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Diga-se também que é, pelos menos maioritário entre nós que sempre incumbiria ao requerente de apoio judiciário comprovar nos autos o seu pedido, pois, conforme Ac da RP de 012016, n. 1488/12TBFLG-A.P1: «Não se mostra gravoso para o requerente do Apoio Judiciário, em termos de lesar o seu direito de aceder à Justiça, exigir que ele documente nos autos a apresentação do requerimento de Apoio nos serviços de segurança social, no prazo judicial em curso, para que este se interrompa, pois que se trata de uma diligência que não exige quaisquer conhecimentos jurídicos e que, portanto, a parte pode praticar por si só, com o mínimo de diligência a que, como interessado, não fica desobrigada pelo facto de se encontrar numa situação de carência económica.» Concluímos, pois que essa nomeação de patrono não interrompeu o prazo de extinção cominado aos AA.