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Formulou conclusões, nas quais refere que: "A) Lida a argumentação da Recorrente para a admissão do seu Recurso de Apelação, tudo leva a concluir, inapelavelmente pela inadmissibilidade do mesmo; B) Pois, o fundamento invocado nada tem a ver com o objecto da acção, o seu pedido e a sua causa de pedir; ) E, neste conspecto, sopesados os argumentos da Recorrente, nenhum dos fundamentos que invoca ocorrem no caso sub judice, o qual diz apenas respeito a uma diferença remuneratória que se reconduz a um valor inferior ao da alçada do Tribunal de  instância; ) Vem a Recorrente dizer, nas suas alegações, que a "questão de fundo” é a validade do contrato individual de trabalho, quando, bem sabe, que a verdadeira questão de fundo se situa em ter deixado de pagar o valor das diuturnidades ao A. ora Recorrido; E) Ou seja, a Recorrente tenta agora entorpecer a realidade dos factos, a qual está mais que assente, e foi bem analisada, pelo Tribunal "a quo”; F) Por outro lado, sem a menor tergiversação se conclui que, no que à lei adjectiva aplicável concerne, é inadmissível o pretendido recurso de Apelação; G) Daí, que não baste a Recorrente invocar e deslocar o leitmotiv da presente acção para um outro, a seu bel talante, apenas para interpor recurso; H) Assim, bem andou o Tribunal "a quo” na interpretação e aplicação do direito aos factos reais. )