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250 e seguintes, cujo teor se dá aqui por reproduzido, pedindo que fosse declarado resolvido o contrato-promessa de compra e venda celebrado entre a autora e a ré, por culpa exclusiva desta, a condenação da ré a pagar à autora a quantia de 29872,96 euros, a título de devolução do sinal em dobro, acrescida de juros de mora vencidos desde a citação e até efetivo e integral pagamento, e o reconhecimento do direito de retenção a seu favor, sobre a fração autónoma designada pela letra R, do prédio urbano descrito na  Conservatória do Registo Predial de Vila Nova de Gaia, freguesia de ..., com o número 3309/20060731; yyy) As faturas n.s 90077, 90078, 90081, 90083, 90084, emitidas a 30 de dezembro de 2009, n. 100018, de 29 de abril de 2010, n.s 100034 e 100035, de 26 de maio de 2010, n.s 100052 e 100053, de 29 de julho de 2010, n.s 100060 e 100061, de 27 de setembro de 2010, e n. 100083, de 23 de dezembro de 2020, dizem respeito a materiais e serviços efetuados nas obras da ora insolvente; A Câmara Municipal de ... emitiu alvará de autorização de utilização relativo às frações autónomas designadas pelas letras J, R e S do urbano descrito na  Conservatória do Registo Predial de Vila Nova de Gaia, freguesia de ..., com o número 3309/20060731, utilização aprovada por despacho de 18 de outubro de 201”  149 – Está aqui em causa odispositivo da sentença onde se escreveu: "- Pelo produto da venda da fração autónoma designada pela letra R, do prédio urbano descrito na  Conservatória do Registo Predial de Vila Nova de Gaia, freguesia de ..., com o número 3309/20060731 verba n. 64:  O crédito da ".., Lda.”, no montante de 29841,69 euros;  O crédito do "Banco .., S.A.”, no montante de 74037,68 euros;   O crédito do Instituto da Segurança Social, P., no montante de 704,57 euros;  Os créditos comuns;  Os créditos subordinados”.