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Nuno Pinto Oliveira, Princípios de Direitos dos Contratos, cit., pág..  Continuando na lição deste autor, refere ele que "O aplicador do direito deverá apreciar a adequação ou razoabilidade do prazo atendendo às circunstâncias do caso, designadamente: 1, ao conteúdo da relação contratual; 2 à dificuldade prestação: 3, aos interesses do credor e do devedor; 4, à causa do não cumprimento; 5, à gravidade do não cumprimento; 6, a hipótese de o devedor não ter realizado prestação nenhuma e à gravidade do atraso; 7, à hipótese de o devedor ter realizado uma prestação defeituosa, imperfeita ou inexacta e à gravidade do defeito; 8, à frequência com que o devedor foi interpelado; 9, à intensidade com o que o devedor foi interpelado; 10, aos prejuízos que o caso causa ao credor; e ao risco de que a prestação se torne inútil para o credor”.