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Aqui chegados, feito o exame dos factos que resultaram provados na sequência do julgamento da oposição ao arresto descriminados na decisão recorrida temos de convir que deles não decorre o afastamento de qualquer dos requisitos, concretamente do fumus boni iuris e do periculum in mora, que conformam a figura do arresto, verificáveis através dos factos sumariamente provados, acima aludidos, na decisão proferida em 08/12/201 Não obstante, perante o facto considerado como provado sob o ponto  da decisão recorrida, percebemos existir fundamento para proceder à redução no tocante à extensão inicial do arresto decretado na decisão proferida em 08/12/2019 nos moldes determinados naquela.