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Como o IFAP, para proceder aos pagamentos contratualizados, tem de ter prova de que os mesmos foram previamente liquidados, neste caso, atendendo a tais movimentos financeiros entre promotores e fornecedor não poderiam dar como verificados os pressupostos para realizar tais pagamentos comparticipados.” E, ainda, porque numa ponderação dos interesses em presença, privado e público de que o acórdão nem teria necessidade de, "estando em causa ajudas comunitárias, prevalece o interesse público, mormente através da recuperação de montantes indevidamente pagos, uma vez que, há sempre o risco de perda da quantia cuja devolução foi exigida.”  Na sua revista o recorrente invoca a "existência de uma questão que, pela sua relevância jurídica e social, se reveste de importância fundamental”, como também que a admissão da revista do presente recurso é "claramente necessária para uma melhor aplicação do direito”, imputando ao acórdão recorrido erros de julgamento.