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Designadamente, se no apuramento da responsabilidade indemnizatória dos culpados pela insolvência devem ser ponderados o dano e o nexo de causalidade, nos termos preconizados pelo apelante, e, em toda a sua extensão e como se estivéssemos no âmbito em da responsabilidade por factos ilícitos art 483 e sgs,, o grau de ilicitude e de culpa, e se, por tal via, apesar da responsabilização culposa do gerente pela criação ou agravamento da situação de insolvência art 186,, tal pode conduzir e implica ter de se a uma exclusão total de responsabilidade indemnizatória, a este título, do afectado e, portanto, ao esvaziamento do mais importante efeito decorrente da qualificação e consequente inoperacionalidade, em certos casos, da norma constante do art 189, n 2, alínea: na sentença que qualifique a insolvência como culposa, o juiz deve condenar as pessoas afectadas a indemnizarem os credores – logo, se é de rejeitar como imperativa tal regra.