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Por isso, a mero título de exemplo, aponta-se o acórdão de 112017, proferido no processo 9142/11TBVNG.PS1, relatado por Fonseca Ramos, assim sumariado na parte relevante: «Tendo em conta que como consequência do acidente, o autor sofreu vários traumatismos no punho direito e na região; ficou, a partir da alta clínica, com um grau de incapacidade permanente parcial de 5% pela tabela nacional de incapacidades para acidentes de trabalho; tinha, à data do acidente, 34 anos de idade; auferia a retribuição anual de € 46 667,50 e necessita de ajuda medicamentosa permanente; é de atribuir, pelo dano biológico sofrido, na vertente de dano patrimonial, a indemnização de € 20 000 rejeitando, assim, o entendimento vertido no acórdão recorrido que considerou inexistir».