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É o que, a nosso ver, inequivocamente decorre da leitura conjugada do preceituado nos n.s 1 e 4 do artigo 35 do  Por isso que, não desconhecendo a posição expressa no Acórdão deste Tribunal da Relação de Évora, de 00201712, no sentido de que «a falta de redução a escrito do depoimento de parte confessório só constituiria nulidade caso tivesse influência no exame e na decisão da causa, o que não sucede quando este é integralmente gravado», e com todo o respeito devido - que é muito -, entendemos com o Conselheiro URBANO DIAS13, que a gravação do depoimento de parte não é razão suficiente para afastar a exigência da redução a escrito que o legislador processual obriga, em perfeita sintonia com os normativos citados do .