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J – Desde logo, o n. 1 do artigo 38 do CT, subordinado à epígrafe "Efeitos da ilicitude do despedimento”, exige, para que ocorra reintegração e pagamento de indemnização ao trabalhador, que haja condenação nesse sentido "sendo o despedimento declarado ilícito, o empregador é condenado” – o que pressupõe pedido e condenação judicial expressa; e é no sentido da necessidade de pedido e de condenação judicial prévia e expressa, que deverá ser sistematicamente interpretado o que vem disposto, entre outros, nos artigos 39, 39 e 39 do CT. K – Neste conspecto, o douto Acórdão recorrido dita lapidarmente que "basta a leitura atenta das normas que enformam os artigo 38 a 39 do CT/2009 para concluir que tais pretensões indemnizatórias dependem, todas elas, de uma manifestação de vontade suficientemente clara da parte do trabalhador que propôs ação de impugnação da e/ou ilicitude do despedimento, quer por via da ação com processo comum, como foi o caso dos aqui recorridos, quer através da ação de impugnação da regularidade e ilicitude do despedimento que se mostra prevista no artigo 38, número 2, do CT/2009 e 9 -B e seguintes do CPT, quer finalmente mediante a ação de impugnação do despedimento coletivo dos artigos 38 do CT/2009 e 15 e seguintes do CPT.