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640, do CPC, nos termos supra expostos, rejeita-se o recurso, na parte respeitante à reapreciação da matéria de facto, nenhuma alteração havendo a fazer à decisão da matéria de facto.5- Da nova fundamentação jurídica  Analisou o Tribunal a quo da verificação dos pressupostos da simulação relativamente aos, apelidados pelas partes, reconhecimento de obrigação pecuniária, acordo de pagamento e constituição de garantia, contrato de arrendamento com prazo certo para fins não habitacionais com fiança e cessão de posição contratual em contrato de trabalho e da invalidade do negócio celebrado entre elas, considerando, em face da matéria de facto provada que não mereceu alteração que"Prescreve o artigo 240, n 1 do Código Civil que "se, por acordo entre declarante e declaratário, e no intuito de enganar terceiros, houver divergência entre a declaração negocial e a vontade real do declarante, o negócio diz-se simulado”.