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- O arguido confessou parcialmente os factos, mas o que confessou não foi mais do que resultava evidente da atuação – o desferimento das facadas – negando a prática do crime de roubo e ainda que tal tenha sido o móvil da sua actuação;  - Face ao exposto entende-se que a realidade dos factos provados o que traduz é serem elevadas as necessidades de ressocialização do jovem agente, isto porque a aparente vida estruturada, em sede de integração familiar e social, não era suficientemente incisiva, no sentido da prevenção de actos delituosos, mormente do género dos aqui levados a cabo, o que aliado à falta de predisposição para mudar, radicalmente, de vida, de ambiente, bem como, aos seus antecedentes criminais impede, mesmo a consideração de estarmos perante factos, que constituem um acto isolado, episódico, no seu percurso de vida;  - Cremos, assim haver demonstrado, não só, o carácter vago e genérico das considerações feitas na decisão recorrida a este propósito, mas essencial e de forma decisiva, manifestamente desenquadradas com a natureza do instituto do regime especial para jovens;  - Afastada que seja a aplicação do regime especial para jovens a pena a aplicar ao arguido pela prática, de um crime de homicídio qualificado, na forma tentada, p. e p. pelas disposições conjugadas dos arts.