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Por último, no que ao recurso da matéria de facto relevante diz respeito, tida por relevante para a formulação do juízo de condenação do Tribunal a quo, em consonância com tudo quanto supra arrimado, nomeadamente, no que à impugnação dos factos constantes das alíneas e concerne, também os constantes das alíneas e, "f) O arguido sabia que não possuía qualquer licença que lhe permitisse a detenção das referidas munições, bem sabendo que não as podia ter em seu poder, como tinha, sem possuir tal licença e que, ao fazê-lo, estava a agir contra disposição legal”, "g) O arguido agiu livre, voluntária e conscientemente, bem sabendo que a sua conduta era proibida e punida por lei”,devem ser dados como NÃO PROVADOS, o que desde já se requer, 	Reiterando-se nesta sede, mutatis mutandis, tudo quanto arrimado nas impugnações antecedentes, no que à expressão "como a as tinha” concerne, não o transcrevendo aqui por questão de economia processual 	Na formação da convicção da verificação destes, fundou-se o Tribunal recorrido nas declarações prestadas pelo Arguido, a qual redunda numa clara e flagrante errada análise das mesmas, pois que, o Arguido em momento algum das suas declarações afirmou ter tais munições em seu poder, afirmando apenas e tão só que não possuía licença para a detenção de munições e que sabia ser preciso tê-la para ter munições.