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e ...) publicar, a suas expensas, no jornal mais lido da localidade, durante o prazo da suspensão, uma manifestação pública de arrependimento pelos erros cometidos durante o seu exercício de cargos autárquicos que conduziram à sua condenação pelo crime de peculato»  Porém, 2 O Tribunal a quo procede erradamente quanto à qualidade e título de intervenção do arguido, que não era realmente um ‘representante’ da entidade pública sócia da sociedade assistente, nem o fazia no exercício das suas funções; 3 E igualmente quanto à natureza dos dinheiros envolvidos nas deslocações financeiras das operações bancárias referidas, porque têm por objecto o produto do aviamento de uma sociedade comercial e, em princípio, não podem ser objecto de peculato, mas de abuso de confiança; 4 E que, a haver crime de peculato, sempre estaríamos perante um ‘peculato de uso’ por estar patente a inexistência de indícios de facto de que o arguido tenha «formado a resolução, que posteriormente renovou, de se apropriar, em proveito próprio e de terceiros das suas relações próprias...de parte das quantias», porque a intenção do arguido requerente nunca se colocou para além do uso do dinheiro!