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citado artigo , n. 1, último segmento, da Portaria n. 983/2007, de 20 No caso sub judice, estando o trabalhador motorista sujeito a um horário de trabalho fixo, por turnos, ainda que a arguida/recorrente utilize o veículo como elemento de trabalho coadjuvante da sua actividade, ou seja, não sendo transportador no verdadeiro sentido do termo, não se encontrando o trabalhador motorista directamente afectoà exploração de veículos automóveis, ainda assim o empregador não está dispensado de registar o tempo de trabalho, de acordo com o artigo  da Portaria n. 983/2007, de 208, e artigo 20, n. 3, do CT.  Assim, o que releva no caso dos autos, não é o registo "dos tempos de condução, dos tempos de repouso, dos tempos de trabalho diverso da condução, dos quilómetros percorridos”, como argumenta a recorrente, mas tão só o registo do horário de trabalho diário do motorista em causa – cf.