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O Autor interpôs recurso de apelação, tendo o Tribunal da Relação por acórdão de 102021 decidido: "Em face do exposto:  julga-se parcialmente procedente a impugnação da matéria de facto deduzida e, em consequência:  alteram-se os pontos 2, 4, da matéria de facto provada, nos termos sobreditos;  aditam-se à matéria de facto provada os pontos 2, 2-A, 4, 3-A, 3-B, 3-A, 37-B, 4-A, 4-A, 4-A, 4-B, 4-A a 4-G e 49-A, nos termos sobreditos;  elimina-se o ponto 4, da matéria de facto provada;  alteram-se os pontos 3, 3 e 4 da matéria de facto não provada, nos termos sobreditos;  eliminam-se os pontos 5, 5 e10, da matéria de facto não provada;  concede-se parcial provimento ao recurso do A. e, em consequência:  reconhece-se a existência de um contrato de trabalho entre o A. e a R. desde 01 de outubro de 1999;  reconhece-se que a remuneração mensal do Autor em julho de 2011 ascende a € 560,00;   condena-se a R. a pagar ao Autor as diferenças entre os valores dos vencimentos pagos desde julho de 2011 até à cessação do contrato de trabalho e o vencimento de € 560,00, acrescidas de juros de mora desde a data de vencimento de cada uma das prestações até integral pagamento, a apurar em incidente de liquidação de sentença;  condena-se a R. a pagar ao A. o valor de € 120,00 a título de férias vencidas e não gozadas e proporcionais do subsídio de férias e de Natal, acrescidos de juros à taxa legal, contados desde 30 de setembro 2017 até integral pagamento;   declara-se verificada a ilicitude do despedimento do Autor e condena-se a R. a pagar-lhe:  as retribuições incluindo subsídios de férias e referentes ao período decorrido e a decorrer desde 25 de dezembro de 2017 até à data do trânsito em julgado do presente acórdão, no montante unitário de € 560,00, acrescidas dos juros de mora computados à taxa legal desde a data de vencimento de cada prestação até efetivo e integral pagamento, deduzindo-se do valor global das mesmas os montantes referentes ao mesmo período temporal que a A. tenha auferido a título de subsídio de desemprego devendo neste último caso a ré comprovar a entrega ao Instituto da Segurança Social das quantias deduzidas a título de subsídio de;   uma indemnização de antiguidade correspondente à quantia de € 040,00 por cada ano completo ou fração de antiguidade contada desde 1 de outubro de 1999 até ao trânsito em julgado do presente acórdão, acrescida dos juros de mora à taxa legal desde a data daquele trânsito em julgado até efetivo e integral pagamento; a apurar em incidente de liquidação, se necessário.