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662 n. 2, alínea e n. 3, alínea, do Código Processo Civil, ou seja, "2 - A Relação deve ainda, mesmo oficiosamente: Anular a decisão proferida na  instância, quando, não constando do processo todos os elementos que, nos termos do número anterior, permitam a alteração da decisão proferida sobre a matéria de facto, repute deficiente, obscura ou contraditória a decisão sobre pontos determinados da matéria de facto, ou quando considere indispensável a ampliação desta; 3 - Nas situações previstas no número anterior, procede-se da seguinte forma: Se a decisão for anulada e for inviável obter a sua fundamentação pelo mesmo juiz, procede-se à repetição da prova na parte que esteja viciada, sem prejuízo da apreciação de outros pontos da matéria de facto, com o fim de evitar contradições.”  Neste contexto, e retomando o caso sub iudice, considerando não só que o Tribunal recorrido, por referência ao concreto excerto do depoimento da testemunha FF cuja passagem foi indicada "com a relevância para a prova do que aqui está em causa” - "desde os 05 minutos e 01 segundos até aos 05 minutos e 55 segundos” - não distinguiu que a indicada testemunha tenha revelado possuir conhecimentos concretos e suficientes sobre a matéria impugnada em questão, a par de que, mesmo concebendo que a gravação do restante depoimento seja, em grande parte, inaudível leia-se impercetível), apresentando deficiências como seja a voz projetada em forma de eco ou em duplicado, além de ruídos ou interferências sonoras que impossibilitam discernir o que foi, está afirmado pelo Tribunal que aquando da prestação do depoimento da testemunha os diversos intervenientes processuais logo fizeram menção à existência de ruído de fundo e às dificuldades da sua audição, sendo que, no prazo legal art.