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Em cúmulo jurídico, condenar o arguido na pena única de prisão de 5 anos, na pena acessória de proibição de exercer profissão, emprego, funções ou atividades, públicas ou privadas, cujo exercício envolva contacto regular com menores, prevista no artigo 6-B, n. 2, do Código Penal, por um período de 5 anos, e na pena acessória de proibição de assumir a confiança de menor, em especial a adoção, tutela, curatela, acolhimento familiar, apadrinhamento , entrega, guarda ou confiança de menores, prevista no artigo 6-, n. 2, do Código Penal, por um período de 5 anos; Suspender a pena de prisão fixada por 5 anos, sujeita:  Aos deveres de pagar à vítima, Já, a quantia arbitrada a título de indemnização no prazo de 4 meses a contar do trânsito em julgado da decisão, e entregar à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima escolhida pela sua intervenção no âmbito do Projeto CARE – Rede de apoio especializado a crianças e jovens vítimas de violência a quantia de € 500,00 quinhentos, devendo comprová-lo nos autos no prazo máximo de 6 meses a contar do trânsito em julgado da decisão;  A regime de prova, assente em plano social de recuperação a elaborar pelo Instituto de Reinserção Social, o qual, visando em particular a prevenção da reincidência, deve incluir o acompanhamento técnico do condenado que se mostre necessário, designadamente através da frequência de programas de reabilitação para agressores sexuais de crianças e jovens; Condenar o arguido no pagamento à vítima Já de uma indemnização arbitrada no valor de € 000,00, acrescida dos juros de mora à taxa legal, vencidos e vincendos desde a presente data e até efetivo e integral pagamento – arts.