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Ademais, não pode a requerida/apelante invocar a repercussão da pandemia causada pela doença Covid-19 na vida do mundo, dos países, das empresas e das pessoas para justificar a falta do pontual cumprimento do contrato que já se vinha verificando, pelo menos desde o ano 2019 e prosseguiu no ano de 2020, sendo certo que as prestações do primeiro trimestre de 2020 nunca foram pagas, o que certamente não se ficou a dever à modificação no modo de vida da generalidade das populações causada pelos efeitos da pandemia, cuja existência foi declarada apenas em 11 de Março de 202 Por outro lado, os factos provados não permitem formular qualquer conclusão no sentido de que, ao aceitar os pagamentos que a requerida foi efectuando, subsequentemente ao acordo de 5 de Março de 2020 cf.