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Dito isto,  A matéria de facto provada que a recorrente sustenta – conclusão 54 - que deve ser alterada dando-se como não provada é a constante dos pontos 13, 14, 15, 30, 31 e 32, mais concretamente os seguintes aspetos desses pontos que aqui se assinalam a "negrito” nos termos seguintes:  13- Quando em representação judicial da autora, o réu não era aprovisionado com quantias em dinheiro para efetuar o pagamento de guias de taxas de justiça e/ou multa, remetendo-as à autora com os necessários elementos de identificação para pagamento e respetivo prazo;  14- Procedimento que adotou no caso aqui em discussão, remetendo as guias para pagamento da taxa de justiça e multa à autora;  15- No entanto, a autora apenas efetuou o pagamento da multa,não tendo efetuado o pagamento da taxa de justiça em falta;  30- Quando se tratava de contestar ações, a petição inicial era-lhe entregue no seu escritório e o primeiro réu extraía a respetiva guia para pagamento, que entregava à autora;  31- Eram frequentes as deslocações de dirigentes e/ou funcionários da autora ao escritório do primeiro ré, momento que era aproveitado para, além do mais, fazer entrega das referidas guias para pagamento;  32- O primeiro réu fez entrega à autora das guias para pagamento da taxa de justiça e multa acima referidas, tendo esta pago apenas uma delas;  Ou seja, está essencialmente em causa a ali afirmada entrega pelo réu à autora das guias para pagamento da taxa de justiça, quer na presente ação em concreto, quer como modo de proceder em geral por parte do réu.