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Pelo contrário, necessário se torna que exista dúvida insanável e irremovível, o que in casu, no que tange aos factos constitutivos do crime de condução de veículo em estado de embriaguez, face à prova produzida, mais uma vez se enfatiza, não se verificou.» Por último, lida a motivação da decisão de facto exarada na sentença recorrida, sendo profusas as considerações teóricas expendidas, entendemos que foi dado cumprimento à exigência de fundamentação, prevista no artigo 374, n. 2, do CPP, designadamente, no que diz respeito ao exame critico das provas, explicitando o Tribunal a quo, exaustivamente, as razões por que não atribuiu credibilidade às declarações do arguido, ora recorrente, na versão que apresentou, negando a prática dos factos e por que não valorou o depoimento da testemunha de defesa e, ainda, por que lhe mereceu credibilidade e, por isso, valorou, o depoimento da testemunha ...), cabo da GNR, que veio a intercetar o arguido, nas circunstâncias que relatou, conduzindo o veículo automóvel identificado, na sequência do que foi submetido ao teste de pesquisa de álcool no sangue, através do ar expirado, acusando a TAS que resultou apurada, tendo, em face desse depoimento ficado infirmada a versão do arguido e alicerçando o julgador a convicção segura, para além de qualquer dúvida, de que o arguido praticou os factos que foram dados como provados.