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1, 1, e nos artigos 1 e seguintes e 1 da Lei n. 67/2007, de 312, e que deviam ser objecto de discussão, após audiência prévia e despacho saneador, que foram omitidos, com violação do disposto nos artigos 8-A, 8 do P.T.A e 19 do P., ferindo assim de nulidade a sentença recorrida.”, e que devia assim o Tribunal a quo ter determinado a realização de Audiência prévia a fim de aí "ser determinado o objecto do litígio, com indicação dos temas de prova em relação aos factos dos artigos 4 a 28 da petição”  Assim, sempre não assistiria razão alguma ao Recorrente, desde logo porque não cumpriu o mesmo com o seu ónus a que se reporta o artigo 64 do CPC, de indicar a este Tribunal de recurso quais eram os factos que no seu entender, tendo sido por si alegados na Petição inicial e não tendo sido considerados pelo Tribunal a quo seriam determinantes de uma diversa interpretação da  matéria de facto e dessa feita de uma diferente subsunção que a eles seria feita face ao direito convocado pelo Tribunal a quo.