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Em todas estas decisões não foi dada razão à recorrente, nelas se tendo defendido o seguinte entendimento:  "No cálculo da indemnização por incapacidade temporária, a retribuição anual a atender é o produto de 12 vezes a retribuição mensal acrescida dos subsídios de Natal e de férias e outras prestações anuais a que o sinistrado tenha direito com carácter de regularidade; e, quando a incapacidade for superior a 30 dias, acrescem os valores correspondentes aos subsídios de férias e de Natal proporcionais ao tempo da sua duração.”  Contudo importa atentar que em sentido contrário também se tem pronunciado este Tribunal da Relação, dando assim razão à recorrente, designadamente no Acórdão de 04-04-2019, proferido no processo n. 1662/15T8BGC.G1, do qual fui relatora.