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Acrescentando, como justificação: «É neste sentido também que nos induz a letra da lei, ao determinar que o requerente terá que deduzir factos que tornem provável a procedência da impugnação, revelando a intenção do juiz se bastar com um mero juízo de probabilidade sobre a verificação dos factos que fundamentam a impugnabilidade da aquisição»  E faz lembrar, para minimizar o risco deste juízo de mera probabilidade, que, de todo o modo, «a procedência da acção de impugnação é conditio sine qua non da validade do arresto contra o adquirente de bens do devedor», pois que, «se a acção pauliana for rejeitada, o arresto realizado caduca, por incidir sobre coisa alheia».