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4, al., e 4 da pág.. P. Conforme vem sendo ainda entendido por outra doutrina, «não é de considerar objetivamente violador da honra ou consideração de determinada pessoa a publicação de uma notícia em que determinado facto histórico é narrado com imprecisões fácticas quando essa pessoa, no exercício da sua vida pública, praticou ou foi alvo de facto ou factos similares, idênticos, parecidos ou equivalentes ao noticiado, nas mesmas ou em outras circunstâncias próximas de tempo, modo e lugar.» «Há, na verdade, uma equivalência ou identidade valorativa, apreciada do ponto de vista substancial, entre o «noticiado» e a realidade efetivamente acontecida versada na notícia».