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e ainda com a própria motivação da decisão ; 3 - A decisão recorrida ao não sustar o processo n 331/EDI/2018 que corre termos pela Câmara Municipal de Lisboa, fez errada análise dos factos dados como provados e em consequência errada interpretação do disposto nos artigos 1421/1-a) e e 1422/2 e n 3 e 1419/1 do Código Civil; 4 - O requerido, como condómino não tem legitimidade para submeter na um projecto de alterações da cobertura, destruindo a totalidade dos vigamentos, removendo todas as telhas existentes, edificando novo vigamento em aço leve, colocando novas telhas e edificando cinco novas trapeiras, alterando assim a linha arquitectónica e o arranjo estético do PRÉDIO bem como, ver aprovada pela a ampliação da área bruta e habitacional da sua fracção, sobre as vigas do tecto do 4 andar e zona comum do PRÉDIO, que é o telhado; 5a - A decisão proferida, ao permitir o prosseguimento do processo camarário, confere ao requerido a legitimidade que o mesmo não tem e que a própria não cuidou de apreciar previamente; 6 - A ampliação da área habitacional e bruta do 5 andar, constitui também na sua essência a alteração do valor relativo da fracção designada pela letra "G” e como tal, consubstancia a modificação do título constitutivo da propriedade horizontal que só pode efectuar-se com o acordo de todos os condóminos e por escritura pública e não através de um licenciamento de obra, violando assim a decisão proferida o disposto no art 1419/1 do ; 7 - A decisão agora proferida, permite que um terceiro adquirente da fracção execute a obra que se pretendeu evitar com o presente procedimento cautelar, na medida em que a requerente não controla o processo camarário e está impossibilitada de impedir o início de trabalhos de demolição, correndo o risco de chegar ao PRÉDIO e o mesmo já não ter telhado e a sala do 4 andar estar a "céu aberto”, ou quem sabe, sem PRÉDIO, na medida em que, conforme resulta do art 11 da oposição, não há consciência do risco de derrocada da empena norte, quer da parte do Arquitecto João , quer da parte da quer da parte do requerido; 8 - Deve a decisão ser revogada na parte em que autoriza o requerido a prosseguir com o processo camarário, e em consequência, deve a primeira decisão proferida neste procedimento cautelar ser repristinada, ordenando-se a sustação do processo n 331/EDI/2018 que corre junto da até decisão judicial definitiva sobre litígio.