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No mesmo prazo, deverá a autora juntar cópia das facturas cujo pagamento reclama nesta ação.” Refere ainda: " Pelo exposto concede-se à autora o prazo de dez dias para, querendo, responder por escrito às excepções deduzidas na contestação.” GG) Interpretando tal despacho e dado a forma como a ora recorrente havia apresentado o seu requerimento de injunção, no qual, no seu entender, estariam todos os elementos essenciais ao prosseguimento da ação e dado que o despacho em momento algum se referiu ao aperfeiçoamento dos articulados ou da PI, antes pelo contrário referiu que seriam apenas de praticar os atos estritamente necessários, referindo-se apenas aos requerimentos probatórios HH) A ora Recorrente em cumprimento do despacho juntou as facturas, as testemunhas e respondeu às excepções, cumprindo assim, em seu entender o douto despacho, pois ) Uma coisa são os requerimentos probatórios e outra é a PI, inclusive essa classificação encontra-se autonomizada no "Citius”, por isso, e atendendo à forma como havia apresentado o seu requerimento injuntivo não alvitrou a ora Recorrente que entendesse a meritíssima juiz do Tribunal "A quo” ser necessário o aperfeiçoamento da PI, tanto mais que falava em atos estritamente necessários, entende-se assim não ter sido claro e inequívoco o despacho proferido, JJ) Entende-se ainda que o tribunal não poderia ter notificado a ora Recorrente para o aperfeiçoamento da PI e para responder à excepção de ineptidão do requerimento injuntivo, no mesmo despacho, pois KK) A excepção de ineptidão foi deduzida relativamente ao requerimento injuntivo, aquando da apresentação da oposição, por parte da ora Recorrente e se este fosse inepto a R era absolvida da instância e a ação deixava de prosseguir, não havendo lugar a qualquer aperfeiçoamento da PI ) Assim para notificar para o aperfeiçoamento da PI, tal pressupunha já se encontrar apreciada a excepção de ineptidão do requerimento injuntivo, suscitada pela ora Recorrente e já tinha a ora Recorrida que ter sido notificada para se pronunciar sobre a excepção, em momento anterior, o que não foi já que esse foi o primeiro despacho proferido nos presentes autos ) E caso assim tivesse sucedido e a manter-se tal vício teria na nova PI então a ora Recorrida que alegar nova ineptidão, na sua contestação ou em requerimento autónomo que entendesse vir a apresentar após a apresentação da nova PI, aperfeiçoada NN) Pelo supra exposto entende-se assim não cumprir o douto despacho proferido os requisitos de clareza e os legais, nomeadamente, os dispostos no art 590 do P., aplicável aos autos a partir do momento em que os mesmos foram distribuídos como processo comum, já que nunca foi a ora Recorrente notificada para proceder ao aperfeiçoamento da PI, pelo que não pode ser considerado que foi a ora Recorrente convidada ao aperfeiçoamento da PI, nos termos legais, como refere a douta sentença, ora recorrida OO) Até porque da leitura integral do mesmo entende-se, contrariamente ao defendido na douta sentença proferida, que vão ser aproveitados os atos já praticados pelas partes, nos autos, devendo apenas ser junta a prova, incluindo as facturas, nada tendo a meritíssima Juiz do tribunal "A quo” a apontar ao requerimento injuntivo que passaria a constituir a PI, nos autos e se havia a apontar então teria que o ter feito, após notificação da ora Recorrente para se pronunciar sobre a excepção de ineptidão do requerimento injuntivo, expressamente, cumprindo o disposto no art 590 n 3 e 4 do P., no primeiro despacho proferido ou então antes de ter proferido a douta sentença, ora recorrida, quando constatou que não havia a ora Recorrente apresentado nova PI, PP) Deste modo e ainda que se entenda que o requerimento injuntivo e respectivo anexo não cumprem os requisitos legais para vigorar como PI, nos presentes autos, entende-se que deveria o tribunal "A quo” ter proferido novo despacho de aperfeiçoamento da PI, ao abrigo do disposto no artigo 590 n 3 e 4 do P., o que não fez QQ) Quanto à litigância de má fé da R alega a meritíssima juiz do Tribunal "A quo” que não vê na conduta processual da R fundamento bastante para a sanção pela qual a A pugna.