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Ora, salvo o devido respeito, não estamos perante um qualquer desse casos, sendo que, importa esclarecê-lo, a respeito do que se fez constar das conclusões – ") Em sede de Contestação, veio a aqui Recorrente defender-se, alegando que o termo certo aposto no contrato é válido e encontra-se devida e suficientemente justificado, uma vez que nele consta, expressamente, que o motivo da contratação a termo se deve a "aumento efetivo de trabalho em novos mercados”, o que, aliás, era do conhecimento do trabalhador e corresponde à realidade, tanto que a Recorrente apenas o contratou, porque acedeu a um pedido seu de desenvolver um mercado novo, concretamente, o das cenografias digitais/estúdios virtuais, que não era, até então, explorado pela Recorrente e que acabou por ser descontinuado com a saída do Recorrido, que não o conseguiu fazer vingar” – e N – "N) Ademais, tendo em conta a forma como o A. foi contratado, a pedido seu e para tentar fazer vingar a comercialização de um novo produto, uma vez que se encontrava sem trabalho” –, que pode induzir pelo menos a ideia de que a aposição do motivo no contrato pela Recorrente teria decorrido de uma sua cedência a um pedido do Autor no sentido de desenvolver um mercado novo, ou seja que tivesse porventura ter sido da iniciativa deste o desenvolvimento desse mercado uma vez que se encontrava sem trabalho, no entanto, importa tê-lo em devida conta, sequer é claramente esse o sentido que resulta da alegação feita pela Ré na sua contestação momento próprio em que o deveria, assim nomeadamente em face do teor dos seus artigos 2 e 2 e 2, pois nesses alegou expressamente que "a Ré tinha intenção de entrar num novo mercado, concretamente o das cenografias digitais/estúdios virtuais ” e que "assim, juntou o "útil ao agradável” e deu mais uma oportunidade ao A. de desenvolver o negócio desses produtos e comercializá-los”.