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Concluindo que "deve a presente ação, na sua globalidade, reconvenção englobada, ser julgada totalmente improcedente, por não provada, declarando-se regular e lícito o despedimento do aqui A.”.Notificado o trabalhador, nos termos do despacho de 202020, para "esclarecer cabalmente qual a retribuição por ele auferida à data do despedimento, face à manifesta discrepância entre os valores alegados nos artigos 8 e 22 da contestação”, veio o mesmo esclarecer e propugnar, no requerimento de 202020, que "Caso venha a ser declarado ilícito o despedimento promovido pela Ré, sem prejuízo da Indemnização prevista na alínea do n. 1 do artigo 38 do CT o trabalhador ainda reclama: - O direito a receber as retribuições que deixou de auferir desde o despedimento até ao trânsito em julgado da decisão do tribunal que venha a declarar a peticionada ilicitude; e - O direito a receber uma indemnização, prescindindo desde já da reintegração, no montante de 30 dias de retribuição base por cada ano completo ou fracção de antiguidade, ou seja, ao valor que resulta de 4 anos de antiguidade a multiplicar por €765,57, que se liquida na quantia de € 062,2”.No despacho de 112020, foi proferido saneador tabelar e na consideração de que a matéria de facto alegada pelas partes nos seus articulados não se revestia de particular complexidade, absteve-se o M Juiz "a quo” de convocar uma audiência prévia, bem como de proceder à fixação dos temas de prova – artigo 62 n 1 do Código de Processo do Trabalho.