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391 do NCPCivil, e ao não suprimir os pontos da matéria de facto identificados infra à matéria de facto dada como provada, fez uma incorrecta interpretação e valoração da prova documental e testemunhal produzida nos presentes Autos, nem uma correcta interpretação legal dos ónus da prova; )-Entende a ora Recorrente que, pelas incongruências patentes entre os dois depoimentos que prestou nos presentes Autos, pelo notório ressentimento com o sócio-gerente da Requerida e pela forma como se tentou esquivar das perguntas que o confrontavam com as suas contradições ou não lhe "interessavam” responder, facilmente perceptíveis a quem presenciou e ouviu os seus dois depoimentos nestes Auto, os depoimentos da testemunha MS não deveriam ter merecido qualquer credibilidade do Tribunal Recorrido que, por essa razão, valorou erradamente esse meio de prova; )- Entende a ora Recorrente que não deveria ter sido dado como provado pela sentença recorrida que " Sucede que até hoje, nada foi feito no respectivo terreno.” E " E apesar de, por diversas vezes, os requerentes terem alertado a requerida para essa situação, o certo é que, onde deveria haver uma construção, existe apenas um terreno baldio”, uma vez que, como resulta claramente do D1 da testemunha MS, a minutos 40, "Só tinha o desaterro feito.