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E só nisto se baseou a sentença recorrida para concluir, explícita ou implicitamente, que, não obstante já ter sido decretada a medida de apoio junto dos pais, sobrevieram alterações às circunstâncias que a justificaram no sentido de que a S. "não recebe os cuidados ou a afeição adequados à sua idade e situação pessoal” art 3, n 2, alínea), estando por isso em perigo "a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento” gerado pela conduta dos pais art 3, n e numa situação de típica emergência alínea, do art que importa afastar art 34, alínea) cautelarmente  arts 35, ns 1, alínea, e 2, e 37, através da adopção urgente da medida de acolhimento em instituição art 51, n e isto não só devido à referida e considerada situação de "perigo actual ou iminente de grave comprometimento da integridade física ou psíquica da criança” exigente de protecção imediata art 91, n 1, conjugado com a referida alínea, do art mas também "enquanto se procede ao diagnóstico da situação da criança e à definição do seu encaminhamento subsequente”, ou seja, prevenindo as duas hipóteses pressupostamente como verificadas que estão contempladas no n 1, do art 37, como base da aplicação de qualquer medida cautelar, embora a integração urgente em casa de acolhimento com dispensa da planificação em regra estabelecida na lei art 51, ns 1 a apenas deva ser "determinada pela necessidade de protecção da criança quando ocorra situação de emergência” – não, portanto, enquanto se aguarda diagnóstico e definição do encaminhamento.