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B) – O Recorrente intentou, em nome das suas associadas, ação administrativa emergente de contrato de trabalho em funções públicas, com vista o reconhecimento de situações jurídicas subjetivas diretamente decorrentes de normas jurídico-administrativas e do contrato de trabalho em funções públicas, ao abrigo do disposto no art.3, n. 1 alíneas,,, e do Código de Processo dos Tribunais Administrativos, aprovado pelo Decreto-Lei n. 214-G/2015, de 02/10, ) – O Recorrente formulou, entre outros, o seguinte pedido: "ser a Ré condenada: a) – a reconhecer o direito das Representadas do Autor a receberem o suplemento remuneratório abono para falhas desde, respetivamente, 31-03-1999 e 26-11-2008 até à presente data e doravante, sempre e enquanto perdurarem as funções pelas mesmas exercidas de cobrança e guarda de valores, independentemente dos sectores de atividade nos quais exerçam tais funções; b) – ser a Ré condenada a proceder ao pagamento dos valores em dívida a título de abono para falhas, no prazo máximo de 10 dias a contar da data do trânsito em julgado da sentença que vier a ser proferida, bem como dos juros vencidos sobre os valores em dívida e vincendos até efetivo e integral pagamento;” ) – O Tribunal a quo suscitou oficiosamente a exceção dilatória inominada consubstanciada na questão impeditiva do conhecimento do mérito da causa, que integra a proibição vertida no n. 2 do artigo 3 do CPTA.