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E quanto ao ponto 22 que na sequência desse contacto com a agência imobiliária foi agendada, e teve lugar, "uma visita à fração com a colaboradora da imobiliária, , sendo acompanhados, durante a mesma, por esta, pela ré Anabela e pela sua mãe, tendo a ré referido que a casa, com exceção do revestimento do sótão, apesar de ter alguns anos, estava impecável, sem qualquer vestígio de humidade e que estava pronta a habitar, o que a autora concordou.” Na decisão posta em crise a fundamentação da convicção sobre estes dois factos assenta, no essencial nos "depoimentos de parte prestados pela ré A e pelos autores, em conjugação com as declarações de parte prestadas pelos autores” salientando-se o facto de o autor ter feito um buraco na corticite que revestia o telhado e evidenciado as suas deficiências e de a olho nu não ser possível saber se o terraço permitia infiltrações.