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Tal demonstração probatória resulta do seguinte:   1) dos depoimentos de parte dos Autores e das declarações de parte da Ré - embora muito divergentes quanto à existência ou não de um acordo no sentido da "Casa ficar para o Autor”, os três produziram declarações que coincidiram na confirmação de que, a partir de certo momento já após a partilha, surgiu o litígio sobre para "quem tinha ficado a Casa ” e de que os Réus entendiam que "ter ficado para si”; ora, perante este conflito e tal entendimento ainda que contrariado pelos, de acordo com as próprias regras da experiência, mostra-se lógico e razoável que os actos praticados pelos Réus fossem sob o "convencimento” de que eram os "donos” dessa "casa” e também do logradouro ainda que tal "convicção” possa vir a demonstrar-se; 2) dos depoimentos das testemunhas J. P. e F. filhos dos, da testemunha filha dos Réus) e da testemunha irmã do Autor e da Ré) - apesar de díspares em vários pontos, foram coincidentes na confirmação da existência dos supra referidos conflito e entendimento dos Réus, o que também permite concluir, com lógica e coerência, que estes actuaram sobre a "parcela” em litígio "convencidos” de que eram seus "proprietários” embora se possa vir a decidir que não lhes assiste razão); 3) e dos depoimentos das testemunhas S., e R. - estas testemunhas, através de declarações que se revelaram como objectivas e aparentemente isentas, concretizaram os actos que realizaram no espaço em litígio por "ordem” dos Réus descarregamento de lenha na "Casa ” e regar as plantas dos vasos existente no logradouro e naquela casa,, o que, em si mesmo, representa uma actuação dos Réus como "donos” do referido espaço; 4) da irrelevância, nesta matéria, dos depoimentos das testemunhas J. R., A. S. e A.