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..) sanou a ilegalidade no âmbito da notificação para o direito de audição do projeto de relatório de inspeção, na medida que a Recorrida se viu impedida de participar numa decisão suscetível de modificar a sua situação tributária; q) A falta da  notificação do projeto de relatório de inspeção impediu que a Recorrida participasse numa decisão suscetível de modificar a sua situação tributária, o que, não só é inadmissível face às regras que norteiam as garantias dos contribuintes, no seio do ordenamento jurídico tributário vigente, como também seria essencial, porquanto a Recorrida teria tido a oportunidade de apresentar argumentos válidos - como que em 1999 era um sujeito passivo cujo objeto social era o arrendamento imobiliário e que, por isso, as rendas por si auferidas estavam isentas de IVA, nos termos do então) n. 30 do artigo  do Código do IVA -, os quais, em seu entender, iriam alterar o projeto de relatório de inspeção; r) O efetivo exercício do direito de audição pela Recorrida era um passo essencial no procedimento que conduziu à prática do ato final, pelo que a sua preterição inquina o Relatório de Inspeção e a liquidação impugnada, concluindo-se que os mesmos padecem de vício de preterição de formalidade essencial e de violação de lei, por violação do artigo 26 da CRP e do artigo 6 da LGT; s) Na eventualidade de não ser encontrado qualquer membro dos órgãos de gerência ou administração do sujeito passivo no local da sede, impõe-se à Autoridade Tributária tentar a notificação do ente coletivo para a residência de algum dos gerentes, ou para o local onde estes se encontrem, g. outras instalações da sociedade, devendo ser os mesmos e não outra pessoa qualquer, terceira à ser notificados, nos termos do artigo 4 do CPPT; t) A norma do artigo 3 do CPPT constitui a regra geral quanto à forma e perfeição dos atos de notificação, sendo, contudo, afastada no caso de pessoas coletivas, uma vez que para estas é estabelecido um regime especial, previsto no artigo 4 do CPPT, consubstanciado na notificação pessoal de algum dos seus administradores; u) Constata-se, portanto, que, tal como sufragado pelo Tribunal a quo na decisão recorrida, as pessoas coletivas serão notificadas na pessoa de um dos seus administradores, pelo que a notificação efetuada na pessoa da Sra.