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No caso sub judice, está provado que o autor:desde 2015 apresentou ausências ao serviço por doença, essencialmente do foro psiquiátrico;por força do seu absentismo motivado por doença no relatório de avaliação de 2016, o réu sugeriu que o autor deixasse de ser "Analista de Empresas Encarteiradas”, passando a desempenhar as funções junto da "C1”;ao longo do ano de 2017 – entre 10 a 20 - faltou 211 dias de calendário por doença do foro psiquiátrico – 141 dias úteis -, não tendo apresentado o respectivo atestado médico apenas para os 9 dias úteis que decorreram entre 22017 e 12017;neste período, apresentava doença depressiva incapacitante, em fase debilitada e sob o efeito de medicação;O réu deu início ao processo disciplinar a 01201 A questão que se coloca, atenta esta factualidade, é a de saber se, para o preenchimento de justa causa de despedimento, basta a simples materialidade das 9 faltas injustificadas ao trabalho.