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Apesar disso, ou seja, apesar de a lei "considerar” o gerente "sempre” responsável pela insolvência art 186, n e de estabelecer art que, consequentemente, o tribunal, na sentença, "deve”, além do mais, "decretar a inibição” das pessoas afectadas – ou seja, as assim responsabilizadas – e, obrigatoriamente, "condenar” as mesmas a "indemnizarem os credores do devedor  no montante dos créditos não satisfeitos” art, mas não podendo abstrair-se nem deixar de admitir-se, como acima se deixou antever, que, em relação ao contributo para tal resultado e à modalidade e grau de censura e em função das concretas circunstâncias de cada caso, é possível, dentro dos referidos parâmetros criação/agravamento e dolo/negligênciagrosseira), encontrar uma multiplicidade de situações reais, objectiva e subjectivamente diferentes, que devem, justamente, ser atendidas e reflectidas na determinação concreta das referidas consequências, não deixou o legislador de também cometer ao juiz o dever de:  - por um lado, fixar o respectivo grau de culpa sendo, como já se viu que é, caso da inibição a decretar prevista nas alíneas e do n 2, do art; -por outro, fixar, ao "aplicar o disposto na alínea” ou seja, ao "condenar as pessoas afectadas a indemnizarem  no montante dos créditos não satisfeitos”), o quantum indemnizatório devido liquidado em valor certo ou a liquidar em execução de sentença, caso não disponha dos elementos necessários para.