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6 Por terem sido alegados pelo Réu na sua Contestação e serem relevantes para a decisão da causa à luz das várias soluções plausíveis de, devem ser adicionados à Base Instrutória, através da formulação de novos Quesitos, os 133 cento e trinta e três) factos elencados no ponto 148, do corpo das alegações, do recurso identificado em, que aqui se dão por reproduzidos; 6 Caso se entenda que os factos alegados nos artigos 16, 16, 16, 16, 17, 17, 18, 43, 43, 43, 43, 44, 44, 45, 45, 45 e 45 da Contestação não devem passar a integrar os Factos Assentes – no que não se concede – e, devem os mesmos, a título subsidiário, ser adicionados à Base Instrutória, exatamente com a mesma redação supra proposta; 6 Os factos cuja adição se requer à Base Instrutória, nas duas conclusões anteriores, têm interesse para a boa decisão da causa, uma vez que se destinam a possibilitar ao Réu provar o seguinte: que o facto de a propriedade ter passado a ter outros titulares formais, a mesma sempre foi pertença, direta ou indireta, do Réu em, pelo menos, 1/3; que a Autora ")” quando comprou a "Quinta das” tinha conhecimento da ocupação pelo Réu da "Vila”, razão pela qual o valor da compra foi, substancialmente, abaixo do preço de mercado; a identificação física do objeto da posse do Réu; o modo e o tempo de exercício de poderes materiais sobre a coisa por parte do Réu; os condicionantes psicológicos de tal exercício material; as datas relevantes para efeito de contagem do decurso de prazo para a usucapião; a impossibilidade ou a improbabilidade de a Vila alguma vez ter sido ocupada pelo Sr.; as posses anteriores, para efeitos de acessão e/ou sucessão na posse; o abandono por parte da Autora; inexistência de nexo de causalidade entre os prejuízos alegados pela Autora e a conduta do Réu; que os atrasos que a Autora imputa ao Réu, nomeadamente quanto à construção de prédios, têm a sua origem noutras causas.