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A Recorrente terminou as suas alegações de recurso, formulando as seguintes e doutas conclusões: « Vem o presente recurso interposto da douta sentença que julgou improcedente a impugnação judicial deduzida contra a liquidação de IVA n. 2018 023303544, referente ao período de 2015/1 No entender da Recorrente, o Tribunal a quo incorreu em erro de julgamento sobre a matéria de facto e de direito, na douta sentença recorrida, uma vez que: a)	a Fazenda Pública não impugnou especificamente quaisquer factos alegados pela Recorrente na petição inicial, nem impugnou quaisquer documentos juntos pela Recorrente aos autos, o que não pode deixar de ser relevado e apreciado para efeitos probatórios; b)	o Tribunal a quo errou ao dar como provado o facto da matéria assente; )	dos autos não resultou qualquer prova de que, nos anos de 2016, 2017 e de 2018, não foram emitidas outras faturas idênticas à descrita em e com base no contrato comercial, que se manteve em vigor nesses anos; )	o Tribunal a quo errou ao dar como não provados os factos 1,2, 3 e 4 da matéria de facto dada como não provada; e)	ficou provado que a troca de informação e correspondência entre a Recorrente e a "U.” era efetuada, em 2015, de forma regular e frequente por e-mail e/ou fax; f)	ficou comprovado que a U. realizou em 2015, entre outras atividades e serviços, serviços de investigação e prospeção de mercado para a Recorrente, nomeadamente desenvolvendo novos artigos, novos produtos, novas formas de embalamento para o mercado e transformação de produtos; g)	ficou demonstrado que a "compensação comercial” acordada pelas duas sociedades Recorrente e "U.)