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Para aí se chegar, foi apresentada, sumaria e esquematicamente, a seguinte fundamentação: "Atendendo à situação dos autos, verifica-se que a Requerente alicerça o requisito do fumus boni iuris, na nulidade da decisão suspendenda por padecer dos seguintes vícios: - violação do principio da legalidade, do principio da proibição da retroatividade da norma sancionatória e do principio da aplicação da lei sancionatória de conteúdo mais favorável ao arguido; - falta de notificação do despacho que determinou a reabertura do processo disciplinar, datado de 202018, assim como, do pedido de escusa do Oficial Instrutor e, nessa sequência, da remessa do processo ao Comandante Geral da GNR; - caducidade do direito ao exercício do processo disciplinar; - inutilidade da instância disciplinar e violação do principio ne bis in idem; - mera reprodução dos factos constantes do acórdão proferido em processo crime; - violação do dispostos nos artigos 37 a 39 do RDGNR e do principio da proporcionalidade.