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Em requerimento autónomo à sua alegação recursória, a Recorrente suscita a questão prévia da extinção da instância, por inutilidade superveniente presente lide, face ao reconhecimento da prescrição, e na apelação formula as seguintes conclusões:    « O Tribunal a quo entendeu que o de cujus era responsável subsidiário pelas dívidas que nasceram na esfera jurídica societária, e que, por força do disposto no artigo 153 do CPPT, aquela responsabilidade subsidiária se transferiu para os herdeiros e para o acervo da herança,   Ao mesmo tempo que concluiu que, à data do falecimento, as referidas dívidas não podiam ser imputadas ao autor da herança, mas sim, à sociedade, e, consequentemente, não poderiam considerar-se passivo da herança.