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Têm, ainda, os pais que demonstrar, inequivocamente, terem um respeito e uma confiança recíprocos, bem como um nível razoável de comunicação e de vontade de cooperar”, considerando ainda, para além de salvaguardado o superior interesse da criança, ser "imprescindível que haja acordo dos progenitores quanto à fixação de duas residências ao menor”; no Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, de 24/01/2017 Rosa Ribeiro, onde se exarou : "Havendo disponibilidade e condições de ordem prática e psicológica de ambos os pais, e não havendo circunstâncias concretas que o desaconselhem, a guarda/residência conjunta é o instituto com melhor aptidão para preservar as relações de afeto, proximidade e confiança que ligam o filho a ambos os pais, sem dar preferência à sua relação com um deles, em detrimento do outro, o que necessariamente concorrerá para o desenvolvimento são e equilibrado do menor e melhor viabilizará o cumprimento, por estes últimos, das responsabilidades parentais”; no Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, 7/8/2017 Pedro; e Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, de 14/2/2015 Catarina Arêlo, onde se lê: "Não havendo acordo dos pais, não podem beneficiar de guarda conjunta nem alternada de responsabilidades parentais.