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Não pode o Tribunal, com base apenas nas afirmações de uma trabalhadora contabilista da sociedade gerida pelo insolvente e que denotara parcialidade ao longo do seu depoimento, desculpabilizando o ficar convencida que o insolvente utilizou o preço recebido com a venda das ações € 35988,00) em pagamento de responsabilidades da sociedade "G”, quando da prova documental constante dos autos analisada de acordo com as regras da experiência) o que resulta é exatamente o contrário, o devedor quis salvaguardar esse seu património valioso ações de sociedade que detém imóveis), fez desaparecer o produto da venda, quis eximir-se das suas responsabilidades que eram também responsabilidades daquela sociedade "G”), designadamente, daquela prestação de € 20000,00 que se venceria a 112018 após pedido de prorrogação por 10 e ainda manteve na disponibilidade do seu agregado familiar através da sua mãe, que nos termos do relatório previsto no art.