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fls.2373 e; quanto à questão das sanitas das casas de banho, não resultou provado que fossem todas porque a perícia se reporta apenas às casas de banho verificadas, resposta que indicia que nem todas foram vistas; relativamente às questões de impermeabilização, do conjunto da prova, o tribunal ficou efectivamente convencido, dadas as infiltrações que se registam e sua extensão/localização estas resultando evidentes quer das fotografias juntas ao processo, quer das vistorias camarárias) que teve que haver deficiências na impermeabilização, pois tivesse a mesma sido eficientemente efectuada não cremos que se registassem tais infiltrações pelo menos com a configuração que apresentam; ademais tratando-se de obra com terraços e floreiras, que são naturalmente locais de acumulação e depósito de águas quer pluviais quer nas floreiras por via da rega e usadas para o fim a que se destinam, tornava-se evidente a necessidade de uma correcta impermeabilização e a perícia aponta efectivamente pontos deficientes nesse trabalho ainda que - no que concerne à posição dos dois peritos que subescreveram o relatório conjunto, com reservas quanto a reportar à obra dada a sua antiguidade, o que, quanto a este concreto ponto não afasta, tendo em conta as regras da experiência comum, reforçadas pela existência efectiva das infiltrações, a convicção quanto à deficiente impermeabilização.