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bb)-A não ser assim, seriam postos em crise os princípios constitucionais da proporcionalidade e da garantia do direito à propriedade privada, previstos nos artigos 18, n. 2 e 62, n. 1 da Constituição da República Portuguesa, uma vez que a ora Apelante ficaria sujeita a uma intolerável compressão do exercício dos seus direitos, nomeadamente do seu direito à satisfação do seu crédito através da venda judicial do imóvel garantido, indelevelmente ligado ao direito à propriedade privada, em execução por si movida, o que limitaria inaceitavelmente o seu direito de acesso à justiça, constitucionalmente consagrado, ao abrigo do artigo 2 )-Por essa razão, é do entendimento da ora Apelante que o tribunal a quo, ao agir da forma acima indicada, fez uma errada interpretação do direito, numa estrita e literal visão da norma do artigo 794 do CPC, desconsiderando o caso concreto e permitindo uma inconstitucional interpretação do art.