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Recorde-se que o despacho de indeferimento da isenção, de 002013, objecto da presente impugnação, baseou-se no entendimento segundo o qual,  «- Quando a aquisição de imóveis por parte de uma sociedade financeira ou instituição de  crédito vise realizar créditos cuja titularidade jurídica lhe tenha sido anteriormente transferida, a isenção de IMT ao abrigo  do artigo  do Código do IMT só se afigura admissível se essa prévia transferência de créditos tiver sido contratada entre o adquirente com essa natureza e a própria instituição de crédito que o domine; // – A interposição entre o credor originário e o adquirente de imóveis beneficiário do crédito que se pretende de uma ou mais entidades que não se encontrem numa relação de domínio com este invalida a aplicação da isenção de IMT prevista no artigo  do Código do IMT».