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A testemunha , filho do arguido e da assistente, explicou como viu o relacionamento dos pais com excepção de um ano em que viveu num colégio tinha 13/14 anos de com discussões e quando as havia "ia lá para fora" para a rua porque não gostava de as ouvir e que eram porque a mãe passava muito tempo em casa da vizinha e por questões de dinheiro - "era uma situação quase diária" a partir dos 11 anos de idade dele e ouviu o pai dirigir palavras à mãe de "vaca, puta" - ouviu-as dizer várias vezes: por exemplo cinco vezes por mês assim como o pai o mandou fora de casa, e também à mãe, ele saiu com a mãe mas o pai deu-lhe as chaves e disse para voltarem assim como viu agressões do pai à mãe com murros e pontapés - mais na zona da cabeça e tronco - sendo também nessas ocasiões que ele saia e "ia dar uma volta" - e tal ocorreu mais do que uma vez antes de ir para o colégio bem como também explicou que voltou a casa dos pais mais ou menos em 2018 e o pai "arranjou" outra companheira já ele tinha saído do colégio) queria sair da casa e ir para outra casa com a outra mulher - a casa era da GEBALIS e agora está lá nessa casa o pai, a esposa dele e a filha - houve uma discussão com o pai a dizer-lhes para saírem, foram para a casa do avó e o pai foi lá buscá-los.