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Com interesse para a decisão da causa, resultaram não provados os seguintes factos:  O abraço referido nos pontos 21 a 23 dos factos provados verificou-se no momento referido no ponto 15 dos factos provados, isto é, quando o assistente subia o relvado;  Na ocasião referida no ponto 17 dos factos provados, para além do aí referido, de modo a opor-se a que lhe fosse dado um abraço, o assistente também empurrou para trás com os cotovelos e disse ao arguido BB que o largasse, que este ainda o aleijava, que se aleijavam os dois;  Na ocasião referida nos pontos 18 e 19 dos factos provados ambos os arguidos sabiam que o assistente não queria que o arguido BB o abraçasse ou agarrasse porque tinha medo de que este o fizesse cair e se magoasse;  Na ocasião referida no ponto 21 dos factos provados o arguido BB agarrou o assistente pelas costas;  Os dois arguidos podiam ter previsto que, atentas as características do local onde o arguido BB agarrou o assistente, referidas no ponto 13 dos factos provados, e atendendo às características físicas deste, o mesmo se poderia desequilibrar, o que o próprio disse, cair e sofrer as lesões que lhe foram causadas, o que também podiam ter previsto;   Para além do referido no ponto 27 dos factos provados, os arguidos sabiam também que o assistente se opôs àquela actividade empurrando para trás com os cotovelos e dizendo ao arguido BB para parar e que o podia aleijar se não parasse;  Nas circunstâncias referidas, podiam os arguidos ter tomado precauções, largando o assistente, de modo a evitar que este caísse, conforme deviam ter feito;  Os arguidos agiram livre e conscientemente, bem sabendo que lhes eram proibidas tais condutas.