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Ora, se se tiver em conta que o facto afirmado no ponto 31 – "agiu na convicção” – se refere essencialmente à penhora efectuada em 24-07-2017 na execução fiscal pelas Finanças e que viria a culminar na licitação em 18-06-2018 e, ainda que, quando a venda se consumou pela adjudicação, apesar de tudo mais não sabia o Chefe das Finanças senão que, conforme relato do referido S. A., "terá sido falsificada a assinatura do pai” o que não passa de uma estranha iniciativa e versão deste na medida em que ele próprio participou na aquisição e na venda do prédio pela "” de que era administrador e nas licitações, com vários lanços, o que revele interesse pessoal na aquisição do prédio sem temor pelas sugeridas, que havia desentendimentos sobre o prédio e a reivindicação do imóvel pelos autores através deste processo, daí não se segue que o referido Funcionário dispusesse de dados para pôr em dúvida ou não acreditar – face aos dados documentais e à inexistência de qualquer impugnação regular oportuna no âmbito da execução por qualquer interessado, fossem pelos aqui autores fosse por aquele S. A. ou por outros – que correspondia à verdade aquilo que lhe fora transmitido e de que o prédio penhorado, e depois vendido, não pertencia ao devedor executado J. E..   Ainda que, portanto, ele representasse, naquele contexto, o Estado exequente, dos referidos dados não se colhe que este soubesse, desde então, que o prédio não pertencia ao J. E., dada a enorme discrepância que obviamente havia e pesava na sua convicção entre aquilo que se propalava e alegava, a respeito do descrito nos pontos 6 a 9, e a realidade.