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Ora, não é pelo facto da beneficiária ir a consultas do neurologista do Dr. F. "uma a duas vezes por ano” e de um dos medicamentos que ela tomava, que lhe foi receitado por aquele médico, ser para Alzheimer, como foi confirmado pela filha R., que a mesma tinha "necessariamente” de padecer daquela doença, que lhe foi diagnosticada apenas em 2019 pelo neurologista Dr. A. .  No que respeita ao ponto 16 dos factos provados, e contrariamente ao que pretende fazer crer o recorrente, não se vislumbra dos depoimentos do pai e da sua irmã R. que, até à entrada do presente processo de acompanhamento de maior, o recorrente visitava a mãe e telefonava para ela com frequência, e que tais contactos se tornaram mais esporádicos, não por vontade dele, mas porque o pai não permite as visitas à mãe.