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a) Da nulidade do acórdão recorrido, por insuficiência de fundamentação artigo 379, n 1, al., do P..  Alega o recorrente PSV que o acórdão recorrido não indica quais os elementos de prova que serviram para fundamentar a convicção do tribunal no que concerne aos factos dados como provados entre 59 e 95, muito menos expondo o caminho lógico que levou à formação de tal convicção, saltando da análise/fundamentação da factualidade que deu como provada entre 56 a 58 para a que deu como provada entre 96 e 114; o mesmo sucede para os factos provados entre 96 e 114, visto que estes foram dados como provados por presunção, tendo por base, também, os factos provados entre 59 e 9  Com o devido respeito por tal alegação, a mesma carece de sentido, por vários motivos:  1 - O próprio recorrente PSV, na motivação do seu recurso, e por forma a tentar excluir a ilicitude da sua conduta, raciocina com base nos factos tidos como assentes no acórdão revidendo sob os ns 59 a 95, e questiona, com argumentos contrários, as presunções que estão na base da prova dos factos ns 96 a 11  2 - Os factos ns 59 a 95 estão provados pelos depoimentos prestados para memória futura, em conjugação com as próprias declarações dos três arguidos.