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6 Acresce que, não existia, quer à data da separação de facto, quer à data da efectivação da partilha e cessão de quotas, qualquer credor do Réu  ou da H. 6 Afirma ainda o Tribunal recorrido que "O réu  abriu mão de um imóvel que considerando o lugar de aparcamento teria um valor de mercado a rondar os € 25000,00/26000,00 sem prejuízo de continuar a assumir a obrigação de pagar a dívida do casal que onerava aquele e que, nessa data, ascendia a € 11421,30 – ou seja, cerca de 60% do valor atribuído para efeitos de e recebeu como contrapartida ações de sociedades que não tinham qualquer valor”.