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Só que a Ré não tem esse direito, pois à luz do artigo 20 do Regulamento aplicável, nunca esteve em condições subjectivas de poder beneficiar e arrogar-se a tal direito, não preenchendo os pressupostos e requisitos parta o efeito – Artigo 20 do Regulamento Municipal, publicado no DR n 106 – 2 série de 3 de Junho de 201 Isto é, a Ré nunca integrou o agregado familiar das arrendatárias falecidas, nem com estas coabitou, tão-pouco manifestou a intenção de ter passado a fazer parte do agregado em vida, nos termos e para os efeitos do artigo 20 do R. Por sua vez, a Ré alega ter direito a suceder às anteriores arrendatárias/promitentes compradoras na qualidade de herdeira, porquanto será o que resulta que uma 3 versão de um contrato de arrendamento/promessa de compra e venda que o Município terá celebrado com as falecidas.