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A Autora pediu na acção com base no instituto da responsabilidade , entre o mais, a condenação do condomínio na realização das mencionadas obras do espelho de água existente no terraço de uso exclusivo da fracção da Autora e obviamente não pediu a sua própria condenação no pagamento das quotizações que reconhecer estarem em atraso desde logo na p.. Na contestação inicial o réu não formula qualquer pedido reconvencional alega nos art.s 31 a 36 e 48 que a Autora é em grande parte responsável pelas dificuldades de conseguir honrar os seus compromissos de cumprir em todas as suas obrigações de boa gestão das partes comuns por que à excepção dos pagamentos efectuados em 11/3/2015, 3/2/2017 e 23/11/2017, pelos valores indicados, a Autora deve ao réu a totalidade das quotizações e despesas comuns de reserva do ano de 2017, bem como a quotização de despesas comuns e de fundo comum de reserva do primeiro trimestre do ano de 2018 no valor de 1594,51 euros, não havendo nenhuma fundamento legal para o réu ser condenado a reparar e impermeabilizar o espelho de água do terraço da Autora enquanto esta não estiver em dia com o pagamento da totalidade das quotizações e despesas referidas.