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Para a determinação da indemnização devida ao empreiteiro pelo dono da obra desistente "importa ponderar duas vertentes:  ) Por um lado, os gastos e trabalhos já suportados pelo empreiteiro à data da desistência, independentemente do preço convencionado, sem se atender à utilidade que a parte executada possa ter para o dono;  ) Por outro lado, ao proveito que o empreiteiro deixou de tirar com a realização completa da obra, a apurar pela diferença entre o custo global da obra e o preço convencionado” Acórdão do Sopremo Tribunal de Justiça de 15/04/2015, Processo n. 2986/08TBVCD.PS1, Relator Conselheiro Tomé Gomes, disponível em www.dgsi.pt).