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Em causa, porém, não está uma acção isolada, mas antes um padrão de comportamento do arguido que caracterizou o seu relacionamento com a ofendida enquanto partilharam a comunhão de vida entre 2009 e Setembro de 201  Ao longo desse período agrediu a ofendida com socos, na cara, no peito, nos braços, desferiu bofetadas na cara, empurrou-a e desferiu pontapés nas pernas da mesma, chamou-lhe "puta”, numa ocasião Outubro de, espetou uma tesoura nas costas da ofendida, causando-lhe um ferimento, noutra ocasião, em 2016, quando SR foi almoçar a casa, disse-lhe para se ir sentar no sofá e de forma inopinada desferiu um golpe que atingiu a cara daquela, no Verão de 2016 provocou-lhe um ferimento no lábio inferior e um hematoma no nariz, no dia 27 de Setembro de 2016, junto ao local de trabalho de SR , o arguido olhou-a fixamente nos olhos, ao mesmo tempo que passou um dedo pela garganta, querendo com esse gesto dizer-lhe, que lhe cortava o pescoço, um pouco mais tarde desferiu-lhe um pontapé que a atingiu no rabo e na perna direita, desferiu uma dentada no dedo polegar da mão esquerda da ofendida provocando-lhe dores e tentou morder-lhe o pescoço.