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607, do, tem uma premissa essencial: é através da determinação, interpretação e aplicação das normas aos factos apurados que se alcança a verdadeira motivação ou fundamentação da sentença; H) Apreender o contexto da vontade das partes inscrita no contrato, configura-se questão de facto; ) Não estão especificados quaisquer fundamentos de facto sobre a declaração de vontade das partes sobre a aplicação do CCT em geral e, especialmente, no que concerne à carreira ou ao direito de progressão de carreira da A. enquanto formadora numa escola profissional; J) Ao pronunciar-se em diversos momentos da sentença pela não aplicação do CCT, em matéria de horário de trabalho e de retribuição torna-se ambígua, obscura e até ininteligível, a douta decisão, no que concerne ao direito de progressão de carreira da A., no sentido de que se aplicam as regas de progressão de carreira definidas no referido CCT, tanto mais, que nada ficou dado como provado/não provado quanto à vontade real das partes sobre essa aplicação; K) Deve assim ser considerada procedente a arguição das nulidades da sentença – por não especificação de fundamentos de facto que justifiquem a decisão e por ambiguidade, obscuridade que torna a decisão sobre aplicação à relação contratual apreciada nos auto, ininteligível;  Do recurso impugnação da matéria de  ) O  Juiz a quo invoca para aplicação ou não aplicação do CCT do epc, a sua convicção; ) Remete assim a questão da vontade das partes para aplicação ou não do CCT do epc, para o universo das questões de facto; N) Sucede, porém, que, só trata desta questão na Parte da douta sentença - O Direito; O) Em nenhum dos 37 pontos da factualidade provada ou dos 3 pontos da matéria de facto não provada é feita referência à vontade real dos declarantes, outorgantes do contrato de trabalho, sobre a aplicabilidade do CCT ou sobre o âmbito de matérias deste que as partes pretendiam aplicar à sua relação contratual; P) Apesar de estarmos perante um negócio formal, o art.