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Fazendo-se, assim, a habitual e necessária JUSTIÇA!»  ) Admitido que foi o recurso, o Ministério Público respondeu, pugnando pela sua improcedência, aduzindo em síntese o seguinte: « Afigura-se ao Ministério Público que a prova produzida em julgamento não é decisiva quanto ao propósito que presidiu à conduta de JC pois esta não foi ouvida a esse propósito -por ter falecido entretanto- e os factos por ela praticados e conhecidos nos autos também permitem a conclusão defendida no Acórdão pelo Tribunal Colectivo, de que JC pretendeu, efectivamente, beneficiar a arguida em detrimento da Assistente, como efectuou, de forma perfeitamente legal, ao instituir MA como sua herdeira.