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Inconformada, apelou a exequente/embargada e, tendo desenvolvidos nas alegações as razões da sua discordância com o decidido, formulou a final as seguintes conclusões:  Vem o presente recurso interposto da aliás douta decisão de 01/04/2020, que julgou procedente a deduzida oposição, tendo em vista, não apenas a interpretação e a aplicação da lei aos factos já dados como provados, mas, também, a reapreciação da prova produzida, com vista à impugnação da decisão sobre a matéria de facto, nos termos e para e os efeitos do estatuído g. no artigo 66, do P.  A douta decisão recorrida invocou os seguintes fundamentos:1) Os arts 158 e 163, do Código das Sociedades Comerciais pressupõem a alegação, reconhecimento e identificação, judicial ou extrajudicial, da existência de ativos partilhados, relativamente à sociedade que tenha sido extinta e liquidada; O ónus de alegação e prova da existência de tais ativos e partilha pertence à Embargada; Não a tendo logrado, não se verificam os necessários pressupostos ao deferimento da responsabilização dos sócios da sociedade em causa.