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12 n. 1, 2, 4 e 5 do CIRE, o negócio podia ser resolvido, uma vez que, não resultou provada qualquer má-fé das partes envolvidas no negócio; ) Assim e sem prescindir, dir-se-á que a escritura de compra e venda outorgada, não foi um negócio prejudicial, pois que o ora recorrente efetuou o pagamento do preço, e reitere-se que o Recorrente não sabia ou estava em condições de saber da insolvência da devedora, assim como da prejudicialidade do negócio para os seus credores naquela data;  ) Assim, por tudo o exposto, concluímos que o negócio não foi prejudicial, pois não diminui, não dificultou, não frustrou e/ou retardou e pós em perigo a satisfação dos credores da insolvente, nos termos do prevenido no art.