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Os intervenientes vieram alegar, em síntese, que:  - Fundo de Garantia Automóvel –  - O direito do autor está prescrito acidente ocorrido em /07/2014, com pedido de intervenção em /10/2017) – artigo 49, n. 1, do Código Civil;  - a obrigação de celebração de seguro impende sobre o proprietário do veículo automóvel com estacionamento habitual em Portugal, como condição de circulação nas vias públicas bem como sobre os garagistas ou quaisquer pessoas ou entidades que habitualmente exercem a atividade de fabrico, montagem ou transformação, de compra e venda, de reparação, de desempanagem ou de controlo do bem funcionamento de veículos;  - nos termos do artigo 2 do Decreto-Lei n. 291/2007, de 21 de agosto, quando, relativamente ao mesmo veículo, existirem vários seguros, responde em primeiro lugar o seguro desportivo ou, em caso de inexistência deste, o seguro de garagista ou, em caso de inexistência destes dois o seguro de automobilista ou, em caso de inexistência destes três, o referido no n. 2 do artigo , ou no caso de inexistência destes quatro, o contrato celebrado nos termos do n. 1 do artigo ;  - assim, o seguro de garagista responde pelos danos do veículo que lhe é entregue para reparação, desempanagem ou controle do bom funcionamento, ficando afastada a responsabilidade do segurador contratado pelo proprietário;  - o Fundo de Garantia Automóvel não é chamado a satisfazer a indemnização em igualdade de circunstâncias com as seguradoras, só o sendo se não for possível, no caso concreto, a indemnização ser satisfeita por seguradoras;  - assim, no caso, existindo contrato válido para o veículo lesante, compete à Ré seguradora, em face da eventual ausência de seguro de garagista e/ou seguro de carta, indemnizar os terceiros lesados, extinguindo-se aí a intervenção do Fundo de Garantia Automóvel;  - impugna a factualidade alegada, por desconhecimento.