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; Essas dores agudizam-se quando o demandante efetua movimentos mais acentuados ou maior esforço; À data de 24/10/2017 o demandante era um homem alegre e trabalhador e além das dores e limitação de mobilidade já sentidas a nível das articulações da anca e dos joelhos e da amputação da falange distal do polegar esquerdo, não padecia de qualquer outra doença; À data de 24/10/2017 o demandante tinha 62 anos de idade nasceu a 26-06-1955; Agora, sente-se desmotivado, desgostoso, inferiorizado e complexado; E com níveis de ansiedade e stress pós acidente muito elevados sintoma subjacente ao referido Síndrome comocional pós-traumático”); Tem pesadelos constantes, que lhe perturbam o seu sono; Tem consciência que a sua vida mudou para pior; Sofre de mal-estar clinicamente significativo, com repercussões graves ao nível do funcionamento pessoal e familiar; Os estímulos associados com o trauma são persistentemente evitados pelo demandante, como seja a repulsa deliberada de conversas a propósito do acontecimento traumático; Manifesta uma irritabilidade e acessos de cólera em ambiente familiar e conjugal, sobretudo em situações de frustração por não conseguir ter o desempenho como o que tinha antes, na realização das mais variadas tarefas do dia-a-dia sintoma subjacente ao referido Síndrome comocional pós-traumático”); As cicatrizes descritas na factualidade dada como provada, juntamente com a deformidade da abóbada craniana decorrentes do acidente e a claudicação da marcha consubstanciam um dano estético permanente fixável no grau 3, numa escala de sete graus de gravidade crescente; .