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663 do mesmo Código, tendo em conta a prova documental junta aos autos, os factos a considerar para efeitos de decisão a proferir no âmbito da presente apelação são, para além dos já consignados no relatório acima elaborado quanto aos contornos da presente ação), os seguintes:  A- Maria instaurou ação de divisão de coisa comum contra Américo, pedindo que este seja condenado na divisão do prédio urbano, situado no Lugar de , freguesia de , concelho de ...), descrito na Conservatória do Registo Predial de ...) sob o n , pondo-se fim à compropriedade existente, pela adjudicação ou venda, seguindo os ulteriores termos dos artigos 925 e seguintes do Código de Processo Civil, alegando, em síntese, que aquela e o Réu foram casados entre si, no regime da separação de bens e, em 04/05/2001, ambos adquiriram um prédio rústico, denominado e ...), com a área de 720 m2, sito no Lugar da , da freguesia de , concelho de ...), descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n. , prédio esse no qual, durante a constância do matrimónio e com as poupanças de ambos, construíram uma moradia de férias, com vários quartos, sala, cozinha, casas de banho, garagem, churrasco e jardim, que não pode, pela sua natureza, ser dividido em substância, ação essa que correu termos como ação de divisão de coisa comum n. 22/17T8VRM, pelo Juízo de Competência Genérica de Vieira da Minha, comarca de Braga – cf.