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O Tribunal considerou provado que: « Entre a data mencionada em 5 e o dia 11 de Março de 2015, o autor diligenciou no sentido de identificar os bens que integravam a herança do falecido EA, designadamente, através de contactos escritos estabelecidos com instituições bancárias e seguradoras e comunicações/deslocações a Conservatórias do Registo Predial, tudo para pedir informações e a solicitar elementos e certidões, relativo/a/s aos bens que constituíam o acervo hereditário de EH.», reconhecendo também que a testemunha LS «Afirmou que pediu certidões e avaliação de bens a pedido do autor», o que efectivamente resulta do depoimento prestado pela testemunha a partir do minuto 7:30, em que se referiu às várias diligências iniciais, de obtenção de documentos, avaliação de bens móveis e estudo de documentação obtida para realização da partilha.