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Em caso de conflito, os tribunais destes 17 países aplicarão a legislação do seguinte país: país de residência dos cônjuges; 1 Com o devido respeito, entendemos que a douta decisão ora em crise ao decidir pela competência do Tribunal de Família e Menores de Braga para decidir este divórcio, apenas com base no critério da nacionalidade e bem sabendo que, nenhum dos cônjuges ou, sequer a filha menor de ambos de apenas 4 anos de idade, não têm qualquer ligação a Portugal há mais de 7 anos onde não têm sequer residência aliás como ficou provado de Primeira Instância) a não ser o formalismo da nacionalidade; 2 Ao decidir como decidiu o douto Tribunal a quo fê-lo – como o devido respeito – de uma forma simplista ao aplicar as normas do referido regulamento e sem ter em conta os circunstancialismos de facto que envolvem a vida deste casal e da sua filha menor completamente enraizada na Suíça e sem qualquer ligação a Portugal; 2 Assim sendo e não obstante defendermos a não aplicação do Regulamento CE 2201/2003 de 27 de Novembro a interpretação que lhe é conferida pela douta decisão em apreço é violadora do mesmo; 2 Foi o douto Tribunal da Relação de Guimarães que adiantou a hipótese de aplicação do referido regulamento aos autos em causa pois a aplicação deste regulamento não foi suscitada pelas partes, mas antes e oficiosamente foi trazida à discussão pelo próprio Tribunal a quo e acabou por ser este critério da nacionalidade dos cônjuges que determinou o Juízo de Família e Menores de Braga internacionalmente para conhecer da acção e divórcio e que em consequência determinou o prosseguimento dos autos.