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Quanto ao requisito, "periculum in mora”), entendeu o Tribunal a quo, mais uma vez erradamente, que não se verifica, referindo, e tão só, "o certo é que não lograram provar, desde logo, o periculum in mora”, sem se debruçar, discernir ou o fundamentar, apenas valorando e com ênfase o vertido no já referenciado item 38, que "A "vozanheira” e o passador de ligação e regulação de água da Poça da ... para os prédios dos requerentes foi reposta pelo requerido no dia 01 de Junho de 201”  1 Resulta, além do mais, dos factos indiciariamente provados que no dia de Carnaval – 12018 – a água deixou de correr para o prédio dos Requerentes, tendo constatado que o requerido marido havia cortado a ligação e passagem de água; antes de tal situação, concretamente no dia 22018, pela manhã, o Requerido marido, retirou a ligação dos tubos junto à poça que conduziam a água para os prédios dos requerentes, incluindo para a casa de habitação; confrontado sobre o sucedido, referiu que também ia retirar as mangueiras; foi ainda alertado de que a primeira requerente tinha a caldeira de aquecimento ligada e que a falta de água podia "rebentar” a mesma, ao que o mesmo respondeu, dizendo, "meta outra”.