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Da análise e apreciação dos recursos  1 Comecemos por explicitar que do que se viu supra resulta que a tese propugnada pelo réu MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA quanto à contagem do período de interdição de entrada em território nacional foi, na verdade, a acolhida na sentença, já que a discrepância de datas decorreu do lapso de escrita contido na sentença, quando se consignou em erro a data de 29/11/2013 como aquela em que a autora havia saído do território português em vez de 29/12/201 Correção que foi efetuada pela Mm Juíza a quo, incluindo quanto à contagem do termo final do período de interdição, que veio a ser fixado em 29/12/201    2 O recurso do réu MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA perdeu assim, por efeito da operada retificação da sentença, objeto e utilidade, não subsistindo quanto a ele qualquer questão a apreciar.