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Pretendeu-se, desta forma, evitar que, nos fins de semana do pai, a menor estivesse muitos dias sem conviver com o pai, o que sucederia caso não fosse fixada a 2feira para convívio com a menor, com pernoita até 3 feira.”11E que igualmente ficasse a constar da ata o seguinte: "Quanto aos feriados deverá acrescentar-se tal como ficou fixado, que, caso o feriado seja em dia imediatamente anterior ao início do fim de semana com o pai, este não entregará a menor às 20:30 horas, mas apenas na 2 feira seguinte no colégio.”12Nas circunstâncias mencionadas em 6 requerente e requerida viveram em comunhão de mesa e leito, com os filhos gémeos e a menor, na residência da progenitora mãe, durante cerca de seis meses, até que a requerida fez saber ao requerente que pretendia pôr fim à reconciliação, o que veio a suceder, regressando o requerente, no dia 8 de julho de 2017, à residência onde atualmente se encontra – e que sempre foi a casa de morada de família de todo o agregado familiar e do requerente após o divórcio, com exceção deste curto período de reconciliação.13Desde julho de 2017 o regime seguido pelos progenitores tem sido o seguinte: a) fins de semana alternados, desde sexta-feira, no final das atividades letivas da menor, até segunda-feira de manhã, no início das atividades letivas.