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w) Há que concluir que, ainda que existisse um vício anulável referente ao indeferimento de diligências probatórias, que se consideraram correctamente desnecessárias e meramente dilatórias e que não contribuiriam para melhor conhecer a verdade material dos factos, o mesmo não produziria efeito por força do disposto no n. 3 do artigo 16.  x) Pelo que, não poderão relevar os argumentos ora aduzido pelos Autores, mantendo-se como tal a sentença recorrida nos seus exactos termos, Indeferindo a pretensão dos Autores, e  y) Evitando o absurdo que seria in extremis ressarcir os Autores dos "prejuízos" havidos com a reposição da justiça, isto é, com a devolução dos montantes de que a primitiva Autora se apropriou ilegitimamente, no exercício das suas funções e sob a confiança do seu empregador.