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O Tribunal a quo desvaloriza o vício invocado, considerando estar implícito que a experiência profissional não é cumulável com outros tipos de experiência profissional cotados na ata que fixa os critérios de classificação. . A inexistência da menção expressa quanto à possibilidade de cumulação, conforme é referido pelo próprio Tribunal a quo, não se encontra "explicitamente explicitado”, motivo pelo qual, não podia a recorrente adivinhar que a avaliação não é cumulativa, e muito menos recorrendo a regras de senso comum, quando da ata que determina os critérios de avaliação ou/e do aviso do concurso nada é mencionada quanto a este propósito. . Sendo, de igual modo certo que, decomposta a fórmula da Avaliação Curricular, resulta claro que, nada obsta a que no caso da experiência profissional haja uma contabilização superior a 20 pontos, na medida em que, do ponto de vista estritamente matemático, tal não implica nenhum erro de concordância ou tão-pouco significa que haja uma ponderação acima do permitido, na medida em que, a pontuação resultante da soma das diversas experiências profissionais vai corresponder sempre a 40% da avaliação curricular. . Dito de outra forma, da soma de pontos das diversas experiências profissionais, não resulta a ultrapassagem do máximo permitido, visto que, o valor resultante da aferição da experiência profissional, quer seja ele de 20 ou de 29, vai equivaler sempre e na devida proporção a 40% do total da avaliação curricular. . Resultaria evidente que a soma não seria permitida conforme é referido pelo Tribunal a quo, se da soma dos vários fatores da avaliação curricular resultasse um valor de 105% e não de 100% como no caso resulta! .