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No caso em apreço emerge das conclusões da alegação de recurso apresentadas pelo R., ora apelante, que o objecto do mesmo está circunscrito à apreciação das seguintes questões: 1) Saber se foi incorrectamente valorada pelo tribunal "a quo” a prova documental e carreada para os autos e, por isso, deve ser alterada a factualidade dada como provada e não provada; 2) Saber se a A., na sequência da dissolução, por divórcio, do casamento contraído com o R. segundo o regime da comunhão geral de bens, não tem direito, à luz do regime preceituado no artigo 179 do Código Civil, a metade do valor correspondente à quantia depositada em conta bancária no BCP, co-titulada pelo dissolvido casal, nem à casa de habitação onde outrora residiram juntos que foi a casa de morada de família), a qual era um bem próprio do R. até à celebração do casamento com a A., não lhe assistindo, por isso, o direito a metade do seu valor.