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Entendimento a que, como visto, o Supremo Tribunal deu o seu aval no acórdão reclamado, considerando que a pena parcelar de 2 anos e 8 meses de prisão imposta ao arguido e aqui reclamante no Processo n. 131/10GBVNF, pela prática em 202014 de um crime de furto qualificado previsto e punido pelos artigos 20 e 20, número 2, alínea do Código não devia ter sido englobada no cúmulo jurídico visto encontrar-se em relação às demais numa situação de sucessão, e não de concurso e, como tal, que dele teria de ser excluída para dar lugar a uma nova pena conjunta e à acumulação material e cumprimento sucessivo desta com a dita pena desagregada do cúmulo.