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116 e 117 do , que, na ausência de convenção em contrário, o mandato presume-se sempre conferido em nome e por conta do mandante, ou seja, qualquer pessoa que fosse nomeada representante do Recorrido teria de actuar em nome, por conta e no interesse deste último, perante a falta de qualquer convenção que definisse que o mandado seria conferido no interesse da sociedade .., sendo que, não resulta da matéria dado como provada pelo Tribunal ad quo, nem tão pouco é alegado pela Recorrente, a existência de um qualquer mandato com poderes de representação conferido no interesse da sociedade ..; xxiii)	Naturalmente, na falta de prova em contrário, bem andou a Douta Sentença recorrida ao concluir no sentido de que "em lado algum se refere que os direitos inerentes à titularidade das partes sociais são transmitidos no momento da celebração do contrato-promessa”; xxiv)	Por outro lado, resulta da conjugação do disposto no n. 1 do art.