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A testemunha Marina ., companheira do irmão da Autora, também depôs acerca da forma como decorria a vivência do falecido com a família, com os amigos e próximos, mas nada referiu quanto aos últimos momentos de vivência da vítima, nomeadamente de molde a confirmar os factos contidos nos pontos 1 Quanto à testemunha Lina ., apenas confirmou a convivência harmoniosa da família, a simpatia do falecido e o sofrimento sofrido pela família na sequência da morte de Com efeito, não resulta da prova sequer que a vítima estivesse consciente, ou se esta consciência tenha existido em algum momento antes do falecimento, de molde a considerar a forma como vivenciou as sequelas ou consequências da queda, ou seja nada resulta nos autos que nos permite aferir da sua percepção em concreto.