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A este regime inicial em que os prazos se consideravam suspensos por via da aplicação do regime de férias judiciais por aplicação do disposto nos arts 137, n 1 e 138 do P.), seguiu-se a estipulação da suspensão de todos os actos e procedimentos a praticar em sede judicial, nos termos e com as excepções que vieram a ser introduzidas pela Lei 4-A/2020, de 06/0 Previa-se no aludido diploma que veio alterar este artigo 7, que os actos e procedimentos previstos no n 1 do art 7 ficam "suspensos até à cessação da situação excecional de prevenção, contenção, mitigação e tratamento da infeção epidemiológica por SARS-CoV-2 e da doença COVID-19”, excepcionando-se os processos urgentes que continuam a ser tramitados n e excluindo-se ainda do âmbito de aplicação da suspensão dos actos e procedimentos previstos no n 1, os seguintes casos: - tramitação dos processos e prática de atos presenciais e não presenciais não urgentes, quando todas as partes entendam ter condições para assegurar a sua prática através das plataformas informáticas que possibilitam a sua realização por via eletrónica ou através de meios de comunicação à distância adequados, designadamente teleconferência, videochamada ou outro equivalente; - prolação de decisão final nos processos em relação aos quais o tribunal e demais entidades entendam não ser necessária a realização de novas diligências.