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E se é certo ter o CSM, por deliberação do Plenário de 112014 e por despacho favorável do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros de 202015, concedido ao autor licença sem remuneração para exercício de funções com carácter precário, como Juiz criminal, em organismo internacional ..), nos termos das disposições conjuntas do n. 1 do artigo 28, do n. 4 do artigo 28 e da alínea, do n. 1, do artigo 28 da Lei n. 35/2014, de 20 de junho, com efeitos reportados a 15 de dezembro de 2014 e termo a 14 de junho de 2016, sem perda de antiguidade e guardando vaga no lugar de origem, a verdade é que, ao longo da relação material controvertida, surpreendem-se inúmeros atos administrativos que o autor nem sempre impugnou in illo, além do impugnado nos presentes autos, pelos quais a entidade demandada enunciou de forma inequívoca uma posição abertamente desfavorável à atribuição de relevância, para efeitos de antiguidade, do tempo de serviço prestado pelo autor nessa licença de longa duração.