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Nenhum requereu o regime de residência alternada. . Por não haver acordo entre as partes, procedeu-se à realização de Audiência de discussão e julgamento e, posteriormente, notificados da douta sentença. . A autora não se conforma com a mesma, basicamente, pelo o facto de ter sido decidido que a menor F. passa a "residir alternadamente com cada um dos progenitores durante períodos de quinze dias”, isto é, ficar sujeita ao regime da residência alternada – e aqui reside a principal razão de discordância da Autora. . Ao abrigo da "livre apreciação” da prova o Julgador, na ponderação a haver, deverá pautar-se por regras lógicas e de racionalidade, de modo tal que, quando confrontados terceiros com o decidido, possam estes aderir ou afastar-se, também racionalmente, da valoração feita. . Entende a Autora, ora Recorrente, que deverá ser aditada à matéria de facto dada como assente, o seguinte facto: "A Autora reside em ..., Vila Flor e o Réu na Guarda, localidades que distam entre si cerca de 120Km”.