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Factos não provados  Com interesse para a decisão da causa não se provou que:   Na ocasião referida em o alarme "tocou”/sinalizou em três sítios diferentes;   Foi por não dispor das chaves conforme que o Administrador da Ré não entrou nas instalações daquela, conforme, limitando-se à vistoria exterior;   Na ocasião referida em a sinalização dos alarmes de intrusão foi-o com referência a quatro locais distintos;   Também na ocasião referida em a não entrada/verificação interior das instalações foi-o por falta das chaves respectivas;   A situação assente em corresponde a um accionamento de alarme de intrusão;   Na ocasião da situação e comunicação referida em e o administrador da Ré ficou ciente que o alarme estava desactivado, é, que as instalações da Ré estavam "sem alarme”;   A não entrada nas instalações da Ré deveu-se, pura e simplesmente, ao facto do funcionário da R., não ter chaves para entrar dentro da instituição bancária, tão-pouco diligenciando para a obter;   Fruto, quer do furto, quer da não assunção de responsabilidade por parte da R. os AA ficaram com a sua autoconfiança abalada e tiveram medo que ocorressem novos furtos, por exemplo, na sua casa;   Os bens subtraídos do cofre conforme assente em e pertencentes aos AA  e mulher tinham o valor total de cerca de €7000 setenta e nove e os valores parciais indicados no artigo 1 da petição inicial, que aqui se têm por reproduzidos alteração/modificação implicada pela totalidade da prova produzida em obediência ao Acórdão da Relação do Porto que anulou a sentença inicialmente;  1 Os bens subtraídos do cofre conforme assente em e pertencentes ao A B tinham o valor total de cerca de €5600 cinquenta e três e seiscentos euros e os valores parciais indicados no artigo 1 da petição inicial, que aqui se têm por reproduzidosalteração/modificação implicada pela totalidade da prova produzida em obediência ao Acórdão da Relação do Porto que anulou a sentença inicialmente;  1 1 Em função da conjugação de "anomalias” sinalizadas e comunicadas accionamento de alarmes de intrusão em zonas distintas ou diversas do estabelecimento e quebra de, impunha-se inelutavelmente ao funcionário da Ré a conclusão de que o interior do estabelecimento da Ré E1 se encontrava a ser alvo de intrusão/assalto;  1 O aludido representante da Ré E1 podia ter prevenido a consumação do furto, mediante o recurso e solicitação da entrada no estabelecimento pelas autoridades policiais, caso tivesse encarado com a diligência e zelo devidos os sucessivos e reiterados disparos do sistema de alarme instalado no estabelecimento bancário da Ré, ao longo de período temporal assinalável e durante a madrugada de um sábado para um domingo, desenquadrados de qualquer explicação plausível  1 Os meliantes ainda estavam no interior das instalações da E1 aquando da deslocação do representante daquela, K, às instalações pelas 4h28m;  1 A entrada do funcionário da Ré nas instalações, mesmo acompanhado pela GNR, teria possibilitado o impedimento do assalto ou menores consequências deste.