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B.	O Recorrente deduziu acção para reconhecimento de um direito ou interesse legítimo em matéria tributária, prevista na alínea do artigo 9 e 14, ambos do CPPT, pedindo a final o reconhecimento do seu direito a não ser tributado pelas mais-valias geradas, em sede de IRS, na venda de um imóvel que integrou a massa insolvente do seu processo de insolvência e pelo referente a esse imóvel, relativo ao ano de 2013, ano em que foi declarado insolvente; 	Em momento algum o Recorrente alega qualquer um dos fundamentos previstos no artigo 9 do CPPT para a apresentação de uma impugnação judicial; 	E também não parece que a situação em causa estaria compreendida nalguma das impugnações previstas no artigo 97 do CPPT, ou nos fundamentos da oposição à execução descritos no artigo 204 do CPPT; E.	O Recorrente conclui que aquele tribunal não compreendeu a causa de pedir e o pedido, pois não se pretende impugnar as liquidações de impostos, mas antes determinar se um Insolvente deve ser alvo de cobranças por não pagamento de impostos que são responsabilidade de um Administrador de Insolvência; F.	O Recorrente foi declarado insolvente por sentença proferida a 11 de Fevereiro de 2013 transitada em julgado no processo que, com o n 187/12TJPRT, corre termos no Tribunal Judicial da Comarca do Porto, Juiz 7 do Juízo Local Cível; G.	No âmbito do processo de insolvência, e já em sede de liquidação do património apreendido ao insolvente, no dia 30 de Janeiro de 2014 o Sr. Administrador de Insolvência vendeu um prédio urbano que integrava a Massa Insolvente; H.	O Insolvente não declarou a venda desse prédio em sede do seu IRS até porque não teve conhecimento da venda, apenas se tendo apercebido daquela alienação quando penhorado pela; 	A Autoridade Tributária procedeu à correcção oficiosa do IRS do insolvente, tendo emitido a respectiva nota de liquidação com IRS apurado de 3342,86 euros, acrescido de juros compensatórios; J.