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2157 dos autos: " apesar da evolução positiva que o AA tem exibido em termos comportamentais a nível do seu discurso pode-se inferir que ainda detém uma imagem idealizada da figura materna, assim como ausência de distanciamento e capacidade critica relativamente ao registo materno; embora sejam referidos progressos em termos de autonomia funcional a mesma não parece ter correspondência com a autonomia psicológica e a aquisição destas capacidades constitui um requisito essencial para o seu desenvolvimento normativo.” 6 Não podem recair apenas sobre o AA as responsabilidades para o sucesso desta intervenção, que depende muito da colaboração da sua progenitora, o que não tem ocorrido, sendo que tem o mesmo que ser protegido face às pressões, sugestões maternas e que possam pôr causa o seu bem estar emocional e constituir um retrocesso no seu percurso de vida que agora está a estabilizar.