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E a ideia da utilização de uma "impugnação judicial” – tal como a que foi utilizada pela aqui apelada – surge mencionada por Augusto Lopes Cardoso, in «Partilhas Judiciais», 6 ed , 2015, p 83/84, quando refere : « a despeito da natureza jurídica dos actos decisórios do Notário – deve ser aqui aplicado o regime subsidiário dos recursos civis ex do art 82 do vale dizer que a discordância da decisão notarial interlocutória deve manifestar-se através dum requerimento de impugnação para o Juiz dirigido ao Notário CPC art 637/1)», vendo-se essa ideia especialmente apoiada pelo Ac R P 27/6/2018   Como acima já se referiu, não se acolhe esse entendimento, por não se encontrar no RJPI base para o mesmo, e tão pouco se entender existir a lacuna a que se reporta o acima referido autor, desde logo em função do disposto no n 7 do art.