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Diversamente, o Impugnante, almejando ver expurgado da ordem jurídica o despacho que contra ele ordenou a reversão da execução fiscal n n 0132201501024086 a correr termos no Serviço de Finanças de Oliveira de Azeméis, peticiona ainda que sem o rigor que uma boa técnica jurídica a extinção daquele processo com fundamento na sua ilegitimidade para a execução, estruturando a respectiva causa de pedir na alegação dos seguintes vícios: ) a sua ilegitimidade para a execução, na medida em que não exerceu a gerência de facto da sociedade executada sendo, por isso, impossível responsabilizá-lo pelo pagamento da dívida exequenda; ) a ausência de culpa pela insuficiência do património societário para solver as obrigações tributárias da executada originária a devedora originária De facto, toda a alegação do Impugnante assenta na falta de pressupostos para a reversão, nunca este tendo colocado em causa as liquidações que estão na génese da divida exequenda.