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333 a 355, extraída de um inquérito em que a companheira do arguido , de nome  e alcunha "T” se encontrava com intercepções telefónicas, e que, no dia 13 de Julho de 2017 a data que consta da certidão, como se veio a constatar durante a inquirição de uma destas testemunhas, contém um lapso quanto ao ano, pois esta conversa até por razões lógicas, só poderia ter ocorrido após a morte do, manteve com uma outra mulher, de nome Te, a seguinte conversa: - Te – "... estava com um ódio T, do que fizeram ao homem... ai T o homem a morrer... estes ciganos para roubarem o homem... porque a reforma veio ontem...”; - T – "... Porque as reformas vieram a dobrar este mês, isso foi para roubarem o homem... mas já me disseram quem foi... eu já sei quem foi... está muito mal o que fizeram, o JA devia prender o  e o P, porque foram eles que fizeram isto ao homem, toda a gente ali sabe, estão é caladas, estão com medo, eles é que fizeram isto ao homem...”.