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17 No dia 13 ou 14 /12/2017, a arguida mostrou o imóvel acima referido a , e à sua esposa YY, correspondente a tipologia T2, com um terraço, informando a arguida que estaria ocupado naquela altura, mas ficava disponível para que desse entrada, e iniciassem o arrendamento em Janeiro de 201 17 No dia 15/12/2017, e esposa contactaram com a arguida, informando-a que pretendiam avançar com o negócio e arrendar o imóvel em questão, acordando que se iniciaria o arrendamento e entrariam no imóvel como inquilinos a 1 de Janeiro de 201 sendo a renda mensal de €45 17 A arguida solicitou, tal como já tinha previamente informado , que para fecharem o negócio do arrendamento do imóvel aqueles tinham que pagar a caução de €450, mostrando total à vontade informou que entregaria recibo comprovativo de tal pagamento, e solicitou-lhes o envio de documentação afirmando que era necessário para elaborar o contrato de arrendamento informações que bem sabia a arguida ser aptas a reforçar a convicção de que eslava a negociar com seriedade, apesar de saber que não.