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Assim, em regra, será proferido um despacho de citação artigos 22, n. 4, alínea e 36, n.s 1 e, ou determinativo da produção de prova nas situações em que a lei estabelece que o requerido não deve ser previamente ouvido; pode ainda ser proferido um despacho de aperfeiçoamento nas situações a que alude o artigo 59, n.s 2 a 4 do CPC; de adequação formal nos casos contemplados na  parte do artigo 37, n. 3, do CPC; de deferimento quando a prova documental, por si só, permita a decisão artigo 36, n. 1, a; ou, como aconteceu no caso vertente, um despacho de indeferimento liminar, com fundamento no preceituado no artigo 59, n. 1, do CPC Pretende a Recorrente que o despacho de indeferimento liminar seja revogado, por entender que, pese embora a falta de forma legal, celebrou um verdadeiro contrato de arrendamento e, portanto, tem a posse mas, mesmo que assim não se entenda, mercê do contrato de comodato, tem a detenção do imóvel.