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De resto, como se retira da fundamentação da matéria de facto vertida na sentença recorrida, em torno do depoimento da testemunha APSC, que afirmou ser Presidente da Comissão Regional de Avaliação, a mesma referiu que conhece o prédio cuja avaliação vem impugnada, " mas que, todavia, não participou na medição para efeito de avaliação, que foi feita pelo perito regional e que perante as diferenças de áreas entre a primeira e segunda avaliação, bem assim, da apresentada pelo impugnante optou pela medição efetuada pelo perito que lhe terá afirmado que mediu o projeto integralmente com uma régua, e não sabia afirmar, em concreto, quais as áreas de cada um dos elementos que contribuíram para as apuradas áreas brutas dependente e privativa.” Ora, para o Impugnante poder aceitar, ele próprio, a introduzida alteração de áreas, era fundamental que conhecesse os fundamentos para que tal assim tenha sido prosseguido, o que, como resultou provado na sentença recorrida, assim não aconteceu.