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/////   Os factos que resultam dos autos e relevam para a decisão são os seguintes:  Por despacho proferido em 24/11/2014, foi admitido o pedido de exoneração do passivo restante aí se determinando que a Insolvente ficava obrigada a ceder ao fiduciário todo o rendimento que auferisse e que excedesse – em cada mês – o valor correspondente ao salário mínimo nacional, acrescido de meio salário mínimo até que os filhos deixem de estudar  Em tal despacho, julgou-se provado que a Insolvente é divorciada desde 4/11/1996; exerce a sua actividade profissional por conta da "ULda.”, auferindo o vencimento mensal médio líquido de cerca de €701,00 e tem dois filhos, um nascido a 08 de Janeiro de 1992 e o outro a 27 de Janeiro de 1990, um que se encontra a estudar e outro que irá retomar os estudos.