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Sustenta a apelante que, com a homologação do plano pelo tribunal a quo, "não existe qualquer efetiva motivação ou explicação para as condições apresentadas quando existem três imóveis um prédio misto e dois rústicos) que podem liquidar a totalidade das dívidas num valor muito superior ao do plano, isto é, com o património dos Devedores é possível recuperar o capital, juros moratórios vencidos e vincendos e demais despesas, tudo num menor espaço temporal e não em 14 anos” e que "não existe um verdadeiro acordo de pagamento, na medida em que as condições propostas configuram simples libertação das obrigações dos Devedores contra o pagamento de apenas uma parte muito diminuta da dívida – apenas capital sem qualquer pagamento de juros moratórios vencidos vincendos e – além de ser diluída no tempo”, mas, salvo o devido respeito por entendimento contrário, sem arrimo jurídico.