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A este respeito e muito em síntese, alega a Recorrente que o acórdão recorrido não conheceu da 3 questão objeto do recurso de apelação, questão atinente à inclusão do denominado "subsídio de catamaran” na condenação de que fora alvo na sentença proferida pelo Tribunal da 1 instância, violando, desse modo, o estabelecido na cláusula 38-A do AE/SOFLUSA publicado no BTE n. 23 de 22 de junho de 2017, em cujo n. 3 se prevê que «o subsídio de catamaran não integra o conceito de retribuição mensal estabelecido na cláusula 3», sendo que esse AE produziu efeitos a partir de 1 de janeiro de 2017 como decorre do disposto no n. 1 da sua cláusula  Alega ainda que, ao contrário do sustentado no acórdão recorrido, não se trata de uma questão nova, uma vez que essa temática foi expressamente abordada, quer na 1, quer na 2 instância, como decorre do que referira nos artigos 38 e 40 da sua contestação e se extrai das conclusões 32, 33 e 34 do recurso de apelação por si interposto.