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Questiona por isso o teor do citado ponto 4 da sentença O acordo em sujeito foi subscrito por autora e ré, representada por J., tendo em vista permitir à primeira a obtenção de subsídio de, entendendo que sem essa violação antes "a factualidade constante do documento junto pela autora com o seu articulado – Aditamento contrato de trabalho sem termo – teria que ser dada como assente”, para além de que exigia que se desse como assente que "O acordo escrito descrito em e foi subscrito por autora e ré, representada por J., tendo em vista permitir à primeira a definição da sua posição laboral ante a cedência da sua quota e da renúncia à gerência da sociedade”, bem como esta matéria não considerada provada:   "a) Desde a data da constituição da sociedade ré que a autora jamais exerceu qualquer acto de gerência, a qual era única e exclusivamente exercida por J., seu irmão; b) Desde a data da constituição da sociedade ré a autora sempre exerceu as funções de controladora de qualidade sob as ordens, direcção e fiscalização daquela, exercendo as referidas funções nas instalações daquela sociedade, em horário de trabalho previamente definido pela mesma, sendo a tal título remunerada mensalmente; ) Desde 102016, a autora passou a exercer as funções de controladora de qualidade sob as ordens, direcção e fiscalização daquela, exercendo as referidas funções nas instalações daquela sociedade, em horário de trabalho previamente definido pela mesma, sendo a tal título remunerada mensalmente; ) A ré, representada por J., comunicou verbalmente à autora o respectivo despedimento no dia 112016; e) Aquando os episódios ocorridos nos dias 13 e 14 de Dezembro de 2016, J. dirigiu-se à autora tendo-lhe desferido uma chapada na cara e empurrado;  f) Por força da actuação da ré, representada pro J., a autora sofreu humilhação, constrangimento e tristeza, tendo sentido abalada a respectiva confiança e auto-estima;”.