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E mesmo o depoimento da técnica R referido pelo recorrente - perita que subscreveu o referido relatório do exame de avaliação psicológica da menor de fls 336/344 -, com base no qual pretende o recorrente sustentar a sua versão dos factos, designadamente que não introduziu o seu pénis no ânus da , também não obriga a decisão diferente da adoptada, sendo certo que mesmo o excerto dele transcrito pelo recorrente evidencia que a mesma técnica não exclui que tenha havido contacto físico entre o pénis erecto do arguido e o ânus da menor, afirmando a mesma que pelo exame médico-legal, pelos resultados, não terá havido uma penetração completa, até porque pela idade uma penetração completa com o pénis erecto provavelmente deixaria outro tipo de sequelas.