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3 n. 2 do CPC aqui aplicável, por existir pluralidade de autores/oponentes) na medida em que visa ultrapassar situações de coligação ilegal, ou seja, objetiva o prosseguimento dos autos com todos os autores devida e legalmente, coligados, tem de ser interpretado no sentido de que só há lugar à notificação dos autores para, por acordo, indicarem que pedidos pretendem ver apreciados no processo, quando, havendo vários, diversos, pedidos formulados, os notificados se entendam sobre quais deixam cair, por forma a que só prossigam, para apreciação e decisão, os suportados de pedir ou que estejam entre si numa relação de prejudicialidade / de dependência ou que, por diferente causa de pedir, a atividade jurisdicional, a desenvolver pelo tribunal, dependa, na essência, da apreciação dos mesmos factos ou da interpretação e aplicação das mesmas regras de direito.