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No que respeita ao fundamento de que a H. foi dissolvida e liquidada no decurso daquela ação executiva instaurada contra a mesma pelo aqui Réu e apelado, o que levou à extinção da  personalidade jurídica e judiciária da mesma, facto esse que, na perspetiva do apelante, gera a extinção da execução e, bem assim o facto de alegadamente ser terceiro de boa fé e de no decurso dessa execução ter visto a penhora resultante da conversão das hipotecas em que incidia sobre o prédio que comprou à aí executada em 19/09/1994, declarada extinta, por pretensa caducidade dessa penhora, assim como quanto à questão de que essa execução se encontra sem impulso processual do aí exequente aqui Réu e à já vários anos, o que, na sua perspetiva, é fundamento de extinção dessa execução, por deserção, cumpre referir que porque todas essas questões respeitam unicamente à relação jurídica material controvertida a que se reporta a mencionada  execução fiscal, as mesmas nunca poderão ser suscitadas, apreciadas e decididas no âmbito da presente ação declarativa, mas, tal como decidido pela 1 Instância, apenas poderão ser suscitadas pelo apelante no âmbito daquela execução fiscal, onde, após observância do princípio do contraditório, terão de aí ser decididas.