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Discordamos, pois, do entendimento sufragado no acórdão do TRC de 13-11-2019 29 que, admitindo que a inobservância, pelo administrador da insolvência, do que lhe é prescrito pelo n. 2 do artigo 16 produz a nulidade da venda, por aplicação subsidiária do n. 1 do artigo 19 do CPC, considerou no entanto que "a nulidade da venda não está dependente da demonstração, pelo credor, em termos razoáveis de que, na hipótese de ter sido informado pelo administrador nos termos prescritos pelo n. 2 do artigo 16, exerceria efectivamente as faculdades que o n. 3 do mesmo preceito lhe reconhece e que desse exercício resultaria para ele uma situação mais favorável do que a interviria na ausência de cumprimento de tais deveres” 3  Assim sendo, que dizer no caso dos autos?