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"3 – Por si e seus anteriores possuidores, já mais de 5, 10 e 20 anos, de forma contínua, de boa-fé e sem oposição, que o Autor usufrui e é o único beneficiário das sua utilidades e rendimentos, designadamente pondo-o à venda, dispondo dele e vedando-o para preservar o seu domínio.” Os recorrentes impugnam esta matéria a partir essencialmente das suas conclusões a, partindo do contrato-promessa celebrado em 15/09/200 Mas o que menciona-se nesse contrato-promessa, tal como resulta do item 5 dos factos provados, é que "... o Autor autorizava o dito j a iniciar a construção de uma moradia, obrigando-se aquele a outorgar a escritura de venda com o dito J ou com outro que designasse”.