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O Recorrente, ao contrário do que é afirmado na sentença recorrida não violou qualquer legítima expectativa criada nas Recorridas, desde logo porque nunca pretendeu, nem pretende a repristinação do contrato como resulta dos factos provados constantes da missiva referida na alínea mas tão só ver reconhecido o pedido de indemnização formulado que foi postergado pela procedência na anterior acção da excepção dilatória inominada prevista no art.35, n5 do 294/200  Não é defensável enquanto sustentáculo da aplicação da figura do abuso de, que a redução a escrito de um contrato de arrendamento rural, visa apenas tutelar e disciplinar os efeitos decorrentes de contratos em vigor, concluindo-se pela impossibilidade da redução a escrito, no caso dos autos por o Recorrente em momento prévio ter demonstrado não ter interesse nessa relação e que até pôs fim à mesma.