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Nulidade por obtenção e valoração de prova proibida  A sentença recorrida concluiu que o arguido mentiu e, portanto, praticou o crime de falso testemunho ao referir, no processo 166/10GCGMR, que o aí arguido R. P.) estava na sua casa e na sua presença no dia e hora da agressão, não só a partir dos, já referidos, depoimentos das testemunhas, como também da análise dos registos da localização celular por referência ao telemóvel do referido R. P., que o colocaram nas imediações da residência do agredido J. T.. Entende o recorrente que a obtenção e junção aos autos dos dados sobre a localização celular não podia ser ordenada nos termos do art.