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Alegou, formulando as seguintes conclusões: «	O presente recurso vem deduzido contra a sentença que julgou improcedente a impugnação judicial deduzida pelo ora Recorrente contra a liquidação adicional de IRC n. 8910010477, referente ao exercício de 1996 do extinto B. e, bem assim, contra a decisão de indeferimento da reclamação graciosa apresentada contra aquele ato tributário; 	Salvo o devido respeito, considera o Recorrente que a sentença recorrida incorre em errode julgamento, devendo ser anulada; 	É que, estando em causa nos presentes autos a legalidade de um ato tributário que, comose julga ser o entendimento do próprio Tribunal recorrido, acolhe o resultado tributável de anteriores liquidações adicionais de imposto, que visou revogar, impunha-se ao Tribunal recorrido que conhecesse da legalidade da correção controvertida, sob pena de, não o fazendo, manter vigente na ordem jurídica uma liquidação adicional de imposto que constitui um ato lesivo para o contribuinte, sem que a este assista a possibilidade de ver conhecida a legalidade de tal correção; 	Efetivamente, no entendimento do Recorrente, decidindo o Tribunal no sentido daautonomia e executoriedade dos atos tributários de liquidação adicional de imposto emitidos com referência ao exercício de 1996 do extinto B. e que o ato tributário subjudice corporiza as correções efetuadas através de anteriores liquidações adicionais deimposto que visou revogar, como se afigura ao Recorrente ser a posição que perpassa daquela sentença – tanto mais que o Tribunal decidiu no sentido da improcedência da impugnação judicial e não da inutilidade da lide, como se imporia se houvesse concluído pela inimpugnabilidade ou falta de lesividade do ato tributário sub judice –, e não se concluindo - como não se fez - que o ato tributário sub judice, na parte em que reflete a correção controvertida de € 16012,50, se deve ter por revogado por posterior ato tributário emitido com referência ao mesmo exercício de 1996 cf.