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1 O tribunal a quo atendeu, ainda, às seguintes circunstâncias modificativas comuns decorrente do caso dos autos como factores relevantes para a determinação daqueles conceitos;   Atentando no facto de, precedentemente, o arguido ter criado com a assistente uma relação aparentemente pautada por uma confiança recíproca que a levou a remeter fotografias em que aparecia, de ter cometido o crime de violação no interior do prédio em que se situa a habitação daquela e nas proximidades desta e de ter ejaculado na sua face e boca o que se perfila como particularmente, o grau de ilicitude dessa sua conduta reputa-se como bastante elevado;   Atentando no facto de o crime de coacção na forma tentada ter sido praticado contra uma jovem de 14 anos de idade e de a mesma se ter, consequentemente, sentido deprimida, o grau de ilicitude dessa conduta deve ser tido como elevado;   Demonstrou-se que o arguido agiu sempre com dolo directo n. 1 do artigo 1 do Código, logo bastante intenso;   O arguido não revela propensão para manter contactos sexuais com pessoas com menos de 18 anos de idade nem aparenta padecer de qualquer parafilia;   O arguido bloqueou os contactos da assistente e deixou de a contactar;   O arguido tem namorada, amigos e preocupa-se com a sua mãe adoptiva.