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34) A ofensa contra o crédito e o bom-nome do apelante perpetrada pela apelada através do comentário/afirmação por esta formulado contra aquele projectaram-se efectivamente sobre o património do apelante, conforme foi devidamente alegado na petição inicial, visto que o facto de deliberada e ostensivamente se subtrair visibilidade, de forma reiterada e consciente ao apelante como consequência da censura mediática que sobre o mesmo é exercida pela generalidade da comunicação social de âmbito nacional, de se defender, fomentar e incentivar essa mesma censura, de a apelada se ter gabado/vangloriado de ter exercido censura jornalística sobre o apelante, bem como pelo facto do comentário/afirmação proferida pela apelada sobre o apelante, e de esse mesmo comentário/afirmação proferido pela apelada sobre o apelante ter sido escrito numa rede social, susceptíveis de serem lidos por um extenso e vasto universo de pessoas, provocam danos em termos do legítimo direito do apelante, enquanto partido político, a ser conhecido pelos Portugueses, em igualdade de circunstâncias com os demais partidos políticos, e de os Portugueses terem o legítimo direito a conhecerem todas as propostas políticas existentes para que, livre e conscientemente, possam exercer o seu direito de voto.