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Os factos são eloquentes só por si, revelando não se tratar de uma situação a menorizar, envolvendo não só dano biológico, como danos relativos à alteração do estado anímico da A.  Assim, ponderando tal contexto, recorrendo à equidade, considerando, além do mais, a idade da A., a sua esperança de vida, temos como adequado o valor de €1500  Por estes danos o R. é responsável na medida de 1/2, ou seja, totalizando €1424  Analisemos então o suscitado no Recurso:  Desde logo e no que respeita às nulidades suscitadas, ratifica-se a pronuncia de sustentação feita a este respeito pelo Tribunal a quo, onde se afirmou, o seguinte:  ") Nas suas alegações de recurso vem o recorrente invocar a nulidade da sentença porque: "O tribunal "a quo” não deu possibilidade ao Réu de se pronunciar e exercer o contraditório quanto à "modificações na redação da matéria de facto” e "aditados factos que resultaram da discussão da causa.