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Desde logo, a recorrente que se encontra judicialmente a litigar ao abrigo do benefício do apoio judiciário desde 2017, e tem sido alvo de inúmeros processos de execução fiscal, se surpreendeu ao verificar que o Tribunal a quo contrariando caso julgado tramitado no mesmo Tribunal – demonstrado pela recorrente na Petição Inicial - Providência Cautelar n 1365/10T8PVZ – Juízo Central Cível de Guimarães – Juiz 1, veio decidir como se desconhecesse que os sujeitos processuais e o objeto do litígio são idênticos, e que dentro desse mesmo Processo tinha sido decretada a condenação da mesma requerida no pagamento de créditos idênticos.