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Tendo a demandante Vilamoura Lusotur, S.A., formulado em tal processo os seguintes pedidos:  "a) Declarar a resolução do contrato e, em consequência, ordenar o cancelamento do registo de aquisição a favor da demandante efectuado pela apresentação 55 de 2004/10/19;e  b) Condenar a demandada a pagar € 96121,14 à demandante, acrescido de juros legais à taxa comercial até efectivo e integral pagamento;   Subsidiariamente, deve o tribunal arbitral:  a) Condenar a demandada a pagar imediatamente à demandante € 66833,89 sob pena de a demandante poder imediatamente resolver o Contrato e exigir à demandada o pagamento de € 96121,14;  b) Fixar um prazo máximo - não superior a 6 meses - a partir da data da sentença dentro do qual deve ser demolido o antigo casino e iniciada a construção do Conjunto, correndo o risco de não obtenção das necessárias licenças e autorizações nesse prazo por conta da demandada, sob pena de a demandante poder imediatamente resolver o contrato e exigir à demandada o pagamento de 96121,14;  ) Fixar um prazo - não superior a 18 meses - a partir da data da sentença para que a demandada conclua a construção do Conjunto e permute os espaços que, nos termos do contrato, deverão ser entregues à demandante, sob pena de a demandante poder imediatamente resolver o contrato e exigir à demandada o pagamento de 96121,14;  ) Fixar uma sanção pecuniária compulsória de € 2000,00 por cada dia de incumprimento das obrigações referidas nas alíneas anteriores";   No dia 24/02/2017, foi celebrado entre a Vilamoura Lusotur, S.A., anteriormente denominada Lusotur - Empreendimentos Imobiliários e Turísticos, S.A., representada por , designada como "Demandante", e Bogarve - Construção,  Gestão e Venda de Imóveis, S.A., representada por , designada por "Demandada", e no qual figurou ainda AA, Advogado, Acordo de Arbitragem, o qual se encontra junto aos autos a fls.