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Assim, sendo, com devido respeito, que é muito, a sentença sub iudice não deve ser proferida, por não ter qualquer relevância para o que se discute na presente ação, em homenagem ao princípio previsto no artigo 130 do CPC, ou seja, por força da proibição da prática de atos inúteis no processo  O Tribunal "a quo”, estribando-se no parecer dos peritos médicos, em particular, o relatório médico pericial elaborado pelo Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses, IP, considera que, "atentos os factos dados como provados, não lhe restam dúvidas que o Requerido, maior de idade, sofre de demência de Alzheimer, desde 012018, o que não lhe permite gerir a sua pessoa e bens, e que essa anomalia é atual, permanente, incurável e grave”.