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Tudo visto e ponderado, entendemos que a opção de uma pena de multa em detrimento da pena de prisão se encontra suficientemente bem fundamentada, de acordo com o preceituado no art 70 do P. Entendemos também que a fixação pelo Tribunal recorrido, da medida concreta das penas parcelares acima referidas, para cada um dos crimes cometidos pelos arguidos, à taxa diária de 9 euros para a firma pessoa colectiva e à taxa diária de 7 euros para o arguido pessoa singular ponderando aqui quer as dificuldades de tesouraria da empresa ora arguida, quer a situação económica e social do arguido JL descrita nos pontos a da matéria de facto provada onde porém não consta a existência de qualquer filha menor a seu cargo, como veio alegar no seu, bem como a pena única de 150 dias de multaà razão diária de 9€ para a firma arguida fixada mais próximo do ponto mínimo da respectiva moldura legal abstracta do cúmulo que varia entre um limite mínimo de 120 dias de multa e um limite máximo de 190 dias de, e a pena única de 210 dias de multa à taxa diária de 7 €, para o arguido JL pena essa fixada mais próximo do ponto médio da respectiva moldura legal abstracta do cúmulo, que varia entre um limite mínimo de 170 dias de multa e um limite máximo de 260 dias de, tiveram em conta os preceitos legais aplicáveis nomeadamente o art 15/1 do RGIT e o art 77/1 e 2 do P.P e deverão manter-se inalteradas por serem justas e equilibradas seja no que respeita ao doseamento da medida da pena, seja relativamente ao quantitativo diário.