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Discorda a recorrente deste entendimento, argumentando que o Tribunal "a quo” "não tem razão ao trazer à colação o disposto nos artigos 3 e 7, do código penal, bem como na invocação dos mesmos para afastar a nulidade decorrente da não apensação de processos pela act” e continua "não está em causa o conhecimento de uma contra-ordenação transitada em julgado, nem qualquer alteração respeitante à mesma mas tão-somente a não apensação dos processos contra-ordenacionais pendentes contra a recorrente, os quais decorrem da pluralidade de infracções imputadas que, por seu turno, determina a eventual punição com uma coima única artigos 1, n. 1 do regime geral do ilícito de mera ordenação social e 55, n. 3, do código do” e conclui, "está em causa a organização de um único processo para apreciação das contra-ordenacionais pendentes não qualquer concurso contra o infractor de molde a ser-lhe aplicada uma coima única nos limites previstos no artigo 1 do regime geral das contra-ordenações”.