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–RELATÓRIO:   ACÇÃO CONTÍNUA – SAÚDE E PREVENÇÃO, UNIPESSOAL, LDA., apresentou ao Secretário de Justiça do Balcão Nacional de Injunções, requerimento de injunção contra EDMÉE – SOCIEDADE TURÍSTICA, LDA., do qual consta o seguinte: «Os) que no sentido de ser paga a quantia € 559,58, conforme discriminação e pela causa a seguir indicada: Capital: € 936,40; Juros de mora € 470,18 ...);Taxa de Justiça paga: € 153,0 Contrato de: Fornecimento de bens ou serviços Contrato n. Data do contrato: 002014  Período a que se refere: 09-05-2014 a 20-03-2017 Exposição dos factos que fundamentam a pretensão: 1)–A Requerente dedica-se à prestação de serviços na área da Medicina, Higiene e Segurança no Trabalho, HACCP, Desinfestação/Controlo de Pragas, Venda e Manutenção de Extintores, Comércio de equipamentos de proteção individual/coletiva e Formação; 2)–A Requerida tem como actividade económica a exploração de Hotéis;  3)–No exercício da sua actividade, a Requerente celebrou com a Requerida um contrato de prestação de serviços de desbaratização e desratização; 4)–Tendo ficado acordado que a aqui Requerida pagaria, anualmente, os serviços contratados;  5)–Não obstante a Requerente cumprir pontualmente as obrigações a que se encontrava adstrita; 6)–A verdade é que a Requerida não procedeu à liquidação das anuidades já vencidas, no âmbito do contrato de prestação de serviços celebrado; 7)–Apesar de, por diversas vezes, ter sido interpelada para o efeito, a Requerida não procedeu ao pagamento do valor em dívida;  8)–Deste modo, a Requerida deve à Requerente a quantia de € 936,40 quatro novecentos e trinta e seis euros e quarenta cêntimos), conforme se descreve: a)- € 1123,40 cento e vinte e três euros e quarenta cêntimos) referentes a parte da fatura n. 3389/2014, vencida em 09/05/2014; b)- € 1906,50 novecentos e seis euros e cinquenta cêntimos) referente à fatura n. 6270/2016, vencida em 30/09/2016; )- € 1906,50 novecentos e seis euros e cinquenta cêntimos) referente à fatura n. 1683/2017, vencida em 20/03/2017; 9)–A esta quantia acrescem os juros comerciais de mora à taxa legal em vigor, que perfazem, nesta data, o montante de € 470,18 quatrocentos e setenta euros e dezoito seis cêntimos); 10)–Igualmente se reclamam juros vincendos até efectivo e integral pagamento; 11)–Bem como o valor da taxa de justiça, ou seja, € 76,50 setenta e seis euros e cinquenta cêntimos);  12)–O que perfaz um total de € 5483,08 cinco quatrocentos e oitenta e três, que aqui se reclamam.»   A requerida deduziu oposição, na qual se defende por via de exceção, alegando que as cláusulas  e  do contrato em causa nestes autos são relativamente proibidas, sendo excessivo o prazo de 120 dias de aviso prévio previsto naquela primeira cláusula.