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No que aqui se mostra essencial, esta sentença fundou-se na ocorrência de um acidente de trabalho de que foi vítima o sinistrado AA em 28 de novembro de 2016 e no direito que ao mesmo assiste de reparação dos danos que sofreu em consequência desse acidente, sendo que na retribuição a atender para efeitos do cálculo da pensão que lhe era devida se deveria considerar a retribuição mensal incluindo férias e subsídio de férias), no valor de € 14000,00, acrescida do subsídio de habitação no valor de € 400,00, de 4 viagens por época até ao valor de € 500,00 por viagem e de € 5000,00 por época caso completasse 20 jogos oficiais, com um mínimo de 45 minutos por cada jogo a efetuar no Campeonato Nacional da 1 Divisão, Taça de Portugal, Supertaça ou Competições Europeias, tudo no valor global anual de € 19800,00, bem como a circunstância de o sinistrado ter sofrido de um período de Incapacidade Temporária Absoluta durante 374 dias e de ter ficado portador de uma Incapacidade Permanente Parcial de 58,731%, bem como de uma Incapacidade Permanente e Absoluta para o Trabalho Habitual, sendo que a mencionada IPP foi determinada mediante a aplicação da tabela de comutação – prevista especificamente para desportistas profissionais pela Lei n. 27/2011 de 16 de junho – sobre uma IPP de 19% determinada no apenso de fixação de, circunstância que converteu aquela IPP numa IPP de 39,154%, sobre a qual foi ainda aplicado o fator de bonificação 5 previsto no ponto 5 das Instruções Gerais na Tabela Nacional de Incapacidades, por se considerar que o sinistrado não era reconvertível em relação ao seu posto de trabalho jogador profissional de.