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Para pagar o , mas foi enviado para a filha, mas depois a filha meteu a carta na caixa de correio da Dona T. e ela pagou.”, o que leva a que deva ser dado como provado que: ") A Ré cabeça-de-casal da herança do falecido Sr. E. , quando recebeu na sua casa a notificação da Autoridade Tributária da liquidação do Imposto Municipal sobre Imóveis de 2014 remeteu-a para a Autora, que acabou por liquidar a dívida relativa ao acrescida dos juros pelo atraso de pagamento.” -	Ao ter sido depositada na sua caixa de correio uma notificação à qual já acresciam juros em face de processo de execução fiscal instaurado, é claro que a Autora, promitente compradora no ano de 2014 ano ao qual se reportava o decidiu realizar o pagamento do montante de €137,01 receando futuros encargos, devendo, por isso, ser dado como provado que: ") Receando futuros encargos, a A. pagou o referente à fracção, acrescido dos juros, por pagamento voluntário em processo de execução fiscal.” -	Ao estar junto com a petição inicial o documento n.15, quando acompanhado dos documentos n.7 a n.10, onde existe uma certificação por entidade notarial que no dia vinte e sete de outubro de 2014 para realização da escritura de compra e venda os Réus não compareceram, e, atendendo a que a informação da marcação, local e hora tinha chegado ao seu conhecimento conforme documentos n.7 a n.10 juntos com a petição inicial, deveria ter sido prova cabal a sua ausência no dia agendado.