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Já no acórdão da Relação de Guimarães de 11201813 se escreveu o seguinte: «Não podemos esquecer que o julgador quando decide provisoriamente enquanto aguarda que os técnicos especializados se pronunciem com vista à fixação de uma decisão definitiva, procura a solução que, atentos os termos do litígio, garanta, nessa fase transitória, em primeiro lugar o interesse das crianças, em segundo lugar o dos progenitores.» A propósito da deslocação para o estrangeiro de um progenitor que tinha a guarda do filho, levando-o com ele, escreveu-se no acórdão desta Relação do Porto de 2201514: «) E muito menos podia afirmar que uma decisão provisória de autorização de uma mudança de residência iria condicionar a decisão definitiva, pois isso conduzia a afastar em qualquer momento em situações congéneres a existência de uma decisão cautelar, sendo mais um não argumento do que propriamente um argumento.