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Alega para fundamentar o seu pedido, em síntese, que celebrou com a ré um contrato de trabalho em 16/2/2002 para desempenhar as funções de enfermeira, com um horário semanal de 40 horas, mediante a remuneração mensal ilíquida de €067,74, a que acresce subsídio de alimentação de €3,49; que a sua remuneração base foi sendo aumentada até que em Dezembro de 2002 a ré cindiu a remuneração base em duas parcelas, designando-se uma delas de remuneração base e a segunda de "acréscimo de remuneração base 20%) privados; em Março de 2004 a ré fundiu aquelas duas parcelas, para as voltar a separar nos mesmos termos em Junho de 200 Em Julho de 2011 celebram as partes uma alteração ao contrato de trabalho de modo a integrar a autora numa equipa multiprofissional da Unidade de saúde Familiar E, Modelo B, nesse mesmo mês a autora havia sido avisada que o horário de todos os profissionais passaria para 35 horas semanais.