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Na sentença recorrida, o Tribunal, depois de qualificar juridicamente o acordo que vincula autores e ré como arrendamento e, depois de ter apreciado a questão de saber se o mesmo se encontra regulado ou "transitou” para o Novo Regime do Arrendamento Urbano NRAU, aprovado pela Lei n. 6/2006, de 27 de, questão a que respondeu afirmativamente, face à comunicação referida nas alíneas a e em face do disposto no artigo 31, n. 9 da Lei n. 6/2006 de 27 de fevereiro na medida em que a ré não respondeu à comunicação do, concluiu que não foi provado que tenha sido celebrado algum acordo no sentido de alteração do objeto do contrato, aspeto que, como se viu, não merece qualquer reparo.