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Aliás, veja-se que o tribunal a quo considerou o comportamento do sócio em apreço desleal ou gravemente perturbador do funcionamento da sociedade autora e, por isso, motivador de destituição, não apenas pelas circunstâncias que o R. coloca em causa no recurso a abertura de conta pessoal para depositar o preço pago por clientes da A.; a apropriação de bens pertencentes a esta, nomeadamente do veículo .. – - ..; o desinteresse no prosseguimento dos procedimentos cautelares; a constituição da sociedade, mas também por outras que o mesmo não questiona de todo: - o Réu agrediu a sócia , nas instalações da Autora, na presença de trabalhadores, mais destruindo um veículo pertencente à Autora, o que foi notícia em vários meios de comunicação social.