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Contudo, não se vê como se possa admitir como correto o entendimento preconizado no despacho que agora se recorre, nomeadamente que: Nada obstando a que, pese embora estando nessa situação e querendo manter o plano anteriormente aprovado, possa vir a negociar novamente com os seus credores em ordem a alcançar uma nova revitalização”  Ou: "Para concluir que o plano anteriormente acordado não perdeu os seus efeitos e nessa medida valerão em pleno as moratórias ou perdões ali previstos.” j) Em boa verdade, tendo havido um Processo de Revitalização anterior e apresentando-se a Devedora a novo Processo de Revitalização, não vemos como esta possa afirmar que não se trata de um novo Processo, dado que este passará como por todas as fase de um novo processo de revitalização, no qual foi nomeado o Administrador Judicial Provisório, os Credores reclamaram os seus créditos, tudo de acordo com a ritologia própria do Processo de Revitalização.