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Dispõe o artigo 66, n. 2, alínea, do Código de Processo Civil, que: 2 - A Relação deve ainda, mesmo oficiosamente:  ) Anular a decisão proferida na  instância, quando, não constando do processo todos os elementos que, nos termos do número anterior, permitam a alteração da decisão proferida sobre a matéria de facto, repute deficiente, obscura ou contraditória a decisão sobre pontos determinados da matéria de facto, ou quando considere indispensável a ampliação desta;  Dispõe também o artigo 61, n. 1, alíneas e, do Código de Processo Civil, que: 1 - É nula a sentença quando: ) b) Não especifique os fundamentos de facto e de direito que justificam a decisão;  ) Os fundamentos estejam em oposição com a decisão ou ocorra alguma ambiguidade ou obscuridade que torne a decisão ininteligível;  Apreciemos, em primeiro lugar, se existe a nulidade prevista no artigo 66, n. 2, alínea, do Código de Processo Civil, ou seja, se existe deficiência, obscuridade ou contradição sobre pontos determinados da matéria de facto na sentença recorrida.