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A 102011, J ea celebraram um contrato promessa de compra e venda, que teve por objecto uma fracção autónoma, constituída por um andar Tipo2, designada pela letra F, destinada a habitação, localizada no rés-do-chão esquerdo da entrada B, lote 9, constituída por hall, corredor, cozinha, sala de estar, dois quartos, duas casas de banho, uma varanda, terraço, garagem individual n 6, situada na cave, sótão situado no último andar, descrita na CRP de Lamego sob o n 1945-F e inscrito na matriz predial sob o artigo 3172, actualizada sob o artigo 3689-F, freguesia de  ...), concelho de  ...), com a licença de utilização n 52/1  NN) Da cláusula 4 do contrato promessa, o pagamento foi efectuado da seguinte forma: em 102011, J entregou à insolvente, a título de sinal e princípio de pagamento, a quantia de €4000,00, tendo a promitente vendedora, aqui ré, dado a respectiva quitação; em 202011, J entregou à insolvente, a título de reforço de sinal, a quantia de €2000,00, tendo a promitente vendedora dado a respectiva quitação; o remanescente do preço, na quantia de €3000,00 seria paga até ao acto da escritura de compra e venda.