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"; 13-	Ou seja, atualmente o Autor deve - querendo - apresentar réplica em resposta às exceções deduzidas no prazo de 20 dias após ter sido notificado da contestação - sem necessidade de ser notificado pelo Tribunal para o fazer; 14-	Em termos práticos, eliminou-se tradicional despacho judicial com a finalidade de notificar o autor a responder às exceções, sendo certo que agora o prazo para a sua apresentação começa a contar imediatamente à notificação da contestação; 15-	Contudo, não era assim que se passava à data da propositura da ação, pelo que não se pode confundir a incidência/aplicação das normas atuais sobre esta matéria face à lei aplicável ao processo sub judice - o CPTA na versão dada pela Lei n. 63/2011, de 14/12; 16-	Não obstante as razões subjacentes à inatividade do Tribunal a quo ao não notificar a Recorrente para apresentar o competente articulado, o certo é que a mesma nunca se pronunciou sobre as matéria, tendo o Tribunal a quo apenas se limitado a notificar a A. para "querendo, no prazo de 15 dias, apresentar os requerimentos probatórios ou alterar os que haja apresentado" - no cumprimento do disposto no n. 4 do artigo  da Lei 41/2013, de 206, que aprova o novo CPC notificação datada de 14/10/2013) e, posteriormente, para notificar "da alteração do rol de testemunhas de que se junta cópia e, querendo, usar igual faculdade, no prazo de 5 dias" - confirme 59 CPC; 17-	Após isto, foram as partes notificadas a 24 de Março de 2014 de que, atendendo ao considerável número de processos urgentes pendentes no Tribunal não se afigurava possível proceder à instrução dos autos naquele momento; 18-	Somente passados seis anos após a data da propositura da ação, a Mm Juiz do Tribunal a quo profere saneador/sentença - absolvendo os RR.