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Apresentou alegações, tendo concluído: 	A: Da admissão preliminar sumária PRIMEIRA: Está em causa nos presentes autos a questão de saber se nas situações em que o contribuinte, pretendendo afastar a presunção estabelecida no artigo 5-A atual artigo 6 n. do CIRC e autoriza a Administração Tributária a aceder às suas contas bancárias bem como às contas bancárias dos seus administradores, existe, ou não, um poder/dever da Administração Tributária em aceder a tais contas bancárias, SEGUNDA: se os elementos de prova para ilidir a presunção do artigo 5 A do CIRC, designadamente os talões de depósito comprovativos do depósito dos cheques utilizados para pagamento do preço, constituem prova do preço efetivo, desde que a AT examine as contas bancárias do interessado, para as quais lhe foi dada a correspondente autorização; TERCEIRA: e saber se, tendo o interessado facultado o acesso às suas contas bancárias e às contas bancárias dos seus gerentes e tendo apresentado os talões de depósito comprovativos do depósito dos cheques utilizados para pagamento do preço, fez tudo o que estava ao seu alcance para afastar a presunção estabelecida no artigo 5 A do CIRC, nada mais lhe sendo exigível.