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Na sequência da informação solicitada por este tribunal, a DGRSP comunicou nos autos em 24/06/2018 que não foi possível iniciar a medida de acompanhamento uma vez que o arguido está a trabalhar em França e faltou à entrevista agendada pela DGRSP; que, caso permaneça no estrangeiro, não será possível a integração do arguido no programa "PAVD”, na medida em que este pressupõe a frequência de 20 sessões a realizar seguidas e semanalmente, adiantando que se poderia sugerir a realização de entrevista com o técnico a DGRSP especializado em violência doméstica direccionadas para a problemática da mesma, às quais ficaria vinculado nos seus períodos de permanência em Portugal.