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Ora, estas duas afirmações firmadas em relatório do Réu e reportadas a anos anteriores ao acto impugnado, são em si inconciliáveis para efeitos da emissão de um acto administrativo que se deve ter fundamentado, quando por via dele se vai negar ao Autor o direito às comparticipações financeiras por todos os anos transactos, de 2013 a 201  E a negação desse direito, ou melhor, a exigência da devolução da totalidade das quantias recebidas pelo Autor, pagas pelo Réu para a satisfação da resposta social de CATL, desde 2013 a 2017, com fundamento em que o CATL não está a funcionar nos termos contratados, quando o Autor refere que desde sempre assim esteve organizado e que assim enviou os mapas ao Réu, não podia deixar de ser  identificado pelo Tribunal a quo como traduzindo, pelo menos, a violação do princípio da proporcionalidade, face ao número das crianças que na perspectiva do Réu estavam no CATL, e daquelas que só utilizavam o transporte de casa para a escola e vice-versa.