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Efectivamente, contextualizando os factos, apenas temos como seguro que as propriedades dos automóveis foram transferidas e que, claro está, os negócios não foram feitos em simulação absoluta; mas se houve preços, se os preços foram efectivamente pagos e se houve ou não simulações relativas quer na modalidade subjectiva, de interposição fictícia de pessoa11, quer na modalidade objectiva, sobre o objecto/conteúdo do negócio) é coisa em que ninguém pode arriscar quaisquer certezas1 É que, importa enfatizá-lo, as regras da experiência comum – as presunções naturais ao caso atinentes e convocáveis – apontam no caso, em face da escassez e insuficiência da prova documental produzida, no sentido do "non liquet” que conduziu quer aos factos provados quer aos factos não provados contra os quais os apelantes se insurgem1 Finalmente, em linha com o que logo denunciavam os factos inicialmente alinhados, a própria explicação oferecida, incipiente e contraditória, para a queda na situação de insolvência dum ex-funcionário, a testemunha  J..., ter montado um talho e levado clientela, assim "ficando a sociedade insolvente praticamente sem clientes e criando um desequilíbrio entre custos e receitas, o que constitui a causa próxima da insolvência – concorrência por antigo funcionário”14); uma vez que, ao mesmo tempo que se dava tal explicação em que um comerciante/talhante, experiente, se confessou impotente para responder à concorrência dum ex-funcionário), se disse que esse mesmo comerciante aconselhou os filhos, estudantes, a montar um talho no local onde havia estado estabelecido durante 23 anos e onde tinha acabado de confessar ter sido impotente para responder à concorrência do antigo funcionário.