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A jurisprudência tem fixado valores díspares para o dano pré-morte sofrido e sentido pela vítima, sabendo que não há qualquer valor passível de reparar a perda de uma vida ou a dor sofrida, o Tribunal tem de procurar fixar um montante equitativo e que acompanhe a jurisprudência maioritária, designadamente tendo de considerar o período temporal em que a vítima sofreu e teve a perceção da morte in casu, como se referiu, não foi possível apurar o período em que a vítima teve essa perceção, sendo que, não obstante o seu óbito tenha sido declarado pelas 115 horas, aquela já se encontrava em estado comatoso desde, pelo menos as 122 horas, atento o valor verificado nessa hora na Escala de Coma de.