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e não dando como provada qualquer matéria de facto que afaste a plena eficácia do mesmo não se pronunciando sobre o mesmo como deveria, viola o disposto no art.362 e 372, ambos do , ferindo-a de nulidade cfr.art.668 n.1 alínea do P.; É manifesta a contradição entre o constante no Relatório Pericial e a matéria dada como assente e não provada, não se vislumbrando o caminho percorrido e o fundamento de facto e de direito para que tal matéria não fosse considerada como assente e provada, tanto mais que o valor mencionado no Relatório Pericial em causa é manifestamente superior ao constante da BI, e terá necessariamente reflexo no valor indemnizatório peticionado pelos Recorrentes assente nas regras do enriquecimento sem causa, devendo a resposta o art.4 da BI ser necessariamente alterada e devidamente fundamentada sem o que se mostra verificada a violação do disposto no art.