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p. 38 Para além do regime que anteriormente se aludiu importará ainda ter presente, muito embora em conjugação em particular com os factos provados relacionados com os acordos referentes às comissões de serviço em que se encontrou o Autor, a propósito do que aí se previu sobre regime de isenção de horário de trabalho, mas apenas para estes efeitos, as remissões que são feitas para cláusulas de AE e ACT assim na nomeação em 31 de janeiro de 2011 e com efeitos reportados a 1 de janeiro de 2011, ao abrigo das Cláusulas 2 e 2 do Acordo de Empresa, e, em 14 de novembro de e com efeitos a 1 de janeiro de 2014, ao abrigo das Cláusulas 2 e 2 do, na medida em que, volta a dizer-se apenas nesta parte – ou seja referente à previsão nesses instrumentos de regulamentação coletiva de regimes de isenção de horário de trabalho –, a própria Autora, ao subscrever tais acordos, deu o seu assentimento2 Enquadrada, ainda que de forma breve, a questão, importa então decidir o caso, o que faremos de seguida.Aplicação ao caso:Debruçando-se sobre a questão agora em reanálise, consta da sentença recorrida, a esse propósito, o que seguidamente se transcreve29: "...) Quanto à prestação liquidada a título de "isenção de horário de trabalho”, a mesma seria intocável, sem acordo do A. e da R., se tivesse sido, ab initio, por mútuo consenso fixada neste sentido, veja-se, g., o Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 9 de abril de 2008, consultável em www.dgsi.pt, bem como, de Pedro Romano Martinez, o Direito do Trabalho, Almedina, 2016, pág.