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de facto provada, o ora embargante, pai da exequente, declarou em 27/09/2018, o seguinte: "declarosobrecompromissodehonraparaefeitosdeFaculdade,CursosuperiorouBolsadeestudodaminhafilhaBB,que à presentedatameencontrodesempregadoenãopossuoqualquertipoderendimentosalário,ououtro,nemestouausufruirdepensãoourendimentosimilar,eporestemotivoécompletamenteirrazoávelouimpossíveldecontribuircomqualquertipodeajudaquetenhaouimpliqueafinanceira,conformecomprovamosdocumentosemanexo,IRS,referenteaoanofiscal2017e declaraçãodocentrodeemprego.” Nos termos do disposto no art 315 do CCivil, as prescrições presuntivas interrompem-se pelas causas gerais previstas nos arts 323 a 325 do mesmo diploma legal, sendo uma dessas causas "o reconhecimento do direito, efectuado perante o respectivo titular por aquele contra quem o direito possa ser exercido” – art 325 do CCivil – sendo que n o "reconhecimento tácito só é relevante quando resulte de factos que inequivocamente o exprimam” – neste sentido, vide, entre outros, os acs.