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250 a, até ao ofício circulado n. 30109, de 9 de março de 2009, a AT vinha defendendo um conceito alargado e não formal de promotor, chamando o autor à colação, a este respeito, a informação n. 1078, de 2 de fevereiro de 1996, e respetivo despacho, a informação n. 1615, de 18 de abril de 1991, e respetivo despacho, informação n 1072, de 302000, da DSIVA, e respetivo despacho da mesma data da Subdiretora-Geral nos termos do qual "não está em causa, como critério determinante da aplicação do dispositivo da isenção a natureza da entidade que promova tais exibições, interessa sim que exista um intermediário, promotor, requisito essencial da referida isenção”).