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E contrariamente ao que a recorrente vem alegar, do entendimento expresso pelo Tribunal "a quo” na sentença recorrida, não resulta assente "que os habitantes de uma determinada localidade, compartes de terrenos baldios, nunca poderiam ser titulares do direito de propriedade comunitária sobre os terrenos baldios que excedessem a linha administrativa da freguesia ou concelho em que se inserissem.” Como se concluiu na sentença, a A. sustentou a sua pretensão no pressuposto de que a linha descrita nos pontos 3 e 4 dos factos provados constitui a delimitação dos baldios de e B. por ser a mesma linha que define o limite administrativo das freguesias de e B./concelhos de Ribeira de Pena e Mondim de Basto, de acordo com a CAOP vigente desde 200 No que respeita à questão da coincidência entre os limites dos baldios e os limites administrativos dos concelhos ou freguesias, perfilhamos o entendimento de Jaime Gralheiro, expresso na sua obra "Comentário às) dos Baldios” Livraria Almedina,, no âmbito do 39/76 de 19/1, onde refere nas pág.