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─   Iniciou o cumprimento da pena de prisão em 112011 assinalando-se, ainda, prisão preventiva de 002005 a 102007), o meio da pena foi atingido em 212017, os dois terços em 202020, os cinco sextos serão em 202023 e o termo em 202026: ─   Por despacho proferido em 112018 foi determinada a instrução dos autos para efeitos de apreciação de liberdade condicional, com reformulação do despacho que havia sido proferido em 012014 e que então aludia a pena acessória de expulsão que seria executada aos dois terços da pena de prisão; ─   Em consequência, a liberdade condicional foi primeiramente apreciada por decisão de 002019, depois por decisão de 002020 e, por último, apreciada e denegada por decisão de 112020, mais determinando que a eventual concessão de liberdade condicional será reapreciada em renovação da instância, em 11202 Ora, olhando à tramitação empreendida, temos que os autos seguiram para efeitos de apreciação da liberdade condicional, conforme é do conhecimento do recluso, tal como despachos e decisões que lhe foram sendo notificadas, ao que se retira, consoante despacho proferido em 112018, por estar em causa a condenação do recluso na pena acessória de afastamento do território nacional após o cumprimento da pena principal cfr.