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Contudo, alheando-nos do plano substantivo, até porque sempre a proibição da "reformatio in pejus” art 635, n 5, do nos impediria de ir para lá da decretada absolvição da instância, tem de se atentar que, no caso, ocorrendo em 2009 a dissolução, liquidação e cancelamento da matrícula da sociedade "J, Lda.”, o Réu deixou de ser sócio e desta em 2005, pelo que importa concluir que, não se encontrando na categoria das pessoas que, nos termos do referido art 163 invocado pela Autora, devem ser demandadas pelo credor da sociedade extinta, não cabe, ao Réu, mesmo nos termos em que a Autora configura a relação jurídica controvertida, a titularidade passiva dessa relação, carecendo de interesse em contradizer e, assim, de legitimidade para ser demandado.