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Por outro lado, nos termos do artigo 4 do RGPTC, na sentença de regulação do exercício das responsabilidades parentais o juiz deve decidir, «em harmonia com os interesses da criança», os seguintes aspectos:   a) Determinar a quem fica confiada a criança, se a ambos ou a um dos progenitores, a outro familiar, a terceira pessoa ou a instituição de acolhimento, aí se fixando a residência daquela;  b) Estabelecer o regime de visitas que regule a partilha de tempo com a criança, podendo, no interesse desta e sempre que se justifique, determinar que tais contactos sejam supervisionados pela assessoria técnica, excepto se, ponderando o superior interesse da criança e considerando o interesse na manutenção do vínculo afectivo com o visitante, decidir suspender as visitas:  ) Decidir se o exercício das responsabilidades parentais relativamente a questões de particular importância na vida do filho deve caber em exclusivo a um dos progenitores;  ) Decidir, quando o filho é confiado a terceira pessoa ou a instituição de acolhimento, a qual dos progenitores compete o exercício das responsabilidades parentais na parte não abrangida pelos poderes e deveres que àqueles devem ser atribuídos para o adequado desempenho das suas funções;  e) Havendo risco de incumprimento da decisão, determinar o acompanhamento da execução do regime estabelecido pelos serviços de assessoria técnica, por período de tempo a fixar.