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Perante o conteúdo da cláusula 2 supra descrita, por si só, ou compreendida no âmbito como se impõe, porque a interpretação de uma cláusula de um contrato, o exacto alcance/sentido da mesma, não pode partir apenas da análise isolada do seu teor, devendo para tanto atender-se também ao conjunto das demais estipulações daquele, qual "interpretação complexiva”, e tendo presente os normativos dos arts 236 a 238, todos do , certo é que não subscrevemos de todo o entendimento do Primeiro Grau no sentido de que da cláusula referida resulta que não basta a interpelação da avalizada para que os avalistas possam também responder pela dívida, pois que, refere-se a mesma "a todos os subscritores do contrato de emissão de garantia autónoma à primeira solicitação, nos quais se incluem os avalistas, conforme se extrai da expressão "esta vos faça”, ou seja, "para que a Embargada pudesse ser paga dos montantes despendidos com a garantia autónoma prestada por si, tinha de interpelar também os avalistas e não apenas a avalizada ".