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O igualmente recorrente, Ministério Público/Estado Português, veio apresentar as suas Alegações de recurso, tendo formulado as conclusões seguintes: "1 - Tal como foi decidido, o prazo ilícito relevante para sustentar a indemnização, foi fixado em 544 dias = cerca de a ano e, dentro do prazo de duração da ação n 1056/02TBCTX, imputável ao Estado, de 1639 dias = 4 anos e 6, computado entre 26/10/2004 a 5/5/2015, e como foi considerado como razoável o período de 3 anos para o tribunal decidir definitivamente aquela ação, a ilicitude pelo atraso na justiça deverá ter como referência a factualidade ocorrida após aqueles 3 anos, ou seja, depois de 26//200 	2 - Todavia, antes dessa data já todos os peticionados danos haviam ocorrido, bem como os factos, dados como provados, que os haviam provocado.