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Abstendo-se de uma indicação especificada da questão que o tribunal deixou de conhecer/pronunciar, o recorrente acoima a decisão recorrida de estar ervada de nulidade por omissão de pronúncia, notadamente, como se enunciou supra, de omissão quanto aos pontos de facto que estima não terem obtido um julgamento ajustado à prova documental e testemunhal; erro notório resultante de se terem dado como, provado e não provado, factos item 25 e) que a compreensão do homem comum não lobriga e alcance, num razoar consentâneo com as regras de experiência comum, e por ter omitido pronúncia sobre questões suscitadas no atinente à subsunção dos factos ao direito.