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Mais adita que "clamar pelo lucro ou compensação deduzido das despesas é ignorar, desde logo, que estas foram custeadas à cabeça pela estrutura "factos provados” 30 e, a que acresceriam os valores pré-acordados "factos provados” 33, 35 e, nunca perdendo de vista que, tendo actuado numa lógica associativa art 2, 2, 15/93), o proveito final deve ser incindível, porque imputável aos membros fundadores e da organização, que agiram sob um desígnio comum e autonomizado da participação individualizada.”  E assiste razão ao Ministério Público, na argumentação que desenvolve sempre com base nos factos provados do acórdão, evidenciando estes efectivamente a prática do crime na forma agravada da condenação.