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Note-se que os autores tinham perfeita consciência da repercussão da constituição de uma servidão non aedificandi que eventualmente onerasse o seu prédio sobre a sorte da pretensão urbanística que tinham em curso nos serviços do  R., caso o referido prédio estivesse abrangido pela servidão non aedificandi estabelecida para o "IC2 – Coimbra/ Oliveira de Azeméis” como se conclui da precaução e diligência que tiveram em promover junto da Administração Municipal, antes de procederem ao levantamento do alvará de loteamento, para que os competentes serviços do  Réu instassem o  Réu a informar se o prédio em causa estava ou não abrangido pela dita servidão non aedificandi, por forma a não incorrerem nos custos inerentes à constituição da garantia bancária que teriam de apresentar para que fosse emitido o alvará, quando, a confirmar-se, estariam proibidos de construir.