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No acórdão do STJ de 13-7-2017 no processo n. 3214/14TBVIS Tomé atribuiu-se uma indemnização €6000,00 a título de danos não patrimoniais, relevando um quantum doloris de 7 pontos numa escala crescente de 1 a 7; dano estético de 4 pontos em igual escala; repercussão na atividade sexual de 4 pontos na mesma escala e prejuízo para a afirmação pessoal de 4 pontos numa escala de 1 a  No caso dos autos, «A Autora nasceu a 001981, tendo à data do acidente 34 anos», «Não tinha doenças ou mazelas que a impedissem de ter uma vida normal, tendo saúde e robustez, andava frequentemente de bicicleta, praticava natação, trabalhava e fazia toda a lide doméstica»; « padeceu de défice funcional temporário total correspondente ao período durante a qual esteve inibida de realizar com razoável autonomia as atividades da vida diária, familiar e de 60 dias», «Padeceu ainda de um défice funcional temporário parcial correspondente ao período durante o qual, ainda que com limitações, retomou, com alguma autonomia, a realização das atividades da vida diária, familiar e de 771 dias», «esteve impedida de realizar a sua atividade profissional por um período de 831 dias»; «ficou com um défice funcional permanente da integridade físico-psíquica fixável num mínimo de 7 pontos» e, como se disse, o quantum doloris, foi fixado no grau 5, numa escala ascendente de gravidade de 7 graus.