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3 – Ao decidir como decidiu, o Tribunal aquo fez errada interpretação e aplicação, precisamente, do disposto no citado normativo legal;  4 - O douto acórdão recorrido violou o princípio da livre apreciação da prova, consagrado no art 607, n 5, do CPC;  5 - Ao alterar a matéria de facto e a resposta dada ao vertido em  dos factos dados como não provados em primeira instância, arredando da discussão o consentimento do ora Recdo., mas baseando-se na falta deste para daí extrair a intenção de prejudicar, lavra em manifesta ambiguidade ou obscuridade que o torna ininteligível, padecendo assim da nulidade prevista no art 615, n 1, al., aplicável ex do art 674, n 1, al., do mesmo código;  6 - Na sua causapetendi, o ora Recorrido alegou, além do mais, que, na pendência do seu casamento com a ora Recorrente, esta transferiu € 84269,43 de contas bancárias do casal, que correspondiam ao produto do trabalho do A. durante a sociedade conjugal, para uma filha do casal, tendo atuado sem o consentimento do mesmo, e com o intuito de o prejudicar;  7 - Tal factualidade, por relevante, constituiu tema de prova, a qual não foi, todavia, dada como provada pelo Tribunal de 1 instância, baseado, este, na apreciação e valoração que fezda única prova produzida sobre esse tema, ou seja, da prova testemunhal;  8 - Louvou-se, para tanto, o Tribunal da 1 instância, além do mais, no depoimento prestado pela testemunha , filha de A. e R., para quem foi transferida a quantia em causa, depoimento esse que o Tribunal valorou mediante confronto com o depoimento da testemunha , irmão da Recorrente, e ainda com o depoimento da outra filha do dissolvido casal, EE e da testemunha FF, prima de Recte.