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não numeradas do processo instrutor junto aos; 1 Em 13/12/2012 foi elaborada pela Direcção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares uma informação, a qual aprecia o recurso hierárquico deduzido pelo Impugnante, da qual consta, designadamente, o seguinte: ") 9 - Conforme ficou explícito supra o autor do ato de indeferimento da reclamação graciosa, fundamentou a sua decisão na mesma linha de raciocínio, ainda que de forma mais detalhada, daquela que já havia sido expendido no relatório da inspeção tributária da Direção de Finanças de Setúbal, que esteve na origem de uma correção à declaração de IRS dos sujeitos passivos, do ano de 200 1 - assim sendo, e dado que o ato de indeferimento da reclamação graciosa não padece de qualquer enfermidade formal, há que verificar a validade dos fundamentos substanciais atinentes à matéria em análise; 2 - tudo se resume a saber se uma determinada quantia que foi paga ao sujeito passivo, ora recorrente, pela sua entidade patronal se subsume ao conceito de remunerações de trabalho dependente, e sujeitas à incidência do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, ou se pelo contrário, não se subsume a essa realidade; 3 - os recorrentes pugnam pelo entendimento de que as importâncias em questão são verdadeiras ajudas de custo, enquanto que o relatório da inspeção tributária sustenta que essas importâncias constituem antes rendimentos do trabalho dependente.