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factos  e  firmados, e considerando que, como se viu, essa mesma aplicação de medidas cautelares apenas pode ter lugar no âmbito do próprio procedimento contraordenacional, nos termos conjugados do artigo 2 do Decreto-Lei n. 9/2007, de 101, e do artigo 4 da Lei n. 50/2006, de 208, facilmente se constata que a decisão suspendenda não encerra qualquer conteúdo decisório per se, não se alvitrando, em momento algum, a imposição ou definição de um qualquer efeito jurídico sobre a Requerente a qual, a vir a ter lugar, apenas sucederá no procedimento contraordenacional, mas tão-somente – e no limite – uma mera recomendação à adoção de uma conduta, circunstância que sempre obstaria ao conhecimento do mérito da causa, por força do disposto no artigo 8, n. 4, alínea, do CPTA, com efeitos reflexos ao nível dos presentes autos cautelares, os quais, como é sabido, são necessariamente instrumentais à ação principal de que dependem.”  Correspondentemente, decidiu-se em 1 instância, julgar: ") este Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa absolutamente incompetente, em razão da matéria, para apreciar a presente ação, nos termos conjugados do artigo , n. 1, alínea, do ETAF, do artigo 2 do Decreto-Lei n. 9/2007, de 101, e do artigo 9, alínea, 9, n. 1, in fine, e 9, n. 1, todos do CPC, aplicável ex artigo  do CPTA, e, por conseguinte, absolvo o MUNICÍPIO DE LISBOA, bem como .., da presente instância iniciada pela P......, LDA., mais declarando prejudicado o conhecimento das demais questões suscitadas nos autos.”  É incontornável que os atos cuja suspensão vem requerida se inserem ou se mostram conexionados com o identificado processo contraordenacional.