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Desde logo, porque basta atentar no ponto  do acórdão ora sob censura para facilmente se constatar que o que aí se afirmou foi que, inexistindo qualquer relação de " prejudicialidade lógica” entre a decisão proferida na ação n 230/18T8VRL e o objeto da presente ação, os fundamentos daquela primeira decisão não gozam de força de caso julgado, para o efeito de se extrair deles outras consequências além das contidas naquela decisão final, não condicionando, por isso, a apreciação do objeto desta ação e que, tal como já se havia deixado dito no ponto 2, o Tribunal da Relação não estava impedido de socorrer-se e valorar a prova documental referente aos IMIs debitados à ré em data anterior a Setembro de 2011, para formar a sua convicção e com base nela fundamentar as alterações introduzidas nos pontos 7 e 35 dos factos dados como provados pelo Tribunal de 1 Instância.