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Por outro lado, seria exigir ao Autor o impossível que na audiência de julgamento que teve lugar em meados de 2020 se lembrasse, do teor dessas conversas e correspondência, ocorridas em meados de 2007, ou seja 13 anos depois, se teve conhecimento em Maio ou em Junho – e em que dia - desse longínquo ano de 2007, de que os danos causados no seu prédio tinham resultado da obra aqui em causa, facto que afinal se pretendia apurar através do depoimento de parte e relevante para decidir a questão suscitada da prescrição do direito à indemnização aqui pedida, dado que a citação para a acção ocorreu em 00201  De tudo isto se conclui que não foi preterida diligência de prova que devesse ter sido produzida com influência no exame ou decisão da causa, em concreto o depoimento do Autor.