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e do n. 1 do P.P., por terem sido descobertos novos meios de prova, e ter sido demonstrada a prescrição do procedimento criminal, o que, de per si suscita graves dúvidas sobre a justiça da condenação.»     Respondeu o Ministério Público, dizendo:    «Da pretensão do Recorrente    Nos presentes autos, por sentença proferida em 30 de Novembro de 2018 e transitada em julgado em 9 de Setembro de 2019, foi o arguido AA condenado na pena de 2 anos e 6 meses de prisão, pela prática, em co-autoria material e na forma consumada, de um crime de ofensa à integridade física qualificada, previsto e punido pelas disposições conjugadas dos artigos 14, n. 1, 14, n. 1, alínea e n. 2 e 13, n.s 1 e 2, alínea, todos do Código Penal.