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Pois que,  	No seguimento da jurisprudência disponível nesta matéria a propósito do artigo 32 do CPI aprovado pelo n. 36/03 de 05/03 CPI de, cuja maioria se não ia no sentido de enquadrar no conceito de "pôr em circulação" a conduta do agente que transportasse produtos contrafeitos com destino à venda, seguiu o Tribunal a quo o entendimento de que os factos imputados ao arguido preenchiam o elemento objectivo do tipo "puser em circulação” do artigo 32 do n. 36/2003 de 05/03; 	No entanto, tal segmento de norma e elemento objectivo do tipo "puser em circulação" deixou de existir no actual artigo 32 do CPI de 2018, cujos elementos objectivos são, actualmente, apenas a venda ou ocultação para esse fim de produtos que estejam nas condições referidas nos artigos 31 a 32; 	Assim, o arguido para praticar o crime previsto no artigo 32 do CPI de 2018 tem de vender ou ocultar para esse fim, designadamente, produtos com marcas contrafeitas.