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A atividade de valoração e ponderação de candidaturas é efetuada pelo júri com base em conhecimentos técnicos e profissionais, e de acordo com o fim visado pelo concurso, pelo que o Tribunal, por ausência de conhecimentos especializados, e por respeito ao princípio de separação de poderes ao Tribunal não compete o exercício de funções materialmente, não pode substituir-se à valoração efetuada pelo júri.Porém, tal não significa que o poder discricionário da Administração constitui um poder arbitrário ou à margem da lei ou do Direito com contornos indefensável num Estado de Direito Democrático), já que a Administração continua a estar submetida aos limites internos do exercício do poder administrativo, bem como ao respeito pelos princípios gerais da atividade administrativa, o que significa que o Tribunal vai poder controlar os aspetos vinculados da atuação administrativa, bem como a eventual existência de erro grosseiro ou manifesto – cfr.