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109, datado de 102017, respeita a valor diverso do inscrito no recibo em dívida no valor de €269,41, recibos n, respeitante ao período de 002017 a 002017), não sendo, pois, possível concluir com segurança que se destinava ao pagamento do mesmo, sendo certo que as testemunhas indicadas pela ré seguradora afirmaram que tal pagamento não respeitava ao prémio em dívida relativo ao período de 002017 a 00201».Como já referimos supra, defende a recorrente que, no uso dos poderes previstos no art 662 do CPC, com base na resposta já dada ao quesito 2, da não prova do quesito 3 da base instrutória e em mera presunção judicial deverá este tribunal alterar os factos que indica, o 2 com a redacção que sugere, ou então, o 3 deve ser dado só como não provado e passar a constar dos autos o facto que propõe na conclusão  Por sua vez, considera a ré/recorrida que, o Tribunal da Relação não pode, usando a presunção judicial, dar resposta diferente da que deu o tribunal a quo relativamente ao quesito 2, já que essa alteração da matéria de facto não resulta dos factos tidos como assentes, da prova produzida ou de documento superveniente que imponha decisão diversa.