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É o que se extrai, por exemplo, do acórdão proferido no Processo n. 1038/10, de 29 de Novembro de 2013 inédito, que vem amplamente citado na sentença recorrida: "A regularidade das prestações tem a ver com outra característica das prestações já acima referida: a de que são atribuídas em regra são ordinárias) e com regras não arbitrárias).” Quer dizer, a atribuição de tais valores não pode estar, designadamente, sujeita a eventos dependentes, em ultima análise, da vontade do empregador ou de circunstancialismo aleatório; e é assim, porque só em tais circunstâncias se pode falar da formação de "uma expectativa do seu recebimento no ano seguinte e com a repetição dos respectivos pressupostos” cfr.