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AI, para a mesma pagar a dívida, datada de 08/10/2019 e que foi escolhida uma data anterior aos dois anos antes da declaração de insolvência – não quadrava, desde logo, à simulação, mas sim á falsidade material do documento apresentado, que a provar-se – e não se provou que o documento só tivesse sido elaborado em 2019 – tornaria o documento inidóneo para demonstrar um perdão de divida em 2016, apenas provando uma declaração unilateral de perdão de divida em 2019, ineficaz em relação á Massa, por falta de legitimidade substantiva dos seus subscritores, que à data já não eram gerentes da Em face de tudo o exposto e sem outras considerações por desnecessárias, concluindo-se pela inverificação dos pressupostos da simulação, a sentença recorrida não se pode manter, impondo-se julgar a apelação procedente e em consequência revogar aquela, absolvendo a Ré de tudo o peticionado.