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Conforme configurado pelo Autor nos artigos 5 a 16 da sua petição inicial, os factos integrantes da causa de pedir ou seja, a rutura definitiva da vida comum, ocorreram em Zurique, reitera-se, local onde o casal habita desde pelo menos 201 A falta da verificação deste elemento de conexão determina, de igual forma, a incompetência dos tribunais portugueses para julgarem esta ação de divórcio; 3 Por último, também não se verifica o elemento de conexão constante da alínea do referido artigo 62 do Código de Processo Civil porquanto sendo o casal em apreço, residente em Zurique, sempre poderão instaurar a ação de divórcio nos tribunais do local onde residem: em Zurique  3 Não podemos esquecer que deste divórcio decorrerá necessariamente a regulação das responsabilidades parentais da menor , a qual – conforme já referido - não tem qualquer ligação a Portugal; 3 Ao decidir aplicar o REGULAMENTO N 2201/2003 de 27 de NOVEMBRO ao autos em apreço e em consequência determinar a competência internacional o Juízo de Família e Menores de Braga para decidir este processo de divórcio; 3 A decisão ora em crise ignorou completamente o superior interessa da menor a qual, não tem qualquer ligação ao ordenamento jurídico português; 3 Só os tribunais suíços poderão tomar uma decisão mais justa pois pertencem à ordem jurídica onde aquela família se formou, se uniu através do casamento e onde continua a residir; 3 Mais são os tribunais suíços que dada a sua proximidade possuem melhores condições para decidir sobre a vida futura da menor que ali nasceu, frequenta a escola e sendo o único local onde tem raízes, aliás como os seus pais que – também conforme alegado – raramente se deslocam a Portugal; 4 Não pode, pelo exposto o critério formalista da nacionalidade, sobrepor-se ao critério da proximidade e da justiça da decisão, que apenas ocorrerá com a declaração da incompetência do Juízo de Família e Menores de Braga para decidir este divórcio».