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De acordo com o disposto na cláusula 41 do T., máxime, da fórmula constante do parágrafo único dessa cláusula, e tendo presentes os efeitos decorrentes da Lei n. 23 de 2012, que vigorou de 01/08/2012 a 31/12/2014, e ainda tendo em atenção que a primeira diuturnidade devida ao autor se venceu em Agosto de 2012 e a segunda em Agosto de 2015, os valores devidos por cada dia de descanso trabalhados são os seguintes:   -€38,00 trinta e oito Maio a Julho de 2012; -€29,25 vinte e nove euros e vinte e cinco cêntimos) de Agosto de 2012 a Dezembro de 2014; -€390,00 em 2015; -€40,00 em 201  Concluindo, a ré aceita que o valor do trabalho em dias de descanso que o autor prestou ao seu serviço, no período em apreço é de € 754,00 quatro setecentos e cinquenta e quatro ilíquidos.»  Proferiu-se sentença, em 17/04/2018, da qual foram interpostos recursos pelo A. e pela R., tendo esta Relação de Guimarães proferido Acórdão em 4 de Abril de 2019 a «) anular a sentença para se indicar na decisão relativa à matéria de facto a alegada nos ns 75, 82, 85, 89 e 96 da petição inicial enquanto provada ou não provada, em face da já considerada assente na sentença nomeadamente nos seus pontos 11 a 15 e, no que concerne à mesma decisão, se fundamentar perante a prova documental de fls 127 a 378, 391 a 767-B, 779 a 793, 851 a 877 e 885 a 897, atento à matéria acima circunscrita, tudo sem prejuízo, se necessário, de se alterar matéria de facto já decidida e de se reabrir a audiência nos termos do art 607, n 1 do CPC.» Nessa conformidade, foi reaberta a audiência de julgamento, após o que foi proferida nova sentença, em 12/10/2020, que terminou com o seguinte dispositivo: «- Pelo exposto, decide-se:  1- Julgar parcialmente procedente, por provada, a presente acção intentada por F. contra "R. F. &amp; FILHOS, Lda.”, e, em consequência, condena-se a R. a pagar ao A.:  a) a quantia ilíquida de € 400,00 sete e quatrocentos, a título de diferença no pagamento da cláusula 74, do prémio TIR, de diuturnidades, do subsídio de férias e de Natal, no período que mediou entre 17/08/2009 e a cessação do contrato de trabalho;  b) a quantia ilíquida de €851,17 oitocentos e cinquenta e um euros e dezassete cêntimos), a título de retribuições respeitantes ao período de 24/06/2009 a 17/08/2009;  ) a quantia ilíquida de €1113,16 treze cento e treze euros e dezasseis cêntimos), a título de trabalho prestado aos sábados, domingos e feriados no período de 12/05/2012 a Dezembro de 2016;  ) a quantia de €774,28 cinco setecentos e quarenta e quatro euros e vinte e oito cêntimos), título de descanso compensatório não gozado, respeitante ao período de 12/05/2012 a Dezembro de 201  e) a quantia de €561,51quatro quinhentos e sessenta e um euros e cinquenta e um cêntimo), a título de compensação pela resolução, com justa causa do contrato de trabalho;  f) a quantia de €952,00 novecentos e cinquenta e dois deduzida indevidamente pela R. ao A. nos salários de Fevereiro e Março de 2012; e  g) juros de mora, á taxa legal, desde a data da citação até efectivo e integral pagamento.