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O exequente apresentou contestação defendendo a improcedência da oposição, com a seguinte alegação: a livrança exequente cauciona um financiamento/empréstimo, sob a forma de "Crédito ao Consumo/ ...) ”, concedido pelo exequente ao executado, no valor de 1329,75 €, devidamente formalizado por contrato celebrado a 102002; o executado assinou o contrato subjacente à emissão da livrança que cauciona o mútuo em causa; do empréstimo que lhe foi concedido, nada, ou quase nada, foi pago, na medida em que o capital em dívida é de 1089,95 €, à data do incumprimento, 102002; o exequente interpelou o executado por diversas vezes para pagar, a ultima das quais em 102014, onde o exequente comunicou ao executado o preenchimento da livrança, o valor que foi aposto na livrança, 2086,38 €, a data de vencimento da livrança, 102014, e as diversas formas e locais para efetuar o pagamento da dívida; o prazo geral é de 20 anos e o da prescrição cambiária é de três; quanto aos juros vencidos, tendo sido capitalizados na livrança, nãos e pode mais falar em juros, mas em capital, capital esse com direito a ser remunerado, com juros á taxa legal, desde o vencimento da livrança.