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Além do elenco referido feito por súmula importa ter presente os factos alegados que alicerçam o pedido reconvencional, bem como o pedido de suspensão: –A ré sob o tema "Da suspensão da presente instância”, alega que a relação contratual entre as partes se iniciou em 1998 e perdurou até à data em que foi interrompido o sinal, em novembro de 2018; –Alega ainda a ré que «) em função da imposição pela A de condições contratuais abusivas e, consequentemente, ilegais » foram apresentadas queixas na Autoridade da Concorrência, invocando o abuso de posição dominante pela A no quadro das condições contratuais que esta entidade impôs e na sequência da pronúncia da Autoridade da Concorrência, a B propôs, em 16 de junho de 2015, contra a A uma ação declarativa de condenação para pagamento de indemnização em resultado da violação, por esta última, de regras legais protetoras da concorrência; –A ação proposta pela B contra a A corre termos no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, Juízo Central Cível de Lisboa – Juiz 3, sob o número de processo 16725/13T8LSB , e nesta pretende-se o ressarcimento dos danos sofridos pela B em consequência da referida atuação da A, que alegadamente consubstanciou práticas lesivas da concorrência; –No Processo n. 16725/13T8LSB, a B pede a condenação da A a pagar-lhe uma indemnização no valor de € 144721,00, a título de danos sofridos e acrescida de juros de mora, todos os montantes que esta ainda tenha que pagar à A por força do contrato de distribuição de canais de televisão que, à data, estava em vigor entre as partes, em consequência da imposição de condições remuneratórias ilegais, e, por fim, uma indemnização por lucros cessantes a liquidar ulteriormente.