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ponto 19 das Alegações escritas para referenciar que nalguns espaços da ordem jurídico-normativa e para efeitos de salvaguarda  das liberdades consagradas nos artigos 4 e 4, ambos da CRP, está previsto o modo de exercício do direito de objecção de consciência, mas que a lei não regula  o direito à objecção de consciência  no direito administrativo do ensino público básico e secundário, concluindo sob a conclusão , por oposição ao julgado pelo Tribunal recorrido, que para invocar a objeção de consciência, não é imperioso que se indique, em concreto, qual a convicção, valor, princípio em causa, susceptível de ser afectado por esta ou aquela atuação, ou no presente caso, por esta ou aquela matéria/abordagem, pelo facto de nenhuma norma resultar expressamente que deveriam os Recorrentes ter indicado, em concreto, os fundamentos subjacentes à sua pretensão.