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E mais, quando o CCP 531 expirar a recorrente não poderá opor-se, em relação com a patente base que serviu de fundamento à sua emissão à comercialização, por terceiros, do principio activo que foi objecto de protecção conferida por esse CCP, o que implica que após essa data, esses terceiros devem ter a possibilidade de introduzir no mercado não apenas medicamentos que consistem nesse principio activo anteriormente protegido mas também qualquer medicamento que contenha o referido principio activo em associação com outro principio activo que não está protegido, enquanto tal, por esta patente, nem por outra patente, é o que refere o citado Acórdão do TJUE, referindo-se ao artigo 13 do regulamento n 469/200 Também o Acórdão do TJUE -577/13, de 12/03/2015, refere que o artigo , alíneas e, do Regulamento n. 469/2009 deve ser interpretado no sentido de que, quando uma patente de base inclui uma reivindicação de um produto que contenha um princípio ativo que constitui o único objeto da invenção, para o qual o titular dessa patente já obteve um CCP, e uma reivindicação ulterior de um produto que contenha uma associação desse princípio ativo com outra substância, essa disposição se opõe a que esse titular obtenha um segundo CCP para a referida associação.