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Nas alegações de recurso apresentadas, a Recorrente formula as seguintes conclusões:  a)	Foram violados os artigos 78/2 do CIRS actual artigo 76/4), 15/1 também do CIRS, artigos 4/4 e da Convenção celebrada entre Portugal e a Suíça, o artigo 4/1 da LGT e o artigo 609/1 do Código de Processo Civil actual artigo 661/1 do; b)	Foi confessado pelo impugnante a obtenção de rendimentos na Suíça, no ano 2001, no valor de 1027,75 francos suíços, foi provado nos autos o recebimento efectivo deste valor pelo impugnante e evidenciado pela douta sentença que "o valor dos rendimentos auferidos pelo impugnante na Suíça no ano de 2001, que se encontra provado, é o de 1027,75 francos”, não podendo, assim, a impugnação, quanto a este fundamento de ilegalidade invocado pelo impugnante - o rendimento efectivo obtido pelo impugnante na Suíça proceder na totalidade, uma vez que está provada a obtenção do rendimento na Suíça - declarado e aceite pelo impugnante/recorrido - no valor de 1027,75 francos 692,66€), sendo que o impugnante pagou inclusivamente o imposto respeitante a este rendimento, no valor de 342,20€, pelo que, não sendo o ora recorrido objecto de tributação em Portugal estará a ser violado o disposto no artigo 4/4 e 15 da Convenção entre Portugal e a Suíça para evitar a dupla tributação, o artigo 15/1 do CIRS princípio da tributação e também o princípio da capacidade contributiva, actualmente previsto no artigo 4/1 da, princípio transversal do direito fiscal, corolário do princípio da igualdade. )