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Conforme vem sendo maioritariamente defendido, a solução passa antes por evitar a recusa de homologação, que tornaria o plano "totalmente inaproveitável, com frustração dos interesses particulares envolvidos e acentuado prejuízo para a organização económica e empresarial que o sistema jurídico tende a salvaguardar até onde lhe for juridicamente possível”, devendo ser decretada a sua ineficácia em relação a estes credores, por ser "a solução mais equilibrada e curial, que permitirá harmonizar os interesses sociais e económicos que o legislador se propôs salvaguardar através da instituição do processo de revitalização, respeitando ainda os compromissos internacionalmente assumidos pelo Estado Português, com a intransigente defesa dos créditos tributários em geral” do acórdão do STJ de 9/6/2021, proc.