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2 Do imputado erro de julgamento da matéria de facto  1 Defende o recorrente, nos termos que expõe nas suas alegações de recurso e reconduz à respetivas conclusões a, que a sentença incorreu em erro de julgamento quanto à matéria de facto, propugnando: - que os factos alegados nos artigos 1, 2, 3, 5, 6, 7, 9, 10, 11, 12, 13, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 23 quanto ao teor e data do, 28, 29, 30 e 46 da petição inicial deviam considerar-se provados ou assentes, devendo ser aditados à factualidade provada;  - que o ponto  da matéria da facto dada como provada pelo Tribunal a quo não devia ter sido dado como provado, devendo ser excluído da factualidade provada;  - que os pontos  e   da matéria da facto dada como provada pelo Tribunal a quo, no segmento em que se diz os recibos de vencimento datados de 21/11/2014 e 21/01/2016 foram emitidos pelo Conselho Superior da Magistratura, devem ser modificados no sentido de que, nas datas neles referidas, foi efetuado o pagamento pela DGAJ/Ministério da Justiça, que emitiu os correspondentes recibos, dos vencimentos, ajudas de custo e despesas de deslocação nos termos constantes dos documentos de fls.