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307, que à data do divórcio, o recorrido/cabeça-de-casal, tinha um depósito a prazo no valor de € 5000,00 na conta n. 09002708234 e um Caixa ... curto prazo no valor de € 1031,93 na conta com o n." 0900270864 e que tais valores, após o vencimento do depósito a prazo, e isto em 002008, e pedido o resgate do Caixa ... curto prazo em 202007, foram creditados na conta do Cabeça-de­Casal com o n. 09002708300, tudo isto após o divórcio dos interessados, que ocorreu, como se disse já em 202007;  Vigésima-Oitava: Isto posto, tinha o Tribunal elementos para mandar relacionar tais montantes na Relação de Bens, como peticionado foi pela recorrente, uma vez que os mesmos, existiam à data da propositura da acção de divórcio como integrantes do património do dissolvido casal e à guarda do recorrido/cabeça-de-casal, pelo que ao não ter assim decidido, incorreu o Tribunal em erro de julgamento, e consequentemente na nulidade prevista nos artigos 607 n. 4 e 61 n. 1 alínea, entre outros do Código de Processo Civil, o que toma a douta decisão nula e de nenhum efeito;  Vigésima-Nona: Deu o Tribunal como não provado o ponto 31; Porém, entende a recorrente, face à confissão plasmada pelo Cabeça-de-Casal na Resposta à reclamação daquela, nomeadamente a fls.