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Mais uma vez, ressalva-se, pela natureza do próprio parâmetro, a possibilidade de existir variabilidade residual entre peritos.” Face a tais esclarecimentos, o autor dirigiu aos autos um pedido de realização de segunda perícia, invocando, designadamente: -Com a petição inicial, o Autor apresentou um relatório elaborado por um médico ortopedista que lhe atribuiu um grau de desvalorização de 30%., o qual diz que é de prever uma futura intervenção cirúrgica, que deveria passar por Artrodese; 	- O Sr. Perito médico que elaborou o relatório pericial requerido pelo Tribunal fixou o défice funcional em 12 pontos, ou seja em 12%, o que equivale a dois sextos do défice atribuído pelo médico que elaborou o relatório junto com a petição inicial – Há uma discrepância de critérios que, para o Autor, não é compreensível;  	- Nas conclusões o Sr. perito médico disse que é de admitir a existência de Dano Futuro e na alínea 1 da resposta aos esclarecimentos pedidos, referiu que, por norma, a valoração do Défice Permanente da Integridade Físico-Psíquica reflete o estado atual, considerado formalmente como correspondendo a uma fase de estabilização para os devidos efeitos periciais.