Legal Document Excerpt:

3 Sem prescindir, caso a posição do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra viesse a ser confirmada por este Venerando Tribunal, designadamente considerando que a execução do julgado exequendo abrange o pagamento das remunerações que a Exequente não auferiu e deveria ter auferido ao serviço da UC a partir de 002016, o que não se admite, mas apenas se equaciona à cautela, por dever de patrocínio e como mera hipótese de raciocínio, o cálculo dessas remunerações não poderia deixar de ter em conta os rendimentos que a Exequente auferiu a partir daquela data, sob pena de não se lograr uma efectiva reconstituição da situação actual hipotética e de resultar, ao invés, um "enriquecimento” para a Exequente que se reputa inadmissível e desprovido de qualquer base legal.