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Aliás, deve notar-se que os autores do primeiro estudo citado na sentença subscrito por Inês Arruda e Tito Arantes, defendendo embora em termos doutrinários a necessidade para efeito jurídico-laborais de um conceito de grupo mais amplo do que o conceito de grupo para efeitos do Código das Sociedades Comerciais, de forma a abarcar todas as configurações do fenómeno suscetíveis de criarem riscos suplementares aos trabalhadores face aos riscos normais que suportam genericamente os trabalhadores de uma empresa globalmente autónoma, quando na parte final do estudo analisam o direito constituído, não extraem do mesmo este alargamento que antes preconizaram, não invocando a identidade de razões da regulamentação, nem qualquer outro fundamento para alcançar a inclusão no âmbito do artigo 33 do Código do Trabalho de entidades não societárias, vg.