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do STJ, de 12019 processo n. 3622/17JAPRT.PS1; relator Lopes da Mota, in www.dgsi.pt) onde se conclui:  "Estando provado que o arguido e a vítima viveram em coabitação, numa situação de comunhão de vida, durante mais de 13 anos, que, por virtude dessa relação, se prolongou uma especial relação pessoal entre os dois e que a morte da vítima resulta dessa vivência pessoal, em quebra brutal, por ciúme, de uma relação de solidariedade e entreajuda criada por aquela relação, mantida para além da cessação da coabitação, deve concluir-se que se mostra preenchida a circunstância prevista na alínea do n. 2 do artigo 13 do Código Penal.