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Sr. Chefe do Serviço de Finanças emitiu Despacho datado de 102017, no qual refere precisamente que "o averbamento da prescrição se deveu a um mero lapso, decorrente do automatismo informático que gere os processos de execução fiscal o que terá motivado a emissão de certidão a atestar a prescrição da dívida), não representando nenhum acto promovido pela entidade materialmente competente para o efeito, in casu o serviço de finanças do Seixal 2, enquanto órgão da execução fiscal";  - Concluindo "Termos em que se reitera que o presente processo de execução fiscal se encontra legalmente suspenso desde 202006, não estando prescrita a divida exigível nestes autos";  - Pelo que, como se verifica, não existe qualquer prescrição - o que não poderia legalmente acontecer, como a Impugnante não pode ignorar, pois prestou garantia para suspensão dos Autos e também não existe no processo de execução fiscal qualquer Despacho a reconhecer a prescrição e a respetiva extinção, ao contrário do afirma;  - Até porque, estando o processo garantido, seria sempre a declaração de prescrição um ato ilegal.