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14 - A Autora reside na cidade de , em casa arrendada, que serve perfeitamente os seus cómodos.”  Os recorrentes suscitaram, na apelação, a alteração dos factos alegados em 10, 11, 12 e 13, 16, 26, 31 e 32 da contestação/reconvenção, que foram dados como não provados, respectivamente, em 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13 e 14, para factos provados; insurgiram-se contra os factos 5, 6, 8, 9, 10, 11, 13, 15, 16, 17, 18, 19 e 20, que foram dados como provados, pedindo que fossem dados como não provados; e pugnaram, ainda, pelo aditamento do facto de que a autora vendeu a sua casa de habitação em 11201  Para o efeito, pediram a reapreciação de toda a prova, designadamente, a reaudição das testemunhas EE, FF, GG, HH, e das declarações de parte prestadas pelos réus BB e   Alegaram que dos referidos depoimentos resultou que o contrato de comodato foi celebrado a pedido e no interesse da autora e dos seus pais, que invocaram medo de denúncia por um vizinho por causa das rendas de casa não declaradas às Finanças conclusão 40 da apelação), que sempre pagaram a renda conclusão, que se viram obrigados a socorrer-se da ajuda de vizinhos, que a autora reside em casa arrendada em  , que os réus jamais aceitariam manter, conscientemente, uma situação de arrendamento por uma outra de empréstimo precária conclusão 44 da apelação.