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é parte essencial da relação jurídica controvertida e a sua intervenção é absolutamente necessária, sob pena de ilegitimidade passiva, nos termos do disposto no artigo 33, n 1 e 2 do P., e consequente absolvição da instância de todos os demandados nos termos do disposto nessa norma, conjugada com o disposto no artigo 278, n 1 alínea do P., o que resulta da desistência da instância apresentada pelo A. em relação à dita Ré;  Mesmo dissolvida e liquidada, deve ser chamada a intervir representada pelo liquidatário, o que não aconteceu e implica a absolvição da instância nos termos da conclusão anterior;  Na fundamentação da convicção da Meritíssima Juiz "a quo”, esta, quer relativamente aos factos considerados provados, quer relativamente àqueles que considerou não provados, considerou e valorizou elementos documentais, tais como: - teor da certidão judicial respeitante ao processo n 5798/06TBVNG,e - teor da sentença proferida no âmbito do processo 4602/10TBVNG; e "em conjugação com tais elementos documentais”, os atrás citados e outros, considerou ainda o Tribunal os depoimentos das testemunhas que aí se referem;  Os RR., ora recorrentes consideram incorrectamente julgados os concretos pontos da matéria de facto: A – Dos considerados provados: "3 – Por si e seus anteriores possuidores, já mais de 5, 10 e 20 anos, de forma contínua, de boa-fé e sem oposição, que o Autor usufrui e é o único beneficiário das sua utilidades e rendimentos, designadamente pondo-o à venda, dispondo dele e vedando-o para preservar o seu domínio.” "8 – Após a celebração do contrato promessa, o J passou a dizer ao Autor que ia investir bastante dinheiro na moradia e que era necessária uma garantia do Autor para a eventualidade de lhe acontecer alguma coisa, designadamente a morte do Autor, o que nesse caso o J ou a sua sociedade ficariam prejudicados.” "9 – Por ao Autor interessar que o dito promitente comprador iniciasse rápido a moradia e a terminasse depressa a fim de receber o preço acordado, acedeu a passar uma procuração ao 2 Réu Dr. , advogado conhecido e amigo do J, a quem conferia poderes para vender o prédio descrito em  a quem entendesse e pelo preço e condições que julgasse convenientes, designadamente à 3 Ré "F, Lda.” "11 – O Autor só acedeu a passar a procuração por lhe ter sido criada a firme convicção, quer pelo J, quer pelo 2 Réu, de que a mesma só iria ser utilizada se o Autor não pudesse, por algum motivo, cumprir o contrato promessa;” "12 - Ficou acordado entre o Autor, J e o 2 Réu que a procuração só seria usada se sucedesse aquele imprevisto;” "17 – O Autor, caso tivesse sido previamente informado de tal venda, nunca aceitaria, designadamente quanto ao preço da mesma;” "20 – E assim, em 10-10-2006, aconselhado pela advogada, foi ao Cartório Notarial da Notária Dr  revogar, a partir dessa data, a procuração aludida em ;”; B – Dos considerados não provados: "a) Entre o Autor e o gerente da sociedade "F, Lda.”, J, existissem negócios e investimentos b) No âmbito do contrato promessa referido em , o Autor tivesse logo dado posse efectiva do prédio descrito em  Ao J; ) Nesse seguimento, o J tenha limpado e preparado o terreno para o licenciamento camarário e a construção para posteriormente revender; ) O Autor, desde o contrato promessa referido em , não tivesse praticado quaisquer actos de posse sobre o prédio descrito em , nem tivesse pago quaisquer impostos, taxas, licenças de construção ou encargos semelhantes relativos ao dito prédio; o contrato promessa referido em  se tivesse tratado de uma parceria de investimento entre o Autor e o J com outrem a quem este viesse a ceder a sua posição contratual;  f) A sociedade Ré "F, Lda.” tivesse tido a posse efectiva do prédio; ) O Autor, o 2 Réu e o gerente da Ré "F, Lda.” estivessem ao corrente de todos os negócios e diligências encetadas por uns e por outros; k) O Autor só tivesse tomado a iniciativa de revogar a procuração depois de desinteligências e acções do J;”  A decisão constante do processo 5798/06TBVNG não fez caso julgado relativamente aos RR.