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De acordo com o mesmo preceito, a metodologia a efetuar inclui a análise casuística da segurança do país para determinado requerente e/ou a designação nacional de países considerados geralmente seguros, bem como "regras, nos termos do direito internacional, que permitam avaliar individualmente se o país terceiro em questão é um país seguro para determinado requerente e que, no mínimo, autorizem o requerente a contestar a aplicação do conceito de país terceiro seguro, com o fundamento de que o país terceiro não é seguro nas suas circunstâncias específicas” n.. Não assiste, pois, razão ao Recorrente quando pretende concluir que os EUA não serão um país terceiro seguro, nos termos previstos no art 19, n 1 e art 2, n 1, da Lei do Asilo.