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B. e F..  Daqui se conclui, como fez o Tribunal "a quo”, que o descrito conjunto de elementos de prova aponta para a existência de uma prática reiterada, ao longo dos anos, de movimentação da conta bancária orientada para as actividades dos Autores, filhos e respectivas empresas, o que para além de não poder passar despercebida quer aos Autores, quer aos filhos, quer às empresas destes, só poderia ter ocorrido por conta e sob as instruções dos próprios, tendo a conjugação desses elementos de prova levado à formação da convicção de que o Autor teve conhecimento, aquando da sua realização, daqueles movimentos efectuados na sua conta, por funcionários do Banco A, no quadro de uma relação próxima e de confiança com estes, nos termos assinalados pelas testemunhas A. e R. J.. Relativamente ao ponto 5 dos factos não provados, entendemos que não foi produzida prova relevante de que tenha sido omitido o lançamento a crédito na conta aberta em nome dos AA.