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66», sendo que nada disto se verifica em relação à apreciação que o Tribunal da Relação de Guimarães fez no âmbito da impugnação de matéria de facto deduzida pela Apelante e ora Reclamante a propósito da que consta do aludido ponto 1 No que respeita à alegada diferente fundamentação de facto entre as decisões das instâncias, presume-se) no que concerne à inclusão no valor da retribuição da quantia de € 000,00 relativa a viagens, matéria do ponto n. 5 dos factos provados, refere a Reclamante, em síntese, que a nova redação dada a este ponto pelo Tribunal da Relação de Guimarães afastaria, por um lado, a natureza de prestação pecuniária a receber pelo Autor e, por outro lado, o caráter certo e regular da comparticipação a que nele se alude, tornando-a condicionada e eventual, o que implicaria que as instâncias tivessem feito "uma leitura jurídica distinta do facto dado como provado”.