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No sentido de que o falecido não actuava como proprietário daquele prédio, também depôs a testemunha E. P. que não é familiar de qualquer das partes e que interveio como fiador no contrato de arrendamento celebrado em 1 de Janeiro de 2012, em que figura como locadora a R. e como locatário o filho da testemunha E. P., H. S. e como fiadores, além da testemunha E. P., também o seu irmão J. fls 134-136) e onde foi acordado o pagamento de uma renda mensal de 300 euros, a pagar apenas a partir de 1 de Janeiro de 201 A apelante entende que não deve ser conferida credibilidade a esta testemunha face à declaração de fls 28 Esta testemunha foi confrontada com o referido documento, subscrito nomeadamente por si fiador e não o locatário) e onde se compromete a pagar mensalmente a renda de 200 euros a partir de 002012, antecipando o seu  pagamento e não apenas a partir de 02013, como constava do contrato de arrendamento e onde  o J. N. que também terá subscrito a declaração), assumiu a responsabilidade de pagar 50% do ramal da água da câmara que necessitava de ser instalado.