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Como refere o Ilustre Juiz Conselheiro Jorge Lopes de Sousa, no seu CPPT anotado e comentado,  edição anotação 9 ao artigo 1), é o critério do juiz que prevalece no que concerne a determinar quais as diligências que são úteis para o apuramento da verdade, sendo inevitável em tal determinação uma componente subjetiva, ligada à convicção do juiz; o que não significa que a necessidade da realização das dilig��ncias não possa ser controlada objetivamente, em face da sua real necessidade para o apuramento da verdade, em sede de recurso Jorge de Sousa, in CPPT anotado e comentado, páginas 168 e.  Cabe fazer alusão ao decidido pelo STA, no seu acórdão de 05/04/2000, proc.