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do CIRE, e respectiva factualidade, sendo que não se tendo na decisão recorrida, sequer, fixado o elenco factual a tal integração respeitante, com a respectiva motivação, como se impunha, sob pena de nulidade da decisão, como decorre do art 615 - n1-al.b) do CPC, normativo este com a aplicação aos meros despachos nos termos do n3 do art 613, do citado código, as conclusões, mesmo que factuais, expressas na decisão se baseiam, tão só, nas considerações e fundamentação do relatório do Sr. Administrador da Insolvência de fls.29/31 dos presentes autos, não se demonstrando, porém, sequer, de tal relatório, a razão de ciência e confirmação das conclusões expostas, e, que, assim, se não encontram provadas, aliás, ao próprio Administrador da Insolvência e credores incumbindo o ónus, não só da alegação, mas também da prova dos factos em referência, não aludindo o despacho recorrido a qualquer meio probatório e mais reportando a aludida " perda de valor substancial” apurada pelo Sr. Administrador da insolvência a alegadas "informações antes veiculadas pelos insolventes” no sentido de que os bens deveriam ter um valor de € 00000,00€, nenhuma prova se demonstrando assim existir da alegada desvalorização, a qual, é ainda, refutada pelos próprios insolventes, tratando-se também de matéria controvertida.