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Ora, apesar de se ter provado que a denúncia do arrendamento outorgado em 2012, efectivada em Outubro de 2013, tenha tido por causa a entrada de água pelo tecto da fracção, que escorria pelas paredes, não se provou que tenham sido as infiltrações existentes a determinar ou causar o período de hiato, sem o aparecimento de novos interessados, até à outorga de novo arrendamento, com início a 01/09/201  Porém, apesar do exposto, parece estabelecido o devido nexo de causalidade entre a cessação do anterior arrendamento, por denúncia, e a existência das infiltrações, que se agravavam quando chovia, sendo certo que estávamos perante um arrendamento pelo prazo de 5 anos, ou seja, sobre o qual existia a expectativa de prolongamento até Janeiro de 2017, ou seja pelo período que o Autor deixou de receber rendas, entre Novembro de 2013 e Agosto de 201 Donde, afigura-se-nos pertinente a devida responsabilização do Réu Condomínio pelo pagamento das rendas deixadas de auferir durante tal período, correspondente ao montante global de 000,00 € cinco – 500,00 € 10 meses.