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121 a, a qual, apesar de lhes ter deferido liminarmente o pedido de exoneração do passivo restante que haviam formulado, lhes fixou no equivalente a dois salários mínimos nacionais por mês, o montante que, dos seus rendimentos, se destinaria à manutenção de uma vida condigna do casal e do seu agregado familiar – com o fundamento aí aduzido de que considerando a composição do agregado familiar dos devedores composto exclusivamente pelos, entende-se ser o necessário para satisfação das necessidades do mesmo o montante mensal correspondente a 2 SMN atenta a inexistência de qualquer despesa extraordinária atendível –, intentando a sua revogação e que seja esse valor fixado em um salário mínimo nacional mais 1/3 para cada um dos devedores € 742,66 a, invocando razões que terminam pela formulação das seguintes Conclusões:  1) Ao decidir, nos termos do disposto no artigo 23, n.os 1 e 2, do CIRE, que durante os cinco anos de período de cessão ali previsto, o rendimento disponível que os insolventes venham a auferir, superior ao montante correspondente a um salário da retribuição mínima mensal garantida R.G.