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VIGÉSIMA TERCEIRA: Sem prejuízo de se considerar que o Tribunal errou, uma vez mais, a respeito da decisão proferida sobre a matéria de facto, mormente a vertida nos pontos 19 e 20 dos Factos Provados e bem assim no teor das mensagens da autoria do próprio autor, por si juntas com a petição inicial, VIGÉSIMA QUARTA: Entende, no entanto, o 2 Réu que, tal como por si oportunamente alegado a respeito do prazo para arguição da anulabilidade do negócio – como assim a presente ação foi configurada pelo autor, em consequência do entendimento reproduzido no saneador-sentença do primitivo processo judicial  – verifica-se igualmente que já havia caducado o direito do autor em propor esta ação, ainda que o prazo para o efeito fosse de dois anos, como assim veio a decidir o Tribunal de 1 Instância.