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g)	Encarando-se o estabelecimento como um bem indiviso, sem gomos discriminados, sem partes excluídas, sem distinção de elementos independentemente da eventual saliência de um deles, tendo as partes intervenientes no negócio tratado dele como único e indivisível, somos da opinião de que, contrariamente ao decido pelo tribunal a quo, a transmissão onerosa de um estabelecimento, acompanhada da transmissão de um contrato de arrendamento de um imóvel, ainda que seja "um pequeno corredor” "que serve como acesso secundário ao estabelecimento” deve ser qualificada como trespasse de estabelecimento comercial ou industrial, cabendo, assim, na previsão da norma de incidência da verba 21 da TGIS.