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Nesta acção o autor formulou os seguintes pedidos: a) Seja aquilatado em qual dos dois prédios residiu a inquilina, nomeadamente entre Abril de 1994 e Outubro de 1994; b) Concluindo-se que a inquilina não residiu no prédio penhorado pela Caixa Geral de Depósitos, então que o tribunal declare que este prédio se encontra na posse de e de desde 16/4/94; ) Em caso de dúvida, que tal posse seja reconhecida pelo menos desde Outubro de 1994; ) Consequentemente, se reconheça e declare que os anteriores proprietários, e cônjuge, não estavam na posse do prédio em 22/6/2001, data do registo da penhora, nem sequer em 14/2/2001, data da realização da diligência, por anteriormente a quaisquer destes atos haverem transmitido a sua posse a e sua mulher; e) Nesta conformidade, se reconheça e declare que os anteriores proprietários perderam a posse à luz da alínea do n. 1 do artigo 126 do Código Civil, por a terem cedido, e, em qualquer caso, perderam-na também à luz da alínea do mesmo artigo, em virtude da nova posse ter durado mais de um ano; f) Se reconheça e declare que os novos possuidores do prédio, e, gozam da presunção da titularidade do direito de propriedade desde a data do início da nova posse; g) Seja reconhecido e declarado que, desde 16/4/94 ou pelo menos desde Outubro de 1994, e são proprietários do prédio urbano, sito em, freguesia e concelho de Alcanena, destinado a habitação, com 1 sala de estar, 2 quartos, 1 cozinha e 1 sala de jantar, 1 dispensa, 1 casa de banho, com a superfície coberta de 64 m2, e logradouro com 136 m2, inscrito na matriz sob o artigo e descrito no registo predial sob o número.