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Insurge-se a Ré/Recorrente contra a apreciação pelo segundo grau da impugnação da materialidade provada e não provada por si aí posta em causa em sede de Apelação porquanto, na sua tese, tendo indicado os pontos concretos da decisão sobre a matéria de facto que pretendia ver alterados, o sentido em que pretendia que tal ampliação tivesse lugar e os concretos meios de prova que impunham, quanto a tais pontos da matéria de facto, uma decisão diversa, o Tribunal a quo não analisou, um único dos meios probatórios concretos indicados pela então Apelante, aqui Recorrente, limitando-se a, nuns casos dar por reproduzida a Sentença proferida pelo Tribunal de  Instância; noutros casos a analisar, unicamente, um relatório pericial datado de 2011, produzido 25 anos após os factos que compete apurar, sendo que tal nem sequer constituiu meio de prova invocado pela Apelante; o Acórdão recorrido, no que à impugnação da matéria de facto respeita, não podia a priori, desvalorizar a prova testemunhal, sem sequer se dar ao trabalho de ouvir os depoimentos das testemunhas – nomeadamente nas partes indicadas pela então Apelante nas suas alegações e conclusões, com a mera justificação de que sendo matéria do foro técnico o relatório pericial de 2011 é absolutamente decisivo e incontornável, sobrepondo-se aos depoimentos das testemunhas Engenheiros que estiveram na obra em; documentos constituídos por relatórios, orçamentos, facturas, etc.