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Conclui-se, pois, que a presente ação terá de ser rejeitada, atenta a sua intempestividade, tal como se concluiu na decisão sumária objeto de reclamação.» Ou seja, entendeu-se no acórdão recorrido que nos presentes autos era aplicável a redacção primitiva do disposto no n 3, do art 161 do CPTA, ou seja, o prazo de 1 ano, prazo este que expirou em 212006, dia seguinte à data em que se completara um ano desde a notificação 212005, acrescido de 3, pelo que o pedido de extensão de efeitos apresentado em 102007 junto do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, foi apresentado de forma intempestiva.O recorrente discorda desta argumentação e decisão, invocando para o efeito que mesmo aplicando a norma constante do n 3 do art 161 do CPTA, o acórdão recorrido interpretou-a no sentido de que a "última notificação” aí referida, era a notificação da sentença cuja extensão de efeitos se pretendida.