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Foi proferida decisão sobre a reclamação, que julgou integralmente procedente a reclamação oferecida e determinou a rectificação da nota, nos seguintes termos: - "Deve o SE proceder à rectificação da nota de 26/3/2020, considerando que em 25/6/2018, e após os pagamento, a executada apenas seria devedora de €: 3519,93, valor ao qual acresceria a quantia resultante do Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça e juros respectivos.--- - Deve o SE rectificar a nota eliminando o valor dos juros compulsórios que exceda os €: 283,42, já entregues.--- - Deve o SE rectificar a nota de liquidação contagem dos juros quanto às quantias sobejantes após os pagamentos de 25/6/2018 e acréscimo resultante do Acórdão do STJ, tendo por referência como data limite o dia 18/10/201— Custas do incidente a cargo das exequentes, fixando-se a taxa de justiça em 3 três) UCs.- Notifique, nomeadamente ao SE que deve juntar nota rectificada em 10 dias.”  Inconformada com tal decisão dela veio recorrer a exequente ", S.A”., formulando as seguintes conclusões:  1- A decisão recorrida, relativamente ao seu segmento: " Deve o SE proceder à rectificação da nota de 26/3/2020, considerando que em 25/6/2016, e após o pagamento, a executada apenas seria devedora de €: 3519,93, valor ao qual acresceria a quantia resultante do Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça e juros respectivos”, ofendeu o caso julgado formado, no dia 21 de Junho de 2018, sobre a decisão do acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, proferida no dia 5 de Junho de 2018, e ainda, ofendeu o caso julgado, formado no dia 6 de Junho de 2018, sobre a decisão da alínea do acórdão do dia 3 de Maio de 2018 do Tribunal da Relação de Guimarães, proferido no Apenso B, e cujo cumprimento, no dia 25 de Junho de 2018, o Agente de execução cumpriu, mediante o pagamento à recorrente da quantia de € 95257,5  2- A decisão recorrida, relativamente ao seu segmento: " Deve o SE rectificar a nota eliminando o valor dos juros compulsórios que exceda os €: 283,42, já entregues”, ofendeu o caso julgado formado, no dia 3 de Outubro de 2019, sobre a decisão do acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães, proferida, no dia 19 de Setembro de 2019, no Apenso, e cuja decisão, apenas, incidiu sobre as questões dos juros compulsórios das quantias de € 4150,38, € 1689,30, € 435,05 e de € 5274,73, calculados, liquidados e pagos pelo Agente de execução no dia 25 de Junho de 2018, sobre as decisões das alíneas, e, transitadas em julgado, no dia 18 de Outubro de 2017, do acórdão de 14 de Setembro de 2017 do Tribunal da Relação de Guimarães.