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Alegam, para tanto, em síntese, que a conta de depósito da representante dos executados, existente no banco exequente foi bloqueada por este, impedindo a continuação do cumprimento da obrigação por parte dos embargantes, pelo que não houve qualquer incumprimento voluntário destes, não tendo o exequente dado qualquer seguimento ao Procedimento de Regularização de Situações de Incumprimento, constante do Decreto-Lei n 227/2012, de 25/10, para além de ter a representante dos embargantes apresentado atempadamente junto do exequente um pedido de aplicação do regime extraordinário de proteção de devedores de crédito à habitação em situação económica muito difícil, ao abrigo da Lei n 58/2012, de 09/11, que o exequente tinha a obrigação de deferir, daí resultando a suspensão da execução.