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, p. 9 "Trata-se de um dever que releva no domínio da vontade, diferentemente do que sucede com a inaptidão ou imperícia que se inscrevem na esfera da capacidade natural física ou psíquica) do trabalhador e da sua capacidade técnico-profissional” – Jorge Leite/Coutinho de Abreu, Colectânea de Leis do Trabalho, p. 6 O grau de diligência deve aferir-se pelo critério do trabalhador normal colocado na situação concreta, sendo "que este critério objectivo de normalidade se deve temperar com elementos subjectivos, já que o grau de diligência exigível pode variar em função de factores individuais, como a idade, a experiência, a fadiga, etc.”.