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Com efeito, a assistente começou por esclarecer que o arguido foi seu companheiro durante o período compreendido entre 2000 a 2006 e que de tal relação nasceu o filho de ambos, menor de idade, de nome G.   Não obstante possuir a qualidade de assistente, AA prestou as suas declarações de forma isenta, e embora denote um sentimento de mágoa em relação ao arguido, não perpassou aos olhos do Tribunal sentimento de animosidade que tenha coarctado a credibilidade do seu depoimento, para tanto afirmando que não pretende impedir os convívios entre o arguido e o seu filho e, pelo contrário, denotou vontade séria em conseguir apaziguar a relação que mantém com o arguido, para o bem-estar do menor.