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No caso em análise, como bem demonstra a Excelentíssima Procuradora Geral Adjunta, em ambas as situações, apura-se que:  ) - a Impugnante e requerente têm a natureza de sujeito passivo misto em sede de IVA, exercendo actividades sujeitas a esse imposto e outras não sujeitas;  ) - ambas consubstanciam instituições de crédito abrangidas pelo RGICSF e exercem, ente outras, as actividades de leasing e ALD;  ) - ambas corrigiram valores deduzidos ao longo de um período fiscal por força do pro rata definitivo determinado para o respectivo ano, observando as instruções da AT resultantes do Oficio-Circulado n 3108 de 302009; ) - ambas apuraram um montante a deduzir distinto ao apurado por recurso ao pro rata provisório;  ) - ambas imputaram aos actos de autoliquidação de ilegalidade por entenderem que nos termos do estatuído no artigo 23, n4 do CIVA, o pro rata de dedução deve considerar no seu cálculo o montante anual da globalidade das rendas e não apenas o montante correspondente aos juros e outros encargos relativos à actividade de leasing e ALD;  ) - os arestos em confronto foram chamados a interpretar e a aplicar o artigo 2 do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado, que determina o método a aplicar na dedução do imposto suportado na aquisição de bens e serviços de utilização mista, a sujeitos passivos que são instituições de crédito e que realizam, simultaneamente, operações de concessão de crédito e operações de locação financeira, recorrendo a montante a bens e serviços de utilização mista.