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Cerca de 3 meses após a compra a viatura começou a revelar persistentemente o ralenti do motor irregular e incerto, a difundir sons estranhos e anormais provenientes do funcionamento do motor o qual em marcha perdia força e avisava no painel "potência do motor reduzida” art.s 1 a   A Autora dirigiu-se às instalações da  Ré, sitas em Palmela- Setúbal reclamou das referidas vicissitudes e comunicou a sua insatisfação a  Ré verificou que confirmou as deficiências e assumiu a reparação do veículo que para o efeito lhe foi confiado e cerca de 15 dias depois a  Ré devolveu o automóvel a indicação de se encontrarem corrigidos os problemas segundo disse com a mudança de um injector mas assim não foi e em ao seguinte regressou com o veículo às instalações repetido a reclamação no final desse mês a  Ré devolveu-o com a informação de agora estaria tudo finalmente corrigido mas assim não9 sucedeu com a excepção do automóvel ter deixado de acender a luz indicativa de falta de potência em 8/6/2016 tudo recomeçou o veículo foi analisado num representante da maca OPEL que confirmou à  Ré a existência das anomalias ou desconformidade conforme doc 2 o veículo regressou à oficina da  re para voltar a ser reparado a 22/6/2016 a  Ré devolve-o com a informação de se encontrar desta vez em condições por via, disse, de uma troca de válvulas mas afinas assim não era de novo os barulhos ressurgiram com ralenti incerto no mês de Julho voltou a transmitir à  Ré a persistência das anomalias nos mesmos termos, desta vez face ao desgaste e desalento por todas as circunstâncias vividas pelos defeitos insistentemente percepcionados e nunca colmatados e dada a definitiva e irrecuperável ausência de confiança na utilização do veículo e na  ré a autora comunicou-lhe que pretendia dar sem efeito o negócio, a autora estacionou o veículo e nunca mais circulou a  Ré respondeu que aceitava a anulação do negócio e assumia a restituição do valor pago pela sua compra mas que precisava de uns dias para obter o capital necessário no que a autora contemporizou, vindo a  Ré a propor uma redução do valor aceitando a Autora em receber tão só 13 euros mas que o não podia fazer de imediato mas só após uma semana a  ré voltou a adiar, a autora ainda tentou junto de um representante da marca aferir os gastos com a eventual reparação do veículo no que foi informada que teria de despender 380,55 euros para substituir e programar uma válvula com vista a um diagnóstico no que a Autora não aquiesceu, apenas tendo pago 55, 97 euros do diagnóstico assim feito, ainda endereçou uma cara à  Ré no sentido de agilizar o cumprimento do acordo que não mereceu resposta; com o frustrado negócio sofreu a autora ainda sofríveis estados de desânimo, stress ansiedade impaciência e angústia.