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Entendem os recorrentes que nenhuma prova foi feita deste facto - nomeadamente, não ficou provado:  a)A partir de que altura as pessoas começaram a passar no Caminho F. - todas as testemunhas inquiridas sempre passaram e/ou viram passar no Caminho F., não havendo prova de um momento inicial de passagem, estribando-se em pequenos excertos dos depoimentos das testemunhas Sérgio 69, Maria, R. F., Joaquim e Manuel A. que transcrevem; b)que as pessoas queriam atalhar caminho entre a estrada municipal e o Caminho  - o Caminho F. tem "vida própria”, sendo um caminho igual aos demais existentes na freguesia de ...), baseando-se em pequenos excertos dos depoimentos das testemunhas Manuel, Sérgio, E. e Manuel A. que transcrevem; )que mais tarde, aproveitando a inexistência de cancelas, começaram a passar as pessoas que tinham prédios rústicos a poente do referido caminho que para ali se deslocavam para os seus afazeres agrícolas - nenhuma prova foi feita sobre este facto, remetendo para as transcrições dos depoimentos referidos nas alíneas e supra.