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Vejamos, atendendo unicamente à matéria de facto que foi julgada provada pelas instâncias e não a juízos conclusivos que não a têm como suporte e seguindo a ordem por que foram analisados no acórdão recorrido, tendo em consideração igualmente a alegação do autor em sede de petição inicial: Alega o autor que é possuidor e legítimo proprietário de um prédio urbano composto de casa com seis pavimentos com dependência, sito no Largo dos ........., freguesia da Sé, município do Porto; mais concretamente, situado no ......... na cidade do Porto, o qual foi alvo de intervenção urbanística reabilitação com vista à resolução dos problemas de degradação física e funcional no ......... a cargo da entidade demandada, sendo que, e por causa daquela mesma intervenção, foi expropriado numa parcela do prédio de que é proprietário com carácter de urgência e posse administrativa imediata, a qual corresponde à parcela  da Unidade de Intervenção do .......... Mais alega que, por conta da operação urbanística implementada no ......... a qual ficou a cargo, na qualidade de empreiteira da obra, a sociedade B............, designadamente devido à intervenção nas parcelas ...... e ...... da operação urbanística, contíguas ao seu prédio e na parcela 36 – e por estas colocarem em risco a segurança do edifício e a própria integridade física dos seus habitantes – sofreu danos e prejuízos de natureza diversa.