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Não existe qualquer prova quanto a tal pagamento, que para se considerar idónea sempre teria de ser realizada documentalmente, porquanto, atento o valor em causa, tal pagamento não seria realizado por numerário.A decisão da matéria de facto efectuou-se com base na posição assumida pelas partes e pelo exame dos documentos presentes nos autos e no PAT em apenso, tudo conforme o que se deixou plasmado a propósito de cada um dos pontos do probatório.» 	De direito  A Recorrente A., S.A.) insurge-se contra a sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, que julgou improcedente a impugnação judicial contra a liquidação adicional de IRC e de respectivos juros compensatórios do ano de 2002, para tanto imputa à sentença nulidade por falta de fundamentação nos termos do artigo 607, n. 4 do Código de Processo Civil, erro de julgamento de facto e erro de julgamento de direito, por violação do disposto nos artigos 74 e 75 da Lei Geral Tributária e 23 do Código de Imposto sobre o Rendimento Colectivo.