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– Retomada a audiência, a 26 de Outubro de 2016, e concluída a mesma, veio o tribunal a quo, por despacho de 27/11/2016, e considerando não se encontrar suficientemente esclarecido, a determinar a reabertura da audiência de julgamento e a realização de perícia com vista a aferir e avaliar quais as consequências da expropriação parcial no tocante às áreas não abrangidas pela mesma em relação às parcelas n 126, 246 e 24  - Junto o relatório pericial e prestados esclarecimentos, foram as partes notificadas para querendo, informar se pretendiam a realização de outras diligências probatórias e novas alegações, com a advertência que nada sendo dito seriam os autos conclusos para decisão sobre o pedido de expropriação total, razão porque, nada tendo sido requerido, foi de seguida proferida a SENTENÇA, sendo o respectivo comando decisório do seguinte teor : ") Pelo exposto o Tribunal julga: 1) O pedido de expropriação total parcialmente procedente, e em consequência declara a expropriação total das parcelas ; a) parcela 126fixando a indemnização relativa à parte sobrante com a área de 386,40 m2 no valor de € 2921,32  vinte e dois novecentos e vinte e um euros e trinta e dois cêntimos); b) parcela249 fixando a indemnização relativa à parte sobrante com a área de 782,00 m2 no valor de € 2019,00 vinte e dezanove 2) O pedido de condenação da entidade expropriante como litigante de má fé procedente e em consequência condena a entidade expropriante na multa de 2 UC e na indeminização requerida  € 000,00; O valor da acção será fixado após a actualização da indemnização.