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A nosso ver, pelas razões já expostas quanto se apreciou da ocorrência das nulidades imputadas ao despacho proferido em 14 de janeiro de 2020, a decisão proferida em 11 de fevereiro de 2021, mesmo sem o suprimento de 13 de abril de 2021, não padece de falta de fundamentação de facto, na medida em que aí se refere que tendo "o acordo de prorrogação sido outorgado a 212020, o prazo para apresentar plano de revitalização sempre teria terminado a 21202 Ademais, até pela posição assumida por inúmeros credores que se vieram pronunciar nos autos, não vislumbramos qualquer fundamento para nova prorrogação ao abrigo do disposto no artigo  da Lei n. 75/2020, de 27 de novembro.