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- A propósito de tais créditos, foi entendido, e mal, pelo Tribunal recorrido que a recorrente não logrou fazer prova dos mesmos, pelo quer se deu como não provada a factualidade respectiva, conforme se vislumbra pelo rol de factos não assentes descritos sobre os pontos 10, 11, 12 e 1 - Com efeito, contráriamente ao que foi decidido, os referidos pontos da matéria de facto deveriam ter sido dados por provados, já que, para tal, à recorrente competia tão somente fazer prova de que era trabalhadora da Ré, e que o contrato de trabalho se manteve até à data da sua cessação, prova essa que foi sobejantemente produzida, e que resulta mesmo da factualidade dada por assente na conjugação das alíneas,, e da factualidade dada por assente.