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pelo artigo 256 do P., sem mais, e depois na sentença ou acórdão sem nada o fazer prever se escolhesse, agora à la carte, e de forma precisa, qual o crime concretamente cometido pelo arguido quer quanto aos elementos objectivos só, ou a estes e à pena abstractamente aplicável, já para não repetir, que o caso dos autos, em que a pedra de toque na diferenciação do tipo legal para além da evidente morte de uma se centra nos elementos subjectivos tipo de negligência) dos dois tipos de crime insertos no art 137 do P., no n 1 e n  E tanto assim é a situação anómala espelhada nestes autos, que por via do recurso interposto pelo Ministério Público, vem este agora pretender que o arguido seja condenado pela pratica do crime previsto e punido pelo artigo 137 n 2 do Código Penal, por entender que este agiu com negligência grosseira, talvez por ter sido essa a sua intenção inicial, mas não concretizada na acusação, nem sequer na fase do julgamento onde poderia até ter feito antes ou durante um requerimento com o conteúdo tido por ele por conveniente e adequado vide aqui ler com atenção o n 1 do art 358 do P.P.).