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Alegou, para o efeito, em síntese útil, que: a A. é proprietária da fracção autónoma sita na Rua de Campolide n .... E, Edifício , Lisboa; A. e Réu celebraram em 05/05/2013, contrato de arrendamento referente àquele imóvel com prazo certo de 5 anos e com o valor mensal de renda de € 500,00; em Novembro de 2018, a A. informou o Réu que iria precisar do imóvel para o filho habitar, tendo o Réu concordado em sair do locado, pedindo à A. algum tempo para conseguir encontrar outra casa para morar, o que a A. aceitou; por isto, o Réu gozou o período de caução estipulado no identificado contrato; porém, após o gozo do período de caução, que a A. entendeu que corresponderia ao mês de Dezembro de 2018, o Réu não deixou de habitar a fracção, mas deixou de pagar à A. a renda mensal contratualizada, o que acontece até à presente data; o R. não pagou à A. as rendas correspondentes aos meses de Dezembro de 2018 a Novembro de 2019 data da propositura da acção), as quais se encontram em dívida por falta de pagamento, no montante total de € 1500,00; o terminus do contrato de arrendamento ocorrerá em 14/05/2021; a A. interpelou o Réu para proceder ao pagamento daquelas rendas, o que este não fez; e, encontrando-se o Réu em mora em relação ao pagamento das mencionadas rendas, tem a A. direito a uma indemnização igual a 20% do valor das rendas em dívida, no montante total de € 300,0  O Réu contestou, invocando, desde logo, a excepção de não cumprimento do contrato prevista no n 2 do art.