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A mãe, dois dias depois, interpôs recurso desta decisão– para que a decisão recorrida seja declarada nula e, assim, seja revogada e substituída por outra que dê provimento ao requerido pela mãe -, terminando as suas alegações com as seguintes conclusões:  Nas conclusões 1 a 9,  metade, 10, a mãe descreve o processo, entre o mais dizendo, sem se preocupar em comprovar o que dizo único elemento que requereu, para instrução do recurso, foi o acordo do exercício das responsabilidades parentais, para além de ter junto com as alegações a acta de 14/08/2019,que também ela tinha requerido, não diz quando, no TJ da Comarca do Porto, ao abrigo do artigo 44 do RGPTC, que fosse autorizada a mudança da residência e da escola do filho, por forma a poder acompanhar o seu agregado familiar materno que integra desde sempre, determinando a sua transferência escolar para a cidade do Porto, e que naquele tribunal foi realizada conferência de pais, tendo o tribunal decidido a sua incompetência; transcreve o que aí tinha alegado e o que consta das declarações do menor e da promoção do MP na conferência de pais no processo de Lisboa e o teor da decisão recorrida e ainda esclarece que a acta da conferência está errada e que já pediu a sua rectificação.