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Neste contexto, numa perspectivação global dos facos, em nosso entender não se demonstram com suficiência inícios que levem inequivocamente a concluir que foi estabelecido entre as partes - ou que como tal se executou - um contrato de trabalho, sendo certo que a prova competia à A. Assim se concluindo tem necessariamente de improceder todos os pedidos formulados pela A. na presente acção em relação à 1 Ré, uma vez que os mesmos tinham justamente como fundamento o reconhecimento da existência de uma relação laboral entre ambas.”36 Na fundamentação da mesma sentença considerou-se igualmente que a autora iniciou funções na CGD ao abrigo de um contrato de trabalho temporário celebrado com a empresa "Temphorário – Empresa de trabalho temporário, S.A.”, sendo que esta havia celebrado com a CGD um contrato de utilização de trabalho temporário, e que os motivos inscritos em tais contratos para justificar a celebração dos mesmos eram falsos, na medida em que o acréscimo excecional da atividade neles invocado não se verificou.