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do Tribunal da Relação de Guimarães, três cenários possíveis são de equacionar: - se o credor não foi dispensado de depositar o preço, não se coloca sequer a questão da salvaguarda das custas do processo e dívidas da massa, pois depositou o preço na sua totalidade; - se o credor garantido foi dispensado de depositar o preço e tal dispensa implicaria não proceder ao depósito de qualquer quantia, designadamente porque o crédito reconhecido é igual ou superior ao preço, terá sempre de depositar quantia equivalente a pelo menos 10% do preço poderá ser mais conforme já vimos por força da parte final do n. 2 do artigo, para salvaguarda das custas do processo e dívidas da massa; - se o credor garantido efectuou uma proposta que excede o seu crédito e foi dispensado de depositar a parte do preço que corresponde àquele, importa atender ao montante do preço que terá de depositar: se o montante a depositar que excede o seu crédito for superior aos referidos 10% não há em princípio que equacionar o depósito de qualquer outra quantia uma vez que dessa forma fica assegurado o cumprimento do disposto no artigo 172; se não for o depósito a efectuar deverá ser sempre o equivalente a pelo menos 10% do preço poderá ser mais conforme já vimos por força da parte final do n. 2 do artigo para salvaguarda das custas do processo e dívidas da massa”.