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Em primeiro lugar porque a Meritíssima Juiz a quo não se pronunciou sobre a causa de pedir invocada pela Autora quanto à fração "U”, nomeadamente a venda a terceiros da referida fração por parte da Ré sem prévia resolução do contrato promessa que a vinculava com a Autora, e sem a prévia interpelação admonitória prevista no n1 da cláusula 8 do contrato promessa   Julgou incorretamente a Meritíssima juiz a quo, que a causa de pedir invocada quanto ao pedido de resolução dos dois contratos promessa era a mesma, nomeadamente a perda de interesse da Apelante como consequência da mora da Ré na marcação da escrituras de compra e venda, causa de pedir invocada unicamente quanto ao pedido de resolução do contrato promessa de compra e venda da fração ”E”).