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Notifique.”  "A, S.A”, deduziu oportunamente oposição, alegando, em síntese, que: - Procedeu à resolução do contrato face ao crédito significativo que detinha sobre a requerente e que esta não revelava vontade de reduzir, extinguindo por essa via a relação contratual que tinham estabelecido; - A requerente não procedeu à entrega das chaves na sequência de solicitação que lhe foi dirigida, e a requerida apenas colocou um tapume amovível na loja, em tudo igual aos que habitualmente são colocados aquando de remodelações ou alterações, não tendo impedido a requerente de aceder ao seu interior, tendo esta vindo a deixar a loja totalmente devoluta de pessoas e bens em 22 de julho de 2021; - A decisão proferida acarreta a possibilidade de a requerente poder voltar a exercer a sua atividade, numa loja cujo direito de utilização já não dispunha fruto da resolução contratual legitimamente, fazendo com que o seu proprietário se veja privado da loja, do seu rendimento e da gestão do espaço comercial de forma integrada, como é legitimo que o faça; - Podendo ainda suceder que a requerente continue a utilizar a loja ainda para além do prazo original constante do próprio contrato de utilização, que termina no dia 30 de setembro de 202 Conclui, pedindo seja revogada a decisão proferida, ordenando-se a entrega da loja à proprietária.