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e avalizada pelos Recorridos,, e. Nesse Apenso F, a ora recorrente e os Recorridos Executados lograram chegar a acordo extrajudicial, designadamente, quanto aos créditos melhor identificados na conclusão anterior, tendo junto os termos da transação neste apenso, em 13/07/201 Nesse seguimento, foi, em 15/07/2015, proferida sentença que, por um lado, julgou procedente a habilitação de cessionário apresentada pela ora Recorrente nos exatos termos peticionados, passando, então, a coexistir na posição de Exequente a par do Recorrido, Banco Portugal, S.A., e que, por outro, homologou o acordo de transação junto aos autos pelas partes no presente apenso, nos termos conjugados dos artigos 28, 28, 28, a contrario, e 29, todos do P., declarando extinta a lide quanto ao objeto do acordo de transação, nos termos da alínea do artigo 27 do P.. Será claro e manifesto que a Recorrente interveio pela primeira vez no processo em 02/06/2015, aquando a apresentação do incidente de habilitação de cessionário, tendo essa mesma intervenção terminado após homologação da transação alcançada com os Executados, em 15/07/2015, querendo isto dizer que a sua participação durou, apenas, um mês, num processo que se prolongou por 6 anos, inclusivamente o próprio apenso de Oposição à Execução infra evidenciado.