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Terminou assim o seu articulado: «Nos termos expostos e nos mais de Direito aplicáveis, deve a oposição à execução em crise ser julgada totalmente improcedente, por não provada e, em consequência: a) Ser a exceção deduzida pela embargante ser julgada totalmente improcedente, por não provada, com as legais consequências, seguindo-se os ulteriores trâmites processuais; b) Ser a embargante condenada a pagar à embargada o montante de €1832,84, em conformidade com o supra alegado e o presente no requerimento executivo, acrescida de juros à taxa legal desde a citação até efetivo e integral pagamento; ) Ser a embargante condenada como litigante de má fé e, consequentemente, condenada em indemnização a favor da embargada, a fixar a final, uma vez que age em claro abuso de direito; ) Bem como nas custas a que der causa.»  Considerando que o processo já reunia todos os elementos necessários à prolação da decisão de mérito, o tribunal, com a anuência das partes, dispensou a realização da audiência prévia e proferiu, de imediato, decisão de mérito que culminou com o seguinte dispositivo, ipsis verbis: «Pelo exposto, julgo totalmente procedentes os presentes embargos de executado, determinando, em consequência, a redução da execução de que estes autos constituem um apenso para a satisfação da quantia de € 835,92 oito oitocentos e trinta e cinco euros e noventa e dois cêntimos), acrescida dos juros de mora à taxa de 4% ao ano e até integral pagamento.Custas a cargo da embargada/exequente vide art.