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Argumentou a arguida, num recurso com graves deficiências designadamente, como nota o Ministério Público, mas não só, por ausência de indicação nas conclusões das normas jurídicas que "tem estado a aguardar que lhe fosse comunicado o início do trabalho a favor da comunidade e que, o atraso no cumprimento das horas de trabalho não são da sua responsabilidade”, que "não pode ser prejudicada pelo facto de, na altura em que praticou o crime de condução de habilitação legal, o que ocorreu em 102017, ou seja, um ano após o trânsito em julgado da condenação proferida nos presentes autos que ocorreu em 202016), ainda não lhe ter sido definido o plano”, que se encontra a cumprir pena em regime de permanência de habitação no âmbito do processo n. ---/10GCSTB), o que impossibilita o cumprimento de trabalho a favor da comunidade”, que "lhe deve deve ser feito o cúmulo jurídico das referidas penas”.