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Por sua vez, concluíram os expropriados que:  » A capacidade construtiva da parcela expropriada ou o índice médio ponderado do limite da parcela deve, como fizeram os Árbitros e os Peritos, ser obtido mediante o critério previsto no n. 12 do artigo 2 do CE por estarmos perante uma expropriação para construção de um equipamento público em que não existe qualquer índice de construção previsto;  » A parcela expropriada não se encontra no interior da área abrangida pelo PP1, mas sim no seu limite, e o perímetro exterior dos 300 2 encontra-se abrangido por 3 Planos Pormenor;  » Quanto ao valor unitário de construção, e acompanhando a avaliação pericial, entendem que o espaço destinado a habitação é composto por mais compartimentos daí ter menos área útil uma vez que parte da área bruta é ocupada com paredes, os espaços destinados a comércio são mais amplos, com menos paredes, e as áreas brutas das garagens e arrumos são praticamente convertíveis em áreas úteis;  » Relativamente ao índice de localização previsto no n. 6 do artigo 2 do CE, deve o mesmo ser fixado em 12% considerando que não existe na parcela qualquer fonte de poluição, existem diversos equipamentos junto à parcela e tem uma localização excelente, junto ao centro da cidade de  ....) e com diversos espaços verdes;  » Desde 2003 que existe rede de gás canalizado, pelo que a infra-estrutura rede de distribuição de gás deve ser considerada;  » Deve ser fixada em 21,5% o índice fundiário previsto no n.s 6 e 7 do artigo 2 do CE;  » Deve ser fixado um valor nunca inferior a € 3000 relativamente à benfeitoria poço;  » Devem ser pagos juros moratórios devido ao atraso no depósito a que estava obrigada a expropriante, sendo que os expropriados sempre responderam de forma imediata a todas as solicitações da de  ....).