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Todavia, ainda que em contexto de processo laboral e tendo presente a circunstância específica de a parte ser notificada, na audiência de partes, simultaneamente, para apresentar a contestação e, bem assim, da data designada para a realização da audiência final, e, por essa razão, não lhe dever ser exigido o pagamento simultâneo da taxa de justiça devida pela apresentação da contestação e a taxa de justiça subsequente, sendo que a falta de pagamento desta nunca poderia importar o desentranhamento da contestação, consignou-se no acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 24-05-2018, relatora Paula do Paço, processo n. 969/16T8PTM.E1 que "a omissão do pagamento da segunda prestação e da multa prevista a que alude o n. 3 do artigo 1 do Regulamento das Custas Processuais até ao dia da audiência final ou da realização de outras diligências probatórias, tem como consequência apenas a impossibilidade de realização das diligências de prova que tenham sido ou venham a ser requeridas pela parte em falta, atento o preceituado no n. 4, parte final do mencionado artigo 1”, donde, sem expressa menção quanto à interpretação da norma do n. 4 do art.