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1 e 2, uma presunção contra o transportador, que só é exonerado de culpa se provar que ele e os seus ‘propostos’ tomaram as medidas necessárias a evitar o dano ou que lhes era impossível tomá-las; xxiii) A decisão a quo violou tais normas legais, porquanto inexiste qualquer prova que permita ilidir tal presunção legal de culpa; xxiv) Mesmo que assim não se entendesse no que concerne à invocada aplicabilidade da Convenção para a Unificação de Certas Regras Relativas ao Transporte Aéreo Internacional, vulgo, Convenção de Varsóvia, sempre subsistiria a presunção legal de culpa inerente à responsabilidade contratual, nos termos do artigo 79 do Código Civil, e que a Ré não logrou ilidir, norma essa que também foi violada com a decisão de que ora se recorre; xxv) Considerando os factos provados em audiência prévia constante das alíneas e, e bem assim os factos provados n.s 4, 6, 7, 12, 15, 35, 37, 38, 39, 40, a Autora teve danos patrimoniais que ascendem 2905,42 € e que são consequência directa e necessária dos factos ilícitos e culposos praticados pela recorrida.