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É certo que o recorrente não interpôs recurso daquela decisão e deixou decorrer aquele prazo, mantendo-se inerte, dando origem à decisão recorrida, de onde se extrai o seguinte extrato final: «Fazendo a síntese conclusiva: - nos termos do artigo 2, do Código de Processo Civil, o Condomínio que carece de personalidade jurídica tem de estar representado em Juízo pelo respetivo administrador, como no caso dos autos está; - nos termos do artigo 2, do Código de Processo Civil se a parte estiver devidamente representada, como está pelo sua administradora, mas faltar autorização exigida por lei, suspende-se a instância para a sua sanação; - nos termos do artigo 2, do Código de Processo Civil, ainda que os Réus não tivessem suscitado a questão, assim que o Juiz se apercebesse da mesma tem o dever de oficiosamente providenciar pela regularização da instância; - no caso dos autos a forma de regularizar a instância é a do Autor obter a autorização para estar em Juízo imposta pelo artigo 143, n. 1, do Código Civil.