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Da mesma forma, como ali justificámos e concluímos, é igualmente necessária a prévia interpelação dos fiadores, atento o que ali ficou explanado quanto à natureza da fiança e o que reza o art 78    Justificou-se nesse aresto do STJ:  «Esta solução a necessidade de interpelação prévia dos fiadores ou demais previstos no art 782 para lhes ser exigido a totalidade das prestações e demais previsto nos contratos de mútuo com hipoteca celebrados com a devedora, já ressaltava dos ditames daboa fé:só assim não serão surpreendidos e injustamente prejudicados pelas desmandas e/ou desleixos do devedor principal que, eventualmente, deixou agravar a dívida de forma francamente censurável, quiçá até para intencionalmente prejudicar os "ignorantes”) fiadores dessa forma dando cabo do património destes numa altura em que, eventualmente, o devedor principal já nada teria de seu e, como tal, até já "nada tinha a perder”).