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Justamente porque tal conhecimento e consentimento na criação da conta bancária em causa se inscreve num desígnio criminoso comum, que se cifrou em o seu co-arguido dar cobertura e facilitar a demais actuação delituosa do Recorrente, é que ocorreu a falsidade informática, que consistiu em o Recorrente se fazer passar por aquele, aquando da criação e uso subsequente da conta, inserindo no sistema informático da U dados de identificação daquele co-arguido como se fossem seus, por forma a iludir aquela entidade bancária sobre a verdadeira identidade do criador e utilizador da conta, conforme bem resulta dos factos dados por provados sob os ns 559 – 562 e 57  O assentimento do co-arguido para a prática de um crime não constitui causa de exclusão da ilicitude mas antes um seu pressuposto.»   Nestes termos, improcede o recurso relativamente à pretendida não qualificação do crime de falsidade informática, e correspondente absolvição, «no que concerne à conta em nome de ».