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10 – A convicção do Julgador deve ser objectiva e motivada de forma lógica e racional, tudo que, salvo o devido respeito, não aconteceu na decisão ora recorrida,  11 – O aqui Recorrente tem total consciência que muito prevaricou, e nem sequer pretende escamotear, as infracções disciplinares que sofreu "intra-muros': a última das quais por faltar ao "conto"), já depois de passado um largo período sem incidentes e, praticada após "gozo" de uma 1 licença jurisdicional que correu sem notícia de todo e/ou qualquer incidente;  12 – O Tribunal "a quo", considerou, salvo o devido respeito, erradamente, que dos autos e análises dos factos resulta que: " ainda subsistem especiais razões de prevenção especial que obstam à colocação em liberdade condicional do arguido ", e que, "  nos parece que o mesmo ainda apresenta um discurso autocrítico pouco consistente ", não podendo pois concluir-se "  que o mesmo em liberdade terá comportamento diverso do que o ocorrido no passado.".