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O que, como é bom de ver, revela falta de imparcialidade.Considerou, no entanto, que o recorrente revelou arrependimento e interiorização do mal que provocara na filha.Considerou também a parte em que o recorrente admitiu que, no dia em que o seu irmão To o confrontou com os abusos sexuais relatados pela Já, lhe desferiu duas bofetadas e chamou-a de mentirosa, refutando, contudo, que a tivesse agredido fisicamente de outra forma mais gravosa, bem assim os demais maus tratos imputados, ignorando que o recorrente negou veemente que tenha tido relações de cópula com a menor Já ou que esta tenha manifestado oposição aos seus atos de índole sexual.Muito menos o tribunal a quo considerou a parte das declarações em que este afirma perentoriamente não ter usado da força, nem de qualquer forma de violência, aquando da prática dos atos que confessou.