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artigos 29 e 3 do; F. Em alternativa à elaboração de Conta de Custas em conformidade com o decidido no douto Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 7/11/2017, deverá ser ordenada a devolução, à ora Recorrente, da quantia de € 109,00;  G. Tendo a ora Recorrente pago a quantia de € 3335, mas devendo ser responsável pelo pagamento de € 2226, cabe-lhe ser reembolsada de € 109,00, ao abrigo do artigo 2 da Portaria 419-A/2009, de 17/04; H. Andou, assim, mal o Tribunal a quo na decisão recorrida, por errada interpretação e aplicação do disposto no artigo  do CPC, nos artigos 2 e 3 do RCP, e no artigo 2 da Portaria 419-A/2009, de 17/04, pelo que a decisão em causa deverá ser substituída por outra que:  a. ordene a elaboração de Conta de Custas em conformidade com o que foi determinado pelo douto Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 7- 11-2017; ou b. ordene a restituição à ora Recorrente de € 109,00, ao abrigo do artigo 2 da Portaria 419-A/2009, de 17/0  O Tribunal Recorrido decidiu, ainda, que ") ambas as notas justificativas e discriminativas de custas de parte apresentadas pela Autora e pela 1 Ré são extemporâneas, por isso, eventuais reembolsos a que tenham direito não podem ser reclamados nesta sede”;  J. Pese embora a redacção do artigo 2/1 do Regulamento das Custas Processuais, na redacção anterior ao n 86/2018, de 29/10, sempre foi entendimento pacífico que a parte vencedora poderia apresentar a sua nota justificativa depois de ser notificada da conta de custas, pois seria esse o momento em que conheceria, com rigor, as custas de que seria responsável e, ao mesmo tempo, as custas de parte a que teria direito; K. Por este motivo, o n. 1 do artigo 2 do RCP foi alterado pelo n 86/2018, de 29/10, tendo ficado agora expressamente prevista a possibilidade de a nota justificativa poder ser rectificada até 10 dias após a notificação da conta de custas; A nova redacção do n. 1 do artigo 2 do RCP entrou em vigor no dia 30/10/2018 e, salvo melhor entendimento, será de a considerar aplicável à situação em apreço;  Assim, deverá ser entendido que a nota discriminativa e justificativa das custas de parte apresentada pela então Autora e ora Recorrente não é intempestiva;  N. Ao considerar de modo inverso, o Tribunal a quo violou o disposto nos artigos 53 e 53 do CPC e, bem assim, o artigo 2/1 do RCP na redacção dada pelo n 86/2018, de 29/1  Conclusões da ré A. Sendo a parte credora de custas de parte, chamada a pagar a totalidade ou parte da taxa de justiça, apenas após a elaboração e notificação às partes da conta de custas final, numa altura em que já se extinguiu o prazo para apresentar a Nota de Custas de Parte, a que alude o artigo 25 n 1 do RCP, assiste-lhe o direito de, em idêntico prazo contado após o seu pagamento, reclamar da parte vencida, as custas que haja pago por via da referida conta de custas final.