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Com recurso à corroboração veja-se igualmente Germano Marques da Silva, Curso de Processo Penal, Volume , edição de 202, página 191, Teresa Beleza, "Tão amigos que nós éramos”, in RMP, n.74, Abril – Junho de 1998, páginas 39 e seguintes, Alberto Medina de Seiça, O Conhecimento Probatório do Co-arguido, Coimbra edição, 1999, páginas 212 e seguintes, e Paulo Pinto de Albuquerque, Comentário do Código de Processo Penal, edição de 2008, página 87  Em sentido diverso, negando a possibilidade de valorar como meio de prova as declarações de co-arguido veja-se Rodrigo Santiago, in RPCC, Ano 4, Fasc.