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Concomitantemente, considerou o Tribunal a quo, que "Nestes termos, acompanhamos a decisão recorrida quando ali se diz que: "o os factos descritos evidenciam no seu conjunto que o oponente exerceu funções de gerente nos anos de 2006 a 200 Pelo que, com base neste pressuposto da reversão não pode deixar de ser responsabilizado pelas dívidas constituídas e cujo prazo de pagamento terminou naquele horizonte temporal, nos termos do n 1 do art.24 da LGT, julgando improcedente este fundamento de recurso.” E) Contrariamente, ao entendimento vertido no douto acórdão pelo Tribunal a quo, no caso vertido nos presentes autos, não se encontram reunidos os pressupostos da reversão da execução fiscal.