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Na sentença recorrida, foi reconhecido o direito do A. a ser ressarcido pelos seguintes danos: a) Perdas salarias - 531,86€; b) Indemnização pela incapacidade permanente, 9000,00€, que, após dedução do valor já atribuído no âmbito do processo por acidente de trabalho, foi reduzido para 7000,00€; ) Custo com o auxílio de terceira pessoa, 1000,00€; ) Custo de medicamentos e consultas já realizadas, 204,36€; e) Custo com medicamentos, consultas e enfermeiros, na pendência da causa: a liquidar ulteriormente; f) Custo com medicação analgésica e psiquiátrica futura, 1000,00€; g) Custo com a fisioterapia para o futuro, 3000,00€; h) Custo com consultas médicas de fisiatria, ortopedia e psiquiatria para o futuro, 1000,00€; ) Custo com deslocações futuras, 000,00€; j) Custo das canadianas futuramente, 630,00€; k) Indemnização pela privação de condução de veículos automóveis, 000,00€; ) Perda do motociclo, 872,00€; ) Custo com novas intervenções cirúrgicas: a liquidar ulteriormente; n) Danos não patrimoniais, 5000,00€.O A., no seu recurso, questiona as quantias indemnizatórias atribuídas aos seguintes títulos: a) Pela incapacidade permanente com que ficou afetado; b) Assistência de terceira pessoa; e, ) Danos não patrimoniais.Por sua vez a Ré/recorrente, no seu recurso, questiona: a) A necessidade de tratamento do A., ao nível da psiquiatria, fisioterapia e ortopedia, para toda a vida, e os correspondentes custos; b) O encargo vitalício com deslocações; ) As despesas medicamentosas vitalícias; ) A indemnização pela perda da capacidade de ganho e pela necessidade de reconversão profissional; e) A indemnização devida pelo auxílio de terceira pessoa; f) A indemnização atribuída pela privação de condução de veículos automóveis; e, g) A indemnização atribuída a título de danos não patrimoniais.Em qualquer dos recursos, são questionados danos de natureza diversa.