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Assim sendo, a questão a decidir consiste, pois, no fundo, em saber se o alongamento do prazo de prescrição do direito à indemnização derivada de factos que constituam a prática de um crime, a que se refere o n. 3 do citado artigo 49, também prevalece em casos em que se pretenda exercer um direito de regresso, sendo de um direito de regresso que se trata, em face do que, por via legislativa, assim, se qualificou como se refere no Acórdão do STJ, de 07/05/2014, Processo n. 8304/10T2SNT-AlS1, disponível no respectivo sítio do itij, para uma norma de sentido/conteúdo semelhante, diz-se que "por via da expressa disposição legal, este direito que a autora pretende exercer é qualificado como direito de regresso”.