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2	E no que respeita à alegada preterição das garantias de defesa do Recorrido, a Recorrente no exercício dos poderes públicos que prossegue, designadamente o poder disciplinar no âmbito das competições que organiza, e em concreto, o cumpriu com todas as normas aplicáveis, designadamente nos termos do artigo 7, n. 2, 3, n. 2 e 26, n. 3 da CRP, garantindo e tramitando o competente processo sumário e Recursos Hierárquico Impróprio, ambos com efetiva audiência do Recorrido, conforme previsto no artigo 5 do RJFD;  3	Nesse sentido, entre outras diligências de prova, requereu o Recorrido a inquirição, como testemunhas dos elementos da equipa de arbitragem do jogo em crise nos autos, sendo que, tal diligência apenas poderia ter como fito que os referidos elementos da equipa de arbitragem viessem aos autos pronunciar-se e esclarecer se os factos vertidos no relatório de arbitragem seriam verdadeiros e não ouvi-los como testemunhas, porquanto recuperando as palavras do Ilustre Relator no que à inquirição dos referidos agentes de arbitragem diz respeito, a mesma não se realizou nos termos requeridos "pois dada a natureza e a essência do papel destes agentes desportivos, que assumem a veste de juízes, como aconteceu no desafio em causa, tal qualidade não se coaduna com a posição que o Recorrente pretende colocá-los neste processo, ou seja, como testemunhas.