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E a terminar as alegações formulou as seguintes conclusões:  - a Douta Sentença proferida, enferma de nulidade, na medida em que os seus fundamentos, estão em oposição com a decisão proferida, pelo que foi violado o disposto no artigo 615 n do P.; - Como tal, a decisão proferida deve ser alterada, passando a dar-se como provado o despedimento da A., por parte da sua entidade patronal a Ré;  - O Mertíssimo Juíz a quo, ao dar como provados os factos que de seguida se enumeram, nomeadamente os pontos correspondentes às letras B,,,G,H e , entra em contradição com os factos não provados, nomeadamente os enumerados em 1,7,8,9,10,16 e 18;  - Esta contradição é uma contradição intrínseca, que se reflete na decisão proferida a final, fazendo com que a fundamentação indicada aponte na direcção da declaração de despedimento da A. por parte da Ré, e a decisão proferida aponte num caminho totalmente oposto, dando como não provado o mesmo despedimento e absolvendo a Ré da acção; - Os pontos dos factos provados que impõem decisão diferente são os seguintes: B.,,G,H e ; - Os pontos dos factos dados como não provados que estão em contradição com os factos provados são os seguintes: 1,7,8,9,10,16 e 18; - A decisão que deve ser proferida, deve dar como provado que a Ré proferiu uma declaração receptícia, que se tornou eficaz logo que chegou ao poder da Autora, ora Recorrente, sendo irrevogável desde esse momento, tendo nessa altura decidido pelo despedimento da mesma, o que ocorreu no dia 31 de Março de 2017, com efeitos a partir do dia seguinte 1 de Abril de 2017, data em que a Ré mandou a Autora para casa; - Pelo exposto deve o despedimento ser dado como provado a partir dessa data, e o mesmo considerado ilícito, sendo a Ré, condenada nos pedidos constantes da petição inicial da Autora, ora Recorrente, com custas e demais a cargo da Ré.