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Com não menos frequência a arguição de nulidades da sentença acaba por ser indeferida, e com toda a justeza, dado que é corrente confundir-se o inconformismo quanto ao teor da sentença com algum dos vícios que determinam tais nulidades.” É precisamente o caso dos autos em que os Recorrentes depois de discorrerem sobre a interpretação que a seu ver deveriam ter merecido os artigos 185 e 238 do CIRE, e invocando, logicamente, que o Tribunal a quo não fez a interpretação e aplicação mais correcta de tais normativos conclusões a, acabam, sem mais e sem avançarem qualquer outro fundamento ou razão, por concluir que a sentença é nula, nulidade essa que expressamente convocam "para os devidos efeitos legais.” E note-se que esta conclusão é, salvo o devido respeito, tanto mais estranha quando ao longo dos 30 artigos das alegações não existe a mais pequena referência a tal nulidade da sentença rectius, do despacho de indeferimento liminar da exoneração do passivo.