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Ora, como decorre do exposto, a referida reapreciação da decisão de facto situou-se, claramente, no âmbito da valoração da prova segundo a livre e prudente convicção do julgador, dentro dos limites do poder de cognição do Tribunal da Relação estabelecidos no citado artigo 66, n. 1, e mostra-se estribada em análise crítica expendida em conformidade com os ditames constantes do disposto no artigo 60, n. 4,  parte, e n. 5,  parte, aplicável por via do artigo 66, n. 2, do CPC, não sendo passível de ser sindicada por este tribunal de revista de acordo com o preceituado nos artigo 67, n. 3, e 68, n. 2, do mesmo diploma.