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do CPC, uma vez que o mesmo não contém conclusões; 3- A Apelante requer a alteração da sentença, entendendo que existe lapso do Tribunal, no que concerne ao seu primeiro pedido, pois considera que o Tribunal de 1 Instância pretendia dizer a restituição da loja àquela, alegando nomeadamente que a morosidade do Tribunal a quo prejudicou a efetividade da decisão;  4- Insurge-se ainda quanto ao segmento da decisão que indeferiu a providência cautelar não especificada de renovação do contrato de utilização de loja em centro comercial celebrado entre Requerente e Requeridas até à conclusão do PER, e ainda do indeferiu a providência no que concerne à exoneração da Apelante no que se refere ao pagamento das remunerações mínimas de março e abril de 2020, decisão essa que as Apeladas consideram que é de manter in totum; 5- Quanto à alteração da decisão relativamente ao primeiro pedido da Apelante em que pede que a decisão de 1 Instância deverá incluir a restituição da loja, não percebem as Apeladas como poderia o Tribunal proferir tal decisão quando tal não foi peticionado, considerando que nesta data, processualmente, tal alteração não poderá ser julgada procedente, senão vejamos; 6- Desde logo, se diga que não se percebe que a Apelante tenha outorgado o acordo de 19/11/2020, no qual se estipulou expressamente o termo do contrato em causa para o dia 28/02/2021, e só no dia 01/03/2021, ou seja, já depois de caducado o contrato é que dá entrada dos presentes autos;  7- Além disso, requer a restituição da loja, quando nem sequer requer a alteração da matéria de facto dada como provada; 8- Pois, confessado tal facto pelas Apeladas na sua Oposição, a decisão do Tribunal de 1 Instância, salvo melhor entendimento em contrário, deveria ter sido outra, no sentido de extinção dos presentes autos, por inutilidade superveniente da lide, já que a lesão que se procurava evitar com a providência cautelar já se tinha verificado, conforme melhor explanado no recurso interposto pelas Apeladas, quanto a esse segmento de decisão, já que existe uma impossibilidade objetiva de cumprimento da decisão, uma vez que a Segunda Apelada já nem sequer tem a posse da loja; 9- Por outro lado, sabendo a Apelante que desde o dia 04/03/2021 que já não tinha a posse da loja, poderia ao abrigo do art.