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Ao valor de € 6831,28 peticionado no requerimento de injunção deduzido pela sociedade E Lda, e que a ali requerida, ora recorrente, B, S.A., não questionava na oposição que chegou a deduzir, contrapunha a mesma por sua vez: - a reclamação de €2112,09 pago à , S.A. porque seria devido a esta pela; - divergência no auto de medição n 15 por faturar trabalhos não realizados e materiais não incorporados, cujo acerto resultava num crédito a favor da B de €4550,06; Sustentando com esse fundamento que do valor reclamado na injunção apenas seria devida a diferença, ou seja €2281,2 Estava assim em causa o exercício do direito de compensação, o qual sendo em abstrato possível e legítimo como forma de extinção de obrigações – arts 847 e sgs, do Civil – está sujeito a requisitos e limitações, desde logo os que se referem à impossibilidade de se utilizarem para compensação outros créditos que não os do declarante – art 851, n 2, do Civil – o que só por si tornaria duvidosa a procedência da compensação que a B pretendia fazer com o valor do débito da E, S.A no valor de €2112,0 Para além disso nenhum dos demais factos alegados na oposição que chegou a ser deduzida se poderia ter como adquirido à partida, como aliás a própria autora, ora recorrente reconhece quando refere na sua petição inicial refere que a E devolveu a fatura corrigida relativa ao auto de medição n 15 que a B lhe chegou a enviar.