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Para tanto e em síntese alegou o A. que foi admitido pela R. em 6/12/2016 por contrato de trabalho sem termo para as funções de motorista de pesado de passageiros e mediante uma retribuição líquida de 000 euros mensais, acrescida de subsídio de alimentação e reembolso de despesas; que no dia 18/07/2017 foi destacado para um circuito de 6 dias de Husum a Estugarda; que iniciou tal viagem no dia 19, cansado por falta de descanso em virtude dos serviços anteriores atribuídos pela R.; que por isso decidiu parar na área de descanso em Dusseldorf, tendo os passageiros efectuado transbordo para outro autocarro; que teve de pernoitar no autocarro, sem comer e com asma, o que levou a que lá viesse uma ambulância e o levasse para o hospital; que a R. nenhum auxilio lhe prestou, sequer para regressar, o que só conseguiu fazer em 23/07; que optou por isso em resolver o contrato de trabalho com invocação de justa causa por carta de 26/07/17; que a R. respondeu alegando denúncia no período experimental; que lhe ficaram por pagar os salários que reclama e demais créditos, incluindo por trabalho em feriados e dias de descanso e prejuízos que teve bens danificados, despesas hospitalares e de.