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1) é recente e tem entre os seus riscos, mesmo remotos, as sequelas de que ficou a padecer a A. Recorde-se que a violação de um dever de precaução, consubstanciada numa omissão de informação, permite se prescinda do nexo de causalidade entre uma ação médica e um dano em ordem a estabelecer uma obrigação ressarcitória, pois que mesmo não estabelecidos cientificamente os riscos de certa atividade, caso o profissional de saúde omita o dever de informação de riscos incertos, mas plausíveis e graves segundo determinado setor dissonante da maioria minority,) verifica-se dever de indemnizar em caso de dano2 Há, ainda, que apurar se esses riscos foram transmitidos à A., sendo certo que não basta alertar para "as consequências mais frequentes e previsíveis dos procedimentos propostos” art.