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Antes de mais, diga-se que relativamente ao facto em questão já a decisão recorrida se pronunciou, constando do elenco dos factos não provados na decisão de 23-03-2021, a alínea com o seguinte teor:  h) Como a Requerente não reocupou o terreno atrás da igreja que, na sua tese, não era esse o reivindicado, os Requeridos mantiveram a posse do terreno de 020 m2 atrás da igreja entrando nele com trator e fazendo regos para escoamento da água de todo o prédio, mas sem o agricultar, o que sucedeu até 4 de Dezembro de 201 bem como da motivação que: No que concerne à alegada posse do terreno em questão nos autos entre 1 de Agosto de 2018 e 4 de Dezembro de 2019, a testemunha referiu que os Requeridos fizeram uns regos para escoamento de águas e S. mencionou que os Requeridos tinham o terreno em pousio.