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Essa simulação relativa, tal como entendeu o tribunal a quo, ocorre quanto aos sujeitos do negócio jurídico simulação, na medida em que os 4s e 1s Réus quiseram efetivamente celebrar entre eles uma doação, mas não tendo como donatários os 2 e 3s Réus, mas sim os 1s Réus, pelo que que a simulação verificada operou-se mediante interposição fictícia de pessoas dos 2 e 3 Réus), em que mediante a interposição fictícia destes e com o conluio de todos 1s, 2, 3 e 4s Réus), aqueles dissimularam a verdadeira doação que os 4s pretendiam fazer, e realmente fizeram, aos 1s Réus, com vista a enganar os credores destes, colocando os bens doados fora do alcance desses credores.