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195, 423, 493 e 552 n 2 do P.;  – atenta a matéria dada como assente, por parte das recorridas, por não impugnada;  – e no que ao presente Recurso diz respeito sempre o Douto Acórdão de que se recorre está em manifesta contradição com o Douto Acórdão proferido, pelo Tribunal da Relação de Évora, em 26 de Março de 2015;  – pois que, de acordo com tal Acórdão, nas ações de despejo o autor tem de fazer prova da sua qualidade de senhorio, e não de proprietário, comproprietário ou usufrutuário podendo o senhorio ser ou não proprietário), para se aferir da sua legitimidade ativa;  – não tendo as Autoras alegado e, consequentemente, provado os termos da existência do contrato de arrendamento em causa nos autos, designadamente com quem o contrato foi celebrado, se a pessoa em nome de quem o locado está inscrito na matriz predial uma vez que no registo predial é um prédio está ou não viva, a quem eram pagas as rendas e de que modo ocorreu se é que a transmissão da posição de senhorio para a Autora, sendo estes elementos essenciais para se aferir da sua legitimidade para intentar a presente ação de despejo, ter-se-á de concluir pela ilegitimidade da Autora para intentar a ação de despejo.