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A convicção do tribunal para julgar este facto como não provado resulta de ")  a simples constatação da prática comum entre os emigrantes portugueses na Venezuela e entre os recém-regressados daquele país) de colocarem as respetivas economias em cofres, fruto da patente desconfiança no sistema bancário venezuelano e até português, em razão da resolução do "B...” e do "B...”, este último com especiais repercussões na Região Autónoma da, não permite afiançar que os Recorrentes seguiram esse caminho, adquirindo cofres não tendo ficado evidenciado que as testemunhas tenham visto ou constatado a existência dos mesmos, que não por aquilo que lhes foi avançado), e, muito menos, a proveniência das verbas lá colocadas e o destino que lhes foi concedido - neste particular não se pode deixar de notar que nem sequer vem alegado que os supostos montantes guardados em cofre foram afetos ao pagamento dos apartamentos adquiridos em 2016 e cuja aquisição fundamenta o acréscimo patrimonial determinante da aplicação de métodos indiretos.”.