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Com efeito, como dispõe o artigo 71, n. 2 do CPC na redacção vigente à data actual artigo 66 do CPC, "Se o Tribunal recorrido tiver deixado de conhecer certas questões, designadamente por as considerar prejudicadas pela solução dada ao litígio, a Relação, se entender que a apelação procede e nada obsta à apreciação daquelas, delas conhece no mesmo acórdão em que revogar a decisão recorrida, sempre que disponha dos elementos necessários.” Neste patamar, porque não se encontra fixada nos autos a matéria de facto pertinente para conhecer dessas demais questões suscitadas pelo Oponente, pelo facto de o Tribunal recorrido não se ter pronunciado sobre as diligências de prova requeridas pelo Oponente, atinente a prova testemunhal, mormente em torno de demonstrar a sua falta de culpa na insuficicência patrimonial da devedora originária para satisfazer as dívidas tributárias, o que bem se compreende assim ter decidido o Tribunal a quo, em face da decisão prolatada pela Sentença recorrida, impõe-se, por necessário, que os presentes autos sejam devolvidos à  instância, por forma a que aí seja prosseguida a produção da prova requerida, e apurada a factualidade alegada pelo Oponente.