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1 e 3, 287, n. 2, 355, n. 1, 321, 327 e 340 nos seus quatro números e também 61, n. 1, e 289, n. 1, todos do CPP, porquanto dos mesmos não resulta que o arguido esteja adstrito a juntar prova documental ou qualquer outra na fase de inquérito, antes é seu direito nesta fase intervir ou não artigo 61, n. 1, do CPP vale o mesmo para a fase de instrução, a qual, além disso, é facultativa artigos 61, n. 1, e 287, n. 2 do CPP, pelo que pode nem a requerer nem ela intervir, inclusivamente ao nível do debate instrutório que tenha lugar em instrução requerida por coarguidos artigo 289, n. 1 do CPP a inércia probatória por parte do arguido em sede de inquérito e/ou de instrução não preclude o direito, aliás, fundamental, de reservar a sua defesa para a audiência de julgamento, sendo esta, pela sua plena oralidade, publicidade e contraditoriedade, o momento essencial para o apuramento dos factos em juízo definitivo entre tantos os artigos 355, n. 1, 321, 327 do CPP, pelo que, em consequência tal inércia prévia não preclude que na contestação requeira a produção da prova que tiver por essencial à sua defesa artigo 315, n. 2 do CPP e seja admissível, sendo que, enfim a única restricção que existe quanto à produção probatória requerida na contestação e a produzir em audiência, ou requerida no decurso desta é a decorrente da reforma de 2013 Lei n. 20/2013, de 20 de Fevereiro imposta ao CPP, é a imposta pelo artigo 340, n. 4, do referido diploma, ao estatuir que, entre as circunstâncias que podem justificar o indeferimento da produção probatória requerida com a contestação se encontre o facto que permita concluir que «as provas requeridas «já podiam ter sido juntas ou arroladas com a acusação ou a contestação, exceto se o tribunal entender que são indispensáveis à descoberta da verdade e boa decisão da causa»;  1  Os artigos 165, n. 1, 315, ns.