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S. E essa a factualidade que decorre dos autos conforme documentos juntos que confirmam a efectiva gerência da sociedade originaria ao assinar esses documentos o Oponente de forma voluntária e consciente exteriorizava por essa via a vontade da sociedade vinculando-a com a sua assinatura perante terceiros, desse modo praticando, mesmo que de forma restrita, actos, próprios de gerência efectiva da executada originaria T. Como refere o Acórdão do TCA Sul de 06 10 2009 proferido no processo n  03336109 cujo sumário em parte aqui citamos -Provando-se que o Oponente foi nomeado gerente e que no período temporal a que se reportam as dívidas exequendas assinou documentos necessários ao giro comercial da sociedade tem-se por verificada a gerência de facto não obstante se admita que todos os demais actos típicos de gerência eram praticados por terceira pessoa .A este propósito, veja-se também a doutrina que dimana do douto Ac do TCA Sul de 11-01-2011, proferido no processo n 04057110 U Nesta medida considera a Fazenda Publica que da análise da prova constante dos autos aliado a presunção natural ou judicial que se extrai do registo comercial, baseada na experiência comum de que a pessoa em questão exercera as correspondentes funções por ser natural que quem e nomeado para um cargo o exerça na realidade será legitimo inferir cfr.