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; e, por fim, em julho de 2008, uma quinta alteração, desta feita por imposição da Estradas de Portugal, que envolveu uma reformulação ao nível das estradas no projeto fls.. 15 O supra exposto é suficiente para concluir, pois, que não resultou dos autos qualquer demonstração de que o projeto de loteamento em apreço tenha sido alvo de alterações em virtude da ocupação da área reivindicada pelo ora Recorrente, uma vez que as mesmas surgiram por iniciativa própria da Recorrida ou se tornaram necessárias na sequência de pareceres e imposições que lhe foram sendo feitas pelas entidades competentes; 15 E, por essa via, que igualmente não resultou efetuada qualquer prova de que a ocupação dessa referida área pelo ora Recorrente tenha impedido a de obter a aprovação do projeto nos termos em que foi apresentado à Câmara Municipal de Tavira – bem pelo contrário, sendo certo que foi o mesmo posteriormente abandonado pela Recorrida, caducando em consequência, tendo ainda o projeto em questão sido declarado nulo por decisão judicial transitada em julgado.