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Consideram, ainda, que a sentença não se pronunciou sobre factos essenciais, relevantes, que deveriam constar dos factos provados e que, subsequentemente, a decisão a proferir deve considerar tais factos, a saber: "a. O Requerido e a Assistente são casados há 34 anos, b. O Requerido e a Assistente contraíram casamento no dia 11 de maio de 1987 sob o regime imperativo de separação de bens, O casamento entre o Requerido e a Assistente ocorreu após 6 anos de vida em comum ou união de facto, A relação entre o Requerido e a Assistente subsiste há mais de 40 anos, e. A instauração de um processo crime, traduzido numa queixa crime apresentada em 09 de março de 2020, pela Assistente contra a aqui Requerente e a neta do Requerido e ainda contra o ex-cônjuge da Requerente, pela prática de diversos crimes de ofensa à integridade física, violência doméstica, ameaças e injúrias, f. O Tribunal a quo, no momento em que proferiu a decisão sub iudice tinha conhecimento do processo-crime, g. Em momento anterior a instauração do processo, já o Requerido e a Assistente receavam a Requerente e demais familiares pelo respetivo comportamento agressivo e intimidatório exercido contra o Requerido e a Assistente, h. O comportamento agressivo e intimidatório, concretizaram-se na prática dos factos denunciados na queixa-crime, Em 25 de março de 2020 data da citação do, Requerido e Assistente tomaram conhecimento do processo de maior acompanhado, ou seja em data posterior à apresentação da queixa crime, j.