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..." Fim da transcrição  O Recorrente não concorda com o assim decidido, e enfatiza esse seu entendimento no facto de que, para que o Fundo de Garantia Salarial assegure, em caso de incumprimento pelo empregador, o pagamento ao trabalhador de créditos emergentes do contrato de trabalho e da sua violação ou cessação, é necessária a existência de uma relação laboral, e que não constatou existir entre o Autor e a sua invocada entidade patronal quaisquer evidências de existência de contrato de trabalho, por não ter o mesmo no período de 02 de janeiro de 2014 e 30 de setembro de 2014,  a qualificação de trabalhador da entidade empregadora, e que a sua intervenção do FGS pressupõe a existência de um contrato de trabalho, nos termos regulados pelo artigo 1 e seguintes do Código de Trabalho, e assim a existência de subordinação jurídica, que se concretiza através dos poderes de direção e disciplinar, entre a entidade empregadora e os seus trabalhadores, e que também o Autor não provou ter requerido o reconhecimento dos seus créditos salarias no âmbito do processo de insolvência da sua entidade patronal.