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Por isso, considerando que o contrato de trabalho a termo é por natureza precário, o que contraria o aludido princípio constitucional de "segurança no emprego” – ou, se se quiser, constitui um desvio àquele princípio – exigem-se requisitos quer de ordem material relacionados, na sua essência, com as situações que legitimam a celebração de contratos a termo para satisfação de necessidades temporárias da empresa e pelo tempo estritamente necessário à satisfação dessas quer de ordem formal que impõem que os contratos observem determinado, tendo como consequência, no caso de não observância de tais formalismos, considerarem-se os contratos celebrados sem termo ver Acórdão da Relação de Évora de 20/09/2012, processo 523/06TTFAR.E1, acessível em www.dgsi.pt).