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Não sendo o caso, sendo as dívidas pessoais e as dívidas da empresa tratados num mesmo processo, a dimensão dos votos da perde força, porém, o princípio da igualdade tem que ser o mesmo em todo processo, ou seja, não se pode dizer, por ex., que numa situação de liquidação da empresa constituída como sujeito jurídico autónomo) a nunca receberia mais de 40% dos seus créditos, uma vez que, em tal hipótese da empresa ser um sujeito jurídico autónomo), a até podia obstar à aprovação do Plano, coisa que aqui, com a presença dos credores pessoais, não pode fazer, isto é, em síntese, os credores pessoais retiram, num caso como o dos autos, força aos votos da e podem até aprovar um Acordo contra os votos da, porém, não se pode, ao mesmo tempo, "usar” os credores pessoais para aprovar um Acordo e raciocinar, logo a seguir, como se tais credores pessoais e o concreto tratamento que algum deles foi dado na proposta de não estivessem nos autos e como se estivéssemos "apenas” num PER duma empresa constituída como sujeito jurídico autónomo uma vez que não pode haver desigualdade, sem razões objetivas, entre os credores pessoais e os credores da empresa que estejam na mesma situação).