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É que não só do anexo da referida Diretiva consta a inclusão das «Instalações de pecuária intensiva projetos não incluídos no anexo» sem especificação ou qualquer ressalva ou distinção quanto ao concreto tipo/espécie animal ali objeto de «criação»/«produção», como não fará sentido dispensar a AIA quanto a toda e qualquer instalação e exploração da atividade pecuária relativa à espécie suína abaixo do número de «3000 porcos de produção» fora do âmbito das «Áreas sensíveis», como decorre do entendimento firmado, pois isso implica ficar desprovida de sentido a menção «Outras tipologias» constante de tal alínea do anexo do n. 151-B/2013 quando na mesma o legislador não terá ali querido definir um diverso número de efetivo/cabeças de animal, na terminologia legal de «cabeça normal» CN, por exploração daquele que derivaria da operação resultante da opção conjugada e articulada com o anexo do NREAP, nem muito menos terá pretendido restringir ou distinguir na menção «Outras tipologias» qualquer tipo/espécie animal alvo da atividade de exploração pecuária, mormente dela excluir a espécie suína, ciente de que não se vislumbra que haja um menor impacto ambiental comparativo entre uma exploração de suínos face a uma exploração de aves, ou de ovinos/caprinos ou mesmo de equídeos, que justifique uma tal exclusão/isenção da necessidade/obrigação de realização de uma AIA.