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Nestes termos e nos mais e melhores de Direito que os Colendos Juízes Conselheiros doutamente suprirão, deve ser dado provimento ao presente recurso, e por via dele, ser revogado o Acórdão recorrido, preferido pelo Tribunal da Relação de Guimarães, datado de 10/02/2020, a fim de que este Tribunal a quo conheça da matéria de fundo do recuso de apelação interposto pelo aqui Recorrente..  O recurso foi admitido por despacho de 20202  O Sr. Procurador-Geral Adjunto junto do TRG veio responder, apresentando as seguintes conclusões que aqui se transcrevem: )  Pretendendo o recorrente que o STJ sindique um acórdão onde o Tribunal da Relação declarou a sua ilegitimidade e a sua falta de agir para recorrer de um despacho que denegou, não ao próprio, mas a um terceiro, um pedido de levantamento de uma apreensão de objectos realizada no âmbito de um processo de natureza penal, está aquele a visar uma decisão de natureza adjectiva que, manifestamente, não conheceu de mérito, por não ter posto termo à causa, por não haver conhecido, a final, do objecto do processo.