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Em sentido afirmativo, refere-se a título exemplificativo, o Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 2020161, defendendo a aplicação, por analogia, do disposto no artigo 23, n. 1, parte final, da al., do CIRE ao plano de revitalização; ali se escreveu que «não há razões para não conferir à sentença que homologa o plano de revitalização natureza diferente da que atribui à que homologa o plano de insolvência, desde que nela conste identificado o valor dos créditos ou remeta para o acordo ou para peça processual onde conste como admitidos os montantes em dívida a cada credor», bem como o Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 1020182 e, mais recentemente, o Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 102020 Em sentido negativo, destacamos o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 0020194 e, mais recentemente, o acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 102020 Liminarmente se dirá que aderimos à tese que nega à sentença homologatória do plano de recuperação a natureza de título executivo.