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Conforme tem sido consolidado na jurisprudência, "não obstante os danos não patrimoniais respeitarem à alteração/depreciação das condições psicológicas e subjectivas da pessoa humana, traduzindo-se em estados de sofrimento ou de dor, física ou moral, provocados por ofensas à integridade física ou moral duma pessoa, importa realçar que a avaliação da sua gravidade não é feita à luz de factores subjectivos de uma sensibilidade particularmente embotada ou especialmente, aferindo-se, antes, segundo um padrão objectivo conquanto a apreciação deva ter em conta as circunstâncias do, constituindo, desde há muito, orientação consolidada na jurisprudência que as simples contrariedades ou incómodos apresentam um nível de gravidade objectiva insuficiente para os efeitos do n. 1 do art.