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E, se até há pouco tempo a menor vivia e convivia diariamente com a avó materna, do que agora se vê, a menor deixou de conviver com a avó materna, e tal coincide também com o recente conflito da progenitora com avó materna, que mais uma vez, se contamina a menor, e já somamos três das mais fortes relações afectivas da menor, cujos laços são ostensivamente quebrados pela progenitora, empenhada fervorosamente na sua "guerra", o que leva e levou, a que a menor não só viva dia-a-dia, minuto a minuto, neste ambiente de enorme conflito, como ainda se vê isolada junto da mãe e fusionada com as motivações da progenitora, deixa de conviver com o próprio pai, com o seu irmão mais velho uterino , e agora com a avó materna, que da mesma cuidava, e à qual era bastante ligada.