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O recorrente afirma ponto 1 da motivação de que "o Tribunal Colectivo a quo, não realizou de forma plenamente satisfatória as exigências de objectividade, lógica e motivação que o princípio da livre apreciação da prova postula, pelo que, não existindo prova legal ou tarifada, o concreto uso do material meramente indiciário posto à sua disposição, de forma a atingir uma dada convicção, é susceptível de censura, à qual acresce a preterição do princípio "in dubio pro reo” porquanto ressalta que a mera utilização de uma fresadora e um computador sem qualquer impressora ou offset, e outros elementos juntos e apreendidos, por si são insuficientes para a formação de uma convicção plena, ”.