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., residentes em , Vila Nova de Famalicão; todos por si e na qualidade de herdeiros de N e de O; - Massa Insolvente de G e de H, contribuinte fiscal n. .; - P, pessoa colectiva n. , com sede na Póvoa de Varzim; - Q Unipessoal, Lda., pessoa colectiva n. , com sede em Vila do Conde, e - S, contribuinte fiscal n. , residente na Póvoa de Varzim, formulando contra estes os pedidos de condenação seguintes: – a e Réus: A) A verem declarado e a reconhecerem que o processo n. 1150/02TBVCD, que correu termos pelo extinto Tribunal Judicial de Vila do Conde,  Juízo Cível, assenta num litígio simulado e, como tal, seja declarado nulo e de nenhum efeito o que nele foi processado; B) Se assim se não entender – e/ou com tal abrangência - a verem declarado e a reconhecerem que o título de transmissão, e/ou despacho que sobre ele incidiu, a favor da Ré, elaborado no âmbito do processo n. 1150/02TBVCD, assenta num negócio simulado, fraudulento e/ou nulo, de nenhum efeito e/ou ineficaz relativamente ao A. e/ou outros credores do Réu G, hoje massa insolvente deste, Ré; ) A verem declarado e a reconhecerem que, no que concerne, pelo menos, ao prédio rústico "Campo T ou Campo U”, descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n. 618/20120127, a aquisição da meação e quinhão da O, mãe e sogra dos a RR., na herança de N, pela Ré, não contemplou ou abrangeu qualquer direito sobre o mesmo; ) Sem prejuízo, se se entender que a aquisição pela Ré abrange direitos sobre o dito prédio, devem os RR.