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Só a absoluta falta de fundamentação – e não a sua insuficiência, mediocridade, ou erroneidade – integra a previsão da alínea do n1 do Artigo 615, cabendo o putativo desacerto da decisão no campo do erro de julgamento – Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 2016, Fernanda Isabel Pereira, 781/14 «O que a lei considera nulidade é a falta absoluta de motivação; a insuficiência ou mediocridade da motivação é espécie diferente, afeta o valor doutrinal e persuasivo da decisão – mas não produz nulidade.»5  No caso em apreço, o tribunal a quo enumerou os factos que julgou provados, após o que expôs a "Motivação da decisão sobre a matéria de facto”, cindindo-a em subcapítulos entre documentos, declarações das partes e prova testemunhal, em mais de três páginas.