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Para se ver ressarcida dos prejuízos que alega ter sofrido, a lei societária confere à autora, através do disposto no artigo 7ᵒ, n.ᵒ 1, do Código das Sociedades Comerciais, como aliás a mesma autora configura, o «exercício de um direito próprio do credor, uma responsabilidade independente da existente para com a sociedade», porquanto «o acto ilícito do gerente afecta, em primeiro lugar, o património social e, indirectamente, do credor» assim, o Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 11-10-2011, Processo n.ᵒ 4206/03TBVCT.G2 Ana Cristina, disponível em dgsi.pt).