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25/5/2011 e 11/4/2013, proferidos, respectivamente, nos ps ns 4936/01TCLRS.LS1 – Marques Pereira e 1565/14TJVNF.PS1 – Gabriel Catarino, para concluir que "estando em causa uma situação de doença com afectação das faculdades mentais – demência, alzheimer ou esquizofrenia - compete ao interessado na anulação do testamento "provar que o testador sofria de doença, que no plano clínico, é comprovada e cientificamente susceptível de afectar a sua capacidade de percepção, compreensão, discernimento e entendimento, e passível de disturbar e comprometer qualquer ato de vontade que pretenda levar a cabo, na sua vivência quotidiana e corrente.