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Impugnou a factualidade alegada e invocou a exceção de prescrição, uma vez que as obras ocorreram em 2014 e o prazo de três anos terminou em setembro de 2017, tendo a presente ação apenas dado entrada em juízo em novembro de 201A autora apresentou resposta, pugnando pela improcedência da exceção de prescrição, alegando que tal prazo só pode ocorrer após a data do auto de receção definitiva da obra em causa, que desconhece quando ocorreu, sendo certo que a autora apresentou várias reclamações ao longo deste lapso temporal.A exceção de incompetência do tribunal em razão da matéria foi julgada improcedente.A autora foi convidada a concretizar os alegados danos patrimoniais, tendo apresentado requerimento a concretizar os danos, factualidade que foi impugnada pela ré Junta de Freguesia.Realizou-se a audiência prévia e a autora foi novamente convidada a prestar esclarecimentos, o que a mesma acatou, esclarecendo que o prédio servido pelas águas sobrantes da Fonte F. é o prédio urbano inscrito na matriz predial sob o artigo  e descrito na CRP sob o n. . Alegou ainda matéria factual quanto aos danos sofridos e ao modo de encaminhamento das águas, a qual foi impugnada pela ré Junta de Freguesia de Apresentou petição inicial corrigida, em 212019, na qual incluiu todas as alterações e esclarecimentos atrás referidos e reformulou o pedido, em termos de o mesmo se referir apenas ao prédio urbano sito na Rua da ..., n ....Foi fixado à causa o valor de € 30 000,01, foi proferido despacho saneador tabelar, foi definido o objeto do processo e foram enunciados os temas de prova.