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A essa data PC tinha 4 anos de idade e SC fez um pedido de intervenção junto da CPCJ nos seguintes termos:  - SC vivia em casa dos pais com o seu filho PC; - porém, desde tenra idade PC passava fins de semana e algumas temporadas com os tios-avós, maternos, com quem desenvolveu fortes laços afectivos; - com efeito, SC permitiu que PC passasse a viver, de facto, com os tios-avós, que não tinham filhos e com quem SC achava que PC estava bem; - sucede que, àquela data - Novembro de 2002 - SC pretendia sair de casa dos pais e ir viver com um novo companheiro - - e, por isso, manifestou a vontade de passar a ter o menor PC a viver consigo; -porém, os tios não apreciavam a pessoa de , rejeitando-o mesmo, e recusaram-se a entregar o menor à mãe porque entendiam que PC não iria ficar bem; - os pais e os irmãos de SC tomaram a mesma posição dos tios-avós.