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N. O douto acórdão recorrido, ao confirmar a decisão proferida pela 1 instância, vem considerar que o TR determinou que, para averiguar a proporção de que serão responsáveis os executados, proprietários de 9 das frações não distratadas, deverá considerar-se, a permilagem das9fraçõesdos executados 152,59)tendo por referência a totalidade do prédio – ou seja, o conjunto de trinta e seis frações que compunham o bem imóvel aquando do contrato inicial – e que perfaziam a permilagem total de 100 O. Nos termos da referida decisão, será passível extrair-se que, a quota-parte de que os executados serão responsáveis, deverá ser aferida em função da permilagem total de 1000, concedendo a ora Recorrente que, com referência ao contrato inicial as 38frações que garantiam o pagamento do montante máximo garantido correspondentea € 31000,00), mas considerando o mútuo inicial de €000000,00, ou seja a proporção pela qual os executados seriam responsáveis quando foi constituída inicialmente constituída a hipoteca,aferidaatravésdomontantemáximogarantidoportodasasfraçõesdoimóvel, ao invés do valor em dívida de capital que remanesce atualmente, correspondente a €44058,7 P. Atento o exposto, não poderia o douto acórdão do TR., ao confirmar a decisão recorrida, dar acordo aos cálculos efetuados pelos executados, determinando o prosseguimento dos autos para pagamento na proporção apurada por aqueles, encontrando-se em absoluta contradição com a conclusão que resulta do Acórdão fundamento, daqui decorrendo que os executados serão responsáveis na proporção da permilagem das nove frações – tendo em conta o montante máximo garantido por hipoteca – é esta referência que é feita no Acórdão ao contrato inicial garantido por 38 frações e à permilagem total das mesmas.