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Por outro lado, o atestado da junta de freguesia junto pela impugnante aponta no mesmo sentido de que as moradias, sobretudo 3, estiveram desocupadas em 1998 e 199 Relativamente ao ponto dos factos provados, o Tribunal apoiou-se essencialmente no depoimento da 1 testemunha que esclareceu o Tribunal de modo claro, detalhado que a impugnante apenas construiu as vivendas e que depois de 2000 foram vendidas, salientando que a mesma esteve inactiva, nomeadamente nos anos 1996 a 2000, inexistindo sequer qualquer movimento contabilístico, e que, apesar das existências das vivendas, nunca tirou proveito das mesmas, nomeadamente arrendando.