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A autora conclui assim a petição inicial:  «Nestes termos e melhores de Direito deve a presente acção ser julgada procedente por provada, e por via dela:  a) Condenar-se a  Ré, e subsidiariamente a  para o caso de não haver seguro válido e eficaz, a pagar à A. as quantias de  - 4000,00 € a título de danos não patrimoniais;  - 14047,52 € a título de danos patrimoniais,  tudo acrescido de juros à taxa legal até efetivo e integral pagamento  b) A pagar custas.»    A  ré contestou, começando por arguir a exceção dilatória consistente na sua ilegitimidade para os termos da presente causa, pois que «a  R não transferiu qualquer responsabilidade para a  R.»  No mais impugna a factualidade alegada pela autora na petição inicial.