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Portanto, sintetizando, após o trânsito em julgado da sentença proferida 04/01/2012) ocorreu um período de suspensão de 20 meses durante o qual não se iniciou a contagem do prazo de prescrição da pena de substituição; decorrido esse prazo de 20 meses, teve início a contagem do prazo de prescrição da pena de substituição desde 04/09/2013) até ao trânsito em julgado do despacho que prorrogou o período de suspensão, isto é, até 22/01/2016 2 anos, 4 meses e 18; desde esta data e durante um ano, portanto, até 22/01/2017 o prazo de prescrição da pena de substituição esteve novamente suspenso, só se reiniciando a execução da pena e a contagem do prazo de prescrição a partir de 22/01/2017; reinício este que determinou que, de novo, a contagem do prazo de 4 anos de prescrição da pena de substituição voltasse a correr, até ao limite de 6 anos, limite este, nesta data, 19/11/2018, ainda não atingido.A segunda questão a apreciar é a de saber se a suspensão da pena de prisão imposta deve ser revogada.