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Daí que tendo o A. dono da obra, no decurso do seu dever de fiscalização, comunicado ao empreiteiro a existência de defeitos na realização da obra e não estando esta ainda terminada, nunca se coloca a questão da caducidade da acção, tanto a prevista do artigo 122, como a contemplada no artigo 122, bastando para o efeito relembrar o que consta dos itens 6, 9 e 14 dos factos provados, que é o seguinte:  "Em 10 de Maio de 2016, apesar de estar a obra ainda inacabada, foi apresentado aos Autores, o respectivo Relatório de Deficiências, efectuado pelo director de fiscalização da obra e arquitecto, o qual descreve as deformidades e vícios existentes na execução da construção contratada, e realizada pela Ré.