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Porém, a acção directa só é aceite em certos casos, não se podendo extrair da consagração de algumas acções directas, a existência de um princípio geral” O Subcontrato, Almedina, 1989, pág.. O regime jurídico do contrato de transporte rodoviário nacional de mercadorias não prevê a acção directa do expedidor e/ou destinatário contra o subtransportador.” A problemática da eficácia externa das obrigações que era ali discutida nesse acórdão é no entanto distinta daquela que aqui no nosso caso para decisão se coloca, uma vez que neste não há necessidade de procurar uma ligação que legitime a tutela do destinatário contra o transportador, em virtude da ligação que aquele tem ao contrato de transporte, o que já não ocorre quando um demandante pretende accionar outrem com quem nenhum vínculo contratual directo ou mesmo indirecto possui.