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189 do CIRE deverá ser feita em função do grau de ilicitude e culpa manifestados nos factos determinantes da qualificação da insolvência como culposa O TC reconheceu-o no citado acórdão n. 280/2015, devendo o montante a arbitrar conter-se na medida do dano que o afectado, com a sua específica conduta, causou à massa insolvente e, reflexamente, aos credores Citado acórdão da Relação do Porto de 14/07/2020, como exigido pelo princípio da proporcionalidade, pois que a culpa o mesmo vale, com as devidas adaptações, para o grau de ilicitude e para a medida do prejuízo causado pela concreta, sendo razão da sua existência sua justificação axiológica), terá também de ser medida da responsabilidade sob pena da responsabilidade ir além, na sua existência e no seu concreto quantum, da razão que a alicerça e a justifica e, ser, por isso, desproporcionada e.  De considerar, assim, que o regime emergente da aplicação conjugada dos arts.