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Mais refere o executado que ao peticionar a contabilização do tempo de serviço de «2709 dias» para efeitos de progressão, referente ao período de 1996/1997 até ao dia 31 de agosto de 2006, a Exequente já peticionava mais 489 dias de tempo de serviço para efeitos de progressão do que o contabilizado aos demais docentes, porque, a esse tempo de serviço sempre teriam de ser deduzidos os 489 dias, tempo de serviço correspondentes ao período do «congelamento», sob pena de favorecimento indevido da ora Exequente; que em sede de execução de sentença peticionou a exequente a contabilização de 3074 dias que a ser contabilizado ficaria com mais 844 de tempo de serviço para efeitos de progressão do que os demais trabalhadores da função pública no período em questão.