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Independentemente da questão do alvará de loteamento, efetivamente um terreno com 1000m 2 poderia ser destacado, já que quer a parcela restante quer a parcela a destacar apresentavam-se com 500m2 área mínima das parcelas para edificar pelo regulamento do e ambas confrontavam com arruamento público nas plantas, embora na certidão a nascente confrontava com J.. Ora à data os alvarás não estavam cadastrados em Sistema de Informação Geografia, pelo que a certidão da conservatória ao não referir que o prédio era proveniente de loteamento, não foi questionada a veracidade da mesma, tanto mais que o prédio 1174 com 1000m 2, foi criado na Conservatória do Registo Predial em 11/02/2011, quando o alvará de loteamento é de 197 Assim, na falta de cadastro em sistema SIG, o que não é obrigatório, mas conveniente, tanto mais que se tem vindo a verificar que os loteadores, poucas vezes registavam os mesmos nas Finanças e na Conservatória do Registo Predial, sobretudo os relativos aos anos 70 e 80, abrangidos pelo 289/73, de 6 de junho, ainda que não se perceba, uma vez que o referido diploma no seu art 27, já referia que a celebração de quaisquer negócios jurídicos relativos a terrenos, com ou sem construção, abrangidos por operações de loteamento, só poderão efetuar-se depois de obtido o respetivo alvará e ainda no n 2 do mesmo artigo, refere que nos títulos de arrematação ou outros documentos judiciais, bem como nos instrumentos notariais relativos aos atos ou negócios referidos no n 1 deverá indicar-se o número e a data do alvará de loteamento em vigor, sem o que tais atos serão nulos e não podem ser objeto de registo.