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ff) Contrariamente à matéria de facto que resulta assente no ponto B dos "factos provados”, não é verdade que o prestador de serviços BB procedesse à distribuição de correio com base no estabelecido entre os CTT- Correios de Portugal, S.A. – Sociedade Aberta em e a ré , Lda., gg) Face à prova testemunhal produzida nos presentes autos, jamais deveria o Mm juiz do Tribunal "a quo” ter considerado provado o ponto dos "factos provados”, hh) Salientando que facilmente se conclui da prova produzida o prestador de serviços BB não presta a sua atividade nos CTT de , ) Igualmente não corresponde à verdade, nem disso foi feita prova que, BB, cumpra ou cumprisse horários diários de 6 horas determinados pela ré e comunicados por EE, jj) Nem tão pouco que aquele, na véspera, informasse BB das horas do trabalho a iniciar no dia seguinte cfr.