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2 Face ao quadro clínico supra, foi aconselhada a repetir o exame de angiografia fluoresceína, exame base para a decisão do tratamento a fazer e que se previa necessário;  2 A Autora só regressou à Clínica ré no dia 102013 e, nessa altura, apresentava ao exame oftalmológico uma acuidade visual com correcção do olho direito de 1 e no olho esquerdo de 3; após realização de angiografia fluoresceínica detectou-se retinopatia diabética proliferativa em ambos os olhos; 2 No dia 302013 foi avaliada como habitualmente no pós-operatório nada havendo de especial a referir; 2 No dia 002013, a autora comunicou à ré via telefone queixas de dor e perda de visão, deslocando-se à clínica nesse mesmo dia e sendo operada após observação, apresentando hipopion e pan-uveíte no olho direito; foi feita operação de extracção do cristalino, vitrectomia e lavagem com antibióticos intravítreos; 3 No dia da operação 202013), a doente assinou o consentimento informado para o acto médico-cirúrgico;  3 O mesmo acontecendo em relação à intervenção realizada em 002013;  3 No dia 002013, dois dias depois da cirurgia de urgência foi novamente operada por se entender que o problema da inflamação não estava totalmente resolvido, continuando a ser acompanhada pela ré até ao dia 212013; 3 Após essa data, apenas compareceu novamente a consulta em 102014, invocando um acidente de viação; 3 Nessa data, 102014, apresentava um descolamento da retina direita, com atingimento macular e proliferação vítreo-retiniana, sendo informada da necessidade de efectuar cirurgia de vítrectomia ao olho direito, o que não fez;  3 A autora continuou a ir a consultas da ré durante esse ano, tendo feito uma angiografia fluoresceínica para continuar a avaliação do olho esquerdo em 202014; 3 Foi aconselhada a fazer tratamento com raios laser no olho esquerdo, que aceitou fazer em 002014; 3 A autora pediu um relatório com o ponto da situação em Agosto de 2014, que lh  3  A perda de visão ocasionou desgosto na autora.