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805 - ser o crédito ilíquido -, tem como razão de ser a evidente dificuldade quando não de o devedor cumprir se não souber qual é a prestação, correspondendo ao princípio in illiquidis non fit mora; exceciona-se, porém, a hipótese de a não liquidação resultar de facto culposo do devedor o que acontece, não raro, nas obrigações genéricas, se a concentração não tiver sido cometida ao credor ou a terceiro, pois a liquidação – concentração – dá-se pelo cumprimento – arts 541 e1 E mais refere Ana Prata "Por motivos que não são óbvios, tem entendido a larga maioria da doutrina e da jurisprudência que a norma não inclui a responsabilidade obrigacional1 Não é imediatamente evidente a razão por que a lei há de tratar com maior severidade o autor de danos no quadro da responsabilidade extraobrigacional do que aquele que os provocar no âmbito obrigacional.