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327 a pedido da a que o arguido tinha, explicando que a mesma corresponde à realidade, atenta a anulação das apólices por falta de pagamento, sendo que referiu ter confrontado A. com a falta de pagamento e que esta lhe disse que o cliente não estava a pagar, como o próprio arguido, esclarecendo que em seguros vida não há poderes para cobrança, sendo tudo por débito directo o mesmo referindo R.; com o depoimento, linear, espontâneo e coerente, logo convincente, nessa medida e na medida do seu conhecimento directo sobre os factos, de A. , contabilista da K desde 2001, que referiu conhecer o arguido por ser funcionário da , mediadora de seguros da K.   b) Mais, importa referir, as testemunhas O. S., trabalhador por conta da Y que nada pôde esclarecer sobre os factos, recordando apenas ter entregado, a mando da Y, um cheque na a funcionário que não o arguido, não recebendo qualquer recibo, A., que estagiou na , nada logrou esclarecer sobre os factos, José, que substancialmente só sabe o que lhe contaram, nada logrou esclarecer sobre os factos, , TOC da desde 2008, que assegurou nunca ter processado nada associado a salários do arguido, sendo a única pessoa que, segundo parece, não associa o arguido à , o que, face à demais prova produzida, apenas revela que nada sabe, de facto, do funcionamento da , logo nada pôde esclarecer, e Sofia, mulher do arguido, que quanto aos factos nada logrou esclarecer, por nada saber, apenas referindo que o acordo do arguido com a era o vencimento mensal de €1250, acrescido de comissões, sendo sempre pago em dinheiro, o que lhe foi contado pelo arguido.