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205, n 2 da CRP, 128 e 158 do CPTA, como invocado pela Requerente, ao ter sido violada a força do caso julgado, contornando-se o efeito suspensivo decretado por aquele acórdão deste Supremo Tribunal, pelo que deve ter-se por verificado o fumus boni iuris, por ser provável, com este fundamento, a procedência da pretensão formulada ou a formular no processo principal.»  1 A conclusão a que se chegou não é posta em causa pelo facto de, entretanto, a ação principal a que respeita a providência cautelar que suspendeu a eficácia da deliberação do CSMP, de 10 de março de 2015, ter sido julgada improcedente, assim fazendo caducar aquela medida cautelar – cfr.