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Não permitindo a lei que nos recursos sejam discutidas questões novas que não foram suficientemente submetidas ao escrupuloso respeito pela regra do contraditório,a fim de obviar que, numa etapa desajustada, se coloquem questões que nem sequer puderam ser convenientemente discutidas ou apreciadas ” Por outro lado, vendo os demais argumentos invocados pela Apelante, assim em primeiro lugar a propósito da eventual alteração das funções por si exercidas – argumento de que em finais de 2010, inícios de 2011, teria deixado de exercer funções de chefia e em Abril de 2012 como advogada, passando a exercer exclusivamente funções de técnica superior categoria entretanto redenominada como, que manteve até hoje –, pretendendo sustentar que deixou então de se verificar qualquer das hipóteses legais permissivas da prestação do trabalho em regime de IHT, importa ter presente, por um lado, desde logo, que sequer a factualidade provada permite retirar tal ilação quanto à alteração que invoca, pois que, afinal, a alteração em causa apenas se pode basear no facto de ter cessado a comissão de serviço em que a Autora se encontrava anteriormente ponto 2 da e não já, por exemplo, que tivesse resultado uma qualquer alteração relacionada com as funções inerentes à carreira em que se encontrava posicionada de técnica superior, nessa altura com a categoria profissional de Técnica Superior 4, passando em 2011 - no âmbito do "Novo Modelo de Carreiras ” - a integrar a categoria de Consultora , nível que, por si só, retirasse agora em a possibilidade de ser estabelecido ou mantido se já, face ao regime legal vigente, um acordo de IHT.