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Contudo, a razão que preside à não sujeição da apresentação da réplica ao pagamento de taxa de justiça não é uma razão diferenciadora, mas equalizadora: tendo os autores pago, aquando da apresentação da petição inicial, o valor da primeira ou única prestação da taxa de justiça devida até à designação da data da audiência final e tendo os réus pago, aquando da apresentação da contestação/reconvenção, o mesmo valor, não seria justo sujeitar a apresentação da réplica ao pagamento de qualquer outro valor a título de taxa de justiça, dado que a réplica é um articulado para o autor deduzir toda a defesa quanto à matéria da reconvenção, nos termos do disposto nos artigos 14, n. 1, e 58, n. 1, ambos do P.Basta quanto se disse para se concluir que, constituindo a réplica uma concretização do princípio da igualdade de armas e da igualdade substancial das partes no processo - na medida em que oferece aos autores a possibilidade de se pronunciarem sobre o que não tinham tido ainda a oportunidade de se pronunciar, porque não tinha sido trazido para o processo, a saber: a matéria da reconvenção -, não pode a validade da apresentação de réplica no  dia útil subsequente ao termo do prazo, ficar dependente, senão do pagamento de imediato de uma multa fixada em 25% da taxa de justiça correspondente ao processo, com o limite do valor da multa que seria devida pela apresentação da contestação/reconvenção no  dia útil subsequente ao termo do prazo, sob pena de violação do princípio da igualdade das partes, estabelecido no artigo  do P., e do direito fundamental a um processo equitativo, baseado no artigo 2, n. 4, da R.P.