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É esta, aliás, a posição consensual da doutrina e da jurisprudência da Secção de Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo, a qual, para além de apelar a essa divisibilidade Cfr., entre outros, os acórdãos proferidos em 9/07/1997, no processo n. 5874; em 22/09/1999, no processo n. 24101; em 16/05/2001, no processo n. 25532; em 26/03/2003, no processo n. 1973/02; em 27/09/2005, no processo n. 287/05; e em 12/01/2011, no processo n. 583/1), apela, também, à natureza de plena jurisdição da sentença de anulação parcial do acto, invocando razões ligadas aos princípios processuais da economia processual para que da sentença ou acórdão do tribunal saia logo uma definição da situação que não careça de qualquer nova pronúncia da administração tributária) e ligadas ao próprio âmbito do contencioso de mera anulação no qual os limites à plena jurisdição só serão de aceitar em relação àqueles aspectos da acção administrativa em que a plena jurisdição implique para o juiz tributário, enquanto juiz administrativo, a prática de actos que afrontem o núcleo essencial da função Cfr.