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Não obstante o dito predomínio aparente da pessoa do pai, nos contactos com a Caixa e esta reconheceu até – item 31 da sua contestação – que ele se encontrava no prédio, juntamento com o filho proprietário a quando da avaliação), a qual desconhecia conforme facto provado 28 e não a história pregressa relativa ao procedimento daquele e do 2 réu J. quanto às assembleias, às actas e à decisão de venda do prédio e certamente confiou na certeza e segurança relativas à titularidade deste resultantes do registo publicitado a seu favor ponto na Conservatória e baseado na respectiva escritura pública, não deixou a testemunha R. de asseverar que a "operação foi feita pela filho”.