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Veja-se o despacho: "Verificando-se a existência de processo principal já intentado processo n. 136/24BEPRT), que foram trazidos ao processo cautelar todos os elementos necessários para a resolução definitiva do litígio e reconhecendo-se a urgência na sua resolução definitiva, ouvidas as partes que a tal antecipação não se opuseram, antecipa-se o juízo sobre a causa principal, nos termos do artigo 12, n. 1 do CPTA, prosseguindo os presentes autos com a prolação de sentença”  Não procede, assim, a conclusão vertida pela Recorrente sobre este tema porquanto o Tribunal a quo, tendo sopesado a matéria em causa para efeito probatório, a sua natureza e influência no processo decisório a desencadear, decidiu, e, quanto a nós, bem, no âmbito da sua liberdade de actuação, pela desnecessidade de audição de testemunhas arroladas, atentos os requerimentos supra invocados, tendo as partes aceitado e se conformado com a referia decisão.