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2 do 291/90, de 209, e 10 e 11 da Portaria n. 1556/2007, de 112; - por outro, o arguido - que confessou os factos que lhe vinham imputados, integralmente e sem reservas, e admitiu que podia estar como influenciado pelo consumo de álcool em limites superiores aos legais - não alegou quaisquer razões que permitam questionar a fiabilidade do aparelho utilizado, ou seja, para não considerar válida e fiável a prova obtida com a utilização do aparelho supra identificado e - consequentemente - para questionar a prova de que o arguido, no dia, hora e local dados como provados, conduzia o velocípede com motor a que os autos se reportam com uma taxa de álcool no sangue de 1,98 g/esta foi a posição que defendemos também no acórdão de 202018, proferido no Proc.