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Escreveu-se, a tal propósito, na sentença recorrida: "No caso em apreço, não restam dúvidas que as partes celebraram entre si um contrato promessa de compra e venda de "metade de um prédio rústico, com a área de 1408 m2”, e que pretenderam que o contrato prometido compra e tivesse lugar até meados de Janeiro de 2013, devendo para tanto, nessa data, estar tal metade indivisa de prédio rústico autonomizada em parcela urbana/prédio urbano ” "O que decorre inequivocamente do teor literal das cláusulas transcritas é que os autores e os réus quiseram condicionar os efeitos do contrato-promessa acordado entre eles, designadamente a celebração do contrato prometido em cumprimento das obrigações decorrentes daquele, entre o mais, à criação de novo artigo ou prédio autónomo o que implicada a divisão judicial do prédio rústico metade ” "Tal cláusula consubstancia uma condição ou cláusula condicional”.