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Terá que ser um risco agravado, para além da força cinética do veículo, traduzido em funcionamento deficiente e/ou imprevidente da máquina por ex., a falta repentina dos travões, o rebentamento de um ou em especificidades de perigo da circulação/utilização em concreto por ex., um piso escorregadio ou oleoso, o súbito aparecimento de um obstáculo na 19, que justifique e torne plausível – numa lógica equilibrada e racional do regime legal para tutela do lesado, especialmente quanto este apenas evidencia uma negligência de reduzida censurabilidade  culpa leve ou levíssima) 20 e de diminuta relevância da sua eficiência causal para a produção ou agravamento dos danos sofridos pelo próprio – uma comparticipação ou da parte lesante, condutora/detentora do veículo, que responde independentemente de culpa 2 E que haja uma contribuição comprovada e cabal desse risco causalmente adequado do veículo para a ocorrência do sinistro gerador dos danos a indemnizar, a fim de se apurar as respectivas quotas de responsabilidade.