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1a— Escalpelizado o douto acórdão recorrido, verifica-se que o Tribunal da Relação não fez uso - como podia e devia - dos poderes cognitivos em sede de reexame da prova e da decisão proferida sobre a matéria de facto, e no que diz respeito à reapreciação que lhe foi concretamente solicitada atinente à instrução probatória dos factos consignados nos artigos 10, 11, 12, 13, 16, 26, 31 e 32 da contestação / reconvenção - integradores das alíneas e-) do Objecto do Litígio e das alíneas— e dos Temas de Prova foram considerados não provados, propugnando-se no recurso pela sua cabal demonstração), nos documentos juntos pela Autora com o requerimento apresentado em 13-11-2019, designadamente a escritura de compra e venda, através da qual a Autora vendeu a sua anterior casa de habitação em 17-11-2017 acta de audiência de julgamento de 07-11-2019), facto igualmente integrador das alíneas e do Objecto do Litigio e das alíneas e dos Temas de Prova foram considerados não provados, propugnando-se no recurso pela sua cabal demonstração) e, bem assim, quanto aos factos 5, 6, 8, 9, 10, 11, 13, 15, 16, 17, 18,19, 20 da Decisão proferida sobre a matéria de facto foram considerados provados, propugnando-se no recurso pela sua não demonstração).