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Artigo 251, n. 1, do S.);  4- Existindo, como é o caso, uma situação clara de conflito de interesses entre a sócia que é demandada e a sociedade, aquela não pode votar, logo, o sócio que se apresenta a representar a sociedade in casu iria votar sozinho a deliberação social de instaurar uma ação contra a outra sócia; 5- E isso fica suprido por se apresentar a demandar em representação da sociedade A., pois que, a sua vontade será sempre, nestas circunstâncias, a vontade da própria sociedade; 6- Aliás, atua em abuso de direito, nos termos do artigo 33, do Código Civil, o sócio que exerce o direito de voto em situação clara e ostensiva de conflito de interesses, o que seria lapidar no caso dos autos;  6- Destarte, com a devida e justa vénia, não carece de deliberação formal da sociedade A. o intentar da presente ação, o que cumpria ser decretado pelo tribunal a quo;  7 - Tendo o tribunal a quo decidido em sentido contrário, violou de forma expressa o vertido nos artigos artigo 24, n. 1, alínea, e 251, n. 1, ambos do S.e artigo 33 do Código Civil cfr.