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Acordam em conferência na Secção de Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo:   	O Representante da Fazenda Pública interpôs recurso da sentença do Tribunal Tributário de Lisboa que jugou procedente a reclamação do despacho proferido pelo Chefe do Serviço de Finanças de Mafra, datado de 09-06-2021, que julgou insuficiente a garantia prestada por A, contribuinte fiscal n. , com domicílio indicado na Rua da  n. , 2665- Malveira, para suspender a execução fiscal n. 1546202103008034, instaurada para cobrança de dívida proveniente de IRS do ano 2016, no valor total de € 2679,1 Com o requerimento de interposição do recurso apresentou a respectiva motivação, que condensou nas seguintes conclusões: «) 	Veio o Reclamante, acima melhor identificado, interpor reclamação ao abrigo do artigo 27 do CPPT, do despacho da Sr. Chefe do Serviço de Finanças Mafra, datado de 09-06-2021, que indeferiu o pedido de prestação de garantia e efeito suspensivo formulado na petição de oposição apresentada ao processo de execução fiscal n. 1546202103008034, instaurado para cobrança de dívida proveniente de IRS do ano 2016, no valor total de € 2679,1 	Ressalvado o sempre devido respeito, com o desta forma decidido, não se conforma a Fazenda Pública, porquanto considera que o Tribunal a quo incorreu em erro de julgamento, consubstanciado na incorreta apreciação e valoração da matéria factual à luz do Direito aplicável ao caso dos autos.