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Esta situação também reclama ponderação, mas atento o estádio da tramitação do processo em Portugal e o que atrás se disse sobre este assunto, concluímos que nada existe que impeça o indeferimento da extradição.” Conforme acima se transcreveu, e se volta a transcrever, o acórdão ora reclamado, na sua página 156 concluiu expressamente num parágrafo que inexiste qualquer violação do artigo  do Instrumento entre a República Portuguesa e os Estados Unidos da América, feito em 102005, conforme se constata: "Assim, não se verifica qualquer fundamento de denegação facultativa de cooperação internacional, previsto no artigo 1, n. 2 da Lei n. 144/99, de 31/08, bem como na Convenção de 1908e do Instrumento entre a República Portuguesa e os Estados Unidos da América conforme o n 2 do artigo 3 do Acordo entre a União Europeia e os Estados Unidos da América sobre Extradição, assinado a 25 de Junho de 2003, e seu Anexo, feito em 102005 "Instrumento e o seu Anexo”).