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Ora, tal matéria terá de ser apreciada no âmbito da partilha após divórcio, no âmbito do qual se terá de decidir se haverá lugar ou não à restituição dessa quantia ou se a mesma configurou uma doação), bem como a uma eventual compensação pelo aumento do valor do património da Autora na pendência do casamento dado que a aquantia foi entregue com vista ao futuro casamento, não podendo o Tribunal conhecer desta questão por ser internacional e materialmente incompetente para a mesma, sendo certo que não poderá ser aplicada a esta situação o disposto nos artigos 1385 e 1386 do BGB, na medida em que não pode ser feita apenas a partilha antecipada de um bem, mas de todo o património não se podendo decidir pela competência dos Tribunais Portugueses sobre a questão na medida em que o eventual crédito não beneficiaria de direito de retenção por não serem despesas feitas por causa da coisa a reter nos termos do artigo 754 do Código Civil e logo é irrelevante para o desfecho da presente ação- cfr- artigo 63 do Código de Processo.