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Pode assim concluir-se que o recurso em matéria de facto não pressupõe uma reapreciação pelo Tribunal de recurso complexo dos elementos de prova produzidos e que serviram de fundamento à decisão recorrida, mas apenas, em plano diverso, uma reapreciação sobre a razoabilidade da convicção formada pelo Tribunal a quo relativamente à decisão sobre os «pontos de facto» que o recorrente considerou incorretamente julgados, e dos que, na base, para tanto, da avaliação das provas provas, em suporte técnico ou transcritas quando as provas tiverem sido – artigo 412 n. 3 alínea do CPP, na perspetiva do recorrente, impunham decisão diversa da recorrida ou que se determinasse a renovação das provas” vide, o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 14/03/2007, Processo n.. 	)	Entende assim a Recorrente, por todo o exposto, que ao Tribunal de recurso, se impõe a reapreciação da matéria de facto na parte questionada, o que se peticiona a Exas.