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Porém, na medida em que à data da sua citação em 24 de Agosto de 2006 ainda não tinha decorrido o prazo prescricional de 8 anos, aquele prazo de 5 anos a que se reporta o artigo 4, n. 3 da LGT, ou o período de 1 ano a que se reportava o artigo 4, n. 2 da LGT, entretanto revogado pela Lei n. 53-A/2006, de 29 de dezembro em nada podem aproveitar ao ora Recorrente, em termos de se estar perante a fixação de uma novo prazo de prescrição Efectivamente, como refere Jorge Lopes de Sousa, in Prescrição da Obrigação Tributária, Notas Práticas,  edição, 2010, página 119, "  a subordinação do efeito das causas interruptivas em relação aos responsáveis subsidiários não é um prazo especial de prescrição em relação ao responsável subsidiário.”, o que é de dizer, que quanto ao responsável subsidiário, para efeitos de aferição da sua obrigação, o que releva é se foi ou não ultrapassado o prazo prescricional de 8 anos, a que se reporta o artigo 4, n. 1 da LGT.