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15 Em sede de debate judicial, o jovem B afirmou estar bem na instituição e que a  está feliz na instituição "uma parte”; que tem estado com ambos os progenitores, sendo que relativamente à mãe declarou "vejo-a mas não falo muito, acho que ela não mudou na maneira de ela ser, falar mal nas costas, falsa, mentirosa e pensa só nela; não ver nada que goste na mãe; que no pai gosta do facto de ser engraçado e apoiá-lo e não gostar no pai o facto de se "confundir muito com o significado das palavras, é normal e não estou a ver mais nada”; questionado sobre o que será melhor para si neste momento respondeu "estar com o meu pai, eu e a minha irmã, é melhor ir para o pai, na instituição também não estou mal”; questionado sobre as vantagens da instituição respondeu "higiene, dão comida, tratam bem e atenção ao estudo” e sobre as vantagens do pai "tá comigo, higiene também tenho, sentido de protecção e felicidade de estar com ele” e sobre as vantagens da mãe "não dá comer, higiene também não e felicidade muito menos”, 15 Em sede de debate judicial, o pai declarou, além do mais, que a mãe tratava muito bem os filhos, era boa mãe, ainda é uma boa mãe, o meu filho é que me diz isso; o problema da  é a mãe trabalhar muito e levá-la para o café; nunca instigou o filho contra a mãe, ele é que não quer, "não quer ligar para a mãe, não obrigo os meus filhos a fazer as coisas que eles não querem”; acreditar que a mãe foi violenta para o B, "para a  não sei”; já não viver com a J e que esta não instiga, nem instigou o conflito; que o melhor para os filhos é viverem consigo "mãe e pai amam os filhos por igual”; que o filho ficava sozinho na residencial porque "tem idade e confio para ficar sozinho”; a filha diz que gosta mais de estar na escola da instituição; que foi o B quem teve a ideia de apresentar queixa contra a mãe.