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Menos ainda poderia este Tribunal aditar à matéria de facto, matéria que, por definição, o não é, antes se traduz em juízos conclusivos e em juízos de valor formulados com base em critérios legais, como resultaria de se dar como provado, por um lado, que «o sinistrado BB, no momento do embate, não fazia uso do dispositivo de retenção tendo contribuído com culpa para o agravamento dos danos por si sofridos no embate», e que «o sinistrado BB contribuiu desse modo para o agravamento dos danos por si sofridos numa percentagem de 15%», não se compreendendo, aliás, em função das premissas de raciocínio de que parece partir o apelante, por que motivo necessitaria da formulação em sede de factos das referidas afirmações .