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Nem se diga que há falta de credibilidade de alguma das testemunhas, pois uma situação de desgaste da relação pode verificar-se ao longo dos anos, com avanços e recuos, tendo a testemunha N referido que as férias de 2016 correram mal ao casal e desde aí já existiam problemas entre os cônjuges, tendo as duas testemunhas indicadas pelo autor a percepção de que a ruptura conjugal definitiva se consumou em final de 2017, embora N tivesse visto problemas entre o casal já nas férias de 2016, enquanto a testemunha arrolada pela ré apontou para o último trimestre de 2018, mas sem conhecer o relacionamento concreto do casal senão nas visitas que lhe fez em França, convivendo com a mulher e não com o marido, que por motivos de trabalho, nem sempre estava presente.