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2 Contudo, a nosso ver, a douta sentença aqui posta em crise falha clamorosamente ao não aplicar e adaptar tal conhecimento teórico) ao caso concreto, olvidando inúmeros factos relevantes que vêm pormenorizadamente referidos no RIT, e ao não concluir que a "A.” que comprou à "A.”), a "W.” que comprou à "A.”, que, por sua vez, tinha comprado à "A.”) e a "” que comprou à "W.”, que, por sua vez, tinha comprado à "A.”, a qual, por sua vez, tinha comprado à "A.”), mais não foram do que empresas envolvidas em operações que visaram "o esticar” da rede fraudulenta, sendo que ao excluir a impugnante "broker”) da rede fraudulenta esta fica incompleta.