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A Recorrida iniciou procedimento de injunção contra a Recorrente em 002020; a Recorrente foi notificada do requerimento de injunção em 002020; o prazo para praticar o acto de Oposição à injunção findou em 102020; fazendo uso da faculdade prevista no Artigo 13, n. 5, CPC, o acto poderia ter sido praticado até 202020; a oposição à injunção foi oferecida em 20202 B. Contudo, em 102020, véspera do termo do prazo, o mandatário da Recorrente viu-se obrigado a recorrer ao serviço de urgências do Hospital da   ..., apresentando "sensação sistemática de movimento ilusório – vertigem; desequilíbrio; alterações da marcha; tonturas; apresentava alterações ao exame neurológico sumário; quadro compatível com síndrome vertiginoso.”, quadro clínico que o médico que o atendeu julgou ser ") totalmente incapacitante para as AVD Actividades da Vida Diária, incluindo as funções laborais do doente.” O certificado de incapacidade temporária passado pelo médico e junto aos autos prescrevia: "Repouso absoluto 8 dias/10 dias .” O mandatário da Recorrente recebeu do seu médico o referido certificado em 202020, e juntou-o aos autos em 20202 E. O Tribunal a quo veio a proferir sentença em 202020, que se deve considerar notificada em 01202 F. A sentença recorrida é nula, em virtude de conter uma insanável contradição entre os fundamentos e a decisão.