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Ora, atenta a realidade demonstrada, e que se dá por reproduzida, na ausência de qualquer causa que justifique a conduta ou exclua a censurabilidade do arguido, impõe-se concluir que o arguido, em autoria material e na forma consumada, e em qualquer das modalidade de acção supra referidas, concretizado em tantos actos de execução quantos os cheques falsificados, actos de execução da mesma e única resolução criminosa atento caracter ininterrupto e homogéneo da execução e a manutenção do contexto que determinou a resolução inicial e única), praticou um crime de falsificação de documento, previsto nos termos do artigo 256, n.1,,, e, e n.3, do Código Penal e punível, em alternativa, com pena de prisão de seis meses a cinco anos ou pena de multa de 60 a 600 dias.