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Na verdade, o STJ não deixou de se pronunciar sobre a questão mencionada: remeteu para o texto do acórdão proferido pelo Tribunal da Relação, salientando, quanto à pretensão de pena "idêntica à fixada para os demais arguidos”, que a mesma "é infundada importando realçar, como fez a decisão recorrida, que "o grau de culpa do recorrente é superior ao dos seus co-arguidos, pois era ele que comandava a embarcação desde 10 de Abril de 2019 e fê-lo desde ..., onde já o estupefaciente se encontrava introduzido na mesma ...) sendo que os demais arguida só passaram a fazer parte da tripulação no dia 12 de Maio de 2019”.