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1 Essa é a única conclusão possível atendendo a que: ficou prejudicada e pendente a apreciação do Recurso de Apelação do Autor relativamente ao modo como foi julgada a matéria da Acção, o que redundou na criação de um verdadeiro "limbo decisório” quanto a tal matéria; foi expressamente ressalvada por determinação do Tribunal da Relação de Lisboa, quanto à ordenada repetição do julgamento, a apreciação dos pontos da matéria de facto respeitante à Acção que se revelasse necessária para evitar contradições; o julgamento da matéria de facto respeitante à Reconvenção não é estanque e autónomo relativamente ao julgamento da matéria de facto atinente à Acção – muito pelo contrário, está com este directamente conexionado.