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11, n.s 2, 3 e 4 do Código Penal, e a título de perda de vantagem patrimonial, foram as arguidas condenadas a pagar ao Estado Português a quantia de €5230,7 Inconformada com a decisão condenatória, dela interpôs recurso a arguida B para este Tribunal da Relação, com os fundamentos descritos na respectiva motivação e contidos nas seguintes "conclusões”, que se transcrevem 1:   O recurso foi admitido para subir nos próprios autos, de imediato e com efeito suspensivo.O Ministério Público, em primeira instância, apresentou resposta, defendendo a manutenção da sentença recorrida no que concerne à questão da condenação das arguidas no pagamento da quantia equivalente à vantagem patrimonial obtida com a prática do crime, por a considerar conforme com a jurisprudência dos Tribunais Superiores mais recente sobre tal matéria.