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Pelo exposto, e sem necessidade de mais considerações, indefiro liminarmente o requerimento executivo.” Na alegação de recurso, a recorrente pediu que seja revogado o despacho recorrido e substituído por outro que ordene a citação da executada e o prosseguimento dos autos, tendo formulado as seguintes conclusões: "A - A Executada J é, desde 01/01/1961 arrendatária da loja correspondente ao n  da Rua , em Lisboa, com um contrato vigente pelo prazo inicial de um ano, sucessivamente renovável;  B - Por Notificação Judicial Avulsa, requerida em 03/FEV/2011, a Exequente ora Rte comunicou à locatária J a sua vontade de se opor à renovação do contrato de arrendamento vigente desde 01/01/1961, fixando o seu termo no dia 31 de Dezembro de 201  - A locatária / Executada recebeu a Notificação para a oposição à renovação do contrato de arrendamento em 08/FEV/2011;  - A locatária J não procedeu à entrega da loja após o dia 01/01/2013;  E - A Exequente, apresentando como título executivo o contrato de arrendamento e a comunicação à Executada, nos termos do disposto no art 15 n 1, alínea da Lei n 6/2006, de 27/FEV, com a redacção em vigor ao tempo, instaurou acção executiva para entrega de coisa certa em 05/07/2013;  F - O título executivo de FEV/2011) que serviu de base à acção executiva para entrega de coisa certa instaurada em 05/07/2013 preenche os requisitos da lei em vigor ao tempo para como tal ser considerado, designadamente o disposto nos art 15 n 1 alínea da Lei n 6/2006, de 27/FEV, e no art 1097 do Código Civil comunicação com a antecedência de um, nada tendo de inexistente ou insuficiente para efeitos do disposto no art 812-E n 1 alínea do CPC, anterior.