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Findos os articulados o Tribunal proferiu sentença nestes termos: "Declara-se ilícito o despedimento da trabalhadora AAA promovido pela entidade empregadora BBB., e, em consequência: a) CONDENA-SE a entidade empregadora a reintegrar a trabalhadora no mesmo estabelecimento, sem prejuízo da sua categoria e antiguidade; b) CONDENA-SE a entidade empregadora a pagar à trabalhadora as quantias, a liquidar, relativas às retribuições – incluindo férias, subsídios de férias e subsídios de Natal – devidas desde a data do despedimento até à data do trânsito em julgado da presente decisão, acrescidas de juros, à taxa legal de 4%, desde o vencimento de cada uma dessas prestações e até integral pagamento descontadas das importâncias que a trabalhadora tenha obtido com a cessação do contrato e que não receberia se não fosse o despedimento e do subsídio de desemprego atribuído no referido período, a entregar pelo empregador à segurança; ) CONDENA-SE a entidade empregadora a pagar à trabalhadora a quantia de € 522,38 quinhentos e vinte e dois euros e trinta e oito cêntimos); ) ABSOLVE-SE a entidade empregadora do demais peticionado pela trabalhadora”.