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O requerimento da arguida, datado de 27 de Junho de 2014, foi objeto de decisão pelo despacho ora recorrido, datado de 1 de outubro de 201  A arguida não se conforma com o douto despacho recorrido na parte em que lhe defere parcialmente o requerimento, autorizando o pagamento da coima em cinco prestações iguais e sucessivas, no valor de €000,00, a pagar até ao dia 10 de cada mês a que disser respeito, por forma a não ultrapassar os 2 anos posteriores ao trânsito do acórdão do Tribunal da Relação ocorrido a 13/03/201 Alega para o efeito, e em síntese, o seguinte: - Entre o momento em que foi requerido o pagamento da coima em prestações e o despacho recorrido que sobre ele se pronunciou, decorreram 16 meses, sem que tenham ocorrido nesse período quaisquer incidentes, pelo que o atraso no conhecimento do requerimento é injustificado e apenas imputável ao Tribunal e seus agentes;  - O deferimento parcial do requerido, com pagamento em cinco prestações iguais de €000,00, levará à iminente insolvência, ou mesmo à insolvência da arguida;  - O direito a uma decisão em prazo razoável, também referido como direito a uma decisão judicial sem dilações indevidas, direito a uma decisão temporalmente adequada ou direito à tempestividade da tutela jurisdicional, tem consagração constitucional no art.20, n 4 da Constituição e no art.