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Demonstrando o que se disse antes, basta atentar, em face do conteúdo de alguns dos quesitos formulados pelas partes, bem como o que se fez depois constar sobre as questões controvertidas e nomeadamente no despacho que fixou os quesitos, a resposta que, mais tarde, aquando da realização da junta médica, como resulta do respetivo auto, foi dada pelos Senhores peritos, pois que, ao terem respondido ao objeto da perícia que resultada dos quesitos, se pronunciaram também, afinal, sobre matéria que, nos termos que referimos anteriormente, não estava sequer colocada à respetiva apreciação, como ocorre, nomeadamente, na pronúncia a respeito de "Periartrite Escapulo Humeral Esq”, pois que, perguntando-se apenas se "a periartrite Escapulo Humeral ESQ de qua a A sofre afecta-a ou não no exercício da sua profissão de cabeleireira” – ou seja, resultando já afirmado no quesito que a Autora sofre de "Periartrite Humeral ESQ”, perguntando-se apenas se essa aquela afetava ou não no exercício da sua profissão de cabeleireira –, responderam que "actualmente não apresenta qualquer sinal de periartrite ”, como depois, na resposta ao quesito , em que se perguntava sobre "qual a IPP que lhe deve ser atribuída em consonância a T.N.5% atribuídos pelo Réu ou muito mais?” – ou seja estando já aí afirmada a existência de pelo menos 5% de IPP, estava em apreciação apenas saber se deveria ser superior a essa –, a resposta dada foi a de que "Não é de atribuir qualquer IPP” – o mesmo se verificando também na pronúncia sobre "Periartrite Escapulo Humeral Direita”, em que no quesito  apenas se perguntava se "A periartrite Escapulo Humeral Direita de qua a A sofre afecta-a ou não no exercício da sua profissão de cabeleireira afirmando-se pois que essa periartrite existia e perguntando-se apenas se afetava a Autora no exercício da mesma profissão), ao terem remetido para a resposta dada antes quanto ao mesmo quesito.