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Ora, como expressamente reconhecido na ação ordinária n. 324/14TBFAF – quer por acórdão desta Relação de 11 de janeiro de 2018, quer por acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 11 de setembro de 2018 –, foi como ação de reivindicação que os autores-exequentes propuseram a ação declarativa, cujo figurino a ré-executada não colocou em causa, tendo esta invocado factos impeditivos ou extintivos do direito de que aqueles se arrogavam titulares, que foram julgados improcedentes, jamais se tendo balizado a ação ou a defesa como se existissem dúvidas sobre a localização das respetivas estremas e consequente implantação e configuração do prédio por si reivindicado, nomeadamente na sua confrontação, a sul e a nascente, com a Praça da ....