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Acordam no Tribunal da Relação de Guimarães:  – Relatório   J. S. intentou procedimento de injunção, posteriormente convolado para acção de processo especial para cumprimento de obrigações pecuniárias emergentes de contrato, contra N., pedindo a condenação da Ré no pagamento da quantia de € 750,00 quatro setecentos e cinquenta, acrescida de juros de mora contados desde 202014 e até integral pagamento, tendo computado os vencidos, até à data da entrada do requerimento de injunção, em € 141,05, e da taxa de justiça por si paga, no valor de € 102,0  Para fundamentar a sua pretensão o Autor alegou que, enquanto comerciante e dono do estabelecimento denominado Fruta ..., vendeu desde 2008 vários tipos de fruta à Ré, tendo ficado em dívida a quantia de € 750,00, após um último pagamento de € 100,00 efectuado por carta de 10201 A Ré deduziu oposição, alegando, por excepção, a ineptidão do requerimento injuntivo e, por impugnação, que nada deve ao Autor, uma vez que não lhe comprou fruta no período que se iniciou em 2008 e que nunca reconheceu a existência de qualquer dívida nem efectuou qualquer pagamento referente ao período indicado pelo Autor.