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B. e A. R., deverá ser alterada a resposta à matéria de facto constante dos pontos  1 última parte da alínea g. e alínea, 1, 1, 1 e 1 Da matéria de facto dada como provada, aditando-se aos factos provados um novo, tudo conforme indicado supra. . Não sendo colocada em causa a obrigatoriedade, quanto a nenhum dos afetados, da apresentação à insolvência e sendo dado como assente que o recorrente F. colaborou com o Sr. Administrador da Insolvência, atenta a factualidade dada como provada, como não provada e a que o recorrente entende que deveria ter decisão diferente, bem como da prova produzida em sede de audiência de discussão e julgamento e toda a constante dos autos, resulta inequívoco que inexiste qualquer culpa ou responsabilidade, ainda que negligente, do afetado F. na situação de insolvência da sociedade , sendo os factos provados e não provados, consequentemente, manifestamente insuficientes para se terem por preenchidos, quanto ao recorrente F., os comportamentos, atos ou omissões descritos em quaisquer das alíneas que consubstanciam a sua condenação, concretamente das alíneas,,, e do n. 2 do artigo 18, bem como da alínea do número 3 do mesmo artigo, todos do R.E o mesmo já não podendo dizer quanto aos restantes.