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Formula as seguintes conclusões:  1 – Com base num pretenso direito de servidão de passagem que oneraria o prédio serviente as ditas fracções autónomas "” e "” de que a A. é proprietária e as fracções "A” e "B” de que a mesma é locatária em benefício do prédio dominante – a aludida fracção "A” de que a 1 Ré é locatária financeira –, sustentado numa escritura pública de constituição de propriedade horizontal de 08/09/2006, relativa àquele primeiro prédio, e ainda num alegado exercício abusivo desse mesmo direito por parte das RR., traduzido numa diversa utilização da servidão para imobilizar ou estacionar veículos automóveis, efectuar cargas e descargas, depositar materiais ou aí permanecer de qualquer outro, impeditiva da A. poder usufruir da área comum das 4 fracções onde se situa a servidão, esta pediu na acção que:  - se declare a A. legítima proprietária das frações autónomas "” e "” e legítima locatária financeira das frações autónomas "A” e "B”, descritas no registo predial sob o n. 16 - , com a composição referida no ponto 8 da petição inicial;  - se declare que o logradouro comum das frações "A”, "B”, "” e "” e a área comum das frações "B”, "” e "” descritas no registo predial sob o n. 116 - Ucha, estão oneradas com uma servidão de passagem a favor da fração "A”, descrita no registo predial sob o n. 73 –  de que a  R. é locatária financeira, fração essa explorada pelas RR.