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Civil por parte do ora A. não dependia da sorte da acção que lhe havia sido movida pela apelada já que na sua versão, logo o pôde configurar aquando dos actos processuais por esta praticados e, por conseguinte, não era a pendência desse processo que determinaria que o início do prazo prescricional fosse diferido para a data do trânsito em julgado da sentença que aí viesse a ser proferida.» Não se observando que o A. estivesse minimamente impedido de demandar o R. pelos actos ocorridos em Março de 2004, e tendo conhecimento logo nessa data dos pressupostos da eventual responsabilidade deste último, resta apenas concluir que o prazo trienal de prescrição há muito se encontrava findo quando o A. requereu a nomeação de patrono para a instauração desta acção.