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No que concerne ao erro nos pressupostos de facto na aplicação da avaliação indireta, entendeu erradamente o Tribunal a quo que estavam reunidos os pressupostos para a Administração Fiscal recorrer aos métodos indiretos para determinação da matéria coletável da recorrente; ) Não tendo sido demonstrado em momento algum a impossibilidade de corrigir de forma direta as irregularidades que detectou; E) Nunca existiu falta de colaboração da recorrente e muito menos foi necessário o recurso a elementos externos á contabilidade para efetuar qualquer correção, como foi explicado em sede de alegações; F) Existiu muito pouca fundamentação no Relatório elaborado pela Administração Fiscal, falta de fundamentação essa que também serviu de base á douta sentença, pois não existe uma única frase que demonstre que a falta de SAF-T, a inexistência do inventário em 2011 e 2012 e os pagamentos em excesso de ATM foram condição essencial para impossibilitarem a correção de forma direta e sem recurso a métodos indiciários, como é legal e constitucionalmente exigido; G) Tal falta de fundamentação, traduz desde logo erro de julgamento; H) O Tribunal a quo não valorou os meios de prova apresentados pela recorrente, tendo feito uma interpretação dos factos erradamente;  Nestes termos e nos melhores de direito e com o sempre mui suprimento de as Ex.as, deve a decisão do Tribunal de Instância ser alterada e substituída por outra que conduza anulação das liquidações de IRC de 2011 e 201 Como sempre, farão as Ex.as, serena e objectiva justiça.»  CONTRA-ALEGAÇÕES.