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Na pretensão recursiva que impulsa, o recorrente intenta reverter a decisão recorrida, por considerar que "a punição pelo crime de condução perigosa de veículo rodoviário, que é de perigo concreto, afasta a punição pelos crimes de dano qualificado e homicídio qualificado tentado” o que a manter-se violaria o "princípio da dupla valoração”; verifica-se a existência de uma contradição insanável de fundamentação "artigo 410 n 2 alínea do Código de Processo ao dizer que se tratou apenas de fuga à autoridade policial, mas punir em concurso real pelos crimes de homicídio, dano e condução perigosa, vício de que o Supremo Tribunal de Justiça pode conhecer artigo 434 do Código de Processo”; deveria ter sido punido pela previsão do artigo 40, n 2 do n 15/93 de 201, e não pelo crime do artigo 25 do mesmo diploma legal, dado que não se provou "qualquer ato de venda, nem identificado qualquer potencial comprador”; a posse de espadas japonesas deveria ter sido punida como contra-ordenação artigo 97 do; tendo ficado provado que o recorrente "agiu sob a influência de um surto psicótico motivado pelo consumo de droga, deveria ser punido pelo artigo 295 do Código Penal.”; nos crimes que o permitem o Tribunal deveria ter optado pela pena de multa artigo 70 do Código.”; e, finalmente, A autocaravana não é um instrumento perigoso pelo que não deve ser declarado perdido a favor do Estado”.