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A quarta e última questão consistia em saber se, mesmo tendo em atenção a eventual inexistência da arguida nulidade processual, e considerando a matéria de facto dada como assente na verberada sentença deve considerar-se que o despedimento assentou em factos que não constam da nota de culpa e consequentemente não podem ser levados em conta para efeitos de despedimento, tal como decorre dos disposto nos artigos 353, 357, 382 e 387 todos do CT/2009 51 Que foi a seguinte: A terceira questão a dirimir consistia em saber se mesmo no caso da improcedência da arguida nulidade e manutenção da matéria de facto dada como assente a causa não devia, ainda assim, proceder – declarando-se a ilicitude do despedimento – por falta da junção do processo disciplinar em termos integrais.