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Pedido este, já ínsito, no petitório da p., que agora explicitamente renovamos.» Segundo os AA, a pretensa "expropriação do plano” decorreria do facto de os seus referidos prédios que estiveram arrendados ao B, de 1945 a 2004 e a ser utilizados como campo de futebol, se integrarem, antes daquela revisão do PDM em 2006, em zona urbana com capacidade edificativa, a que correspondia o índice 1,24 e terem passado, com aquela revisão, a ser classificados como área de " equipamento existente” de interesse público instalado ou a instalar, que é de equipamento desportivo ou associado funcional ou complementar desse uso e, portanto, com a respectiva edificabilidade limitada ao uso desportivo, afectos, por isso, a uso público, o que, concluem, constitui um encargo especial e anormal sobre o direito de propriedade dos AA, criando uma situação de desigualdade com os vizinhos proprietários dos terrenos limítrofes, o que, dizem, é tanto mais grave quanto os seus terrenos se situam no coração da cidade do Porto, pelo que não fora aquela limitação valeriam hoje milhões de euros.