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O autor interpôs recurso desta sentença com as seguintes conclusões: 1-Na douta sentença não foi apreciado o requerimento apresentado em 28/11/2018, no qual de arguiu vicio no compromisso de honra do perito, originando omissão de pronuncia, violado a artigo 47 do P., gerando nulidade da sentença, artigo 65, n. 1, alínea, do mesmo diploma legal,  2-Na audiência de julgamento de 19/11/2018, sobre as benfeitorias, as explicações do perito sobre os da atribuição dos valores, foram manifestamente insuficientes, o que determinou sugerir-se verbalmente que, oficiosamente, se ordenasse perícia ao abrigo do artigo 48, n. 4, do P.sendo indeferida requereu-se que a mesma fosse efectuada pelos motivos expressos na acta, mas foi indeferida por se entender que era uma medida dilatória.,  3-Subsistindo dúvidas ao julgador, o mesmo tem o poder dever de ordenar os meios julgados convenientes para procurar a verdade material e tal não se verificando, ofendeu-se as normas dos artigos ,  e  do P. 4-Na sentença o iter cognitivo que terminou a absolvição de pedido foi o entendimento da ausência de conhecimento do senhorio como decorre das normas para atribuição do valor das benfeitorias, artigos 1, 2 e 2 do 294/2009 de 13/10,  5-Decorrendo mais de 120 anos sobre a vigência do contrato de arrendamento rural, exigir-se documento de consentimento não é credível nem viável, pois as construções e as plantações de eucaliptos e de sobreiros, foram ocorrendo ao longo dos anos, sem qualquer oposição dos proprietários, ocorrendo manifesta aceitação tácita, apesar do que foi acordado pelos outorgantes de 1877,não prevendo a evolução no futuro quanto a construção de novas habitações e florestação, sendo violados os artigos 1, 2 e 2 da lei em referência,  6- A implantação das habitações e seus anexos, bem como o eucaliptal e sobreiral, valorizam o prédio, ")”, pois são bens que não podem ser levantados, originado riqueza para o futuro, levando a que os proprietários enriqueçam a custa do apelante, agindo este ao longo dos anos de boa- fé, decorrendo daí que tem direito a indemnização, sendo também violado a artigo 127 do  Termos em que, Exmos.