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Acontece que, posteriormente, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras comunicou à Conservatória do Registo Civil do Arquivo Central do Porto, através do ofício n. 10264/GADR/13, de 10 de dezembro de 2013, que os dados transmitidos na certidão de 27 de setembro de 2013 e informação de 5 de novembro de 2013 e destinados a comprovar o requisito da residência legal em território português do Autor, não correspondiam à verdade por terem aqueles serviços constatado que o último Título de Residência do Autor havia sido cancelado por decisão de 30 de junho de 201  		Nessa medida, face aos novos dados comunicados pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, foi revisto o ato de concessão da nacionalidade portuguesa concedida ao Autor, ou seja, o ato do Senhor Conservador da Conservatória do Registo Civil do Arquivo Central do Porto, de 25 de novembro de 2013 face ao erro de facto que conduziu à prolação do ato de 25 de novembro de 2013, uma vez que a verificação do requisito da residência legal em território português teve por base declarações fraudulentas prestadas pelo Autor perante o SEF, conforme indubitavelmente resulta provado nos autos n 2740/10BEPRT, na qual o ora Autor peticionou a declaração de nulidade da decisão de 30/06/2010 de cancelamento de autorização de residência, autorização essa que lhe havia sido concedida em 17/04/2006, tendo aí sido decido por sentença, proferida em 26/3/2012, confirmada por Acórdão do TCAN de 9/10/2015, que a decisão de cancelamento de autorização de residência não padecia de nenhum vício invalidante e, consequentemente, julgou a acção totalmente improcedente.