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O - Mesmo que assim se não entendesse –serem desconsideradas por falta de credibilidade as declarações das ofendidas- então os factos dados como assentes sob os ns 8, 9, 11, 12, 15, 21 e 25 do acórdão recorrido sempre teriam de ser dados como não provados porquanto são contraditados frontalmente pela factualidade dada como assente na sentença proferida naquela acção de Regulação das Responsabilidades Parentais, concretamente: - o n 8 pela factualidade vertida sob os ns 30 e 37; - o n 9 pela factualidade vertida sob os ns 15 e 18; - o n 11 pela factualidade vertida sob os ns 15, 30 e 31; - o n 12 pela factualidade vertida sob os ns 21,30, 31 e 46; - o n 15 pela factualidade vertida sob os ns 43 e 44; - o n 21 pela factualidade vertida sob o ns 23; - o n 25 pela factualidade vertida sob os n 2  P - Acresce, e ainda subsidiariamente, que os factos dados como assentes no acórdão recorrido sob os ns 3, 4, 10, 16, 31 e 32 sempre teriam de ser considerados como não provados porquanto nenhuma prova foi feita quanto à sua veracidade.