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R. Em face do exposto, e utilizando as palavras do Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul, de 28 de Novembro de 2019, proferido no âmbito do processo n. 38/19BCLSB, ") a destrinça entre vícios formais e vícios substantivos da liquidação e qual foi o determinante da decisão anulatória exequenda em concreto nada releva para efeitos do reconhecimento do direito a juros indemnizatórios.ʺ pelo que deverá a Sentença proferida pelo tribunal a quo ser revogada, única e exclusivamente, no segmento que decidiu julgar improcedente o pedido, formulado pela RECORRENTE, de pagamento de juros indemnizatórios e substituída por outra, conforme com as normas e princípios jurídicos aplicáveis, que julgue procedente o peticionado quanto a juros indemnizatórios.