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Argumenta a recorrente que o tribunal não teve em conta que "pode vir a ser envolvida em processos e reivindicações”, a serem suscitados pelo Sr. F. Porém, não concretiza a que "processos e reivindicações” se refere, nem nós os lobrigamos, sendo certo que a recorrente não realizou nenhum negócio com o referido F e, de acordo com a sua versão dos factos, nenhuma responsabilidade lhe pode ser imputada pelo facto de o actual dono da viatura não conseguir o registo da propriedade em seu favor, pois a pessoa ou pessoas  e que terão estado na origem deste imbróglio não têm, e nunca tiveram, qualquer ligação com a "B, da” que, como se evidencia por este procedimento cautelar, tem diligenciado no sentido de repor a verdade.