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Nos artigos 220 e 221 do requerimento inicial, a Recorrida salienta que a providência cautelar, além da mera suspensão de eficácia do ato que considera findo o período experimental, ") visa impedir que o Período experimental de função da trabalhadora, seja considerado concluído sem sucesso, e consequente cessação do vínculo de emprego público por tempo indeterminado com a DGRSP, e regresso à situação jurídico-funcional de origem na Universidade do Porto.” E ainda que ") visa acautelar que a Administração impeça o conhecimento dos vícios assacados ao referido ato, que com forte probabilidade será considerado ilegal, e sendo ilegal, constitui ato ilícito, e como tal facto gerador de responsabilidade extracontratual do Estado, sendo que a requerente se encontra ainda em prazo para o exercício desse direito.” No entanto, não oferece argumentação que possibilite, em sede cautelar, sustentar a necessidade da repetição do período experimental.