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Da improcedência do procedimento cautelar quanto à providência deferida: A vários títulos defendem as requeridas que a providência deferida não o devia ter sido, a saber, porque as providências se destinam a prevenir um perigo mas o perigo já se tinha concretizado, com a reassunção da loja; que a caducidade já tinha ocorrido quando o procedimento foi intentado; que não resultando literalmente da lei relativa à suspensão dos prazos de caducidade a sua aplicação aos contratos de utilização de espaço em centro comercial, não podia a lei ser interpretada como o foi, de resto porque em contrário do que resulta da própria evolução legislativa, porque em contrário do que se tem firmado doutrinariamente e jurisprudencialmente quanto à atipicidade do contrato que não permite a sua equiparação a um arrendamento, e também por via de inconstitucionalidade por violação do princípio da igualdade, e, mais especificamente, que em concreto a negociação do aditamento de extensão do termo da caducidade vale como oposição à renovação, sendo aliás que foi negociado em plena pandemia, e que havia dívida pendente.