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Nesta ação, intentada pela A. contra a, aqui, R. e outras sociedades do grupo, pedindo, para além do mais 9, o pagamento de várias quantias a título de remunerações pelo exercício do cargo de administradora no ano de 2008, a R. deduziu reconvenção, pedindo a condenação da A. a pagar-lhe, para além do mais, a quantia de "€2104,96, a título de remunerações indevidamente recebidas durante o período em que a Autora esteve a receber o subsídio de doença, acrescendo juros desde o seu pagamento”, a qual veio a ser julgada improcedente, por não provada, com a seguinte fundamentação: " No que tange às remunerações indevidamente recebidas, os factos pertinentes são os enumerados sob 31 a 33, 113, 79 a 81, 86 a 88, 96, 98 e 9 Dos mesmos resulta que a Autora, perante a Segurança Social, apresentou-se como estando com incapacidade para o trabalho, razão pela qual recebeu o subsídio correspondente entre outubro de 2008 e maio de 200 Contudo, a Autora – apesar da situação formalizada perante a Segurança Social – esteve a trabalhar diariamente durante o referido período.