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64, n 1 do P., a recorrente desde já especifica que considera incorrectamente julgados os factos constantes dos pontos 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 1, 2, 2, 2, 3, 3 e 3 dos factos dados como provados, mais se propondo a recorrente esclarecer que factos se entende que deviam estar assentes e não estão; –No que aos factos dados com provados nos pontos 1 e 1, com os quais a recorrente discorda, devendo, no entendimento da recorrente, os mesmos constar dos factos dados como não provados, entendeu o Tribunal a quo desvalorizar o depoimento da testemunha Paulo .., quando este, no seu depoimento prestado no dia 23/05/2018, a partir das 10:11h, diz, claramente, nos minutos 00:06:25 e seguintes, que autorizou a emissão de um cheque bancário, como solicitado pela autora no balcão da recorrente em Funchal-Sé, à funcionária da recorrente, Iolanda ..; – Autorização essa que teria sempre que ocorrer, independente de que cheque se tratasse, já que o balcão da ré, sito no Funchal-Anadia, era o balcão gestor "balcão titular”) das contas tituladas pela autora e seu ex-marido; –Tendo o Tribunal a quo desvalorizado, igualmente, o depoimento da testemunha Iolanda ....., coincidente com o da testemunha Paulo .., mencionado, supra, tendo aquela testemunha, ouvida no dia 16/05/2018, a partir das 11:58h, dito nos 00:024 e seguintes, que a autora se dirigiu ao balcão Funchal-Sé e pediu a emissão de um cheque que se trata, pelo descrito, de um cheque bancário, pois são cheques emitidos pelo sistema e depois assinados, contrariamente ao que sucede com os cheques ditos, emissão essa que foi autorizada pelo balcão Funchal-Anadia, designadamente pelo seu gerente, a testemunha Paulo .....; –Tendo a autora insistido – sim –, como consta da parte inicial do ponto 1 dos factos dados como provados, em proceder a um levantamento, mas não do cheque no valor que havia inicialmente solicitado, no valor de 60 euros, cuja emissão havia sido autorizada, mas de um valor em numerário de 300 euros, o que não foi recusado, antes comunicado à autora que, naquele momento, não dispunha o balcão daquele montante em numerário, como é normal e uso bancário; –O que resulta claro dos excertos do depoimento da testemunha Iolanda .., minutos 00:11:55 e e da testemunha Paulo ,minutos 00:23:59 e; –Dito isto, não se conforma a ré com os pontos 1, e 1, dos factos dados como provados, devendo antes dos mesmos constar que: a.- A autora foi atendida pela funcionária Iolanda .., no balcão da Sé, posteriormente pelo gerente do balcão de Anadia, tendo-lhe em ambos sido informado que não disponham, naquele momento, do montante solicitado, em numerário, pela autora; e b.- A autora insistiu em proceder ao levantamento de numerário no valor de 300 euros.