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Concluímos, portanto, que não deve ser levada à matéria de facto a sugerida alínea, com o conteúdo que os RR pretendem ver nela incluído, sendo perante a matéria de facto já fixada na 1 Instância que se apreciará a questão da prescrição do direito do A.Da questão da prescrição do direito do A:  Pretendiam os RR, na sequência do aditamento à matéria de facto da nova alínea, que fosse extraída dessa matéria a conclusão jurídica de que a ré reconheceu já, em 11999, a impossibilidade de celebração da escritura pública de compra e venda do terreno prometido vender ao A, comprometendo-se a devolver-lhe o valor do sinal em singelo, mais juros, pelo que foi nessa altura e com esse documento que o A tomou conhecimento do direito que lhe assistia, de reaver daquela o valor em dívida, a coberto do instituto do enriquecimento sem causa, devendo fazê-lo, no entanto, no prazo de 3 anos a contar dessa data.