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Ainda assim, a falta de informação é mais extensa que a inexistência dos relatórios de gestão, uma vez que a Recorrida e seus representados não tiveram acesso aos balanços, balancetes relativos aos exercícios dos anos 2008, 2009, 2010, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017 e a demonstração de resultados referentes ao exercício de 2018, a que tiveram acesso, não estavam assinados, como é de lei – "as contas do exercício devem ser assinados por todos os membros da administração artigo 6, n. 3, do – o que significa que os sócios da Recorrente, independentemente de impender sobre esta, ou não, a obrigação de elaborar relatórios de gestão, não dispuseram de informação mínima que lhes permitisse tomar posição sobre a ordem de trabalhos da assembleia geral da Recorrente do passado dia 7/6/2019, causa de anulabilidade das deliberações aí tomadas.