Legal Document Excerpt:

a) No dia 03 de Julho de 2017 a Requerente entrou ao serviço da Requerida com a categoria profissional de instrutora de crossfit;  b) A 08 de Maio de 2018 Requerida e Requerente formalizaram um contrato escrito, no âmbito do qual a requerente se comprometeu a prestar, com caracter de regularidade, a sua actividade profissional como instrutora de crossfit, de acordo com horário previamente fixado, de segunda a sexta-feira, das 7 horas às 14 horas e 30 minutos, obrigando-se a requerida a pagar-lhe, como contrapartida do seu trabalho, €800,00 oitocentos mensais;  ) A Requerente não aufere a retribuição mensal desde Setembro de 2019 e nunca auferiu subsídios de férias, nem de Natal;  ) Os recibos de trabalho não eram entregues, os valores contratualizados no contrato de eram fictícios e a requerente foi recebendo alguns pagamentos que serviram para colmatar os salários em atraso;  e) Com a situação do COVID19, o ginásio encerrou temporariamente e Requerida informou a Requerente que esta se encontrava em lay off, situação que se mantém até à presente data, sempre com a promessa de que a situação se iria resolver;  f) O ginásio reabriu e os sócios, na pessoa do gerente, indicaram à trabalhadora que ela continuava em lay off;  g) Ainda assim, a trabalhadora apresentou-se, e continua a apresentar-se, todos os dias ao trabalho, recebendo a mesma resposta: que está em lay off, mas não recebe qualquer valor;  h) No Processo n. 5682/17T8VNF que correu termos no Juízo 1 deste Juízo do Comércio de Vila Nova de Famalicão, foi aprovado e homologado Plano de Recuperação de fls.