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A arguida em execução de um plano previamente delineado, e aproveitando-se da confiança que os demais membros daquele Conselho Económico depositavam nela, nomeadamente assinando cheques em branco, que aquela lhes apresentava, para pagamento de despesas, e entregando-lhe quantias monetárias que se destinavam a ser por ela depositadas na conta bancária referida em 2, decidiu fazer seus, os montantes abaixo indicados, pese embora soubesse que tais quantias não eram de sua pertença, que apenas as podia levantar, movimentar e gastar em proveito da Fábrica da Igreja Paroquial de ....  Na prossecução daquele desígnio criminoso, em dia não concretamente apurado, porém situado entre os dias 7 e 11 de Novembro de 2014, a arguida na posse do cheque n. 6815233710, da conta identificada em 2, assinado previamente pelo P. J., Presidente do Conselho Paroquial Fábrica da de ..., sem o conhecimento e consentimento deste, apôs no mesmo a quantia de €1886,52, assinou-o e colocou-o no apuramento diário do Posto de Combustível de ..., onde trabalhava, e retirou da caixa o correspondente montante em numerário, que fez seu.