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Ou seja, como se viu, nenhum dos Autores citados aponta para a aplicação, neste caso, do regime estabelecido no n. 5 do artigo 24 do CT. Deste modo, nos termos expostos, salvaguardando mais uma vez o devido respeito pela solução alcançada na sentença recorrida, defendida também pela Apelada, consideramos que não podem ser considerados em condições de ser gozados, no período de pré-aviso, os proporcionais de férias referentes ao ano da cessação do contrato, precisamente porque se não encontra então ainda, como se viu, vencido o direito, pois que, afinal, devendo em princípio vencer-se apenas em 1 de janeiro do ano seguinte e ser então gozadas, também em princípio, apenas nesse, o facto que determina o seu vencimento anterior é precisamente, e apenas, o da ocorrência da cessação do contrato, fazendo então nascer o direito, mas apenas, pois, na precisa data dessa cessação, não podendo assim, antes, falar-se em "gozo de férias”, expressão utilizada no n. 5 do artigo 24 do CT, sendo que, quanto à sua consideração nessa data da cessação do contrato, se terá de aplicar, em princípio, o regime expressamente estabelecido na alínea do n. 1 do artigo 24 do mesmo Código.