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Apreciando, de seguida, a terceira questão suscitada pela R., ora apelante – saber sea A., na data em que ocorreu o acidente dos autos 15/5/2015), não era proprietária do veículo com a matrícula e, por isso, é parte ilegítima nesta acção, devendo a R., em consequência, ser absolvida da instância – haverá que dizer a tal respeito que, da factualidade apurada nos autos, resultou demonstrado, de forma inequívoca, que a A., à data do sinistro ocorrido na data supra, não era a proprietária do veículo, sendo certo que este sofreu diversos danos que se traduziram em perda total – sendo que o valor venal do veículo foi fixado em € 1700,00 – perda essa que se repercute, apenas, na esfera do proprietário de tal veículo.