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O recorrente invoca oposição com o acórdão da Secção de Contencioso Tributário deste S.T.A., proferido em 28/01/2015, no âmbito do rec.722/14 cfr.cópia junta a fls.13 a 16-verso do processo físico).Para sustentar a oposição entre a decisão arbitral recorrida e o aresto fundamento, a entidade recorrente termina as alegações do recurso cfr.fls.5 a 12-verso do processo físico), formulando as seguintes Conclusões: A-Autoridade Tributária e Aduaneira vem, nos termos do artigo 15 do Código de Processo nos Tribunais Administrativos aplicável por força do artigo 2, n. 2, do Regime Jurídico da Arbitragem em Matéria Tributária, interpor recurso para esse Supremo Tribunal do Acórdão Arbitral proferido em 112018, no processo n. 260/2018-T, por estar em contradição com o Acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Administrativo em 28/01/2015, processo n. 0722/14, que se indica como fundamento, designadamente, no segmento decisório respeitante à condenação da AT no pagamento de juros indemnizatórios desde a data da formação do indeferimento tácito do pedido de revisão oficiosa até ao reembolso, mais precisamente, o dies a quo a partir do qual devem ser contabilizados os juros indemnizatórios; B-O Acórdão Arbitral recorrido colide frontalmente com a jurisprudência firmada pelo Supremo Tribunal Administrativo no Acórdão proferido em 28/01/2015, processo n. 0722/14, que se indica como fundamento, relativamente ao termo inicial de contagem dos juros indemnizatórios, no caso de revisão oficiosa do acto tributário por iniciativa do contribuinte, que os mesmos são devidos apenas após um ano do pedido de revisão; -Laborando neste erro, decidiu o Tribunal Arbitral, em contradição total com o Acórdão fundamento, condenar a AT a pagar à Requerente arbitral juros indemnizatórios contados "desde a formação do indeferimento tácito do pedido de revisão oficiosa apresentado pelo Requerente, até reembolso, nos termos do n 1 e 4, do art.