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Vejamos então se lhe assiste ou não razão, considerando que o recorrente impugnou os pontos 3 a 5 dos factos provados que têm a seguinte redacção:  - 3 A respectiva carta de condução foi remetida para aquele tribunal pelo IMT na indicada data inicial, tendo sido proferido despacho judicial a 13 de Janeiro de 2014 a determinar que o período de inibição fixado tinha o seu termo a 20/3/2014, despacho este que, pelo menos a 17 de Janeiro desse ano foi do conhecimento do arguido;   - 4 O arguido agiu de modo livre voluntário e consciente, sabendo e querendo violar a proibição de conduzir veículos com motor que lhe tinha sido imposta por sentença criminal, assim faltando à obediência a ordem legítima, com base legal emanada de autoridade competente, e que lhe fora devidamente notificada;   - 5 O arguido sabia que a sua conduta era proibida e punida por lei como ilícito criminal.