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Na sentença recorrida, considerou-se que existia um único contrato celebrado entre Autores e Ré, qualificando-o como empreitada de consumo, nos termos dos artigos 120 a 121, 122 a 122 do e nos artigos -A, -B, al., do Decreto-Lei n. 67/2003, de 08-0 Também nos parece, pese embora a existência de dois orçamentos, que os factos apontam nesse sentido, sendo certo que a circunstância de o contrato não ter sido reduzido a escrito tornou mais difícil a prova da sua celebração se entre Autores e Ré ou entre aqueles e a e respetivo conteúdo além de acarretar, uma vez que o valor global ultrapassa os 1600 €, a nulidade atípica ou do contrato – cf.