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Efetivamente, ainda que no ponto 7 da acusação se aponte inicialmente nesse sentido da, na parte final é-lhe imputada a conduta a título de dolo eventual "...admitindo que ...) e conformando-se com a possibilidade de tal suceder, o que representou...")  Ou seja, não se tratou de uma conduta involuntária ou inconsciente do arguido, tendo antes sido uma ação voluntária de passar nesses locais com o veículo, em velocidade e em violação de outras normas estradais, em clara ação de fuga à polícia, seguramente para se furtar à sua detenção e evitar a apreensão dos produtos estupefacientes e "Katanas" que detinha consigo, pois sabia ser tal detenção ilícita.