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Em novembro de 2016, no Processo Executivo n. 21925/16T8PRT, a correr termos pelo Juízo de Execução do Porto – Juiz 3, do Tribunal Judicial da Comarca do Porto, instaurado pelo J para pagamento da quantia de € 23371,12, emergente de duas livranças subscritas pela H e avalizadas pelo pai dos autores e pelo réu .21Os embargos de executado deduzidos pelos autores na primeira execução do Banco foram julgados improcedentes por sentença notificada aos mesmos em 23 de fevereiro de 20122Por entenderem não haver fundamento viável para o recurso de apelação de tal sentença, os autores procederam, em 03 de março de 2017, ao pagamento da quantia exequenda, acrescida de juros e custas de parte, no valor global de € 4343,58, a que acrescem ainda os honorários e despesas do agente de execução, já liquidadas no valor de € 600,723Na execução movida pelo Banco , além dos autores, é também executado o réu  e na execução requerida pelo J, apenas os autores são executados.24A requerimento do J, a que o réu  se não opôs, este último ter sido foi?