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66, n 4 do CPP ser interpretado de forma literal existência de mas efectiva existência de profissional do foro a quem; f. Essa questão vem o Arguido sustentando ao longo de vários recursos e reclamações, baseando-se em jurisprudência abundante mas sempre sem sucesso; g. Recentemente, teve o Arguido conhecimento do teor do Acórdão do Tribunal da Relação do Évora de 11 de Maio de 2021 versando especificamente sobre tal matéria; h. Sendo tal documento desconhecido do Arguido aquando das várias intervenções neste processo inclusive último recurso de revisão); Certos que a decisão que ali se profere e com sustentação em Acórdãos do Tribunal Constitucional, já outrora citados, a ser atendido e analisado neste processo, determina decisão diversa quanto à admissão do recurso; j. Cabendo relembrar a passagem do Sumário que decide que o prazo interrompido por aplicação do n. 4 do mesmo artigo se inicia com a notificação ao patrono nomeado da sua designação, quando o requerente do apoio judiciário desconheça essa nomeação, por dela ainda não ter sido notificado” é inconstitucional por violação do art 20, ns 1 e 4, da R.P.