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Cumprindo-nos verificar da adequação do julgado nesta parte, importa desde já relembrar, como de resto o refere a Apelada, bem como o Exmo Procurador-Geral Adjunto no seu parecer, que vigora, neste âmbito, o princípio da livre apreciação da prova, o que significa, por apelo a Lebre de Freitas1, "que o julgador deve decidir sobre a matéria de facto da causa segundo a sua íntima convicção, formada no confronto com os vários meios de prova” – "Compreende-se como este princípio se situa na linha lógica dos anteriores: é porque há imediação, oralidade e concentração que ao julgador cabe, depois da prova produzida, tirar as suas conclusões, em conformidade com as impressões recém colhidas e com a convicção que através delas se foi gerando no seu espírito, de acordo com as máximas da experiência que forem aplicáveis”.