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):  Como se verifica na sentença, o Tribunal recorrido fundamentou a conclusão tirada acerca do facto de a esposa do A. ter tido de abandonar a actividade que exercia "fazia limpeza em várias casas”) para se dedicar à recuperação do marido, tendo, por isso, deixado de auferir 400,00€ por mês, exclusivamente no depoimento da própria, nenhuma outra prova tendo sido produzida, nem contemplada na sentença, para considerar verdadeira a alegação do A. descrita nos artigos 72 a 74 da petição inicial;  Era ao A. que incumbia demonstrar os factos em causa artigo 342, n 1 do Código, o que o mesmo não logrou fazer;  Da transcrição do depoimento da testemunha BB casada com o A. e, por isso, parte quase tão interessada no desfecho da acção como ele, como, de resto, resulta da sua inquirição e se compreende mas não pode deixar de relevar-se), não resultam elementos suficientemente sustentados – especialmente por desacompanhados de qualquer outra prova quer testemunhal, quer, sobretudo, – que permitam concluir, como na sentença, que a esposa do A.