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Sem prescindir  5- Pelas razões aduzidas no ponto das alegações do presente recurso, que aqui se dão por integralmente reproduzidas, é manifesto que a sentença ora recorrida, ao determinar que o Recorrente ‘contribuirá a título de alimentos com a quantia mensal de 100,00 euros para cada filho num total de 200’ e que, em conjunto com a Recorrida "suportarão, na proporção de metade, as despesas escolares, as despesas médicas e medicamentosas, desde que comprovadas por documento com o NIF dos filhos’, ignorou a falta de capacidade económica e financeira do Recorrente para pagar a, não teve em conta nem verificou se o Recorrente tinha condições para pagar aquela quantia, viola, dessa forma, o princípio da proporcionalidade entre as necessidades do alimentado – da  e do E – e as possibilidades do alimentante – o Recorrente – que deve e tem de presidir à fixação do valor mensal com que este deve contribuir a título de alimentos, pelo que a sentença ora recorrida viola o disposto no art 2004, do Código Civil, violação essa que também constitui fundamento bastante para o presente recurso – art 639, n 2, al., do Código do Processo Civil.