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– Fundamentação de facto.O tribunal recorrido deu como provados e não provados os seguintes: FACTOS PROVADOS a) A ré ", Lda.” está registada na Conservatória do Registo Comercial com o NIPC ., tendo por objecto a importação, comercialização e distribuição de materiais acrílicos e derivados, bem como o comércio de representações nacionais e estrangeiras, a sua importação e exportação, com o capital de 000,00 euros; b) Foi constituída a 29 de Setembro de 2003, tendo como sócios: ", Lda.”, com uma quota no valor nominal de 250,00 euros, "C1, Lda.”, com uma quota no valor nominal de 250,00 euros, E, B, , F e G, cada um com uma quota no valor nominal de 500,00 euros; ) São gerentes H e os sócios F e G; ) Através da inscrição de 30 de Outubro de 2012, mostra-se registada a transmissão da quota pertencente à autora a favor de ; e) No dia 23 de Março de 2012 realizou-se a assembleia geral ordinária com a seguinte ordem de trabalhos: " Apreciação e votação do Relatório de Gestão e das Contas do exercício de 2011;  Deliberar sobre a proposta da gerência de aplicação de resultados de 2011;  Apreciação geral da administração e fiscalização da sociedade;  Deliberação sobre as medidas a adoptar visando proteger a sociedade e sócios das iniciativas de terceiros estranhos à sociedade para prejudicar a empresa e denegrir a imagem dos seus corpos gerentes e sócios; e  Outros assuntos.”; f) Estiveram presentes os sócios F, G, E e as sócias ", Lda.” e "C1, Lda.”, representadas por H, representando 80% do capital social; g) A assembleia geral foi presidida por H, na qualidade de representante da sócia "C1, Lda.”;  A ré enviou à autora uma carta registada com aviso de recepção, datada de 11 de Abril de 2012, dirigida para a Rua , n. , Lisboa, remetendo-lhe a acta n. 14, relativa à assembleia geral realizada no dia 23 de Março de 2011, cuja cópia se encontra junta a fls.