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Alegou também o réu ter suportado com a aquisição da moradia em causa, o valor de € 986,02 referente ao pagamento do Imposto de Selo e de IMT; ter realizado uma transferência no valor de € 000,00 para uma conta conjunta de autora e réu no dia 102012, para pagamento de despesas da casa; ter realizado outra transferência no valor de € 000,00 para a mesma conta no dia 102012, igualmente para pagamento de despesas; ter pago ainda as prestações do empréstimo para aquisição da casa até Maio de 2015, num valor total de € 1555,04; e, por último, ter realizado obras no sótão da casa em 2014, nas quais despendeu a quantia de € 150,0 Mais alegou o réu que a autora, antes da propositura da presente ação acordou consigo que este continuaria a habitar o imóvel em causa nos autos mediante o pagamento de uma contrapartida, tendo assim direito a usar a casa uma vez que é seu legítimo possuidor estando ainda a pagar um encargo pela mesma.