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8 Não foram apuradas nem dadas como provadas as funções globais exercidas pelas outras trabalhadoras da Ré, nomeadamente no que toca à quantidade, natureza e qualidade do trabalho, que porventura tivessem sido promovidas à categoria de Auxiliar de Educação pelo que, ainda que a Relação, sem razões aparentes para tanto, queira ter aderido à máxima invocada pela Autora em sede de alegações de Recurso de Apelação – Trabalho Igual, Salário Igual – sempre se imporia ter sido julgado provado que as pretensas trabalhadoras com a categoria de Auxiliar de Educação não exerciam outras tarefas para além das comuns à Autora e, bem assim e para concluir, esta tinha de provar que as funções das outras trabalhadoras eram integralmente as mesmas que as suas, nos vários parâmetros que, conforme bem explicita o douto Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça do Processo 4521/17TTLSB.LS1, datado de 14/12/2016, disponível em www.dgsi.pt, 8 Em suma, competia à Autora demonstrar as diferenças salariais que reclama para si e, se queria tomar por referência a categoria atribuída à colega ou colegas às quais se compara, demonstrar e provar nos presentes Autos todos os factos que tinham de respaldar a sua pretensão, o que manifestamente não fez!