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- Dos elementos clínicos constantes dos autos referidos no corpo destas alegações e adiante melhor, associados ao depoimento da testemunha Dr A. P. nas passagens constantes do corpo das alegações e que, adiante, melhor se identificarão), resulta que a disfunção erétil do A. não é definitiva, já que passível de reversão por via de tratamentos nomeadamente com ou pela colocação de uma prótese peniana, sendo possível que readquira a capacidade de prática do ato sexual; - Estabelecido, com base nesses elementos de prova – que adiante melhor se indicarão – que o A. pode voltar a praticar o ato sexual, impõe-se também a alteração da decisão proferida quanto a outros factos, na medida em que o seu prejuízo sexual não se pode ter como permanente e, tão pouco, de grau 5 e todas as demais consequências dessa disfunção têm de ser encaradas como temporárias e reportadas ao período que decorreu até este momento.