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).»  Ora, analisando, agora, à luz destas considerações o caso dos autos, diremos que, se é certo resultar das normas acabadas de transcrever que a sub-rogação, no que respeita a dívidas tributárias, tem de ser autorizada pelo dirigente do serviço competente, certo é também terem os autores alegado nos artigos 40 a 55 da petição inicial, para além do mais, que «Estando a correr termos vários processos de execução fiscal», «Durante o mês de Dezembro de 2013, o autor AA requereu ao Chefe da Repartição de Finanças ... o pagamento das referidas dívidas e a sua sub-rogação nos direitos da Fazenda Nacional documento 9» e que «Tendo sido deferido o pedido, os autores AA e BB pagaram a totalidade das dívidas em causa e ficaram titulares do valor calculado pela Fazenda nacional em 11 de Dezembro de 2013, num total de 25531,31 Euros», pelo que, contrariamente ao sustentado pela ré, não se vê que o Tribunal de 1 Instância se tenha pronunciado sobre questão da competência da Autoridade Tributária.