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Por via disso, a Digníssima Magistrada em 10/05/2021 - Referência: 424519742 - promoveu e requereu:nova audição ao Beneficiário para que fosse "explicado ao mesmo, de forma que o mesmo entenda, se indague junto do mesmo se aceitaria a nomeação da sua irmã  como acompanhante, como a pessoa que, doravante, assegurará os cuidados de que o mesmo, a nível pessoal e patrimonial, necessitar.” E ainda,"Sem prejuízo do supra exposto, promove-se ainda que se apure dos processos e inquéritos que correram termos entre os pais do beneficiário e as irmãs do mesmo e designadamente, o processo número 814/13TbVCD do extinto  Juízo Cível), a fim de, o MP, compulsar os mesmos tudo no sentido de apurar da existência de outros elementos relevantes à decisão acerca da pessoa que deve exercer o cargo de acompanhamento do beneficiário).” 1 A douta Promoção, é bem pertinente e encontra-se devidamente fundamentada, entre outra, no facto de: a) o pai do beneficiário, já falecido, ter manifestado, em Testamento, vontade de que as suas filhas F e E cuidassem, no futuro, do beneficiário; b) a partir de 2013, os cuidados prestados pela F ao , maior acompanhado, terem sido pagos pela irmã , ora Recorrente; ) e ainda de que a  " não contactou regularmente com o beneficiário devido aos desentendimentos com as suas duas irmãs que se encontravam na habitação do beneficiário e que ainda se encontram, manifestando agora a referida  vontade em ser designada como acompanhante, para, entre o mais, ter acesso à casa, objeto de doação, encontrando-se atualmente impedida, devido à frequência da mesma, pelas irmãs F e E, com quem se encontra desentendida, aceitando a mesma, caso venha a ser nomeada como acompanhante do seu irmão, ser fiscalizada pelas referidas irmãs no trabalho que vier a desempenhar”.