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da Directiva IVA, reproduzida no ordenamento interno pelo artigo 2, n. 2, 3 e 4 do CIVA, podem obrigar um banco que exerce, nomeadamente, actividades de locação financeira, a incluir no numerador e no denominador da fracção que serve para estabelecer um único e mesmo pro rata de dedução para todos os seus bens e serviços de utilização mista, apenas a parte das rendas pagas pelos clientes, no âmbito dos seus contratos de locação financeira, que corresponde aos juros, quando a utilização desses bens e serviços seja sobretudo determinada pelo financiamento e pela gestão desses contratos, já no acórdão recorrido se entendeu em sentido oposto, tendo o Tribunal arbitral concluído que se deve concluir que: «não se nos afigura que o normativo constante do n. 2 do artigo 2 do Código do IVA conjugado com o n. represente uma transposição para o direito interno da regra da determinação do direito à dedução acolhida no artigo 1, n. 5, terceiro parágrafo, alínea, da Sexta Directiva, que se configura como uma disposição derrogatória da regra prevista nos artigos 1, n. 5, primeiro parágrafo, e 1, n. 1, de tal Directiva.