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368 A do CP, é que se possa afirmar que as importâncias pecuniárias recebidas e enviadas a terceiros pelo arguido se inseriram num comportamento direcionado para os fins de ocultação e dissimulação da origem criminosa das mesmas, já que nenhuma dúvida resta, quanto à aptidão das remessas de divisas para fora do território nacional, e das movimentações – depósitos e transferências – bancárias, nas várias contas aberta em diferentes instituições, levadas a cabo pelo arguido, tal como descrito nos pontos 1; 1 a 4 da matéria de facto provada, para produzir aqueles fins de conferir ao dinheiro uma aparência lícita e de ajudar os infractores a escapar à acção da justiça penal, em face da amplitude das previsões contidas nos ns 2 e 3 do art.