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568, 579 e.   Nesta perspetiva, revertendo ao caso em apreço, forçoso é concluir que tendo os ora Autores e Réus na ação de simples apreciação negativa optado por se abster de invocar, na dita ação, a aquisição por usucapião, que agora invocaram e que, a ser invocada e julgada procedente na aludida ação teria conduzido à improcedência do pedido, impedidos se encontram agora, os referidos Réus e o Réu J. F. que, como já se frisou antes, passou a ocupar parte da posição jurídica do Réu B. R.), de, depois de transitada a sentença proferida na mencionada ação, vir invocar supostos factos já existentes e deles conhecidos – ao contrário do quem defendem no recurso – à data em que contestaram a dita ação, "e que, sem qualquer inconveniente ou prejuízo para o direito material, poderiam ter sido alegados, discutidos e apreciados em toda a sua extensão na primeira acção” e dos quais, voluntariamente, os mesmos, então, não fizeram uso.