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Invocou a exceção dilatória da litispendência, sustentando que existe identidade entre a presente ação e a que corre termos no mesmo tribunal sob o n. 22/17T8VRM, que se consubstancia numa ação especial de divisão de coisa comum intentada pela ora Ré contra o ora Autor, em que este alegou os mesmos factos que agora aduz na presente ação e onde lhe foi permitido fazer prova que o prédio e a moradia nele construída é da sua exclusiva propriedade;  Invocou a exceção do abuso de direito, alegando que ainda que o capital relativo à aquisição do prédio e da construção da moradia fosse maioritariamente do Autor, o que se não concebe, este doou metade de todo o investimento para que tudo figurasse na aquisição e na construção da casa metade para cada um e como a doação sempre foi realizada em dinheiro, não existe formalidade alguma externa, ao contrário do que acontece com a aquisição do terreno, que, por isso, foi celebrada em nome dos dois;  O Autor sempre afirmou que a casa era para a Ré, já que ela não tinha habitação própria e os filhos daquele nunca viriam para Portugal, vindo apenas agora colocar em causa tudo quanto disse e foi executado ao longo de quase quinze anos, de que a casa era um bem comum, em compropriedade, só porque se divorciou daquela.