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Logo, o deferimento do decretamento provisório nos termos peticionados permite o que só uma decisão sobre o mérito da causa pode proporcionar, por ser definitivo quanto aos efeitos produzidos, e, por isso, entende-se que o pedido em apreciação não se compadece com uma definição cautelar.» e que « falta no caso vertente a característica da instrumentalidade entre o processo cautelar e o processo principal, pois, em resumo, como vimos, a Requerente não pode almejar obter pela via cautelar, que é sempre provisória, ainda que pelo incidente do decretamento provisório, o mesmo efeito ou vantagem definitiva que só o processo principal lhe pode conceder.» É inquestionável que as providências cautelares assumem como características típicas decorrentes da sua natureza preventiva, a instrumentalidade e a provisoriedade.