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A este propósito, diz-nos com toda a propriedade o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 29/01/2015, in.www.dgsi.pt : "Esta questão - que não encontra solução cabal na LU, já que nela se não prevê explicitamente um regime jurídico aplicável à falsificação do cheque, exigindo a convocação de princípios gerais de direito extracartular - tem sido fundamentalmente abordada no âmbito das relações entre o banco/sacado e o respectivo cliente, parte na convenção de cheque – assumindo-se, por isso, como situada no plano da responsabilidade contratual a que impende sobre o banco, no caso de ter procedido com culpa ao pagamento do cheque falsificado; e, por isso mesmo, se vem entendendo que, neste perímetro das relações entre as partes da convenção de cheque, se presume, nos termos do n1 do art.