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E, nessa medida, essa escritura não determina a prova plena da existência do aludido contrato de compra e venda, sendo admissível prova testemunhal para se contrariar a veracidade e sinceridade das declarações exaradas em documento autêntico, ou seja, para prova da vontade real das partes, recorrendo-se a elementos estranhos, extrínsecos a uma escritura pública – art 393, n 3, do  Acresce que, também por força do estatuído no art 394, ns 1 e 3 do , a prova do acordo simulatório, quando invocado por terceiros, como sucede in casu a entidade bancária é terceiro em relação à escritura pública) pode ser demonstrada por quaisquer meios probatórios, portanto por testemunhas ou presunções- cfr.