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Por outro lado, a natureza da prestaç��o – compra e venda de um imóvel – não permite conferir à estipulação do prazo uma essencialidade objectiva, nem esta emerge da finalidade do contrato, pois que não é possível afirmar, à luz do conteúdo contratual, que tal prazo tenha sido ponderado por referência à finalidade da prestação, sendo certo que o cumprimento desta era realizável por qualquer das, material e juridicamente, mesmo após a data aprazada para o efeito pelo menos enquanto não teve lugar a venda do imóvel a. Por sua vez, nada aponta para um caso de termo subjectivo essencial absoluto, cuja inobservância se traduzisse no incumprimento definitivo da obrigação, pois que tal não ficou reflectido quer no texto da Cláusula Quarta, quer no da Cláusula Quinta.