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De resto, a não devolução da fatura pela apelada ao apelante num curto espaço de tempo após a sua receção já que a prova produzida é perentória no sentido de que a apelada devolveu e efetivamente essa fatura e, bem assim, a n. 273, ao apelante, pelo menos, em dezembro de 2014 – vide depoimento de Anabela, filha do apelante, que lhe tratava da escrita, nesse, consubstancia mero facto instrumental em relação aos essenciais alegados pelo apelante na petição inicial, para estribar o pedido que deduz contra a apelada, pelo que consubstanciará facto a ser considerado, no momento processual oportuno, pelo tribunal – em sede de impugnação do julgamento da matéria de facto julgada como provada na referida alínea – para aferir se se verifica esse erro de julgamento quanto a essa concreta factualidade.