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Com efeito, não se pode olvidar que o Autor alega, além do mais, que o Réu lhe mentiu, dizendo-lhe ou dando-lhe a entender, em junho de 2014, que havia instaurado uma ação no TAF de Ponta Delgada, a qual iria ter êxito e que havia que esperar pelo desfecho da mesma, quando, na realidade, nem sequer tinha intentado qualquer ação; e que, só em junho em de 2017, quando se dirigiu à Secretaria desse Tribunal, o Autor foi informado que não se encontrava nenhuma ação proposta naquele Tribunal, nomeadamente pelo Réu; e que, perante isto, o Autor ficou desolado, muito triste e revoltado, pois estava convencido de que o Réu tinha proposto a ação que pretendia e para cuja propositura já lhe tinha entregue a título de provisão de honorários a quantia de 500,00 €.