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130 a.  Da nossa parte, alinhamos com a primeira das indicadas posições, que considera aplicável a excepção da parte final do n. 3 do artigo  do Código das Sociedades Comerciais a qualquer relação de domínio ou de grupo, independentemente da posição da sociedade na coligação, por considerarmos que a restrição do âmbito normativo do preceito citado pugnada pelos autores citados não tem respaldo na letra da lei, recordando-se aqui que, nos termos do artigo  n.s 2 e 3 do Código Civil, não pode ser considerado pelo intérprete o pensamento legislativo que não tenha na letra da lei um mínimo de correspondência verbal, ainda que imperfeitamente expresso e que, na fixação do sentido e alcance da lei, se presumirá que o legislador consagrou as soluções mais acertadas e que soube exprimir o seu pensamento em termos adequados.