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Para mais, afigura-se à Apelante que também se verifica a nulidade da Sentença, nos termos do artigo 615 do P., no que à fundamentação de direito no que aos juros moratórios respeita, pois apenas é referido que "Estamos perante um contrato de concessão de crédito ao consumo, sujeito à disciplina legal das regras do mútuo, previstas nos arts.1142 e seguintes do Código Civil, conjugadas com o Decreto-Lei n 359/91, de 21 de Setembro que, entretanto, veio a ser revogado pelo Decreto-Lei n 133/2009, de 2 de.” "temos que a taxa máxima passível de ser aplicada é a resultante das instruções do Banco de Portugal para os períodos subsequentes a 18/05/2020, só podendo aplicar-se a sobretaxa máxima de 3%, nos termos contratuais e nos termos da legislação em vigor” "Nestes termos é de considerar improcedente o pedido da Autora nesta parte, devendo os juros ser recalculados tendo presentes as taxas máximas a que vem de aludir-se e não com a taxa efetivamente aplicada.” atenta a rectificação da Sentença, por despacho de 112021) 2 Sucede que a mera alusão ao 133/2009, de 2 de junho, sem a consequente enunciação e/ou interpretação das normas deles constantes e aplicáveis ao caso concreto, não permite saber em que se quer se fundou a decisão recorrida, omitindo assim o dever de fundamentação imposto pelo n. 4 do artigo 60 do Código de Processo Civil, nulidade que se argui.