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24, n 4, da Lei do Apoio Judiciário), que o tribunal esteja impedido de atender à informação que lhe é prestada, por entidade que não tem interesse na causa, não merecendo essa informação qualquer dúvida.--- A posição agora defendida é, julga-se, igualmente a preconizada no Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 9/2/2012 processo n 5406/14TBMAI-A.P1, acessível em www.dgsi.pt/jtrp), onde se lê «É defensável que essa comunicação ao processo por parte do requerente de que tinha requerido o pedido de apoio judiciário na modalidade de nomeação de patrono pode considerar-se suprida quando está adquirido no processo, antes de decorrido o prazo que estiver em curso, por informação prestada pelos serviços da Segurança Social, que esse pedido foi formulado.»--- Ora, temos de considerar repete-se) que aquando da junção pela Ordem dos Advogados, em 5/4/2018, do comprovativo de nomeação de patrono, encontrava-se em curso o prazo para oferecimento da contestação o qual, tendo-se iniciado em 1/3/2018 só terminava em 9/4/2018).