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A douta sentença não se referiu a esta questão por ter, e bem, entendido que, neste caso, face aos factos provados sobre as várias questões das vicissitudes dos contratos de seguros pontos 9, 33, 34, 35, 36, 37, 38 e, assiste às rés o direito de anulação dos contratos de seguro ou direito de resolução ou direito a declarar sem efeito os ao abrigo do disposto nos Art.s 42 e 44 do Comercial, sendo que, entende a ré/Recorrida que é este o momento de trazer à colação esta questão, caso Vossas Excelências entendam dar como procedente qualquer parte da matéria de facto e/ou de direito impugnada pela autora/recorrente nas alegações apresentadas, devendo, assim, por estas razões não ser devida qualquer indemnização à autora por decorrência deste sinistro.