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; - Assim, vindo agora com o presente recurso da Douta Decisão do Tribunal da Relação, em absoluta desconformidade com o seu Pedido Inicial na Acção Judicial que deu origem a tudo o que, entretanto, se processou;  - Está o ora Recorrente, salvo o devido respeito, a cair numa concreta situação de "Venire contra factum proprium”; Pelo que, em claro Abuso de Direito; - Não devendo pois, o Recurso de Revista apresentado, ser admitido, uma vez que a pretensão do recorrente configura Abuso de Direito; - Para além de mais inexistem os fundamentos de Facto invocados pelo Recorrente; Pois, embora seja verdade que o recorrente AA e o recorrido BB são cunhados e que quando, em 1995, constituíram entre si a sociedade Eduardo Marques &amp; Rosa, Lda, pretendendo distribuir o capital de forma igualitária, de modo que ambas as posições societárias fossem equiparadas; Almejando manter uma sociedade de cariz familiar; - Já não é verdade que pretendessem vedar a entrada de estranhos na sociedade, obrigando ao consentimento do sócio não cedente, dado que uma vez que os sócios se não entendem entre Si, haverá necessidade da interposição de uma outra pessoa – como gerente – Doutro modo e como tem acontecido um dos Sócios é "Rei e Senhor” como único Gerente e o outro Sócio é, simplesmente, ignorado;  .