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1 Temos, ainda, que são frequentes as queixas de decisões dos tribunais portugueses para o TEDH sobre a problemática dos autos quando tais decisões negam pretensões indemnizatórias o que nos inclina e conduz ao recebimento da revista para uma mais aprofundada reanálise e esclarecimento das questões colocadas, tanto mais que se trata de matéria que se assume, cada vez mais, como um tema recorrente na jurisdição.”  Pretende a recorrente que o acórdão recorrido erra ao considerar que o período de duração média de um processo é de 6 anos e não de 3, entendimento esse que não só é contrário à maioria da jurisprudência nacional, assim como oposto à posição assumida pelo próprio TEDH já que está em causa um processo no âmbito do qual não foi realizado qualquer julgamento, nem existiu segundo grau de jurisdição, pelo que o prazo razoável de duração da ação, atendendo à complexidade do mesmo e tramitação processual, não deveria ser superior a 3 ou 4 anos.