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O mesmo é dizer que à AT não caberá, in casu, qualquer competência quanto à atribuição da isenção de a que se refere o artigo 44, n. 1, alínea do EBF, devendo limitar-se a aceitar a classificação atribuída nos termos da legislação específica reguladora da matéria e atestada pelas entidades competentes para o efeito na situação em análise, o. Sucede porém que, no caso em apreço, a AT considera que, não obstante o teor das certidões do IGESPAR, a classificação atribuída ao imóvel em causa não releva para efeitos de aplicação da isenção requerida pela Autora, por entender que para o efeito não bastará a sua inserção na Zona Histórica do Porto, antes encontrando-se dependente de uma classificação individual do prédio como imóvel de interesse público ou municipal, por força do disposto na  parte da norma em análise.