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Assim, ainda que à luz do que esteve presente na fundamentação dada se compreenda o dito esforço da recorrente na sua "desconstrução”, é destituído de interesse à solução jurídica, em que resultou uma absolvição da instância por afirmação da intempestividade, saber em que medida, ou não, podem ser aceites, de estáveis, ou não, na ordem jurídica efeitos dos actos de 201 E, assim, quer de direito, quer de facto, é de vão perscrutar todo o armamentário que a recorrente vai lançando a terreiro a esse propósito até chegar à conclusão que, então, abriria porta de tempestividade, de que "27 -Não existindo acto exequendo, não pode consequentemente existir validamente acto administrativo de execução”.