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No que concerne aos factos provados n. 17 e 34, a administração e interesses do Recorrente encontra-se espelhada no facto provado n. 16, pelo que, quanto a essa questão, remetemos para o ponto anterior; quanto ao uso dos bens da Insolvente para favorecimento pessoal do Recorrente e da "G”, que consta dos factos provados n. 21, 29, 30, 31, 32 r 33, impugnados pelos Recorrentes, como veremos mais à frente; o ponto fulcral da questão é que existem débitos da Insolvente por explicar, sendo certo que, N, ROC da Insolvente desde 2014, sob instruções e com a informação do Recorrente, eliminou créditos da Insolvente sobre terceiros e, nas palavras dos Recorrentes, "efectuou movimentos de correcção”, sem que para isso tivesse qualquer suporte documental; isto porque, o Recorrente nunca ofereceu explicação ou documentos comprovativos – porque não existem – de quaisquer pagamentos efectuados pela Insolvente que justifiquem a discrepância entre o seu saldo real e aquele que consta dos balancetes, pelo que, encontrando-se essas quantias desaparecidas e sendo o Recorrente o administrador de facto da Insolvente, esta subtracção de dinheiros da Insolvente foi perpetrada por ele; factos ainda mais óbvio quando consideramos as suas tentativs de ocultar tais discrepâncias.