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O autor interpôs recurso, a 02/11/2021, tendo finalizado a sua alegação com as seguintes Conclusões:  Vem o presente salvatério interposto da douta sentença – ref: 175031855 atribuída pela plataforma "Citius”, proferida em 17/09/2021, que julgou parcialmente procedente a acção de processo comum instaurada pelo Apelante; Nessa conformidade, o presente recurso fundamenta-se, em primeiro lugar, na circunstância do douto aresto recorrido ter violado o preceituado no n. 1, alínea do artigo 61, n. 1 do P., vale isto por dizer, no facto dos fundamentos estarem em oposição com a decisão, ou, senão mesmo, por ocorrer uma ambiguidade ou obscuridade que tornam a decisão ininteligível, o que poderá conduzir a uma nulidade da sentença, ou à sua anulação com vista a uma ampliação da matéria de facto, nos termos do artigo 66, do P.; Por sua vez, o presente recurso fundamenta-se ao abrigo do artigo 640 do CPC., na impugnação da matéria de facto ínsita na factualidade dada como provada, verbi gratia, a facticidade constante dos números 5, 15 e 18, bem assim, no sentido inverso, relativamente à não provada, máxime, a facticidade constante da alínea da douta sentença, indicando como elemento de prova que impõe decisão diversa, os depoimentos das testemunhas; Doutra sorte, estriba-se ainda a presente Apelação, na circunstância do douto aresto recorrido ter feito uma desajustada interpretação/aplicação do direito efetuada na douta sentença recorrida, atinente ao direito do autor a indeminização, como consequência da privação da posse a que foi sujeito e com o qual o Apelante não concorda, nomeadamente, com a aplicação dos requisitos da responsabilidade extracontratual, nos termos do art 483, n1 do , bem como, dos arts 1406, n1 do , e 1284, n1 do , devendo para além de uma diferente aplicação e interpretação destes, ter sido considerados, ainda, o art 1284, n1 do ; Sem prescindir, e salvo o respeito por melhor decisão, o presente recurso tem ainda por fundamento a desajustada Interpretação/aplicação do direito efetuada na douta sentença recorrida, atinente à condenação do Apelante em litigância de má-fé, com o qual o mesmo não concorda, designadamente, sobre o número 1 e 2 do art 542 do Código de Processo Civil, devendo o Tribunal ter feito uma diferente aplicação e interpretação destes.