Legal Document Excerpt:

Tal incorrecta perspectiva sobre a relevância de cada um dos progenitores na vida do filho reflecte-se na forma arbitrária como exerce o poder que lhe confere a circunstância de ter o menor a residir consigo, comunicando ao progenitor, sem adiantar explicações, que não levará o filho, impedindo-o de conviver com a avó paterna a quem imputa como grave e inesquecível ofensa o facto de ter oferecido ao neto uma toalha que trazia bordado o nome de , ao invés de , o que, sendo revelador de uma determinada disposição de espírito por banda da recorrente, não nos merece outros comentários), ameaçando amiúde o Pai de que "a brincadeira acabou”, ora acusando-o de não passar com o filho todo o tempo que podia, ora impedindo-o de com ele conviver fora dos limites estabelecidos pelo Tribunal, cuja acta invoca frequentemente mas apenas no que lhe é conveniente, ameaçando aí levar novamente o progenitor "a sentar-se”, levando-o a implorar, como ocorreu por ocasião da doença do menor, que não o privasse de ver e estar com o filho cfr.