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Mas não menos verdadeé que, não apenas estamos, como dito, perante uma cláusula penal de montante elevado, atento o valor então em dívida este que, repete-se, a embargada/exequente, para além da cláusula penal, continua a poder exigir dos embargantes/executados), como também é certo que, independentemente do facto de se não ter acordado que tais dívidas fiscais deveriam ser suportadas pela embargada, sempre estamos a falar de largas dezenas de milhares de euros que, afinal, advieram dos exercícios fiscais anteriores ao negócio e com que, naturalmente, os compradores/embargantes não contavam e que seguramente os penalizaram, o que, como tal, torna, afinal, excessivamente gravosa ou acentuada a desproporcionalidade entre o que receberam e o que tiveram e terão de suportar no âmbito do negócio firmado no que se inclui a cláusula penal de valor igual ao das prestações em.