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o) De resto, foi com a "fundamentação” que supra se transcreveu que a sentença recorrida julgou como não provado aquele que é um facto público e notório: A responsabilidade da Ré ADP, traduzida nos factos, errada e incompreensivelmente julgados não provados: Segundo a DGS e INS, logo no comunicado conjunto, datado de 212014, que emitiram, identificaram a fonte emissora do vírus como tratando-se de uma das torres de refrigeração da fábrica da ADP, sita na Estrada Nacional 10, em Salgados da Póvoa, Forte da Casa; O surto epidémico de Legionella, que afetou além dos demais, o aqui Autor, teve a sua origem numa dessas torres de refrigeração, na fábrica da ADP;   p) Quanto ao primeiro desses factos, o referido comunicado encontra-se publicado no "sítio” da Direção Geral de Saúde: https://www.dgs.pt/a-direccao-geral-dasaude/comunicados-e-despachos-do-director-geral/surto-de-infecao-por-legionella1aspx; Foi amplamente noticiado, correspondendo portanto a facto público: https://www.jornaldenegocios.pt/economia/saude/detalhe/surto_de_legionella_teve_origem_na_ adubos_de_portugal; https://sicnoticias.pt/especiais/legionella/2014-11-21-Adubos-de-Portugale-a-origem-do-surto-de-legionella; E do referido comunicado, consta textualmente, «Nesse sentido, serão enviados ao Ministério Público, os relatórios até agora produzidos bem como os relatórios da sequenciação do genoma para eventual apuramento de crime ambiental com origem na água de uma das torres de refrigeração da empresa .».