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Assim, A importância de 838,16 Euros, referente aquela fatura, deverá ser aceite como custo do exercício de 1999, para bem da justiça tributaria.» O MM juiz julgou procedente esta parte da impugnação com o seguinte fundamento: «eprimeiro lugar anotamos que a Impugnante não nega a violação do princípio da especialização dos exercícios, pois, na verdade, imputou ao exercício de 1999 um custo que deveria, por força do invocado princípio, ser imputado ao exercício de 199  Efetivamente ao ser desconsiderado o invocado custo no exercício de 1999, sem que seja efetuada correção de sinal contrário no exercício em que deveria ter sido contabilizado, traduz-se, por um lado, numa dupla vantagem para a Fazenda Pública e numa dupla desvantagem para a Impugnante.