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do CPC; B- Não se tendo efetuado julgamento para produção de prova, fica por provar o que o Autor alegou na sua petição, ou seja, que contratou os serviços do Réu Francisco Pessoa Leitão na específica data de 25 de março de 2010, para que o mesmo intentasse ação administrativa especial de impugnação, com fundamento em anulabilidade, da deliberação de 03/03/2010, notificada ao autor em 24/03/2010, do júri de seleção do concurso de admissão ao curso de formação militar complementar de oficiais, bem como do despacho de concordância com esta deliberação; - Essa ação deveria ter sido intentada, no máximo, no prazo de três meses após notificação ao Autor dos atos acima indicados, em 24/03/2010, mas apenas em 6 de setembro de 2012 é que o primeiro Réu intentou, em nome do Autor, ação administrativa contra a Marinha de Guerra Portuguesa; - Não tendo sido instaurada ação administrativa especial de anulação de atos administrativos, mas uma ação administrativa comum, para reconhecimento de direito e de qualidade, nos termos do art.