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Ora, concluíram os Juízes Conselheiros no citado acórdão n. 33/2018, interpretando o n. 4 do artigo 2 da Tabela de Taxas e Licenças e Outras Receitas Municipais do Município de Oeiras, em conjunto com os n.s 1 a 3 do mesmo artigo, que "a desagregação da "unidade de abastecimento de combustível” em diversos componentes, sobre os quais incidem tributos autónomos, torna inviável a transposição para este caso dos fundamentos do Acórdão n. 316/201 Com efeito, quer o dever de fiscalização municipal da actividade, quer a obrigação de suportar os respectivos inconvenientes, reportam-se necessariamente à unidade funcional constituída pelas diversas partes.