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Nesse sentido, por não estar afinal em causa a decisão homologatória da transação, pois que essa não pode aqui ser sindicada, cingidos pois ao que pode ser objeto do nosso conhecimento, em face das conclusões apresentadas pela Recorrente, nas quais se afirmando o seu inconformismo com a decisão recorrida no pressuposto de que o aí afirmado seja contrário ao fixado na sentença homologatória, apreciando as questões expressamente colocadas, diremos o seguinte: Desde logo, fazendo a Recorrente nas suas conclusões referência tão somente ao teor da cláusula 1 da transação firmada nos autos, em termos de interpretação da real vontade das partes, importa esclarecer que teremos de atender, também, ao exato teor das demais cláusulas dessa transação, das quais resulta, com relevância para esses efeitos, nomeadamente:  - Das cláusulas  e , a aceitação pelas partes de que do acidente resultou para o autor uma incapacidade temporária absoluta desde o dia 002017 até ao dia 102019 e que nessa data ocorreu a consolidação médico-legal das lesões);  - Das cláusulas ,  e 1, em face da aceitação de uma IPP de 80,19% com a atribuição do fator 5 pela com IPATH, o assumir pela ré da obrigação do pagamento de uma pensão anual, vitalícia e atualizável, de € 944,69, devida a partir de 102019 acrescida dos respetivos juros de9, à qual deverão ser "descontadas as quantias que tenham sido pagas ao autor pela ré a título de pensões provisórias” sublinhado; - Da cláusula , o assumir pela ré do pagamento, desde 102019, de um subsídio por situações de elevada incapacidade permanente, no montante de €205,00, acrescido dos respetivos juros de mora; - Das cláusulas  e 1, o assumir pela ré da obrigação de pagamento, referente ao período de ITA, da "quantia de €3138,70 €360,95 + €2777,75), acrescida dos respetivos juros de mora”, à qual "será descontada a quantia de €2968,52” sublinhado.