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Q) Os outros aspetos realçados na sentença recorrida – a receita prevista na operação assentava na venda de suínos enquanto que a Requerente acabou por não adquirir os suínos reprodutores, o contrato de integração assinado converteu a Requerente de empresa gestora de uma exploração agrícola em empresa prestadora de serviços e as receitas da Requerente deixaram de resultar da venda de produtos para dizerem respeito a prestação de serviços – não têm que ver com os objetivos, mas sim com os meios para os alcançar, e, por conseguinte, a sua alteração – admitindo que existiu o que se faz, sem conceder, por mera cautela de patrocínio – é admitida nos termos e para os efeitos da al., do artigo 1, da Portaria n. 230/2014, de 11 de novembro; da al., do n. 1, do artigo 2, do Decreto-Lei n. 159/2014, de 27 de outubro; da al., do n. 2, do artigo 1, do Decreto-Lei n. 159/2014; e do parágrafo 2 da orientação técnica geral n. 8/201 R) Neste campo, e no que diz respeito ao fundamento invocado na sentença recorrida de que existiu uma alteração no financiamento do projeto na medida em que a receita prevista na operação assentava na venda de suínos, sendo os respetivos animais reprodutores adquiridos com capitais próprios, enquanto que a Autora acabou por não adquirir os suínos reprodutores, importa distinguir aquilo que é o financiamento da exploração e aquilo que garante a rentabilidade da exploração: a) A estrutura de financiamento mantem-se a mesma, o que, aliás, nunca foi colocado em causa, nem pela Entidade Recorrida, nem pela sentença recorrida.