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Só após o trânsito em julgado da decisão que julgou improcedente a providência cautelar n., que ocorreu no ano de 2016, a Recorrida pode dar sequência ao processo de expropriação encetado em 200  Desta resenha efetuada quanto às ações e providências instauradas, sua natureza e efeitos, alcança-se que, não obstante os prazos previstos para a implementação do Programa Polis em não terem sido cumpridos, tal incumprimento não é causal e diretamente imputável a conduta culposa e omissiva da entidade expropriante, mas sim a todo o período em que esteve suspensa a eficácia da DUP da expropriação, ou seja, desde 2005 – data em que foi requerida a primeira providência cautelar – até 2016 – data em que foi julgado improcedente o decretamento da última providência cautelar.