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Concluíram as suas alegações da seguinte forma reproduzindo-se ipsis verbis as respectivas conclusões):  1 - No que concerne à matéria de facto, foram incorrectamente julgados os factos sob os ns 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 41, 42, 49, 50, 55, 57, 58, 59, 60, 61, 66, 67, 68, 69, 71, 74 e 75, dos factos dados como provados, e 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 13, dos considerados pela decisão recorrida, como não provados, pelo que se deixam expressamente impugnados;  2 - Relativamente aos factos dados como provados sob os ns 31 e 32, os autos nada contêm que permita sustentar tal, nem documentalmente nem nos depoimentos gravados, pelo que têm dados como não provados;  3 - Pelo contrário, em sentido absolutamente oposto é o depoimento de Maria  - 00:00:00 a 01:13:14, em  14h25m43s a que referiu não terem, ela e o marido, João , quaisquer problemas com credores na altura da celebração da doação, em 2005, e com a recorrida os problemas que há é por causa da ;  4 - E, ainda que o recorrente, João , possuísse um estabelecimento comercial na vila de , mesmo quanto a esse, nada existe nos autos sobre negócios ou assunção de riscos por parte dos recorrentes, João  e , ou qualquer expansão desse ou qualquer outro negócio.