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No que se refere à parcela de 780m2, relativa ao solo apto para outros fins, que se destinava predominantemente às atividades agrícolas e pecuárias e tendo em conta as suas características, calculando o seu destino para vinha, estimando uma produção de 500 kg/ha/ano, para um valor de 0,60€/kg, para um rendimento de 500,00€/ha/ano, para um valor de encargos de 60%, para um rendimento fundiário de 800,00€/ha/ano e para uma taxa de capitalização de 4%, obtemos um valor de 4,50€/2, pelo que o valor indemnizatório da parcela será de €1510,0  No que se refere às parcelas sobrantes, na parcela sobrante norte, com a área de 1307m2, a via que motiva a expropriação implica a existência de uma servidão non aedificandi numa área de cerca de 100m2, restando, assim cerca de 207m2 e tendo em conta o índice de construção adotado de 0,30m2/2 a área de construção seria de 092,10m2, uma vez que esta parcela mantem a mesma capacidade construtiva que detinha antes da expropriação, não resulta a existência de qualquer desvalorização.