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Tal condenação é, para nós, completamente incompreensível, pois, por um lado, é a clara aplicação do disposto n. 2 do artigo 42 do 291/2007, de 21 de agosto, diploma que, conforme a Mm Juiz expressamente refere na Douta Sentença ora em crise, não tem qualquer aplicação na fase em que nos encontramos, entendimento que sufragamos,  e porque, por outro lado, não obstante citar o Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 11/07/2017, segundo o qual a privação se mantém enquanto o responsável não reparar ou indemnizar pela perda total de veículo, uma vez que só com a reparação ou a indemnização cessa o dano e só aí se pode deixar de falar em privação do uso, a verdade é que considera somente o período de 29 dias de paralisação, quando, em boa verdade, a Autora não se mostra ainda, à presente data, ressarcida dos danos sofridos, pois o seu veículo continua paralisado.