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; 2- Por sentença, datada de 10 de julho de 2014, proferida no processo n. 68/12TTGRD, que correu termos no Tribunal do Trabalho da Guarda, a Ré viu reconhecida a existência de contrato de trabalho com a Autora desde 06 de Outubro de 2010  3- Nessa decorrência, a Ré intentou ação emergente de contrato de trabalho, através da qual peticionou pagamentos a título de remunerações de férias vencidas e não pagas, a título de subsídio de férias, a título de subsídio de Natal, a título de acréscimo remuneratório por trabalho prestado em dias de feriados, a título de retribuição pelas faltas justificadas relacionadas com o casamento, juros moratórios, à taxa legal, sobre as quantias em dívida, custas e demais encargos do processo; 4- Assim, e no âmbito do processo n 1132/16T8GRD, que correu termos no Tribunal do Trabalho da Guarda, bem como da ação executiva interposta pelo Ré, foi-lhe pago pela ULSG o determinado em sentença, ou seja, 1520,26 €, deduzido de IRS e taxa de Segurança Social da responsabilidade da trabalhadora referentes aos créditos acima identificados – a que corresponde o art.