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de 15-3-12 in www.stj.pt): "O uso de presunções judiciais pela Relação não pode conduzir à admissão de factos não articulados pelas partes.”   3 De todo o modo, o raciocínio lógico-silogístico subjacente àquela presunção é totalmente contrariado e inviabilizado pelo teor de três declarações certificadas para a instrução deste recurso semelhantes ao documento em causa, igualmente dotadas de força probatória plena, que foram emitidas pelo embargado em 18-5-19, 11-12-19 e 12-2-20 e juntas pelos recorrentes pelo seu requerimento de 12-2-20 as quais não só não foram impugnadas pelo embargado mas foram até aceites por este, através do seu requerimento de 18-2-2  3 Podendo in casu o uso dessas presunções judiciais ser sindicado por este Supremo Tribunal de Justiça, como foi decidido pelo Ac.