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Assim, como se pode ler no Acórdão do STJ de 24 de Janeiro de 2019, processo n 2406/14T8LRA.CS1, "os arestos dos Tribunais e designadamente deste Supremo Tribunal de Justiça que se encontram acessíveis revelam uma variedade de situações que se evidencia, desde logo, no cumprimento dos deveres e no nível de conhecimento dos clientes relativamente às características de produtos financeiros.”  E, mais adiante, exemplificando as situações que devem merecer respaldo indemnizatório: "casos há em que a matéria de facto fixada pelas instâncias revela práticas agressivas, envolvendo clientes sem quaisquer conhecimentos e que foram motivados "levados” será o termo mais a subscrever "obrigações subordinadas” como se fossem verdadeiros depósitos bancários, numa quebra flagrante dos deveres de lealdade e de informação.