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Por conseguinte, a recorrente não alega nem concretiza qualquer facto susceptível de poder sustentar a tese de que a execução da decisão recorrida possa causar "prejuízo considerável” à recorrente, nem sequer oferece qualquer meio de prova que permita ao Tribunal aferir dessa mesma realidade, tratando-se de um ónus que sobre si impendia e que incumpriu – razão pela qual não se verifica o pressuposto de carácter material enunciado no n. 4 do artigo 64 do CPC de que depende a eventual atribuição de efeito suspensivo ao recurso; Nas suas alegações de recurso, começa a recorrente por invocar, infundadamente, a nulidade da sentença por "manifesta falta de fundamentação de direito no que concerne à condenação da ora Recorrente, nos termos do disposto no artigo 61, n. 1, alínea do CPC”.