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Independentemente de existir, ou não, agora, "qualquer efeito útil na interposição do presente recurso”, e da recondução que, por aí, se afere ao disposto pelos n.s 1 legitimidade ou falta e 2 interesse em agir ou carência do, do artigo 40, do Código de Processo Penal, importa assinalar, decisivamente, por referência à matéria em análise, que, de jure constituto, não assiste razão à recorrente, como, e bem, no relativo aos "fundamentos do Recurso”, emana do despacho recorrido, supra transcrito, e do que se responde ao motivado: "A decisão recorrida não merece qualquer censura, na medida em que o isolamento profiláctico não constituiu qualquer detenção nos termos previstos na Constituição da República Portuguesa e Código de Processo Penal.