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de Leiria, constante a fls.58 a 63-verso do presente processo de recurso de contra-ordenação, através da qual julgou procedente a apelação deduzida pela sociedade ora recorrente e, em consequência, aplicou à sociedade arguida uma coima especialmente atenuada no valor de € 2000,00, ao abrigo do art.32, do R.G.T., em virtude da prática de contra-ordenação punida pelo art.114, n.2, do mesmo diploma, tudo no âmbito do processo de contra-ordenação n.3603-2018/6000002420, o qual corre seus termos no  Serviço de Finanças de Leiria.O recorrente termina as alegações do recurso cfr.fls.66 a 72-verso do processo físico) formulando as seguintes Conclusões: 1-A decisão, da AT, de aplicação da coima em causa à Recorrente é omissa quanto a dois requisitos essenciais, a saber: a invocação da existência de imposto liquidado no exercício anterior ao da alegada falta de entrega de pagamento por conta; o montante desse imposto liquidado critério para determinação do valor do pagamento por conta no exercício; 2-Tal omissão afeta a decisão punitiva com uma irregularidade consistente na falta ou descrição sumária dos factos, descrição esta que é exigida no art.