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Tal como no "phishing” a pagina que aprece no ecrã da vítima surge como um clone do site legítimo da entidade bancária Ver sobre esta matéria o excelente artigo de Carolina França Barreira in "Home Banking: A repartição dos prejuízos decorrentes de fraude informática”, artigo disponível in Revista de Direito Eletrónica de Direito, Outubro de 2015, n 3, pg 8, disponível https://sigarra.up.pt/fdup/pt/pub_geral.revista_view),pgs  26 e 2 Também no acórdão do STJ de 112016 relator Pinto de, in www.dgsi.pt, é feita a seguinte distinção: "Entre as técnicas mais frequentemente utilizadas por terceiros para aceder, fraudulentamente, através do sistema, à conta do cliente utilizador do serviço de homebanking, contam-se: o phishing, que consiste no envio de mensagens de correio eletrónico, que provêm aparentemente do banco prestador do serviço, tentando obter dados confidenciais que permitam o acesso ao serviço de pagamento eletrónico; e o pharming, uma "técnica mais sofisticada em que é «corrompido» o próprio nome de domínio de uma instituição financeira, redirecionando o utilizador para um site falso – em tudo similar ao verdadeiro – sempre que este digita no teclado a morada correta do seu banco”.