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8  O Ministério Público junto da 1 instância respondeu ao recurso, pugnando pela sua improcedência, dizendo, em suma, que as exigências de prevenção geral são elevadas, atendendo à continuação da existência de um elevado índice de sinistralidade rodoviária resultante da condução sem habilitação legal, com graves consequências para a vida, o corpo e o património quer dos agentes do crime, quer de outras pessoas alheias à conduta destes e que qualquer pena deve assumir-se como uma censura suficiente do facto e constituir um verdadeiro sacrifício e, simultaneamente, garantir à comunidade a validade e vigência da norma violada, sendo que a pena fixada é a única que corresponde à medida da culpa e às elevadas exigências de prevenção geral e especial que se fazem sentir.