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depoimento da testemunha S. A., gravado através do sistema integrado de gravação digital H@bilus Media desde o n. 0000 a 00:27:16, rotação 00:01:45 a 00:06:41, rotação 00:07:28 a 00:19:23; -declarações prestadas pela requerente, ora recorrente, gravado através do sistema integrado de gravação digital H@bilus Media desde o n. 0000 a 00:28:22, rotação 00:03:54 a 00:09:17, 00:09:40 a 00:18:25, 00:18:41 a 00:25:29; -declarações prestadas pelo requerido, ora recorrido gravado através do sistema integrado de gravação digital H@bilus Media desde o n. 0000 a 00:19:26, rotação 00:10:49 a 00:13:13)  Analisados os depoimentos, declarações e documentos juntos aos autos, de forma conjugada e crítica, segundo as regras da lógica, da experiência comum e do normal acontecer, considerando a sua contextualização, deveria ter ficado o Tribunal convencido quanto aos factos supra mencionados, fixando, a final, uma pensão de alimentos de montante sempre superior à quantia de €120,0  Com efeito, no que à matéria da alínea dos factos provados, directamente	 relacionado com ao ponto 3 do "Teor das alegações não comprovado” o tribunal a quo fundamenta da seguinte forma a sua convicção: "Admite-se que a R.te vive em casa tomada de arrendamento, existe cópia de contrato datado de 22 de Janeiro último, surgindo aí a R.te como uma de dois arrendatários, ela e , sendo este por ela identificado como companheiro no estado de solteiro, que passa algum tempo em Viana com ela, constando do texto que o local se destina à habitação dos arrendatários.