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do preceito, estabelecendo-se no n. 1 do mesmo que "O direito consagrado na alínea do n. 1 do artigo  só pode ser exercido depois de o distribuidor ter notificado, por escrito, o consumidor do valor presumido do consumo irregularmente feito e de o ter informado dos seus direitos, nomeadamente o de poder requerer à Direcção-Geral de Energia a vistoria prevista no artigo seguinte.” Conferindo-se ainda ao consumidor o direito a ”obstar à interrupção do fornecimento, assumindo, por escrito, perante o distribuidor a responsabilidade pelo pagamento, no prazo que, na falta de acordo, este estabelecer, das verbas que lhe forem devidas nos termos da alínea do n. 1 do artigo ” Acresce que o distribuidor tem ainda a obrigação, nos casos em que opta por exercer a prorrogativa de interromper o fornecimento de energia, de participar "de imediato o facto à Direcção-Geral de Energia, juntando cópia do auto referido no n. 2 do artigo , bem como toda a correspondência trocada com o consumidor.” art.