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B. Os Réus, são proprietários do imóvel sito na Avenida , n. , em Vendas Novas, correspondente ao lote n. , do referido loteamento, contíguo, portanto ao do recorrente e o recorrido marido com o aval da recorrida, deu entrada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja de Providência Cautelar para suspensão da eficácia de acto administrativo já executado, que correu os seus termos com o número de Processo 110/0OBEBJA, pedindo a suspensão da decisão da Câmara Municipal de Vendas Novas que autorizou a construção do imóvel do recorrente, providência esta a que se seguiu uma acção especial para impugnação de acto administrativo, contra o Município de Vendas Novas que correu os seus termos no Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja com o número de processo 59/07BEBJA, pugnando pela declaração de nulidade, por carência de forma legal e por violação dos instrumentos de ordenamento do território, do acto administrativo que autorizou a construção da moradia do Autor, fundamentando a sua pretensão no facto de discordar que a mesma beneficiasse de regras diferentes daquelas que ele, teve que respeitar aquando da edificação da sua casa, há mais de vinte anos, nomeadamente quanto ao aproveitamento da cave, número de pisos e estética.