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37, n. 1, alínea, do CPP;   E, ainda, que o mesmo enferma do vício de falta de fundamentação uma vez que se limita a concluir que ocorreu um ato censurável por banda do A., em violação do disposto nos art.os 37, n. 2, 37, n. 1, alínea, e 42, n. 4, do CPP;  Sustenta que as decisões proferidas incorrem em erro notório na apreciação da prova, uma vez que não vislumbra como pode ser condenado por falta de prestação de informações e por intempestividade na prestação das mesmas quando as próprias decisões assumem não terem colhido prova suficiente sobre o momento em que tais informações terão sido prestadas e realçam que a contrainteressada não se conformava com o facto de não ter razão;  Mais alega que o ato impugnado violou o princípio in dubio pro reo, que  padece de vício de contradição insanável, nos termos do art.