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3 a 4, 9, 10, 15, 18 a 19, 20, 21, 22, 23 a 25, 49, 50 a 55, 57 a 59, 72, 96, 146 a 147, 148 e 149 a 154, que constituem, respectivamente, os autos de noticia e aditamentos, o talão extraído do alcoolímetro, o certificado de verificação, o auto de denúncia, o termo de autorização de busca em veículo, o auto de apreensão, o relatório fotográfico, a fotocópia do passaporte, factura de aquisição, declarações e comprovativos médicos.”  Assim, o que se verifica é que o recorrente se  limita a sustentar que a leitura que o Tribunal fez da prova produzida não é a adequada, não demonstrando, no entanto, que a análise da prova à luz das regras da experiência ou a existência de provas irrefutáveis não consentiam tal leitura, pondo em causa a apreciação da prova feita pelo Tribunal recorrido, tecendo as suas próprias considerações quanto à prova produzida e olvidando o arguido/recorrente, que "Conhecimento direto dos factos é aquele que a testemunha adquire por se ter apercebido imediatamente deles através dos próprios sentidos.