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E o mesmo se dirá, se tivermos em conta a aplicação do regime da propriedade horizontal, já que as obras decorrentes da implantação de portões, para serem reconhecidas como inovações, na previsão do disposto no art 1425 do , deviam incidir sobre coisas comuns, ou seja, serem levadas a cabo nas partes comuns da coisa em regime de propriedade horizontal,1 o que não se provou ter acontecido no caso em apreço, já que não resultou provado, como se salientou, que os portões tivessem sido implantados em partes comuns do prédio descrito na CRP de albufeira sob o n. .  		Nestes termos, irrelevam as conclusões da apelante, não se mostrando violadas as normas legais cuja violação foi invocada, sendo de julgar improcedente a apelação e de confirmar a sentença recorrida.