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RELATÓRIO  A interpôs recurso para o Supremo Tribunal Administrativo da decisão proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal em 14 junho 2015 que julgou parcialmente procedente a oposição à execução fiscal n 2801200501008498 e apensos Serviço de Finanças de Câmara de para cobrança coerciva de dívidas de IVA, IRS, IRC e coimas, no montante total de €1674,10 anos de 2003, 2004, 2005, 2006, 2007 e    A recorrente apresentou alegações que sintetizou com a formulação das seguintes conclusões:  1 Os factos tributários na sua, aqui, em apreciação e/ou tributos reclamados pela Autoridade Tributária, encontram-se prescritos 2 A prescrição é o pode ser declarada a qualquer momento pelo Tribunal, depois de invocada, o que, ora, se faz e suplica a Exs.