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Acordam na Secção Social do Tribunal da Relação de Lisboa     –-Autor, também designado por A. e recorrente:AAA Ré– R.) e recorrida: BBB  O A. alegou que trabalhou para a R., como vigilante, e sofreu um acidente de trabalho, tendo-lhe sido fixada uma IPP com IPATH desde 201 Refere que não conseguia desempenhar as suas funções de vigilante, mas como a medicina do trabalho o considerava apto condicionalmente entrou de baixa médica pelo serviço nacional de saúde até 3/8/202 Recebeu então a notificação de que o seu contrato de trabalho tinha cessado por caducidade, em agosto de 202 Porém, tal decisão não foi precedida de parecer do IEFP.