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Fá-lo alegando que apesar de figurar como titular inscrito na matriz aquando da posse administrativa "José Pinto - cabeça de casal da herança de”, tal prédio não pertencia à referida herança, mas sim à recorrente, que o adquiriu por partilhas verbais das heranças de seus pais, Maria de Jesus e José Rodrigues Pinto, feitas em 1975, sendo que, por sua vez, Maria de Jesus havia adquirido o prédio por partilhas, também verbais, por óbito de seus pais, José Pinto titular e mulher Josefa de Jesus, avós da recorrente, feitas por volta do ano de 196 Refere também que juntou a fotocópia da escritura de justificação notarial que comprova o seu direito de propriedade e requereu que lhe fosse pago o valor indemnizatório por ser a titular da parcela expropriada, sendo que o senhor juiz a quo, ao invés de apreciar tal requerimento, proferiu despacho de suspensão da instância, quando a junção daquele documento comprova o seu direito de propriedade.