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Processo n. 3733/21TBCBR Acordam na  Secção Cível do Tribunal da Relação de Coimbra R e A, casados, residentes, requereram a adopção plena de T, com a consequente revogação do apadrinhamento homologado em 13-02-2020, bem como a alteração do nome da menor para T. Para o efeito alegaram, em síntese:   Em 28-10-2013, o tribunal de Família e Menores de Coimbra aplicou a medida de acolhimento institucional aos irmãos T, nascida em 18-10-2002, A, nascido em 17-08-2004, e nascida em 8-12-2007 processo n. 567/13TMCBR);   Por decisão de 30-11-2015, no âmbito do processo de promoção e protecção n. 567/13TMCBR, foi aplicada a medida de confiança a instituição aos três menores, com vista a futura adopção;   Em 29-12-2017 foi proposta pelos Serviços da Segurança Social, a alteração da medida de confiança com vista a futura adopção, aplicada à menor T, para a medida de acolhimento residencial, o que veio a suceder em 19-01-2018;   Porém, em 16-10-2018, os três irmãos,, A, foram confiados aos requerentes num processo que culminou com a adopção do A e da apenas, dada a medida formal que recaía sobre a T na altura;   Não obstante a Tsempre foi assumida pelos requerentes em conjunto com os irmãos, e sempre tendo em vista a futura adopção plena, não apenas das duas crianças mais novas, mas sim das três;   Ao contrário do que sucedeu com os irmãos aquando da sua confiança aos requerentes, apesar de a T ainda ter 15 anos, não foi formalmente confiada;   Os requerentes sempre mantiveram relativamente aos três irmãos, igual confiança, permanente e exclusiva, e de pleno conhecimento do tribunal, pois todos os reportes da segurança social eram actualizados relativamente ás 3 crianças;   O facto de T não ser incluída no processo de pré-adopção foi sendo justificado pelos serviços da segurança social com o argumento de que a T já não tinha medida de adoptabilidade;   Aliás, a T foi apresentada aos requerentes na fase pré-adoptiva, como a irmã mais velha do A e crianças que foram propostas à adopção), que iriam permanecer na instituição onde viviam os três, por já não ser possível adoptá-la; 1Todo este movimento processual assentou na confiança de que quer a segurança social, quer o próprio tribunal estariam a garantir os aspectos formais que melhor salvaguardariam o superior interesse das crianças e, neste caso particular, da, pois num processo tão exigente do ponto de vista mental e emocional, os requerentes acabaram por delegar a questão judicial para momento ulterior; 1Apesar de os requerentes não serem candidatos nem se encontrarem inscritos na rede nacional do apadrinhamento , todo o processo foi desenvolvido a partir dali, suprindo essa lacuna formal; 1Sem prejuízo, foi-se acumulando a preocupação relativamente à situação jurídica da, pois se a mesma era mantida pelo tribunal em acolhimento residencial, como poderia encontrar-se confiada aos requerentes 24 horas por dia sem qualquer validação judicial, como de facto acontecei durante oito meses até 18-06-2019)?