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Como decorre da petição inicial e dos requerimentos que completaram a alegação da petição inicial, na sequência do despacho convite ao aperfeiçoamento formulado pelo tribunal, a Autora, pretendendo peticionar que seja declarada a resolução em benefício da Massa Insolvente do contrato de compra e venda que teve por objecto a venda pelo insolvente de "1/3 do prédio urbano” identificado na petição inicial, alegou os fundamentos constantes da carta resolutiva que previamente enviou ao recorrente os mencionados na fundamentação de, ou seja, que: a) O Réu AA, «vendeu», no dia 16 de Fevereiro de 2017, 1/3 do aludido imóvel ao Réu BB; b) Nesse mesmo dia e na mesma escritura, o pai do Réu BB também lhe vendeu 1/3 do dito imóvel; e que O Réu BB, ainda no mesmo dia 16/02/17, outorgou escritura pública de compra e venda de 1/3 e imediata doação do direito de uso e habitação a favor do seu pai,  Nessa sequência alegou que os Réus tinham uma relação especial entre eles, sendo comproprietários do mesmo imóvel e mutuários do mesmo mútuo com hipoteca sobre o dito imóvel, contraído junto do Banco ..., mas mesmo assim aceitaram outorgar a escritura de compra e venda, tendo plena consciência de que da mesma resultaria manifesto prejuízo para os credores do insolvente nos 2 e 3 do art.