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Contestou a R., alegando, em síntese, não ser verdade que apenas transaccione online nos termos que constam dos artigos  a  da petição inicial, ou que a celebração de negócios online com a R. implique a aceitação obrigatória de quaisquer cláusulas; que se é efectivamente verdade que os negócios realizados através do seu sítio na internet podem ser considerados celebrados à distância, já não é verdade que tais negócios sejam sempre realizados com consumidores, que não é simplesmente possível afirmar-se — sem ser perante o caso concreto — se a determinado negócio são ou não aplicáveis os normativos especiais do direito do consumidor e só também perante o caso concreto é que é possível aferir se determinada parte é ou não, para estes efeitos, um consumidor.