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Acontece que a este propósito o tribunal solicitou esclarecimentos à equipa de vigilância electrónica da DGRSP, que emitiu relatório do qual resulta que o equipamento de vigilância electrónica abrange o quintal da residência do condenado ao qual este se encontra autorizado a deslocar-se) e que não apresenta qualquer deficiência, pelo que caso aquele apenas ali se deslocasse, o aludido equipamento não daria sinal de ausência.”  Perante duas versões diametralmente opostas a do arguido e a da restou ao julgador apelar ao princípio da livre apreciação do julgador e dar por assente a versão por si considerada como mais credível, no caso a da DGRS que asseverou que a inexistência de anomalias no sistema foi aferida por deslocação ao próprio local.