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Em suma e acrescendo, como bem diz e alega o A., em sede de contra-alegações, que uma vez que nos autos estamos perante um acidente de trabalho que preenche todos os requisitos previstos no artigo 8, da citada Lei n 98/2009 e dessa circunstância resulta que a apólice de seguro que se mostra mencionada no ponto 5 da matéria de facto provada seja considerado um seguro de acidente de trabalho e obrigatório e não um mero seguro de acidentes pessoais, de conformidade com o disposto nos artigos 79 e seguintes, de Lei n 98/2009, de 4 de Setembro, ao contrário do que pretende a recorrente, não são aplicáveis ou, sequer, oponíveis ao A./recorrido quaisquer cláusulas dessa apólice que resultem em qualquer tipo de exclusão ou limitação de responsabilidade indemnizatória, em face do IPP de 5% fixado nos presentes autos, em relação à Ré seguradora, aqui recorrente.