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A recorrente sintetiza, no essencial, a questão a resolver do seguinte modo: 	contradição quanto à mesma questão fundamental de direito, que se prende com a aceitação dos gastos reconhecidos pela Requerente que, não obstante não dever ser aceite fiscalmente por não respeitar os requisitos exigidos nos termos dos artigos 2-A, 2-e 4, todos do CIRC, o será nos termos do artigo 2 do Código do IRC – conclusão E; também na conclusão H, esclarece a recorrente que, vindo com base em tal factualidade o CAAD a decidir, que os gastos de anulações de saldos e perdões de dívida são enquadrados pela jurisprudência como não dedutíveis fiscalmente, por não preencherem os requisitos de enquadramento no regime dos créditos incobráveis previsto no artigo 4 do Código do IRC e bem assim das regras decorrentes do regime das perdas por imparidade em créditos cf.