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No caso concreto, a provisão para pré-reformas foi utilizada para fazer face às responsabilidades para as quais foi constituída, in casu o pagamento de pré-reformas; f) A antecipação contabilística do reflexo nas demonstrações financeiras dessa responsabilidade não colidiu, de forma alguma, com a legislação fiscal então em vigor, na medida em que a ora Recorrida aplicou, na íntegra, o normativo legal previsto no Código do IRC, nomeadamente, no que concerne ao tratamento fiscal a conferir a esta provisão, porquanto, por um lado, ao não se enquadrar no leque de provisões dedutíveis para efeitos fiscais nos termos do artigo 3 do Código do IRC na redação em vigor à data dos, o custo suportado em virtude da sua constituição foi desconsiderado para efeitos fiscais e, por outro lado, o custo com as pré-reformas só se tornou fiscalmente relevante no momento em que foi efetivamente incorrido e que coincidiu, no caso sub judice, com o momento em que a provisão constituída para cobrir essa responsabilidade foi utilizada; g) Verifica-se, portanto, que a Sentença recorrida não merece censura, devendo ser mantida na íntegra e, em consequência, ser negado provimento ao Recurso da Fazenda Pública.