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Temos, pois, que o tribunal a quo sustentou a convicção formada a partir da prova perante si produzida, que valorou segundo princípio da livre apreciação previsto no artigo 12 do CPP, apresentando uma explanação racionalmente congruente e em consonância com as regras da experiência, seguindo um percurso decisório que se apresenta conforme com os princípios e regras fundamentais em matéria de prova, pelo que, feita a sindicância a que refere o artigo 41, n. 2 do CPP, esta Relação conclui que a sentença recorrida não padece do vício de erro notório na apreciação da prova previsto na alínea deste normativo, inexistindo razões para, na presente sede recursória, se proceder a qualquer tipo de censura quanto ao desfecho alcançado pelo julgador, no sentido de considerar assente a referida factualidade posta em causa.  )