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1 É manifestamente errado, quando na douta sentença recorrida se afirma que só após o trânsito em julgado da decisão que julgou improcedente a providência cautelar n é que a aqui recorrida podia dar sequência ao processo de expropriação encetado em 200 1 O aqui Recorrente nunca lançou mão da referida providência, logo, a aqui Recorrida, não estava impedida de avançar com a expropriação das fracções do Recorrente, e, se não o fez, como efectivamente, não fez, deve-se única e exclusivamente a conduta culposa e omissiva a da Recorrida, S.A. 1 Na sentença recorrida, a Mm Juiz "a quo” refere e bem "os prazos previstos para a implementação do Programa Polis em ... não terem sido cumpridos” 2 Mas erra quando diz " tal incumprimento, não é causal e directamente imputável à conduta culposa e omissiva da entidade expropriante, mas sim a todo o período em que esteve suspensa a eficácia da DUP da expropriação, ou seja, desde 2005 –  data em que foi requerida   - até 201”, porque, o aqui Recorrente nunca   intentou   providência cautelar, e, nessa medida   a expropriação das suas duas fracções nunca teve que ficar suspensa, nem os trabalhos em relação às mesmas.