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Nessa medida, deve a posição sufragada pelo Tribunal a quo ser revogada e substituída por nova decisão que reconheça existir na esfera do Recorrente um crédito de IVA emergente da dedução, válida e tempestiva, de IVA incorrido no ano 1999 e, em consequência, ser procedente a Impugnação Judicial apresentada; As decisões proferidas pelo Tribunal Central Administrativo apenas são impugnáveis para o Supremo Tribunal Administrativo através de Recurso de Revista, cuja admissão depende de apreciação preliminar e sumária de caráter qualitativo questão que, pela sua relevância jurídica ou social, se revista de importância fundamental ou necessidade de melhor aplicação do, configurada nos números 1 e 5 do artigo 28 do Código de Procedimento e de Processo Tributário, como decisão discricionária de aceitação da competência pelo Supremo Tribunal Administrativo; O Recorrente entende que o facto de a admissão do Recurso de Revista depender de uma apreciação a efetuar pelo Supremo Tribunal Administrativo - que, como é sobejamente conhecido tem um crivo muito rigoroso, pelo que há uma percentagem ínfima de admissões de Recurso de Revista -, limita a possibilidade de Recurso, pelo que o reenvio prejudicial é obrigatório, nestes casos, para o Tribunal Central Administrativo, nos termos do § 3 do artigo 26 do Tratado de Funcionamento da União Europeia; nn.