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no valor de € 2714,8    A Recorrente terminou as suas alegações de recurso, formulando as seguintes conclusões: " Visa o presente recurso reagir contra a douta decisão que julgou o Recurso de Contraordenação procedente, absolvendo a arguida, ora recorrida, da prática das contraordenações previstas e punidas pela conjugação dos artigos 3 do CIMT – falta de pagamento de IMT, no prazo definido na lei – e 11, n. 2, e 2, n. 4, do RGIT – falta de entrega de prestação tributária dentro do prazo, bem como pela contraordenação p. e p. pela conjugação dos artigos 2, n. 1, e , n. 1, do CIS – falta de liquidação e entrega de imposto de selo – e 11, n. 2 e 5, alínea, e 2, n. 4, do RGIT – falta de liquidação, pagamento ou entrega nos cofres do Estado do imposto que recaia autonomamente sobre documentos, livros, papeis ou actos, num valor total de 2714,81 €, no âmbito do processo de contraordenação n. 3247201506000028579   O Ilustre Tribunal "a quo” julgou procedente o recurso de contraordenação em questão, absolvendo a ora recorrida da prática das contraordenações de que foi acusada, considerando, no decisório ora em crise, em suma, que in casu a conduta da arguida, ora recorrida, não integraram os elementos objectivos e subjectivos dos tipos legais das contraordenações de que foi acusada.