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- A autora contra-alegou, concluindo:  A) Pretende o Réu/Recorrente que seja reapreciada a matéria de facto, sendo que no seu entendimento a resposta dada na douta sentença, aos factos 1, 2, 3, 4, 10, 14, 16, 18, 19, 29, 32, 36, 37, 38 e 39, dever ter sido precisamente ao contrário, pois segundo o mesmo, "a decisão sobre a matéria de facto assentou numa apreciação infundada e incorrecta da prova produzida no processo”  B) À luz do princípio da livre apreciação da prova, não existe qualquer motivo para se considerar como incorrecta e infundada a apreciação da prova, nomeadamente a testemunhal, produzida de forma directa e presencial na audiência de julgamento, tendo ademais, a Mma.