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3 O Tribunal recorrido igualmente anda mal quanto à questão da provisoriedade, pois parece defender a inviabilidade de providências cautelares antecipatórias, como o arbitramento provisório de indemnização, a matrícula provisória, ao arrepio, por exemplo, do decidido nos Acórdãos do Tribunal da Relação de Lisboa de 9 de maio de 2019, proferido no processo n. 5995/15T8ALM-A.L1-2; de 24 de Janeiro de 2019, proferido no processo n. 25915/16T8LSB.L1-2; de 8 de Novembro de 2016, proferido no processo n. 1250/13T8OER.L1-  3 Afirmar que falta provisoriedade a um pedido cautelar de restituição provisória na posse num procedimento cautelar comum que só segue esta tramitação por remissão do artigo 37 do Código de Processo Civil pertencente à secção do procedimento cautelar especificado de "restituição provisória na posse”, sem qualquer fundamentação adicional, apenas evidencia a flagrante contradição do decidido com o que resulta do artigo 37 do Código de Processo Civil.