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A Ex.m Administradora da Insolvência, porém, no seu parecer em sede de qualificação da insolvência, conclui pelo carácter fortuito desta, porquanto, segundo a mesma não é possível afirmar que a violação do dever de a empresa se apresentar à insolvência tenha criado ou agravado a situação de insolvência, não sendo, portanto, possível estabelecer um nexo de causa e efeito entre esse incumprimento e esta situação.. Mais esclareceu a Sr A. que "a sociedade insolvente entregou à massa insolvente o montante global de 1000,00 € do Processo n. 706/19TBGDM e que no processo n. 221/02TBVLP ainda se encontram diligências de venda em curso ... Compulsados os elementos constantes dos autos, importará ter em conta, em nosso entender e em resumo, a seguinte factualidade:  B, Ld foi constituída em 28/7/1998 e foi registada na Conservatória do Registo Comercial com o capital social de €000,00, para o exercício da actividade de fabricação e comércio de móveis de madeira;  Foram sócios gerentes dessa sociedade, , E e F, sendo esta a única gerente;  Em 1 de Outubro de 2012, a credora , Ld veio requerer a insolvência da requerida;  A requerida deduziu oposição em 26 de Outubro de 2012, invocando, entre outros factos, não se encontrar em situação de insolvência e a existência de créditos que peticionava, então, nos Processos n.s 706/19TBGDM e 27617/18YIPRT ;  A requerida não aceitou que devesse à requerente o valor de 6400,00€ alegado pela requerente, invocando uma situação de falsificação por parte da mesma requerente;  Na sequência do que formalizou queixa crime contra a mesma que deu origem ao Inquérito n. 3647/16 TAGDM de Gondomar; e na sequência do qual foi proferido despacho de pronúncia contra , Ld ", G, H, , J por 4 crimes de falsificação de documento, p. e p. no art.