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R e não, também, ao Dr. F, assim reduzindo o período de tempo de que a Demandada dispõe para apresentar a sua contestação); - Invocada a referida nulidade, o Tribunal Arbitral veio conceder cinco dias à Demandante, para se pronunciar, os quais terminariam em 14JUN2018, terminando o prazo para contestar em 18JUN2018; todavia, o Tribunal Arbitral não se pronunciou quanto à invocada nulidade, tendo por a Demandada apresentado a sua contestação nesse dia, sem que, até hoje, ocorresse pronúncia quanto ao competente requerimento; - O secretário do Tribunal Arbitral enviou, por lapso, os emails de 8 e de 15MAIO2018, a um terceiro; a 11JUN2018, a Demandada requereu informação sobre a identidade dessa pessoa e sobre as diligências adoptadas perante esse lapso, violador do princípio da confidencialidade, requerimento reforçado a 15JUN2018; em 19JUN2018, o Árbitro-Presidente esclareceu que se tratava do Desembargador F , tendo este apagado os emails transviados, por não lhe dizerem respeito, sem dar conhecimento do seu conteúdo a ninguém; o Demandado, em 15JUN2018, pediu esclarecimentos complementares, tendo o Árbitro-Presidente respondido que o assunto estava encerrado; - No dia 11JUN2018, a Demandada requereu informação sobre se a Demandante havia remetido ao Tribunal, em suporte de papel, num único exemplar, o requerimento inicial apresentado no dia 25ABR2018 e os docs.