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Findos os articulados, foi proferido despacho sanador que:  A) fixou à causa o valor de € 30 000,01;  B) fixou como objeto do litígio "o reconhecimento do direito dos Autores à agua de nascente existente no prédio dos s Réus e da existência de uma servidão de aqueduto sobre os prédios dos Réus, havendo que, em sede de audiência final, apurar:  - se existe água na mina;  - se a falta de água no prédio dos Autores se deveu à intervenção dos os Réus, por alteração do aqueduto existente, tapando a zona da base da mina com um murete e, na afirmativa, quais as obras necessárias;  - quais as obras necessárias para a reposição da água no prédio dos Autores e qual o seu valor;  - se o direito à utilização da água dos Autores se extinguiu pelo não uso.”  ) determinou "a realização da perícia, cujo objeto não se entende ser impertinente ou dilatório, fixando-se como quesitos:  - qual o estado atual da mina e encanamentos;  - qual a causaexistência da água no prédio dos Autores;  - quais as obras realizadas no prédio dos Réus que pudessem ter impedido a passagem da água e, na afirmativa, quais as medidas necessárias – e o seu custo – para que a água dos Autores volte a aceder aos seus prédios.”  Foi junto aos autos o relatório pericial no qual o Sr. perito respondeu aos quesitos formulados nos seguintes termos:  "a) "qual o estado actual da mina e encanamentos;"  De acordo com o descrito no ponto anterior não foi possível aceder ao interior da mina, por ausência de condições de segurança no poço de inspecção e porque a mesma não é acessível a partir da caixa de visita.