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O recorrente sustenta que o acórdão recorrido, ao considerar que a recorrida foi despedida em 7 de Julho de 2017, enferma da nulidade de excesso de pronúncia, por a recorrida não ter submetido à apreciação do Tribunal a regularidade e licitude do seu despedimento em 7 de Julho de 2017, mas em 6 de Julho de 2017, conforme indicou no formulário com que deu início à acção, daí concluindo também pela existência de uma decisão surpresa, uma vez que, segundo alega, tal facto não foi invocado pela recorrida e não foi chamado a deduzir oposição sobre esse facto, que não foi submetido a contraditório, e pela nulidade de omissão de pronúncia nos termos do artigo 615, n 1, al., do Código de Processo Civil.