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Por outro lado, disse que achou "curioso” ter visto que no dia do homicídio viu a O. e a filha no café, como se nada fosse, a rirem-se as duas e que no cemitério a O. lhe disse que "nunca iam descobrir, que um primo tinha desaparecido há 12 anos e nunca descobriram Ora, deste depoimento, sem embargo de uma certa animosidade para com a arguida O. que disse "conhecer, infelizmente”), retira-se, mais uma vez, o tipo de relacionamento existente entre o falecido e a arguida, que existia um divórcio latente – cujo problema  não  era propriamente  a  questão  emocional obviamente,  os  sentimentos  inexistiam,  mas  o destino da casa de morada de família, e, ainda, que a arguida O. não denotava grande emoção com o falecimento do marido.