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Pelo que, entendem os recorrentes, deve ser alterada a descrição dos factos dados como provados no ponto 79 para ” No dia da recepção desse cheque foi efectuada visita domiciliária, mas nem a progenitora nem a avó H informaram as técnicas sobre a recepção deste dinheiro.”  19- No ponto 81 é dado como provado que "O progenitor reitera os mesmos comportamentos aquando a intervenção da CPCJ, mantendo os problemas de alcoolismo, chegando a casa no final do dia embriagado e sendo este elemento notório por todos os elementos do agregado.”  20- Acrescenta-se no ponto 82 que "O progenitor continua sem apresentar trabalho diário, pelo que quando trabalha o dinheiro da sua actividade é gasto maioritariamente no próprio dia para os seus vícios de álcool e tabaco e apenas em alguns dias compra alimentação para o agregado, em quantidades insuficientes.”  21- Diz-se também no ponto 83 que " A falta de hábitos de trabalho e a não contribuição económica para o sustento da família constituem fundamento para os constantes conflitos com o avô G, existindo episódios de agressividade entre ambos, com intervenção necessária dos restantes elementos do agregado.”  22- E no ponto 85 adiciona-se: No entanto, perante tais acontecimentos, o Pai  mantém os mesmos comportamentos e não altera a sua situação profissional nem habitacional.”  23- É entendimento dos recorrentes que toda esta factualidade, pontos 81, 82, 83 e 85, não pode ser dada como assente, que por declarações da Progenitora que foram prestadas em julgamento, quer por constarem na matéria de facto dada como provada factos que contrariam os que aqui se dão como provados.