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Alegou, em resumo, o seguinte: - O autor é cliente do ora réu, antigo ; Em Junho de 2006, o autor detinha junto do referido banco depósitos a prazo, tendo sempre optado por guardar o seu dinheiro em instituições bancárias através desse tipo de aplicações, sem nunca o arriscar em produtos financeiros cujo funcionamento desconhece; - No dia 26 de Junho de 2006, a pedido e por insistência do gerente da agência  do , o autor subscreveu, por endosso, obrigações, no valor de 20000,00 € duzentos, denominadas de «E1 já que o , através do referido gerente, criou no autor a convicção de que se tratava de um produto equiparável a um depósito a prazo, com reembolso garantido; Decorrido o prazo de reembolso, o autor insistentemente instou o réu para efectuar o pagamento do montante em causa, tendo o demandado referido tal não ser possível em virtude de não ser o responsável por esse pagamento; A situação em apreço causou ao autor, paralelamente, danos não patrimoniais cujo ressarcimento reivindica.