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Alega a recorrente que "...tendo o Tribunal a quo verificado que estava em causa o conhecimento de excepção dilatória de preterição de legitimidade passível de ser sanada, como é o caso dos presentes autos, era seu dever diligenciar pelo seu suprimento, isto é, convidar as partes a deduzirem o competente incidente e chamarem a locadora E... a intervir nos autos, o que efectivamente não fez” e que "...ao não providenciar pelo suprimento da verificada excepção dilatória de preterição de litisconsórcio necessário, nos termos do n. 2 do artigo  do CPC, em sede de despacho pré-saneador, incorreu em nulidade processual nos termos do disposto no artigo 19 do CPC, o que desde já se invoca com as legais consequências” – conclusões e , respectivamente.