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Assim sendo, determino que antes de mais, se notifique a requerente para, em aperfeiçoamento ao seu requerimento inicial, concretizar devidamente todos os documentos cuja apresentação requer, esclarecendo, designadamente, todas as dúvidas suscitadas pela requerida na sua contestação”;  -Assim, o Tribunal a quo decidiu que não tinha poderes para conhecer as razões da Apelante mas, em simultâneo, convidou o Apelado a pronunciar-se sobre as dúvidas suscitadas pelas decisões do Tribunal Arbitral a respeito das provas a obter e produzir nesta ação, e assim a definir quais são os documentos admissíveis e pertinentes para a arbitragem que devem ser obtidos pelos Tribunais estaduais;  -Respondendo a este convite do Tribunal a quo, o Apelado apresentou um requerimento enunciando quais são os documentos que, no seu entendimento, os Tribunais estaduais devem obter para serem remetidos à arbitragem;  -A enunciação do Apelado dos documentos a obter e apresentar não é igual ao teor do despacho do Tribunal Arbitral que descreveu as provas que considerava admissíveis e pertinentes e em relação às quais autorizou o recurso aos tribunais estaduais;  1-Na verdade, esse requerimento do Apelado consiste na sua interpretação do despacho do Tribunal Arbitral de quais são os documentos pertinentes e admissíveis a juntar;  1-Pelo despacho recorrido, o Tribunal a quo disse o seguinte: "atenta a natureza dos documentos em causa, ao abrigo do princípio da economia e celeridade processual e do dever de gestão processual, determino que se notifique a requerida para apresentar nos autos os documentos indicados pela requerente”;  1-Ou seja, pelo despacho recorrido, o Tribunal a quo decidiu que a Apelante deve apresentar nestes autos os documentos decididos, escolhidos e determinados, não pelo Tribunal Arbitral, mas sim por uma das partes em litígio, o Apelado;  1-Ora, ao abrigo do disposto no art.