Legal Document Excerpt:

Assim, é manifestamente inadequado que o A. se tenha limitado a alegar, se – como agora diz – pretendia demonstrar que o acidente foi provocado por um representante da R. empregadora, que no mesmo teve intervenção «um outro colaborador da R. TRANSPORTES », «que não o A.», nas circunstâncias acima descritas, antes se impondo que, para além da expressa invocação do fundamento jurídico que tinha em vista, identificasse a pessoa em causa e caracterizasse a sua concreta qualidade subsumível ao mencionado conceito jurídico, designadamente se era o gerente da R. ou um seu delegado ou encarregado com poderes de direcção, para além de dever ainda alegar de facto e de direito no que concerne à caracterização como culposa da sua actuação naquela qualidade e ao nexo de causalidade entre esta e o sinistro.