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2 Recentrando-nos, agora, na questão a decidir na presente revista, verificamos que, desde a Lei 2127, isto é, desde 1965, até ao presente em 55 anos, repete-se) nunca verdadeiramente se colocou como questão problemática, ou duvidosa, a que agora aqui vem colocada, uma vez que sempre foi assumido, quer na doutrina quer na jurisprudência, que a prestação devida por incapacidade permanente – uma, e não duas - seria calculada com base na alínea da incapacidade permanente consistente na sequela mais grave IPA; ou IPATH; ou: concretamente, nos casos como o dos autos, a prestação seria a prevista pela alínea da IPATH, ainda que confluindo no seu cálculo o grau da IPP atribuída.