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Absolvendo autores e réus do demais peticionado.Inconformado com a sentença, vieram as Autores recorrer, formulando as seguintes conclusões:  1 Defendendo e peticionando o R. reconvinte que a parcela do seu prédio, dele desanexada pela construção de um caminho e a demarcar com o prédio do A., tem uma configuração determinada e a área de 0,04 ha, e tendo, pelo contrário, resultado provado que essa parcela tem uma área concretamente indeterminada entre 0,02 e 0,04 ha, não poderia, afinal, ordenar-se a demarcação alegada e pretendida pelo R. reconvinte; 2 Tendo assim decidido, será nula a sentença por oposição entre os fundamentos e a decisão; 3 O terreno do R. não pode ter uma área indeterminada entre 0,02 e 0,04 ha, conforme se declara no ponto  do dispositivo da sentença recorrida e, simultaneamente, ter uma área de 0,04 ha, como se declara no seu ponto ; 4 Estas duas declarações antagónicas configuram ambiguidade ou obscuridade que tornam ininteligível a sentença recorrida, vicio que também implica a sua nulidade; 5 Provando-se a concreta delimitação dos prédios mas encontrando-se atualmente soterrados os seus pontos, deveria ordenar-se a colocação de marcos ao longo dessa linha; ou, não sendo possível a respectiva determinação, e atenta a insuficiência dos títulos de AA.