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57 dos;  j) No dia 23-02-2018, a Impugnante vendeu, pelo preço de €21000,00, o direito de propriedade sobre o imóvel identificado na alínea do probatório provado pelo documento n. 4 junto à petição;  k) Pelo menos em 2018, a Impugnante tinha residência no Reino de Espanha facto não controvertido, alegado no artigo  da petição inicial, e confirmado pelo documento n. 6 junto à contestação);  ) Em 28-06-2019, a Impugnante apresentou a declaração modelo 3 de IRS, referente aos rendimentos de 2018, onde, na folha de rosto, declarou, no campo 8, ser não residente em Portugal, por ter «residência em país da UE ou EEE», e assinalou a opção «pretende a tributação pelo regime geral» provado pelo documento n. 6 junto à petição;  ) Na declaração identificada na alínea anterior, a Impugnante preencheu o anexo G, relativo a mais valias e outros incrementos patrimoniais, onde declarou a alienação onerosa do imóvel identificado na alínea do probatório, nos seguintes termos:  «Texto no original»  documento n. 6 junto à petição;  n) À Impugnante foi emitida a liquidação de IRS n.