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Com todo o respeito Venerandos Conselheiros, está claramente demonstrado: - Que o prédio sobrante na sequência da "expropriação”, e pós trânsito da decisão da Relação do Porto, por ação inesperada e direta da R quanto ao "fecho” da via coletora ficou prejudicado, quer quanto ao valor de mercado da construção existente, quer quanto ao valor locativo do armazém; - Que foram violados os princípios da boa-fé e da legítima expectativa, basta o julgador no uso das suas qualificações não ignorar os factos dados como provados, como se transcreve: - 4 O valor do prédio e o valor comercial do armazém dos AA, com o encerramento do acesso pela "via coletora” sofreu uma depreciação para o que já vinham alertando o EP, então IEP, mesmo por escrito, como ocorreu com a carta de 11/02/0 - 4 O prédio e armazém têm acessos, na zona posterior, através de caminhos secundários, ladeados por construções viárias, com densidade populacional relevante, subsistindo em parte obrigatoriedade de sentido único e proibição de circulação de trânsito a veículos de peso superior a 3,5 toneladas.