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Que o devedor cedido tem manifesta legitimidade para, em acção própria contra si dirigida para cobrança do crédito cedido, invocar a ilegitimidade do cessionário e a ineficácia da cessão, como resulta do disposto no art.585 do  Que a ilicitude da cessão e a sua ineficácia, relativamente à ré, é originária, decorre da própria cessão e não se convalida, não ficando sanada se o AI da  não resolver o negócio.Perante o acabado de expor resulta claro serem as seguintes questões suscitadas pela autora/apelante neste seu recurso: 1) Pode a cessão de créditos em discussão ser considerada como a alienação de um bem e, consequentemente, ser enquadrada na previsão legal da alínea do n3 do art.161 do CIRE; 2) Consubstancia a cessão de créditos, objecto dos autos acto de especial de relevo, não carecendo por isso do consentimento prévio do AJP; 3) Padece a sentença recorrida das nulidades previstas nas alíneas e do n1 do art.615 do CPC.Como se verifica, no presente recurso não se impugna a decisão de facto antes proferida.