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11 Ora, atentando na decisão em crise, nomeadamente na factualidade dada como provada; 12 E face à inexistência de qualquer referência a factos não provados, é manifesto que o Tribunal a quo incumpriu o dever de fundamentação imposto por lei a qualquer decisão - cfr.art.607, n 4 do P.e art.205, n1 da Constituição da República Portuguesa, o que, desde logo, implica a nulidade da mesma; 13 Resulta ainda evidente que a matéria de facto apurada pelo Tribunal a quo, que a seguir se transcreve, "a) O exequente é portador da livrança no valor de €1746,96 dezoito e setecentos e quarenta e seis euros e noventa e seis cêntimos), com data de emissão de 8 de Janeiro de 2009 e de vencimento de 30 de Janeiro de 2009, emitida a seu favor, contendo no lugar destinado ao nome dos subscritores a aposição do carimbo com os dizeres ", Lda.