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Sob o n. 7 dos factos não provados não se deu por demonstrado, contrariamente ao que havia sido alegado pela A., que "ficando os consumidores e clientes da ora A. com a ideia, injusta falsa, sublinhe-se, que a ora A. não utiliza processos rigorosos de classificação dos azeites por si produzidos e que coloca no mercado, sob a designação de azeite virgem extra, azeite virgem.”  Está aqui a falar-se do impacto do estudo publicado pela R. na sua revista ")”, em que se dá conta de que as amostras do azeite da marca analisadas haviam obtido a classificação "azeite virgem”, quando estavam a ser comercializadas pela A. com a classificação "azeite virgem extra”.