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Assim, à luz destes considerandos, e atenta a factologia tida por assente, temos que a sociedade ré tem três sócios, sendo que um deles é o próprio  que é igualmente sócio e gerente da outra sociedade que pretensamente estará a desenvolver concorrência desleal - e que, como tal, desde a data em constitui a dita sociedade está inteirado de todo esse circunstancialismo -, o outro deles é E, que assumiu na contestação ser também do seu conhecimento tal circunstancialismo desde 2013, restando a sócia B, aqui autora, a qual, em face da leitura conjugada de toda a factualidade acima exarada, estará inteirada de todo o circunstancialismo relevante que poderia desencadear uma acção desta índole há pelo menos mais de um ano, desde a data de interposição da presente demanda factos acima elencados sob as alíneas, e.-  Mesmo que se pudesse atender ao último facto alegado pela autora - e que é nada mais nada menos que uma nova manifestação do concreto circunstancialismo já por si conhecido anteriormente - sempre o mesmo se teria que situar em 202017 facto, e, ainda assim aquele prazo prescricional já teria decorrido.