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O Réu JD citado veio contestar pugnando pela improcedência da acção ou, caso assim se não entenda, e entendendo-se existir a dívida da falecida perante o Autor, atenta a natureza da mesma, deverá ser liquidada em sede de passivo comum líquido após a devida contabilização e identificação pela responsabilidade pelo seu pagamento não devendo a herança ser onerada em exclusivo pelo seu pagamento na íntegra em sua dizendo que desconhece se os cuidados de saúde que foram ministrados à sua mãe correspondem ao designativo e quantidade alegados pela Autora na sua p., julga saber que a responsabilidade pelo pagamento dos serviços de saúde dos autos foi transferida no âmbito da apólice de seguro celebrada coma Médis desconhecendo todavia os termos da apólice, antes de internar a sua mãe no dia 16/8/2016 o Réu pagou ao Autor o valor de 500,00 euros como condição prévia daquela hospitalização desconhecendo se a factura de 1679,71 euros é devida pela sua mãe MAD no exacto montante dos autos, desconhece quando é que o Autor enviou a conta ao co-réu AD contra quem a sua mãe instaurou acção de divórcio sem consentimento dia 12/2/2016, falecendo antes da realização da tentativa de conciliação, tendo o ora réu requerido a sua habilitação com vista aos efeitos patrimoniais do art.