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Após condensação foi realizado julgamento e proferida sentença pela qual:  "Tudo visto e nos termos expostos, julga-se a presente acção procedente por provada e em consequência condena-se a aqui R. Companhia de Seguros Portugal, S.A., no pagamento das seguintes quantias:  - € 889,77 oitocentos e oitenta e nove euros e setenta e sete cêntimos) a título de indemnização pelos períodos de incapacidade temporária absoluta e; sobre esta quantia são ainda devidos os juros de mora vencidos desde a data da alta clínica 05/05/2017) e os vincendos até integral pagamento; - na pensão anual e vitalícia equivalente a € 155,82 cento e cinquenta e cinco euros e oitenta e dois cêntimos), a qual é obrigatoriamente remível, acrescida dos respectivos juros de moras calculados de forma idêntica ao acima indicado; - e de € 65,00 sessenta e cinco a título de despesas suportadas pela A. com as deslocações efectuadas obrigatoriamente no âmbito dos presentes autos, acrescendo a este último montante os juros de mora vencidos, à taxa legal, desde a data de realização do auto de não conciliação – cfr.