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Mais se note que,   O parecer pericial deve estribar-se em factos, não sendo admissível a quesitação de juízos de valor ou conclusões sobre factos;   O parecer pericial não se destina à resposta a quesitos que mais não correspondem que ao teor de documentos ou ao que dos mesmos resulta;   Os factos quesitados devem exigir conhecimentos especiais que os julgadores não possuam, pelo que a quesitação deve ser formulada em termos que diretamente apelem a tais conhecimentos;   O perito não é testemunha, nem parte, daí que não podem ser objeto de perícia factos que apenas quem presenciou e vivenciou poderá responder;   Os quesitos devem ser formulados em termos que permitam ao julgador apreciar a valoração do perito, isto é, acompanhar o raciocínio técnico do perito e, tanto quanto possível, apreender a sua razão de ciência.