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2 Isto significa que, não era intuito da falecida deixar à Autora quaisquer bens no testamento outorgado em  .02020 e os cheques no valor de €2000,00 e de €1000,00 apresentados nos autos têm a mesma data, ou seja,  .02010, o Tribunal da Segunda Instância violou o disposto no artigo 218 , n. 1 do Código Civil, uma vez que caso a falecida pretendesse "beneficiar” a Autora tê-lo-ia feito no testamento, o que não aconteceu;  2 Face ao exposto deve ser revogada a decisão proferida pelo Tribunal da Segunda Instância, por violação das normas previstas nos artigos nos artigos 94, n. 2, 40 e 95, alínea 218, n. 1 todos do Código Civil, confirmando-se a decisão do Tribunal da Primeira Instância;  2 Entendeu o Tribunal da Segunda Instância alterar a matéria de facto, dando como provados factos alegados pela Autora em,,,, e, em completa contradição com os depoimentos prestados em audiência final;  2 Conforme resulta da motivação da matéria dada como não provada na douta sentença: "A factualidade dada como não assente nos pontos, e apenas resultou das declarações de parte da Autora, não tendo as mesmas sido comprovadas por qualquer outro meio de prova testemunhal ou documental, sendo certo que nenhuma testemunha pôde aferir do relacionamento mantido entre e a Autora, para além da relação profissional existente, assim como, das promessas de beneficiação por parte da falecida em relação ao imóvel e de incluir a Autora no testamento, o que acaba por ser infirmado pelo teor do mesmo fls.