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Regularmente citado, o Réu contestou, defendendo-se por excepção e impugnação, alegando que se verifica uma falta de objecto na acção pois a mesma visa, segundo a Autora, declarar a perda da doação de um prédio rústico ao Réu, sendo que, como a própria Autora afirma, tal prédio, na configuração constante da doação, já não existe; acrescentou que tendo casa na freguesia da Freixiosa, onde a A. viveu com aquele e aí constituíram casa de morada de família, não fazia qualquer sentido que o então casal planeasse construir casa no terreno que a A. lhe doou livremente e sem condições, o mesmo tendo sucedido por parte de seus pais àquela nomeadamente nunca aqueles tendo colocado com condição que tal prédio não pudesse sair da família); estando a A. e R. a viver e a trabalhar em Mangualde nunca iriam viver para Gouveia, tendo de percorrer mais de 20km por viagem para regressar a Mangualde, para trabalhar; ainda que, por hipótese, fosse verdade o propósito das partes construírem casa para depois aí passarem a viver e ainda com os pais da A., não seria sempre desejável que a A. guardasse para si o bem doado e fizesse ela as diligências e assinasse os documentos para a construção?