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Com uma perspectiva porventura menos ortodoxa, cf., designadamente, os acórdãos do STJ de 112013-processo 1464/12TBGRD-A.CS1 tendo-se concluído: «) - Actua com abuso dodireito, na modalidade de ´venire contra factum proprium`, o banco que aciona uma livrança, que os executados avalizaram em branco, oito anos depois de estes se terem afastado da sociedade subscritora, na qual tinham interesse, tendo o exequente conhecimento que estes só avalizaram a livrança por serem pessoas com interesse na sociedade subscritora, sendo que, na altura do afastamento meados de, a conta caucionada de que a sociedade era titular encontrava-se regularizada e, posteriormente já depois de, o exequente, sabendo que os executados se sentiam desobrigados e que era bastante a garantia dos restantes avalistas, continuou a conceder crédito à sociedade através da renovação do contrato de abertura de crédito que tivera início em 0200» - poder-se-á porventura ligar o decidido neste aresto à perspectiva delineada no final da "declaração de voto” do Senhor Conselheiro Paulo Sá levada ao AUJ n. 4/2013: «) se a vinculação à doutrina do acórdão uniformizador impedir, de futuro, a defesa da possibilidade da denúncia, em casos idênticos aos contemplados no acórdão-fundamento, o recurso à resolução com justa causa ou ao abuso de direito acobertará similar decisão.