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Assim o dizemos na consideração, ainda, em face do regime legal aplicável, de que a reapreciação da matéria de facto por parte do tribunal da relação, tendo de ter a mesma amplitude que o julgamento de primeira instância – pois que só assim poderá ficar plenamente assegurado o duplo grau de jurisdição2–, muito embora não se trate de um segundo julgamento e sim de uma reponderaç��o, não se basta com a mera alegação de que não se concorda com a decisão proferida em  instância, exigindo antes da parte processual que pretende usar dessa faculdade, a demonstração da existência de incongruências na apreciação do valor probatório dos meios de prova que efetivamente, no caso, foram produzidos – sem limitar, porém, o segundo grau, ou seja o tribunal de recurso, de sobre tais desconformidades, previamente apontadas pelas partes, se pronunciar, enunciando a sua própria convicção não estando, assim, limitada por aquela primeira abordagem pois que, como se disse já, no processo impera o princípio da livre apreciação da prova, artigo 60, n 5 do.