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Daí que, tendo tais declarações sido veementemente repudiadas pela autora, que negou ter celebrado o negócio consciente da presença de infiltrações nas garagens, tendo apenas admitido ter verificado, aquando da visita ao imóvel, a presença de vestígios de água nas partes comuns, sem que, contudo, tivesse percebido a sua origem/causa, não tendo tais vestígios qualquer mínima semelhança com os danos actualmente existentes, o que foi também confirmado pela testemunha H. , que foi quem acompanhou a autora em tal visita, e que esclareceu que tão pouco lhes foi mostrada a garagem que pertencia à fracção adquirida pela autora, se tivesse firmado no tribunal a convicção de que a autora desconhecia efectivamente o estado patológico das garagens e muito menos que se tivesse conformado com o mesmo, assim se justificando a não prova da factualidade enunciada em   Por outro lado, logrou também o tribunal convencer-se, em face das declarações da autora e do depoimento da testemunha H. , que a autora, pouco tempo após a compra, veio efectivamente a reclamar perante a ré a existência das infiltrações e que por esta veio a ser assumida tal reparação, assumpção que, aliás, a testemunha H.  garantiu ter existido logo na fase pré-venda e por referência às humidades da garagem cuja presença anotou e que o próprio veio a reclamar junto da "representante” da ré, a  O., tendo esta assumido a sua reparação, resultando ademais claro em face do teor da segunda mensagem de fls.