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SEGUE-SE QUANTOÀARGUIÇÃODAINEPTIDÃO  Não é inepta a petição inicial de uma acção de indemnização por responsabilidade contratual do banco por violação dos deveres de informação, por falta de alegação da culpa, se o autor alega, para lá do mais, que lhe foi proposta a compra de obrigações do banco, com rentabilidade garantida pelo banco – cf artigos  a 1, da petição inicial –, que foi aconselhado pelo banco a adquiri-las porque elas teriam a mesma garantia que os depósitos – cf artigos 1 a 2 e 2, da petição inicial – o cliente aceita isso – cf artigos 13 a 14, da petição inicial – e o banco não paga ao cliente, na data do vencimento, antes vem dizer que as obrigações não são do banco e que não as garante, pois que isso preenche o conceito de culpa grave, uma vez que é exigível a qualquer comerciante que informe os clientes com verdade, o que vale, por maioria de razão, para o intermediário financeiro, sobretudo nos casos, como o nosso, em que há claro conflito de interesses, como veio a ser reconhecido pela , embora tardiamente.