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179”), "nada menos do que sete direitos distintos, a Constituição sublinha aquilo que, para além da sua diversidade, lhe confere carácter comum, e que consiste em todos eles estarem directamente ao serviço da protecção da esfera nuclear das pessoas e da sua vida, abarcando fundamentalmente aquilo que a literatura juscivilista designa por direitos de personalidade.. Daí que, que tal como esses, alguns destes direitos de personalidade gozem de protecção penal, e que eles constituam igualmente limite de outros direitos fundamentais que com eles possam conflituar.” sublinhado E concretizando a proteção desses constitucionalmente consagrados direitos de personalidade o legislador ordinário passou a disciplinar os mesmos na Secção do Titulo do Livro do Código Civil sob a epígrafe "Direitos de de Personalidade”), dispondo, desde logo, no art 72 que "a lei protege os indivíduos contra qualquer ofensa ilícita ou ameaça de ofensa à sua personalidade física ou moral” n. e que "independentemente da responsabilidade a que haja lugar, a pessoa ameaçada ou ofendida pode requerer as providências adequadas às circunstâncias do caso, com o fim de evitar a consumação da ameaça ou atenuar os efeitos da ofensa já cometida.” n.. Muito embora esse normativo se limite "a declarar, em termos muito genéricos e muito sucintos, a ilicitude das ofensasou das ameaças à personalidade física ou moral dos indivíduos”, sem descer à minuciosa referência analítica a que recorrem alguns diplomas codificados de outros países vg.