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Foi considerado como não provado que:  a) O produto estupefaciente que o arguido tinha na sua posse não se destinava a ser vendido a terceiros, mas apenas para seu consumo pessoal;   b) Em virtude de ir estar ausente da sua residência durante um período considerável adquiriu quantidade suficiente para assegurar todo o período das suas férias;   ) O arguido nunca cedeu a terceiros, quer a título gratuito, quer a título oneroso qualquer produto estupefaciente;   ) O €200,00 não resultam da venda de produto estupefaciente, mas sim do seu trabalho na sociedade Car..., Lda;   e) Dos €160,00 que levantou, o arguido não gastou qualquer valor no festival, uma vez que tinha levado de casa géneros alimentares para cozinhar no parque de campismo;   f) Antes de se deslocar para o Festival de música, a sua mãe lhe deu a quantia de €150,00 para gastar durante as suas férias, uma vez que o arguido é um bom filho;   g) O arguido por recear a confusão dos dias do festival e por ter medo de não haver dinheiro das caixas multibanco, optou por deter em dinheiro a quantia de €200,00 para o caso de alguma necessidade;   h) Normalmente, devido à confusão é muito difícil obter dinheiro nas caixas multibanco, uma vez que estamos numa zona da província que durante o período de festival é visitada por milhares de pessoas;   ) O arguido ajuda diariamente a mãe nas tarefas domésticas.