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que dos factos provados não resulta o valor da reparação para que se possa concluir por uma indemnização por equivalente em detrimento da reconstituição natural nem que esta reparação se mostre excessivamente onerosa, nos termos do artigo 56, n. 1, do     Ora, dos factos provados, neste particular, colhe-se que:   7 Das viaturas que se encontravam na garagem do prédio dos A.A., encontrava-se em poder do  A. um Toyota Corolla S/Luna, com a matrícula ...-...-QA, do ano de 2000, desde julho de 2000, conquanto havia sido prometido adquirir à  Rent – Aluguer de Equipamentos, Lda., com sede em , por meio de contrato promessa de compra e venda celebrado em 2000, associado ao contrato de aluguer n. 630 celebrado com a mesma entidade – resposta ao artigo 3 da base instrutória;   8 Tinha essa viatura alguns poucos meses de circulação nas mãos do  A. e cerca de 800 quilómetros percorridos à data de 6 de fevereiro de 2001 – resposta ao artigo 3 da base instrutória;   8 Em fevereiro de 2001, o valor comercial do ...-...-QA era de € 1000,00 – resposta ao artigo 3 da base instrutória;   8 Todavia, em razão de ter estado submerso várias horas no dia 6 de fevereiro de 2001, muitos dos seus componentes elétricos, eletrónicos e mecânicos impunham substituição – no expresso dizer da oficina da marca no caso, a Salvador, o que implicava um valor de reparação muito superior ao seu referido valor venal – resposta ao artigo 3 da base instrutória;   8 O salvado do ...-...-QA valia € 000,00 – resposta ao artigo 3 da base instrutória;   8 Por imposição do clausulado contratual estabelecido com a referida  Rent, os contratos em questão cessaram os seus efeitos, vendo-se o  A. na obrigação de antecipar o pagamento integral das prestações de aluguer ainda em dívida até final do contrato-promessa de compra e venda/aluguer – resposta ao artigo 3 da base instrutória;   8 Antes disso, porém, o  A. pagou à  Rent os alugueres referentes aos meses de fevereiro, março e abril de 2001, num total de € 379,64, período durante o qual não dispôs da viatura em causa, porque inutilizada e imobilizada para sucata na oficina da marca – resposta ao artigo 4 da base instrutória;   8 Por força daquela obrigação de antecipação, o  A. teve de liquidar à  Rent o valor de € 479,56 – resposta ao artigo 4 da base instrutória;   8 O  A. contraiu um crédito pessoal junto do BES – resposta ao artigo 4 da base instrutória;   8 Entretanto, porque ficara sem a referida viatura, o  A. procurou adquirir uma outra viatura igual, o que logrou conseguir rigorosamente pelo mesmo preço pelo qual havia negociado a viatura sinistrada, também junto da Salvador Caetano ou seja, 87000$00), portanto um outro Toyota Corolla S/Luna, agora de matrícula --RG, recorrendo novamente à fórmula de aquisição da sua anterior viatura, ou seja, uma outra promessa de aquisição junto da  Rent – Aluguer de Equipamentos, Ld., agora por meio de contrato-promessa de compra e venda celebrado em 14-03-2001, associado ao contrato de aluguer n. A623, pelo prazo de locação de 37 meses, vencendo-se a  prestação de aluguer em 25-05-2001 e terminando em 25-06-2004 – resposta ao artigo 4 da base instrutória;   8 Por isso, o  A ficou sem esta viatura pessoal desde o dia 06/02/2001, inclusive, até ao dia 14 de março de 2001, num total de 36 dias – resposta ao art.