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As alegações de recurso que apresentou culminam com as seguintes conclusões: «) 	Tendo sido a Recorrente notificada da decisão do Tribunal a quo no passado dia 06 de Julho do corrente ano, relativamente ao Processo n. 1172/23BELSB, Processo esse que correu os seus termos junto da Unidade Orgânica 3 do Tribunal Administrativo de Circulo de Lisboa, Mediante uma análise cuidada e ponderada da decisão do Tribunal a quo que diz respeito á rejeição da Providência Cautelar intentada pela ora Recorrente, 	Diga - se em abono da verdade que a referida decisão gerou surpresa e estupefação, uma vez que aquele Tribunal invocou falta de fundamento e daí rejeitou a referida Providência Cautelar toda a fundamentação de facto e de direito foi alegada o que significa que o Tribunal não teve em conta a matéria de facto e muito menos a apreciou logo é de lamentar pura e simplesmente, 	Ora vejamos a Recorrente aquando da apresentação da sua providência cautelar pedindo a suspensão da decisão do Municipio de Lisboa que visa a construção de uma sala de chuto em que não houve em momento algum discussão pública, não foi ouvida as população que moram nas zonas circundantes aonde aquela vai ser construída, como também fica a menos de 400 metros de estabelecimentos de ensino e de zonas residência, logo a referida construção é de todo ilegal terá que ser suspensa na integra, e vai implicar razões de insegurança nas zonas circundantes,   	Uma vez que a instalação de uma sala de consumo assistido na Freguesia do Lumiar ou sala de chuto como se referiu, aonde a ora Recorrente tem a sua sede, não demonstra qualquer preocupação com os residentes da Alta de Lisboa, designadamente com os "novos residentes” que apostaram na aquisição recente de habitação nesta zona da cidade, expressando um voto de confiança no Plano de Urbanização Plano de Urbanização do Alto Lumiar, que não previa a instalação de um equipamento/serviço desta natureza na zona, como também em relação aos moradores que habitam nessa zona como já se alegou,   	Como também não é tida em consideração a ocorrência de eventuais fenómenos de desvalorização do imobiliário na Alta de Lisboa, na sequência da instalação de uma sala de consumo assistido, ignorando completamente os efeitos que tal poderá acarretar para o sucesso do PUAL e da estratégia de reconversão/ recomposição social deste território, que tantos anos se levou a conceber e a operacionalizar, estando ainda por concluir a implementação dos seguintes equipamentos sociais/ serviços de acordo com a página da SGAL, principal promotora do projeto, à data de 3 de dezembro de: 	1	Centro de Saúde; 	1	Centro de Cuidados Continuados; 	2	Piscinas Cobertas; 	1 	Pavilhão Polidesportivo; 	3	Centros de Dia; 	5 	Lares; 	3 	Centros de Formação; 	1 	Centro de Interpretação - PAAL; 	1 	Parque Lúdico e Infantil; 	2	Centros Culturais; 	2	Ateliers de Arte; 	Bombeiros Voluntários de Lisboa 	1 	Centro Paroquial; 	2 	Mercados Retalhistas; 	1 	Edifício de Apoio ao Parque Oeste/ Vale Grande.