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); Desta sorte, e diversamente da linha seguida pela sentença, nada há a apontar à actuação/conduta da R., seja do ponto de vista daquela Lei n 24/2007, de 18 de Julho que, mesmo sendo inaplicável in casu, claramente cumpriu, seja pela perspectiva do critério do bonus pater familiae que nitidamente observou, seja quanto ao previsto nos artigos 4, 7, 9 e 10 da Lei n 67/2007, de 31 de Dezembro que não violou de forma alguma; Pelo contrário, reitera-se que já o mesmo não se poderá dizer da actuação/conduta da motorista do CQ, pois que, e como se viu antes e os factos provados demonstram-no, violou deveres de cuidado, de diligência e de atenção pelo menos no exercício da condução e incorreu, por isso, ainda em clara violação do indicado e previsto no artigo 487 n 2 do Cód.