Legal Document Excerpt:

da Relação de Coimbra proferido no proc n 141/05 TBSVV.C1 3 Secção), onde se pode ler a este propósito, que: " Está demonstrado nos autos o dano definitivo de natureza anatómico-funcional e psico-sensorial resultante dos ferimentos sofridos no embate de veículos   É inquestionável, nesta situação, o dever de indemnizar os danos futuros porque previsíveis que, evidentemente, recai sobre o lesante   Constitui orientação tradicional da jurisprudência que tal indemnização deve corresponder a um capital produtor do rendimento de que se privou o lesado e que se há de extinguir no termo do período provável de sua vida, estimado na base da sua esperança média de vida e não apenas no termo de sua vida”.