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Assim, no presente caso, tendo a liquidação ocorrido no ano de 2011 em 9/2), a interrupção da prescrição relativamente ao devedor principal só não produziria efeitos quanto ao ora Recorrente, responsável subsidiário, se a citação deste não fosse efectuada até ao final de 2016 visto que os 5 anos posteriores ao ano da liquidação são 2012, 2013, 2014, 2015 e.  Da conjugação do texto de ambos os acórdãos claramente resulta que não há contradição quanto ao que veio a ser decidido em ambos, se no acórdão fundamento se contou o prazo em questão por referência à data da citação do devedor principal para o processo de execução, já no acórdão proferido nestes autos se contou tal prazo tendo em conta o ano em que ocorreu a liquidação do tributo, ou seja, o termo inicial do dito prazo de 5 anos é aferido em ambos os acórdãos por referência a acontecimentos e factos diferentes e, nessa medida, não ocorre a identidade factual necessária à invocada oposição.