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486/18TBCTBB.Cdgsi.net;   2 Concluindo-se assim que, sendo privada a relação jurídica existente entre o GAS e os vendedores que determinou a outorga da escritura de compra e venda em crise, não sendo para a sua celebração chamada à colação qualquer norma de Direito administrativo, não se verificando qualquer processo de expropriação amigável e atendendo maxime às declarações das partes nela contidas, que exprimem a sua vontade real e que devem como tal ser interpretadas, que o negócio jurídico celebrado, tal como configurado pelos Recorrentes na sua petição inicial, se traduz numa relação jurídica de direito privado, subsumível às normas e princípios da Teoria Geral de Direito Civil e de Direito das Obrigações; 2 O seu conhecimento é da exclusiva competência do tribunal a quo que não carece de analisar ou aplicar qualquer norma de Direito Administrativo para dele conhecer;   2 Por último, requerem ainda os Recorrentes, por se verificarem fundadas dúvidas sobre a questão da jurisdição competente para dirimir o litígio, nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 1, n. 1, da Lei 91/2019, de 04 de Setembro, seja a questão suscitada submetida a consulta prejudicial ao Tribunal de Conflitos, a fim de se decidir de forma célere e em definitivo da questão de competência suscitada.