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347, na nota chega mesmo a referir sem estar a concordar com a posição de uma autora estrangeira que, inclusive, opta por fazer prevalecer a família actual do progenitor sem a guarda, vivendo os filhos cujos alimentos se estão a determinar da segurança social, posição com a qual não se concorda neste sentido, também, Remédio Marques, obra citada, pág., mas que dá bem a ideia de que os progenitores não ficam impedidos de ter novos filhos, nem dispensados de lhes pagar alimentos/prestar assistência e, por isso, estes traduzem um acréscimo de necessidades/despesas e, por isso, uma diminuição de possibilidades, que, nos casos de estarem em causa valores mínimos, indicia, suficientemente, só por si, uma alteração de circunstâncias.