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3Para se aferir da razoabilidade deste valor, atente-se no acórdão do STJ de 012017, onde, num caso em que a autora sofreu em consequência do acidente, "traumatismo da coluna cervical, com as inerentes dores e incómodos que teve de suportar, sendo que o quantum doloris ascendeu ao grau 4, numa escala de 1 a 7”, e sequelas correspondentes a um défice funcional de 2 pontos, se considerou ser de manter o montante indemnizatório, fixado pela Relação, por danos não patrimoniais, em € 15 00  3O Recorrente sofreu fratura do pé direito, o que o imobilizou por completo, sendo que o pé é o membro que nos permite deslocar e movimentar, um quantum doloris de grau 4, numa escala de 1 a 7 e sequelas correspondentes a um défice funcional de 3 pontos, pelo que, resulta claro que a quantia de € 1000,00 para ressarcir os danos morais sofridos pelo aqui Recorrente é manifestamente insuficiente e deverá ser, outrossim, fixada em € 2000,0 3Não andou bem o Tribunal a quo ao julgar improcedente o pedido do Recorrente de € 95,00 a título de danos patrimoniais, tendo feito, salvo o devido respeito, uma interpretação errada do nexo de causalidade existente entre a despesa sofrida pelo Recorrente e o sinistro de que o mesmo foi vítima.