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51- Trata-se de um vício de raciocínio na apreciação das provas, evidenciada pela simples leitura do texto da decisão, pois as provas revelam um sentido e a decisão recorrida extrai ilação contrária, incluindo quanto à matéria de facto provada.”  O P. respondeu concluindo: Termos em que entendemos que não ocorreu qualquer erro, muito menos notório, na apreciação da prova e na valoração da prova produzida em juízo, por parte do Tribunal a quo, pois que as declarações prestadas em sede de audiência de discussão e julgamento e a prova documental analisada e junta aos autos, corroboradas e analisadas à luz das regras da experiência comum a outra conclusão não podiam levar, que não fosse os factos dados como provados do modo em que o foram, nenhuma violação dos artigos 127 e 410, n.2, todos do CPP tendo ocorrido, pelo que nenhuma censura nos merece o douto acórdão proferido.