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Nas palavras do citado acórdão do TRG de 112017, «Considerando estes pressupostos, encontra-se há muito assente, que se saiba sem oposição, que a causa de pedir nas ações de demarcação é complexa, e exige a alegação: - da titularidade por Autor e Réu de prédios distintos; - da confinância desses prédios; - da controvérsia quanto aos limites e/ou da inexistência de linha divisória sinalizada no terreno.» Também o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 12012 p. 725/01TBSSB.LS1, www.dgsi.pt) refere que «A demarcação, portanto, tanto almeja a definição e fixação das estremas dos prédios cujos limites não são conhecidos, ou pelo menos, são discutíveis a actio finium regundorum do Direito como simplesmente a aposição de marcos supondo-se neste caso, portanto, que os limites entre os prédios são indisputados e apenas se pretende torná-los mais visíveis) cfr.