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Na verdade, a assistente/demandante — pretendendo uma "requalificação jurídica da conduta praticada pelo Arguido” p. 4 da motivação de — desenvolve todo o raciocínio a partir de uma outra análise da matéria de facto o que constituem alegações das quais este Tribunal não pode ­ — e faz apelo:  às declarações prestadas pelo arguido quer em julgamento, quer em  interrogatório judicial; considera "de maior relevo referir que a Testemunha...” p. 5 da motivação assim remetendo para o depoimento desta, embora referindo que "nenhuma referência ao seu Depoimento é efectuada ao longo do Acórdão da Relação de Évora somente releva para efeitos de apreciação do facto de não conseguir identificar, sem sombra de dúvida, a arma branca utilizada no caso concreto” p. 6 da motivação); refere que o "Tribunal a quo não logrou apurar quais as características do objecto conto-perfurante que provocou os ferimentos...” p. 6 da motivação), e o facto de uma das testemunhas não terem assistido a qualquer discussão p. 7 da motivação); afirma que as declarações do arguido "não devem ser valoradas, por terem sido incoerentes, inverosímeis e não terem sido credíveis, tendo sido sim manifestamente prestadas com a pretensão de o desresponsabilizar” e remete, expressamente, para as gravações das declarações p. 7 da motivação); alega que o arguido alterou as declarações entre o que disse em julgamento e no  interrogatório p. 8 da motivação), que os relatos do arguido em julgamento são contraditórios entre si; e a partir desta outra análise factual conclui que o arguido se determinou "com especial perversidade” e que os factos deveriam ter sido subsumidos ao homicídio qualificado, nos termos do art.