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Estando apenas em causa a apreciação da propriedade do imóvel reivindicado pelo A, que a ré, em reconvenção, também reivindica para si, a questão das contas bancárias do falecido marido da ré apresenta-se marginal relativamente àquela questão, motivo porque não nos pronunciamos sobre o aditamento pretendido daquele facto.Relativamente à pretensão da recorrente de ver acrescentados à matéria de facto os seguintes factos:"34 - Em 21/10/2016, sob juramento, prestando depoimento de parte ao Meritíssimo Juiz dos autos o A. P., afirmou que ao seu pai J. , pela metade da raiz ou nua propriedade do prédio objecto do contrato de compra e venda de 04/07/2005 havia pago em dinheiro vivo, €1000,00 dez em dinheiro vivo, pois que ele não aceitava senão dinheiro"; e "24 - O Autor não entregou ao J. o montante aludido em, mas pelo menos até 21/10/2016 comporta-se nos termos narrados no n." 34",não se vê qual a utilidade para a acção no aditamento destes factos à matéria de facto provada, sendo certo que se deu já como provado que o A. não pagou ao seu pai o valor do imóvel declarado na escritura de compra e venda.