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4 - Questão prejudicial Sendo colocado perante a questão da interpretação dos artigos  a  da Diretiva n. 2010/64/EU e  da Diretiva n. 2012/13/EU do Parlamento Europeu e do Conselho, vem o Tribunal da Relação de Évora, ao abrigo do disposto no artigo 26 do TFUE, colocar a seguinte questão prejudicial ao Tribunal de Justiça: - Podem os artigos  a  da Diretiva n. 2010/64/EU e  da Diretiva n. 2012/13/EU do Parlamento Europeu e do Conselho, isoladamente ou em conjunto com o artigo  da E.H., ser interpretados no sentido de não se oporem a uma norma de direito nacional que comine com o vício de nulidade relativa, dependente de arguição, a falta de nomeação de intérprete e de tradução de atos processuais essenciais a arguido que não compreenda a língua do processo, permitindo a sanação de tais vícios com o decurso do tempo?