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Em concreto, o Banco BPI, nessa carta, transmitiu ao BCE: ) que entendia, com base nas disposições legais aplicáveis, que com a concretização da operação em apreço, o Banco BPI deveria deixar de consolidar o BFA, seja para efeitos contabilísticos, seja para efeitos prudenciais, e, como consequência, eliminaria o problema da ultrapassagem do limite dos grandes riscos com que se encontra confrontado; e ) que na interpretação do Banco BPI o BCE não teria razões para se opor ao que é referido em, uma vez que o Banco BPI confirmou que, após a concretização da operação em apreço, respeitaria as seguintes condições: a) O Banco BPI, enquanto accionista do BFA, não controla sozinho, nos termos de um acordo com outros accionistas do BFA, a maioria dos direitos de voto no BFA; b) O Banco BPI não exerce uma influência dominante sobre o BFA; ) O Banco BPI não gere o BFA em conjunto com uma ou mais empresas não incluídas no seu perímetro de consolidação.