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9 verso a 10, acresceria IVA, já que não se antolha outra razão plausível à luz das regras da experiência comum, para a apelada ter liquidado IVA quanto a esse pagamento que fez, caso assim não fosse, não colhendo a versão dos factos apresentada pela testemunha Manuel, marido da apelada, em audiência final, segundo a qual teria pago esse IVA ao apelante, mas logo o alertando, dizendo-lhe: "senhor , vou pagar-lhe este, mas não lhe pago mais nenhum, porque o contrato era sem IVA”, versão dos factos esta que, manifesta e indiscutivelmente, não resiste minimamente às regras da experiência comum – não é assim que as pessoas se comportam.