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Pelo Perito do Tribunal e da Seguradora, tendo em atenção as lesões presentes de rigidez do tarso e da sub-astragalina não são sequelas suficientes para a atribuição de IPATH, aliás, tal posição também assumida pela Médica do INML, tendo ainda em atenção a data do acidente de 200 ...)».Por fim, o M Juiz "a quo”, por não julgar necessários outros esclarecimentos, em 202019, proferiu "Decisão”, que terminou do seguinte modo:  "Destarte, aplicando os citados normativos e nos termos do disposto no artigo 145 do P.T, julga-se parcialmente procedente o presente incidente de revisão de incapacidade e em consequência decide-se: a) Que a sinistrada , em consequência do acidente de trabalho em apreço nos presentes autos, se encontra afectada de uma desvalorização permanente parcial para o trabalho de 34,752%, com incapacidade permanente absoluta para o trabalho habitual desde 11 de Abril de 2018; b) Condenar a responsável B- Companhia de Seguros, S.A. a pagar à sinistrada  a pensão anual, vitalícia e actualizável no montante de €391,48, a ser paga mensalmente até ao 3 dia de cada mês e no seu domicílio, devida a partir de 11 de Abril de 2018, correspondendo cada prestação a 1/14 da pensão, bem como o subsídio de férias e de Natal, cada um igualmente no valor de 1/14 da pensão anual, a serem pagos nos meses de Junho e Novembro de cada ano, respectivamente, devendo a essa pensão anual de €391,48 ser deduzido o valor da pensão anual inicial de €472,92 sendo o valor a receber pela sinistrada os remanescentes €918,56 = €391,48 - €472,92) até se mostrar deduzida a totalidade do capital de remição de €2898,38 já recebido pela sinistrada, e acrescendo sobre o respectivo diferencial de €918,56 juros de mora à taxa legal de 4% ao ano, a calcular sobre o referido diferencial a partir de 11-04-2018 até integral e efectivo pagamento. )