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B, veio interpor recurso, concluindo:  Não deveria o Tribunal a quo ter considerado que, face à prova produzida perante si, os pagamentos mensais a que está adstrita a recorrida foram realizados mediante emissão de cheques entregues presencialmente ao recorrente,   Pois, perante a factualidade dada como assente não se vislumbra como poderá tal facto ter ficado demonstrado, nem podia, pois não corresponde à verdade, nem nunca tal foi alegado pelo Recorrente ou sequer, pela Recorrida;  Se o Tribunal a quo se serviu, para formar a sua convicção, do depoimento prestado pela testemunha, Sr.  e da prova documental junta aos autos, não poderia resultar outra conclusão do que não foram os depósitos atrasados pelo recorrente de forma intencional, não tendo estado sequer os cheques alguma vez na sua disponibilidade,  Na verdade, o depósito dos cheques, a título de pagamento de rendas, SEMPRE foi efectuado pela recorrida;  Assim, os factos provados impunham decisão diversa daquela que foi assumida na douta sentença do Tribunal a quo.