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De acordo com a Lei n. 25/2006, de 30 de junho, a pessoa coletiva deve ser notificada na sua sede, cuja morada consta da Conservatória do Registo Comercial. . Nos presentes autos ficou provado que a Recorrida, em 20/05/2014, procedeu não só ao registo da alteração da sua sede social, como também à renúncia de AMBRC ao cargo de Administrador; pelo que, os ofícios posteriormente enviados não só foram enviados para outra morada que não a da sede, como foram enviadas para um ex-administrador, sem poderes e/ou qualidade para as receber. . Significa isto que a notificação por via postal dirigida a um domicílio que não corresponde ao domicílio legal da sociedade Recorrida consubstancia uma nulidade processual que determina a invalidade dos atos subsequentes. . Uma vez que não é suficiente a tentativa de notificação do interessado.