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As extrações textuais que nos permitimos aportar para o acervo factual-processual, elementar, que seria suposto embasar a decisão a proferir, no apartado adrede, permite-nos asserir que a prisão foi ordenada por um juiz de instrução criminal, sob, ou com o manto formal-material de uma promoção por parte entidade reitora do processo o Ministério Público); que o arguido foi ouvido, formalmente, por um juiz de instrução criminal, tendo-lhe sido explicados os respectivos direitos e descrito/narrado os factos que o processo já tinha verificado e que eram susceptíveis de lhe ser imputados, com uma substantiva e alicerçada indiciação; o arguido tomou conhecimento das razões que motivaram a imposição da medida de prisão preventiva, embasada numa factualidade indiciada e qualificada jurídico-penalmente) que consente a imposição da medida imposta; e, last but not the least, que o arguido foi constituído arguido pelo órgão de polícia criminal que impediu a sua evasão do local onde se estavam a realizar s buscas apartamento onde.