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Em particular, a convicção do tribunal baseou-se, quanto aos factos considerados como provados na apreciação conjugada e de acordo com as regras de experiência comum, nos seguintes elementos de prova: - no depoimento das testemunhas OM, mãe da assistente, e que a acompanhou aos hospitais de  e de ; , irmã gémea da assistente; os bombeiros RR, motorista da ambulância que conduziu a assistente ao Hospital de , JC, socorrista que assistiu a assistente até ao Hospital de , e AJ, motorista da ambulância que conduziu a assistente do Hospital de  ao Hospital de ; e os médicos JM, médico no Hospital de , que naquele dia encontrava-se no serviço urgente de otorrinolaringologia e examinou a assistente, JÁ, médico autor do parecer médico junto aos autos, AI, neurocirurgião no Hospital de  que operou a assistente, e RN, neurocirurgião em formação no Hospital de , que naquele dia examinou a assistente; as quais, com o referido conhecimento de causa, depuseram de forma isenta, segura, serena e equidistante, merecendo a credibilidade por parte do Tribunal, pois relataram os factos tais como lhes foram dados a conhecer de forma espontânea e corroborante independentemente das relações afetivas subjacentes.