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No que respeita às notificações relativas às liquidações de IVA dos anos 2000 e 2002,  afirmando o recorrido que não foi notificado das mesmas, e não constando dos autos qualquer elemento capaz de infirmar tal afirmação e, sendo que a prova da remessa de tais cartas ao contribuinte cabe à Administração Tributária,  carece de sentido afirmar, como faz a recorrente a matéria da sua conclusão B.  Por último, da leitura da sentença, verifica-se que o Tribunal «a quo» sustentou a procedência da oposição quanto às dívidas exequendas que tiveram origem em decisões condenatórias proferidas em processo de contra-ordenação por considerar que a citação postal ocorrida nos processos de execução fiscal configura uma verdadeira notificação da decisão de aplicação de coima.