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Isto – o que era útil segundo as regras do ónus probatório – diz respeito e ocorre no âmbito das relações internas que se desenvolvem entre o representante e o representado, ou seja, no âmbito da relação/negócio subjacente e não no âmbito do negócio jurídico unilateral que a procuração é. Importa ter presente que o procurador tem autonomia no exercício dos poderes de representação doutro modo, não tendo qualquer autonomia, não passará dum núncio), autonomia que, podendo ser variável, não é total; autonomia – margem mínima de autonomia e liberdade de ação no exercício dos poderes que lhe são conferidos pela procuração – que tem que ser exercida segundo o interesse do dominus, segundo o critério de ação que o dominus lhe traçou, sendo a propósito disto que se pretendia saber o que consta dos pontos 2 e 2, não contendendo, repete-se, com a relação externa, constante da procuração.