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Alega, em síntese, que:  "- O sócio da Requerente é a verdadeira parte no contrato celebrado, em causa nos autos, tendo o contrato sido celebrado com a requerente sociedade por mera conveniência fiscal;  - A requerida CRI desenvolve unicamente negócios mineiros, tendo adquirido a sociedade vitícola Q. para procurar tungsténio no subsolo da quinta, continuando a atividade de produção de vinho de forma totalmente autónoma da atividade da requerida, com administração distinta das restantes sociedades do grupo;  - A atividade da CRI em Portugal foi desenvolvida pelo sócio único da requerente, conhecedor de todas as circunstâncias da atividade das empresas do grupo e das dificuldades económicas ocorridas;  - O CA da CRI decidiu em 2014 diminuir as remunerações dos membros dos órgãos sociais, tendo o vencimento do sócio da requerente sido diminuído para € 000, com o seu acordo, valor que a requerida lhe pagou desde fevereiro de 2014 e por 2 anos;  - A partir do início de 2016 a requerida deixou de ter meios económicos para pagar vencimentos, situação ainda imputável ao sócio da requerente, pelas elevadas despesas em que incorria por conta da requerida, nunca tendo o sócio da requerente invocado esse motivo como fundamento para rescisão do contrato celebrado;  - Em  de 2016 a requerida teve conhecimento que todo o dinheiro dos seus investidores havia sido aplicado pelo sócio da requerente e por AA na, com a constituição de uma subsidiária da E............, a T............, sem autorização da requerida, tendo o sócio da requerente, CEO da E............, transferido um valor de cerca de mais 40000 euros pertença da requerida e de um seu para aquela sociedade turca, dinheiro esse cujo destino se ignora, mas sobrando em .