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Também no âmbito desta Lei esta Secção vinha entendendo que não bastava a mera inobservância pelo sinistrado das normas de segurança legalmente prescritas, sendo ainda necessário "que o trabalhador desrespeite voluntariamente e sem causa justificativa tais regras e a sua conduta tenha tido como consequência a produção do sinistro”8, mostrando-se "excluídas as chamadas culpas "leves”, desde a inadvertência, à imperícia, à distracção, esquecimentos ou outras atitudes que se prendem com os actos involuntários, resultantes, ou não, da habituação ao risco”9, "não abrangendo a inadvertência momentânea do sinistrado”1 A formulação da Lei 100/97, com pontuais e irrelevantes alterações, foi mantida no actual art.