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..., em Lisboa,, sendo sujeitos activo/adquirente o Réu  e sujeito passivo a Maria .., constando da competente escritura que à Maria .. ficava reservado o usufruto vitalício da fracção, e declarando ainda o sujeito passivo Maria .. ter já recebido o Preço de €1300,00; ) Compra e venda realizada no dia 7-01-2015 , tendo por objecto 8 fracções autónomas  A, B, , , E, F, G e H do prédio urbano sito na Rua ... e constante do artigo 2695 da Freguesia e Concelho de Odivelas ,sendo sujeitos activos/adquirentes os Réus  e E , e sujeito passivo a Maria .., constando da competente escritura que declarava o sujeito passivo Maria .. ter já recebido o Preço de €42600,0 Isto dito, o que os RR/impugnantes em rigor pretendem que seja integrado no elenco dos FACTOS PROVADOS, é factualidade que de alguma forma acaba em última análise por "infirmar” a natureza dos negócios outorgados nas escrituras realizadas em 102013 , 002014 e 7/1/2015 , deixando eles de integrarem a previsão do art 879,do  do qual emergem dois efeitos/obrigações essenciais, sendo uma a obrigação da entrega da coisa e, a outra, a obrigação de pagamento do preço , e passando antes a integrar a previsão do art 940, do  Doação , ou disposição gratuita de bens imóveis, almejando os RR  para justificar a admissão ou o reconhecimento/confissão  arts 352 e 355, ambos do do não pagamento de qualquer de qualquer preço a Maria .. introduzir na decisão de facto elementos susceptíveis de permitir a conclusão no sentido de que subjacente às compras e vendas outorgadas existirá uma simulação relativa  art 241, do.