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35- Por decisão proferida em2/12/2009, já transitada em julgado, o arguido foi condenado pela prática de um crime de um furo simples na pena de 9 meses de prisão, por facto ocorridos em 9/12/2004, a qual foi extinta em 3/11/201”  O mesmo Tribunal motivou a decisão de facto do seguinte modo transcrição das partes consideradas verdadeiramente: "Tendo presente que a prova judiciária não visa alcançar uma certeza ontológica, mas apenas uma certeza judiciária – que, no plano dos princípios, deveria coincidir com a verdade material – e em obediência ao disposto no artigo 374, n. 2 do Código de Processo Penal, bem como ao consagrado no artigo 205, n. 1 da Constituição da República Portuguesa, proceder-se-á à indicação e ao exame crítico das provas que serviram para formar a convicção do Tribunal, explicitando o processo de formação dessa convicção.