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Alega que o inventário correu termos para partilha da herança aberta por óbito de FF, que se finou no estado de casada com GG, que faleceu em 08 de dezembro de 2009, na pendência do processo e que, na sequência desse falecimento, foi nomeada cabeça de casal a Ré  Mais alega que interpôs contra o dito GG ação para estabelecimento da paternidade, na pendência da qual ocorreu o falecimento do Réu, sendo habilitados os Réus BB e , vindo essa ação a culminar com a prolação de sentença que reconheceu o Autor como filho de GG, a qual transitou em julgado a 01 de setembro de 201 Acrescenta que, nos autos de inventário, foi alcançado acordo entre os interessados ora Réus quanto à partilha de bens, o que ocorreu por conluio entre todos para o preterir quanto à quota parte dos bens deixados por seu pai GG, tendo esse acordo sido homologado por sentença proferida nos autos de que estes constituem apenso e transitada em julgado a 04 de junho de 201 Mais refere que foi realizada escritura de partilha dos bens deixados por óbito de GG, mas que tem direito não só aos bens que nela vêm mencionados, mas também aos bens que foram objeto de acordo de partilha no inventário de que estes autos constituem apenso.