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Em vez de notificar o arguido e o seu Ilustre Mandatário, da colocação do título à ordem dos autos e da data em que considerava iniciar-se a execução da pena acessória, o Tribunal de Nisa limitou-se a determinar que os autos aguardassem o cumprimento daquela, considerando-se para tal efeito, como termo, o dia 20 de Março de 201 Ora, não tendo sido notificado pelo Tribunal de Nisa, ao menos, sobre a data em que o tribunal entendia ter-se dado a apreensão do título à ordem do processo, não podia o arguido ‘adivinhar’ ter sido entendido que a execução da pena se iniciou a 20 de Março de 201  É verdade que o requerimento de 17 de Janeiro de 2014, subscrito pelo seu Ilustre Mandatário, o subscritor diz ter tomado, por mero acaso, conhecimento da comunicação feita pelo Tribunal de Nisa ao Comandante do posto da GNR da Lousã em 13 de Janeiro de 2014, de que se encontrava a decorrer o período de proibição de conduzir, o que legitima a conclusão de que o arguido, nessa data, teria conhecimento do entendimento perfilhado pelo tribunal.