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–Da prova produzida em sede de inquérito, que não resulta minimamente contrariada pelo depoimento da assistente, pelo depoimento das testemunhas que depuseram em sede de instrução, que nenhuma intervenção tiveram nos factos em apreço ou pelos "sms" alegadamente trocados entre a assistente e o pai das menores, resulta apenas que, efetivamente, o que consta dos relatórios das técnicas foi o percecionado pelas mesmas, não resultando o mínimo indício de que as mesmas tenham atuado por qualquer outra motivação que não o superior interesse das crianças, –Como bem se refere no douto despacho de não pronúncia "Aliás, tanto quanto resultou do depoimento da assistente, decorridos que são mais de três anos sobre a retirada das crianças à mãe, não foi tal decisão revogada pelos tribunais de 1 instância ou superiores, não havendo sequer noticia se foram interpostos recursos judiciais das respectivas decisões de atribuição da guarda" e "Aliás, este não é um tribunal de recurso das decisões tomadas pelo Tribunal de Família e Menores, e, em tantos anos, com certeza que tais decisões já foram sobejamente apreciadas e tomadas as decisões pertinentes Pelo que, –E apesar de, também de acordo com o douto despacho de não pronúncia "O que se pretende discutir neste processo foi o bem ou mal fundado da atribuição da guarda das três menores aos respectivos pais, questão que seguramente terá sido longamente debatida no processo de família e menores, que não é da competência deste juízo de instrução criminar, o certo é que durante pelo menos 3 anos a decisão tomada pelo Tribunal de Família e Menores veio a manter.se, mesmo apos o processo de acompanhamento ter sido distribuído a outros técnicos, como resulta do depoimento da assistente, –O que resulta dos autos é que as arguidas, com os meios de que dispunham, fizeram o melhor que podiam e sabiam durante o processo de acompanhamento ás crianças, sempre agindo no superior interesse das mesmas, sendo que as decisões tomadas ao abrigo do art 91 da LPCJP o foram como também se refere no douto despacho de não pronúncia, pelo respectivo juiz e promovidas pelo respectivo procurador com base no fluir dos autos e não só, do ofício de fl.