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Síntese conclusiva:  - Não especificando a apelante a intenção de impugnar a decisão sobre a matéria de facto proferida pelo Tribunal a quo nem indicando, nas conclusões da alegação, as concretas modificações que preconiza sejam introduzidas à decisão de facto constante da sentença recorrida, também não enunciando quais os factos que pretende ver excluídos da factualidade provada e/ou não provada, nem qual a concreta matéria de facto que considera dever ser aditada à matéria provada, verifica-se o incumprimento do ónus previstos nos artigos 63, n. 1, 64, n. 1,, e, do CPC, o que impõe a rejeição do recurso, na parte respeitante à 	impugnação da decisão da matéria de facto;  - É de rejeitar a impugnação da decisão da matéria de facto, se a alusão a 	determinados meios probatórios bem como ao quadro factual alegado é efetuada de forma genérica, sem que se estabeleça a necessária ligação entre os meios 	probatórios ou as circunstâncias processuais e um determinado ou concreto resultado;  - Revestindo o laudo da Ordem dos Advogados a natureza de um parecer 	técnico sujeito à livre apreciação do Tribunal justifica-se que o Tribunal não 	atenda ao valor fixado no referido laudo quando o mesmo tomou em 	consideração e valorizou circunstâncias ou serviços que não resultaram 	comprovados pelo Tribunal;  - As despesas e os encargos inerentes à prestação de serviços do advogado 	não devem considerar-se englobados no âmbito do juízo de equidade inerente à fixação do valor dos honorários devidos pelos serviços prestados;  - Verificando-se que os elementos constantes dos autos não permitem fixar, 	desde logo, o valor da parcela atinentes às despesas correntes de escritório, de deslocação e as despesas com Correios que resultaram provadas, não devem tais despesas ser englobadas nos 	honorários fixados pelos serviços prestados, devendo condenar-se no que se vier a liquidar em incidente a deduzir nos termos do artigo 35, n. 2, do CPC, na parte atinente a tais despesas.