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- Tanto mais que o a e sua esposa nem sequer se deslocaram ao outro estabelecimento também aberto naquela altura, o que seria de esperarcfr depoimento do Autor, gravado no sistema H@bilus no dia 18/04/2018, entre as 10h10m40s e as 10m44s e , nas passagens dos minutos 10m29 s a 10m44s e 42m57m a 43m25s da testemunha S. , gravado no sistema H@bilus no dia 18/04/2018,entre as 11h42m11 e as 12h44m04s, nas passagens dos minutos 37m36s a 38m56s  - O próprio facto de, logo após o furto, o A ter solicitado a J. O. autorização para o indicar como testemunha só porque viu o carro no dia do alegado furto cfr depoimento desse J. O., gravado no sistema H@bilus no dia 18/04/2018, entre as 14h42m32 e as 14h59m13s, nas passagens dos minutos 8m13s a demonstra preocupação em assegurar a possibilidade de demonstrar que o veículo circulava no dia do alegado furto, sem que essa questão tivesse sido – como nunca foi – posta em causa pela Ré  - Também a imediata e sistemática disponibilização pelo A de um conjunto de documentos, alguns deles nem solicitados como um talão do ao perito da Ré no decurso da averiguação conforme relatado pela testemunha N. B., no seu depoimento gravado no sistema H@bilus no dia 24/05/2018, entre as 14h59m28s e as 15h42m44s passagens dos minutos 6m12s a 6m33s, 7m35s a, sobretudo por, segundo disse o A, ter sido avisado de que os deveria conservar porque a seguradora tudo pede isto já depois do alegado confere a a perceção clara de que o A, logo após o alegado furto e no decurso da averiguação que a Ré realizou, demonstrou uma preocupação deveras anormal em assegurar a prova de que esteve no lugar do alegado furto e que o carro se encontrava em boas condições antes dele, o que surge como um comportamento anormal para a vítima de um acontecimento real.