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A sentença proferida em 11 de Outubro de 2021, determinou expressamente existir justificação para a «realização da assembleia em local diverso da sede, para a qual, aliás, o Requerente poderia ter-se feito representar», andou bem o Tribunal a quo, ao considerar, na decisão recorrida não provado «que a marcação de uma assembleia geral extraordinária da Requerida para o escritório dos advogados que representam dois dos três sócios da sociedade, tivesse tido por objetivo causar prejuízo para o exercício pleno dos direitos do Requerente, e dificultar ou obstruir a participação deste sócio nos respetivos trabalhos, criando um ambiente de pressão e de intimidação», declarando ainda, no respeito pela prova produzida em sede de audiência de discussão e julgamento e do princípio da livre apreciação da prova, que a realização da Assembleia-Geral Extraordinária de 12 de Maio de 2021 no escritório de advogados FA, deveu-se ao descrito nos pontos n.s 30, 31 e 34 da matéria de facto provada e não, como o Recorrente quer impor, substituindo a convicção do julgador pela sua, por «estratégia premeditada, de modo a não facilitar a participação do Recorrente nos respetivos trabalhos, o que é dedução que resulta da experiência do homem comum e matéria que não carece de mais prova».