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A Ré-recorrente está convicta de que o que foi referido por estas testemunhas, por ter sido corroborado entre todos e por ser essencial para a boa decisão da causa, deve ser aditada a matéria de facto provada com um novo ponto, com o seguinte teor: "37-B Os vigilantes, no exercício das suas funções, dependiam da sua relação laboral com a empresa de segurança privada, adjudicatária da prestação de serviços, para poderem trabalhar nas instalações da IP, recebendo da primeira ordens, direção e fiscalização, no âmbito do contrato de trabalho e, em simultâneo recebiam indicações da cliente, entidade adjudicante, não só quanto a questões específicas do posto, mas também, sob a forma de supervisão do seu desempenho, garantindo a conformidade com o contrato de prestação de serviços.” #DA SENTENÇA RECORRIDA #ERRO NA QUALIFICAÇÃO JURÍDICA DOS FACTOS E ERRADA INTERPRETAÇÃO E APLICAÇÃO DA LEI Quanto ao erro na qualificação jurídica dos factos e errada interpretação e aplicação da lei, a Recorrente demonstrará, através da análise dos conceitos legais, que a sentença proferida pelo tribunal a quo, analisou a matéria de facto à luz da Diretiva n. 2001/23/CE, do Conselho de 12 de março e da jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia, aflorando apenas o artigo 28 do CT, o que não podia ter feito.