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Nesta mesma decisão foi considerado não provado que: A.–   A irmã da testemunha seja devedora à Ré;  B.– O sócio gerente não pretenda manter negócios com a testemunha;  – A requerida seja proprietária de vários imóveis espalhados por alguns concelhos da Região Autónoma da Madeira, sendo que o bem arrestado possui um valor de mercado mais elevado que o patrimonial tributário;  – A requerida possua créditos vencidos junto de entidades públicas e particulares decorrentes do exercício da sua actividade comercial; E.– O requerente marido já esteve este ano, mais de uma vez nos últimos quatro meses, na sede da requerido, que por diversas vezes contactou pessoalmente e por telefone aquele com a requerida;  F.– O contrato definitivo só não foi celebrado por não ter sido possível reunir a documentação necessária para o efeito e que a requerida manter a vontade firme de concluir a referida moradia, bem como as demais do referido empreendimento, e proceder à respectiva legalização, logo que possível;  G.– Tenha existido o licenciamento para a obra em causa, aprovado pela entidade camarária;  H.– A requerida, desde a celebração do supra referido contrato promessa até à resolução do contrato pelos Requerentes, sempre foi mantendo contacto com estes, colocando-os ao corrente das vicissitudes que foram ocorrendo ao longo desse período até à data prevista para a celebração do contrato definitivo;  – A requerida só não levantou a missiva nos CTT uma vez que o escritório esteve encerrado por causa do período natalício;  J.– A requerida não esteja a alienar o seu património imobiliário ou imobiliário, não tendo no último ano alienado qualquer imóvel pertencente à sociedade;  K.– O imóvel referido no artigo 20 do Requerimento Inicial não esteja à venda.