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1 A sociedade empregadora não pagou à trabalhadora qualquer remuneração adicional pelo facto desta iniciar a jornada de trabalho pelas 08h0  1 Porque a entidade empregadora devia à trabalhadora vencimentos em atraso no ano de 2017 e agosto de 2018, a empregadora acordou com a trabalhadora que os salários em atraso seriam pagos por compensação de bens adquiridos pela trabalhadora nas lojas da ré, através de lançamentos de débito e crédito em conta-corrente, que, no início do ano de 2019 e por reporte aos referidos vencimentos, apresentava um saldo a favor da trabalhadora no valor de € 611,7  1 Para além do que vem referido a empregadora não pagou à trabalhadora os vencimentos, diuturnidades e subsídios de alimentação referentes aos meses de fevereiro e março de 2019, 50% do subsídio de Natal do ano de 2018, a totalidade das férias referentes ao ano de 2018 e respetivo subsídio, tendo pago um duodécimo do mesmo em janeiro de 2019, nem proporcionais de férias, subsídio de férias e de Natal do ano de 2019, tendo, contudo, pago um duodécimo do subsídio de Natal em janeiro de 201  1 A sociedade empregadora nunca pagou à trabalhadora qualquer quantia a título de subsídio de caixa.