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Todavia, ainda que se entenda que do ponto de vista substancial, os recorrentes não tenham formulado conclusões do recurso como deviam, limitando-se no a repetir a alegação duas vezes seguidas, intitulando a "segunda alegação” como "conclusões”, precedendo as mesmas de números, o que manifestamente não constitui uma forma válida de cumprimento da exigência legal, devendo a consequência ser a pura e simples rejeição do recurso por falta de conclusões, dado que, se essa sanção se aplica mesmo nas situações em que a falta se deve à mera desatenção ou até lapso informático, por maioria de razão se deve aplicar às situações em que consciente e deliberadamente o mandatário se limita a alegar duas vezes, não podendo deixar de saber que não está, como devia, a formular conclusões, temos defendido que, com muito boa vontade e atendendo apenas ao aspecto formal, seja de convidar os recorrentes a aperfeiçoar melhor dizendo, a as "conclusões”.