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Além destas duas quantias, em face da discussão fáctica havida, dos factos provados e do "especto” dos pedidos formulados, entendemos não dever/poder efectuar mais "condenações oficiosas” em efeitos restitutórios; quer a favor da A. quer a favor da R.. É verdade, por um lado, que está provado que o R., a partir de Agosto de 2010, deixou de explorar o espaço arrendado facto, continuando, porém, a guardar bens no "locado”, o que terá impedido a A. de retirar do mesmo todas as utilidades; assim como é verdade, por outro lado, que o R. fez no "locado” despesas para o melhorar1 Estamos pois perante situações de facto que, em tese/abstracto, podem dar lugar à restituição do valor correspondente: à restituição do valor do uso a partir de Agosto; e à restituição do valor das benfeitorias que não possam ser levantadas1 Só que, a nosso ver, a discussão fáctica havida toda ela na perspectiva da validade do contrato e dos concernentes pedidos e os factos fixados são claramente insuficientes para, desde já, apreciar tais efeitos restitutórios e oficiosamente condenar, a tal propósito, nos correspondentes efeitos restitutórios.