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24, n 4, da Lei do Apoio Judiciário que para ocorrer a interrupção do prazo em curso – no caso para oferecimento da contestação – tem se ser junto aos autos o comprovativo de ter sido requerido o apoio judiciário na modalidade de nomeação de patrono.—  No caso, estando em curso o prazo para oferecimento da contestação, foi junto, pela Ordem dos Advogados em 5/4) documento atinente à concessão do apoio judiciário ao R., na modalidade de nomeação de patrono.--- A questão que se levanta é a de saber se o tribunal pode ter em consideração tal elemento, ainda que o mesmo não haja sido trazido pelo respectivo beneficiário, o aqui R..-- A favor deste entendimento apresenta-se o argumento de que as partes, muitas vezes, não são efectivamente informadas dos procedimentos a adoptar em relação ao pedido de apoio judiciário e acabam por não extrair desse requerimento e mesmo da concessão), o efeito a que teriam direito, especialmente quando o requerimento merece resposta positiva.--- Contra o mesmo entendimento, pode defender-se que ao tribunal não cumpre "adivinhar” a real intenção do requerente de apoio judiciário ao formular o mesmo g. este pode não pretender oferecer contestação), e, por isso, não deve aguardar que, após conhecimento da nomeação de patrono, transcorra novo prazo para oferecer contestação.--- Assente está, desde logo, que não é inconstitucional onerar-se o requerente do apoio judiciário com a obrigação de levar ao Tribunal o conhecimento da pendência do processo administrativo – veja-se a propósito o Acórdão do Tribunal Constitucional n 350/2016 de 7/6/201--- Contudo, não resulta da letra da lei no art.