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; ) Com respeito a esta matéria, dos factos provados nos autos conclui-se que a aqui recorrente, no exercício de 1989 considerou como custo desse exercício, a quantia de Esc: 752095S20, correspondente a encargos com a remuneração de férias adquiridas pelos trabalhadores no ano de 1998 e pagas em 198 J) Isto porque a impugnante já tinha contabilizado como custos do exercício de 1988, o subsídio de férias e respectivos encargos, relativo ao trabalho prestado pelos seus trabalhadores no ano de 198 K) Ou seja, a impugnante tratou de forma diferente os encargos com pessoal respeitante a férias e encargos com a segurança social, relativos a direitos adquiridos em 1988 mas a pagar em 1989, visto que, parte destes subsídio e, contabilizou como custo em 1988, e parte remuneração) em 198 ) Contudo, tal facto, não altera a aplicação da lei ao caso sub-judice, paraefeitos da reposição de provisões, nos termos em que é estatuída pelo n 2 do artigo 13 do Decreto-Lei n 442-B /88 de 30/11, já que o que pode e deve relevar é a importância contabilizada como custo do exercício de 1989 vide parte final do n 1 do artigo 12, a qual se refere expressamente aos quatro primeiros exercícios de aplicação do IRC, ou seja 1989, 1990, 1991 e e não as importâncias contabilizadas como custo em 198 Neste sentido Ac.