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A LITIGÂNCIA DE MÁ FÉ  Alega ainda a recorrente a decisão vertida no aresto sobre o tema em causa, em que a condenou como litigante de má fé foi assim sustentada: "Ora, ao alegar que o árbitro nomeado era recorrentemente nomeado como árbitro pela sociedade de advogados de que fazem parte os mandatários da Vilamoura Lusotur, SA ora, fundando tal alegação em rumores e no que alegadamente um dos seus administradores ouviu falar a "outros advogados”, de forma genérica, não tendo tido a requerente o cuidado de, previamente, averiguar acerca da veracidade de tais factos – vindo-se, antes a provas o contrário -, agiu de forma claramente temerária, ao invocar factualidade, com clara relevância, sem previamente se ter assegurado da sua veracidade, o que lhe era manifestamente exigível.”.