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EM NOME DO POVO Acordam em conferência os juízes da Secção de ContenciosoAdministrativo do Tribunal Central Administrativo Norte:  DCS veio interpor o presente RECURSO JURISDICIONAL da sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, de 112017, pela qual foi julgada totalmente improcedente a acção que intentou contra o Fundo de Garantia Salarial de impugnação do despacho de 212016, do Presidente do Conselho Diretivo do Fundo de Garantia Salarial que lhe indeferiu o pagamento dos créditos emergentes do contrato de trabalho, e em que pediu a declaração de nulidade do despacho e o pagamento das quantias peticionadas até ao limite legal.Invocou para tanto, em síntese, que a decisão recorrida é nula por omissão de pronúncia e por contradição entre a fundamentação de Direito e a decisão e que, em todo o caso, deve ser revogada por ter violado o disposto nos artigos 1 e 2 do Decreto-Lei n 59/2015, de 204, nos artigos 12 e 297 do Código Civil e nos artigos 13 e 59 da Constituição da República Portuguesa.O Fundo de Garantia Salarial contra-alegou, pugnando pela manutenção da decisão recorrida.O Ministério Público neste Tribunal emitiu parecer também no sentido de não ser concedido provimento ao recurso.Cumpre, pois, decidir já que nada a tal obsta.- São estas as conclusões das alegações que definem o objecto do presente recurso jurisdicional:  A sentença recorrida considerou que o prazo de um ano contado desde a data da cessação do contrato de trabalho para o Recorrente apresentar o seu requerimento ao Fundo de Garantia Salarial para pagamento dos créditos emergentes daquela cessação se encontrava já decorrido e esgotado.