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AS NORMAS E OS PRINCÍPIOS VIOLADOS  5 O Tribunal a quo faz uma interpretação errada das regras de competência internacional previstas do Regulamento 1215/2012 e, em particular, do seu artigo , n. 2, interpretação essa, de resto, sem acolhimento na posição tomada pelo TJUE em geral ou, em particular, no âmbito do reenvio prejudicial -343/1  5 A decisão do Tribunal a quo viola, ainda, os seguintes princípios, melhor identificados e concretizados supra: o princípio de interpretação do direito da União Europeia de forma estrita in casu, a norma do artigo , n. 2, não pode, sem a devida sustentação, ser interpretada no sentido de favorecer a competência dos Tribunais do Estado-Membro do domicílio do autor, afastando o princípio da competência do Tribunal do domicílio do réu), o princípio da proximidade é essencial que exista um vínculo particularmente estreito entre o litígio e o Tribunal chamado a decidi-lo), o princípio de gestão eficiente do litígio, o princípio da concentração de toda a litigância respeitante aos mesmos factos perante um só Tribunal conforme positivado no Considerando n. 21 do Regulamento 1215/2020) e os princípios da previsibilidade e uniformidade de julgados.