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Na verdade foi com a prova de que os actos de posse exercidos pelo tempo necessário para o usucapião pelos AA sobre esse imóvel, "chegavam” à "adega” onde se guardavam os frutos e produtos que eles, AA, cultivavam e colhiam da terra, que se decidiu, como consta da parte "dispositiva da sentença” da acção de reivindicação, que o imóvel era propriedade dos AA..  Ademais, se a acção ora em apreço não carecesse do valor necessário para se recorrer até ao Supremo, poder-se-ia recorrer com fundamento na existências de "titulo suficiente” para dar como provada a área dos prédios dos AA e obviar desse modo à "amputação radical” de uma parte significativa do rústico dos AA em proveito do dos RR de forma arbitrária ver art 1354, n1, seu início e 1354, n 2, in.