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Factos não provados: Não se provou que: a- O arguido tenha constrangido a vítima a fazer o transporte dos objectos mencionados em 8 dos factos provados, subindo e descendo várias vezes os lanços de escada; b- No momento descrito em dos factos provados, o arguido tenha agarrado os braços da vítima e a tenha abanado, assim lhe causando dores e hematomas visíveis nos braços; - Após o momento descrito em dos factos provados, quando ambos regressaram ao domicílio comum, o arguido tenha apodado a vítima de «puta, cão, cabra»; - No momento descrito em dos factos provados o arguido tenha declarado à vítima que esta estava proibida de falar com tal indivíduo; e- Na ocasião mencionada em dos factos provados o arguido também tenha dito à vítima que a matava e que estava proibida de falar com o indivíduo em causa; f- No momento descrito em dos factos provados o arguido também tenha dito «ele quer-te comer»; g- O arguido tenha praticado o facto descrito em dos factos provados bem sabendo que assim causava temor e inquietação pelo bem-estar da sua filha, o que o arguido quis e logrou; h- Desde pelo menos, 27 Setembro de 2017 e, peio menos, até 24 de Outubro de 2017, o arguido, ou alguém a seu mando, tenha realizado várias chamadas para o cartão telefónico número , titulado pela vítima, sendo que, sempre que esta atendia, o número chamador interrompia a comunicação.