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Não se deixará de evidenciar que ao contrário do que a R. argumenta, não se verifica o onús de reconvenção relativamente ao pedido das benfeitorias, como o põe em evidência Miguel Mesquita, ao referir que «não reveste natureza necessária, mas antes facultativa, a reconvenção destinada a tornar efectivo o direito a benfeitorias ou despesas a que o preceito citado art 274/al, hoje 266/2 al) se refere», e que, «o facto de o tribunal condenar o R. na entrega da coisa não terá um efeito preclusivo sobre o direito creditório baseado em benfeitorias», podendo o réu propor uma ação para fazer valer o seu direito às benfeitorias, não correndo o risco de ver precludido o seu direito creditório por efeito de uma sentença que venha a considerar procedente a ação destinada à entrega da coisa.