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Já é tempo de pagares os 000,00€ que ficaste a dever à minha mulher?»;  8- Em 102008, durante a diligência de inquirição da testemunha B., no âmbito do processo disciplinar n., a mesma juntou a exposição referida no ponto anterior;  9- Em data ignota foi remetido o ofício, de 202009, subscrito pelo Chefe do Núcleo de Deontologia e Disciplina da PSP, para os Serviços do Ministério Público de Soure com o seguinte teor:  «ASSUNTO: PEDIDO DE INFORMAÇÃO Encontrando-se em curso o processo disciplinar acima referido, levantando ao Chefe desta PSP  A, efectivo da Esquadra da PSP da ., que teve origem nos factos denunciados pelo cidadão B. e a que corresponde vosso processo crime indicado em referência, solicita-se a esse Tribunal informação sobre o estado do processo, designadamente se já houve sentença com trânsito em julgado»;  10- Em 002009, deu entrada nos serviços da PSP, ofício dos Serviços do Ministério Público de Soure, datado de 002009, com os seguinte teor: « informo Vossa Ex que os autos acima indicados se encontram a aguardar o decurso do prazo para abertura de instrução.» 11- Em 202010 foi remetido ofício subscrito pelo Chefe do Núcleo de Deontologia e Disciplina da PSP para os Serviços do Ministério Público de Soure, em 202010, com o seguinte teor: « queiram Vossas Ex.as informar se já é conhecida decisão do processo crime e, em caso afirmativo, que nos seja passada certidão da mesma»;  12- Em 002010, deu entrada nos serviços da PSP ofício com cópia/certidão das decisões proferidas nos autos 152/09TASRE, da qual consta o seguinte:  - Decisão do Tribunal Judicial de Soure de 202009:   FUNDAMENTAÇÃO  1 - Fundamentação de facto 1 Factos provados:  Discutida a causa, resultaram provados os seguintes factos com interesse para a boa decisão da mesma:  1) No dia 012007, durante o período da manhã, junto ao estabelecimento comercial  sito no Edifício .., na Avenida , defronte do .., B.. encontrava-se a conversar com  e ..  2) Passados alguns minutos após iniciarem a sua conversa, parou junto dos mesmos uma viatura conduzida pelo arguido que, após baixar o vidro, dirigiu-se a B.. chamando-o de «caloteiro» e perguntando-lhe quando é que lhe pagava o que devia, em voz alta e para quem quisesse ouvir.