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)só no tempo das Ordenações, quando o direito de remição era atribuído ao próprio executado e à mulher, estes eram citados para exercer esse direito, tendo essa citação sido eliminada com o Decreto n. 24, de 16 de Maio de 1832, não voltando a constar dos textos legais.» No concernente ao exercício do direito de remição, prescreve-se no n. 1 do artigo 843 do Código de Processo Civil que o direito de remição pode ser exercido: "a) No caso de venda por propostas em carta fechada, até à emissão do título da transmissão dos bens para o proponente ou no prazo e nos termos do n. 3 do artigo 82; b) Nas outras modalidades de venda, até ao momento da entrega dos bens ou da assinatura do título que a documenta.” E, acrescenta-se no n.2: "Aplica-se ao remidor, que exerça o seu direito no acto de abertura e aceitação das propostas em carta fechada, o disposto no artigo 82, com as adaptações necessárias, bem como o disposto nos n.s 1 e 2 do artigo 82, devendo o preço ser integralmente depositado quando o direito de remição seja exercido depois desse momento, com o acréscimo de 5 % para indemnização do proponente se este já tiver feito o depósito referido no n. 2 do artigo 82, e aplicando-se, em qualquer caso, o disposto no artigo 82.” Por conseguinte, nas alíneas do n.1 fixa a lei os momentos até aos quais pode ser exercido o direito de remição, ocorrendo que na venda por propostas em carta fechada, o direito pode ser exercido até à emissão do título de transmissão de bens para o proponente ou no prazo previsto no n. 3 do artigo 825 do Código de Processo Civil e "No que tange às outras modalidades da venda, o direito de remição pode ser exercido até ao momento da entrega dos bens ou da assinatura do título que a documenta.