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O recorrente pretende pôr em causa, os factos constantes dos pontos 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 19, 21, 22, 24, visando a sua absolvição pela prática do crime de violência doméstica em obediência ao princípio in dubio pro reo, defendendo que deveria o Tribunal a quo ter atendido especialmente às suas declarações e julgar unicamente provados os factos por si confessados: a leitura de parte da conversa entre a ofendida e o primo pelo Messenger, o facto provado n. 17 e o facto provado n. 18, rectificado no sentido de teor da "pen” se referir às conversas havidas entre a ofendida e o primo .