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A questão que se coloca é a de saber se foi ineficaz, por extemporaneidade, a declaração do requerente/senhorio de oposição à renovação do contrato de arrendamento para o termo de 30/06/2019 – tese defendida pelo requerido e adoptada na sentença da 1 instância – ou se, pelo contrário, essa declaração de oposição à renovação foi eficaz e, por isso, o contrato cessou em 30/06/201  Na sentença, a 1 instância entendeu que: "O referido contrato renovou-se em 302016, por um período de 3 anos, findando em 30201 Sucede que, por carta datada de 21 de Junho de 2018, o A. comunicou ao R. a sua intenção de oposição à renovação do presente contrato de arrendamento, por carta registada com aviso de receção RH166647985PT, enviado para a Rua dos Açores, n 48, 2 esquerdo, 1000-005 Lisboa.