Legal Document Excerpt:

8 da, do qual resultaram para o A., lesões, bem como uma redução da capacidade de trabalho, cujo grau de desvalorização se encontra fixado em exame de junta médica, com IPP de 3%, com data de alta clínica a 10 de Maio de 201 35- dando-se por provado, conforme tudo o que se expôs, que na data de 25/08/2017, o A., trabalhava sob as suas ordens, direção e fiscalização da 2 R e demais factos em discussão neste recurso; 36-deve a responsabilização da 2 R, pelo acidente de trabalho sofrido, pelo A., ao seu serviço na data do acidente, atento tudo o que aqui se expôs, acarretar irremediavelmente a responsabilização da 1R, que aceitou a transferência da responsabilidade decorrente de acidentes de trabalho, por contrato de seguro do ramo de acidente de trabalho, entre ambas celebrado, mediante a apólice n. ../......, cuja validade e extensão territorial de aplicação, não se mostra impugnada nos autos sub; à exceção da quantia de €627,26, denominada de ajudas de custo, mas que têm natureza de retribuição, cuja responsabilização apenas compete à 2 R. 37- Termos em que, na justa valoração de toda a prova produzida, reavaliando-se todas as partes dos depoimentos prestados em audiência de julgamento, que foram injustamente desvalorizadas e atendendo à prova documental documento de declaração da E de fls 189 e ss traduzido a fls 202 e ss; exame médico-legal e por junta médica a fls  dos conjugados com as regras da normalidade e da experiência, devem dar-se por provado: que as ajudas de custo pagas pela 2 R., ao A., descritas na alínea dos factos provados tinham natureza de retribuição, bem como que na data do acidente 25/08/2017) o autor trabalhava sob as ordens, direção e fiscalização da 2 R., e que a titulo de indemnização pelos períodos de incapacidade temporária referidos na al.