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Como referiu a Relação, "o tribunal está apenas vinculado a conhecer e resolver o «conflito de interesses» integrador do objeto da ação como lhe foi pedido, isto é, a pretensão do autor, plasmada na respetiva petição inicial, que é tão só a confirmação da sentença de divórcio.”    A própria recorrente, ao defender na conclusão 39 que a decisão do acórdão deve ser modificada para passar "a constar que é revista e confirmada a sentença de 6 de fevereiro de 2018,, na sua íntegra com os Apensos A e B”, reconhece que apreendeu bem o sentido da decisão, que o acórdão apenas reviu e confirmou a sentença de divórcio, não as decisões proferidas nos Apensos, não sofrendo, pois, o acórdão da nulidade invocada.