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Concretizando, refere a Recorrente que a sentença "padece de erro de julgamento no que toca à apreciação e valoração dos factos relevantes para a boa decisão da causa e à aplicação das concomitantes normas legais”, por dar como não provados os factos constantes dos pontos 1 a 5 do item factos não provados; por dar relevância excessiva ao facto dado como provado na alínea do probatório; e por concluir, a final "no sentido de que nenhum indício existe no Relatório de Inspecção Tributária que afaste a boa-fé da Impugnante, enquanto operador económico/sujeito passivo, quer no plano subjectivo quer no plano objectivo, porquanto do mesmo não é possível concluir que a Impugnante conhecia a existência do esquema fraudulento nem que não podia deixar de o conhecer.” cf.