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No artigo 2 narra-se deste jeito «Ora, não obstante a dor precordial com irradiação dorsal sentida pelo ofendido, os resultados positivos das referidas análises clínicas, a circunstância do primeiro electrocardiograma, efectuado aquando da triagem do doente, apresentar alterações e lhe ter sido atribuída a via verde coronária, bem como o facto da leitura das radiografias abdominal, renal e vesical arredarem a possibilidade de se tratar de uma cólica renal e da visualização do calibre da aorta abdominal ser muito limitada pela interposição de gasosa digestiva, as arguidas e EE não efectuaram uma monitorização electrocardiográfica contínua do doente e não determinaram a realização de electrocardiogramas simples de 12 derivações, sempre que se registassem alterações, que sabiam e podiam ter efectuado a qualquer hora, nem determinaram a transferência de AA para o Hospital de Faro, a fim de ser submetido a exames complementares de diagnóstico, designadamente a uma radiografia do tórax, a um ecocardiograma ou a uma tomografia computorizada do tórax, com o fito de esclarecer o diagnóstico, conduta a que estavam obrigadas e de que eram capazes».