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Roubou sim, que a chave do correio estava atada a um cordão e o cordão estava no chão”; que a testemunha disse à  B...  para ficar descansada, que falaria com o carteiro; que a seguir a  B...  foi para casa, tendo ido para o jardim; que depois a testemunha viu o carro da arguida  A...  e a D  B...  andava no jardim; que "entraram para dentro e fecharam a porta, coisa que nunca aconteceu as portas”; que "a D  A...  esteve muito tempo, nunca esteve tanto tempo: uma grande meia hora"; que a testemunha não se apercebeu de mais nada, estando as portas sempre fechadas; que "uma boa meia hora” depois, a testemunha viu a arguida  A...  sair pela porta, deixou o portão aberto, meteu-se dentro do carro e deu "um arranque do carro mesmo aflito”; "a partir daí não mais as nem uma nem outra”, tendo a testemunha descrito pormenorizadamente o seu estado de preocupação com a vítima, por nunca mais a ter visto, vendo que a mesma contrariamente ao que era não aparecia, tendo a testemunha chegado a rondar a casa e a espreitar pela janela pois sabia que a  B...  estava dentro de casa; que finalmente, depois das 13 horas e da testemunha ter ido à peixaria, ter falado com a Sr  .. , desta ter telefonado ao sobrinho da  B... ,  .. , e de também ter aparecido a D W... , que mora em frente, cerca da "uma hora e pouco” a testemunha, o Sr.  .. , o Sr.  .. e a Sr  ..  entraram na casa da D  B...  e viram-na deitada no chão, de lado, tendo o referido  ..  olhado e dito "a minha tia está morta”, tendo a testemunha constatado que a residência da falecida  B...  não estava fechada à chave.