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Como assim decorre das Alegações e respectivas conclusões, sendo patente que o Recorrente tinha para si que a prova do que havia alegado apenas podia ser feito por via testemunhal e pelas suas declarações de parte, devia ter reclamado do despacho que decidiu pela dispensa da realização da Audiência prévia, e /ou não podia ter deixado transitar em julgado as decisões contidas no despacho proferido em 27 de agosto de 202  E em torno da invocada nulidade processual a que se reporta o artigo 19 do CPC não ocorre assim a mesma, e manifestamente, pois que a apreciação e decisão do Tribunal a quo em torno  da não realização de prova adicional para além da constante dos autos por prova documental e bem assim, a dispensa da realização da audiência prévia, constituem actos sujeitos à livre apreciação do julgador, embora passíveis de recurso jurisdicional, é certo, mas que para tanto deve ser tempestivamente apresentado.