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Continua a exequente, no art 23 da sua contestação à oposição do recorrente, "as prestações quer do contrato quer do plano de pagamentos que lhe foi permitido, tinham valor e data devidamente fixados, as quais eram do perfeito conhecimento do Executado FM.” e no art 25 alega que "optou o Executado FM por, alegadamente, entregar à Exequente/Oponida apenas parte dessas prestações” e também adianta no art 27 que "os alegados pagamentos mais não consistiram do que entregas esporádicas e voluntárias de um mutuário, devedor, em reconhecimento da dívida que tinha para com a Exequente/Oponida que, por seu lado, sendo credora, tinha legitimidade para receber.”  Ora não há dúvidas que, na Cláusula 3 do Documento Complementar ao Contrato de Mútuo, celebrado no dia 20 de Novembro de 2000 foi convencionado que a primeira das prestações se vencia "em Vinte de Dezembro de dois e as restantes em igual dia dos meses seguintes.” Verificou-se, pois, uma verdadeira e efectiva alteração do contrato de mútuo entre a exequente e o executado F, completamente à revelia dos fiadores recorrentes.