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apresentaram contestação, impugnando parcialmente a factualidade alegada pelas A.A., sustentando que o direito de transmissão que assiste à  R., que reside no locado desde 1990, não foi imediatamente invocado para poupar a mencionada R. de todo este procedimento, uma vez que padece de grave doença do foro psiquiátrico, circunstância que não pode fragilizar o direito da  R.. Alegam ainda que as A.A. nunca enjeitaram os montantes das rendas e que, para além de simples reparações, a única obra que foi realizada foi uma pequena intervenção no teto da casa, que precisava de ser substituído, por se encontrar abaulado e que se assim continuasse poderia causar danos físicos a quem ali habita, intervenção essa que foi urgente, sendo lícito às R.R.