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- Tal resposta desvirtua a realidade dos factos, afigurando-se até ilógica e desconsentânea do contexto e encadeamento fácticos; cuidando-se que a sentença desacertou neste ponto da realidade dos factos pois, por um lado, sobrevalorizou as declarações de parte do A, meio de prova este que aliás em regra só deve ser sopesado em relação aos testemunhos como meramente integrativo e subsidiário, para mais no caso, em que se mostrou completamente confuso e titubeante, com falta de objectividade e com atitude critica severa para com o Banco R., e o seu funcionário, atitude típica de quem se sente lesado e procura um terceiro a quem culpar, logo, sem a clarividência e sem o distanciamento necessários para que as suas declarações pudessem - no que toca a tais "desabafos" - ter credibilidade; por outro lado, porque a sentença), noutro passo, abstraiu por completo que o A, admitiu que o gestor lhe falou pessoalmente das alterações na PT e que tinha a possibilidade de vender as Obrigações e que ele A, só não o fez porque o gestor não lhe disse concretamente para as vender, como em sua opinião) deveria ter; - Um dos vícios principais da sentença radica-se nesta questão de, por uma banda, denotar que o Autor é um homem muito simples e financeiramente iletrado, por outra banda, sustentar que na transmissão de informações sobre as alterações e possibilidade de reembolso aludidas o gestor "falhou" ao não ter utilizado um rigor de linguagem e de informação financeira técnica, o qual teria permitido ao Autor ponderar adequadamente e optar então pelo reembolso;  - Estão assim e aqui em causa, por considerar ter sido matéria erradamente percepcionada pela Julgadora, as seguintes respostas:  Da "Matéria de facto provada"  - Sob ponto "11 Até este contacto o 1 A não sabia quem era a Oi ou o Grupo Oi e respectivas subsidiárias".