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Para além do recorrente se ter abstido de indicar em concreto, nas suas conclusões, qual o elemento do tipo do crime que entendia estar em falta, perante a matéria de facto dada como provada ou alegada e não pelo que vista a matéria de facto dada como provada e bem assim o tipo legal do crime, tal como vem previsto no Código Penal, não se deteta que o Tribunal "a quo”, tenha errado ao condenar o arguido, ora recorrente, pela prática deste crime, nem ainda que ao dar tal matéria de facto como provada o Tribunal recorrido tenha ficado com qualquer dúvida relevante em relação à sua real ocorrência, pelo que não se pode concluir que o mesmo tenha violado o princípio "in dubio pro reo”, corolário do princípio da presunção de inocência, por o mesmo não ter, nestes termos, aqui aplicação, sendo certo que o recorrente, também não fundamenta ou concretiza por qualquer forma de que modo no seu entender tal princípio foi aqui violado mesmo visto o teor da sua cls..  Mais invoca este recorrente que, em relação à vítima AD, foi condenado pela prática, na forma consumada, de 4 crimes de abuso sexual de crianças agravado, previsto e punido pelo artigo 177, n1 alínea do Código Penal, mas sem que o mesmo tenha qualquer grau de parentesco com tal menor.