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Todavia e, conforme resulta à evidência demonstrado, os imóveis garantes da obrigação ora reclamada apenas vieram a ser vendidos em 2018, no âmbito do referido processo de insolvência.” E em abono desta sua posição, citou, com pertinência, o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 19/06/2019, Processo 1025/15T8PRT.PS1 Conselheiro Bernardino onde se lê que, "Numa livrança em branco, o prazo de prescrição de três anos previsto no artigo 70 ex do artigo 77, da LULL conta-se a partir da data de vencimento que venha a ser aposta no título pelo respectivo portador, quer essa data coincida ou não com o incumprimento do contrato subjacente ou com o vencimento da obrigação subjacente, nomeadamente quando esse vencimento decorre da insolvência do subscritor, em conformidade com o preceituado no artigo 91, n. 1, do CIRE.” Só podemos sufragar este entendimento, pelo que bem andou o Exmo.