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hhh) Acresce que, de facto, a actividade do fundo de Resolução nacional se limitou e limitar-se-á no futuro com grande probabilidade à detenção e financiamento/garantia/alienação do B, S.A., instituição de transição criada em resultado da aplicação da medida de resolução ao Banco , S.A., e à detenção e financiamento/garantia da ., S.A., veículo de gestão de activos criado na sequência da aplicação de medidas de resolução ao E, S.A. ) E, não menos importante, é notório o avolumar de indícios de que, pelo menos na primeira das situações referidas no ponto anterior e a mais representativa em termos de, a alegada necessidade e a opção do Banco de Portugal pela aplicação de medidas de resolução não decorreu da materialização do risco sistémico a que o Tribunal a quo pretenderá referir-se pela adopção de condutas de arrojo destemperado, mas da conjugação de práticas ilícitas incluindo práticas criminalmente ilícitas) e do deficiente exercício de poderes de supervisão por parte do Banco de Portugal, ou pelo menos de insuficiência dos mesmos por inabilidade, legislativa ou de outro tipo, com a inerente responsabilidade das várias entidades públicas e do próprio Estado através da tutela do sector financeiro, factos esses que envolvem toda a comunidade, muito para além do sistema bancário.