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6, n. 1 do, que revelam a premência do accionamento de mecanismos de simplificação e de agilização, com vista a alcançar a celeridade da resposta judiciária, tendo ainda em atenção o critério da proporcionalidade e a necessidade de assegurar um processo equitativo, o princípio da gestão processual e utilidade dos actos, e considerando que as partes tiveram já oportunidade de esgrimir os seus argumentos sobre o deferimento ou indeferimento do pedido de dispensa de sigilo profissional, atendendo também ao facto de a 1 instância ter validado já a legitimidade da escusa do Banco de Portugal contra o que nenhum das partes se, configura-se mais adequado a uma rápida solução do litígio tanto mais que o processo de inventário está pendente desde, considerar a decisão da 1 instância apenas tão-somente quanto à apreciação da legitimidade da escusa e proceder, desde já, à apreciação do pedido de dispensa do dever de segredo – cf.