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1 Destarte, a prova produzida e valorada pelo Tribunal, mostra-se viciada por pareceres técnicos externos, promovidos por entidades com interesse pessoal e direto na presente demanda, assim como pela opinião de técnicos não ajuramentados; 1 Funda ainda a sua discordância na ignorância a que foram votados os documentos juntos pela  Ré em 12/12/2016, onde se constata que a A. procedeu a escavações não apenas até ao limite da expropriação, mas também no interior dos limites do prédio da  Ré, situação que  equacionou como hipotética; 2 Funda ainda a sua discordância na desconsideração dos registos da quantidade de terras que foram retiradas da variante, incomensuravelmente superior à quantidade de terra utilizada no aterro apenas, muito menos significativa do que a quantidade de terra do talude da Variante 1000m3), em conjugação com o documento n. 1 junto com a Petição Inicial, de onde resulta que o terreno da  Ré tinha "pendentes com alguma inclinação e um perfil pouco irregular com cota ligeiramente abaixo dos acessos confinantes”, perfeitamente reveladoras de que ocorreu um aterro diminuto, incompatível com a quantidade de terras que deslizaram sobre a Variante 800 camiões); 2 Funda ainda a sua discordância na desconsideração dos registos fotográficos do anexo 2 do documento n. 2 junto com a Petição Inicial, que desmontam a tese de que só a crista do talude da Variante foi danificada; 2 E na ignorância das consequências do facto julgado provado em 18, de onde emerge que a A. já desde 2006 tinha perfeito conhecimento das novas condicionantes existentes no prédio da  Ré, nunca tendo considerado necessária a construção de um muro de suporte de terras do talude da Variante como o que agora/depois construiu; 2 Funda ainda a sua discordância na errada interpretação do depoimento de , que quanto ao estado do talude da Variante é perfeitamente compaginável com as fotos n.os 1 e 2 do relatório fotográfico do anexo 2 do documento n. 2 junto com a PI totalmente invadido pela vegetação e árvores), e quanto à descrição do evento afirmou, em moldes que não levantam quaisquer dúvidas, que "já víamos a via rápida cheia de terra e cá em cima a terra ainda não tinha caído”; 2 A prova produzida, expurgada das contaminações de técnicos não ajuramentados e interessados, que basearam as suas apreciações em premissas falsas como seja a existência de uma linha de água no local e "amostras”, aponta no sentido de que a rutura ocorreu primeiro no talude da Variante e só depois no talude do aterro do prédio a  Ré, só assim se compreendendo a localização do veículo automóvel da foto n. 6 do relatório fotográfico do anexo 2 do documento n. 2 junto com a PI, que estando estacionado no prédio da  Ré aquando da ocorrência do deslizamento, não foi arrastado para a Variante, tendo ficado muito próximo das habitações; 2 Finalmente, funda ainda a sua discordância na total ausência de prova quanto ao ponto 80 da fundamentação de facto e à manifesta falência do argumento ou presunção de que os estagiários não remunerados não têm qualquer intervenção ou colaboração nos documentos e projetos que assinam; 2 Face à prova produzida, não é possível determinar, com a necessária segurança, se o deslizamento ocorreu por rutura do talude da Variante escavado e construído pela A. aquando da sua construção) ou se por rutura do aterro do prédio da  Ré; 2 Aliás, se os taludes realizados pela A., aquando da construção da variante, tinham segurança, qual a razão da realização de uma obra hercúlea como a que se verifica nas figuras 8 e 9 do relatório do LNEC?