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Mas o recorrente alega que não é sequer necessária a alteração de facto para que fosse outra a conclusão da sentença, pois a sua posse verificou-se desde a data da morte do seu pai, em 1981, atendendo a que, com a morte deste, o recorrente sucedeu-lhe na posse da Vila ...), dos cómodos agrícolas e do pomar, nos termos do artigo 125 do Código Civil, sendo essa posse independente da apreensão material da coisa, e, portanto, não sendo sequer carecida de demonstração e, sendo certo que, nos termos do disposto no artigo 125, n. 2, do , a posse atual faz presumir a posse anterior quando seja titulada, desde a data do título, não só a posse foi demonstrada pelo recorrente nos presentes autos, como a mesma se presumia desde 1981, não tendo a recorrida logrado fazer prova em contrário.