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25) A este respeito, começou a Arguida por sustentar que "no que tange aos subsídios respeitantes aos restantes onze meses do ano de 2015, relativos portanto ao subsídio de Natal desse mesmo ano e às férias que se venceram no primeiro dia de 2016, ao contrário do reclamado não cabe à entidade empregadora assegurar o correspondente pagamento, já que, tendo a trabalhadora, durante esse período, permanecido sempre impossibilitada de prestar o seu trabalho, primeiramente por se encontrar de baixa por gravidez de risco e posteriormente no gozo da licença de maternidade, é ao Instituto da Segurança Social que cabe compensar, assegurando, esse pagamento.” 26) De facto, se é certo que as situações de risco clínico durante a gravidez e a licença de maternidade não determinam a perda de quaisquer direitos e são consideradas como prestação efectiva de trabalho conforme se acha determinado nas alíneas e do n. 1 do artigo 6 do Código do e que, por outro lado, a licença por situação de risco na gravidez suspende o gozo das férias, devendo os dias remanescentes ser gozados após o seu termo cfr.