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2 A 25 de Julho de 2019, o pai deslocou-se à GNR da  acompanhado da sua companheira J, da filha desta K e do filho B, queixando-se da mãe deste, alegando que o filho deveria estar com a mãe mas que o mesmo se recusa viver com ela, dizendo ser vítima de maus tratos por parte dela; que no dia 22 de Julho, recebeu uma mensagem de voz no seu telemóvel, enviada pela mãe do filho, num tom bastante elevado e agressivo, a exigir que lhe fosse levar o filho porque não queria que ele ficasse com pessoas que ela não conhece e em quem não tem confiança na ausência do denunciante, já que trabalha fora da zona de Aveiro; que como estava ausente da sua residência, reenviou tal mensagem para o telemóvel de K com o intuito de a inteirar da situação e que o filho a ouviu e teve uma reacção muito estranha, ficando muito nervoso, agitado e com princípios de falta de ar, com crise de ansiedade e partiu o porta-chaves que tinha na mão; que no dia 25 de Julho de 2019, ao ver a criança em tal estado, a companheira J levou-a às urgências do Hospital  dado que ele estava a trabalhar em Espanha; que quando vai trabalhar deixa o filho aos cuidados da companheira pois não tem com quem o deixar.