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28 do n 287/2003, de12/11 reforma da tributação do património) onde se dispõe, como acima se transcreveu, para o que aqui releva, que por ser mais elevado do que o valor constante do se considerará e prevalecerá como valor de realização, o que foi considerado para efeitos de liquidação de IMT.Ora, no caso, embora os ganhos aqui em causa não configurem rendimentos empresariais e profissionais sendo que, como se disse, a natureza da alienação de imóveis no âmbito da actividade comercial é diferente daquela que resulte de incremento patrimonial por alienação fortuita ou ocasional de um prédio), não se vê que a sentença recorrida confunda as categorias B e G de IRS ou proceda a errada aproximação entre ambas.