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Face às conclusões do recorrente, as questões a decidir são, no recurso principal, a de saber se efectivamente se encontram extintas as obrigações garantidas por fiança do Autor, e, no recurso subordinado, se os danos por ele sofridos devem merecer, pela sua gravidade, a tutela do direito, devendo ser indemnizados pela Ré.A  instância considerou assentes os seguintes factos com base na prova documental: a) A ré  é uma instituição de crédito que se dedica à actividade bancária; b) O autor B, por seu turno, foi fiador de dois contratos de mútuo celebrados entre a ré e ; ) Em 02 de Junho de 2004, o  celebrou com a ré um contrato de mútuo com hipoteca no valor de € 15000,00 cento e cinquenta; ) Tendo o autor garantido por fiança o pagamento do referido contrato; e) Para garantia do cumprimento deste contrato o referido  constituiu a favor da ré, hipoteca sobre o prédio urbano composto de casa sobradada e logradouro, descrito na Segunda Conservatória do Registo Predial de Braga sob o n 267 e inscrito na matriz predial respectiva sob o art.