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Maria e F., e igualmente da prova testemunhal produzida em audiência de julgamento; 6) As declarações das testemunhas produzidas em sede de audiência de discussão e julgamento terão de ser valoradas em função das regras da experiência comum e nunca em função de eventual arbítrio do julgador; 7) E do mesmo modo ao descredibilizar todas as testemunhas da A. também violou o disposto no artigo 60 do CPC; 8) É certo que o julgador é livre na apreciação da prova, porém, esta liberdade tem de ser conjugada pelas regras da experiência comum; 9) A prova da simulação é uma prova de padrão indiciária, assente em meros indícios objectivos e, em conjugação com as regras da lógica e da experiência comum, concretizados em factos e demonstrações de vontade que se reflectem no decurso do tempo.