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Primeiramente, no que aos vícios quanto à matéria de facto diz respeito, não deu o Tribunal como provado, quando o deveria ter feito, os seguintes factos, com relevância para a Decisão a tomar, a saber:  O facto de a Executada ter apresentado Contestação ao requerimento que deu origem ao incidente sobre a qual a Sentença recorrida versou, Sentença essa que deu como provado; Pelo que não tendo dado como provado não poderia o Tribunal ter-se pronunciado sobre a Contestação, o que de todo se pode conceber; Tal torna, portanto, a sentença nula ou assim não se entendendo anulável;  No dia 102021, apresentou o Recorrente Resolução Fundamentada, ao abrigo do artigo 12 n. 1 CPTA, no qual dispôs fundamentadamente que, atenta a excecionalidade e urgência do tema em causa, o deferimento da execução do ato por via do qual se determinou a suspensão do trabalhador, pelo período de 150 dias, é gravemente prejudicial para o interesse público; Deveria o Tribunal ter dado como provado não só a apresentação da Resolução como a sua existência, porquanto, para se ter pronunciado sobre a pretensa caducidade da resolução teria que ter dado como provado a existência de mesma, o que não sucedeu; Não tendo sucedido não poderia o Tribunal ter concluído pelo que conclui, pelo que é a Sentença nula.