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Sendo que, mesmo que este os venha a reparar não afasta o direito da A. em ser indemnizada nos termos das regras gerais, quer pelos danos patrimoniais, quer pelos danos morais, uma vez que foi dado como provado ponto que, "A Autora ficou emocionalmente transtornada com a missiva de cobrança que recebeu, afectando-lhe seriamente o seu estado psíquico-emocional, visto que nunca teve qualquer problema ou contacto com a justiça, sendo pessoa cumpridora da lei e dos bons costumes.” 36) Também aqui, a jurisprudência tem se posicionado pelo Direito à indemnização nos termos das regras gerais, independente da resolução do contrato, da redução do preço ou da reparação dos defeitos, veja-se: o decidido pelo Tribunal Relação Coimbra, no Acórdão de 20-05-2014, no Proc.