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Assim, e à míngua de prova pela A. dos factos que alegou, a factualidade apurada não permite extrair a conclusão de que a denúncia do contrato no período experimental foi exercida de má-fé, visou disfarçar uma motivação ilícita para a cessação do contrato, ou mesmo, que teve um intuito sancionatório sobre a A.. Não poderá afirmar-se, por outro lado, que o período de execução do contrato foi tão reduzido que à A. não foi dada a oportunidade de mostrar as suas aptidões e competências profissionais, tanto mais que lhe foi solicitada a realização de um exame, que não fez com a invocação da falta de horário definido dado que a falta de critério clínico apenas em audiência de julgamento foi suscitada, não se tendo provado que tivesse sido debatida e comunicada essa questão nomeadamente ao director clínico quando este solicitou à A. a realização do e também chegou a executar outras funções g. nesse período de um mês.