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2 da Pasta 2 Apensos, AA sempre cumpriu este contrato de mútuo, pagando os juros mensais devidos, e só não reembolsou o BPA-E em Novembro de 2016 porque, nessa data, estava privado da liberdade  - Este contrato de mútuo está ligado a uma conta bancária do arguido AA, onde foi depositada a quantia mutuada de € 13000,00, em que o arguido foi considerado PEP e existia o dever de diligência/vigilância reforçada nas suas transacções bancárias pelo Compliance do BPA-E e regularmente, pelo Banco de Portugal - – conforme as declarações das infra testemunhas e cujos depoimentos estão acima transcritos:  a) EEE, Banco Privado Atântico na sessão de julgamento de 202018;  b) Presidente da Comissão Executiva do Banco Privado Atlântico na sessão de julgamento de 102018;  ) PPP Gestor de Conta e Director da Banca Relacional do BPAE na sessão de julgamento de 102018;  ) QQQ, na altura Compliance Officer deste Banco Prova.