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Nesta sequência, veio a ser proferido o despacho ora recorrido, despacho esse em que, por um lado, se admitiu como depoente de parte, em representação da Autora, o aludido F a ser convocado, para tal e, por outro, se indeferiu a convocação de  e E, sem prejuízo de, expressamente, se ressalvar a possibilidade de vir a ser ordenada a sua convocação para depoimento em audiência de julgamento se tal viesse a revelar-se necessário para a boa decisão da causa e apuramento da verdade – artigo 411, do CPC: Feita esta resenha, cumpre, ainda, neste contexto, referir que o depoimento de parte do legal representante da Autora foi admitido, conforme o despacho já citado de 212020 não, à matéria de facto alegada pelo Réu nos artigos 9, 10, 11, 13, 14 e 23 da sua contestação, ou seja, a matéria que contende com a circunstância de o ajuizado contrato ser, segundo o defendido pelo Réu, um contrato de adesão, cujo clausulado foi pré-elaborado pela Autora e imposto unilateralmente ao Réu e à sociedade que nele outorgou, sendo ainda certo, segundo o alegado pelo Réu na mesma peça, que o conteúdo, sentido e alcance das respectivas cláusulas não foi explicado ou esclarecido por parte da Autora, que violou, pois, os deveres de informação que, à luz do regime jurídico dos contratos de adesão e das cláusulas contratuais gerais, lhe incumbiam.