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Aliás, disso mesmo se dá conta no acórdão do Tribunal Constitucional n. 309/2016 acima mencionado, onde se realça um interesse de ordem pública no reconhecimento dos progenitores biológicos, enquanto relevante princípio de organização jurídico-social, tal como declarado no acórdão n. 401/2011 desse mesmo tribunal: "O grau de importância e de intensidade valorativa que o Acórdão n. 401/2011 deu à segurança jurídica, no processo de ponderação dos interesses concorrentes com o direito à identidade pessoal, assentou na seguinte fundamentação: «Mas, já num plano geral, não é possível ignorar que a constituição e a determinação integral do vínculo de filiação, abrangendo ambos os progenitores, corresponde a um interesse de ordem pública, a um relevante princípio de organização jurídico-social.