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26 – O Tribunal a quo ao reconhecer validade ao título de transmissão emitido a favor do proponente, fez errada aplicação da lei e do direito, uma vez que o título foi emitido sem que fossem repeitadas as formalidades previstas nos artigos 82/1, art.155 n.6, 14, 14/7 todos do P. 27 – Entende-se que é contrária à lei a interpretação que o Tribunal a quo fez ao disposto no art.82CPC na medida em que entende que não tem que constar do processo nenhum elemento relativo à emissão do título de transmissão, porque "tal título está agora na esfera de competências do agente de execução o qual vai actuando sem que tenha obrigação processual de, a par e passo e em tempo real, informar os autos do estado do mesmo”, mais afirmando que a agente de execução só teria que fazer qualquer relato aos autos, após a conclusão da venda.