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Juiz a quo, de que ao Oponente não é imputável o não pagamento da dívida exequenda;  	Nos termos da alínea, do n. 1, do artigo 2 da LGT, para afastar a responsabilidade subsidiária pelas dívidas de impostos cujo termo do prazo para pagamento ou entrega terminou durante o período da sua administração, é necessária a demonstração de que não é imputável aos gerentes ou administradores das sociedades a falta do pagamento ou de entrega do imposto;  	Por força do estatuído na disposição legal referida no ponto anterior, o devedor subsidiário está onerado com a presunção de culpa na insuficiência do património da pessoa coletiva para satisfação das dívidas fiscais e, bem assim, pela falta de pagamento da dívida exequenda;  	Sendo uma presunção legal de culpa, ela só pode ser ilidida mediante a prova em contrário, nos termos do n. 2 do artigo 35 do Código Civil;  	Exigia-se, pois, que tivesse ficado demonstrado nos autos – o que não se verificou – que a situação de insuficiência patrimonial da executada originária se ficou a dever exclusivamente a fatores exógenos ao exercício da gerência por parte do Oponente, e, principalmente, que este usou da diligência de um bonus pater familiae no sentido de evitar aquela situação Cf.