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ACORDAM EM CONFERÊNCIA NO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES  1- Relatório  S. E. instaurou acção, na forma de processo comum, contra Insurance PLC, pedindo que:  a) Se condenasse a R. a pagar-lhe a quantia de 20000,00 € duzentos correspondente aos danos patrimoniais sofridos; b) Se condenasse a R. a pagar-lhe a quantia de 7000,00 € setenta e cinco correspondente aos danos não patrimoniais sofridos; ) Se condenasse a R. a pagar-lhe a quantia que viesse a provar-se ter sido por ela despendida, desde a instauração da ação até à data da sentença, relacionada com os seus tratamentos; ) Se condenasse a R. a pagar-lhe uma quantia mensal, após trânsito em julgado da sentença, por causa da situação clínica da A., designadamente em despesas médicas, medicamentos, tratamentos, internamentos, intervenções cirúrgicas, técnicas e terapêuticas, deslocações e estadias, de acordo com a evolução da medicina e dos conhecimentos técnicos e científicos, seja em Portugal ou no estrangeiro, e que não tenha sido considerado nas alíneas anteriores; e) Se condenasse a R. a pagar-lhe indemnização correspondente a eventuais agravamentos de IPP futuros, desde que requeridos e comprovados expressamente pela A., no prazo máximo de 25 anos, após trânsito em julgado da decisão dos presentes autos; f) Se condenasse a R. a pagar-lhe juros, à taxa legal, contados da citação relativamente à quantia peticionada em e contados do trânsito em julgado da sentença relativamente às quantias peticionadas na alínea.