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Para o caso de não proceder o pedido de revogação da sentença, na parte em que qualificou a insolvência como culposa, o recorrente pediu a alteração dos seguintes segmentos da decisão:   Do que decretou a inibição dele para administrar patrimónios de terceiros pelo período trinta meses;   Do que o declarou inibido, pelo período de trinta meses, para o exercício do comércio e para a ocupação de qualquer cargo de titular de órgão de sociedade comercial ou , associação ou fundação privada de actividade económica, empresa pública ou cooperativa;   Do que o condenou, até às forças do respectivo património, o que inclui todos os seus bens susceptíveis de penhora, a indemnizar os credores da insolvente no montante dos créditos não satisfeitos.