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Não são devidos à autora quaisquer juros legais em dobro por não serem quantificáveis os danos invocados por aquela, dado a apelante não ter reconhecido ter ela ficado afectada de qualquer desvalorização, não podendo, nessa medida, apresentar proposta razoável para danos que não reconhecia, tendo, assim, sido feita uma errada interpretação dos arts 37/1, al., 38/1 e 2 e 39/1 e 2 do 291/07, de 3 O termo a quo para a contagem dos juros de mora sobre as quantias ilíquidas fixadas para ressarcir os danos não patrimoniais da autora, os strictu senso, no valor de €4000, e os resultantes do dano corporal futuro, fixado no DFP de 10 pontos, no valor de € 2350,29, deverá ser contado, com base nos arts 805 e 806 do , da data da prolação da sentença recorrida.