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– ULSAM, EPE -, de;  ooo) A segunda e terceira destinaram-se a correcção da fractura e a aplicação de enxerto ósseo;  ppp) Todas essas intervenções cirúrgicas foram precedidas de análises clínicas e de igual número de anestesias gerais;  qqq) Posteriormente, o Autor frequentou tratamento de fisioterapia, na Policlínica , Lda., em, ao longo de cem sessões, durante um período de tempo de quatro meses, consubstanciadas em aplicação de massagens, calores húmidos e exercícios físicos, para refortalecimento muscular e para recuperação funcional;  rrr) No dia 10 de Dezembro de 2010, o Autor obteve alta clínica;  sss) No momento do acidente e nos instantes que o precederam, o Autor assustou-se;  ttt) Em consequência do embate e da queda, o Autor ficou a padecer, ao nível da manipulação e preensão, de impotência funcional para o movimento de preensão com a mão esquerda diminuição da força, de dores no punho esquerdo e em todos os dedos da mão esquerda, hipovisão à direita, com tremor esporádico na pálpebra superior do olho direito e lacrimejo também esporádico no mesmo olho, hipostesia na face mucosa do lábio inferior e olho vermelho bilateral;  uuu) Ficou com uma cicatriz nacarada linear localizada na face mucosa do lábio inferior e com uma cicatriz cirúrgica, com 18 centímetros de comprimento, localizada na face anterior do terço inferior do antebraço;  ) Ficou com rigidez na articulação do punho, com o movimento de extensão abolido flexão 0-10), com limitação nos movimentos de pronação e supinação, com abolição do desvio radial e cubital, rigidez para o movimento de adução da articulação metacarpofalangeana do dedo polegar;  www) Ficou com pequenos corpos estranhos no estroma corneano do olho direito que, não lhe diminuindo a acuidade visual, são causa de erro refractivo do olho direito desvio de, provocando astigmatismo e intolerância à luz fotofobia;  xxx) Na presente data, o Autor tem necessidade de ingerir analgésicos para debelar as dores na mão esquerda e de colocar colírio na vista e vai ter necessidade de o fazer durante toda a sua vida;  yyy) A data da consolidação médico-legal das lesões é fixável em 112010;  zzz) As lesões e sequelas sofridas pelo Autor determinaram-lhe:   Um Período de Défice Funcional Temporário Total de 100 dias;   Um Período de Défice Funcional Temporário Parcial de 293 dias;   Um Período de Repercussão Temporária na Actividade Profissional Total de 393 dias;   Um Défice Funcional Permanente da Integridade Físico-Psíquica de 22 pontos;   Dores que, em termos de quantum doloris, atingiram o grau 5 numa escala de 1 a 7;   Um dano estético permanente de grau 4, numa escala de 1 a 7;   As sequelas descritas são, em termos de repercussão permanente na actividade profissional, compatíveis com o exercício da actividade habitual, mas implicam esforços suplementares e adaptação ao trabalho, não conseguindo realizar trabalhos com pedras de grandes dimensões;  aaaa) O Autor sofreu os incómodos decorrentes da sua forçada permanência no leito durante os internamentos clínicos;  bbbb) O Autor é canhoto;  ) O Autor exercia à data da ocorrência do acidente dos presentes autos, a profissão de trolha, no sector da construção , por conta de Fernando, com sede no lugar de, freguesia de, comarca de Viana do Castelo;  ) Auferindo a quantia de € 575,04, catorze vezes por ano;  eeee) Durante o período de incapacidade temporária absoluta para o trabalho, o Autor nada recebeu da sua entidade patronal;  ffff) Em consequência do embate no sinal e das lesões sofridas, o Autor despendeu € 121,67 em medicamentos e € 71,85 em taxas moderadoras e € 45,50 em três certidões, para instrução dos presentes autos, a saber, uma certidão da participação do acidente de viação, uma certidão da Conservatória do Registo Automóvel e uma certidão do assento do seu nascimento;  gggg) Viu danificadas e inutilizadas as seguintes peças de vestuário e de calçado, que trajava na altura do sinistro: uma camisa, um par de calças, uma camisola, no valor global de € 100,00; A Ré -), Lda., na altura da deflagração do acidente de trânsito que deu origem à presente acção, encontrava-se a executar obras de canalização de águas, no local do sinistro, para a sociedade Águas do , S.A., em cumprimento de contrato previamente celebrado com esta sociedade;  ) O veículo conduzido pelo Autor, antes de bater no sinal, deixou um rasto de travagem de 2,3 metros;  jjjj) No momento do embate, o Autor circulava com uma taxa de alcoolemia de 0,79 g/;  kkkk) No momento do embate, a estrada encontrava-se molhada;  ) As obras estavam sinalizadas por vários sinais; O Autor, no momento do acidente dos autos, deslocava-se no exercício da sua actividade laboral, como comercial ao serviço do referido Fernando;  nnnn) Razão pela qual foi participado à Interveniente um acidente de trabalho;  oooo) A título de salários pagos ao Autor, Manuel, despendeu a Interveniente a quantia de € 918,67;  pppp) No âmbito do processo n, do Tribunal do Trabalho de Viana do Castelo a título de capital de remição, despendeu a Interveniente a quantia de € 2444,61, que entregou ao Autor.