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Neste âmbito, a recorrente alegou na petição inicial que, em virtude da cessação contrato celebrado não atingiu, como atingiria, no segundo ano de vigência, um volume de compras à R. no valor de 2432,50 € vinte e cinco euros e quatrocentos e trinta e dois euros e cinquenta cêntimos), que corresponderia a 69,55% a mais do volume contratado para aquele ano de 1000,00 €, que a multiplicar pela margem de lucro média de 30%, representaria de lucro, o valor de 821,64 € seis e oitocentos e vinte e um euros e sessenta e quatro cêntimos;  e no terceiro, quarto e quinto anos de vigência do contrato, teria previsto um volume de compras total de 10730,00 € cento e um e setecentos e trinta, que excederia em 69,55% o volume contratado, o que representaria uma margem de lucro mínima, por referência aos 30 %, de 3519,00 € trinta e quinhentos e dezanove, totalizando a indemnização global de 3340,64 € trinta e sete e trezentos e quarenta euros e sessenta e quatro cêntimos).