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enviou-lhe, alguns meses depois de Maio de 2015, as Condições Particulares das apólices ; Ø  Não tendo a Ré seguradora impugnado a "afirmação da autora de que não dispunha de cópia das Apólices e suas Condições Gerais e Especiais” ; Ø  Considerou-se como não provado que "durante todo o primeiro semestre de 2016, a autora continuou a insistir com Nuno , não só para saber do estado da sua reclamação, mas também para obter cópias das apólices pois não dispunha das mesmas” ; Ø  Todavia, a Autora não necessitava de produzir prova de que não tinha conhecimento do teor das condições particulares, especiais e gerais das apólices, pois a Ré não impugnou especificamente tal alegação ; Ø  Sendo que incumbia à Ré o ónus de que a Autora tinha esse conhecimento ; Ø  Efectivamente, o n. 446/85, de 25/10, "impõe às entidades com poder negocial – Seguradora e Tomador do Seguro – os deveres de informação e comunicação às Pessoas Seguras e proíbe cláusulas contrárias à boa fé e ao equilíbrio das prestações vide arts 5 e”, cabendo à seguradora o ónus probatório do cumprimento do dever de informação e comunicação” ; Ø  Devendo, assim, ser aditada à matéria factual um novo ponto, com a redacção consignada.