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Quanto à alínea dos factos provados pretende a Recorrente que da mesma seja retirada a expressão "e onde ninguém pagou ou paga renda”, mas na verdade o que resulta da prova produzida nos autos é que efectivamente o filho E. foi residir para uma casa que pertenceu aos avós maternos entretanto falecidos, pertencendo a mesma à herança indivisa aberta por óbito daqueles, onde residiu a testemunha G. R. até ter casado, sem pagar renda, e onde passou a residir o referido E. também sem pagar renda, podendo legitimamente presumir-se que também poderia residir, sem pagar renda, a Recorrente se assim o pretendesse, não fora o faco de ter habitação própria ainda que pagando mensalmente a prestação devida ao banco pelo empréstimo contraído, o que faz, segundo resulta das suas declarações, na perspectiva que na partilha lhe seja adjudicado tal bem.