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do TRP de 28/06/2016 que preconiza que "entre os 4 e os 10 anos ‘a residência alternada’ apenas deve ser adoptada nos casos em que não há conflito parental e em que cada um dos pais pode e deve confiar no outro progenitor”, e volta a insistir dizendo que aquela jurisprudência diz que "quando pai e mãe não estão de acordo e as relações entre eles não estão pacificadas, não podem de modo algum ficar com guarda alternada.” Tudo aquilo que tem a ver com o invocado conflito, discordância e animosidade não tem o mais pequeno suporte factual que seja, sendo uma argumentação, por isso, inaceitável, que distorce os factos para tentar evitar a procedência da pretensão do pai, o que é um comportamento que indicia que a mãe não tem disponibilidade para promover relações habituais do filho com o pai, o que só pode ser visto negativamente para a mãe e não como factor que pese negativamente na questão da residência alternada.