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Elegeu o plano de pagamento Opção prevista na cláusula  do Plano de Recuperação Judicial Consolidado, de 20 de Dezembro de 2017, pelo valor de EUR 14000,00 ... ";  - Posto isto, resulta bem patente que o tribunal perde de vista na sentença o que o mesmo reconhecendo então a pertinência dessa questão fundamental, considerou no seu referido despacho de 112018: "Por poder relevar na aferição do dano";  - Ora não podia a sentença ter deixado de considerar como não verificado esse pressuposto integrativo do dever de indemnizar que, no caso concerne precisamente à probabilidade confirmada pelos próprios de reembolso, pelo menos, de parte do capital investido, no âmbito do processo de recuperação da entidade emitente;  - De resto, o próprio A., nas suas declarações de parte confirmou-o;  - Por conseguinte, nunca poderia o Banco R ter sido condenado como responsável pelos danos decorrentes da falta de restituição do capital investido nas obrigações, acrescido dos juros, porquanto tais danos são, por ora, de quantitativo incerto, em qualquer caso e seguramente sem medida equivalente à do montante que os AA investiram nas Obrigações, para mais, tais danos decorrem da violação de um dever que não é do Banco R., mas da entidade emitente dos títulos, na medida em que esse dever contratual primário de prestação/restituição impende sobre a PT, hoje sobre a Oi, e não sobre o Banco R.;  - Subsidiariamente, invoca o Banco apelante, a culpa do lesado, como factor de exclusão da sua responsabilidade, ou quando menos concorrendo com ela;  - Reitera-se: o A., uma vez alertado, não só não vende, como vem agora na acção sustentar que nada fez; que não vendeu porque o gestor, embora tenha falado com ele, não lhe disse para vender.