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J. Dos depoimentos de todas as testemunhas se ouvidos e da demais prova carreada para os autos resulta claramente que os 4 Réus não tinham a intenção de doar os bens constantes da escritura identificada no ponto 9 dos factos provados, antes tinham sim vontade de doarem em vida tais bens à Ré F.. K. Sendo que esta se comporta como dona e por todos como tal sendo considerada, dos prédios doados aos 2 e 3 Réus, cultivando e colhendo os frutos. . A vontade dos Réus ao simularem tal doação foi de criar a aparência perante os credores da falta de bens no património dos 1s Réus, e desta forma poderem também os 4s Réus procederem à partilha em vida dos seus bens, ficando os prédios constantes da doação efetuada aos livre dos ataques dos credores, conseguindo assim desta forma igualarem a distribuição dos seus bens por todos os filhos. . Analisando e articulando toda a prova, a decisão em matéria de facto não merece qualquer reparo, nomeadamente quanto aos pontos 12, 13 e 17 dos factos provados como pretende o Recorrente.