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21- No modesto entendimento da recorrente, o Tribunal a quofez uma incorreta apreciação da prova produzida em audiência, incorrendo em erro de julgamento ao decidir como decidiu a matéria dos pontos 15, 16, 17, 20 e 21 da matéria de facto dada como provada, isto, sem prejuízo do que já se referiu quanto ao apuramento dos valores vertidos nos pontos 7,8, 9 12,13, 14 e 17, não só quanto à impossibilidade de sindicância dos cálculos apresentados, mas também quanto aos valores de entradas e saídas em dinheiro, designadamente do ano de 2009, sobre os quais nem sequer foi produzida prova para o seu apuramento concreto.