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Aliás, como acima dito, o Tribunal nesta parte ficou convicto que o ofendido João Meirelles sequer sabia qual era a profissão do aqui arguido à data dos factos, não tendo feito alusão à mesma no Ginásio, mas ainda que assim não se entenda, também não se afigura que pelo simples facto de alguém numa discussão particular fazer alusão à categoria profissional da pessoa a quem se dirige, quando a discussão tem origem em motivo alheio à mesma, legitime ou seja razoável que o seu destinatário, só por tal e conhecendo o real motivo da discussão procure antes causas remotas hipotéticas ligadas à sua profissão para tal actuação em detrimento do motivo actual e concreto uma disputa de pesos durante o exercício de uma actividade lúdica) que gera o desentendimento na hora dos factos, o que não é credível.