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Por outro lado, da informação sobre audição técnica especializada, conclui-se que "a requerida manifesta discordância com respeito à pugnada alteração da residência junto de si, motivada pelo facto de o  se encontrar, emocionalmente, estável e já ter as suas rotinas definidas” fls.. Mais resulta de tal informação que "o  questiona ao acerca do motivo de não residir alternadamente, com cada progenitor, tendo em conta que esta modalidade de residência é praticada por alguns colegas de escola, para além do seu irmão consanguíneo , com 6 anos de idade, bem como do filho da companheira do pai, também com 6 anos de idade” fls.. Temos, pois, que perante o depoimento prestado pela testemunha, conjugado com a prova documental, não se pode concluir, como pretende a apelante, que "a matéria levada aos itens 45, 46 e 47 não pode ser dada como provada, por não ter o julgador emitido qualquer juízo valorativo sobre os elementos de prova em que se suportou para tal”.