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Sobre as primeiras duas questões, a convicção aí exposta foi a seguinte: «Quanto ao demais, sem embargo de não se ter provado que os Autores usavam e fruíam da "serventia” uma parcela de nos termos por eles alegados, conforme infra se explicará, dúvidas não restaram a este Tribunal que em meados dos anos 80 ocorreu uma partilha verbal destinada a partilhar em vida os bens de bens pertencentes ao pai do Autor AA e da  Ré para composição do "quinhão hereditário" à morte de ambos os pais, tendo sido atribuído ao Autor um terreno de quintal e de "serventia” com 1 metro de largura, e com a 123,25 m2 nas respetivas área e dimensão.