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19 - E, como então alertávamos no nosso requerimento de 202021 tomando posição sobre o teor dos requerimentos do requerente de 202021, ref 39905731, e de 202021, ref: 39937223, bem como dos documentos que os acompanham, ao abrigo do art 3 do, "com o acervo documental existente, parece-nos claro que as questões a decidir serão puramente de direito, com a prova testemunhal meramente residual, devendo o Tribunal pronunciar-se sobre a deliberação da  B.  requerida no sentido de "recuperar” a Mesa da Assembleia Geral e, a final, da "legitimidade” do requerido   para assumir as funções de PMAG no caso em apreço, sob pena do requerente ou quem o perpetuar este argumento, com as consequências que se adivinham.”   20 - De resto, e para reforçar este entendimento - no sentido de que a única causa de pedir é precisamente a alegada ilegitimidade - impõe-se salientar, mais uma vez, que o requerente verificou na lista que lhe foi disponibilizada, encontrou os tais sócios que teriam já falecido, mas só informou o PMAG depois de intentar a providência e nem sequer se deu ao cuidado de o demonstrar, com a junção de documentos comprovativos do alegado decesso, como seria normal para quem está bem intencionado e de boa fé.