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Acrescendo que, ainda, que tal tivesse ocorrido, o mesmo não era incompatível com o que se apurou e foi dito pela testemunha, H, a este propósito, respondendo "sim” à questão do M Juiz " a quo” que, após aquele ter dito que dos outros jogadores, havia alguns que tinham emprego, lhe perguntou se "isto era uma actividade que tinham depois do emprego principal?”, donde se conclui que a actividade desenvolvida pelos jogadores, incluindo o A., junto do réu, era em regime "pós-laboral”, tendo em conta outras actividades profissionais.Por fim, analisemos se assiste razão ao recorrente, quando na conclusão diz entender "que mediante a prova que foi junta e produzida nos autos, deveriam ter sido dados como assentes e provados”, o conjunto de factos que expõe, nas conclusões a, ou seja: «- "O R comprometeu-se no início da época com o A a pagar-lhe prémios de jogo e despesas na medida das disponibilidades financeiras do clube, do empenho do A e dos resultados desportivos.” - "O A ao mesmo tempo que desempenhava as funções de jogador de futebol amador no R, encontrava-se à procura de emprego, o que logrou conseguir a partir de Junho de 2017, inclusive.”.