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4 A executada só foi citada para se opor á execução e à penhora em 1 de Julho de 2014, por despacho do Sr. Agente de Execução datado de 26 de Junho de 201 5 Os fundamentos dos presentes embargos não eram conhecidos nos autos à data do falecimento do executado originário, pois, só após a contestação de embargos pelo banco embargado é que foram revelados os factos com base nos quais foram apresentados os presentes embargos, circunstâncias que resultam evidentes no requerimento de 9 de setembro no seu conjunto e também dos seus ns 1 a  6 Tais factos, modificativos/extintivos do direito invocado pelo exequente pagamento total/parcial) são pois supervenientes e só foram conhecidos com a contestação do embargado 7 Atentos os fundamentos invocados deveriam os presentes embargos ter sido liminarmente recebidos e apreciados como embargos supervenientes, pois a matéria da oposição é superveniente e a executada invocou que só na sequência da contestação dos embargos dela teve conhecimento 8 O facto de o exequente nunca ter objetivamente comunicado aos autos a adjudicação do prédio hipotecado no âmbito dos empréstimos dados como títulos executivos, pela quantia de 5000,00€ querendo agora daí retirar um benefício ilegítimo, constitui abuso de direito 9 Quando a presente execução deu entrada já era obrigatória a junção dos títulos executivos em formato eletrónico, pelo que, tendo sido apenas juntos em suporte físico, não foram os mesmos digitalizados, não pode esta ser prejudicada pelo incumprimento por parte do exequente das suas obrigações legais.