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Deste modo, estando, em definitivo, decidido, no âmbito dos presentes autos, mediante o trânsito em julgado da sentença proferida em 30/05/2016, que o prédio dividendo é o prédio misto descrito no registo predial sob o n.  e que a raiz ou nua propriedade desse prédio pertence na proporção de 1/3 à apelante e os restantes 2/3 aos Réus e, bem assim que esse prédio é insuscetível de ser dividido, não pode ser admitido o requerido incidente da intervenção de terceiro de José , uma vez que mediante a dedução do mesmo, a apelante mais não faz que pretender, de novo, discutir, as características do prédio dividendo, nomeadamente, a respetiva composição, área, limites e confrontações, suscitar novamente a questão da compropriedade desse prédio e, bem assim os quinhões que cada uma das partes primitivas e o terceiro eventualmente detêm sobre aquele e, bem assim, questionar, de novo, a questão da divisibilidade ou indivisibilidade desse prédio, tudo questões já decididas e ultrapassadas mediante o trânsito em julgado da sentença proferida na fase declarativa da presente ação de divisão de coisa comum e que serve de título executivo à venda desse prédio no âmbito da presente ação.