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487 CPC, com os fundamentos que se passam a transcrever: " Como refere o Tribunal no despacho que ordenou a perícia, o Tribunal supre a autorização em duas situações: - quando o beneficiário não possa livre e conscientemente dar autorização, isto é, não reúna condições físicas e/ou cognitivas que lhe permitam exprimir e/ou compreender o alcance da autorização para a propositura de uma ação de uma ação de acompanhamento de maior; - quando se verifica um fundamento atendível, cláusula geral que aponta para situações não acolhidas na hipótese anterior mas em que, ainda assim, a ação de acompanhamento se mostra necessária, por exemplo, por o beneficiário carecer de medidas de acompanhamento mas, em consequência do seu estado de saúde, não o aceitar, entendendo que delas não precisa.