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Este aresto é proferido na sequência do recurso de apelação interposto pela Autora contra a sentença da 1 Instância de 202025 que decidiu: ") Por todo o exposto julgo a ação parcialmente procedente e, em consequência, decido: - condenar a ré a pagar à autora a quantia de € 4 217,92 quatro duzentos e dezassete euros e noventa e dois cêntimos) a título de diferenças salariais, acrescida de juros de mora, à taxa legal, calculados sobre a diferença na remuneração mensal relativa a cada um dos meses de maio de 2015 a abril de 2019, desde o primeiro dia do mês seguinte aquele a que respeita tal diferença, sendo quanto aos subsídios de férias desde o dia 04/08/2015, 16/07/2016, 15/07/2017 e 11/07/2018 e quanto ao subsídio de Natal desde o dia 16/12/2015, 13/12/2016, 15/07/2017 e 07/12/2018, até efetivo e integral pagamento; - condenar a ré a reconhecer o crédito de 45 quarenta e cinco de formação relativos aos anos de 2014, 2015 e 2016, à razão de 15 horas por ano; - absolver a ré da parte restante do pedido.