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61, n. 2, do CPC, a Recorrente sustenta que se verifica «um erro propugnado pelo Supremo Tribunal Administrativo ao nível da avaliação da factualidade dos autos, com refracções em duas vertentes: por um lado, ao decidir pela existência de uma alegada obrigação de cumprimento do ónus plasmado no artigo 64 do CPC aquando da suscitação do artigo 66 daquele Código que, conforme se viu, não resulta da lei, nem tão-pouco é confirmada pela jurisprudência dos tribunais, mas, também, por considerar que existia, in casu, a necessidade de impugnação da matéria de facto dada como provada pelo Tribunal de  Instância – a qual, após análise, e atendendo aos elementos juntos aos autos, não se revelava merecedora de qualquer censura, mediante impugnação, pela Requerente».