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Acordam os juízes da secção do Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo:  PE... – PARQUE EÓLICO DA .., SA, inconformada, interpôs recurso da decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela TAF de datada de 27 de Setembro de 2018, que julgou improcedente a impugnação deduzida contra a segunda avaliação de fixação do valor patrimonial tributário efectuada à torre eólica, aerogerador do parque eólico sito na freguesia do , no concelho de Montalegre, no valor de € 40710,0  Alegou, tendo concluído como se segue: A) Delimita-se o objecto do presente recurso à análise das seguintes questões jurídicas: ) Se os aerogeradores de parques eólicos são prédios na acepção do artigo  do ; ) Em face de eventual resposta positiva à questão anterior no que não se, se: a) Um aerogerador é um prédio classificável como urbano da espécie «outros» na acepção do artigo , n.s 1, alínea, e 4, do ; b) Se lhe é aplicável o método de avaliação residual previsto no artigo 4, n. 2, do , em detrimento do método de avaliação geral previsto no artigo 3 do ; ) Se o acto tributário impugnado padece do vício de falta de fundamentação.