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Foi então proferido o seguinte despacho: "Veio F requerer que se proceda ao levantamento da penhora realizada nos presentes autos, porquanto ao invés de ser penhorado o quinhão hereditário do executado E na herança aberta por óbito de H, da qual faz parte 1/3 do prédio urbano denominado "", sito na Rua , na freguesia, concelho de Portimão, descrito na Conservatória do Registo Predial de Portimão sob o n 9446 e inscrito na matriz sob o artigo 135 foi penhorado 1/3 do referido prédio, ou seja, foi penhorado o bem que em concreto compõe a herança do falecido H. O seu interesse no levantamento da penhora advém do facto de ser exequente no processo de execução n355/13T8SLV do Juízo de Execução de Silves - Juiz 1, do Tribunal Judicial da Comarca de Faro, onde é executado E, tendo sido ali penhorado o quinhão hereditário do executado E na herança aberta por óbito de H, sendo nula a penhora realizada nos termos em que o foi na presente execução.