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152 e, por exemplo, o referido acórdão da RP de 22011-processo 4494/00TJVNF.P 13 Que reza o seguinte: "A falta de personalidade judiciária das sucursais, agências, filiais, delegações ou representações pode ser sanada mediante a intervenção da administração principal e a ratificação ou repetição do processado.” 14 Cf., a propósito, a posição de Antunes Varela a que se alude na "nota 10”, supra, no sentido de que o cabeça-de-casal, quando propõe uma acção no âmbito dos poderes de administração da herança que a lei lhe concede, actua no interesse da herança e não em interesse próprio e exclusivo, ainda que, em termos processuais, seja ele a parte e não a herança, na medida em que esta não dispõe de personalidade jurídica e tão-pouco de personalidade judiciária.