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– DO ERRO NOTÓRIO DA MATÉRIA DE FACTO  Constata-se da simples leitura da douta decisão «sub judice» que o tribunal «a quo» labora em erro ao relevar e fazer constar do acórdão a seguinte factualidade do processo n 298/18GBABF "Na madrugada do dia 03/03/2018, individuo não identificado dirigiu-se a Urbanização de, local onde conseguiu abrir a porta do veículo da marca Peugeot, modelo 206, matricula ...), de ...) que se encontrava estacionada em frente ao Lote 3   Após abrir a porta o individuo retirou do interior da viatura: um telemóvel da marca Nokia de valor não concretamente apurado mas superior a € 80 oitenta; uma carteira de valor não concretamente apurado;  jjj.€ 100 cem em dinheiro, quarenta dólares americanos, cinco libras esterlinas; dois alicates multiusos, de valor não apurado, mas que valiam pelo menos € 85 oitenta e cinco; e uma caixa com cinco perfumes, de valor não apurado, mas que valiam pelo menos € 140 cento e quarenta  O individuo levou consigo os objetos, fazendo-os seus.