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6 - Os factos que o tribunal da primeira instância considerou de branqueamento de capitais ocorridos até 302004 não podem ser considerados em concurso efetivo com o crime de peculato, uma vez que antes da alteração do Código Penal ocorrida em 2004, o crime de branqueamento de capitais o crime-meio) era claramente consumido pelo crime de peculato o crime-fim),  7 - O tribunal da primeira instância não fez essa diferenciação, logo por aqui resulta claro que a pena aplicada ao arguido não teve em conta essa circunstância e, consequentemente, a aplicação de 3 anos ao crime de branqueamento de capitais referente aos factos praticados no  e a que diz respeito o Apenso n. 2390/13 é excessiva, uma vez que dos factos praticados desde 002002 até 202004 último depósito referente aos factos praticados no Cartório), apenas uma minoria, os praticados desde 002004 a 202004, poderiam ser passíveis de consubstanciar autonomamente o crime de branqueamento de capitais.