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– Veja-se, neste sentido, que o Tribunal da Relação de Lisboa, no âmbito do processo n. 503/12T8LSB, fez constar do acórdão proferido que; "o caso julgado abrange o deduzido e o dedutível, precludindo ao autor a invocação, noutra ação, de factos integradores da causa de pedir da ação anteriormente julgada e que aí foram omitidos Acrescentando ainda que "a sentença que julga improcedente a ação preclude ao autor a possibilidade de, em novo processo, invocar outros argumentos, de facto ou de direito, não produzidos no processo anterior – Pelo que não colhe a confusão que a Recorrente vem trazendo aos autos, nuns processos peticionando indemnização por danos emergentes, noutros por lucros cessantes, nuns relativos a períodos de 10 anos, noutros a 10 meses, referindo-se indiscriminadamente, aos conceitos de rescisão, resolução e denúncia, sempre com os olhos no tão esperado "prémio”, N.– Aproveite-se também para mencionar que nem poderia colher a ideia de que a indemnização por lucros cessantes derivaria agora não da resolução ilícita, mas de uma denúncia ilícita.