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2' Em suma, o Recorrido é apenas alguém a quem o seu pai tencionava doar o prédio objecto dos presentes autos, tendo-se provado que:    Não foi o Recorrido quem comprou a A. F. o prédio inscrito na matriz predial sob o artigo 567, mas sim o seu pai;   Não foi o Recorrido quem praticou sobre o prédio os actos de fruição que materializam o corpus enquanto elemento integrador da posse, mas sim o seu pai;   É a posse de J. F. sobre o prédio que é pública, sendo este que tem vindo a lavrar, semear, plantar, colher e tratar e colher os frutos do prédio inscrito na matriz predial sob o artigo 567 à vista de toda a gente e com o conhecimento da generalidade dos vizinhos, sem oposição de ninguém;   Aliás, sequer a vinha plantada no referido terreno pertence ao Recorrido, tendo sido o seu pai quem, até à presente data, a plantou, pagou a surriba do terreno com uma máquina bulldozer e a subsequente preparação do mesmo, adquiriu as videiras, pagou a respectiva plantação e providenciou pela colocação de postes e de arames, sendo a mesma titulada por S. G..  2 Ora, vertida apenas nos factos provados uma mera intenção de doação, sendo a partir do momento em que esta operasse que poderia o Recorrido invocar a verificação dos pressupostos da usucapião.