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13 «a intervenção do juiz em actos ou decisões anteriores do processo  com comprometimento decisório sobre a matéria da causa e o objecto do processo, é susceptível de gerar nos interessados na decisão apreensão ou receio, objectivamente fundados, sobre o risco de algum prejuízo relativamente à matéria da causa e ao sentido da decisão  A verificação de alguns dos motivos indicados determina, por si mesma, a verificação objectiva do impedimento, sem necessidade de alegação e demonstração ou prova das circunstâncias que constituam a razão das apreensões dos Como Assim entende o Tribunal que não obstante ter integrado o colectivo como vogal, no qual apenas se procedeu à audição do arguido e a inquirição de uma testemunha , sem que tenha havido conhecimento de mérito da causa, já que o mesmo foi declarado nulo inexiste fundamento para o impedimento pelo que se indefere o requerido.” Importa ainda considerar os factos seguintes, que resultam dos autos:  - A Senhora Juíza Presidente do Tribunal Coletivo participou em Julgamento anterior deste processo, na qualidade de Juíza Adjunta do Tribunal Coletivo, presidido pela Senhora Juíza Dr. , cuja intervenção nos autos foi recusada pelo Tribunal da Relação do Porto, nos termos que constam do Acórdão da 4 Secção de 4 de novembro de 202 - Na sessão de julgamento, em que a senhora juiz participou, ocorrida em 08-10-2020, procedeu-se ao Interrogatório do legal representante da Arguida , o qual declarou não desejar prestar declarações, sendo que pelas 150 horas pediu a palavra para prestar esclarecimentos, o que ocorreu das 150 horas às 151 horas.