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11- No âmbito do processo mencionado em 6, o bem imóvel hipotecado a favor do Banco, S.A., avaliado no âmbito da execução por € 21600,00, valor que foi fixado pelo tribunal, foi-lhe adjudicado em 1 de Março de 2013 pelo valor de € 24800,00, tendo sido o valor base de € 22000,0 12- O valor de € 24800,00 foi afecto à dívida dos executados/embargantes e nos seguintes termos: - contrato com o n.: € 4386,72 de capital, € 1700,23 de juros e € 668,01 de imposto selo, em dívida em 21 de Março de 2013, procedendo-se ao pagamento total do capital e juros daquele contrato; - contrato com o n.: € 8861,57 de capital, € 2720,73 de juros, € 948,83 de imposto selo, em dívida em 21 de Março de 2013, e € 665,66 de despesas já tidas na pendência da execução, procedendo-se ao pagamento total do capital e juros daquele contrato; - contrato mencionado em 1: a quantia de € 2550,92 de capital, € 4670,51 de juros e € 626,82 de imposto selo, num total de € 6848,25, em dívida em 21 de Março de 201 13- À data do requerimento executivo, 13 de Maio de 2015, os executados/embargantes e eram devedores da quantia de € 11697,13: € 10488,14 correspondente a capital e € 1567,44 de juros moratórios contabilizados desde 01 de Março de 2013 até 12 de Maio de 201 14- Os executados/embargantes e foram citados para a execução em 1 de Junho de 201 15- O Conselho de Administração do Banco de Portugal, em reunião extraordinária de 3 de Agosto de 2014, constituiu o exequente Banco, S.A., tendo transmitido os activos, passivos, elementos extrapatrimoniais e activos sob gestão do Banco, S.A..  Aplicando o Direito.