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A falta de resposta do recorrido não leva à procedência do recurso nem a terem-se por confessados os factos articulados pelo recorrente, a falta de resposta ao pedido de revisão não é cominatório, o processo terá sempre de prosseguir para o julgamento do recurso.3Antes de entrar na apreciação do fundamento da revisão invocado pelo recorrente o Tribunal tem o poder de ordenar, mesmo na fase rescindente as diligências que repute necessárias e uma vez efectuadas as imprescindíveis, segue-se a decisão do recurso em conferência por se tratar de decisão em Tribunal superior e se o tribunal decidir que o fundamento improcede, o acórdão cuja revisão se pediu fica de pé e o recurso termina por não haver motivo para fazer a revisão e consequentemente não ocorre um novo exame e um novo julgamento, nessa hipótese o caso julgado subsiste não se proferindo juízo rescindente; porém, se o tribunal decidir que o fundamento procede, profere um juízo rescindente revogando a decisão impugnada que deixa de produzir qualquer efeito e, como consequência, deste julgamento abre-se a fase rescisória destinada a novo exame a novo julgamento da causa, qualquer dessas decisões sendo susceptíveis de recurso ordinário caso o acórdão revidendo ele próprio fosse susceptível de recurso de revista art.s 696/, 700/1, e 701/1, 701/b, 697/6) Não se vislumbra a necessidade de diligências instrutórias.