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a execução do despejo continuando a ser uma tarefa monopólio do Estado já não tem sede num âmbito judicial e consequentemente escapa à competência dos tribunais que em 2003 foram criados para se dedicarem as ações de tipo executivo.”  Em suma, como se refere na decisão recorrida, o arrolamento e apreensão alegadamente ofensivos do direito de propriedade da Recorrente não teve lugar no âmbito do PED ao qual os presentes embargos correm por apenso, já que aquele procedimento se extingui com o trânsito em julgado do Acórdão do STJ que confirmou o Acórdão desta Relação de Lisboa, de 11-01-2018 que teve como consequência a formação do título de desocupação que veio a ser executado pela AE artigos 1-E, n. 1, alínea, 1-F, n. 4 e 1-J e segs., todos do.