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Recorde-se o que, a tal respeito, se disse no douto acórdão condenatório:   "9O arguido confessou integralmente e sem quaisquer reservas os factos, acima dados como provados, referentes ao processo apenso n. 1099/1......, admitindo os demais de forma parcial, fragmentada e com reservas, verbalizando arrependimento, formulando um pedido de desculpas aos ofendidos, mas num discurso autocentrado, autocomplacente e desculpabilizado denotando incipiente interiorização do desvalor das condutas e fraco sentido crítico;”  Ora, se o arguido, como afirma, não terá sido violento com as vítimas – no sentido de que as não agrediu –, nem por isso deixou de as "constranger, por meio de violência ou de ameaça com mal importante”, tal como exige o n. 1 do art.