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TRATANDO-SE O DINHEIRO TRANSFERIDO DE UM BEM COMUM, DE FORMA A PODER LEGITIMAR A ATUAÇÃO DA RECORRIDA, NOS MOLDES EM QUE ACONTECEU – ISTO É, CONSIDERANDO QUE TINHA PODERES PARA O EFEITO, SEMPRE TERIA O DOUTO TRIBUNAL AD QUO QUE TER VALIDADO A TESE DE DEFESA DA RECORRIDA, SEGUNDO A QUAL, O DINHEIRO EM CRISE FOI TRANSFERIDO, OU MELHOR, DOADO ÀS FILHAS DO CASAL, POR DESÍGNIO COMUM DO MESMO, O QUE TAMBÉM NÃO FAZ, APOSTO NO FACTO NÃO PROVADO   DA PROVA DOCUMENTAL, NÃO RESULTA QUE A RECORRIDA TIVESSE PODERES PARA REALIZAR AS TRANSFERÊNCIAS QUE FEZ, NOS MOLDES EXATOS, E PARA OS FINS POR SI PRETENDIDOS, POIS QUE PARA TAL SEMPRE TERIA SIDO NECESSÁRIO ESTAR JUNTO AOS AUTOS QUER AS CONDIÇÕES GERAIS E PARTICULARES DAS RESPETIVAS CONTAS BANCÁRIAS, QUER PROCURAÇÕES OUTORGADAS ENTRE RECORRENTE E RECORRIDA, QUE PUDESSEM EVENTUALMENTE EXISTIR – PROVA DOCUMENTAL ESSA INEXISTENTE.