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Face à matéria de facto que resultou provada, dúvidas não subsistem de que o demandante sofreu danos não patrimoniais relevantes, tais como: 5 Salientando-se sobretudo os meses em que teve de permanecer imobilizado, de modo a consolidar a fractura que sofreu, o lapso temporal durante o qual careceu de assistência permanente, os tratamentos a que teve de se submeter e as dores que isso lhe causou, a sua idade à data dos factos, a tristeza que sentiu por não poder desenvolver as actividades próprias da sua idade, o ano escolar que perdeu, por falta de assiduidade, o medo vivenciado, mas especialmente a circunstância de não possuir sequelas, encontrando-se curado, recorrendo aos critérios a que já fizemos menção e aos valores fixados em situações paralelas, do que são exemplos:  Julgamos adequado fixar em €500,00 seis e quinhentos a compensação devida pelos danos não patrimoniais sofridos pelo menor, não havendo lugar a qualquer dano futuro neste particular, tal como já acima ficou exposto a propósito dos danos patrimoniais.