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Como sintomaticamente se referiu na decisão recorrida "...) impõe-se, desde logo, que o Requerente alegue a factualidade, e realize a prova, concreta e circunstanciada, da situação de facto consumado que pretende evitar ou dos prejuízos de difícil reparação que advirão da não adoção da providência cautelar requerida, não se bastando com a mera alegação vaga e genérica do fundado receio de ocorrência de prejuízos irreparáveis ou de difícil reparação.”   Mais se refere acertadamente na decisão recorrida que "No caso dos autos, para sustentar a existência de periculum in mora, o Requerente alega, singela e conclusivamente, ser advogado, ter cerca de 400 processos por todo o país, ser pai de três filhos com idades de 9, 17 e 18 anos, todos a estudar e ser o único cônjuge a auferir rendimentos.