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De todo este quadro normativo, especialmente face ao disposto no artigo 77, alínea – em que, diferentemente dos casos previstos da alínea, não se exige sentença transitada em julgado sobre o fundamento da revisão -, ao preceituado no artigo 77, n. 2, alínea – em que o prazo de 60 dias para a interposição do recurso se conta a partir do conhecimento da sentença revidenda, por parte do recorrente, suprimindo desse modo o prazo de caducidade da acção de simulação anteriormente previsto no artigo 78, n. 2 -, ao prescrito no artigo 77, n. 1 – em que se exige que o recorrente alegue os factos constitutivos do fundamento do recurso e, no caso da alínea do artigo 77, o prejuízo resultante da simulação processual – e, por fim, ao estatuído nos artigos 77, n. 2, e 77, n. 2 – segundo os quais, no caso de revisão fundada em simulação processual, se seguem, em vez da tramitação mais simplificada prevista no n. 1 do artigo  77, os termos do processo sumário para o julgamento desse fundamento com vista à anulação da sentença revidenda -, impõe-se concluir que se deixou de exigir a prévia instauração de acção declarativa comum para o reconhecimento da simulação processual.