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2 Importa ainda chamar a atenção mais uma para o facto de, tendo em conta o decidido na douta sentença aqui posta em crise, a impugnante ter logrado abalar os referidos "elementos objectivos” carreados para o RIT, através do recurso, que a final se veio a revelar decisivo, à prova testemunhal de pessoas que tiveram uma participação direta e ativa, em conluio com a impugnante, no mecanismo de "fraude em carrossel” aqui em causa testemunha T., sócia gerente da empresa "buffer” W., Lda., fornecedor fraudulento que cessou a atividade aquando da deteção da fraude por parte da AT, e R., da empresa S., cliente fraudulento que cessou a atividade aquando da deteção da fraude por parte da, sendo que, a nosso ver, não basta também não pode o sócio-gerente da impugnante vir declarar e jurar a pés juntos que não se encontrou envolvido na "fraude em carrossel”, para, ao arrepio de todos os elementos objetivos constantes do RIT, se ilibar a Impugnante da sua participação na "fraude em carrossel”.