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1 Conforme entendimento do douto Tribunal da Relação de Guimarães no processo 337/10T8PTL.G1: "...peio que ao co-avalistas que pagou a totalidade do créditocambiário assiste direito de regresso contra os demais co-avalistas do mesmo avalizado na respetiva proporção, cabendo antes aos últimos, uma vez demandados pelo primeiro em acão declarativa,vara lhe ser reconhecido esse seu direito de regresso contra aqueles, o ónus da alegação e da prova de que esse direito de regresso não existe ou que, existindo, as respetivas obrigações não são iguais, mas antes distintas, dada a existência de convenção extra-cariular celebrada entre todos em que convencionaram a inexistência desse direito de regresso ou a existência desse direito de regresso, mas com partilha distintas de responsabilidades entre eles.