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JJ) Perante a prova de que os trabalhos efetivamente executados pelo R. no prédio da recorrida, transcendem em muito os que foram possíveis confirmar e avaliar no relatório pericial deveria o tribunal ter levado em consideração, no cômputo do valor das benfeitorias, pelo menos as obras relativamente às quais os respetivos custos foram devidamente quantificados como sejam, as reparações das infiltrações executadas em 2010, com as necessárias obras de reparação no terraço e telhado da moradia, pintura e reparação de rachas, que custaram Euro 000,00, bem como os € 1000,00 relativo aos trabalhos de reparação realizados no pátio exterior, os Euros 800,00 dos armários de cozinha, e ainda reparação de rachas, uma pintura exterior e interiores, realizada durante o período em que A. e R. ainda estavam juntos, podendo, com vista à respetiva quantificação, ter-se lançado mão do relatório pericial que avaliou este tipo de trabalhos em € 202,90, o que imporia que o valor das benfeitorias realizadas, suscetíveis de serem liquidadas na sentença, fosse desde logo de € 6161, 29 ao invés dos Euros 3158,39, liquidados na sentença.