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Quanto ao facto provado na alínea:   ee) Por causa e em consequência da omissão de informações por parte do Réu, os Autores adquiriram obrigações que de outra forma não teriam adquirido, cujo investimento lhes acarretará um prejuízo de quantia ainda ilíquida correspondente à diferença entre o montante de € 57250,00 e o montante que venham a receber no mencionado processo de liquidação do Banco B.  Entende o recorrente, em primeira linha, que este facto não poderia ter sido dado como provado nos termos em que foi, por aí se estabelecer uma relação causal que tem a ver com um raciocínio jurídico, pois está ligado com uma questão de nexo de causalidade legal, argumentando que ao dar como provada a referida alegação nos termos em que deu, o Tribunal "a quo” antecipou uma decisão de direito por via da prova de um suposto facto que, por natureza, não resultou, nem poderia resultar – por estar em causa matéria de direito – da prova produzida em julgamento.