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Porém, tendo presente que a Autora alegou no artigo 4 da petição inicial que «) a quantia referida pela NOS na sua carta, de € 485558,92, excedia em € 4805,90 aquela indicada na carta da MEO, uma vez que esta se havia enganado no cálculo dos juros e isto mesmo nos pressupostos errados de que partiu para fazer esse cálculo), como veio depois a reconhecer» e a Ré reconhece tal lapso no artigo 28 da contestação, ao afirmar que «Ora, como resulta, aliás, evidente da referida carta da NOS aquilo que opunha as partes não era uma divergência de valores de € 4805,90, tendo os advogados das partes admitido a retificação dos mesmos», não repugna acrescentar-se à factualidade da sentença, para melhor esclarecimento da diferença de valores que resulta da leitura dos pontos 2 e 2 da factualidade provada destacados na factualidade provada a negrito e sublinhados nossos o seguinte: 2A A quantia referida pela NOS na sua carta referida no ponto 2, de 40 859 558,92 €, excedia em 41 805,90 € aquela indicada na carta da MEO mencionada no ponto 2, tendo os advogados das partes admitido a retificação da divergência de valores.