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Assim, tendo a Autora satisfeito integralmente a dívida resultante da redução por inoficiosidade das doações das quais foi beneficiária, tem direito a exigir do condevedor, o Réu, o pagamento da parte correspondente à comparticipação deste naquela dívida, ou seja, ½.  O facto do Réu ter recebido tornas aquando da divisão do património comum, na qual foram adjudicadas à Autora as quotas doadas, apenas reflete o facto de essas quotas integrarem o património comum do casal, não sendo bens próprios da Autora, não se justificando que o pagamento dessas tornas pela Autora tenha qualquer influência na responsabilidade pelo pagamento da dívida resultante da redução das doações por inoficiosidade, a qual recai em igual medida sobre os beneficiários das doações.