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Já do contabilista A. R. afirmou, ao longo do seu depoimento, estar convicto, pelo que assistiu das conversas entre o 1 réu e a sua irmã A. S., e pelo que o próprio percepcionou, que a cessão de quotas formalizada pelo documento de 15/09/2015 tinha sido a forma encontrada pela família para o 1 réu ressarcir os "desmandos” praticados na gestão das empresas, que ascenderiam aos ditos € 30974,6  Todavia, essa testemunha – cujo depoimento, diga-se, não se afigurou particularmente isento – acabou por reconhecer que não podia confirmar que o somatório da suposta dívida do 1 réu seria aquele valor de € 30974,60, por não ter feito uma verdadeira auditoria à contas da sociedade "– Construções e Engenharia Civil, Lda.”, não tendo consultado e analisados documentos que suportassem aquela conclusão.