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13– A ora Recorrente tem assim legitimidade activa e passiva relativamente às deliberações relacionadas com as partes comuns objecto da presente acção, quando estas se referem apenas à criação de uma quota extraordinária para proceder a trabalhos de reparação das partes comuns, à criação de uma outra quota para pagamento de trabalhos a empresa que efectuou a gestão do condomínio e finalmente uma outra referente ao orçamento para o ano de 2016, como aliás se decidiu no douto Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, proferido 202012, no âmbito do processo 5564/18TBMTS.P1, in www.dgsi.pt - "O locatário financeiro de fracções autónomas de um prédio constituído em propriedade horizontal tem legitimidade para impugnar as deliberações tomadas na respectiva assembleia de condóminos”.