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Pretendendo fazer prova testemunhal desses mesmos factos, desconsiderando-se o que resulta do teor da escritura pública de "justificação e partilha em vida”, de 201992 e da escritura de "compra e venda”, de 112018, ambas juntas aos autos – mormente que O e mulher,reservando para si o usufruto, declararam doar a N, 1/2 indivisa do prédio rústico, composto de terreno de pinhal, eucaliptal, cultura e ramada, situado em , freguesia , concelho de Oliveira de Azeméis, a confrontar do norte com caminho, do sul com herdeiros de U, do nascente com O e do poente com T e outro, inscrito na matriz sob o artigo 424 e descrito na Conservatória do Registo Predial de Oliveira de Azeméis sob o n. 2350/20050524 e mais declararam doar a restante ½ indivisa desse mesmo prédio, também com reserva de para si do usufruto, a G. E que foi esta ½ indivisa de tal prédio que, G, H, J e , com o consentimento dos respectivos cônjuges, declararam vender a B e mulher , ora, que declararam comprar, metade indivisa do mesmo.