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Concluindo ou rematando - de forma concisa, já que, lembrando o pensamento de Ludwig Wittgenstein, depois de "ver o que se passa, deixaremos de dizer muitas coisas”23 -, e porque "os factos não podem mentir”24, sem mais considerandos, dir-se-á que a prova produzida nos autos e em audiência de julgamento não possibilita, em relação aos embargantes/recorrentes, dar como provada factualidade idêntica à descrita em  xxx e xxxi, supra, ou, sequer, o que ficou plasmado no primeiro facto dado como não provado, pela simples razão de que não existe prova de tal matéria, antes, sim, fortes indícios de que, por caminhos ínvios, se pretendeu demonstrar o que nunca aconteceu!