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Não basta, deste modo, pedir ao Tribunal que condene solidariamente, sendo necessário alegar os factos – para ou poder demonstrar - "de que deriva a obrigação de indemnizar e, em caso de pluralidade de responsáveis, que as obrigações tenham entre si uma relação de solidariedade, que, em caso de procedência, fundamente a condenação solidária” citado acórdão de 202018 conflito 56/17).» Resulta do que vem de se expor, que, no presente conflito, apenas deverá ser mantido em parte o decidido pelas instâncias da jurisdição comum, mormente, pelo acórdão da Relação de Lisboa, já que, sendo embora da competência material da jurisdição administrativa o conhecimento da acção relativamente aos réus BdP e , por estar em causa questão emergente de relação jurídica administrativa, não o é o que diz respeito aos demais réus – B, , FdR e  -, por estar em causa relação jurídica de direito privado.