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Ora, a omissão primeiramente referida resposta ao quesito 1) foi sanada, na primeira instância, a fls 1061, por despacho datado de 12016, tendo como tal sido considerada no acórdão desta Relação proferido em 1201 E, quanto à contradição entre a resposta ao quesito , vertida no facto n. 15 da sentença, e a fundamentação das respostas aos quesitos  e , assim como contradição entre a resposta positiva ao quesito  e o dispositivo, esta Relação pronunciou-se no mencionado acórdão proferido em 12018, ajuizando que efetivamente a sentença recorrida padecia de vício que obrigava à sua anulação, a fim de que o tribunal a quo realizasse audiência final para repetição da prova quanto à matéria do quesito  e consequente fundamentação, sem prejuízo da apreciação de outros pontos da matéria de facto, com o fim de evitar eventuais contradições, proferindo-se em seguida nova sentença nos termos legais.