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Com efeito, relativamente ao ponto 26, mencionaram: "Refira-se que a redacção conferida a este segmento do ponto 26 é conclusiva e de forma pejorativa para os Réus/Recorrentes, querendo o Tribunal a quo inculcar com o facto de os Réus, apesar da sua separação, manterem um bom relacionamento que a partilha foi simulada De resto, lamenta-se que cause estranheza ou se afigure instrumental para a prova que se impugnará) de uma simulação de partilha, a circunstância de os casais que se separam de pessoas e bens manterem um saudável relacionamento entre si, sendo certo que decorre da própria lei material que a separação, não obstante extinguir os deveres de coabitação e assistência, não elimina, antes mantém, os deveres de respeito e cooperação!