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10 No que concerne à possível verificação dos elementos típicos – objectivo e subjectivo – do crime de homicídio privilegiado, o T.R.. limita-se a afastá-los por reporte às considerações que são feitas quanto ao homicídio qualificado, referindo, neste conspecto, o seguinte transposto da decisão de primeira instância): "Ante o discreteado, ocioso se torna afirmar que, ao contrário do propugnado pela defesa em sede de alegações, não existem quaisquer elementos que, ante a matéria de facto dada como provada, permitam concluir que a arguida tenha agido movida por compreensível emoção violenta, desespero ou motivo de relevante valor moral e com a sua conduta haja preenchido o crime de homicídio privilegiado, previsto e punido pelo artigo 13 do Código Penal.”.