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Mas como resulta do probatório o que não foi impugnado pela Contra interessada, ora Recorrente, vertido sob os pontos 10 e 11, quando no âmbito da audiência prévia que consigo prosseguiu o Júri, a Autora veio a explicitar perante si o que estava enunciado no plano de trabalhos mais precisamente nos planos de equipamentos e de mão de obra, tendo a Autora nesse domínio suscitado que essa rectificação/clarificação podia e devia ser-lhe pedida a título de esclarecimentos, ao abrigo do artigo 7 do CCP, neste conspecto, o Júri apreciou e decidiu como a seguir para aqui se transcreve:  "o júri considerou assim, que qualquer pedido de esclarecimentos sobre o teor do plano de trabalhos, só poderia ser colmatado com a apresentação de um novo documento com novas condições, como aliás veio a suceder no aditamento apresentado, violando claramente aquele princípio: o concorrente no ponto 27 da sua pronúncia, vem admitir um efetivo erro do programa informático, apresentando por isso um novo plano de trabalhos, agora sim, nos termos do artigo 36 do CCP, conforme exigidosublinhado da nossa autoria, mas claramente de forma ilegal.”  Ou seja, para efeitos do disposto no artigo 36, n. 1 do CCP, em face dos documentos juntos pela Autora com a sua proposta, atinentes ao plano de trabalhos, com a indicação de percentagens em vez de unidades, formou o Júri a decisão de que esses documentos não demonstravam as quantidades de equipamentos e de mão de obra, mas que assim já sucedia quando substituídas as percentagens por unidades.