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Referiu que teve conhecimento que a colega  foi lá identificar os suspeitos; na altura não sabia que era a companheira do arguido ou tinham uma relação, mal a conhecia; também não sabia quem tinha ligado para o arguido; pensa que no primeiro telefonema a mesma não terá dito que o carro assaltado era o deles, mas que estavam a partir vidros de carros na rua; só soube que o carro furtado era do arguido, no fim, após a identificação o que se afigura duvidoso, tendo em conta que o depoente era o chefe da equipa, pelo que a liderava e conforme resultou do depoimento do assistente e testemunhas E, G e F, que se afiguraram credíveis e coerentes, a abordagem do arguido quando estava na carrinha, já demonstrou uma atitude demasiado agressiva e exaltada -chegou a "atirá-los" para a carrinha, a mandá-los sentar no chão, a chamar-lhes "nomes"-, "algo pessoalizada", diferente da primeira abordagem onde o assistente nem notou a sua presença); aliás, nessa altura da segunda o arguido já sabia que o carro cujo vidro partido era seu e agiu em conformidade com tal "descoberta" segundo as declarações da própria testemunha , companheira do arguido, na parte final da audiência, pouco depois de ter ouvido o barulho de vidros a partir, foi à rua e, enquanto falava com o arguido ao telefone, viu que o carro era o deles e comunicou-lhe).