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Sabemos ainda que, no caso dos autos, estamos perante a atividade de segurança privada, a qual, diferentemente das atividades de limpezas e outras a quem é aplicável o artigo 28 do Código do Trabalho, tem uma regulamentação própria e específica, como resulta, por um lado, do projeto de Lei que esteve na base da Lei n. 34/2013, de 08 de maio e, por outro lado, como resulta desta mesma Lei, face a todos os seus exigentíssimos requisitos, inclusive da regulamentação subsequente em sede das várias Portarias Portaria n.s 273/2013, 292/2013, 329/2013, 552/2014, 148/2014), dos quais se conclui que para o exercício desta atividade é essencial que se verifiquem, pelo menos, as seguintes condições ou requisitos, melhor desenvolvidas nas precedentes alegações de fls 28 a 45, mas que incidem sobre a autonomia do vigilante, a estrutura hierárquica e organizacional obrigatória, a tecnicidade e os requisitos formais próprios e conformadores para se poder exercer esta atividade: a) exercício através de uma entidade coletiva - artigo , n. 2, , n 3 e 4 LSP; b) prestar caução - cfr.