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Da leitura atenta do texto da decisão recorrida em especial da matéria de facto provada e não provada que aí é descrita, bem como da parte relativa à respetiva fundamentação, o que se pode constatar com clareza e desde já, é que a análise crítica da prova e a decisão de facto constante do mesma e a sua motivação/justificação está bem assente nas diversas provas carreadas para os autos, nomeada e especialmente no depoimento da ofendida/assistente que foi analisadas quer em termos de consistência interna quer externa, confrontado com o que relatou no próprio dia ao agente da PSP e com a avaliação do dano corporal realizada no dia seguinte, onde não foram detetadas lesões, tudo apreciado de forma crítica e à luz das regras da experiência comum Ou seja, da decisão recorrida não se pode concluir que tenha havido qualquer erro na apreciação da matéria de facto Na motivação da decisão de facto,o tribunal a quoexplica devidamente porque não lhe mereceu credibilidade o depoimento da testemunha ouvidas em conjugação com a demais prova e com as regras da experiência comum.