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7- A realidade que a contabilidade apreendida da sociedade insolvente demonstrou, sem registo da entrada de quantias monetárias relativas à entrada de capitais resultantes das vendas a que se irá fazer referência com exceção das quantias apreendidas para a massa insolvente respeitantes às rendas dos bens móveis), impediu a perceção que deveria transmitir sobre a verdadeira situação patrimonial e financeira da insolvente, escondendo/disfarçando a sua realidade e impedindo, para além do mais, a plena avaliação da anterior existência de stocks e equipamentos, tornando-se inviável aquilatar o efetivo alcance da dissipação de património, e em que termos, designadamente a favor de ou de terceiros com os quais mantivessem relações especiais, designadamente os seus filhos e o irmão do primeiro.