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4 - E seguidamente o Tribunal designou como perito Y, sem observância do disposto no n2 do art 568 CPCiv61, ou seja, não foram ouvidos os interessados, para efeito de se pronunciarem sobre a sua escolha e, após a avaliação entregue a 4/6/2011, e fixado no valor de € 27039,00, dois herdeiros discordaram do valor e requereram uma perícia colegial, sendo a última entregue em 10/5/2013, atribuindo-lhes a importância de € 16837,5 5 - Porém, logo a seguir ao Recorrente saber o nome do perito, instou à Ordem dos Engenheiros a informação sobre a sua inscrição e, não se verificando nela inscrito, imediatamente em 21/12/2012 impugnou não só a ausência da sua audição, nos termos acima observados, bem como a incompetência na matéria, alegando a sua falta de conhecimentos científicos, assim como a ausência de idoneidade moral, visto manter um contencioso com o autor da herança desde 1989, quando, funcionário da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, foi testemunha desta, prestando depoimento falso, instando por isso a nulidade da nomeação.