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Seguindo esta ordem lógica, no caso concreto e atentas as conclusões, as questões a tratar são as seguintes: Em primeiro lugar, saber se as escutas telefónicas usadas, no presente processo, devem ser consideradas meios proibidos de prova e, consequentemente, importam a nulidade de toda a prova produzida, em virtude de terem sido transpostas de um outro processo, no qual haviam sido autorizadas, sem que tenha sido previamente proferido despacho judicial;  Se houve erro de julgamento, em impugnação ampla da matéria de facto, por terem sido dados como provados os factos 1, 3 a 5, 32, 33 e 35, do mesmo modo que deveria ter sido considerada não provada a responsabilidade do recorrente, na ocorrência dos factos descritos em 18 a 29;  Se houve erro de direito, quer quanto ao grau de comparticipação do arguido nos factos, que deve ser qualificada como de cumplicidade e não de coautoria, quer quanto ao nexo de imputação subjectiva do crime de tráfico de substâncias estupefacientes, pois que o arguido agiu com negligência consciente, ou, no limite, como dolo eventual;  Se a determinação e quantificação da pena de prisão é excessiva e, portanto, deverá ser reduzida para quatro anos ou para dois anos, neste caso, por via da sua atenuação especial,  Se tal pena deverá ser suspensa, na respectiva execução.