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artigo 60, n. 5, do CPC -, formou a sua convicção acerca dos factos inseridos nos pontos da matéria de facto ora impugnados, conjugando as provas documental e testemunhal, como resulta do despacho de motivação inserido na decisão recorrida:  "A convicção do Tribunal quanto à matéria de facto controvertida fundamentou-se na valoração conjunta da prova documental e testemunhal produzida, esta última apreciada segundo as regras da experiência comum, salientando-se os seguintes aspectos, por constituírem o cerne do litígio:  No que concerne ao que se passou na reunião da enfermeira directora com as candidatas convocadas para iniciarem funções de assistentes operacionais no dia 12018, no essencial, demos como provada a versão dos factos carreada aos autos pela A., com base nos depoimentos das testemunhas O... e P..., duas das convocadas que estiveram presentes na reunião e relataram o sucedido de forma espontânea, segura e credível, declarando, além do mais, o seguinte:  - Quando a A. mostrou o papel/formulário e disse que estava a amamentar o filho e era para pedir o horário para amamentação, "tudo se focou no papel e não houve mais reunião nenhuma,” pois a enfermeira directora, F... disse logo que não queria ninguém com horário de amamentação, que já tinha bastantes e que o concurso era para trabalhar por turnos rotativos;  - Que a A. tentou explicar a sua situação, tendo dito que o marido trabalhava por turnos, mas ela podia fazer os turnos da manhã e intermédios, os da noite é que seria complicado enquanto estivesse a amamentar, o que era temporário pois o filho tinha 19 meses e logo que se habituasse a outro leite faria o desmame.