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E, efetivamente, reproduzindo a douta sentença recorrida, G - "o iter cognoscitivo - valorativo percorrido pelo júri na classificação dos vários sub critérios do currículo de cada candidato resulta mesmo de forma evidente da fundamentação do júri - como é obvio tratando-se de apreciação de currículos não se pode apreender cabalmente essa fundamentação sem olhar para os currículos..." H - " a fundamentação aduzida pelo júri quanto ao estudo apresentado pelos candidatos mostra-se suficiente, até porque, entramos do domínio puramente avalialivo e insindicável,)" 1 - Além disso, o A. sabe bem a que se refere o júri quando fula em fàlta de reférências bibliográficas, material e métodos com incorreções e análise dos resultados com deficiência de rigor ...) - Por outro lado, a votação, que o Recorrente alega não saber, sequer, se existiu encontra-se plasmada na ata do júri do concurso datada de 00201 - Só poderia pois concluir-se, como se concluiu na sentença recorrida, que "a fundamentação precisa resulta da ata do júri de 002015 percecionando-se claramente, como se alcançou o resultado final" - Ainda quanto ao alegado erro de julgamento por violação de lei por erro nos pressupostos, o júri fez uma correta apreciação dos currículos dos candidatos, classificando e atribuindo as respetivas pontuações, designadamente quanto aos projetos realizados, publicações e comunicações técnico- cientificas e quanto ao tempo de serviço, de acordo com os critérios previamente fixados e no âmbito da "denominada discricionariedade técnica", enquanto "exercício de um poder/dever conferido pela lei para configurar os pressupostos da sua atuação decidindo/aplicando de entre os vários meios possíveis aquele que, em seu /uízo, lhe parecer mais adequado à consecução do fim prosseguido ".