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Assim, com vista a dar cumprimento em sede contabilística ao previsto nos Estatutos, concretamente no que diz respeito à aplicação do disposto no seu artigo 28, e em simultâneo, cumprir com as regras e princípios que presidem à construção e apresentação do Balanço da empresa, foi apresentada pela IGF, com base no Parecer elaborado pelo Prof. Dr. Rogério Fernandes Ferreira solicitado pela Recorrida, uma proposta «das adaptações que julgamos necessárias introduzir no plano de contas, já que o Plano Oficial de Contabilidade não contempla a situação criada pela obrigação legal artigo 2 dos de reintegrar bens do Domínio Público, colocados sobre a administração da empresa» relativamente às contas de exercício de 197 n. O entendimento proposto pela IGF, devidamente sancionado pelo Senhor Secretario de Estado do Tesouro, foi no sentido de evidenciar, no 1 membro do Balanço, os bens dominiais em "contas de ordem”, porquanto, tal como também admite a IGF e o próprio Parecer do Dr. Rogério Fernandes Ferreira, não poderiam tais bens ser escriturados em contas do activo imobilizado contas da classe 4, conforme Quadro de Contas do Plano Oficial de Contabilidade - uma vez que estas se destinavam somente ao registo de bens pertencentes à própria empresa.