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Precisa-se, a propósito, que tendo os 1 e 2 Réus João  e Maria tentado afirmar que isso correspondia à sua vontade, tendo delas prescindido, não conseguiram convencer o Tribunal a quo, e ad desse facto: não seria normal que, correspondendo essa vontade à realidade, não o tivessem singelamente declarado nas escrituras em causa; e dificilmente se compreende que, em contexto de relevantíssimas dificuldades económicas pelas execuções de que já então eram alvo, e dos elevados montantes nelas, ainda se dessem ao luxo de prescindirem de quantias que lhes eram devidas, pela partilha e permuta dos seus remanescentes bens e direitos.  . do terem-se mantido os 1 e 2 Réus João  e Maria como beneficiários de todos os prédios alegadamente transferidos para a 3 Ré Maria - isto é, foram eles quem se continuou a comportar como seus donos e proprietários, pagando os encargos por eles exigidos e os impostos por eles devidos, inclusivamente os identificando e mostrando ao perito nomeado nos autos para os avaliar.