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Juiz a quo também considera que o facto das moradias edificadas pelos Terceiro e Quarto Réus sobre o terreno da Autora terem um valor patrimonial superior a este último representa um caso de acessão do tipo referido;  xvi) Contudo e como muito bem refere a mesma, a aplicabilidade total do instituto pressupunha que os Terceiros e Quarto Réus estivessem de boa-fé, o que no caso concreto não sucedia, porquanto como bem diz na sentença recorrida "da instrução do processo decorre que os 3 e 4 réus se propuseram adquirir terreno ao 1 réu, sabendo, ou podendo saber, que este não possuía título algum”, na medida em que "a proposta de venda do 1 réu adveio ao seu conhecimento por intermédio da filha e irmã dos réus, a solicitadora Cláudia, que se propunha viabilizar formalmente a alienação, mediante justificação notarial do direito.”  xvii) Em suma, e como os Venerandos Desembargadores terão oportunidade de se aperceber, a conduta dos Recorrentes Adquirentes é incomparavelmente mais gravosa que a dos Justificantes com quem estavam conluiados, pois como se aperceberão foi a filha e irmã dos Recorrentes Adqurirentes, neste caso a Solicitadora Cláudia, quem tratou da documentação necessária para a Justificação Notarial celebrada pelos Justificantes, quem promoveu o negócio entre os Justificantes e a sua Mãe e Irmão antes mesmo da Justificação, quem arranjou as Testemunhas para comprovar que os factos justificados eram verdade, quem aconselhou e validou a aquisição efectuada pelos seus familiares;  xviii) E é precisamente o conhecimento pelas duas Mmas.