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Das conclusões das alegações de recurso desta extrai-se que são duas as questões que suscita: ) tendo o 2 Autor auferido, entre 2003 e 2012, as férias e o seu subsídio de acordo com o que constava dos IRCTs que sucessivamente regularam a relação entre as partes, nada mais lhe é devido a tal título; ) mostram-se prescritos os juros de mora anteriores a 20-05-201 Quanto à  questão, é patente que da parte decisória da sentença, transcrita supra, não se verifica a condenação da Ré no pagamento ao  associado do Autor de qualquer importância, pelo que, não tendo ficado vencida nesta parte, a Ré não tem legitimidade para, também em relação a essa parte, interpor recurso cfr.