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E violam grosseiramente os arts 19 e 20 da Convenção de Nova Iorque Para as Pessoas com Deficiência ratificada pelo Estado Português) e o regime jurídico em causa nos autos, cujo espírito é, justamente, o de cultivar autonomias e respeitar o mais escrupulosamente possível a individualidade e vontade das pessoas cujos direitos visa garantirPorém, a propósito destas conclusões, a recorrente traz agora matéria nova aos autos, a saber: "Os condicionamentos que o Beneficiário sofre ao nível da motricidade e expressão oral são suficientes para excluir uma actividade profissional que implica destreza manual, movimentação ágil e rápida e ainda capacidade de colocação e projecção de voz com interlocutores em movimento, à distância e em espaços abertos”.