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Tal fica patente quando se prova que "A AA tem medo de contrariar o pai e, quando está em casa da mãe nos últimos meses de acompanhamento pela equipe do HD...) está sempre em stress, a olhar para o relógio, para não se atrasar a chegar a casa do Pai, por este não gostar que ela venha tarde” ponto 81 dos factos; e que  "Depois de 4 de Maio de 2020, a AA chega à companhia da mãe contraída, relaxa ao longo do dia e, ao aproximar-se a hora de ir para a residência do pai, manifesta sinais de tensão, para não chegar atrasada” ponto 113 dos factos bem como,  "Quando o pai da AA, FF e estão presentes, como tem sucedido nas presenças e convocatórias em Tribunal, as mesmas não se aproximam da mãe, estando presente a mesma” ponto 103 dos factos; e ainda  "A AA, na primeira sessão de audiência de discussão e julgamento, depois de ter sido ouvida pelo tribunal, encontrando-se o pai a prestar declarações, aproximou-se da mãe – que se encontrava no referido átrio - e, a partir de determinada altura, encostou-se ao tronco da mãe, assim permanecendo até ao encerramento da sessão da manh��” ponto 104 dos factos sublinhado nosso;  Tais factos estão longe de expressar uma relação de à vontade na relação entre o pai e a menor, pelo contrário, são sim reveladores de um certo temor...  Foi aqui evidente para o Tribunal de primeira instância os constrangimentos pelos quais esta menor passa ao "querer expressar à mãe o quanto a ama e sentir-se condicionada pela presença do pai”...  Assim sendo, e face à factualidade provada, o dever do Tribunal é o de julgar com base nos factos provados e é naturalmente isso que se pede ao Tribunal, mas que o faça com uma avaliação e interpretação critica e não ignorando pequenas subtilezas que não devem nem podem ser desvalorizadas...  Dizer apenas que a menor a partir de Março de 2020, passou a rejeitar a residência alternada é simplesmente ignorar tudo o resto que ficou provado e não provado.