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Concluiu a recorrente pedindo que seja jugado procedente o recurso, devendo: A. O despacho recorrido despacho, em sede de audiência prévia, que indeferiu o pedido formulado pela Recorrente de obtenção de elementos de prova em poder da Recorrida ser declarado ilegal e, como tal, ser revogado na parte em que aplicou ao presente caso o artigo 43 do CPC e os artigos 4 e 4 do Código Comercial e indeferiu o pedido de elementos de prova em poder da Recorrida Wenou realizado pela Recorrente por considerar que a procedência desse pedido dependia do preenchimento dos requisitos previstos naqueles preceitos e que esses requisitos não estavam verificados no presente caso; B. O despacho recorrido ser declarado inconstitucional por violação do direito fundamental da Recorrente à tutela jurisdicional efetiva e, bem assim, do direito a um processo equitativo, previstos no artigo 2, n.s 1 e 4, da Constituição da República Portuguesa; e O despacho recorrido ser declarado ilegal na parte em que indeferiu o pedido de obtenção de elementos de prova em poder da Recorrida Wenou realizado pela Recorrente, por considerar que não se encontra indiciada a violação de segredos comerciais, uma vez que estavam verificados todos os requisitos previstos na lei artigo 33 do de que depende o deferimento do referido pedido.