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No contexto da apelação ) quanto ao recurso de facto, se deveriam ter sido considerados provados os pontos e da matéria não provada e se os pontos 4, 5, 67, 68, 69 e 84 dos factos provados deveriam ter sido considerados não provados; 4, 60 e 84 para correcção e 67 a 69 – para eliminação relativamente ao facto 60, deve ser eliminada a referência a "como distribuidora”;  ) A. no contexto da apelação, se no âmbito do recurso de direito, como deve qualificar-se o contrato celebrado entre as partes e se estão preenchidos os pressupostos da indemnização de clientela; se há défice de fundamentação do quantum indemnizatório fixado pelo tribunal e se os juros devem ser contados a partir não da data da prolação da decisão, mas apenas após o trânsito em julgado da eventual decisão final condenatória que venha a ser proferida em sede de recurso; B. no contexto da ampliação do objecto da apelação ) se é de ampliar a matéria de facto com factos que resultaram da instrução da causa e se  ) é de conhecer dos pressupostos da atribuição da indemnização com fundamento em enriquecimento sem causa; para determinação do tecto máximo da indemnização de clientela a arbitrar, deve fazer-se tendo por referência como constituindo a "retribuição” do concessionário) o valor médio da margem bruta ou vendas líquidas) referente aos últimos 5 anos de duração do contrato; o dies a quo da contagem dos juros de mora sobre o montante da indemnização fixada, é o da interpelação das Recorrentes para o pagamento da indemnização de clientela ou, no limite, o dia da citação destas para a presente acção e. o dia da interpelação judicial das.