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Em todo o caso, sempre se dirá o seguinte: É certo que a Autora alegou na petição inicial que: solicitou proteção jurídica nas modalidades de dispensa da taxa de justiça e demais encargos com o processo, bem como a nomeação e pagamento da compensação de patrono; nessa sequência, em 002017, a Advogada signatária da petição inicial foi nomeada como patrona da Autora documento n; em 002017 requereu, ao abrigo do disposto no artigo 33, n 2, da Lei de Acesso ao Direito e aos Tribunais, junto da Ordem dos Advogados, a prorrogação do prazo da propositura da acção, tendo tal sido deferido em 012017 documentos ns 3 e; em 012017 a signatária requereu, novamente, ao abrigo do disposto no artigo 33, n 2, daquela Lei, junto da Ordem dos Advogados, a prorrogação do prazo da propositura da acção, tendo tal sido deferido em 102018 documentos ns 5 e  Por estes factos se verifica que o requerimento de nomeação de patrono deu entrada antes de 002017, não tendo a Autora alegado em que data o mesmo deu entrada na Segurança Social, pelo que a data a considerar face ao alegado pela Autora - a indicada – 00201 Determina o artigo 33 da Lei de Acesso ao Direito e aos Tribunais: 1- O patrono nomeado para propositura da acção deve intentá-la nos 30 dias seguintes à notificação da nomeação, apresentado justificação à Ordem dos Advogados ou à Câmara dos Solicitadores se não instaurar a acção naquele prazo.