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O valor peticionado é o que a A. despendeu na regularização do sinistro, acrescida de juros: pagou à sua segurada € 11929,44, em 202017, e € 900,66 à empresa de peritagem, em 10201 	Na sua contestação – oferecida em 302019 – a Ré, para além de impugnar a sua responsabilidade na produção do sinistro, requereu a intervenção principal provocada de Seguros, Compañia de Seguros Y Reaseguros, S.A. – Sucursal em Portugal, pois havia transmitido a esta a responsabilidade por danos decorrentes da sua actividade, através da apólice n.. 	A Autora não se opôs, e por despacho de 002020 foi determinada a intervenção principal passiva da Seguros, S.A.. 	Esta foi citada por carta registada com A/R recebida em 102020 e, na sua contestação, afirmou que "entre a data do sinistro, e mesmo até entre a data a partir da qual a A. se encontrava sub-rogada nos direitos que pretende fazer valer com a presente acção e a citação da ora contestante, mediaram mais de três anos”, motivo pelo qual os direitos de crédito reclamados se encontravam já prescritos, nos termos do artigo 49 do Código Civil.