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Em 04/03/2019 ofereceu o AJP aos autos parecer nos termos do artigo 222G n 4, concluindo "pelo estado de insolvência da devedora”, porquanto "consultadas as reclamações de crédito e verificadas as previsões das alíneas e, pontos /// da alínea do n 1 do artigo 20 do CIRE, mostram-se preenchidas as presunções legais de insolvência.” Na sequência deste parecer, foi ordenada a extração de "certidão do parecer” e remessa do mesmo "à distribuição como processo especial de insolvência” artigo 222G n 4 do.Extraída certidão para instauração de processo de insolvência e como tal distribuído, foi proferido despacho inicial a determinar a notificação do AJP para "vir completar o seu parecer, alegando os necessários factos objetivos que sustentam o seu pedido de declaração de insolvência do requerido B” porquanto "o Parecer apresentado pelo Sr. Administrador Judicial provisório nomeado no Processo Especial Para Acordo De Pagamento não tem qualquer facto que possa vir a ser considerado provado, caso falte a oposição do Requerido e que sustente a declaração de insolvência, já que se limita a invocar a norma legal sem fazer qualquer referência aos factos que a integram.”  Em cumprimento do determinado veio o AJP "complementar o seu parecer nos termos do artigo 222G, n 4”, identificando quanto à "Situação Económico-financeira” do requerido: " A devedora tem como único rendimento o seu salário no montante médio mensal de 500,00€;  Este salário enquanto trabalhador emigrado em França corresponde, aproximadamente, ao salário mínimo nacional deste país.