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Transcrevem-se os sumários de alguns acórdãos relevantes: 	- Acórdão da Relação do Porto de 23/5/2016, P. 297/13TTGDM.E1:  	«Tendo a sinistrada recorrido a tratamentos e atos clínicos efetuados por entidades externas à seguradora, e mostrando-se esses atos adequados à recuperação clínica da sinistrada, não estando demonstrado que se em vez de ter sido assistida pelos médicos e serviços clínicos que a sinistrada escolheu tivessem sido os serviços clínicos da seguradora a assisti-la aquela não teria padecido das incapacidades temporárias que sofreu, ou ficado com a incapacidade permanente com que ficou, tem a mesmo direito a ser reembolsada das despesas com internamento, cirurgia e tratamentos, mas tendo como limite os preços que a seguradora suportaria por tais serviços, se fossem por si assegurados e /ou contratados.» 	- Acórdão da Relação de Lisboa de 11/04/2018, P.18911/17T8SNT.L14 	«Apesar de a Autora, após a data da alta, ter efetuado tratamentos de fisioterapia sem que os tivesse solicitado à Seguradora, ou sem que lhe tivesse dado a conhecer que necessitava dos mesmos, mas estando assente que aqueles tratamentos trazem melhorias e alívio na dor à Autora, deverá a Seguradora reembolsá-la mas apenas nas quantias que a própria Seguradora despenderia caso os tivesse contratado.» 	- Acórdão da Relação de Coimbra de 27/09/2012, P.249/08TTAGD.C25 	«Tendo o sinistrado recusado a assistência médica da seguradora e optado pelo recurso a atos clínicos efetuados por entidades não indicadas pela mesma seguradora, e mostrando-se esses atos adequados à recuperação clínica do sinistrado, não estando demonstrado que se em vez de ter sido assistido pelos médicos e serviços clínicos que o sinistrado escolheu tivessem sido os serviços clínicos da seguradora a assisti-lo aquele não teria padecido das incapacidades temporárias que sofreu, ou ficado com a incapacidade permanente com que ficou, tem o mesmo direito a ser reembolsado das despesas com internamento, operações, consultas, tratamentos e deslocações, mas tendo como limite os preços que a seguradora suportaria por tais serviços, se fossem por si assegurados e /ou contratados.» 	Extrai-se de todas estas decisões um ponto em comum, o direito ao reembolso assenta na prova de que os atos clínicos e os tratamentos contratados pelo sinistrado, foram adequados ao restabelecimento do seu estado de saúde e à recuperação para a vida ativa.