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Assim, tendo-se provado a verificação do facto objetivo previsto na alínea do n. 2 do artigo 18 do CIRE, conforme a própria sentença recorrida concluiu uma vez que apesar de a insolvente ") – Sociedade Agro-Industrial, Lda.” ter iniciado o incumprimento generalizado das suas obrigações em 2012/20138, as contas aprovadas relativas a 2013 apresentavam valores contabilísticos que não refletiam a realidade económico-financeira da empresa9, tendo a Apelante ")-Portugal, Tractores e Equipamentos Agrícolas, Unipessoal, Lda.” efetuado negócios, em 2014 e 2015, com aquela sociedade, por se ter guiado por tais contas, que tomou como, a presente insolvência terá de ser considerada como culposa.