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n. 11 limita-se a uma referência genérica à reunião do Conselho de Administração Executivo de 3 de janeiro, sem nunca concretizar as medidas que aí terão sido ou testemunhal nesse sentido, deve o referido trecho ser dado como não provado e, por conseguinte, ser eliminado da alínea; 2 O que se acaba de dizer vale, mutatis mutandis, para o último trecho da alínea, ponto onde o Tribunal a quo fez consignar que o Conselho de Administração Executivo do Novo Banco deliberou implementar, como medida reforçada, «a devolução de fundos ou não execução de operações sempre que não seja possível conhecer as contrapartes envolvidas, o objeto do negócio e/ou a origem e destino dos fundos»; 2 Nem os documentos carreados para os autos, nem a prova testemunhal produzida pelo Recorrido permitem que se tenha tal factualidade como provada; 2 Por essa razão, deve o último segmento da alínea – «a devolução de fundos ou não execução de operações sempre que não seja possível conhecer as contrapartes envolvidas, o objeto do negócio e/ou a origem e destino dos fundos» – ser dado como provado, com a sua consequente eliminação do acervo de factos provados; 2 Também na alínea da decisão sobre a matéria de facto é dada como provada factualidade que o não poderia ter sido, já que dela não foi produzida a prova necessária ainda que ao nível perfunctório ou indiciário); 2 Do depoimento da testemunha FM resulta tão-só que as medidas de diligência reforçada em matéria de operações à distância ou online são impostas pela própria lei, nenhuma referência sendo feita a uma concreta deliberação do Conselho de Administração Executivo do Recorrido nesse sentido Cfr.