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a quantia de 225,50€ a título de danos patrimoniais e a quantia de 1000,00 € a título de danos morais, acrescida de juros de mora vincendos, à taxa legal em vigor, até integral pagamento.Invocou para tanto, em síntese, que o prazo de três anos da prescrição do direito à indemnização da Autora só se iniciou a partir do momento em que esta tomou conhecimento da produção efetiva do dano, isto é, com a decisão final, transitada em julgado e que a mesma peticionou apoio judiciário, junto do Instituto da Segurança Social, nas modalidades de dispensa de taxa de justiça e demais encargos com o processo e nomeação e pagamento da compensação de patrono, pelo que atendendo ao disposto no artigo 3 n. 4 da Lei n. 34/2004, de 107, a acção deverá considerar-se proposta na data em que o pedido de nomeação junto do Instituto da Segurança Social tiver sido apresentado, o que interrompe a prescrição do direito da Autora.O Recorrido contra-alegou, defendendo a manutenção do decidido.Cumpre, pois, decidir já que nada a tal obsta.- São estas as conclusões das alegações que definem o objecto do presente recurso jurisdicional: 1) Entende a Recorrente que o Tribunal a quo não fez uma correcta subsunção dos factos ao Direito aplicável, nem tão pouco, fez uma interpretação e aplicação corretas das normas jurídicas, acabando, até por violar normativos legais, aquando da apreciação da exceção da prescrição do direito da Autora.