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Ficou, igualmente, consignado na decisão recorrida que: "Nada mais se julgou ou é de julgar provado ou não provado, tendo o Tribunal formado a sua convicção a partir da análise crítica dos documentos juntos aos autos, bem como, quanto ao conhecimento do acto recorrido, na confissão da Recorrente.”   ) FUNDAMENTAÇÃO DE DIREITO In casu, a Recorrente não se conforma com a decisão proferida pelo Tribunal Tributário de Lisboa, que julgou intempestivo o recurso apresentado contra a decisão administrativa de aplicação da coima proferida no processo de contraordenação n , pela prática da contraordenação prevista nos artigos 2, n1 e 4, n1, alínea, ambos do CIVA, e punida pelos normativos 11, n.s 2, 5, alínea e 26, n4, ambos do RGIT.