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3 Mais acrescenta que: «considerando os elementos existentes desde a data da instauração da presente acção 212017), isto é, estudos científicos mais recentes que suportaram a proposta do Programa da Orla Costeira Caminha-Espinho POC-CE), actualmente em discussão pública, insere o prédio urbano em causa, na faixa de salvaguarda à erosão costeira e faixa de salvaguarda ao galgamento e inundação costeira, ambas nível , correspondendo a cenário temporal 205 A primeira faixa corresponde à área terrestre em que há probabilidade de erosão possível migração da linha de costa para o e a segunda faixa corresponde à probabilidade de ocorrência de galgamentos ou inundações costeiras pelo oceano, tendo em conta os cenários de subida no nível médio da água do mar expectáveis e de ocorrência de fenómenos meteorológicos extremos.» 3 Ou seja, esta última informação da Agência Portuguesa do Ambiente confirma que, actualmente, se entende que o prédio se insere em zona de erosão e de invasão do mar.