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Ele alegou que estes deveres impendem sobre a Apelada; 7- É da Apelada, que o autor o à relação jurídica tal qual ela é na realidade relação jurídica; 8 - Pelo que, salvo melhor opinião, entendemos não assistir razão ao ora Apelante, quando requer a Intervenção Principal Provocada da BCR, S.A., no decurso da ação e, após a invocação em sede de Contestação, da Ilegitimidade Passiva por parte da ora Apelada , uma vez que, como já se deixou dito, a legitimidade processual passiva é aferida em função da relação jurídica controvertida tal qual ela é configurada pelo autor na petição inicial e não à relação jurídica tal qual ela é na realidade relação jurídica; 9 - Logo, a ilegitimidade de qualquer das partes constitui exceção dilatória que obsta ao conhecimento do pedido, importando a absolvição da instância, nos termos dos art.s 278, n. 1, alínea, 571 , 576 e 577, alínea, todos do CPC; 10 - Estamos, assim, salvo melhor opinião, perante ilegitimidade singular, que é insanável, conduzindo à absolvição da instância, como se aludiu supra e, como bem decidiu, o tribunal a quo, no douto despacho ora recorrido, que antecede, o douto despacho saneador-sentença proferido nos autos; 11- Logo, não é possível "sanar" a aludida ilegitimidade passiva, nomeadamente, através do incidente de intervenção provocada de terceiro contemplada no art.