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Aquilo que a apelante alega e pretende é que, como também já defendera na contestação, em face das circunstâncias apuradas, se julgue improcedente o pedido de declaração de nulidade do negócio por vício de forma com base no abuso de direito art 334,, hipótese na sentença refutada a partir das seguintes considerações nela vertidas:  "Porque de conhecimento oficioso, faz-se aqui uma brevíssima alusão à questão do abuso de direito na invocação desta nulidade, nos termos do artigo 334, do – "É ilegítimo o exercício de um direito, quando o titular exceda manifestamente os limites impostos pela boa fé, pelos bons costumes ou pelo fim económico ou social desse direito.”.