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E uma segunda etapa, em que caberá ao filho cuidar para que os pais tenham uma boa velhice, zelando pelo seu bem-estar, saúde e, se necessário, na administração do património, sendo-lhe, inclusive, se for caso disso, possibilitada a nomeação judicial como curador.” Como se disse, a Constituição brasileira de 1988 iniciou o reconhecimento legal da afectividade e, posteriormente, coube aos tribunais um papel decisivo na construção desse conceito e na aceitação da socioafectividade como fundamento bastante para o estabelecimento do vínculo parental, de modo que a afectividade constitui hoje, no direito brasileiro, "o grande vetor dos relacionamentos familiares, constituindo-se no novo paradigma, sendo, no cenário brasileiro, princípio contemporâneo do direito de família” – cf.