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6 - Se doutra forma não for, pretender-se exigir, com base num aval dado a uma livrança, o pagamento ao avalista após ter deixado de ser administrador 7 anos depois da empresa, depois da conta para a qual ele deu o aval à livrança e que lhe servia de garantia ter sido paga por 2 vezes em 2010, quando ele já tinha cessado o seu mandato como administrador da sociedade e, por conseguinte, já sem ter podido intervir nas negociações do montante emprestado e taxas de juro, de tal não lhe ter sido comunicado, de em 2014 ter sido pago na totalidade o empréstimo, de a livrança não ter sido devolvida e de a ... ter feito nova conta, sem dar conhecimento quer a ... que o Banco ao avalista, de a ... ter pedido novo empréstimo, do qual o recorrente não sabe nem as condições nem o montante emprestado, numa conta com nova numeração, e decidir-se que ainda assim o pagamento pode ser exigido ao avalista não administrador desde 2008 e que não sabia mais nada deste empréstimo a não ser que tinha sido pago em 2010, é proferir uma decisão que viola o princípio do processo equitativo e justo.”    Pede, assim, que se admita o recurso e se conheçam das questões suscitadas, julgando-se o mesmo procedente por provado.