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11, da petição inicial — onde se lê: «Requerendo o A. que o Tribunal faça a correspondente Partilha deste Património do Casal, do dinheiro ou capital que no regime de comunhão de adquiridos é numericamente a dividir por dois.» - e 18 - onde se lê: «Embora por o dinheiro ser um bem perfeitamente divisível o A. reclame a sua metade atribuindo à Ré a metade a que teria direito se esta quantia de 6896,00€ fosse objeto de partilha de meações, ou seja metade para cada um = 3948,00€» —, bem como nos pedidos formulados, conclui-se que o autor se considera dono exclusivo das quantias peticionadas, as quais correspondem a metade dos valores supostamente "sonegados” ao património comum do casal.