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Ou seja, mesmo considerando apenas o texto da sentença na pronúncia sobre a motivação da matéria de facto e a convicção aí expressa, desse não ressalta a evidência de que ocorra o vício que se analisa, tendo presente que, seguindo-se de perto o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 25 de Março de 2010, antes citado, o que terá de relevar é essa convicção formada pelo tribunal – assumindo-se como irrelevante, no âmbito da ponderação exigida pela função de controlo ínsita na identificação dos vícios do artigo 41, n. 2, do CPP, a convicção pessoalmente alcançada pelo recorrente sobre os factos –, importando esclarecer, citando-se o mesmo Acórdão, que "...) o erro-vício não se confunde com errada apreciação e valoração das provas, com o erro de julgamento relativamente à apreciação e valoração da prova produzida.