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A formulação do facto dado como provado sob o n 8 é incorrecta ao referir-se ao conhecimento de e por BB «desde, pelo menos 2011» e geradora de vícios na inferência probatória sobre todos os factos dados como provados e que pressupõe esse conhecimento em data anterior a Novembro de 201  A prova produzida no processo, e outra não foi carreada nem serviu de fundamento à conclusão constante do n 8 senão a referida nesse número, não permite inferir a conclusão probatória com o mínimo de razoabilidade Inference to the Best que o arguido BB conhecesse e desde antes de 21201 4 Nem as circunstâncias de o arguido BB se ter deslocado a ...... duas vezes, uma em 2009 e outra entre 24 de abril e 2 de maio de 2011, nem a de ser advogado do Estado de ....., permite concluir para além da dúvida razoável que este arguido conhecera e antes de 28 de Novembro de 201  É manifesto o erro na formulação da conclusão constante do n 8 dos factos provados por demasiado ampla porque sendo correcto que BB conheceu e o que importava era saber se os conheceu antes de 212011, mais concretamente, antes de Outubro de 201  E era importante precisar que esse conhecimento só ocorrera, conforme a prova, a partir de 212011 porque, como resulta dos demais factos dados como provados, nomeadamente sob os ns 51 e 54, a prova desses factos dependia de o arguido BB conhecer e desde antes de outubro de 201  7 Não se provando o conhecimento de e pelo Arguido BB antes de outubro de 2004, de todas as inferências probatórias feitas nesse pressuposto, são insustentáveis.