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A decisão recorrida, com base nos factos apurados, nomeadamente os constantes dos pontos  a 1, 1 2 a 3, 3, 4 e 4, apreciou a responsabilidade da 2 ré, ora recorrente, do seguinte modo: "Desta factualidade, decorre, linearmente, que a causa mais próxima e directa da ocorrência da infiltração de água da fracção da A. foi a conduta da  R. É que, não obstante ter sido a  R. a remover a tela anterior como, de resto, lhe competia e a deixar o terraço descoberto, é inegável que a  R. aceitou entrar em obra na manhã do dia 202018 e iniciar os trabalhos, tendo, logo pela manhã se não, podido aperceber-se das condições em que se encontrava o terraço e das previsões do IPMA para aquele dia, acabando por não levar a cabo as previdências adequadas a evitar a entrada das águas da chuva, que só ela podia ter tomado era a única que, nesse dia, estava em obra e só no dia seguinte contactou a  R.).