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Quanto à característica referida na alínea, do n 1, do art 12, do T., a mesma verifica-se "quando se verifique que a gestão do tempo de prestação da actividade é efectuada pelo seu beneficiário, fixando o seu início e termo” Diogo Vaz Marecos in "Código do Trabalho Comentado”, 3 Edição, Almedina, 2017, pág.. Ora, a partir dos factos provados, sequer se pode concluir o que quer que seja sobre a gestão do tempo de prestação da atividade do A.. Relativamente à característica referida na alínea, do n 1, do art 12, do T., a mesma pressupõe que se "apure o pagamento, com determinada periodicidade, de uma quantia certa ao prestador de actividade, como contrapartida da mesma” Diogo Vaz Marecos in "Código do Trabalho Comentado”, 3 Edição, Almedina, 2017, pág.. Ora, a partir dos pontos 1 a 6, 9 a 13, 17 e 25 a 37, todos dos factos provados, é viável concluir que o 1 R. pagava ao A., com periodicidade mensal, a quantia líquida de € 250,00 como contrapartida da atividade prestada pelo A.. No que tange à alínea, do n 1, do art 12, do T., a mesma postula o "desempenho de funções de direcção ou chefia na estrutura orgânica da empresa” Diogo Vaz Marecos in "Código do Trabalho Comentado”, 3 Edição, Almedina, 2017, pág.. Ora, com base nos factos provados, não se pode concluir que o A. desempenhava funções de direção ou chefia na estrutura orgânica do 1 R.. Uma vez que não é possível concluir que, na relação entre o A. e o 1 R., se verificam pelo menos duas das características referidas nas alíneas a, do n 1, do art 12, do T., não se pode presumir a existência de contrato de trabalho.