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Entre os factos que compõem a causa de pedir estão aqueles que permitem identificar a existência de um requerimento dirigido ao Município, a omissão de decisão sobre o referido requerimento e o momento em que os trabalhadores passaram a exercer as funções que de acordo com o Autor deveriam ser remuneradas com um suplemento remuneratório» negrito do; j) A sentença exequenda eliminou margens de discricionariedade, se é que elas alguma vez existiram quanto ao ato a prolatar valendo aqui a doutrina dos mesmos autores na obra citada páginas 1252 e 1253 ao referirem o seguinte: «Ao que se juntam os atos em relação aos quais, embora a existência de poder discricionário resulte, em abstrato, da lei, o tribunal tenha reconhecido, na sentença de condenação estar perante uma situação de redução da discricionariedade a zero, ou porque a escolha já foi realizada, ou porque a concreta circunstância do caso elimina a possibilidade de escolha; k) Por último, importaria sobremaneira o facto referido pela douta sentença recorrida, mas desvalorizado pela mesma, consistente em jamais terem sido juntos aos autos principais o despacho da Sr Vereadora de 12/4/2017 e subsequente despacho de ratificação de 12/12/2018 nunca terem sido juntos aos autos principais, nem o facto de tais atos administrativos nunca terem sido juntos à notificação aos sócios do Exequente/Recorrente em Março de 2019 na medida em que tal representa, inexoravelmente que, nos autos principais o Autor, Exequente e ora Recorrente não teve a faculdade/oportunidade de alterar a causa de pedir nos termos do artigo 70, n 3, do CPTA.