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Qualquer um destes intuitos se poderá retirar das afirmações de que «) a utilização pela vítima de uma faca é um facto essencial que deveria integrar a matéria de facto provada» conclusão, assim como de que o «acórdão que ora se impugna, não toma posição sobre esta versão do Recorrente, pelo que, salvo melhor opinião, na dúvida, o Tribunal deverá favorecer o Arguido» conclusão, ou ainda que «o raciocínio do douto Tribunal a quo para dar como provado "uma abordagem física de cariz sexual” sendo conforme os princípios que enformam as decisões judiciais em matéria penal, haveria de ser aplicado à relevante circunstância da vítima ter recorrido a uma faca no momento imediatamente anterior aos factos descritos no ponto 20» conclusão e, por fim, a de que «) não bastaria uma abordagem física de cariz sexual para imediatamente criar no Arguido a resolução de matar», na conclusão   Como o recorrente não assumiu claramente o que pretendia, nem retirou de forma expressa qualquer consequência jurídica da invocada necessidade de inclusão nos factos provados da utilização da faca pela vítima, não tem este Tribunal de especular ou conjecturar sobre qual seria o alcance desta alegação, limitado como está, nos seus poderes de cognição, pelas conclusões do recurso.