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E, se assim é, também não será de aplicar o disposto no artigo 133, n. 1, do P.de 1995, desde logo, porque o mencionado preceito exige a existência de uma questão prejudicial, a qual, como vimos, não existe, uma vez que a acção de anulação de registo de nascimento corre termos perante Tribunal estrangeiro, sendo certo que a anulação alteração) do registo de nascimento do aqui Apelante, a admitir-se, por si só, não iria modificar a definição dos direitos dos interessados directos na partilha da herança, porquanto, além de ali não se colocar em causa a paternidade do Apelante, o Inventariado, em 26 de Outubro de 1988 ou seja, em data posterior ao registo de nascimento controvertido, que foi elaborado em 11 de Julho de, reconheceu expressamente o aqui Apelante como seu filho, na sequência de exame ao ADN que fez prova positiva da relação biológica existente entre estes, no âmbito da acção de investigação paternal n. 723/86, relativa ao Apelante, que correu termos na a Vara Cível de São Caetano do Sul.