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Efectivamente, o artigo 45-A do Regulamento de Execução EU, m 218/2011 de 23 de Março, aditado pelo regulamento n 2018/1912 de 7 de Dezembro  e com efeitos desde 1 de Janeiro de 2020, veio enunciar um conjunto de elementos de prova com base nos quais apenas se presume a expedição e a entrega da mercadoria, o que não impede a proa por qualquer meio legal, se necessário., como a Própria AT  se auto-vinculou a entender no ofício circulado citado pela Recorrente n 20009 de 10/12/99 dos,  podia, ser feita por qualquer meio válido, mesmo a testemunhal: neste sentido já este Tribunal Central produziu relevante jurisprudência, designadamente em acórdão de 13/12/2018, no processo 00927/15BEPNF in www.dgsi.pt), cujas conclusões, pela clareza do enunciado, cumpre transcrever:  Para beneficiar da isenção de IVA nas transmissões intracomunitárias a Recorrida tem o ónus de provar que esse bem foi expedido ou transportado para outro Estado-Membro.