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Nas suas alegações, a Recorrente formulou as seguintes conclusões: O facto de, F, ter sido punido por sentença, com trânsito em julgado, pela prática de crime punível, em abstrato, com pena de prisão de máximo igual a três anos, e não se encontrar reabilitado legal ou de direito, na data da do ato administrativo de indeferimento – 22 de julho de 2016 - obstou à aquisição da nacionalidade portuguesa, independentemente de o crime que cometeu ser alternativamente punível com multa; O requisito, legalmente exigido em 22 de julho de 2016, para efeitos de naturalização, da não condenação pela prática de crime punível com pena de prisão igual ou superior a três anos era e é, de verificação objetiva, sendo a conduta da Administração vinculada nesta sede; A Conservatória dos Registos Centrais, ao indeferir o pedido de naturalização do ora recorrido, interpretou no tempo, corretamente a alínea do n. 1 do art.