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Dir-se-ia, pois, na esteira da posição perfilhada pelo Tribunal de 1 instância, que mostrando-se afirmado, através de decisão transitada em julgado, que o prédio referido sob o artigo 6 da petição inicial é indivisível «em substância», será, de todo, inviável a procedência da execução específica do arrogado contrato-promessa invocado nos autos, na estrita medida em que, a ser ela decretada – com a consequente divisão do prédio em três fracções autónomas e sua posterior adjudicação nos termos peticionados -, estaria verdadeiramente o Tribunal a contrariar, em termos ostensivos, nesta acção a anterior decisão judicial transitada em proferida na dita acção de divisão de coisa comum, decisão esta que, atenta a já afirmada relação de prejudicialidade existente e em razão da autoridade do caso julgado, se impõe neste outro processo subsequente a presente acção, sendo certo que em ambos os processos intervêm, precisamente, as mesmas partes e, ainda que o pedido e a causa de pedir sejam distintos em ambas, esta circunstância não obsta – como já se expôs – à procedência da excepção de autoridade de caso julgado.