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Do vício de violação de lei por desrespeito dos artigos 5, 18 e 21, alínea do EMFAR e do Despacho n. 11052/201  O Apelante refere que na sentença não se torna clara a análise que foi feita às suas pretensões relativamente à violação destes normativos e ao que se entendeu quanto ao referido despacho, confundindo-se, até, o que tentou impugnar, esclarecendo que pretendeu impugnar as portarias 854/2014, 859/2014, 863/2014, 1019/2014 a 1036/2014 e 1038/2014 a 1040/2014, na medida em que traduzem os atos administrativos com efeitos externos que concretizaram a promoção de outros militares sem consideração pelo apelante, as quais resultaram de uma incorreta aplicação dos princípios legais que disciplinam as promoções contidos nos referidos normativos e no desrespeito pelo próprio despacho n. 11052/2014, que em si mesmo não enferma de nenhum vício, apenas devendo ser observado na atribuição das promoções, o que entende que não sucedeu.