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Depois, quanto a nós, o que se apura e evidencia é antes que, como enfatizado na sentença recorrida, «Em consequência da mudança de residência sem prévia alteração do regime de convívio com o pai, a relação deste com a menor que já estava a deteriorar-se, passou de pouca a nenhuma.» Atente-se que o convívio/jantar às quartas-feiras ficou materialmente muito dificultado, senão mesmo impossibilitado, por não ser praticável face a uma distância superior a 300 km, a não ser com um esforço enorme por parte do progenitor, objetivamente não exigível, pelo menos em termos de frequência semanal, sobretudo quando as possibilidades de insucesso ou menor satisfação dada a resistência e desagrado da eram mais do que previsíveis.