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"O requerido foi trabalhador da ora requerente;  Por carta registada com aviso de recepção, datada de 18de Outubro de 2017, o ora requerido promoveu a resoluçãodo contrato de trabalho celebrado entre ambos, comfundamento na falta reiterada do pagamento daretribuição;  O ora requerido intentou, no Juízo de Trabalho deValongo, a supra mencionada acção judicial, no âmbitoda qual peticiona a condenação da ora requerente nopagamento de créditos laborais emergentes da resoluçãodo contrato de trabalho acima referido:  A ora requerente cessou a sua actividade para efeitosfiscais em Dezembro de 201” Com relevância para a decisão da causa da acção de insolvência, não se provou que:  "A ora requerente deve ao ora requerido a quantia globalde 4801,92€, que se discrimina da seguinte forma:  3655,00€, a título de indemnização calculada combase na retribuição e antiguidade;  796,50€, a título de retribuições referentes aosmeses de Junho a Outubro de 2017;  726,50€, correspondente aos proporcionais dosubsídio de Natal do ano 2017;  446,92€, correspondente aos proporcionais dasférias e subsídio de férias do ano de 201” Pelo douto Tribunal Judicial da Comarca do Porto, no Juízo de Comércio de Santo Tirso, foi decidido o seguinte: "A. Julgar improcedente, por não provada, a presente acção e, em consequência, absolver a ora requerente do pedido de insolvência formulado pelo ora requerido; B. Julgar improcedente o pedido de condenação do ora requerido como litigante de má fé.”.