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Contudo, neste tipo de processo e ultrapassado o prazo inicial de regresso imediato da criança ao país de origem que, repete-se, aconteceu, devido à necessidade de instruir o processo em face das acusações de violência perpetrada pelo progenitor sobre o, o que cabia averiguar era se havia motivo para recusar o regresso do menor, considerando o disposto no já citado artigo 1 da Convenção de Haia: "a autoridade judicial ou administrativa do Estado requerido não é obrigada a ordenar o regresso da criança se a pessoa, instituição ou organismo que se opuser ao seu regresso provar que existe um risco grave de a criança, no seu regresso, ficar sujeita a perigos de ordem física ou psíquica, ou, de qualquer outro modo, a ficar numa situação intolerável”.