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Cremos que no caso vertente o douto Tribunal não procedeu a uma correcta apreciação dos meios de prova, olvidando as presunções naturais resultantes da sua concatenação e que se impunham, as quais não foram afastadas pelo silêncio dos arguidos, o recurso às regras da experiência comum ou à lógica do homem médio, o dever de perseguir a verdade material, tendo afinal apenas valorado a vertente confessória dos depoimentos dos arguidos VB – e que levou à condenação daquele, bem como, dos arguidos JC, , GP e JP, nos NUIPC 23/18GGMMN factos de 29 de Junho de e 34/13GAGDL, 66/11GCASL, 303/12GBGDL e 425/10GASXL factos de 24 de Agosto de - e SJ este produzido em fase de inquérito e reproduzido em audiência), tendo toda a demais prova produzida – o vasto acervo documental, os depoimentos produzidos pelos militares da GNR, apenas permitido concluir pela materialidade indesmentível) das ocorrências,   Considerando o Tribunal "que a matéria provada não permite validar ou confirmar o conjunto dos indícios que conduziu à alegação dos factos e consequente imputação dos ilícitos tomada aquando da dedução da acusação e sua conformação pelo despacho de pronúncia, pois que não apurados ficaram com a certeza que exige a condenação criminal, com excepção de duas situações específicas – as confessadas pelo arguido MB – ausência de prova a ditar a conclusão sobre o afastamento na participação pelos arguidos dos mesmos” e não obstante ter reconhecido "o propósito firmado pelo arguido Mário em previamente procurar as propriedades onde poderia vir a furtar cortiça procedimento  por diversas vezes aflorado em julgamento”.