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Quando à responsabilidade da Ré "Estradas de Portugal, S.A.” sustentaram que a mesma resultava: - Por um lado, da circunstância de a Ré antiga Junta autónoma das, quando construiu a via rodoviária IP3, em 1992, cortando o acesso que existia à propriedade dos 2s RR e demais proprietários confinantes, não ter criado "nenhum caminho alternativo para os mesmos”; - Por outro lado, da circunstância de a Ré ter omitido, o "dever excepcional de detectar e suprimir os perigos óbvios e alarmantes para a segurança rodoviária no IP3, designadamente, os advindos de árvores marginais às estradas, mesmo que pertencentes a terceiros.”.