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Sendo certo que, ao contrário do que o Tribunal parece concluir, o facto de entre 1998 e 2014 não se terem pedido esclarecimentos além de não resultar da prova dos sempre se poderia justificar pelo facto de, até então, nunca terem os Autores sentido necessidade de participar qualquer sinistro, uma vez que, ultrapassada a fase negocial e pré-negocial, resulta das regras da experiência comum que só após a ocorrência de algum sinistro é que os segurados sentem necessidade de verificar as coberturas dos seus seguros, já que até esse momento estão convictos de estarem plenamente cobertos e protegidos, razões também pelas quais deve ser eliminada a matéria constante dos art.s 3 e 3 da matéria de facto provada.