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Relativamente às aludidas duas benfeitorias "2 nascentes de água com presas de 7 5m” ou também como os Expropriados os denominou em sede das suas conclusões de recurso da decisão arbitral "2 poços de água nascente”, cabe observar que, mesmo considerando que a parcela de terreno em crise se encontraria apta para agricultura de regadio – o que não se concede – sempre se diria que "na avaliação de uma parcela de terreno apto para agricultura de regadio, os tanques de rega, minas e muros de suporte nele existentes não constituem benfeitorias passíveis de serem autonomamente indemnizadas” destacados, sob pena de dupla indemnização; jurisprudência que se se aplica também aos poços e presas de rega, uma vez que a factualidade se mantém.