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Foi novamente ordenado o exercício do contraditório tendo: - o Ministério Público, em representação do Estado, reiterando a posição já manifestada nos autos; - Caixa , SA requerendo a qualificação do crédito da credora TU, Lda como subordinado; - Banco S, SA pedindo seja recusada a homologação do plano ou a qualificação do crédito da credora TU, Lda como subordinado, apontando terem a esta e a devedora o mesmo gerente sendo evidente ser a criação do crédito da referida credora uma manobra dilatória, ordenando a recontagem dos votos em conformidade; - ES, FB, JA, JP, JB, MR e MF vieram defender a existência de uma relação de domínio e requerer seja atribuída ao crédito do credor TU a natureza de crédito subordinado e consequentemente alterado o resultado da votação do PER; - Banco , S.A. veio reiterar a posição já assumida, pedindo a não homologação do plano ou, caso assim se não entenda, a graduação do crédito da TU, Lda como subordinado e ordenar a recontagem de votos em conformidade; - Caixa A veio defender que o crédito detido pela TU, Lda deverá assumir a natureza subordinada nos termos do artigo 48, al.