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O apelante imputa o vício da nulidade à decisão recorrida, sustentando que os fundamentos que nela foram aduzidos pelo tribunal a quo para ancorar a decisão nela proferida estão em oposição entre si, na medida em que "é profundamente contraditório que o Tribunal a quo tenha decidido que "osfactosnãoprovadosdecorreramdaausênciadeprovaconsistenteatalrespeito,namedida queacabeçadecasaleoreclamanteapresentaramdeclaraçõesopostas,semquequalquerdelesmereçamaiorcredibilidadequeooutro”, pois, na verdade, a prova apresentada pela cabeça de casal, ora Recorrida, quanto à propriedade de bens foi inexistente; consta da decisão sob censura que "o reclamante não logrou provar, como lhe competia, que se trata de bens próprios os descritos no facto provado 2 a, porque por si adquiridos antes do”, tal como consta da mesma decisão, concretamente do ponto 2 dos factos provados, que os bens descritos nas alíneas,,, e foram adquiridos pelo reclamante, respetivamente, nos dias 102011, 102011, 102011, 202011, 202011 e 102011, ou seja, antes de 202011, isto é, data da celebração do casamento entre o Recorrido e Recorrente cfr.