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Os RR contestaram a ação, arguindo as exceções de ineptidão da petição inicial, caso julgado, ilegitimidade passiva, impugnando o alegado na P., anexando as decisões judiciais transitadas em julgado e deduzindo reconvenção, em que requerem ser ressarcidos por danos patrimoniais e morais no valor de 500€, invocando ainda a litigância de má fé por parte do A.  O Tribunal judicial da comarca de Viseu, por despacho de 22016 — com fundamento no facto do objeto da ação não se limitar a uma mera ação real, tendo por escopo essencial o reconhecimento da natureza pública de "dois tratos de terreno”, que configuram parte de um determinado caminho que o A. assume como público — julgou-se incompetente, em razão da matéria, por dele ser competente a jurisdição administrativa.