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propôs contra Plásfil – Plásticos da Figueira, SA R.) ação com a forma de processo comum e emergente de contrato de trabalho, tendo pedido a condenação da R: «a) no reconhecimento de que a categoria profissional do Autor é desde 2000 a categoria profissional de ..; b) a pagar ao Autor da quantia que se vier a apurar a título de diferenças de retribuição verificadas entre os dois trabalhadores – Autor e BB - praticadas desde Janeiro de 2010 até à presente data retribuições mensais, pagamento de trabalho suplementar, retribuições de férias e bem assim subsídios de férias e de natal, e todas as mais que se; ) a igualar a partir da presente data a retribuição mensal do Autor com a que é paga ao trabalhador BB; ) a pagar ao Autor as diferenças de retribuição que se vencerem até à igualação referida na alínea anterior; e) a pagar ao Autor os juros de mora vencidos desde as respetivas datas de vencimento e vincendos sobre o total das diferenças de retribuição peticionadas; f) a pagar ao Autor uma indemnização por danos não patrimoniais que não deverá ser inferior a € 000,0» Para o efeito alegou, em síntese, que sendo trabalhador subordinado da ré, tem sido por esta sujeito a uma ilícita prática remuneratória, porque discriminatória no confronto da prática remuneratória assumida em relação a outro trabalhador da ré que exerce as mesmas funções que as exercidas pelo autor.