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- Apenas os factos alegados pela Recorrente da existência de um passivo um crédito vencido de €19000,00 e de uma ativo de €92281,36, não podiam ser suficientes, de molde a poder permitir ao Tribunal "a quo” a conclusão de "que a Requerente se encontra impossibilitada de cumprir, de forma generalizada, as suas obrigações vencidas.” - A afirmação "tivesse a mesma qualquer tipo de liquidez não estaria em dívida, desde logo à Autoridade Tributária, no valor de 1000,00€, sendo que só pelo facto de ter na sua titularidade bens imóveis que podem ter um valor global superior ao valor da dívida não a coloca numa situação de solvência nem numa situação económica apenas difícil que pressupõe ainda, não obstante a dificuldade, a possibilidade de cumprir a generalidade das suas obrigações ou a iminência do seu.” é falaciosa e totalmente desprovida de sentido, na medida em que permite a confusão entre "liquidez” e "situação de insolvência”, quando na verdade são realidades absolutamente distintas.