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A propósito das importantes alterações introduzidas pela Lei n 122/2015, refira-se a pertinente análise de Gonçalo Oliveira Magalhães - "Julgar”, Março de 2018”: "Sendo inequívoco que o titular do direito aos alimentos educacionais é o filho, à semelhança do que sucede durante a menoridade, as diversas situações analisadas suscitam dificuldades quanto à legitimidade do progenitor com quem aquele coabita, seja para prosseguir, no confronto com o outro progenitor, a acção destinada à fixação da pensão iniciado durante a menoridade, seja para, depois desta, intentar acção com a mesma finalidade ou recorrer aos procedimentos necessários à efectivação do direito anteriormente acertado.