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Por outro lado, também é dado como provado em virtude de que a causa da não celebração da venda angariada pela recorrida, através da outorga da compra e venda definitiva, apenas é imputável ao recorrente e à sua mulher, uma vez que, estes optando por violar positivamente o contrato-promessa e, consequentemente, o contrato de mediação imobiliária, alienaram voluntariamente o imóvel a outrem, transferindo, desde modo, para terceiros a propriedade do mesmo; 12 - Não logrando, pois, o recorrente demonstrar o contrário;  13 - Quanto à questão do contrato-promessa levantada pelo recorrente, que salvo o devido respeito e melhor opinião, anda à "deriva" nas suas alegações, o que faz crer que o mesmo "ataca" em todas as direcções sem ter um "fio condutor" no seu articulado;  14 - Quanto à questão do certificado energético, sempre se dirá, que o recorrente deveria, sim, estar mais preocupado em agendar com a autora dia e hora para a avaliação do imóvel pelo banco;  15 - Em conclusão, cita-se, por oportuno, o que muito bem refere a sentença ora em crise:   "Por outro lado, economicamente, este negócio foi-lhes recorrente e mais vantajoso, pois que, caso dessem cumprimento contrato-promessa, receberiam a quantia de 6500,00€, mas teriam que pagar à mediadora o montante e 765,00€, o que traduz num negócio com um encaixe líquido de 6735,00€ ao passo que o negócio celebrado com a referida Y, Ld.