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Apesar da apreciação feita pela primeira instância, construída com recurso à imediação e oralidade, não impede a "Relação de formar a sua própria convicção, no gozo pleno do princípio da livre apreciação das provas, tal como a 1 instância, sem estar de modo algum limitada pela convicção que serviu de base à decisão recorrida Dito de outra forma, impõe-se à Relação que analise criticamente as provas indicadas em fundamento da impugnação, de modo a apreciar a sua convicção autónoma, que deve ser devidamente fundamentada” Luís Filipe Sousa, Prova Testemunhal, Almedina, 2013, pág..  Dito isto, vejamos o caso sob recurso.