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1785/3, do CCiv, prosseguindo, assim, na vontade de sua mãe, mas como inexiste comunicação com o seu pai o co-réu AD, o réu desconhece as alegadas tentativas do Autor junto do réu AD para recuperação do valor em causa, o réu enviou ao Autor a carta doc 15 da p.pois o réu AD é o cônjuge sobrevivo, requereu a pensão de sobrevivência, requereu nos autos de habilitação incidental a inutilidade superveniente da lide do divórcio, após ele ter repudiado a herança e a manter-se a massa patrimonial comum a da falecida e  réu e dada a natureza do património comum dos cônjuges é este que é chamado a pagar as dívidas comuns do casal onde se incluem as despesas de saúde ora em causa, por isso o réu JD não crê que a dívida de saúde onere tão só a herança da sua mãe MAD, os docs 16, 17, 18 sendo-lhe dirigidos e datados de 22/11/2016 e 12/12/2016 e 14/1/2017, nunca poderiam ter sido recebidos pela sua mãe que faleceu a 6/10/2016 e o réu também não os recebeu; o Autor sabia que era o réu quem acompanhava o internamento de sua mãe, presumindo-se, em caso de recusa do internamento sob financiamento da seguradora que o Autor informaria em conformidade, mas o réu nunca teve conhecimento do pedido de autorização do Autor à Seguradora para internamento da doente e extensão desde e se houve contacto oportuno das seguradora ao réu e/ou à doente não aceitando a autorização clínica daquela para efeitos de internamento ou sua extensão.