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Aquela redação apenas pretendeu concretizar e clarificar o que vinha sendo entendimento maioritário da jurisprudência, ou seja; POR UM LADO; a.De que a declaracão de falência determina o extinção/morte da sociedade, cessando, consequentemente, os respectivas obrigações declarativas POR OUTRO LADO; b.Que, a manterem-se quaisquer obrigações declarativos, as mesmas são da responsabilidade dos legais representantes da insolvente e nunca do Administrador da Insolvência;  É neste contexto interpretativo a que se pugna pela revogação da decisão recorrida, como necessidade de repor a legalidade da situação, condenando a Administração Tributária à prática do acto devido, urgindo-se a Administração Fiscal ao seu cumprimento integral, assim se fazendo JUSTIÇA!”A Recorrida apresentou contra-alegações, nas quais conclui como se segue:  "IlI - Conclusões Em face de todo o exposto supra, o Recorrido formula as seguintes conclusões: O recurso tem por base a decisão do Recurso Hierárquico de 27/02/2012 interposto contra o despacho do Chefe do SF de Carregal do Sal datado de 27/10/2011, que considerou que ... "a dissolução da sociedade não implica a concomitante extinção, pois esta só se verifica quando do registo de encerramento da liquidação, conforme referido no n. 2 do artigo 16 do CSC.