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página 2 do relatório pericial junto aos autos, com data de 26/03/201 Integrando-se, nos termos supra expostos, a factualidade constante do ponto com o que se acaba de expor, deveria o tribunal a quo, ao invés, ter dado como provado que: "Consequência da doença degenerativa óssea de que a autora era portadora à data do evento, admite-se uma intensificação dolorosa resultante dessa mesma patologia, a qual determinou a incapacidade temporária absoluta desde o dia 1-2-2018 até ao dia 18-4-2018, de que a autora veio a padecer;” Como decorrência das requeridas alterações à matéria dada como provada, deverá, portanto, dar-se provimento ao recurso ora interposto, em virtude de, por um lado, não estarem provados factos bastante que permitam concluir pela existência de um evento lesivo, configurável como sendo um acidente de trabalho, nos termos e para os efeitos no artigo  da LAT, por outro, ainda que se entendesse que aquele evento configura um acidente de trabalho, não foi provado, bem pelo contrário, o nexo de causalidade entre o evento e a lesão.