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Conclui:  Salvo o devido respeito, a R. discorda do despacho proferido no dia 15 de Junho p. p., despacho esse que indeferiu o requerimento/nova notificação do T., P. no sentido de se ver esclarecida a questão da velocidade máxima instantânea permitida no local do sinistro na data deste, naturalmente; Sucede, porém, que a mensagem de correio electrónico com origem no Gabinete Jurídico e Contencioso daquele Instituto público "responde” talvez melhor:, por assim dizer, a um requerimento anterior da R. datado de 212019) sobre o qual recaiu despacho proferido no dia 9 de Janeiro de 2020, já transitado em julgado, que admitiu "Por se afigurarem em abstrato relevantes” – referindo-se designadamente a esse requerimento da R.), sem qualquer dúvida, o requerido pela R.; Ora, a conclusão a que inevitavelmente tem de se chegar é que essa "resposta” é tudo menos esclarecedora, sendo certo que a R., pelo menos, não pode "contentar-se” com tal "resposta”, não só porque manifestamente prejudica a sua defesa, mas também tal matéria é indiscutivelmente relevante para a boa decisão da causa; Com efeito, não parece mesmo nada que seja suficiente ou justificação) que a entidade notificada invoque dificuldades e uma delas, pelo menos, bastante curiosa, salvo o devido para que deixe de ser cumprido o que já havia sido ordenado por despacho – repete-se – transitado em julgado; De sorte que não se trata propriamente de voltar a "incomodar” aquele Instituto, que, segundo o despacho recorrido, ") já se pronunciou sobre a questão requerida”, o que – diga-se - é claramente inexacto, mas antes, e isso sim, de defender e pugnar pelo cumprimento cabal e esclarecedor, por parte daquele T., P. ou de quem este do despacho de Janeiro deste ano a que se aludiu; Por isso, e desde logo, o despacho de que se recorre viola, salvo o devido respeito, o que havia sido determinado e de forma há muito pelo dito despacho de 9 de Janeiro de 2020, tal significando que acaba apenas por negar e "contradizer”) os "objectivos” visados por aquele despacho; Acresce dizer que o requerimento probatório que deu origem àquele despacho de Janeiro último destinava-se, como bem se percebe, mormente da sua formulação, a produzir prova sobre matéria alegada pela R. cfr.