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Como se escreveu no Acórdão do STJ de 112020, processo n 15940/17T8LSB, acessível in www.dgsi.pt) Sublinhando-se no mesmo acórdão que ") a indemnização pelo interesse contratual positivo não proporciona nenhum benefício ou vantagem injustificada ao credor, que deva ponderar-se de acordo com o princípio da boa fé — da indemnização pelo interesse contratual não resulta nenhum desequilíbrio grave na relação de liquidação: com a indemnização pelo interesse contratual positivo, o credor receberá tão-só, em valor, aquilo que tinha o direito a receber, em espécie.” Fazendo eco desta nova orientação, a título de mero exemplo, citam-se ainda os Acórdãos do Tribunal da Relação de Coimbra de 002020, processo 4581/16T8VISC.C2 da Relação de Guimarães de 102017, processo n 3432/16T8GMR e da Relação de Coimbra de 002020, processo n 4581/16T8VIS.C2 todos acessíveis in www.dgsi.pt.