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Não se afigura que haja qualquer excesso de pronúncia: o tribunal pronunciou-se quanto à questão suscitada pelas autoras o requerimento de 7/5/2021, em que comunicam que a ré, na sequência da confirmação pelo Tribunal da Relação de Lisboa da decisão que, no âmbito de procedimento cautelar, decretou a suspensão das ordens de transferência das autoras comunicadas pela B, proferiu − na pendencia da ação declarativa da qual o procedimento cautelar é dependência − nova ordem de transferência para Dublin, violando a decisão cautelar proferida, após o exercício de contraditório efetuada pela ré nos termos do requerimento de 11-05-2021, em que a mesma defende que acatou a decisão da providência quanto às ordens de transferência emitidas e que emitiu nova decisão/ordem de transferência relativamente às trabalhadoras, a qual não se encontra abrangida pelo âmbito da decisão proferida em sede de procedimento cautelar.