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730 do Ao invés, o acordo estabelecido quanto à futura partilha, a operar depois do divórcio, revela que cabia ao A. adiantar à R. uma quantia reportada ao diferencial entre o valor de bens imobiliários, comprometendo-se ainda a liquidar o empréstimo hipotecário contraído por ambos para aquisição dos imóveis destinados ao A.  Ora, a par do teor do contrato, nada foi alegado pela R., nem resulta provado de qualquer modo pela observação dos elementos que constam dos autos, que aquele contrato-promessa de partilha importe para o A. prestações desproporcionais relativamente ao que lhe seria devido ou que tenha sido determinado por algum motivo obscuro que se tenha revelado prejudicial para a R.   A situação dos autos corresponde precisamente a uma das que foram configuradas como válidas por Guilherme de Oliveira, na RLJ 129, p. 287 "o contrato-promessa prevê quais são os bens que vão integrar cada uma das meações quando se fizer o contrato prometido, depois da dissolução do casamento”), levando-o a concluir que "supondo que respeita a regra da metade imposta pelo art.