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Oferecendo o Ministério Publico como o único meio de prova a conversação telefónica mantida a que corresponde à sessão 1125 do alvo 83212040 – conversa mantida do telemóvel do arguido MB entre o arguido e o arguido GP, onde combinam ir jantar pelas 11:00h – para comprovar o encontro e reunião dos arguidos para a prática do furto na Herdade Outeiro do Trigo, Aldeia do Pico, em Grândola, da mesma nada resulta no sentido que os arguidos GP, JP, e MB tivessem através de tal conversa - e nem que nela expressem a vontade de se encontrar com o arguido CF – ajustado o encontro numa exploraç��o de Mirtilos, na Aldeia do Pico, nenhuma prova se produzido, mormente através de vigilâncias que comprovasse que tal tivesse sucedido e nem que nessa data, estando já a decorrer as interceções telefónicas, os demais arguidos estivessem na companhia de CF, na sequencia das conversações mantidas por sms, mormente os produtos 5318 a 5335 – as 22:50 do dia 08 de junho – e 22:51 – e telefonicamente com JP – produtos 532  Por isso a prova da materialidade subjacente descrita em e e a consequente não prova de factos como vertido em se alcançou tomando por base, para além da prova documental já referenciada, ainda a prova por relato feito por JAP e PP, militar da GNR.