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7 Também nada será de objectar ao que a esse propósito se alega na resposta à alegação de recurso: «Por outro lado, também da caderneta predial enviada à apelada, obtida em 2014/4/15, apenas consta o valor patrimonial da totalidade do imóvel, e não, como se impunha, devidamente discriminado, o valor das partes susceptíveis de utilização independente que o compõem, incluindo a que está locada à recorrida, ademais resultando aquele valor de uma avaliação efectuada em 2013/01/02, a um prédio naquela descrito como não tendo andares nem divisões susceptíveis de utilização independente, o que manifestamente não corresponde à realidade.»  E, depois: «Só depois de inscrito discriminadamente na matriz, e espelhado na competente caderneta predial, o valor patrimonial individualizado desses espaços, locados à recorrida, poderia esta, após comunicação desse especifico valor, nos termos do citado art.