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Digo, testamento, declara não concordar com a disposição testamentária inclusa no testamento outorgado pelo seu falecido marido, J em dezassete de Abril de novecentos e noventa, neste Cartório a folhas vinte e dois e seguintes do livro de notas "trinta e dois”, a qual legava para si, sua viúva, o usufruto de sua herança e instituía herdeira da raiz dessa herança os sobrinhos, J,,, A e completamente identificados no supra referido testamento” - Ora o que resulta da transcrição supra é que o que está escrito entre "testamento” e "digo, testamento” deve ser tido por não escrito; - E se essa frase se encontra não escrita então a decisão proferida é resultado de erro manifesto do Tribunal "a quo” que considerou a expressão válida, pelo que deve ser corrigido atento o disposto no artigo 614 do P. - A não ser corrigido o despacho é nulo por obscuridade, já que tendo em conta o testamento completo não se alcança o raciocínio feito a não ser que se considere que a Meritíssima não o leu no seu formato completo, nulidade que se enquadra os termos da alínea do artigo 615 do P. - Mas a decisão é igualmente nula por conhecer de questões que não podia tomar conhecimento artigo 615n1 alínea já que a exclusão das recorrentes e outros interessado nunca foi colocada á discussão, o que sempre foi aceite por todos, nem foi objecto de impugnação  aliás fundamento usado pelo tribunal para rejeitar reclamações á relação de bens e à qualificação dos  - Independente dos erros materiais e das nulidades, ocorre evidente erro de julgamento.