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24 do 15/93 de 20  O tribunal coletivo fundamentou tal avaliação nos seguintes termos: "Com efeito, estamos em presença de uma atividade mais ou menos prolongada no tempo entre inícios de janeiro de 2015 e 20-02-2017), mas que se traduz em idas regulares à cidade  para aí adquirir estupefaciente cocaína e heroína e, em algumas situações, canábis, já que, aquando da detenção, o arguido também tinha esta substância na sua posse, não se tendo provado que a destinasse à venda, mas também não se tendo feito qualquer prova de que a destinasse exclusivamente ao seu em quantidade suficiente para abastecer um número de consumidores que ultrapassa os 15 identificados nos autos - desconhecendo-se o número concreto.