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Alegou, em síntese: por escritura de confissão de dívida com hipoteca outorgada em 04/10/2011 os insolventes declararam-se devedores do montante de 25000,00€ tendo constituído hipoteca voluntária sobre o imóvel que detinham; no dia 11/06/2014, porque ainda deviam 15000,00€, não tendo outra forma de pagar a dívida, deram em cumprimento o referido prédio; o AI resolveu, embora sem qualquer justificação, tal contrato, o qual é perfeitamente válido, desde logo porque o autor desconhecia se o negócio que celebrou foi ou não prejudicial para a , bem como desconhecia se os insolventes se encontravam em situação de insolvência até porque nenhum ónus incidia sobre o imóvel; o prédio transmitido, à data da dação, contava com 20 anos, tinha um valor patrimonial de 12350,00€ e o contrato foi celebrado de boa-fé.