaração, e bem assim, a intervenção do Oponente em 2 escrituras de compra e venda, e a outorga de uma procuração, só por si, são provas que assumem uma relevância de tal modo significante e significativa para fazer concluir da ocorrência da gerência de facto assacada ao Oponente, pois que aquilo a que se assistiu nos autos, é que estes factos foram praticados pelo Oponente, na qualidade em que o foi sócio gerente/representante legal da sociedade, e para além de o Oponente apenas negar que tenha praticado alguns actos, quanto a ocorrência desses que concretamente foram identificados pela AT, o Oponente nada disse, em torno dos termos e pressupostos que foram determinantes para a sua intervenção e vinculação da sociedade devedora originária.