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Ora, como vem contra-alegado: "na Decisão impugnada não está em causa a "execução dos trabalhos objeto da operação”; por outro lado, em parte alguma do procedimento consta qualquer aceitação pelo "Requerido dos trabalhos executados na operação”; também não está em causa a realização de controlos efectuados a respeito da execução física da "dos trabalhos no decurso da operação”; o "controlo dos pagamentos dos trabalhos executados” a que a A.. aí se refere apenas poderá respeitar ao controlo documental das Facturas emitidas pela A LDA, P.. LDA e H à A.. e nunca o controlo posterior determinado pela constatação das relações especiais existentes entre os dirigentes da A. e as Gerências/Administração/ões destes "fornecedores”); // por isso, a "aprovação e aceitação do Requerido de todos os pedidos de pagamento e respetivos comprovativos de despesas da operação, com expressa validação das despesas apresentadas pela Requerente” também apenas poderá respeitar ás despesas declaradas pela A.. em tais Pedidos de Pagamento PP’s), designadamente as despesas documentadas nas Facturas emitidas pela A. LDA, P. LDA à A.. e H, e nunca, também, o controlo posterior determinado pela constatação das relações especiais existentes entre os dirigentes da A. e as Gerências/Administração/ões destes "fornecedores”); // Por outro lado, tal factualidade é absolutamente irrelevante para infirmar a ausência de pista de controlo que se tornou necessária a partir da constatação de que entre ASFOALA e alguns dos seus "fornecedores” designadamente a A.. LDA, P. LDA e H.) existiam relações especiais em virtude de as mesmas pessoas dirigentes da A.. também serem Administradores destes alegados "fornecedores”.”.