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O SEF, porque apurou a existência de um primeiro pedido de protecção internacional formulado por A em Itáliaponto B do provado, instou este Estado-membro da União Europeia a retomar a cargo o requerente artigo 18, n1 alínea da Lei n27/2018, de 306, redacção dada pela Lei n26/2014, de 005, e, uma vez considerado tacitamente aceite tal pedido, limitou-se a decidir a inadmissibilidade do «pedido de protecção internacional dirigido ao Estado Português» e a transferência do requerente para Itália artigos 19-A, n1, 20, n2, e 37, n2, da Lei n27/2018, de 306, redacção dada pela Lei n26/2014, de 00 Porém, tanto o autor deste processo, como as instâncias que o decidiram, atenderam, essencialmente, ao que está preceituado no artigo 3 do Regulamento EU 604/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 202013, que diz o seguinte: « Os Estados-membros analisam todos os pedidos de protecção internacional apresentados por nacionais de países terceiros ou por apátridas no território de qualquer Estado-membro,inclusive na fronteira ou zonas de trânsito.