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102 e 103 do apenso de embargos, cujo integral conteúdo aqui se dá por reproduzido; - e não tendo sido encontrada uma solução para a liquidação da totalidade do capital mutuado já vencido, a 15 de Julho de 2015, o banco mutuante comunicou à ora apelante que iria promover a cobrança coerciva dos valores em dívida.Deste complexo fáctico resulta manifesto que o banco mutuante sempre actuou perante a ora apelante em estrito cumprimento dos deveres de lealdade e de correcção, e sempre orientado pelo princípio da boa-fé e nunca criou na mesma qualquer expectativa, antes pelo contrário, de que se encontraria uma solução para a situação, que não fosse a liquidação da totalidadedo capital mutuado ainda em dívida.