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, ,  e , freguesia , concelho do Porto, descrito sob o n. 1143/20061106 da 2 Conservatória do Registo Predial do Porto, inscrito na matriz sob o artigo 381; Quota com o valor nominal de € 2000,00 na sociedade comercial por quotas denominada K, Unipessoal, Lda., com o NIPC e de Matrícula , com sede na Rua , n. ,  Dt., , Porto, com o capital social de € 2000,00; Quota com o valor nominal de € 1000,00 na sociedade comercial por quotas denominada , Lda., com o NIPC e de Matrícula , com sede na Rua , n. ,  Dt., , Porto, com o capital social de € 2000,00; Quota com o valor nominal de € 900,00 na sociedade comercial por quotas denominada , Lda., com o NIPC e de Matrícula , com sede na Rua , n. ,  Dt., , Porto, com o capital social de € 000,00; Saldos e/ou valores de quaisquer contas de depósitos, à ordem ou a prazo, poupança, fundos de investimento mobiliário e imobiliário, ações ou quaisquer outros instrumentos financeiros e valores depositados, que os réus, singular ou conjuntamente, possuam em qualquer Banco ou Instituição financeira a operar em Portugal em maio de 2012 e que tenham passado a ser titulados pela ré E isoladamente ou com outros titulares que não o réu; ) a declaração do direito dos autores a executar o seu crédito no património do réu F quanto à quota com o valor nominal de € 250,00 na sociedade comercial por quotas denominada , Lda., com o NIPC e de Matrícula , com sede na Rua , n. ,  Dt., , Porto, com o capital social de € 2000,0 Para fundamentar as suas pretensões, os autores alegaram, no essencial, que são filhos e os únicos e universais herdeiros de N, falecido em 24 de fevereiro de 2013; o pai dos autores foi médico de profissão e com outros cerca de cem médicos radiologistas, constituiu no ano de 1990, a sociedade comercial anónima denominada H, S.A. doravante "H”), pessoa coletiva n. , com sede na , n. .., Maia e o capital social de € 32000,00; a H tinha como objetivo funcionar e atuar como uma espécie de "central de compras” de equipamentos e consumíveis de radiologia para a comunidade acionista médicos), que permitisse uma maior economia de escala decorrente de preços mais competitivos relativamente àqueles que os médicos, individualmente, lograriam obter diretamente junto dos respetivos fabricantes e fornecedores; o pai dos autores era um pequeno acionista da H, detendo ações correspondentes a, apenas, 1,74% do respetivo capital social; a administração da empresa esteve originariamente entregue exclusivamente aos acionistas médicos, sendo que o pai dos autores não foi, sequer, dos primeiros a assumir o cargo; como o cargo de administrador haveria de ser rotativo entre os médicos — não fazendo da H a sua vida, era, na prática, um "frete” com que todos os acionistas médicos teriam de arcar, mais tarde ou mais cedo —, em 2002 coube ao pai dos autores assumir esse cargo; por razões e em data que os autores não sabem precisar, mas seguramente antes do ano de 1995, e muito antes de o pai dos autores ter sido designado administrador, foi efetuado um aumento de capital da H, subscrito pelo réu , por via do qual este passou a deter 15,43% do capital social da sociedade e a ser, de longe, o seu maior acionista; realizado esse aumento de capital, aquele , economista de formação, passou a ser administrador da sociedade; na prática, o réu  passou a ser o único administrador da H e, sobretudo, o único com exercício efetivo de funções executivas; era, nomeadamente, o réu  quem geria e dava instruções aos colaboradores e trabalhadores da H, quem definia a política financeira e comercial da empresa, quem contratava com clientes e fornecedores, quem conhecia e controlava as contas da empresa e quem, em exclusivo, lidava e contratava com as instituições bancárias; todavia, e por forma a manter alguma ligação à matriz médica originária da sociedade, um médico radiologista haveria de integrar a respetiva administração, ainda que somente de direito, pois, na prática, aquele  era o único administrador executivo e quem decidia todas e quaisquer matérias relativas à gestão e atividade da J; o pai dos autores, além de assinar enquanto administrador da sociedade, assinou, a título pessoal, como avalista, livranças em branco subscritas pela H em caução de financiamentos bancários a ela concedidos pelo, à data, O, SA, hoje Banco , SA doravante Banco e, ainda, pelo Banco J, SA.