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202019), manifestou igual oposição, alegando, em síntese: foi já no decurso do PEAP que antecedeu estes autos insolvenciais que os devedores receberam a importância global de 8766,72€ no processo de insolvência da sociedade F..., Ld., onde eram credores, para além da quantia de 1080,00€ paga pelo Fundo de Garantia Salarial, sem terem feito qualquer referência às mesmas; notificados nestes autos pela senhora AI da apreensão de tais quantias, os devedores, não só, não entregaram tais quantias, como nada informaram sobre as mesmas; no PEAP que antecedeu estes autos, foram reconhecidos dois créditos ao Banco B..., S.A., garantidos por hipoteca sobre um bem imóvel prédio urbano sito em ..., descrito na CRPredial com o n. ... e inscrito na respetiva matriz predial sob o artigo ...), tendo o mesmo sucedido nestes autos insolvenciais, sem, contudo, os devedores serem titulares de qualquer bem imóvel e, designadamente, do que foi dado à referida hipoteca; nos termos da certidão predial desse imóvel, os devedores adquiriam o mesmo em 001999, data em que constituíram hipotecas sobre o mesmo a favor do Banco B..., S.A., e procederam à sua venda em 002016, à sociedade T..., INC, com sede em Delaware, EUA, sem terem liquidado o empréstimo contraído junto do B..., S.A.; em 212016 foi registada pela nova proprietária uma nova hipoteca sobre tal bem imóvel a favor de .., Ld., garantindo um empréstimo de 6000,00€, sendo que o gerente de tal sociedade é J..., irmão do aqui devedor insolvente; tais factos indiciam a existência de culpa na criação ou no agravamento da situação de insolvência dos devedores, pelo que deve o pedido de exoneração ser indeferido.