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Outras testemunhas aludiram ao facto à licença da sem sequer questionar que o pedido não tivesse partido do consenso do casal, antes pressupondo que o tratamento e cuidados prestados ao E eram resultado de vontade conjunta e conjugada dos progenitores – a  afirmou que o E esteve dois anos na ‘bolha’, em casa, por motivos de saúde, pois como o casal transmitia, havia necessidade de o proteger e o contacto privilegiado da testemunha com o casal era, evidentemente, o. O depoimento da avó paterna incidiu particularmente na razão que determinou a progenitora a substitui-la na assistência ao E – afirmou ter-se prontificado cuidar do E e que, completada a licença de maternidade, se deslocava para a casa do casal para cuidar dele durante o dia em atenção aos seus problemas de saúde), o que aconteceu até que a progenitora na presença do lhe disse que não cuidaria mais do E, por ter tido AVC e precisar de tratar-se, não estando em condições de cuidar da criança.