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Ora, conforme salientam Antunes Varela, Bezerra e Sampaio e Nora, in Manual de Processo Civil, 234-235, "não basta, para o preenchimento da exigência legal, a indicação vaga ou genérica dos factos em que o autor fundamenta a sua pretensão, dizendo, g., na acção possessória de manutenção, que o réu tem praticado actos de perturbação do seu direito; na acção de divórcio, que o réu tem violado os deveres conjugais, sem mais precisão, na acção de reivindicação não indicando todos os factos concretos que interessa à aquisição do domínio”.nosso Por seu turno, Anselmo de Castro, Direito Processual Civil Declaratório, , 207 e ss, afirmava que deve o autor, na p., expor "os factos e as razões de direito que servem de fundamento à acção”, ou seja, de fazer a indicação dos factos concretos constitutivos do direito, não se podendo limitar à indicação da relação jurídica abstracta.