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Por fim, alegou que o embargante é devedor nos precisos termos peticionados, sendo a obrigação certa, líquida e exigível.Realizada a audiência prévia, não foi possível resolver por acordo o litígio, tendo, em 11-12-2020, sido proferido saneador-sentença, com a seguinte decisão: Pelo exposto, e decidindo: Julgam-se os embargos de executado totalmente improcedentes, deles, consequentemente, absolvendo o exequente.Custas pelo executado/embargante.Inconformado com a sentença proferida, veio o embargante recorrer, apresentando as seguintes conclusões: A. O Tribunal "a quo” decidiu erradamente, em termos de Direito e, consequentemente, de facto, ao julgar os embargos improcedentes, entendendo que:  A letra apesar de prescrita pode ser usada como título executivo na qualidade de documento particular contra o aceitante,  O exequente alega como relação subjacente uma operação de desconto bancário, com descrição cabal dos seus termos,  O embargante, ainda que não tenha tido intervenção na relação causal, não pode vir opor ao exequente questões relativas à relação subjacente, que apenas podem ser invocadas pelo subscritor da letra;  O embargante, pese embora tenha alegado que desconhecia se a livrança foi paga e que não faltou a qualquer obrigação perante o Banco, aqui recorrido, não cumpriu o ónus de alegar os factos impeditivos que invoca.