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20) E que perdurou na análise que foi feita da prova produzida e examinada em audiência, tudo em consonância como antes explanado, E MAIS, 21) O Tribunal deu como provado a sentença de interdição da  e teria de valorar não só a decisão final de interdição da mesma, mas todos os argumentos e fundamentação, pois a sentença refere e é clara entre arguida e interdita havia uma relação de afectividade e não fala de qualquer relação contractual, económica, lucrativa, o que foi corroborado por duas testemunhas ouvidas em audiência que referiram que a interdita era da família, logo não pode ser utente com o sentido que pretende a S.S. 22) Confunde o Tribunal uma ERPI com a habitação da arguida, jamais quis a arguida abrir qualquer lar, e depois verifica-se isto ainda em relação á interdita , que é normal quando não há família ser a cuidadora a tutora , mas em algum lado está provado que a interdita não tem família, mas tem pai e 5 irmãos, sendo pois especulativo a afirmação do Tribunal recorrido.