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Por seu turno, a autora pronunciou-se referindo que não está em causa nos autos qualquer dúvida interpretativa na aplicação de direito comunitário, estando em causa a aplicação de direito interno, que nenhuma das partes invocou a aplicação direta da directiva intepretanda, que a questão prejudicial suscitada não é necessária à boa decisão da causa e que essa suscitação levará a uma demora do processo por mais de um ano e que é intempestiva a suscitação da questão prejudicial em virtude de ainda não estarem apurados todos os factos pertinentes, que as respostas às questões que se pretendem submeter a reenvio prejudicial são claras, que as respostas às questões que se pretendem suscitar não são necessárias à boa decisão do caso, que a obrigação de reembolso acionada se funda no contrato celebrado entre as partes em 05 de julho de 2019, pugnando assim pela não formulação de qualquer questão prejudicial e, não se entendendo desse modo, que a necessidade da suscitação de questão prejudicial seja decidida apenas após a realização da audiência final e, na eventualidade de se efetivar o reenvio prejudicial sugere a alteração da redação da primeira questão.