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Ao decidir como fez, o Tribunal "a quo” interpretou e aplicou erradamente o disposto nos artigos 362 e 393 do Código Civil, e o disposto nos artigos 423 e 607, n. 4 e n. 5 do CPC, que deveriam ter sido aplicados e interpretados no sentido de que a demonstração de prejuízos está sujeita a prova vinculada, nomeadamente, através de documentos, e que a prova testemunhal não é idónea ou processualmente apta à sua demonstração; Verifica-se novo erro de julgamento quanto à condenação no pedido da alínea do pedido da 3 Ré, pois resulta da decisão proferida sobre a matéria de facto que não ficou provado que "A  Ré, uma vez concretizada a aquisição do Edifício ..., pretendia proceder à sua exploração económica, quer através da manutenção e incremento dos arrendamentos, quer eventualmente pela sua alienação a terceiro”;  O Tribunal "a quo” não julgou provado um único facto donde se retire que a 3 Ré também sofreria prejuízos em momento posterior à dedução do pedido reconvencional.