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1 Nesta senda, o Recorrente discorda em absoluto do entendimento vertido pelo Venerando Tribunal da Relação, que revogou o Saneador Sentença na parte em que julgou procedente a exceção perentória de ilegitimidade substantiva, devendo, salvo e devido respeito por douto e diverso entendimento, a mesma manter-se porquanto as responsabilidades decorrentes da causa de pedir nos presentes autos não foram transferidas para o Recorrente, antes se mantendo na esfera jurídica do Banco Espírito Santo, S.A. 1 Note-se, ainda, que o Recorrido estriba a peticionada condenação do Recorrente na factualidade que alega nos art.s 1 a 22, 23 a 43 da p., a qual é manifestamente subsumível às deliberações do Banco de Portugal, designadamente) à Deliberação do Banco de Portugal de 3/8/2014 e 11/08/2014 considerando que: - excetuou de forma clara do âmbito da transferência do BES para o Novo Banco, S.A., "quaisquer responsabilidades ou contingências do BES, nomeadamente as decorrentes de fraude ou da violação de disposições ou determinações regulatórias, penais ou contra-ordenacionais” vide subalíneas, da alínea, do ponto , do Anexo 2 à deliberação do Banco de Portugal de 02014, na redação que lhe foi dada pela deliberação do mesmo Conselho de 102014) e determinou, no uso dos poderes que o RGICSF lhe confere, que as responsabilidades do Banco Espírito Santo, SA.