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Com efeito, é atualmente unânime, e diríamos, tendencialmente pacífico, o entendimento jurisprudencial no sentido de que ao requerer a certidão do pedido de escusa formulado pelo patrono judiciário que lhe havia sido nomeado, o Requerente exerce o seu direito à informação procedimental, e tem, por ser parte interessada desse processo de nomeação, o direito de aceder aos elementos procedimentais referentes ao pedido de escusa, sem que, para tanto, tenha que demonstrar qual o concreto interesse para a sua pretensão neste sentido, os Acórdãos do Tribunal Central Administrativo Norte de 202020, proferido no processo n. 03341/10BEPRT e de 102019, proferido no âmbito do processo n. 2167/12BEEPRT; os Acórdãos do Tribunal Central Administrativo Sul de 202015, proferido no processo n. 12723/15, de 202017, proferido no processo n. 13352/16 e de 212017, proferido processo n. 1769/19BELSB; todos disponíveis em www.dgsi.pt.