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1 Analisando o nosso caso concreto, se a venda foi realizada por "transferência para a compradora do encargo do pagamento da citada dívida, e pelo preço de cento e vinte e oito e cem euros, que o vendedor recebeu com a dedução do montante da mesma dívida, ou seja, recebeu apenas vinte e um euros e setenta e dois cêntimos”, e se todas as prestações, sejam anteriores, sejam posteriores, à assinatura da escritura, em 17 de fevereiro de 2010, foram suportadas unicamente pelo Apelante, conforme consta da própria sentença, ao referir que "Tudo ponderado, designadamente o facto de o salário da A. não chegar claramente para ela viver e pagar as mensalidades da prestação, que em Setembro de 2019 era de € 523,15, que os suprimentos claramente teriam que pagar o trabalho "não declarado” do réu na sociedade e que não fazia sentido ela entregar-lhe dinheiro para ele pagar uma responsabilidade sua, ao que acresce o facto de o seguro da "proteção da casa” também ser debitado da conta do réu, como resulta de fls.