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O Réu/ Recorrente pretende impugnar a decisão da matéria de facto quanto aos pontos 3 e 8 dos factos provados, considerando que os mesmos devem ser considerados não provados.Aí ficaram mencionados como matéria de facto provada os seguintes factos: "3) O R., em data não concretamente apurada do ano de 2018, bateu com o punho na cabeça da A. e projectou-a ao solo; ) 8) O R. escreve papéis à A. e, nesses escritos, apelida-a de "freirinha do convento, ameijoazinha".O Recorrente não concorda com a decisão sobre estes pontos da matéria de facto, justificando a sua discordância por considerar que não foram produzidos quaisquer meios de prova comprovativos da factualidade prova testemunhal presencial da agressão; e documental quanto aos invocados.Quanto a esta matéria de facto impugnada, o Tribunal fundamentou a sua decisão da seguinte forma: "Motivação: ) Quanto à circunstância de o R. ter batido com o punho na cabeça da A., projectando-a ao solo, o tribunal atendeu aos depoimentos das testemunhas  e , as quais, sendo irmãs e vizinhas da A., foram unânimes em considerar que esta lhes relatou, de forma sentida, a ocorrência de tal agressão física, ainda que não a tenham presenciado.