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segue quadro reproduzido na sentença recorrida Quanto à quantificação deste valor utilizando a "mediana" do rácio da Rentabilidade Fiscal da Actividade, o perito do contribuinte, no artigo 35 do laudo argumenta que: "Não obstante, a fiscalização após o cálculo do Volume de Negócios, recorreu-se dos rácios relativos às margens médias do lucro líquido sobre as vendas e prestações de serviços, determinados com base nos elementos declarados ao Estado pelos sujeitos passivos que exercem a mesma actividade, para se determinar o lucro a tributar, utilizando o índice da "mediana", justificando a escolha deste método e do referido índice pelo facto de assim se trabalhar com indicadores médios que abrangem a grande maioria de contribuintes que exercem esta actividade em condições análogas", acrescentando no artigo seguinte: "Ora, desde logo, utilizando-se a própria terminologia do senhor inspector e de acordo com o anexo 8, agora fornecido, constata-se que o valor da média ali constante é de 6,45%, pelo que, o lucro apurado deveria ser o de 26276,40€ e não o de 36549,91€”, no entanto, o indicador estatístico utilizado pela inspecção foi o indicador da "mediana" e não o indicador estatístico da "média" que nada tem a ver com o uso da expressão "indicador médio").