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7 - Perante essa promoção do Ministério Público, e a título de "última oportunidade” dada ao arguido, o tribunal a quo, por despacho datado de 09-09-2020, determinou que o arguido fosse novamente notificado bem como o seu Ilustre Defensor para proceder ao pagamento do remanescente da pena de multa em questão, com a advertência de que, não o fazendo, tal remanescente da pena de multa viria a ser convertido na correspondente prisão subsidiária 22 dias de prisão), ou, então, para provar, querendo, que a razão do não pagamento da referida multa lhe não era imputável, caso em que a pena de prisão poderia ser suspensa, nos termos do artigo 49, n 3, do Código Penal.