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GG - Indesmentível surge igualmente a circunstância de que a composição dos quinhões foi realizada por acordo entre todos e que tal acordo se consubstanciaria na adjudicação dos talhões onde estavam instaladas benfeitorias a cada um dos Interessados, entre os quais a Recorrida, e que as verbas que foram adjudicadas à Recorrente o foram para permitir que continuasse a viver na casa que sempre foi sua habitação e de forma a que continuasse a receber a pequena renda proveniente do arrendamento que onera o outro imóvel, fundamental para a subsistência da Recorrente, revelando-se outrossim desrazoável que a Recorrente, com as condições económicas que detém, aceitasse tais adjudicações com a correspondente obrigação de pagamento de tornas de dezenas de milhares de euros aos restantes, montante que não tinha, nunca teve ou jamais terá, revelando-se claro que somente aceitou as mesmas perante o pressuposto essencial, de resto asseverado quer pela Recorrente quer pelo outro Interessado F, de que as tornas nunca seriam reclamadas, importando ainda frisar que a Recorrida esteve presente em todas estas incidências vindas de descrever, nunca manifestou oposição ao acordo por todos alcançado, não reclamou tornas quando notificada para o efeito nem se opôs a nenhuma das pretensões de alteração do mapa de partilha, quer directamente quer por realização de segunda avaliação, que veio mesmo a ocorrer com a sua anuência.