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– nunca lhe prestou qualquer informação ou reparo que pusesse em causa a sua convicção e a dos demais condóminos de que a faixa de terreno pertencia ao referido prédio constituído em propriedade horizontal, recordando-se apenas de aquele A. e sua mulher se referirem à faixa de terreno como sendo a entrada comum aos prédios referidos em 1 e 1 Em terceiro lugar, porque da escritura pública de constituição da propriedade horizontal ficou a constar que as frações autónomas tinham entrada pela avenida .... Por fim, referindo-se à postura do vizinho, T. F., que vendeu o prédio referido em 12 aos réus em 2005 e o comprara em 1989, como resulta do documento de fls.