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34, n. 1, da LAV deve ocorrer à luz das regras de processo aplicáveis ao processo , ou seja, o Tribunal deve apreciar os requerimentos probatórios do Apelado à luz das regras de obtenção de prova do CPC;  Nenhuma norma, nenhum princípio existentes ou concebíveis atribuem ou atribuiriam mais poderes aos tribunais estaduais para obterem provas para uma ação pendente num tribunal arbitral do que os poderes de que dispõem para obterem provas para uma ação pendente nos próprios tribunais estaduais;  A intervenção do Tribunal estadual na presente forma especial de processo deve ocorrer nos exatos termos em que ocorreria se estivesse em causa a produção de prova numa ação que corresse no próprio Tribunal estadual;  Ora, in casu, pretende-se que os Tribunais Estaduais obtenham provas por meios não admitidos pela lei de processo ;  Os Tribunais Estaduais não podem auxiliar os Tribunais Arbitrais a obter documentos que a parte que é notificada para apresentar diz não existirem, quando não existe alguma comprovação da sua existência;  Está pedida a junção de documentos que a parte diz não existirem e nunca terem existido, sem que o Tribunal Arbitral tenha justificado a razão pela qual não aceita, a declaração de inexistência do documento;  Aliás, em rigor, o Tribunal Arbitral permaneceu em silêncio a respeito da declaração da Apelante de inexistência de um conjunto de documentos, pelo que, em rigor, nem mesmo se pode afirmar que a Apelante está notificada para os juntar;  Não é da competência dos Tribunais Judiciais determinar que provas serão produzidas numa arbitragem; assim, não tendo o Tribunal Arbitral precisado os documentos que pretendia obter, quais as provas que pretendia que fossem produzidas, não podem os Tribunais Estaduais, no auxílio que prestam ao Tribunal Arbitral no âmbito do art.