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No caso, pode afirmar-se, tal como se afirmou no já citado acórdão da Relação de Coimbra de 012014 Relator Fontes, que " dúvidas não restam de que a exequente e a executada foram interessadas e intervenientes na partilha realizada” e, "assim, que exista caso julgado no tocante a todas as questões discutidas e resolvidas no inventário, com os efeitos atribuídos por lei, se porventura suscitados de novo entre tais intervenientes”, pelo que, em princípio, assistiria legitimidade à Exequente/Recorrente para requerer a execução da sentença no que respeita a qualquer obrigação que tenha ficado "declarada ou constituída pela sentença homologatória da partilha.”  É certo que, como também se refere no citado acórdão, "tal reconhecimento decorre ou é consequente da aprovação unânime, devendo constar da sentença a condenação”, sendo também certo que, como resulta da leitura da sentença dada à execução, nesta não consta o reconhecimento da obrigação assumida na conferência de interessados que está em causa na execução em apreço.