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Perante as conclusões das alegações dos recorrentes, sem prejuízo do que seja de conhecimento oficioso, cumpre apreciar as seguintes questões: - erro de julgamento por se dever considerar a repartição de responsabilidades pelo sinistro, no mínimo, na proporção de 50% entre as recorridas J.....e Estradas de Portugal recurso do; - erro de julgamento por se dever considerar o valor de € 6000,00 como indemnização pelo direito à vida recurso do; - erro de julgamento por se dever considerar o valor de € 3000,00 como indemnização pelos danos não patrimoniais sofridos pelo viúvo recurso do; - erro de julgamento por se dever considerar o valor de € 3000,00 como indemnização pelos danos não patrimoniais a cada um dos filhos menores recurso do; - erro de julgamento por se dever considerar o valor de € 13987,00 como dano patrimonial futuro recurso do; - erro de julgamento por se dever considerar que a EP não teve culpa na produção do acidente, que se deveu a caso fortuito recurso da ré; - erro de julgamento de facto recursos da ré EP e da ré J.....); - erro de julgamento por se dever considerar que a J..... não teve culpa na produção do acidente recurso da ré J.....); - erro de julgamento por se dever considerar que inexiste nexo de causalidade entre a prática da J..... e os danos verificados recurso da J.....).