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1 Quanto ao receio, demonstrado na sentença recorrida, de uso das armas pelo arguido para praticar novos factos ilícitos, importa aqui referir que a sentença condenatória proferida no processo principal foi objeto de recurso por parte do recorrente, para o Tribunal da Relação do Porto, no qual o recorrente insurgiu- se contra a decisão de declarar perdidas a favor do Estado, as armas referidas no ponto dos factos provados, tendo sido, em 202015, proferido Acordão revogatório da sentença, nessa parte, fundamentando-se, e passo a transcrever: "Em suma: nem a natureza das armas, nem as circunstancias do caso permitem afirmar que põem em perigo a segurança das pessoas ou oferecem sério risco de serem utilizadas para o cometimento de novos ilicitos típicos."