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Da análise da documentação junta com a proposta pelo Agrupamento adjudicatário, resulta de forma clara e manifesta a vontade das Sociedades que integram o referido Agrupamento, espelhada nos instrumentos de mandato por si apresentados, de serem representadas, ambas, pelo representante comum, o Senhor HFFB: )Por um lado, existe uma procuração validamente outorgada pela EACEGPS – tal como entendeu o Tribunal a quo – para que o Senhor HFFB a represente no concurso em apreço, nomeando-o como representante comum; )Por outro lado, existe uma ata do Conselho de Administração da RSMA – Ata n. 146 – e, ainda, uma procuração, outorgada pela mesma RSMA, que conferem amplos e específicos poderes ao Senhor HFFB, dentro dos quais se inclui a possibilidade de atuar como representante comum e de se indicar como representante comum de qualquer Agrupamento, em qualquer procedimento de contratação pública em que a RSMA participe e que é o caso do procedimento de contratação pública aqui em; W. O Tribunal a quo entendeu assim – e bem – que o Senhor HFFB tinha poderes específicos para atuar como representante comum do Agrupamento e para assinar e apresentar os documentos da no procedimento concursal em causa, conferidos quer pela RSMA, quer pela EACEGPS, pelo que não existe qualquer erro de julgamento imputável à Sentença recorrida; .