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2 Já na nossa Jurisprudência recente encontramos decisões que fixaram indemnizações proporcionalmente muito inferiores em casos em que os lesados ficaram a padecer de sequelas muito mais gravosas do que a autora, sendo ainda mais novos do que este última, como são disso exemplo, entre outros citados no corpo destas alegações de recurso os seguintes Acórdãos: Acórdão do STJ de 21/01/2016, proferido no processo 1021/13TBABT.ES1, no qual foi fixada na verba de 3500,00€ a indemnização pelo dano biológico de um jovem de 27 anos menos 8 do que a que ficou portador de sequelas que lhe conferiram uma IPG de 16 pontos mais do que 5x superior à incapacidade da, envolvendo claudicação da marcha e rigidez da anca direita, com limitações da marcha, corrida e todas as actividades físicas que envolvam os membros inferiores e determinando alteração relevante no padrão de vida pessoal; Acórdão da Relação de Lisboa 11/11/2014, proferido no processo 2987/19TBPDL.- 71, que, numa situação com sequelas muito mais graves, atribuiu a um lesado com 19 anos, portador de uma incapacidade permanente de 25 pontos, a indemnização de 2000,00€ por dano biológico.