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A final veio a decidir-se: 1)	Absolver os arguidos - BB, da prática, em co-autorial material e na forma consumada, de um crime de falsificação, previsto e punido pelos artigos 255 alínea e 256 n.s 1 alíneas e, e 3 do Código Penal; - , da prática, em co-autorial material e na forma consumada, de um crime de falsificação, previsto e punido pelos artigos 255 alínea e 256 n.s 1 alíneas e, e 3 do Código Penal, e - em autoria material - de um crime de ofensa à integridade física qualificada, na forma tentada, previsto e punido pelo artigo 145 n.s 1 alínea e 2, com referência aos artigos 22, 23 e 132 n. 2 alínea, todos do Código Penal; - , da prática, em em co-autoria material e na forma consumada, de um crime de falsificação, previsto e punido pelo artigo 256 n. 1 alínea do Código Penal, e - em autoria material e na forma consumada - de um crime de condução sem habilitação legal, previsto e punido pelo artigo 3 n.s 1 e 2 do Decreto-Lei n. 2/98, de 3 de janeiro; 2) Condenar o arguido BB: - Pela prática, em co-autoria material, na forma consumada, de um crime de furto qualificado, previsto e punido pelos artigos 203 e 204 n. 2 alínea, por referência ao artigo 202 alínea, todos do Código Penal, na pena de 2 anos e 8 meses de prisão; - Pela prática, em autoria material e na forma consumada, de um crime de detenção de arma proibida, previsto e punido pelos artigos 2 n. 1 alínea, 3 n. 2, alínea e 86 n. 1 alínea, todos do Regime Jurídico das Armas e Munições Lei n. 5/2006, de 23 de fevereiro, na redação introduzida pela Lei n. 12/2011, de 27 de, na pena de 1 ano de prisão; - E, em cúmulo jurídico, na pena única de 3 três) anos e 2 meses de prisão.