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28, 35, 46 e 49 da contestação onde se escreve, respetivamente, "inexistindo uma qualquer outra demonstração do suposto crédito, forçoso é concluir que o Requerente não demonstra a qualidade de credor da Requerida relativamente a tais quantias”, "Resulta do até aqui exposto que o Requerente não comprova que é credor da Requerida das indicadas quantias ou de quaisquer outras”, "Desta sucinta descrição resulta claro que a Requerente não demonstra que é credor da Requerida das quantias que menciona na sua petição inicial ou de uma qualquer concreta quota-parte dessas quantias” e "O Requerente, como acaba de se verificar, não comprova que é titular de concretos e quantificados créditos sobre a Requerida.” Deste modo, inexistindo admissão por acordo relativamente a tal factualidade, não pode, com este argumento, ser dado como provado que a requerida deve ao Condomínio do Edifício B a quantia de 20773,70€.