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Nestes termos nenhuma contradição existe entre o que foi dado como provado nos pontos 1, 6, 7, 71, 73 com o que veio a ser dado como não provado em,,,,, – tendo sido dado como provado pelo Tribunal "a quo” que, desde pelo menos 2001, era o arguido vinha exercendo ao serviço da empresa Seguros, as funções de angariador de clientes, sendo intermediário na negociação dos contratos multirriscos com a demandada , sendo o único que se deslocava à empresa dos Assistentes recorridos, quer para proceder á cobrança dos prémios dos seguros, quer para celebrar novos contratos, quer para resolver qualquer situação, dificuldades ou reclamação relacionada com os seguros, apresentando-se o mesmo junto dos clientes, designadamente dos Demandantes Y, P. e H. G., como Comercial da Seguros, circulando em veículo daquela empresa, veiculo esse que exibia os dizeres "Seguros” o não é manifestamente, com tal contraditório, vir a dar-se como não provado que o arguido vinha acompanhando e recebendo os seus clientes nas instalações da , em cuja sede se encontrava frequentemente, que tratava do expediente do escritório, abrindo-o e encerrando-o por vezes, que não é funcionário, que tinha acesso a papel timbrado, impressos e propostas de seguros, que era um trabalhador exclusivo da Seguros e que intermediou para a Seguros de Ramos Vida.