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A atuação do regime legal estabelecido no Decreto-Lei n 210/73, na concretização dos direitos consignados no diploma, demandava pois uma série de atos, desde a verificação da incapacidade e homologação de decisão da Junta Hospitalar, passando pela qualificação do acidente ou do facto determinante da incapacidade, até à verificação dos pressupostos da qualificação de deficiente, que permitia a opção pela continuação ao serviço ativo ou pela pensão de aposentação extraordinária ou de invalidez quanto a militares do quadro permanente ou de complemento com o posto igual ou superior a primeiro-cabo ou, ou apenas aplicação do regime legal quanto a medidas de reabilitação ou o provimento em vaga nos estabelecimentos civis das forças armadas, quanto às praças referidas no artigo 8, n  Verificada a deficiência ... produziam-se então alguns daqueles efeitos, ou ficava o militar em condições de, eventualmente, vir a obter colocação em determinados lugares do pessoal ; era considerado deficiente ao abrigo do disposto no Decreto-Lei n 210/7 Espraiada a doutrina pertinente, cujo sentido acompanhamos integralmente, dado a bondade da solução adotada, vejamos, agora, se pode concluir que o Autor foi ou não considerado deficiente ao abrigo nos termos do disposto no Decreto-Lei n 210/73, e, como tal, pode ou não beneficiar da qualificação automática como DFA prevista na alínea do n 1 do artigo 18 do Decreto-Lei n 43/7 Neste domínio, importa recordar que, pese embora reconhecida a doença como ocorrida ou agravada em serviço, só em 09 de dezembro de 1997 é que o Autor requereu a elaboração de um processo sumário por doença em campanha.