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A prova de que o arguido não manteve o desenquadramento devido de BB e não se certificou do alvo antes de puxar o gatilho, resulta inequívoco, quer da explicação dada pelo próprio arguido que será melhor explanada em sede de fundamentação da factualidade não - ao referir que inconscientemente levou o dedo ao gatilho, o que não deveria ter feito, e deu o tiro antes de estar devidamente posicionado para o efeito -, quer da circunstância de ter atingido o corpo da instruenda, mesmo referindo que não direcionou a arma na direção desta, o que, só por si, e, cremos, que sem necessidade de mais considerandos, é prova segura e suficiente de que aquele não observou regras de segurança, neste caso de posicionamento seguro da instruenda, o que poderia e deveria ter acutelado.