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Subsidiariamente, se não se entender que deve desde já ser decretado que as Requerentes são trabalhadoras da Requerida Utilizadora F por manifesta violação do artigo 178/4 do CT, deverá sempre decidir-se, sem prescindir da anulação da ordem de transferência, que: - Seja desde já reconhecido que a sociedade com quem, no plano formal, as Requerentes tinham celebrados os seus contratos de trabalho temporário era B  não a B1  - Seja ordenado às Requeridas B e F que cada um dos requerentes volte ao posto de trabalho e funções de Junior Costumer Services Agent/Tripulante de Cabine, onde se encontravam até à data da ordem de transferência, em iguais condições às que vieram a exercer ao longo dos últimos anos, até decisão final na ação principal; - Que a requerida F atribua às requerentes planeamentos de voo "Roster”) com serviço a partir da G, Portugal, para que estas possam efetivamente prestar o seu trabalho e ser cumprido o dever de ocupação efetiva do trabalhador.