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Acresce que também resultou provado que essa unidade económica passou da Ré "Securitas” para a Ré "Kforcek” de forma ininterrupta, visto que aquela deixou de trabalhar naqueles Hospitais no dia 31-07-2020 e esta passou a trabalhar nesses mesmos hospitais, exercendo as mesmas funções e utilizando exatamente os mesmos locais e boa parte dos mesmos materiais, no dia 01-08-202 E relativamente aos bens corpóreos levados pela Ré "Kforcek”, tal circunstância "não desvirtua a transmissão da unidade económica, uma vez que o essencial dos meios estruturados que constituem a unidade económica foram transmitidos e as folhas de papel e o fardamento com a identificação da empresa, não obstante permitam a identificação da empresa responsável pela vigilância e segurança, não integram a unidade económica, no seu núcleo essencial identificativo, inserindo-se nas exigências previstas pela Lei n. 34/2013, de 16 de maio”3 Dir-se-á ainda que a menção ampla de transmissão adotada no n. 1 do art.