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1 Tal preceito foi transposto para o ordenamento jurídico nacional pelo artigo 10A do CPTA, nomeadamente pelo seu número 1, nos termos do qual "A impugnação de atos de adjudicação no âmbito do contencioso pré-contratual urgente faz suspender automaticamente os efeitos do ato impugnado ou a execução do contrato, se este já tiver sido celebrado.”,  1 Resultando assim à saciedade que o legislador nacional, ao atribuir efeitos suspensivos automáticos não apenas ao ato de adjudicação impugnado tal como decorre da Diretiva, como, igualmente, ao contrato celebrado na sua sequência, foi mais longe do que aquilo que era lhe exigido pelo legislador europeu, criando uma barreira adicional àquilo que, comummente, a doutrina apelidava de "corrida à celebração e à execução do contrato”.