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28/2 do Civil – designadamente: ter lugar em momento posterior à cessação do vício que serve de fundamento à anulabilidade; ter o interessado/conhecimento do vício; e do respetivo direito à anulação – sucedendo que este último requisito não é inferível, "com toda a probabilidade”, do mero e objetivo pagamento/restituição dos € 1500,0032; que não constitui um comportamento concludente e revelador do conhecimento do A. sobre o seu direito à anulação do negócio  A verificação dos dois primeiros requisitos não se discute – até porque o conhecimento do vício não exige a apreensão das particularidades jurídicas inerentes ao "vício” do negócio – mas, para se considerar verificado o conhecimento do direito à anulação, teria pelo menos que poder dizer-se e nada há que o permita dizer ou que o A., quando efetuou as 4 restituições parciais, tinha presente a possibilidade de poder pôr termo ao negócio, sem o que não pode afirmar-se que o A. tivesse consciência de estar a praticar um ato entendível como renúncia ao direito anulatório confirmação).