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Assim, a questão a decidir é a seguinte: - Pressupostos da deserção da instância e da inobservância do contraditório prévio quanto às circunstâncias determinativas da extinção da instância.A – FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO Os factos provados, com relevância para a decisão, constam já do relatório que antecede.B - FUNDAMENTAÇÃO DE DIREITO - Dos pressupostos da deserção da instância e da preterição do contraditório  Insurge-se a apelante contra a decisão proferida no procedimento cautelar, que, de modo automático ante o mero decurso do prazo de seis meses a que o Tribunal a quo aludiu e sem a comprovação do, julgou extinta a instância cautelar, por deserção, pelo decurso daquele prazo, sem ouvir, previamente, a parte, sem se esclarecer de que o registo estava, já, efetuado, como seria suposto, e sem apurar e analisar as circunstâncias fácticas do caso, designadamente as densificadoras de negligência, sequer tendo sido por negligência sua que o processo esteve parado por mais de seis mesessendo que, notificada para comprovar o registo, logo se apresentou, dentro do prazo expressamente concedido - de 10 dias -, a requerer o registo, o que deu a conhecer aos.