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Consta dos autos que o Novo Banco foi constituído por deliberação do Conselho de Administração do Banco de Portugal de 03 de Agosto de 2014 – doc fls 97 a 10  No Anexo 2 - - à referida deliberação consta que não são transferidas para o Novo Banco "quaisquer responsabilidades ou contingências relativas a comercialização, intermediação financeira e distribuição de instrumentos de dívida emitidos por entidades que integram o universo do Grupo Espírito Santo” - fls 107 e v.  No texto consolidado de 11 de Agosto de 2014, aquela alínea passou a ter a seguinte redacção:  "quaisquer obrigações, garantias, responsabilidades ou contingências assumidas na comercialização, intermediação financeira e distribuição de instrumentos de dívida emitidos por entidades que integram o universo do Grupo Espírito Santo, sem prejuízo de eventuais créditos não subordinados resultantes de estipulações contratuais, anteriores a 30 de Junho de 2014, documentalmente comprovadas nos arquivos do BES, em termos que permitam o controlo e fiscalização das decisões tomadas” - fls 115 a 11  Por outro lado, a clarificação dada pela Deliberação do Banco de Portugal de 29 de Dezembro de 2015 à al do n 1 do Anexo 2 da Deliberação de 03 de Agosto de 2014, estipula que não foram transferidos quaisquer passivos ou elementos extrapatrimoniais do BES que fossem contingentes ou desconhecidos à data de 002014, independentemente da sua natureza e de se encontrarem ou não registados na contabilidade do BES – fls 120 a 12  À data da constituição do Novo Banco, SA, 002014) já o autor havia transferido o montante referido em 7 dos factos provados para o Banque Privée Espírito Santo, SA, o que ocorreu em 10200  Por conseguinte, o réu Novo Banco é alheio a toda a factualidade alegada na petição inicial e provada sob os ns 1 a 7 dos factos provados, nomeadamente no seu n 7, na medida em que os mesmos não respeitam a qualquer facto ou circunstância que o Novo Banco haja actuado.