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Em face desta constatada divergência, foi interposto recurso de revista para o Supremo Tribunal de Justiça, com fundamento em oposição de Acórdãos sustentando-se ali que a decisão recorrida - o Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 1-10-2013, que revogou a decisão de primeira instância recusando a homologação do plano de recuperação aprovado com voto adverso do Estado -, está em contradição com o sentenciado no Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 18-06-2013 - que considerou que o plano de recuperação, apesar de ter sido aprovado com votos adversos da Segurança Social, pode ser homologado, apenas se devendo considerar que é ineficaz em relação àquela entidade.