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Também a ré G apresentou resposta às alegações de recurso, concluindo: A posição da Ré /Recorrida, G, acima explicitada como na sua contestação), encontra fundamento e base de sustentação em diversa jurisprudência dos nossos Tribunais Superiores, a saber e transcreve-se: A/- "- Há nulidade, por falta de forma legal, no contrato de mútuo e respetiva fiança constantes de documento particular - Nada tendo recebido, o fiador nada tem a restituir na sequência da declaração de nulidade desse contrato de mútuo afiançado.” Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 26-02-1996, sendo relator o Senhor Juiz Desembargador, Dr. Bessa Pacheco, disponível para consulta em www.dgsi.pt; B/- "- O recorrente entende que tal condenação se não justifica, já que tendo-se limitado a servir de fiador, e havendo o mútuo obrigação sido declarado nulo, também o seria a fiança, que é uma obrigação meramente acessória art.