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Sendo a regularidade da notificação expedida à R. comunicando a renúncia do mandato, questão afastada do âmbito deste recurso tendo em conta ainda que nos termos do disposto nos arts 32 n.3 do CPC anterior à Lei 41/2013) não é obrigatória a intervenção de advogado nos inventários seja qual for a sua natureza ou valor, com a excepção de se suscitarem ou discutirem questões de, cumpre-nos nestes autos, expedida que foi carta para notificação do mapa da partilha, pessoalmente à parte por se ter considerado precisamente a não existência de mandatário), apreciar a questão da contagem do prazo para efeitos de se considerar que a recorrente estava ou não em prazo para deduzir reclamação ao mapa, mormente apreciando - se para ilisão da presunção contida no art 249 n1 do P., carece o interessado de provar apenas a data em que recebeu a notificação, não lhe sendo exigível que alegue que a dilação na entrega se deveu por causa que lhe não é imputável; A respeito das notificações expedidas às partes que não têm mandatário constituído nos autos, quer porque não foi constituído, não sendo caso de patrocínio obrigatório, quer porque, sendo constituído, veio renunciar ao mandato, dispunha o anterior art 255 do P.anterior à entrada em vigor do NCPC aprovado pela lei 41/2013) que estas eram feitas no local da sua residência ou sede ou no domicílio escolhido para o efeito de as receber, nos termos estabelecidos para as notificações aos mandatários.