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Na verdade, e conforme resulta da motivação da convicção formulada pelo Tribunal recorrido, as provas concretas indicadas pelos recorrentes, como tendo o mérito de impor uma decisão diversa, foram analisadas pelo Tribunal.»   E o tribunal a quo, analisou, de seguida, as questões suscitadas pelos recorrentes na análise da matéria de facto apurada, demonstrando que os mesmos se limitam a expressar a sua discordância quanto à forma como a prova foi apreciada pelos julgadores, mas abstendo-se de indicar as concretas provas que impõem e não que apenas decisão diversa da recorrida:  «Veja-se, por exemplo, o depoimento da testemunha HH foi considerado pelo Tribunal, reconhecendo-lhe credibilidade quanto aos factos que presenciou – negociação das parcelas dos seus pais e valores que negociou – sendo no restante considerado um depoimento opinativo designadamente sobre o que entendia dever ser permitido construir na zona de transição e na zona OPG do PDM, esclarecendo o Tribunal que no caso da parcela 318, referida pela testemunha, à data da DUP de 2010 a mesma não se localizava em zona de transição, pois já não estava em vigor o PDM de 1993, mas sim o PDM de 200  Os documentos então juntos, e referidos nas conclusões dos recorrentes, não foram valorados pelo Tribunal por não serem relevantes para a apreciação do objeto dos autos, o que se aceita pois o que está em causa é a transmissão das parcelas constantes da acusação.