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Apenas quanto ao primeiro grupo de factos, apresenta o recorrente como prova concreta as declarações prestadas pelas testemunhas EE e de FF, procurando com os excertos que transcreve, demonstrar que após a ofendida ter entrado no carro do arguido, a testemunha EE não voltou ao estabelecimento comercial, o que, com o devido respeito novamente, e tal qual refere o Digno Magistrado do Ministério Público na sua resposta ao recurso, posição que subscrevemos, e que agora citamos: "A questão de saber se o EE voltou ou não para o café, se conversou ou n��o depois sobre o sucedido com a FF é absolutamente irrelevante para avaliar do cometimento dos ilícitos, tal como nunca esteve em causa que a vitima não tenha voluntariamente entrado na viatura do arguido já que este se ofereceu a levá-la até à  e que foi, nesta parte, aquilo que o EE presenciou, sendo certo que tais testemunhos apenas tiveram relevância para se perceber o circunstancialismo em que o arguido conheceu, contactou e transportou a vitima pontos 27 a 32 da matéria ou seja as circunstâncias de tempo e lugar que permitem afirmar que o AA estava na Churrasqueira  e deu boleia à , tratando-se apenas de matéria, conforme se diz na fundamentação do Acórdão, que «corrobora e reforçar a credibilidade do depoimento da ofendida”  De igual forma, e no que se reporta ao segundo grupo factual apontado pelo recorrente, não se vislumbra qualquer prova concreta apontada que imponha uma decisão diversa daquela que o Tribunal adoptou, sendo claro que o facto de a ofendida não ter reconhecido o arguido em sede de julgamento não tem o mérito de afastar as conclusões do relatório pericial que detectou vestígios biológicos do arguido na vítima.