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Mas, como esclarecem unanimemente os senhores peritos, o terreno está, por natureza, integrado no perímetro urbano e destinado à urbanização e/ou edificação "concomitantemente com a necessária infraestruturação do atual caminho de acesso ao prédio”, e, por isso, a adquirir mediante infraestruturação as características descritas na alínea do n. 2 do referido artigo 25, esclarecendo que a tal não obsta o preceituado no artigo 63 do Regulamento do PDM pois este, para que o prédio seja apto para a edificação urbana,  exige que seja servido por infraestruturas n. impondo a sua beneficiação nos termos do seu n. 2, mas não exige que esteja já servido por infraestruturas, mas que venha a estar; tal como afirmam os Peritos o potencial de construção do prédio existe e decorre da sua inserção em "Solo Urbano – Solo Urbanizado – Zona de Construção de Transição”, estando "apto para nele se implantar uma construção com a beneficiação e infraestruturação do atual acesso.” Acresce que o próprio artigo 84 do referido Regulamento, conforme indicam os senhores peritos, e que se refere às "Zonas de Construção de Transição” carateriza-as no seu n. 1 como apresentando-se pouco infraestruturadas e por uma ocupação de baixa densidade, considerando no seu n. 2 dever ser privilegiada a adoção de medidas individuais e a cargo dos interessados no que se refere à implementação de sistemas coletivos de saneamento ou de melhoramentos ao nível da rede viária e acessos.