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Assentes nas premissas que se acabam de enunciar, revertendo ao caso dos autos, os apelantes instauraram a presente ação de simples apreciação pedindo que se declare extintas as obrigações que assumiram perante o Réu e, como decorrência dessa extinção, se oficie à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal determinando a eliminação de todos os registos de incumprimento de responsabilidades por eles assumidas a favor do Réu, alegando para tanto causa de, terem-se constituído como avalistas das obrigações assumidas pela sociedade "– Sociedade de Construções, Lda.”, de que foram sócios e gerentes, desde a constituição dessa sociedade até à declaração da sua insolvência, das obrigações emergentes dos dois contratos que descrevem na petição inicial, celebrados entre essa sociedade e o aqui Réu, e garantidas pelas duas livranças em branco subscritas pela sociedade e por eles avalizadas, e que apesar daquela sociedade ter incumprido esses dois contratos, não pagando ao banco Réu nenhuma das prestações a que se obrigou nos termos daqueles contratos e dos mesmos terem sido declarados como definitivamente incumpridos pelo Réu, e vencidas todas as obrigações deles emergentes, e deste ter validamente preenchido aquelas livranças, e destas terem sido apresentadas a pagamento, não terem sido liquidadas, os créditos em dívida em relação a si se encontram prescritos, concluindo que, por via da prescrição desses créditos, estes encontram-se extintos, apesar de continuarem inscritos na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, o que lhe causa prejuízos.