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do STJ de 29-09-201 3 o comportamento do R. ao recusar efetuar a venda do imóvel através da com a interessada que lhe havia sido apresentado e indicado pela A. para esse efeito, pelo preço que aquela havia pedido, excede claramente e objetivamente os limites impostos pela boa fé, pelos bons costumes ou pelo fim social ou económico do direito, de forma grave, abusando do seu direito, sobretudo porque essa venda se traduziu em vantagens patrimoniais para si, 3 traduzindo-se num verdadeiro, venire contra factum proprium, ou seja, no exercício de uma posição jurídica em contradição com o comportamento assumido anteriormente por contrato celebrado com a A., 3 violando o princípio da confiança, o que se traduz no exercício abusivo do direito, 3 e sendo a R., também por isso, sempre responsável por ressarcir os prejuízos sofridos pela A. O Réu apresentou Contestação, excecionando embora sem identificar como matéria de exceção) a invalidade do contrato de mediação imobiliária face ao disposto no art.