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E isto porque, em seu entender, o despacho que, em 27/10/2020, procedeu ao reexame dos pressupostos da prisão preventiva, "bem como o despacho de 29/09/2020, que deu por reproduzido, impediu injustificadamente que a Arguida exercesse o seu direito de defesa e, por referência aos meios de prova que a Arguida trouxe aos autos e àqueles outros em que o Tribunal se estriba para dizer que os indícios em que se funda a prisão preventiva terão sido sedimentados e que não deu a conhecer à, não procedeu a uma verdadeira avaliação da situação concreta da Arguida, pelo que não produziu um efectivo reexame dos pressupostos da prisão preventiva”.