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Designadamente, não se perde de vista, bem pelo contrário, e como o tribunal explicitou, que existiram situações em que foram efectuadas vigilâncias na sequência de contactos telefónicos e que confirmam que os encontros marcados efectivamente ocorreram, sendo ainda de atentar que se, em várias situações não se logrou demonstrar um contacto telefónico prévio nem uma efectiva apreensão de estupefaciente, se atentarmos ao tipo de contacto estabelecido, com a troca de coisas de volume muito pequeno diminuto, mesmo e sendo visível pelas aludidas que uma das partes quem contacta o entrega dinheiro em troca daquilo que recebe, ou se vê simplesmente a troca entre o arguido e o terceiro, a forma como esses contactos ocorrem, em termos dissimulados e rápidos e normalmente seguido do abandono do local, à sua relativa reiteração, dando conta que se não tratava de um acto isolado, bem como à inexistência de qualquer tipo de actividade profissional ou extra-profissional que explique aquele tipo de contacto, especialmente quando reiterado, então necessariamente, até por recurso às próprias regras de experiência, não se pode senão considerar provado que os contactos visualizados eram vendas/entregas de estupefaciente.