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No que é atinente à providência conservatória peticionada, a mesma visava a suspensão da eficácia dos despachos n.s 49/2000 e 50/2000, ambos datados de 15 de junho de 2020 e proferidos pelo Diretor do Agrupamento de Escolas ...), pelos quais anulou, respectivamente, a deliberação de 18 de junho de 2019, tomada pelo conselho de turma do  2, ano letivo de 2018/2019, que determinou a transição de ano escolar do educando T., e a deliberação de 17 de junho de 2019, tomada pelo conselho de turma do  1, ano letivo de 2018/ 2019, que determinou a transição de ano escolar do educando R., e a ainda a suspensão da eficácia do despacho de homologação do Secretário de Estado Adjunto e da Educação, datado de 16 de janeiro de 2020, que veio exprimir concordância com a informação   n. 19/GSEAE/20, de  10 de janeiro de 202  Por sua vez, relativamente à providência antecipatória inominada, os Requerentes  peticionaram que a mesma devia passar, designadamente, pelo reconhecimento provisório, até que seja proferida uma decisão judicial definitiva do direito dos filhos dos Requerentes à não frequência da disciplina de "Cidadania e Desenvolvimento”, ou, caso assim não se entenda, que a não comparência à referida disciplina não seja tida como falta injustificada; pela condenação do agrupamento escolar a avaliar os menores R. e T. sobre o seu desempenho no ano escolar 2019/2020, não obstaculizando a transição de ano dos mesmos; e, pela proibição de ver os filhos dos Requerentes prejudicados, de qualquer modo, na respectiva avaliação e progressão escolar.