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Efectuando tal análise descendo ao, impõe-se considerar: - que as partes, designadamente os exequentes, nos colocaram, claramente, tão só perante uma interpretação da declaração negocial segundo critérios normativos; uma vez nunca saem do estrito conteúdo das cláusulas da transacção em apreço, argumentando a partir do seu estrito conteúdo para imputar aos executados o incumprimento da obrigação de efectuarem as obras em causa, porquanto em violação do acordado, pretendem ser eles próprios a fazê-las, quando se acordou que seria através de terceiros, apenas cabendo aos executados custeá-las; - e que, por isso, estamos apenas e só perante o texto "nu e cru” das cláusulas em causa e em que, relembra-se, as partes tão só acordaram que, seriam solicitados junto de terceiros, pelo menos, três orçamentos, cabendo, de entre eles e tendo por referência o mais económico, a escolha final dos réus, e que são estes que se comprometem a realizar as obras em causa, naquele ano, o mesmo é dizer estamos circunscritos, na interpretação das declarações vertidas em tal segmento, aos critérios normativos da teoria da impressão do destinatário, acolhida no 23/1 do Civil.