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Por outro lado, foi considerado pelo Ministério Público ocorrerem divergências entre o Médico assistente e o Sinistrado relativamente à oportunidade/necessidade deste último ser sujeito a uma intervenção cirúrgica e, depois de ouvir a Seguradora e o Sinistrado – perante a posição da primeira que havia dado alta ao Sinistrado e de que não iria proceder ao tratamento proposto pelo INML e a posição do segundo no sentido de que deve ter lugar nos serviços médicos da Seguradora ou em outro estabelecimento hospitalar habilitado com a responsabilidade da Seguradora, o tratamento cirúrgico implicando a regularização artroscópica do menisco interno do joelho direito e eventual reabilitação fisiátrica subsequente, indicado pelo INML - determinou que o processo fosse concluso ao M Juiz para solução da divergência, nos termos do mesmo artigo 34 da Lei n98/200 Porém, a intervenção judicial suscitada pelo Ministério Público, em 112018, afigura-se-nos  inoportuna.