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Não, o que o Acórdão do STJ fez foi liquidar a obrigação exequenda nesse montante, como lhe era pedido e de resto decorre das leis do processo e do objecto próprio do apenso em que essa decisão foi proferida; 1 Não é verdade que "a decisão do Tribunal a quo de que a A não pode reclamar da B os valores que entretanto pagou aos seus advogados viola o Acórdão já transitado em julgado do Supremo Tribunal de Justiça de 22 de Fevereiro de 2018 proferido no apenso da oposição à execução, na medida em que faz uma interpretação não compatível com o teor daquela decisão do Supremo Tribunal de Justiça”, pela simples razão de que, nem o Acórdão do STJ decidiu que a Recorrente pode exigir da Recorrida até 556 euros, nem é verdade que o despacho recorrido tenha impedido a Recorrente de reclamar da Recorrida o que bem entender, em liquidação da obrigação decorrente do acórdão arbitral; 1 Com efeito, e como consta do Despacho recorrido, "o acórdão do STJ liquidou, em definitivo, a quantia exequenda no montante de €10459,88, ou seja, fixou a quantia que pode ser reclamada na execução naquele montante”, "E tendo a executada procedido ao pagamento voluntário dessa quantia, carece de fundamento legal a pretensão de prosseguimento da acção executiva.