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1 Posição que manteve quando os réus nessa acção administrativa defenderam-se por excepção dilatória) alegando que a primeira ré apesar de se tratar de uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, rege-se pelas normas de direito privado, pelo que esse tribunal não tinha competência em razão da matéria) para julgar a presente demanda, o que determinava a absolvição da instância dos réus; 1 Destarte, em resposta à indicada excepção dilatória, defendeu a autora que os actos praticados pela primeira ré regiam-se pelo direito administrativo por se tratar de um organismo de direito público, atento os hospitais S.A terem sido criados para satisfazerem necessidades de interesse geral sem carácter industrial ou, prestando serviços de saúde às populações, estando integrados no Serviço Nacional de Saúde, sendo sociedades anónimas de capitais exclusivamente públicos, gozando de personalidade jurídica e sendo estreitamente dependentes do Estado o seu único sendo inequívoco que o pedido da autora resulta da prossecução do objecto social da primeira ré, ou seja, a prestação de cuidados médicos de saúde a quem quiser se socorrer dos mesmos, pelo que está assim a primeira ré sujeito às normas de direito público, sem que o facto de mudar a sua forma jurídica designadamente transformando-se em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos) possa interferir ou alterar a natureza do exercício da actividade que presta a mesma de antes de adquirir esta forma jurídica), a saber uma actividade de natureza administrativa, concluindo subsequentemente a autora, que são os Tribunais Administrativos e Fiscais, os materialmente competentes para conhecer o presente litígio nos termos do art.