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Por despacho de 29 de Maio de 2018, a Digna Magistrada do Ministério Público titular do inquérito, com a anuência da ofendida e obtida a concordância do arguido, determinou, verificada que fosse a concordância do juiz de instrução, a suspensão provisória do processo pelo período de doze meses, com a imposição, àquele, das seguintes injunções: - Não voltar a cometer factos semelhantes aos denunciados nos presentes autos; - Manter uma postura de respeito para com a vítima, não a importunando sob qualquer forma ou pretexto; - Comparecer a consulta avaliativa na entidade de saúde que a DGRSP entender, para se aferir se padece de alguma patologia do foro psiquiátrico, e na afirmativa, sujeitar-se ao tratamento médico que vier a ser delineado;  - Comparecer sempre que solicitado perante técnicos da DGRSP responsáveis pela monitorização da medida, acatando as instruções que estes vierem a transmitir. )