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Apresentam as suas alegações de recurso, formulando as seguintes conclusões: «DA VALIDADE DA COLIGAÇÃO: 1Citados à execução Fiscal no 2100201001010298 e apensos, com o mesmo texto e os mesmos - fundamentos, os Executados: A., e B.; deduziram coligadamente a Oposição, com fundamentos que entenderam favorecê-los, inclusive pugnando ambos pela inexistência das respectivas culpas, e não de um só como o tribunal  a quo faz menção — o que se impugna relativo à insuficiência financeira e patrimonial da Executada Originária — " LDA.”, com NUIPC: ..2Sem conceder, não obstante a A. F. trazer originar a lide reversões, rigorosamente, com a mesma redacção — tempestivamente reclamadas e impugnadas — Os Executados A..” e "B.” deduziram defesa conjunta, com pedidos conjuntos — mas cada um de per se, por pessoalmente os factos lhe dizerem respeito, e incidirem sobre o património de cada um.3Na douta sentença, o Tribunal considera erradamente que existe um e um só pedido, enquanto a causa de pedir se divide em duas e diversas, entendendo erradamente que o Executado "A” pugna pela sua não gerência de facto, enquanto o Executado "B.” assume a gerência de facto no período a que respeitam as infrações tributárias em causa, e assim a Coligação é ilegal por violação do disposto no artigo 36 do P. Civil, — o que não corresponde à verdade e se impugna.4Com efeito, conforme se extrai do considerado na Sentença, o gerente de Direito, constante na Conservatória do Registo Comercial de — B.. — "entrou ...) em grandes défices financeiros ...) acabou por entrar em depressão ...) acabou por perder a saúde e a lucidez para fazer melhor do que fez, daí a necessidade do auxílio dos familiares próximos cf artigos 27 e 29 da P. - conforme se transcreve com a devida vénia;5O desiderato é manifestamente insuficiente para que o Tribunal pudesse inferir como inferiu erradamente, que "B..” assumiu ser o gerente de facto, enquanto seu filho "A” pugna pelo contrário.6Em lado algum, explicita ou implicitamente, o executado B., assumiu haver assumido a gerência de facto no período a que respeite qualquer infração tributária e, "perder a saúde e a lucidez é potencialmente incompatível com o exercício do cargo de gerência de uma empresa”;7O que ambos os executados se abstiveram foi de pôr em crise, a legitimidade de Direito do executado B..8Ao invés, deveria o Tribunal a quo entender que tal questão da gerência de se tivesse de apreciar em sede de discussão e julgamento — para ambos, e para cada um dos Executados/Opositores.9A questão, só por si, não acarreta o lançar mão de normas jurídicas diferentes, que justifiquem a rejeição do regime da coligação.10Sem conceder, os factos jurídicos alegados pelos executados: A. e B, são conexos e indissociáveis, a ambos, e a cada um dizendo respeito, como — aliás — ainda respeitam à actuação da própria A.