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Segundo o recorrente a sentença recorrida deve ser julgada improcedente, desde logo por o pagamento do cheque ao beneficiário J..., aposto pela A., sempre ocorreria, fosse pela via da apresentação a pagamento do cheque noutro banco tomador onde aquele beneficiário o apresentasse a pagamento, fosse pela via do depósito na conta bancária junto do ora Recorrente, como efetivamente ocorreu, desde logo, por o pagamento do cheque em questão nos autos, emitido no dia 202014, ter ocorrido em data anterior a qualquer reclamação da A., já que foi apresentado a depósito no dia 20201 Por outro lado, quem beneficiou do montante aposto no cheque foi a pessoa que a A. alega ter indicado como seu legítimo beneficiário – o referido J...  Assim, a actuação do Banco Recorrente em nada alterou ou alteraria o recebimento pelo efetivo beneficiário J... da quantia aposta no cheque, pelo que, a conduta do Banco não é causa adequada do dano invocado pela A. já que idêntico resultado ocorreria – recebimento pelo beneficiário da quantia titulada pelo cheque - caso aquele beneficiário o tivesse apresentado a pagamento naquela data noutra instituição de crédito, pelo que, refere o recorrente a situação sempre deveria situar-se na problemática da relevância negativa virtual, no sentido de que ainda que não ocorresse a conduta ilícita e culposa e realmente causadora do dano causa real – a ilícita aceitação, pelo Banco, do cheque para depósito na conta da  beneficiária), ainda assim o mesmo dano viria a ocorrer, em consequência de outro evento a apresentação a pagamento pelo próprio beneficiário), este virtual ou hipotético, a designada causa virtual.