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- Se for de antever que a prova pericial, ou outras diligências que possam ser ordenadas, oficiosamente, não surtam efeito útil, o Tribunal deve decidir com base na equidade e, assente em tal critério, fixar a indemnização devida ao credor/exequente.” – no mesmo sentido podem consultar-se, a título de exemplo, os acórdãos do STJ de 14/7/2009, proferido no processo 630-A/199S1; de 13/4/2010, proferido no processo 109/200CS1; os acórdãos do Tribunal da Relação de Lisboa de 6/6/2013, proferido no processo 6730/09TMSNT.L2-6; de 30/6/2011, proferido no processo 5491/01TVLSB.L1-2; de 4/3/2010, proferido no processo 57/200L1-2; de 24/6/2008, proferido no processo 10831/2007-1; o acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 4/7/2014, proferido no processo 1673/04TBVCD.P Assim, no caso dos autos, sempre teria que reconhecer-se ao autor um qualquer crédito que excedesse numa qualquer medida a soma dos montantes pagos pela ré ao autor com o crédito indemnizatório que lhe foi reconhecido sobre o autor, não podendo, também por esta razão, proceder a pretensão da apelante no sentido de "ser a douta sentença de que se recorre substituída por outra, que absolva a Recorrente;”.