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De salientar ainda que como determina o n 3 do artigo 412 do P.P., não basta ao recorrente indicar os pontos de facto, tal como estatuído na sua alínea, que pretende ver alterados, ou ainda indicar quaisquer provas que sustentem outra versão dos factos diversa daquela que convenceu o Tribunal recorrido, face a que tem de ser ainda observado o disposto na sua alínea, ficando o recorrente obrigado ao dever de especificar também as " concretas provas que impõem decisão diversa da recorrida" sublinhado, não bastando assim indicar alguma ou algumas que o permitam e bem assim através das especificações determinadas no n 4 do citado preceito legal, viabilizando, assim, o cumprimento por este Tribunal de recurso do estipulado no seu n 6, face a que não compete aqui a este Tribunal de recurso realizar um novo julgamento, em matéria de facto, como se não tivesse sido já realizado, no Tribunal recorrido.