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– A argumentação do Autor, quer no que respeita à verificação do enriquecimento sem causa que invoca, quer no que concerne ao comportamento do ora Réu nos autos de acção executiva n , que classifica como integrando a figura do abuso do direito, assenta na premissa de que o Banco ora Réu, enquanto Exequente hipotecário, se deveria ter considerado como pago da quantia exequenda de € 11602,13 e demais despesas, quando, na fase da venda ocorrida nesses autos de acção executiva que correu termos no 1 Juízo Cível do Tribunal , lhe foi adjudicado o imóvel hipotecado, já que o montante a considerar como satisfeito a esse credor com tal adjudicação seria o valor patrimonial de € 13428,58, pois que seria esse o valor a atribuir a tal imóvel e não o de € 9700,00 - correspondentes a 70% do daquele valor patrimonial -, que o ora Réu aí "ajudou a fixar” como valor real, pelo que, com essa adjudicação, se deveria entender ter sido entregue ao exequente um bem de valor suficiente para se dar como extinta a execução.