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Para o Tribunal da Relação de Guimarães a competência para julgar a acção pertencerá aos tribunais administrativos, nos termos do art 40, n 1, alínea, do ETAF, essencialmente, pelo facto de estar em causa a execução de uma obra pública e de a execu��ão dessa obra ter sido conferida a  através de um contrato administrativo de concessão que lhe conferiu a prerrogativa de entidade administrativa; adianta-se, ainda, que estamos perante uma entidade de direito privado que age como se de entidade pública se tratasse, enquanto executante do interesse público, sendo indiferente que se tenha socorrido de colaboradores privados, pois, o que é importante, para o caso, e o fim, que é público, já que mesmo os executores colaboradores, não deixam, na sua actividade específica, de comungarem das mesmas prerrogativas da concessionária.