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26 e ss., que terminou com as seguintes "Conclusões: A. O recorrente foi condenado a pagar ao recorrido a retribuição devida pelo trabalho suplementar por este prestado no período de 202006 até 202010, por douto Acórdão do Tribunal da Relação do Porto; B. Ainda conforme o determinado nesse douto aresto essa retribuição deve ser fixada através do competente incidente de liquidação; Em cumprimento do douto Acórdão o Tribunal a quo ordenou a realização da perícia; Estando apenas em causa a determinação do número de horas trabalhadas pelo recorrido, entre o período de 21 de Julho de 2006 a 28 de Julho de 2010, a partir das 16:30 horas, discriminando o número de 1, 2 e horas subsequentes; E. A perícia foi ordenada ao abrigo do disposto no art 360, n 4 do Código de Processo Civil, que incumbe ao juiz completar a prova produzida pelas partes mediante indagação oficiosa, ordenando a produção de prova pericial; F. Para evitar a produção dessa prova o recorrente tem-se escudado no sigilo bancário; G. Mau grado no caso em apreço, não se tratar de revelar a terceiros factos ou elementos da atividade do recorrente, mas tão só apurar o trabalho suplementar realizado pelo recorrido; H. Acresce que os peritos que vão realizar a perícia estão também sujeitos ao segredo profissional; Pelo que não há qualquer violação do sigilo bancário; J. Contudo o sigilo bancário não é um direito absoluto, pelo que tem de ceder perante o direito à prova da verdade dos factos; K. Mais a mais quando só o recorrente tem o registo das horas de trabalho suplementar efetuadas pelo recorrido; Como a doutrina e jurisprudência consistentemente defendem; Carece, pois, de qualquer fundamento o presente recurso, devendo ser-lhe negado provimento.