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Atentos os factos provados , , , 1 e 1 e o disposto naqueles artigos da Lei n 98/2009, supra referidos, não podem suscitar-se dúvidas que o A. tem direito à quantia, de €830,60, que peticiona a título de incapacidades temporárias sofridas ITA e e, sem dúvida da responsabilidade da R./seguradora, face ao contrato referido no ponto  da factualidade provada, não infirmando esta responsabilidade da seguradora, como já dissemos, nem o que decorre do facto 1, nem do dito pelo sinistrado e assente no facto 1 Em suma, não existe, nos autos qualquer fundamento que permita fazer a afirmação efectuada pelo Tribunal "a quo” de que "não há fundamento legal para que o A. receba duplicadamente, tal quantia,...”, mais, fazendo-o com o argumento de que "... pago que se encontra da bolsa que lhe era devida no âmbito do contrato que celebrou com a  Ré”.