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1 O despacho recorrido interpretou incorrectamente o interesse fundamental da criança como decorre do artigo 1 e ss, ,a) da LPCJP, nomeadamente em sede dos seus princípios orientadores, designadamente, que a intervenção deve atender prioritariamente aos interesses e direitos da criança e do jovem, nomeadamente à continuidade de relações de afecto de qualidade e significativas, sem prejuízo da consideração que for devida a outros interesses legítimos no âmbito da pluralidade dos interesses presentes no caso concreto, o artigo 112 dessa mesma LPCJP, e o espírito que resulta de várias normas e princípios constantes dos arts 1871, 197, 1906, 1776-A, 3, 187, 188,2, e 190,1, do e ainda artigos 1, n. 2, 1, n. 2, 3, n.s 5 e 6, 6, n. 2, 6 e 7 da CRC- os princípios jurídico-constitucionais estruturantes da Família e dos Menores.