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Para garantia do pagamento das quantias mutuadas e dos respectivos juros, foi constituída favor do banco exequente hipoteca sobre Fracção Autónoma, designada pela letra "F" – segundo andar, do prédio urbano sito no , da freguesia do Caniço, concelho de Santa Cruz, descrito na conservatória de registo predial de Santa Cruz sob o n e inscrito na matriz predial urbana sob o art. . Acontece que, O mutuário P foi declarado insolvente no âmbito do processo de insolvência n 1037/18TBSCR, que correu termos no Tribunal Judicial da Comarca de Santa Cruz, 2 Juízo de Santa Cruz, tendo sido reclamados créditos no montante de € 8352,9 No âmbito do referido processo de insolvência foi vendido o imóvel hipotecado ao Banco, no entanto, o produto da venda do imóvel não foi suficiente para liquidar todos os valores em dívida pelo que, na presente data, permanece um remanescente em dívida no montante global de € 4713,02, referente ao Mútuo com hipoteca e fiança junto como Título  Os ora executados F e E constituíram-se fiadores e principais pagadores das quantias mutuadas, pelo que são parte legitima na presente execução.