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Para além disso, é de salientar o absoluto desnorte dos vários funcionários da empresa comodatária, da qual o arguido é responsável, ouvidos em instrução e inquérito, quanto às responsabilidades de cada um, limitando-se todos os intervenientes a "empurrar" a responsabilidade para o próximo, para além de ser patente a contradição entre vários dos depoimentos com relação ao modo como era intervencionada a viatura, qual o procedimento adoptado e quem era o responsável pelo arranjo, a quem a avaria era reportada, etc Mas uma coisa é certa: de todos os depoimentos resultou que não existia qualquer plano de manutenção regular do camião: a viatura, com utilização intensa no transporte de pedra e diária, andava ao "deus dará", com excepção de quando surgia uma avaria percepcionada pelo motorista, caso em que era reparada.