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Não se pode concordar com o referido pelo Administrador de Insolvência quando alega que os credores pignoratícios devem ser tratados como credores comuns no caso de manutenção em funcionamento da Empresa, pois dado que dispõem de garantias reais sobre a sociedade, estes não podem ficar piores no cenário de recuperação quando comparado com o cenário de liquidação, consoante o disposto na alínea do n1 do artigo 216 do CIRE, e não se encontram em situação idêntica à dos credores comuns, consoante previsto no n2 do artigo 194 do CIRE.” 17- Quanto à proposta de pagamento dos créditos, que foi aprovada e homologada por Sentença, consta a mesma da página 40 do doc.