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A interveniente apresentou contestação onde conclui entendendo dever a ação ser julgada improcedente, por não provada quanto à interveniente, absolvendo-se a mesma do pedido, alegando não se recordar do acidente em virtude de amnésia pós-traumática, não sabendo como ocorreu o acidente, sendo certo que, até à data do sinistro, a interveniente não recebeu qualquer aviso para pagamento do prémio devido pelo contrato de seguro.Procedeu-se a julgamento e foi proferida decisão final que julgou procedente, por provada, a providência cautelar requerida e, em consequência, condenou a requerida Insurance PLC – Sucursal em Portugal a pagar à autora R. a renda mensal de €800,00, absolvendo-se as demais rés.B) Inconformada com a decisão, veio a requerida Insurance PLC – Sucursal em Portugal interpor recurso de apelação que foi admitido a subir imediatamente, nos próprios autos, com efeito devolutivo fls..) Nas alegações de recurso da apelante Insurance PLC – Sucursal em Portugal, são formuladas as seguintes conclusões:  1 A recorrente impugna, prima facie, o julgamento da matéria de facto dada como provada, por via da reapreciação da prova gravada.