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embora a letra da lei pareça querer indicar que a prestação aqui em causa só é devida a partir da alta clínica ao associar a prestação a uma pensão, o que pressupõe alta clínica), a verdade é que não se vêm razões para tal distinção, a qual é contrária ao espírito da lei, sendo sim importante saber se o sinistrado carece ou não de assistência de terceira pessoa desde o acidente que o vitimou e logo que regressa a casa, só se justificando não a atribuir nos casos de internamento hospitalar pelas razões óbvias supra referidas, independentemente da incapacidade ser ainda temporária ou já permanente.”  – A não concessão de assistência de terceira pessoa no período que medeia entre a alta hospitalar e a alta clínica viola o disposto na alínea do n. 1 do art.