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43 dos autos, datado de 12016), bem como o prémio único pago pelos executados/segurados/mutuários meros aderentes ao seguro de vida de grupo13, sem nenhuma influência14, as coberturas principal e complementares entre as quais, a invalidez e o beneficiário/tomador a.  E se aquela comunhão de interesses ou convergência estratégica15 terá determinado o "silêncio” da seguradora chamada, tudo ponderado, cremos pois justificada a decisão proferida em 1 instância, porquanto também verificados os pressupostos objectivos que condicionam o accionamento/funcionamento do benefício/"garantia” constante do seguro de grupo levando à conclusão de que a responsabilidade pelo pagamento derivada da situação de invalidez é da responsabilidade da seguradora, sendo o banco o beneficiário), os embargantes/executados informaram, tempestivamente, os factos relevantes e não se demonstra matéria de índole exceptiva concernente à pretensa exclusão dos riscos cobertos, alegação e prova que onera as recorrentes16 Deste modo, transferindo-se para a seguradora a responsabilidade pelo saldo em dívida à entidade mutuante, como beneficiária do seguro, no âmbito do contrato de crédito pessoal, por invalidez permanente do embargante/mutuário, que se apresentava como um risco coberto pelo seguro à data do, antes de mais, cabia à exequente/beneficiária interpelar a chamada seguradora para o eventual pagamento da quantia em dívida), primeira responsável pelo pagamento da quantia mutuada primeiramente tinha, portanto, que ir junto da seguradora procurar obter aquilo a que tinha, sob pena de, não o fazendo17, se extinguir a instância executiva.18 1 Soçobram, desta forma, as "conclusões” da alegação de recurso.