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21 do Dec. Lei 15/93, de 22/  Na determinação da pena concreta, o acórdão recorrido ponderou as seguintes circunstâncias:   "  Contra o arguido depõem:  .a existência de antecedentes criminais, nomeadamente pela prática de crime de igual natureza e de natureza diversa, mas sempre com uma preponderância para a violência – tráfico, detenção de arma proibida, sequestro, roubo -, o que revela uma personalidade algo desconforme ao direito e conotada com alguma agressividade;  .a reiteração com que insiste na prática do mesmo tipo de crime, de forma cada vez mais grave agora em contexto, indiferente a condenações anteriores que em nada o fizeram refrear os seus ímpetos e repensar a sua forma de estar em comunidade;  .a ilicitude do facto típico, relativamente ao crime de tráfico de estupefacientes, situa-se num grau muito elevado, considerando, desde logo a qualidade de produto estupefaciente que o arguido detinha e introduziu no estabelecimento, sendo certo que a heroína é uma "droga dura”, com efeitos nocivos nefastos e graves;  )  .no que toca à censura ético-jurídica dirigida ao arguido, esta radica na modalidade mais intensa do dolo, o direto art.