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Ainda que Exas assim não entendam, o que só por mero dever de raciocínio se concebe, estando em causa acidente ocorrido em 12 de outubro de 2001, sendo o autor subscritor da Caixa Geral de Aposentações, a apreciação de questões decorrentes do mesmo, estão abrangidas pelo âmbito de aplicação do disposto no Decreto-Lei n. 503/99 de 20 de novembro, consequentemente competente para conhecer do litígio, como já conheceu, será o Tribunal Administrativo e Fiscal, termos em que devem Exas confirmar a decisão de absolvição das rés, verificada que está a exceção dilatória de incompetência material dos juízos de Trabalho, para apreciação das questões decorrentes do acidente ocorrido em 12 de outubro de 200  O Autor vem invocar uma alegada nulidade da sentença porquanto diz não se tratar de acidente ocorrido em 2001, nem duma recidiva daquele, mas sim dum novo acidente ocorrido em 25 de maio de 201  Não obstante o alegado, não existe qualquer base probatória ou legal para a arguida nulidade, apresentando-se totalmente contraditória com o que o próprio recorrente alega, inexistindo qualquer participação de acidente ocorrido a 25 de maio de 2017, facto que consequentemente terá de levar à total improcedência do recurso apresentado.