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Nessa sequência, veio a ser proferido despacho saneador-sentença que, conhecendo do mérito da causa, julgou a ação improcedente por não provada, absolveu o R. dos pedidos e condenou os A.A. como litigantes de má-fé, na multa de 5 U.s. Dessa decisão veio a ser interposto recurso de apelação pelos A.A., ao qual veio a ser dado provimento pelo acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 24 de abril de 2018, junto a fls 103 a 114, anulando o despacho saneador-sentença e a decisão sobre o ponto 12 dos factos provados, que deveria ser dado como facto controvertido, ordenando-se que o processo prosseguisse com prolação do despacho saneador que fixasse os temas de prova e o objeto do litígio, uma vez que o estado do processo não permitiria a apreciação do mérito da causa.