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Pretendendo com tal alegação que falte à posse do Autor um elemento fundamental para que tenha «posse boa para usucapião», e. que tenha realmente adquirido a posse, para a qual é imprescindível a reiteração; o) A mencionada invocação da Ré, da falta de reiteração afasta a aplicação do disposto no artigo 126, alínea, do , tendo um efeito impeditivo sobre a pretensão do Autor/Agravante; p) Nos artigos 16 a 16 da Contestação a Ré vem tentar demonstrar que as obras realizadas pelo Autor na "Vila” tiveram carácter meramente voluptuário; q) Tal invocação é impeditiva da pretensão do Autor/Agravante, pois encontrar-se-ia preenchida a previsão de uma norma impeditiva, a saber do artigo 127, n. 1, do , conjugado com os artigos 75 e 75, do ; r) A decisão do Tribunal a quo viola o disposto nos artigos 50 e 49, n. 3, ambos do P.; s) O Autor/agravante a partir dos artigos 26 e seguintes, até final, veio responder ao pedido de condenação como litigante de má-fé, que a Ré contra si tinha formulado na Contestação, tal como veio deduzir um pedido de condenação da Ré, como litigante de má-fé em face da sua actuação processual na Contestação; t) O Autor tinha o direito, nos termos do artigo  do P., de contradizer o pedido de condenação como litigante de má-fé que contra si havia sido deduzido na Contestação,  tal como lhe assistia o direito de peticionar a condenação da Ré como litigante de má-fé, nos termos do disposto no artigo 45 do P.; u) Também neste desiderato mal andou a decisão recorrida ao dar por não escrita a réplica, violando, desta feita, o disposto no artigo  do P.e no artigo 45 do mesmo diploma.