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Aliás, as conclusões a que o mesmo chegou em sede de audiência de discussão e julgamento, na parte em que afirmou que seria necessário uma rajada de vento 1008 km/h para derrubar o sinal em causa, afiguram-se inverosímeis, pois, não só não foi possível determinar o que fez tombar o sinal antes de o motociclo nele embater, como a testemunha em causa não pressupôs, nos cálculos que expôs perante o Tribunal, o efeito de alavancagem que a parte superior do sinal o sinal propriamente poderá provocar numa eventual movimentação do sinal, captando, por exemplo, o vento, não sendo, pois, possível, prefigurar um cálculo sem pressupor os efeitos de um objecto de características heterogéneas não homogéneas) numa eventual queda.