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No entanto, porque a realidade factual em questão já resulta adequada e suficientemente condensada no teor do ponto  dos factos provados quer quando aí se refere a existência de um cliente da R., quer quando se afirma ter o mesmo "desistido de lhe comprar tais obrigações”, de onde necessariamente decorre a existência da anterior declaração dessa, entende-se ser desnecessária qualquer outra referência à mesma factualidade, com "a riqueza e profusão” invocadas pela R. Por outro lado, de tal realidade factual condensada ainda que acompanhada da factualidade instrumental acima não é possível retirar aquela outra alegada pela R., no sentido de que estava acordado entre A. e R. que só seria devido por esta àquela o preço referido no ponto  dos factos provados se a cliente da R. a adquirisse as obrigações e pagasse o preço das mesmas.