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– Não se pode confundir o teste qualitativo ou de despistagem, feito no local, que não fornece qualquer talão, nem serve de prova em julgamento, com o teste quantitativo, caso em que o aparelho fornece um talão com o resultado”; R. Ev, 30/4/2013 www.dgsi.pt, R G 23/1/2012 www.dgsi.pt, e os ac.s TC 628/2006 e 34/2012, considerando-se neste último "há que não julgar inconstitucional os artigos 15, n.s 1, alínea, e 3, do Código da Estrada, na redação dada pelo Decreto Lei n. 44/2005, de 23 de fevereiro, e 34, n. 1, alínea, do Código Penal, na medida em que impõem, sob pena de aplicação de uma pena de prisão, a submissão a uma prova de deteção de álcool no sangue através de pesquisa no ar expirado, quando o seu destinatário não se quer a ela submeter”, pois que "o prejuízo do ponto de vista pessoal para o sujeito obrigado ao teste de alcoolemia não atinge o núcleo essencial indisponível de direitos fundamentais, não sendo desproporcionada a sua lesão em confronto com os bens que se pretende tutelar”- http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/acordaos/2012003html, e seguindo a jurisprudência do TEDH, no ac.