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Tendo-se provado, o que, aliás, não havia sido contestado pelo Requerido, que este, do preço da empreitada, não pagou o remanente de €591,65, sem que se hajam provado os danos e os defeitos da obra, cuja existência foi invocada como razão dessa falta de pagamento, foi correta a condenação do Réu a pagar à Autora a importância de €591,65, acrescida de juros vencidos no montante de €170,3 Em conclusão, dir-se-á, pois, que na sentença recorrida se solucionaram, acertadamente, todas as questões que demandavam a apreciação do Tribunal "a quo”, pelo que é de confirmar tal decisão e julgar a Apelação improcedente.