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9) O acidente ficou a dever-se exclusivamente à conduta do arguido N. , já que atuou sem usar o cuidado que naquelas circunstâncias lhe era exigível e de que era capaz, nomeadamente, ao atravessar o veículo automóvel e com isso impossibilitar que o F. conseguisse passar na faixa de rodagem em que circulava, originando que este fosse embater no automóvel, violou de modo intenso o dever geral de cuidado e as normas gerais de segurança exigidas a quem pratica a condução automóvel, facto causal das lesões sofridas pelo F. , bem como as consequências permanentes de rigidez no cotovelo e pé direitos, uma vez que o arguido viu e percebeu que o F. conduzia um motociclo e que um acidente de viação pode provocar, como provocou, lesões graves e permanentes.