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Ora, a situação invocada pelos executados embargantes – de que não podem cumprir a obrigação a que foram condenados a manterem a vala aberta para o escoamento das águas das chuvas provenientes do prédio da exequente e que aí chegam vindas do local onde se prolonga, no prédio desta, aquela, sem que a exequente cumpra a obrigação a que nessa, mesma sentença, foi igualmente condenada a repor a situação que se verificava antes de ter arrasada a vala existente a Sul dos prédios, no local onde sobre aquela edificou o muro, por forma a que as águas das chuvas provenientes do seu prédio sejam conduzidas no mesmo local e da mesma fora através dessa vala, tapando o buraco existente nesse muro que se situa acima do nível daquela, integra, efetivamente, um caso de inexigibilidade da prestação3, previsto na al., do artigo 729, do CPC.