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87-A do CPTA, se impor que nela o juiz faculte às partes a discussão de facto e de direito, quando tencione conhecer imediatamente, no todo ou em parte, do mérito da causa e, bem assim para que discutam as posições da partes, com vista à delimitação dos termos do litígio, e suprir as insuficiências ou imprecisões na exposição da matéria de facto que ainda subsistam ou se tornem patentes na sequência do debate, está aqui em causa essencialmente o princípio da cooperação intersubjetiva entre tribunal, mandatários e partes, o qual, nas palavras impressivas de Teixeira de Sousa "se destina a transformar o processo numa comunidade de trabalho e a responsabilizar o tribunal, as partes e seus mandatários) pelos seus resultados” Teixeira de Sousa, "Estudos Sobre o Novo Processo Civil”, Lex, 1997, pág.