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Em face da natureza do direito de regresso: direito novo, que nada tem a ver com a fonte da obrigação, como acima melhor já referido, somos de opinião, que aos casos de direito de regresso não se aplica o prazo mais longo, previsto no n. 3 do ora transcrito artigo 49 do  Como tem vindo, mais recentemente e de forma quase unânime, a ser decidido pelo STJ, se é certo que o elemento literal de interpretação desta norma não afasta, só por si, qualquer das teses em confronto, o certo é que, salvo o devido respeito por opinião em contrário, a razão de ser para o alongamento concedido pelo seu n. 3 não se enquadra com o exercício de um direito de regresso.