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Efectuadas as diligências probatórias, a Meritíssima Juíza "a quo” proferiu sentença julgando totalmente improcedente a impugnação, considerando que a administração tributária havia carreado factos suficientemente indiciadores da falsidade das facturas e que a prova testemunhal e documental carreada para os autos pela Impugnante não teve a "... virtualidade de contrariar ou mesmo abalar a credibilidade dos indícios recolhidos pela AT e não sendo possível a este Tribunal descortinar a veracidade das operações subjacentes às facturas desconsideradas, improcedem os alegados vícios de fundamentação, de violação do ónus da prova e de violação de lei.” A impugnante discordou de tal julgamento e interpôs recurso para este TCA que, por Acórdão de 20 de Dezembro de 2013 julgou parcialmente procedente o recurso e determinou a revogação da sentença recorrida na parte em que julgou improcedente a impugnação judicial no tocante às correcções da matéria tributável por desconsideração das facturas emitidas por GM – Comércio por Grosso de Sucatas e Desperdícios Metálicos, Lda., RM, Comércio por Grosso de Sucatas, Lda., - Comércio de Sucatas Unipessoal, Lda., AM – Desperdícios Metálicos e Demolições, Lda.