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), e não tendo o tribunal diligenciado para que essa audição tivesse lugar, e não tendo sido o defensor do arguido/condenado notificado, para poder pronunciar-se sobre a eventual revogação da suspensão da execução da pena de prisão, não pode considerar-se assegurado, «na sua expressão mínima», o princípio do contraditório, enfermando assim a decisão de revogação da suspensão da execução da pena de prisão, proferida, nesse circunstancialismo, da nulidade prevista no artigo 119, al., do CPP AC TRE 21-05-2019 e AC TRL de 212018, o qual seguimos de perto, ambos in www.dgsi.pt), o que se declara, julgando-se, se bem com outros fundamentos, provido o recurso apresentado pelo arguido.