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Prossegue o recorrente insurgindo-se contra a fundamentação do provado na parte em que se afirma que «Perguntado pelo Tribunal pelo crédito que teria sobre a Associação, respondeu o arguido – de modo peremptório e assertivo, mas não crível – que, em 2000, faltavam os acabamentos para o primeiro pavilhão da Associação e que, como "não havia dinheiro” da mesma, o arguido, do seu "bolso”, "emprestou 400 contos a um e 400 contos a outro” o que faz 800 contos, não percebendo o Tribunal porque motivo então o crédito do arguido sobre a Associação seria de 000 contos e não de 800, em dinheiro, no interior do pavilhão, às testemunhas e não existindo, como admitiu o arguido, documento comprovativo disso para acabarem os "rebocos e os acabamentos de janelas”.