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Termos em que, e com o douto suprimento de vossas excelências, deve ser concedido provimento ao presente recurso e, em consequência, ser revogada a sentença ora recorrida, com as demais e devidas consequências legais, assim se fazendo a costumada justiça!.» J.................. notificado do recurso interposto, apresentou as suas contra-alegaçõesem cujas conclusões sustenta: «Através de sentença proferida em 21 de novembro de 2019, o douto Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra julgou totalmente procedente a Oposição Judicial deduzida pela ora Recorrido contra o processo de execução fiscal n.., instaurado para cobrança coerciva de dívida de IRC, referente ao ano de 2010, no valor de € 535,76, em que era devedora originária a sociedade devedora originária a sociedade "E.................., S.A.”; Inconformada com aquela douta Sentença, a Recorrente interpôs recurso para o Tribunal Central Administrativo Sul sustentando, em síntese, que a declaração de insolvência não privou o Recorrido da administração de facto da sociedade devedora originária; Ficou demonstrado nos autos que a sociedade devedora originária, "E.................., S.A." nunca teve dívidas tributárias até à sua declaração de insolvência, a qual foi declarada através de sentença proferida a 9 de agosto de 2011, no âmbito do processo n. 1105/18 TYLSB, que correu termos no 3 Juízo do Tribunal do Comércio de Lisboa, foi declarada a insolvência da sociedade devedora originária e nomeado administrador da insolvência, J..................; Ou seja, ficou demonstrado nos autos que a declaração de insolvência da sociedade "E.................., S.A.” ocorreu antes da data limite de pagamento da liquidação de IRC, referente ao ano de 2010, pois, conforme resulta da alínea da matéria de facto dada como provada pela douta Sentença recorrida, a liquidação de IRC tinha como data limite de pagamento o dia 12 de setembro de 201 Ora, nesta data, já havia assumido funções, como administrador de insolvência da sociedade devedora originária, o Sr. J.................., facto este que também foi assumido pelo próprio, conforme alínea da matéria de facto dada como provada pela sentença recorrida; Aliás, a testemunha ................., contabilista da sociedade devedora originária, esclareceu que a partir da declaração de insolvência da sociedade "E.................., S.A.”, o Sr. J.................., ficou com todas as pastas da contabilidade e que a partir da declaração de insolvência, não deu qualquer informação adicional à contabilista da sociedade; Assim sendo, ficou demonstrado nos autos que a partir da declaração de insolvência da sociedade devedora originária, o Recorrido deixou de dispor de quaisquer poderes de administração da sociedade devedora originária, sendo que passou a ser o administrador de insolvência que passou a dispor, a partir da declaração de insolvência da sociedade devedora originária, de todos os poderes de administração da sociedade devedora originária, pelo que era exclusivamente o Sr. J.................. que, na qualidade de administrador de insolvência da sociedade "E.................., S.A.", dispunha dos poderes necessários para liquidar, em 12 de setembro de 2011, a dívida de IRC da sociedade devedora originária sobre esta questão cfr.