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Para tanto, alegam que são credores da 1 Ré da quantia de € 7234,44; que esta Ré se obrigou a transmitir-lhes a propriedade da fracção autónoma melhor na p.ou a vendê-la a terceiros por forma a reembolsá-los da aludida quantia; apesar disso, reservando para si o usufruto vitalício, veio a 1 Ré a doar à 2 Ré a dita fracção por escritura pública de 312010, impondo à donatária o encargo de cuidar da doadora até ao fim da sua vida mediante os termos ali definidos; ao outorgarem a referida escritura, ambas as Rés não só sabiam que impossibilitavam, como efectivamente impossibilitaram, o pagamento pela 1 Ré aos AA.