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66 e 68 do, aduzindo para tal o seguinte: )  O recurso de revista excecional do afetado pela insolvência, AA, nomeadamente o segmento recursório que foi admitido, baseava-se essencialmente na contradição de julgados verificada na interpretação da alínea do artigo 18, n. 2, do CIRE e da sua conjugação com o n. 4, do mesmo artigo, isto é, 1 se um determinado afetado deverá responder apenas na medida em que o prejuízo possa ou deva lhe ser atribuído ou aos atos determinantes dessa culpa, 1 ou contrariamente, e de forma, digamos "quase-automática” deva ser imposta a um qualquer afetado a obrigação, até ao limite das forças dos respetivos patrimónios, em indemnizar os credores pelo montante total dos créditos não satisfeitos, não tendo, aparentemente, o Juiz de efetuar qualquer concreta apreciação e verificação da contribuição e pressupostos da responsabilidade do afetado, uma vez que esteja verificada a insolvência culposa,  1 Recorde-se que no recurso interposto não estava em causa a apreciação da qualificação da insolvência como culposa, nem, diretamente a apreciação por esse Tribunal Superior da justeza, ou não, do comportamento do Recorrente, e da sanção indemnizatória que lhe foi fixada, 1 facto que, inquestionavelmente, o douto Acórdão ora em questão veio a apreciar, sem se pronunciar sobre a questão dissidente e que justificou a admissão do recurso de revista.