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Sucede que, embora haja elementos para responder à questão de saber se o autor tem o direito de pedir a resolução do contrato, não os há para decidir se, em consequência da resolução, o autor tem direito ao montante de € 14 000,0 E não há porque o réu alegou na contestação que o autor circulou "regularmente” com o veículo durante cerca de 2 anos, e isso também o desvalorizou, sendo que o A. sempre beneficiou da sua utilização, e nunca teve qualquer problema, pelo que se fosse julgado procedente quer o pedido de anulação quer o pedido subsidiário redução do preço), sempre deveria ser deduzida uma quantia nunca inferior a 000,00€, a título de desvalorização do veículo.