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- tal como ainda hoje acontece; que relativamente ao novo contrato de trabalho, que importou um vencimento mais baixo, o A. ficou revoltado - teve reuniões com os Recursos Humanos - mas aceitou assinar para acabar com a precariedade da sua situação; que outros serviços do Hospital também tinham necessidade de mais pessoal; que as necessidades para os serviços mínimos são sempre as mesmas, mas que surgem sempre outras necessidades; que em 2011, por comparação com 2009, as necessidades aumentaram; que o incumprimento por parte do Hospital dos objectivos contratualizados com a tutela implicavam penalizações; que em 2016 entrou mais um médico psiquiatra com um contrato a termo; que só no dia 7 de Novembro de 2012 é que percebeu que o contrato do A. não tinha sido renovado, tanto que até essa data mantiveram o agendamento das consultas a contar com ele; que, por reporte aos outros contratos - que envolveram as empresas -, não tem dúvida que foi dito que eram contratos de prestação de serviços; que nunca deu ordens a um médico de como havia de dar as consultas, a sua função é mais de organização e não de competência técnica.