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Justificou tal julgamento, para além da tabelar e genérica menção do rol dos diversos meios de prova produzidos e invocação abstracta das regras e princípios, na referência, a respeito deste caso, a que, segundo a sua perspectiva, a testemunha A., quanto às alegadas janelas foi "excessivamente proclamatória e predeterminada, não positivando a exigível concretização descritiva das mesmas, limitando-se a indexá-las ao 1 piso e ao sótão e aflorando perfunctoriamente que as mesmas existem há mais de 30 anos”; que as testemunhas F. e S. terão "sublinhado de forma clara e descomprometida que «não dão para espreitar, só para iluminar, dar claridade», imputando com verosimilhança a sua existência desde a construção da casa”, destacando que o primeiro "assinalou a existência das preditas janelas com a tolerância da mãe do réu”; que a testemunha J. filho dos "revelou-se tíbio e com uma narrativa descontinuada e desprovida de lastro fáctico explicitante com referência às alegadas janelas, afigurando-se incapaz de uma caracterização das mesmas”; que o depoimento da testemunha P. foi "enredado em enunciados genéricos, conclusivos e desprovidos de suficiente concreção fáctico-fundamentante, abordando predeterminamente e lassamente a matéria concernente às janelas, não sabendo tampouco indicar se as sobreditas janelas têm grades”; que as cinco testemunhas dos apelados "configuraram-se enquistadas na tutela da posição dos réusconfigurando-se sofregamente preordenadas em sede da asserção de que as janelas indicadas pelos autores têm grades”.