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Em segundo lugar, para decidir como decidiu, considerou o Mm Juiz do Tribunal a quo que "Tendo em conta as características da abertura, não estamos perante nem uma janela nem uma fresta regular, mas sim perante uma fresta irregular, a cerca de 2 de altura com abertura basculante e as dimensões seguintes: 66 de largura e 37 de altura.” 	Considerou que o prédio dos Autores "não beneficia de uma servidão de vistas mas beneficia de servidão para arejamento e iluminação constituída por usucapião.” 	Posto isto, quanto à questão de saber se o Réu poderia construir na sua propriedade de molde a tapar aquela fresta irregular, o Tribunal a quo, cita a seguinte jurisprudência: 	 Acórdão do Tribunal da Relação de Évora Rel.