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do STJ,  de 012016, à cláusula 115, concluindo que, «Assim sendo, e em obediência ao princípio estabelecido no artigo 63, n4 da CRP, o Réu apenas pode descontar do valor da pensão que paga ao Autor a parte proporcional ao tempo de exercício da actividade bancária com descontos para a Segurança Social de Janeiro de 2011 a Janeiro de 2013, ou seja, 16,67% sendo que os 12 anos correspondem a 100% e os 2 anos a 16,67%.» Tudo o exposto, para dizermos que, pese embora, a decisão recorrida, não cite este último acórdão, quanto �� solução dada a esta questão, do cálculo da pensão atribuída pelo CNP, em que para além de 4 anos relativos ao tempo de serviço militar obrigatório, foi ponderado um período contributivo por actividade bancária de 1 ano, nela foi seguido o exposto naquele, procedendo aos respectivos cálculos e interpretando os dispositivos legais aplicáveis do modo, douto, ali efectuados, tanto que, acertadamente, concluiu, tendo em atenção as especificidades do caso e o entendimento perfilhado naquele, que, «Parece-nos assim, sempre com a salvaguarda de outro e melhor entendimento, que o cálculo dos valores que o réu tem o direito de compensar na reforma por si paga ao autor terá de resultar da proporção do tempo de trabalho bancário com descontos no tempo global de prestação de serviço ponderado para efeito de fixação da pensão atribuída pela Segurança Social em que se tomou em consideração efetivamente a prestação do serviço militar...  Esta afirmação leva-nos à conclusão de que o Banco réu só tem direito a compensar na pensão de reforma que paga ao autor a percentagem correspondente ao tempo de exercício dessa atividade bancária com descontos para a Seguração Social, ou seja 1/5 ou 20%.».