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37 do CPC, que se encontra vertida no acórdão recorrido que exige que a conduta do requerente da providência seja "manifestamente imprudente”, ao arrepio da própria, viola ainda – e de forma evidente – direitos fundamentais da Recorrente constitucionalmente protegidos, como são o direito à propriedade privada da Recorrente artigo 6 da, o direito ao trabalho e ao desenvolvimento da actividade económica privada artigo 5 e 6 da e, sendo o caso tão manifesto, que se coloca em crise o próprio direito à dignidade pessoal dos seus legais representantes, que se vêem deturpados e vilipendiados pelos recorridos e desprotegidos pelo sistema judicial artigos , , 1 e 2 da.