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Cabe ainda uma palavra sobre a alegação feita pela Contra-interessada no que tange àobservância do Dec. Lei 34/2020 de 09/07 que assegura a execução, na ordem jurídica nacional, do Regulamento n. 2016/424, relativo às instalações por cabo, que revoga a Diretiva n. 2000/9/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de março), designadamente o seu artigo 4, nos termos do qual a "entrada em serviço de novas instalações ou de instalações que tenham efetuado modificações de conceção ou construção significativas tem de ser previamente autorizada pelo IMT, P.” n. 	Sustenta a Contra – Interessada que "nenhuma das duas cabinas do Elevador de Santa Justa pode entrar em funcionamento antes de ser inspecionada e certificada, pelo que a recorrida, ao intervencionar o elevador n 1 e a seguir o elevador n 2, mas só realizando a inspeção e a certificação da nova instalação após a intervenção no elevador n 2, irá deixar o primeiro elevador sem funcionar durante todo o tempo que durarem a intervenção no segundo, as operações de testes, verificações e limpezas e a inspeção.” 	Afirma que a sentença recorrida ignorou o facto essencial que é o de nenhum elevador poder ser colocado em funcionamento para transporte de pessoas, depois de intervencionado, antes da realização da inspeção e consequente certificação da nova instalação, nos termos impostos pelo referido Decreto Lei.