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Vejamos agora os factos remanescentes, que estão narrados nos artigos 2, 2, 2, 2 e 2, que têm o seguinte teor:  «Mais sabiam as arguidas que podiam e deviam transferir o doente, ao qual tinha sido atribuído a via coronária verde, para o Hospital de Faro, a fim de realizar os competentes exames complementares de diagnóstico, bem como ser observado por Médico Cardiologista» - artigo 2;  «Desse modo, as arguidas não levaram a cabo os procedimentos técnicos adequados que as circunstâncias concretas impunham para se inteirarem das causas da dor precordial com irradiação para a zona dorsal, intensa e repentina, sentida por AA e, assim, ser este encaminhado para um Hospital Central para a realização de uma cirurgia cardio-toráxica» - artigo 2;  «Actuaram, portanto, com total falta de prudência e de cuidado, já que, ao invés de determinarem a transferência do doente para o Hospital de Faro, a fim de ser submetido a exames complementares de diagnóstico necessários, conduta que podiam e deviam ter adoptado, optaram por lhe ministrar analgésicos e dar-lhe alta clínica, sem que tivessem diagnosticado a causa dos sobreditos sintomas» - artigo 2  «Todavia, apesar de terem previsto como possível a ocorrência de uma dissecção aórtica, agiram sem aceitar o resultado verificado».