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3	) Encontra-se assim enfermo de erro o Acórdão recorrido quando, ao referir que a arguida optou "//por comunicar à administração fiscal apenas as quantias que tinha disponibilidade para pagar, omitindo a declarações dos restantes valores, bem sabendo que os valores declarados e entregues ao Estado eram inferiores aos valores efetivamente retidos nas remunerações pagas aos trabalhadores”, pressupôs que ela poderia ter efectuado declarações de pagamento indicando montantes superiores àqueles que tinha disponíveis para pagar, porquanto, não existindo uma obrigação de pagamento autónoma da obrigação declarativa, só podia ser efectuada a declaração de pagamento, se o pagamento fosse efectuado em simultâneo, e pelo valor declarado.