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Não podendo a interpelação autónoma do fiador ter-se como realizada com a sua citação para a acção executiva, então à executada/Fiadora E não pode ser exigido pela exequente os juros de mora peticionados no requerimento executivo, nem os juros vencidos antes da citação ; ) Vedado está à exequente outrossim exigir da executada/Fiadora E a cobrança de quantia reclamada a título de sobretaxa de mora no valor de 4%, porque aplica-se a mesmo à mora que ocorre em contratos em vigor e não, como neste caso, a contratos resolvidos e em liquidação; ) Relativamente ao VALOR RESPEITANTE A PROCESSAMENTO DA MORA, de € 149,60, não é ele também devido, porque não se mostra alegado qualquer facto como causa de pedir para o efeito, nem foram apresentados documentos justificativos de tal quantia, nem decorre do título executivo, sendo que é pelo título executivo que se «determinam o fim e os limites da acção executiva», nos termos do artigo 1, n. 5, do CPC; ) AS DESPESAS EXTRAJUDICIAIS PETICIONADAS, no valor de € 376,49, respeitante ao primeiro contrato, e de €95,12, relativo ao segundo contrato, não são também devidas, desde logo porque não apresentado qualquer título executivo a elas respeitante; ) Tendo a exequente, como credor e único proponente, adquirido metade da fracção pertencente a B, pelo preço de € 1400,00 , e ficando dispensado de depósito do preço, nos termos do artigo 81,n.