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- , disse ter sido vigilante entre 2005 e 2008, sendo casado com a colega da aqui A., e confirmou o horário de trabalho invocada pela A. como sendo o que efectivamente cumpria diariamente, afirmando ainda que o trabalho suplementar decorrente das horas prestadas pela A. para além do seu horário de 8 horas diárias só às vezes era remunerado pela 1 R.; quanto à sucessão de entidades empregadoras, a testemunha afirmou que foi dito ás colaboradoras da 1 R. que iriam transitar para a 2 demandada, sem perda de direitos ou de antiguidade, mas esta última não aceitou e não lhes tendo sido proposto qualquer outro posto de trabalho, viram-se forçadas a aceitar a celebração do contrato a termo para não perderem os seus postos de trabalho; confirmou ainda que a demandante no final do contrato com a 1 R. não gozou férias, bem como o fardamento dado pela 2 R. e o aparelho de picagem.” Depois de termos analisado toda a prova produzida designadamente a testemunhal afigura-se-nos dizer que não vislumbramos qualquer razão para que os pontos de facto 46 e 47 da factualidade provada passem a constar dos factos não provados.