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Veja-se que, mesmo antes da entrada em vigor do RJCS e, particularmente, deste artigo 3 e, porque a representação aparente corresponde a um regime comum, assente no princípio da boa-fé, já a jurisprudência seguia por esta via, responsabilizando o segurador por atuação culposa do mediador, de que é exemplo o Acórdão do STJ de 01/04/2014, processo n. 4739/00TVLSB.LS1 Paulo Sá), in www.dgsi.pt , sustentando-se num parecer do Professor Pedro Romano Martinez Aí se pode ler: ‘"Como escreveu Baptista Machado, o princípio da confiança é um princípio ético-jurídico fundamentalíssimo e a ordem jurídica não pode deixar de tutelar a confiança legítima baseada na conduta de outrem.