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Sabemos, também que em 24-11-2015 se realizou vistoria com vista à recepção dos trabalhos do r/e verificaram-se deficiências que foram identificadas para correcção, que em 29-11-2015 e em 02-12-2015, a A. comunicou à R. a existência de defeitos no r/, que em 4-12-2015, a R. comunicou a conclusão das obras do r/e a A. voltou a apontar defeitos carecentes de correcção, que em 14-12-2015 a A. enviou à R. a lista de defeitos a corrigir no r/verificados em vistoria conjunta e que em 16-12-2015 e em 21-12-2015, a A. enviou à R. duas listas de trabalhos por concluir ou a rectificar no r/ Com relevância para concluirmos sobre se os factos provados integram a causa de resolução contratual a que a apelante alude – que se reconduz à alínea do n 2 da cl 20 do contrato de empreitada – provou-se que o gerente da autora apresentou reclamações por segundo ele existir pouco pessoal da ré em obra e haver atrasos na conclusão da execução do r/, pelo menos nos dias 22-9, 1-10, 15-10, 19-10 e 21-1 O que se nos afigura pouco – desde logo por, de acordo com os factos apurados, ser esta a perspectiva do gerente da A. e não uma situação objectiva efectivamente demonstrada.