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A autora não impugnou a decisão proferida quanto à matéria de facto, alegando, tão só, que, o tribunal, ao dar como provado a matéria constante do referido ponto 4, em conjugação com a demais factualidade, deveria ter considerado preenchida a presunção contida na al.. Ora, se é certo que, se do teor do ponto 4 se poderia inferir implicitamente a ocorrência de relações sexuais – se de tal relacionamento nasceu a autora, é porque houve relações sexuais –, a afirmação de que "de tal relacionamento nasceu a autora”, é perfeitamente conclusiva, sendo inadmissível numa ação em que, em sede de direito, se pretende precisamente dar resposta a tal questão.