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Peritos indicados pelo Ex.mo Tribunal e pela Expropriante, não atenderam a todas as características da parcela em expropriação”; isto porque entendem que "não é o facto duma parcela não estar ao momento a ser usada para fins agrícolas, que impede o cálculo do seu valor com essa aptidão para cultivo”;  Pelo que, deveria o Tribunal a quo "considerar essa área não como florestal, mas sim com a sua potencialidade agrícola inserida na RAN”, motivo pelo qual o valor por m2 da parcela será muito superior ao encontrado pelo Tribunal a quo; mais criticando o laudo maioritário no sentido de que "assentou em critério desadequado e não avaliou a parcela segundo o destino que lhe é concedido e assegurado pelo PDM, decorrente da sua localização em Reserva Agrícola Nacional, que não se confunde com Área de Produção Florestal, que serviu para o laudo maioritário”.