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1 que se junta e reproduz para os devidos e legais efeitos;   Apesar de interpeladas nesse sentido, as executadas nada pagaram à exequente;   Além do valor supra mencionado € 7 9900), são devidos pelas executadas à exequente os juros legais moratórios vencidos desde a data do trânsito em julgado da douta sentença, 002014, até efectivo e integral pagamento;   Os quais até à presente data, 102017, e contabilizados à taxa legal de 4%, se cifram no montante de € 1 0757 e setenta e nove euros e cinquenta e sete cêntimos);   Nos termos do artigo 829-A, n. 4 do Código Civil "quando for estipulado ou judicialmente determinado qualquer pagamento em dinheiro corrente, são automaticamente devidos juros à taxa de 5% ao ano, desde a data em que a sentença de condenação transitar em julgado, os quais acrescerão aos juros de mora, se estes forem também devidos, ou à indemnização a que houver lugar”;   Pelo que àquela quantia € 7 9900) acrescem estes juros vencidos e vincendos desde a data do trânsito em julgado da douta sentença até efectivo e integral pagamento, os quais se cifram até à presente data no valor de € 1 3446 trezentos e quarenta e nove euros e quarenta e seis cêntimos);   Assim, as executadas devem à exequente, para além do valor referido no anterior artigo 3 do presente € 7 9900), o valor dos juros moratórios e dos compulsórios vencidos desde a data do trânsito em julgado da douta sentença 002014) até ao presente 102017) e que se cifram na quantia de € 1 0757 e setenta e nove euros e cinquenta e sete cêntimos) e € 1 3446 trezentos e quarenta e nove euros e quarenta e seis cêntimos), respectivamente;  1 As executadas devem, ainda, os juros moratórios à taxa de 4%) e compulsórios à taxa de 5%) que se continuarem a vencer desde a presente data até efectivo e integral pagamento da quantia em divida, incidentes sobre o valor do capital em divida € 7 9900) e que deverão ser calculados a final pelo Agente de Execução;  ).”   Quanto aos factos alegados não especificados tal resulta de não terem interesse para a decisão da causa.»   4 - FUNDAMENTAÇÃO DE DIREITO Apreciando a linha de argumentação da Exequente/embargada ora recorrente, vejamos da primeira ordem de questões suscitada, a saber, a que se prende com a inexistência de título executivo, mais concretamente «que a nota discriminativa e justificativa de custas de parte não é exequível, nem a obrigação exequenda é exigível, pois as executadas não foram interpeladas para o seu pagamento».