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46, n 1,, do CPC-61, contendo uma declaração, assinada pelos executados, através da qual estes reconhecem dever ao exequente uma quantia pecuniária, sem indicação da respectiva causa, terá o exequente de alegar, no requerimento executivo, sob pena de ineptidão, essa causa” sublinhado e negrito;  –DA INSANABILIDADE DA NULIDADE DO PROCESSO b)-A nulidade de todo o processo, decorrente da ineptidão do Requerimento Executivo, constitui, nos termos das disposições conjugadas da alínea n. 2 do artigo 18, do artigo 19 e do n. 1 do artigo 26 todos do CPC, um vício insanável, salvo se existir acordo do executado; )-Nesse sentido a jurisprudência indicada a 43 a 46 destas alegações, da qual a título de exemplo se indica o Acórdão do Tribunal da Relação de Évora, de 102017, proferido no âmbito do processo n. 1047/15TBABF-A.E1, onde se diz " Não alegando o exequente, no respectivo requerimento executivo, a causa da obrigação subjacente ao documento de reconhecimento de dívida, não pode vir a fazê-lo em momento posterior, sem o acordo do executado, uma vez que se trata de alteração da causa de pedir, até aí inexistente art.s 186, n.2, e 265, n.1, ambos do; –A ineptidão da Petição Inicial, para além da situação prevista no n.3 do art.