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7-O tribunal fundamenta a decisão de condenação da arguida essencialmente no depoimento indirecto da "testemunha” P. se sempre entenderemos ser e nas declarações do co-arguido R. S.. Tudo o resto são meros "fait divers” 9-Sobre o depoimento da "testemunha” P.:  1-Tal depoimento de P. – constitui prova nula- porque obtida em virtude de meios de prova enganosos- e por isso, proibidos; 2-A "testemunha” P. não conhece O., não sabe sequer, se os co-arguidos se conhecem, nunca tendo presenciado qualquer encontro entre os co-arguidos que lhe permitisse afirmar que a arguida O. tivesse encomendado o que quer que fosse ao co-arguido R. S., 3-Decorre do "depoimento” da P. supra quefoi ela quem levou R. S. até ao local onde o crime foi praticado, queassistiu a toda a sua execução, bem como, que foi ela quemguardou a alegada arma do crime na sua garagem.