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– Da insuficiência para a decisão da matéria de factos provada quanto à reincidência a) Com efeito, da matéria dada com assente sob os pontos,, e dos factos provados no acórdão em crise, não se pode concluir, de acordo com as regras de experiência comum e de acordo com o princípio do homem médio, que o recorrente não tenha interiorizado o desvalor da sua conduta, uma vez que os factos ocorreram no período temporal de Março de 2004 a Outubro de 2010 e o mesmo só foi notificado dos acórdãos e sentenças condenatórias após a detenção para cumprimento de pena ocorrida em 09 de Setembro de 2019 e, tal como esplanada no relatório social e nas declarações do arguido, num quadro específico de alterações e perturbações no seio familiar e no relacionamento com a ex-companheira que motivou, inclusive, que o arguido tivesse ido trabalhar para o estrangeiro e não tivesse tido contacto com os processos supra identificados.