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Com efeito:   Tal diploma regula os serviços de pagamento por parte de instituições de crédito, como é o caso da ré, através de homebanking;   A execução das operações de pagamento por parte da ré, no âmbito do serviço electrónico "Multicanal24 Empresas”, constitui um serviço de pagamento, na definição da alínea do n. 2 do artigo  e da alínea do artigo  do RSP;   Apesar de tal diploma já não estar em vigor neste momento, por ter sido revogado pelo artigo , n. 1, do Decreto-Lei n. 91/2018, de 12 de Novembro, que aprovou o novo Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Electrónica, transpondo a Directiva 2015/2366, era, no entanto, o que estava em vigor aquando da execução das operações de pagamento 4 de Fevereiro de 201 Segundo o regime dos serviços de pagamento, as operações de pagamento que estão na origem do litígio são de considerar como operações de pagamento não autorizadas, visto o disposto no n. 1 do artigo 6 do diploma acima referido e as seguintes circunstâncias:   A autora, utilizadora do serviço de pagamento, negou ter autorizado as operações de pagamento executadas pela ré;   Segundo o n. 2 do artigo 7 do RSP, caso um utilizador de serviços de pagamento negue ter autorizado uma operação de pagamento executada, a utilização do instrumento de pagamento registada pelo prestador de serviços de pagamento, por si só, não é necessariamente suficiente para provar que a operação de pagamento foi autorizada pelo utilizador;   A ré não provou que a autora consentiu na execução das duas operações de pagamento.