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O Requerente, inconformado, recorreu de tal sentença, tendo formulado as seguintes conclusões: A.	Vem o presente recurso interposto da sentença de fls, que decidiu: "a) Julgar procedente a exceção da ilegitimidade passiva suscitada na oposição do Ministério da Agricultura e, em consequência, absolver o Ministério da Agricultura da instância; b. julgar improcedente o presente processo cautelar e, consequentemente, recusar a providência cautelar requerida.” B.	O Requerente apresentou Providência Cautelar Comum, deduzindo os seguintes pedidos:  Ser determinada a suspensão da eficácia do ato proferido pelo Presidente do Conselho Diretivo do IFAP – Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, P.proferido no âmbito do projeto de financiamento do "PRODER / Ação  – "Instalação de Jovens Agricultores”, Operação 020000, que determinou a devolução, pelo Requerente, da quantia de € 6262,41 recebida a título de subsídio de financiamento;   Ser ordenada a notificação da Autoridade Administrativa da proibição de executar o ato administrativo, abstendo-se de iniciar ou prosseguir a execução contra o Requerente, tudo conforme dispõe o artigo 128 do CPTA; e,   Ser declarada a ineficácia de todos os atos de execução indevida que, entretanto, possam ter sido ou sejam produzidos;  	Relativamente à absolvição do Ministério da Agricultura, na sequência da procedência da exceção da ilegitimidade passiva por aquele Ministério suscitada, o Requerente conforma-se com a decisão proferida, não constituindo a mesma matéria de recurso.