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Civil.A questão a decidir é a seguinte: Apurar se foi correta a decisão da 1 Instância de indeferir liminarmente o pedido de exoneração do passivo restante formulado pelo insolvente.OS FACTOS A factualidade considerada na decisão da 1 Instância é a seguinte: a) O devedor B apresentou-se à insolvência a 18 de Janeiro de 2021 e, no dia 2 de Fevereiro do mesmo ano, foi proferida sentença que declarou a situação de insolvência;  b) O devedor é casado com  e tem um filho maior, estudante universitário, sendo o agregado familiar composto pelos mesmos;  ) O devedor trabalha por conta de outrem, auferindo a retribuição base mensal de 770,00 euros;  ) A mulher do insolvente está desempregada, não auferindo qualquer rendimento;  e) Residem em casa arrendada, mediante o pagamento da quantia mensal de 85,00 euros;  f) Foram incluídos na lista de credores reconhecidos, a qual não foi objecto de impugnação, créditos no valor global de 7936,61 euros;  g) Aquando da apresentação do pedido de insolvência, o devedor tinha pendentes as seguintes acções executivas:  - Acção executiva n. 5892/24T8PRT, do Juízo de Execução do Porto – Juiz 3;  - Acção executiva n. 12344/13T8PRT, do Juízo de Execução do Porto – Juiz 6;  - Acção executiva n. 21422/25T8PRT, do Juízo de Execução do Porto – Juiz 5;  - Processo executivo fiscal n. 1312202000680982;  h) O insolvente e a mulher foram declarados insolventes por sentença proferida no processo n. 3839/05TBGDM, do Juízo de Comércio de Santo Tirso – Juiz 3;  ) No âmbito de tal processo de insolvência, a 7 de Janeiro de 2010, foi proferido despacho inicial relativo ao pedido de exoneração do passivo restante formulado pelos ali insolventes;  j) Tal processo de insolvência foi encerrado por insuficiência da massa insolvente para satisfazer as custas do processo e as restantes dívidas da massa insolvente, por despacho proferido a 22 de Novembro de 2011;  k) A 14 de Março de 2019 foi proferida decisão, transitada em julgado, que não concedeu ao insolvente B a exoneração do passivo restante, cuja certidão foi junta com o ofício de 7 de Maio de 2021, dando-se aqui por reproduzido o seu conteúdo o tribunal de 1 instância não concedeu a exoneração do passivo restante a ambos os cônjuges, mas o Tribunal da Relação do Porto concedeu a exoneração ao cônjuge do ora insolvente;  ) No âmbito do processo de insolvência identificado na alínea, relativamente aos anos de 2014 a 2016, não foi entregue a quantia de 1066,94 euros, a título de rendimento disponível;  ) O insolvente, nos anos de 2017, 2018, 2019 e 2020, contraiu novas dívidas.