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A PAR DO FACTO NÃO PROVADO N. 2, DEU O DOUTO TRIBUNAL "A QUO” POR NÃO PROVADO O TEOR DO FACTO NÃO PROVADO N. 3 QUE AS TRANSFERÊNCIAS SE TRATASSEM DE DOAÇÕES PRÉ ACORDADAS ENTRE APELANTE E DAI RESULTANDO QUE O DOUTO TRIBUNAL NÃO DÁ COMO PROVADA NEM A TESE PROPUGNADA EM SEDE DE PETIÇÃO INICIAL PELO RECORRENTE, NEM NENHUMA DAS TESES DE DEFESA APRESENTADAS PELA RECORRIDA E QUE VARIARAM CONSOANTE SE OLHE PARA O VERTIDO EM SEDE DE CONTESTAÇÃO OU O ALEGADO EM SEDE DE AUDIÊNCIA DE DISCUSSÃO E.  O TRIBUNAL A QUO DEIXOU DE CONHECER UMA QUESTÃO BASILAR A TUDO O QUE SE DISCUTE: QUAL O MOTIVO SUBJACENTE ÀS TRANSFERÊNCIAS BANCÁRIAS DE DINHEIRO DAS PARTES, REALIZADAS PELA RECORRIDA, A FAVOR DAS FILHAS, POIS APENAS DA RESPOSTA A TAL QUESITO PODERÁ ADVIR O CONHECIMENTO, PARA QUALQUER HOMEM MÉDIO, SE TAIS TRANSFERÊNCIAS FORAM REALIZADAS DOLOSAMENTE E SEM CONHECIMENTO DO RECORRENTE, COMO PROPUGNADO PELO MESMO.