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Em suma: a nulidade da deliberação não justifica só por si a suspensão da deliberação Citam-se, em abono desta interpretação, Pinto Furtado, Deliberações dos Sócios, Almedina, página 467, Alexandre Soveral Martins, Suspensão de Deliberações Sociais de Sociedades Comerciais, Alguns problemas, Revista da Ordem dos Advogados ano 63, volumes /, Abril de 2003 e Marco Carvalho Gonçalves, Providências Cautelares, 2015, Almedina, página 27  Em segundo lugar, a recorrente impugnou a decisão com a alegação de que resultava dos factos provados, nomeadamente dos constantes dos pontos , 2, 2, 2, 4, 5, 5 e 5, o seguinte sobre o dano apreciável:   Que existia uma manifesta confusão entre quem afinal gera a sociedade, apesar de a deliberação tomada ser nula;    Que não havia a efectiva certeza da segurança da transmissão do estabelecimento comercial para a sociedade "G Lda.”, efectuada dois dias depois da tomada da deliberação ora impugnada;    Que existia o risco de desaparecerem as quantias avultadas recebidas pela sociedade se a gerência for atribuída, agora individualmente, a um sócio que escondeu um relatório de auditoria à sociedade e, consequentemente, estavam em causa os postos de trabalho da a maior parte dos trabalhadores aceitaram a sua transferência para a sociedade "G LDA.”.