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Assim, o contrato celebrado entre AA e Ré, pode ser qualificado como contrato de aluguer de cofre-forte e quanto a esta questão e regime aplicável, vai seguir-se, o recente acórdão do STJ de 002018, em que a factualidade é praticamente idêntica por estar em causa o mesmo furto à dependência da Ré em Penafiel, proferido no processo n. 351/17TBPNF.PS1, relator Conselheiro Joaquim Piçarra, publicado no sitio do ITIJ, com o sumário na parte e ainda o recente acórdão desta secção do Tribunal da Relação do Porto, proferido na Apelação n. 1817/10T8PNF.P1, Relator - Leonel Serôdio.