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Entendemos, pois, que o A. está com incapacidade absoluta e definitiva, tal como entendeu a sentença recorrida «) pese embora o Défice Funcional Permanente de Integridade Físico-Psíquica tenha sido fixado em 57 pontos, temos que o mesmo ficou a padecer de uma incapacidade parcial permanente para o trabalho habitual de 91,2% o que, aliado à depressão crónica de que foi acometido após o acidente, faz com esteja incapaz de encontrar alternativas profissionais que, acrescente-se, sempre seriam muito limitadas atendendo ao facto de ter sofrido a amputação de grande parte de uma das pernas e necessitar de auxílio de terceiros para algumas tarefas básicas higiene pessoal, colocação e extracção da prótese, tarefas do domicílio), como também consta do relatório pericial».