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Assim, aquando da fixação do quantum indemnizatório para esta reparação pela perda de capacidade aquisitiva futura a que se reporta o dano biológico, alega o Tribunal de  Instância, que "é de ponderar, desde logo, tendo em conta a jurisprudência do STJ: - a idade do lesado; - o seu grau de incapacidade geral permanente; - as suas potencialidades de aumento de ganho, antes da lesão, tanto na profissão habitual, ou previsível profissão habitual, como em profissão ou atividade económica alternativas, aferidas, em regra, pelas suas qualificações, a par com outro fator que contende com a conexão entre as lesões físico-psíquicas sofridas e as exigências próprias da atividade profissional habitual do lesado, ou da previsível atividade profissional habitual do lesado, assim como de atividades profissionais ou económicas alternativas, tendo em consideração as concretas competências do lesado”.