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Indeferimento que o tribunal a quo, a título principal e determinante, fundamentou nas declarações prestadas pela educadora da menor T. no dia 02/09/2020 no âmbito do incidente de resolução de diferendo quanto ao estabelecimento escolar a frequentar pela menos, que constitui apenso , do qual retirou «que a criança teria estado mais instável logo após a sua audição no Tribunal aquando do regresso à escola nos meses de Junho/Julho, tendo dificuldades em alimentar-se e tendendo a vomitar a comida que ingeria nas refeições escolares», para com base nelas concluir que a mesma a perícia) «poderia pôr em causa a estabilidade emocional da criança e voltar a ter reacções físicas como aquelas aludidas pela sua educadora» e complementarmente, por um lado, pela referência a que a mesma «não é de todo indispensável face à multiplicidade de informações recolhidas nos autos» e, por outro lado, que «atrasaria significativamente o julgamento nos presentes autos, aumentando a indefinição quanto à regulação definitiva do exercício das responsabilidades parentais e possibilitando a manutenção ou agravamento do conflito parental».