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27- A decisão proferida pelo Tribunal "a quo”, salvo melhor opinião e com o devido respeito, não fez uma correta análise da situação económico financeira dos recorrentes e da sociedade em geral, porquanto não teve em atenção e consideração despesas que são de conhecimento público e oficioso, pois toda a sociedade/homem médio paga uma renda de casa quer seja a uma entidade bancária ou a um, paga pelo fornecimento dos serviços essenciais, nomeadamente, EPAL, Gás e EDP, e paga para adquirir alimentação, pelo que deve ser revogada e ser declarada a suspensão de eficácia da decisão da recorrida de "despedimento” dos recorrentes.”  O Recorrido não contra-alegou.