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Acordam, em Conferência, na Secção de Contencioso Administrativo, do Tribunal Central Administrativo Sul:  – RELATÓRIO  E, LDA., melhor identificada nos autos, instaurou acção administrativa de contencioso pré-contratual contra o MUNICÍPIO DE ALBUFEIRA, formulando os seguintes pedidos: A.	Declarar "a nulidade ou anulando o ato de adjudicação de 04/11/2020 a favor da  Contrainteressada e o ato secundário de adjudicação, de 03/12/2020, a favor de ambas as Contrainteressadas, da autoria do sr. Presidente da Câmara Municipal do Réu;” B.	Condenar "o Réu a reconhecer o direito, a adjudicar a proposta e a celebrar o contrato dos    autos com a Autora.” 	"Subsidiariamente, sendo declarada a caducidade da ilegal adjudicação às contrainteressadas,    sendo o réu condenado a adjudicar a proposta da autora e a com ela celebrar o contrato.” 	"Ainda subsidiariamente e em qualquer dos casos, se se vier a tornar objetivamente impossível, no todo ou em parte do prazo de concurso, a realização da prestação do serviço pela autora, requer-se que o réu seja condenado a pagar-lhe uma indemnização pelo lucro cessante ou subsidiariamente pelo dano correspondente à margem de lucro que obteria se lhe tivesse sido adjudicado o contrato pela totalidade do seu prazo de vigência previsto, nos termos da lei, a liquidar em execução de julgado.” E.	"Mais se requer que o réu venha aos autos trazer notícia sobre a eventual celebração do contrato, tendo em vista a ampliação do pedido à respetiva impugnação nos termos do artigo 6 e 10 n. 4 do CPTA.”  Indicou os Contra-interessados nos seguintes termos: "Sendo Contrainteressadas com interesse na manutenção do ato de adjudicação impugnado, de 04/11/2020, a H, LDA., e com interesse na manutenção do ato secundário em consórcio referente àquela primitiva adjudicação, de 03/12/2020, aquela contrainteressada e ainda K, UNIPESSOAL, LDA.,” 					 	Por requerimento de 002021, a Autora requereu, ao abrigo dos n.s 1, 2 e 4 do artigo 6 e do n. 4 do artigo 10, do CPTA a ampliação do objecto do processo ao contrato entretanto celebrado entre a Entidade Demandada e as Contrainteressadas, o que foi admitido por despacho de 10202 					 	Por sentença de 302021, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé julgou a acção improcedente e, em consequência, absolveu o Réu dos pedidos formulados												             	Inconformada, a Autora interpôs recurso da sentença, concluindo assim as suas alegações: A.	Na alínea H do probatório fls.