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No entanto, alegam ainda que quando o referido F. faleceu o Apelante conseguiu obter uma ordem do Procurador da República para interromper o velório, tendo este determinado o transporte do corpo para o Gabinete Médico-Legal de Guimarães a fim de aí se proceder à recolha de amostras biológicas para a realização do exame de determinação da paternidade, e mesmo depois de ter recebido cópia do relatório de paternidade "e do respectivo resultado” que excluiu a a supramencionada filha daquele F.) como mãe biológica do Apelante, continuou a afirmar aos órgãos de comunicação social esta filiação biológica o que lhes causa revolta, mágoa e tristeza, "sendo constantemente objecto” de olhares e comentários por parte de vizinhos e conhecidos e vendo violado o seu direito ao sossego e descanso.