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feitos para a conta bancária do Recorrente, para a qual "foramcontinuamente canalizados os influxos financeiros decorrentes da atividade da executada”; transferência no valor de EUR 650,62 da devedora originária para o Recorrente, apresentando a conta da primeira "um saldo manifestamente insignificante se comparado com o volume de negócios realizado”; a passagem de uma procuração a favor do Recorrente pelo sócio JC., em 1989, muito antes da constituição da sociedade, em 1995, concedendo-lhe amplos poderes; as declarações prestadas pelo mesmo JC., afirmando que foi um mero testa de ferro do Recorrente, para "contornar os requisitos impostos pelo regime jurídico do sector das farmácias que então limitava o acesso à sua propriedade exclusivamente a farmacêuticos; a retenção do produto do trespasse pelo Recorrente, excedendo os poderes que lhe foram conferidos pelo mandato, não tendo o mesmo logrado provar nos autos que o fez com o acordo dos sócios da sociedade devedora; e por último, a aquisição em 6 de março de 2012 da totalidade das quotas da sociedade devedora originária ao filho do Recorrente, JA.)