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que a sentença seja substituída por douto Acórdão onde venha a ser entendido que cada um dos aerogeradores constitui unidades autónomas que fazem parte do Parque Eólico, podendo ser inscritos na respectiva matriz por serem realidades tributadas na acepção do conceito de prédio, previsto no artigo 2 do , mantendo-se, em consequência, a inscrição oficiosa na matriz daquelas realidades físicas. . Assim, Como sempre farão / Excelências a acostumada JUSTIÇA. . A recorrida apresentou contra-alegações que sintetizou com a formulação das seguintes conclusões  A sentença recorrida não merece qualquer reparo ao ter considerado que os aerogeradores e a subestação não têm per se autonomia funcional que permita que sejam destacados da estrutura em que estão inseridos e portanto inexiste o elemento económico para que se possa considerar, isoladamente, um aerogeradores como "prédio" para efeitos de   Veio já o Supremo Tribunal Administrativo, por intermédio do Acórdão de 15 de março de 2017, proferido no âmbito do Processo n. 0140/15 responder à questão decidenda nos presentes autos, decidindo-se pela inexistência de elemento económico quanto aos aerogeradores.