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Interna, pois aquele despacho é claro quando se demarca da transação no processo de Aveiro e sua homologação) e faz uma apreciação estrita da validade da transação neste processo da Guarda; é que neste processo da Guarda, o que foi declarado na transação de Aveiro carece quanto aos dos necessários poderes para a validade das declarações efetuadas; acrescenta que nem em Aveiro isso acontece – tanto que ali foi já apresentado o pedido de declaração da nulidade da transação – sendo que nesta ação é óbvio que os intervenientes Ilustres Mandatários) carecem inegavelmente de poderes para transigir, como acontecia na ação de Aveiro; nem é verdade que na ação de Aveiro, o sócio das Rés J tenha estado válida e suficientemente representado por mor da procuração aqui junta pois, como se disse no requerimento junto ao processo de Aveiro e se extrai do documento junto pelo Autor com o requerimento, o dito J não concede em nome pessoal quaisquer poderes ao Ilustre Causídico nela identificado, apenas se registando naquele documento declarar que constitui bastante procurador da sua representada o Sr. Dr. ....., mas não se identifica quem seja a sua representada, ou seja, inexiste qualquer mandato conferido por quem quer que seja, pelo que, sendo certo que o J não constituiu, em seu nome pessoal, qualquer mandatário, também não o fez em nome de nenhuma das sociedades aqui Rés; assim é óbvio que o J não esteve presente nem representado na transação de Aveiro, não podendo ser-lhe atribuídas quaisquer obrigações nem tendo qualquer valor a transação no que a ele pessoalmente diz respeito ou no que possa ou pudesse respeitar às sociedades aqui Rés.