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Também a Autoridade da Concorrência veio responder concluindo que: A. O Tribunal a quo entendeu que o thema decidendum se reconduzia à "legalidade, validade ou regularidade da diligência de busca, exame, recolha e apreensão realizadas pela AdC em cumprimento do mandado emitido pelo Ministério Público da Comarca de Lisboa.” B. Naquele âmbito, conclui o Tribunal a quo a decisão interlocutória da AdC de 21 de Dezembro de 2018, no segmento que determinou a apreensão de documentos, por estar a coberto de mandado de buscas e apreensão emitido pelo Ministério Público e ao abrigo dos artigos 1 e artigo 2 da lei da Concorrência, foi legal e conforme ao regime processual.