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Alegam os Recorrentes o erro de julgamento quanto aos seguintes factos considerados não provados:  a)	O valor arrecadado com a venda mencionada no ponto 31, foi transportada para Portugal em numerário, em tranches de € 1000,00 por pessoa, pela Recorrente, sua família e outros emigrantes vindos da Venezuela entre 2014 e 20   Esta factualidade foi dada como não provada pelo Tribunal a quo porquanto "nenhum elemento de prova objetivo e fidedigno foi oferecido no sentido de comprovar que o montante alegadamente recebido pela Recorrente P... com a venda de imóvel na Venezuela foi trazido para Portugal em tranches de € 1000,00 pelos Recorrentes, a sua família e outros amigos ou conhecidos emigrados naquele país.