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de 13-7-2017, no processo n. 3214/14TBVIS Tomé onde se atribuiu uma indemnização de 10000,00 euros pelo dano biológico a um sinistrado que ficou a padecer de um défice funcional de 30%, mas não impeditivo do exercício da sua atividade profissional de eletricista e €6000,00 a título de danos não patrimoniais, relevando um quantum doloris de 7 pontos numa escala crescente de 1 a 7; dano estético de 4 pontos em igual escala; repercussão na atividade sexual de 4 pontos na mesma escala e prejuízo para a afirmação pessoal de 4 pontos numa escala de 1 a  Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 11-06-2019, no processo n. 107/15T8MMV.C1 Emídio: «– É equitativo compensar com o montante de €10 000,00 dez euros o défice de 2 pontos na integridade física de uma jovem com 22 anos de idade, estudante do Curso de Ciências do Desporto e Educação Física, quando esse défice funcional, embora compatível com a sua condição de estudante, limita-a quando estejam em causa actividades desportivos em que haja contacto físico intenso ou outras que exijam um maior esforço do membro superior direito.