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Em face de tudo o que supra se referiu, não existem dúvidas que as razões que motivaram a detenção da arguida, pelas 17 horas, sem intervenção do Ministério Público, não se apresentam nada claras, com a agravante que a Digna Procuradora de Turno alegou que nada sabia sobre esses factos, contrariando o alegado pelo inspector B. Perante o exposto, na ausência total de inquérito ao denunciado pela arguida, E, na qualidade de advogada da arguida F no citado processo 2660/11JAPRT, não se pode dizer que aquilo que alegou seja falso e que tinha consciência dessa falsidade, pois fê-lo convicto, na defesa da sua constituinte, que correspondia à verdade o que alegava.