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9 do , com apelo aos diversos elementos que podem esclarecer o seu sentido, como fundada e convincentemente fez a sentença recorrida; ) tal interpretação não pode ser feita com base numa discussão académica sobre o duvidoso âmbito técnico e o preciso significado geológico do termo "aluvial” – se inclui ambientes marinhos ou se se limita a fluxos de água não marinhos – como pretende o recorrente; 		   j) assim tem que se concluir, como fez a sentença recorrida, que toda a Ilha da Culatra é "domínio público marítimo”, pelo que a usucapião não é possível e o pedido do A. tem que improceder;   ) também, como diz a sentença, uma vez que o A. não fez prova dos factos que representam o "animus” necessário á usucapião, esta nunca poderia ser reconhecida e declarada;  	 ) anota-se, de todo o modo, que tendo o A. alegado que foi ocupado e mantida a posse de um terreno do Estado, mas pretendendo que seja reconhecida a usucapião sobre um prédio urbano, o seu pedido nunca poderá proceder;      n) por outro lado, esse pedido também não poderia proceder porque a usucapião não permite a legalização de actos desconformes com disposições imperativas de natureza jurídico-administrativa, nomeadamente as normas que disciplinam o ordenamento do território e os regulamentos referentes ao urbanismo, disposições de protecção de interesses públicos;         o) consequentemente, o recurso apresentado pelo A. não merece provimento, devendo ser mantida a decisão recorrida.