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Para tanto alegam, em síntese, que:  - Em Reunião Extraordinária do Conselho de Administração de 3 de Agosto de 2014, deliberou o Banco de Portugal a aplicação da medida de resolução ao Banco B, S.A. doravante Banco e a constituição de um banco de transição, o Banco A, S.A. doravante Banco, ficando o Fundo de Resolução como detentor único do capital social dessa nova instituição, a quem caberia a respectiva capitalização, com financiamento do Estado; - Deliberou-se, ainda, transferir a totalidade da actividade prosseguida pelo Banco B para o Banco A, bem como um conjunto dos seus activos e passivos, elementos extrapatrimoniais e activos sob gestão, identificados no Anexo 2 da referida deliberação do Banco de Portugal, no qual se incluíam as obrigações de dívida não subordinada emitidas originariamente pelo Banco B; - Na referida deliberação do Banco de Portugal ficou previsto um Poder de Retransmissão, através do qual "o Banco de Portugal podia a todo tempo transferir ou retransmitir, entre o Banco B e o Banco A, SA, activos, passivos, elementos patrimoniais e activos sob gestão, nos termos do artigo 145-H, número 5”; - Face ao apuramento da real situação do Banco B, em Reunião do Conselho de Administração de 29 de Dezembro de 2015, o Banco de Portugal viria a fazer uso daquele Poder de Retransmissão, tendo deliberado retransmitir do Banco A para o Banco B os instrumentos de dívida não subordinada originariamente emitidos pelo Banco B, directamente a investidores qualificados e não a investidores a retalho obrigações sénior), enunciados no art.