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Decisão  Nos termos e pelos fundamentos expostos, acordam os juízes desta 1 Secção da Relação de Guimarães em: - não conhecer da questão da condenação em objecto diverso; - aditar a matéria de factos dois pontos com o seguinte teor: A petição inicial do processo de insolvência foi apresentada a 01/07/202; Nos referidos autos a 15/07/2020 foi proferida sentença que declarou a insolvência, a qual transitou em julgado a 10/08/202 - considerar não escrita a asserção constante dos factos não provados com o seguinte teor: "Qual o valor de mercado do ativo referido em e sua real contraprestação aos valores referidos sob e.” - anular a sentença recorrida, tendo em vista a ampliação da matéria de facto, de modo a apurar se a 20/09/2018 o valor da carteira de clientes era € 0,00 sem prejuízo de, acaso o tribunal encontre um valor superior a € 0,00, decida o facto em apreço em conformidade e julgue a causa também em conformidade.Custas pela parte vencida a finalNotifique-se Guimarães, 18/11/2021 O presente acórdão é assinado Juiz Desembargador Relator: José Carlos Pereira Duarte  Juízes Desembargadores Adjuntos: José Fernando Cardoso Amaral Eduardo José Oliveira Azevedo