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1546, precisando que o problema oncológico do lesado provocou-lhe alterações a nível físico e psíquico; que a cirurgia a que foi sujeito, em Maio de 2011, foi depois da biopsia, em 202011; o problema arrastou-se por muito tempo e não foi fácil, foi no duodeno, o paciente andava mal e não se conseguia descobrir a causa, antes de 2010 ele começou a ter queixas digestivas, fez exames, em 2010/11 acentuou-se o problema o tumor do duodeno é raríssimo); psicologicamente ficou muito abalado, foi algumas vezes ao hospital, porque não se sentia bem, fez uma anemia, emagreceu; sentia-se mal, isso afetou as decisões dele, tinha muito stress, muita ansiedade, estava vulnerável, chegou a ter um desmaio numa cerimónia religiosa – e ainda pelos não menos importantes contributos de N, madrinha do filho da arguida B, que para a mesma trabalha desde 2007 no seu local de trabalho – na parte em que precisou que trabalhou na G de 2007 a 2011 altura da extinção da e na O a partir deste ano, nas funções de comercial vendiam publicidade, espaços publicitários, contactava os, a arguida  era a gerente; recordou que era a única com o nome  na empresa, eram umas 6 comerciais, só mulheres; admite ter preenchido um contrato relativo ao lesado, referente à comercial P talvez, porque preenchiam os contratos umas das outras ajudava nessa parte administrativa, nessa altura, devido ao excesso de trabalho com a inspeção das finanças que ocorria então); a P era quem tratava do cliente /lesado trabalhava ela em regime de part-time); que a arguida  teve uma gravidez de risco e a partir de outubro de 2010 deixou de lá ir, tendo a criança nascido em outubro de 2010 é dessa que é e voltou ao trabalho em finais de fevereiro de 2011; que na parte administrativa H substituiu a arguida ; lembrou que o contacto com os clientes era telefónico mas a própria não contactou com ; que a regra não se baseava na pressão do cliente e a fiscalização era feita pela gerente/arguida ; que o envio da proposta escrita fax ou era feito depois da aceitação da mesma telefonicamente pelo cliente e o pagamento só era feito depois de o cliente assinar o contrato, mas casos havia que pagavam porque antes de assinar o contrato contradição manifesta com as declarações da arguida , nesta matéria; que recebiam, na altura, para além do salário, cerca de 10% do valor de cada contrato que angariassem, sendo que quem recebia era quem angariava, não quem preenchia o contrato; que a correspondência era aberta pelo sector administrativo/gerência e se houvesse problemas eram chamadas, mas só cada uma envolvida com o cliente; que quando preencheu os 2 contratos relativos a  tinha ao lado as duas propostas assinadas pelo cliente – e H, prima da arguida  e trabalhadora da G desde 2008 a 2011 e depois da O até 2015 – na parte em que recordou que na G a arguida  era uma das gerentes eram 3, depois ficou só e a depoente trabalhava na parte administrativa, já era gerente só a arguida ; que esta esteve com gravidez de risco, sem ir à empresa, desde setembro de 2010 o bebé nasceu em dezembro e voltou em abril/maio de 2011?