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Inconformado com o assim decidido, o Autor interpôs o presente recurso de apelação, em que formula as seguintes conclusões:  "a)	Está constitucionalmente assegurado o direito de tutela plena e efectiva contra os actos administrativos lesivos de direitos de interesses e legalmente protegidos dos cidadãos, nos art.s 26, n. 4, e , n.s 1 e 5, da CRP; b)	Este direito constitucional postula, necessariamente, que o administrado possa controverter os pressupostos de facto da decisão administrativa, o que demanda, inarredavelmente, o direito de questionar a correcção da prognose fático-valorativa levada a cabo pela autoridade administrativa e com base na qual se deram por verificados ou ocorridos os factos em que a mesma decisão se estriba; )	No domínio da determinação dos pressupostos de facto do acto administrativo sancionatório, não goza a autoridade administrativa de qualquer discricionariedade administrativa, ou margem de livre apreciação, que seja insindicável jurisdicionalmente, )	O princípio, doutrinariamente afirmado, da "justiça administrativa”, entendido no sentido de a decisão administrativa não é susceptível de controlo jurisdicional, apenas é admissível, hoje, perante aquele direito constitucional, no que tange à competência administrativa para levar ou não a cabo o procedimento administrativo disciplinar ou a acção disciplinar, que o ora recorrente não sindicou; e)	Na petição desta acção administrativa, o ora recorrente invocou como causa de pedir, entre outras, o erro de prognose fático-valorativa em que as instâncias administrativas haviam incorrido, ao não darem como provado, perante os depoimentos das testemunhas, que o ora recorrente, logo na segunda reunião, informou a contrainteressada da falta de fundamento da sua pretensão e que reiterou, posteriormente, essa informação, pelo telefone, para a contrainteressada; e informou-a, atempadamente, da sua impossibilidade de comparecer na data e hora marcada, na deslocação agendada a ...); f)	Na petição da acção administrativa não se questionou a repetição da prova já realizada no processo disciplinar, nem a produção de nova prova não requerida nesse procedimento, tendo em vista a determinação dos factos correspondentes à verdade material, pelo que não tem qualquer pertinência, sendo inaplicável ao caso, a fundamentação expendida pela sentença recorrida por remissão, através de citação, para o sustentado normativamente no Acórdão do Tribunal Central Administrativo Norte, de 31/05/2013, proc.