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ponto k. das conclusões; ) Com efeito, as objeções respeitantes ao contacto telefónico entre o tribunal e o escritório do Ilustre mandatário do assistente, no âmbito das quais se inclui a alegada falta de anuência da sua parte para a nova data do julgamento designada, ainda que tivessem fundamento, posto que nunca consubstanciariam nulidade insanável, teriam de ser arguidas nos termos e prazo previstos para as irregularidades, circunstância que, tendo presente a notificação postal registada – nunca posta em crise - expedida em 202015, não se verificou, sanando, assim, qualquer vício dessa ordem; ) Donde, toda a matéria relacionada com semelhante – e eventual – irregularidade, há muito perdeu acuidade, mostrando-se, em consequência, o recurso, nessa parte, votado ao insucesso, revelando-se, pois, despiciendo retomar a argumentação expendida na decisão recorrida, já quanto ao modo de obtenção do acordo por parte do mandatário, já quanto à não comunicação, por este, do respetivo impedimento artigo 15 do CPC, já quanto à ausência de alegação de justo impedimento artigo 14 do CPC; ) Igualmente sem fundamento a alegada omissão de pronúncia artigo 37, n. 1, alínea do CPP, afastada, desde logo, em função da natureza da decisão, a qual, como por certo convirá o recorrente, não reveste a natureza de sentença; depois porque o despacho recorrido ao indeferir in totum o requerimento de fls.