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É que, como bem vem sublinhado no Parecer do Ministério Público junto aos autos, " em ambos os processos os sujeitos passivos são entidades bancárias que a par da atividade de concessão de crédito realizaram operações de locação "mobiliária, consubstanciadas em celebração de contratos de locação financeira e contratos de aluguer de veículo automóvel sem condutor ALD, onde se prevê a possibilidade de compra do veículo pelo locatário.” E, ainda na linha daquele mesmo Parecer, a própria formulação do probatório – aparentemente diversa – não prejudica aquela apontada semelhança, porquanto " no acórdão fundamento deu-se como não provado que: « Os custos  respeitam em parte à disponibilização, por parte da impugnante, dos veículos objeto dos contratos de locação referidos entre e»nquanto no acórdão arbitral recorrido deu-se como não provado que:  «1- Que a utilização dos bens e serviços nas operações de "Leasing” e de "ALD”, como os que estão em causa nos presentes autos, que podem implicar a utilização de certos bens ou serviços de utilização mista, como edifícios, consumo de electricidade ou outros serviços transversais, fosse sobretudo determinada pelo financiamento e pela gestão dos contratos respectivos.