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E) Tendo a decisão final proferida nos presentes autos transitado em julgado, em 26/04/2016, deve entender-se que o direito de crédito por custas, nomeadamente a liquidação das mesmas, através da elaboração da respectiva conta de custas e emissão das guias para pagamento, por parte do Estado, começou a correr desde aquela data – momento temporal a partir do qual era lícito ao credor promover a liquidação das custas e que aquele direito podia ser exercido – não o tendo feito, o direito de crédito por custas nos presentes autos encontra-se prescrito desde 26/04/2021, sendo que a notificação aos executados ora recorrentes da respectiva conta de custas só ocorreu em 14/05/202 F) Este raciocínio jurídico, na interpretação e aplicação do previsto no citado n. 1 do artigo 3 do Regulamento das Custas Processuais, encontra-se igualmente em consonância com o disposto no próprio n. 2 do mesmo artigo, quando estabelece que "arquivada a execução nos termos do disposto no n. 6 do artigo 3, o prazo prescricional conta-se a partir da data do arquivamento” e não do termo do prazo do pagamento voluntário das custas.