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Das regras da experiência comum resulta que o Oponente tendo sido nomeado gerente de direito, e a sociedade obrigando-se com a assinatura dos dois únicos gerentes, juntamente com o facto de o Oponente exercer funções na área técnica empresarial da sociedade executada originária, da qual era o responsável, o Oponente também tomava decisões que condicionavam o destino da sociedade na obtenção de proveitos, e nessa medida, pelo menos nessa parte, tinha o controlo da empresa, praticava actos efectivos de gestão.”;  	Pelo que, salvo o devido respeito, tendo o Oponente intervindo em representação da sociedade originária executada tomando decisões, na área comercial da qual era responsável, e assinando, como gerente, documentos necessários ao giro comercial da sociedade e vinculativos daquela perante terceiros, certo se tornava concluir pela intervenção  do  Oponente  na  gestão  da  devedora  originária  e,  consequentemente, deveria o Tribunal a quo ter considerado que aquele exercia, de facto e de direito, a gerência da Sociedade;  J.	Acresce que, no caso dos autos, a AT fundamentou a reversão no disposto na alínea do n. 1 do artigo 2 da LGT – cfr.