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A requerenteapelou da sentença, tendo apresentado alegações em que formulou conclusões meramente repetitivas das alegações e que assim se sintetizam: a) O tribunal a quo, nos cálculos que efetuou para apurar o rendimento mensal do agregado familiar do menor Daniel, integrou os subsídios de férias e de Natal; b) Ora, o cálculo de apuramento do rendimento mensal do agregado familiar do menor deve, a fim de aderir à vida real, apenas dizer respeito aos 10 meses em que não sofre a influência dos pagamentos dos subsídios de férias e de Natal, ou seja, para o cálculo do apuramento do rendimento mensal ilíquido do agregado familiar do menor Daniel, em primeiro lugar haveria que se ter dividido o montante do rendimento anual ilíquido desse agregado por 14 meses, para que dele fossem expurgados os montantes dos subsídios de férias e de Natal, apurando-se o verdadeiro rendimento ilíquido mensal do agregado do menor e, posteriormente, aplicar-se-ia a escala de equivalência constante do art.