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O processo prosseguiu vindo, a final, a ser proferida sentença que decidiu nos seguintes termos: «julgo parcialmente procedente, por provada em parte, a presente acção e, em consequência: a) Condeno o réu J a proceder, no prazo de 60 dias, a contar do trânsito em julgado da sentença, à eliminação de todos os defeitos de construção elencados nos pontos 3 a 3 4, 4, 4, 4 e 50 dos factos provados e verificados no prédio urbano da autora T, para habitação, sito na Rua, composto de edifício de rés-do-chão e primeiro andar, inscrito na matriz predial urbana da União das Freguesias de  sob o artigo descrito na Conservatória do Registo Predial do  sob o n. da freguesia do , mediante efectuação dos trabalhos elencados no ponto 5 dos factos provados; b) Condeno o réu J a pagar à autora T uma indemnização no valor de € 029,37 três e vinte e nove euros e trinta e sete cêntimos), acrescida do valor de € 50,00 cinquenta mensais, a entregar desde Janeiro de 2018 até que ocorra a eliminação dos defeitos na habitação da autora nos termos determinados da alínea do dispositivo, ao que acrescem os juros moratórios, à taxa legal de 4%, contados desde a citação e até integral pagamento; ) Absolvo o réu J do restante pedido contra ele deduzido pela autora T; ) Absolvo as rés  e « – Construções, Ld.» do pedido contra elas deduzido pela autora T».