Legal Document Excerpt:

A R. recebeu um dos três requerimentos enviados pelo mandatário da A. que representava três ex-trabalhadores da empresa uma vez que esta tramitou e decidiu o pedido de JS; a A. nunca contestou a titularidade do endereço de email ou número de fax. . Deste modo, e ainda que se entendesse que a prova documental deixava margem para dúvidas, sempre poderia a produção de prova testemunhal lograr demonstrar ou não os factos alegados. . Preterindo, nestas condições, a prova testemunhal incorreu, o tribunal "a quo”, salvo melhor opinião, em erro de julgamento quando preteriu a produção de prova testemunhal. . O que implicará, salvo o devido e muito respeito, que os autos não forneçam os elementos probatórios necessários para a apreciação da causa, e, consequentemente para a reapreciação da matéria de facto. . Bem como, salvo melhor opinião, cometeu uma nulidade insanável ao não determinar a produção da prova requerida pela A., sem justificar a preterição dessa formalidade.