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4 – Nos termos do número um da cláusula segunda do Contrato de Compra e Venda, Mútuo com Hipoteca e Fiança, celebrado por escritura pública no dia 20/11/2000, que serve de título executivo, estipulou-se que "O capital mutuado vence juros, durante o primeiro trimestre, à taxa anual de seis vírgula sete seiscentos e nove por cento taxa contratual determinada com base na taxa nominal anual de seis vírgula quinhentos e sessenta por cento, a qual é calculada, aplicada e revista trimestralmente nos termos da cláusula segunda do documento complementar.” e nos termos do Documento Complementar da citada escritura pública convencionou-se que "A taxa nominal prevista no n 1 da cláusula 2 da escritura resulta da média aritmética das taxas diárias Euribor a 3 meses numa base actual de 360 dias, do período compreendido entre o dia 20 do penúltimo mês e o dia 19 do último mês em relação ao mês da data da escritura ou das revisões trimestrais, arredondada para a centésima percentual imediatamente superior.” 5 – Ora, a exequente, em total desrespeito por estes princípios, em Nota de Débito, junta por requerimento com a referência 29176239, datado de 18/05/2018, efectuou a liquidação dos valores em dívida concluindo encontrar-se ainda em dívida a quantia €4523,22 já após dedução do produto da venda da fracção penhorada nos autos.