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Assim, deverão ser tidos em conta na interpretação da cláusula compromissória, «todos os coeficientes ou elementos que um declaratário medianamente instruído, diligente e sagaz, na posição do declaratário efetivo, teria tomado em conta» Carlos Mota Pinto, Teoria Geral do Direito Civil, 1980, página 421; e, a respeito, P. Barroca, Manual de Arbitragem, Almedina, 2010, página 17 Em consonância com o Acórdão do TCAS n 01163/05, de 11-10-2007, resultando do teor do alvará de licença que a existência de um litígio ou diferendo relativo à interpretação, integração, execução ou cumprimento do convencionado seriam dirimidos por recurso a um tribunal arbitral e não fazendo essa cláusula, distinção entre execução do contrato e inexecução do contrato, nem, entre cumprimento e incumprimento do mesmo contrato tem de ser interpretada como referindo-se a todos e quaisquer litígios respeitantes ou dele emergentes abarcando a questão aqui controvertida.