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Unicamente, a causa da alínea do n. 1 do mesmo preceito -  "1 - A execução do mandado de detenção europeu emitido para efeitos de cumprimento de uma pena ou medida de segurança privativas da liberdade pode ser recusada se a pessoa não tiver estado presente no julgamento que conduziu à decisão, a menos que do mandado conste que a pessoa, em conformidade com a legislação do Estado-Membro de emissão:  b) Tendo conhecimento do julgamento previsto, conferiu mandato a um defensor por si designado ou pelo Estado para a sua defesa e foi efetivamente representado por esse defensor no julgamento” -  poderia configurar-se, mas se a situação, contrariamente ao que sucede, reflectisse que, julgada na ausência, não havia sido devidamente representada por advogado.