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h) O que, como se demonstrou nestas contra-alegações, não corresponde à verdade dado que o Tribunal a quo procedeu a uma rigorosa ponderação entre os interesses públicos a acautelar por via do levantamento do efeito suspensivo automático e que não se resumiam de todo a puros interesses económicos) e os interesses privados contrapostos, nos termos previstos no n. 4 do artigo 10-A do CPTA;  ) Resultando evidente da prova produzida a prevalência do interesse público, que sairia gravemente prejudicado caso se mantivesse o efeito suspensivo do acto de adjudicação impugnado;  j) O que significa que nada há para assacar à decisão recorrida, que fez uma correcta interpretação e aplicação do disposto no n. 4 do artigo 10-A do CPTA.