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Para tanto e em síntese, argumenta que os citados arestos consagraram soluções opostas para a mesma questão jurídica fundamental, pois que no acórdão arbitral recorrido se decidiu "condenar a AT a pagar à Requerente arbitral juros indemnizatórios contados desde a formação do indeferimento tácito do pedido de revisão oficiosa apresentado pelo Requerente, até reembolso" e, por sua vez, no acórdão fundamento se decidiu de acordo com tese que colide com o acórdão arbitral, expressa na seguinte doutrina: "os juros indemnizatórios a que as impugnantes têm direito neste processo são apenas devidos a partir de um ano após o pedido de revisão por elas formulado, nos termos do art.43, n.3, al.