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Passando agora à premissa que o Banco de Portugal terá levado os Autores a acreditar "de modo inteiramente legítimo” que jamais seria posta em causa a sua "disponibilidade sobre a referida poupança”, ignora o ora Recorrente em que parte dos autos ou da sentença vem enunciada e dada como provada a existência de comportamentos seus que lhes tenham criado qualquer confiança ou expectativa de que os seus investimentos "jamais seriam postos em causa”; 	Nem sequer o Banco de Portugal adoptou qualquer conduta que pudesse levar os Autores a acreditar que os seus créditos se teriam transferido do B para o  Banco; 	Na verdade, como resulta das subalíneas e da alínea do Anexo 2 da Medida de Resolução e da sua clarificação de 11 de, transcritas nestas alegações, é manifesto que a posição jurídica que os Autores porventura detivessem sobre o B não se transferiu para a esfera jurídica do banco de transição, o  Banco, logo desde 3 de Agosto de 2014; nn.