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Tal doutrina tinha por alicerce a regulamentação legal traçada na alínea do n 1 e n 2 do Código das Custas Judiciais, em conjugação com a Portaria n 1178-/2000, que apontava para a remuneração por ‘perícia’, completada tal primeira aproximação no caso da perícia demandar mais que uma jornada de pela consideração, por um lado, do tempo razoável para a realização da perícia, a avaliar em ‘dias de trabalho’, e por outro, da complexidade do encargo dificuldade, relevo ou quantidade do serviço que justificassem tradução no valor a.  Afastando-se do estabelecimento de tabelas quantitativas previamente definidas, a lei mandava efectuar análise casuística, de modo a adequar a remuneração ao grau de exigência ou ao relevo da perícia.