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estava interessado na compra; Depois de negociações, propôs-se então a Autora adquirir a viatura, em seu nome pessoal, dado que na altura precisava de se deslocar de automóvel para locais distantes uns dos outros, dentro da cidade de Lisboa, e mesmo para o Algarve; O preço acordado foi de € 1150,00 Iva incluído), que a Autora aceitou pagar em 34 prestações mensais, garantidas por cheques pré-datados, com início em 12-1-2004; Em consequência, os cheques da A. foram sucessivamente apresentados a pagamento pela Ré B e pagos pontualmente, de 12 de Janeiro de 2004 até 12 de Outubro de 2006; A Autora recebeu inclusive um contrato de compra e venda, e devolveu-o à Ré B, devidamente assinado por si, mas a B nunca lho devolveu, ao contrário do combinado, por haver desacordo sobre a necessidade adicional de preenchimento de uma livrança; Sucede ainda que o jeep se encontrava retido na oficina automóvel da sociedade Entreposto, nos Olivais, em Lisboa, onde fora colocado para ser reparado, pelo João ., irmão da Autora, sem que contudo este tivesse pago a reparação; Pretendendo honrar essa dívida e porque o carro lhe iria pertencer, a A. deslocou-se à referida oficina, procedeu ao pagamento da reparação em dívida, que era de € 754,77, e saiu com a viatura em 202004, Qual não foi o espanto da A. quando se apercebeu que a Ré em violação do acordado, emitiu os documentos da viatura em nome do irmão da A., e não no nome desta; Este erro, inteiramente imputável à Ré, causou à A. grandes prejuízos e incómodos; Instaurou então a A., contra a Ré, o Proc.