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SOUSA INÊS; da Relação do Porto de 16-01-1995, in CJ, 1995, T. 1, p. 197 e de 13-04-1982, in CJ, 1982, T. 2, p. 294; da Relação de Évora de 04-10-1977, in CJ, 1977, T. 4, p. 905; da Relação de Coimbra de 11-05-1982, in CJ, 1982, T. 3, p. 28; e da Relação de Lisboa de 02-11-1977, in CJ, 1977, T. 5, p.. "A eficácia legal de prova plena significa que, por um lado, tem força vinculante para o julgador, independentemente do resultado de quaisquer outros meios de prova distintos e, por outro, implica que, nas vertentes do documento em que opera a prova plena, o juiz não pode admitir qualquer prova contrária sem que seja arguida e demonstrada a falsidade material ou ideológica do documento autêntico cf.