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2 Numa segunda linha de fundamentação, contrapõe a recorrente os argumentos seguintes: ) Sustenta-se no Acórdão acolhido na sentença em crise, que as partes não alteraram o teor da norma ínsita no Anexo do Acordo de Empresa, o que não "é verdadeiro, nem rigoroso, como resulta do Ponto 3, do Protocolo anexo à Revisão de 2006, publicada no BTE, I série, n 26, de 15/7/06, em que foi feita verdadeira interpretação autêntica da forma de cálculo do complemento de Reforma”, em razão "de aí ter sido consagrado para valer como lei e cita-se "As partes asseguram estar cientes de que o regime previsto no anexo do Acordo de Empresa em vigor, no que respeita ao complemento de pensões de reforma dos trabalhadores oriundos dos ex-.. e ex-N..., estabelece regras para a determinação do valor do complemento que acresce à pensão estatutária, calculada de acordo com as regras previstas no Decreto-Lei 329/93, de 25 de Setembro, na sua redacção originária”. )