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E, não sendo embora indispensável, para que haja causa adequada, que o facto, só por si, sem a colaboração de outros, tenha produzido o dano, não sendo a responsabilidade afastada na hipótese de concorrência de causas, é todavia necessário que seja feita a prova do nexo de causalidade, no seu sentido naturalístico, o que compreende a prova de todas as circunstâncias que numa cadeia reacional de causalidade adequada, integram o processo que conduz ao evento danoso.”  Ora, no caso em apreço, apenas se provou que o sinistrado subiu à cobertura da unidade industrial da empresa, na parte relativa à secção de acabamentos, para verificar/fiscalizar o estado da montagem de uma chaminé aí instalada, tendo sofrido uma queda de uma altura aproximada de 6 a 7 metros e caindo em cima da râmula localizada no piso térreo da secção de acabamentos.