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E em 14-11-2017 foi proferida sentença, que julgou a acção parcialmente procedente, sendo a parte decisória do seguinte teor: Pelos fundamentos de direito e de facto supra mencionados, julga-se a ação parcialmente procedente e, em consequência: 1)- declara-se que a Autora BB foi ilicitamente despedida pelo Réu , com efeitos a partir de 01/01/2017; 2)- condena-se o Réu a pagar à Autora BB a título de indemnização em substituição da reintegração, o montante de 30 dias de retribuição base por cada ano completo ou fração de antiguidade, atendendo-se ao tempo decorrido desde o despedimento até ao trânsito em julgado desta decisão judicial, que até 31/12/2016, ascende ao valor de € 574,84; 3)- condena-se o Réu a pagar à Autora BB as retribuições vencidas desde 16/02/2017 e as vincendas até ao trânsito em julgado da decisão final desta causa, considerando-se a retribuição mensal base de € 880,12, com dedução dos montantes recebidos pela Autora, nesses períodos, a título de subsídio de desemprego, se for o caso, devendo esses montantes ser entregues à Segurança Social pelo Réu; 4)- Condena-se o Réu a pagar à Autora BB, a título de créditos salariais e indemnização por danos morais, o valor global de € 4042,85, sendo € 4042,85 de créditos salariais e € 000,00 de indemnização de danos morais; 5).- Condena-se o Réu a pagar à Autora BB, juros sobre as referidas quantias, à taxa legal, contados desde a sua citação e até efetivo e até integral pagamento.