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145, há que adaptar a tramitação do incidente a essa realidade de não existir um processo prévio em juízo, o que não se confunde com a possibilidade de discussão de algo que está subjacente à consideração, como no caso em apreço, de existir período de ITA findo o qual o sinistrado ficou curado sem desvalorização, ou seja, não se confunde com a possibilidade de discutir a ocorrência de acidente de trabalho quando foi isso que determinou atribuir período de ITA e depois cura sem desvalorização.” No caso, porém, a questão é distinta, uma vez que não ficou assente aquando do acidente e aceitação do mesmo pela seguradora, que diligenciou pelo tratamento do sinistrado e suportou os custos inerentes, qual o valor seguro.