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Resta apenas acrescentar que o tribunal a quo ao concluir que "a transferência do valor de €01018,58 para a conta da exequente deve ser anulada, por ilegal, uma vez que o Reclamante apresentou Reclamação Graciosa e estavam pendentes duas reclamações, uma contra o indeferimento do pedido de suspensão da execução, com isenção parcial de prestação de garantia, e outra contra o ato de penhora, devendo o montante ser restituído à conta da reclamante, para aí ficar cativo, até trânsito em julgado da decisão da Reclamação apresentada sobre a penhora efetuada”, apreciou a legalidade do acto reclamado não tendo o juiz conhecido as demais questões invocadas pela Reclamante, por prejudicadas, face à procedência do pedido de anulação do acto reclamado, como consagra o art.