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Sustenta que tendo apenas questionado o erro de prognose fático-valorativa em que as instâncias administrativas haviam incorrido, ao não darem como provado que"logo na segunda reunião, nos finais de Julho de 2008, o A. informou a contrainteressada da falta de fundamento da sua pretensão”, que "reiterou, posteriormente, depois de 23 de Outubro de 2008, essa posição” e que " a contrainteressada foi informada da impossibilidade de o autor se deslocar a ...) no dia 23 de Outubro de 2008 pelas 14h30m, antes da hora do dia aprazados”, impunha-se ao Tribunal a quo que tivesse confrontado o resultado do juízo probatório levado a cabo pela autoridade administrativa sobre as concretas provas constantes do procedimento disciplinar com os factos por esta dados como provados ou não provados, na parte que o autor controverteu, à luz das regras materiais da prova, como sejam as regras da experiência comum, as regras científicas, da logica ou da racionalidade, técnicas e outras, com base nas quais, segundo o princípio da livre apreciação, chegou ao conhecimento e fixação de cada um dos factos dados como provados ou não provados, o que não fez, incumprindo o dever de fundamentação previsto nos artigos 37, n.2 do CPP e art.