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Em síntese, alegam que o primeiro Réu, na qualidade de procurador dos seus quatro irmãos, entre os quais o Autor, outorgou escritura pública a 102016, no Cartório Notarial de Ponte de Lima perante o quarto Réu, notário de profissão, na qual declarou em nome da herança aberta por óbito dos seus pais vender à segunda Ré vários prédios pertencentes à herança, pelo valor global de €3783,9 A procuração atribuída ao Autor, autenticada pela terceira Ré, exibida pelo primeiro Réu naquela escritura contém assinatura grosseiramente falsa do Autor que nunca a outorgou nem esteve na presença da terceira Ré e a procuração com assinatura a rogo de  foi feita sem reconhecimento e sem a identificação da rogada, o que constitui uma irregularidade que não devia ser ignorada pelo quarto Réu que, assim, agiu com negligência.