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ACORDAM NO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES  A. Por apenso aos autos de execução movidos pelo Banco A, SA, com base num contrato de empréstimo de consolidação de dívida resultante de operações de crédito pessoal ao consumo, o executado J. deduziu estes embargos de executado, alegando que o título não tem força executiva e a violação do direito de informação relativamente à cláusula geral de renúncia ao benefício de excussão prévia, o que determina a sua exclusão nos termos dos artigos 6 e 9 do RCCG aprovado pelo 446/85, de 25-1  A embargada contestou, alegando que o contrato dado à execução se reveste de força executiva nos termos do artigo 9 do 287/93, de 208, cabendo na previsão da al.