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E também do terceiro adquirente, visto que é sobre ele que incide o "dever de restituição” que resulta da impugnação.5 No mesmo sentido, tem decidido a jurisprudência deste Supremo, como se pode ver dos acórdãos que conseguimos identificar em www.dgsi.pt, a saber: - de 25/5/99, processo n. 99A382, com o seguinte sumário na parte que para aqui interessa: " - Na acção de impugnação pauliana, a relação controvertida envolve três sujeitos - o credor prejudicado, o devedor alienante e o terceiro adquirente - sendo necessária a intervenção de todos, como salvaguarda do princípio do contraditório, pelo que há litisconsórcio passivo.” - de 13/9/2007, processo n. 07B1942, com o seguinte sumário: " Sob pena de ilegitimidade, a acção de impugnação pauliana deve ser proposta, tanto contra o devedor, como contra o terceiro interessado na manutenção do acto.” Na fundamentação deste acórdão remete-se para a daquele, onde, servindo-se dos ensinamentos dos Profs.