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Já na decisão arbitral fundamento, depois de, no fundo, se acompanhar a posição assumida pela decisão arbitral recorrida quando se conclui que "Não se pode, assim, acompanhar a Entidade Requerida quando afirma não ser aplicável a isenção de imposto prevista no artigo 1, n1, alínea, do CIVA pelo facto do respectivo valor não ter sido incluído no valor tributável da importação dos bens”, avança-se para o conhecimento de uma outra matéria, que, essa sim, vai acabar por ser decisiva no não acolhimento da pretensão da aqui Recorrida quando se refere que: ") Resposta diferente merece, no entanto, o entendimento por esta Entidade sufragado quanto à não aplicação da isenção aos serviços prestados após o desalfandegamento.