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Porém, ainda neste âmbito, até porque a Apelante lhes faz alusão nas alegações e genericamente nas suas conclusões, importará verificar, desde já, se serão ou não de aplicar no caso quaisquer cláusulas convencionais, a propósito da definição do que que deve ser tido como retribuição, incluindo sobre o que seria devido nos subsídios de férias e Natal – assim a cláusula 5, n. 2, do Acordo de Empresa de 1995 publicado no BTE n 3, de 22 de janeiro de 1995 que refere ser "aplicável ao Autor por força do facto provado em 2”), e a cláusula 5, "tanto do AE de 1996 publicado no BTE n 34, de 15 de setembro de como do AE de 2001 publicado no BTE n 11, de 22 de março de”, AE/2005 publicado no BTE n. 19, de 22 de Maio de, o AE/2006 cláusula 55 - publicado no BTE n. 26, de 15 de Julho de, AE/2007 cláusula 59 - publicado no BTE n. 14, de 15 de Abril de, AE/2008 cláusula 55 - publicado no BTE n. 22, de 15 de Junho de, AE/2011 cláusula 38 - publicado no BTE n. 47, de 22 de Dezembro de e o AE/2013 cláusula 55 - publicado no BTE n. 20, de 29 de Maio de –, o que justifica, pois, que se conheça desde já desta questão.