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Inconformado o Recorrente interpôs recurso de revista excepcional para o Supremo Tribunal Administrativo desse acórdão, arguindo a respectiva nulidade por não especificação dos fundamentos de direito, concluindo, a propósito, o seguinte: « )	O douto Acórdão recorrido ao afirmar que "Assim, independentemente da posição que se perfilhasse quanto à falta de audiência prévia e à aplicabilidade do artigo 1 da Lei do Asilo, o certo é que, agora e face à factualidade provada, têm-se como devidamente cumpridas as exigências do artigo 17, n 1, da Lei do Asilo, improcedendo também, por isso, este fundamento do Autor.”  E o assim decidido é para manter, porquanto foi efectivamente elaborado relatório com a indicação sucinta dos fundamentos de facto e de direito da intenção do SEF de decidir pela inadmissibilidade do pedido do Recorrente e determinar a sua transferência para Itália, o Estado-membro considerado responsável pela sua apreciação e decisão.