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Vejamos: A acusação, deduzida pelo  P., tem o seguinte teor:10 arguido e a ofendida ...) contraíram casamento em 112000 e divorciaram-se em 00200 Contudo, em finais de 2009, voltaram a viver juntos como se de marido e mulher se tratassem e casaram em 2-07-2012Durante o segundo casamento, o casal morou na, vindo a divorciar-se novamente a 002017, mas continuaram a habitar nessa mesma casa até Julho de 2013Em data não determinada, após a morte do pai do arguido, ocorrida em 1-09-2011, e após a sua reforma laborai, o arguido tornou-se mais possessivo e ciumento para com a ofendida, o que motivava muitas discussões.4Em data não determinada, entre Setembro de 2011 e Julho de 2017, por várias vezes, quando a ofendida se preparava para sair de casa e ir trabalhar, o arguido dizia-lhe: "Puta, estás-te a empiriquitar para ires para a loja para foderes com os gajos";5No mesmo período temporal, por várias vezes e em datas não determinadas, quando se apercebia que a ofendida falava com algum homem pelo telefone, mesmo por motivos profissionais, o arguido dizia-lhe: "Andas a foder com ele, não é!?!