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J) Até eles nem sequer colocaram aqui o pressuposto da perspectiva de melhoria da situação económica da insolvente, uma vez que sempre com o rendimento da insolvente que foi cumprindo com as suas obrigações; ) Ao contrário do despacho que indeferiu a exoneração do passivo considera a recorrente que se acham verificados os pressupostos necessários para o deferimento da exoneração do seu passivo restante uma vez que a insolvente sempre agiu de boa fé, tanto nos termos dos princípios da proporcionalidade e da temporalidade, tendo prestado todos os esclarecimentos solicitados, não agindo, assim, com culpa nem se acham preenchidos os requisitos previstos no artigo 238 n. 1 al.