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Acrescentando, posteriormente, na decisão recorrida, que "O periculum in mora, ao contrário do que parece a oponente fazer crer, não se mostra afastado face à apregoada "boa saúde” da sociedade oponente, antes assenta no facto de estar em causa dinheiro facilmente dissipável, do facto de a mesma reiteradamente estar a solicitar o seu reembolso que apenas por razões relacionadas com a própria AT e que não se confundem com as razões do processo crime, pelo que, ao contrário do afirmado, não está a entrar pela janela aquilo que o legislador não quis que entrasse pela porta, pela comezinha razão de a casa não ser a não poderia mais ser adiado e do facto de se destinar a garantir valores idênticos decorrentes de vantagens relacionadas com a prática de crimes fiscais concretamente fraude, sendo manifestamente insuficiente invocar um imobilizado significativo afirmado como presentemente mais de 00000,00 como fonte garante do valor da futura perda, tanto mais que nem sequer se conhece que imobilizado é esse.”.