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Os pontos de facto impugnados têm o seguinte conteúdo: - Após a tomada de posse, verificou o novo Presidente da Assembleia da ré que, nos últimos quatro anos, especificamente de 2013 a 2017, não existia relatório anual de contas, transcrição das contas em livro, justificação para a movimentação de contas bancárias e leitor de chipes dos cães ponto 9 dos factos; - Mais foi referido que "o B levantou cheques em caixa um no valor de 4500 Euros e outro foi levantado por uma  no valor de 4000 Euros e não se encontram faturas nem recibos desses valores e para dificultar as pesquisas bancarias fechou as contas do  como ele tivesse sido extinto” ponto 15 dos factos; - Durante o mandato da direção de que o autor foi membro foram apresentadas e aprovadas as contas dos vários anos de exercício alínea dos factos não; - Foram sempre justificadas as movimentações da conta e cheques emitidos, fundamentados com as respetivas faturas alínea dos factos não; - A transcrição do relatório de contas em livro de contas era incumbência do tesoureiro da direção e não do autor alínea dos factos não.