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Deste modo, e procedendo-se ao "julgamento dentro do julgamento” que o juízo sobre a perda de chance sempre postula, é de concluir que em decorrência adequada do facto omissivo que, repete-se, foi considerado pelas instâncias como ilícito e culposo, e isto não é objeto de discussão neste do segundo Réu, sofreram os Autores o dano patrimonial de €1325,2  A presença deste dano determina necessariamente o ressurgimento - que a lógica e o desfecho do acórdão recorrido - mas que aqui não subscrevemos - fez ficar prejudicado - do dano patrimonial inerente às taxas de justiça a que os Autores tiveram que fazer face €734,00) e do dano não patrimonial sofrido que foi avaliado em €000,00), acrescendo os juros respetivos.