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Esta falência probatória do A., que não conseguiu provar, como lhe incumbia, que não houvesse um fundamento admissível para o pagamento de retribuições diferenciadas a dois trabalhadores com a mesma categoria e funções, tendo-se antes provado que houve ab initio uma razão efetiva e atendível para essa distinção de remunerações pelo que a R. sempre poderia remunerar o A. e o outro trabalhador em questão de forma diversa entre, conjugada com a referida regra de repartição do ónus da prova, conduz, assim, a que a presente ação improceda in totum não se vendo também que as funções exercidas pelo A. integrem, nos termos do T. para as Indústrias Químicas celebrado entre a APEQ e a FIEQUIMETAL e outras, publicado no BTE n. 28, de 29/7/77, com as suas sucessivas alterações e que A. e R. sempre consideraram aplicável ao caso vertente, a categoria profissional aí prevista de "especializado”, mormente que tenha "funções de carácter executivo”, "complexas”, "delicadas” e "não rotineiras”, pelo que, de facto, não estava a R. obrigada convencionalmente a atribuir-lhe essa categoria específica, o que só fez voluntariamente, sponte sua, e não tem também qualquer implicação remuneratória).» Fim da transcrição parcial da sentença proferida pelo tribunal da  instância)  Por seu turno, o Tribunal da Relação confirmou a sentença do tribunal de  instância com a seguinte argumentação: «Terceira questão: se foi violado em relação ao apelante o princípio de que a trabalho igual deve corresponder retribuição igual, razão pela qual deveria ter procedido a ação.