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expostos supra, deve concluir-se que, no caso da notificação de liquidação se ter efectivamente concretizado na morada fiscal e residência de um dos cônjuges, tem de considerar-se notificado, do mesmo acto, e nos mesmos termos, o outro cônjuge, por maioria de razão tal se devendo verificar quando existe um domicílio fiscal comum a ambos os cônjuges.” Observando com rigor as alegações dos Recorrentes, como mencionámos, esta ideia de eficácia relativamente a ambos os cônjuges não parece ser questionada pelos Recorrentes, estando em causa a notificação de um acto de liquidação de IRS, referente ao ano de 200 Todavia, os Recorrentes continuam a afirmar neste recurso que a Recorrente mulher não foi notificada da decisão de indeferimento do recurso hierárquico e da reclamação graciosa.