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Seguindo o entendimento vertido no citado aresto do STA no sentido de que «julgamos que não se pode formular um juízo de censura à actuação da Impugnante até ao momento em que é avisada pela Administração Fiscal do erro em que estava a incorrer na aplicação da taxa do IVA, pois esse erro é claramente desculpável quando lido à luz de todo o circunstancialismo acima referido.», temos que, no caso que nos ocupa, a Impugnante e ora Recorrida por não ter procedido à regularização do IVA, de imediato ou dentro do prazo de 30 dias que lhe foi conferido, deixou de estar de boa fé a partir do 3 dia posterior à receção do ofício n. 446323, não lhe sendo, desde essa data, desculpável o erro em que incorreu ao liquidar o IVA à taxa de 5%.