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da RC de 29-02-2012, p. n1324/07TBMGR.C1, de 10-02-2015, p. 2466/14TBFIG.C1, de 03-03-2015, p. 1381/19TBGRD.C1 e de 102016, p.339/11TBSRT.C1; e do STJ de 102011, p. 1079/00TVPRT.PS, todos in dgsi.pt; Nesta conformidade constitui jurisprudência sedimentada que: «Quando o pedido de reapreciação da prova se baseie em elementos de características subjectivas, a respectiva sindicação tem de ser exercida com o máximo cuidado e só deve o tribunal de  instância alterar os factos incorporados em registos fonográficos quando efectivamente se convença, com base em elementos lógicos ou objectivos e com uma margem de segurança muito elevada, que houve errada decisão na  instância, por ser ilógica a resposta dada em face dos depoimentos prestados ou por ser formal ou materialmente impossível, por não ter qualquer suporte para ela.