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1 Aliás, se a vontade real do legislador fiscal mens fosse no sentido do entendimento perfilhado pela exponente que preconiza a irrelevância da qualificação contabilística e fiscal das despesas para efeitos de limitar a aceitação dos custos discriminados na segunda parte do n. 2 do artigo 3 do CIRC, aquele legislador teria adotado uma redação semelhante à que introduziu na redação dada à então alínea do n. 1 do artigo 4 do CIRC quando determinou que "não são dedutíveis para efeito de determinação do lucro tributável, mesmo quando contabilizados como custos ou perdas do exercício as despesas com ajudas de custo não faturadas a clientes, escrituradas a qualquer titulo”.