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A Sentença recorrida erra, desde logo, na apreciação da prova quando na alínea da matéria de facto considera como provado que a ora RECORRENTE adquiriu o prédio urbano constituído por parcela de terreno para construção pelo valor de €95000, quando da prova produzida e junta aos autos resulta que, em 13 de julho de 2001, a RECORRENTE adquiriu o prédio em apreço por 9500000$00 novecentos e cinquenta milhões de o que corresponde a €73580,02 quatro milhões setecentos e trinta e oito quinhentos e oitenta euros e dois cêntimos), Nestes termos, a Sentença recorrida incorreu em evidente erro de julgamento, pelo que deve, nesta sede, considerar-se como provado - em consonância com a alínea dos factos provados e que em 13 de julho de 2001, a RECORRENTE adquiriu, por €473580,02 quatro milhões setecentos e trinta e oito quinhentos e oitenta euros e dois cêntimos), o prédio urbano constituído pela parcela de terreno para construção designado por Lote 00/02 Adicionalmente, relativamente à alienação pela ora RECORRENTE do prédio urbano constituído por parcela de terreno para construção, realizada em 8 de julho de 2004, conforme resulta da alínea da matéria de facto, o preço de alienação foi, de facto, €750,000 quatro milhões setecentos e cinquenta, conforme consta na alínea da matéria de facto.