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6 Não se entende que não tenha sido validada a resolução operada a 16 de novembro de 2018 pela Recorrente- do que se discorda em absoluto, até pelo próprio abandono da obra pela autora e por esta querer obrigar a ré a aceitar quantias que entendia não dever para fazer depender as obras- 6 Entende que aquela resolução deve ser validada, bem como a Autora, Recorrida, ser condenada a pagar as quantias que se provou serem prejuízos ou terem sido gastas pela Recorrente em função do abandono e negligencia da Autora, e após aquela resolução, e enumeradas nos factos, quanto aos 1000 não libertados pelo banco, bem como, e, perfazendo um total de 17 .247,21, Dezassete , duzentos e quarenta e sete euros e vinte e um cêntimos) 6 Volvidos dois meses da elaboração do auto, sem que durante esse período, a autora se disponibilizasse para terminar a obra, ou a contactasse para o efeito, tendo simplesmente desaparecido, conforme resulta da conjugação da matéria de facto, bem como de toda a prova produzida, 6 Sem prescindir, a ser condenada a pagar, nunca o deveria ter sido em valor superior ao montante que resulta da soma entre os 3075€ Três e setenta e cinco euros-valor já com iva incluído) acrescido de 473,55€ Quatrocentos e setenta e três euros e cinquenta e cinco cêntimos), tendo em conta que resulta provado não ter havido qualquer aumento na quantidade de zinco bem como em momento algum ter aceite o orçamento do poço, precisamente por implicar um aumento do preço que não aceitou.