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e, por omissão de pronúncia, nos termos do artigo 607 n. 4 e 5 do CPC, declarando serem devidas a título de danos patrimoniais as quantias de € 002,68 quatro e dois euros e sessenta e oito cêntimos) - aparcamento da viatura soma de € 331,00 +  € 671,68) e € 1521,79 dezanove , quinhentos e vinte e um euros e setenta e nove cêntimos) - aluguer de veículo de mercadorias, condenando-se a R - Município de .. no seu pagamento; 2 - Subsidiariamente, arbitrar de forma equitativa, valores quer para o aparcamento quer para o veículo de substituição, pois existem tabelas públicas, com valores de aparcamento e de aluguer ao dia de veículo similar ao acidentado, que permitem encontrar valores totais e, que se encontram já juntos ao processo pois a meritíssima juiz a quo, no uso dos seus poderes oficiosos, requereu a junção aos autos de tais elementos.→ contra-alegado, com as seguintes conclusões: ) O presente recurso, além de não merecer provimento, deve ser objecto de rejeição, porque os Apelantes não cumprem com o ónus que lhes é imposto pelo disposto no n. 1, do artigo 64 do Código de Processo Civil; ) Para que o recurso pudesse ser admitido, cumpria-lhes, além de indicarem os concretos pontos da matéria de facto que consideram incorretamente julgados, a obrigação de explicitar quais os concretos meios probatórios que, na sua óptica, impunham ao Tribunal a quo uma resposta diferente daquela que deu a essas questões; ) Todavia, os Recorrentes, ao arrepio daquilo que legalmente lhes era imposto, limitaram-se a tecer considerações ao longo do mesmo, mas sem porem directa e adequadamente em causa a matéria de facto que entendem ter sido mal julgada, como se pode constar de uma leitura, ainda que perfunctória, das suas alegações; ) Além de não identificarem os pontos concretos da matéria de facto controvertida que os Recorrentes consideram incorrectamente julgados, também não precisam os concretos meios probatórios constantes do processo que, na sua opinião, impunham decisão diversa da proferida; ) Igualmente, não precisam com clareza a decisão que, no seu entender, devia ter sido proferida quanto à factualidade em questão; ) Os Recorrentes limitaram-se a discordar da resposta dada a alguma da matéria de facto e a remeter, genericamente, para as facturas que juntaram aos autos - aliás, oportunamente impugnadas - e para o teor do depoimento prestado pela testemunha PNRMP que, segundo defendem, tem conhecimento directo dos factos; ) De facto, não indicam as passagens da gravação em que estribam o seu recurso, por forma a justificarem o motivo pelo qual se deveria ter dado como provado que os Apelantes suportaram despesas com o aparcamento da viatura e com o aluguer de um veículo de substituição; ) Por outro lado, as facturas a que fazem referência, não têm a virtualidade de per si, fazer prova plena dos danos sofridos pelos Apelantes, por força do aparcamento da viatura e do aluguer de um veículo de substituição. )