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Não são os tão clássicos mas absolutamente injustificáveis) motivos de alcoolismo, ciúme no caso da mulher e desrespeito ao pai, no caso da filha, que despoletam a exaltação e agressividade do arguido; é qualquer motivo, por mais mesquinho que seja veja-se o  ridículo de agredir a mulher quando estava grávida por ter comido as bananas que ele antes tinha comprado para ele próprio comerque abuso - passe a ironia – nem os desejos próprios de uma grávida temperaram a sua fúria revelador de uma falta de empatia humana comum a qualquer ser humano quando vê uma mulher grávida e muito mais em relação à mulher que carrega o seu, ou ausência de motivo, que serviu para agredir, magoar, humilhar, rebaixar, e, no caso da ex-mulher, reduzi-la a um objecto, sem "quereres”, sem vontade própria não ser senhora de ter o seu próprio dinheiro para fazer as suas compras?