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Acordam os juízes da secção do Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo:   A., inconformado, interpôs recurso da decisão do Tribunal Tributário de Lisboa datada de 29 de Novembro de 2017, que julgou extinta a instância por impossibilidade superveniente da lide, na Oposição deduzida no âmbito do processo de execução fiscal com o n 324720130107708  Alegou, tendo concluído como se segue:  Face ao que ficou exposto e considerando:  A - Que o Oponente e ora Revertido se viu forçado a pagar a dívida exequenda e acrescido, sob pena de penhora em bens que a garantissem ou a ter de prestar garantia que suspendesse os correspondentes processos executivos;  B - Que ao optar por não prestar garantia bancária beneficiou dos "encargos” que pesariam sobre ela mesma;  - Que tinha apenas duas escolhas possíveis, ou pagar a dívida ou prestar garantia;  - Que a prestação de qualquer garantia que lhe fosse pedida, lhe acarretaria "encargos”, optou antes pelo pagamento, na firme convicção de que pagando, como pagou, o Tribunal a quo nunca extinguiria a instância, por impossibilidade superveniente da lide.