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Concorrendo ainda no mesmo sentido, à luz das regras da experiência comum, a circunstância de, quer o ofendido, quer a testemunha F, terem relatado em juízo que, antes dos eventos dos autos e não muito tempo antes , o cão ou cães do arguido já tinham atacado outras pessoas junto à residência do arguido, que comentaram tais situações com o ofendido e a testemunha F, o que também credibiliza a conclusão de que o cão que atacou o ofendido em causa nos autos, junto ao portão do arguido, pertencia ao arguido sendo perfeitamente natural, aliás, que um cão do arguido se encontrasse na zona do portão da residência do arguido, defendendo tal zona territorial que pertence ao seu dono, por mero instinto natural canino.