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De seguida, questionada sobre se a execução que lhe foi instaurada pelo Banco A de Barcelos, assim como a execução instaurado por esta instituição bancária contra a Autora e o marido desta, foram do conhecimento público e se também era do conhecimento público que aqueles executados viram-se confrontados com essas execuções por via de terem outorgado como fiadores nos contratos de mútuo celebrados pelos 1s Réus com o Banco A, e se esse facto era do conhecimento dos 4s Réus, a testemunha referiu que no meio em que todos residiam, aqueles factos foram conhecidos do público, que os comentavam, até porque, por causa dos Réus "duas irmãs isto é, ela e a Autora , que são irmãs do 1 Réu J. ficaram desgraçadas”, e que os 4s Réus tiveram conhecimento desses factos, até porque para que ela pudesse pagar a dívida, o seu sogro, que é vizinho e cunhado do 4 Réu-marido, pai da 1 Ré F., teve de vender um terreno ao último, e que esse 4 Réu, G., a quem o seu sogro disse que estava a vender o terreno para ajudar o filho, por via da execução que lhe foi movida pelo Banco A devido à fiança que aquele prestara a favor dos 1s Réus filha e genro dos 4s Réus), o 4 Réu disse ao seu sogro que "ele estava tolo em vender o terreno, porque a ele não iam buscar nada”.