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Os autores não se conformaram com a sentença e interpuseram o presente recurso de apelação, pedindo se revogasse e se substituísse a sentença recorrida por decisão que julgasse verificada a anulabilidade das deliberações adoptadas pela AG de 20201 Os fundamentos do recurso expostos nas conclusões consistiram, em resumo, na seguinte alegação:   Que o tribunal a quo errou na decisão de julgar provados os factos enunciados sob os pontos número 18, 21, 22, 28, 29, 36, 37, 38, 44, 45 e 59 dos fundamentos da sentença e na decisão de julgar não provadas as alegações enunciadas sob as alíneas,,,,,,,,,,,,,, e;   Que o tribunal a quo entendeu não se mostrar verificado o vício na iniciativa da convocação da assembleia geral, incluindo quanto à renovação das deliberações adotadas na AG de 02018, mas que – e já com as pertinentes alterações e explicações formuladas em sede de impugnação do julgamento de facto ut supra, - a matéria de facto dada como provada não permite confirmar a conclusão explanada pelo tribunal a quo na decisão ora posta em crise;    Que o que emergia da prova carreada aos autos era que, aquando da publicação da convocatória para a realização da AG de 202018, não tinha o CA reunido para promover a sua convocação, como nunca veio a reunir para esse facto e, por conseguinte, aquela AG foi convocada pelo presidente da mesa, sem a precedência da intervenção do conselho de administração;    Que compulsado o livro de actas do CA junto aos autos pela ré, em sede de procedimento cautelar, constatava-se que não havia uma qualquer acta da qual resultasse ter o mesmo reunido para solicitar a convocatória da AG de 202018 e, bem assim, o conteúdo da ordem de trabalhos da mesma;    Que, por outro lado, o membro do conselho de administração J também não havia sido convocado para qualquer reunião daquele;   Que uma coisa era a convocação da AG e a sua publicação, outra coisa era a legitimidade para a iniciativa de solicitar ao Sr. presidente da mesa a convocação da mesma;   Que a iniciativa para suscitar a convocação da AG, por parte do presidente da mesa, cabia ao CA, o qual nunca reunira para tal e nunca solicitara o respectivo agendamento;   Que a convocação da AG partiu da iniciativa exclusiva do presidente da mesa da AG, sem a prévia intervenção do CA e, por conseguinte, era ilegal;   Que, como resultava do facto provado, a convocação da AG foi publicada pelo presidente da mesa da AG em 202018, fls., sem estar na posse desses elementos relatório de gestão e as contas do exercício), o que consubstanciava ilegalidade; 1        Que se era verdade que a iniciativa de convocação da AG partiu, em exclusivo, do presidente da mesa da AG, menos não o era que o mesmo, também por sua iniciativa, procedeu à elaboração da ordem de trabalhos respectiva o que era corroborado pela circunstância de, antes da publicação da convocatória junta como doc.