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Na verdade, em relação aos factos provados, o que menciona é que: 11 – aceitando que há recusa da requerente/recorrida em pagar ou trocar cheque entregue, o tribunal não atendeu a que assim a requerida/recorrente não tem qualquer garantia de cumprimento do contrato, não havendo sinal prestado, pelo que o cheque tinha efetivamente de ser trocado; 13, 14, 17 e 18 – o que está em causa é o envio de uma carta a comunicar a resolução do contrato e a convocar para nova reunião para elaboração de novo clausulado – mas o que está na base desta aparente contradição é que havia um acordo verbal de que assim se faria  cessar o antigo contrato e celebrar um novo, o que a recorrida, violando a boa-fé, veio alegar que não foi reduzido a escrito e, por isso, não tinha validade; 22 – também é correto que houve o acordo com um inquilino das frações prometidas vender mas nada menciona o tribunal em relação a outro, cuja obtenção de acordo é bastante difícil.