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Conforme resulta de fls.. BB) Por não se conformar com a citada liquidação adicional, a Impugnante apresentou, em 23 de março de 2007, Reclamação Graciosa com vista à anulação do ato tributário, alegando, em síntese, que: a. as correções efetuadas na sequência do indeferimento do pedido de desvalorização excecional são ilegais, na medida que nos termos do artigo 6, n. 3 da Lei Geral Tributária, a reapreciação de factos anteriormente inspecionados depende de decisão fundamentada pelo dirigente máximo do serviço com base na existência de factos novos, o que não ocorreu; b. os montante de € 7953,11 a título de juros compensatórios não são devidos nos termos do artigo 3 da Lei Geral Tributária, em virtude de se encontrarem incorretamente calculados.