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Acordam em Conferência no Supremo Tribunal de Justiça     As Partes, o Pedido e o Objecto do Processo  Nos autos de execução, para pagamento de quantia certa, que o Condomínio do Prédio da Rua ..., n , Centro Comercial ..., ..., ..., instaurou contra AA, de que os presentes constituem o apenso B, em 01-08-2019 foi penhorada à Executada a fracção autónoma designada pelas letras "DS", correspondente a  andar - Tipo T1 para habitação, do prédio urbano, sito na ..., , -, freguesia ..., concelho ....   Em 10-09-2019, a executada deduziu oposição à penhora, nos termos dos arts 784 e 785 CPCiv, concluindo pelo levantamento da penhora realizada, dando origem ao presente apenso B.   Invocou que ocorreu nulidade, por considerar que a notificação da penhora do imóvel foi extemporânea e, como fundamentos de oposição à penhora, alegou:   - inadmissibilidade da penhora da fracção autónoma "apartamento  do edifício "...”, sito na ..., n , ...;   - inadmissibilidade da extensão da penhora realizada, face à pendência de processos precedentes;   - violação do disposto no art 751 CPCiv, quanto à ordem de realização da penhora;  - valor patrimonial atribuído ao bem inferior ao valor de mercado,  concluindo pretender a anulação ou redução do bem penhorado e, em segundo plano, a substituição do bem penhorado em 01/08/2019 por outro bem localizado no espaço comercial do ... e não em qualquer imóvel situado no exterior do referido espaço, invocando as normas dos arts 20 CRP e 751, 851 e 858 CPCiv.