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No mesmo sentido também decidiu a Relação de Lisboa, nos seus acórdãos 4/7/2012, proferido no processo 2581/10TTLSB-A.L1-4, de 19/12/2012, proferido no processo 2534/2000TTLSB.L2-4, e de 8/10/2014, proferido no processo 1115/10TTLSB.L1- Na Relação de Évora, podem ver-se, com idêntico entendimento, e a título meramente exemplificativo, os acórdãos de 9/3/2016, P. 166/12TTTMR.E1, de 28/6/2017, P.1907/19T8PTM.E1, e de 14/9/2017, P. 157/13TTSTR.E Na doutrina e neste mesmo sentido, pode consultar-se Júlio Gomes, Direito do Trabalho, Relações Individuais de Trabalho, 2007, p. 905, Milena Silva Rouxinol, O Regime de Prescrição dos Juros Laborais – Comentário ao Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 2 de Março de 2011, Revista da Faculdade de Direito da Universidade Lusófona do Porto, n. 2, pp.