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Ora, é regra basilar do ónus de impugnação, a de que o réu, ao contestar, "deve tomar posição definida perante os factos que constituem a causa de pedir invocada pelo autor” – n. 1 do artigo 57 –, a significar que não vale como tal a assunção de uma postura dúbia sobre os factos; e a indefinição que o sistema não consente, tanto pode traduzir-se na pura e simples falta de tomada de posição sobre os factos ressalvada a hipótese destes não admitirem confissão ou só poderem ser provados por documento – n. 2 da mesma norma –, como na declaração de que desconhece se os mesmos são reais quando estejam em causa factos pessoais do réu ou de que este deva ter conhecimento – n. 3 do preceito.