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Ademais, e como vimos supra, não visando de todo a acção de demarcação a declaração do direito real, mas apenas definir as estremas entre dois prédios contíguos, propriedade de donos distintos, perante o estado de indefinição/incerteza das respectivas estremas, então cai por terra a possibilidade de existir uma verdadeira prejudicialidade e dependência entre a referida acção e a presente, pois que nela não se discutirá, em via principal  como vimos supra, o direito de propriedade de Autor e Réu sobre os respectivos prédios, a demarcar, não integra a causa de pedir da acção de demarcação, antes funciona tão só como mera condição de legitimidade activa e passiva Réu) para a acção de demarcação  uma questão que é essencial para a decisão desta segunda – a acção de reivindicação.