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53 O tribunal recorrido já aceitaria a cumulação de pedidos, na presente acção se estivessem, em causa relações jurídicas, que pudessem interferir no valor material da coisa, como por exemplo, as benfeitorias, ou estarem ligadas ao uso e fruição da coisa, como, por exemplo as quotas de condomínio, raciocínio, que, com o devido respeito, não entendemos, porque, o que, verdadeiramente, se pretende, alcançar, através, da presente acção de divisão de coisa comum, não é, sequer, a divisão em substancia do imóvel, por se tratar de um bem indivisível, mas sim, apenas e só, a repartição e a fixação da quota, de cada um dos interessados, em consequência, da adjudicação do bem a um dos interessados ou em consequência da adjudicação, por venda, do imóvel a terceiros, sendo, este o verdadeiro interesse jurídico, que está em discussão nos presentes autos.