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pudessem cumprir com a obrigação decorrente do judicialmente fixado – n 17 da P.; ) A Embargante procedeu logo ao pagamento das custas de parte conforme o reclamado pela C de Seguros – n 18 da P.; ee) Infelizmente não foi possível em tempo útil celebrar a transacção com a C de Seguros, até porque aqueles RR., F. F. e mulher, , em vez de colaborarem de forma séria nas negociações, passaram a dedicar o seu tempo e o dinheiro que lhes restava a simular a realização de negócios de compra e venda, tal como a simular negócios de dação em cumprimento, transmitindo todos os prédios de que eram proprietários – com excepção de uma pequena loja que estava dada de hipoteca e à ordem dos supra citados autos de acidente de trabalho – bem como o estabelecimento comercial que então exploravam para familiares directos, familiares mais afastados e pessoas amigas - n 20 da P.; ff) O que conduziu a que a C de Seguros , em Janeiro de 2012, instaurasse contra aqueles mesmos RR.