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Olhando os pedidos principais formulados nos autos – do primeiro excluída, pelas razões que infra se esclarecerão, a parcela referente ao "reconhecimento” de que o prédio foi vendido "sob compromisso expresso por estes réus) e aceite pelos compradores de que lhe era transmitida uma área real de terreno rústico de 1550 m2, a confrontar do Norte com A. , do Sul e Poente com estrada municipal e do Nascente com José –, facilmente se verifica que todos eles assentam num pressuposto que, como se viu, já foi julgado e expressamente negado na anterior ação, qual seja, o de que os aqui Autores e ali Réus conjunto a que acresce, em substituição parcial do Réu B. R., nos termos acima explicitados, o Autor J. F.) adquiriram por usucapião o direito de propriedade relativo à parcela de terreno reivindicada, só nesse pressuposto sendo ilícitas por violadoras do dito direito de as atuações descritas na petição inicial, bem como, também, só nesse pressuposto assistindo aos Autores direito a ver reconhecida a ausência de direitos de terceiro sobre a dita parcela e a pedir a abstenção de terceiros relativamente a tal parcela, mostrando-se, pois, impedida a renovação no presente processo da discussão sobre esse mesmo pressuposto, sob pena de ser posta em causa a própria segurança jurídica.