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Quanto aos cálculos apresentados pelos sujeitos passivos, relacionados com o seu entendimento quanto ao valor do incremento patrimonial não justificado, eventualmente, a tributar em sede de IRS página 63 e documentos n. 82, 83 e 84 do exercício do direito de audição, respetivamente páginas 296, 694, 695 e 696 do, de referir que a lógica de raciocínio dos sujeitos passivos não tem fundamento legal pois, na equação de apuramento do montante, são tidas em conta saídas de valores das contas bancárias, variável a desconsiderar face ao princípio geral consagrado no artigo  da Lei Geral Tributária, que tem como pressuposto de tributação "a capacidade contributiva revelada, nos termos da lei, através do rendimentos ou da sua utilização e do património".