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65 – Por fim, em relação ao crédito no montante de 22999,00€, também reconhecido à recorrente, resultou provado que: aa) A "K... – , S.A.” e a ".., Lda.” celebraram um acordo, a 22 de janeiro de 2010, mediante o qual esta se obrigou a realizar a obra de pedreiro, com fornecimento e aplicação dos respetivos materiais, pelo preço de 67000,00 euros, acrescido de IVA à taxa em vigor, referente à construção de um prédio ...); O prédio em causa corresponde ao prédio urbano descrito na  Conservatória do Registo Predial de Vila Nova de Gaia, freguesia de ..., com o número 3545/20080716, constituído pelas frações autónomas designadas pelas letras A, B, , , E, F, G, H, , J, K, , , N, O, P, Q, R, S, T, U, , W, , Y, Z e AA; Relativamente a tal obra, a ".., Lda.” executou os trabalhos descritos nas faturas ...); A insolvente não pagou a quantia de 12000,00 euros, relativa às faturas n.s 495 e 514 10000,00 euros + 2000,00 euros; A ", Lda.” concluiu os trabalhos de pedreiro; A "K... – , S.A.” e a ".., Lda.” celebraram um acordo, a 26 de junho de 2009, mediante o qual esta se obrigou a realizar a obra de trolha, com fornecimento e aplicação dos respetivos materiais, pelo preço de 59000,00 euros, acrescido de IVA ...); Relativamente a tal obra, a ".., Lda.” executou os trabalhos descritos nas faturas ...); A insolvente não pagou a quantia de 9999,00 euros, referente às faturas n.s 543 e 567 3900,00 euros + 6099,00 euros; A obra de trolha em causa não foi concluída, as frações autónomas estavam inacabadas e a obra não foi entregue à insolvente; A ".., Lda.” vedou a obra referida nas alíneas, e e colocou na mesma um aviso de obra a seu cargo, assim como uma porta provisória, cujas chaves tinha em seu poder; As frações autónomas identificadas na alínea não tinham chaves.