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7 E face aos factos que deverão ser julgados como provados, designadamente do uso privado e pessoal que o A. pretendia dar às fracções em causa nos autos, não se integrando a actuação do A., mesmo relativamente ao imóvel do primeiro andar como uma actuação com fins comerciais, porque ainda que se atente à finalidade do rés-do-chão – venda, podemos dizer que ainda assim, a finalidade deriva de uso pessoal 7 Veja-se que a finalidade da detenção de ambas as fracções, é relativamente a uma delas habitá-las, e da segunda, não obstante o objectivo ser o da sua venda, não tem uma finalidade comercial continuada, trata-se de um acto isolado de venda de um imóvel, com cujo valor angariado se destinaria a dotar a fracção do primeiro andar de condições de habitabilidade.