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Relativamente ao error facti, entendem os Recorrentes que o Tribunal a quo deveria ter dado como provado o facto constante da alínea dos factos não provados, segundo o qual à data da outorga do testamento em causa, a falecida não tinha liberdade de querer e entender o sentido e o alcance das deixas testamentárias, na medida em que se encontrava incapacitada por anomalia psíquica grave, em virtude da doença demência e que lhe havia sido diagnosticada meses antes”, em face da prova documental e testemunhal produzidas, nomeadamente:  Declaração, datada de 2de Maio de 2016, elaborado pelo Dr. , médico do Lar da Terceira Idade da Santa Casa da Misericórdia de ...., a fls.