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O recorrente alegou e concluiu o recurso nos seguintes termos:               - A Conservatória dos Registos Centrais, ao indeferir o pedido de atribuição de nacionalidade do ora recorrido, interpretou corretamente o artigo 1, n 1, alínea da LN, porque só o estabelecimento da filiação durante a menoridade produz efeitos - seja na relação entre o progenitor em 1 grau pai ou mãe do com o seu progenitor em 2 grau avô do seja na relação do requerente com o seu progenitor em 1 grau - na nacionalidade, como dispõe e impõe o artigo 14 da LN, norma que inserida em disposições gerais da LN se aplica a todas as formas de obtenção da nacionalidade por via do "sangue”, tecnicamente designado "jus sanguinis”;                – Deve ser feita interpretação da norma – artigo 14 da LN - apelando ao seu sentido ou espírito e ser revogada a douta sentença recorrida; e,                - Integralmente mantida a decisão que indeferiu a atribuição de nacionalidade requerida.