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Pelo que, contrariamente ao evidenciado pela Recorrente, do depoimento da testemunha não resulta demonstrada a existência de deslocações ao estrangeiro, logo, não se verifica o aludido erro de julgamento da matéria de facto, razão pela qual se mantém inalterada a matéria de facto nos moldes fixados pelo Tribunal a quo, mantendo-se, por conseguinte, o facto não provado, com a asserção de que "Os valores mencionados em foram efetivamente incorridos pela impugnante para suportar despesas relacionadas com deslocações de seus trabalhadores em 199”    Aqui chegados, uma vez estabilizada a matéria de facto, atentemos, ora, no erro de julgamento quanto à falta de fundamentação das liquidações.