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Alegou o Autor na p. inicial que esse acordo foi efectuado em 2014, e depois de terem sido prestados os aludidos serviços, obrigando-se o Réu pessoalmente, e com a sua celebração, a pagar-lhe a quantia de € 4000,00 em duas prestações mensais no valor cada uma delas de € 2000,00, vencendo-se a primeira até ao dia 15 daquele mês e a segunda até ao final de Janeiro de 201 No facto agora impugnado pelo Réu foi julgado provado: Após negociação, autor e Réu acordaram em fixar os honorários finais em dívida na quantia de € 4000,00, a qual, por acordo firmado em 06 de Agosto do corrente ano, o Réu se obrigou pessoalmente a pagar, em duas prestações de igual valor de € 2000,00 cada, devendo a primeira ser liquidada até 15 daquele mês, e a segunda até ao final de Janeiro de 201 A prova deste facto foi fundamentada nos seguintes termos: a convicção do Tribunal quanto à determinação da matéria de facto provada atrás descrita fundou-se na análise e apreciação, à luz das regras da lógica e da experiência comum, da globalidade da prova produzida e contraditada em audiência de julgamento, designadamente, e desde logo, teve-se em consideração a não impugnação por parte do Réu na sua contestação, dos serviços prestados pelo Autor e por este alegados na petição inicial, tendo sido confirmado pelo Réu a sua prestação em sede de depoimento de parte prestado em audiência, no qual referiu ainda que o documento junto a fls.