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entendam que ao caso concreto não poderia ser considerado como valor de aquisição o valor atribuído aos imóveis em sede de partilha, entendem ainda assim os Recorrentes que o valor de aquisição dos imóveis jamais poderia ser o indicado pela Administração Fiscal, tendo em conta o disposto no artigo 4 do CIRS, conjugado com o artigo 1 n. 1 do CIS e o artigo 1 do Decreto-Lei n. 287/2013, de 12 de Novembro; )	nos termos do artigo 4 do CIRS: Para a determinação dos ganhos sujeitos a IRS considera-se o valor de aquisição, no caso de bens ou direitos adquiridos a título gratuito: o valor que tenha sido considerado para efeitos de liquidação de imposto do selo ou o valor que serviria de base à liquidação de imposto do selo, caso este fosse devido; n)	de acordo com o artigo 1 n. 1 do CIS, "O valor dos imóveis é o valor patrimonial tributário constante da matriz nos termos do  à data da transmissão ou o valor determinado por avaliação”;  o)	segundo os n.s 1 e 2 do artigo 1 do Decreto-Lei n. 287/2003, de 12 de Novembro: "1 - Enquanto não se proceder à avaliação geral, os prédios urbanos já inscritos na matriz serão avaliados, nos termos do , aquando da primeira transmissão ocorrida após a sua entrada em vigor.