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Ora, de acordo com a matéria de facto dada como provada na sentença condenatória não era razoável admitir que o arguido pudesse - com base na actual situação económica - pagar a quantia correspondente a 25% da quantia de 7211,82 euros no prazo de um ano a contar do trânsito da decisão condenatória isso mesmo resulta, aliás, da sentença condenatória), por outro lado - e certamente por isso - o tribunal concluiu que, não obstante, era razoável admitir que essa situação se alterasse e que o arguido viesse a executar "novamente uma atividade capaz de gerar os rendimentos que gerou” e, portanto, queviesse a ter uma situação económica que lhe permitisse "para além de liquidar os montantes em dívida evitar que repita a conduta criminosa”.