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Tal interpretação, à luz do princípio da proporcionalidade constitucionalmente previsto no artigo 1, configura uma restrição desadequada, desnecessária e desproporcional ao direito de acesso à função pública, na vertente da progressão na carreira, pelo que, em face das circunstâncias, assiste-se à violação do princípio da proporcionalidade e do direito de acesso à função pública, na vertente da progressão na carreira, decorrente da interpretação dos preceitos identificados no sentido de fazer corresponder a classificação de "Bom” à cumulação da menção qualitativa de "Adequado” e da menção quantitativa de, pelo menos, 3,00 valores, devendo aqueles ser julgados inconstitucionais, quando interpretados nestes termos, por violação do n. 2 do artigo 1 e do artigo 5 da CRP.