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Os arguidos desconheciam assim que:  - na conta bancária da empresa estivessem depositados valores bancários que não pertencessem à empresa;  - que todos os pagamentos que entretanto foram efectuados não resultavam de activos da empresa;    Relativamente aos factos, alegados na contestação dos arguidos, e que o douto Acórdão do Tribunal da Relação manda incluir na presente sentença - julgando-os como provados ou não provados, apenas não se tomou posição quanto aos seguintes, por desnecessidade, pelos motivos que se indicam:  - ponto 3 da contestação: revela-se desnecessário, em face do teor do ponto 6 dos factos provados;  - ponto 7 da contestação: revela-se desnecessário, por tal factualidade constar já da lista dos factos julgados não provados;  - ponto 7 da contestação: revela-se desnecessário, por corresponder à mera negação do facto julgado provado e descrito sob o n. 1  Em sede de fundamentação da decisão de facto consignou-se o seguinte:  )  Como consabido, são as conclusões retiradas pelo recorrente da sua motivação que definem o objecto do recurso e bem assim os poderes de cognição do Tribunal ad quem.