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5, n 2 do n 204/98, bem como dos princípios da imparcialidade e da transparência, uma vez que só depois de o júri do concurso ter conhecimento da identidade de todos os candidatos admitidos ao concurso elaborou as respectivas provas de conhecimento; - A falta de fundamentação da classificação da prova escrita de conhecimentos, por o júri apenas ter procedido a uma mera indicação numérica das classificações atribuídas, sem realizar qualquer referenciação das respostas prestadas pelos autores aos critérios de correcção dessa prova – circunstância que impossibilita os mesmos, bem como qualquer cidadão médio colocado na posição daqueles, de apreender qual a motivação do júri para a decisão de atribuição de tais notas aos autores: - A falta de fundamentação da classificação das provas orais de conhecimentos, uma vez que o júri não procedeu a avaliação individualizada de cada pergunta, limitando-se a tecer considerações genéricas sobre a prestação dos autores, não permitindo aferir se, e em que medida, cada resposta contribuiu para a avaliação global da prova oral, nem se, e como, foram tidos em conta os critérios de avaliação formulados.