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2) De facto na motivação da sentença o douto Tribunal " a quo " refere muito vagamente a sentença de interdição da , omitindo e com relevância para a decisão final que na sua argumentação aquela sentença refere claramente que havia uma relação de afectividade entre arguida e interdita e é quanto basta para desde logo afastar a tese de utente , pois se assim fosse a mesma referia-se a uma relação contratual lucrativa ou com fins económicos, e devia ir o Tribunal recorrido mais longe solicitando cópia integral do processo de interdição aí referindo na p.elaborada pelo SR. Procurador da Republica que ambas viviam como irmãs, ficamos a saber deficitariamente o sentido dado pelo Tribunal a esse documento-sentença proferindo o mesmo algumas investidas especulativas acerca da nomeação da arguida como tutora , abstraindo-se de saber a relação existente entre arguida e interdita, a qual está claramente nos autos-sentença de interdição- e depoimento do enfermeiro Figueiras e uma filha de uma utente.