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Os Recorrentes não concordam com o julgamento destes pontos da matéria de facto, alegando que:  - Não foi feita uma correcta ponderação dos documentos constantes dos autos e demais provas produzidas, por declarações de parte e testemunhal; - As declarações do Autor devem ser consideradas credíveis por serem infundadas as razões invocadas pelo Tribunal Recorrido para não lhe atribuir aquela credibilidade ser sócio da  desde a data da constituição da; Quanto a esta matéria de facto, o Tribunal fundamentou a sua decisão da seguinte forma:  incluindo-se a fundamentação geral com pertinência para a matéria de facto aqui em discussão)  "Fundamentação da decisão de facto   Os factos  a 1 em A., supra, resultaram provados em face da posição assumida pelas partes nos seus articulados, conjugada a análise crítica da documentação junta aos autos, no presente apenso, designadamente os escritos denominados "contrato promessa de compra e venda” e "adenda a contrato promessa de compra e venda”, a certidão da conservatória do registo predial de ..., e a certidão permanente de registo comercial de .