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No caso em apreço, o Tribunal da Relação, na apreciação da impugnação desta mesma factualidade, manteve a decisão do Tribunal de 1 instância que deu como não provados os factos aludidos nos pontos 5 e 6 e estribou-se na seguinte fundamentação:  « Estes factos assumem-se como algo conclusivos, ainda que se admita que a conclusão final se assuma como factual, ou seja, deles se pretende retirar a ilação de que a autora apenas aceitou o contrato e os investimentos que, alega, apenas por causa dele aceitou efetivar, no pressuposto de que a ré se vinculou a um volume mínimo de compras, o qual seria necessário para amortizar tais investimentos e, naturalmente, dar-lhe algum lucro.