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b) Efetivamente, para além dos factos notórios resultantes de notícias, conhecendo-se que, o próprio Tribunal dos Direitos do Homem, reconhece a existência de insuficiências no sistema de asilo italiano ) incumbia à Entidade Demandada, ao invés de retirar do silêncio das autoridades italianas, - a aceitação de retoma, ) instruir oficiosamente o procedimento, com informação fidedigna actualizada sobre o funcionamento do procedimento de asilo italiano e as condições de acolhimento dos requerentes de proteção internacional naquele país,- de modo a demonstrar perante o decisor – o quão bem formada foi a decisão e) No caso em apreço, nada referindo a propósito do funcionamento do procedimento de asilo italiano e das condições de acolhimento dos requerentes de proteção internacional nesse Estado-Membro, não se mostrando possível, através da sua leitura, aferir da existência ou não de um risco atual, direto ou indireto, de o Autor ser sujeito a tratamento desumano ou degradante, na aceção dos artigos  da CEDH e  da CDFUE, verifica-se que a decisão de "aceitação de retoma” foi prematura f) Uma vez que há indícios que permitem concluir pela probabilidade séria de o Autor, ao ser transferido para aquele Estado, correr um risco real de ser sujeito a tratos desumanos ou degradantes, na aceção do artigo  da CDFUE, g) Afigura-se que, o acto impugnado – incorre em deficit de instrução quanto aos factos essenciais à decisão de transferência – ocorreu ou não aceitação de retoma - e, por conseguinte, a decisão proferida foi-o em violação do disposto no artigo 5 do CPA, Nestes termos e nos melhores de direito, requer-se que seja mantido o teor do douto acórdão proferido, condenando-se a Recorrente a reconstituir o procedimento relativo ao pedido de proteção internacional formulado pelo Autor, instruindo o pedido com informação atualizada sobre as condições de acolhimento dos refugiados e requerentes de proteção internacional em Itália.