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Na verdade, mostra-se apurado que: -em 09/7/2007 a Autora intentou uma acção de impugnação judicial no TAF do Porto, visando a declaração de ilegalidade de recurso a métodos indirectos para efeitos de liquidação, a qual foi autuada sob o n 1564/03BEPRT e concluiu pela impossibilidade da Administração Tributária recorrer a métodos indirectos, decisão que transitou em julgado em 06/2/2013; -em 15/07/2015 foi intentada acção pela Autora contra o Ministério das Finanças, que foi autuada sob o n 1879/17BEPRT e correu termos no TAF do Porto, tendo culminado com a absolvição da instância do Réu por falta de personalidade judiciária, decisão que transitou em julgado em 22/05/2017; -na acção referida em o Réu foi citado em 02/9/2015; -a presente acção foi intentada contra o Estado Português em 21/6/2017; -na presente acção o Réu foi citado em 29/6/201  Como é sabido, em matéria de prescrição rege o disposto no art 5 do Regime da Responsabilidade Civil Extracontratual do Estado e Demais Entidades Públicas, aprovado pela Lei 67/2007, de 31/12, que estabelece: "O direito à indemnização por responsabilidade extracontratual do Estado, das demais pessoas coletivas de direito público e dos titulares dos respetivos órgãos, funcionários e agentes bem como o direito de regresso prescrevem nos termos do artigo 49 do Código Civil, sendo-lhes aplicável o disposto no mesmo Código em matéria de suspensão e interrupção da prescrição”.