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Por outro lado, ainda, em conformidade com a posição já antes assumida, não evidenciando os autos que a Recorrente/agente de execução tenha tido participação directa no acordo celebrado entre os exequentes e executados que culminou com a desistência da execução e dos embargos sendo este acordo antes fruto das negociações entre as partes no período em que, nos autos embargos de executado, requereram e viram deferida a suspensão da instância para lhes permitir alcançar uma solução consensual do litígio), não intercede entre a obtenção do dito acordo que pôs termo à execução e a actuação da Recorrente/agente de execução o indispensável nexo de causalidade que justifique, à luz do preceituado no artigo 50, n. 6, al., da Portaria, o pagamento da remuneração adicional reclamada em função da quantia exequenda.