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O que importa atender no caso, sendo certo, por fim, que, ao contrário do alegado pelo progenitor, não se verifica nenhuma das circunstâncias previstas no n. 2 do artigo 2 da Convenção aprovada pelo 52/200  Em conclusão, e face a tudo o que se expôs, deverá proceder o pedido formulado no âmbito da cooperação judiciária internacional entre Estados e ser ordenado o regresso do menor à República da Arménia.»  Na verdade, incumbia ao requerido demonstrar que deslocou a criança para Portugal com a autorização da mãe, e para tal fim teria forçosamente de exibir uma declaração escrita que o atestasse, conforme é realçado pelo tribunal recorrido, ou em alternativa que residia com a criança num outro Estado por um período mínimo de um ano, sem que se registasse qualquer pedido de regresso, o que não sucedeu.