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Desse princípio decorre a exigência de actualização da indemnização –com a restrição resultante do valor global do pedido, como se decidiu no Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 13/10/96, in DR 1-A série de 26 de Novembro –, sem embargo da inadmissibilidade de cumulação dessa actualização com a fixação da obrigação de juros no mesmo período conforme o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça n 4/2002, de 9 de Maio de 2002, in DR 1-A série de 27 de Junho, segundo o qual "sempre que a indemnização pecuniária por facto ilícito ou pelo risco tiver sido objecto de cálculo actualizado, nos termos do n 2 do artigo 566 do Código Civil, vence juros de mora, por efeito do disposto nos artigos 805, n 3 interpretado, e 806, n 1, também do Código Civil, a partir da decisão actualizadora, e não a partir da citação”).