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)Como factos não provados: a) A requerida B devolveu à Insolvente todas as quantias por si recebidas, por transferências bancárias e por levantamentos em numerário efectuados a partir das contas bancárias da insolvente, a que se refere nos factos provados em 17 e 2 b) O destino dado às transferências da conta bancária da Insolvente para a requerida B, a que se refere nos factos provados em 1 ) A razão porque foram efectuadas as transferências da conta bancária da Insolvente para a " – Unipessoal, Lda.”, a que se refere nos factos provados em 1 ) A " – Unipessoal, Lda.” devolveu à Insolvente todas as quantias para si transferidas a partir das contas bancárias tituladas pela insolvente.Quanto a esta matéria de facto, o Tribunal fundamentou a sua decisão da seguinte forma:”  CONVICÇÃO DO TRIBUNALO Tribunal fundou a sua convicção relativamente a toda a matéria factual do presente incidente, com base na análise crítica e selectiva de toda a prova produzida nos autos, nomeadamente os depoimentos prestados em audiência de julgamento e os documentos juntos a este apenso, mas também aos autos principais e aos apensos de reclamação de créditos, de Apreensão de Bens e de Liquidação, em conjugação com a prova por declarações da Exma.