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Temos por certo, como se afirmou na sentença inicialmente proferida, que "não é exigível que a convicção do julgador sobre a validade dos factos alegados pelas partes, equivalha a uma absoluta certeza, raramente atingível pelo conhecimento humano" Lebre de Freitas, Introdução ao Processo Civil - Conceito e Princípios Gerais À Luz do Código, Coimbra Editora, 1996, pag., bastando que assente num juízo de suficiente probabilidade ou verosimilhança, que dê - em consciência - ao julgador, garantias de que os factos terão ocorrido de certa forma, fora de dúvida razoável, o que, no caso concreto, com a prova produzida, com a forma com as testemunhas depuseram, com aquilo que disseram e como o, e com a prova documental, com a seriedade intelectual que se exige, não cremos ser possível levar a dar como assente outra factualidade e apurar outra verdade.