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TribunalConstitucional que, no Ac.341/2013, reafirmou, especificadando, aquele aresto, decidindo "nãojulgarinconstitucionalanormaconstantedosarts.7,7e5,n.1,doCP,quandointerpretadosnosentidodeserpossível,numconcursodecrimesdeconhecimentosuperveniente,procederàacumulaçãodepenasdeprisãoefectivascompenasdeprisãosuspensasnasuaexecução,aindaqueasuspensãonãosemostrerevogada,sendooresultadoumapenadeprisãoefetiva”  Como proficientemente se salienta no Acórdãon.3/06 citado, "ocondenadoempenadeprisãosuspensanasuaexecuçãoquetenhapraticadoumcrimeanterior­menteàquelacondenaçãopeloqualaindanãofoijulgadosabequenãosópodeterdeviracumprirapenadeprisãosuspensase,nodecursodoperíododasus­pensão,infringirgrosseiraourepetidamenteosdeveresouregrasdecondutaimpostosouoplanoindividualdereadaptaçãosocialousecometercrimepeloqualvenhaasercondenado,erevelarqueasfinalidadesqueestavamnabasedasuspensãonãopuderam,pormeiodela,seralcançadas,masaindaqueaquelasuspensãopodenãosermantida,seapenaaplicadaaocúmulolegalmenteonãopermitirouse,naponderaçãofinalglobalacargodotribunaldocúmulo,seentenderqueasuspensão,nocaso,senãojustifica”.