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Acresce que como foi também confessado pelo 4 Réu G. aquele tinha pruridos em ser acusado pelos filhos em estar a beneficiar uns em detrimentos dos outros, pruridos esses que, de resto, o mesmo invocou para ter feito o tal pretenso empréstimo à 1 Ré F..  Aqui chegados, a única conclusão que é possível extrair é que, tal como conclui o tribunal a quo, os 4s Réus pretenderam efetivamente doar os prédios em causa aos 1s Réus e não aos 2s e 3 Réus, que também não quiseram aceitar essas doações, tal como confessaram acontecer aos sogros de testemunha , mas que apenas não declaram essa sua real intenção na escritura pública para colocar esses bens doadora aos 1s Réus fora do alcance dos credores destes, nomeadamente dos aqui Autores, que bem conheciam, já que essa é a única razão plausível que é suscetível de ser extraída dos elementos probatórios que se vem enunciando e analisando quando submetidos às regras da experiência comum.