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Nestes termos se decide:  Julgar improcedente o recurso de apelação, interposto pela insolvente e; procedente o recurso de apelação interposto pelo S, em função do que se revoga a decisão recorrida: - na parte em que se qualificou o crédito detido pelo credor B, S.A. emergente de contrato de mútuo, no valor global de € 2791,11 vinte e sete setecentos e noventa e um euros e onze cêntimos), como crédito comum sujeito a condição resolutiva, que se substitui por outra que declara que o mesmo não está sujeito a condição resolutiva e; - lhe reconheceu o crédito no montante de 2775,24 € vinte e três setecentos e setenta e cinco euros e vinte e quatro cêntimos), decorrente do descoberto em conta DO; que se substitui por outra que lhe reconhece um crédito que ascende ao montante global de 2322,27 € vinte e cinco trezentos e vinte e dois euros e setenta e sete cêntimos correspondendo a 2775,24 €, vinte e três setecentos e setenta e cinco euros e vinte e quatro cêntimos de capital e 547,53 € quinhentos e quarenta e sete euros e cinquenta e três cêntimos de juros, tal como reconhecido pelo A.., a que acrescem juros de mora, vencidos e vincendos, sobre o capital, desde a data de declaração da insolvência e até efectivo e integral pagamento e imposto de selo e; Mantendo-a, quanto ao mais.