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G) Se a   Juíza "a quo” entendia que os A.A. na P., não identificaram suficientemente a parcela de terreno do seu prédio ocupada ilegalmente pela R , deveria tê-los convidado a faze-lo em obediência à norma legal atrás citada e de acordo com o poder/dever estatuído no art  590, ns 2 a 4 inclusive, do Código de Processo Civil; H) Por economia processual e na sequência lógica do seu primeiro pedido, os A.A. pediram que fosse restabelecida a linha divisória até à existente entre os dois prédios e que se encontrava delimitada por esteios e rede de vedação, fixando-se definitivamente e de forma clara, os limites de ambas as propriedades, não vendo aqui qualquer incompatibilidade entre o primeiro pedido e este; ) Como ensina a melhor doutrina processual e de acordo com os princípios de celeridade e economia processual que subjazem ao CPC em vigor, deve cada processo resolver o máximo possível de litígios; J) Com a revisão do Código de Processo Civil operada pelo Dec.-Lei n  329-A/95 de 12/12, foi extinto o processo especial de arbitramento, passando a ação de demarcação tal como a ação de reivindicação a seguir a mesma forma de processo, ou seja, a de processo comum de declaração, pelo que mesmo que os A.A. configurem a cumulação de dois tipos de ações distintas, estas, face ao atual quadro legislativo são perfeitamente compatíveis e podem até ser complementares; K) Apesar da jurisprudência citada pela   Juíza "a quo” com a qual fundamentou a sua decisão, também existe jurisprudência em sentido contrário ao do Acórdão do Tribunal de Guimarães por esta citada, nomeadamente o Acórdão da Relação de Coimbra de 10/02/2009 Processo 554/08TBAND.C1), onde se escreve que nada obsta a que se cumulem pedidos típicos da ação de reivindicação com a pretensão deduzida com vista  à demarcação dos dois prédios confinantes ou contíguos; ) No entendimento do Apelante, não há qualquer motivo substancial ou processual que obste a que numa ação declarativa de condenação sobre a forma de processo comum, sejam apreciados os pedidos que formula na sua petição inicial, pois não são incompatíveis entre si, nem contraditórios e nem correspondem a formas processuais distintas; ) A   Juíza "a quo” ao julgar a petição inicial inepta, declarando a nulidade de todo o processo, não conhecendo do pedido e em consequência absolvendo a R  da instância art.