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; - e também a de informarem o tribunal e o fiduciário de qualquer mudança de domicílio ou de condições de emprego, no prazo de 10 dias após a respetiva ocorrência, bem como, quando solicitado e dentro de igual prazo, sobre as diligências realizadas para a obtenção de emprego al.. Justificando esse incumprimento escreveu-se na decisão recorrida que " por inúmeras vezes, não foi possível notificar com sucesso os insolventes nem estabelecer contacto atempado com os mesmos a fim de alertar para o facto de ter de entregar documentos referentes aos seus rendimentos.” "Acresce que, conforme o fiduciário veio esclarecer atempadamente nos autos, a entrega de rendimentos em contexto de "exoneração do passivo restante” é uma entrega voluntária dos devedores, sendo aos mesmos que cabe diligenciar pelo bom cumprimento de tal obrigação, e actuar de boa-fé durante o legal "período de cessão”, não se tratando aqui de qualquer sucedâneo de "penhora” ou de apreensão de vencimentos, em razão do que não tem qualquer cabimento legal a pretensão deduzida e a pseudo-justificação pretendida introduzir para a não entrega dos valores em no sentido de o fiduciário, junto das entidades patronais, tratar de canalizar o rendimento disponível para conta aberta em nome da fidúcia.” "Assim, não procederam, como deviam e estavam obrigados, à entrega ao fiduciário do rendimento disponível que auferiram durante os 5 anos de período de cessão, certo que lhes foi deferida, por inúmeras vezes, a pretensão que solicitaram no sentido de lhes ser concedido prazo adicional para pagamento em prestações do valor apurado como estando em falta.” Ora, no tocante à alteração da residência dos insolventes há a reconhecer que da mesma foi dado atempado conhecimento nos autos conforme se alcança de fls.