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Em suma: -a acção administrativa urgente de contencioso pré-contratual é o meio próprio para a impugnação dos actos relativos à formação dos contratos enunciados no n 1 do artigo 100 do CPTA, sendo para todos os actos atinentes àqueles procedimentos, exemplificados no n 2 do mesmo artigo, mostrando-se a deliberação impugnada abrangida pelo referido meio processual;  -assim, bem andou o despacho, recorrido, ao julgar procedente a excepção dilatória da nulidade de todo o processo, e, em consequência, absolver o réu da instância; -isto porque, a aqui Recorrente intentou acção especial de impugnação de acto administrativo para atacar a deliberação do Conselho de Administração do Réu no âmbito de procedimento concursal regido pelas regras de contratação pública; -a deliberação deste órgão, de 07/07/2016, contém uma decisão de não adjudicação por circunstâncias supervenientes à abertura do procedimento, sendo o acto de não adjudicação um acto inserido nas normas de tramitação de contratação pública contidas no Código dos Contratos Públicos, pelo que, nos termos previstos na alínea do artigo 97 do CPTA, o contencioso dos actos relativos à formação dos contratos previstos na Secção , rege-se pelo disposto no Capítulo da acção administrativa urgente e pelo disposto nos capítulos e do título , no que com ele não contenda; -de acordo com o estabelecido no n 2 do artigo 100 do CPTA, para efeitos de aplicação do contencioso pré-contratual, são considerados actos administrativos os praticados por quaisquer entidades adjudicantes ao abrigo de regras de contratação pública.