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foi que: "Na data da celebração do contrato de arrendamento, os contraentes nada previram relativamente à possibilidade de realização de obras, alterações ou edificações no arrendado pelo arrendatário; ponto 19 dos "E posteriormente também nada previram no sentido de introduzir alterações ao contrato em vigor relativamente à possibilidade de realização de obras, alterações ou edificações no arrendado pelo arrendatário.” ponto 20 dos Sendo assim, de modo algum a A. poderia incluir na minuta – que, segundo a própria A., devia conter os "precisos termos ajustados verbalmente entre as partes primitivas” – uma cláusula como a /2, segundo a qual: "Findo este contrato, todas as obras e benfeitorias realizadas pela segunda contratante, ainda que autorizadas pela primeira contratante, ficam a fazer parte integrante do prédio arrendado, não podendo a segunda contratante alegar direito de retenção ou exigir o pagamento de qualquer indemnização ou compensação”.