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Alegou a recorrente, a este respeito, o seguinte: ") Atentemos, agora, ao conteúdo da referida alínea, dada como não provada: "Que o autor BB e a ré tenham celebrado um acordo verbal, nos termos do qual, após a realização de obras nas restantes frações do mesmo prédio urbano, a ré passaria a habitar na fração situada no rés-do-chão ou no ... andar, mantendo-se inalteradas as condições do contrato de arrendamento, tendo a ré anuído na atualização das rendas no pressuposto desta mudança de fração.”  E na fundamentação da Meritíssima Juiz do Tribunal a quo: Quanto à alínea, ou seja, à celebração de um acordo entre o autor BB e a ré, não foi feita prova minimamente convincente de que tenha havido um acordo, afigurando-se-nos que o relato mais aproximado da realidade foi o da testemunha GG, gerente da empresa que administrou o prédio para os seus proprietários até 2013, e que explicou que a ré lhe pediu para mudar para uma fração com melhores condições de habitabilidade.