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13 Diga-se de passagem que, apesar de o contrato pelo qual as acções da  detidas pela F.  foram vendidas à R prever que produziria efeitos a partir de Janeiro de 2014, resulta dele que as acções já eram detidas pela  desde antes da sua celebração cláusula  desse contrato, a que se referem os factos provados n.s 52, 53 e. 13 Em suma: nenhuma razão existe para pôr em causa o que se apreciou e decidiu na dou sentença recorrida relativamente ao abuso de direito em que incorrem os Apelantes ao pedirem a condenação da Apelada no pagamento dos complementos de pensão de reforma que deixaram de ser pagos a Manuel  a partir de Janeiro de 2012, pelo que improcede na íntegra a matéria das conclusões a ”.