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61  Sustentam, ainda, os apelantes que o A. pediu a declaração de direito de mudança da servidão, referindo o seu comprimento, largura, etc.. e que na sentença se não declarou nem determinou as características, extensão e exercício de tal servidão, sendo a mesma omissa no que toca às utilidades, conteúdo, objeto, características, modo de exercício da servidão, etc..  e, sendo as servidões reguladas no que respeita à sua extensão e exercício pelo seu título, devia o tribunal ter conhecido, e não conheceu, dessas questões que se prendem com as características concretas da servidão de passagem, ficando por fixar o seu conteúdo, objeto, medidas, etc., o que releva decisivamente para o exercício e âmbito da mesma e para definir direitos e deveres de ambos os proprietários, ficando comprometida a segurança e certeza jurídicas, sendo a sentença é nula por omissão de pronúncia, como decorre do  disposto na alínea, do n 1, do artigo 61  O Autor, quanto a tal, refere não existir nulidade por omissão de pronúncia, sendo que os autos têm por objeto a mudança de uma servidão de passagem e que o que a sentença diz na al.