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Julgador a quo proferiu decisão final do incidente de revisão em 1 de Fevereiro de 2019, a qual terminou com o seguinte dispositivo: «Face ao exposto e nos termos das normas jurídicas supra referidas, julga-se procedente o presente incidente de revisão da incapacidade suscitado pelo Sinistrado AAA contra a Entidade Responsável BBB, e, consequentemente, decide-se: 1) Fixar a incapacidade de que padece o Sinistrado em consequência do acidente de trabalho objecto dos presentes autos, em Incapacidade Permanente Absoluta para o Trabalho Habitual de encarregado de refeitório, com IPP residual de 29,6%, desde 09/10/2014; 2) E, em consequência, condenar a Entidade Responsável/Seguradora a pagar ao Sinistrado: a)a pensão anual e vitalícia de € 641,52 quatro seiscentos e quarenta e um euros e cinquenta e dois cêntimos), com efeitos a partir de 09/10/2014, acrescida de juros de mora, à taxa legal de 4% ou a outra que vier a ser legalmente fixada, desde 09/10/2014 até integral e efectivo pagamento; b)e o subsídio por situação de elevada incapacidade permanente no montante de € 060,00 seis e sessenta, acrescido de juros de mora, à taxa legal de 4% ou a outra que vier a ser legalmente fixada, desde 09/10/2014 até integral e efectivo pagamento; 3) Declarar actualização de tal pensão anual para o valor anual de € 660,09 a partir de 01/01/2016, para o valor anual de € 683,39 a partir de 01/01/2017, e para o valor anual de € 767,69 a partir de 01/01/2018; 4) E condenar a Entidade Responsável/Seguradora a satisfazer ao Sinistrado a prestação em espécie de assistência de acordo com a prescrição do médico assistente e consistente em «medicação para tratamento sintomático».