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Neste sentido, a norma que nos ocupa dirige-se aos casos de extinção ou modificação de um direito contratual por iniciativa de uma parte – e já não à extinção ou modificação por força da lei ou pelo decurso do tempo, em conformidade com o acordado –, e não, como no caso dos autos, ao exercício do direito subjetivo individual, tributário do princípio da liberdade contratual, de oposição ao estabelecimento de um ciclo/relação contratual distinto do que foi acordado pelas partes – caso em que a comunicação não contende com o direito subjetivo dos outros senhorios, já que estes não têm nenhum direito de oneração da coisa ou sua renovação) contra a vontade de outro sujeito com autonomia de vontade”.