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15 Referenciou-se no douto Acórdão do STJ de 16/12/2010 – Relator: Hélder Roque, Processo n. 819/09TBFLG.PSi, in www.dgsi.pt – que mesmo o juízo técnico, cientifico ou artístico – que o documento particular em equação não traduz propriamente -, "não tem um valor probatório pleno, e, nem sequer, talvez, um valor de prova legal bastante, um valor, presuntivamente, pleno, ligado a uma presunção natural, que pode ceder perante contraprova, mas antes e, tão-só, que a valoração diversa dos argumentos invocados pelos peritos e que são o fundamento do juízo pericial é bastante para que o relatório pericial não se imponha ao julgador”.