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A recorrente sustenta, resumidamente, o seguinte:  - Para que a cláusula de exclusão funcione, a morte tem ser a consequência necessária da circunstância de o acidente ter sido devido à condução por efeito de álcool;  - O ónus de prova desse nexo de causalidade incumbe à recorrida;  - Os factos provados não permitem concluir qual foi a causa do acidente, nomeadamente que essa causa foi a invasão, pelo veículo conduzido pela pessoa segura, da semi-faixa destinada ao trânsito que circulava em sentido contrário, ou a condução com uma taxa de alcoolemia de 0,90 gramas por litro;  - O tribunal a quo não pode presumir que essa causa foi a condução em estado de embriaguez, ou que a pessoa segura apresentava uma condução culposa em estado de embriaguez;  - São inúmeros os riscos inerentes à condução de veículos, pelo que aproveitar a existência de uma taxa de alcoolemia para justificar um acidente é fazer uma presunção inaceitável;  - O próprio Código da Estrada admite a condução sob o efeito de álcool.