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Neste sentido se pronuncia, na doutrina, Abrantes Geraldes Recursos no Novo Código de Processo Civil, 2013, p., ao sustentar que "Em quaisquer circunstâncias, o recorrente deve indicar sempre os concretos pontos de facto que considera incorrectamente julgados, com enunciação na motivação do recurso e síntese nas conclusões;”, acrescentando que "A rejeição total ou parcial do recurso respeitante à impugnação da matéria de facto deve verificar-se em alguma das seguintes situações: ) b) Falta de especificação nas conclusões dos concretos pontos de facto que o recorrente considera incorrectamente julgados” – p. 12 No mesmo sentido se têm pronunciado os nossos tribunais superiores, como são exemplo as seguintes decisões: acórdãos do STJ de 19/2/2015, proferido no âmbito da revista 299/06TBMGD.PS1, e de 4/3/2015, proferido no âmbito da revista 2180/00TTLSB.LS2; acórdão da Relação do Porto de 15/9/2014, proferido no âmbito da apelação 11/18TBGDM.P1; acórdão da Relação de Guimarães de 13/10/2014, proferido no âmbito da apelação 2149/18TBVCT.G1; acórdão da Relação de Lisboa de 102004, proferido no âmbito da apelação 26/16TTBRR.L1-4; acórdão da Relação de Évora de 7/12/2012, proferido no âmbito da apelação 614/13TTPTM.E1;  Esta secção social também vem decidindo reiteradamente no mesmo sentido de que são exemplo os acórdãos de 15/9/2017, proferido na apelação 5478/18T8CBR.C1, de 29/9/2017, proferido na apelação 3066/18T8LRA.C1 e de 10208 proferido na apelação 1629/16T8GRD.C No caso em apreciação verificamos que nas conclusões do recurso o recorrente não procede à concreta especificação dos pontos de facto que considera mal julgados cfr.