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Foi realizada audiência de julgamento, após o que foi proferida sentença que culminou com o seguinte dispositivo: «Pelos fundamentos expostos e tendo presente o teor do Acórdão da Relação de Lisboa proferido nos autos:  Julga-se parcialmente procedente a acção e, em consequência, condena a ré a pagar aos trabalhadores indicados de a dos factos provados: 1- Nas férias e subsídio de férias vencidos em 1 de Janeiro dos anos subsequentes, a média dos valores pelos mesmos auferidos a título de trabalho suplementar nos anos em que o prestaram pelo menos 11 meses no ano, acrescida de juros de mora, à taxa legal, contados desde o momento em que as retribuições de férias e subsídio de férias foram pagas até efetivo e integral pagamento; 2- A pagar aos associados do autor, nas férias e subsídio de férias vencidos em 1 Janeiro dos anos subsequentes, a média dos valores pelos mesmos auferidos a título de trabalho noturno nos anos em que o prestaram pelo menos 11 meses no ano, acrescida de juros de mora, à taxa legal, contados desde o momento em que as retribuições de férias e subsídio de férias foram pagas até efetivo e integral pagamento; 3- A pagar aos associados do autor, nas férias e subsídio de férias vencidos em 1 de Janeiro dos anos subsequentes, a média dos valores pelos mesmos auferidos a título de subsídio de catamaran nos anos em que o prestaram pelo menos 11 meses no ano, acrescida de juros de mora, à taxa legal, contados desde o momento em que as retribuições de férias e subsídio de férias foram pagas até efetivo e integral pagamento.