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Formula, para tanto, as seguintes CONCLUSÕES:   - Por um lado, a sentença consagra "o estado do processo permite, sem necessidade de mais provas ou exercício do contraditório, a apreciação total do mérito dos presentes embargos”, por outro lado no ponto , relativo à fundamentação especificamente no ponto "Dos factos e do Direito”) consagra o Meritíssimo Juiz a quo relativamente a várias matérias a necessidade de prova que considera impender sobre a embargante/recorrente;  - Não é de admitir que não haja necessidade de produção de prova em audiência de julgamento e ao mesmo tempo se considere que sobre a embargante/recorrente impendia o ónus de provar determinados factos, nomeadamente, sem sede de audiência de julgamento através de prova testemunhal; sendo, por isso, manifesta a violação dos arts 591 e 596 do P.  - Na decisão sobre a matéria de facto tinha o Tribunal a quo de estabelecer esse facto como assente para extrair as conclusões que acabou por proclamar, não podendo ser suficiente que refira, apenas, que «por acordo escrito intitulado "Contrato de Cessão de Carteira de Créditos não garantidos”, datado de 112015, o Banco ..., S. A., na qualidade de cedente, e a A. G. Limited na qualidade de cessionária, declararam o que consta desse acordo junto a fls.