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Comércio, importação e exportação de uma grande variedade de bens e produtos entre outros veículos automóveis, tractores, motociclos, máquinas e equipamentos agrícolas e industriais, máquinas-ferramentas, peças e acessórios, electrodomésticos, velharias, antiguidades, obras de arte; )	No artigo 2 a 2 que: ) Os negócios da compra e venda dos dois imóveis em crise nos autos foram apresentados pelo  Réu ao Autor, que informou que os bens estavam penhorados e em venda no âmbito dos processos judiciais onde iriam ser adquiridos; ) O Autor sempre pensou que os negócios eram legítimos pois as propostas que fez e os cheques que emitiu e assinou foram entregues a um Agente de Execução, pessoa que reputou idónea – o  Réu; ) Os valores pagos destinavam-se a adquirir os dois imóveis em causa nos autos, para depois serem revendidos a terceiros, com o consequente e eventual ganho financeiro resultante da operação, venda que seria promovida pelo  e  Réus com recurso à empresa imobiliária, a  Ré; ) A venda seria promovida pelo  e  Réus, por si ou através da imobiliária, a  Ré; ) Para o Autor, estas transacções além de serem normais, apenas as fez por considerar que eram um bom negócio com o qual poderia ganhar algum dinheiro, convencido de que os bens seriam em primeiro lugar, escriturados em seu nome; e)	No artigo 3 que entre o Autor e o  e  Réus, foi acordado que os apartamentos seriam vendidos, por eles, ou através da Imobiliária –  Ré - agindo esta como; f)	No artigo 4 a 4 e 6 que perante o exposto na petição inicial, no que aos negócios de compra e venda dos dois imóveis respeita, dúvidas não subsistem que o Autor tem um crédito sobre o ,  e  Réus, que deverá ser reconhecido, o que é reforçado com o facto de o Autor não conseguir apurar que tipo de transacções teriam feito os Réus com os bens e com o dinheiro que lhes entregou, razão pela qual recorreu a um advogado, não ignorando que tem na sua posse cópia dos documentos que atestam as suas propostas de compra, que efectuou pagamentos e que as escrituras nunca se realizaram; g)	Nos artigos 5 e seguintes são elencados os patrimónios do ,  e  Réus; h)	No artigo 6 que os negócios jurídicos foram urdidos entre os Réus quase todos família e todos conhecedores dos negócios e dívidas do ,  e  Réus) com o manifesto intuito de enganar o Autor e, muito possivelmente outros credores, sendo, por isso, nulo e de nenhum efeito.