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No despacho recorrido vem, em contraposição, defender-se que as mesmas seguradoras carecem de legitimidade quer como intervenientes principais, quer como ré, no caso da ", S.A.”), não com o fundamento invocado pela "F, S.A.” que, relembre-se, invocou a sua ilegitimidade e a do seu segurado, o chamado Dr. E, com o fundamento de que este actuou como mero auxiliar da ré ", S.A.” na prossecução da actividade desta, pelo que, a haver obrigação de indemnizar o autor, recairia sobre esta ré a respectiva responsabilidade, nos termos previstos no artigo 80 do Código, mas porque «não prestaram ao A. quaisquer serviços médicos e, por isso, não se encontram com a R.  nem com o interveniente principal E numa situação de litisconsórcio voluntário), sendo apenas titulares de uma relação jurídica conexa que apenas diz respeito às RR.