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1 O Tribunal a quo deu como provado nos pontos 23 a 32 e 34 factos provados da sentença que o Recorrente - proprietário e residente da fracção "AC”- negociou com o credor a entrega do imóvel que culminou na dação em pagamento, durante o período em que se separou da companheira e perdeu o seu emprego, a par de se sentir responsável pelos problemas que poderia vir a causar aos pais em virtude do incumprimento do contrato de mútuo, o que claramente indicia uma situação frágil e débil nas negociações face ao aqui Recorrido, e que consubstancia uma situação de abuso de direito e enriquecimento ilícito por parte da entidade bancária.