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No que respeita à tempestividade da suscitação do reenvio10, o tribunal recorrido já lhe deu uma resposta no despacho proferido em 18 de março de 2021 e que não admitiu o recurso ora em apreciação, escrevendo o seguinte: "E ainda pela mesma razão não é útil desenvolver a questão da putativa inadmissibilidade da prolação do despacho de reenvio antes do julgamento de facto embora após ser conhecido o objeto do – posição que, a aceitar-se, tornaria impossível o reenvio nos tribunais de instância portugueses, já que não há nestes cisão entre a sua decisão de facto transitada em e a decisão de direito, sendo certo que, por força da "dupla conforme”, o tribunal de revista pode não ser chamado a pronunciar-se.” Sufraga-se inteiramente o entendimento do tribunal recorrido sobre esta problemática e acrescenta-se que a decisão que vier a ser proferida pelo Tribunal de Justiça em sede de reenvio poderá relevar para efeitos da aferição da pertinência de alguma da matéria de facto alegada pelas partes, o que nos conduz a afirmar que a suscitação do reenvio prejudicial poderia até ser feita logo após o termo dos articulados.