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A Ré pretende impugnar a matéria de facto, defendendo que há factos que estão incorrectamente provados pelo menos em, devendo ser considerado provado que o testamento foi outorgado pelo pai dos AA quando teve uma janela de lucidez o que é categoricamente refutado tanto pela perícia médico legal – é inverosímil o que afirma o Dr. F. G., assim consta da perícia, acrescentando que se trata de "doença com carácter crónico e irreversível que se tem vindo a instaurar ...) ao longo dos anos”, como pelos relatórios psiquiátricos do Dr. e pelo depoimento deste, parcialmente transcrito pela Ré na alínea das suas conclusões: "a partir daquele momento leia-se é impossível que o testador tivesse momentos de lucidez”.