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RELATÓRIO  A..., S.A. interpôs recurso para o Supremo Tribunal Administrativo da decisão proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada em 20 junho 2017 que julgou improcedente a impugnação judicial deduzida contra acto de indeferimento tácito do pedido de revisão oficiosa da liquidação de IRC no montante de € 02557,4exercício de     A recorrente apresentou alegações que sintetizou com a formulação das seguintes conclusões: A) Requer-se, antes do mais, a reforma da condenação em custas nos termos do artigo 61, n.  1, do Código de Processo Civil, no sentido da dispensa do remanescente da taxa de justiça nos termos do artigo , n. 7, do Regulamento das Custas Processuais, atenta a lisura das partes na condução processual, designadamente da parte vencida na primeira instância, atento o nível de complexidade da causa, que se reconduziu a uma questão de dedutibilidade fiscal de resultado negativo na venda para sucata de bem da empresa, e atenta a desproporção entre esta complexidade e o elevado montante da taxa de justiça remanescente que resultará do seu apuramento em função do valor, de € 02557,45, da causa.