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11 da p.; - No ano de 1998, o referido prédio rústico foi atravessado a meio do prédio por uma estrada municipal que liga a Freguesia de AV à Freguesia da P, no concelho de B..; - Pelo que as Rés ocuparam uma faixa de terreno, contra a vontade da Autora, com uma área de 284m2, bem sabendo que não é sua e que não têm título que permita a sua ocupação; - Sem que para tal tivessem iniciado qualquer processo de expropriação, amigável ou litigioso, ou adquirirem, por qualquer forma, a propriedade da referida parcela; - As Rés ocuparam ilegalmente o prédio rústico, vendo-se a Autora privada de privar e usufruir do mesmo; - O prédio perdeu substancialmente o seu valor comercial; - No ano de 2003, as Rés alcatroaram todo o pavimento da estrada municipal que atravessa o prédio rústico da Autora; - Até hoje, quer a Autora quer os herdeiros da herança aberta, não receberam qualquer indemnização pela área ocupada de forma abusiva pelas Rés nem pelo prejuízo resultante na parte sobrante do prédio rústico; - Pela ocupação abusiva da parcela de terreno da Autora, as Rés abateram vários eucaliptos e pinheiros, o que se traduziu num prejuízo para a Autora, na venda da madeira dessas árvores; - A Autora e os herdeiros da herança aberta sofreram momentos de tristeza e preocupação; a Autora ficou bastante desanimada e triste.