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O. Assim, temos que o ato administrativo impugnado não se encontra ferido de vício de forma por preterição do exercício do direito de audiência prévia- P. Face ao exposto, o entendimento do Tribunal Central Administrativo Norte, ao revogar a sentença proferida em 14/09/2020, pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga e, deste modo, anular a decisão tomada pelo IFAP, P., não parece ter sido correta, pelo que, deve o presente recurso ser julgado procedente por provado e em consequência ser proferido acórdão revogando o acórdão ora impugnado.”     O A. apresentou contra-alegações, onde enunciou as conclusões seguintes:    " O autor é do entendimento que este recurso não é, sequer, admissível.