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N 3059/07, Relator: Pires da Rosa – citado na decisão em causa, mas, onde, de resto, se sufraga que: «) Se sem obra não há expropriação então os prejuízos, quer derivem directamente do acto expropriativo, quer da obra que define e incorpora a natureza desse mesmo acto, têm todos a mesma fonte, podendo – e devendo – ser indemnizados unitariamente no processo expropriativo, desde que sejam já conhecidos»; Expende-se a seguinte sustentação: «Convém que se anotem, neste dissenso jurisprudencial, desde logo duas coisas: 1 – indiscutido que os danos resultantes da obra que originou a expropriação não podem deixar de ser indemnizados, seja no próprio processo expropriativo para a corrente minoritária), seja em processo autónomo para a corrente maioritária).