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Se a sentença recorrida padece das nulidades previstas no artigo 61, n. 1, al.s e, do CPC; B. Incorrecta análise e apreciação da prova – reapreciação da prova gravada, relativamente aos itens , na parte em "que tinha as mesmas garantias”; , na parte "Vencido o prazo de 10 anos, são os aqui autores informados de que a aplicação financeira em causa, não tem cobertura de garantia de capital, que é uma subscrição de obrigações da S, SA” e 1, dos factos dados como provados na decisão recorrida, os quais deverão passar a ser considerados como não provados; devendo, ainda, dar-se como provada a factualidade dos itens 1 a 2, dos factos tidos como não provados e; Se a presente acção deve improceder, com fundamento na inexistência de violação do dever de informação, por parte do réu, para com os autores, ao contratar com eles a subscrição das obrigações retratada nos autos e, ainda, porque não se verifica nexo de causalidade entre a actuação do recorrente, enquanto intermediário financeiro e, o não reembolso, na maturidade, do capital investido.