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577/17T8MDL.G1, onde se afirma: " Em nosso ver, para além da justificação objetiva de tratamento diferenciado, resultante dos três critérios atrás enunciados distinta classificação dos créditos; grau hierárquico dentro da mesma categoria de créditos; e a diversidade das fontes de crédito), aliados às limitações/imposições legais aplicáveis a determinados créditos g. créditos do Estado e da Segurança, importa ainda ponderar, em respeito do princípio da proporcionalidade intrínseco ao princípio da igualdade dos designadamente: a percentagem de redução operada para o valor de capital em dívida dos créditos comuns; o valor dos créditos garantidos e das respetivas garantias reais que lhes estão subjacentes; o valor dos créditos garantidos ou privilegiados em contraposição com o montante dos créditos comuns na globalidade da dívida reconhecida a todos os credores; e os prazos de pagamento previstos para cada um destes créditos, consoante a sua natureza.” Impõe-se então analisar o acordo de pagamento dos autos verificando se existe uma diferenciação entre credores e, havendo, verificar se essa diferenciação respeita o princípio da igualdade, sob a perspectiva do princípio da proporcionalidade.