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12 do 103/80) e não ocorria a frustração da fiabilidade do registo que ocorria sempre com a. E para desvalorizar o que teve por o "único fundamento extensível” - a falta de conexão entre o bem sobre que recai a garantia e a causa do crédito – procurou o mesmo aresto evidenciar que não se detectavam os pressupostos necessários à violação do princípio da confiança no Estado de Direito da seguinte forma: "Este Tribunal tem entendido que o princípio da confiança, ínsito na ideia do Estado de direito democrático artigo 2 da, é violado apenas quando haja uma afectação inadmissível, arbitrária ou demasiadamente onerosa de expectativas legitimamente fundadas dos cidadãos cf., entre muitos outros, Acórdãos n. 287/90, 303/90, 625/98, 634/98, disponíveis em www.tribunalconstitucional.pt).