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555; referidos na "motivação de facto” e nas contra-alegações apresentadas pelo 2 R., e ainda com as regras do ónus da prova, não se vislumbra que exista motivo para alterar a matéria de facto provada e não provada nos termos pretendidos pela recorrente, relativamente à qual constatamos que o Tribunal "a quo” fez, no essencial, uma correcta apreciação e análise crítica de todos os elementos de prova mencionados na fundamentação, tal como consta clara e detalhadamente explanado na "motivação de facto” da sentença recorrida que acima transcrevemos, havendo, apenas, que introduzir uma alteração na redacção dos pontos 9, 13, 16, 18 e 27 dos factos provados, que estão interligados entre si, por forma a que a mesma seja rigorosamente mais consentânea com a prova pericial, testemunhal e documental produzida nos autos.