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Por outro lado, e tendo como data relevante para o manifesto conhecimento que o ora apelante tinha da sua situação pessoal, a do estado de insolvência da sociedade , Ld., que veio a ser declarada em 112017, temos que o mesmo tentou "desfazer-se” dos bens pessoais que possuía e que eram a única garantia dos seus credores, e assim, em 202017 vendeu um imóvel sua propriedade, pelo montante de €37000,00 e, em Agosto de 2018 levantou mais de €000,00, em numerário, da sua conta bancária, de modo que no âmbito da sua posterior insolvência o respectivo AI apenas logrou, com alguma relevância, apreender para a massa insolvente a quantia de € 977,66 de um saldo bancário.