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n 1 junto à Contestação da Recorrida, onde se menciona que o despedimento da Recorrente ocorreu em 30/11/2009;  –Quanto à prova testemunhal, estes factos resultam do depoimento da Testemunha Paula ......, ouvida em 11/12/2018, na 1 Sessão da Audiência de Julgamento, entre as 14:31:55 e as 14:58:40, concretamente das seguintes passagens: 07:20 a 07:46; 09:50 a 10:40; 10:50 a 12:52; e 24:25 a 26:15; –Esta testemunha trabalhou para as empresas do grupo económico da R., com a A., e possui conhecimento direto destes factos, tendo confirmado de forma inequívoca que a A. estava a trabalhar, comparecendo para esse efeito no escritório que possuía nas instalações da R., no período em causa outubro/2008 a maio/2009); –A instâncias do Ilustre Mandatário da R., e à semelhança do que correu com as demais testemunhas ligadas à Recorrida, a testemunha aludiu a uma política que alegadamente vigorava no grupo empresarial a que a R. pertence, acerca de "complementos de baixa médica”, mas depois esclareceu, a instâncias da Mandatária da A., que esta não podia enquadrar-se em tal "política”, pois o circunstancialismo que rodeou a sua baixa médica não era comum, nem semelhante à dos demais trabalhadores da R. em situação de doença; –Esta matéria resulta, também, do depoimento da Testemunha Carla ......, prestado em 11/12/2018, na 1 Sessão da Audiência de Julgamento, das 14:59:32 às 15:20:29, concretamente das seguintes coordenadas:01:05 a 02:48; 16:43 a 19:38; e de 19:40 a 20:25;  –A mesma é técnica de contabilidade e presta serviço para a Sacramento ...... Projetos e Serviços,empresa do mesmo grupo económico que a recorrida B, e demonstrou conhecimento direto da matéria versada neste artigo, declarando inequivocamente que no período em causa a A. estava a trabalhar; –Quanto à Testemunha Carlos ......, que prestou depoimento em 13/12/2018, na 2 Sessão de julgamento, entre as 14:23:12 e as 14:55:18, foi membro do conselho de administração de várias das empresas do grupo económico a que pertence a sociedade aqui Recorrida ao tempo em que a Recorrente também o era, e produziu um depoimento muito parcial, conduzindo todas as suas afirmações no sentido da exata versão preconizada pela Recorrida nestes autos; –Demonstrou clara e reiterada animosidade para com a A., trouxe à colação diversos temas e factos que nem sequer se enquadram no objeto dos autos, mencionou outros processos judiciais entre as mesmas partes no passado, aludiu de forma descontextualizada a documentos que não constam deste processo, e em relação aos quais não foi possível, sequer, exercer o contraditório; –Afirmou factos com uma certeza que quis aparentar inabalável, mas em relação aos quais nem sequer possui um conhecimento direto, alegando que lhe foram transmitidos por Sacramento ......, então presidente do Conselho de Administração da empresa R., que a A. tentou insistentemente que viesse depor aos autos, mas sem sucesso e sem qualquer colaboração da Recorrida neste sentido, tudo com o lamentável intuito de denegrir a imagem da Recorrente; –Esta testemunha pretendeu, ainda, com o intuito já supra alegado, convencer o Tribunal de que a A. não estava a trabalhar, mas entrou em contradição, acabando por admitir que a A. exercia as suas funções em diversos locais, nomeadamente no exterior das instalações da R.; –Pelo que a Recorrente entende que este depoimento não poderá ser utilizado para prova de qualquer facto alegado pela Recorrida, alicerçando-se esta conclusão nas seguintes coordenadas: 22:28 a 24:26; e 24:27 a 26:30; –A prova dos factos deste art.