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E, por outro lado, não seria igualmente previsível, para o aderente comum, que estivessem excluídas as doenças do foro psiquiátrico, já que, se é verdade que não são as mesmas previsíveis, igualmente tal sucede quanto a outras maleitas.»  Resta por isso votada ao insucesso a impugnação deduzida quanto a esta questão, não podendo a ré seguradora opor aos autores as cláusulas de limitação e exclusão da garantia do seguro que não lhe foram devidamente informadas e mormente a constante da alínea do facto provado em:  «seja clínica e objectivamente constatada uma incapacidade funcional permanente de grau igual ou superior a 75%, determinada pela Tabela Nacional de Incapacidades em vigor sem aplicação dos factores correctivos nela estabelecidos para o cálculo das desvalorizações finais em função da possibilidade de reconversão para o posto de trabalho ou profissão.» e da alínea dos factos provados «Adicionalmente e no que respeita à garantia de Invalidez Total e Permanente por Doença ou Acidente, não são objecto de cobertura, ficando também excluídos das garantias do contrato de seguro, os riscos devidos a: Perturbações neurológicas e epilépticas de que a Pessoa Segura seja portadora; Perturbações ou danos do foro psíquico, de qualquer natureza»., as quais se têm por excluídas do contrato de seguro em causa.Vejamos agora o segundo segmento da alegação recurssória, que a apelante designa «Das cláusulas contratuais gerais e da nulidade do contrato»   Sustenta a apelante que a exclusão das cláusulas em apreço violaria o equilíbrio contratual das partes, é atentatório da boa-fé e do equilíbrio das prestações, já que as mesmas são essenciais para a validade do contrato.