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A este respeito, como o réu esclareceu na sua contestação, para a comparação com os efetivos autorizados pelo Decreto- Lei n. 211/2012 apenas relevam os efetivos que são considerados «no quadro», nos termos do disposto no artigo 17 do EMFAR, sendo que, nos termos do n.3 do artigo 17 do mesmo estatuto, qualquer «militar adido ao quadro não é contado nos efetivos do respetivo quadro especial”, pelo que, os militares que se encontram nas situações previstas nos n.s 1 e 2 do referido artigo 17 não são contabilizados para efeitos de comparação com os efetivos autorizados a que se refere o Decreto-Lei n. 211/2012, sendo essa a razão da discrepância a que o Autor alude.