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342 e o enquadramento jurídico dos factos em sede de violação do pacto de preenchimento, como se extrai da seguinte passagem da sentença e que não merece censura: "3 - Da inexigibilidade da obrigação exequenda /preenchimento abusivo Os embargantes alegam a inexigibilidade da obrigação exequenda e preenchimento abusivo da livrança, por a exequente não ter provado/justificado o valor em dívida do contrato de abertura de crédito subjacente à emissão da livrança, não compreendendo os embargantes como os bens hipotecados em garantia foram vendidos por €49840,91 e a exequente apenas abateu à dívida o montante de €25000,0 Ora, como ponto de partida, importa ter em conta que o título executivo dado à execução é uma livrança, e não o contrato subjacente – o contrato de abertura de crédito -, sendo que a livrança, por força da abstração inerente ao título de crédito, vale por si como título executivo, sem necessidade, para este efeito, de invocação e prova da relação causal subjacente à sua emissão, contendo a livrança todos os elementos exigíveis pelo disposto no art.