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A prova produzida e junta aos autos, analisada criticamente a aleadas às regras da experiência comum, que se traduzem na forma como a realidade se vai repetindo, permitindo-nos permite concluir, com certeza, que os arguidos A, JJ e JP, em todas as circunstâncias e da forma que resultou como provada, atuaram de comum acordo e em conjugação de esforços, de forma livre, voluntária e conscientemente, com o propósito conseguido de se apoderarem do metal identificado, bem como de impedir e perturbar a exploração do serviço de comunicações fornecido pela S.A., o que conseguiram, mais sabendo que o referido metal não lhe pertencia e que atuavam no desconhecimento e contra a vontade da sua legítima proprietária, a S.A.. ).