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Alegou, em resumo, que em conjunto com os seus irmãos e representados detém uma quota de € 748,20 correspondente a 1/3 do capital social da sociedade R., que o restante capital social é detido por, seu tio, atual gerente da R., que no passado dia 7/6/2019 ocorreu uma assembleia geral da R. e aí foram tomadas deliberações sem que à A. e aos seus representados houvesse sido facultada a informação mínima para compreensão e tomada de posição sobre os assuntos que constituíram a respetiva ordem de trabalhos, que as deliberações tomadas nesta assembleia violam normas imperativas e que o sócio gerente pretende, por efeito delas, retirar da sociedade o máximo de disponibilidades financeiras em claro prejuízo dos interesses sociais e dos sócios, o que configura uma situação de voto abusivo do sócio-gerente e de abuso de direito.