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Também no que respeita aos pontos 22 a 47 dos factos provados, não referem os recorrentes quais os concretos meios probatórios que impõe decisão diversa da proferida, limitando-se a dizer que, «no que concerne à questão da consignação em depósito das diversas rendas desde o ano de 2003 até ao ano de 2019, a mesma apenas foi efectuada à cautela, apesar de se considerar não serem devidas tendo em conta o regime da propriedade resolúvel) sendo certo que o Tribunal Aquo apreciou indevidamente esta matéria, no sentido em que considerou não se poder aplicar o supra identificado mecanismo uma vez que alega os RR não invocam qualquer circunstância passível de integrar os fundamentos que admitem a consignação em depósito».