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Na sentença recorrida conclui-se o seguinte: 	"Face aos factos provados nada se apura quanto às diligências e apuramento pelo R. da insexistência de falhas sistémicas, sendo que estava obrigado a assim proceder, e a fazê-lo em sede de instrução do pedido do A., antes de tomar a decisão de inadmissibilidade do pedido e transferência para Itália, o que assim não fez, e por isso, é de concluir quer não deu o devido cumprimento ao exigido pelo Regulamento de Dublin, apurando-se no caso uma situação de défice de instrução, bem como não basta o R. afirmar de que não há falhas sistémicas, para que cumpra o seu dever legal de instrução e de validamente fundamentar o acto impugnado, o que aqui não se verificou, e o que prejudica os demais vícios alegados, porque devendo o acto ser anulado, terá o R. de proferir novo acto em consonância com a lei aplicável.” Contra o que se insurge a entidade recorrente, por entender que o recorrido nada referiu quanto à falta de acolhimento ou que esta se traduziria numa falta de respeito pelos seus direitos, e que no âmbito do procedimento em questão não cabe analisar o mérito do pedido nem os fundamentos em que se baseiam a pretensão do requerente.