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Daqui resulta, segundo o Autor, que o ora Réu, na aludida acção executiva, quer ao ter requerido que lhe fosse adjudicado, pelo valor de € 9700,00, de um imóvel que sabia ter o valor de € 13428,58, quer, subsequentemente, não obstante a adjudicação desse imóvel, ao ter requerido o prosseguimento da execução para pagamento da quantia de € 4386,43, referente a dívida exequenda e de € 924,84, de despesas prováveis, com a penhora de dois imóveis que a si - aí co-executado, enquanto fiador nos mútuos contraídos pela proprietária do dito imóvel adjudicado -, pertenciam, incorreu em abuso do direito e, porque, para desonerar esses prédios, teve ele, ora Autor, de pagar ao Exequente a quantia de € 3200,00, que já não era devida, ocorreu, nessa medida, enriquecimento sem causa do Banco Réu, com o correspondente empobrecimento dele, ora Autor.