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Acordam em conferência os juízes da 1 Secção do Tribunal Central Administrativo Norte:RELATÓRIO AAAM veio interpor recurso do acórdão pelo qual o TAF do Porto julgou improcedente a presente acção administrativa especial intentada contra a Administração Central do Sistema de Saúde, IP, pedindo que seja anulado o acto que não a aprovou e que seja o R. condenado a aprová-la no âmbito de concurso de habilitação ao grau de consultor da carreira médica hospitalar aberto pelo aviso n. 848/200 Conclusões da Recorrente: a) O acto impugnado padece de diversos vícios que, a final, devem conduzir à sua invalidade, bem como, à condenação da Ré ACSS à prática do acto legalmente devido, que se consubstancia na deliberação de aprovação da Autora, aqui Recorrente, no âmbito do concurso em apreço, sendo lhe atribuída, no que aos factores "A) a” e "A) ” diz respeito, a classificação de, respectivamente, 10 e 1, alterando-se assim a classificação final total para 13, b) Na verdade, as únicas partes consideradas legítimas na presente lide – Autora e Ré ACSS – concordam com tal conclusão, pois é a própria Ré ACSS, aqui Recorrida, a assim o confessar e admitir – cfr.