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Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 102014, processo 346/10GBLSA.C No mesmo sentido, veja-se, ainda, os Acórdãos do Tribunal da Relação de Coimbra, de 002017, processo 706/11TAACB-A.C1, e de 202018, processo 313/17GCACB-A.C1, os Acórdãos do Tribunal da Relação de Évora, de 002018, processo 60/12PALGS-A.E1, e de 012018, processo 24/10ZRFAR.E1, e o Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, de 002015, processo 3/03IELSB.L1-  No caso subjudice, o arguido prestou TIR, sabia que os presentes autos se encontravam pendentes e que já tinha sido designada data para audiência de julgamento, sendo que, como bem se refere no despacho recorrido, quando foi ouvido - o que sucedeu em audiência de julgamento, a qual foi dada sem efeito por se encontrar excedido o prazo de 20 dias para o processo sumário -, reiterou a morada do TIR.