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Por outro lado, o recorrente veio invocar a inidoneidade do presidente da Mesa da Assembleia Geral nomeado pelo tribunal, Dr. F. e S. R., advogado, alegando que este não oferece garantias de independência para a função, pelas seguintes razões:  foi o mesmo que procedeu à assinatura da convocatória da anterior assembleia, ilegalmente  elaborada,  onde foi  tomada deliberação  social, datada de  22019, anulada no âmbito do processo  n 169/10T8PRG; tinha à data a mesma morada profissional dos mandatários da requerente; na anterior assembleia permitiu a prática de ilegalidades, nomeadamente a desconsideração das indicações de voto de uma carta mandadeira, então apresentada pela ora requerente, factos que constam no referido processo e dos quais o tribunal a quo tinha conhecimento em virtude do exercício das suas funções, nos termos do disposto no art.