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Nesta situação "os recursos das decisões só são admissíveis se e na medida em que os mesmos fossem admissíveis de processados em separado” vide o já mencionado Acórdão deste Tribunal de 02/02/200 Este entendimento tem sido, aliás, reiteradamente afirmado por este Tribunal: assim, nomeadamente, no Acórdão proferido a 22/03/2007, proferido no processo 07S274, Relator Conselheiro Sousa Grandão, no Acórdão proferido a 14/01/2009, processo 08S2469, Relator Conselheiro Pinto Hespanhol "em caso de coligação voluntária ativa, o valor a atender para efeitos de admissibilidade do recurso não é o valor global da ação, mas sim o valor que corresponderia a cada uma das ações coligadas, caso tivessem sido propostas em separado”) e no Acórdão proferido a 01/09/2016, no processo 2653/10TTLSB.LS1, Relator Conselheiro Ribeiro Cardoso "traduzindo-se a coligação voluntária ativa na cumulação de várias ações conexas, que não perdem a sua individualidade, para aferição dos requisitos de recorribilidade há que atender ao valor de cada um dos pedidos e não à sua soma”).