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Assim, lidas as conclusões de recurso, verificamos que o Recorrente entende que a sentença enferma de erro de julgamento por: )	Ter dado como provado o facto constante da alínea do probatório; )	Não ter conhecido das nulidades imputadas ao processo de execução fiscal e ao procedimento de venda, que ocorreu no âmbito deste; )	Não ter sido considerada verificada a nulidade por falta de notificação ao cônjuge do despacho reclamado; )	Não ter considerado nulo o despacho reclamado;    Está em causa, nos presentes autos, a legalidade do despacho proferido em 13 de Junho de 2019, pela Chefe do Serviço de Finanças de Faro, em regime de substituição, designando dia e hora para se proceder à diligência de arrobamento e/ou substituição de fechadura e entrega efectiva do imóvel ao adquirente ...  O ora Recorrente discorda do decidido pelo TAF de Loulé, começando por dizer que o tribunal tem legitimidade para se pronunciar quanto às nulidades assacadas ao procedimento da venda.