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q) Não se verificando esta interrupção da prescrição, e sendo certo que pelo menos desde o dia 22 de abril de 2009 que o autor tem conhecimento da existência do coletor e da caixa de saneamento de águas residuais existente no seu prédio e apenas intentou a ação no dia 20 de fevereiro de 2015, o prazo de 3 anos para o exercício do seu direito já prescreveu conforme resulta do disposto no artigo  do Decreto-Lei n. 67/2007, de 31 de Dezembro com as alterações introduzidas pela Lei n. 31/2008, de 17 de Julho, que aprova em anexo o regime da responsabilidade extracontratual do estado e demais entidades públicas, por remissão para o artigo 48 do  r) Subsidiariamente a tudo o supra exposto e mais uma vez no exercício do dever de patrocínio, caso fosse encontrada responsabilidade ao réu Município, a mesma apenas poderia consistir no pagamento de uma indemnização nos termos do artigo  do Decreto-Lei n. 3021, de 11/10/1944, quando são estabelecidos, com carácter permanente, os ónus que sejam necessários à captação e condução das águas destinadas a saneamento de aglomerados populacionais, na medida em que causarem efetiva diminuição do valor dos prédios respetivos, matéria esta de diminuição do valor dos prédios) que a sentença não se pronuncia.