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Ao contrário das razões que se apontaram para se considerar, não poder o R. fazer sua a percentagem da pensão atribuída ao A. pelo CNP, dado não poder aquele fazer seus os valores relativos a períodos para os quais não contribuiu, em concreto, os 4 anos, do tempo de SMO, por aquele considerado, porque da matéria de facto provada, resulta que no cálculo da pensão atribuída ao A. pelo CNP foi considerado, para além do período anterior ao início da carreira do Autor no sector bancário, o período temporal que vai de Janeiro de 2011 a Julho de 2011, 1 sendo que este último foi, igualmente, tido em conta no cálculo da pensão do A. pelo serviço prestado no sector bancário, há que concluir que o R./banco pode, como se decidiu e deverá descontar da pensão que paga ao A. o correspondente à parte da pensão paga pelo CNP e no que ao período acima referido concerne, 20%, ou 1/5), porque como já referido, o A. não pode receber duas pensões pela mesma prestação de trabalho, ou seja, ocorrida durante 1 ano.Por último, quanto à 2 parte da questão colocada pelo A./recorrente, comecemos, por transcrever o que consta da decisão recorrida: «Peticionava ainda o autor a condenação da ré no pagamento da quantia € 000,00 a título de prejuízos causados em sede de benefícios fiscais e sociais.