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Requereram também a intervenção principal provocada da O-Companhia de Seguros de Vida, S. A..   A exequente contestou, alegando, nomeadamente: foi informada pela O Companhia de Seguros de Vida, S. A., que "após apreciação clínica o processo de indemnização por Invalidez da Pessoa Segura foi recusado por doença considerada pré-existente à data da subscrição da apólice de seguro de vida em causa, pelo que não haverá lugar ao pagamento do respectivo Capital Seguro” e que iria "proceder à anulação do contrato de seguro”; desconhece a situação clínica da executada; os executados são devedores solidários e, por isso, o contrato de seguro não os exonera das obrigações assumidas.