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Importa ter presente, conforme se sublinha no Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 012010, proferido no processo n 2290/04 – 0TBBCL.G S1, acessível in www.dgsi.pt que ‘’Na responsabilidade contratual há uma presunção legal "tantum juris” da culpa do contraente faltoso, mas é sobre o contraente cumpridor que recai o ónus da prova dos restantes pressupostos: violação contratual, dano e nexo causal.’’ Conforme já resulta da análise que vimos fazendo, não logrou a autora provar que a contratação efectuada pela ré de trabalhadores daquela, nos termos em que ocorreu, integre a prática de acto ilícito e que foi valendo-se da informação confidencial que obteve através da auditoria e relativamente à qual se encontrava a 1 ré vinculada pelo citado acordo, que veio a incitar os monitores clínicos da autora a ingressarem na 2 ré e, como tal, cabendo – lhe o ónus de prova da ilicitude do acto, também neste segmento vê declinada a sua pretensão.” Dissentindo do referido julgamento, para tanto considerando que da factualidade provada decorre com segurança terem incorrido as apeladas no ilícito contratual aludido, vem a apelante/autora concluir conclusões recursórias ns a  pela obrigatoriedade de este tribunal da Relação reparar o erro de direito do tribunal a quo na referida matéria.