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DO DEVER DE COMUNICAÇÃO E DE INFORMAÇÃO  10 Perscrutada a sentença proferida pelo Tribunal a quo e face à alteração da matéria de facto dada como provada nos termos supra expendidos, verifica-se que não foi dado como provado que:  1) a exequente cumpriu o seu dever de comunicação, de modo adequado e com a antecedência necessária, para que os executados/avalistas/fiadores tivessem conhecimento completo do teor e conteúdo das cláusulas, da sua importância, extensão e complexidade; 2) a exequente deu aos outorgantes, ora recorrentes, cópia dos contratos nas datas de celebração dos mesmos; 3) a exequente informou e comunicou aos recorrentes o teor, conteúdo e contornos das cláusulas contratuais gerais apostas nos contratos; 4) apesar de tal lhe ter sido solicitado, nas datas de celebração dos contratos e já após a citação dos presentes autos de execução, a exequente entregou aos embargantes cópia dos alegados contratos sub judice; 5) os executados/avalistas/fiadores negociaram com a exequente as cláusulas dos contratos mencionados, como tinham consciência das obrigações clausuladas constantes dos contratos que assinavam; 6) a exequente comunicou, informou e esclareceu, a posição contratual dos fiadores e avalistas e a contracção de obrigações pessoais e cambiárias, antes e aquando da celebração dos contratos mencionados.