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E, mais recentemente, o mesmo e Colendo Tribunal Superior, veio afirmar/decidir " que a dispensa a que alude o n 7 do art.. 6 do RCP não pode ser vista como excepcional,impondo-se, ao invés, proceder sempre oficiosamente ou a requerimento das a um juízo de conformidade entre o valor que decorreria da mera aplicação da Tabela anexa do RCP e a magnitude do serviço prestado, levando-se a cabo a correcção que deva ter lugar”, para tanto devendo "atender a todas as circunstâncias relevantes, a todas as especificidades do caso concreto, como sejam a maior ou menor complexidade jurídica do litígio do ponto de vista material e processual, a extensão dos articulados, o número e extensão dos documentos, a realização de diligências de prova morosas, a análise de meios de prova complexos, a realização ou não de audiências, a existência ou não de alegações, a conduta processual das partes, o tempo despendido pelos magistrados no estudo e decisão do caso, o valor económico do pedido, o tempo e esforço despendido pelos serviços de secretaria, devendo a análise ser feita, além do mais, à luz dos princípios da proporcionalidade e da igualdade.” Postas estas breves considerações e descendo agora ao concreto, vemos que a acção pela Apelante intentada, tendo o valor de € 115708,00 , obriga ao pagamento de uma taxa de justiça remanescente de cerca de €12126,0 Por sua vez, tratando-se de processo que conta com cerca de 12 volumes, certo é que tal "quantidade” não corresponde necessariamente a efectiva complexidade de processado, pois que, o grosso do expediente incorporado em alguns dos volumes de mera documentação junta pelas partes se trata.