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Assim sendo, como decidiu acertadamente o acórdão recorrido, proferida que foi a sentença de graduação de créditos no âmbito do apenso da insolvência, que não foi objecto de reclamação, conforme consta da documentação junta aos autos, não pode já o autor vir, em acção autónoma, reclamar esse mesmo crédito, independentemente do facto de o mesmo ali não ter sido objecto de satisfação, por o valor para rateio se ter esgotado no pagamento dos créditos garantidos e privilegiados – Cfr Mapa do Rateio de fls 253 a 25     Com efeito, e como bem refere a ré nos seus artigos 16, 18, 19 e 20 da contestação, "o pagamento efectuado pela ré à massa insolvente da ASR, em cumprimento do ordenado pelo tribunal tem de ser julgado como liberatório da dívida da ré sobre os mesmos” – 1   "Posição esta reforçada pela previsão, na cláusula 12, n 3, alínea, do   contrato de factoring, do direito de regresso do factor, o aqui autor, sobre o aderente, a ASR, sendo este solidariamente responsável com o devedor, a ré, pelos créditos cedidos, sempre que o devedor liquide directamente ao aderente os créditos cedidos ao factor” – 1   "Assim, entendendo o autor ter ficado prejudicado, com a ordem judicial referida em cumprimento da qual a ré pagou os créditos cedidos directamente ao aderente, à sua massa falida, e tendo-se conformado com essa decisão judicial, deveria o autor exercer o seu direito de regresso previsto no contrato de factoring indicado e exigido antes à massa falida as quantias em causa” – 1   Concluindo, como no acórdão recorrido, não tendo o autor, recorrente, reagido à decisão que determinou que a ré procedesse ao pagamento da quantia aqui em causa à massa insolvente, e de que teve conhecimento em 01 de Fevereiro de 2011 – pagamento que viria a ocorrer em 11 de Fevereiro de 2011 -, tornou-se definitiva essa determinação, o que o impede de, em acção autónoma, vir novamente reclamar esse mesmo pagamento.