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Apreciação do Recurso   A questão a decidir já foi objecto de algumas decisões judiciais, designadamente:  - do Acórdão desta Relação de Guimarães de 6 de Dezembro de 2018, proferido no processo n. 399/17T8BGC.G1 disponível em www.dgsi.pt); - do Acórdão desta Relação de Guimarães de 7 de Fevereiro de 2019, proferido no processo n. 1223/16T8BGC.G1; - do Acórdão desta Relação de Guimarães de 21 de Fevereiro de 2019, proferido no processo n. 142/16T8BGC.G1; - do Acórdão desta Relação de Guimarães de 21 de Fevereiro de 2019, proferido no processo n.  1617/10T8BGC.G  No presente recurso, semelhantemente ao apreciado nos sobreditos arestos, a Apelante defende que «a sentença recorrida não pode manter-se, uma vez que efectuou uma incorrecta interpretação dos preceitos aplicáveis, designadamente no que diz respeito ao cálculo dos valores devidos a título de indemnização pelos períodos de ITA e de ITP de que o trabalhador sinistrado se encontra afectado» e «o cálculo autónomo do valor devido a título de subsídios de férias e de Natal determina o pagamento em duplicado de tais valores ao trabalhador.» Porém, a Recorrente não tem qualquer razão.