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Aliás, o Tribunal a quo assinala, com acerto, que tudo isto ocorreu mesmo perante uma situação de "enorme animosidade da avó para com o pai e clima que é criado à volta do pai”, sendo "surpreendente tudo o que as técnicas da SS e do CAFAP relatam relativamente ao decurso das visitas e interação com o pai, sendo notório que o pai tem enorme jeito e competências parentais para, num quadro tão adverso, lidar com a situação de supostos perigos constantemente agitados”, conseguindo "manter uma enorme resiliência, paciência, serenidade que poucos conseguiriam ter, mesmo sendo vítima de algo que consideraria uma grande injustiça”, e colaborando sempre "com o processo e com as instituições que intervieram, o pai foi quem sempre veio aos autos manifestar preocupação pela menor, sendo muito sintomático que a menor tenha desabafado com o pai a falta dos seus brinquedos e que tenha sido o pai que ativa e proativamente tudo tenha feito para que fizessem chegar à menor, ao fim de meses de retirada da casa, as coisas dela e as roupas para ao verão”.