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Acordam, em conferência, na Secção de Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo – Relatório  Vem interposto recurso jurisdicional por B., S.A., identificada nos autos,visando a revogação da sentença de 15-05-2017, do Tribunal Tributário de Lisboa, que julgou totalmente improcedente a impugnação que intentara do acto de liquidação de taxas, no valor de € 724,60, praticado pela Directora da Delegação Regional de Lisboa da concessionária pública EP – Estradas de Portugal, S.A..  Inconformada, nas suas alegações, formulou a recorrente B., S.A. as seguintes conclusões:  a) De acordo com o teor do acto impugnado, datado de 06/10/2010, foi a ora recorrente notificada pela então Delegação Regional de Lisboa da EP — Estradas de Portugal, S.A. para proceder ao pagamento do montante total de € 724,00 no prazo de 10 referente a "2 mangueiras”, caso em que "no ano de 2011, e em conformidade com a deliberação do Conselho de Administração da EP-Estradas de Portugal, tomada em reunião 16 de Dezembro de 2009 é intenção desta empresa proceder à denúncia/renovação da concessão, atribuída pela então Direcção de Estradas da Lisboa, a coberto do Diploma de Licença anteriormente referido com o pagamento integral das mangueiras existentes no PAC — à data da acção de fiscalização” OU "Renovação imediata da respectiva concessão por um prazo de 5 anos com o pagamento integral das mangueiras verificadas no âmbito da acção de fiscalização”.