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Assim, há que analisar o caso, em concreto, os pontos 44, 45 e 50, referidos pela recorrente, nos quais o Tribunal "a quo” deu como provado, no primeiro "A Autora não estava sujeita a qualquer poder disciplinar da Ré” e nos outros, respectivamente, as expressões: "com total autonomia” e "estava obrigada” e, também, os pontos 20, 48 e 54, nos quais se deu como provado, no primeiro, "Não consta dos autos que a autora se fizesse substituir por algum colega mas, em circunstâncias não concretamente apuradas, face à indisponibilidade da autora, as funções pela mesma habitualmente exercidas foram assumidas por uma outra psicóloga, em regime de estágio” e nos dois últimos, respectivamente, as expressões: "Não estava obrigada a cumprir um horário pré-definido...” e "Não consta dos autos que,...”.