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60/2 do CPC, não se podendo confundir tais "questões” com razões, argumentos ou motivos invocados pelas partes para sustentarem e fazerem vingar as suas posições, ou seja, "só a omissão da abordagem de uma qualquer questão temática central integra vício invalidante da sentença, que não a falta de consideração de um qualquer elemento da retórica argumentativa produzida pelas partes” Temos pois que o que se suscitou, na apelação, sobre o que se julgou como provado na  Instância) sobre as dívidas de subsídio de alimentação e sobre as dívidas à Segurança Social e à Autoridade Tributária, pode/deve ser integrado na questão central de haver ou não factualidade suficiente para decretar a insolvência, questão esta que foi expressamente abordada no acórdão recorrido, em que, tendo em vista a apreciação de tal questão, se alinham, além dos factos respeitantes às quantias/dívidas de subsídio de alimentação e às quantias/dívidas à Segurança Social e à Autoridade Tributária, outros e diversos factos não colocados em crise, designadamente: )  Na situação vertente, resulta da factualidade dada como assente, nomeadamente, que: - A requerida não procedeu ao pagamento dos salários referentes aos meses de Fevereiro, Março, Abril, Maio e Junho de 2020, cujo vencimento era no último dia do respetivo mês, bem assim subsídio de férias de 2019 e 2020 e diuturnidades. )