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Acordam em conferência na Secção de Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo:  	Relatório  	A, com o número de identificação fiscal , residente na Rua , , , 6200- Covilhã, interpôs recurso da decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco que indeferiu liminarmente a acção para o reconhecimento de um direito ou interesse legítimo em matéria tributária que instaurou contra a Fazenda Pública pedindo o reconhecimento de que não foi gerente da sociedade executada e não lhe pode ser exigido o pagamento das quantias a esta cobradas coercivamente, bem como a anulação das decisões de reversão contra ele já proferidas, o levantamento das penhoras existentes e a consequente devolução das quantias já penhoradas.