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A posição contrária, encontra acolhimento no também recente acórdão desta Relação de Coimbra de 9-6-2021, proferido no processo n. 54/13GCACB-A.C1, defendendo a aplicação do artigo 479 do P.P., com argumentos que retira:  - Da natureza de pena ainda que acessória) da proibição de conduzir veículos motorizados, porque ligada à culpa do agente, e justificada pelas exigências de prevenção;  - Do teor do artigo 500, ns 2, 3 e 4 do Código de Processo Penal, do qual resulta que é com a entrega voluntária da licença de condução, ou com a sua apreensão, que se efectiva a inibição de conduzir, pelo que o momento em que o condenado fica desapossado da sua licença de condução tem que corresponder ao início da execução da pena acessória, citando-se jurisprudência em conformidade, como o Ac.