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Após, o arguido RR disse-lhe para ir com o arguido AA para o quarto – ritual de purificação – mandou-os masturbarem-se a si próprios – chamou o menor GM, despiu-o e disse-lhe que hoje tinha sido baptizado e que teria de fazer o que mandasse – na melhor expressividade ”vais-te masturbar, vais tentar penetrar o miúdo”, vindo o arguido BB a pretender convencer de que não estava à vontade, não teve erecção, nunca pensou ter relações com criança daquela idade mas o arguido RR empurrava-o, forçava e, daí, ficou em pânico, o que o levou a tentar várias vezes penetrá-lo, sendo que RR tentava pôr o menor à frente e este não tinha reacção.