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acórdãos do Supremo Tribunal Administrativo de 15 de Junho de 2016, proferido no processo n. 01101/15; de 19 de Setembro de 2018, proferido no processo n. 01460/17; de 4 de Dezembro de 2019, proferido no processo n. 02243/16BEBRG, e decisão arbitral, proferida a 5 de Junho de 2019, no âmbito do processo n. 611/2018-T); 2 Pelo que, ao realizarem correcções à matéria colectável extravagantes face à extensão da acção inspectiva inicialmente instaurada, os serviços de inspecção extrapolaram o seu mandato, inquinando de ilegalidade os actos tributários relativos aos exercícios de 2013 e 2015, por violação do artigo 1  do RCPITA, impondo-se a respectiva anulação nos termos do artigo 16 do CPA, aplicável ex  artigo , alínea, do RCPITA; 2 Tal não resulta prejudicado pela posição que mereceu vencimento na decisão arbitral recorrida, no sentido de, tendo sido notificadas três cartas-aviso e três ordens de serviço, terem tido lugar três acções inspectivas autónomas e independentes entre si, de onde não resultaria a obrigatoriedade de proceder ao alargamento da acção inspectiva inicial; 2 Atenta desde logo a unicidade da fundamentação vertida no relatório de inspecção, resulta manifesto que somente ocorreu uma única acção inspectiva, a qual ilegalmente incidiu sobre o IRC dos exercícios de 2013, 2014 e 2015; 2 Para além de as correcções aderirem a uma única fundamentação agregadora, a conclusão de que se está perante uma única acção inspectiva resulta também da circunstância de a inspecção aos diversos exercícios ter corrido os seus termos em simultâneo; ter sido conduzida pela mesma equipa inspectiva e ter sido externalizada no mesmo relatório final de inspecção cfr.