Legal Document Excerpt:

Não se consegue, por um lado um mínimo de colaboração por parte da progenitora, a qual está absolutamente convencida de que ela é que é a única que deve decidir, entendendo que toda a demais família e o Tribunal prejudicam a menor, não mostrando de facto, e na prática, qualquer abertura para colaborar na execução dos regimes, mesmo após ter sido alertada das consequências da sua actuação e por várias vezes, quer em sanções pecuniárias, quer no eventual cometimento do crime de subtracção de menores, previsto para o reiterado incumprimento do regime de regulação, e é sobretudo para isso que o mesmo foi previsto, sendo que a progenitora não aceita igualmente as determinações do Tribunal, e pretende , não se percebe se pressionar, ou que fins pretende, com a sua atuação expor a menor e a situação de conflito dos pais , já de si penosa para todos , na praça pública para conhecimento de todos, nomeadamente de colegas da menor, pais e familiares dos colegas da menor , membros da comunidade escolar e dos locais onde a menor se insere, como o ATL ou parque de campismo, não preservando a menor do conflito, antes pelo contrário, exponenciado a exposição da mesma ao conflito, tornando-o público, e à vista de todos, sem que se perceba quais os benefícios que tal actuação poderá trazer para a menor, e ainda para a melhoria das relações familiares da menor com a demais família.