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Ou seja, durante mais de 15 meses, a menor EE esteve ao cuidado exclusivo da progenitora, suportando o progenitor 50% das despesas de educação, saúde, vestuário e calçado da menor, sem que este nada fizesse, designadamente através de mecanismos legais que bem conhece, para obstar a essa situação;   - Apenas quando a recorrida instaurou ação de divórcio sem consentimento do outro cônjuge, com base na separação de facto por período superior a um ano, veio o recorrente requerer a regulação provisória das responsabilidades parentais;  - Desde o final de Maio de 2021 e até ao dia 7 de julho de 2021 o progenitor não esteve com a menor, uma vez que, lhe comunicou à criança) que, ou passaria semanas alternadas consigo, ou então não iria, o que a menor recusou.