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2 O autor, aqui recorrente, começa por sustentar, nos termos que expõe no recurso e reconduz às respetivas conclusões a, que o Tribunal havia já, por anterior despacho de 07/03/2017, convocado as partes para a realização de audiência prévia para os fins previstos nas alíneas a do n 1 do artigo 591 do CPC, e que ao dispensar agora, pelo despacho de 14/07/2018 que imediatamente antecedeu a prolação do despacho saneador-sentença, a realização de audiência prévia, violou o caso julgado formal, também porque igualmente indeferiu a produção de prova que, defende, já tinha sido admitida, pugnando que o despacho recorrido, ao dispensar a audiência prévia e a produção de prova é ineficaz ou, se assim, não se entender, nulo, por violação de caso julgado formal e da autoridade de caso julgado, nos termos do disposto nos artigos 620 n 1 e 625 do CPC, ex  do artigo 1 do CPTA.