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202/24 Ao longo dos anos a sociedade apelada quanto ao assunto sujeito a deliberação na Assembleia Gera de 13/12/2016 prestou informações relacionadas com o problema prudencial através de um conjunto de comunicados, que se mostram consignados nos pontos 25, 29, 35, 36, 37, 38, 40, 49, 50, 52, 61, 62, 63 e 80 da matéria de facto provada dando a conhecer ao mercado e aos accionistas a situação de exposição aos grandes riscos públicos angolanos a que estava sujeito, cumprindo os ditames de informação das sociedades anónimas cotadas em Bolsa previstos nos artigos 24 e seguintes do  Igualmente resulta da matéria de facto provada que foi colocada à disposição dos accionistas a proposta apresentada pelo Conselho de Administração para a Assembleia em causa nos autos, a qual incluía o contrato de compra e venda de acções representativas de 2% do capital social do BFA assinada entre o Banco R. apelado e a Unitel e o acordo parassocial assinado entre as mesmas duas entidades e a vigorar após a concretização da venda referido ponto 63 da matéria de Tinham assim os accionistas e particularmente os autores, porquanto para além de terem conhecimento daqueles comunicados participaram, através de um representante, numa reunião prévia à assembleia geral com os administradores da sociedade ré JJ e FF, na qual foi dada a oportunidade de colocarem todas as perguntas e dúvidas que tinham, as quais obtiveram resposta, com excepção de alguma que envolvia violação de confidencialidade, sabendo-se que pelo menos parte delas são as mesmas que o mesmo representante dos autores colocou por escrito na assembleia geral, tudo conforme explicou em audiência de discussão e julgamento o próprio representante, a testemunha EE, que acrescentou não ser capaz de identificar a que questões a que já tinha tido resposta.