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Sustenta, então, a apelante, em sede deste recurso, que, em termos de equidade, deve o correspondente dano ser fixado em 50% do valor total, reduzindo o valor do pedido para € 30478,99 correspondente ao montante inicialmente peticionado abatido dos valores de dois créditos cujas devedoras já não se encontravam em actividade no ano de, o que perfaz o quantitativo de € 15739,49, mas, atendendo a que o limite máximo da responsabilidade da apelada é de € 15000,00 e existindo uma franquia a cargo do 2 Réu de € 000,00 por sinistro, acaba por propugnar que o valor da indemnização a pagar pela apelada seja fixado em € 14000,0 Vejamos, então, se existe fundamento para uma avaliação da perda de chance superior à fixada pelo tribunal a quo, importando, para tanto, sublinhar, desde já, que: por um lado, em abstracto, o dano que emerge da falta de propositura de uma acção como é o caso dos corresponde à impossibilidade de apreciação jurisdicional da pretensão jurídica, que consubstancia uma desvantagem jurídica impossível de determinar, dado o desconhecimento da materialização dessa desvantagem jurídica; e, por outro lado, não existem nestes autos elementos que permitam apurar, com o juízo de probabilidade necessário, qual teria sido a sorte de cada uma das diversas acções que a apelante pretendia instaurar na hipótese de o 2 Réu as ter intentado.