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n. 1 da petição inicial; - Declarar-se que a autora procedeu à correcta aplicação das multas previstas no n. 3 da cláusula  do contrato de empreitada; - Declarar-se que a autora resolveu o contrato de empreitada com fundamento na previsão constante da sua cláusula 1 e com justa causa, o que constitui a ré na obrigação de a indemnizar; - Ser a ré condenada a pagar à autora ainda que no acerto final de o montante de € 6908,20, correspondente às multas contratuais aplicadas; - Condenar-se a ré a pagar à autora o montante correspondente ao custo da reparação das deficiências apresentadas pela obra e das que, embora não aparentes, venham a ser detectadas no decurso do processo, custo esse que se liquida, provisoriamente, em € 8241,24, acrescidos de IVA; - Ser a ré condenada a entregar à autora a medição discriminada justificada de todos os trabalhos por ela facturados e pagos; - Ser a ré condenada a entregar à autora a justificação discriminada e com decomposição dos "trabalhos a mais”, com medições e indicação dos valores realizados; - Ser a ré condenada a pagar à autora o montante correspondente aos trabalhos que não realizou cabalmente, embora os tenha facturado; - Ser a ré condenada a pagar à autora o montante correspondente aos materiais que lhe debitou, mas que já se encontravam em obra; - Ser a ré condenada a pagar à autora uma indemnização correspondente ao montante dos subsídios a fundo perdido que esta deixará de receber do IFT, por não ter a obra tempestivamente concluída, por forma a permitir o equipamento e a abertura do estabelecimento hoteleiro, valor esse a liquidar ulteriormente, maxime em execução de sentença; - Ser a ré condenada a indemnizar a autora pelo montante correspondente aos encargos que esta tiver de suportar em razão de não poder receber os serviços de empreiteiros em regime de ajuste directo, outros serviços, bens e equipamentos que dependem da conclusão da empreitada geral; - Ser a ré condenada a pagar à autora uma indemnização no montante correspondente ao por esta despendido com a com a fiscalização da obra em momento ulterior ao da data contratualmente prevista para a sua conclusão, no valor de € 750,00; - Ser a ré condenada a indemnizar a autora pelo montante por esta despendido com os honorários do arquitecto após o termo do prazo contratualmente ajustado para a conclusão da obra, no total de € 620,00; - Ser a ré condenada a indemnizar a autora pelo montante correspondente àquele por ela despendido no pagamento de serviços de entidade contratada para acompanhar a recepção provisória da obra sucessivamente adiada e no acto da posse da obra – a – no total de € 852,00 acrescidos de IVA; - Ser a ré condenada a pagar à autora, a título de lucros cessantes, o montante de € 8313,0  A ré contestou, pugnando pela improcedência da acção e deduzindo reconvenção nos seguintes termos: - Ser considerado provado o pedido reconvencional da ré e, em consequência, ser a autora condenada a pagar à ré a quantia de € 11648,87, acrescida dos juros comerciais vencidos e vincendos até integral pagamento, a apurar em liquidação de sentença; - Ser considerado provado o pedido reconvencional da ré e, em consequência, ser a autora condenada a devolver à ré a quantia de € 3738,26, mais € 18,15, ou seja, € 3756,41, acrescida dos juros compensatórios que se mostrarem devidos em liquidação de sentença; - Ser a autora condenada no pagamento dos custos com a maior onerosidade sofrida pela ré, no montante de € 1950,00; - Ser a autora condenada no pagamento de uma indemnização por danos não patrimoniais não inferior a € 10000,0 A autora replicou, concluindo nos seguintes termos: - Devem ser julgadas improcedentes, por não provadas, as excepções de não cumprimento e de exercício abusivo do direito; - A reconvenção deve ser julgada parcialmente procedente, na medida do montante que corresponder aos trabalhos efectivamente executados pela ré-reconvinte, a apurar após a produção de prova e depois de deduzidos os trabalhos pagos pela autora-reconvinda e que não foram levados a efeito pela demandada; - Deve ser abatido ao montante reclamado pela autora-reconvinda da ré-reconvinte aquele por ela recebido mediante a execução da garantia bancária € 3738,26); - Deve ser julgado improcedente, por não provado, o pedido de condenação da autora-reconvinda no pagamento à ré-reconvinte de € 1950,00 de alegados custos com o protelamento dos trabalhos; - Deve igualmente ser julgado improcedente, também por não provado, o pedido de condenação da autora-reconvinda no pagamento de uma indemnização por danos não patrimoniais alegadamente sofridos pela ré-reconvinte; - A ré-reconvinte deverá ser condenada como litigante de má-fé na adequada multa e em indemnização a favor da autora-reconvinda, a fixar de acordo com o arbítrio do tribunal.