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Doutra forma, anular-se-ia a cláusula penal, quando, do que se trata, é apena de evitar abusos, traduzidos em penas manifestamente excessivas ou injustificadas.»  Tendo presente o que se deixou expendido, e transpondo-nos para o caso em apreço, e considerando:  Que o que se deve agora ter em conta é o dano efetivo; no juízo a formular sobre a manifesta excessividade da;  Que o dano no caso se reporta ao facto de não ter sido agora de forma definitiva, ado que, perante o excessivo prolongamento do período de mora, a A. perdeu o interesse entregue/devolvido à A./locadora o veículo automóvel locado;  Que a referida penalização e até também por via da circunstância, estabelecida na sobredita cláusula penal, estabilizou definitivamente;  As caraterísticas/modelo do veículo em causa que supra se deixaram descritas e que constam do ponto 5 dos factos, tendo sido entregue no estado de novo à locatária, sendo certo ainda que a mesma deixou de cumprir/pagar as rendas a que se obrigara logo ao fim da  renda mensal num momento que faz, assim, presumir que o veículo ainda se encontraria num estado de praticamente, o que levou à cessação do contrato, "com justa causa” dado o incumprimento culposo por parte da locatária e a não assunção também pela ré/fiadora das obrigações nele, por resolução do mesmo;  Que o montante peticionado pela A., a título dessa cláusula, se cifra no montante total de € 3488,13 numa penalização que se encontra, como deixámos referido, definitivamente.