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Alega, em síntese, que:  - é proprietária do táxi, com a matrícula ., o qual no dia 11/04/2013 se encontrava na zona de chegadas do aeroporto de Lisboa a aguardar passageiros, sendo o primeiro táxi da fila quando a 2 Ré pretendeu tomar um táxi;  - no local onde se encontrava o táxi existe um corredor destinado a quem pretende tomar um táxi, no final do qual há um local para serem deixados os carrinhos de bagagem onde se encontrava um funcionário que acondicionava os referidos carrinhos, encaixando-os nos anteriores;  - a 2 Ré encontrava-se no corredor e tinha acondicionado a sua bagagem num carrinho de bagagens;  - a 2 Ré retirou a sua bagagem do carrinho sem o segurar nem se certificar que o mesmo ficava imobilizado;  - após a 2 Ré ter retirado a sua bagagem do carrinho este deslizou desgovernado pelo corredor, desceu o lancil do passeio, tombou e embateu no seu táxi, provocando-lhe estragos;  - o funcionário que se encontrava no local nada fez para evitar o deslizamento do carrinho de bagagens;  - para a reparação dos estragos gastou €352,64 e teve de imobilizar o veículo durante dois dias, pelo que deixou de auferir €184,1  Citadas, as Rés vieram contestar:  A Ré B, S.A. por exceção, arguindo a exceção de ilegitimidade e a incompetência material dos tribunais judiciais para conhecer do litígio, e por impugnação, alegando que não se verificam os pressupostos de que depende a sua responsabilidade;  A Ré , por impugnação, alegando que quando o carrinho deslizou pelo corredor já tinha retirado a sua bagagem e deixou o carrinho para que o mesmo fosse acondicionado pelo funcionário da 1 Ré.