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Resulta, assim deste normativo que são elementos cumulativos integradores da acessão industrial imobiliária:  a)- a construção de uma obra realizada em prédio rústico ou, sementeira ou plantação resultante de um acto voluntário do interventor; b)- que essa obra haja sido efectuada em terreno que seja propriedade de outrem, ou seja, que ocorra uma implantação em terreno alheio; )- que os materiais utilizados na obra, sementeira ou plantação pertençam ao interventor/autor da incorporação; )- que da obra tenha resultado uma incorporação, ou seja, a constituição definitiva; e)- que da incorporação da obra, sementeira ou plantação resulte a constituição de uma unidade inseparável, permanente, definitiva de um todo único entre o terreno e a obra, sementeira ou plantação; f)- que o valor acrescentado pela obra, sementeira ou plantação acrescente valor económico e àquele que o prédio possuía antes de ter sofrido a incorporação da obra, sementeira ou plantação seja superior ao valor que o prédio tinha antes da incorporação; g)- que o autor da obra, sementeira ou plantação tenha agido de boa-fé psicológica);  Por sua vez, estipula o artigo 134, n 1 do CCivil que "Quando na construção de um edifício em terreno próprio se ocupe, de boa-fé, uma parcela de terreno alheio, o construtor pode adquirir a propriedade do terreno ocupado, se tiverem decorrido três meses a contar do início da ocupação, sem oposição do proprietário, pagando o valor do terreno e reparando o prejuízo causado, designadamente o resultante da depreciação eventual do terreno restante”.