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Aliás, face às considerações tecidas relativamente aos factos não provados, e, não se vê como possa ter sido dado como provado que o Recorrido «Passou a ter necessidade de tomar tranquilizantes, «..» e «..« por forma a proporcionar momentos de relaxamento e permitir dormir, descansar, para não pensar na situação em que se encontrava.» Facto Provado n, desde logo porque o Recorrido não juntou qualquer prova documental para o efeito, mas também porque não está demonstrado no processo quais os efeitos terapêuticos e as indicações médicas desses fármacos  Vejamos: Os factos provados 17 a 23  não correspondem a juízos técnicos da medicina ou enfermagem, são factos que o julgador pode apreender e captar mesmo sem recurso a peritagem ou a prova documental, sendo perfeitamente suficiente a prova testemunhal indicada na douta sentença recorrida, desde que sincera e credível, discordando-se, como tal, da argumentação avançada pelo Recorrente para abalar a convicção formada pela 1 instância, que goza da oralidade e imediação da prova produzida quanto a esses factos, que, por isso, se dão como provados.