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Este recurso, admitido pela Formação, foi rematado pelas seguintes conclusões:  "a) Face aos elementos periciais carreados para os autos – todos eles sublinhando a excelência das condições de vida afetivas, familiares, logísticas, escolares, em que a está integrada, na companhia de sua avó materna e de sua progenitora – é fora de dúvida que tal situação deveria manter-se,    b) Tanto mais que inexistem factos novos, fiáveis, suscetíveis de fundamentar uma qualquer mudança em termos de responsabilidades parentais;    ) Arrancar a menor do quadro familiar em que se habituou a viver – e enviando-a para uma país longínquo e desconhecido, de ambiente, língua e costumes que não conhece França) - constitui um sério atentado aos seus mais elementares direitos de criança;    ) Impunha-se por conseguinte, no caso vertente, aceitar o teor dos relatórios dos autos – ou, quando assim se não entendesse, ordenar-se a produção de relatórios sociais visando aquilatar das condições de vida do progenitor, em França – e decidir então, sempre com base nesta valiosa prova pericial;    e) Caso assim houvesse sucedido, a ação seria julgada improcedente.