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todos esses depoimentos corroboram o sentido das declarações de parte da Autora: "os meus pais disseram-me a e ao meu irmão que queriam encontrar-se connosco só os 4 no Estoril e fomos ao Notário, ficámos surpreendidosqueriam comprar-nos um apartamento e ofereciam-nos, fizemos a escritura e só depois é que fomos ver o apartamentonão despendemos nada com essa compra eles é que pagaram tudosomos os únicos filhosdivorciei-me em 1991, o meu ex-marido nada reclamou e quando calhava em conversa dizia esse apartamento é teu e do teu irmão e nada tenho a ver com issodepois comprei a metade do meu irmão”  Relativamente à vontade dos pais e o ao pagamento, em face dos depoimentos e dos documentos juntos, entende-se que existe assim uma errada valoração da prova feita, razão pela qual se alteram os factos 11 a 14, que se consideram provados com a seguinte redacção: 1 A vontade dos pais da Autora foi oferecer à Autora e ao seu irmão gémeo, a fracção por ocasião do aniversário destes, como presente de aniversário, salvaguardando para si o usufruto.