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Acordam na Secção de Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo:    A, LDA., melhor identificada nos autos, inconformada com o acórdão proferido em 29/042021, pelo Tribunal Central Administrativo Norte, que negou provimento ao recurso interposto da sentença do TAF de Braga que julgou improcedente a impugnação judicial intentada contra as liquidações de IRS do ano de 2001, deduziu o presente recurso, ao abrigo do disposto no artigo 285 do CPPT, formulando para tanto as seguintes conclusões:  a) O âmbito do presente recurso vem delimitado àquela que foi a conclusão do Recurso interposto para o Tribunal ora recorrido: «Fundando-se as importâncias pagas pela recorrente ao seu ex-agente no acordo de cessação do contrato de agência e não se provando que as mesmas respeitam a "rendimentos provenientes de intermediação na celebração de quaisquer contratos” ou de rendimentos "derivados de outras prestações de serviços realizadas ou utilizadas em território português” não se subsumem na alínea do n 1 do artigo 18 do código do IRS, na redacção à data vigente, e alínea do n 4 do artigo 71 do mesmo Código, fundamentos de direito da liquidação impugnada.» b) A presente Revista tem como fundamento a violação de lei substantiva, uma vez que, em face do decidido em segundo grau de jurisdição, considera o Recorrente verificar-se a violação de lei na interpretação conferida à alínea do n 1 do artigo 18 do código do IRS, na redacção à data vigente, e alínea do n 4 do artigo 71 do mesmo Código, fundamentos da liquidação impugnada. )