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Quanto ao mais, a decisão exequenda não belisca o caso julgado formado pelo acórdão proferido previamente nos autos principais, na medida em que condena o MAI e o MF a pagar aos ali autores uma indemnização, que não deixa de o ser por se reportar aos diferenciais entre o valor das remunerações mensais incluindo suplemento remuneratório) que a exequente efetivamente auferiu desde 1 de julho de 2000 até à data da sua aposentação porque anterior à data do e o valor da remuneração que deveria ter efetivamente recebido se tivesse transitado para a carreira de inspeção que deveria ter sido regulamentada em cumprimento do Decreto-lei n. 112/2001 de 6/ E, conforme se consignou na decisão exequenda, as remunerações que a exequente teria recebido se tivesse transitado para a carreira de inspeção que deveria ter sido regulamentada em cumprimento do Decreto-lei n. 112/2001 de 6/4, hão de ser calculadas tendo por base a regra geral de transição prevista no artigo 1 do referido decreto-lei, segundo a qual os funcionários dos serviços e organismos abrangidos pelo presente diploma, integrados em carreiras de inspeção, transitam para carreira com iguais requisitos habilitacionais de ingresso, sendo que a categoria de integração na nova carreira é a equivalente à detida na data da transição, e a transição faz-se para o escalão igual ao que o funcionário detém na categoria de origem.