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Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 202003, proferido no processo n 03P2299, disponível em www.dgsi.pt/jstj.. Embora não sujeito a formalidades especiais, o requerimento de abertura de instrução deve conter, mesmo em súmula, "as razões de facto e de direito, de discordância relativamente à acusação ou não acusação, bem como, sempre que disso for caso, a indicação dos actos de instrução que o requerente pretende que o juiz leve a cabo, dos meios de prova que não tenham sido considerados no inquérito e dos factos que, através de uns e outros, se espera provar, sendo ainda aplicável ao requerimento do assistente o disposto no artigo 283, n 3, alíneas e.” – cfr.