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Para o efeito alegou que em 23 de julho de 2013 acordou por escrito com a ré diligenciar no sentido de promover a venda de duas frações autónomas - A e BE - de que a ré era proprietária, obrigando-se a diligenciar no sentido de conseguir um interessado na compra das mesmas, mediante o pagamento de 5%, acrescido de IVA, sobre a venda do imóvel, num mínimo de €000,00 acrescido de IVA, inicialmente no regime de exclusividade, passando posteriormente a vigorar em regime de não exclusividade por comunicação da ré à autora, com efeitos a partir de 24 de julho de 201 Na sequência do acordado, iniciou diligências tendentes à promoção da venda das frações e, em julho de 2016, conseguiu angariar um casal interessado nas duas frações, na sequência de visita concretizada pela autora para o efeito, o qual, através da autora, fez uma proposta pelas duas frações no valor de €12000,00 que mereceu uma contraproposta por parte da ré, por intermédio da autora, no valor de 12000,0 Apesar de tal proposta ter sido aceite em agosto de 2016 pelo casal, e J. , a ré, em setembro de 2016, comunica que vai retirar as duas frações do mercado e realizar obras na fração autónoma B, o que foi comunicado pela autora ao casal interessado.