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O apelante considera que a redação deste ponto de facto deve ser alterada, de modo a que o mesmo passe a ter o seguinte teor: "O contrato descrito em 5 foi objeto de sucessivas renovações, por acordo das partes.” O Tribunal a quo motivou a sua convicção relativamente a este ponto nos seguintes termos: "O facto descrito sob o ponto 16 resultou provado com base na análise dos documentos juntos a fls.33 a 50 "extratos integrados” e "movimento de conta”), em conjugação com o depoimento da testemunha Ana .....- funcionária do Banco Espírito Santo, S.A. desde 1999 e atual funcionária do Novo Banco, S.A. -, a qual afirmou que as renovações do contrato celebrado em 1989 eram operadas de forma automática, porquanto era esse o procedimento, desconhecendo se houve contactos junto dos avalistas.