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2 - Nos presentes autos de ação administrativa, colocam-se ao conhecimento do tribunal as seguintes questões: ) Ilegalidade da decisão proferida pelo IFAP, no sentido de resolver o contrato de financiamento firmado com a autora; ) Condenação do réu a, por via de repristinação do ato primário ou prática de novo ato administrativo, considerar elegível a atribuição do financiamento de € 12192,0 3 - A fundamentação da pretensão da recorrente assenta de facto nos seguintes aspetos: - Ilegalidade da revogação da prévia de decisão que aprovou a candidatura, que tem ínsito o respetivo enquadramento no programa PROMAR, e respetivo Eixo prioritário; - Errada interpretação e aplicação do Direito, no que respeita ao enquadramento do projeto e do promotor, bem como pela irrelevância do facto de o espaço em que o projeto foi executado se encontrar cedido na sua exploração a entidade terceira; - Falta de fundamentação; - Violação do direito de audiência prévia e usurpação de poder.