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artigos 31 a 33 do tinha – e continua a ter – funções diferentes daquelas que estão a cargo do administrador no âmbito do processo especial de revitalização; esse administrador provisório era nomeado como medida cautelar, tinha funções de administração do património do devedor e a sua remuneração era fixada nos termos do artigo 24 da citada Lei n 32/2004 tendo em conta a extensão das tarefas que lhe eram confiadas, o volume de negócios do estabelecimento, a prática de remunerações seguida na empresa, o número de trabalhadores e a dificuldade das funções compreendidas na gestão do, sendo certo que a Portaria n 51/2005 não se reportava a tal remuneração e apenas estabelecia a remuneração do administrador da insolvência.