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ser solidariamentos condenadas a pagar ao A. uma indemnização nunca inferior a €30000,00 trezentos atenta a actuação culposa da entidade empregadora por o sinistro ter sido causado por colaborador da R. TRANSPORTES que não o A..»  Perante isto, é por demais evidente que o A. alegou apenas a factualidade bastante para fundamentar a responsabilidade por acidente de trabalho nos termos gerais, mas não nos termos especiais do agravamento por actuação culposa do empregador, designadamente não narrou factos concretos reconduzíveis, quer à provocação do acidente pela empregadora, seu representante ou entidade por aquela contratada, ou por uma empresa utilizadora de mão de obra, quer a ter o acidente resultado da falta de observância, por parte daqueles, das regras sobre segurança e saúde no trabalho.