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E, certamente, não podia nem cabia à trabalhadora na altura, nem muito menos caberia agora ao meritíssimo Juiz suprir esta omissão da Administração...porque não podem; 6 A decisão de adjudicar o contrato por um prazo de 5 anos, encontra-se devidamente fundamentada nas propostas apresentadas e no interesse público, e não mereceu qualquer reparo ou impugnação por parte dos concorrentes; 5- Tendo o CA agido sempre comprovadamente de boa-fé na contratação, adjudicação e execução posterior, reportando superiormente a situação e publicitando, em tempo útil, o teor relevante do contrato artigo 1-A do Código dos Contratos Públicos), como era exigível; 6- Fica, portanto, por demonstrar pela Administração), a alegada falta de fundamentação nas decisões de contratar e adjudicar o contrato, cuja total execução, inclusive, a Administração aceitou até ao termo do contrato, sem intervenção relevante; 7- Relativamente à Violação dos Princípios da Proporcionalidade e da Igualdade, considerados no seu despacho impugnado, alega agora a Administração no presente Recurso, que: Não seria aceitável, de facto e de direito, ao Ministério aceitar o raciocínio ou conclusão de que, como entidade demandada, não lhe forneceu formação específica para as responsabilidades acrescidas inerentes ao desempenho do cargo de Presidente do Conselho Administrativo, ou seja, designadamente formação específica em matéria de Contratação Pública); 8- Mas, de facto, esse direito é incontroverso na própria lei, para o quadro legal das "responsabilidades acrescidas” para todas as suas funções inerentes ao cargo de Diretora Cf.