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Alegou para tal, muito em síntese, que, em Abril de 2006, era detentor dum DP no montante de € 5000,00 na Agência/Balcão do B de   ...)  ; e que, estando tal DP a vencer-se, a sua gerente de conta lhe propôs que, em vez de renovar o DP, adquirisse uma obrigação S Rendimento Mais 2006, produto financeiro que, segundo a referida gerente de conta, "tinha as mesmas garantias e segurança dum depósito a prazo”1, podendo assim obter "um melhor rendimento, sendo que tinha os juros remuneratórios e o reembolso de capital 100% garantido pelo B” Assim, perante o que lhe estava a ser proposto, o A. anuiu e, em Abril de 2006, adquiriu uma obrigação3 do produto designado como S Rendimento Mais 2006, no valor de € 5000,00, sendo certo que "desconhecia e ainda desconhece de todo em todo o que são obrigações, apenas sabendo que estava a comprar e que comprou um produto que lhe havia sido e foi apresentado como sendo tão seguro como um DP e que lhe dava mais juros, tendo a garantia do do reembolso integral do capital que estava a investir”4; e sendo certo que a referida gerente de conta lhe disse "que tal aplicação seria feita pelo prazo de dez anos, mas que poderia eventualmente proceder ao seu resgate antecipado ao fim de cinco anos e que se porventura tivesse necessidade de levantar o dinheiro mais cedo, em qualquer altura o poderia fazer, bastando que a avisasse com dois ou três dias de antecedência” Adquirido tal produto/obrigação em Abril de, sempre até Maio de 2015 lhe foram pagos os juros do capital investido, não lhe sendo assim pagos os 2 últimos cupões e sendo-lhe dito pelo R. B – tendo entretanto, como é do domínio público, o Estado Português nacionalizado, em 11/11/2008, o e depois procedido, em 30/03/2012, à sua reprivatização/venda ao R. Banco B que, depois, em 07/12/2012, se fundiu, por incorporação, com o B assumindo então o a personalidade jurídica do B) – que, sendo a aplicação uma obrigação da e estando esta insolvente o que entretanto foi, o reembolso do capital devia ser reclamado no processo de insolvência; isto, ainda segundo o que lhe foi dito pelo R., "por o, ao vender a referida obrigação, apenas ter funcionado enquanto intermediário financeiro, não sendo tal obrigação do, mas apenas e só vendida ao balcão do por conta e risco da dita” Ora, segundo o A., o R. B ao adquirir o B ao Estado Português, assumiu todas as responsabilidades emergentes da gestão do e nessas responsabilidades incluem-se as verbas devidas e reclamadas pelos clientes sem prejuízo de, depois, o Banco poder pedir o seu reembolso ao Estado Português, nos termos do acordo entre ambos, como é o caso do reembolso do capital das obrigações Rendimento Mais 2006, vendidas "com a informação de ter capital garantido, envolvendo tal garantia, não a da entidade dele emitente, mas sim ou também do intermediário financeiro”7; razão pela qual o Banco, segundo o A., deve ser condenado a restituir-lhe os € 5000,00 investidos, acrescidos de juros sendo que, ainda segundo o A., o contrato de intermediação financeira celebrado com o é nulo por não ter obedecido à exigida forma escrita, o que, mais uma vez segundo o A., é fundamento para, como efeito da nulidade declarada, lhe serem restituídos os € 5000,00 investidos, acrescidos de.