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Só se pode concluir, assim, que a referência aos 200 m2, eventualmente resultante da importação, para o processo expropriativo, dos termos da descrição do prédio correspondente à parcela 1H na CRP, não correspondia à real área dessa parcela, pois que o próprio expropriante, ao tratar da sua expropriação, lhe reconheceu a mais os referidos 756 m2, em termos que, conjuntamente com os 1400 m2 da parcela 1J, somariam os referidos 356 m Por todo o exposto, não se encontram razões para discordar da decisão recorrida, nesta parte, cumprindo reconhecer, pelo contrário, que os elementos probatórios constantes dos autos justificam que se atribua à parcela 1H a referida área de 956 m Improcederá, pois, nesta parte a apelação do expropriante.Por fim, ainda em sede de discussão sobre a matéria de facto dada por provada, constatata-se que o tribunal a quo inseriu, sob o item 35, a afirmação de que o custo de construção nas parcelas em causa ascende a 900,00€/m O Município expropriante contesta este facto, em relação à parcela 1J pois que quanto à parcela 1H exclui a hipótese da sua classificação como solo apto a qualquer tipo de construção), defendendo que o tipo de construção possível para o local, constituído por um simples apoio de praia, não justifica um custo superior a 667,23/m questão identificada sob as als.