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A Recorrida AT apresentou contra-alegações, que culmina com as seguintes e doutas conclusões: « As receitas e as despesas do «Fundo» ao longo dos anos de registo relevantes 2013 a não apoiam a «tese» da Recorrente de que a TSAM se «destina» a financiar as operações do SIRCA;  Pelo contrário, aqueles registos apontam no sentido de uma grande variabilidade de receitas e de despesas para as mais diversas ações, desde as referentes à «língua azul», Planos de Vacinação, Planos de Vigilâncias, SIRCA e as mais diversas fontes de financiamento;  Razão pela qual se impõe concluir, ao contrário do que defende a Recorrente, que a TSAM é uma contribuição financeira e não um imposto;  O facto de a TSAM se «somar» a outros tributos pagos por outros agentes económicos para, num todo contribuir para a proteção da segurança alimentar e da segurança do consumidor é, precisamente, o que faz dela uma contribuição financeira, pois que todo esse conjunto de prestações do Estado vacinações, OPP, aproveitam aos sujeitos passivos da TSAM.