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E agora confronte-se com o que se diz no Acórdão recorrido:  "No quadro jurídico enunciado observa-se que a anulação do testamento com base no artigo 219, do assenta necessariamente na «falta alegada e comprovada de capacidade do testador, no preciso momento em que lavrou o testamento, fosse para entender o sentido e alcance da sua declaração, fosse para dispor, com a necessária liberdade de decisão, dos bens que lhe pertenciam»  Neste enquadramento, tratando-se de pressupostos ou requisitos constitutivos do direito invocado na presente ação facilmente se conclui que o ónus de alegação e prova da verificação da mencionada falta de capacidade cognitiva e volitiva do testador e/ou de uma vontade totalmente determinada pela influência ou pressão do réu, no preciso momento em que a disposição testamentária é lavrada, incumbe a quem vem arguir a anulabilidade do testamento em causa, nos termos previstos no artigo 34, n. 1, do , no caso, aos autores, ora recorrentes, o que não lograram fazer.