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Fundamentação a)  Matéria de facto – Factos provados   Réu), instaurou em 28 de Setembro de 2017, no Cartório Notarial de, sito na Rua   ...) , em Coimbra, um «Processo de Justificação para reatamento do trato sucessivo», invocando ser «dono e possuidor legítimo» do prédio urbano composto de casa de habitação de rés-do-chão e primeiro andar, logradouro e quinta, sito em  x... , freguesia de  y... , concelho de  z... , inscrito na matriz em nome da autora, sob o artigo 354 e descrito na Conservatória do Registo Predial de  z...  sob o n. 1245, e com registo de aquisição a seu favor e da autora, no estado de casados entre si sob o regime de comunhão geral pela apresentação três, de 20 de Julho de 199  Mais ali refere que o prédio foi por si adquirido no início do mês de abril de 1997, por acordo verbal de partilha, na sequência do divórcio ocorrido entre si e a Autora, tendo entrado na posse plena e exclusiva do imóvel naquela data.