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E tanto assim o foi que a Apelada nunca liquidou qualquer quantia nem qualquer prestação do empréstimo respetivo à penhora registada sob o imóvel, o que consistia praticamente a globalidade do preço 2 Em conformidade com o supra exposto, encontra-se demonstrada nos autos a simulação do negócio de compra e venda celebrado entre o Apelante e a Apelada, sendo o mesmo nulo, nos termos do artigo 24 do Código Civil, devendo revogar-se a douta sentença recorrida no seu trecho condenatório ao Apelante, e substituir-se a mesma por douto Acórdão que reconheça a simulação invocada, declarando o negócio jurídico de compra e venda nulo, e consequentemente, condenando-se a Apelada a reconhecer o direito de propriedade do Apelante sobre o imóvel em causa, cancelando-se os registos de aquisição a favor da mesma na Conservatória do Registo Predial.