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39 a 49 dos autos e cujo teor se dá por integralmente reproduzido; 1 Em 1/6/2013 o Autor sofreu um enfarte agudo do miocárdio, e em 5/9/2013 um acidente vascular cerebral, eventos que conduziram à sua reforma por invalidez; 2 Em 2/12/2008 o Autor não tinha qualquer desvalorização, nem qualquer doença que pudesse conduzir a alguma incapacidade.» Verifica-se que a Ré, de acordo com a factualidade dada como provada e com a interpretação jurídica que fizemos do regime jurídico emergente da Cláusula 4 do CCT de 2012, incumpriu temporal e substantivamente a mesma, pois não só firmou o contrato de seguro de vida em que se mostrasse abrangida a reforma por invalidez dos seus trabalhadores em 16/9/2013, ou seja, um ano, 8 meses e 15 dias após a entrada em vigor daquele dispositivo convencional, como ainda relegou a sua produção de efeitos jurídicos para 16/9/2014, por força do ano de carência, assim adiando a efetiva aplicação daquela para tal data, deixando sem cobertura efetiva o período que decorreu entre 1/1/2012 e 16/9/2014 ou seja, ao longo de 2 anos, 8 meses e 16 dias, em que os trabalhadores ficaram, eles sim, carecidos de proteção nos termos consensualizados no dito.