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..., com valor tributável de onze e trinta e seis escudos, que confronta a norte com A.A.e outros, a nascente com leiras da eira a sul com estradão e a poente com A. S. descrito na Conservatória de Registo Predial sob o n ... da freguesia de .... . Acusou, o interessado aqui recorrente, ainda a omissão de relacionamento da uma conta bancária que o autor da herança era titular em comunhão com a cabeça-de-casal no Banco A S.A., com o n ..., no valor de €95000,00 novecentos e cinquenta. . Ao acusar a omissão de relacionamento da conta bancária supra identificada o recorrente, requereu ao Tribunal "a quo” fosse notificada a instituição bancária, em que a conta se encontrava aberta, para juntar certidão de saldo da conta bancária indicada à data da abertura da sucessão. . Pedido que não foi atendido pelo tribunal "a quo” decidindo este enviar a discussão sobre a titularidade da conta e o montante do seu saldo para os meios comuns. . A cabeça-de-casal não colocou em crise a existência da própria conta como não colocou em causa a titularidade da mesma pelo autor da herança. . A cabeça-de-casal alegou que a mesma sempre foi por si provisionada com dinheiros resultante de rendimentos gerados por bens, o que não se consente, exclusivamente seus. . O Tribunal "a quo” deveria ter deferido a requerida junção de certidão do saldo da conta bancária, indicada à data da abertura da sucessão. . Segundo o art.