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No caso, de nelas não concordar e apenas na medida em que possa constituir uma alteração substancial do acordado em sede de locação financeira, influirão na relação locador/ locatário mas não na relação com os demais comproprietários das partes comuns do Prédio onde se insere a fracção, objecto de locação.”  Inconformada com tal decisão recorreu a A., apresentando as seguintes conclusões: "1–Incumbe à locatária, ora Recorrente, pagar as despesas correntes necessárias à fruição das partes comuns de edifício e aos serviços de interesse comum, bem como promover e suportar as reparações ordinárias e extraordinárias no imóvel locado e, em particular, nos termos do artigo10, n 1, alíneas e do referido diploma, "Pagar, em caso de locação de fracção autónoma, as despesas correntes necessárias à fruição das partes comuns de edifício e aos serviços de interesse comum” e "realizar as reparações, urgentes ou necessárias, bem como quaisquer obras ordenadas pela autoridade pública.