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Na promessa de compra e venda é que se presume, até prova do contrário, que reveste o sentido de sinal toda a quantia entregue pelo promitente-comprador ao promitente-vendedor, ainda que declaradamente a título de antecipação ou princípio de pagamento.»  No caso concreto, considerando-se, com Ana Prata, que o sinal é uma cláusula acessória que pode ser acordada antes, simultaneamente ou depois da celebração do contrato, e qualificando-se como sinal a quantia de €2000,00, entregue pela autora à Ré – sociedade nos termos acima descritos, temos que, não ocorreu a celebração de qualquer contrato de cessão de posição contratual, do qual, a cláusula constitutiva do sinal, celebrada entre as partes nos termos descritos, estava dependente; ou seja, in casu, a cláusula acessória do sinal, acordada entre as partes não chegou a integrar-se, a inserir-se, no contrato definitivo a que respeitava, pois que este não chegou a realizar-se.