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Salientou, ainda, o Recorrente  que o dever de fundamentação expressa é ainda um incentivo à ponderação cuidada dos vários interesses em presença, bem como dos danos que potencialmente possam advir de prática de uma determinada decisão, e que a emissão de um acto administrativo sem a competente fundamentação, ou que aporte uma fundamentação insuficiente configura uma pronúncia administrativa inválida por preterição do dever de fundamentação resultante do artigo 12 e seguintes do CPA, par avir concluir que a Deliberação n. 2-9/2013/CJ, se considera desprovida da motivação devida, violando a alínea, do n. 1, do artigo 12, do CPA e os n. 1 e 2, do artigo 12, do CPA, legitimando, por conseguinte, o pedido de anulação da mesma por vicio de forma por falta de fundamentação, com sustento nos artigos 13 e 13, do CPA, não existindo, nem tendo sido invocados – porque não se verificam – quaisquer casos de dispensa ou ano obrigatoriedade de fundamentação e os termos do acto também não procedem de poderes vinculados,  Pelo que não colhia, o entendimento do douto Tribunal a quo vertido na douta Sentença recorrida de que "os fundamentos do ato são claros, objetivos e apreensíveis por qualquer homem colocado nas concretas circunstâncias do Autor, improcedendo o alegado acerca da falta de fundamentação do ato impugnado”, motivo pelo qual não se pode senão concluir que o douto Tribunal a quo errou ao não ter julgado como procedente o presente vicio, e não ter determinado a anulação do acto impugnado, devendo a Sentença recorrida ser revogada, o que desde já se requer com as demais consequências legais.