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Esta afirmação leva-nos à conclusão de que o Banco réu só tem direito a compensar na pensão de reforma que paga ao autor a percentagem correspondente ao tempo de exercício dessa atividade bancária com descontos para a Seguraça Social, ou seja 1/5 ou 20%.»  Analisando: Recurso Principal O R./apelante, como já dissemos, discorda deste aspecto da decisão, reiterando os argumentos já deduzidos junto do Tribunal "a quo”, como decorre das suas alegações e conclusões, desde logo, com o argumento de que "cada caso é um caso”, pensa que poderiam justificar-se "decisões diversas da apontada no acórdão do Supremo Tribunal mencionado”, atentos os diversos percursos laborais dos seus ex-trabalhadores, que considera, configuram um conjunto de situações que "suscita complexas questões sobre o cálculo do valor da pensão paga pelos sistemas de providência não Bancários que devem ser entregues aos Bancos, no caso o R., pelos pensionistas, no dado adquirido que os Bancos adiantam aos pensionistas a integralidade da pensão pelo menos de todo o período de laboro Bancário”, concluindo que o caso do A., "embora apresente similitudes com o acórdão citado no aresto em crise, não lhe é igual, uma vez que os pressupostos de cálculo são diferentes”.