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com os demais sinais nos autos, no âmbito de Ação Administrativa intentada junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, contra o Ministério da Educação e Ciência, tendente à declaração de ilegalidade das normas constantes do n 9 do artigo 3 e pelo n 3 do artigo 25 do Despacho Normativo n 7-B/2015, de 7/5, na redação introduzida pelo despacho Normativo n 1-H/2016 de 14/4, inconformado com a decisão proferida no TAF de Coimbra em 14 de outubro de 2018, na qual foi julgada improcedente a Ação, veio, em 21 de novembro de 2018, recorrer jurisdicionalmente da mesma para esta instância, concluindo: "1) Nem o ordenamento jurídico, nem os contratos de associação celebrados em julho e agosto de 2015 cfr.