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Resultando da prova produzida de que a obra subcontratada a A., era de reboco, e foi para o Restaurante, de que era dono o Sr. ; que a obra contratada a A. e A., de assentamento de tijolo, foi utilizada na obra de Canelas, em que o dono da obra foi a ; que o assentamento de tijoleira contratado a A. o foi para a obra de S. Félix da Marinha, pertença da G.; que o mesmo tipo de trabalho foi contratado a A. e a obra a mesma em S. Felix da Marinha, composta por vários blocos de apartamentos ou frações; que a obra de reboco subcontratada a , foi realizada na obra da Travessa, de que foi empreiteiro geral a sociedade ; que o reboco contratado a , foi realizado na identificada obra de S. Félix da Marinha; que a projeção de seral para revestimento de paredes na obra da Travessa ...), foi contratada a F.; que a sociedade G., que igualmente se dedicava, ou dedica, á projeção de massa seral para a realização de rebocos, o fez na obra das Infraestruturas das, ACE, em que eram participantes como empreiteiros gerais a R. e a ; que o assentamento de cerâmica e a realização de reboco por J., foi feito na obra de Fânzeres em que foi empreiteiro a ; que o mesmo J. foi subcontratado para a realização do mesmo tipo de trabalhos, em outras obras da , situadas em Taralhão, e na Senhora da Hora, todas escolas; que o realizou trabalhos de reboco na obra de S. Félix, pertença da G., acima melhor identificada; 	E ainda que o , igualmente fez reboco na obra de S. Félix; que o , realizou obra de reboco na obra da Quinta Várzea, em Coimbra, numa obra em que o empreiteiro geral foi a sociedade B.; que a sociedade O., igualmente foi contratada para a realização de obra de reboco na Prelada, acima identificada; que o S., trolha a fazer reboco o fez na obra da Quinta Várzea em Coimbra, já identificada, e nas obras das Infraestruturas das Antas, ACE, igualmente também identificada já e finalmente que a , realizou trabalho de trolha na obra da Prelada em que o empreiteiro foi a . 	Não obstante e sem mais a decisão recorrida concluiu que a impugnação das liquidações adicionais era improcedente por não estarem comprovados nem ter sido demonstrada a indispensabilidade dos custos, os sacrifícios patrimoniais suportados pela impugnante com a subcontratação de outros profissionais, por, quarto parágrafo da página 10 da sentença): "...) conclui-se que os custos não estão comprovados nem foi demonstrada a sua indispensabilidade”.