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Segue-se do exposto que não constituem questões a resolver neste recurso:    Saber se é admissível ao administrador recusar o cumprimento da promessa;   Saber se, na realidade, já se podia considerar que houve recusa de cumprimento;   Saber, no caso de ser admissível a recusa de cumprimento, se os recorridos tinham direito a exigir, como crédito sobre a insolvência, o montante de € 350 000,00, ou seja o montante corresponde ao valor atribuído às fracções F e no designado contrato-promessa de permuta;   Saber se o impugnante P interveio no contrato na qualidade de consumidor a questão da qualidade de consumidor era relevante pois segundo o acórdão uniformizador de jurisprudência n. 4/2014, DR, Série de 19-05-2014, No âmbito da graduação de créditos em insolvência o consumidor promitente-comprador em contrato, ainda que com eficácia meramente obrigacional com traditio, devidamente sinalizado, que não obteve o cumprimento do negócio por parte do administrador da insolvência, goza do direito de retenção nos termos do estatuído no artigo 755 n 1 alínea do Código Civil».