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Inconformada com tal decisão, a autora interpôs recurso de apelação, tendo o Tribunal da Relação decido: «julgar parcialmente procedente a apelação interposta pela Autora e, nessa medida, alterando-se o sentenciado, condena-se o Réu nos termos seguintes: a) A entregar à Autora a identificada fração, livre de pessoas e bens; b) A pagar à Autora as rendas vencidas entre janeiro e maio de 2014, acrescidas da respetiva indemnização, a totalizar o montante global de 985,01 €; ) A pagar à Autora a indemnização mensal de 066,76 €, entre julho de 2014 e a data da citação do demandado para os termos da ação; ) A pagar à Autora a indemnização mensal de 1352 €, a partir da citação do demando até à efetiva entrega da mencionada fração; e) A pagar juros de mora sobre os referidos montantes, nos termos acima definidos.»  Inconformado o réu, interpôs o presente recurso de revista, em cujas alegações formulou as conclusões que se transcrevem: « Vem o presente recurso de revista interposto do acórdão que julgou procedente a acção de processo comum e, consequentemente, condenou o Réu, ora Recorrente, no pedido formulado pela Autora, ora Recorrida;  O Recorrente não pode conformar-se com tal decisão, uma vez que se verifica uma clamorosa errada aplicação do direito ao caso vertente, Pelo que serecorre da matéria de direitofixada pelo Tribunal a quo, que erradamente aplicou o regime jurídico pertinente à factualidade provada.