Legal Document Excerpt:

Assim, não tendo sido convencionado prazo para a prestação da R., não tendo sido solicitado ao tribunal que o fixasse12 e nada estando provado susceptível de infirmar/contrariar as "explicações” da R. e ou de revelar uma menor diligência da R. na solicitação da peça indispensável à reparação, é impossível afirmar que, segundo a boa fé, há atraso/mora/retardamento no cumprimento/reparação em 3 meses1 Em síntese, em face do que está provado – quer em termos de fase estática/estipulativa, quer em termos de fase dinâmica/executiva – não se divisa, sequer em termos objectivos, um retardamento na reparação do equipamento, ou seja, que a R. tenha incorrido em mora no cumprimento da sua prestação/obrigação contratual.