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11 Sem conceder quanto ao exposto, a verdade é que – e disso são exemplo as centenas, se não milhares de arestos em que tal se verificou –, a Extinção do Procedimento Cautelar, para ser apreciada e decidida pelo Tribunal, convoca, pressupõe, exige e implica uma apreciação jurisdicional quanto à correta subsunção dos vícios invocados pelo Requerente cautelar às respetivas causas de nulidade ou anulabilidade, sendo que, entender em contrário corresponderia a um esvaziar de poder do Juiz cautelar, e, bem assim, a desprover de sentido e alcance o artigo 12, n. 1, alínea, do CPTA, já que bastaria ao Requerente cautelar invocar um vício de nulidade, ainda que desprovido de sentido – como ocorre no caso vertente –, para a partir daí ficar imediatamente afastada a possibilidade do Juiz cautelar proferir qualquer decisão quanto à Extinção do Procedimento Cautelar ou Caducidade da Providência Cautelar.