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Quer isto dizer que a sub-rogação coloca o sub-rogado na titularidade do mesmo direito de crédito, se bem que limitado pelos termos do cumprimento, que pertencia ao credor primitivo.” No mesmo sentido, acompanhando o acima transcrito, os acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça de 31-01-2017, relator Gabriel Catarino, processo n. 850/02TVLSB.LS1 e de 3-07-2018, relator Pinto de Almeida, processo n. 2445/15T8LRA-A.CS1 – "Como sublinha Brandão Proença, "o «direito de regresso» e o «direito de sub-rogação» mais não são do que, em circunstâncias diferentes, idênticos direitos de reembolso das quantias pagas, ex legis, a título provisório e por obrigados não responsáveis) secundários, direitos esses a «construir» substancialmente de forma semelhante, com uma natureza que não é, nem deve ser a do direito do lesado ressarcido e com um conteúdo delimitado essencialmente pelo crédito satisfeito.” Porque a seguradora fica sub-rogada no mesmo crédito, transfere-se para ela a prova e delimitação da responsabilidade do terceiro responsável.