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Como se decidiu no aresto do Tribunal Central Administrativo Sul, de 112015, tirado no processo n. 12376/15:” Em matéria de recurso subordinado diz-nos a doutrina da especialidade que "..) como o nome inculca, este recurso fica dependente das vicissitudes por que haja de passar o recurso de que depende o recurso principal ou independente interposto pelo adversário ..) Compreende-se perfeitamente que ao recorrente subordinado seja lícito interpor o seu recurso passado o prazo normal fixado no art 686 638 CPC-201 Como a sua disposição é recorrer somente no caso de a outra parte impugnar a decisão, o prazo para a sua interposição só começa a correr depois de ele saber que o seu adversário recorrer; sabe-o pela notificação do despacho que admitiu o recurso independente.