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A ofendida, na suas declarações, nunca referiu ter vestidas calças por forma que se considerasse provado que o recorrente lhas baixou, mencionando apenas o uso de uma camisa que foi alvo de exame pericial do qual não resultou provada a presença de qualquer vestígio de sangue nem sémen, nem qualquer haplótipo do cromossoma y.  Não foi referido em qualquer momento, não constando de qualquer depoimento, que o recorrente, sabendo que a GNR andava à sua procura, no dia 25 de Maio de 2014, já não foi dormir em casa da sua irmã passando a permanentemente em casa da sua mãe, em Mortágua, pelo que não há qualquer base probatória em que se possa ter apoiado o tribunal a quo para formar essa convicção.