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Alega que no caso "constata-se dos factos provados, que as profissionais do Recorrido cumpriram defeituosamente a sua prestação, não empregaram todos os meios, não praticaram todos os atos normalmente necessários para a prossecução da finalidade da sua atuação, tendo havido desconformidade objetiva entre a conduta adotada pelas mesmas, e as leis da arte e da crença médica, já que as funcionárias do Recorrido não souberam explicar por que razão realizaram, sem o consentimento da Autora, a episiotomia referida procedimento cirúrgico inadequado e desaconselhado, há muito, pela Organização Mundial de Saúde), e, bem assim, por que razão não lhe deram a epidural, apesar de lhe terem perguntado se a aceitava, bem como, erraram as mesmas: ao não usarem de diligência, perícia e consideração com as técnicas e conhecimentos reconhecidos pela ciência médica, para o concreto caso clínico, que definem, em cada momento, as legis artis art.