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Salvo o devido respeito, considera-se que a impugnante aponta questões de semântica, que não alteram a solução a dar ao caso», pelo que a razão não assiste à recorrente;  ) Refere a recorrente que na Portaria 19/2004, de 10 de Janeiro, se faz expressa menção a «instalações» e «sistemas», enquanto na fatura emitida pela sociedade B, o termo utilizado é «equipamento», o que claramente se refere a realidades equivalentes, transportando-nos novamente para uma questão de semântica;  E) Por último, considerou o douto Tribunal a quo que o fornecimento e colocação de expositores, de equipamento de som e de equipamentos diversos, também consubstanciam serviços de construção por serem « parte imprescindível de um conjunto, estão intimamente ligados e devem adequar-se ao específico estabelecimento em que se integram e inerente atividade desenvolvida», enquanto a recorrente considera que são dele separáveis, olvidando-se «que a sociedade B.. apresentou "projetos” específicos "conforme projecto”) e contemplou custos com a montagem destes equipamentos», e que, se levássemos à letra a argumentação da recorrente, a colocação de um soalho em madeira, as telhas, banheiras, torneiras e outros materiais que, com algum trabalho, se poderiam levantar do imóvel, poderiam ser tributadas autonomamente, além de que «a impugnante estava onerada com o ónus de demonstrar o caráter "fungível”/acessório/amovível dos referidos elementos, o que não se considera que tenha logrado cfr.