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Ora, nada disto está em causa nos autos, pois que a Recorrente não identifica minimamente qualquer contradição entre a fundamentação exposta pelo juiz e a decisão de improcedência da causa, antes invoca uma contradição entre factos provados e factos não provados, o que é coisa completamente distinta e não preenche, como se vê, a hipótese do n. 1 da alínea do artigo 61 Também não se vê onde esteja a ambiguidade ou obscuridade da sentença, que, aliás, a Recorrente não concretiza minimamente O Tribunal de 1 instância deu como provado em 10 e 11 que a senhoria enviou à Recorrente uma determinada carta com certo conteúdo ponto e que essa carta foi recebida pela Recorrente ponto no dia 22 de Abril de 201 Por seu turno, o mesmo Tribunal deu como não provado que a Recorrente tenha tido conhecimento do teor dessa carta em que se comunicava a transição do contrato de arrendamento para o NRAU e se actualizava a renda em vigor.