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do STJ, de 9/2/2012 wwwdgsi.pt), segundo o qual "A nulidade resultante de omissão de pronúncia verifica-se quando o tribunal deixe de pronunciar-se sobre questões que devesse apreciar ou conheça de questões de que não podia tomar conhecimento ...), sendo certo que não se tem por verificada quando o tribunal deixa de apreciar algum ou alguns dos argumentos invocados pela parte tendo em vista a decisão da questão ou questões que a mesma submete ao seu conhecimento, só ocorrendo quando o tribunal deixa de se pronunciar sobre a própria questão ou questões que lhe são colocadas ou que tem o dever de oficiosamente apreciar, entendendo-se por questão o dissídio ou problema concreto a decidir e não os simples argumentos, razões, opiniões ou doutrinas expendidos pela parte na defesa da sua pretensão.” Dúvidas não há porém que o tribunal só pode apreciar questões que lhe forem suscitadas pelas partes salvo as que forem de conhecimento sob pena de, assim não sendo, cometer a nulidade no segmento inverso, ou seja, conhece de questões que não foram suscitadas.No caso dos autos a apreciação da nulidade invocada será apreciada infra uma vez que depende e decorre da análise dos trâmites processuais da matéria relativa à apresentação do plano de insolvência que culmina com a prolação da sentença homologatória sob recurso.