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684/687), pugnando pela sua improcedência, terminando a sua peça processual com as seguintes conclusões transcrição):  "A verificação de um exemplo-padrão,  no caso o art 132,  n 2, al., 1 parte do CPPenal, não significa, necessariamente, a realização do especial tipo de culpa e consequente qualificação da ofensa à integridade física; A factualidade indiciada e plasmada na acusação não é suficiente para fundamentar um juízo de especial perversidade ou censurabilidade no quadro do tipo de ilícito base; Os factos constantes dos autos não podem, por si só, fundamentar uma acusação pelo crime de introdução em lugar vedado ao público, porquanto não consta a narração de um facto essencial para o preenchimento do tipo legal, a saber, que se tratava de um logradouro vedado, Dos autos não se indicia a subtracção de qualquer objecto que fundamente uma acusação pela prática do crime de roubo.”.