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Julga-se assim que fica por demonstrar quaisquer factos concretos donde se possa inferir ter sido vítima de ameaças ou perseguições pelas autoridades do seu país de origem e/ou por terceiros, nem foi exercida qualquer actividade individual susceptível de provocar um fundado receio de perseguição, na acepção do artigo 32 da Lei 27/2008 de 306, com as alterações introduzidas pela Lei 26/2014 de 00 Em conclusão, entende-se que o requerente não apresentou quaisquer factos relacionados com a análise do cumprimento das condições para beneficiar do direito de protecção internacional, pelo que se julga o presente pedido infundado por incorrer nas alíneas do n. 1, do artigo 19, da Lei 27/2008, de 306, alterada pela Lei n 26/2014 de 00  Da Autorização de Residência por protecção subsidiária O artigo 7 da Lei n. 27/2008, de 306, alterada pela Lei n9 26/2014 de 005, atribui aos cidadãos estrangeiros que não se enquadram no âmbito de aplicação do direito de asilo previsto no artigo 3, a possibilidade de obterem uma autorização de residência por protecção subsidiária, quando estes sejam impedidos ou se sintam impossibilitados de regressar ao seu país de origem ou de residência habitual, devido a situações sistemáticas de violação dos direitos humanos ou por se encontrarem em risco de sofrer ofensa grave.