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2 A sentença recorrida começou por explicitar que a autora insurge-se na ação «contra o ato administrativo que determinou a anulação da sua colocação no Agrupamento de Escolas ...), em ...), no ano letivo 2012/2013, por falta de aceitação eletrónica da referida colocação na plataforma para tanto disponibilizada pela DGAE e dentro do prazo concedido para o efeito» defendendo, em suma, que «a anulação da sua colocação é manifestamente penalizadora, considerando que se apresentou na escola, procedeu ao preenchimento da documentação necessária, facultou dados pessoais com vista à celebração do contrato de trabalho a termo resolutivo certo e iniciou o exercício de funções não docentes em 28/12/2012 e de funções docentes em 03/01/2013, no início do  período de aulas, pelo que esta sua atuação consubstanciou uma aceitação da sua colocação, pois praticou atos que revelaram a sua vontade nesse sentido»; que «tem sido entendimento do próprio R., em situações iguais à presente, não aplicar as sanções legalmente previstas, entendimento partilhado pela Provedoria de Justiça e que se mostra mais consentâneo com os princípios da igualdade e da proporcionalidade.».