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do STJ de 28/2/2013, e aderindo-se a entendimento sufragado pelo Tribunal da Relação de Coimbra, é o nosso mais Alto Tribunal incisivo e categórico em sustentar que, pretendendo o oponente à execução invocar o preenchimento de uma livrança de forma abusiva, porque alegadamente nela aposta um montante superior ao devido , é a ele que incumbe provar os factos dos quaisse extrai o abuso, e isto porque a " inexistência da dívida titulada pela letra e o preenchimento abusivo desta são factos impeditivos do direito invocado pelo exequente, pelo que, nos termos do art 342, n 2, do Civil, o respectivo ónus da prova compete ao executado, ou seja àquele contra quem o direito é invocado”.