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Administradora da Insolvência da "Sociedade de Construções H..., Lda.” referindo o disposto no art 120, n 1 e 3, do CIRE1, declarou resolvido o referido contrato de compra e venda celebrado a 2 de Junho de 2011, invocando, em síntese, por um lado, que o contrato havia sido absolutamente simulado, pois que nenhum dos respectivos outorgantes quisera vender ou comprar, mas apenas subtrair o imóvel ao património da sociedade, para assim prejudicar os credores desta, sustentando, por outro lado, que, a não ter havido essa simulação, sempre o negócio teria sido prejudicial para os credores da insolvência, pois que os respectivos intervenientes H..., J... e A...), sabendo ser eminente a insolvência da "Sociedade de Construção H..., Lda.”, efectuaram tal compra e venda - assim prejudicando os credores desta sociedade, já que, desse modo, ficou diminuída e dificultada, como sabiam esses intervenientes, a garantia desses credores, que deixaram de contar, no património da devedora, com o imóvel vendido -, por uma contrapartida monetária muito inferior àquela que seria devida, pois que o preço aí declarado, de € 3500,00, é muito inferior ao real valor do imóvel, susceptível de ultrapassar os € 9000,0 4) -Por acção que intentou em 11/09/2013 contra a MASSA INSOLVENTE da "Sociedade de Construções H..., Lda.”, veio A..., impugnar a referida resolução levada a cabo pela Sr. Administradora.