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Veio a realizar-se a audiência de discussão e julgamento, após o que foi proferida sentença, de cujo dispositivo consta: "Nos termos e com os fundamentos supra referidos, decido julgar a presente ação parcialmente procedente e, em consequência, condeno: a) a 1 R. a pagar ao A.: aa) uma pensão anual, vitalícia e atualizável de € 124,25, devida a partir de 202016, acrescida dos respetivos juros de mora calculados, à taxa legal, desde 202016 até efetivo e integral pagamento, a ser paga, adiantada e mensalmente, até ao 3 dia de cada mês, correspondendo cada prestação a 1/14 da pensão anual, sendo que os subsídios de férias e de Natal, cada um no valor de 1/14 da pensão anual, serão pagos, respetivamente, nos meses de junho e novembro, sendo que tal pensão é atualizada para € 139,87, com efeitos a partir de 002017, por força da Portaria n 97/2017, de 003, e para € 196,39, com efeitos a partir de 002018, por força da Portaria n 22/2018, de 101, b) a 2 R. a pagar ao A.: ba) a quantia de € 1882,52, a título de indemnização por incapacidade temporária absoluta desde 212014 até 202016, acrescida dos respetivos juros de mora calculados, à taxa legal, desde 212014 até efetivo e integral pagamento, e bb) uma pensão anual, vitalícia e atualizável de € 436,79, devida a partir de 202016, acrescida dos respetivos juros de mora calculados, à taxa legal, desde 202016 até efetivo e integral pagamento, a ser paga, adiantada e mensalmente, até ao 3 dia de cada mês, correspondendo cada prestação a 1/14 da pensão anual, sendo que os subsídios de férias e de Natal, cada um no valor de 1/14 da pensão anual, serão pagos, respetivamente, nos meses de junho e novembro, sendo que tal pensão é atualizada para € 453,97, com efeitos a partir de 002017, por força da Portaria n 97/2017, de 003, e para € 516,14, com efeitos a partir de 002018, por força da Portaria n 22/2018, de 101, e ) as R.R.