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Mais alegou que a ré para proceder à instalação e execução de um aqueduto - subsolo, a um metro abaixo da superfície - e a levar a efeito um projecto de abastecimento de água em alta no Concelho da Covilhã, sem autorização e acordo da autora, e sem proceder a qualquer expropriação, entrou com trabalhadores, a seu mando, no terreno da autora e aí realizou os trabalhos descritos na p., no período de Outubro a Dezembro de 201 Obras estas que prejudicaram a exploração da unidade hoteleira, privando a A. de tal terreno, sendo que não as impediu por estar convencida que a ré acabaria por pagar o preço do terreno ocupado, que tem o valor de € 35920,0  Em 212017, no Juízo Central Cível de Castelo Branco, foi proferida decisão fls.