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1422, também do Civil.  . Isto porque peticionam a resolução de problemas que não só se manifestam, como têm a sua génese, ou causa, numa parte comum do edifício, ou seja no solo/terreno onde assenta, directamente, a estrutura do rés-do-chão do edifício/bloco , nomeadamente a reconstrução das fundações do rés-do-chão, desligadas da estrutura geral do edifício – habitacional -, e dos espaços de circulação e acessos ao rés-do-chão, como das fachadas das lojas dos Recorrentes, naquele rés-do-chão, e nas respectivas paredes e muros.   . E para tal invocaram – e demonstraram -, em sustentação e demonstração da legitimidade do "Condomínio do Bloco ”, não apenas «uma prática de divisão de receitas e despesas, bem como de administrações entre cada um dos quatro blocos do edifício em propriedade horizontal» - como se entendeu, mas mal, na decisão recorrida -, mas ainda diversas outras circunstâncias, até bem mais consistentes e fundamentais, como sejam as supra enumeradas nas alegações supra, em "” a "”, que se dão por integralmente reproduzidas.   . Todavia, o Mmo Juiz a quo não teve em consideração toda a matéria factual que devesse ser e venha a ter de o considerada por provada, e assente, com manifesto interesse para a apreciação dalegitimidade do Réu "Condomínio do Bloco ”, tendo em conta os factos que se encontram já admitidos por acordo, provados por documento ou por confissão reduzida a escrito cfr.