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contestou comprovando ter requerido apoio judiciário na modalidade de dispensa de pagamento de taxa de justiça e demais encargos com o processo e requerendo a imediata suspensão dos presentes autos, enquanto não forem decididos de modo definitivo os embargos de executado no processo n 21925/16T8PRT, que correm termos no Juízo de Execução do Porto – Juiz 3, comarca do Porto; invocou a caducidade da ação relativamente à separação de pessoas e bens do contestante e da ré E ocorrida em 18 de maio de 2012; arguiu a ineptidão da petição inicial e impugnou a maior parte da factualidade alegada pelos autores referindo que o crédito destes é posterior aos atos impugnados, pelo que carecem de demonstrar que os atos impugnados foram dolosamente praticados com intenção de impedir a satisfação do futuro crédito dos mesmos; negou que o pai dos autores não estivesse inteirado dos assuntos da sociedade H, tendo desempenhado as funções de administrador remunerado desta sociedade desde 16 de abril de 1999 até 07 de janeiro de 2013, sendo também remunerado pelos avales prestados; afirmou que o réu F, em virtude de não ser acionista desta sociedade, impôs como condição nunca prestar qualquer aval à mesma; a insolvência da sociedade H resultou da crise financeira internacional e da circunstância do credor J ter inviabilizado a revitalização da sociedade; os credores J e  reclamaram os seus créditos na insolvência da sociedade , não estando ainda encerrada a liquidação; alegou que a separação entre os réus  e E teve na base reais desentendimentos entre ambos, originados por desavenças na gestão da sociedade familiar – Q; a partilha dos bens comuns do casal teve por objetivo que o filho menor do casal ficasse a residir na habitação onde sempre residiu e, quanto à partilha das participações sociais visou-se atribuir a cada um dos partilhantes participações nas sociedades que cada um geria e onde trabalhava; devido à doença de que começou a padecer e que o impossibilitava de levar a sua vida habitual, propôs a transmissão para a ré E das suas quotas na , proposta que esta recusou alegando dificuldades financeiras, pelo que transmitiu a sua posição na aludida sociedade para o réu F, desconhecendo ulteriores cessões de quota na mesma sociedade deste réu para a ré E; devido à evolução negativa da doença de que padece, a pedido de seu filho, o réu foi residir para a casa da ré E e nesse contexto, voltou a casar com esta.