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artigos  e 60, n. 3, do CPC’13 – que se reportam a "factos”), e. pretensos factos que contêm conceitos de direito e, como tal, têm-se por não escritos, se não na totalidade, pelo menos na parte conceptual, violando o disposto no artigo 65, n. 2, do CPC’61 e artigo 60, n. 5, do CPC’13, e. ao dar como provado factos cuja prova teria que ser feita mediante formalidade especial, violando o disposto artigo 51, n. 2, do CPC’61 e artigo 60, n. 4, do CPC’13, e. quando a Sentença não compatibilizou os vários factos e quando deu como provados alguns que nem sequer não foram sujeitos a prova, violando o disposto nos artigos 13 do CPC’61 e 13 do CPC’13, e. factos inócuos e irrelevantes para a decisão da causa; desconsiderou factos que, nos termos dos artigos 65, n. 3, do CPC’61 e 60, n. 4, do CPC’13, por já estarem provados, por admissão por acordo, confissão ou documento dotado de força probatória plena nuns casos documentos autênticos – artigo 37, n. 1, do , e noutros por documentos particulares – artigos 37, n.s 1 e 2, e 37, n.s 1 e 2, ambos do, tinham que ser tidos em consideração no acervo factual que conduzirá à aplicação da solução de direito, e noutros, ainda, desconsiderou factos instrumentais que resultaram da discussão da causa, violando o disposto nos artigos 26, n. 2, do CPC’61 e , n. 2, alínea, do CPC’1 EE) A Sentença contém factos indevidamente dados como provados, com violação do disposto: no artigo 64, n. 4, do CPC’61 cfr.