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Para tal vem alegar que:  -elevar a pena pela prática do crime de roubo agravado para mais de dois anos, não cumpre as finalidades da punição, a que alude o artigo 4, n 1, do CP;  -a pena de 6 anos e 6 meses que lhe foi aplicada, pela prática do crime de roubo agravado é elevada, não é adequada nem proporcional, e não teve em conta toda a factualidade dada com o provada relativa à sua personalidade e à sua vida familiar, designadamente ter duas filhas menores a seu cargo, ter confessado parcialmente os factos ajudando à descoberta da verdade, não ter tido nenhum registo disciplinar durante o período de reclusão em estabelecimento prisional, estar inserido social e familiarmente, ter tido apoio familiar durante o período de reclusão, e ter restituído a quantia de que se apropriou ao ofendido;  -a medida das penas parcelares e da pena única que lhe foi aplicada em 1 Instância não se mostra desproporcionada, nem benevolente, não existindo fundamento para as alterar, uma vez que as mesmas se encontram dentro dos limites definidos pelo artigo 7 do CP.