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Entendimento semelhante, de resto, viria a ser acolhido pelo TRIBUNAL CENTRAL ADMINISTRATIVO SUL, no já referido aresto proferido no processo n. 953/11BELLE, em 102020, o qual concluiu que o ato que aí se encontrava em causa, através do qual se instava o administrado a adotar "os procedimentos necessários à cessação da incomodidade decorrente de se ultrapassarem os limites legalmente estabelecidos do ruído, de entre os quais, através da remoção das estruturas colocadas na cobertura do edifício”, sendo concernente "a uma medida cautelar, adotada pela Vereadora da Câmara Municipal de Loulé, nos termos do disposto no artigo 2 do n. 9/2007, de 17/01, em matéria de ruído, respeita a mesma a matéria ambiental, pelo que, excluída da competência material ou em razão da jurisdição dos tribunais administrativos” – orientação que aqui se subscreve sem reservas, por ser aquela que, na perspetiva deste Tribunal, melhor se coaduna com a letra, espírito e enquadramento sistemático dos diferentes comandos que ditam a competência material das diferentes jurisdições.Caso assim não se entendesse – est, caso este segundo vetor da decisão suspendenda se inserisse no escopo da competência material dos tribunais administrativos, o que, como se viu, não sucede –, sempre se dirá, em qualquer dos casos, o seguinte: Como se viu, o Requerido vem defender que o ato suspendendo se encontraria esgotado, não permitindo que daí fossem extraídos quaisquer atos de execução, o que ditaria, então, que o presente meio fosse inidóneo para tutelar as suas pretensões, exceção dilatória conducente à sua absolvição da instância.