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em 14 de Outubro de 2001, 3 de Março de 2002 e 23 de Dezembro de 2010, relativas ao prédio rústico sito em ... ou ..., com a área de 5935 m2, descrito na Conservatória do Registo Predial ..., freguesia de ... sob o número ..., e inscrito na matriz predial rústica da mesma freguesia sob o n. ...;  ) Declarar-se a oponibilidade das nulidades aos réus sucessivamente adquirentes do prédio em causa;  e) Ordenar-se a restituição de tudo o que haja sido indevidamente prestado em consequência da declaração de nulidade das referidas escrituras de compra e venda;  f) Reconhecer-se a Sociedade Agrícola Quinta ..., Lda., como proprietária do prédio rústico sito em ... ou ..., com a área de 5935 m2, descrito na Conservatória do Registo Predial ..., freguesia de ..., sob o número ..., e inscrito na matriz predial rústica da mesma freguesia sob o n. ...;  g) Ordenar-se o cancelamento das penhoras e hipotecas registadas sobre o prédio em questão;  h) Ordenar-se a restituição à Sociedade Agrícola Quinta ..., Lda., do prédio sito em ... ou ..., com a área de 5935 m2, descrito na Conservatória do Registo Predial ..., freguesia de ..., sob o número ..., e inscrito na matriz predial rústica da mesma freguesia sob o n. ....”  Como fundamentos, alegaram, resumindo:  A Sociedade Agrícola Quinta ..., Lda, foi constituída, em 29-11-2000, por A., marido da 1 autora e pai dos 2 e 3 autores, e pelos réus J. e E. R., irmãos daquele.