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Assim, do relatório do acórdão recorrido e dos elementos constantes dos autos, colhe-se o seguinte:  1- BB e instauraram contra AA ação declarativa, com processo ordinário, que correu termos na 2 Vara das Varas de Competência Mista de --, sob o n 631/05, no âmbito da qual foi, em --.02009, proferida sentença,já transitada em julgado,que homologou a transação celebrada pelas partes, em --.02009, nos termos da qual: a) Os autores, BB e obrigaram-se a proceder no prazo de 30 dias contados da data da transação, à limpeza de um terreno identificado nos autos, pertencente em parte aos autores e em parte idêntica à ré, AA, de modo a deixá-lo completamente livre e desimpedido de quaisquer ervas, arbustos ou construções; b) Os autores e a aí ré obrigaram-se a, conjuntamente, após a operação de limpeza do prédio que os 1s deviam efetuar, procederem à demarcação dos prédios de uns e outra; ) Para concretizar a demarcação, cada uma das partes obrigou-se a nomear o seu perito próprio, cuja identificação deveria ser comunicada à contraparte, no prazo de 30 dias após a conclusão da limpeza; ) Tais peritos deveriam ficar incumbidos de proceder à medição dos terrenos pertencentes a cada uma das partes, com vista a separá-los com implantação de marcos, por forma que quer o prédio dos aí autores, quer o prédio da aí ré, tivessem, a final, áreas iguais; e) Prevenindo a hipótese de qualquer desacordo entre os peritos que inviabilizasse a demarcação unânime, convencionaram as partes que esses peritos escolhessem um terceiro perito, para que este desempatasse, optando por um ou outro dos laudos iniciais;  Em --.02010, AA instaurou contra BB e a presente ação executiva para prestação de facto positivo, pretendendo que estes sejam compelidos a procederem aos trabalhos de limpeza a que se obrigaram pela transação que celebraram na referida ação n 631/05, a fim de, como aí ficou definido, se proceder à demarcação dos prédios dela, exequente, e dos executados.