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Ora, subscreve-se, como se disse, inteiramente, o entendimento formulado neste último aresto - no sentido de que o direito de resolução, relativamente a contrato de locação financeira contrato esse que, como se viu, não se suspende na sua execução com a declaração de insolvência) e a actuação das suas consequências, não fica postergada ou subordinada ao prévio exercício do meio processual de separação de bens, nos termos dos artigos 14, 14 e 15 do CIRE sobre o ponto, , em sentido que se crê concordante, Lebre de Freitas; "Apreensão, Separação, Restituição e Venda”, in Jurismat, Portimão, n 5, 2014, p. - , considerando que, de facto, o bem que foi objeto da locação financeira não é pertença do devedor ora, mas da locadora, não tendo o locatário promovido o respetivo cumprimento contratual, determinando a que viesse a ter lugar a resolução do contrato, justificando-se que, para a recuperação do bem, se mostre adequada a providência cautelar de entrega judicial instaurada e especialmente regulada na lei para tal efeito.