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Debruçando-se, por aquela ordem, sobre as questões identificadas, o Tribunal a quo concluiu pelo despedimento ilícito da autora na consideração dos entendimentos seguintes: ) Não estar demonstrada a impossibilidade superveniente, absoluta e definitiva da autora prestar o seu trabalho à Ré e de esta o receber, inexistindo fundamento para a declaração de caducidade do contrato de trabalho comunicada por esta última àquela primeira; )   Ter a Ré actuado com abuso de direito ao comunicar à Autora a caducidade do contrato de trabalho, quando "adoptou um comportamento que criou expectativas à A., que se mantiveram desde Maio de 2013 a Julho de 2016”,  ou seja, a "expectativa e alternativa para trabalhar na R.  desempenhando tarefas de”, pois  "diligenciou e encontrou um trabalho alternativo” que "a A. não obstante não concordar com a alteração das funções, passou a desempenhar e exercer as mesmas, não se recusando a fazê-las”.