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do Regulamento das Custas Processuais só pode ter lugar, seja por determinação oficiosa do juiz seja a requerimento da parte interessada, até ser efectuada a conta final".13  Tudo isto porquanto, como considerou o acórdão da Relação de Coimbra, de 15-05-2018, no processo n. 3582/11TBLRA-B.C1, publicado em http://www.dgsi.pt, "o citado n. 7 do artigo  do Regulamento das Custas Processuais visa atenuar, antes do termo da causa, a obrigação de pagamento da taxa de justiça nas acções de maior valor e está conexionado com o que se prescreve no fim da tabela : O referido remanescente é considerado na conta final a realizar após o trânsito em julgado da decisão final"; daí que, prosseguiu o citado aresto, "o que sucede é que a lei, no que respeita às causas de valor superior a € 27000, não exige logo o pagamento da taxa de justiça pelo valor total, ou seja, com referência ao valor base de tributação, dispensando, temporariamente, o pagamento da taxa que corresponde ao montante que excede os € 27000, mas como não se trata de uma verdadeira isenção, esse remanescente que ficou por pagar será depois exigido".