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e que "o tribunal antes de exarar o despacho a julgar extinta a instância por deserção, deve ouvir as partes de forma a melhor avaliar se a falta de impulso processual é imputável ao comportamento negligente de alguma delas, ou de ambas” daí se ter ordenado a notificação da parte para, ultrapassado que estava o prazo de seis meses, se pronunciar sobre a falta de impulso processual, fixando-se-lhe um prazo de 30 dias para dar andamento aos autos ou requerer o que tivesse por conveniente sob pena de se julgar extinta a instância por deserção), e, no segundo, que "importa apreciar e valorar a existência de omissão negligente da parte em promover os termos do processo, do que depende a possibilidade de se decretar a deserção da instância, constituindo a negligência da parte o seu pressuposto, desiderato, este, que só pode ser alcançado mediante a prolação de decisão judicial precedida da averiguação do motivo/causa da falta de impulso processual”, sendo que, nos termos do n. 5 do art.