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Sustentou-o, pois, no facto provado em 22 - "A demandada agiu com consciência e intenção de ofender o corpo e a saúde da demandante, o que conseguiu, causando-lhe dores no couro cabeludo” -, ainda que reconhecendo a contribuição da lesada, aliás, patente em que não se descurará que se provou, também, que "ambas agarraram mutuamente os cabelos uma da outra”, como provado em  	Deste modo, ainda que aparentemente aquele facto provado em 22 não contenda com a absolvição, o mesmo tem de ser integrado na realidade global reflectida em matéria de facto, motivo por que, em rigor, acaba por não se autonomizar no sentido de fundamentar a responsabilidade da recorrente, por maioria de razão quando é manifesta a culpa da lesada como ficou assinalado, comportando, por um lado, a exclusão da indemnização art.