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Assim: A única questão a apreciar é a de saber se a sentença recorrida enferma de erro de julgamento de facto e de direito por ter partido do errado pressuposto de que a AT fundamentara a correcção da matéria tributável de IRS do Recorrente, dos anos de 2003 e 2004 – correcção que consistira no adicionamento, ao rendimento tributável, dos valores dos cheques  identificados no RIT – na consideração de que, por força do artigo  6 n 4 do CIRS, estes se presumiam depositados na conta pessoal do a título de lucros ou adiantamento dos lucros da sociedade comercial "F. Lda”, de que o Recorrente era sócio gerente, tributáveis, nos termos da al do n 2 do artigo 5 do CIRS, quando, na verdade, a AT teria feito essas correcções com fundamento nesta última norma, sim, mas sem recurso àquela presunção, antes com prova directa, aliás, não destruída pelo sujeito passivo, de que se tratava de incrementos patrimoniais quejandos.