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17 14 Assim como impõem a improcedência liminar do que se suscita nas conclusões 3 e 3: além de numa empreitada de consumo não se poder falar, como se referiu, "na existência de um direito do empreiteiro a proceder à reparação das faltas de conformidade da obra”; resolvido o contrato de empreitada, o empreiteiro, por força da sua função "liberatória/desvinculativa”, já não tem que concluir e deixar a execução da obra sem defeitos, razão pela qual, naturalmente, o dono da obra pode impedir o empreiteiro de entrar na obra e executar nela quaisquer trabalhos a resolução extinguiu a relação contratual, que, repete-se, entrou em "relação de liquidação”).