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Face ao teor das conclusões da alegação de recurso, identificamos as seguintes questões a decidir: ) Se a sentença recorrida é nula, por omissão de pronúncia: por não ter feito a análise crítica do depoimento da testemunha MT; e por não ter considerado os documentos juntos com a Contestação e com o requerimento de 9 de abril de 2018, nem o depoimento de MT - artigos 60, n. 4, e 61 n. 1, al., do CPC; ) Se, atento o teor desses mesmos documentos, conjugados com os trechos supra transcritos dos depoimentos de MT, deve ser alterada a decisão da matéria de facto, julgando-se provado que, no exercício da gestão de imóveis legados à Autora, o Réu despendeu, com obras, as quantias elencadas nos artigos 8 a 9 da  Contestação, em particular os gastos elencados nos artigos 8, 8 e 9 a 9 da  Contestação; ) Se há inutilidade superveniente no tocante ao pedido de condenação na entrega de legados bens imóveis); ) Se a condenação não faz sentido quanto aos bens móveis, porquanto os mesmos não foram divididos e estão já na posse das partes, não havendo, assim, legados por cumprir; ) Se no segmento da sentença relativo a custas se desconsiderou indevidamente a proporção em que a Autora decaiu.