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O mesmo entendimento fora adoptado pelo acórdão deste Supremo Tribunal n. 3/99, de 1099, uniformizador de jurisprudência) que, revendo a doutrina fixada pelo seu homólogo 15/97, de 2097, retomou, na matéria, a posição de Manuel de Andrade O citado acórdão 3/99 fixou a regra seguinte: Terceiros, para efeitos do disposto no artigo 5 do Código do Registo Predial, são os adquirentes, de boa fé, de um mesmo transmitente comum, de direitos incompatíveis, sobre a mesma, consagrando a orientação segundo a qual a inoponibilidade de direitos a um terceiro, para efeitos de registo, pressupunha que ambos os direitos tivessem advindo de um mesmo transmitente comum, excluindo "os casos em que o direito em conflito com o direito em conflito deriva de uma diligência judicial, seja ela arresto, penhora ou hipoteca judicial" Cf.