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do CPT, a questão respeitante ao imaculado passado disciplinar da Apelante, decorrendo, de resto, do ponto 129 da Oposição à Providência Cautelar apresentada pela trabalhadora, ao que acresce que consta do próprio relatório final do procedimento disciplinar junto aos autos o seguinte: "A Colaboradora-Arguida não tem nenhuma sanção disciplinar registada no livro de sanções disciplinares fl.13 -.”; ) Deste modo, atenta a objectiva inexistência de controvérsia acerca deste tema, uma vez que o próprio Apelado assume e não colocou em causa que a Recorrente não tem averbada qualquer sanção disciplinar, deveriam ter sido dados como provados os pontos 10, 10, 10, 11 e 11 do requerimento inicial;  ) Deste modo, em função do que se revelou, roga-se a este Venerando Tribunal para que forme uma convicção verdadeira - e fundamentada -, sobre a prova produzida na  instância, independente ou autónoma da convicção do juiz "a quo”, não devendo limitar-se a controlar a legalidade da produção da prova realizada naquela instância e a aceitar o resultado do exercício dessa prova, conquanto ressuma de modo inequívoco que esse julgamento demonstra ser totalmente ilógico, irracional, arbitrário, incongruente ou absurdo como de resto manifestamente sucede "in casu”); ) Finalmente, sem prejuízo de tudo quanto até aqui se esgrimiu, e salvo o devido respeito por melhor entendimento, a Apelante não concorda "in totum” com a desajustada interpretação/aplicação do direito efectuada na douta sentença recorrida, designadamente, e por um lado,: relativa à apreciação da excepção da caducidade/prescrição; a restritiva e errada interpretação/aplicação do direito efectuada na douta sentença recorrida no que toca aodeferimento da providência, verbi gratia, sobre os artigo 3, n. 1 do CPT, e bem assim do disposto no art.