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Impõe-se-nos, em suma, concluir: - que ficou por discriminar a prova ou não prova do facto, relevante para a decisão da causa, de a máquina vendida pela Impugnante ter sido levantada e transportada para Vigo pela Transportadora E. Lda, por conta da compradora S. SL, o que resulta em nulidade da sentença nos termos da conjugação dos artigos 123 n 2 e 125 n 1 do CPPT; - que não é possível suprir essa nulidade com recurso ao disposto no n 1 nem é caso de aplicação das alíneas e do n 2 do artigo 662 do CPC; - pelo que se torna necessário alargar a pronuncia do tribunal a quo à prova daquela matéria de facto, desde logo mediante a inquirição das testemunhas indicadas pelo Impugnante.