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da instância, terminando a sua alegação com as seguintes conclusões, que aqui se reproduzem: – O presente recurso de apelação é interposto do despacho que indeferiu a pretensão da Apelante solicitada através de requerimento datado de 312018, de alteração do pedido formulado em na petição inicial, bem como da sentença que absolveu os Apelados da instância, por preterição de litisconsórcio necessário, ambos proferidos em 002019 pelo Tribunal a quo; – A requerida solicitou em requerimento datado de 312018 a alteração do pedido efetuado em na petição inicial, conferindo-lhe uma nova redação final, de modo a acrescentar-se às "Telas Promocionais” e "Telas Intermédias” que aí já constavam, a menção a "outras” telas; – A pretensão da Apelante em ver no pedido da petição inicial a referência a "outras” telas mostra-se já contida em potência na pretensão anteriormente deduzida, ou seja, a ampliação requerida já se mostrava virtualmente incluída no pedido inicial, consubstanciando-se num desenvolvimento ou consequência do mesmo; – O Tribunal a quo deveria, pois, ter deferido a referida modificação do pedido da petição inicial e, ao não o fazer, fez errada aplicação do artigo 265 do CPC.