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Na sua contestação, a ré Transmelo invocou o levantamento da personalidade coletiva da autora, com fundamento no abuso de direito, alegando para o efeito a celebração de um contrato-promessa de compra e venda com a sociedade Viaparedes Sociedade Imobiliária, Lda, da qual é sócio-gerente , que é também administrador da autora, tendo por objeto a fração autónoma em causa e invocou ainda a litigância de má-fé da autora, pedindo a condenação desta em multa e indemnização não inferior a € 000,0 Por sua vez, na sua contestação, o réu AA impugnando parte dos factos alegados pela autora, alegou que em 3011 celebrou com a ré Transmelo um contrato de arrendamento tendo por objeto a fração autónoma reivindicada pela autora.