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Além do mais, como supra se conclui, não foi produzia qualquer prova de que as livranças em causa resultem dos contratos de fls 29 a 35 e 43 a 49 e, ao contrário do que é referido na douta sentença, a embargante não alegou o desconhecimento dos contratos, alegando, isso sim, a falsidade da assinatura aposta nesses documentos, tendo as mesmas sido impugnadas requerimento ref CITIUS ) E, portanto, não estando provado a existência da pacto de preenchimento desta livrança, por completa ausência de prova da genuinidade da assinatura atribuída embargante, mesmo que se considerasse genuína a assinatura aposta na livrança de 128 328,37€ , o preenchimento seria abusivo, porque não autorizado o que conduzirá, também por esta via, á procedência dos embargos.