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No que respeita, designadamente, ao decurso das reuniões, cabe ao presidente: – declarar aberta a sessão: um ponto formal importante para esclarecer todos os presentes de que se está perante um órgão social coletivo em funcionamento, que pode deliberar; a sessão deverá iniciar-se sem atrasos, respeitando a hora indicada na convocatória; – permitir um período antes da ordem do dia: serão dadas informações ou trocadas impressões sem qualquer conteúdo deliberativo; esta hipótese deve ser evitada ou deve surgir muito parcimoniosa, particularmente nas reuniões ordinárias, sob pena de comprometer o tempo útil para discussões; – conceder a palavra ao conselho de administração: em regra, este é o primeiro a pronunciar-se, explicando a situação da sociedade e dando um apanhado do seu relatório; – seguir a ordem do dia, de modo adequado: introduzindo alterações na sequência dos pontos em discussão, quando conveniente; – admitir novos pontos ausentes da ordem do dia, no caso de a lei o permitir ou de, tratando-se de uma assembleia universal, todos os sócios concordarem; – organizar e conduzir a discussão a propósito de cada ponto; – colocar à votação os pontos que entenda estarem devidamente esclarecidos e discutidos; – determinar o modo de votação: braço no ar, sentados e levantados, nominal, escrutínio secreto ou outros; – verificar, a propósito de cada votante, o seu direito e a regularidade dos votos; – determinar "suspensões normais” da assembleia 387/1), designadamente para conversações entre acionistas, para café ou para refeições curtas; embora a lei não ponha limites, afigura-se que tais pausas não deverão exceder os 30/60 minutos, não pondo em causa a conclusão dos trabalhos; – apurar o resultado de cada votação e proclamá-lo; – admitir contraprova, em caso de dúvida, repetindo a votação; – declarar a reunião encerrada: de novo um ponto formal importante, para que todos se apercebam de que não haverá mais deliberações possíveis.