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Apesar de só cerca de 2 meses após a alta, e mais de 3 meses e meio após o acidente, a sinistrada se ter queixado pela primeira vez de dores no pulso, o senhor perito médico – Dr. Carlos Silva – que efetuou o exame singular entendeu que a "eventual sequela de lesão traumática do ligamento piramidal do punho com edema articular e limitação de movimentos” era resultante do acidente dos autos e que essa eventual sequela conferia à sinistrada uma IPP de 3%, de acordo com o ponto 5 da T.N..  Na sequência de requerimento apresentado pela ora apelante, foi realizado exame por Junta Médica, em 7 de julho de 2021, em que, segundo o respetivo auto, intervieram os senhores peritos médicos Dr Rita Melo – nomeada pelo Tribunal em representação da sinistrada –, Dr. João Oliveira – em representação da entidade responsável e ora apelante – e Dr. Carlos Silva – em representação do Tribunal –, sendo que, como acima já se referiu e consta do respetivo relatório, foi este último o perito médico que efetuou também o exame médico singular.