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e estavam ao corrente dos desígnios que presidiram à celebração do denominado contrato promessa de compra e venda de 15/09/2015 e às diligências necessárias para a concretização da construção da moradia e posterior venda, e por isso, não se pode concluir, como aconteceu na sentence recorrida que o procurador actuou com abuso de representação; 4 Ficou demonstrado pela análise dos documentos, conjugados com a prova testemunhal e a confissão do A., e demais provas dos autos que o procurador actuou nos limites dos poderes que lhe competiam, exercendo o mandato estrito que lhe foi conferido e, tendo presentes os desígnios das partes envolvidas, nomeadamente do A. H que o que pretendia era que a moradia fosse rapidamente construída; 4 Assim, o primeiro negócio celebrado entre o A. H e a Ré F, Lda.