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O comodatário, tem pois um direito pessoal de gozo sobre a coisa, confirmado pela atribuição da posse art 1133, n 2 do  1 E tem um poder directo e imediato sobre a coisa; ele goza-a, usa-a e pode frui-la mercê da própria actividade, não podendo o comodante impedir ou restringir o uso da coisa pelo comodatário, que se assegura ele próprio desse uso – art 1133 n 1 do  1 A acrescer a isto temos, como corolário, que a posse atribuída ao comodatário pelo art 1133, n 2 do e que, resultando da prática de actos materiais sobre uma coisa, é ela própria um direito real.