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Nestes termos a pena única, resultante do cúmulo das penas de prisão, tem de ser agora ajustada, devido às alterações introduzidas nas penas parcelares aplicadas aos quatro, crimes previstos e punidos pelo n1 do artigo 171 de que foi vitima o menor e pelos quais foram aqui reduzidas as penas aplicadas de três a dois anos e oito meses de prisão, pelo que tomando-se no seu conjunto os factos dados como provados e bem assim os relativos à personalidade do arguido, demonstrativa de uma tendência acentuada para a prática de crimes desta natureza, e sem olvidar que o limite mínimo da pena única aqui a aplicar é de oito anos e dez meses de prisão correspondendo à pena singular mais elevada em que foi e o máximo é de 25 anos face a que a soma das penas aplicadas ultrapassa em muito este limite, sendo de mais de 100 anos, o relativo à soma das penas de 2 anos e 2 meses; 2 anos e 4 meses; 3 anos e 10 meses; 3 anos e 10 meses; 3 anos e 10 meses; 4 anos e 10 meses; 2 anos e 2 meses; 4anos e 2 meses; 2 anos; 8 anos e 10 meses; 8 anos e 10 meses; 8 anos e 10 meses; 8 anos e 10 meses; 8 anos e 10 meses; 8 anos e 10 meses; 8 anos e 10 meses; 8 anos e 10 meses; 5 anos e 10 meses; 2 anos e 8 meses; 2 anos e 8 meses; 2 anos e 8 meses; 2 anos e 8, condena-se o mesmo na pena única de 17 anos de prisão, em obediência ao disposto nos artigos 77, n1 e n 2 do Código Penal.