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No que concerne ao facto provado n. 22, os Recorrentes não contestam que a "G” é a principal cliente da Insolvente e de ter efectuado compras de mais de €80000,00; de um dos excertos transcritos pelos Recorrentes do depoimento da Recorrente, resulta claro que esta sociedade foi constituída com o claro intuito de não "deixar cair” a Insolvente, razão pela qual a "G” é a principal cliente da Insolvente, limitando-se a adquirir a quase totalidade da produção da insolvente, indo o restante depoimento neste mesmo sentido, demonstrando que as duas sociedades actuava como uma; os Recorrentes pretendem  que este facto seja alterado, alegando que a contrapartida para a Insolvente vender à "G” seria a "G” pagar todos os encargos da Insolvente, ou seja, a "G” pagava as contas da Insolvente pelo privilégio de também lhe poder comprar pedra, não sendo assim que se processam quaisquer relações comerciais; se a "G” era cliente de outras pedreitas, como alegam mas não provam, então como estava tão preocupada em garantir que a Insolvente continuasse a laborar?