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E. Quanto ao pedido de indemnização a que se referem as conclusões 4 a 5 há a dizer o seguinte: Provado o ilícito criminal de que a arguida foi acusada cometido com dolo e a violação do direito da assistente, com a conduta ilícita da arguida, a mesma tem de ser condenada civilmente, em função da sua apurada responsabilidade criminal, por ofensa à dignidade da ofendida ...), nos termos previstos no artigo 48, n. 2 do  Sendo os danos não patrimoniais resultantes para a assistente da vergonha, humilhação, angústia e medo considerados graves pelo Tribunal recorrido, nos termos do artigo 49, n. 1 do e calculados equitativa e equilibradamente, nos termos do n. 4 do mesmo artigo em 000 €, perante os 1000 € e correspondentes ao montante de indemnização peticionado pela assistente, nada há a apontar ao montante atribuído, que se julga equilibrado, proporcional  e equitativo  DECISÃO Nestes termos e com os fundamentos expostos: 	Nega-se provimento ao recurso interlocutório interposto na parte em que o tribunal decidiu pela irrelevância das fotografias pretendidas apresentar embora se revogue o mesmo despacho na parte em que aplicou à arguida 2 UC de multa, por apresentação intempestiva das fotografias.