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Acordam na  Secção do Tribunal da Relação de Coimbra: –Relatório A, com os sinais dos autos, intentou ação declarativa, sob a forma de processo comum, contra J, também com os sinais dos autos, pedindo que: a) Se declare que todos os prédios rústicos, urbanos, veículos, alfaias agrícolas e bens descritos nos art.s 1, 1, 1 e 2 da petição inicial são compropriedade de A. e R. em partes iguais; ou, caso assim não se entenda,  b) Se declare que foi constituída uma sociedade entre A. e R., desde 2008 até 2017, cujo património são os bens descritos naqueles art.s 1 e 1 a 2, num valor total de € 6790,00; ) Condenando-se o R. no pagamento à A. do valor de metade do património da sociedade, cujo montante se cifra em € 3395,00; ou ainda ) Se declare que o R. enriqueceu à custa da A. em, pelo menos, o valor de € 3395,00; e) Condenando-se tal R. no pagamento à A. do valor de € 3395,0 Mais requereu que, com base na sentença a proferir, seja ordenado o cancelamento do registo feito exclusivamente a favor do R. ou de qualquer outro que eventualmente venha a fazer-se e que incida sobre os prédios urbanos e rústicos descritos no art.