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Comecemos pela questão da ilegitimidade quanto aos créditos posteriores a 200  Na petição inicial o autor alegou: "De 20 de dezembro de 1999 até 24 de outubro de 2019, o Autor foi parte de um conjunto de contratos de trabalho temporário sucessivos e consecutivos, tendo sido contratado pelas seguintes empresas de trabalho temporário e durante os períodos que se seguem: ▪ De dezembro de 1999 a novembro de 2000 - W – Empresa de Trabalho Temporário, S.A, NIPC .........  Ré); ▪ De dezembro de 2000 a março de 2001 - K - Serviços de Manutenção Industrial Lda., NIPC ........., cuja matrícula se encontra cancelada; ▪ De abril de 2001 a março de 2002 - W – Empresa de Trabalho Temporário, S.A, NIPC .........); ▪ De abril de 2002 a fevereiro de 2003 – K - Serviços de Manutenção Industrial Lda., NIPC .........; ▪ De março de 2003 a janeiro de 2005 - W – Empresa de Trabalho Temporário, S.A, NIPC .........; ▪ De janeiro de 2005 a novembro de 2009 – - Trabalho Temporário, Lda., NIPC ........., cuja matrícula se encontra cancelada; ▪ De dezembro de 2009 a janeiro de 2013 – T. -Trabalho Temporário, Lda., NIPC ......... cuja matrícula se encontra cancelada ▪ De fevereiro de 2013 a outubro de 2019 – Y - Empresa De Trabalho Temporário, Lda., NIPC .........  Ré) O autor para justificar o pedido de condenação subsidiáriadesta ré, relativamente aos créditos posteriores a 2005, ao abrigo do artigo 174, 2 do CT, invocou que todas as empresas de trabalho temporário se encontravam numa relação de domínio ou de grupo, e que as sucessivas alterações da firma tiveram como único intuito o de "camuflar” a realidade, de forma a celebrar contratos de trabalho temporário proibidos porque consecutivos e ininterruptos.