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Afirmando-se, assim, o direito da Recorrente à remuneração adicional consignada no artigo 50, ns 5 e 6 da Portaria n. 282/2013, a questão que se coloca é já a de saber qual a sua medida, ou seja, se essa remuneração deve ser calculada por referência à quantia exequenda e juros de mora vencidos até à data a desistência da execução €79146,20) – como invoca a Recorrente e consta da nota de honorários e despesas deduzida na execução e que conduziu à reclamação dos exequentes e consequente despacho judicial ora recorrido -, ou, ao invés, se, como sustentam os Recorridos, essa remuneração adicional deve ser calculada em função do valor de mercado do imóvel, segundo avaliação obtida pelos próprios exequentes.