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Acordam no Tribunal da Relação de Coimbra:     –Relatório Por apenso a autos de execução que lhes move o "E, Ld.”, com os sinais dos autos, vieram os Executados e ora  - "A, Unipessoal, Ld.” e s – J e mulher, A, também com os sinais dos autos, deduzir oposição – mediante embargos de executado – a tal execução, alegando, em síntese: - a inexistência e inexequibilidade do título executivo, visto ter sido dado à execução, já no âmbito do regime processual do NCPCiv., um documento de reconhecimento de dívida, sem a adequada autenticação – esta foi efetuada por advogado, que não observou as exigências legais aplicáveis, inquinando-a do vício de invalidade, posto, por um lado, não ter intervindo no ato de autenticação a devedora principal Executada "  A ...)  ”), não havendo qualquer referência a ela no termo de autenticação, e, por outro lado e por consequência, não ser exigível aos fiadores os demais, por via desta execu��ão, o pagamento, ante a relação de dependência das obrigações por estes assumidas face às obrigações da sociedade executada; - o que obriga à extinção da execução, tanto contra aquela sociedade devedora, como contra os Executados pessoas singulares; - acresce, quanto aos fiadores, que do termo de autenticação não constam elementos essenciais, como a naturalidade dos Executados, e do respetivo registo online obrigatório) consta, erroneamente, "Reconhecimento simples”, o que não corresponde ao registo informático do termo de autenticação, pois teria de constar, diversamente, "Autenticação de documentos particulares”, sendo que a validade do ato autenticação) depende do seu registo em sistema informático, com a consequência de um registo informático incorreto viciar de invalidade o ato de autenticação, impedindo que o documento particular adquira a natureza de documento autenticado e a força de título executivo; - acresce ainda que o valor exequendo já se encontra pago.