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Juiz a quo foi proferida sentença que terminou com o seguinte dispositivo:  «Assim, e face a tudo o exposto, decide-se:  Julgar parcialmente procedente a presente acção, condenado o R.:  - a reconhecer que a A. esteve a si vinculada por contrato de trabalho desde 23/7/2014 até 11/11/2016; - a pagar à A. a quantia ilíquida de €1492,27, a título de diferenças nas retribuições, remuneração de férias, subsídios de férias e de Natal; - a pagar a quantia liquida de €395,30 de formação profissional não proporcionada; - a pagar a quantia que se vier a apurar em execução de sentença relativa às diferenças entre o que A. recebeu da S. Social durante o período de baixa médica e licença de maternidade – 1/9/2015 a 8/5/2016 – e o que deveria ter recebido, se a situação da A. estivesse regularizada, nos termos supra referidos; - juros de mora, vencidos e vincendos, à taxa de 4%, nos termos supra expostos.