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Recapitulando o que se vem de espraiar, temos que o Tribunal a quo, no capítulo dos pressupostos do direito à progressão na carreira docente previstos no artigo 37, n. 2 do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n. 139- A/90, de 28 de abril, na redação dada pelo Decreto-Lei n. 75/2010, de 23 de junho, considerou verificados os dois primeiros pressupostos necessários à progressão na carreira na Autora, como sejam, a permanência de um período mínimo de serviço docente efetivo no escalão imediatamente anterior alínea a e a atribuição, nas duas últimas avaliações do desempenho, de menções qualitativas não inferiores a Bom alínea, assim já não o entendendo no tocante ao preenchimento do terceiro pressuposto relativo à frequência, com aproveitamento, de módulos de formação contínua que correspondam, na média do número de anos de permanência no escalão, a 25 horas anuais ou, em alternativa, de cursos de formação especializada alínea.