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11 e ss..  Como se assinala no despacho de pronúncia, além do "assinar de cruz”, sem analisar a documentação, não poder apresentar-se como justificação plausível para quem assume funções de tal responsabilidade seria então justificação para, certo é ainda que há vários outros elementos neste procedimento que parecem indiciar que se tratou de um procedimento com uma tramitação inusitada e do conhecimento das várias partes: desde logo, são os próprios arguidos que referem que, em reunião informal prévia, foi analisada, pelos novos eleitos, a necessidade de assessoria financeira para o município, dada a sua situação difícil, e que a pessoa indicada para prestar essas funções seria o ex-Presidente da Câmara, pai do arguido – pelo que o arguido sabia perfeitamente que o seu pai estaria na iminência de ser contratado para tais funções mesmo que alegue ter pretendido manter-se formalmente de fora desse.