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n. 11, das várias conversações que foram sendo realizadas desde 2001 e ainda das obras que os Autores realizaram contra a vontade do Réu, mediante coação física; - O terreno em litígio põe em causa a área titulada do Réu, mas não põe em causa a área titulada dos Autores; - Do levantamento topográfico do predio rústico mãe artigo  secção O – doc n. 7 – resulta que o Réu ocupa sem litígio a área de 1603,00 m2 correspondendo a 2603,00 m2 do prédio mãe) pelo que, falta ao Réu a área em litígio de 397,00 m2 1002,00 m2 – 1603,00 m2 = 397,00 m2 ou 2000,00 m2 – 2603,00 m2 = 397,00; - Devem assim, tais 397,00 m2 ser considerados como parte integrante do prédio do Réu por constarem nos respetivos títulos inscrição nas Finanças e descrição na Conservatória); - Além desses 397,00 m2, que estão titulados no prédio do Réu, existem mais 469,00 m2 que não estão registados nem nos títulos dos Autores, nem nos títulos do Réu e como tal, deve ser tal acréscimo distribuído proporcionalmente pelos dois prédios nos termos do artigo 134, n. 3, do Código Civil, sendo atribuídos ao Réu um total de 631,50 m2 397,00 m2 + 469,00/2)) e aos Autores 234,50 m2 469,00/2); - Caso se viesse a concluir, de forma que não se vislumbra possível, que a área total real dos prédios das partes fosse coincidente com a soma das áreas que titulam, sempre se manteria o litígio quanto a 397 m2, que os Autores entendem lhes pertencer, mas que estão além da área que titulam e que estão em défice na área titulada pelo Réu, nos termos do n. 3 do artigo 134 do Código Civil; - Caso ainda mais remotamente se viesse a concluir que a área total real dos prédios das partes fosse inferior à soma das áreas que titulam, sempre teria de ser repartida a área em défice de forma proporcional entre as partes, nos termos do n. 3 do artigo 134 do Código Civil; - Caso venha a ser impugnada a planta que junta como doc.