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Daí que podia o senhor juiz a quo decidir pela intempestividade dos presentes embargos de terceiro, conhecendo-a enquanto caducidade deste meio de defesa, como o fez na decisão recorrida e porque a questão foi levantada na contestação do embargado , SA.4 - Validade dos invocados contratos de trespasse e de arrendamento: Apenas uma nota final no sentido que apenas a penhora poderia ser objecto destes embargos e não a venda judicial do imóvel realizada pelo senhor agente de execução no processo principal por propostas em carta fechada em 002010 - facto provado  Por esse modo legítimo de aquisição o Banco referido adquiriu o direito de propriedade do imóvel vendido em execução e a mesma está registada no registo predial, desde 302010- facto provado 1 Não está provada na matéria de facto da sentença, nem nas peças processuais destes autos que o adquirente , SA, com base no título de transmissão do imóvel, tivesse requerido na execução contra B, SA, enquanto detentora do mesmo, a sua entrega, que essa diligência tivesse sido judicialmente ordenada no processo principal e que tivesse sido contra a mesma que a embargante de terceiro reagiu por esta via processual.