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Relativamente ao argumento da Recorrente de que o facto de os elevados índices de corrupção e de criminalidade na Venezuela e o reconhecimento da Recorrente como entidade de risco pelo sistema financeiro serem factos já anteriormente conhecidos pelo Novo Banco, importa sublinhar que não só não se poderá analisar isolada ou compartimentadamente as diferentes circunstâncias que conduziram à decisão do Novo Banco de não executar as transferências bancárias ordenadas pela PDVSA, como também a posição que o Novo Banco veio a adotar no final de janeiro e início de fevereiro tem necessariamente de ser enquadrada no âmbito da adoção de medidas crescentemente reforçadas de prevenção e combate ao branqueamento de capitais.