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);  - Da sua condenação pelo artigo 173, n 1 e não pelo n 2 do mesmo do Código Penal, quanto aos dois crimes de actos sexuais com adolescentes e da consequente redução da pena aplicada;  - Da impugnação dos factos 134 a, dados como provados na decisão recorrida, a serem dados como não provados e em consequência absolvendo-se o ora recorrente da prática do crime na pessoa de HC;  - Da absolvição dos crimes de pornografia de menores, nos termos do disposto no artigo 176, n4 do Código Penal, por não terem resultado provados factos integradores dos elementos do tipo do crime, seguindo-se o princípio "in dubio pro reo”;  - Da não aplicação da sanção de inibição do exercício das responsabilidades parentais, atento a que foi absolvido da prática de qualquer crime na pessoa do seu filho menor GM, por força do disposto no artigo 69-, n 3 do Código Penal na sua atual redação).