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Observado o contraditório, o Réu Luís  opôs-se ao requerido, alegando, além do mais, ter deduzido contestação no âmbito dos presentes autos com os fundamentos deduzidos pela Autora com vista a obter agora a pretendida suspensão da venda, que assim, através dessa contestação, tomou conhecimento da desanexação material e jurídica da parcela de terreno objeto do contrato promessa, desanexação essa plasmada pela criação de três artigos matriciais e respetivas descrições prediais;  Acontece que a Autora apressou-se a penhorar esses prédios assim autonomizados do prédio objeto dos presentes autos na execução que agora corre termos sob o n. 2405/02TBVCT, do Juízo Local Cível – Juiz   Nos embargos de terceiro ali deduzidos por apenso e que depois foram apensados à insolvência n. 7/10T8CMN, foi lavrado despacho saneador em que se fixava o objeto da causa quanto à matéria de facto e de direito exatamente idênticas à que a Autora agora plasma no processo que distribuiu neste Tribunal;  Sucede que a Autora desistiu da penhora sobre os prédios objeto do contrato promessa e consequente arguição da inutilidade superveniente da lide, o que teve como consequência natural a extinção desses embargos de terceiros deduzidos por José ;  Conclui que desde há muito que a Autora sabe da existência do contrato promessa, penhorou os prédios objeto desse contrato e, posteriormente, desistiu dessas penhoras, obstando a que logo nos embargos de terceiro fosse discutida a validade do contrato promessa e a aquisição originária dos prédios por José , o que, na sua perspetiva, faz com que não se encontrem preenchidos os requisitos da suspensão da execução previstos no art.