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1- Devia ao invés o tribunal a quo ter interpretado tais normativos no sentido de a imposição/decisão de isolamento confinamento, vigilância ativa, quarentena ou outra designação com efeitos idênticos), determinada pela autoridade de saúde, constituir uma efetiva privação da liberdade da Recorrente, consubstanciada numa detenção ilegal, porque ordenada por autoridade incompetente e motivada por facto pelo qual a lei não permite, apresentando-se a providência de habeas corpus prevista no artigo 3 da CRP e no artigo 22 do CPP como o procedimento adequado a suscitar o controlo judicial da eventual detenção ilegal e sendo o único meio de reação do cidadão perante um ato abusivo do Estado, no caso: das autoridades de saúde.