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Nada disto vem feito, sendo que é AT que cabe a prova da gestão efetiva do responsável solidário, nos termos do artigo 342, n1 do Código Civil e do 74, n 1 da LGT – neste sentido, António Lima Guerreiro, obra citada, pág 15 Em abono deste entendimento, chama-se à colação o recente acórdão deste TCA Sul, de 28/01/21, proferido no processo n 336/18BELRS, num situação com contornos semelhantes aos que aqui estão em causa, em cujo sumário se pode ler que "No instituto do mandato com procuração, esta constitui um mero ato de atribuição de poderes representativos, ou seja, trata-se de um negócio jurídico unilateral e receptício em que o procurador fica investido num poder o poder de representação), que não o vincula à ação, ou seja não obriga à prática dos atos, apenas a permite que o faça.