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- No seu depoimento gravado no sistema H@bilus no dia 24/05/2018, entre as 15h43m43s e as 16m22m01s, esta testemunha referiu que para furtar o "OZ” seria necessário, primeiro, partir o vidro o que poderia ser feito de forma ou estroncar a fechadura da porta o que demoraria cerca de 10/15m), sendo que estes actos acionariam o alarme do carro; de seguida, seria necessário "desfardar” totalmente a parte inferior e lateral do habitáculo do veículo para aceder a várias centralinas, desliga-las a todas, resolver um conjunto de erros informáticos que esta atuação suscita, anulá-los e configurar uma nova chave, tudo procedimentos que demoram, pelo menos, 1h a 1h15m e são suscetíveis de ser notados por quem quer que passe no local, sendo necessário para o efeito o uso de uma box com um computador associado cfr passagens dos min 8m24s a 18m26s, 32m28s a 32m57s, 33m28s a 33m42s do seu;  - Sabe-se, ainda, do depoimento da testemunha H. F., no local onde o primeiro diz ter estacionado o carro não existiam, depois do pretenso furto, quaisquer vestígios, nomeadamente vidros partidos cfr passagens dos minutos 7m12s a do seu depoimento, o que foi ainda confirmado pelo próprio A nas passagens dos minutos 45m38s a 46m12s do seu  - Neste contexto, não é minimamente fiável ou crível a versão do A e sua esposa de que o carro foi furtado no dia 07/07/2016 junto ao restaurante ..., não podendo essa sua versão ser atendida.