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Defende, neste sentido, que a fundamentação do acórdão recorrido assume que a R. não fez quaisquer contributos para a amortização do empréstimo em causa Empréstimo, o que, mesmo que se aceitasse a modificação da matéria de facto, alega não corresponder à verdade, pondo, no mais, em causa os cálculos efectuados pela Relação que concluiu ter o A. contribuído com o valor total de € 21031,20, ao qual apenas haveria que deduzir os contributos da Recorrente em € 431,3 Considera que tal conclusão fez tábua rasa de todos os rendimentos por si auferidos, assim como dos contributos feitos para a vivência em comum ao longo de dezasseis anos, incluindo a parte da remuneração pela venda de um imóvel e depósitos feitos na conta em causa e que ascenderam a um total de € 25885,13, montante que seria mais do que suficiente para liquidar os empréstimos contraídos, e que, inclusive, supera o valor dos contributos feitos pelo A. que, nessa medida, não terá ficado empobrecido.