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Finalizou a sua alegação com as seguintes conclusões:   a) Vem o presente recurso interposto para Reapreciação da competência internacional do Tribunal ao julgar nulo por falta de forma alegado contrato cujos elementos de conexão estão todos localizados no Estado Suíço;  b) - Reapreciação da prova e fundamentação da douta sentença que julgando como julgou, não logrou actuar com imparcialidade e equidistância, respeitado o sentido da prova e a obrigação de não decidir com recurso a pré julgamentos e utilização da instrução de forma a induzir juízos e conclusões que não se podem aceitar; ) Alteração da matéria de facto considerada provada, designadamente, parte final do artigo , parte final do artigo , artigos ,  e ,  ) O Tribunal de  instância português não pode julgar nulo contrato celebrado na Suíça com cidadãos residentes na suíça que não submeteram o mesmo a qualquer forma escrita de onde resulte qualquer pacto de jurisdição em qualquer Tribunal que não o Suíço e ao abrigo da lei suíça;  e) É que apresentada a causa com conexão a duas ordens jurídicas era necessário apreciar da competência internacional dos tribunais portugueses o que foi completamente ignorado;  f) A qual não se verifica pela aplicação das regras dos artigos 6 e 6 do CPC;  g) Os AA e a co-R com a sua abstenção ruidosa não podem jogar com os Tribunais a seu belo prazer para fazer valer tese que no essencial se concretiza em conseguir elementos para uma eventual segunda partilha pós divórcio desta última que até ocorreu na Suíça e onde logicamente deveria ter relacionado a alegada dívida que agora corrobora com seus pais existir;  h) Este vício é susceptível de arguição e apreciação até ao trânsito em julgado da causa o que ainda não aconteceu, conforme artigos 9 e 9 do CPC;  ) A incompetência dos Tribunais Portugueses é caso de incompetência absoluta e absolvição do RR da instância;  j) Assim, de acordo com as regras e os princípios constitucionais portugueses, artigo  n. 2 da CRP, nada se tendo alegado e provado sobre lugar de cumprimento, devem prevalecer as regras constantes da Convenção de Lugano de 16 de Setembro de 1988, aprovada para ratificação pela Resolução da Assembleia da Republica n. 33/91de 24 de Abril e ratificada pelo Decreto do Presidente da Republica n. 51/91 de 30 de Outubro;  k) Não sendo possível validar a competência dos Tribunais Portugueses e a regra da Convenção de que as pessoas domiciliadas num estado contratante são demandadas, independentemente da sua nacionalidade junto dos tribunais desse Estado contratante;  ) Assim em aplicação do disposto no artigo  e do  do artigo  da mesma Convenção;  ) É obvio que estando os elementos de conexão todos relacionados com o Estado Suíço, não havendo pacto de jurisdição, não tendo sido alegada a questão do lugar do cumprimento, e tendo o divórcio sido realizado na Suíça e decorrendo alguns os argumentos de prova a realizar nesse Estado, o R. tem todo o ingresse que é legítimo que a causa seja julgada na Suíça;  n) Esta questão técnica não foi invocado pelo R. por desconhecimento, porém o Tribunal deve dela conhecer oficiosamente desde que seja levantada, como está a ser, até ao trânsito em julgado da causa que ainda não ocorreu;  o) A tentativa de "forum shopping” dos AA não pode vingar;  p) Note-se que nem pela convenção de Roma os Tribunais Portugueses seriam competentes pois, as conexões estão todas ligadas ao Estado Suíço;  q) O julgado deu como provados factos dando prevalência à tese dos AA.