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·	DA ERRÓNEA APLICAÇÃO DO MÉTODO DE AVALIAÇÃO PREVISTO NO ARTIGO 4, N. 2, DO  P)	A Administração Tributária entende ser aplicável ao aerogerador em referência o método de avaliação previsto no artigo 4, n. 2, do por tal alegado prédio urbano ser enquadrável na espécie «outros» na acepção do artigo , n.s 1, alínea, e 4, do ; Q)	Discorda a Recorrida da posição adoptada pela Administração Tributária, por considerar que, sendo o alegado prédio urbano enquadrável na espécie «industrial», a sua avaliação deveria ter sido realizada nos termos do artigo 3 do , não sendo aplicável o regime do artigo 4, n. 2, do ; R)	Não obstante, mesmo que o alegado prédio fosse enquadrável na espécie «outros», a sua avaliação deveria, de igual modo, ter tido lugar nos termos do artigo 3 do ; S)	Com efeito, entende a Recorrida retirar-se da letra da lei o carácter supletivo do método de avaliação previsto no artigo 4, n. 2, do e, por conseguinte, a circunstância do mesmo só ser aplicável «no caso de não ser possível utilizar as regras do artigo 3 do », o que efectivamente não sucede no caso em análise;  T)	Nestes termos, requer-se a esse Douto Tribunal ad quem que negue provimento ao presente recurso, considerando enfermar o acto tributário em crise de ilegalidade – geradora de anulabilidade nos termos do então artigo 13 do CPA – com fundamento na incorrecta aplicação do regime ínsito no 4, n. 2, do , tudo com as demais consequências legais; ·	DA FALTA DE FUNDAMENTAÇÃO DO ACTO IMPUGNADO U)	A Administração Tributária entende estar o acto de segunda avaliação devidamente fundamentado, revelando o iter cognoscitivo que levou ao apuramento do valor patrimonial tributário do aerogerador em referência; )	Discorda a Recorrida da posição adoptada pela Administração Tributária, na medida em que a avaliação notificada omite os motivos na origem da aplicação do método de avaliação residual do artigo 4, n. 2, do , não tendo também sido facultados os documentos que estiveram na base da determinação das diversas parcelas que concorreram para o apuramento do valor patrimonial tributário; W)	Resulta assim evidente não se encontrar a Recorrida em condições de aferir da fidedignidade dos valores apresentados nem da bondade da sua aplicação, impendendo o respectivo ónus probatório sobre a Administração Tributária nos termos do artigo 7, n. 1, da LGT; )	Conclui-se portanto padecer o acto tributário de segunda avaliação do vício de falta de fundamentação por omitir o itinerário cognoscitivo e valorativo na origem da sua prática – isto é, as razões conducentes à aplicação do método de avaliação previsto no artigo 4, n. 2, do e, bem assim, os documentos que concorreram para o apuramento dos valores avançados ao abrigo desse regime; Y)	Nestes termos, requer-se a esse Douto Tribunal ad quem que negue provimento ao presente recurso, considerando enfermar o acto tributário em crise de ilegalidade – geradora de anulabilidade nos termos do então artigo 13 do CPA – por preterição do regime ínsito nos artigos 26, n. 3, da CRP, 7 e 8, n. 3, da LGT, tudo com as demais consequências legais.