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Nada impedindo assim que, se vier a ser caso disso, em sede de decisão instrutória possa vir a introduzir-se uma formulação típica e mais conseguida do elemento subjetivo da infração, sem que seja cometida qualquer irregularidade, nos termos do artigo 30, n 1 do Código de Processo Penal.Passando agora para aquele outro episódio relacionado com o contacto feito pelo ora arguido a J. R., que também era testemunha naquele processo, no sentido de, através da promessa de uma vantagem patrimonial, o convencer a prestar falso depoimento em audiência de julgamento, a sua narração é feita nos números 30 a 33, 36, 38 e 39 a 43 do requerimento de abertura da instrução, onde se pode ler o seguinte:  «30- Na sessão de julgamento, no âmbito do processo 217/1 OTCGMR que está junto a estes autos - n. 5 do requerimento a testemunha J. R., testemunha naquele processo e também no presente, foi ouvida.