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Pretende a apelante que seja dado como provado que: –  a licença conferida para exploração do posto de abastecimento de combustível não abrangia a zona do cais nem, por maioria de razão, os fundos adjacentes ao cais considerava uma zona de cais; –  a / a não estabeleceu, aquando da atribuição da licença e pelo menos até ao momento do, quaisquer diretrizes, instruções, recomendações ou constrangimentos quanto às embarcações que poderiam abastecer no posto concessionado, apenas concedendo a licença nos termos em que o fez; – no quadro das comunicações havidas entre o Mestre da embarcação Senhor e o funcionário da bomba Senhor, aquele não transmitiu a este qualquer informação sobre o peso da embarcação ou que lhe permitisse aferir do peso da embarcação; – a sonda - a estar ligada -, daria ao mestre informação que, conjugada com os demais elementos de que ele dispunha, lhe permitiria aferir da perigosidade da permanência da embarcarão naquele local; – a sonda não estava ligada aquando da deslocação da embarcação até ao cais do porto, porque se o estivesse o mestre teria as condições necessárias para aferir da perigosidade da embarcação naquele local e, assim, evitando a ocorrência do incidente.