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Neste contexto a atuação da credora, ao considerar ter havido incumprimento para, com fundamento na cláusula 18 do contrato de mútuo, considerar exigíveis todas as prestações vincendas, exigindo o seu pagamento, na execução a que agora se opõem os embargantes, instaurada apenas em 2018, acrescido de juros de mora, consubstancia um claro venire contra factum proprium e simultaneamente uma situação de supressio, entendida enquanto situação do direito que não tendo sido exercido durante um determinado lapso de tempo e em circunstâncias determinadas se deve considerar como não devendo poder ser exercida à luz do principio da proteção da boa-fé consagrada no art 334 do Civil.