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Identificou assim o Tribunal a quo que as questões fundamentais a decidir respeitavam a saber:  - se, por referência ao acidente alegadamente sofrido pelo Autor em 03/07/1996, deve o Réu ser condenado a reconstituir o respetivo processo, reconhecendo-o e qualificando-o como acidente em serviço e, em consequência, diligenciando pela marcação de Junta Médica a fim de declarar a alta clínica ao Autor, reconhecer-lhe uma incapacidade permanente e participar o acidente à CGA para confirmação e graduação da incapacidade permanente e fixação da indemnização em capital ou pensão vitalícia correspondente à redução na capacidade de trabalho ou de ganho; - se, por referência ao acidente alegadamente sofrido pelo Autor em 29/09/2018, deve ser anulado o despacho de 04/02/2020, proferido pelo  Comandante Geral, com fundamento em vício de violação de lei e em nulidade processual decorrente da falta de audição da testemunha indicada pelo Autor em sede de audiência prévia, com o consequente reconhecimento e qualificação daquele evento lesivo como acidente em serviço ou, caso assim não se entenda, como agravamento do acidente em serviço ocorrido em 03/07/1996, devendo o Réu, em qualquer dos casos, ser condenado a reembolsá-lo de todas as despesas suportadas em consequência do acidente sofrido em 29/09/2018, bem como de todas as demais despesas que venha a ter de suportar no âmbito dos referidos acidentes em serviço, de 1996 e 201  O Recorrente veio deduzir recurso jurisdicional da Sentença proferida pelo Tribunal a quo, datada de 21 de setembro de 2021, que lhe foi notificada em 22 de setembro de 202  Neste conspecto, cumpre para aqui extrair a essencialidade da fundamentação aportada pelo Tribunal a quo e que foi determinante para efeitos de  vir a julgar improcedentes os pedidos constantes das alíneas,, e a final da Petição inicial, pois que é apenas em torno desta matéria que o Recorrente faz incidir a sua pretensão recursiva:  Início da transcrição "... Dos pedidos respeitantes ao alegado acidente de 03/07/1996 alíneas,, e do petitório final, acima enunciadas no relatório: Como vimos, relativamente ao acidente ocorrido em 03/07/1996, o A. pretende que o R. seja condenado a reconstituir o respetivo processo, reconhecendo-o e qualificando-o como acidente em serviço e, em consequência, diligenciando pela marcação de Junta Médica a fim de declarar a sua alta clínica, reconhecer-lhe uma incapacidade permanente e participar o acidente à CGA para confirmação e graduação da incapacidade permanente e fixação da indemnização em capital ou pensão vitalícia correspondente à redução na capacidade de trabalho ou de ganho.