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E o Tribunal Constitucional já declarou, mesmo, a inconstitucionalidade da norma contida no n 2 do art 374 do CPP "na interpretação segundo a qual a fundamentação das decisões em matéria de facto se basta com a simples enumeração dos meios de prova utilizados em 1 instância, não exigindo a explicitação do processo de formação da convicção do tribunal, por violação do dever de fundamentação das decisões dos tribunais previsto no n 1 do artigo 205 da CRP, bem como quando conjugada com a norma das alíneas e do n 2 do artigo 410 do mesmo Código, por violação do direito ao recurso consagrado no n 1 do artigo 32, também da CRP”     Ora, salvo o devido respeito por melhor opinião, o acórdão recorrido fundamentou, de forma particularmente clara, o processo de formação da sua convicção, em ordem a permitir o seu perfeito acompanhamento por terceiros e, particularmente, por este tribunal de recurso.