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Segundo a apelante, o periculum in mora indispensável ao deferimento de uma providência cautelar comum não resulta evidenciado da matéria de facto indiciariamente dada como provada, porquanto o autor não participou nas assembleias gerais realizadas entre julho de 2002 e março de 2015, porque não quis, sendo que tendo-se realizado eleições para os órgãos sociais da recorrente em 27 de Outubro de 2014, as próximas eleições para os órgãos sociais da recorrente só se realizarão em 201 Encontrando-se em causa o requisito do "fundado receio de que outrem cause lesão grave e dificilmente reparável ao seu direito”, exigido pelo artigo 362 do NCPC, para a providência cautelar comum, não podemos aderir ao raciocínio expendido pelo apelante.