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Ainda assim, partindo g. e de entre outros, do pressuposto de não impender sobre o tribunal o ónus de aquilatar da qualidade das opiniões emitidas, contanto que estas se contenham dentro dos limites do razoável, no contexto dos factos concretos, e , outrossim do entendimento que vedado está ao tribunal sancionar eventuais desinterpretações da realidade e condenar que os jornalistas encarem as matérias de um ponto de vista público, de suspeição, acaba o tribunal a quo por , também em relação ao conteúdo jornalístico ora em análise e que veio a público a 23 de Novembro de 2015, concluir estar-se na presença de opiniões que "não extrapolaram o aceitável”.