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Trata-se da posição defendida nas alegações recursórias, com respaldo jurisprudencial, entre outros, nos seguintes arestos 15: – RC de 03/11/2015 – Relatora: Maria Domingas Simões, Processo n. 1007/13TBCBR-C1 ; –  RP de 10/01/2017 – Relatora: Maria Cecília Agante, Processo n. 15955/12T8PRT.P1 ; – RC de 11/04/2019 – Relator: Manuel Capelo, Processo n. 115/19T8CTB-G.C1 ; – RP de 06/05/2019 – Relator: Jorge Seabra, Processo n. 130/17T8PRT.P Enuncia a primeira decisão colegial – Acórdão da RC de 03/11/2015 – que a remuneração adicional devida ao agente de execução, como uma das parcelas dos honorários, sem natureza necessária, não prescinde da verificação do nexo causal entre a recuperação de valores pelo exequente e as diligências que nesse sentido foram por aquele praticadas ou desenvolvidas.