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— Tendo os Recorrentes apresentado prova bastante e suficiente de que a testadora não sofria de incapacidade mental, não é suficiente para aquilatar da saúde mental da testadora, a elaboração a pedido, de um relatório médico, em que o médico, não conhece o historial clínico da testadora, não sabe quais os medicamentos que toma, não tem ao seu dispor nenhum meio auxiliar de diagnóstico e todo o seu relatório se baseia numa conversa de pouco mais de 20 minutos, à noite, quando já lhe havia sido ministrado um comprimido para testadora dormir, factos que o médico perfeitamente sabia, pois não é curial um médico ir observar uma pessoa internada num lar, depois das 200 horas e daí concluir, que a testadora era uma paciente totalmente incapacitada, como descreve no seu relatório 2 Ora o art.