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Note que, mesmo após confirmar que o Recorrido mentiu descaradamente, como quando se comprovou que nunca existiu o Sr. LB, a quem este tentava passar toda a responsabilidade pela anterior exploração de atividade na mesma loja, para se esquivar das suas obrigações, como as contas em atraso de taxas camarárias à , rendas e taxas à administração do Centro Comercial, contas de fornecimento de energia elétrica e telecomunicações, a juíza de  Instância relevou tais fatos, como se estes não fossem importantes para formar a sua decisão;  Foi indevida absolvição do Recorrido na  Instância;  A Meritíssima Juíza de  Instância desconsiderou fatos relevantes alegados na petição inicial, na réplica e devidamente documentados, bem como os depoimentos testemunhais;  A sentença recorrida apresenta erros, omissões, contradições e a convicção da douta magistrada mostra-se muito superficial e precária, uma vez que esta não apresenta analisou devidamente as particularidades do caso e as provas produzidas durante o processo eram suficientes para verificar que o Recorrente não tinha conhecimento pleno da situação, antes de exercer a sua atividade no local e foi imensamente prejudicado pelo Recorrido, que simplesmente quis livrar-se do problema;  Espera-se que Vossas Excelências considerem os argumentos do Recorrente e julguem o presente Recurso de Apelação totalmente procedente, tendo em vista que o negócio entre as partes não foi válido e o Recorrido merece ser condenado, inclusive a indemnizar o Recorrente por todos os seus prejuízos; 1 Se o negócio não é válido, o contrato é nulo, em consequência não existe título executivo.