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Não obstante a matéria de facto transcrita e apresentada pelo Recorrente nos autos epigrafados com lance a provar a propriedade plena sobre os bens constantes do facto provado , certo é que a prova produzida em julgamento demonstra inequivocamente o contrário, As alegações não provadas ponto  dos factos não, feitas pelo reclamante, ora recorrente, a saber, de que o bem descrito no facto provado 2 portátil preto da marca Asus, rato e bolsa de transporte preta, adquirido em 06-12-2013) foi oferecido ao reclamante pelos seus pais, bem assim como a alegação, não provada ponto 2 dos factos não, de que o bem descrito no facto provado 2 TV Led preta, marca Philips, 40 polegadas, ou melhor descrito, Philips TV LED40PFL5606H/12 adquirida em 16-11-2011) foi vendida pelo casal aos pais do reclamante, na constância do matrimónio, estavam condenadas ao insucesso pois, conforme se provou testemunhal e documentalmente em julgamento, foram adquiridos na constância do casamento, com dinheiros comuns, razão pela qual a "tese” apresentada pelo Recorrente, em momento algum poderia ilidir a presunção imposta pelo artigo 1724 al.