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No relatório da perícia que terá sido, portanto, o fundamento probatório da decisão, o perito responde à questão de saber se as sequelas para a autora se traduzem numa IPP e, na afirmativa, de que grau, nos seguintes termos: «O défice funcional permanente, considerando a globalidade das sequelas do caso concreto corpo, funções e situações de e a Tabela de Avaliação de Incapacidades em Direito Civil Anexo do Decreto-Lei n 352/2007, de 23/10), e de acordo com a experiência médico-legal relativamente a estes casos, poderá ser fixável em 2 pontos Capítulo , A., 2, Na0201, coeficientes previstos na tabela 2 a.» Como se vê, o perito não disse que a incapacidade permanente era de 2 pontos numa escala de 2 a 10, como de modo desatento se julgou provado, afirmou sim que era de 2 pontos segundo os coeficientes das tabelas 2 a 10 anexas à Tabela Nacional de Incapacidades em Direito Civil, tabelas essas que possuem a escala de 0 a 10 Uma vez que é manifesto o lapso, único o meio de prova a atender, cristalino o sentido desse meio de prova e inequívoca a forma de o suprir o lapso, altera-se a redacção do ponto 14, a qual passa a ser a seguinte:  «1 Traduzindo-lhe tal situação num défice funcional permanente fixável em 2 pontos numa escala de 0 a 100».