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não corresponde à alegada pelo sujeito passivo, existindo inúmeras referências a depósitos em conta desconhecida, bem como diversos destinatários e endossantes de cheques, que a Administração Fiscal não considerou como fornecedores da "N....., Ld.a" mas também não redefiniu a respectiva relação com o sujeito passivo; - A Administração Fiscal não indica qual o valor da facturação correspondente aos serviços prestados pela ".... A...., Ld.a", designadamente o valor que considerou corresponder aos proveitos daquela sociedade, para efeito de cálculo da respectiva matéria colectável, e que por uma questão de legalidade tributária deve ser considerada para efeitos de custos da "N....., Ld.a", a qual apresenta proveitos que não foram postos em causa pela Administração Fiscal, sendo inequívoco que a obtenção de proveitos gera as correspondentes despesas; - Quanto às conclusões da Administração Fiscal decorrentes do confronto entre orçamentos e contratos de empreitada, salienta que os orçamentos são meramente indicativos especialmente quando não se apresentam acompanhados da descrição detalhada ou caderno de encargos, como é o caso dos apresentados; - Por fim, solicita o reconhecimento da inexistência de qualquer simulação de negócios entre o sujeito passivo e a sociedade ".... A...., Ld.a".