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4/2 do 67/07 Numa outra situação se entendeu que assiste ao comprador o direito à resolução do negócio quando a desconformidade ou anomalia, subsistindo após reparação, inviabiliza a utilização do veículo e põe em causa a circulação e a segurança do mesmo.8 Não obstante não ter sido alegado pela Ré vendedora que a desvantagem com a resolução seria para ela maior do que a vantagem que obteria com qualquer outra das soluções, seja a reparação, a substituição ou a redução do preço, existem provados, no processo, factos que permitem inferir esse desequilíbrio, designadamente, a circunstância de se tratar de um veiculo usado, com 4 anos, e 132 quilómetros à data da venda e ter mais 1830 km em 29/7/2016, o facto de as anomalias em causa não comprometerem nem a utilização nem a segurança dos passageiros, o facto de as anomalias serem reparáveis e de a Autora não ter concedido uma derradeira possibilidade de diagnóstico das causas dessas anomalias e posterior reparação-que a ré na contestação aceitaria efectuar de delas tivesse tido conhecimento- omitindo ao conhecimento da  ré o diagnóstico de 28/7/201 Donde a conclusão de que, no caso concreto, o exercício do direito de resolução do contrato que a Autora pretende ver reconhecido se mostra ilegítimo nos termos do art.