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30 a 32, juntos com a petição inicial, o tribunal recorrido deu conta que o seu teor " coadjuvou na prova da necessidade, por parte da neta dos autores T. e S., de se sujeitar a acompanhamento psicológico e psiquiátrico, a partir de Outubro de 201 Como a própria referiu em julgamento, a necessidade mantém-se, mas as consultas terão que ser retomadas noutro local, uma vez que a mesma deixou de estudar naquela área geográfica artigo.” No fundo, o tribunal a quo limitou-se a valorar o depoimento da testemunha N., de acordo com o referido princípio da livre apreciação da prova, em conjugação com os apontados documentos/faturas, justificando globalmente as necessidades de tratamento psicológico derivados da situação vivenciada pela mesma testemunha causados pela atividade desenvolvida pelo réu na Quinta ..., retirando igualmente qualquer sentido valorativo ao alegado, neste âmbito, pelo réu, sob os arts.