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Decidindo  Ora, o que consta de e são factos que não constam dos provados e o pai não tenta demonstrar que eles estão provados; não se entende que alguém com a obrigação de pagar alimentos a pelo menos 4 filhos e tem um vencimento de apenas 990€, ainda pense recorrer a crédito bancário para além daquele que já tem; as explicações constantes de e para não pagar a pensão provisória não têm cabimento, muito menos a partir do momento em que ela foi fixada apesar disso, bem como partir do momento em que foi dito expressamente ao pai o contrário do que ele pensava ponto do relatório deste acórdão); o filho nasceu em Maio de 2014, a mãe veio requerer a regulação em fins de Novembro de 2016 e o pai ainda em fins de Out2017 não tinha iniciado, voluntariamente, o pagamento dos alimentos fixados em Maio de 2017, apesar de saber que a isso estava obrigado perante o seu filho perfilhado voluntariamente, sendo que as conferências de pais que teriam permitido uma fixação de alimentos anterior a Maio de 2017, não se realizaram por motivos imputáveis à esfera jurídica do pai; apesar de estarem acumuladas, desde Outubro de 2017, pensões por pagar no valor de 700€ e de as ter podido pagar voluntariamente, demonstrando ser bom pagador, o pai só as veio pagar em Maio de 2019; o pai sabe que a mãe diz que não há prova de que ele está a pagar alimentos aos outros filhos, apesar de estar obrigado a isso; o pai, para tentar convencer de que, apesar de tudo o que antecede, pagaria voluntariamente os alimentos, deveria, ao menos para os efeitos da pretensão agora em análise, ter feito prova de que estava a pagar os alimentos aos outros filhos.