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Neste regime é indiferente a imputabilidade do motivo de absolvição da instância, mas o alongamento do prazo, para além de se quedar pelos 30 dias em lugar dos dois, apenas ocorre quando, atento o caso concreto, ainda "seja possível” o aproveitamento dos efeitos civis que aqueles atos determinam.”2 Os novos prazos que estes artigos reconhecem ao titular do direito após a decisão de absolvição da instância, são de direito substantivo, pois o seu fim é evitar a perda do direito quando, exercido ele a tempo, os efeitos desse exercício tenham sido afetados pela absolvição da instância, devido a motivo processual que na prescrição e caducidade é, até, não imputável ao titular do: a lei pretende assegurar ao titular o seu direito, concedendo-lhe um novo prazo, cuja natureza é t��o substantiva como o primeiro2 Da conjugação dos artigos 332 e 327, do , resulta que só no caso de não ser imputável ao autor a absolvição da instância é que ele pode beneficiar do prazo aí estabelecido, ou seja, pode propor uma nova ação no prazo de dois meses a contar do transito em julgado da decisão que absolva o réu da instância2   Tendo a absolvição da instância na primeira ação sido devida a ato do Autor, a mesma é-lhe imputável, não havendo, por esse motivo, qualquer fundamento para aplicação do regime previsto no n3 do art.