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Segue-se que Ainda que se entenda que aquela Lei n 24/2007 de 18 de Julho é aplicável a esta situação de facto o que se faz apenas para efeitos deste raciocínio), não sobra a mínima dúvida que a R./recorrente cumpriu com todas as obrigações de segurança que dela podiam ser "exigidas” e que ao caso cabiam; Com efeito, de acordo nomeadamente com o que resulta dos factos provados constantes das alíneas,,,,, e para além, claro está, daquela matéria de facto cuja inclusão nos factos provados defendemos na primeira parte deste, é indiscutível que a R./recorrente fez o que tinha a fazer, tanto no domínio da vigilância/patrulhamento, como do aviso/informação/alerta aos utentes da via, como ainda na prontidão de reacção que demonstrou ter tido embora, quanto a esta última parte, certamente não se pense que a R. é/deve ser omnipresente e/ou que as suas obrigações podem ser caracterizadas como obrigações de resultado e não, como deve acontecer, obrigações de meios, de envidar esforços, de ser diligente, etc.