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Antes de nos pronunciarmos sobre as questões supra referidas importa ter presente qual a factualidade que foi dada como provada no tribunal "a quo” e que, de imediato, passamos a transcrever:  Em 25/07/2008 o ora Oponente constitui-se fiador de e, no âmbito do acordo celebrado com o Exequente da entrega do montante de € 4000,00, tendo e declarado constituir hipoteca sobre o prédio urbano destinado a habitação sito na Estrada Nacional, lote, em Vidigueira, descrito na Conservatória do Registo Predial de Vidigueira com o número, da freguesia de Vidigueira, inscrito na respectiva matriz predial sob o artigo, da referida freguesia, ao qual atribuíram o valor de € 14000,0  	 No âmbito dos autos principais, o Agente de Execução em 17/10/2016, procedeu à penhora do referido prédio urbano, tendo-lhe atribuído o valor de € 2220,00, atenta a indicação efectuada pelo Exequente no requerimento executivo.