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e 123 n 1, al., ambos do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, e do art 162, n 1, al., do Código do Procedimento Administrativo;” ) Artigo 3, das Alegações de Recurso de Revista: "Isto é dizer, como melhor refere a Meritíssima Juíza Desembargadora que votou vencida o acórdão, que «para aferir da tempestividade da ação cabe ao Tribunal apreciar o desvalor do vício invocado e não apreciar se, no caso concreto, o mesmo se verifica»;” 8 Em suma, entende, alega e defende a Recorrente que, no Acórdão proferido pelo Tribunal Central Administrativo Sul, não poderia este ter julgado procedente a Extinção da Providência Cautelar nos termos do disposto no artigo 12, n. 1, alínea, do CPTA, uma vez que a tutela cautelar apenas permite um juízo sumário e perfunctório de probabilidade de procedência da Acão Principal e já não um juízo de invalidade sobre o Ato Administrativo.