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E todos estes depoimentos, são corroborados, pela testemunha A., fiel de armazém da , Ld., que confirmou todo o procedimento de recepção das mercadorias na empresa, chamando delicadamente a testemunha S. da "menina da balança” e, pela testemunha A., também ele empregado de armazém da , Ld..  Não obstante o que vimos dizendo, optou o Tribunal a quo, como resulta do julgamento de facto e sua fundamentação, por declarar como não provada que a maior parte das vezes os camiões andam com excesso de carga havendo discrepância nos valores constantes das guias de transporte e das faturas que lhe deram origem e que só depois de conferida e analisada a sucata é emitida fatura em função do peso à entrada do parque da Impugnante, por entender em síntese que as testemunhas não especificaram nenhuma compra, fornecimento em concreto, nomeadamente as cargas a que respeitam as facturas.