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799 a 820 contrato de seguro com a interveniente E, respetivas cláusulas gerais e.” Considerou ainda o tribunal a quo como não provada a seguinte factualidade: "- Que as circunstâncias narradas pelo autor à ré, para a pôr ao corrente das circunstâncias em que aquele havia tomado de arrendamento os aludidos espaços, tenham sido tão somente as constantes da contestação que a ré veio a elaborar e apresentar nos autos da referida ação, ou que tal contestação contenha todas as informações então prestadas pelo aqui autor e elaborada pela ré em conformidade com tais informações; - Que, aquando da elaboração pela ré da dita contestação, o autor ainda continuasse a utilizar as salas objeto do arrendamento discutido na ação acima referida; - Que a ré tenha avisado a mulher do aqui autor testemunha indicada para aquela ação), da data designada para julgamento; - Que o autor tivesse tomado conhecimento da sentença logo que a mesma foi proferida, instruindo a ré para recorrer da mesma.”- Âmbito do recurso.Delimitado como está o recurso pelas conclusões das alegações, sem prejuízo de e em relação às mesmas não estar o tribunal sujeito à indagação, interpretação e aplicação das regras de direito nem limitado ao conhecimento das questões de que cumpra oficiosamente conhecer – vide artigos 5 n. 3, 608 n. 2, 635 n.s 3 e 4 e 639 n.s 1 e 3 do CPC – resulta serem as seguintes as questões a apreciar: 1) erro na apreciação da prova e assim na decisão da matéria de facto tendo por objeto os pontos 8 e 9 dos factos provados que a recorrente pugna devem ser introduzidos nos factos não provados vide conclusões 4 e 14 a 1 2) erro na aplicação do direito, incluindo como consequência da pugnada alteração da decisão de facto.Em função do supra enunciado, cumpre em primeiro lugar apreciar do alegado erro na apreciação da decisão de facto.