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583 do;  - O que a executada/recorrente alegou e suscitou perante o Tribunal a quo foi que tratando-se de livrança em banco e "não à ordem” deixou de constituir garantia suscetível de valer com a literalidade que lhe é habitualmente reconhecida;  - Para que do pacto de preenchimento faça parte a exequente era necessário que houvesse cessão da posição contratual, não sendo suficiente a existência de cessão de crédito diga-se: não notificada nem aceite  pela  executada/recorrente);  sem  cessão  da  posição  contratual  a exequente não é parte no pacto de preenchimento que consta dos autos, facto que tinha de ser dado como assente face à inexistência de prova dessa cessão de posição;  - Pelo que, nos presentes autos foi, erradamente, aplicada a norma do art.