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Todavia considerou que tal situação se alterou a partir de 112014, com a resolução do contrato promessa, e que a autora, a partir de então, passou a ter o direito de ser indemnizada pela privação do uso da fração – e daí a condenação da ré no pagamentoà autora de uma indemnização, a liquidar, desde 1114 até à efetiva entrega da fração autónoma, tendo como referência a quantia mensal de € 500,00; Alega a recorrente, em primeiro lugar, que não se encontra provado que a SCRU ex tenha recebido a carta datada de 112014 e, em segundo lugar, que essa carta serviu apenas para converter a mora da SCRU/Viaparedes em incumprimento definitivo e não teve por efeito resolver o contrato, uma vez que a ré não chegou a enviar uma nova carta a concretizar a ameaça de resolução.