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Após a nacionalização do  não lhe foi devolvido o capital investido apesar das suas diversas solicitações junto do banco Réu.Efectuada a citação do Réu "Banco B, S. A.”, o mesmo veio contestar, excepcionando a prescrição do direito de crédito exercido pelo Autor, por força do disposto no artigo 324, n 2, do Código dos Valores Mobiliários e impugnou a maior parte da factualidade articulada pelo Autor, alegando que o subscritor foi devidamente informado, tendo sido apresentada as condições do produto, prazo e remuneração, tendo sido esclarecido que não se tratava de um depósito a prazo ou algo semelhante, concluindo pela total improcedência da acção.O Autor respondeu à excepção peremptória de prescrição, pronunciando-se pela sua improcedência.Elaborou-se despacho saneador, no qual se relegou para final o conhecimento da excepção peremptória de prescrição, se identificou o objecto do litígio, se enunciaram os temas de prova e se apreciaram os requerimentos probatórios das partes, designando-se logo dia para realização da audiência de discussão e julgamento.