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2        Que considerando não só a materialidade constante dos pontos a,, e, mas também a impugnação da matéria de facto supra aduzida argumentação expendida a propósito da impugnação do facto provado sob 59, para onde se, nos termos do qual se provava que o administrador vogalfora impedido de participar na continuação dos trabalhos, tinha-se por verificado o invocado vício perturbações graves ao normal funcionamento da AG de 202018); 2        E que, mesmo que se entendesse que só os administradores efectivos podiam/deviam estar presentes, era de elementar evidência que, em face, pelo menos, do ponto 1 da ordem de trabalhos, assistia ao administrador em causa, em face da pretensão de destituição do mesmo, o direito de estar presente, designadamente para, em face disso, poder exercer o respectivo contraditório, para melhor esclarecimento da assembleia geral; 2        Que o impedimento físico à participação do vogal suplente inviabilizou a possibilidade daquele contribuir para a formação esclarecida do sentido de voto dos accionistas, pondo em causa o normal funcionamento da AG, em face da ordem de trabalhos contrariando, ademais, o passado recente da sociedade, em que tal participação foi pacificamente aceite; 2        Que mutatis mutandis, no que atinava ao vogal J. Na verdade, o mesmo fora impedido de continuar na AG, tendo o accionista maioritário, representado pelo presidente do conselho de administração da sociedade requerida, votado para a sua saída; 3        Que, assim, tornava-se manifesto que mal andara o tribunal a quo ao decidir pela não verificação do invocado vício, incorrendo, por isso, na violação do disposto no artigo 37 do CSC.