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Na sua óptica esta padece de erro de julgamento de direito por violação do disposto no artigo 33 da Lei 7/2009, de 12 de fevereiro; artigo n. 1, n.  e artigo  do decreto-lei n. 59/2015, de 21 de abril, bem como no previsto nos artigos 36, 36 e 37 do código de trabalho e artigo 77 do código  Sustenta ainda que deve ser acrescentado à matéria de facto provada que a empresa JM-Carpintaria Unipessoal, Lda., sua entidade empregadora, configurava como devedora no processo de insolvência n. 127/11TBLSD, que correu os seus termos no extinto Tribunal da Comarca Judicial de Lousada, e ainda que, em 29/01/2014, foi nomeado administrador judicial provisório da mesma empresa, o Senhor Doutor JG.