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No que concerne à adequação da ameaça para provocar medo ou inquietação, ou para prejudicar a liberdade de determinação, é de salientar, como bem refere Taipa de Carvalho, que é "objetivo-individual: objetivo, no sentido de que deve considerar-se adequada a ameaça que, tendo em conta as circunstâncias em que é proferida e a personalidade do agente, é suscetível de intimidar ou intranquilizar qualquer pessoa critério do "homem comum”); individual no sentido de que devem relevar as características psíquico-mentais da pessoa ameaçada relevância das sub – capacidades do ameaçado”).”   In casu, como decorre do texto da acusação deduzida pelo P., estão em causa mensagens escritas enviadas pelo arguido ao assistente através de telemóvel em que, além do mais, lhe disse que sabia onde parava à noite para tomar café e que não era por ser grande que lhe tinha medo e que fosse ter onde quisesse que levava uns amigos.