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Na verdade, o que o RIT nos revela é que, apesar de se relatar as diligências feitas em vista de se averiguar a ocorrência ou não do negócio e do seu objecto material, bem como as notificações feitas ao contribuinte no sentido de se lhe dar a oportunidade de fazer a prova do facto, a desconsideração da factura para efeitos de dedução do IVA acaba por se fundamentar no facto de a factura indicar um NIF e um sujeito passivo de IVA inexistentes e no juízo de que, por isso, não preenche os requisitos do artigo 35 n 5 do CIVA, na numeração de então, donde se segue não conferir direito à dedução do IVA, conforme o artigo 19 n 2 do mesmo código.