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Colhidos os vistos legais, cumpre apreciar e decidir: -OS FACTOS Na  instância foi dada como assente a seguinte factualidade: A 2 de Março de 2018 deu entrada na Conservatória do Registo Predial da Amadora, pedido de registo de constituição de servidão relativamente ao prédio n. 559E, freguesia de Santa Cruz, concelho de Coimbra, sendo acompanhado por certidão de escritura lavrada a folhas 48 do livro de notas para escrituras diversas número 93-A;   A escritura é identificada como de Constituição de Servidão, é datada de 27 de Julho de 1993, sendo primeiro outorgante Américo .., nessa qualidade e em representação de Rita Costa Vilela, e segundo outorgante João .., na qualidade de representante do A., em que os primeiros declaram ser proprietários da fração autónoma designada pela letra "E”, correspondente ao segundo andar esquerdo, destinado a escritório, com entrada pelo número cinquenta e cinco de polícia de um prédio urbano em regime de propriedade horizontal sito na cidade de Coimbra, na Rua da Sofia, com os números de polícia cinquenta e dois e cinquenta e quatro, descrito na Conservatória do Registo Predial sob o número quinhentos e cinquenta e nove da freguesia de Santa Cruz e que pela presente escritura constituem sobre a referida fração "E” do prédio identificado em proveito exclusivo da fração "A” – correspondente ao rés-do-chão, primeiro piso, destinado a comércio servidão por força da qual aquela fração "E” ficará com o encargo de suportar a implantação, funcionamento, manutenção e reparação de aparelhagem instalada no terraço da dita fração "E”, pertencente ao primeiro outorgante.