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Invocou, para tanto, no essencial, que a sujeição da Autora ao processo de racionalização de efectivos e, consequentemente, de requalificação determinada pela Deliberação do Conselho Directivo do Instituto da Segurança Social n 206/2014 é legal, não enfermando de erro nos pressupostos de facto, nem padecendo de falta de fundamentação.A Recorrida apresentou contra-alegações em que pugna pela manutenção da decisão recorrida e pediu a ampliação do objecto do recurso, prevenindo a hipótese do recurso merecer provimento, alegando erro nos pressupostos de facto na submissão da Recorrida ao processo de racionalização de efectivos e o vício de preterição total do procedimento legalmente exigido para os actos administrativos praticados.O Instituto da Segurança Social respondeu à ampliação do recurso, pugnando pela manutenção da sentença recorrida nas questões que foram objecto da ampliação do recurso pela Recorrida.O Ministério Público junto deste Tribunal não emitiu parecer.Cumpre, pois, decidir já que nada a tal obsta.- São estas as conclusões das alegações que definem o objecto do presente recurso jurisdicional: A. O presente recurso vem interposto da douta sentença do TAF do Porto, de 002017, que, julgando a acção procedente, anulou o despacho de 202015 do Vogal do Conselho Diretivo do Instituto de Segurança Social, IP, que manteve a posição da Autora na lista nominativa e a Deliberação do Conselho Diretivo do Instituto, de 002015, que aprovou a lista nominativa dos trabalhadores a colocar em situação de requalificação da carreira docente da unidade desconcentrada do mesmo.