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- Também não aceita a recorrente o fundamento de que "a jovem se encontra a residir numa casa de acolhimento na Holanda, há mais de 3 meses, vindo a ser acompanhada pelas autoridades nacionais de protecção de menores daquele país, após ter sido retirada ao seu progenitor, atentas as fracas condições em que se encontravam ambos ali a residir desde que saíram de Portugal.” - Na verdade, se, até agora, passaram os ditos 3 meses, tal sucedeu porque o Tribunal a quo não atuou atempadamente, devendo o Tribunal ter determinado o regresso da menor ao nosso país logo que soube, em Outubro de 2021, pelo próprio progenitor, da deslocação para a Holanda e com regresso que o mesmo definiu, na altura, como sendo "para as férias do Natal” – vide requerimento do progenitor datado de 21202 - Bem como poderia e deveria ter sido adotada tal decisão, quando o Tribunal a quo percebeu, pelo menos, em sede de conferência de pais do dia 112021, das condições em que a menor se encontrava a residir com o progenitor, e já anteriormente descritas.