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368 do CT, designadamente não tomou em consideração as suas habilitações profissionais em comparação com os restantes docentes do grupo em causa, nem o período expectável da duração laboral até à reforma por idade, por forma a concluir pela maior onerosidade na manutenção do seu vínculo em relação aos demais docentes daquele grupo, e que desde que recebeu a decisão final de despedimento datada de 202019) teve por certa a vontade da EP em fazer cessar o seu contrato de trabalho, e tendo concorrido ao ensino público entrou na 6 reserva de recrutamento em 112019, pelo que dado que já se encontrava despedida, optou por celebrar contrato de trabalho com aquela escola - pretendendo, por esta via, a condenação da EP na reintegração da Trabalhadora sem prejuízo da sua categoria profissional e antiguidade, acrescida das retribuições intercalares que deixou de auferir desde a data do despedimento até trânsito em julgado da sentença; e, em via reconvencional, a condenação da EP no pagamento das quantias referentes a: ) Proporcionais de férias não gozadas, referentes ao ano de 2019, no total de 3920,00 €; ) Proporcional de férias e subsídio de Natal do ano de 2019, no valor de 784,00 €; Formação contínua não ministrada de Fevereiro a Novembro de 2019, equivalente a 35 horas, no valor de 598,75 €.