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2 prevê a possibilidade de uma remuneração adicional a prestar ao agente de execução no fim do processo, estabelecendo:  "1– No termo do processo é devida ao agente de execução uma remuneração adicional, que varia em função: a)- Do valor recuperado ou garantido, até ao valor máximo definido nos termos da tabela do anexo ; b)-Da fase processual em que o montante foi recuperado ou garantido, nos termos da tabela do anexo  2–  Para os efeitos deste artigo, entende-se por: a)-  «Valor recuperado» o valor do dinheiro restituído, entregue, o do produto da venda, o da adjudicação ou o dos rendimentos consignados; b)-  «Valor garantido» o valor dos bens penhorados ou o da caução prestada pelo executado, com o limite do montante dos créditos exequendos.”  O anexo da portaria a que alude este artigo, relativamente à remuneração adicional do agente de execução, vem estabelecer as taxas e os escalões aplicáveis, nos seguintes termos:  Anexo a que se referem o n. 2 do artigo 11 e o n. 1 do artigo 2) 1– As taxas que permitem definir o valor da remuneração adicional do agente de execução destinada a premiar a eficácia da recuperação ou garantia de créditos na execução nos termos da alínea do n. 1 do artigo 2, são as seguintes: ver documento 2–  O valor recuperado, quando superior a 20 UC, é dividido em duas partes: a)- Uma igual ao limite do maior dos escalões que nele couber, à qual se aplica a taxa da coluna B correspondente a esse escalão; b)-  Outra, igual ao excedente, a que se aplica a taxa da coluna A respeitante ao escalão imediatamente superior.