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Em todo o caso – embora sejam 11 as "respostas” colocadas em crise – acaba, verdadeiramente, por ser só um o tema central da divergência sendo o resto bastante acessório e. Como a R/apelante pertinentemente observa, a dado passo da sua alegação recursiva e da conclusão, ") todo o processo gira à volta de saber se a R. emprestou ao A. a quantia de € 14 000,00, como este afirma, ou se na verdade lhe emprestou a quantia de € 20 000,00 tal como afirma a R. e consta do documento particular autenticado, por ambos assinado no dia 24 de novembro de 201 Este é o cerne da questão.” É isto mesmo: tudo está em saber – é o cerne de toda a questão de facto e de todo o litígio) – se a R. emprestou ao A., não os € 2000,00 que constam do documento, mas tão só os € 1000,00 alegados pelo A.. Delimitada pois a essência da divergência factual, debrucemo-nos sobre ela: Começando por dizer que previamente à apreciação da prova produzida2, se colocava/coloca a questão de saber que meios de prova podiam ser produzidos/valorados para poder dar como provado que a R. emprestou tão só € 1000,00 ao A... Efetivamente, quando um negócio jurídico cuja exata qualificação mais à frente é formalizado por escritura pública ou, como foi o caso, por um documento particular autenticado que, nos termos do art.