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E considerou não provados os seguintes factos: a) O imóvel que a requerida adquiriu em partilhas tem atualmente um valor de mercado de, pelo menos, 12000€; b) O requerente não tem capacidades económicas para adquirir a sua habitação própria e permanente, pelo que vive num apartamento arrendado e de menores dimensões do que aquele que foi adquirido pela requerida; ) A requerida não tem formação, nem os requisitos exigidos para alguns dos anúncios referidos no ponto dos factos provados, ou que tem qualificações a mais para os mesmos, razão pela qual é rejeitada; ) Anúncios como os da H ou empregada de refeitório preferem sempre pessoas mais jovens do que a requerida; e) A requerida, apesar de tentar, não consegue obter colocação na sua área profissional; f) Quando a requerida envia candidaturas para auxiliar de educação, categoria que exercia antes de tirar a sua licenciatura, é-lhe dito que tem habilitações a mais e que a sua candidatura não poderá sequer ser equacionada; g) A requerida envia com frequência currículos para outras áreas de atividade, mas em virtude da sua idade e falta de experiência profissional, nunca passa à segunda fase da entrevista de emprego.- APLICAÇÃO DO DIREITOComo decorre das alegações de recurso, a aqui Apelante apenas recorre da parte decisória da sentença que estabeleceu como data do início dos efeitos da sentença "a data de entrada em juízo da presente ação”, defendendo que a mesma deva ser anulada e revogada quanto a essa parte.