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1227/16T8BGC.C1, in base de dados da DGSI..  No entanto, há que precisar que não foi propósito do legislador que o julgamento a realizar pela 2 Instância se transformasse na repetição do antes efetuado pela 1 Instância, uma vez que conforme se escreve no Preâmbulo do n. 329-A/95, de 12/12, a garantia do duplo grau de jurisdição em sede de impugnação do julgamento da matéria de facto "nunca poderá envolver, pela própria natureza das coisas, a reapreciação sistemática e global de toda a prova produzida em audiência”, mas apenas "detetar e corrigir pontuais, concretos e seguramente excecionais erros de julgamento”.