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No circunstancialismo de tempo, modo e lugar acima indicados, o arguido beijou ...) na face e apalpou-lhe o rabo; pediu-lhe para o acompanhar ao sótão, onde a agarrou, colocando os seus braços à volta do seu tronco, puxou o corpo dela contra o seu e beijou-a no pescoço, apalpou-lhe o rabo e os seios, tendo aquela tentado libertar-se do arguido, empurrando-o; o arguido disse-lhe que as suas nádegas já estavam mais rijas do que quando a tinha apalpado da primeira vez e disse-lhe para se deitar no colchão ao que aquela disse que não; então, o arguido desapertou o cinto das suas calças, desabotoou o botão das suas calças, desabotoou o botão das calças de ...) e puxou as calças para baixo, tentando tirar-lhas, com vista a ter relações de cópula com ela, não tendo conseguido baixá-las uma vez que aquela agarrou nas suas calças e apertou o botão das mesmas; o arguido disse-lhe: "Não queres ter sexo com o tio?” ao que ...) respondeu: "Não”, tentando sempre libertar-se daquele, empurrando-o, mas sem sucesso, continuando aquele a agarrar ...), com muita força, tendo- lhe aquela dito: "Estás a aleijar-me” ao que o mesmo respondeu: "Não quero saber”; ...) tentava fugir por baixo dos braços do arguido, não tendo conseguido e a determinada altura aquele agarrou-lhe os braços, encostou-a contra uma parede, encostou o seu corpo ao corpo dela e beijou-a no pescoço; continuando a agarrá-la, encostou o seu corpo ao corpo dela, e deu-lhe um beijo na boca, tendo aquela empurrado o arguido; anda naquele local, e no mesmo circunstancialismo, o arguido enfiou uma das suas mãos no interior da blusa de ...) e apalpou-lhe os seios, tendo esta logrado agarrar a mão do arguido, retirando-a do interior da sua blusa.