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Como também se afigura infundado o teor do ponto 1 das ditas conclusões uma vez que o Tribunal recorrido não terá manifestado em algum momento, antes ou durante o debate judicial, o propósito de dispensar a Apelante de ser ouvida, pois notificou-a para alegações e apresentação de prova ao abrigo do disposto no artigo 11, n. 1, da LPCJP, notificação essa realizada na pessoa da Patrono que lhe fora nomeada e que produziu efeitos, nada tendo sido requerido pela Apelante no prazo legalmente disponível para tal, mais determinando subsequentemente a notificação da Jovem para comparecer presencialmente no debate para ser ouvida pelo Tribunal, esta última desprovida de sucesso devido a, no entretanto, a ter fugido da Comunidade Terapêutica onde fora determinada a execução da medida cautelar que lhe fora aplicada.