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O menor, ao longo dos cerca de 10 minutos do segundo depoimento, não diz praticamente uma frase seguida, muitas das vezes não responde nada, outras vezes responde em voz tão baixa ou sumida que não se entende, oralmente, o que ele quer dizer, embora, visualmente de acordo com o relatado pelo, aparente responder num dado sentido; apesar disso, durantes esse 10 minutos, são-lhe insistentemente feitas perguntas e dadas explicações, de tal modo que o menor, quando percebe que as respostas são absolutamente necessárias, lá se digna responder às perguntas; nestas alturas ele dá uma resposta que, no contexto, é inequívoca daquilo que quer; tudo isto, e o pouco à vontade em que o menor está e a pouca vontade de responder às perguntas, demonstra também que o menor percebe a gravidade daquilo que se está a passar, para si e para a sua mãe, vendo-se que percebe a ligação formal que existe entre eles e, por isso, não quer ser ele a "decidir” quebrá-la; perante a dificuldade de gravação de um depoimento deste tipo, a Sr juíza faz o que se faz nestes casos, ou seja, vai traduzindo/interpretando o sentido das respostas; nestas situações, por mais desagradável que seja, e melindroso, cabe aos Srs.