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Fê-lo, invocando a desnecessidade de tal diligência e é certo que o juiz só ouve o arguido, quando o considere necessário – art 213, n 3 do, e remetendo para o despacho de 29/9/2020, onde escrevera: "considerando que não se mostra alegado ou indiciado qualquer facto relativamente ao qual os arguidos não tenham tido oportunidade de se pronunciar em sede de primeiro interrogatório judicial em síntese, a participação dos arguidos nos factos de que se encontram indiciados, o projecto agrícola e a sua estruturação e, ainda, os seus e, ainda, o breve hiato temporal decorrido entre o primeiro interrogatório judicial e a presente data que ocorreu há exactamente dois, considera o tribunal que se mostra manifestamente dispensável a audição directa dos arguidos nesta sede.