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No entendimento do Douto Tribunal recorrido – o qual expressa o mais elementar bom senso – para além dos fatores de desestabilização enunciados, "determinante é o desperdiçar de dois anos de ensino, com aproveitamento, eliminando-os, somente pela não frequência a uma disciplina não nuclear – fazendo-se, aqui, apelo ao senso comum quanto à importância de disciplinas como português, matemática ou história”, o que mereceu, contudo, o repúdio do Recorrente Ministério de Educação e bem denota a posição de intransigência assumida pelo Recorrente ao longo de todo este processo, referindo, ainda, que a lei prevê mecanismos que permitem ultrapassar os constrangimentos decorrentes de regressão para o  e  ano de escolaridade, respetivamente, contudo, certo é que em nada obsta obviamente ao facto de o resultado e as suas consequências já se terem, entretanto produzido na esfera dos filhos dos Recorridos, uma vez que a regressão não deixaria de ter lugar.