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No mesmo requerimento inicial, a devedora formulou, ao abrigo do disposto no artigo 23, n. 1, do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, pedido de exoneração do passivo restante, alegando factos que, em seu critério, satisfazem todos os requisitos estabelecidos no artigo 23 do mesmo Compêndio normativo.Em 19/05/2015, realizou-se a assembleia de credores para apreciação do relatório previsto no artigo 15 do CIRE e, quer o Sr. Administrador de Insolvência, quer o Ministério Público declararam não se oporem ao pedido de exoneração do passivo restante.Foi, então, proferido o despacho inicial a que se refere o artigo 23, n. 2, do CIRE, admitindo liminarmente o pedido e concluindo nos seguintes termos: "Assim sendo, tudo ponderado, fixo em um salário mínimo nacional acrescido de 1/4 do valor do mesmo, o montante necessário ao sustento digno da Insolvente e seu dependente, iniciando-se o prazo a que alude o artigo 23, n. 2 do CIRE a partir deste momento.