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Ora, no caso em apreço, não obstante o provado sob os n.s 8, 9 e 10, infere-se da situação objectiva verificada que a arguida não assegurou que fossem ou estivessem implementadas medidas adequadas a evitar que o seu trabalhador acima identificado iniciasse a viagem sem estar munido do Livrete Individual de Controlo, sendo certo que, tratando-se de uma sociedade por quotas, dedicada à actividade de transportes, lhe era exigível que tivesse esse cuidado, e daí o acerto de ser dado como provado o facto constante do n.  Isto é, em suma, não pode senão concluir-se da factualidade provada que a arguida agiu com negligência, improcedendo o recurso nesta parte.