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Acresce que tal circunstância é, uma vez mais, confirmada pelo teor literal do auto de notícia que refere:   "Este discurso foi por e pelos restantes elementos policiais relativizado face ao estado de aparente embriaguez que o detido teria ...)"   Ouvidos os respetivos depoimentos no da gravação da prova junto aos autos, dos mesmos consta efetivamente o seguinte:    A testemunha  B... , sub-comissário da PSP afirma que o arguido "aparentava estar algo embriagado” – mn 2,1 "Aparentava alguns sinais, arrastamento de voz, pupilas dilatadas, alguma lentidão na locomoçãotemos dezenas de casos destes” – mn 6,3  Quanto à expressão de que "pagaria o que fosse necessário para não se submeter ao teste, afirma a testemunha que "foi relativizada essa situação” – mn 3,1 E explicita que "foi relativizada porque não estava a dar importância” – mn 9,3  Já a testemunha  .. , agente da PSP em Coimbra, também é explícito no seu depoimento:  O arguido "saiu da viatura um bocado cambaleante, evidenciava sinais de alcoolizado, voz arrastada, olhar cintilante” – mn 2,3  Quanto à expressão do arguido de que "pagava o que fosse precisoderivado à situação também não houve uma grande empolação porque ele estava nitidamente embriagado” mn 3,10 a 3,2   Face a estes dois depoimentos, credíveis e desinteressados, do Sr. Subcomissário e do agente da PSP, dúvidas não ficam de que na verdade, o arguido apresentava evidentes sinais de alcoolemia.