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Por sua vez, resultando da prova produzida que, na decorrência do incêndio e da destruição dos dois prédios, num dos quais residiam, houve necessidade de arrendar um prédio para reinstalar a respetiva família, certo é que não foi produzida prova no sentido desse arrendamento se destinar ou se mostrar necessário) à prossecução e desenvolvimento da atividade da 2 A.. A este propósito, a testemunha G. R. referiu que, posteriormente ao incêndio, a A. recebeu um telefonema de um cliente que se disponibilizou a ceder-lhes um apartamento durante 2 meses, o que foi aceite "nós aceitámos”), sendo que a partir de determinada altura fizeram questão de celebrar contrato de arrendamento e pagar a respetiva renda no valor mensal de 500/550€, desconhecendo se essa verba foi objecto de divisão entre a 1 A. e a sociedade, 2 A.