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O acórdão da Relação considera que "ainda assim os factos materiais provados sob os pontos 2, 3, 4 e 6 são aptos a permitir concluir em sede direito pela integração das referidas qualificativas, como fez a decisão recorrida”, concluindo que "a atuação dos Arguidos descritas nos pontos 2, 3, 4, e 6 revela uma preparação do crime, ao atrair a vítima a pretexto de lhe arranjar trabalho, que raia o embuste, mantendo-se junto da vítima ao longo do dia 17, levando esta para um local ermo, ao fim do dia, e tendo planeado o modo como iriam destruir usando um produto celerante, tudo revelador de frieza de ânimo e desprezo pela vida da vítima” e que "tal atuação revela também, como considerou a decisão ora recorrida que os arguidos atuaram determinados por motivo torpe, de eliminação de uma pessoa, que era tida como um ‘rival’ numa pretensão de relacionamento”.