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E analisando os fundamentos invocados na decisão da  instância em contraponto com os argumentos invocados pelo recorrente, o Tribunal recorrido concluiu que:  - "a escolha e fixação da medida concreta da pena parcelar do crime de homicídio qualificado pena de 20 anos de prisão), não nos merece qualquer censura, afigurando-se ser uma decisão justa e equilibrada, tendo em atenção a respectiva moldura legal abstracta e as fortes necessidades de prevenção geral que o caso suscita, como bem foi salientado pelo Tribunal a quo, assim como a idade do arguido e a sua personalidade desvaliosa que se encontra descrita no Acórdão com traços de imaturidade, impulsividade, baixa tolerância à frustração, irresponsabilidade ...)”;  - "serem bastante significativas e prementes as necessidades de prevenção geral, sendo assim importante através de penas crime aplicadas pelos Tribunais aos agentes prevaricadores, passar uma mensagem de censura que permita uma educação e sensibilização da população em geral”;  - "em face da factualidade provada - nomeadamente quanto ao circunstancialismo em que o crime foi cometido - bem como quanto à situação pessoal do arguido e o facto de ser delinquente primário e o seu percurso de vida e enquadramento familiar e social matéria que aqui se dá por - e ainda da fundamentação do Acórdão, não se verifica terem sido violados quaisquer dos preceitos legais aplicáveis na matéria, quanto à escolha e determinação da pena concreta parcelar aqui sindicada”.