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- Donde resulta, segundo a interpretação do TCAS, uma acção de controlo, nos moldes fixados em e do probatório tem efeito interruptor da prescrição, por entender ser um acto emanado da autoridade competente que tem em vista a instrução do procedimento por irregularidade, ao contrário do decidido em primeira instância que entendeu inexistir facto interruptor da prescrição porque do teor do referido relatório não se extrai que era intenção da Entidade Demandada instruir ou instaurar qualquer procedimento por se verifica uma irregularidade    - A matéria do controlo in loco em causa nos autos encontra-se materializada no REGULAMENTO N. 1122/2009 DA COMISSÃO de 30 de Novembro de 2009, e veja-se  a  título  exemplificativo o  douto  Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, processo 0912/15 de 07/06/2018 do qual não resultou, salvo melhor opinião, que a acção de controlo tenha efeito interruptivo da prescrição.