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44 a 49, mau grado nele se afirmar que os marcadores genéticos permitiram excluir a referida como mãe biológica do ora Apelante, "mas não permitiram exclui-la irmã biológica germana”, dando a paternidade e a fraternidade germana como "praticamente provadas”, também serão de certo modo compreensíveis as reticências opostas pela testemunha, já que as baseia "nas gravações do julgamento”, e o referido relatório está datado de 25/11/2010, anterior em cerca de quatro anos ao julgamento, sendo certo que, como se pode ler no acórdão desta Relação, na própria audiência, e face aos esclarecimentos dos Peritos, que desconheceriam o grau de parentesco entre a A. e a mãe registral do Apelante - respectivamente, tia e, o Tribunal instou-os a apresentarem uma última versão do relatório que não consta destes autos, ignorando-se, por isso, o seu.