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9 n. 3 consagração de solução mais acertada e sábia/adequada expressão de pensamento por parte do; In casuconstata-se cristalinamente que foi violado o princípio da plenitude daassistência dos juízes pois o coletivo que ora proferiu o acórdão recorrido apenasassistiu à prova produzida na sequência de douto acórdão de Tribunal superior e,não obstante, aproveita factos dados por provados em anterior julgamento a que nãoassistiu, estando igualmente violados os princípios da oralidade e imediação sobre aprova testemunhal produzida, tendo-se na motivação seguido de perto o doutamente decidido nos autos de processo 218/13GBAMT-A.P1, em douto acórdão do Venerando Tribunal da Relação do Porto, datado de 11--2019, onde se refere que face aos inconvenientes e prejuízo para o funcionamento do sistema de justiça decorrentes da sucessão de juízes na titularidade dos processos, impôs-se a adoção de um princípio complementar aplicável às situações de continuação de julgamento: o princípio da plenitude da assistência dos juízes, consagrado no artigo 328-A CPP, já aplicável no processo penal anteriormente à Lei n. 27/2015, de 104, quer através do artigo 65, n. 1 CPC ex  art.