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Compulsados os autos, obtêm-se ainda os seguintes elementos relevantes: 	- No exame pericial singular realizado na fase conciliatória do processo, o perito atribui ao sinistrado uma incapacidade permanente parcial de 4%, a partir de 23-10-2015 data da cura clínica); 	- No exame por junta médica da especialidade de ortopedia, que teve lugar posteriormente à realização da osteotomia corretiva realizada pelo médico privado e aos tratamentos subsequentes a tal intervenção, o colégio de peritos entendeu que o sinistrado está afetado de uma incapacidade permanente parcial de 4,94%, ainda que já não apresente marcha claudicante dolorosa resposta ao quesito 1) 	Deste modo, a evolução da situação clínica do sinistrado, numa análise cingida aos coeficientes de incapacidade permanente atribuídas, denota agravamento da incapacidade permanente para o trabalho.