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A apelante imputa erro de direito à sentença recorrida, que homologou o plano de pagamento aprovado por maioria dos credores dos apelados, sustentando que nela, a 1 Instância, "fez tábua rasa do disposto no artigo 21 n. 1 alínea do CIRE, o qual dispõe que o juiz recusa a homologação do plano a pedido de algum credor que demonstre, em termos plausíveis, que a sua situação ao abrigo do plano é previsivelmente menos favorável do que a que interviria na ausência de qualquer plano, o que é o caso sub judice”, porquanto, "a homologação do plano de pagamento implica um período de carência de capital de 18 meses um ano e e o pagamento do capital totalidade dos credores € 30844,19) de forma faseada em 150 cento e prestações mensais, iguais e sucessivas, pelo que valor recuperado não irá contemplar qualquer valor de juros de mora, estejam vencidos ou sejam vincendos”; "o prédio misto descrito na Conservatória do Registo Predial de ... n.  e portador da matriz predial urbana ... e ..., esteve em venda na plataforma e-leilões de 18 de maio de 2021 e teria o seu fim a 26 de junho de 2021 pelas 10h30, só tendo ficado o leilão sem efeito atendendo à apresentação do processo especial para acordo de pagamentos; neste leilão eletrónico, quanto ao prédio misto, o valor mínimo de venda era de € 35000,00 e o valor base de € 42000,00, pelo que sendo a totalidade das dívidas de € 41614,35, todos os credores, incluindo a Recorrente P. J., S.A., em valor superior ao valor de capital pago nos termos do Plano de Pagamentos; mais, devemos considerar todo o património dos Devedores, o qual é composto não apenas pelo prédio misto, mas também por dois prédios rústicos melhor identificados no ponto 2 e 3 do Plano de Pagamentos; por outro lado, caso os Devedores venham a ser declarados insolventes, é previsível que os credores venham a ser ressarcidos em 2022, ou seja, com uma antecedência e 13 anos à data final de pagamento do plano”.