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Perante tal posição doutrinária, a qual também nós subscrevemos, deve pois concluir-se que o prazo, previsto no n.1 do art.188, do CIRE, concedido ao administrador de insolvência e a qualquer interessado para requererem, fundamentadamente, o que tiverem por conveniente para efeito da qualificação de insolvência como culposa, não deverá ser considerado como um prazo peremptório mas meramente ordenador ou regulador neste sentido e entre outros os Acórdãos desta Relação do Porto de 210, 2009, processo 10/07TYVNG-B.P1, de 102017, processo 2037/13T8VNG-E.P1 e de 002019, processo 521/19T8AMT-P1, ambos em www.dgsi.pt).