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2 Nestes termos, e com o devido respeito, não se percebe como os seus depoimentos serviram para o Tribunal a quo fundamentar o que quer que seja e, quanto mais, para credibilizar a narrativa da acusação e do assistente quanto ao seu pedido de indemnização  2 Começando pelos factos vertidos nos pontos 1, 3, 5, 6, 7 e 8 da "Fundamentação de fato”, sucede que, com o devido respeito, mal andou o tribunal a quo ao dar como provados os referidos factos, mormente na parte em o prédio/terreno do assistente estava vedado em janeiro de 2018 e em 4 de fevereiro de 201 2 Com efeito, resulta límpido das declarações do assistente em julgamento que o prédio em causa não está vedado, pois que o próprio o afirmou perentoriamente quando questionado mais que uma vez, tendo ainda dado conta que há cerca de um ano atrás umas senhoras colocaram umas ovelhas e que, para elas não fugirem – porque o terreno não era vedado – foi necessário colocarem vedação em malha sol.