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Formulou o pedido de que:  a) Seja declarado anulado o contrato de compra e venda do veículo de matrícula , celebrado entre as partes, por força dos artigos 913 n. 1 e 905 do ;  b) Seja o réu condenado ao registo de propriedade do veículo em seu nome e ao pagamento da quantia de €000,00 correspondente ao preço do veículo acordado entre as partes, nos termos do artigo 289, n. 1 do ;  ) Seja o réu condenado ao pagamento de uma indemnização ao autor no valor de €544,25, nos termos do artigo 908 do ;  ) Seja o réu condenado a pagar ao autor uma indemnização no valor de 750,00€, nos termos do artigo 496, n,  1 do   Alegou, em síntese, que, em Setembro de 2016, o autor celebrou com o réu representado pelo filho um contrato através do qual este vendeu àquele o veículo , de 7 lugares, matrícula  de 02-12-1993), pelo preço de 750,00€, que pagou e lhe foi entregue em 01-09-201   Ainda no decurso das negociações, quando perguntado acerca do ar condicionado e aquecimento, aquele representante garantiu que tudo se encontrava em bom estado de funcionamento; quando lhe foi observado que não eram visíveis no banco traseiro os encaixes dos cintos de segurança, o mesmo respondeu que estavam debaixo da alcatifa mas seriam repostos de modo a funcionarem; e, tendo o autor notado que o pára-choques e o tubo de escape, não eram originais e perguntado se o veículo estava em condições de ser aprovado na inspecção periódica, foi-lhe assegurado que reunia todos requisitos para o efeito.