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Neste sentido, como se menciona no acórdão doTribunal da Relação de Lisboa de 7-02-2019, relator António Santos, processo n. 13312/15T8LSB.L1-6 já acima mencionado: " como o chamam à atenção Mário Aroso de Almeida e Carlos Alberto Fernandes Cadilha, vem o Decreto-Lei n. 18/2008, de 29 de Janeiro maxime o respectivo art 1, na Redacção dada pelo Decreto-Lei n. 149/2012, de 12 de Julho a tornar mais claro que a alínea do n. 1 do artigo  do ETAF  sujeita à apreciação dos tribunais administrativos os litígios em matéria contratual respeitantes a dois tipos/grupos: )– Os contratos administrativos, cujas relações jurídicas emergentes são submetidas a um regime substantivo de direito administrativo, sendo que, devem como tal ser qualificados em face dos artigos ,  e  do e, por conseguinte, submetidos à jurisdição administrativa: a)- os contratos que a própria lei directamente submete a um regime substantivo de direito público, sendo que integram este grupo: ) os contratos administrativamente típicos previstos no Título da Parte do CCP; ) os demais contratos administrativos típicos previstos em legislação avulsa; e ) os contratos qualificados como administrativos pelas alíneas e do n. 6 do artigo  do CCP actualmente, art.