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Acompanhamos o pensamento de PEDRO CAEIRO que entende que, "de jure condito, as recompensas devem ser vistas como uma mera sub-espécie das vantagens lato, diferenciada das restantes pela existência de uma relação intersubjectiva entre o agente e um disponente, que serve de contexto à atribuição dos bens com o propósito de recompensar.”, propondo ainda a eliminação do n. 1 do artigo 11 do CP e respectiva formulação do n.12 Para que as vantagens sejam declaradas perdidas, necessário é que tenha sido praticado um facto ilícito-típico, podendo mesmo operar em caso de falta de culpa do agente o que não é naturalmente o caso da sub-espécie das recompensas, que exige a atuação.