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de Coimbra julgou parcialmente procedente esta ação executiva, e consequentemente, ") Condenou os Ministérios executados a, no prazo de 30 dias, procederem ao cálculo da diferença entre o valor das remunerações mensais incluindo suplemento que a exequente efetivamente auferiu desde 1 de julho de 2000 até à data  da sua aposentação, e o valor da remuneração que deveria ter  efetivamente recebido se tivesse transitado para a carreira de inspeção que deveria ter sido regulamentada em cumprimento do 112/2001, de 6 de abril; b. Fixou em 30 dias, contados desde o termo do prazo mencionado na alínea antecedente, o prazo para que se dê integral execução ao julgado, procedendo ao pagamento à exequente do valor da indemnização calculada nos termos supra mencionados acrescida dos juros que se mostram devidos, até efetivo e integral pagamento, conforme determinado na decisão exequenda; absolveu os executados do pedido indemnizatório formulado pela exequente; condenou o exequente e os executados no pagamento das custas processuais a que houver lugar, na proporção do decaimento”.