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p) A autora  acompanhou a autora  em todas as consultas que efectuou em consultas da especialidade após a alta clínica, o que sucedeu, pelo menos, em 202016 e 10201 3 Perante esta factologia, dúvida não há que pelo menos no dia do acidente, em 102016, mas seguramente decorridos cerca de dois meses, ou seja até finais de Março de 2016, os autores já eram conhecedores, não apenas dos elementos constitutivos do seu direito à indemnizar ou seja, dos pressupostos que integram a responsabilidade das rés, mas também de praticamente todos os danos cuja indemnização viriam a reclamar; 3 Os autores podiam, pois, logo no dia do acidente, em 102016, mas seguramente decorridos cerca de dois meses em finais de Março de quando ficaram a saber pela equipa médica que não havia necessidade de cuidados de medicina física e de reabilitação como decorre dos factos provados sob os n.s 6, 7, 8, 9, 10 e, exigir das rés o pagamento de cada um desses créditos, e ampliar depois o seu pedido, em conformidade com o permitido pelo artigo 56 do , quer pedindo o pagamento das despesas com a realização do relatório de avaliação do dano corporal 408,00€), datado de 102019, e das deslocações que realizaram em 102016 e 202017 104 Kms x 0,36 € x 2 = 74,88 €), quer reclamando quantia mais elevada relativamente aos danos não patrimoniais, se o processo viesse a revelar danos superiores aos que tivessem inicialmente previsto.