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6, n.3, do 359/91, de 21/9 ao referir, em casos similares, o acordo sobre a reserva de propriedade”1 O interesse relevante, no presente caso, resulta claro do esquema de aquisição descrito nos autos que permite concluir que a vendedora e a mutuante são entidades que, embora distintas, se encontram comercialmente associadas, e que a comercialização de veículos quando não é feita a pronto pagamento, apenas é possível existindo o financiamento do capital necessário pela ora recorrente, que sucedeu por transmissão do estabelecimento comercial em Portugal à financiadora inicial, ora apelante, tendo, consequentemente, a vendedora do veículo todo o interesse no cumprimento integral pelos insolventes daquele contrato de financiamento.