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Conclui-se que a única situação que em concreto, o tribunal ad quo teve entre mãos foi a cessação do processo de alteração das responsabilidades parentais pendente no Apenso , nestes autos, e por conseguinte, da medida provisória de acolhimento familiar/apoio junto de família que perdura desde 5/4/2018, há mais de 3 anos e seis meses; Conclui-se por isso a Juíza natural deste processo desde o inicio precedida de simultânea petição infundada do MP decreta nova medida cautelar através da sentença recorrida em manifesta finta e fraude à lei e permite assim que a Recorrente fique e continue privada de conviver e ter seus filhos menores desde 5/4/2018, destrói a relação materna-filial, priva de todo e qualquer convívio de qualquer natureza e na prática através das decisões assim relevadas todas concatenadas entre si mantêm o decretamento de inibição do poder paternal à Recorrente/Mãe case; Conclui-se que a Juiz natural do tribunal ad quo cometeu "fraude à lei” por despacho judicial a decretar medida cautelar de continuidade de protecção e promoção de menores através da imposição à recorrente, enquanto Mãe e aos seus filhos menores supra identificados, da "A aplicação de medida de apoio junto outro familiar prevista no artigo 35, n. 1, al.