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reconvintes R. e marido R. são proprietários, com exclusão de outrem e por via da usucapião, de uma parcela de terreno resultante da divisão material do prédio descrito na Conservatória do Registo Predial de ... sob o n .../... e inscrito na matriz rústica da mesma freguesia sob o artigo ..., parcela essa composta por um armazém de rés-do-chão, com a área de 35,20 metros quadrados, uma construção arruinada, com a área de 12 metros quadrados, e terreno de cultura a vinha e ..., coma  área de 546 metros quadrados, a confrontar do Norte com A. N., do Nascente, onde se acha delimitada por um muro em pedra sobreposta, com S. J., do Poente, onde se acha delimitada por um muro em pedra sobreposta e marcos em pedra, com herdeiros de J. F. e do Sul, onde se acha igualmente delimitada por um muro em pedra sobreposta e marcos em pedra, com S. J., conforme tudo resulta da fundamentação e decisão do Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães – 1 Secção Cível, no âmbito do processo 290/14T8PRG.G  O A. alegou ainda que a escritura pública celebrada em 6 de Agosto de 2015, identificada na p.em 26 a 33 é nula porque na realidade, o ¼ indiviso do imóvel dela constante, na referida data, não tinha qualquer existência física, nem legal, isto é, o objeto da referida escritura era física e legalmente impossível, assim como contrário à lei por ter dado origem ao imóvel identificado em 7 a 17 da p.e pela forma aí descrita, sendo este imóvel que existia, como existe, na realidade material, física e jurídica, e, designadamente, em 6 de Agosto de 2015, o que invocou ao abrigo do artigo 280 n. 1 do e que o acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães proferido nos autos do processo 290/14T8PRG.G1 padece igualmente de nulidade parcial no segmento em que decidiu que R. e marido R. são proprietários, com exclusão de outrem e por via da usucapião, da parcela de terreno resultante da divisão material do prédio descrito na Conservatória do Registo Predial de ... sob o n .../... e inscrito na matriz rústica da mesma freguesia sob o artigo .... 1 A decisão da matéria de facto e de direito do Tribunal da Relação de Guimarães incorreu em incorreta interpretação e aplicação do direito ao caso concreto uma vez que contraria o disposto no artigo 1256 do , relativo à acessão da posse no qual se dispõe no n 1 que "Aquele que houver sucedido na posse de outrem por título diverso da sucessão por morte, pode juntar à sua a posse do antecessor”, enquanto o n 2 do mais dispõe que "Se, porém, a posse do antecessor for de natureza diferente da posse do sucessor, a acessão só se dará dentro dos limites daquela que tem menor âmbito”.