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2 – Citados os Réus, vieram os demandados MTG, MT e JA, apresentar contestação e reconvenção, na qual aduziram, em súmula, o seguinte: Ø  a Autora não pagou aos ora contestantes as quantias referidas nas cláusulas n.s 3, 1 e 2 do contrato-promessa, no valor, cada uma delas, de 15000,00 € ; Ø  alias, até ao presente a Autora nada pagou aos ora Réus contestantes ; Ø  motivo pelo qual não transmitem a propriedade prometida ; Ø  foram feitas pela Autora obras no prédio, mas sem prévia aprovação da Câmara Municipal de Torres Vedras, na qual não foi apresentado qualquer projecto de alterações ; Ø  inexistindo, ainda, qualquer autorização por parte dos ora Réus, contrariamente ao previsto na cláusula 8 do contrato-promessa ; Ø  pelo que, por ilegais, devem tais obras ser demolidas ; Ø  desconhecem qual o montante em dívida à Caixa Agrícola, proveniente dum empréstimo concedido unicamente à Ré AC e garantido por hipoteca do prédio ; Ø  sendo tal hipoteca ineficaz relativamente aos demais Réus, como foi dado conhecimento à Caixa de Crédito Agrícola de Torres Vedras ; Ø  pois foi exarada uma escritura de hipoteca genérica a favor daquela instituição, quando tal não podia ser feito, pois a procuração outorgada em 19/10/2007, pela Ré  à sua irmã Ré AC, apenas permitia hipotecar o prédio para garantia do empréstimo concedido a esta em data anterior a 19/10/2007 ; Ø  mantêm interesse na venda do prédio à Autora, pretendendo receber, cada um deles, a quantia de 15000,00 € a que têm direito ; Ø  requerendo, reconvencionalmente, que seja decretada a execução específica do contrato-promessa.