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Alegou, para tanto, em síntese: foi admitido ao serviço da R por contrato com termo, em 012011 e por um ano, para exercer as funções de assistente de Psiquiatria; independentemente da falta de justificação para a contratação por aquele prazo, foi contratado com o conhecimento, "comunicado”, de que a sua necessidade era permanente e que o contrato seria renovado; em Julho de 2012, após ter interpelado os superiores hierárquicos e a administração da R pela renovação do contrato, foi-lhe comunicado que "os processos de Novembro ainda não foram para a tutela e que estamos a organizar os processo” e que "os pedidos são remetidos para a tutela com 45 dias de antecedência e que no caso em apreço irá ser remetido oportunamente”; em 102012, a R comunicou-lhe que o contrato cessava em 012012; porém, verbalmente referiu-lhe que era um elemento imprescindível e que a renovação do seu contrato estava pedida e entregou-lhe cópia do pedido de renovação; a Administração deliberou, em 202012, renovar o contrato celebrado e enviou um formulário ao Ministério da Saúde onde, além do mais, se refere que "a contratação foi para melhorar os tempos limite de espera da 1 consulta  e também por motivo de saída por rescisão de contrato de três médicos; quanto à renovação: os motivos mantêm-se;  a necessidade de contratação são os recursos humanos existentes na instituição, que apresenta um défice de dezassete  para este grupo de profissionais ”; quanto à fundamentação para a renovação: ��� insustentabilidade da manutenção da situação do SERVIÇO DE PSIQUIATRIA da ULS..., pois há vários anos que se sentia a dificuldade em angariar médicos psiquiatras .