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Ao contrário, nos presentes autos, resultou provado que a intervenção do Oponente na escritura pública celebrada em 112004, na qual outorgou em representação da sociedade N.......... ...... LIMITED, sociedade não residente, ocorreu por via da colaboração que prestava no escritório do advogado Dr. G........... .., considerando que tendo acompanhado, como advogado, processos de contencioso administrativo em que era parte a dita "Quinta .”, foi-lhe solicitado pelos gerentes designadamente pelo P .) que outorgasse nas escrituras de venda, pelo que seria remunerado, ao que acedeu, sem que, contudo, tenha tido qualquer outra intervenção ou direção, designadamente no negócio celebrado em 11200 Assim, e apesar de os termos da procuração que legitimou a sua intervenção na escritura lhe conferirem, do ponto de vista formal, vastos poderes no que se refere à definição das condições essenciais do negócio – como definir o preço, recebê-lo e dar quitação – o certo é que não teve o Oponente, no plano dos factos, qualquer oportunidade para o exercício de tais poderes de direção do negócio.