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E, começando pela de natureza condenatória,sabemos que invoca a autora/apelante que no final do exercício de 2017 era credora de suprimentos no montante de €78651,20, valor dos empréstimos acumulados desde que entrara na sociedade e para equilibrar o balanço, sendo que, tendo aceitado converter parte dos suprimentos, no montante de € 50339,09 em prestações suplementares de capital, ficou então credora dos restantes suprimentos no montante de € 28312,1 Ora, as prestações suplementares encontram-se previstas no artigo 21 do CSC, rezando o respectivo n 1 que " Se o contrato de sociedade assim o permitir, podem os sócios deliberar que lhes sejam exigidas prestações suplementares”,logo, consubstanciam as mesmas uma forma de financiamento das sociedades pelos seus sócios, visando o reforço dos capitais próprios da sociedade.