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que aqui seguimos de perto apesar de no caso aí apreciado se aplicar o P.de, a propósito de acção de idênticos contornos e debruçando-se sobre expressões como "fazendo parte desse mesmo prédio”, "faz parte do prédio”, "antepossuidores” e "como seus donos e legítimos proprietários” que integravam os elenco dos factos ali em discussão): "...) toda a gente jurisprudência e está de acordo que quando está em causa, numa acção de reivindicação, o direito de propriedade de uma das partes ou de ambas, quando cada uma delas reivindica para si esse sobre uma determinada parcela de terreno e se essa parcela pertence faz parte ao prédio de uma ou de outra delas, não devem ser incluídas na base instrutória, nem nas respostas aos pontos/quesitos da mesma, as expressões que acima se deixaram enunciadas ...), por não traduzirem factos da vida real, materiais e concretos, e por encerrarem em si – e sem mais – a solução jurídica do pleito.