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Acordam em conferência os juízes deste Tribunal Central Administrativo Norte, Secção do Contencioso Administrativo:  Administração Regional de Saúde do Norte, P., co-ré em acção administrativa comum ordinária que lhe move MJMAB, nos autos, interpõe recurso jurisdicional de decisão do TAF de Braga, que, julgou procedente excepção de prescrição.A recorrente remata o seu recurso com as seguintes conclusões: 1 Não pode manter-se a douta decisão recorrida no segmento objecto do presente recurso de apelação; 2 Na verdade, não se iniciou qualquer prazo de prescrição contra o direito da ARSN,IP sobre os intervenientes e MFLBCS posto que o mesmo só se constituirá quando e se houver sentença que condene a aqui recorrente; 3 Destinando-se a dedução do incidente e a intervenção processual dos Chamados «e MFLBCS» aos efeitos processuais indicados, de evidenciar que a ré não facilitou na posição de parte nos autos principais; 4 Ao decidir como o fez - evidenciando, ainda, a patente demora do sistema de justiça em proceder à citação em tempo dos Chamados - violou a douta sentença recorrida as normas dos arts 2/2 do Dec-Lei n 4051 de 21-11-1967 e 498 do Código Civil, aquele no sentido inverso ao da norma e esta por pressupor o efeito decurso do tempo sobre um direito constituendo; 5 Impondo-se, pois, a sua revogação em ordem a que seja feita JUSTIÇA!A recorrida MFLBCS concluiu em contra-alegações:  A intervenção da Recorrida foi admitida nos Autos, a título principal.