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artigo da p.e ponto 2 das alegações escritas apresentadas pelo; H) Acresce ainda que considerou a Meritíssima Juiz a quo, na sentença recorrida e mediante o recurso a uma presunção judicial, apoiada apenas no facto de o Recorrente ter subscrito a ata em que ficou deliberada a "apresentação à falência” e uma declaração modelo 22 da P.. relativa ao ano da falência, que ficou provado que o Recorrente foi administrador de facto da sociedade Executada; ) Ora, em face destes factos e dos demais factos que foram ou deveriam ter sido considerados como provados, entende o Recorrente que destes resulta precisamente o oposto, pelo que deveria ter sido considerado como provado, pela Meritíssima Juiz a quo, que o Recorrente não exerceu de facto quaisquer funções de administração que possam fundamentar a sua responsabilidade tributária perante as dívidas ora em causa; J) Na realidade, o facto de ter assinado dois documentos no ‘'último momento de vida” da P.., ou seja, no momento em que interveio na apresentação desta à falência precisamente para a proteção dos credores, não indicia por si que o Recorrente estava à frente dos destinos da mesma sociedade no momento dos factos tributários.