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5 Ora, no caso, para além de faltar um elemento essencial à causa – o seu objecto mediato, isto é, um acto de adjudicação que pudesse ser julgado pelo Tribunal -, não é possível sustentar que apenas uma solução seria legalmente possível, sem que antes se pudesse dar espaço à Entidade Adjudicante para finalizar a instrução do procedimento e tomar, no final, posição sobre o caso, pelo que resultam violados os art.s , n. 1, , 7 e 9, n.s 5 e 6, todos do CPTA, sendo evidente o desrespeito do princípio da separação de poderes constitucionalmente consagrado, pelo que sentença recorrida não se pode manter nesta parte, devendo ser revogada.