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Conflito n: 30/21  Acordam no Tribunal dos Conflitos   Relatório A., identificado nos autos, intentou no Tribunal Judicial da Comarca de Braga, Juízo de Competência Genérica da Póvoa de Lanhoso, acção declarativa comum contra B, SA, o .., SA, e Fundo de Resolução pedindo a condenação solidária dos Réus a:  a) reconhecer que a A. constituiu um depósito a prazo, comercialmente designado por Euro Aforro, na quantia de € 2000,00, devendo, em consequência, ressarcir ao A. desta quantia acrescida de juros contratuais, juros de mora vencidos desde 24/10/2014, e vincendos até efetivo e integral pagamento;  Caso assim não se entenda, no que se não concede,  b) Ser declarados nulos todos os atos praticados pelo 1 R. na aplicação do dinheiro do A. para aquisição de ações preferenciais, bem como, nula a operação de intermediação financeira realizada, condenando-se, assim, os RR., solidariamente, a ressarcir, o A., da quantia de € 2000,00, reconstituindo-se a situação de facto à data da aplicação daquela quantia e, devendo esta quantia ser depositada na conta de depósito à ordem da titularidade do A, em virtude do contrato de depósito irregular celebrado com o 1 R. e transmitido para o 2 R.;  Caso assim não se entenda, no que se não concede,  ) Considerando-se válida a aplicação da quantia de € 2000,00, pelo A., em ações preferenciais denominadas Euro Aforro, deve o 1 R. ser condenado a indemnizar o A., por violação dos deveres atinentes à atividade de intermediação financeira, nos termos do art.