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u) Quando ao facto provado elencado no ponto 81, foi julgado provado que «8 A trabalhadora não se podia ausentar para longe do seu posto de trabalho sem previamente comunicar às colegas ou pedir autorização à chefe de secção, a fim de ser substituída», em resposta ao ponto 69 da matéria de facto controvertida», sendo que uma vez mais, a conclusão do tribunal a quo, fixando este facto, encontra-se nos antípodas daquela que foi a prova produzida, pois perante o depoimento das testemunhas , deveria ter sido julgado provado, inteiramente provado, o facto constante do ponto 69 da matéria de facto controvertida: «6 A trabalhadora estava ciente das regras de segurança a observar na passadeira de triagem, bem sabendo que nunca se podia ausentar do seu posto de trabalho, e se tivesse, por algum motivo de se ausentar tinha de falar com a Chefe da passadeira a fim de esta carregar na "botoneira de segurança” de modo a fazer parar a passadeira» pág.