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Alega o Ministério Público, ora recorrente, que foi dado como não provado que o indivíduo "tentou retirar com força a carteira que F trazia numa das mãos e que continha a quantia de €265,00, não concretizando tal propósito, porque o ofendido ofereceu resistência” e que "De qualquer modo, o arguido retirou com força uma nota de €5,00, que, naquele instante, F tinha na mão.” Porém, o Tribunal a quo nada diz na motivação da decisão sobre como formou a sua convicção para a não valoração daqueles factos, pelo que, tendo presente o disposto no artigo 37, n. 2 e, bem assim, o disposto no artigo 37, n. 1, alínea, ambos do Cód.