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j) Ora, desde logo, os documentos n.s 5 e 6 juntos com a petição aperfeiçoada, referem-se à renúncia ao mandato operada em «em 28/05/2015, tendo em conta que se verificaram algumas divergências entre os herdeiros», sem que se compreenda então a relação estabelecida pelo Tribunal a quo quanto ao facto em causa e os referidos documentos, ao passo que, a testemunha DB, esteve, conforme relatou no seu depoimento, o que aliás até resulta da própria fundamentação, na parte em que em manifesta contradição) desvalorizou o depoimento daquela Testemunha, entendendo que «poderia ter dado conta do que se passava na reunião ocorrida entre autor e réus, em 17 de Março de 2015 quando, nas suas palavras, estava a tratar de outro assunto.» k) A realidade é que o Tribunal a quo não negou que tal testemunha estivesse ali presente e das declarações da Testemunha DB, resulta que apesar de estar na sala e ter ajudado uma colega a resolver um outro assunto, presenciou a reunião, tendo-lhe o A. pedido para estar com atenção ao que ali se estava, então, a passar, sem que aliás da sentença recorrida decorra qualquer circunstância que justifique que a Testemunha não teria conseguido reter o que se teria falado a reunião. )