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Por outro lado, e de maneira mais relevante, a circunstância de nos pontos 5 e 6 dos factos provados se dizer a partir do teor de certidões da Conservatória, que o prédio rústico identificado na alínea da matéria de facto assente referida em, e o prédio rústico identificado na alínea da matéria de facto assente referida em, se encontram descritos na Conservatória do Registo Predial de  ...  e que dessa descrição consta a sua aquisição a favor de G..., na proporção de ¼, de F..., na proporção de ¼, e de .., na proporção de ¼, quanto ao primeiro deles e a inscrição da aquisição, quanto ao segundo, a favor de G..., na proporção de ½, e de F..., na proporção de ½, nem essa circunstância, dizíamos, permite, em nosso entender, que pudesse ter-se por provado serem esses outros aí mencionados, que não só os executados, também comproprietários, porque, independentemente do sentido que pudesse extrair-se da força probatória desses documentos, sempre se teria de considerar que quem devia, não alegou esses factos de compropriedade.