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Resulta do artigo 66 do CPC o seguinte: "2- A Relação deve ainda, mesmo oficiosamente:  ) Anular a decisão proferida na  instância, quando, não constando do processo todos os elementos que, nos termos do número anterior, permitam a alteração da decisão proferida sobre a matéria de facto, repute deficiente, obscura ou contraditória a decisão sobre pontos determinados da matéria de facto, ou quando considere indispensável a ampliação desta.” 3- Nas situações previstas no número anterior, procede-se da seguinte forma:  ) Se for determinada a ampliação da matéria de facto, a repetição do julgamento não abrange a parte da decisão que não esteja viciada, sem prejuízo da apreciação de outros pontos da matéria de facto com o fim de evitar contradições.”  Regressando aos contornos do caso concreto verificamos não assistir razão ao Apelante.