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As alegações foram sintetizadas nas conclusões seguintes: 1) Quando, enxertado numa concreta acção especial emergente de acidente de trabalho com a lide inicial já consumada, haja lugar ao exercício do direito à revisão de incapacidade e, isso efectuado, se mostre ter resultado para o respectivo sinistrado agravamento de incapacidade face ao primitivo grau de IPP, nos termos previstos no artigo 145, n. 6 do P.T., incumbe ao Senhor decisor competente que profira competente formal despacho, aumentado a pensão;  2) Ainda se nessa mesma e concreta acção de acidente de trabalho, antecedentemente a esse exercício da revisão de incapacidade, o sinistrado já havia recebido capital de remição por uma primitiva pensão anual, impende sobre o mesmo e competente Senhor decisor, para apurar o quantum da pensão anual que se mostre devida, por doravante pagável, que ao valor da pensão anual que resulte do agravamento de incapacidade deduza o quantum da pensão anual que antes fora remida;  3) E, se essa concreta pensão anual aumentada, por razão, obrigatória, da procedência da revisão de incapacidade, reunir os legais pressupostos que justifiquem actualização de pensão, o dito competente Senhor decisor só fará esses singulares procedimentos depois de encontrar o quantum líquido da pensão anual pagável, nos termos da operação ante aludida;  4) Tal sequenciação resulta ex lege et de iure obrigatória, no respeito aos preceitos, conjugadamente enunciados, naquele artigo 145, n. 6 do P.T., quando contextualizada nos artigos 25, n. 1 do regime de reparação aprovado pela Lei n. 100/97 e 6, ns 1 e 4 do Dec-lei n. 142/99, aplicáveis ao caso sub judice;  5) Com isso e através desse modus faciendi, só assim o que se mostrar competente Senhor decisor salvaguarda o respeito aos princípios da legalidade e conformidade exigidos pelo artigos 6, 154 n. 1 e 607, n. 3, todos do P., aplicáveis, ex , pelo regime subsidiário previsto no artigo 1 , n 2, alínea do P,T.