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Teve lugar a audiência de discussão e julgamento e depois foi proferida sentença, em cujo dispositivo designadamente se consignou: "Face ao exposto e nos termos das disposições legais supra citadas, considera-se a ação parcialmente procedente, por parcialmente provada e, em consequência, condena-se o Réu Banco BIC Português, S.A., a pagar aos Autores e, a quantia de €25500,00 duzentos e cinquenta e um e quinhentos acrescida de juros à taxa legal, contados desde a citação até integral pagamento, absolvendo-se quanto ao mais pedido.”   O R. recorre da sentença e formula as seguintes conclusões: "O Banco Recorrente não pode concordar com a matéria de facto dada como provada descrita nos pontos 2, 4, 5, 6, 8, 9, 11, 12 e 1 Não pode ainda o Banco Recorrente concordar com a matéria de facto dada como não provada e descrita nos pontos 2, 3 e   O Facto provado 2 deveria ter a seguinte redação: "Em Abril 12 de Abril de 2006, o funcionário do Réu,, atuando em nome do mesmo, disse ao Autor marido, que tinha uma aplicação equivalente a um depósito a prazo e com rentabilidade assegurada.” Deveriam ainda ser dados como provados os factos não provados 4, 5, 6, 8, 9, 11, 12 e 1 A modificação da matéria de facto impõe-se pelos depoimentos da testemunha  ficheiro 20170510095028_2665860_2871699) e pela análise do boletim de subscrição do produto.