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Acordam na 6 Secção Cível do Tribunal da Relação de Lisboa:   1 - Relatório Em acção  iniciada em Janeiro de 2014  de EXPROPRIAÇÃO, em que figura como Expropriante Direcção Regional do Património - Região Autónoma da Madeira , a e como entidade Expropriada, B. prosseguindo os autos a respectiva e pertinente tramitação legal, veio este último, a 18/11/2015  e após notificação da decisão arbitral , atravessar nos autos , ao abrigo do disposto nos artigos 55 e 3o, n 2 , ambos do Código das Expropriações  Lei n. 168/99, de 18 de Setembro  requerimento dirigido para a EXPROPRIACÃO TOTAL DAS PARCELAS 126, 246 e 24 1 - No âmbito do requerimento idendificado em 1, alegou o expopriado, em síntese, que : - Com a expropriação pretendida de apenas 223,60m2 da parcela 126, 748,00m2 da parcela 246 e 39300m2 da parcela 249, respetivamente , as áreas remanescentes de cada uma das referidas parcelas ficam sem qualquer acesso quer pedonal quer para viaturas e máquinas, impedindo a sua utilização futura e o seu eventual aproveitamento o seu uso, fruição normal e o fim a que se destina, pelo que perdem assim a sua utilidade; - Na verdade, ficam os prédios do expropriado sem qualquer acesso à parte remanescente, deixando de assegurar, proporcionalmente, os mesmos cômodos que os prédios na sua totalidade ofereciam, e tendo os mesmos ficado sem qualquer acesso, resulta a sua inaptidão para qualquer fim, ou seja, a expropriação da parte necessária ao fim da declaração de utilidade pública torna-se mais gravosa que a expropriação total.