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E. Não é verdade que o acordo celebrado não tenha acautelado devidamente os interesses do Recorrente, pois o mesmo foi precedido de longas e aturadas negociações: a.  Para a fixação do valor do imóvel em 11000,00€, Recorrente e Recorrida pediram a dois peritos que avaliassem o imóvel; b. O valor das tornas fixados em 2000,00€ foi fixado por: ser a Recorrida quem de forma exclusiva e pelo menos desde Setembro de suporta os encargos com a amortização do empréstimo bancário e os seguros, não obstante ser o Recorrente quem habita a casa de morada da família; O recheio da casa de morada da família ser atribuído na totalidade ao Recorrente por ser quem, pelo menos desde Setembro de 2016, usa, frui e dispõe dos mesmos como se de bens próprios seus se tratassem; F. O Recorrente requereu a 1 de Julho de 2020, a correcção da acta "porcontardeumerronoartigo4damesma,quandorefere"naquantiade€2000,00”,develer-se"naquantianuncainferiora€2000,00” sustentando a sua pretensão em"conformefoimencionadopelomeumandatárionodiadaaudiênciadodia16/06/2020,nãosesabendoovalordastornasaquetenhodireito,depoisdepagooempréstimoeobrigações,nãopoderáconstarnenhumvalorfixo,namedidaemqueovalordastornasserámuitosuperiora€3500,00)”,o que mereceu, a 11 de Setembro de 2020, despacho de indeferimento com o seguinte teor "oacordocelebradopelaspartesetranscritoparaaactacorrespondeintotumaoqueosmesmosacordaram,nãopadecendoomesmoquequalquerirregularidadeinexatidão,motivopeloqualseindefereoquerido”.