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3 de 26/03/2020 00:00:00).» De Direito Vem o presente recurso interposto da decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Ponta Delgada que julgou verificada a exceção de intempestividade do pedido de anulação de venda ocorrida no âmbito do processo de execução fiscal n 2... Para assim decidir o tribunal de  Instância considerou que o prazo legalmente concedido à requerente para solicitar a anulação de venda se iniciou na data da venda, ou seja em 29 de outubro de 201 Inconformada a recorrente vem dizer que " o Tribunal a quo não deu como provado que a Recorrente teve conhecimento da efetivação da venda ou do facto que serve de fundamento à anulação da venda em 28/10/201”, o que qualifica como nulidade da sentença por, considerar que não pode o Tribunal a quo julgar extemporâneo o pedido sem ter dado por provado o facto em que assenta a decisão.