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A Apelante pretende agora que este TCAN revogue essa decisão e a substitua por outra que admita a providência cautelar requerida, insurgindo-se particularmente contra o segmento da decisão em que a  Instância sustenta que "falta no caso vertente a característica da instrumentalidade entre o processo cautelar e o processo principal, pois, em resumo, como vimos, a Requerente não pode almejar obter pela via cautelar, que é sempre provisória, ainda que pelo incidente do decretamento provisório, o mesmo efeito ou vantagem definitiva que só o processo principal lhe pode conceder.” Contrapõe a existência da "instrumentalidade” entre a ação cautelar e o processo principal, uma vez que, aceitando o apelado assinar a proposta de acordo de viabilização, o mesmo receberia "no imediato, a quantia exequenda de €: 61928,23€ e 041,74€ de custas.”, e em relação aos juros de mora, no montante de 73773,79��, tal dívida seria regularizada nos termos do artigo 1 do Decreto-Lei n. 75/2020, de 27 de novembro, nos seguintes termos: "Pagamento da totalidade do capital em dívida e das custas, com redução da totalidade de juros de mora vencidos, desde que tal dívida se mostre paga nos 30 dias seguintes à homologação do acordo”.