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Acórdão proferido no Supremo Tribunal Administrativo, com sede em Lisboa; A, S.A., com os sinais dos autos, recorre da sentença proferida, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra, em 13 de novembro de 2017, que julgou improcedente impugnação judicial, apresentada contra o indeferimento tácito de reclamação graciosa, visando atos de liquidação, da autoria da Câmara Municipal de Cascais, de taxa de publicidade, referentes ao ano de 201 A recorrente formalizou alegação, terminada com o seguinte quadro conclusivo: « a) Conforme resulta da matéria de facto dada como assente, o que está em causa é a aplicação de uma taxa sobre o que foi classificado como "monólito e friso”, contendo a marca e logótipo da aqui recorrente, implantados em terrenos privados, nos quais funcionam postos de abastecimento de combustíveis, sitos no concelho de Cascais.