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As testemunhas que sobre o assunto depuseram, de uma forma ou de outra, também a confirmaram:   - a testemunha H. , com 77 anos, que foi testemunha na escritura de justificação notarial, contou que, em data que não consegue precisar mas seguramente anterior a 1997, quando faleceu a esposa, o Réu esteve num estabelecimento de café que na altura a testemunha tinha em ..., "Café ”, localizado no andar inferior a um escritório de advogados dos "irmãos ”, juntamente com a irmã, a tratar do negócio da compra e venda do terreno sito no Bairro do ..., que conhece bem e sempre viu a ex-mulher e filha do Réu a trabalhar ou outras pessoas em nome deles, explicando que o Réu lhe pediu para ser testemunha na escritura precisamente por ter assistido ao facto que relatou;  - a testemunha E., com 73 anos, que também foi testemunha na escritura, identificou muito bem o terreno localizado no Bairro do ..., do lugar do ..., descreveu as culturas e plantações que nele viu fazerem desde o tempo dos pais da Autora e do Réu até agora fruteiras, feno, hortícolas) e confirmou que sempre esteve entregue a pessoas, que também identificou o , o  e o , todos já falecidos, e o pastor, por conta do Réu, desde que herdou, também lá tendo andado a ex-mulher e a filha, que é a pessoa a quem agora está entregue, afirmando que nunca lá viu a Autora nem sequer a conhece;  - a testemunha , com 66 anos, ex-mulher do Réu, estando divorciada desde há 20 anos, cuja razão de ciência é inquestionável, admitindo que considera o terreno também "seu”, por ter sido comprado numa parte quando ainda eram casados o que justifica o sentimento de revolta e indignação que revelou – "tenho isso na minha boca sempre!”), explicou ao pormenor os contornos do negócio feito referente à metade indivisa da terra data, preço, forma de pagamento,, assegurou que assinou um "papel”, sem saber explicar qual, em que estaria a Autora, e ex-marido e o Réu é provável que a testemunha esteja a referir-se a outro qualquer documento que não foi junto aos autos, pela forma assertiva e convicta com que afirma ter assinado, verificando-se que no dia 201994 o ex-marido da Autora esteve presente em ... para redigir e assinar a declaração de autorização e aquela para redigir e assinar a procuração, sendo plausível que a testemunha esteja a referir-se precisamente a esse dia e tenha assinado algum documento na qualidade de ainda esposa do Réu) e explicou que a escritura não se celebrou por culpa do Dr. no, com quem o marido se zangou por não lhe ter feito a escritura, mais confirmando as pessoas a quem o Réu entregou a terra para cultivar a meias pagavam com, a saber o , que esteve durante 20 anos que o Réu teve de lho tirar por medo que se, o  que andava com as cabras e agora o J. , esclarecendo que ela própria e a filha também trabalhavam;  - a testemunha , com 53 anos, residente no Bairro do ... desde há 36 anos, também revelou conhecer bem o terreno em causa, por se localizar abaixo da sua casa de habitação, e explicou que sempre ouviu dizer que o terreno é do Réu observando que não conhecia a irmã, julgando ser filho único), que chegou a ir lá com o Réu, que o ... "trouxe” a terra durante algum tempo, depois foi o ... que punha lá as cabras e agora é o J. ;  - a testemunha J. , o "J.