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1 - Ficou provado que a sociedade não se vinculou.—Delimitação do Objecto do Recurso  A questão decidenda, delimitada pelas conclusões do recurso, consiste em saber se a embargante pode ser responsabilizada como avalista pese embora a sociedade, subscritora da livrança, ter sido representada por quem não exerce o cargo de gerente.—FUNDAMENTAÇÃO FACTOS PROVADOS a) Mediante contrato de cessão de créditos celebrado em 23 de Junho de 2017, o Banco F, S.A., cedeu a B, Limited um conjunto de créditos de que era titular;  b) Dos créditos objeto da cessão constam os créditos antes detidos pelo Banco F, SA sobre os executados;  ) A cessão incluiu a transmissão, relativamente a cada um dos créditos, de todos os direitos, garantias e direitos acessórios a eles inerentes;  ) Na sequência da cessão de créditos, a exequente tornou-se portadora da livrança no valor de € 2886,35 vinte e sete e oitocentos e oitenta e seis euros e trinta e cinco cêntimos), com data de emissão de 1 de Junho de 2016, de vencimento de 24 de Julho de 2018, emitida a favor do Banco F, S.A., contendo no local destinado à assinatura do subscritor a aposição do carimbo com os dizeres ", Unipessoal, Lda., e a assinatura da executada  e no verso os dizeres manuscritos "Dou o meu aval à firma subscritora”, seguidos das assinaturas dos executados  e E;  e) A livrança dada à execução foi emitida em branco, para garantia de um contrato de empréstimo em que interveio o Banco F, S.A., e a executada , Unipessoal, Lda.