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Na verdade, a recorrente – embora sem delinear qualquer impugnação da decisão da matéria de facto em conformidade com os parâmetros decorrentes do art 640, CPC, mas conhecedora obviamente de todos os elementos dos autos e que a sentença afirma ter considerado para, embora nos termos já salientados, concluir como concluiu e decidir como decidiu –, enfatizou, nas alegações:  -que alterou a sua residência para melhor e para ficar mais próxima da escola dos menores e lhes dar melhores condições; -que para tal efectuou contrato de arrendamento e aí vive com aqueles e com o seu companheiro, que tem emprego e está bem inserido socialmente; -que não é verdade que ela conviva com os senhorios; -nem que haja absentismo escolar, mormente quanto à S., e descure a higiene, o vestir e alimentação das crianças; -que, afinal, a situação de pandemia e de confinamento é que justificou as faltas e complicou a vida familiar, nomeadamente a nível financeiro; -os desarrumos da casa devem-se ao número e idade dos filhos  Em suma, reconhecendo embora que a sua situação "não é a ideal”, considera que não existe, nem a decisão especifica, situação de perigo que justifique a alteração para a nova medida, sendo que tem sido prorrogada a de apoio junto dos pais.