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Por outro lado, o ROC arguido tendo aceite as avaliações como adequadas, o relato produzido não é adequado na medida em que, a ser assim, não se justificava a inclusão da ênfase que fez constar da Certificação Legal de Contas emitida: Acresce ainda as divulgações realizadas pela entidade no que respeita à mensuração dos activos fixos tangíveis, serem no sentido de que a mesma é realizada ao custo, é inadequada, uma vez que a sociedade procedeu à revalorização das rubricas de Terrenos, Edifícios e Outras Construções, sem que tal tenha merecido qualquer reparo por parte do ROC arguido na Certificação Legal de Contas emitida relativa ao exercício de 201 Estes factos e com este comportamento o arguido não planeou e executou a auditoria com diligência, zelo profissionais e com o cepticismo profissional exigido, não cuidou da manutenção e guarda dos papéis de trabalho, não obteve prova de revisão apropriada e suficiente de forma a permitir-lhe conclusões razoáveis nas quais baseou a sua opinião, incumprindo o arguido com o referidos factos e comportamento, com o estabelecido nos §7, §10, §15 e §19 das Normas Técnicas de Revisão/Auditoria, da Directriz de Revisão/Auditoria 230 - Papéis de Trabalho, §4 e §7 da DRA 510 - Prova de Auditoria/Revisão, bem como o estabelecido nos §30 e 32 da DRA 700 - Relatório de Revisão/Auditoria, por ter emitido a Certificação Legal de Contas sem as reservas por desacordo e limitação de âmbito acima identificadas.