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Saliente-se, no entanto, que aquela segunda hipótese só ocorrerá em caso de impugnação, já que excluída do âmbito da actividade oficiosa do tribunal definido para esta forma de processo no art 98  Ao passo que a primeira, embora sendo uma das duas em que o tribunal deve activamente verificar ex officio se concorrem se se demonstram as condições quanto às demais, o apuramento, pelo simples exame passivo do processo ou por conhecimento derivado do exercício de funções, apenas implicará a negação da confirmação caso dali resulte a falta de alguma, tal verificação, contudo, não incide sobre os fundamentos ou razões em que assentou a própria decisão estrangeira salvo se, para melhor compreender e aferir a conformidade ou congruência do seu resultado em que deve centrar-se a revisão com os princípios da ordem pública internacional, houver necessidade de verificar o respectivo trajecto argumentativo utilizado na sentença, como se admitiu no Acórdão da Relação de Lisboa, de 02-06-2016 processo n 103/11YRLSB-2, relatado pela Desemb.