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Salientou que a sociedade "” tem valor comercial, tinha património imobilizado, sendo que por via daquele negócio de venda de ações os imóveis foram onerados com ónus a favor da mãe do insolvente; destacou que o capital social da sociedade "” era detido pelo insolvente, irmã do insolvente e pai do insolvente; por sua vez, a sociedade "J” é administrada pela irmã do insolvente e seu companheiro; o negócio de venda das ações é efetuado precisamente numa altura em que se encontrava iminente o vencimento da prestação de € 20000,00 do empréstimo celebrado com a  e a sociedade "G, Lda”, prestação de que era devedor o aqui insolvente que renunciara ao benefício da excussão prévia) e que só não se encontrava vencida desde 12019, porque fora requerida e concedida prorrogação de prazo para pagamento daquela prestação.