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Face ao exposto e verificada a situação prevista na alínea do n. 1 do artigo 8 da LGT, e tendo em conta o disposto no n." 3 do artigo 89 - A do mesmo código, " ... cabe ao sujeito passivo a comprovação de que correspondem à realidade os rendimentos declarados e de que é outra a fonte das manifestações de fortuna ou do acréscimo de património ou da despesa efectuada ... ':  concluímos que não foi dada resposta integral ao solicitado na notificação de 05-06-2017, uma vez que falta demonstrar e comprovar devidamente o montante de € 34693,00, pelo que há um acréscimo de património na esfera de EG, que irá ser objecto de tributação em sede de IRS categoria G.  CRITÉRIOS E CÁLCULOS DOS VALORES CORRIGIDOS COM RECURSO A MÉTODOS INDIRECTOS  Na sequência do que se descreveu detalhadamente no capítulo deste relatório, e tendo por base o estipulado na alínea do n. 1 do artigo 8da LGT conjugada com o n. 5 do artigo 89-A, ambos da LGT, consideramos que do total dos movimentos bancários a crédito, € 83150,02, a contribuinte apenas justificou movimentos no valor de 30269,35, ficando por justificar € 34693,0, pelo que se propõe uma correcção ao rendimento tributável em sede de IRS na categoria G, relativa ao ano de 2013, no montante de € 32293,00 € 34693,00 - € 2400,00), proveniente da diferença entre o acréscimo de património ou despesa efectuada não justificada de € 34693,00) e o declarado na declaração de rendimentos do ano em causa de €20,400,00), por configurarem em sede de IRS, rendimentos da categoria G incrementos patrimoniais não, de harmonia com o preceituado na alínea do n. 1 do artigo  do CIRS, e consequentemente, sujeitos à taxa prevista, à data, pelo n. 10 do artigo 7deste diploma.  )