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De facto, ao contrário do que é enunciado pela Recorrente quando se refere à questão que pretende que seja apreciada «análise ao facto de ser, ou não, necessário que a Autoridade Tributária e Aduaneira demonstre, atento o disposto no artigo 7, da Lei Geral Tributária, que a Recorrente recepcionou, registou contabilisticamente as supostas facturas e depois as verteu nas declarações fiscais, as instâncias bem ou, perante os elementos recolhidos pelos Serviços de Inspeção os possíveis, face à alegada deterioração da documentação na posse do sujeito, extraíram a ilação de que os valores das faturas discriminadas no relatório e encontradas na posse dos emissores, tinham correspondência noutros elementos comunicados pelo sujeito passivo à AT, e sobre os quais a Recorrente não tinha feito qualquer contraprova que contrariasse esse juízo.