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334 do que «é ilegítimo o exercício de um direito, quando o titular exceda manifestamente os limites impostos pela boa fé, pelos bons costumes ou pelo fim social ou económico desse direito.»), atuação e circunstâncias do relacionamento contratual das partes que ultrapassaram, em muito, a mera e singela "cedência da sua participação social na sociedade avalizada” e suas eventuais e diretas consequências, já que, designadamente, aquando da comunicada e pretendida desvinculação, a sociedade avalizada não tinha qualquer importância em dívida à exequente, e, no tempo subsequente, a exequente conhecia a nova realidade societária e permitiu novas utilizações/financiamentos reutilizações do crédito em que o executado/avalista não interveio nem podia sem prestar aos requerentes/avalistas quaisquer esclarecimentos sobre as vicissitudes do subsistente contrato de abertura de crédito em conta corrente de utilização múltipla, quedando-se, ao contrário, num enigmático silêncio, quebrado, apenas, volvidos mais de cinco anos, omissão e ação assaz contrárias aos mais elementares deveres de conduta e à observância dos ditames da boa fé próprios de toda e qualquer relação contratual com verdadeiro suporte axiológico-normativo.