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retinha e mantinha em seu poder, com as respetivas chaves, essa fração, e à data de 20 de julho de 2012 da sua reclamação de créditos, ainda, a retinha e mantinha em seu poder, pois dela não tinha feito entrega à Administradora da Insolvência, e cujas chaves, ainda, tinha em seu poder no dia 17 de setembro 2012, até que chaves e fração fez entrega à Administradora da Insolvência na sequência da apreensão do respetivo auto de 30 de julho de 2012, referido na alínea», fundamentando-se nas razões que constam do corpo do seu recurso, em síntese:  - O Banco .., SA, foi o único credor que, por requerimento de folhas 101 a 109, impugnou este crédito de 12610,05€ e a sua natureza garantida pelo direito de retenção, constantes dessa lista, alegando, nomeadamente que o empreiteiro não goza de direito de retenção por falta de pagamento do preço por parte do dono da obra., mas esta alegação "não contém nenhum facto concreto de impugnação àqueles factos, alegados pela .., Lda.” e, por isso, não "cumpriu o ónus, que sobre si impendia, imposto pelos n.s 1 e 2 do artigo 574 do Código de Processo Civil, o que conduz, desde logo, a que se tenha de julgar provados os factos daqueles artigos , 1, 1 e 1 daquela reclamação”.