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Relativamente à qualificação da insolvência, como fortuita ou culposa, que constitui a questão central do recurso, defende o recorrente que a mesma se tem de qualificar como culposa, porque o gerente da insolvente incumpriu o dever de se apresentar à insolvência, estado em que a sociedade já se encontrava quando foi instaurado o PER, o que era do seu conhecimento, servindo o PER apenas para ocultar tal estado e prejudicar os credores; bem como porque não depositou as contas do exercício relativas ao ano de 201 Ao invés, na sentença recorrida, qualificou-se como fortuita a insolvência em causa, por se considerar não estarem verificados os fundamentos previstos no artigo 18, n. 2, al.s,,, e e n. 3, al.s e, do CIRE.