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Alegam os AA., aqui recorrentes, que na primitiva acção que correu termos no Juízo de Competência Genérica da Póvoa de Lanhoso, com o n. 400/02TBPVL, este Tribunal da Relação, no seu acórdão de 11/07/2013, decidiu: "- manter como provado que a Ré, de forma não autorizada, efetuou as transferências ali elencadas para outras contas bancárias que não as tituladas pelo autor; - considerar que devem dar-se como provados os movimentos documentados nos autos - defender que é ao Réu que compete provar que tais movimentos foram autorizados pelos titulares ou por um deles, dada a natureza da conta em causa; - estranhar que uma instituição bancária como o Réu, tenha aceite que, inúmeras transferências e movimentos na conta do Autor e da Interveniente, não tenham um suporte documental, com assinatura dos titulares da conta; - considerar que, para além do documento já assinado, que não se provou, nem ser da autoria do Autor, nem suportar os movimentos em causa nos autos, nenhuma outra prova documental foi junta aos autos; - e concluir que mesmo a verificarem-se transferências para a conta de sociedade de que, eventualmente, serão sócios o Autor e a interveniente, não está demonstrado que existisse qualquer autorização escrita que suporte os ditos movimentos, ao contrário do que é prática na banca, e, segundo a testemunha, também na agência da Ré da Póvoa de Lanhoso, sendo certo que a sociedade não se confunde com os seus eventuais sócios.” Mais alegam que, para além disso, este Tribunal Superior decidiu ainda manter a resposta de "Provado” dada aos seguintes factos constantes da alínea da Base Instrutória: "- Em 30/09/2003, foi debitada na conta do autor e por este paga a importância de €190,48, pela devolução do efeito n. .........8, com vencimento naquela data, referente a uma letra aceite por , Lda.