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Ora, conjugando adequadamente o factor de conexão plasmado na alínea, do art 62, do CPC, com a regra de competência territorial vertida no n1, do art 9 do Regime Geral do Processo Tutelar Cível/RGPTC,e, caso se tenha em atenção a factualidade provada  pelo tribunal a quo fixada e não impugnada  vertida nos itens de facto do presente Acórdão e ns ,  e , forçoso é desde logo afastar o primeiro - factor de conexão - para efeitos de atribuição de competência aos tribunais portugueses , pois que, quando propõe o Apelante a presente acção, não têm as menores a sua residência em território nacional, antes residem em Moçambique.