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e Banco Comercial Português, SA., no confronto com a sentença recorrida e com a pretensão jurídica formulada e respectivos fundamentos, condensou as questões trazidas ao conhecimento do Tribunal da Relação, enunciando, a propósito, que as questões a resolver são as seguintes:    ") Nulidade da sentença por "ausência total da fundamentação de facto” - 615, n 1, al., do CPC;  ) Nulidade da sentença com base na "segunda parte da alínea do n 1 do artigo 615 do Código de Processo Civil”;  ) Não verificação dos pressupostos necessários para a aquisição da parcela por usucapião, por os Embargantes serem meros detentores e, subsidiariamente, não ter sido ilidida a presunção da má fé da posse não titulada;  ) A indivisibilidade da parcela do imóvel penhorado e a insusceptibilidade de ser adquirida por usucapião não prevalência da usucapião sobre as regras legais de proibição de;  ) A oponibilidade do registo da hipoteca sobre a totalidade do imóvel;  ) A inoponibilidade a terceiros do direito não inscrito.” O Tribunal recorrido apreendeu a real conflitualidade subjacente à demanda trazida a Juízo tendo proferido aresto, fazendo apelo a um enquadramento jurídico-normativo posto em crise com a interposição da presente revista que, de resto, adiantamos desde já, não sufragamos.