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2981/11T8VCT-A.G1, em www.dgsi.pt assumiram que este "concurso de responsabilidades preenche, no essencial, a figura da solidariedade imprópria ou imperfeita, pois que no plano das relações externas o lesado/sinistrado pode exigir alternativamente a indemnização ou ressarcimento dos danos a qualquer dos responsáveis, ou laboral, escolhendo aquele de que pretende obter em primeira linha a indemnização, mas sem que lhe seja lícito somar, em termos de acumulação real, ambas as indemnizações e no plano das relações internas, a circunstância de haver um escalonamento de responsabilidades, sendo um dos obrigados a indemnizar o responsável definitivo pelos danos causados, conduz a que tenha de se outorgar ao responsável provisório a entidade patronal ou respectiva o direito ao reembolso das quantias que tiver pago, fazendo-as repercutir definitivamente, directa ou indirectamente, no património do responsável ou responsáveis civis pelo acidente, devem destacar-se algumas particularidades ou aspectos específicos e peculiares desta relação de solidariedade imprópria, designadamente: - quanto ao regime das relações externas, põe-se em evidência que ao contrário do que ocorre na normal solidariedade obrigacional – art.