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Se atentarmos ao teor da conclusão n. 43 são vários os argumentos que o arguido explana e inclusive começou com uma expressão típica de explanação de um argumento "Nem se diga” e de seguida: - argumenta que "não há garantia formal nos autos prestada pelo Estado requerente no sentido de aceitar essa condição”; - argumenta que "porque tal entrega do Extraditando só teria lugar após a conclusão do procedimento que contra o mesmo corre no Estado requerente, o que pode suceder daqui a vários anos, impedindo a sua defesa nos autos que contra si correm em Portugal”;  - argumenta ainda "porque a vontade do Extraditando, no sentido de regressar a Portugal para exercer o seu direito de defesa neste processo, será irrelevante”;  -e, por fim, argumenta que "ficando tal possibilidade incompreensivelmente dependente "de solicitação”, não sabe de quem” E nas conclusões imediatamente seguintes n.s 44, 45 e 49 o arguido faz a síntese da questão suscitada que foi objecto de explanação nas conclusões n. 26 a. Senão vejamos: 4 Em síntese, a concessão da pretendida extradição traduziria uma intolerável violação do princípio non bis in idem, na sua vertente processual, correndo-se o risco de ter ainda lugar a violação da vertente material do aludido princípio, no caso de condenação do Extraditando em ambos os processos.