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Ora, não devia a Meritíssima Juiz a quo, neste caso, ir além do que devia, enveredando por esta crítica, no tom em que o fez e, igualmente aqui conheceu de questões de que não devia conhecer, o que configura nulidade da sentença e viola o princípio da igualdade das partes previsto no art 4 do CPC, consagrado nos arts13 e 20 da Constituição da República Portuguesa e o princípio de acesso à justiça, consagrado no art 9 da CRP, violação que igualmente invoca.” Este discurso reconduz-se, no entanto, a uma pura manifestação de um estado de alma, pois nem se verifica que o tribunal tenha incorrido na resolução de qualquer questão que não lhe tivesse sido colocada, que aqui se não aponta, nem o apelante esclarece em que termos a apreciação da sua causa se traduziu numa violação do princípio da igualdade para com qualquer outro sujeito processual ou cidadão, ou numa violação do seu direito de acesso à Justiça.