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Citando de novo o Acórdão desta Secção antes indicado – e em conformidade aliás com o que dissemos supra –, ") tem sido este o entendimento do STJ, ao considerar que a prestação por isenção de horário de trabalho apenas é devida enquanto persistir a situação que lhe serve de fundamento, podendo a entidade empregadora suprimir a mesma logo que cesse a situação específica que esteve na base da sua atribuição, sem que isso implique violação do princípio da irredutibilidade da retribuição – acórdão do STJ de 202011 em www.dgsi.pt.»  3 - Comparando as situações de facto em que assentam as duas decisões facilmente se alcança que entre elas existem divergências relevantes que levaram a que na decisão recorrida se tenha dado como provado que a Ré não ilidiu a presunção que decorre do n. 3 do artigo 25, do Código do Trabalho, enquanto no acórdão fundamento ocorreu exatamente o contrário e tal presunção foi dada como ilidida.