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conclusões,,   Mais referiu que ao contrário do decidido pelo Tribunal recorrido, a Resolução em causa evidencia, de modo claro e fundamentado o grave prejuízo para o interesse público que decorre da suspensão de eficácia dos actos em apreço, e que incorreu o Tribunal a quo em erro de julgamento, pois a Resolução Fundamentada, demonstrou, de modo concreto e exaustivo, que o diferimento da aplicação da sanção expulsiva pode provocar grave lesão ao interesse público, tendo a Sentença recorrida interpretado e aplicado de forma incorreta o disposto no artigo 12 do CPTA, pois como assim sustentou, de nada serviria aplicar uma sanção disciplinar ao Recorrido se, entretanto, este pudesse continuar a movimentar as contas de forma irregular, assim impossibilitando o recebimento pelo exequente das quantias apreendidas/recebidas nos processos confiados ao agente de execução – cfr.