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Neste enquadramento, tendo o acto interruptivo ocorrido antes do termo do prazo de prescrição e tendo a interrupção inutilizado para a prescrição todo o tempo decorrido anteriormente artigo 32, n. 1, do, suspendendo-se o prazo enquanto não houver decisão definitiva ou passada em julgado que ponha termo ao processo «nos casos de reclamação, impugnação, recurso ou oposição, quando determinem a suspensão da cobrança da dívida» artigo 4, n. 4, da, facilmente se conclui que a prescrição não ocorreu”  Aplicando aquela jurisprudência, ao caso dos autos, que como já referimos, também versa sobre o mesmo imposto e mesmo ano de 1998, é aplicável o prazo de prescrição de 8 anos previsto no art.