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Acontece que, a impugnação da decisão da matéria de facto, segunda questão colocada no recurso e subsequente alteração da decisão em conformidade, foi apenas formulada no caso da improcedência da invocada nulidade, ou seja, foi-o apenas a título cautelar o que bem se compreende, pois que, no caso da improcedência da referida nulidade a impugnação do ponto 7 da fundamentação factual único, aliás, é que contenderia com a condenação nos termos em que foi proferida.Como assim, abstemo-nos de conhecer da mencionada impugnação da matéria de facto e, portanto, do mérito da apelação.-DECISÃO Pelos fundamentos acima expostos, acordam os Juízes deste Tribunal da Relação em julgar procedente por provada a apelação e, consequentemente, anular a sentença recorrida na parte em que condenou a Ré no pagamento das quantias descriminadas nas alíneas a da sua parte dispositiva, e, em sua substituição, condenar a Ré a pagar aos Autores as quantias relativas aos danos patrimoniais e não patrimoniais formulados em e do petitório, a liquidar no respectivo incidente subsequente à condenação, nos termos dos artigos 35, n 2 e ss.