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No acórdão de 301997 deste Supremo Tribunal, entendeu-se que "no caso de concorrência de circunstâncias modificativas agravantes e atenuantes, o procedimento mais justo e correcto parece estar a fazer funcionar primeiro as agravantes e depois, relativamente à moldura penal assim provisoriamente determinada, as atenuantes”  Por sua vez, a doutrina, sem ter em mente a agravante em causa, ensina que quando na determinação da moldura de um determinado crime concorrem agravantes e atenuantes "o procedimento mais justo e correto parece estar em fazer funcionar primeiro as agravantes e depois, relativamente à moldura penal assim provisoriamente determinada, as atenuantes”2,  Igualmente e sem se reportar ao agravamento da pena do crime por ter sido cometido com arma, entende que "no que se refere ao concurso de circunstâncias modificativas agravantes e atenuantes, deve determinar-se, em primeiro lugar, a medida abstracta ou legal da pena em função do valor das agravantes e, em segundo lugar, fazer intervir sobre aquela medida as de natureza atenuativa, excepto no caso da reincidência”  Já no acórdão de 202015, deste Supremo Tribunal, sem considerar a atenuação especial decorrente da tentativa – que ali não se colocava - escreveu-se que "o próprio artigo 86 é expresso quando liminarmente refere que a qualificativa se refere a penas aplicáveis a crimes cometidos com arma, ou seja, num primeiro momento há que aferir dos factores relevantes em termos de medida da pena em relação a um tipo legal que é qualificado e, como é evidente, em função das circunstâncias do mesmo crime e, em seguida, modela-se a mesma pena de acordo com o normativo em causa”.