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13)	Todavia, quanto a tal questão, na douta Sentença recorrida, julgando-se improcedente esse fundamento alegado pela aqui Recorrida no recurso por ela interposto da decisão de aplicação da coima, é referido "que, para além dos elementos já referidos, consta ainda da notificação a menção de que a Recorrente poderia consultar os elementos do processo, quer acedendo eletronicamente ao Portal das Finanças, quer deslocando-se ao respetivo Serviço de Finanças”, que, "mediante tal consulta, poderia a Recorrente ter acedido à indicação completa dos elementos que contribuíram para a determinação das medidas das coimas”, pelo que, "tendo presente a possibilidade de aceder eletronicamente aos elementos omitidos, não se pode considerar que a Recorrente ficou impossibilitada de compreender os motivos das decisões nem prejudicada no exercício do seu direito de recorrer judicialmente das mesmas.”  14)	Apenas com base nessa alegação, na douta Sentença recorrida refere-se que "Conclui-se, assim, que, por via do teor das respetivas notificações, a Recorrente teve conhecimento dos elementos essenciais das decisões de fixação da coima e, bem assim, dos termos em que poderia proceder à regularização da situação ou recorrer judicialmente das decisões, sendo que a ausência da totalidade dos elementos que contribuíram para a determinação das medidas das coimas em nada prejudicou a possibilidade de exercer, de modo atempado e informado, o seu direito de impugnação circunstância da notificação da decisão não conter parte dos referidos elementos que contribuíram para a determinação da medida da coima não impediu ou prejudicou o exercício do direito de impugnação”, e, com base nessa mesma conclusão, considera "que é de concluir pela improcedência do primeiro fundamento invocado em ambos os Recursos”.