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Já o mesmo não podemos dizer quanto à violação deste princípio quanto ao valor considerado para os objectos furtados, e que conforme supra exposto são de valor não apurado, porque estendendo-se aquele princípio a todos os factos relevantes para a decisão que, apesar de toda a prova recolhida, não possam ser subtraídos à dúvida razoável, face ao supra exposto, a dúvida sobre aquele valor impõe que se considere o mesmo como diminuto, o que nos termos dos artigos 210 n 2 alínea e 204 n. 4, implica a desqualificação do crime cometido, tendo que ser considerado que o recorrente cometeu um crime de roubo previsto no n. 1 do art.