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143; acórdão do STJ de 30 de Abril de 2014, in www.dgsi.pt, bem como os acórdãos do TRP, de 202020, proferidos nos processos n. 18604/13T8PRT.P1 e n. 256/15T8VFR.P  Neste sentido, transcrevemos o seguinte trecho do despacho do Mmo Juiz que apreciou a arguida nulidade da sentença:  "No mais, o invocado pelo Réu ... de tal falta de divulgação dos métodos e critérios de selecção no aviso de abertura do procedimento do concurso interno não poder, neste caso, influenciar o resultado do concurso interno – que seria o mesmo com o preenchimento da vaga pela 2 Ré, ainda que tais critérios tivessem sido divulgados – nem dar lugar à alteração da ordenação dos candidatos a ponto de o Autor poder ficar posicionado em 1 lugar e consequentemente não alterar o resultado do concurso, dado que, ainda que tivesse sido feita essa divulgação, o resultado seria sempre o mesmo e a trabalhadora que seria selecionada para preencher a vaga seria a 2 Ré, por ser a trabalhadora que reunia as melhores condições para o exercício das funções e técnico de ORVC no Centro Qualifica do ... e que obteve melhor pontuação de acordo com os parâmetros definidos pelo empregador, não constituem mais do que meros argumentos, motivos ou razões jurídicas invocadas pelo Réu ... que não se confundem com as questões a resolver pelo Tribunal na sentença, que não compreende o dever de responder a todos esses argumentos, motivos e razões jurídicas.” negrito  E tais "argumentos, motivos ou razões jurídicas invocadas pelo Réu ...” foram afastados na sentença recorrida, ao considerar:  "para ser afirmada a ilicitude do concurso por violação daquela regra procedimental basta que exista o risco de atuação parcial, independentemente da demonstração efetiva de ter ocorrido uma atuação destinada a favorecer algum dos interessados a concurso, com prejuízo de outros.