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1 Ora, apesar do laudo maioritário no sentido de que a sinistrada apenas sofrera luxação do cotovelo direito e que se encontrava curada, sem sequelas, dessa lesão, a Mt Juíza recorrida entendeu adotar a posição subscrita pelo perito que realizou o exame médico singular e votou vencido no exame colegial, com a seguinte única fundamentação: 1 "O Tribunal entende que se afigura existir fundamento para divergir do Parecer Maioritário da Junta Médica, concordando com o Parecer do Senhor Perito Médico do Tribunal, que referiu "o evento provocou traumatismo do membro superior direito com luxação e provável lesão do ligamento piramidal do punho, sendo observado a 23/05/2020 edema articular e limitação de movimentos que foi confirmado no exame pericial singular do GMLF, onde a IPP foi de 3% por limitações da lateralidade do punho com 1,5 de fator de bonificação”, atenta a sua experiência e saber, face aos elementos clínicos constantes dos autos, atenta a idade da sinistrada à data dos factos – 47 anos, a sua profissão, as sequelas verificadas e considerando o disposto na Tabela Nacional de Incapacidades, quanto à desvalorização da capacidade de ganho da sinistrada”.