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Com interesse para a decisão da causa, inexistem factos que importe registar como não provados.”IIIii - DE DIREITO Está em causa a Sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, datada de 24 de janeiro de 2018, que julgou improcedente a Impugnação judicial deduzida pela Impugnante, ora Recorrente, contra a liquidação de IRC n. 2016 8310036571, relativa ao exercício de 2012, no montante 294,0€, e a liquidação de juros compensatórios n. 2016 1855440, no montante de 685,76€, e nesse domínio, em suma, julgou não ocorrer a falta de verificação dos pressupostos para determinação da matéria tributável por avaliação indirecta, não ocorrer a insuficiência da fundamentação para justificar o procedimento por avaliação indirecta da matéria tributável, e não existir erro na quantificação da matéria tributável operada pela Autoridade Tributária.