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FACTOS NÃO PROVADOS Não se provaram quaisquer outros factos relevantes para a boa decisão da causa, designadamente que: a. entre o dia 102019, pelas 23h20 e o dia 102019, pelas 7h30, o arguido BB dirigiu-se à Travessa , em ...; b. nesse local, de forma não concretamente apurada, o arguido entrou na viatura Honda Civic, encarnada, com a matrícula 00-00-DB, de valor inferior a €5 100,00, propriedade da ofendida GG e arrancou daquele local, fazendo seu aquele veículo; o arguido BB actuou em comunhão de esforços e intentos, na prossecução de plano previamente gizado, de forma livre, voluntária e consciente, com o propósito concretizado de fazer seu o veículo Honda Civic, bem sabendo que o mesmo não lhe pertencia, bem sabendo do seu valor, contra a vontade do legítimo proprietário; dentro da viatura Toyota Hiace, entre outros objetos, encontrava-se uma bateria de gel, um telemóvel Nokia, modelo 8, DUAL SIM com o IMEI 000 e 000, a carteira e as chaves pertencentes ao ofendido EE, com um valor não concretamente apurado, mas não inferior a 102 euros; e. nas circunstâncias descritas em 1, o arguido BB retirou do interior do veículo Toyota Hiace alguns objetos, como a bateria de gel, um telemóvel Nokia, modelo 8, DUAL SIM, com o IMEI 000 e 000, a carteira e as chaves do ofendido EE, fazendo-os seus; f. o arguido BB actuou livre, voluntária e conscientemente bem sabendo que os objetos que se encontravam no interior do veículo Toyota Hiace, não lhe pertenciam, bem sabendo do seu valor, fazendo-os seus, contra a vontade do legítimo proprietário.