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A Exm Magistrada do Ministério Público junto do Tribunal de primeira instância respondeu, entendendo que deve manter-se o despacho recorrido, negando-se provimento ao recurso, e concluindo tal resposta do seguinte modo em transcrição): " Inconformado com o despacho judicial de 15-12-2020, que determinou a revogação da execução da pena de prisão e determinou o cumprimento da pena de sete meses de prisão a executar em regime de permanência na habitação, com fiscalização por meios técnicos de controlo à distância, dela veio o arguido apresentar recurso, por entender que não estava preenchido o pressuposto material previsto no artigo 56, n 1, al., do Código Penal.