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4 - E estas normas, do regime transitório, pressupunham que a transição para as novas carreiras, categorias, tabelas remuneratórias do 299/2009, de 14/10, já tinha sido efetuada; 5 - O que o Despacho 2727/2013 concretiza é a alteração da posição remuneratória dentro das novas tabelas; 6 - Assim o que o que o Autor devia ter impugnado e não impugnou, era o seu posicionamento remuneratório em janeiro de 2010 concretizado através do Despacho 41GDN/2010, preferindo impugnar o Despacho 2727/2013 que não efetua qualquer transição para as novas carreiras, categorias e tabelas remuneratórias; 7 - Através da anulação do Despacho 2727/2013 o Autor nunca iria poder obter dos demandados procederem ao seu posicionamento remuneratório na  posição nível 9, com efeitos a 10/01/2010, porque tal efeito nunca decorreria da anulação deste despacho; 8 - Este apenas pode advir por efeito do Despacho 41GDN/2010, que em devido tempo a Autor não entendeu impugnar; 9 - Para compreensão do enquadramento, natureza e condicionantes da prolação do Despacho 2727/2013 remetemos em especial para os artigos 5 e seguintes da nossa contestação que no presente e para todos os efeitos legais se dá por integralmente reproduzida; 10 - Mormente na parte em que se explicam os efeitos associados à prolação do Despacho 2727/2013 e o porquê de apenas ter sido prolatado no ano de 201 - Em conformidade, o Acórdão do TAC de Lisboa respeita o ordenamento legal em vigor.