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46, n. 1, alínea, do mesmo Código, mormente quando aí se diz que «um contrato de abertura de crédito do qual não resulte que tenha sido, desde logo, disponibilizado qualquer capital e que esteja formalizado em documento particular não constitui título executivo para o efeito de exigir o cumprimento da obrigação de reembolso de qualquer capital, ainda que seja acompanhado de qualquer outro documento que, sem qualquer intervenção do devedor, vise demonstrar a efectiva disponibilização ou utilização de fundos nos termos contratados»; afirma-se, depois, que «poder-se-ia admitir como título executivo o contrato de abertura de crédito junto aos autos conjugado com qualquer outro documento que, com a intervenção do devedor, permitisse concluir que a obrigação que havia sido prevista naquele contrato se havia constituído, efectivamente, por valor determinado ou determinável por cálculo aritmético», mas que já «não poderia ser considerado para esse efeito um mero extracto da conta corrente que foi elaborado pela Exequente sem qualquer intervenção do devedor».