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Concluindo e dando como provado o Tribunal a quo, que 7- A transferência aludida em 6 foi efectuada com o conhecimento e anuência dos arguidos, que aceitaram a mesma, actuando em conjugação de esforços e no seguimento do acordado entre si e com  e E, de forma voluntária, livre e consciente, com a intenção, os arguidos, de haver para si tal quantia, bem sabendo que a mesma era pertença do condomínio, que apenas a tinham na sua disponibilidade por força da transferência efectuada por estas, que da mesma apenas podiam dispor em virtude do exercício das suas funções, que  e E e bem assim os arguidos não tinham qualquer autorização para da mesma dispor, actuando contra a vontade do seu dono, condomínio e que agiam em seu detrimento.