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No entendimento da recorrente, também este depoimento se revelou frágil e confuso, não devendo o mesmo ter sido valorado – como foi – para formar a convicção do Tribunal a quo quanto a estes pontos 2, 2, 2, 3 e 3 Dados como provados; - Testemunha Ana .., ouvida no dia 16/05/2018, a partir das 11:52h em especial, minutos 00:03:05 e seguintes do seu e José , ouvido no dia 16/05/2018, a partir das 11:31h, não têm qualquer conhecimento directo, no que concerne à questão do dinheiro, sua posse ou intenções do ex-marido da autora, quanto ao seu destino, limitando-se a alegar que a autora aparenta uma vida de necessidade; –Ora, no entendimento da recorrente, não se pode retirar qualquer relevo ao depoimento destas testemunhas para efeitos de formar a convicção quanto ao considerado nos pontos 2, 2, 2, 3 e 3 dados com provados na douta sentença recorrida; –O mesmo valendo quanto ao ponto 3 dos factos dados como provados – dos depoimentos de parte da autora e dos depoimentos das testemunhas Talida, José, Tânia e Ana ., não se pode retirar uma prova inequívoca sobre se o ex-marido da autora é ou não assalariado, assim se reiterando a importância que teria tido, como defendeu a ré, aqui recorrente, a intervenção do Sr. Humberto como parte nesta acção; –Não concordando, assim, a recorrente, que os pontos 2, 2, 2, 3 e 3 Constem no rol de factos dados como provados, devendo, ao invés, ter sido considerados como não provados.