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Não se conformando com a acusação, requereu a abertura de instrução, pugnando pela sua não pronúncia por alguns dos factos imputados e pela alteração da qualificação jurídica de outros, que importaria a diminuição do limite máximo de prisão aplicáveleis);   concluindo pela não pronúncia pelos crimes de pornografia de menores agravados e pela pronúncia por um crime de abuso sexual de crianças p. p. pelo artigo 171, n. 3, um crime de pornografia de menores p. p. pelo artigo 176, n. 5 e um crime de aliciamento de menores para fins sexuais, p. p. pelo artigo 176-A, n. 1, todos do CP, pelo que não tendo antecedentes criminais, poderia ser equacionada a realização de julgamento por tribunal singular cf.