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Bem conclui, pois, o tribunal a quo pela atuação, pelo menos, gravemente negligente dos insolventes, ao violarem deveres de informação e cooperação, impondo-se, por isso, a rejeiçãoaos insolventes do benefício da exoneração do passivo restante, que se revelaram dele não serem merecedores.Improcedem, por conseguinte, as conclusões da apelação, não ocorrendo violação de qualquer normativo invocado pelos apelantes, devendo, por isso, a decisão recorrida ser mantida.DECISÃO Pelos fundamentos expostos, os Juízes desta secção cível do Tribunal da Relação do Porto acordam em julgar a apelação improcedente e, em consequência, confirmam, integralmente, a decisão recorrida.Custas pelos apelantes – art.