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Mais tarde, com o objectivo de melhorar a condição de vida e aumentar os rendimentos, o arguido optou por emigrar sozinho para a Alemanha, onde tinha familiares, acabando por permanecer neste país durante cerca de catorze anos; - no decorrer deste tempo, embora se deslocasse com frequência a Portugal, acabou por se separar do cônjuge, iniciar e manter um relacionamento afetivo temporário, com a avó materna de da ofendida, tendo nascido deste relacionamento duas filhas, com as quais não manteve uma relação de proximidade, por se encontrar a residir na Alemanha; - durante a permanência naquele país, o arguido manteve ocupação laboral como empregado fabril e na restauração, tendo iniciado um relacionamento afectivo com uma portuguesa, também ela emigrada na Alemanha, e com a qual veio a contrair matrimónio, mantendo ambos uma vivência conjunta de cerca de 26 anos, que terminou com o falecimento daquela.