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Logo, a questão da consideração do contrato de mútuo, como documento particular figurando como tendo sido assinado pelos executados, como título executivo encontrava-se expressamente previsto no art 46 n 1 alínea do CPC/9 Todavia, a questão não se prende apenas com a questão do título executivo mas sim com a exigibilidade do valor mutuado, pois não há que olvidar que a exequente alegou, além do mais, no requerimento executivo, no qual apenas juntou o contrato de mútuo, quer o que decorre do contrato celebrado, bem como que: «3 Ficou ainda convencionado, nomeadamente na cláusula 11 do aludido contrato, que a CEMG se reservava o direito de resolver o contrato, considerando o crédito imediatamente vencido, em caso de incumprimento pela parte devedora.