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Conservadora, em síntese: que o prédio foi adquirido pelo ex marido da Recorrente, ainda em solteiro; o casamento ter sido celebrado sobre o regime de comunhão de adquiridos; o prédio tem a natureza de bem próprio de; e consequentemente numa partilha do património conjugal em que o prédio seja partilhado configura sempre desrespeito pelo Principio do Trato Sucessivo na modalidade da continuidade das inscrições; – A Recorrente, perante a situação de o registo ter sido lavrado provisoriamente por dúvidas, e entendendo que a sentença e a partilha, são título idóneo, para lhe conferir plenamente o direito de propriedade da metade indivisa do imóvel que lhe foi adjudicado, veio em 02/10/2017 fazer novo pedido de registo pela Ap.