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cit., p., "pretendendo o recorrente a modificação da decisão da decisão da 1 instância em matéria de facto e dirigindo uma tal pretensão a um tribunal que nem sequer intermediou a produção da prova, é compreensível uma maior exigência no que concerne à impugnação da matéria de facto, impondo, sem possibilidade de paliativos, regras muito precisas.”  A este propósito, pode ler-se no acórdão deste Supremo Tribunal de 18 de junho de 2013 processo n 483/00TBLNH.LS1, disponível em www.dgsi.pt), e passamos a citar, «) fora do Direito Penal não resulta da Constituição nenhuma garantia genérica de direito ao recurso de decisões judiciais.