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5- Requerimento da Ré, LDA., de22/11/2018: A Ré veio reclamar da Nota Justificativa e Discriminativa de Custas de Parte apresentada pela Autora entendendo que os Réus nada devem aos Autores, relativamente a custas de parte, pelo que deve a presente reclamação ser julgada totalmente procedente, por provada, julgando-se integralmente indevida a Nota de Custas de Parte da Autora, essencialmente com os seguintes fundamentos: - Que a Nota de Custas de Parte de que ora se reclama, foi notificada à reclamante em 012018, e junta ao processo na mesma data, do que decorre ser ela manifestamente extemporânea, tendo em conta que o trânsito em julgado da decisão final do processo ocorreu no passado mês de Janeiro de 201 - Que se a Autora fosse agora chamada a pagar quaisquer custas da sua responsabilidade, no âmbito deste mesmo processo, abria-se uma nova oportunidade para deduzir no processo a sua Nota de Custas de Parte, tendo em conta que o direito de apresentar a Nota de Custas de Parte não pode terminar, antes da parte ter pago as custas de que pretende ser reembolsada, doutrina que a jurisprudência tem reconhecido de forma inteiramente pacífica, porém, tal não é o caso da Autora, que depois de ver indeferida a reclamação que deduziu contra a sua conta de custas, conformou-se com a decisão que a indeferiu, tendo entretanto pago as custas da sua responsabilidade, nos termos dessa conta de custas, já em 2017, ou seja, a Autora, não procedeu agora a qualquer pagamento de custas, razão pela qual inexiste qualquer razão para que na sua esfera jurídica renasça o direito de apresentar à reclamante uma Nota de Custas de Parte.