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24- Não foi fixado prazo, mas o , comprometeu-se a restituir a referida importância ao A. logo que este a solicitasse ou assim que aquele tivesse possibilidade económica para lha restituir, e a pagar-lhe juros à taxa legal; 25- Nos anos que se seguiram, o falecido, referindo-se aos mencionados dois empréstimos que o A. lhe fez no ano 2001, foi confidenciando ao A. que não estava "esquecido” da "divida” que tinha para com este, mas que tinha muitos problemas pessoais e familiares, alguns dos quais também lhe confidenciou, e que lhe acarretaram muitos outros problemas e até dificuldades sérias em termos económicos, 26- e que, por isso, não tinha condições para lhe conseguir restituir os valores dos empréstimos e pagar os juros devidos.