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STA de 10/12/2008, rec.861/0  Vejamos o que se escreveu na sentença recorrida sobre esta matéria: «Ou seja, desde a data da constituição da "G..”, em 301993, e até 101994, o ora oponente foi administrador nominal e de facto da sociedade, deixando de o ser nessa data em março de, não tornando a exercer de facto tais funções, não obstante ter sido nomeado novamente administrador a pedido do seu irmão que, quando voltou à empresa após o período de doença de que padeceu, a encontrou em situação financeira débil decorrente da má administração desenvolvida pelo então diretor financeiro, que veio a renunciar, sendo o oponente convidado a aceitar a nomeação de administrador a fim de se completar, formalmente, o respetivo Conselho de Administração.