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De acordo com aquelas participações, os PARTICIPANTES depois de considerarem que em seu entendimento o arguido «procedeu à Revisão/Auditoria» e emitiu as Certificações Legais das Contas das sociedades A. e R. relativas ao exercício de 2014 sem que estivesse devidamente mandatado para tal, pelo facto de ter sido designado, em ambas as sociedades, Fiscal Único para o mandato do quadriénio 2015/2018, conforme Assembleia Geral de sócios da A. realizada em 26/02/2015 e Assembleia Geral de sócios da R. realizada em 01/04/2015, alegam que o arguido  não exerceu as suas funções com independência, profissionalismo e competência técnica, resultando na «emissão de uma opinião de auditoria não conforme com as Demonstrações Financeiras e Relatório de Gestão reportados a 31/12/2104, tomando-se por base os referenciais contabilísticos e de auditoria em vigor» em ambas as referidas sociedades, factos que no entender dos participantes prejudicam os accionistas e terceiros de boa fé.