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citius, na parte em que considerou não escrita a Réplica apresentada pelo Autor; b) O despacho recorrido entendeu que a Ré/Agravada, na sua contestação se defendeu, unicamente por impugnação motivada, não tendo deduzido qualquer excepção; ) – Mal andou o despacho recorrido, dado que a Ré/Agravada, na contestação, se defendeu mediante a invocação de vários factos que constituem excepções peremptórias; ) – Os presentes autos são uma acção de reivindicação da propriedade, fundada numa aquisição originária por usucapião – a Ré, na sua contestação deu de barato a ocupação do imóvel por parte do Autor, vindo invocar novos factos que impedem, modificam ou extinguem o efeito jurídico derivado dos factos alegados por este; e) A Ré/Agravada, na Contestação, defendeu-se por excepção peremtória ao invocar: da qualidade de detentor e não de possuidor do Autor; o não uso, pelo Autor, dos «cómodos agrícolas»; a não sucessão na posse do Autor; a acessão na posse pela Ré; a falta de reiteração, pelo Autor, na prática de actos materiais sobre a coisa e o carácter voluptuário das benfeitorias; f) Nos art.s , 1, 2 a 2, 3, 5, 5, 10, 10, 10, 10, 11, 11, 15, 15, 15 parte, 15, 15, 15, 18 a 19, 20 parte, 20, 20, 21, 21, 21, 21, 21, 22, 22, 22, 22 parte, 23, 26 a 27, 28, 28, 28 e 28, todos da Contestação, a Ré/Agravada veio verter factos tendentes a fundamentar a sua tese de que o  Autor/Agravante é um mero detentor dos bens sub judice e, como tal, não lhe assiste qualquer posse boa para usucapião; g) A mencionada invocação da Ré, de que o corpus do Autor só existe por força de autorização ou tolerância dos seus anteriores proprietários preenche a previsão de uma norma impeditiva, a saber do artigo 129 do Código Civil; h) Nos artigos 1 a 2, 4 a 5, 11 a 11 e 191 a 19 e 26, todos da Contestação, a Ré / Agravada veio verter factos tendentes a fundamentar a sua tese de que o Autor já nem sequer usa os «cómodos agrícolas», que os abandonou.