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244 a. Deste modo, atentas as razões e fundamentos supra referidos, forçoso é concluir que a sentença recorrida não se poderá manter, na sua globalidade, revogando-se a mesma na parte em que decidiu que a A. tinha direito a metade do valor do saldo bancário da conta identificada no ponto  dos factos provados, à data de 24/5/2011 e, por outro lado, determinando-se que o imóvel identificado no ponto  dos factos provados é bem comum do dissolvido casal constituído por A. e R., devendo proceder-se à sua partilha entre eles, com recurso a licitações se necessário, e tendo sempre presente em tal partilha a regra constante do referido artigo 179 do Código Civil.