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3 - não se apurou o valor dos bens referidos nos itens 46 e 47, pelo que, no modesto entendimento da Autora/Requerente, uma de duas:  a) ou o Tribunal de Primeira Instância, com recurso ao princípio de equidade, poderia ter atribuído um valor a tais bens; b) ou, pelo menos, deveria ter relegado a quantificação da indemnização devida por esses bens para Incidente de Liquidação, ao abrigo do disposto nos artigos 35, n. 2 e 60, n. 2, do Código de Processo Civil; 3 - o Tribunal recorrido, no entanto, seguiu diversa metodologia; 3 - sem qualquer apoio, no modesto entendimento da Autora/Recorrente, na Lei Processual Civil vigente; 3 - pois, se tais bens pertenciam ao acervo hereditário do "de cujus” A. ; 3 - se tais bens ficaram danificados e inutilizados, em consequência do acidente de trânsito que deu origem à presente acção; 3 - e se não foi possível apurar o seu real e efectivo valor; 3 - deveria a sentença recorrida, como deve o Acórdão a proferir na sequência do presente recurso, relegar a quantificação dos danos relativos ao valor desses bens, para Incidente de Liquidação, ao abrigo do disposto nos artigos 35, ns.