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neste sentido Acórdão do STA de 398, proferido no âmbito do recurso n.; 3 No entendimento do Recorrente, para a resolução de casos como o presente, cumpre sempre averiguar se o ato de liquidação emitido é ou não um novo e diferente ato de liquidação, autonomamente lesivo ou não, o que o Tribunal recorrido não fez no presente caso; 3 Perante a existência de liquidações sucessivas, em que a última acolhe o resultado tributável de anteriores liquidações adicionais de imposto, que visou revogar, fixando uma nova matéria tributável ao contribuinte, impõe-se a conclusão de que foi praticado um novo ato tributário, que é um ato de anulação, imediata, objetiva e lesiva dos direitos do Recorrente, sendo, por conseguinte, contenciosamente impugnável; 3 Em face do exposto, a primeira questão colocada a este douto Tribunal deve ser respondida no sentido da sindicabilidade contenciosa do ato tributário emitido na sequência de decisão de deferimento parcial de recurso hierárquico, quando o mesmo tem natureza revogatória do primitivo ato tributário reconhecida, aliás, pela própria administração tributária aquando da sua emissão), na medida em que o mesmo é autónomo, definitivo e executório; 3 Sem prejuízo, ainda que assim não fosse, o que apenas por dever de patrocínio se admite, sem conceder, uma vez que a sentença proferida no processo de impugnação judicial referente à liquidação n. 8919911855 já transitou em julgado, precisamente no sentido de que tal ato tributário fora revogado cf.