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das despesas consideradas, material e temporalmente, elegíveis, para esse efeito devendo a A. apresentar no procedimento os respectivos documentos que evidenciassem:  - por um lado, a realização material da despesa e,  - por outro lado, o seu efectivo pagamento  sendo que, em caso de adiantamentos ou seja, no caso de financiamento anterior à realização e pagamento de, os mesmos deverão ser regularizados mediante a apresentação no procedimento do mesmo tipo de documentos que atestem que o valor adiantado foi efectivamente aplicado nas rúbricas do investimento previsto Operação;  2 No caso dos autos, a A. beneficiou de Adiantamentos no valor de 3395,33 € que deveriam ter sido integralmente regularizados no procedimento mediante a apresentação de documentos de despesas elegíveis susceptíveis de os terem podido justificar e regularizar;  3 Como tal, a A. não poderia deixar de saber que a aplicação de tais quantias no âmbito da Operação n 02000031716 teria de ser necessariamente comprovada documentalmente pela A. no procedimento mediante a apresentação de documentos comprovativos  -por um lado, da realização das despesas de investimento nela projectadas;  -por outro lado, do efectivo pagamento de tais despesas aos fornecedores/prestadores de serviços;  e que no âmbito da Operação n 02000031716, a A. apenas comprovou no procedimento a realização de investimentos no valor de 1728,96 €;  4 Não tendo a A. comprovado documentalmente no procedimento referente à Operação n 02000031716 a aplicação integral dos 3395,33 € que lhes foram pagos pelo IFAP a título de Adiantamentos, resulta que tais adiantamentos não poderiam ser considerados regularizados na sua íntegra, pelo que, consequentemente, igualmente resulta que o valor correspondente à parte dos Adiantamentos não comprovada no procedimento 1666,37 €) não poderia deixar de se haver por indevidamente recebida pela A. no âmbito da Operação n 02000031716;  5 Por isso, tal quantia deve ser devolvida pela A. ao IFAP a fim de, por este, ser restituída ao FEADER pelo menos na parte relativa à comparticipação comunitária), sendo que o valor correspondente ao resultado obtido entre a diferença entre o valor pago pelo IFAP à A. a título de Adiantamentos 3395,33 €) e o valor por esta, comprovado no procedimento 1728,96 €) depende exclusivamente de simples cálculo aritmético 3395,33 € - 1728,96 € = 1666,37 €), cifrando-se na quantia de 1666,37 €, correspondente à soma da quantia de 893,06 € não regularizada relativamente ao 1 e de 1773,31 € não regularizada relativamente ao 2;  6 Assim sendo, como é, não se pode aceitar que a A. não tivesse compreendido que, não tendo comprovado documentalmente no procedimento a aplicação integral das quantias por si recebidas para serem efectivamente aplicadas no âmbito da Operação n 02000031716, que lhe foram processadas e pagas pelo IFAP para esse efeito a saber: 3395,33 €), não teria direito às quantias cuja aplicação não comprovou no procedimento, mas que efectivamente recebeu a saber: 1666,37 €) – sendo que não tendo, a A., comprovado documentalmente no procedimento a aplicação da quantia de 1666,37 €, nos termos prescritos no art 21 do Regulamento de Aplicação, muito menos, ainda, se pode aceitar a sua oposição à devolução de tal quantia ao IFAP;  7 Por isso, também, a A. não poderá imputar à Decisão do Instituto contenciosamente impugnada a alegada falta de fundamentação porquanto bem revela ter compreendido o respectivo iter congnoscitivo, quanto mais não fosse por não poder deixar de saber perfeitamente:  - que quantias é que o IFAP lhe processou e pagou no âmbito da Operação n 02000031716 a saber: 3395,33 €) e que a que título é que o IFAP lhe processou e pagou tais quantias a saber: a título de;  - e que quantias é que comprou e não comprovou no procedimento.