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O. Com efeito, a imposição do ónus de prova, nos termos do disposto no artigo 7 da LGT, quanto à determinação do montante das "despesas não documentadas” realizadas no exercício da contagem, mereceu do tribunal arbitral, na decisão recorrida, uma tomada de posição totalmente distinta, remetendo para a Requerente a produção da prova, pronunciando-se, a este respeito, nos seguintes termos:  "Tendo a Requerida constatado esta divergência de no âmbito do procedimento de inspeção, nos termos do disposto no artigo 34 n. 2 do Código Civil e do artigo 7 n. 1 da, cabia à Requerente, quer no âmbito do procedimento de inspeção, quer no dos presentes autos, carrear elementos de prova que justificassem o desvio do saldo da dita conta em face dos efetivos fundos monetários disponíveis, afastando a prova da Requerida”.