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31 e 44 a 603 – recibos de vencimento que atestam aos motoristas a hora suplementar a 50% era paga ao valor unitário de € 6,07; a 75% o valor unitário era pago a € 7,08 e a hora suplementar a 200% era paga ao valor unitário de € 5,84 atendendo-se ao vencimento base de € 645,00, acrescido de diuturnidades de € 14,0 Consideraram-se ainda os depoimentos das testemunhas S. , a qual disse ser contabilista na aqui R. e afirmou que no que se refere ao pagamento do trabalho suplementar a empresa aplica as fórmulas constantes do CCT e quanto aos tempos de trabalho, os mesmos mantiveram-se inalterados na transição entre a anterior concessionária e a ora demandada; a testemunha afirmou ser funcionária administrativa da R., auxiliando a testemunha anterior nas suas funções e corroborou as declarações por aquela prestadas, quanto ao modo de cálculo do trabalho suplementar, tendo afirmado desconhecer como se processa a elaboração das escalas e folgas dos motoristas; a testemunha J. J., técnico de movimento, veio afirmar que os turnos transitaram da anterior concessionária para a R. e que todos os motoristas cumpriam turnos rotativos em que os horários são fixos e só os motoristas é que vão gozando um dia e ½ de folga em cada semana, cumprindo um horário, assim, de 5 dias e ½ de trabalho por semana; por fim a testemunha P., declarou ser técnico de movimento e confirmou que os motoristas faziam uns turnos de manhã e outros de tarde, rodando os turnos entre si, cumprindo cerca de 10 turnos de manhã, 10 turnos de tarde e um turno nocturno e que folgavam todas as semanas um dia e ½, já que ao sábado folgavam meio dia.” A audição da prova na essência confirma esta fundamentação.