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Inconformada, apelou a ré formulando as conclusões que se transcrevem:  1 - O presente recurso jurisdicional vem interposto da sentença de 202019, com a referência n. 140165395, sendo que o recurso se restringe na parte em que avalia os danos sofridos pela Autora e fixa os termos da indemnização por eles devida;  2 - Verifica-se uma errada interpretação e aplicação do Direito que aplicou ao caso em concreto, existindo violação dos princípios de equidade na fixação da indemnização atinente aos danos patrimoniais dano biológico/IPP) e danos não patrimoniais incluindo a indemnização pela perda do nascituro e a perda do direito à vida do;  3 - Ora, atentos os danos patrimoniais e não apurados nos presentes autos, maxime através do relatório de perícia médico-legal, bem como as demais circunstâncias do caso g., o grau de culpabilidade do responsável, situação económica deste e do, verifica-se que a indemnização arbitrada à Autora - quanto aos danos patrimoniais, quer a título de danos não patrimoniais – se revela manifestamente injusta, excessiva e exagerada, devendo a quantia arbitrada ser objecto de redução;  4 - No chamado "dano biológico” está em causa a fixação da indemnização justa para o ressarcir do prejuízo inerente à perda de capacidade de ganho determinada pela IPP que as lesões sofridas no acidente lhe causaram;  5 - A lei não nos dá a este propósito qualquer orientação que não seja a constante dos arts.