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Com efeito, tendo o regime especial do artigo 3, n. 2, do EBF sido revogado antes do «momento da alienação das participações», tem de se concluir, definitivamente, que o regime especial do artigo 3, n. 2, do EBF não poderá ser aplicado às mesmas às participações sobreviventes à, como se expressou o já citado acórdão arbitral precedente, proferido no processo n. 645/2017-T. WW) É por maioria de razão em relação às situações de simples alienação, que o caso de revogação do próprio n. 2 do artigo 3 do EBF, se subsume no n. 6 da Circular n. 7/200 ) Revogado este, pode-se concluir com respeito às partes de capital mantidas à data da revogação, que está por definição afastada a aplicação à sua alienação desse revogado regime especial.