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2- Porem, sob o ponto 7 dá como provado que nesse período os arguidos depositaram 40 cheques, sacados sobre a conta bancária à ordem do condomínio, no montante global de € 1407,03, na conta bancária n. PT____, da Caixa Geral de Depósitos, de que ambos eram titulares, limitando-se a enumerar 23 cheques, cuja soma perfaz apenas o montante de € 1323,03 ao invés dos €1407,0 3- Atento o desfasamento aqui apontado, tomando por bom o valor referido no ponto 8, o que se faz como mera hipótese de raciocínio, de que os arguidos, utilizando quantias depositadas na conta de que ambos eram titulares, efectuaram o pagamento de despesas do condomínio no montante de € 966,06, a conclusão vertida no ponto 9 "verificado o montante de receitas do condomínio depositado nas contas dos arguidos e o pagamento das despesas do condomínio que os arguidos realizaram através das suas contas bancárias verifica-se uma diferença de €1440,97”, padece de um erro de calculo, já que o valor apurado seria de €3597em vez dos €1440,97 concluídos pelo Tribunal a quo.