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É manifesto que, não se tendo provado a que título foi atribuída a referida indemnização, perde o interesse, neste caso concreto, qualificar juridicamente a referida indemnização por clientela a que se refere o artigo 33 do 178/86 de 3 de Julho, para efeitos fiscais, uma vez que daí não adviria qualquer utilidade para a economia dos autos, já que a pretensão da recorrente esbarraria sempre com o facto de não se ter provado que a dita indemnização que pagou o foi enquanto indemnização de clientela ao abrigo referido artigo 3 	A sua pretensão estaria sempre dependente da prova de tal facto ou das ilações de facto que possam ser retiradas da matéria de facto, o que está vedado a este Supremo Tribunal.