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Assim, a simples exclusão da cláusula , nunca conduziria, nos termos destes normativos, à nulidade dos contratos em que se inserem, mantendo-se, em consequência, os avales prestados Conforme é referido no citado Acórdão do STJ de 212013, «se o avalista opta por lançar mão da invalidade da cláusula que integra o pacto de preenchimento em que interveio, com a respetiva exclusão do contrato, auto exclui-se da intervenção no acordo de preenchimento e, consequentemente do posicionamento que detinha no campo das relações imediatas com a beneficiária da livrança, a coberto das quais poderia invocar e fazer valer a exceção do preenchimento abusivo.» Os apelantes, enquanto obrigados cambiários como dadores do aval, pretendem ver-se exonerados da obrigação de pagamento da quantia constante do título a pretexto de, como alegam, não haver qualquer pacto de preenchimento válido – porque excluída a cláusula que o previa, por violação do regime das cláusulas contratuais gerais.