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Não se conformando com a confirmação da decisão da  instância, vem agora interpor recurso do acórdão da Relação para o Supremo Tribunal de Justiça "no que concerne à medida da pena a aplicar quanto ao crime de homicídio qualificado, de 20 anos de prisão”, apresentando motivação em que conclui nos seguintes termos transcrição):  «Vem o presente recurso interposto do Acórdão proferido pelo Tribunal da Relação .., que manteve, na integralidade a decisão de  Instância, condenando o Arguido na pena, em cúmulo jurídico, de 22 vinte e anos de prisão, sendo a pena parcelar de 20 anos, referente à prática do crime de homicídio qualificado e com a qual o Arguido se não conforma;  Mal andou o Tribunal a quo – reproduzindo a argumentação da  Instância – no processo de determinação da medida da pena, e não apenas por ter laborado numa moldura penal abstrata, mas essencialmente porque não racionalizou, fundamentando, o iter percorrido para a determinação concreta da pena, valorando um vago "elevado grau de ilicitude do facto” com base nas mesmas circunstâncias tidas em conta para a agravação do tipo base de homicídio, sem levar a cabo nenhum juízo relativo à medição de um grau;  Este é o caso paradigmático da violação do princípio da proibição da dupla valoração, ínsito no art.