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764/15T8STB.E1, aprovado por unanimidade, que pode ser consultado em www.dgsi.pt, que versa no sentido em que quando a indivisibilidade do bem comum é aceite entre as partes e o único litígio verdadeiramente existente se prende com as questões relativas à aquisição da fração autónoma em comum e na mesma proporção por ambos os comproprietários, com recurso a pedido de empréstimo bancário, que um alega ter suportado em quantia superior ao outro, o poder/dever de gestão processual permite a admissibilidade da reconvenção, sendo esta a única interpretação que se harmoniza com os princípios que regem a lei processual  ) Entendimento em contrário, como o vertido no despacho de que ora se recorre, e seguindo os mesmos ensinamentos, resulta em que, na conferência de interessados, caso exista adjudicação a um dos comproprietários, o valor a entregar de tornas ao outro, não terá em conta o verdadeiro cerne do litígio, tudo se passando como se ambos tivessem contribuído/beneficiado igualmente na proporção da quota respetiva, o que reclamam não ter acontecido, sendo que, se o que verdadeiramente divide as partes for o encontro entre a contribuição de cada um para o valor da sua quota, não fará qualquer sentido as mesmas terem de recorrer a outro processo para dirimir o litígio.