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4 Neste aspecto em concreto corrobora-se o douto entendimento consignado no Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de 10/11/2009, Processo n. 588/00YIRRT, bem como do Douto Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, de 11/03/2013, proferido no âmbito do Processo n. 765/04TBBNV.L1-8, e Douto Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de 01/12/2014, Processo n. 3716/18TNVNG.P1, entendimento esse que aqui se dá por integralmente reproduzido e em face do qual se entende que não logrou o Autor/recorrido provar todos os factos constitutivos do seu direito.