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Todavia, nesta situação, entende-se que, em nome dessa segurança na aplicação do direito e na optimização do princípio da igualdade, de forma a conferir estabilidade estruturada ao orçar das indemnizações arbitradas em sede de acidente de viação, o núcleo maioritário da jurisprudência estabilizou num valor ligeiramente inferior para compensar a perda do direito à vida, devendo ser a decisão em causa ser corrigida para o montante de € 7000,00 setenta e cinco41424 Como já se assinalou, há que distinguir entre o dano não patrimonial que antecede cronologicamente a morte – a título exemplificativo, aqui se integram a angústia perante a iminência da morte, o nível de consciência da debilidade provocada pelo evento, a qualidade e a extensão das dores sofridas ou a duração do período de internamento entre o acidente e o falecimento da vítima – e o dano da morte.