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O A recorreu e concluiu:  "QUANTO À IMPUGNAÇÃO DA MATÉRIA DE FACTO   Tendo por provado, como teve o tribunal recorrido, que o autor e a ré, em 7 de Novembro de 2011, celebraram um "contrato de trabalho a termo certo”,; tendo o autor – nas declarações do autor, prestadas em; mostrando-se todas essas declarações coerentes com os documentos n.s 3 e 4, da contestação, que constituem mensagens de correio electrónico, em que se lê; mostrando-se todas essas declarações coerentes com os documentos n.s 6 e 7, da contestação, dos quais resulta,); é de concluir que todos estavam à espera que o contrato fosse renovado e que isso era dito a todos, a menos que se conceba que, contrariando as regras da experiência, que estavam todos convencidos de que o contrato seria renovado, com consultas marcadas e urgências escaladas, e ao autor só teriam dito que o contrato estava denunciado; do que se conclui também que deve considerar-se provado que  " A R., no início de Novembro, informou o A. que deveria aguardar em casa porque não havia chegado "autorização da tutela para a renovação".