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- Consequentemente, por devida aplicação das regras do ónus da prova, dever-se-á dar por provados os factos que foram dados por não assentes, descritos nos referidos pontos 10 a 13 do rol dos factos não assentes, e, assim, dar-se por provado que: - à autora nunca foi facultada formação profissional; - a autora não recebeu os proporcionais de férias e subsídio de férias relativos aos ano de 2020; - a autora não recebeu os proporcionais de subsídio de Natal relativos ao ano de 202  Doutro passo,  - Se é certo que enferma a decisão sobre a matéria de facto de erros de julgamento por errónea aplicação das regras de repartição do ónus da prova, é também certo que tais erros ocorrem também de deficiente apreensão quer da prova documental, quer da provatestemunhal, quer ainda da prova por depoimento de parte e da prova por declarações de parte.