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Com esse propósito em vista, afirma que as testemunhas que indicou " prestaram depoimento de forma verdadeira, genuína e imparcial do que ouviram e/ou não ouviram, do ambiente no local de trabalho e das suas relações com o Recorrente e com a  G, o que realmente se passava no armazém”, quando em contraponto o testemunho da G não merecerá credibilidade e as outras duas testemunhas não terão conhecimento directo dos factos, defendendo que o Tribunal a quo "..) não sustenta, nem esclarece, o facto de não ter sido valorado os depoimentos do Recorrente e das testemunhas indicadas por si”, e que a sentença "está imbuída de presunções que direccionaram a decisão num sentido errado”, concretizando que "..) na consideração elencada na motivação de facto, alínea, no quinto parágrafo, a Meritíssima Juiz, ..)  deu por provado um facto com base numa suposição” e " na última frase da motivação de facto, defende que  eram só homens e por isso é possível ocorrer o que a  G descreve, no entanto, esquece-se que a  G não era a única mulher a trabalhar no armazém”.