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Sobre o tema ponderou o TAF: «Se em relação à inelegibilidade de despesas a Autora não contesta a irregularidade constatada, em relação às demais, procura explicar a este tribunal a mesma versão que já apresentou às instituições comunitárias em vão, porquanto a Comissão Europeia, considerou verificadas as, insistindo, por exemplo, que o contrato celebrado com a Hidroprojecto em 1997 é uma mera decorrência de um outro de 1989 e que, por isso, não fazia sentido lançar concurso, porquanto era conveniente que a mesma empresa se mantivesse à frente do mesmo, com tudo o que isso acarretava ao nível da celeridade e, mesmo, da contenção de custos.