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artigo 506 do, que apesar de apresentado pela exequente pedindo a substituição da sociedade extinta pelos sócios) não alegou os factos constitutivos nem apresentou aí ou posterior prova da ocorrência dos mesmo, pelo que não existe o direito de pedir a condenação dos sócios no pagamento da dívida societária. . As normas gerais do direito impõem que esse ónus cabia ao credor o que não foi cumprido. . Já os acórdãos do Tribunal da Relação do Porto de 10 de Setembro de 2012 acessível em http://www.dgsi.pt/jtrp, processo n. 2001/03TVPRT.P1, relator Soares de e do Tribunal da Relação de Guimarães de 27 de Fevereiro de 2012 acessível em http://www.dgsi.pt/jtrg, processo n. 255205/06YIPRT-B.G1, relator Ana Cristina, mais específicos quanto a esta questão, fazem prevalecer a mesma opinião, que o credor está incumbido de provar a existência de bens e a partilha dos mesmos pelos sócios. . Por tal prova não ter sido produzida os sócios, constantes nos autos em substituição da sociedade agora extinta, nada devem a esta.