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A Ré apresenta contestação, invocando a exceção de caso julgado, com a seguinte alegação: na ação executiva n 684/14 T8CBR-A, instaurada pela aqui Ré contra os aqui autores, atualmente suspensa por acordo das partes, os executados vieram deduzir oposição, com fundamento em que, encontrando-se a exequente na posse do prédio desde 1997, tendo dele feito uma utilização inadequada, não valendo o prédio mais de 7000,00 €, que o imóvel à data do negócio anulado, sem os estabelecimentos comerciais, valia 13000, 00 € e que estando os executados desde então privados da posse do prédio, estar-se-ia a permitir um enriquecimento sem causa; em tal oposição, foi proferida sentença na qual foi decidido que a exequente, aqui ré, apenas está em condições de restituir em espécie o imóvel, não podendo exigir a restituição do valor respeitante aos estabelecimentos e respetivos juros, e da quantia despendida a título de benfeitorias; quanto às pretensões indemnizatórias dos executados ora autores, relativas ao gozo do imóvel e dos estabelecimentos, a sentença proferida decidiu não existir fundamento legal, decisão esta que foi confirmada por Acórdão da Relação, tal decisão transitou em julgado, não podendo os autores vir agora peticionar indemnização, já há muito peticionada, para se frustrarem, mais uma vez, ao pagamento da quantia devida à Ré.