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No caso presente, alegaram os autores, além do mais, que em finais de 2009 foram realizadas partilhas de bens que compunham a herança aberta por óbito de Manuel , através de processo de inventário, sem que tenha tido a perceção imediata de que não havia sido levado à partilha um imóvel, sendo que só alguns meses depois da partilha é que a autora adquiriu a convicção de que existia um imóvel que não tinha sido relacionado no processo de inventário, sustentando que só então iniciou buscas junto de diversas entidades, das quais veio a resultar a localização, em 14 de junho de 2010, de uma escritura de compra e venda que havia sido celebrada por seus pais, no  Cartório Notarial, outorgada no dia 27 de setembro de 2004, mediante a qual os pais da autora, na qualidade de vendedores, contrataram a venda de um imóvel à filha F., aqui segunda ré.