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3 Em 11 de Agosto de 2014, data em que cessou a convivência entre o R. e a A., ou seja a supra identificada união de facto entre ambos, a A. teve conhecimento do direito à restituição que alegadamente lhe competia, que esta só agora peticiona nesta acção, e da pessoa por si alegada como responsável pela restituição, ou seja o R.,  3 tendo sido naquela data de 11/08/2014, com a dissolução da união de facto de ambos, que nasceu o direito alegado pela A. a exigir a restituição por enriquecimento sem causa do R., direito que, diga-se, não lhe assiste, mas que, se por mera hipótese académica existisse e assistisse à A., o que não acontece, já se encontrava prescrito,  3 A jurisprudência vem entendendo que nos casos de alegado enriquecimento sem causa, ocasionado por via da dissolução da união de facto, o prazo de prescrição do direito de pedir a restituição por ela provocado só se inicia e conta-se a partir do termo ou dissolução da união de facto, prazo que, no caso da dissolução da união de facto da A. e R., ocorrida em 11/08/2014, iniciou e conta-se a partir desse dia 11/08/201  3 Nesse sentido o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 31 de Maio de 2011, proferido no processo 112/02TBVFC-A.LS1, que dispôs o seguinte: "No âmbito da presente revista excepcional, reitera-se o entendimento do acórdão fundamento segundo o qual, face ao disposto no art.