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a determino que o arguido aguarde os ulteriores trâmites processuais, nomeadamente trânsito em julgado da sentença, sujeito à medida de coação de prisão preventiva.» Quer a sentença quer a ata da sessão da audiência são documentos autênticos, pelo que nenhuma dúvida se suscita relativamente à tramitação que deles resulta, a qual, em síntese, foi a seguinte:  - sem que houvesse violação de qualquer das obrigações coativas vigentes a Mm.a Juíza decidiu alterar a medida de coação na sentença o que, porque o arguido foi condenado numa pena de prisão efetiva; - na sessão da audiência marcada para leitura da sentença, leu-a nela constando o que se deixou; - e seguidamente comunicou aos sujeitos processuais que entendia dever alterar a medida de coação; e, aludindo ao «contraditório», deu a palavra ao Ministério Público e ao arguido para «se pronunciarem sobre a eventual aplicação de prisão preventiva»; - depois proferiu despacho, pelo qual sujeitou o arguido à medida de coação de prisão preventiva.