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5- É de vital importância que exista a máxima proximidade entre o Estado-Membro no caso França) da residência habitual dos cônjuges e o tribunal internacionalmente e também competente para julgar o seu processo de divórcio, sempre levando em consideração que os cônjuges casaram civilmente em França dia -/06/2003, já ali residiam antes e continuam até hoje a residir, são pais de uma menor que nasceu também em França dia -/08/2005, tendo ali residido toda a sua vida, e onde sempre estudou, todos os factos que podem ser discutidos no processo de divórcio ocorreram em França, e as deslocações quer das partes, quer da filha e das testemunhas, devem ocorrer próximo do local da residência e não afastando-as do processo, procurando que o mesmo seja julgado num Tribunal português.