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O que se pode extrair de tal norma é que para as pessoas singulares ou para as pessoas coletivas por cujas dívidas responda pessoal e ilimitadamente uma pessoa singular, a mera insuficiência do ativo face ao passivo, ainda que manifesta, não pode constituir fundamento autónomo de declaração de insolvência6, a não ser que dela se possa intuir a impossibilidade de cumprimento das suas obrigações vencidas, prevista no n1 do artigo  Contudo, isso não significa que ao fundamento de insolvência previsto no n1 do artigo 3 seja totalmente alheia a relação entre o passivo e o ativo do devedor, o que nos remete para o conceito de "impossibilidade de cumprimento das suas obrigações vencidas”.