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Subsidiariamente, inscreve-se a questão de determinar se existiu culpa do lesado, a qual exclua a do Banco, ou quando menos, seja concausa do evento danoso;  - Independentemente de outros ângulos de sindicância que o Banco aborda no recurso, salienta-se em primeira linha que a sentença andou mal, por um lado ao desvalorizar e desconsiderar aqui as informações que concretamente o Banco deu presencialmente pelo ao A. e, por outro lado, ao abonar sem o adequado crivo, as declarações de parte do Autor;  - A sentença alheou-se do facto de que, perante a antecipação da maturidade e possibilidade do resgate das obrigações, o gestor contactou pessoalmente o A., a fim de especificamente lhe transmitir que, face às alterações verificadas, em particular face à alteração do emitente, cabia-lhe ponderar o que pretendia fazer, concretamente da possibilidade de venda das obrigações, acima do par;  - Nota-se porém que a sentença, no que toca às informações prestadas relativamente a este evento, não deixa de alinhar correctamente os factos que reconhece provados sob pontos 110 a 114 e 116 dos "Factos Provados";  - Posto o que, merece particular censura, a resposta dada pelo tribunal conforme ponto 117 dos Factos Provados ao determinar que:  "11 O R. não informou o 1 Autor da alteração do emitente para a PTIF bem como da antecipação da maturidade do produto, de 27 de Julho de 2016 para 30 de Junho de 2015, com possibilidade de reembolso de todo o capital e ainda de juro, caso em que se o tivesse feito, o Autor teria solicitado o reembolso do capital investido".