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O entendimento expresso no aresto citado fora anteriormente seguido no acórdão da Relação de Lisboa, de 102016 processo 2052-09TBPDL-L1-6), no qual se abordou uma questão em tudo semelhante à que se debate nos autos, tendo sido a decisão sumariada nestes termos: «Numa execução em que é efetuado o pagamento voluntário da quantia exequenda pela executada a quem foi concedido o benefício do apoio judiciário na modalidade de dispensa do pagamento de taxa de justiça e dos encargos do processo, bem como dos honorários com patrono e solicitador de execução, não devem ser liquidadas as quantias devidas com honorários e despesas ao agente de execução, a seu cargo, sendo o respetivo reembolso à exequente a cargo do IGFEJ».