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A data da medida de interdição de entrada no Território Nacional deve ser fixada entre o dia 30/12/2013 data da saída da recorrente Carla para o, terminando o período dos seis anos em 29/12/201 Por outro lado, não é de acolher a posição defendida pela recorrente no sentido de que seja fixado como dies ad quo da contagem do período de interdição o dia 19/04/2007, por ter sido nesta data que esta tomou conhecimento da decisão de expulsão e da interdição e não o período que decorre entre 30/12/2013 e 29/12/201 Com efeito, não tendo a recorrente cumprido a decisão de expulsão no prazo indicado na sua notificação, que foi de 20 dias, começou a partir do 21 dia a incumprir a decisão de expulsão, mantendo suspenso o período de interdição de entrada uma vez que este só faz sentido iniciar-se depois da efectiva saída do território nacional.