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É que, e desde logo porque a instrução tem por objecto os temas da prova enunciados ou, quando não tenha lugar a esta enunciação, os factos necessitados de prova , e porque em rigor hão-de os temas da prova incidir sobre os factos essenciais a que alude o n1, do art 5, do CPC, inquestionável é que não deve o Julgador permitir que o processo judicial seja o "vazadouro” de prova que, manifestamente, nenhuma relevância tem para a decisão da causa, quer porque indicada com referência a factos não controvertidos, quer porque ainda que tendo por objecto factualidade impugnada, não é a mesma relevante/essencial para a boa decisão da causa, não servindo de todo e designadamente para a solução das questões a que alude o n 2, do art 608, do CPC.