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16 e; Entende que se fez constar um juízo conclusivo e provado por acordo, impondo-se redação diversa, apenas constando que P. emitiu à a fatura n. 104; Facto n. 2 O pagamento das viaturas referidas em 13 e 21 foi efectuado pelo sócio A. a , tendo sido efectuado em dinheiro a pedido de da prova; Preconiza a Recorrente que não deveria ter considerado as declarações do sócio-gerente J. e o depoimento das testemunhas A. e no sentido de ser considerado que as vendas eram realizadas em numerário e que as justificações apontadas para tal não tinham aplicação ao caso concreto e porque os intermediários assim o exigem e ter considerado que este facto 23 estava instrumentalmente corroborado pelos factos 40, 51, 54 e 60 e que é consentâneo com a crise económica que Portugal atravessava em 2013 A sentença aceitou as faturas de venda de viaturas, sobre a viatura --, --, --, --XXe --e que a AT não aportou indícios de falsidade dos documentos, discordando de tal conclusão a recorrente, porquanto a morada fiscal do A. não tem importância indiciária relativa;  Já os factos n.s 39, 41, 44, 51, 52, 54, 55, 57 e 59, encerram juízos conclusivos, quando faz constar que "A vendeu a B um determinado veículo”, nem poderiam ser dados como provados por acordo.