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Ponderando o período durante o qual o arguido se dedicou ao tráfico de estupefacientes, de Maio de 2016 a Janeiro de 2017, de heroína e cocaína, drogas duras, das que produzem efeitos mais nefastos para os consumidores e para a sociedade; o dolo com que agiu que lhe é assacado na forma mais grave, a directa; as exigências de prevenção geral proteção de bens jurídicos) que são elevadas, bem como as de prevenção especial reintegração do que são significativas e o ter sofrido uma condenação por tráfico de menor gravidade por factos de 20-03-2013 e decisão 13-05-2016, que transitou em julgado em 24-01-2017, consideramos justa e adequada a pena de 6 anos de prisão efectiva que lhe foi aplicada pelo tribunal a quo, que não é susceptível de ser suspensa na sua execução nos termos do art.