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Para sustentar que tal caducidade não se verificou, o recorrente apresenta os seguintes argumentos:    - Tendo requerido, no artigo 4 da petição inicial, a inversão do contencioso, ele, recorrente, entendeu que, ao ser decretada a providência cautelar requerida, se verificou a anuência ao seu pedido, designadamente no que concerne à referida inversão do contencioso;   - Enquanto a providência decretada não for concretizada, não começa a correr o prazo para a propositura da acção principal;   - A acção principal da presente providência cautelar é uma acção de despejo que correu termos, sob o n. 1145/03TVLSB, no Juízo Central Cível de Lisboa do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa;   - Durante a pendência do recurso interposto da sentença que decretou a providência, foram proferidas e transitaram em julgado uma decisão que julgou o recorrente proprietário dos imóveis destes autos e uma outra que decretou o despejo dos recorridos, no referido processo n. 1145/03TVLSB, com o que "ficou decidida definitivamente a questão do direito e do acesso do requerente desta providência aos bens e direitos objecto da providência, termos em que só por excessivo formalismo conceptual se poderia entender que o requerente teria ainda de instaurar um processo adicional”.