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Requerimento da recorrente junto à notificação elaborada em 27/09/2018 no Apenso G Liquidação) com a referência citius, montante este que se encontra depositado na conta da massa insolvente, a render juros para a mesma e a recorrente encontra-se despojada desse montante do preço que pagou, e que causa deliberadamente prejuízos à massa, aos credores, à aqui recorrente enquanto proponente e credora; 6 Não obstante, o Sr. A. tem o dinheiro retido 4960,00 €) na conta da massa e  não realiza a escritura dos 7 imóveis para os quais foi apresentada proposta pela aqui recorrente, porque exige que a mesma efectue o pagamento da quantia de mais 6061,63 €, 3907,04 €+ 2154, 59 €), em que o valor de 3907,04 €, corresponde à diferença entre o valor do preço pago pela alegada aquisição dos imóveis pelo A.no processo de inventário 7327,04€) e o valor do depósito do preço pago pela recorrente/proponente 4960,00 €), acrescido da quantia de 2154,59 €, correspondente a 20% a título de alegadas mais-valias apuradas, quando os referidos bens já pertenciam à massa e aquele os adquiriu quando não tinha legitimidade para os comprar, nem podia comprar o que já estava na esfera jurídica da massa insolvente como já se disse supra; 6 O Sr. A.ao agir da forma descrita está a fazer de conta que não sabe que os referidos bens beneficiam de hipoteca válida e eficaz da propoente que, como tal, goza de primazia sobre todo os demais credores no produto da venda desses bens, para além de violar a lei, está o A.mais uma vez a protelar a liquidação e a prejudicar a Massa Insolvente porque não pode pretender pagar tornar a herdeiros de bens que lhes adquiriu em plano de igualdade quando estes bens já pertenciam à Massa e os herdeiros não tinham sequer plano de igualdade como se expôs supra; 6 A recorrente sempre zelou pelos interesses dos credores e não de terceiros como o fez o Sr. A., que violou de forma reiterada o artigo 1 do Estatuto do Administrador Judicial e os artigos 5, 5, 16 e 16, todos do CIRE; 6 O douto tribunal incorreu assim em erro notório de julgamento ao proferir o despacho de não destituição do Senhor Administrador de Insolvência, na justa medida em que aquele no exercício das funções que lhe foram confiadas revelou uma incompetência tomando decisões inapropriadas e ilegítimas para a massa, actos que tornam inexigível a manutenção de se manter em funções, que tornam objectivamente insustentável a manutenção no cargo, por revelarem incompetência para o respectivo desempenho, mas sobretudo por ferirem de morte a relação de confiança; 6 Em face de tudo o que antecede o despacho agora sindicado violou o estatuído nos artigos , n. 3 e 19 ambos do CPC, artigos 5, n. 8, 5, n 1, 16 n. 3 alíneas e e 16 todos do CIRE, artigo 1 da Lei 22/2013, de 26 de fevereiro Estatuto do Administrador, impondo-se a destituição e imediata substituição do AI.