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Em síntese, a autora funda as suas pretensões na alegação de que o réu em 26 de março de 2020 aceitou uma ordem de transferência no montante de dois milhões e quinhentos euros, de uma conta de que era titular para uma terceira entidade por si desconhecida e com recurso a uma usurpação por terceiro desconhecido do seu correio eletrónico e bem assim da identidade e da caixa de correio de um seu colaborador e na invalidade parcial da "Autorização de Transmissão de Instruções por Fax ou Correio Electrónico”, formulário, que o réu deu a assinar à autora no contexto e como exigência para a adesão à autorização para transmissão de instruções por fax ou correio eletrónico, consignando-se em tal Autorização que "Reconhecemos que as instruções transmitidas por estes meios são plenamente válidas e eficazes e que ao Banco , S.A. apenas caberá verificar se estão observados os requisitos definidos anteriormente, não lhe sendo exigido que faça qualquer outro tipo de verificação ou comprovação adicional.