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Com o trânsito em julgado as decisões proferidas nos despachos supra referidos de 8 de junho de 2020 fica prejudicado o conhecimento, pelo Tribunal da Relação, do despacho de não audição dos áudios, requerida ao abrigo do art.35, n.1, alínea, do P.P.. Ainda assim, não deixaremos de realçar, num breve parêntesis, que a diligência requerida está longe de poder reputar-se de essencialpara a descoberta da verdade, nos termos da alínea, n.2, do art.12 do P.P., quando o próprio arguido JG ao invocar a nulidade do despacho, na audiência de julgamento, refere que a audição dos depoimentos dos á data arguidos, perante autoridade judiciária, "não podendo ser valorados para este processo”, podiam ser úteis para aferir de credibilidade das testemunhas, isto é, se uma testemunha, ainda que na qualidade de arguido e não podendo ser perseguida judicialmente por esse facto, e poder mentir, seria, na ótica da defesa,apenasútilpara se aferir da credibilidade e da consistência das versões que foram aqui apresentadas.