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3 Fundamentos de facto exarados na decisão recorrida e que se mantêm pelas razões que precedem, não se divisando fundamento legal para a sua alteração em consequência de reapreciação oficiosa, a que acresce a matéria necessária ao conhecimento da última questão recursória  1 Factos provados1Os autores são filhos de F, falecido em 002014, no estado de casado com a ré, E.2O casamento entre o falecido F e a ré foi celebrado em 002000 e sob o regime imperativo da separação de bens.3O falecido F foi casado com G, mãe dos autores, casamento esse que foi dissolvido pelo óbito desta última, ocorrido em 011994Do acervo hereditário da mãe dos autores fazem parte contas bancárias e várias habitações pertencentes ao património do casal que formou com o falecido F, habitações essas que se encontravam arrendadas.5Após o falecimento do F, foi a ré quem passou a administrar tais bens, tais como os que fazem parte do acervo hereditário deste e o referido em 6À data do seu falecimento o falecido F era titular da conta n.  no Banco H, a qual foi encerrada em 112014, data em que tinha um saldo de € 0,07Esta conta apresentava, à data do óbito do F, um saldo de € 110,58Nela: a) foi creditada, entre 002014 e 112014, a quantia total de € 634,87 € 297,69 + € 168,59 + € 168,59); b) foram debitadas despesas referente à respetiva "anuidade” e "juros ultrap.