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A resposta a esta questão é inelutavelmente negativa, pelo que se deve considerar que o ato administrativo não se encontra devidamente fundamentado, o que equivale à falta de fundamentação. . Pelo arrazoado resulta que o Tribunal a quo incorreu em erro de julgamento ao considerar que os atos administrativos estão suficientemente fundamentados, motivo pelo qual deverá a sentença ser revogada e substituída por outra que determine que o ato que autoriza a contratação, ao não fundamentar a classificação atribuída a todos e a cada um dos candidatos avaliados, infringe o dever de fundamentação consagrado no artigo 15 do CPA, vício esse que também afeta, consequentemente, o contrato de trabalho celebrado, razão pela qual os atos em causa deverão ser declarados nulos, ou, quanto mais não seja, anulados.