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Em termos sintéticos, podemos identificar na alegação dos recorrentes, os seguintes fundamentos: )	Por força do artigo 9 do CIRE, com a declaração de insolvência da subscritora da livrança E. Fortuna, por sentença de 11-06-2013, venceram-se todos os créditos nesta data, ocorrendo uma situação de incumprimento por parte de todos os obrigados subscritora da livrança e; )	A interpretação do pacto de preenchimento da livrança em branco deve atender ao conteúdo do acordo mas também ao interesse atendível do devedor, pelo que a portadora da livrança encontrava-se vinculada «imperativamente») a preencher a livrança fazendo coincidir a data do vencimento com a data do incumprimento, no caso, seria a data da declaração de insolvência 11-06-2013) ou, quanto muito, a data correspondente ao prazo máximo de três anos após o vencimento 11-06-2016), sob pena de incorrer em preenchimento abusivo nos termos do artigo 1 da LULL, daí decorrendo a prescrição do direito cambiário; )	Tendo a execução sido intentada em 27-03-2019, foi-o depois do prazo de três anos previsto no artigo 7 da LULL, encontrando-se tal direito prescrito, daí decorrendo a inexistência de título executivo artigo 72, alínea, do; )	A modificação dos créditos em sede de plano de insolvência corresponde a uma novação das obrigações que igualmente afetam os garantes/avalistas por aplicação do artigo 3 da LULL; )	O artigo 21, n. 4, do CIRE, quando não seja interpretado em consonância com o referido em é inconstitucional por violação do princípio da proporcionalidade e da segurança jurídica.