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Nas conclusões a da alegação de recurso, a ré concluiu que "os factos provados ou que deveriam ter sido dados como provados evidenciam uma justa causa objectiva para a resolução do contrato”, nos termos da segunda parte do n. 2 do artigo 117 do Código Civil que, em seu entender consistiu em: - "A coordenação e prestação do serviço por pessoa que estava completamente embriagada”; - "A montagem deficiente dos bens que foram deixados ao cuidado da Autora, ora Recorrida”; - "O embalamento desadequado e com enorme falta de cuidado que causou danos nos espelhos da” Ré; - "A falta de licença ou alvará para a prestação dos serviços contratados”; e - "A postura da Autora que reteve provisoriamente os bens da Ré ameaçando que não iria proceder ao descarregamento dos mesmos”.