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143/145 que, na escala de KURT  DUBOWSKI, as fases de "confusão” e "letargia” antecedem as de "coma” TAS entre 3,5 e 5,0 g/) e "morte” TAS igual ou superior a 4,5 g/) e que «na estrita competência de uma avaliação toxicológica dos efeitos de consumo de álcool etílico que adota como referência a tabela de Dubowski, torna-se evidente que um condutor que apresente uma TAS na ordem dos 2,7 g/, de acordo com os termos descritos nesta apreciação pericial, apresenta comprometimento de capacidades, entre outras, de natureza cognitiva e da coordenação motora, com repercussões no ato da condução de veículos.»   Trata-se, pois, dum estado manifestamente apto ou adequado a causar a falta de domínio e perícia do sinistrado na condução do ciclomotor, designadamente a fazê-lo entrar em marcha desgovernada, sem conseguir manobrar a direcção do mesmo para curvar à esquerda nem ter reflexos para evitar que embatesse no passeio, causando o seu desequilíbrio, como efectivamente sucedeu.