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Ou seja, nestas situações em que o apuramento da quantia a ceder pelo insolvente ao fiduciário se afigura uma operação complexa em que alguns dos elementos do cálculo só se conseguem obter no final do, não se pode prescindir de uma postura ativa do Fiduciário de modo a, conjuntamente com o insolvente, e numa operação de prognose sobre o rendimento médio líquido a auferir pelo insolvente, acordarem no desconto mensal ou trimestral, por coincidir com a obrigatoriedade de pagamento das contribuições para a Segurança Social, ou outra regularidade que entendam mais, se determinar qual o valor a depositar pelo insolvente, por conta do rendimento disponível, rendimento este cujo montante exato só posteriormente e reportado a cada ano , será apurado, sendo que, apenas após este acerto de contas perante todos os valores das receitas, todos os valores das despesas e das contribuições), se saberá se o insolvente tem ainda algo a entregar à massa ou se é credor da mesma.