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2 O mesmo se argumenta em relação ao crime de "Detenção de arma proibida”, por fazer parte do bloco dos crimes praticados nos CTT, que o arguido não praticou nem existe prova nesse sentido, a não ser essa frase intencional dita pelo Agente da PSP  2 Por último, no que concerne ao crime de tráfico de estupefacientes, retira-se do disposto no artigo 21 do /n15/93 de 22 de Janeiro, em que o bem jurídico primordialmente protegido com a incriminação do tráfico de estupefacientes é o da saúde pública e integridade física dos cidadãos vivendo em sociedade, sendo que em segundo lugar está em causa a proteção da economia do Estado, que pode ser desvirtuada nas suas regras com a existência desta economia paralela dirigida pelos traficantes, em que alega o Douto Tribunal que, neste caso, a conduta do arguido , se restringiu ao dia de busca e apreensão – NADA MAIS!