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Lendo os Pareceres em causa, resulta evidente que, não só não se afasta a queda acidental e tal deveria ser suficiente para, como esta é a tese com maior probabilidade, designadamente porque:  -	há elementos hemorragia e que apontam para uma morte diferida e não imediata; -	a fractura na face é uma fractura "linear como as que são causadas principalmente por acidentes de trânsito e quedas” e não em "mosaico” ou "teia de aranha”, o que sugere um "impacto de baixa energia, como o decorrente de uma queda inferior à própria altura”;  6 É verdade que, em caso de agressão, uma pessoa com as características da vítima poderia, em tese, não ter condições para se defender – todavia tal, implicaria uma acto insidioso que o próprio Tribunal entendeu, bem, não se encontrar provado -, mas também deveria ter concluído que tal ocorre nas quedas acidentais.