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Embora se tenha provado que o A., em consequência do acidente, esteve em situação de ITA entre 16/11/2013 e 10/12/2014 e de 23/01/2015 a 18/03/2015 num total de 445 e ITP de 50% entre 11/12/2014 e 23/01/2015 44, também se provou que, a partir de Outubro de 2014, o A. retomou a sua actividade profissional auferindo a mesma remuneração pontos 29 a 31 dos factos, ou seja, quando ainda se encontrava com ITA, contrariando assim a afirmação feita na sentença recorrida de que aquele não recebeu a sua remuneração líquida de € 204,10 durante o período de 18 meses.