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Quer isto dizer que não há lugar à reapreciação da matéria de facto quando o facto concreto objeto da impugnação não for suscetível de, face às circunstância próprias do caso em apreciação, ter relevância jurídica, sob pena de se levar a cabo uma atividade processual que se sabe, antemão, ser inconsequente, o que contraria os princípios da celeridade e da economia processual consagrados nos artigos  n. 1, 13 e 13.” Ver ainda o acórdão da Relação de Coimbra, de 24/04/2012 Beçae o acórdão da mesma Relação, de 14/01/2014Henriquee ainda o acórdão da Relação de Lisboa, de 26/09/2019Carlos Castelo.