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2 É que a autora nada alegou nem nada provou quanto às suas eventuais necessidades de sustento, vestuário e alimentação, justificativas da prestação alimentar por parte do falecido marido, não alegou nem provou que despesas tem de suportar; não fez qualquer referência aos seus rendimentos e bens possui; não alegou nem provou que está impossibilitada de obter os proveitos necessários à sua subsistência sendo certo que, conforme reconhece na petição inicial, não está a exercer a sua profissão apenas por vontade própria), tudo de forma a aquilatar se ficou ou não numa situação de carência, justificativa da indemnização reclamada 2 Falta, pois, a verificação de dois dos pressupostos exigidos nos artigos 495, n 3 e 2004 do Código Civil: a prova da necessidade de alimentos e a prova da impossibilidade da autora prover à sua subsistência, pelo que deve ser julgado improcedente o pedido de condenação da ré a pagar à autora uma indemnização por pretensa perda de alimentos, com a consequente revogação da sentença nessa parte.