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2, n. 1, 2, n. 1, 3, 4 e 6, n. 2, do ED/08, juízo esse que foi integralmente mantido pelo TCA/S, o qual, negando procedência ao recurso, considerou que «o Conselho de Administração do CHLN, detentor de poder disciplinar, estava, de facto, perante uma participação, apresentada pela Administradora Hospitalar do CHLN , de 112011, que desde logo revelou com toda certeza, o autor das eventuais infrações, os factos que as integravam e as circunstâncias mais relevantes em que as mesmas tinham sido praticadas, sendo, portanto desnecessária a instauração de processo de inquérito, mas, de imediato, processo disciplinar contra o infrator, a ora Recorrida», e que no «que concerne ao argumento de que nem todos os factos constantes da participação foram levados à acusação, assim como foram verificadas circunstâncias agravantes que não constavam da mesma.