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27- Por causa dos fundamentos especificados e justificados, desde a página 199 à página 200 do corpo das alegações, e que aqui se dão por reproduzidos, impõe-se decisão que, relativamente aos factos alegados nos artigos 84, 85, 86, 87, 88, 89, 90, 91, 92, 93 e 94 da petição inicial, julgue provado: " Pela guarda das 72000 acções, referidas no ponto, e pelas 104014 acções, referidas no ponto, o Banco ..., a título de comissão de custódia, debitou na conta de depósitos à ordem da autora, referida no ponto, e por ela pagou-se, no ano de 2007 das quantias de 75,44 €, 75,44 € e 75,44 €; no ano de 2008 das quantias de 75,44 €, 75,44 €, 74,82 € e 74,82 €; no ano de 2009 das quantias de 74,82 €, 74,82 €, 74,82 € e 74,82 € ; no ano de 2010 das quantias de 74,82 €, 74,82 € e 75,84 €; no ano de 2011 das quantias de 76,69 €, 76,69 €, 76,69 € e 76,69 €; no ano de 2012 das quantias de 76,69 €, 76,69 €, 76,69 € e 76, 69 €; no ano de 2013 das quantias de 76,69 €, 76,69 €, 76,69 € e 76,69 €; no ano de 2014 das quantias de 76,69 €, 76,69 €, 76,69 € e 76,59 €; no ano de 2015 da quantia de 64,13 €, e no ano de 2016 o Réu da quantia de 43,94 €”.