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Ora, dos factos ns 17 e 27 da matéria provada, de que o arguido BB se aproximou do assistente para lhe dar um abraço ordenado pela arguida BB, a que aquele se opôs esbracejando e esquivando-se, oposição que era do conhecimento dos arguidos não se pode retirar a ilação, de acordo com as regras da lógica e da experiência comum, isto é, considerar como provado, que nestas circunstâncias ao dar-lhe o abraço, os arguidos podiam ter previsto atentas as características do local e a fisionomia do assistente que o mesmo se poderia desequilibrar e sofrer as lesões indicadas no facto n 24 da matéria provada, nem que os arguidos podiam ter tomado precauções, largando o assistente, de modo a evitar que este caísse, conforme deviam ter feito, agindo livre e conscientemente, bem sabendo que lhes eram proibidas tais condutas.