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358/359: "A jurisprudência tem considerado esta visão compreensiva do dano não patrimonial, ponderando as diversas categorias em que o dano não patrimonial pode abranger: refira-se, a título descritivo, o dano corporal ou à saúde traduzido na diminuição psicossomática da pessoa por lesão à integridade física e psíquica – atualmente designado também como dano biológico; o dano que consiste no sofrimento físico e psíquico – quantum doloris; o prejuízo estético; o prejuízo sexual; o dano que se traduz no prejuízo da vida concreta e relacional da pessoa, designadamente familiar – que pode ser designado por dano existencial ou à vida de relação ou por prejuízo de afirmação pessoal, e que pode ainda ser particularizado no "prejuízo de distração ou passatempo”, no "prejuízo juvenil”, no "pretium juventutis”, no "prejuízo de auto-suficiência”.