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Nestes termos, e nos mais do Direito aplicável, deverá esse Venerando Tribunal declarar a nulidade do Despacho proferido pela Meritíssima Juiz a quo em 202020, bem como a invalidade de toda a Instrução, incluindo da decisão instrutória entretanto proferida, que deve ser revogada, determinando-se o envio do processo para tramitação da instrução em  instância, para cumprimento do Acórdão de 202020 proferido pelo Tribunal da Relação de Lisboa, nos termos nele referidos e supra mencionados, e determinando-se ainda a enunciação dos factos indiciariamente provados e não provados, de forma explícita, descriminada e fundamentada, determinando-se também que o Tribunal de 1 instância se pronuncie sobre todas as imputações factuais descritas no RAI do Assistente entre as quais as descritas nos artigos 30, 50, 1 -3 e 9 da Acusação em sentido material constante do, e que tenha em consideração o elevado nível cultural da Arguida, do Assistente e dos típicos destinatários dos textos da Arguida que são altos quadros da Administração Pública, capazes de compreender ironias, subtilezas, perguntas retóricas, referências insidiosas e perfídias.