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Sobre esta questão também se pronunciou-se este Tribunal Central Administrativo Sul, no recente acórdão de 16/09/2021, proferido no processo n. 1059/10BELRS, ainda inédito, entre as mesmas partes, em que estava em causa a mesma correcção, mas relativa ao exercício de 2005, com o seguinte discurso fundamentador:  «Ora, do confronto entre as conclusões e seguintes e o decidido acabado de não resulta, expressa ou implicitamente, respaldo capaz de materializar um ataque à decisão recorrida, naquilo que é –repete-se –o seu esteio fundamental: a desconsideração dos custos, sem a correspondente correcção dos proveitos, palas razões avançadas.