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Cumpre a este propósito salientar, em reforço do que se escreveu na sentença recorrida, que resulta das declarações prestadas perante o Tribunal a quo: - pelo autor ., que o SEF lhe disse para ler e assinar os documentos relativos à recusa de entrada em território nacional, maxime os relativos aos direitos que lhe assistiam, mas que, como ficou nervoso ao saber que ia ser "deportado” salientando que tal decisão foi um, basicamente não os leu, limitando-se a assiná-los, esclarecendo que não foi coagido pelo SEF; - pela autora R........ de .........., que o inspector do SEF que a interrogou foi bastante educado, que os inspectores do SEF não lhe gritaram e que o SEF lhe disse que podia ler os documentos que lhe deu para assinar, mas que praticamente não os leu por estar nervosa, pois nunca tinha passado por situação idêntica; - pelo autor J........ ...., que leu os documentos que lhe foram dados para assinar relativos à notificação da recusa de entrada em território nacional - percebendo que ia ser "deportado” para o Brasil - e que não leu o auto de declarações por estar nervoso;  - pelo autor A..... ..............., que leu alguns dos documentos que lhe foram dados para assinar, tendo percebido que não podia entrar em Portugal devido à falta de visto.