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16 Ora, como bem foi entendido na sentença recorrida, decorrido o prazo de execução espontânea sem que a Administração tenha dado cumprimento integral ao julgado, inicia-se a contagem do prazo processual de seis meses para o interessado pedir a execução da sentença junto do tribunal que proferiu a sentença em primeira instância nos termos do artigo 176 n 2 do CPTA versão anterior à revisão operada pelo n 214-G/2015), sendo a estipulação de tal prazo de caducidade dirigida ao interessado na execução da sentença, visando beneficiar a segurança e certeza jurídicas, retirando consequências da inércia dos interessados que não reagirem normas processuais que dispõem sobre o prazo para a instaurar a ação executiva.