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);  1 Necessariamente, face ao caráter temporário do contrato, o réu, enquanto comodatário, está obrigado a restituí-lo logo que lhe seja exigido, de harmonia com o preceituado no n. 2 do artigo 113 do   1 Em razão dessa nota de temporalidade, assumida como traço essencial do comodato, a jurisprudência desse Venerando Supremo Tribunal de Justiça tem entendido que o «uso determinado», a que se alude no artigo 113 do , pressupõe uma delimitação da necessidade temporal que o comodato visa satisfazer, não podendo considerar-se como determinado o uso de certa coisa se não se souber, quando aquele uso não vise a prática de atos concretos de execução isolada mas antes atos genéricos de execução continuada, por quanto tempo vai durar, caso em que se deve haver como concedido por tempo indeterminado.