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3- Violação dos artigos 1, 2 e 2 do 294/2009, de 13-1 Considera o recorrente que decorrendo mais de 120 anos sobre a vigência do contrato de arrendamento rural, exigir-se documento de consentimento não é credível nem viável, pois as construções e as plantações de eucaliptos e de sobreiros, foram ocorrendo ao longo dos anos, sem qualquer oposição dos proprietários, ocorrendo aceitação tácita, apesar do que foi acordado pelos outorgantes de 1877, não prevendo a evolução do futuro quanto a construção de novas habitações e florestação, sendo violados os artigos 1, 2 e 2 do 294/2009, de 13-10 Conc.. A implantação das habitações e seus anexos, bem como o eucaliptal e sobreiral valorizam o prédio ")”, pois são bens que não podem ser levantados, originando riqueza para o futuro, levando a que os proprietários enriqueçam a custas do apelante, agindo este ao longo dos anos de boa-fé, decorrendo daí que tem direito a indemnização, sendo também violado o artigo 127 do Código Civil Conc.. Decorre dos factos provados que em 1887 foi celebrado um acordo escrito, designado de "Contrato de Arrendamento Rural” e com a duração de 120 anos, através do qual foi dado de arrendamento o prédio denominado ")” no sítio da mesma denominação, freguesia de Sines, que se compõe de casas, arramadas, palheiros, terras de semear, árvores de fruto e chaparros e que confronta do norte com, sul com Cabeça da, nascente com Vale de e poente com.