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parágrafos 10 a 18 e 22 a 2 3   Do texto da decisão recorrida resulta que o Tribunal a quo analisou a prova, indicando a tal propósito os meios de prova documental e testemunhal que levou em conta e explicando porque motivo lhe mereceram credibilidade, nomeadamente mencionando: "...) ficheiro contendo a gravação do programa em causa parcialmente visualizada no decurso da audiência” e "A testemunha P mostrou relevo, quer quanto à questão relacionada com a inserção do serviço CETELEM, que não foi contratualizada pela TVI, mas sim pela própria BRISKMAN, produtora do programa; quer no que tange com a responsabilidade pela colocação do símbolo de apoio à produção e que pertence inteiramente à TVI.” 3 O processo lógico que levou o Tribunal de 1 instância a inferir que se tratou de uma ajuda à produção foi complementado como se segue: "...) é a própria testemunha arrolada pela Arguida, enquanto chefe do departamento de emissão do serviço de programas TVI, que diz ser aposto o referido símbolo nas emissões do programa o que não aconteceu neste por lapso informático), que implicitamente admite que o "episódio da Cetelem” é visto como ajuda à produção, e quando é o próprio programa que no final revela que a Cetelem constitui uma ajuda ...)”.