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Para tanto, no seu requerimento inicial, a requerente/apelante alega que: - em 202018, depois em 05 e em 202018, a requerida Junta de Freguesia veio reclamar à requerente o pagamento da garantia bancária em causa; - por carta datada de 02018, o mandatário da requerida concede 10 dias à requerente para liquidar o valor da garantia, anunciando uma interposição da acção findo esse prazo;  - a garantia bancária em análise é um título executivo e, atendendo ao seu valor €493,91), a acção executiva poderá iniciar-se, antes mesmo da citação da requerente para se opor e até prestar caução para suspender a sua tramitação, com a penhora dos bens da requerente; - e essa penhora terá, com certeza, efeitos nefastos, nomeadamente, para a imagem da instituição;  - efeitos esses que poderão ser catastróficos se, por exemplo, a penhora – com remoção se for o caso - incidir sobre os equipamentos, nomeadamente os informáticos, pois que poderão ser violados dados confidenciais, mas por certo bloqueará um sem número de transacções, bloqueará o banco.Temos por evidente que para se alcançar a conclusão de que o receio é fundado, impunha-se a alegação de factos que permitissem afirmar com objectividade e distanciamento a seriedade e actualidade da ameaça e a necessidade de serem adoptadas medidas tendentes a evitar o prejuízo.