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Ponderando o modo de execução, a intensidade do dolo, directo, as necessidades de prevenção geral e especial,, o passado criminal do arguido, bem como o tempo decorrido desde o último facto ocorrido.”  Sem esquecer, contudo, que a pena única também "deverá respeitar os princípios da proporcionalidade, necessidade, adequação e proibição do excesso.” Acórdão do STJ, de 25/03/2015, sumário publicado na J. acórdãos do STJ, tomo , ano 201)  9 - A decisão recorrida, tal como a da 1 Instância, observou estes princípios na determinação da pena única e fez, cremos, uma correcta ponderação das circunstâncias que rodearam a prática dos factos e valorou correctamente o grau de culpa manifestado, a ilicitude e as exigências de prevenção especial e geral que no caso ocorrem, e respeita os parâmetros decorrentes dos critérios fixados nos artigos 40, 71 e 77, do Código Penal.