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É ainda aquela interpretação que parece estar subjacente ao Acórdão desta Relação de Guimarães, de 29-06-2017 processo 2299/11T8BRG.G1), que, em face de caso similar acção cível separada posterior à condenação do lesante no processo penal pelo crime de ofensa à integridade física simples apenas com o alegado fundamento, julgado não verificado, das alíneas e, do n 1, do art 72, não acolheu o pedido e, para tal, não enveredou pela aplicação oficiosa da alínea, tal como defendeu neste caso o tribunal a quo e defende o. Depois de apresentada a queixa, restaria ao lesado desistir dela para, então, extinto por isso o procedimento criminal poder deduzir o pedido cível separado, É o que se intui do que refere Cristina Dá Mesquita Prova na acção de responsabilidade , Julgar Online, Janeiro de 2018, página, estribando-se, aliás, no Acórdão da Relação do Porto, de 26-05-2003, processo n 0250567: "Daí que nos casos de crime semipúblicos ou particulares: não exista a obrigatoriedade de adesão; deduzida acção antes da queixa fica impedido futuro processo penal; e tendo havido lugar a queixa o lesado pode este posteriormente desistir da mesma e instaurar acção de responsabilidade nos tribunais civis”.