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Não só esta versão vai contra o senso comum dificilmente se entende, no âmbito deste tipo de relações obrigacionais, em que está em causa a prestação de cuidados relacionados com a saúde e bem estar do credor, mais a mais com coabitação, exigindo, pois, que este delegue, pelo menos em parte, no devedor, os cuidados de alguns dos seus mais pessoais e relevantes interesses, relacionados com o seu corpo, como a alimentação, higiene e medicação, com partilha de situações ligadas à privacidade, que este afirme ao prestador de serviços que já não confia nele, e que, simultaneamente, lhe mantenha a porta franqueada para continuar a habitar na sua casa e se submeta aos cuidados pessoais que aquele lhe prestará), como vai contra elementos probatórios escritos junto da data dos factos, que os contradizem.