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6	Em face do exposto – e ademais perante o erro da questão de facto que neste capítulo se imputa à Sentença a quo – não podem deixar de recorrer "novamente”) da decisão de 27/02/202 6	Assim, e ainda que confiantes de que o julgamento das questões de direito atrás indicadas deverão determinar a revogação da Sentença e do acto tributário) apodam tal despacho de ilegal, sendo que a evolução dos autos mormente o pseudo julgamento da matéria de facto em questão) demonstra que se impunha a produção da prova testemunhal requerida, não colhendo o argumento do despacho de 27/02/2021 segundo qual "atendendo ao vertido na petição inicial e à conformação da matéria de facto com as soluções possíveis de direito, a prova que compete a tal factualidade é a prova documental.