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Ou seja, e em suma, pretendem os réus/apelantes provar que antes da outorga da escritura pública de "justificação e partilha em vida”, de 201992, O e mulher, a ré G e marido e N e mulher acordaram entre si a divisão material do prédio rústico, composto de terreno de pinhal, eucaliptal, cultura e ramada, situado em , freguesia , concelho de Oliveira de Azeméis, inscrito na matriz sob o artigo 424 e descrito na Conservatória do Registo Predial de Oliveira de Azeméis sob o n. 2350/20050524 e consequentemente criaram dois prédios autónomos, tendo então definido e delimitado as estremas de cada um deles.