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2 Na sequência de tudo o atrás exposto, é de concluir que se deve manter o Ac.TCAS ora recorrido, que integralmente confirmou a sentença de 1 instância, pois que: não se verificam as nulidades, por omissões de pronúncia, apontadas ao Acórdão pela RECORRENTE; soçobram as críticas por esta formuladas quanto à antecipação do juízo da causa principal e quanto à factualidade tida por assente; e, contrariamente ao defendido pela Recorrente no presente recurso, não se verificou a prescrição do procedimento de recuperação das quantias tidas como indevidamente pagas no âmbito da operação e do contrato de financiamento em questão nos presentes autos – quer quanto aos procedimentos de recuperação das quantias objeto do primeiro e segundo pedidos de pagamento relativamente aos quais a Recorrente impugnou a decisão da sua não prescrição), quer quanto ao procedimento de recuperação da quantia objecto do terceiro pagamento relativamente ao qual a Recorrente aceitou a decisão da sua não prescrição, por a não ter.