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2 a 11 do PAT apenso aos autos, cujo teor se dá por integralmente;  H) Por despacho do Chefe da Divisão de Justiça Administrativa da Direcção de Finanças de Lisboa, de 16 de Setembro de 2009, foi a reclamação graciosa objecto de deferimento parcial, mantendo-se as liquidações referentes aos pagamentos efectuados a título de ajudas de custo e determinando-se a correcção do valor médio da remuneração regular com carácter de retribuição sujeita a imposto, no essencial, com os seguintes fundamentos:  "Verifica-se um lapso dos Serviços de Inspecção, ao determinar o valor médio da remuneração regular com carácter de retribuição sujeita a imposto do funcionário A....., assim como o sujeito passivo alega, será de considerar o valor de €3500,00 14x3000,00):1  Por ter sido ultrapassado o limite de isenção previsto no n 4 do artigo 2 do CIRS, que neste caso era de €15750,00 1,5x3 anos de x €3500 remunerações) e não €13 500,00 como foi considerado pelos Serviços de Inspecção, o sujeito passivo deveria ter retido imposto sobre o rendimento de pessoas singulares sobre a diferença de €8 250,00 e não €10 500,00 €24 000,00 - € 15 750,00), nos termos do n 1 dos artigos 98 e 99 ambos do.