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Atentando no material probatório trazido aos autos, nomeadamente no depoimento da testemunha J. S.; Na declaração de IRS; Na consideração provada de que o recorrente exerce esse trabalho há mais de 10 anos; Na evidencia provada de que tem trabalho em carteira para realizar, deve o facto 1 ser completado com a alegação vertida em 11 da oposição, fixando-se no sentido seguinte: " o requerido é profissional liberal, sendo o seu emprego arranjar clientes para as compras em que é nomeado como encarregado da venda em processos judiciais, emprego esse que, de forma certa e reiterada, exerce há mais de 5 e 10 anos” 1 Por ser facto relevante e mesmo essencial para a boa decisão da causa e atenta a prova produzida sobre o mesmo, designadamente a da testemunha J. S., deve ser dado como provado o que foi alegado em 13 e 15, ou seja:  "O requerido nada deve a ninguém, nem praticou qualquer acto concreto que permita suspeitar a quem quer que seja frustrar-se a cumprir qualquer obrigação que lhe possa ser imputada e nem antes nem depois deste processo, alterou a sua vida pessoal ou patrimonial, vivendo segundo padrões da classe média portuguesa, nada tendo feito que pudesse constituir receio para que alguém imagine possa não cumprir ou não querer cumprir com as suas obrigações”.