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25, n 1, do CSC, "se faltarem definitivamente todos os gerentes, todos os sócios assumem por força da lei os poderes de gerência, até que sejam designados os gerentes”, situação verificada no caso em apreço por força da renúncia do único gerente, AA, o que implica, sem mais, a obrigação do exercício, por todos os sócios, entre eles o , dos já referidos poderes-deveres, incluindo o de manter uma contabilidade organizada, sendo, para o efeito, irrelevante saber se este afetado exerceu de facto a gerência, certo que, como já se disse e de novo se enfatiza, o administrador de direito, mesmo que o não seja de facto, ainda assim, encontra‐se obrigado a cumprir o já referido núcleo de deveres fundamentais que impendem sobre os administradores societários em geral”.