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O que se encontra em causa com a obrigatoriedade de "comunicação integral” de modo a tornar "possível o seu conhecimento completo”, prevista no artigo 5 do 446/85, de 25 de Outubro, e com a sanção de "exclusão” do contrato prevista no n1 do artigo 8 do mesmo diploma, é assegurar o afastamento do conteúdo contratual das estipulações de que o aderente só tome conhecimento em momento ulterior ao da celebração do contrato  Dito por outras palavras: visando a exigência de comunicação integral a necessidade de assegurar à contraparte a possibilidade de uma tomada de conhecimento efetivo do respetivo conteúdo, só faz sentido exigir ao predisponente a prova da efetiva e adequada comunicação se o aderente, de algum modo, alegar ou invocar que, por se tratar de uma clausula sobre a qual não houve negociação prévia e por não lhe ter sido devidamente explicada, dela não chegou a ter conhecimento em momento prévio ou contemporâneo à assinatura do contrato.