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A nova redação do n.8 do artigo  da Portaria 10/2018, na versão conferida pela Lei n. 654/2010, de 11/08, vigente a partir de 01 de setembro, passou a prever apenas que para o caso do requerente da consulta jurídica não estar isento do pagamento da referida taxa de justiça,  a mesma é paga junto desse GCJ, revertendo o produto da taxa para o respetivo gabinete, do mesmo modo que se prevê, que caso a consulta seja prestada em escritório de advogado e a ser devido pagamento dessa taxa, a mesma é paga através da emissão de DUC a favor do IGFIJ, P..  Com bem observam os Apelados, o pagamento de uma taxa pela prestação de consulta não se confunde com o pagamento devido ao profissional forense que prestou assistência judiciária ao beneficiário da consulta jurídica e, por outro lado, ainda que assim não fosse e se considerasse que a receita proveniente da arrecadação dessa taxa se destinava ao pagamento do causídico que realizou a consulta jurídica, ficaria por resolver a questão relativa ao pagamento das consultas jurídicas gratuitas, ou seja, aquelas em que não houve lugar ao pagamento de qualquer taxa por parte do requerente de proteção jurídica, como sucede nos casos em que a segurança social considera verificada a situação de insuficiência económica do requerente e essa consulta seja realizada por profissional forense no âmbito de um gabinete de consulta jurídica e não em escritório de advogado, sendo que, no caso vertente, nenhum facto foi alegado, e por isso provado, em como se esteja perante consultas que não tenham sido gratuitas.