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«- As conclusões da motivação do recurso são extraordinariamente importantes, exigindo muito cuidado, devendo ser concisas, precisas e claras, porque são as questões nelas sumariadas que serão objecto de decisão; ) - Não havendo indicação concisa dos fundamentos explanados e desenvolvidos nas alegações, não há conclusões, pelo que, em conformidade, deve o recurso ser rejeitado» - Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, de 21-02-2013, proferido no processo 14217/00TDLSB-AM.L1-9, em que foi Relatora a Excelentíssima Senhora Desembargadora Cristina Branco, disponível em www.dgsi.pt, mais precisamente em http://www.dgsi.pt/jtrl.nsf/33182fc732316039802565fa00497eec/c7d15179d872510c80257b39004ffe8a?OpenDocument  Ora, in casu, as conclusões do recurso apresentam-se confusas, amalgamando inextricavelmente e de forma desalinhada, sem uma sequência lógico-argumentativa, fundamentos contra a improcedência dos pedidos que improcederam na Douta Sentença recorrida.