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G. Em relação ao exercício de 1998, a Impugnante efetuou prova que encarregou um "gabinete de advogado” de fazer diligências no sentido de cobrar a dívida, em observância do disposto no artigo 3, n. 1, alínea do CIRC, encontrando-se os montantes em causa devidamente evidenciados na contabilidade, o que nem sequer é posto em causa pela AT, nem, aliás, que, em 1998, o crédito estava em mora há mais de seis meses, pelo que tal diligência não podia deixar de ter sido reputada como um indício objetivo, sério, expressamente previsto na lei, de que a Impugnante havia, justificadamente, considerado o crédito como em risco de não ser cobrado, pelo que, era imperioso, em tal exercício, contabilizar a competente provisão.