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A Recorrida contra-alegou, concluindo nos termos seguintes:  excluem-se as conclusões relativas à admissibilidade do recurso  « As Recorrentes pedem unicamente a condenação da Recorrida no pagamento à Terriminas de juros de mora contados a partir do termo do prazo de 30 dias a contar da emissão das faturas melhor identificadas na petição inicial;   A Recorrente Terriminas havia formulado o mesmo pedido de pagamento de juros de mora, sobre as mesmas faturas, nos Processos 7627/0... e 6018/0...;   Nesses processos, o pedido foi julgado improcedente, uma vez que se entendeu que a cláusula  do contrato de prestação de serviços celebrado entre as Recorrentes e a Urbindústria que veio a ser incorporada, por fusão, na, que versava sobre as condições de pagamento do preço, estabelecia que as faturas deveriam ser pagas no prazo de 30 dias, mas apenas se a Direção-Geral do Tesouro disponibilizasse, em tempo, as verbas necessárias para esse efeito, o que não ocorreu, pelo que nunca chegou a verificar-se qualquer mora da Urbindústria ou da aqui Recorrida;   Na tentativa de obter uma decisão contraditória à proferida naqueles processos e, assim, a Terriminas receber os juros de mora que aí lhe foram negados, as Recorrentes utilizaram aqui a dois subterfúgios inadmissíveis: por um lado, a Terriminas fez intervir no processo a Vila Rei – Promoção Imobiliária, S.A., com o único intuito de obviar à verificação da exceção de caso julgado e, por outro, alegaram fundar o pedido de pagamento de juros de mora numa causa de pedir supostamente complexa composta, por um lado, pelo incumprimento da referida cláusula  e, por outro, pelo putativo incumprimento de deveres de informação na execução do contrato;   É a partir do pedido formulado nos autos que se poderá determinar quais são os factos essenciais que constituem a causa de pedir cfr.