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K, que passou a acompanhá-la pelo resto do dia; ) que a notícia do despedimento consternou de tal forma a Autora, que esta teve uma lipotimia ao início da tarde, associada a início de dor abdominal; e) que após terem ido a um Advogado para ter conhecimento da legalidade da situação e dos seus contornos, a dor abdominal sentida pela Autora intensificou-se, tendo-se verificado hemorragia vaginal, motivo pelo qual teve de recorrer ao serviço de urgência de obstetrícia do Centro Hospitalar , EPE, onde lhe foi diagnosticado descolamento coriodecidual e, por conseguinte, foi-lhe recomendado repouso por gravidez de risco; f) que passado o choque inicial, resolveu comunicar à Ordem dos Médicos esta situação: ao ver da Autora um caso de discriminação de género, por; de humilhação, porque nenhum superior hierárquico teve coragem, sequer de a avisar ou comunicar esta decisão, e foi a "menina" dos recursos humanos a fazê-lo; de injustiça, porque cumpriu todas as funções que lhe foram atribuídas e ninguém terá alguma coisa a apontar em contrário; de fragilidade para a classe médica e para os récem especialistas que assinam contratos para funções para as quais estão altamente qualificados e certificados, e depois ao fim de 59 dias são descartados, sem qualquer justificação, só "porque sim” e porque "legalmente” se pode.