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128 do ”, "Indemnização essa que deve ser decretada na mesma sentença da restituição” pontos 62 e 6 da P.,; Destarte aquilo que está em discussão, maxime, é a prática de um acto de esbulho e respectivos prejuízos daí advenientes, em ultima instância, da privação da posse por parte do Recorrente; Encontrando-se o Apelante impedido de aceder à garagem, estar-se-á aqui perante uma situação de coacção, a qual impossibilita a posse por parte do A., materializando-se esta situação num esbulho sobre uma coisa; Não "se esgota a presente demanda” em imputar responsabilidades ao administrador de condomínio no exercício das funções por ele desempenhadas, nem tão pouco de lhe assacar culpa pelo facto de não ter exercido correctamente o seu cargo, mas outrossim apurar quem, "in concretu”, responsáveleis) pelo esbulho; Esbulho este que, na perspectiva do Apelante, pode estar a ser exercido por todos os RR., materialidade essa que se propõe demonstrar em audiência de julgamento; Dizer que alguém é parte legítima na acção, consubstancia-se na ideia de que determinado indivíduo tem o poder de dirigir a pretensão deduzida em juízo ou a defesa contra ela oponível; O autor é parte legítima quando tem interesse directo em demandar e o réu é parte legítima quando tem interesse directo em contradizer, sendo certo que o interesse significa a utilidade para o autor e o prejuízo para o réu 30/2; O artigo 3 do CPC, no seu n. 3, consagra um critério supletivo que deve ser seguido quando não exista norma especial a regular a questão da legitimidade, vale dizer, o critério da titularidade da relação material ou substantiva que nos indica que terá legitimidade quem figurar como sujeito na relação material controvertida tal como o Autor a desenhou; Como o Autor/Recorrente refere na sua Petição Inicial, nomeadamente nos pontos 1 e 1, desconhece quem detém a posse das chaves que lhe impedem o acesso à sua propriedade; Ressuma de modo inequívoco da P., articulado no qual o Recorrente conforma a relação material controvertida, qual o objecto do litígio carecido de instrução e produção da prova, ou seja, autores do esbulho da posse e respectivas consequências em termos de responsabilidade ; Afigura-se inegável que fruto da posição processual em que o Autor/Recorrente coloca o  R. na acção, redunda com que o requisito do interesse directo em contradizer esteja cumprido, na estrita medida em que aquele Demandado viria a ser civilmente responsabilizado, caso a acção venha a ser julgada procedente; De igual modo, ainda que na medida inversa, poderá dizer-se que o  co-RR.