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De facto, a testemunha SG afirmou que, estava a fazer a ronda habitual quando ouviu o alarme de uma das moradias e, ao aproximar-se, viu 2 indivíduos estranhos com capuzes sobre a cabeça; de repente surgiu um veículo que, da forma como apareceu, supõe que estivesse escondido junto a uns arbustos existentes em frente à moradia assaltada, recolhendo aqueles dois indivíduos e arrancando a alta velocidade; ao passar por si, o recorrente concentrou-se em fixar o condutor que mais tarde veio a reconhecer como sendo o arguido, não tendo por isso oportunidade de ver a matrícula da viatura; estava a telefonar a um mecânico para lhe pedir que tentasse ver a matrícula se a viatura passasse pelo local onde ele se encontrava quando esta voltou para trás, fazendo inversão de marcha quando se aperceberam da presença da testemunha depreendendo esta que tenha regressado pensando que já ali não se, tendo sido nessa altura que anotou a matrícula; assim que compareceram as autoridades que havia chamado, contou-lhes o sucedido, transmitindo as características da viatura, nomeadamente a cor e o facto de ter um vidro rachado, e entrou com elas na moradia, tendo constatado os estragos e visto as 2 baterias que haviam ficado no exterior.