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Mais se afirmando que "Ou seja, ao contrário da solução constante do artigo 5, alínea, do CCP, que, literalmente, configura um impedimento automático, para o qual é suficiente a prova da assessoria ou apoio técnico, a solução constante da jurisprudência comunitária assenta numa espécie de inversão do ónus da prova e num procedimento contraditório: à entidade adjudicante ou aos outros concorrentes cabe demonstrar o facto da assessoria ou do apoio técnico, ao concorrente a quem é imputado tal facto cabe, por sua vez, demonstrar, em incidente procedimental, que «nas circunstâncias do caso concreto, a experiência que adquiriu não pode ter falseado a concorrência ...) O legislador nacional, porventura sensível a essas críticas doutrinais e a uma certa orientação jurisprudencial que se estava a firmar, veio, através do n. 149/2012, de 12 de Julho, aditar o inciso final que actualmente consta da alínea do artigo 5: "que lhes confira vantagem que falseie as condições normais da concorrência".