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facto provado 2 Em rigor, não se tratou de informação adequada ao consentimento; antes de esclarecimento terapêutico, que não tutela a auto-determinação do paciente mas sim o seu corpo e saúde, sendo, portanto, a sua omissão discutida – como já foi – em sede de erro na execução do acto médico – com resposta negativa.”; "O acórdão fundamento tratou a questão como contraditoriamente julgada como a questão essencial "ausência de consentimento informado”) para decidir da verificação da responsabilidade contratual por acto médico numa situação de "cirurgia estética ou reconstrutiva”, "que se destinava a corrigir um determinado defeito físico e a melhorar a aparência ou a imagem de uma pessoa”:  "Nestas intervenções, a dimensão do resultado assume maior relevância.