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Nesse controlo externo apenas cabe aos tribunais administrativos verificar se, por um lado, "ocorreu a violação de normas ou princípios jurídicos que condicionavam a atuação administrativa e, por outro, analisar minimamente o modo de proceder administrativo a fim de detetar a existência de erros graves ou manifestos, podendo perante o resultado e a fundamentação apresentados, recusar a solução adotada se ele violar os cânones da razoabilidade e racionalidade básico, quer em termos jurídicos, quer do senso comum”, mas nunca poderá "efetuar pela positiva a definição do caso concreto, e, desse modo, substituir-se à Administração na ponderação das valorações que integram a margem de livre apreciação”, devendo limitar-se a uma condenação genérica e diretiva Mário Aroso de Almeida e Carlos Fernandes Cadilha, "Comentário ao Código de Processo nos Tribunais Administrativos”, 3 ed., Almedina, pág.