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Mas, pese embora algum défice de densificação e concretização no plano factual, porque não se reconduz ao uso de conceitos normativos de que dependa a solução, no plano jurídico, do caso e na medida em que contém um inquestionável substrato factual, entendendo-se que a alegação é insuficiente - que é coisa diferente de faltar em absoluto a indicação dos factos necessários para sustentar a pretensão submetida a juízo, isto é, da falta de causa de pedir - , a   instância pode, em casos contados, lançar mão do despacho de aperfeiçoamento, uma vez que, em casos de dúvida quanto à bondade/suficiência dos factos invocados para a sustentação da pretensão, deve o juiz responsabilizar o requerente convidando-o a aperfeiçoar/completar/concretizar o alegado – Acórdão desta Relação de Coimbra de 201 No entanto, tal despacho não deverá ser usado nas situações de manifesta e indiscutível improcedência do pedido, que é, manifestamente o caso em análise nestes autos.