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Para tal, deveria, s.o., o Tribunal "a quo” ter atentado, e não atentou: a) no facto de a Embargada alegar – no âmbito das relações internas - que a dívida subjacente à letra emerge da realização da contabilidade da Recorrente, desde o comummente aceite acordo inicial entre e FM artigos  a  da contestação aos Embargos e aceitação desta matéria efectuada pela Embargante em 102021 através de requerimento apresentado via citius com a "REF: 38812755”), acordo este executado ao longo dos anos de 2010, 2011, 2012 e até "ao ano de 2013 que viria já a ser apresentado pelo seu novo Técnico Oficial de Contas numa altura as que as relações entre a Exequente e Executada já se encontravam deterioradas.”, estando a factura datada de 202014, a mesma data que veio a ser aposta na letra dada à execução; b) que é a própria Embargada que, nos presentes autos, alega ter procedido à execução continuada da contabilidade da Embargante, de onde alegadamente resultou a emissão da factura que junta à Contestação como Doc.