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2 E se na verdade o autor recorrente nunca abriu qualquer conta directamente na 1 R., se nunca se deslocou à Suíça para o fazer, como bem dá o douto Tribunal por provado no facto 17, se como bem dá por provado o Tribunal no facto provado 16, o formulário foi preenchido em Portugal, e de Portugal foi enviado para a 1 R. elementos de conexão que de per si sempre determinariam também a aplicação do direito, então não pode o Tribunal a quo dar por provado que a 1 R. não tinha sucursal, agência, balcão, escritório de representação ou representante em Portugal, isto porquanto certamente "alguém” abriu a conta bancária do autor recorrente junto da 1 R. em Portugal que não o autor recorrente.