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Oportunamente, proceda ao cálculo e entrega do Capital de Remição.”Inconformada com esta decisão apelou para este Tribunal da Relação de Guimarães, a RéSeguradora, que apresentou as suas alegações, que terminam com as seguintes conclusões:  " A Recorrente considera que o art 38 da Base Instrutória deverá passar a constar como facto provado;  Considerando logo a posição expressa pela Autora nas suas declarações de parte e que, no fundo, acabaram por ser devidamente corroboradas pelo sócio gerente da co-ré/empregadora que confirmou que contratou a sinistrada em Novembro de 2014 e tendo celebrado o contrato de trabalho somente em Março de 2015, não se alcança como resultou não provado o quesito 38 da douta Base Instrutória;  Neste sentido veja-se o depoimento prestado pela Autora T. F., cujo depoimento ficou gravado em acta no dia 04/07/2018 do minuto 11:22:36 ao minuto 12:20:47 e que confessou ter iniciado a sua prestação de trabalho em Novembro de 2014, contudo, só tendo celebrado contrato a 01/03/2015;  Por outro lado, a testemunha , cujo depoimento ficou gravado em acta no dia 04/07/2018, do minuto 15:24:52 ao minuto 15:40:33, confirmou que tinha conhecimento que a Autora começou a trabalhar para a co-ré/empregadora desde 2014;  Perante os depoimentos supra identificados, bem como da análise da documentação junto aos autos, não existe qualquer dúvida a resposta a dar ao quesito 38 da Base Instrutória só podia ser como provado;  Sucede que, as declarações de parte, por serem prestadas por quem tem interesse directo na causa, não podem ser utilizadas, por si só, para considerar determinado facto como provado;  Neste sentido, pronunciou-se o Tribunal da Relação de Coimbra de 20/11/2014 – "é certo que atualmente já se admite o "testemunho” de parte, a que se chama declarações de parte art.