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Alegou, para tanto e em síntese, que, subtraindo dois imóveis aos bens comuns do casal, a cuja meação teria o autor direito por partilha do seu divórcio, a ré deliberada e conscientemente protelou no tempo a partilha dos bens comuns, impedindo o autor de usufruir livremente dos imóveis, que, por isso, se viu obrigado a tomar de arrendamento uma outra habitação e a suportar uma renda mensal no montante de € 400,00, desde janeiro de 2008 a abril de 2020 e de € 500,00, desde maio de 2020 até à presente data, tudo num total de € 6200,0  Mais alegou que mercê da descrita conduta da ré, viveu momentos de extremo stress e ansiedade, que lhe perturbaram não só o dia-a-dia como o fizeram sentir estagnado na vida e viu-se impossibilitado de dormir, pelo que deve ser ressarcido, por danos não patrimoniais, no valor de € 1000,0     A ré contestou, sustentando, para além do mais, que mesmo que tais "rendas” fossem devidas, já há muito que prescreveram, pois segundo o disposto no art.