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Isto é, o artigo 163, n 2 do Código de Processo Penal é aplicável não só à convicção livre e racional do juiz enquanto processo interior mas racional de convicção e posterior motivação, também à apreciação probatória feita pelo tribunal relativamente a vários e diferentes meios probatórios, com uma obrigação legale científica de fundamentar devidamente a não-aceitação da opinião pericial e o dar prevalência à "opinião” divergente constante de qualquer outro meio de prova.»  Repete-se: «havendo discrepância entre a opinião pericial e a opinião de um qualquer médico que seja testemunha, prevalecerá sempre a opinião pericial, anão ser que o tribunal fundamente, com a razão e os conhecimentos técnicos e científicos implicados no caso, a divergência da opinião pericial, se assumir como sua a "opinião” não qualificada de uma testemunha ou se optar por uma visão científica ou técnica própria.