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17- Assim, nada mais havendo, forçoso se torna concordar integralmente com a decisão do Tribunal a quo, ao escrever na douta Sentença recorrida que: Oratendo em conta o que está provado não restam dúvidas que a CMVFC, proprietária do veículo, é responsável pelo sinistro já que a viatura usada no transporte tinha a licença para esse fim imprescindível, caducada e, além dissoo condutor, José Marcos, agindo por conta e no interesse dela, tinha consciência de que a condução do veículo por si tripulado, de transporte de trabalhadores, era uma actividade perigosa e susceptível de por em causa a vida e a integridade dos trabalhadores/passageiros que transporta no veículo e que o transporte só pode ser iniciado e realizado com todos os passageiros sentados no interior da viatura e nos assentostal como lho impõe o art.54, ns.3 e 4 do Código da Estrada e art.3, al.)