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O juiz que proferiu o despacho recorrido, nomeado para a equipa de recuperação de pendências na Zona de Lisboa e Ilhas, e a quem o processo foi concluso como prioritário, exigindo uma tramitação e decisão céleres, reanalisou os autos, considerando a causa de pedir e os pedidos formulados, conheceu da questão prévia da aceitação do acto cuja decisão não constitui objecto do presente e sem que tenha ocorrido qualquer circunstância processual após a prolação e notificação do despacho que fixou os temas da prova factualidade que, por si, pudesse implicar a alteração do decidido nesse despacho, entendeu por adequado, para obviar ao hiato temporal decorrido e obstar ao que iria decorrer até à sua decisão se tivesse que ser concretizada a instrução dos, considerar a prova documental existente nos autos suficiente para conhecer dos pedidos formulados, "dispensando”, implicitamente ao remeter para o disposto no n 3 do referido artigo 90, a fase de instrução e determinando a passagem para a fase da tramitação seguinte, a das alegações escritas artigo 91 do CPTA.