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Em concreto, reapreciando os factos e a leitura que deles faz a Autora-recorrente nas Conclusões que apresenta nessa apelação, só podemos concluir que: - confunde tratamentos com lesões, - ignora ostensivamente tudo o que se não provou Factos A a, - omite o seu próprio contributo para o ocorrido Factos 24, 25 e 34 – recusa de utilização do aparelho que expressamente lhe foi dito que deveria usar - Waterpic - para higienização da boca, e da importância desta; Factos 51, 52, 53 e 54 – não utilização - nos períodos em que não dispunha de dentes no maxilar superior - da prótese amovível que já tinha, apesar de lhe ter sido expressamente46; e - afirma a existência de uma regra de leges artis que se revelou inexistente a de que não devia haver apenas 4 dentes para uma ponte de; - esquece que, incidindo embora uma presunção de culpa sobre o primeiro Réu, essa presunção é ilidível47 e, efectivamente, foi-o) e tem a seu cargo a prova da ilicitude e do nexo causal.