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19 As partes são as próprias.»  B) A autora formulou o seguinte pedido:  – «NESTES TERMOS E NOS DEMAIS DOUTAMENTE SUPRÍVEIS, deve a presente ação ser julgada provada e procedente e, por via disso, SER DECLARADA JUDICIALMENTE A NULIDADE da escritura pública de justificação notarial celebrada pela Junta de Freguesia de em 8 de março de 1995 no Cartório Notarial de Y, pela qual declarou ter adquirido por usucapião a propriedade dos quarenta prédios rústicos a que aludem os documentos juntos sob os ns 2 a 42, SENDO, os inscritos na matriz predial da Freguesia de sob os Artigos 1, 368, 371, 432, 483, 494, 504, 715, 1075, 1426, 1542, 1554, 1572, 1611, 1631, 1995, 2078, 2385, 2467, 2645, 2748, 2794, 2816, 2825, 3173, 3233, 3293, 3389, 3564, 3569, 3608, 3614, 3627, 3640, 3686, 3755, 3777, 3813, 3881 e 391 Nos termos e para os efeitos do disposto nos arts 3, n 1, als., e e 8-B, n 3, al., do CR Predial, requer-se o registo oficioso da ação.