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Na apreciação destes elementos probatórios emerge, cristalina, a conclusão de que a matéria de facto objecto da impugnação está documentada, de forma não infirmada e por isso demonstrada com a necessária segurança para se ter por provada em juízo), pela correspondência de correio electrónico trocada pelos progenitores, mormente: - que no dia da consulta de oftalmologia do E, em 11/11/2019 três dias antes da conferência de pais realizada nos, a progenitora informou o progenitor de que o E teria necessidade de usar óculos – e assim que tem de se considerar provado assim o fez a decisão o referido no facto provado número 17 pois que a comunicação de 18/11/2019 sobre a necessidade do E usar óculos é renovação do que a esse propósito fora já, - que o progenitor, entre 11/11/2019 dia em que recebeu comunicação da progenitora dando-lhe notícia que o E teria necessidade de usar óculos, tendo também recebido cópia da e 18/11/2019 dia em que voltou a receber nova comunicação da progenitora a propósito), não manifestou perante a progenitora ter encetado qualquer iniciativa – e por isso que se pode considerar provada a parte inicial do facto provado número 18 bem como a sua parte final parte aliás não impugnada, respeitante ao envio de orçamento detalhado e fotografia do E com o modelo de óculos.