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6 – O acórdão recorrido fixou a seguinte matéria de facto:  A) A impugnante encontra-se colectada na actividade de promoção Imobiliária, com o CAE 70110, actual 41100, e como actividade secundária na Construção de Edifícios, como CAE 45211 doc n 2 e 3, junta com a contestação); B) A impugnante construiu um prédio, constituído por seis fracções autónomas destinadas a comércio e serviços, no imóvel sito em Igreja, freguesia da , concelho de Santa Cruz, inscrito na matriz sob o art 3462 e descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n 2408 doc n 18, junto com a PI e processo; ) No período de 2005 e 2006, período da construção do prédio a impugnante suportou IVA no valor de € 18345,36 documentos contabilísticos juntos a fls 165 a; ) Esse valor de € 18345,36 foi deduzido nos trimestres 0503T e 0609T depoimento da; E) O prédio foi constituído por fracções autónomas e uma delas foi arrendada - à segurança Social em Maio de 2007 processo; F) O imóvel estava contabilizado no activo imobilizado depoimento da; G) A impugnante iniciou a sua actividade em 18 de Outubro de 2004 facto assente por; H) Em cumprimento da ordem de serviço n 01200700270 de 2007-05-05, PNAIT 221,32 SP’s com pedido de reembolsos IVA Despachos) com despacho de 2007-05-09 doc n 4 junto com a contestação); ) A acção inspectiva iniciada em 2007-05-10, concluída em 2006-05-14 doc n 4 junto com a contestação); J) Notificada a impugnante do Projecto de Correcções do Relatório final da inspecção para exercer o direito de audição no prazo de 10 dias doc n 4 junto com a contestação); K) Em 11 de Junho de 2007 foi elaborado o Relatório Final de Inspecção doc n 3, junto com a contestação): 1 - DESCRIÇÃO SUCINTA DAS CONCLUSÕES DA ACÇÃO DE INSPECÇÃO O sujeito passivo deduziu indevidamente IVA contido nas despesas relativas a outros bens e serviços, que por força do n 3 do artigo 9 do CIVA não poderia deduzir o imposto, no valor de 18347,84€. )