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Por fim, impõe-se apreciar a seguinte questão suscitada pela empregadora recorrida: Na sua resposta a recorrida veio alegar que no que concerne ao gozo de férias, a posição do trabalhador é de uma má fé substancial absoluta; sempre gozou as suas férias atempadamente como todos os outros trabalhadores; para prova de que faltou à verdade nas suas peças processuais e neste recurso, solicita a este tribunal a leitura de várias folhas de onde retira que o A. esteve de férias durante determinados períodos dos anos de 2016 e 201 Mais refere a recorrida que "se bem que não estejamos a recorrer da douta sentença, a verificação deste facto mesmo à posteriori – o exercício do direito de férias que o Tribunal não deu conta ter existido – deverá ser compensado a título de má-fé em indemnização do mesmo valor” e termina dizendo que o A. deverá ser condenado por má fé na quantia de €1000,0 Pois bem, a recorrida vem invocar a atuação de má fé por parte do trabalhador recorrente no que concerne ao gozo de férias, no entanto, fá-lo não com base nos factos apurados mas antes em documentos dos quais, no seu entender, resulta o gozo de férias e para concluir que a verificação do exercício do direito a férias que o tribunal não deu conta ter existido, deverá ser compensado a título de má fé em indemnização do mesmo valor.