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Na verdade, 3 É pacífico e resulta da factologia dada por provada no n 6 pelo Tribunal a quo que o valor da P1 devida ao Autor era de 107 € 1675,73 x 78%) e que foi limitada a 030,64 € por força do tecto máximo de 12 vezes o IAS imposto pelo n 1 do artigo 101 do Decreto-Lei n 187/200 Sucede, porém, que, 4 Não obstante o Tribunal Constitucional já se ter pronunciado no sentido de que do princípio da contributividade consagrado no artigo 54 da Lei n 4/2007) não decorre uma necessária directa correlação entre a contribuição paga e o valor da pensão a atribuir , neste sentido, o acórdão n 188/2009), a verdade é que desse princípio também resulta necessariamente a proibição de as contribuições efectuadas serem de todo irrelevantes e absolutamente desconsideradas para efeitos de cálculo da pensão, justamente por do princípio da contributividade resultar uma relação sinalagmática entre a obrigação de contribuir e a atribuição de uma dada pensão , neste sentido, o citado Acórdão do Tribunal.