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Igualmente as situações reportadas de omissão de pronúncia "no que toca aos bens do executado BB ser co-devedor do crédito da autora” dizem respeito a despachos e demais tramitação ocorrida em sede de primeira instância bem como a de uma alegada confissão dos executados ocorrida, porém, em sede de um outro recurso pendente e processado num apenso autónomo apenso; a mesma situação de impugnação de despachos e decisões da primeira instância ocorre quanto à questão das "matérias de competência do tribunal vs. competência do agente de execução” em que estão em causa despachos do tribunal "a quo” de 7 de Fevereiro de 2019, não escrutináveis no presente recurso deduzido pelos executados e não pela requerente, diz o Tribunal a quo.