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... E AINDA NÃO TRANSITADA EM JULGADO, COM TODAS AS DEVIDAS E LEGAIS CONSEQUÊNCIAS, POR SER DE INTEIRA JUSTIÇA!”.O Autor apresentou contra-alegações que terminou com as seguintes CONCLUSÕES: " – O Recorrente que pretenda que seja atribuído efeito suspensivo ao recurso mediante a prestação de caução tem o direito processual potestativo de o fazer no requerimento de interposição de recurso, conforme o preceitua, de modo claro e inequívoco, o n. 2 do artigo 8 do Código de Processo de Trabalho;  – Se não o fizer, o direito preclude e o efeito aplicável ao recurso é o meramente devolutivo, regime regra previsto no n. 1 do mesmo dispositivo;  – No caso em apreço, o Recorrente nada requereu aquando da interposição do recurso, apenas tendo formulado requerimento autónomo quase um mês após a prática do acto;  – Uma decisão em sentido contrário à recorrida, asseverando o muito serôdio impetrar da atribuição de efeito suspensivo ao recurso seria, essa sim, uma flagrante violação da norma prevista no n. 2 do artigo 8 do Código de Processo de Trabalho;  – Os requisitos de tempo e modo do exercício do direito estatuídos na norma são cumulativos e não é a liquidação de DUC pelo valor que a Recorrente entendeu nem nenhum dos demais inertes argumentos que afasta o facto de não ter requerido a atribuição de efeito suspensivo ao recurso aquando da sua interposição e no próprio requerimento.