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Com efeito, o tribunal não apreciou a concreta questão suscitada pelo recorrente atinente a nulidade dimanada da violação do princípio do esgotamento do poder jurisdicional, apontada relativamente ao despacho que determinou a  audição do extraditando em 102020;   Como de igual modo não apreciou a nulidade reconduzível à falta de promoção do MP, por não ter estado presente quer na  audição quer na  audição do extraditando Procurador Geral Adjunto, mas antes Sras Magistradas do MP com a categoria de Procurador da República, destituídas de competência material e funcional à luz do próprio EMMP para intervir neste tipo de actos, sem expressa autorização do seu superior hierárquico;   Situação essa que corresponde a nulidade insanável;   Por outro lado, o tribunal no douto acordão proferido, omite pronúncia sobre a concreta quaestio da invalidade substantiva do acto do Sr. Secretário de Estado suscitada perante tribunal recorrido e ex novuum perante esse colendo tribunal;   E bem assim da violação do princípio do juiz natural que o recorrente suscita, por ter sido presidida a sua audição em dois momentos por Juiz Desembargador, que não era titular do respectivo processo, em clara violação do n. 9 do art.