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O recorrente termina as suas alegações de recurso formulando as seguintes conclusões: -O n. 5 do artigo 2 da Lei Geral Tributária consigna que "As pessoas solidária ou subsidiariamente responsáveis poderão reclamar ou impugnar a dívida cuja responsabilidade lhes for atribuída nos mesmos termos do devedor principal, devendo, para o efeito, a notificação ou citação conter os elementos essenciais da sua liquidação, incluindo a fundamentação nos termos legais.”; - A decisão de reversão no âmbito do processo de execução fiscal deve ser "sempre fundamentada por meio de sucinta exposição das razões de facto e de direito que a motivaram, podendo a fundamentação consistir em mera declaração de concordância com os fundamentos de anteriores pareceres, informações ou propostas, incluindo os que integrem o relatório da fiscalização tributária.” conforme n.1 do artigo 7 da Lei Geral Tributária); –A Administração Fiscal ao apenas referir o preceito legal que determina a possibilidade de responsabilidade dos administradores, diretores ou gerentes no âmbito de execução fiscal, na citação dirigida ao ora Recorrente, devido ao facto de este ter exercido a função de gerente do devedor originário – B S.A. – até final de 2016, não alegando qualquer facto que demonstre a responsabilidade do mesmo, a insuficiência de património do devedor originário para satisfação das dívidas exequendas ou até a sua culpa como impõe o n. 1 do artigo 2, alínea da Lei Geral Tributária, violou o dever de fundamentação dos atos administrativos e/ou tributários.