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Porém, o ora reclamante nada disse ou nada fez a esse propósito naquele momento processual, apenas se tendo pronunciado acerca de tal questão na sequência do despacho do Mm Juiz a quo de 30/11/2020, quando, após ter admitido o recurso interposto pelo arguido para este tribunal da Relação, ex officio decidiu socorrer-se "do comando do artigo 306, n 3, do P.Civl”, acabando por fixar em € 1000,00 o valor do pedido de indemnização , o que fez através do despacho de 20/12/202 Iniciativa essa do tribunal a que, como se referiu na decisão sumária, não tinha cobertura legal, dado que, como ali se explicou de forma clara, apenas poderia ter ocorrido até ao momento, inultrapassável, em que proferiu o despacho previsto no Art 414, n  Consequentemente, e reiterando-se que o valor a considerar para efeitos de recurso é aquele que foi inicialmente atribuído ao pedido de indemnização pelo assistente/demandante, ou seja, o valor de € 662,06, definitivamente assente, deixa de ter sustentação jurídica a alegação do reclamante quando aduz que sente "prejudicados os seus direitos, concretamente o direito de recorrer da decisão proferida quanto ao pedido de indemnização em que foi condenado, pelo facto do Demandado ter atribuído a tal pedido um valor incorrecto”.