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Ainda que se admita que o facto de o autor constar da lista da Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal possa ser um factor negativo de avaliação do risco na concessão de crédito, certo é que, na prática, apurado ficou apenas que o mesmo constitui um nova sociedade e que no nome desta fez um pedido de renovação de linha de crédito ao , o que foi recusado por carta de 06/04/2011 fls., tendo em nome pessoal solicitado crédito individual ao J, o que foi recusado por carta de 11/05/2012, vendo também o autor recusado pela K, o pedido de adesão ao  em 09/03/2011 fls.. Ou seja, naquelas datas, ainda que desconheçamos a fundo o motivo de recusa do crédito, pois que nas cartas de recusa tal não é mencionado, já inexistia qualquer ilicitude, pois que a partir de Setembro de 2010 o autor poderia ter liquidado as suas responsabilidade, e, sendo-lhe concedido prazo para o efeito, não as liquidou até Outubro, querendo apenas obter acordo de pagamento prestacional.