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Concluindo-se, desta forma, que a A. logrou provar o fundamento sine qua non do primeiro pedido que efectuava, terá este que proceder na íntegra, sendo o R. obrigado a reconhecer a existência de um contrato de trabalho com a A. desde 23/7/201»  Nesta conformidade, constata-se que, beneficiando a A. da presunção de laboralidade, nos termos sobreditos, sublinhada pela verificação concomitante de diversos outros índices de subordinação jurídica, a R. nada provou de relevante em sentido contrário, designadamente indícios de carácter substancial, não sendo significativos os indícios eminentemente formais atinentes à denominação do contrato, à emissão dos denominados "recibos verdes”, ao regime fiscal e de segurança social próprios dos trabalhadores independentes e ao não pagamento de subsídios de férias e de Natal.