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Para o efeito, alegou, em síntese útil, que: a A. dirigiu-se no dia 10/04/2012 ao Balcão da Ré, Funchal-Sé; nessa ocasião, a A. deu ordem de movimentação do valor de € 6000,00, a mobilizar da Conta à Ordem com o n 040-1014748-3, por si co-titulada; ordem que, acto contínuo, foi revogada pela A. e substituída por outra, no montante de € 30000,00; a A., revelando nervosismo e perturbação, pretendia levantar esse valor em espécie; nenhum Balcão da Ré tem disponível, em cofre, por razões de segurança, o montante requerido em espécie pela A.; face à nova ordem de valores em causa, à quase imediata revogação da ordem inicialmente dada pela A. substituída por outra de valor muito, assim demonstrando um comportamento incoerente, além de que, a movimentação de tal montante implicaria a mobilização antecipada de um Depósito a Prazo com o n 325-1001216-0) co-titulado pela A. e por , foi a A. reconduzida ao Balcão da Ré, sito em Funchal-Anadia Balcão Gestor ou Titular das contas em apreço); neste balcão, foi acordado com a A., que o co-titular das contas, o Sr. , fosse chamado àquele Balcão, uma vez que, dias antes dia 30/03/2012), estivera o mesmo naquele Balcão para, face à sua iminente maturidade, negociar a rendibilidade oferecida pela Ré naquele produto financeiro, que ocorreria no dia 22/04/2012; a A., enquanto aguardava pelo co-titular, como expressamente acordado, movimentou, livremente, outros valores disponíveis à ordem, designadamente o valor de € 1880,00 por debito na conta à ordem n 325-1000001-8), tendo sido emitido cheque bancário por volta das 10:00h, com o número 99497513; a A. começou a demonstrar inquietação e ansiedade pelo facto de o Sr.  o ainda não ter comparecido no Balcão, como entre todos acordado, após o que, face à demora, por volta das 13:40h, a A. abandonou o Balcão; sucede que, em paralelo, o Sr. , sem aviso prévio e na posse do conhecimento de que a A. o aguardava no Balcão da Ré, em Funchal-Anadia, como com ela mesmo acordado, procedeu à transferência da quantia global de € 560000, como por si expressamente reconhecido no âmbito da acção com o n 3376/19T8FNC, que correu termos no Juízo Central Cível do Funchal - Juiz 2; e, naquela acção, o Sr.  declarou, em sede de contestação que ") no dia 18 de Maio de 2013 o R. entregou-lhe 26000,00 duzentos e sessenta, correspondente a cerca de metade dos valores que se encontravam depositados nas contas comuns dos casal.”, o que retira fundamento à pretensão da A. nesta acção.