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Pugna pela improcedência dos embargos.Foi proferido saneador - sentença que declarou o executado/embargante  parte ilegítima, declarou extinta a execução em relação à reclamada quantia de €700,00, por falta de título executivo e, no mais, declarou improcedentes os embargos.Dessa decisão foi interposto recurso pela embargante B limitado apenas à parte decisória que declarou a improcedência dos embargos.Na procedência do referido recurso foi proferido acórdão que, revogando a decisão, determinou o prosseguimento dos autos para julgamento, por entender que a decisão em relação ao apuramento da responsabilidade pelo valor das quotas respeitantes a obras carecia de produção de prova.Nessa sequência foi proferido despacho saneador que definiu o objecto de litígio e elencou os temas de prova.Teve lugar a audiência de julgamento que decorreu com observância do legal formalismo.A final foi proferida decisão que, sem prejuízo da parcial procedência dos embargos já decidida em 102018 e devidamente transitada, julgou estes improcedentes, por não provados e, em consequência, determinou o prosseguimento da execução contra a embargante/executada B para cobrança coerciva da quantia de €228,80, acrescida de juros desde a data de vencimento da dívida – 15/06/201Não se conformando com o assim decidido veio a executada/embargante B interpor o presente recurso concluindo as suas alegações pela forma seguinte: A) – Vem a Ora Alegante, recorrer da sentença proferida nos autos à margem referenciados em virtude de não se conformar com a mesma, já que nela é feita uma errada interpretação da prova constante do processo e uma errada aplicação do direito.