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A primeira questão é desenvolvida nas conclusões 4 a 1, a segunda nas conclusões 14 a 3 O desagrado do recorrente assenta, no primeiro ponto do recurso, na invocação de ausência de factos concretos, designadamente datas, horas, falta de identificação de pessoas, indeterminação de vendas conclusões 4 a, invocação de factos não demonstrados conclusão e a conclusão jurídica de que os factos não permitem mais do que a subsunção ao tipo penal contido no artigo 25 do Dec-Lei n 15/9  Convenhamos que é pouco para considerarmos inexistentes indícios suficientes da prática do ilícito imputado, desde logo porquanto as referidas conclusões se limitam a uma negação pela negação, nada de concreto e de forma específica se impugnando, ponto a ponto, não colocando em causa o despacho inicial lavrado no primeiro interrogatório judicial de arguido detido.