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a)	Das nulidades da sentença Alega a Recorrente que a sentença é nula nos termos da alínea do n1 do artigo 615 do CPC porque: 	Deveria ter dado como provado que foi apresentada contestação ao requerimento executivo; 	Deveria ter dado como provado que em 12021 apresentou resolução fundamentada, ao abrigo do n 1 do artigo 128 do CPTA; 	Deveria ter dado como provado que o Recorrido não requereu o incidente de declaração de ineficácia dos actos de execução indevida; 	Deveria ter dado como provado que foi interposto recurso da sentença de 22021, imputando-lhe nulidades e erros de julgamento; 	Deveria ter dado como provado que entre a apresentação da oposição/contestação ao requerimento de execução e a decisão agora recorrida, decorreu mais de 20 dias, em violação do prazo previsto no artigo 165 do CPTA; 	Não vislumbra o alcance do despacho de 12021, que por não lhe ter sido notificado, implica a nulidade do demais processado; 	Deveria ter dado como provado que em 12021 foi proferido despacho que atribuiu efeito meramente devolutivo ao recurso, nos termos da referida alínea do n1 do artigo 615; por estarem em causa verdadeiras questões, factos concretos que o tribunal recorrido tem o dever oficiosamente de apreciar, como a excepção peremptória de venire contra factum proprium, por o Exequente/recorrido não ter deduzido o incidente de declaração de ineficácia dos actos de execução indevida antes da do incidente de execução, agora em causa, que se tivessem sido tomados em conta, feito parte da sentença recorrida e apreciados teriam implicado decisão diferente.