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Acresce que, dado estarmos a analisar o mesmo assalto, com basicamente os mesmos depoimentos quanto a estas questões, com base na factualidade ora fixada por este Tribunal da Relação, no essencial idêntica à do presente processo, esse mesmo foi o entendimento do STJ no citado acórdão de 002018 com a seguinte fundamentação: "A Recorrida confrontada com os sucessivos disparos dos alarmes não deveria satisfazer-se com o mero registo destes e comunicação à GNR que realizou, tão só, inspeção exterior às instalações bancárias, quando pela persistência daqueles disparos, a denotar que algo de estranho e intrusivo se estava a passar no interior, se impunha que outras medidas de segurança fossem tomadas e não, em ordem a salvaguardar os bens e valores que ali se encontravam depositados pelos clientes, confiantes de que a mesma os manteria em segurança.