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Apensada, viria tal acção a ser saneada com afirmação tabelar da validade e regularidade da instância, identificação do objecto do litígio e enunciação dos temas da e, realizado julgamento no qual viria o autor Manuel a alterar o pedido, solicitando que relativamente à ajuda de terceira pessoa fosse fixada renda vitalícia mensal no valor de 250,00€), foi proferida sentença que:  A- julgou parcialmente procedente a acção intentada pelo autor Manuel e, absolvendo a interveniente Companhia de Seguros, SA, do pedido, condenou a ré,, Seguros Gerais, SA, a pagar-lhe as quantias:  - de dezassete trezentos e quatro euros e trinta cêntimos 1304,30€), acrescida de juros de mora, à taxa legal de 4%, contados desde a citação até integral pagamento,  - de quarenta euros 4000,00€), acrescida de juros de mora a contar da data da sentença até integral pagamento, e - de quatrocentos e cinquenta euros 450,00€)a título de renda mensal e vitalícia, a pagar até a cada dia 8 do mês a que diga respeito sob pena de contagem de juros de mora, à taxa legal de 4%, a partir desse respectivo; e  B- julgou parcialmente procedente a acção intentada pelo autor Joaquim e condenou a ré, Seguros Gerais, SA,a pagar-lhe as quantias:  - de sete quatrocentos e sessenta e seis euros e vinte e um cêntimos 466,21€), acrescida de juros de mora, à taxa legal de 4%, contados desde a 9/05/2015 até integral pagamento,  - de e seiscentos euros 600,00€), acrescida de juros de mora, à taxa legal de 4%, contados desde a citação até integral pagamento, e - de euros 000,00€), acrescida de juros de mora a contar da data da sentença até integral pagamento.