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Esclarecida que foi no ofício acima citado a referência ao "princípio da boa fé que ainda poderia resolver o problema sem ter que recorrer a instâncias judiciais”, desde que formulássemos uma proposta de renda a pagar, até que uma solução fosse encontrada para a adequação da pista no âmbito de uma Unidade de Planeamento e Gestão que igualmente definiria que tipo de investimentos de atração turística se poderiam concretizar no futuro na Relva da Reboleira, permite-nos formular a seguinte proposta:  A partir de agora com vencimento em setembro de 2019 e anos seguintes no mesmo mês, até à legalização do funcionamento do teleski, o pagamento anual de € 000,00 cinco;  Um plano de pagamento para as rendas que se venceram e não foram pagas em 2014,2015 e 2016 até à denúncia do contrato em agosto de 2016, num total de € 1000,00 quinze, referente a cinco euros por ano, verba que consideramos como possível de ter sido paga sem o teleski estar licenciado, como aliás o terão demonstrado as contas da sociedade apresentadas.