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Ora, porque da factualidade assente não consta desde logo o facto presumido e, para todos os efeitos, a factualidade assente em 33  Na data em que a auditoria foi realizada pela 1 Ré, nenhum dos ex- colaboradores da Autora, contratado pela 2 Ré, era funcionário da Autora  retira qualquer nexo lógico entre o facto-base  18 – Na auditoria realizada pela  ré, esta teve ainda acesso ao conteúdo do programa de formação profissional que a autora proporciona aos seus monitores de ensaios clínicos e ao percurso individual de formação profissional dos mesmos, incluindo os registo de treinos e conteúdo detalhado das formações, funções desempenhadas com descrição detalhada das suas avaliações e certificados de formação  e o facto presumido  o correspondente à conclusão retirada pela autora e atinente ao aliciamento/desvio de trabalhadores seus , não existindo entre ambos uma relação lógica de causa-efeito ancorada numa probabilidade qualificada, não se vislumbra assim existir qualquer viabilidade e pertinência para que a pretensão recursória da apelante e ora em análise mereça ser atendida.