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Assim, nos exemplos indicados por Claus Roxin e Bernd Schünemann "quando aparece de novo quem se havia dado como morto; quando a cabeça de quem havia supostamente incinerado aparece "en un estanque” caso; quando um terceiro confessa na cama antes de morrer que foi ele que incendiou a casa; ou quando na cadeia se demonstra que no momento do facto o condenado estava mentalmente enfermo, ou quando uma informação de ADN do condenado o desincrimina aqui este novo facto vincula-se, como ocorre amiúde, com um novo meio de”, os factos existiam na realidade quando o caso foi apreciado, só que a realidade não foi conhecida na sua totalidade, ou por incapacidade de a desvelar, por uma investigação não completa, ou porque o facto estava ancorado num sigilo pessoal que não foi possível trazer ao conhecimento da realidade aparente.