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Deixamos transcrita a fundamentação constante da sentença do Tribunal a quo a este propósito "já após ter intentado a presente acção, a autora foi despedida pela Ré em Janeiro por requerimento entrado em Juízo no dia 09 de Março de 2018, a Ré procedeu ao depósito autónomo à ordem dos presentes autos, da quantia de €580,00 "equivalente à sanção pecuniária de 30 dias de suspensão com perda de vencimento e antiguidade, acrescida de juros, calculados á taxa legal de 4% desde o seu desconto, Outubro de 2017, até à presente data Ou seja, a Ré vem, em plena tramitação da presente ação e estando a mesma pendente, pretender revogar a sanção disciplinar que integra a causa de pedir dos presentes autos, depositando á ordem dos autos a retribuição perdida pela autora com tal sanção acrescida de e pretendendo a remoção da aludida sanção do cadastro disciplinar da autora e "assim, e já não se mantendo a sanção disciplinar aplicada e não havendo retribuição perdida, não pode condenar-se a entidade patronal numa indemnização baseada no n.5 do art.