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Aqueles vínculos pressupõem necessariamente "a inerente auto-responsabilização do progenitor pelo cuidar do filho, por lhe dar orientação, estimulá-lo, valorizá-lo, amá-lo e demonstrar esse amor de forma objetiva e constante, de molde que a própria criança encare o progenitor como referência com as referidas caraterísticas.”  De salientar que no relatório elaborado pela EMAT, junto aos autos, se refere que a apelante não revelou disponibilidade de envolvimento num processo de intervenção e não deu consentimento para essa intervenção – circunstância que inviabiliza qualquer possibilidade de receber o proclamado apoio do Estado, quer na vertente estritamente pessoal, relacionada com consumo de estupefacientes, quer na vertente de aquisição de responsabilidades parentais.