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28) Ponderado o alegado pela Ré é manifesto que o direito de retenção e de utilização do locado é superior ao direito da Autora, designadamente o da entrega do prédio pela via da pretendida substituição do direito de retenção; 29) Assim, ainda que não estivesse em discussão a subsistência do arrendamento, nunca a caução oferecida em substituição do direito de retenção pode ser admitida; 30) Ainda que o fosse, o montante oferecido também não seria suficiente; 31) O montante oferecido é igual ao montante reclamado pela Ré; mas entretanto vêm correndo juros de mora legais de 4%; e o litígio poderá durar muitos anos; 32) A Autora, uma vez que lhe seja entregue o prédio, pode dar-lhe o destino que quiser, designadamente vendê-lo; e chegado o momento de efetuar reforços da caução a Autora pode não os fazer; 33) A Ré, nessa altura poderá readquirir o direito de retenção; Mas nessa altura, será tarde: a Ré já se terá extinguido e o prédio não será da Autora; 34) A Ré deve ser permitido manter o direito de retenção e de exploração do locado enquanto lhe não for pago o devido; 35) A douta decisão recorrida não se pronunciou sobre qualquer uma destas questões; Assim, 36)- Por mera cautela e a título subsidiário, para o caso de provimento do recurso sobre a questão do arrendamento sem, a Ré pretende que sejam apreciadas estas questões, pelo que requer a ampliação do recurso; 37)- Estas questões têm um elevado grau de evidência, designadamente no tocante ao montante das indemnizações julgado por decisões transitadas em julgado;  38)- Mas, eventualmente, podem tais questões não ser susceptíveis de apreciação sem a produção de prova; Nesse caso, deverá esse Venerando Tribunal ordenar que os autos baixem à Ia Instância para a produção de prova e decisão sobre as mesmas; 39).