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Mas, para além disso, testemunhas como GG - vizinho do casal durante cerca de quinze anos e padrinho do filho ZZ e que, pelo mesmo até 2017, frequentava com regularidade a casa do casal - e UU - que habita na casa contígua à casa do casal desde 2007 -, que não apresentam qualquer motivo, objectivamente identificável, para prejudicar a arguida, não se aperceberam de qualquer facto que indiciasse a existência de um conflito familiar entre AA e O primeiro, amigo íntimo dos dois, referiu nunca ter presenciado discussões entre estes, tendo a segunda depoente asseverado que, não obstante a proximidade física com a casa, nunca, até ao dia dos factos, havia ouvido discussões entre o casal.