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Dado o exposto e o douto suprimento, que sempre se espera, deve ser revogada a sentença recorrida e ser a ação julgada provada e procedente e, consequentemente, ser o Réu condenado no pedido.”A Entidade Recorrida/Junta, devidamente notificada, veio a apresentar as suas Contra-alegações de Recurso em 10 de dezembro de 2018, nas quais concluiu: "1- O apelante pretende ver revogada a douta sentença de fls., que julgou procedente a exceção dilatória inominada consubstanciada na questão impeditiva do conhecimento do mérito da causa que integra a proibição vertida no n2, do artigo 38 do CPTA e que determinou a absolvição da instância da apelada, alegando que a ação intentada não se prende com a anulação de qualquer ato administrativo, mas com o reconhecimento do direito das suas representadas a receberem o suplemento remuneratório abono para falhas, atentas as funções de cobrança exercidas na apelada, bem como o pagamento dos valores em dívida a título de abono para falhas; 2- As representadas do apelante apresentaram em 19/12/2016 requerimento à Presidente da apelada, no qual requereram o pagamento do abono para falhas, o qual foi indeferido por despacho datado de 17/02/2017; 3- Àquele despacho de indeferimento, as representadas do apelante não reagiram no prazo de 3 meses, prazo esse no qual deveriam ter lançado mão da ação administrativa especial com vista a obter o ato administrativo devido em substituição do indeferimento que versou sobre aquele seu requerimento; 4- Uma vez que, a resposta ao requerimento apresentado pelas representadas do apelante, consubstanciada no despacho de 17/02/2017, da Presidente da apelada, configura e constitui uma verdadeira decisão administrativa proferida sobre a requerida pretensão daquelas trabalhadoras cfr.