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1 No que respeita à culpa: ) o próprio Tribunal a quo reconhece que a alegada não disponibilização imediata do livro de reclamações teria decorrido, não de uma atitude de confronto ou indiferença face à norma putativamente violada, mas antes de uma motivação – indiscutivelmente – tão louvável quanto relevante, particularmente no atendimento ao cliente: a resolução efetiva dos problemas deste; ) além disso, ainda que a divulgação das políticas internas dos CTT consistisse apenas, como decorre da Sentença Recorrida, de meras conversas, reuniões e trocas de ideias, sempre deveria a existência desses esforços, a nível nacional, ser relevada no plano da censurabilidade da conduta da empresa; ) a Sentença Recorrida não é consequente na análise da culpa dos CTT, na medida em que, negligenciando por completo as razões que considerou estarem subjacentes à alegada não disponibilização do livro de reclamações e ao que ficou exposto, afirma que "o comportamento da arguida é bastante censurável, tendo em conta que se trata da empresa prestadora de serviços postais de maior dimensão e com maior antiguidade no sector postal, concessionária do serviço postal universal, com uma forte presença em todo o território nacional.” cfr.