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Citadas as rés, veio a ré seguradora contestar, alegando, em síntese: Configurando uma "agressão” premeditada e sem relação com o trabalho já que os agressores, esperaram por dois dias seguidos na via pública pelo autor, não estamos perante um acidente, desde logo, enquanto evento naturalístico e de carácter imprevisível; Trata-se de um facto de causa humana, premeditado, sem relação com o trabalho do autor; Examinado o A. por especialista e submetido a exame de RMN maxilo-facial por duas vezes, das mesmas não resultavam evidência de lesão mas tão só da presença de artrose da articulação temporo-mandibular à esquerda que nenhuma relação tem com o alegado traumatismo por agressão; Antes se trata de patologia anterior e pré-existente; Do mesmo modo que o A. já padecia de falta de peças dentárias que não resulta comprovado terem sido perdidas devido à agressão relatada; na conciliação não foi narrado o acidente como "supra-descrito” mas numa versão diferente num dia e no momento em que saia do trabalho, quando agora se constata ter ocorrido depois de antes lhe terem feito uma espera e não tendo os factos ocorrido na "saída do local de trabalho” mas numa outra rua que não a Rua do Chouso sequer.