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498, n. 1 do Código e interrompe-se pela citação ou notificação judicial de qualquer acto que exprima, directa ou indirectamente, a intenção de exercer o direito, seja qual for o processo a que o acto pertence e ainda que o Tribunal seja incompetente artigo 32, n. 1 do; e o Recorrente constitui-se Assistente no processo crime, acima identificado, não deixou de incessantemente praticar actos interruptivos, previstos no artigo 323 n. 1 e 2 do Código Civil citação de um acto que exprima a intenção de exercer o, pois a presente acção, que foi intentada tendo em vista efectivar a responsabilidade do Estado Português, foi ela própria deduzida, dando entrada em 102009, muito antes de precludir qualquer prazo do direito de Acção em razão dos actos continuados e alegados na PI e o R. citado, já depois de ter ocorrido a prescrição do alegado direito do Autor a ser indemnizado; tal tese não pode proceder por se tratar de factos continuados abundantemente alegados na PI e que continuam a verificar-se; em todo o caso a Sr. Dr. Juíza a quo, fez incorrecta interpretação e má aplicação dos art.