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E assim, na linha do direito italiano, sustenta a admissibilidade da prova testemunhal quando esta "seja acompanhada de circunstâncias que tornem verosímil a convenção que com ela se quer demonstrar”4, apontando as hipóteses da prova da simulação pelos simuladores, ou "quando tenha em vista fazer valer a ilicitude do contrato dissimulado”, isto é, "quando está em jogo um interesse público que deve prevalecer sobre o das partes” Já na vigência do Código Civil de 1966, defende uma interpretação restritiva da norma em causa, indicando aquelas excepções à regra da não admissibilidade da prova testemunhal nela consagrada, afirmando: "parece razoável que a prova testemunhal seja admitida quando, em consequência das circunstâncias do caso concreto, for verosímil que a convenção tenha sido feita” E esclarece: "a convicção do tribunal está já parcialmente formada com base nessas circunstâncias e a prova testemunhal limitou-se a completar essa convicção, ou antes, a esclarecer o significado de tais circunstâncias”.