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U) Seguindo expressamente a posição de Ana Teresa Leal ao defender que a residência alternada seja adoptada como regime provisório, o Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 202017, processo n. 4147/13THPBL-A.Cl, escreve-se que "em primeiro lugar, a aplicação do regime de residência alternada e, só se a mesma não se mostrar adequada ao caso concreto e não aquela que melhor salvaguarda os interesses da criança, ponderar se a residência deve ser fixada junto do pai ou da mãe.” ) Considerando que até 002018 ou seja, cerca de 2 semanas antes da decisão, a menor - actualmente com 3 anos e 3 meses - sempre residiu com ambos os progenitores, a residência exclusiva com apenas um dos progenitores causará, natural e inevitavelmente, perturbação e instabilidade na vivência da menor na medida em que a priva do contacto frequente com o pai, a que estava habituada antes da separação dos pais. )