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em decorrência do não acolhimento da solução jurídica preconizada pelo R. advogado nos autos do processo n. 636/1999 o que não se admite, mas agora se equaciona por mera cautela de patrocínio), sempre deveria o douto Tribunal a quo ter aplicado, sobre o aludido montante/”dano final” alcançado € 1325,28), o grau de probabilidade de sucesso daquela pretensão ter sido julgada de forma favorável, não fosse a pretensa actuação omissiva que a impediu – nesse sentido, veja-se a título exemplificativo o douto Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 202015 disponível in www.dgsi.pt);  4Sendo certo que, à falta de melhor critério, tem a jurisprudência actual considerado que, a probabilidade quando séria e credível) a considerar, deverá ser, tendo por base critérios de equidade, fixada em 50%, algo que, in casu e, conduziria à fixação de um dano de perda de chance sofrido pelos AA., no montante de € 662,64 50% de 1325,28€).