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Concorrendo à graduação créditos de ambas as proveniências, os créditos pelas contribuições à Segurança Social logram preferência sobre os créditos de IRS2 No entanto, o crédito do ISS e o crédito por IRS, gozando dum privilégio que, sendo imobiliário, não é especial, não aproveitam da oponibilidade a terceiros conferida pelo artigo 751 do Código Civil; pelo que, não valendo o privilégio de tais créditos «contra terceiros, titulares de direitos que recaindo sobre as coisas abrangidas pelo privilégio, sejam oponíveis ao exequente», não valem em relação ao crédito garantido por hipoteca2 					 Para pagamento do IRS relativo aos três últimos anos, a Fazenda Pública goza de privilégio mobiliário geral e privilégio imobiliário sobre os bens existentes no património do sujeito passivo à data da penhora ou outro ato equivalente, conforme se extraí do disposto no artigo 111 do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares.