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O reconhecimento que, através desta acção, pretendiam do seu putativo direito de propriedade sobre o prédio em causa esbarra com a circunstância de se ter provado que a condição aposta no contrato de compra e venda e devidamente registada não se verificou e, por conseguinte, o mesmo se extinguiu automaticamente volvido o prazo que havia sido concedido para a sua concretização: 3 anos a contar de 2197 De igual sorte não há fundamento para julgar extinta, por prescrição a cláusula em apreço pois não se trata de uma cláusula resolutiva mas sim de uma condição resolutiva que, como se viu, opera automaticamente não carecendo de qualquer declaração de vontade das partes ou do exercício de qualquer direito resolutório.