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No caso, a lide iniciou-se em 112020, e a sentença proferida no P. /15T8STB, que correu termos no Juiz 1 do Juízo de Família e Menores do Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal, que aplicou a favor da criança R a medida de confiança com vista a futura adoção e que seria o facto a determinar a inutilidade da presente, data de 12020, com trânsito em julgado em 32020, a significar que, quando foi intentada a presente ação, já a decisão do Tribunal de Setúbal, transitada em julgado, produzia efeitos na nossa ordem jurídica  Não está, pois, em causa a ocorrência de um facto superveniente, não estando, assim, preenchidos os pressupostos para julgar extinta a instância, por inutilidade superveniente da lide.