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1–Contudo, entende o Recorrente que, também neste ponto mal andou o Tribunal a quo ao decidir como decidiu, uma vez que existem motivos que justificavam a prorrogação do prazo para abertura da instrução, pois, não só durante o decurso de tal prazo, o processo esteve a circular por vários tribunais, nomeadamente, transitando da a Secção do DIAP de Lisboa para o Tribunal de Instrução Criminal do Porto e vice-versa, bem como da a Secção do DIAP de Lisboa para Setúbal, desconhecendo o Recorrente quantos dias esteve indisponível para consulta, como existiu um inadmissível e injustificado atraso na decisão de uma questão manifestamente urgente, a qual apenas lhe foi notificada decorridos 19 dias a contar da entrada do requerimento e quando o prazo para a prática do acto já havia terminado, circunstâncias estas que configuram um efectivo justo impedimento para a prática do acto.