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Acontece que, analisando o teor integral do documento n. 6 junto com a petição inicial – a citada escritura pública lavrada em 11/03/1992 – verificamos que, ao contrário do afirmado pelo Meritíssimo Juiz "a quo” na sentença recorrida, a cessão de quotas operou-se de forma onerosa: "Que pela presente escritura, em seu nome e no da sua representante mulher, cede ao segundo outorgante, filho deles e também sócio, AMMS aquela quota do valor nominal de um milhão e quinhentos escudos que lhe pertence na dita sociedade "HMS &amp; Filhos Lda.” e ainda cede à terceira outorgante, também filha deles e sócia, aquela quota de igual valor nominal de um milhão e quinhentos escudos que pertence à sua representada mulher na mesma sociedade, cedências estas feitas por preços iguais aos respectivos valores nominais das quotas, que deles já receberam”.