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Esta conclusão não é, minimamente abalada pela prova de que o Autor, mesmo após a cessação da união de facto, tenha continuado a suportar, para além das prestações dos créditos, o seguro de saúde da Ré e do filho comum, médicos e despesas de saúde, bem como o colégio do mesmo filho e ainda as compras de supermercado até cerca de dois anos após a separação – factos 56, 67, 68, 70 e 7  Ora, no que concerne às despesas do filho comum, mais não estamos do que perante o efectivo cumprimento da sua obrigação de alimentos, cumprindo um dever de assistência legalmente imposto, relativamente ao qual seria totalmente incongruente, no mínimo, a retirada de outras ilações, em seu desfavor.