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Prossegue a Recorrente alegando, no que diz respeito ao indício "faturação abaixo do valor efetivo de venda”, que as percentagens mencionadas no Anexo do Relatório representam as vendas realizadas face às vendas perspetivadas, ocorrendo a devolução de mercadoria, após emissão da fatura, e consequente retorno aos armazéns da Recorrente das mercadorias que se encontram à consignação, que estavam "à custódia de clientes Espanhóis”; que a argumentação dos SIT relativamente à manipulação do sistema informático só denota o desfasamento da A.T. quanto à "realidade da actividade” por si exercida, pois a mercadoria era transportada com a viatura pesada carregada com a tonelagem máxima legalmente permitida, não tendo como destinatários clientes determinados, mas uma pluralidade de potenciais compradores, constituindo a "oferta global” das mercadorias aos clientes, sendo uma parte adquirida e outra parte retornava à sua sede, resultando que, estas situações obrigavam à recomposição em quantidades e tipologias de mercadorias constantes das guias de transporte, após a conclusão das vendas cf.