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José Lebre de Freitas e Isabel Alexandre, a páginas 737 que, "devendo o juiz conhecer de todas as questões que lhe são submetidas, isto é, de todos os pedidos deduzidos, todas as causas de pedir e exceções invocadas e todas as exceções de que oficiosamente lhe cabe conhecer artigo 608 n, o não conhecimento de pedido, causa de pedir ou exceção cujo conhecimento não esteja prejudicado pelo anterior conhecimento de outra questão constitui nulidade, já não a constituindo a omissão de considerar linhas de fundamentação jurídica, diferentes da sentença, que as partes hajam invocado.” O que está em causa é uma divergência quanto ao entendimento sobre a matéria de facto e não qualquer omissão de pronúncia do tribunal sobre questões que devesse apreciar ou o conhecimento de questões que lhe estavam vedadas, pelo que inexiste qualquer nulidade que, assim, improcede.Entendem os apelantes que os quatros factos que indica, atrás transcritos deveriam ser considerados como provados.