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A 1 Instância julgou a presente ação administrativa especial parcialmente procedente e, em consequência, anulou o ato praticado pela apelante em 29/08/2012, que "considerou  despesa não elegível, a corrigir, o montante de 19781,38 euros, a que corresponde a comparticipação FEDER de 14086,04 euros a recuperar”, e condenou a apelante a praticar novo ato administrativo em que considere elegíveis a despesas dos projetos de execução constantes das faturas n.s  2100763 – pela revisão do projeto de execução da via de acesso ao Parque; 2100797 – pela revisão do projeto de execução da via de acesso ao Parque; 2100857 – pela elaboração do projeto de loteamento da  Fase do Parque; 2100867 – pela elaboração do projeto de loteamento da  Fase do Parque;  2100860 – pela elaboração da revisão B do projeto de licenciamento da  Fase do Parque; 2100868 – pela elaboração da revisão B do projeto de licenciamento da  Fase do Parque; 2100762 – pela elaboração do projeto de execução relacionado com  Fase do Parque; 2100761 – pela elaboração do projeto de execução relacionado com  Fase do Parque; 2100798 – pela elaboração do projeto de execução relacionado com  Fase; e n. 0008 – pela elaboração do projeto de execução relacionado com  Fase do Parque, devendo ao valor desta última fatura ser descontado o valor da nota de lançamento n. 001, que retificou o valor daquela fatura n. 008, em 42000$00, acrescida de IVA a 17%, a totalizar 49250$00, a que deu lugar ao Recibo n. 008, uma vez que não respeita à elaboração dos projetos, mas a despesas administrativas/técnicas que não foram concretizadas.