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Ao remeter a recorrente e recorrido para os meios civis a sentença recorrida incorreu na nulidade do art 379/2 do CPP, por violação do art 82/3 do CPP, devendo a mesma ser suprida, conhecendo-se do pedido   Ao não elencar como provados ou não provados os factos alegados nos arts 5, 11, 12, 17, 18, 19, 20, 21, 23, 24, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40,41, 42, 45, 46, 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54, 55 a 70, inclusive, 79, 80, 81, 83, 84 e 85 da contestação da recorrente, que aqui, por economia, se dão por reproduzidos, violando o art 374/2 do CPP, a sentença incorreu na nulidade prevista no art 379/1, alínea do CPP, devendo a mesma ser suprida, elencando-se aqueles factos e como provados, face depois ao a seguir alegado. . Ao remeter a recorrente e recorrido para os meios civis e ao não elencar, como provados e não provados, os factos da contestação da recorrente acima indicados, a sentença recorrida interpretou e aplicou os arts 82/3 e 374/2 do CPP em violação dos princípios do acesso à justiça e da tutela jurisdicional efectiva, previstos no art 20 da Constituição da República Portuguesa, no que aquela sua interpretação e aplicação se mostra ferida de inconstitucionalidade e, como tal, de nulidade, devendo a mesma ser suprida nos termos antes já pedidos. . Por não elencar factos que integrem qualquer ilícito criminal e não alegar as normas estradais violadas pelo arguido a acusação pública violou o art 283/3, alíneas e do CPP, mostrando-se, como tal, nula, como, oportunamente denunciado pela recorrente e aqui deverá ser reconhecido. . Por não condenar o arguido com base em factos concretos – os únicos são os dos ns 4, 5, 6 e 12 da sentença e apontam para a culpa exclusiva do demandante – mas apenas com base em meras conclusões – as descritas sob os ns 10 e 11 da sentença - o tribunal recorrido incorreu na nulidade prevista nos arts 374/2 e 379/1 do CPP, devendo, como tal, a sua decisão ser revogada e substituída por outra que absolva o arguido e a recorrente dos pedidos. . Os factos dos arts 5, 11, 12, 17, 18, 19, 20, 21, 23, 24, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 41, 42, 45, 46, 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54, 55 a 70, inclusive, 79, 80, 81, 83, 84 e 85 da contestação da recorrente, que aqui, por economia, se dão por reproduzidos, foram provados pelos seguintes meios de prova: a- inspecção ao local, em sede da audiência de julgamento de 202018; b- auto de participação de acidente de viação, feito pela GNR, no inquérito; - auto de exame directo ao local feito pela GNR em 102012, no inquérito; - relatório fotográfico feito pela GNR na data do acidente, no inquérito; e- fotografias do local juntas aos autos, no inquérito e com a contestação da recorrente; f- depoimento em 002018 da testemunha S., da GNR, autor do auto de exame directo e das fotografias supra, que, em tudo, confirmou; depoimento em 002018 da testemunha , da GNR, autor do auto de participação supra, que, em tudo, confirmou ambos os depoimentos testemunhais, que confirmaram expressamente os factos supra, gravados no sistema de gravação do tribunal, conforme actas das audiências indicadas, que aqui se dão por reproduzidas, a saber, respectivamente, ao minuto 0-23:42 e ao 00:06:10, sendo todos ao factos sucessivamente confirmados ao longo de todos aqueles depoimentos/gravações), todos os documentos supra não impugnados por nenhuma das partes, confirmados, em audiência, pelos seus autores e, como tal, com força probatória plena.