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Alegou, em síntese: foi abordada pelos dois primeiros Réus, que representariam um investidor interessado na aquisição do activo e do passivo da A.; foi indicado à A. a pessoa do 3 Réu, o qual adquiriria uma das quotas da A. e indicaria quem poderia comprar outra quota e que assumiria a gerência da A.; o 3 Réu assumiu a gerência da A., seguindo instruções dos 1 e 2 Réus; em 102014, os sócios da A., J e, outorgaram um contrato-promessa de cessão de quotas em que o primeiro declarou prometer ceder uma quota ao 3 Réu e a segunda declarou ceder uma quota à própria sociedade A. ou a terceiro que o mencionado Réu viesse a indicar; em 12014, o 3 Réu, representando a A., vendeu imóveis desta ao 4 Réu pelo preço de € 83 000 e pela entrega de uma viatura Mercedes, de matrícula  ...) , à data propriedade do 7 Réu e que, posteriormente a essa data, passou da propriedade da 8 Ré para o 6 Réu; nesse mesmo dia, os mesmos prédios foram vendidos pelo 4 Réu à 5 Ré; estes negócios padecem dos "vícios” indicados na petição inicial p..  Por despacho de 32015, depois de se haver ponderado «que poderá vir a concluir-se que a Autora terá legitimidade para deduzir os pedidos que têm por objecto os imóveis identificados nos autos vide art.s 286 e 242 do, mormente sob a égide da simulação, já não nos parece que tenha essa mesma legitimidade no que respeita aos pedidos que se prendem com o contrato promessa de cessão de quotas»1, foi decidido: «) nos termos dos artigos 590, n. 2, al., e 6, n. 2, do CPC, convida-se os AA a, sob pena de ilegitimidade, fazer intervir nos autos, do lado activo, J e».