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Assim, a título exemplificativo: f. A testemunha  OO... , agente da GNR/SEPNA, Mestre Florestal Principal, que interveio na investigação, identificando no terreno – numa primeira fase sem a colaboração do arguido  B...  -, os diversos pontos de ignição, descrevendo-os, explicando como foi possível chegar a tais conclusões, e evidenciando a coincidência com os dados, a propósito, em momento posterior, revelados, em pormenor, por aquele arguido, cuja minuciosa concretização muito dificilmente estaria ao alcance de qualquer pessoa alheia às condutas em questão; g. A testemunha  Z... bombeiro voluntário – adjunto do Comando – da Corporação de Bombeiros de Vouzela, então, comandante das operações de socorro, e mestre florestal do SPNA da, cujo depoimento foi considerado sério, isento e credível, ao relatar que, enquanto combatia o incêndio no local da ignição de Nogueira de Alcofra – numa ocasião em que já lhe havia sido transmitida a verificação de outro incêndio no cume da serra e, inclusive, avistado seis clarões na cumeada -, viu passar, por volta das 0h30m/0h45m, vinda do cimo da serra, do lado das eólicas concretamente a descer, da estrada que dá acesso à linha da cumeada das eólicas – onde lavrava o outro incêndio – seguindo na direção de Nogueira de Alcofra, uma motorizada pequena com dois indivíduos em cima, parecendo-lhe que não usavam capacete, o que achou estranho, tendo em conversa com um colega bombeiro de Tondela proferido a seguinte expressão: "dois burros tão grandes em cima de um burro tão pequeno”, afirmação que justifica o total acerto da apreciação do tribunal enquanto, a respeito, deixou consignado: «Esta afirmação corrobora claramente as declarações do arguido  B... , pois não se vislumbra – recorrendo às regras da experiência – que outro ciclomotor de pequena dimensão pudesse ali circular àquela hora e naquele sentido de marcha, sem ser o do arguido  A... , por este conduzido, e acompanhado pelo arguido  B... ».