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ACORDAM NO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES    – RELATÓRIO  Por apenso à acção que a Massa Insolvente de A. G., representada pelo respectivo Administrador de Insolvência, move a J. e outros, pedindo que se condene este réu solidariamente com a pagar-lhe a quantia de €2500,00, acrescida de juros de mora, à taxa legal, desde Agosto de 2017, veio a referida Massa insolvente requerer procedimento cautelar de arresto contra o referido réu, para assegurar o pagamento desse crédito, alegando, em síntese, que o requerido não tem emprego certo, auferindo apenas as remunerações que lhe vão sendo fixadas como encarregado de venda em processos judiciais, nomeações que são pontuais e esporádicas, não possuindo bens imóveis ou móveis, devendo o arresto incidir sobre os créditos que indica.