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Com efeito, nos pontos 14 e 14 da contestação é referido: «14 O Autor litiga de má fé no presente pleito, já que foi devidamente elucidado dos termos da partilha exarada na escritura de 02-12-2016, sabendo bem os motivos pelo qual o Acordo que ele designa de contrato promessa de partilhas, teve que ser modificado, 14 Tendo, por isso, o mesmo assinado aquela escritura, com a sua vontade devidamente esclarecida e sem que tenha cometido qualquer erro e/ou lapso de discrepância, entre a vontade formada e a declarada.»  Com efeito, ignorou-se, não se fez referência a esta factualidade que será essencial para o apuramento da existência, ou não, duma situação de litigância de má fé, sendo que só o prosseguimento da audiência de julgamento permitirá que, no seu termo, se profira decisão em que se elenquem os factos dados como provados e como não provados, para então se decidir de direito sobre esta específica questão da má fé.