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340 do Código do e o assinalar da dificuldade no enquadramento das situações concretas - envolvendo, designadamente, o quadro temporal da quebra do vínculo laboral e da ligação matrimonial e o denominado "esforço conjunto do casal para a manutenção da relação laboral” -, se firmou o seguinte entendimento: "Tendo A trabalhado numa empresa entre 1991 e 2011 e casado em 2004, sob o regime de comunhão de adquiridos, a quantia recebida por A, durante a vigência do casamento, a título de compensação por revogação consensual do seu contrato de trabalho, assume a qualidade de bem próprio, nos termos da al., do n. 1, do artigo 1722 do Código Civil, relativamente à fracção da compensação que é proporcional ao tempo correspondente ao período em que a relação laboral decorreu antes de A ter casado e comum na parte restante”.