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JJ- Conforme se retira do Working Paper n. 856, a Comissão Europeia defende uma aplicação individual da isenção, o que teria como consequência positiva que "o mesmo grupo de partilha de custos poderia fornecer, dependendo das circunstâncias que regem cada prestação de serviços, quer serviços isentos quer serviços tributados.” KK- Assim, sendo a isenção aplicável às prestações de serviços numa lógica individual, o cumprimento dos requisitos de que a mesma depende é analisado a cada momento tendo em conta as características concretas de cada prestação de serviços e do respectivo destinatário e não das características agregadas dos potenciais beneficiários das prestações de serviços efectuadas pelo grupo autónomo de.