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Em face do exposto, não estando provada a anterioridade do crédito, mas a sua posteridade relativamente ao acto impugnado e não estando alegados factos que uma vez provados permitam concluir que os 1 e 2 RR realizaram a doação em causa dolosamente com o fim de impedir a satisfação do direito do futuro credor, não está verificado um dos pressupostos da acção de impugnação pauliana, o que dita a sua improcedência..”  No recurso, a apelante insiste na anterioridade do crédito sobre os 1 e 2 RR., defendendo que o contrato avalizado identificado em respeita à reestruturação do crédito concedido nas operações A e B, de 1996 e 2009, respetivamente, como no referido "Contrato de Consolidação Acordo de” expressamente se refere, e que os 1 e 2 RR.