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A trabalhadora da Arguida foi alvo de um processo disciplinar a 02 de Agosto de 2016, a que se seguiu um período de baixa médica entre 14 de Julho de 2016 e 24 de Agosto de e de férias entre 25 de Agosto de 2016 e 09 de Setembro de, após o que se apresentou ao serviço no dia 12 de Setembro de 201  Na sua ausência, durante o período de baixa e de férias, a trabalhadora foi substituída nas suas funções pela trabalhadora EE, com a categoria de chefe de enchimento, que já pertencia aos quadros da empresa e que nesse período cumpriu devidamente as tarefas antes desempenhadas pela trabalhadora   Por factos ocorridos no dia 21 de Junho de 2016, imputados à trabalhadora , foi aberto processo disciplinar em 02 de Agosto de 2016, sem suspensão de funções, tendo sido enviada nota de culpa em 25 de Agosto de 2016, a que a mesma apresentou resposta em 08 de Setembro de 2016, após o que foi dirigido ao Ilustre patrono da trabalhadora Arguida a designação de datas para inquirição das testemunhas nos dias 22 e 23 de Setembro, solicitando-se a indicação dos factos na nota de culpa a que cada testemunha responderia, nunca se tendo procedido à referida inquirição, pois logo após a apresentação da sua defesa, por parte da trabalhadora visada, a partir de 08 de Setembro de 2016 foram iniciadas negociações com vista à cessação do contrato de trabalho, o que veio a efectuar-se em 23 de Setembro de 2016, com pagamento de todos os créditos laborais reclamados, incluindo a compensação por antiguidade, de que deu quitação, e entrega de comprovativo da situação de desemprego, para efeitos de atribuição do respectivo subsídio, pelo que o processo foi dado sem efeito por inutilidade superveniente.