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), à boa exposição solar de que dispõe, estima-se em 4,00 €/m2 a área agrícola e em 1,50€/m2 a área florestal” 56 - Em igual sentido vai o parecer plasmado no Relatório Pericial, pelo perito dos expropriados – página 11 de 23: "Entende o perito que a área de terreno afeto à produção agrícola é de 1960,18m Para determinação do valor do terreno, agrícola, tendo por referência avaliações recentemente elaborados em expropriações semelhantes, considerou- se um ciclo cultural de 2 anos, com a produção de batata x hortícolas de outono/inverno no 1 ano e milho grão x ferrejo no 2 ano, usuais na região, com as produções médias e encargos abaixo referidas, e a taxa de capitalização de 4%, por ser a taxa que melhor se adapta às circunstâncias da zona onde a parcela se situa e que conduz ao valor de mercado Aplicando a fórmula de capitalização corrente para calcular o valor do prédio em função do rendimento liquido rendimento perpétuo), temos que o valor do solo agrícola por hectare é de: 556,00€/há/0,04=3900,00€/há, ou seja, 3,89€/m” 57 - Acresce, ainda, referir que o Acórdão Arbitral, encontra-se devidamente documentado com imensas fotos, sendo que, estão certos e convencidos os expropriados, que os senhores peritos ao não fazerem referência a tudo quanto ai vem plasmado, transmitem a ideia de que que não se terão deslocado ao local, pois atendendo as condicionantes constantes do PDM, que referem no dito relatório, bem justificada no Acórdão Arbitral, a área de cultivo é muito superior a 60% - veja-se planta do Google plasmada na foto da figura 1 página 6/17) na qual, os Senhores Árbitros plasmaram: - A habitação Principal; - A Habitação com garagem na cave; - A fossa; - O Sobreiro a.p.