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Alegou, em síntese, que desde 2014, tem falta de liquidez por decréscimo de receitas e, em consequência, resultados negativos; que teve a sua actividade suspensa devido à situação de privação da liberdade do seu sócio-gerente, até 8 de Março de 2017; que nunca foi notificada de qualquer decisão da Segurança Social; e que o seu sócio gerente se deslocou ao tribunal em 16 de Janeiro de 2018 e que só então lhe foi entregue cópia da comunicação da Segurança Social com entrada no tribunal de 18 de Dezembro de 2017, para concluir pedindo: — que lhe fosse reconhecida a requerida isenção ao abrigo do Regulamento das Custas Processuais; ou — — que fosse notificada da decisão de indeferimento para poder deduzir impugnação judicial ou — — que, se assim não se entendesse, o requerimento apresentado fosse feito valer, desde logo, como impugnação.