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propositadamente mantêm as janelas da sua casa permanentemente abertas, para poderem dizer que não suportam o ruído;  	Se algum ruído se verifica na casa dos AA., o mesmo provem de todo o espaço envolvente em que a residência se situa; 	Mesmo que o estabelecimento da R. esteja encerrado o ruído que existe no quarto dos autores continua a verificar-se pelo referido nos factos provados 1 e 1; 	O critério de incomodidade não é satisfeito, em período nocturno, no quarto da habitação sita na Rua ...) devido ao funcionamento do "Aldeias Bar” e demais estabelecimentos instalados na mesma rua associado ao elevado número de pessoas nas ruas circundantes que transitam/permanecem nas entradas dos estabelecimentos ali existentes; 	O estabelecimento explorado pela R. iniciou a sua actividade há trinta e dois anos; 	O valor do indicador do ruído ambiente determinado durante a ocorrência do ruído particular da actividade em avaliação e o valor do indicador do ruído residual sem, não poderá exceder 3 dB em período nocturno entre as 23h00 e as.B) – O Direito  A R./Recorrente invoca nas conclusões do recurso que se deu como provado que o estabelecimento da R. emite ruído que incomoda os AA., mas que também se provou que naquele local existem outros estabelecimentos de diversão nocturna que também emitem ruído, e afirma que não se pode concluir que só o ruído proveniente do estabelecimento da R. incomoda os AA., pois o ruído incomoda "venha de onde vier”, o que constitui uma contradição que invalida a sentença, que não demonstra um raciocínio lógico que a decisão judicial deve conter.