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44v;”, salvo o devido respeito por melhor opinião, a Autora também não logrou fazer prova que o gerente das Rés aceitou a proposta apresentada pela sociedade T - Arquitectos, Lda., pelo que os mesmos devem ser dados como não provados; Y)–Quanto à matéria dos pontos 40, 42 e 43, "4 Nessa data de 22 de Abril de 2016, a Autora comunicou à T – Arquitectos, Lda., que a proposta pela mesma apresentada havia sido aceite pelas Rés e, no dia 27 de Abril de 2016, enviou à mencionada investidora a minuta relativa ao contrato-promessa de compra e venda;”, "4 Após análise da minuta do contrato-promessa, a T – Arquitectos, Lda., comunicou à Autora que concordava com o seu teor;” e "4 No mesmo dia, o gerente da Autora reuniu com o gerente das Rés, o qual declarou que concordava com o teor da minuta do contrato-promessa e solicitou que a mesma fosse enviada ao advogado das Rés;”, o Tribunal a quo voltou a suportar-se integralmente nas declarações de parte da Autora para dar a mesma como provada; Z)–Conforme ficou demonstrado nos autos, o Senhor JAA raramente se deslocava para fora da sua residência e também não era possível falar com este através de telefone ou telemóvel, pois tinha dificuldades auditivas, pelo que competia ao Tribunal a quo, o qual dispunha de elementos no sentido contrário, apreciar de forma crítica a veracidade de tal declaração e sustentar a sua decisão noutros meios de prova; AA)–Salvo o devido respeito por melhor opinião, não foi produzida qualquer prova que permita concluir que as Rés tinham dado o negócio por concluído, bem como dado instruções à Autora para elaborar um contrato promessa de compra e venda; AB)–Mais, não obstante o conteúdo do documento n. 31, no qual a T – Arquitectos, Lda.