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o citado acórdão da RL de 212007-processo 8457/2007- 18 Cf., designadamente, os acórdãos do STJ de 112012-processo 549/09TBCBR-A.CS1 tendo-se concluído: «A inutilização e perda total de veículo confere ao seu proprietário não só o direito à sua substituição, ou indemnização pelo respectivo valor, como também a ser indemnizado pelo uso de que foi privado no período compreendido desde a data do acidente até à data de entrega do veículo de substituição ou pagamento daquela indemnização privação do.» e de 02013-processo 3036/09TBVLG.PS1 com a conclusão: « Normalmente, a indemnização pela privação do uso de um veículo acidentado deverá ter como limites temporais, por um lado, a ocorrência do sinistro e, por outro, o pagamento efectivo da indemnização; no caso, todavia, sabe-se que, a partir do momento em que o autor adquiriu um outro, a falta de disponibilidade do veículo sinistrado, cuja perda total havia sido declarada, deixou de se traduzir num dano para o autor.» e da RG de 22020-processo1136/17T8PTL.G1 sumariando-se: «- Tendo a Ré Seguradora informado o autor que oveículo se encontrava em situação de perda total e posto à disposição do lesado quantia inferior à necessária para a reparação do veículo, esse ato não a exonera do pagamento do montante referente à privação do respetivo uso, pois a falta de aceitação da quantia era justificada por ser inferior ao dano sofrido, não fazendo o credor incorrer em mora», publicados no "site” da dgsi, bem como o citado acórdão da RP de 12015-processo 224/18TVPRT.P  Veja-se, ainda, o regime consagrado no art.