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Alega, em suma, que:  - Em fevereiro de 2017, foi convocado para a realização da Assembleia-Geral Ordinária de Condóminos, a realizar no dia 12017; - Quando teve conhecimento do teor da ata da Assembleia-Geral, verificou que existem várias irregularidades; - Na respetiva ata não está justificada a legitimidade das pessoas que intervieram como titulares das frações, não se sabendo quem representava, o que representava, se podia ou não votar e o valor do voto; - A única informação que é possível retirar é a descrição dos nomes dos condóminos que consta da primeira página e uma assinatura no nome de quem supostamente esteve presente; - No início da constituição da Assembleia- Geral, é declarado que estavam presentes 475 de permilagem, mas não indica os nomes dos proprietários presentes; - O Réu JF, que exerceu a função de Presidente da mesa, assinou na qualidade de proprietário da sua fração 2, mas também no nome do 2 A Réu; - Também se constata que a mesma pessoa assinou no 2 A Ré; - Assinou também na qualidade de proprietário do 2 B Réu; - Não consta da ata qualquer referência a condóminos que estivessem representados, pelo que fica o Autor sem saber quem efetivamente se encontrava na Assembleia-Geral, quem tinha poderes de representação e qual o conteúdo dos eventuais poderes de representação; - Não tendo sido feita referência a representação por procuração, presume-se que as mesmas não existem pois é feita referência à sua existência, e não vieram juntamente com a cópia da ata remetida ao Autor; - Desta forma, não é possível apurar com o mínimo grau de certeza exigível que as deliberações tomadas na Assembleia-Geral de 12017 foram efetivamente aprovadas; - No ponto  «Análise e aprovação das contas do exercício de 2016», consta que as contas apresentadas foram aprovadas por unanimidade; - Na análise das contas do exercício de 2016, a administração levou a custos a serem suportados por todos os condóminos, incluindo o Autor, custo com advogada 1 451,40 €) e custos processos judiciais 306,00 €); - É manifestamente abusivo o facto da administração de condomínio ter levado a votação e ter sido aprovado que as despesas de honorários de advogado e de taxas de justiça sejam custos para 2016 e sejam suportadas por todos os condóminos, incluindo o Autor; - Acresce ainda, quanto ao Ponto  da Assembleia-Geral de 12017, que o Autor já comunicou e enviou prova da existência de seguro na fração que lhe pertence; - Aliás, a questão do seguro é também pertinente, pois não se percebe também que, tendo o Autor seguro válido da fracção, lhe seja imputado o custo de quota-parte de seguro do condomínio.