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296, 297,), "o dever de fundamentação introduzido pela reforma de 1961, reforçado em 1995 e agora transferido para a própria sentença que simultaneamente deve conter a enunciação dos factos provados e não provados e as respectivas implicações jurídicas " exige que "se estabeleça o fio condutor entre a decisão sobre os factos provados e não provados e os meios de prova usados na aquisição da convicção, fazendo a respectiva apreciação crítica nos seus aspectos mais relevantes.”3 A violação deste dever de fundamentação, que não se confunde com a nulidade da sentença por falta de fundamentação, determina as consequências previstas no art 662 n2 e do P. Posto isto, apesar de referidos pelos onerados expropriados que a sentença recorrida incorreu em vício de fundamentação, dos autos resulta que pretendem os recorrentes que sejam aditados uma miríade de alegados "factos”, baseados em partes de relatórios periciais, cartas cartográficas referentes a esta parcela, escrituras e fotografias, cfr.