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Cumpre ainda destacar as consequências da alteração à matéria de facto introduzidas pela Relação que, em substância, eliminaram da factualidade provada pontos de acordo com os quais a R. teria depositado na conta do BCP, em datas anteriores à própria celebração do empréstimo, os valores de €27939,89 e de €2939,89, bem como o aditamento de que a quantia depositada nessa conta por EE no valor de €10562,50, em 31-10-2005 era pertença do A..  Da factualidade assente decorre, em termos gerais, terem A. e R., na constância da união de facto, em 1996, pensado em adquirir a fracção autónoma, sita na Rua ..., na qual já residiam e que tinha sido anteriormente arrendada pela R., tendo para aquele efeito e para a realização de obras, contraído um empréstimo no valor de € 14157,40, junto do Banco de Investimento Imobiliário, pelo período de dezassete anos, do qual apenas a R. se constituiu mutuária e do qual o A. ficou fiador.