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O Recorrente refere «Concluindo o Tribunal a quo o seu entendimento com a surpreendente afirmação de que "o Requerente poderia ter-se feito representar” p. 29 da sentença) o que pode ser um desejo, uma valoração, uma opinião, sem qualquer relevância jurídica, mas que seguramente não é um facto, suscetível de conferir consistência à decisão de, assim, considerar justificada a realização da assembleia geral num escritório de advogados, de advogados de alguns sócios.», não se alcançando, porém, em que medida a afirmação do Tribunal a quo em como o Recorrente se poderia ter feito representar na Assembleia-Geral de 12 de Maio de 2021 encerra qualquer surpresa, pois o instituto jurídico da representação está previsto nos artigos 25, e seguintes, do Código Civil e o Recorrente poderia, se assim o tivesse entendido, fazer uso dele, sendo ainda por demais evidente que a afirmação do Tribunal a quo em como o Recorrente se poderia ter feito representar na Assembleia-Geral de 12 de Maio de 2021, traduz um facto, ainda que hipotético e estes factos são, conforme esclarece Antunes Varela in «Manual de Processo Civil,  edição, págs.