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No mesmo sentido, aliás, se pronunciaram, entre muitos outros, os doutos Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 24/03/2004 in www.dgsi.pt), Acórdão do Tribunal da Relação de Évora de 12/12/1995 in BMJ de n 452, pág., Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 09/01/1996 in BMJ n BMJ n 453, pág.. Efectivamente, os citados Acórdãos da Relação de Évora de 12/12/1995, da Relação de Coimbra de 09/01/1996, e da Relação de Lisboa de 24/03/2004 pronunciam expressamente no sentido de que uma condenação em pena de prisão constitui, só por si, uma forte razão para que o condenado se sinta motivado para fugir, de forma a não ter de cumprir a pena se a mesma se tornar exequível.