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4 A alínea do elenco de factos provados, por conter afirmações de cariz conclusivo, mais a mais referentes a valoração jurídica «fundadas dúvidas», «representantes da PDVSA», «efetivos poderes»), deverá ser totalmente eliminada do elenco de factos provados; 4 O Tribunal a quo incorreu, também no que respeita à alínea da decisão de facto, num flagrante erro de julgamento, ao consignar como provada factualidade contraditória com os factos dados como provados na alínea; 4 Nas alíneas e da decisão sobre a matéria de facto, são dadas como provadas justificações distintas para a não execução das ordens de transferência em causa nos autos, padecendo a sentença recorrida de ininteligibilidade, por dela se não poder retirar, com certeza e clareza, as concretas razões que determinaram a decisão do Recorrido de não executar as ordens de transferências transmitidas pela Recorrente; 4 A concomitância de circunstâncias justificativas da conduta do Recorrido constante da decisão de facto, por se afigurar insanavelmente contraditória, acarreta a nulidade parcial da sentença, nos termos e para os efeitos do disposto na alínea do n. 1 do CPC; 4 À cautela, sempre caberia sublinhar que não resulta da prova carreada para os autos que as ordens de transferências transmitidas pela Recorrente ao Recorrido não tenham sido acompanhadas da documentação de suporte necessária, que essa documentação não fosse credível ou que a Recorrente não tenha prestado os esclarecimentos relativos às operações em causa; 4 No seu depoimento, pese embora tenha feito referências esparsas e nunca à falta de documentação designadamente, a faturas de 2018 com carimbo de pagamento de 2017, a contratos sem montante, a operações de 2018 cujo contrato de suporte seria de 2006 e a contratos rasurados, em momento algum a testemunha FM esclarece ou especifica, em relação a cada uma das trinta e nove operações em causa nos autos, os problemas com a documentação de suporte – falta, insuficiência ou falta de credibilidade – que terão levado o Recorrido a recusar a sua execução; 5 Incorreu, por isso, o Tribunal a quo num manifesto erro de julgamento, que se traduz, quanto a este particular, em fazer "estender” à «maioria das instruções de transferência» elencadas na alínea dos factos provados as incongruências que, sem nunca especificar ou particularizar, a testemunha FM atribuiu a alguma documentação de suporte; 5 A decisão de dar como provado que a execução da maioria das ordens de transferência em apreço foi recusada por problemas com a documentação de suporte carece, em absoluto, de fundamento, não encontrando suporte nos elementos probatórios carreados para os autos; 5 A menos que o Recorrido tivesse logrado demonstrar, em relação a cada uma das ordens de transferência, os problemas com a documentação de suporte alegadamente detetados, o que não sucedeu, estes factos teriam que ter sido dados como não provados; 5 Por último, foi também erradamente considerado provado que a Recorrente não prestou esclarecimentos quanto às operações em causa; 5 É de estranhar que tal facto tenha sido considerado provado, atendendo a que nunca a testemunha FM se referiu a esclarecimentos prestados ou a prestar pela Recorrente; 5 Assim, só poderá concluir-se, à luz de tudo quanto ficou dito e demonstrado, que, ao decidir como decidiu, o Tribunal a quo cometeu um clamoroso erro de julgamento, razão por que se requer a este Venerando Tribunal que proceda à eliminação da alínea da decisão sobre a matéria de facto; 5 O Tribunal a quo consignou na sentença recorrida que com «interesse para a decisão da causa não se provaram os factos alegados pela requerente no art.