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Com efeito e como se refere a dado passo deste acórdão, «esta percentagem foi encontrada aplicando a tabela de comutação específica para a actividade de praticante desportivo profissional2  da Lei n 27/2011, de 16/0), sobre uma IPP de 19% a que corresponde a IPP específica de 39,154% e, ainda, aplicando o factor de bonificação 5 previsto na Tabela Nacional de Incapacidades, de acordo com a fórmula IG + IG0,5), nos termos do ponto 5 das Instruções Gerais», acrescentando-se, logo a seguir, que «o que divide as partes não é o aspecto factual respeitante ao tipo de lesão sofrida, à sequela, à causalidade, ou mesmo à atribuição de IPATH, não sendo posto em causa no recurso o enquadramento das sequelas e o grau inicial de incapacidade permanente atribuído.