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Como resultado da parcial procedência da impugnação da decisão da matéria de facto efetivada neste recurso, no tocante à materialidade fáctica que servia de pressuposto a tais pretensões ficou apenas provado que:  - Após o incêndio, a 2 A. tomou de arrendamento o prédio sito na Avenida de ... n. ..., pela renda mensal de € 550,00 facto provado n.. - Em rendas vencidas, a 2 Autora já liquidou a quantia de € 550,00 cinco e quinhentos facto provado n..  Mas não ficou provado que: - O supra referido prédio n. .. é destinado a instalação e funcionamento da sua sede e ao exercício da sua atividade facto não provado n.. - A 2 Autora pretendia ocupar o prédio n. .. como sede da sua actividade, facto que se tornou impossível em virtude do incêndio facto não provado n.. -  O arrendamento do prédio sito na Avenida de ... n. ..., tornou-se necessário para a 2 A. continuar a desenvolver a sua atividadefacto não provado n.. Com ressalta da enunciada matéria fáctica, não só não se provou que o prédio n. ... estava alocado à actividade societária da 2 A., assim como que, em consequência do incêndio, para poder continuar a desenvolver a sua actividade, careceu aquela de arrendar um prédio pela renda mensal de € 550,0 Provou-se tão só que, após o incêndio, a 2 A. tomou de arrendamento o indicado prédio e que, a título de rendas vencidas, liquidou já a quantia de € 550,0 Dos concretos factos apurados não decorre que a celebração desse contrato de arrendamento tenha relação causal com o sinistro discutido.