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Ora, mantida a decisão da  instância sobre a matéria de facto, nada mais temos a acrescentar ao decidido na sentença recorrida sobre a declaração da ilicitude do despedimento da autora, quer por razões formais – "não tendo a Ré comunicado por escrito à A. a decisão final de despedimento, com as menções que a lei exige, verifica-se que foi incumprida uma formalidade legal, o que era suficiente para sustentar um juízo de ilicitude do despedimento nos termos previstos na alínea do artigo 381 do CT”, e "a Ré não pôs à disposição da A. todos os créditos vencidos e exigíveis por efeito da cessação do contrato de trabalho, designadamente o valor das férias e subsídio de férias vencidos em 002018 e o valor dos prémios de desempenho a que a A. tinha direito.