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Acresce, ainda, que pela localização do muro no alinhamento do último degrau, é inverosímil que a condutora do TI circulasse com a lateral encostada ao mesmo, particularmente quando a largura da via corresponde a 4 metros, única hipótese que podia explicar que a Autora fosse atingida pelo retrovisor enquanto aguardava parada nesse local, versão que é desmentida pelo auto de participação do sinistro na medida em que não contém qualquer menção de danos no TI que teriam de existir na lateral, em consequência de raspagem no muro ou, de acordo com versão da perda de controlo para a direita, necessariamente, na frente à; nessa medida, se concluiu que a demandante se encontrava fora do alinhamento do muro, já posicionada no asfalto, como ficou a constar do ponto da fundamentação de facto.