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13 e 14, no confronto com o que consta dos factos provados 17 e 20 -, utilizando os sinais, não registados, usados pelo ora apelante há mais de dez anos, tendo, logo após, apresentado queixa junto da ASAE, como a própria referiu aos 28m14s das suas declarações de parte;  )- A recorrida registou a marca "A Fábrica dos Chapéus by Gi Calhau”, que não usa, para prejudicar o ora recorrente e para beneficiar desse prejuízo, através da eliminação, pelo menos provisória, de um concorrente directo;   w)- O uso da denominação comum e do logotipo, cuja criação encomendou e pagou, pelo A. tornou-se ilícito no momento do registo da marca ilegitimamente requerida pela ora apelada, sem que ele tivesse praticado qualquer acto que lhe fosse interdito ou omitido qualquer conduta que estivesse adstrito a realizar;  x)- Para que o direito à marca exista na pessoa do requerente é indispensável que ele tenha legítimo interesse no registo que requer, aferindo-se a legitimidade do interesse pela utilização no seu comércio da marca de cujo uso pretende passar a ser o exclusivo titular, como preceitua o art.