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, n. 1 do, pelo que só foi admitida a sua intervenção enquanto Demandante Cível; 	Atentando que, in casu, a Recorrente não detém a qualidade de Assistente, está-lhe vedada a possibilidade de alterar a matéria de facto fixada na sentença recorrida nos termos que pretende e que constituem o fundamento do recurso que interpôs; 	Falta-lhe a legitimidade para recorrer da decisão penal e isso arrasta a ilegitimidade para todo o recurso, porquanto in casu não é possível autonomizar a matéria do recurso da do penal; Isto é, 	É apodíctico carecer a Demandante Cível de legitimidade para, assimetricamente à conformação do Ministério Público, vir discutir em sede recursiva o acervo factual virtualmente consubstanciador do tipo-de-ilícito criminal e/ou correspondente nexo de imputação subjectiva; De salientar que, 	Conforme resulta do disposto no n. 3, do art.