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Factos não provados Não se provou que: a-) que o gerente do Banco réu sabia que o de cujus não possuía qualificação, ou formação técnica que lhe permitisse à data conhecer os diversos tipos de produtos financeiros e avaliar, por isso, os riscos de cada um deles, a não ser que lhos explicassem devidamente; b-) que o de cujus tinha um perfil conservador no que respeitava ao investimento do seu dinheiro, sendo que até essa data sempre o aplicou em depósitos a prazo; -) que aquando a subscrição da aplicação o de cujus desconhecia que a G1 era uma empresa, actuando convicto de que poderia levantar o capital e respectivos juros quando assim o entendesse, bastando avisar a agência com a antecedência de três dias; -) que se o mesmo tivesse percebido que poderia estar a dar ordem de compra de obrigações G, produto de risco e que o capital não era garantido pelo H, não o autorizaria, nunca tendo sido sua intenção investir em produtos de risco, como era do conhecimento do gerente e funcionários do réu; e-) que com a sua actuação, o réu colocou os autores num permanente estado de preocupação e ansiedade, com o receio de não reaverem, ou de não saberem quando iam reaver o seu dinheiro, vivendo com ansiedade e tristeza, em permanente estado de "stress”; f-) que a aplicação em causa era um produto conservador, com risco reduzido, indexado à solidez financeira da entidade emitente, não sendo previsível, à data da subscrição, que iria ocorrer uma nacionalização parcelar do grupo; g-) que o produto foi sempre apresentado com a obrigação de entrega do capital e juros da responsabilidade da entidade emitente; h-) que aquando da subscrição do produto o banco réu deu conta de todas as condições das subscritas obrigações G3, nos termos da nota interna junta a fls.