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Destarte, conforme acima adiantámos, antevê-se que os únicos direitos que poderão eventualmente emergir da situação descrita, a vingar a interpretação propugnada pela Requerente o que, insiste-se, não é de todo oportuno avaliar, considerando que não foi produzida prova em ordem à interpretação da vontade da , se inserem no âmbito da responsabilidade  Mas sempre sem olvidar que a obrigação de indemnizar por culpa in contrahendo, qualquer que seja o facto típico que a justifique, depende da produção de um dano e dos demais elementos constitutivos da responsabilidade ¸ mormente do nexo de causalidade adequada, conforme salientado no acórdão do STJ de 14-07-2010, na revista n. 3684/00TVLSB.LS1 -  Secçãosumário disponível em www.stj.pt).