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o artigo 28 n1 do Decreto-Lei n 75/2008); 9 - E, acresce, que só por sua livre iniciativa lhe foi facultada enquanto Presidente do Conselho Administrativo alguma formação nesta matéria em Ação de Formação ministrada no Agrupamento de Escolas de Terras de Santa Maria, em 2015!, fato por demais patente do seu registo biográfico e processo individual que a Administração não pode desconhecer, quando esta só esteve no exercício do cargo de Presidente do CA, Órgão colegial previsto na legislação que refere 75/2008, de 02/04/2008, na redação então em, desde 14/07/2011, ou seja, meses antes das decisões sub judice; 10- Não cairemos, também, no erro do Réu de pretender, agora, que o meritíssimo Juiz se equivocou e julgou mal, a propósito das "responsabilidades acrescidas” da Presidente do Conselho Administrativo, pelo que, agora, viria o Réu, extemporaneamente, alegar um facto distinto, e pretenderia então ter dito ou querer dizer " infrações disciplinares”...o que não se verificou, nem verifica, tendo em devida atenção o parecer da Diretora de Serviços Jurídicos da IGEC no verso na Informação /0360/EMAF, porque são coisas distintas; 11- É obvio o erro do Réu, e descabido vir agora falar de "infrações disciplinares”, porque foi em sede de ponderação unitária da sanção, ou seja, da mesmapena proposta artigo 1809, n93 da, e para efeitos da discricionariedade da suspensão da Pena proposta, relativa aos 3 trabalhadores, tomando por referência um dos critérios do artigo 192 da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas "as circunstâncias desta”) que a Diretora dos Serviços Jurídicos se pronuncia.