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Em síntese: a. O despacho que procede, nos termos do n. 3 artigo 4 do Penal, à revogação da suspensão da prisão subsidiária impede nova decisão, no âmbito do mesmo processo e relativamente ao mesmo arguido, tendente à suspensão da dita prisão subsidiária, tendo, antes, como efeito a execução desta; b. Por outro lado, a impugnação do despacho que na sequência da decisão, transitada em julgado, supra identificada determina a emissão de mandados de detenção, caso não ocorra o pagamento da pena de multa correspondente, com vista ao cumprimento do remanescente da prisão subsidiária, entretanto revogada, não é suscetível de colocar em crise a anterior decisão que operou a revogação da prisão subsidiária; Certo, porém, que ultrapassado o período a que se reporta o n. 3 do artigo 47 do Penal, precludida se mostra a faculdade de proceder ao pagamento da pena de multa em prestações.