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Mais se verifica que a apelante tece considerações sobre a apreciação e valoração da prova que foi feita pelo Tribunal a quo, alegando para o efeito que o Tribunal a quo decidiu, do modo que o fez, sem ter valorado a expressa, legítima e soberana vontade da menor , a qual, em momento algum exprimiu de forma espontânea a sua expressa e convicta vontade de querer viver com o progenitor pai na cidade de Leiria, mais sustentando que o Tribunal a quodeveria ter considerado a desajustada vivência que a menor foi sujeita em razão das decisões do requerente, alegadamente exclusivas e interesseiras, expondo a a um elevado desgaste, o qual condiciona o seu normal crescimento físico e intelectual, pois vive permanente triste, retraída e angustiada, com o intuito de não contrariar os adultos e, muito em particularmente, o seu progenitor que a pressiona de forma sistemática e reiterada, o que é corroborado pelo Relatório de Psiquiatria de 002020, segundo o qual ") contribuirá para um aumento da instabilidade psicomotora nos dias seguintes ao regresso da casa do”.