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Conclui a sua alegação de recurso nos seguintes termos: «a) Mal andou o douto tribunal a quo ao decidir como decidiu, que julgou totalmente improcedente os pedidos formulados pelo Banco Apelante, porquanto, considerou que o crédito daquele é posterior ao acto impugnável, a doação, e considerou não existir dolo por parte dos Réus; b) Salvo o devido respeito, o Banco Apelante não se pode conformar com esta douta Sentença, pois considera que a mesma não fez uma correcta interpretação e aplicação do direito ao caso concreto, conforme a seguir se demonstrará; ) O douto Tribunal, a quo, considerou, apesar dos factos que julgou provados, que "o direito de crédito cambiário do A. constituiu-se após as doações em causa”, pelo que não estaria preenchido o pressuposto da anterioridade do crédito ao acto impugnado exigido pela alínea do artigo 610 do ; ) Na situação, in casu, o que se pretende é a impugnação da doação feita pelos 1 e 2 Réus aos filhos, aqui 3 e 4 Réus, uma vez que à data da doação o Banco Apelante era credor do 1 Réu, enquanto avalista de diversos créditos concedidos à Empresa, Com.