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A apelante, em sede de contestação, não opôs ao direito de resolução do contrato de arrendamento que a apelada vem exercer nos autos, com o consequente despejo daquela e do Réu Fernando, qualquer direito de propriedade de que ela, apelante, e/ou o Réu Fernando fossem titulares sobre o prédio objeto desse contrato de arrendamento, esteja ele inscrito no artigo matricial sob o n.  ou sob o n. .  Caso o tivesse feito, as áreas e confrontações que se encontram inscritas na matriz e nas descrições prediais em relação a esses dois prédios, não obstante o que acima se disse a propósito do respetivo valor probatório, como elementos de prova sujeitos ao princípio da livre apreciação da prova, conjugados ou não com outros elementos de prova, assumiriam natureza instrumental para aferir qual o prédio propriedade da apelada, por o ter adquirido, por compra, no âmbito do processo executivo n. 113/08TBVCT, que correu termos no 4 Juízo Cível do Tribunal Judicial de , em que figurava como exequente a própria apelada e como executada a apelante, e que aquela deu de arrendamento para habitação a esta última e ao Réu Fernando, por contrato escrito de fls.