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O TAF do Porto Juízo de Contratos Públicos) não afastou liminarmente a possibilidade de a Recorrente impugnar o ato de adjudicação, mas fez depender o seu interesse em agir «de, em abstrato, existir a possibilidade de esta apresentar candidatura ao procedimento pré-contratual que viesse a ser aberto, sendo certo que a mera hipótese de a entidade adjudicante poder escolher uma modalidade de procedimento que permita afastar a candidatura da A., naturalmente introduziria aqui uma álea que tornaria o interesse em agir da A. meramente eventual ou hipotético, não ancorado em elementos objetivos e concretos.» Possibilidade que, na leitura que aquele tribunal fez da alínea do n. 1 e dos n.s 2 e 3 do artigo 2 do Código dos Contratos Públicos, na redação que então lhes era dada pelo Decreto-Lei n. 111-B/2017, de 31 de agosto, não existiria, dado que a Recorrente foi excluída do concurso, não apenas com fundamento no n. 2 do artigo 7 do CCP, mas também com fundamento na alínea do n. 1 do seu artigo 14.