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Considerando o rendimento do falecido – 380,87 euros mensais -, o desconto de 1/3 - que adstringiria à satisfação das suas despesas – e aqui sim, dado o estado de necessidade do mesmo e inerentes despesas, até se poderiam considerar 2/3 – e visto que o acidente foi apenas uma das duas causas da morte, pelo que, à míngua de dados noutro sentido, se deve atribuir ao mesmo uma concausalidade de 50% - o valor final que se considera a recorrente ter jus, temperado pela equidade - os critérios da invocada e supra aludida Portaria não são aqui, a fortiori, atendíveis -, e com arredondamento por excesso, de cerca de 1800 euros para 000 euros, é este último valor de dois euros: 380,87x14 -1/3x50%.