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Para tanto, alega ser comproprietário, em conjunto com mais 4 outras pessoas, que já renunciaram ao exercício do direito de preferência, do prédio rústico denominado ".. de Pedreira” ou ".. de Frades”, sito em .. de Pedreira ou .. de Frades, no concelho de A......, com área de 1400m2, descrito na Conservatória de Registo Predial de A...... sob o n. ../.....  Por outro lado, a  R., que foi declarada insolvente por sentença de 19 de fevereiro de 2015, era a proprietária do prédio rústico confinante com o prédio do A., denominado "Quinta da A...”, com área de 94760m2, descrito na Conservatória de Registo Predial de Alenquer sob o n. ./.....0, o qual foi transmitido a favor da  R., por venda judicial no âmbito do processo de insolvência da  R., vindo esse prédio a ser adjudicado à adquirente a 27/7/2016, que o registou a seu favor em 8/10/201 Sucede que, o A. só veio a ter conhecimento da venda a 22 de agosto de 2016, tendo logo manifestado a pretensão de exercer o direito de preferência, mas o administrador da insolvência só veio a dar conhecimento da adjudicação em 5/9/2016, tendo assim sido violado o seu direito de preferência, tendo em atenção o disposto no Art.