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desta Relação de 6/3/985, CJ, Ano , tomo 2, pg.. A prática do ilícito ajuizado nestes autos, depois das anteriores condenações transitadas em julgado, permite e impõe um juízo de censura ao arguido de que as condenações anteriores não lhes serviram de suficiente advertência contra o crime, tanto mais que os factos ora praticados ocorreram no período da liberdade condicional que lhe havia sido concedida, isto é, apura-se por parte do mesmo uma "maior culpa, uma atitude de desconsideração pessoal pela solene advertência contida nas condenações anteriores, denotando ainda uma mais grave traição da tarefa existencial da conformação da personalidade do agente com o tipo de personalidade conformada ao direito” cf.