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Apesar de existir alguma jurisprudência, bastante minoritária, que advoga a necessidade de alegação e prova do nexo de causalidade entre os comportamentos descritos no n. 2 ou apenas de alguns desses comportamentos, consoante as alíneas) do artigo 18 do CIRE e a criação ou agravamento da insolvência4; ou que advoga que mesmos nas situações prevista no n. 3 do artigo 18 do CIRE existe uma presunção, ainda que ilidível, desse nexo de causalidade5; verdade é que nenhuma destas posições é consentânea com a letra da lei, a qual se nos afigura, aliás, bastante clara, visto que, na primeira situação optou por considerar sempre culposa a insolvência sendo que a qualificação da insolvência como culposa envolve não só a atuação dolosa ou com culpa grave, como também o nexo de e na segunda optou por presumir a existência de culpa grave, já não a existência do dolo ou do nexo de causalidade.