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Alegando, formulou as seguintes conclusões: ----- A matéria de facto dada como provada e não provada deverá ser alterada nos termos supra mencionados; --- Com base nos depoimentos das testemunhas arroladas pela Autora e devidamente individualizados retro deverá ser adicionado à matéria de facto um ponto com a seguinte redacção que se propõe: "O comportamento do Município para com a autora causou a esta um estado de profunda depressão, tendo feito com que a Autora só chorasse, deixasse de comer, fumasse compulsivamente, tivesse ficado magríssima, tendo chegado ao fundo do poço e dizia que ia ficar maluca”; --- Estes factos são essenciais para quantificar o quantum de sofrimento teve a Autora e o respectivo montante indemnizatório; --- Todas as testemunhas arroladas pela Autora, assim o comprovaram de forma clara, concisa e credível; --- O Tribunal não valorou adequadamente o dano moral sofrido pela Autora; --- A Autora peticionou um dano de natureza não patrimonial assente no sofrimento tido provocado pela conduta do Réu; --- A quantia fixada de 500,00 € é irrisória e desproporcionada para os factos praticados pelo Réu Município ...) e o sofrimento tido pela Autora; --- A gravidade dos factos, outro montante justifica; --- O valor peticionado de 5000,00 € será o mais ajustado aos factos e se pecar o será por defeito e não por excesso;  --- Independentemente da alteração da matéria de facto, os já provados justificariam eles também, a fixação da indemnização em 5000,00 €.