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3 Cf., neste sentido, a título exemplificativo, o acórdão da Relação do Porto de 10-03-2003, proferido no processo n. 0152781 relator: Fernandes do, de cujo sumário se extrai o seguinte: "A falta de registo da deliberação de renúncia à gerência de um sócio de uma sociedade por quotas não impede que ele deponha como testemunha numa acção em que a sociedade seja parte”; o acórdão da Relação do Porto de 14-06-2004, proferido no processo n. 0410068 relator: Sousa, de cujo sumário se extrai o seguinte: "O sócio gerente que tenha sido destituído da gerência não pode prestar depoimento de parte, apesar de aquela destituição ainda não ter sido objeto de registo”; o acórdão da Relação do Porto de 28-09-2006, proferido no processo n. 0634627 relatora: Ana Paula, no qual se considerou o seguinte: ") haverá de apurar-se, na altura do depoimento, quem efectivamente representa essa pessoa colectiva, não tendo qualquer importância, para verificação de inabilidade legal para depor como testemunha a circunstância de, em momento anterior, mesmo na pendência da causa, ter sido a pessoa singular que vai prestar depoimento representante legal da pessoa colectiva.