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Q - Neste tipo de parcelas retributivas a A. teve um ganho de € 333,37, em 2011, de € 368,49, em 2012, de € 361,57, em 2013 e de € 238,58, em 201 R - Consequentemente, nos únicos anos inteiros que trabalhou após o CCT 2011, 2012, 2013 e, a A. sofreu uma perca salarial global de € 778,63 respetivamente 186,79, 151,67, 158,59 e € 281,58), com a supressão do prémio de desempenho operada, unilateralmente, pela R.. S - A diferença na retribuição base, como se diz na sentença recorrida, não foi de € 105,40 € 735,00 - € 629,60); o salário base era de € 634,32 resultante da atualização geral de 0,75% desde abril de 2010; a este salário base, tinha que se adicionar € 100 do subsídio de função parcela que a sentença posta em crise, correspondentes aos € 1 400/ano orçados pela R. para esse subsídio, pelo que, na verdade, o aumento foi apenas de € 0,68, correspondentes a arredondamento para cima então efetuado € 734,32 para € 735,00).