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Isto, porque entendeu que, ao demandar o  réu com base em incumprimento contratual decorrente do facto de se "ter comprometido a fazer transferências de verbas, que não fez, para permitir o pagamento das rendas que a  R devia pagar à  R, assistindo à A o direito à consignação dessas mesmas rendas”, estava em causa, na própria alegação da autora, "a responsabilidade do  R por não ter feito as transferências de verbas a que se comprometeu”, o que lhe dá "um cariz nitidamente administrativo” e faz com que "a relação estabelecida entre A e R, neste nível, não poderá deixar de ser entendida como uma relação jurídica de cariz administrativa e não uma mera relação jurídica de natureza civilística”, relação esta que "era susceptível de ter sido estabelecida no âmbito de contrato administrativo, embora o não tenha sido”.