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Primeiramente, e no que toca à fundamentação, diga-se que, ") Os padrões constitucionais e legais da fundamentação, não sendo evidentemente os de outrora, não se bastam com a indicação do rol dos meios de prova e a afirmação genérica de que foram conjugados, valorados e depurados segundo as regras da experiencia, antes exigem a explanação do processo de modo a que a mesma possa ser entendida pelos destinatários e pela comunidade em geral e também para que possa ser cabalmente sindicada em sede de recurso e analisada e reapreciada pelo tribunal ad quem em ordem a afirmar-se a sua correção ou a remediar-se o eventual erro.” ) Não foi isto que o Tribunal a quo fez, antes pelo contrário, visto que se limita a elencar quais os factos que dá como provados e como não provados, fundamentando a sua convicção somente com base nisto.