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U - Neste sentido, enunciamos o Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 21 de Março de 2007, Relatado pela Desembargadora Isabel Tapadinhas e votado por unanimidade, acessível in www.dgsi.pt, que refere, no ponto da sua súmula, que "A prestação suplementar para assistência de terceira pessoa deve ser o graduada em função do grau de constância dessa assistência e é devida logo após a alta hospitalar e regresso a casa, visto que é a partir deste momento que o sinistrado deixa de ter incluído, nos serviços de internamento hospitalar, a assistência de que necessita.” e que "Efectivamente, como refere Carlos Alegre "Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais”, 2 edição, pág.