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No caso dos autos, está provado que com fundamento na falta de pagamento das rendas de 30 de Setembro de 2002 e as vencidas posteriormente, o ora Réu-senhorio instaurou, em 102004, contra os ora Autores-arrendatários, acção de despejo dos prédios arrendados, a qual correu termos sob o n 1145/03TVLSB da 2 Secção da 12 Vara Cível do Tribunal Judicial de Lisboa, a qual veio a ser julgada procedente por sentença de 12015, confirmada pelo douto Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 02017 e na qual foi decretado o despejo imediato dos prédios mistos e os Réus condenados a pagarem ao então Autor ora Réu as rendas vencidas desde 30 de Setembro de 2002 até à entrega efectiva dos dois prédios acrescidas dos juros de mora nos termos peticionados.