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As posições retratadas na sentença e nas alegações de recurso e resposta do MP em  instância no , reflectem o dissídio que grassa na jurisprudência acerca da questão de saber se não tendo algum dos progenitores possibilidades de prestar alimentos, por se encontrar desempregado, incluindo, situações de desemprego voluntário ou por se desconhecer quais as reais possibilidades financeiras de algum dos progenitores, por se desconhecer o seu paradeiro, afirmando uns que, em tais casos não se deve fixar pensão de alimentos e outros que defendem que o deve ser – cf., g., os Acórdãos do STJ, de 12/11/2009, Processo 110-A/200LS1 e de 27/09/2011, Processo 4393/03TBAMD.LS1, ambos disponíveis in http://www.dgsi.pt/jstj para além das dezenas referidas pela recorrente nas respectivas alegações de.