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20” Neste sentido, sufragamos o entendimento inscrito na jurisprudência do Tribunal da Relação do Porto, de 12020, citada pela Apelante, quando se afirma que "a questão – o "dano apreciável” que cautelarmente merece tutela – está no que significa e representa, em termos de efeitos jurídicos, o simples facto de alguém deixar de ser proprietário duma participação social; o "dano apreciável” está nos direitos sociais que se retiram ao sócio excluído está na extinção da relação jurídica que liga permanentemente o sócio à. Aqui, em similitude de circunstâncias, estamos perante prejuízo determinante no âmbito da participação social da requerente que nos permite considerar preenchido o discutido requisito indeterminado, da providência prevista no art.