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A desaplicação implícita da norma revogatória constante do artigo 21 da Lei n. 83- /2013 e o regresso, assim viabilizado, ao regime anteriormente consagrado n. 2 do artigo 3 do EBF, em todas as suas dimensões aplicativas, tomam-se, pois, evidentes, constituindo um elemento imprescindível do iter lógico-argumentativo implicado na solução com base na qual o tribunal recorrido decidiu «anular a liquidação de IRC respeitante ao exercício de 2014, na parte em que não foram deduzidos os encargos financeiros suportados, nos exercícios de 2003 a 2013, com a aquisição de partes de capital, ainda detidas em 31 de dezembro de 2013, pelas sociedades.