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– Determinação dos danos patrimoniais e não patrimoniais sofridos pelos A. J. e reapreciação dos valores indemnizatórios que lhe foram atribuídos por esses danos: O Tribunal "a quo” atribuiu ao A. J., na sentença recorrida, os seguintes montantes indemnizatórios: - € 237,80 a título de perdas salariais, relativo à diferença entre o montante de € 800,00/mês pago pela Ré ao A. e o valor de € 204,10 auferido por este à data do sinistro, o que equivale a € 404,10 x 18 meses € 204,10 - € 800,00 = € 404,10 x 18;  - € 11150,00 a título de indemnização pelos danos patrimoniais decorrentes danecessidade de auxílio de terceira pessoa pelo menos duas horas por dia, considerando o valor de € 10 diários € 5 por multiplicados por 31 anos contados desde a citação da Ré nesta acção e até o A. perfazer 80 anos, correspondente à esperança média de, ou seja, € 10 x 365 dias = € 650,00 x 31 anos = € 11150,00 para o período total; - € 87912,00 a título de indemnização pelo dano patrimonial futuro onde se inclui o dano biológico, tendo em atenção a idade do A. à data do sinistro 44, o facto de ter ficado afectado de um défice funcional permanente da integridade físico-psíquica de 54 pontos, o acréscimo de esforço para poder desempenhar a sua profissão, o vencimento por ele auferido à data do acidente € 200,00 x 14 e a esperança média de vida prevista para os homens no nosso país, que se situa nos 80 anos € 200,00 x 14 meses = € 4800,00 x 80 anos – 44 = € 61800,00 x 54% = € 87912,00); - € 6000,00 a título de compensação pelos danos não patrimoniais por ele sofridos.