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69 do CPC que em seguida se transcreve, assinalando-se a negrito os fundamentos invocados pelo autor:  "A decisão transitada em julgado só pode ser objeto de revisão quando:  a) Outra sentença transitada em julgado tenha dado como provado que a decisão resulta de crime praticado pelo juiz no exercício das suas funções;  b) Se verifique a falsidade de documento ou ato judicial, de depoimento ou das declarações de peritos ou árbitros, que possam, em qualquer dos casos, ter determinado a decisão a rever, não tendo a matéria sido objeto de discussão no processo em que foi proferida;  ) Se apresente documento de que a parte não tivesse conhecimento, ou de que não tivesse podido fazer uso, no processo em que foi proferida a decisão a rever e que, por si só, seja suficiente para modificar a decisão em sentido mais favorável à parte vencida;  ) Se verifique nulidade ou anulabilidade de confissão, desistência ou transação em que a decisão se fundou;  e) Tendo corrido a ação e a execução à revelia, por falta absoluta de intervenção do réu, se mostre que faltou a citação ou que é nula a citação feita;  f) Seja inconciliável com decisão definitiva de uma instância internacional de recurso vinculativa para o Estado Português;  g) O litígio assente sobre ato simulado das partes e o tribunal não tenha feito uso do poder que lhe confere o artigo 61, por se não ter apercebido da fraude.”  Sobre as alíneas e deste preceito, pronuncia-se Amâncio Ferreira Manual dos Recursos em Processo Civil,  ed., Almedina, Coimbra, 2009, págs.