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Ora, resulta claro da factualidade apurada e do acima exposto, não só que a obrigação pecuniária da R. tinha prazo certo de cumprimento face à já referida regra "T+2” convencionada entre as, mas igualmente que a A. interpelou a R. e fixou‑lhe prazo suplementar com termo em 26/1/2018) para a mesma efectuar o pagamento da referida quantia de USD 23240,6 E só na medida em que a A. não impugnou a data 7/3/2018) considerada na sentença como o momento em que a R. se constitui em mora é que este tribunal de recurso está impedido de contabilizar os juros de mora a partir de 26/1/201 Pelo que carece de qualquer fundamento a afirmação da R. de que só se constitui em mora com a decisão que a condene a pagar aquele montante à A., antes devendo ser considerada a mora a partir de 7/3/2018, e assim devendo a R. juros de mora à A., calculados sobre o montante de capital acima indicado à referida taxa de 8,62%, e contados desde a data em questão e até integral pagamento.