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Com efeito, pese embora esteja provado que o Banco  subscreveu e remeteu a cada um dos executados uma carta registada com aviso de receção, datada de 23 de outubro de 2012, na qual declarava que considerava ambos os contratos de mútuo em causa nos autos resolvidos porque, à data, se encontravam por regularizar várias prestações dos contratos de crédito concedidos, sem se ter verificado qualquer liquidação das mesmas, informando-os ainda que «decorrido o prazo máximo de 8 dias a contar da presente data, sem que se verifique a integral regularização das situações supra identificadas, o processo será enviado para os Serviços de Contencioso do Banco de Portugal para interposição da competente ação judicial», não foi alegado, nem está provado, que os executados/apelados receberam a referida comunicação ou tiveram conhecimento do seu teorcfr.