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Sustenta a progenitora, apelante, e o Ministério Público que a decisão recorrida, ignorou as circunstâncias dos últimos cinco anos de vida do menor, residente, com os pais, na Suíça, que a mesma não era adequada nem satisfazia o superior interesse do Manuel, que fala Alemão e frequentou dois anos de pré escola e dois de ensino básico naquele país, onde tem avós maternos e tias, que em Portugal, o menor tem a família paterna, da qual tinha saudades, naturalmente, mas que na Suíça tem toda a família materna, com a qual conviveu nos últimos cinco anos, portanto, da qual ainda, naturalmente, sentirá mais saudades, não tendo a criança idade nem  entendimento livre para poder manifestar uma escolha consciente e fundada, sendo certo que o relacionamento com os avós paternos, residentes em Portugal, vivendo o menor nos quase últimos 5 anos da sua vida na Suíça, onde estudava, se resumia, praticamente a convívio em férias.