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da Lei 1-A/2020, de 19 de março, na sua redação atual, o que só por mera hipótese académica se admite, a Apelada nunca poderia beneficiar da suspensão, já que esta depende do regular pagamento da renda; 40- Quanto a esta questão, diga-se que as Apelantes foram coartadas no seu direito de defesa, já que não alvitrando a Recorrida tal direito, e considerando-se até haver excesso de pronúncia, a verdade é que o Tribunal a quo não poderia ter decidido como decidiu sem antes ouvir as Apelantes; 41- Pois, a decisão do tribunal de 1 Instância "apanhou” as Apelantes completamente de surpresa, e agora, em sede de recurso têm que se defender desse novo enquadramento jurídico, tendo até que recorrer à junção de documentos para provar que à data de 28/02/2021, a Apelada nunca poderia beneficiar de tal regime de suspensão porque tinha dívida vencida referente ao mês de fevereiro de 2021 para com a Segunda Apelante, no valor de € 088,98, conforme melhor se afere da fatura e do extrato de conta corrente, cuja junção se requer nos termos do art.