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2, do Decreto-Lei n. 15/93, entendeu que a "conduta do arguido é altamente censurável especialmente se atendermos a que não se dedicava ao retalho, ainda que a droga não seja a que maior danosidade acarretacoisa que, de forma clara, já que este tipo de crime de ilicitude diminuída se quadra para o retalho, que não é o casoestá afastada.”  Ou seja, da matéria de facto provada resulta que o arguido destinava o produto estupefaciente à venda, mas não se sabe, apenas a partir da matéria de facto provada, se iria vender aquela droga em doses individuais a consumidores que a ele se dirigissem, ou se iria vender a totalidade apenas a uma pessoa que depois faria o tal dito "comércio a retalho”.