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Jorge Seabra Sumário:   -RELATÓRIO Acordam no Tribunal da Relação do Porto: B e  residentes na Rua , .., 5 Dto, no Porto intentaram a presente acção comum contra o Condomínio do Prédio sito na Rua , n. , no Porto representado pela sua administradora  pedido que o Réu seja condenado: a)- a reconhecer que a varanda usada pelos autores na sua fracção identificada em 1 e 5  da p.é comum a todas as fracções, conforme título constitutivo da propriedade horizontal; b)- a realizar, no prazo de 3 meses, as seguintes obras: impermeabilização do terraço, revestimento do terraço, revisão da cobertura em telha, fornecimento e instalação de caleira e tubo de queda, com fixação de cláusula pena no valor de € 2500 por cada mês de atraso na realização das obras; ou, em alternativa a ser o réu condenado a pagar aos autores a quantia de € 799,54; )- a pagar-lhes a quantia de € 470Devidamente citado contestou o Réu pugnando pela improcedência da acção.Tendo o processo seguido os seus regulares termos foi, a final, proferida decisão que julgou parcialmente procedente por provada a acção e consequentemente condenou o Réu a: a) a reconhecer que o terraço afecto a uso exclusivo da fracção dos autores constitui parte comum; e, ainda, b) a realizar, no prazo de três meses, obras de impermeabilização e revestimento do referido terraço, bem como o fornecimento e instalação da caleira e tubo de queda, sendo essas a obras suportar por todos os condóminos na proporção do valor das suas fracções, n 1 do art.