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O arguido F---------------------, com os sinais dos autos, no âmbito do processo comum supra identificado e com intervenção do Tribunal Colectivo do Juízo Central Criminal de Sintra - J3, foi julgado e condenado, por acórdão de 202021, como autor material, em concurso real, pela prática de:  -   «um crime de roubo qualificado, p. e p. pelos artigos 210, ns 1 e 2, alínea e  204, n 2, alínea do Código Penal, na pena de 3 três) anos e 9 meses de prisão vítima H----------G---------);  -   «um crime de roubo qualificado na forma tentada, p. e p. pelos artigos 22, 23, ns 1 e 2, 73, 210, ns 1 e 2, alínea e 204, n 2, alínea do Código Penal, na pena de 2 anos e 6 meses de prisão vítima T-------------------);»  -   como autor material de um crime de ofensa à integridade física simples, p. e p. pelo artigo 143, n 1 do Código Penal, na pena de 9 meses de prisão vítima A------------R------------);  -   como autor material de um crime de ofensa à integridade física simples, p. e p. pelo artigo 143, n 1 do Código Penal, na pena de 1 ano e 9 meses de prisão vítima A------------R------------);  -   Em cúmulo jurídico na pena única de 5 anos e 6 meses de prisão artigo 77, ns 1 e 2 do Código;  Mais foi condenado a pagar a título de reparação por danos não patrimoniais, as quantias de:  - 500,00 € e quinhentos a H--------------------artigo 16, n 2 do Estatuto da Vítima e artigos 67-A, n 3 e 82-A, n 1 do Código de Processo;  - 750,00 € setecentos e cinquenta a T--------------------artigo 16, n 2 do Estatuto da Vítima e artigos 67-A, n 3 e 82-A, n 1 do Código de Processo;   O arguido, não se conformando com o assim decidido, veio interpor recurso, terminando a motivação com a formulação, das seguintes sintetizadas conclusões:  -  «a sentença em querela padece do vício de: Errada apreciação da prova e falaciosa qualificação dos factos, consequentemente violação do artigo 4, 5 e 7 do Código Penal, quanto a finalidade da medida da pena aplicada».