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Efectivamente, se a AF teve e considerou a área atinente  a "varandas”, nos termos e para efeitos de alteração da área bruta de construção que na  avaliação era de 388,0500 m2, e que na  avaliação passou a ser de 398,8400 m2 e da área bruta privativa que na  avaliação era de 229,2000 m2, e que na  avaliação passou a ser de 239,990  m2 – pois que em face do que se extrai de ambas as avaliações, a área bruta dependente manteve-se inalterada, em 150,8500 m2 -,  face ao disposto no artigo 4, n. 3 do , e como assim foi julgado pela sentença recorrida, " a verdade é que se evidenciam dúvidas quer quanto à quantificação da área bruta privativa, por força da diferença que nela se verifica em ambas as avaliações, quer ainda quanto à qualificação das áreas consideradas dependentes, porquanto quer num caso, quer noutro, não se alcança que áreas e sua localização no imóvel contribuíram para aquele cálculo em ambas as avaliações .” – sublinhado da nossa autoria.