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Em sede de direito: A - Por ter considerado, erradamente que apenas se provou que, em consequência do referido em e, em agosto e setembro de 2020, o caudal da água proveniente da mina reduziu em quantidade não concretamente apurada, sendo que faleceu a especificação de danospatrimoniais.” B - Por ter concluído, erradamente que, "ainda que se provassem danos patrimoniais relevantes, os mesmos são passíveis de cristalino ressarcimento pecuniário, na veste de indemnização substitutiva.” - Por ter subsumido, erradamente, que "a factologia indiciariamente provada não configura uma lesão grave do direito titulado pelos Requerentes, ou seja, falece o periculum in mora, pelo que, não se afiguram perfectibilizados os pressupostos subjacentes ao decretamento de providências cautelares em sede do procedimento cautelar comum, postulando-se a sucumbência da pretensão dos Requerentes.” 	Na procedência da impugnação da matéria de facto, deve ser alterada a alínea dos factos dados como provados, onde consta erradamente o seguinte: "Em consequência do referido em e em agosto e setembro de 2020 o caudal da água proveniente da mina reduziu em quantidade não concretamente apurada.” Em conformidade, deve o Venerando Tribunal da Relação alterar o facto provado na alínea, alterando o seu conteúdo, devendo tal facto passar a ter a seguinte redação: "Em consequência do referido em e, em agosto e setembro de 2020, o caudal da água proveniente da mina secou e deixou de correr para o prédio dos requerentes.