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Como última palavra para reforçar esta ideia: o contrato promessa celebrado em 27/06/2017 incide sobre realidade diversa da abrangida nos acordos ao abrigo dos quais foi prestado o referido sinal, não consubstanciando, pois, de forma alguma ao contrário do que parece ter sido o entendimento do tribunal a, o contrato promessa a que alude a Cláusula 4 do primeiro acordo - veja-se, e sintetizando o que acima se salientou, que: o imóvel visado pelo contrato promessa é diferente, assim como o preço acordado; e no primeiro acordo, a apelada declara estar a vender o imóvel aí identificado portanto, assume a posição de vendedora do imóvel); e no contrato promessa, a apelada declara ceder a sua posição contratual de compra relativamente ao imóvel objecto desse contrato promessa portanto, assume a posição de futura compradora do imóvel).