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Argumenta ainda a EE que a averiguação não se deveria ter focado nos indícios de subordinação jurídica contemplados no artigo 1 do Código do Trabalho, como o tipo de remuneração, a propriedade dos meios de trabalho, o local de trabalho, o fardamento do pessoal, os horários de trabalho vertidos nas escalas de turnos, a existência de uma estrutura hierárquica ou de registos de assiduidade, pois nenhum destes indicadores é determinante para a definição do tipo contratual em causa, mas deveria ter indagado se tais profissionais estão sujeitos a subordinação jurídica, isto é, a ordens e indicações da "S.”, para concluir que os mesmos não estão, não sendo a "S.” quem determina ou ordena o horário em que o colaborador presta os serviços, sendo aqueles prestados em função das disponibilidades manifestadas pelos profissionais.