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Não foi posta em causa a qualificação jurídica da relação de sub-rogação em que assenta este pedido do ISS, IP, e a acção, em termos de causa de pedir, nem as normas jurídicas de que lançou mão a sentença recorrida, quer relativamente a essa relação de subrogação, quer relativamente à qualificação da relação jurídica anterior, de onde resulta a acção de subrogação, como de responsabilidade extracontratual por factos ilícitos, em virtude do acidente de viação que vitimou a autora e cuja produção apenas se deveu à culpa efectiva e exclusiva do segurado da ré, face ao disposto nos arts 483, n 1, 496 e 493, n 2 e 562, 563, 564 e 5660, todos do Código Civil de 196 Com a devida vénia, citemos aqui o estudo publicado pelo senhor Dr. Joel Timóteo Ramos Pereira, Juiz de Direito, na Revista «O Advogado», n. 24 - Setembro de 2002: "Se um direito não for exercitado durante um certo período de tempo, definido pela lei, fica o mesmo prescrito.