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do Protocolo n. 2 relativo à interpretação uniforme da Convenção de Lugano consagra o princípio da continuidade interpretativa   2 O princípio em causa diz-nos que, "na aplicação e na interpretação das disposições da presente convenção, os tribunais terão em devida conta os princípios definidos em qualquer decisão pertinente proferida pelos tribunais dos Estados vinculados pela presente convenção e pelo Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias relativamente à ou às disposições em causa ou a disposições análogas da Convenção de Lugano de 1988 ou dos instrumentos referidos no n. 1 do artigo 6 da convenção” — designadamente, da Convenção de Bruxelas de 27 de Setembro de 1968 e do Regulamento n. 44/2001, de 22 de Dezembro de 2000   2 O Tribunal de Justiça da União Europeia tem considerado que o art.