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Por último as testemunhas Y, U e  sob o circunstancialismo fáctico constante dos pontos em questão nada referiram excepto a testemunha Y que, de uma forma vaga, referiu que quando acompanhou o recorrente na reabilitação estava, tendo-se os respectivos depoimentos centrado em aspectos técnicos relacionados com a cirurgia e recuperação do paciente após a intervenção.Significa, assim, que os elementos probatórios convocados pelo recorrente não infirmam a motivação supra transcrita pelo tribula recorrido, razão pela os citados pontos factuais devem continuar a constar do elenco dos factos não provados.Alega também a recorrente que o ponto 1 da resenha dos factos não provados e que corresponde ao que vem vertido nos artigos 219 a 224 da petição inicial deviam ser dados como provados com a seguinte redacção: "À parte das dores periódicas provocadas pelas luxações do ombro, o Autor tinha uma vida normal, quer no campo pessoal, quer no campo profissional enquanto estudante do ensino secundário e universitário), e social, que deixou de ter após a cirurgia do dia 102010”.