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Deste entendimento dissentem as rés, defendendo que:   ) inexiste a supra referida contradição e que, não tendo a factualidade constante do ponto 18 dos factos provados e que o acórdão recorrido considerou, agora, como não provada, qualquer relevância para a decisão da causa, segundo as várias soluções plausíveis da questão de direito, a reapreciação deste ponto da matéria de facto traduz-se numa inutilidade violadora dos princípios da celeridade e da economia processual consagrados nos artigos 2, n 1, 137 e 138, todos do CPC;   ) a extensão do objeto da confissão feita pelas rés na ata da sessão de audiência de julgamento de 012014 para além da matéria vertida nos artigos 11 e 12 da petição inicial, não só se traduz numa interpretação errada das declarações que foram proferidas, como constitui violação das regras disciplinadoras deste meio de prova, designadamente das constantes dos artigos 352 e seguintes do Código Civil;    ) ao dar como não provada a factualidade constante dos ponto 18 dos factos provados, o Tribunal da Relação, para além de desobedecer ao estatuído pelo Supremo Tribunal de Justiça, na medida em que ignorou o requerimento das recorrentes, datado de 202020, optou pela via mais fácil que foi a de, sem qualquer justificação e sem reapreciar o conteúdo do relatório pericial de fls.