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1096/02TVPRT.Pl.S   SEM PRESCINDIR,   23 - Em síntese, e no que, para o caso mais directamente interessa:  a) A Exequente no requerimento inicial em que peticiona a liquidação da quantia exequenda, não peticionou o pagamento ou cobrança de juros compulsórios;  b) Após o trânsito em julgado da decisão que fixou a quantia exequenda e antes de ser dado o impulso processual para a transformação do arresto já há muito decretado sobre todo o património imobiliário e financeiro dos Executados, - os quais, por isso, e em face de estarem sem qualquer espécie de autonomia patrimonial ou financeira, se encontravam absoluta e objectivamente impossibilitados de procederem ao pagamento de qualquer valor - em penhora desses mesmos bens arrestados, não foi requerida nem peticionada a cobrança dos juros compulsórios.