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H. Fundamentou o Tribunal a quo que, à luz da jurisprudência existente em matéria de tempestividade do pedido de revisão oficiosa e interpretação do conceito de "erro imputável aos serviços”, "as liquidações de IMT objecto dos autos foram praticadas a partir da entrega das declarações modelo  Ou, dito de outro modo, com base na própria declaração do contribuinte” ...)"Razão pela qual, não se preenche o requisito essencial a revisão, que o erro seja imputável ao serviço”, e, consequentemente, "Assim sendo assiste razão a Entidade Requerida quando defende a intempestividade dos pedidos de revisão oficiosa, na medida em que a possibilidade de revisão no prazo e moldes do artigo 7, n. 2, da LGT pressupõem a existência de erro imputável aos serviços, o que não se verifica no caso dos autos”.