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1287, 1288 e 1296 do Código Civil e 342, 344, 346 e 350 do CPC, o ora recorrente alegou, em resumo, e com interesse para a análise dos fundamentos do presente recurso, os factos descritos nas conclusões seguintes:  .- Que esteve na posse da mencionada fração autónoma a partir de Setembro de 1990, sempre de forma pública, pacífica, contínua e de boa fé, e ainda com a permanente intenção de exercer sobre o referido imóvel o direito real correspondente àquele domínio de facto animus, ou seja, todos os direitos inerentes à qualidade de proprietário;   – Que, não obstante ele e a então sua mulher, EE, terem optado por adquirir a referida fração autónoma em nome dos seus filhos, nessa altura ainda menores, AA e BB, foram exclusivamente o ora recorrente e mulher quem pagou todas as despesas relacionadas com a aquisição do referido imóvel, designadamente o seu preço integral, a escritura e os encargos fiscais, notariais e registrais cfr.