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do CPTA, aquele, sob a epígrafe, Ónus de alegação das partes e poderes de cognição do tribunal, determina que «1 - Às partes cabe alegar os factos essenciais que constituem a causa de pedir e aqueles em que se baseiam as exceções invocadas.» e que «2 - Além dos factos articulados pelas partes, são ainda considerados pelo juiz:Os factos instrumentais que resultem da instrução da causa; Os factos que sejam complemento ou concretização dos que as partes hajam alegado e resultem da instrução da causa, desde que sobre eles tenham tido a possibilidade de se pronunciar.» - poderia ter admitido o requerimento inicial e, conhecer da causa tendo em conta os factos instrumentais ou complementares que da instrução da mesma resultassem provados, dado que a decisão recorrida também expressa que desconhece, no momento actual, as repercussões que a instalação e utilização, pelos consumidores, do espaço em questão nos autos, irão ter na população representada pela Requerente, desconhecimento que pode ser colmatado com o exercício do direito à prova por parte do Requerente, ora Recorrente.