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Na verdade, o despacho proferido em 0020, limitou-se a dar sequência ao que tinha sido definido no despacho antecedente de 202020, determinando que o FAT comprovasse no prazo de 15 dias, o pagamento ao sinistrado de todas prestações em que causa, que foram discriminadas no referido despacho e que faziam parte da condenação da entidade empregadora, constante da sentença proferida 2MAR/201 Assim, não concordando o FAT, designadamente, com o pagamento das quantias relativas a título dos demais danos patrimoniais constantes da sentença de 202018, deveria ter recorrido do despacho datado de 20202 Ao não o fazer, transitou em julgado essa decisão que responsabilizou o FAT pelo pagamento ao Sinistrado da pensão anual e vitalícia da responsabilidade da entidade empregadora, no sentido de que relativamente ao valor dessa pensão o FAT não respondia pelo valor relativo ao seu agravamento, em resultado da inobservância por parte da entidade empregadora das regras de segurança no trabalho, mas responsabilizou ainda o FAT por todas as demais prestações a título de danos patrimoniais em que a entidade empregadora havia sido condenada na mesma sentença de 202018, pelas razões constantes do referido despacho de 20202 Este despacho, como se referiu, transitou em julgado, tem força obrigatória e vincula as partes, no caso o Sinistrado e o Fundo de Acidentes de Trabalho – artigo 61 do CPC.