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E, por outro, que tendo a 1 instância, sido de entendimento que o réu fez cessar o contrato de trabalho mediante a comunicação de despedimento constante da carta datada de 29 de Junho de 2017, que dirigiu à A., e depois, não tendo ficado demonstrado a recepção daquela pela A., por novo escrito, de 14 de Julho de 2017, remetendo cópia da primeira, tendo esta sido recepcionada pela A., a A./recorrida se insurgiu contra essa apreciação no recurso de apelação interposto no qual sustentou que o contrato de trabalho cessou pela comunicação de 6 de Junho de 2017, data até à qual não tinha sido notificada de qualquer decisão proferida no âmbito do processo disciplinar, e que a decisão de despedimento comunicada ao seu mandatário em 12017 é ineficaz ou inexistente por nessa data haver já cessado o contrato de trabalho Conclusões a das alegações), matéria sobre a qual o recorrente se pronunciou em contra-alegações, a questão objecto do recurso submetida à apreciação do Tribunal da Relação foi, tal como enunciada no acórdão recorrido, a da "ineficácia ou inexistência) da decisão disciplinar, o que pressupõe a qualificação da comunicação de 6 de Julho de 2017”.