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Por fim, solicitou a procedência da presente impugnação, sendo a decisão administrativa anulada e substituída por outra que determine a sua absolvição, devendo ser analisada toda a prova documental junta aos autos, tendo arrolado também uma testemunha.Admitido o recurso, pelo juiz do tribunal a quo foi ordenada, em 04-09-2019, a notificação da arguida e do Ministério Público para, no prazo de 10 dias, declararem se se opunham a que a decisão do presente processo fosse proferida por despacho.A arguida "...), Unipessoal, Lda.” respondeu nos seguintes termos: ...), Unipessoal, Lda., Recorrente nos autos à margem referenciados e neles melhor identificada, notificada para vir aos presentes autos declarar se se opõe a que, por questões de economia processual e celeridade e prevenindo a prática de actos inúteis, a decisão seja proferida por despacho, vem aos autos declarar que nada tem a opor a que se prescinda da audiência de julgamento, desde que das declarações tomadas e das diversas diligências probatórias em sede de instrução administrativas e às quais a Recorrente só indirecta e parcialmente teve acesso resulte já demonstrado que: a) a Recorrente procedeu sempre e em cada momento ao pagamento do salário dos seus trabalhadores, incluindo a trabalhadora Telma Reis, tendo por referência o SMN vigente, sendo certo que nunca incumpriu esta obrigação, apesar do erro de processamento verificado e já e da consequente falta de correspondência entre o valor constante do recibo e o efetivamente pago que é; e que b) o local de trabalho é ao ar livre e inexistem condições físicas compatíveis com o cumprimento da obrigação de afixação dos diversos mapas, porquanto o único estabelecimento próximo do local da prestação do trabalho seja o da entidade receptora dos serviços prestados pela entidade empregadora, a quem não é exigível que afixe os mapas de todos os seus prestadores no local.