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Age, pois, com dolo intenso, pelo que, deve ser condenado como litigante de má fé e, por consequência, deve ser condenado a indemnizar a exequente no reembolso das despesas que a sua má fé obrigaram a exequente a suportar, nomeadamente as custas e os honorários do seu mandatário para este incidente, em montante que não pode ser computado em quantia inferior a 000,00€ cinco  E deve, ainda, considerar-se que o seu Ilustre Mandatário tem responsabilidade pessoal e directa nos actos que resultam do requerimento sob análise, porquanto elabora o sobredito requerimento em patrocínio em contradição com as decisões judiciais já proferidas neste processo e no seu apenso A, já transitadas em julgado, e que não devia ignorar, procedendo-se, neste caso, nos termos do disposto no art 545 do CPC”.