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Como se decidiu no citado acórdão deste Tribunal de 1/3/2005, confrontando esta solução com a do cominatório estabelecido nos arts 784 e 484 do Código de Processo Civil, "Estabelece-se  uma notável distinção entre condutas e resultados, num e noutro caso, na medida em que, sem deixar de sancionar o terceiro indicado credor do por incumprimento da notificação no tempo e lugar próprio ou seja, no prazo de dez dias a contar da notificação movida pelo exequente contra a, lhe concede no entanto o direito de poder emendar, em momento posterior, essa falta de colaboração, penalizando-o, no entanto, com o ónus da prova da inexistência do suposto crédito da executada da execução sobre ele Executado, na qualidade de terceiro credor da Executada primitiva, inadimplente da notificação naquele”.