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Assente, este ponto, vejamos, então, qual o critério a seguir no presente caso, uma vez que, em matéria matrimonial, o citado artigo 3, sob a epígrafe de "Competência Geral”, e inserido no respetivo capítulo , Secção 1 epigrafado de Divórcio, Separação e Anulação do, enumera sete critérios de competência internacional, estabelecendo que: "1- São competentes para decidir das questões relativas ao divórcio, separação ou anulação de casamento, os tribunais do Estado ­Membro: a) Em cujo território se situe: - a residência habitual dos cônjuges, ou - a última residência habitual dos cônjuges, na medida em que um deles ainda aí resida, ou - a residência habitual do requerido, ou - em caso de pedido conjunto, a residência habitual de qualquer dos cônjuges, ou - a residência habitual do requerente, se este aí tiver residido, pelo menos, no ano imediatamente à data do pedido, ou  - a residência habitual do requerente, se este aí tiver residido pelo menos, nos seis meses imediatamente anteriores à data do pedido, quer seja nacional do Estado-Membro em questão quer, no caso do Reino Unido e da Irlanda, aí tenha o seu "domicilio”; b) Da nacionalidade de ambos os cônjuges, ou, no caso do Reino Unido e da Irlanda, do "domicilio” comum.