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3 n 1 da Lei de Asilo, o ora recorrido procedeu à determinação do Estado-Membro responsável pela análise do pedido de asilo, procedimento regido pelo art.. 3 e seguintes da Lei 27/2008, de 30 de Junho Lei de tendo, no âmbito do mesmo, sido apresentado, aos 25/03/2019, pedido de retoma a cargo às autoridades dinamarquesas, que culminou com a aceitação, aos 06/04/2019, por parte das referidas autoridades;  3 Consequente e vinculadamente, por despacho da Diretora Nacional do ora recorrido, proferido aos 08/04/2019,, nos termos dos art.s 1-A n. 1 e 3 n. 2 da citada lei, foi o pedido considerado inadmissível e determinada a transferência do requerente para a Dinamarca, Estado- Membro responsável pela análise do pedido de Asilo nos termos do citado regulamento, motivo pelo qual o Estado português se torna apenas responsável pela execução da transferência nos termos dos art.s 2 e 3 do Regulamento de Dublin;  4 O ora recorrido deu início ao procedimento especial de determinação do Estado responsável pela análise do pedido de asilo, que culminou com o apuramento de que essa responsabilidade pertencia à Dinamarca cf.