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Entendemos que não tem razão, uma vez que os factos descritos no requerimento executivo e reforçados no requerimento apresentado em 112020, onde a Exequente declarou pretender acionar as garantias hipotecárias prestadas por terceiros, conduzem à conclusão extraída pelo tribunal – de que deve fazer intervir esses terceiros, e de que, nesse pressuposto, a penhora teria de se iniciar sobre os bens dados em garantia, conforme nomeação feita pelo Exequente e, só se esses imóveis não tivessem um valor pecuniário adequado a liquidar o crédito exequendo, é que a penhora poderia ser reforçada, com penhora de bens da executada que não fazem parte das garantias reais.