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127 a 130 do processo físico).”      Sobre a relevância destes factos para efeitos de aferir do exercício efectivo da gerência por parte do Oponente, o Tribunal a quo, verteu na sentença recorrida, quanto ao que aqui interessa, a seguinte fundamentação:   ") No caso dos presentes autos, o oponente apenas coloca em crise o primeiro requisito, ou seja, o não exercício da gerência de facto na sociedade devedora originária, em relação ao qual logrou demonstrar que não só não exerceu efectivamente o cargo de gerente na sociedade devedora originária, como também que nunca o quis exercer, porquanto nunca praticou nenhum acto de representação da mesma perante terceiros, nunca tomou nenhuma decisão, nunca opinou e nunca deu ordens ou orientações factos provados a).