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explicou que sendo médica de família da assistente desde o ano de 2009 teve conhecimento de violência doméstica em 2016 com problema com o filho da assistente que foi institucionalizado e foi diagnosticada a assistente com depressão sabendo que em Fevereiro de 2019 recorreu à urgência do Hospital de Santa Maria por ansiedade e vómitos, em Abril de 2020 sabe de violência doméstica e agora a assistente foi a uma consulta em que lhe relatou que vive em dois quartos com o filho de 18 anos em situação económica muito frágil sendo apoiada pela Santa Casa da Misericórdia, não tem dinheiro para pagar a medicação que lhe foi passada a 15 de Dezembro de 2020 de um calmante, anti­depressivo e um comprimido para dormir pelo que pediu-lhe um calmante mais barato e esta testemunha passou-lho assim como explicou que a assistente lhe explicou que não tem casa vivendo num quarto com o filho que está desempregado após ter feito um curso que terminou bem como também explicou que a situação de violência doméstica conjugada com não ter dinheiro para as despesas básicas causa ansiedade e depressão à assistente.