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Discordando deste entendimento, sustenta o recorrente a inexistência de motivo que justifique a suspensão da instância, tendo em conta o seguinte: os presentes autos tiveram origem do procedimento cautelar que constitui o apenso A, intentado a 18-10-2013, no âmbito do qual foi ordenada a entrega do imóvel ao ora autor, decisão que foi confirmada em sede de recurso intentado pela ora ré e que veio a ser cumprida a 05-05-2015, não tendo sido admitida a antecipação do juízo sobre a causa principal que requerera, conforme decisão proferida cerca de um ano após tal entrega; a ré não apresentou defesa no âmbito dos presentes autos, pelo que foram declarados confessados os factos articulados pelo autor, na sequência do que foi dado cumprimento ao disposto no artigo 56, n. 2, do CPC, impondo-se a imediata prolação de sentença, sendo que o processo reúne todos os elementos necessários para o efeito; a questão da licitude da resolução foi já apreciada pelos Tribunais superiores, e não apenas no âmbito dos recursos intentados no procedimento cautelar apenso, nos quais se concluiu pela sua validade, existindo decisão final transitada em julgado quanto ao contrato de locação financeira imobiliária com o n. 2024220, invocado na ação com n. 1715/19TVLSB, ao que acresce a circunstância de ter a licitude da resolução deste tipo de contrato de locação financeira imobiliária, onde se inclui o dos autos, sido apreciada em sede de recurso por este Tribunal da Relação e pelo Supremo Tribunal de Justiça; na ação com o n. 1715/19TVLSB foram formulados pedidos incompatíveis entre si, bem como pedidos irrelevantes para a apreciação da presente ação, pelos motivos que expõe; a suspensão da instância em nada contribui para a celeridade e boa administração da justiça, impedindo o autor de, no imediato, de dispor de um bem que lhe pertence.