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Assim, tal informação é livremente apreciada pelo julgador, devendo naturalmente ser conjugada com as impressões retiradas da reunião do conselho técnico e da audição do recluso.»  Isto posto, não havendo alteração a registar na anterior vida do Recorrente, não revelando o Recorrente autocrítica relativamente ao crime que cometeu, tendo este crime contornos que o aproximam de alguém absolutamente destituído de empatia e incapaz de ajustar os seus comportamentos, e padecendo de doença do foro mental de que não concorre para facilitar a sua integração, podemos com segurança afirmar que o Recluso não possui as condições  indispensáveis a que se afirme o convencimento de que não cometerá mais crimes.