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Acordam os Juízes da Secção Social do Tribunal da Relação de Coimbra  – A., residente em Rua ..., intentou a presente acção declarativa, sob a forma de processo comum, emergente de contrato individual de trabalho, contra B., UNIPESSOAL, LDA., com sede em , , pedindo que a ré seja condenada a: a) – A reconhecer que o Autor esteve ao seu serviço ininterruptamente desde 2 de Dezembro de 2015 até à resolução do contrato de trabalho; b) - A reconhecer que o Autor auferia mensalmente a retribuição líquida de 000,00 €, a que corresponde o valor ilíquido de 156,00 €; ) – A reconhecer que o Autor fez cessar o contrato de trabalho com justa causa, por carta datada de 24 de Janeiro de 2020, recebida pela Ré no dia 31 de Janeiro do mesmo ano; ) - A reconhecer que dada a justa causa da resolução tem o Autor direito a receber da Ré a indemnização legal no valor de 540,00 €; e) - A pagar ao Autor as remunerações de Novembro e Dezembro de 2019, no valor ilíquido de 312,00 €; f) - A pagar ao Autor as diferenças do subsídio de férias de 2018 e 2019, no valor de 295,00 €; g) - A pagar ao Autor 4 dias de férias não gozadas em 2019, no valor de 213,44 €; h) - A pagar ao Autor as férias vencidas no dia 1/1/2020 e o correspondente subsídio, no valor de 312,00 €; ) - A pagar ao Autor 15 dias de trabalho de 2020, no valor de 578,00 €;  j) - A pagar ao Autor os proporcionais de férias e de subsídio de férias referentes a 2020, no valor de 192,67 €;  k) - A pagar ao Autor o proporcional de subsídio de natal, referente a 2020, no valor de 52,92 €; ) - A pagar ao Autor o crédito correspondente à formação profissional não ministrada, no valor de 067,20 €. )