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Como fundamento da dedução destes pedidos, alegou o seguinte: - Por contrato que denominaram de subcessão de exploração a Autora deu à Ré a exploração das instalações e serviços da zona de restauração do posto de abastecimento de combustíveis e lubrificantes e suas instalações conexas no eixo norte/sul, sentido sul /norte; - O contrato tinha a duração de 5 anos, cessando em 312017; - Nos termos da cláusula 2, extinguindo-se o contrato, a Ré teria 30 dias para desocupar a zona de restauração, entregando-as à Autora, devendo, um ano antes do termo, efetuar uma relação das reparações necessárias e dos móveis e equipamentos avariados ou em falta, procedendo à sua reparação ou reposição; - Durante o ano de 2017 a Autora interpelou várias vezes a Ré para dar cumprimento ao disposto na referida cláusula 2 o que nunca aconteceu, por a Ré entender que o contrato se renovou automaticamente por mais 5 anos; - A Autora só veio a ter acesso ao espaço em cumprimento de decisão do procedimento cautelar que, entretanto, interpôs, não tendo sido restituídos todos os equipamentos que compunham o estabelecimento e existindo outros danificados.