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Atendendo a tais princípios, não se justificará, assim, a absolvição da instância por falta de personalidade judiciária da herança, porquanto,com uma leitura e interpretação menos rígida e formalista da lei e da p. .e com vista a simplificar e facilitar o exercício dos direitos das partes e sua eventual satisfação, poderemos admitir e considerar, sem grande dificuldade, que a autora não é a herança, mas sim a respectiva cabeça-de-casal que, como tal, dispõe de personalidade jurídica e judiciária), não se justificando, no nosso entendimento, a absolvição da instância por falta de personalidade da herança, quando é certo que a acção foi interposta pela pessoa que, sendo cabeça-de-casal, é a administradora da herança em representação da qual se apresentou a litigar19;por outro lado, se é certo que a cabeça-de-casal, desacompanhada dos demais herdeiros, não tem legitimidade para a presente acção, a excepção de ilegitimidade da cabeça-de-casal por preterição de litisconsórcio necessário poderá/deverá ser sanada por via do adequado incidente de intervenção principal espontânea ou, sendo que nenhum obstáculo existia à admissão de incidente destinado a fazer intervir os demais herdeiros que, em relação ao objecto da causa, têm um interesse igual ao da autora cabeça-de-casal), assim se sanando a ilegitimidade desta com o normal prosseguimento dos, porquanto o direito aqui em causa apenas poderá ser exercido conjuntamente por todos os herdeiros art.s 33 do CPC e 2091, n. 1 do.20  Face ao que se deixa exposto, nada será de objectar à intervenção principal espontânea dos demais corporizada e consubstanciada nos requerimentos da A. de 202020 pontos ,  e ), 202020 e 02020, conjugados, por um lado, com os documentos de fls.