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Neste mesmo sentido se argumentou na sentença recorrida com o seguinte: «Dir-se-á ainda que, deixando a filha totalmente dependente do auxílio monetário da família materna alargada e, assim, da boa vontade de tais familiares, a mesma ficaria totalmente desprotegida, pondo em perigo a possibilidade de continuidade de estudar até aos 25 anos de idade, se tais recursos fossem cortados/cessados, sem primeiramente ter accionado os primeiros obrigados a prestar alimentos na ordem legalmente prevista, o que justifica in casu o recurso à tutelar cautelar e o deferimento, embora parcial, da pretensão formulada.» Sendo certo que não nos merece minimamente procedência a argumentação constante das alegações recursivas no sentido de que não se verificava in casu este segundo requisito em apreciação, na medida em que a Requerente «completou o respetivo processo de formação ao licenciar-se»... Isto não obstante a Lei n 122/2015, de 1/9 não ter alterado o paradigma probatório nesta temática para um caso como o ajuizado Na verdade, antes do contributo legislativo aportado por tal diploma legal, «Embora não houvesse dúvidas de que a obrigação de prestação de alimentos fixada a filho menor não se extinguia automaticamente com a maioridade deste cfr.