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Conclusões da Revista do Autor:  ) – Na atribuição da indemnização a título de danos não patrimoniais o Tribunal a quo não valorou o facto do recorrente ter sido submetido a múltiplas cirurgias – as quais se acham descriminadas no relatório do Instituto Nacional de Medicina Legal – sendo umas de cariz curativo e outras corretivas; ao facto das mesmas envolverem riscos e risco de e ainda por as mesmas serem incertas quanto ao fracasso ou sucesso;   ) – não foi ainda devidamente valorado o elemento que foi discutido no relatório do Instituto Nacional de Medicina Legal que conduz à conclusão de que o recorrente vai – com enorme previsão – sofrer um agravamento do seu estado de saúde por conta da natureza intra-articular da fratura do punho esquerdo, sendo o dano futuro patrimonial e não previsível;   ) – não foi considerado o facto do recorrido se ter submetido a transfusões sanguíneas que nos reconduz para um perigo para a sua vida, o que é facto notório e resulta da experiência comum, não obstante o Tribunal a quo ter dado como facto não provado o alegado quanto ao perigo para a vida;   ) – entende o recorrente terem as consequências do sinistro provocado um perigo e um perigo para a sua vida;   ) – por outra banda, importa atender ainda a que o recorrente se acha em tratamento do foro dentário e maxilo-facial que importa em € 1064,00 dezasseis e sessenta e quatro doc.