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Nestes termos, quanto à questão concreta que se impunha conhecer, o STJ pronunciou-se de forma fundamentada, suficiente e clara: considerando, em suma, que a pendência em Portugal de um inquérito com base em factos em parte coincidentes ou conexos com os constantes do pedido de extradição, no âmbito do qual nem sequer se mostra fixado o seu objecto, visto não ter sido ainda deduzida acusação, não constitui causa de recusa da extradição e que a concessão da extradição nos moldes em que foi deferida – com a condição imposta de o requerido voltar a ser entregue a Portugal após o fim do procedimento nos E.U.A., se para tal houver solicitação” - não violava os artigos  e 1 da LCJI, nem violava o principio non bis in idem e, nem violava as garantias de defesa do arguido relativamente ao processo crime que corre termos em Portugal.