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12 A sentença recorrida deverá ser revogada porque viola todas as normas legais referidas supra, impondo-se concluir pelo não preenchimento dos requisitos de que depende a procedência da presente ação.” Em 18 de fevereiro de 2021, também inconformados com a sentença, B e  interpuseram recurso de apelação, terminando as suas alegações com as seguintes conclusões: "A - Das Nulidades da Sentença: Os Autores pediram a condenação dos Réus  e E no pagamento, em via de regresso, do cr��dito de € 4944,32, emergente da quantia exequenda, juros, custas, despesas e honorários do Agende de Execução, que pagaram no âmbito do processo executivo identificado na alínea, do facto provado n. 20, pagamento esse que foi dado por provado – Facto provado n. 2; Cabia ao Tribunal a quo reconhecer e declarar na decisão final qual o montante do crédito dos Recorrentes, pelo menos, sobre o Recorrido , com referência, por um lado, ao valor dos encargos que suportaram com a execução do  e, por outro lado, à percentagem, que entendesse fixar, da responsabilidade de cada co-avalista o Pai dos Autores e o Reu no pagamento da quantia referida no número anterior; Contudo, a sentença a quo omite qualquer pronúncia sobre esta questão específica do pedido deduzido na acção pelos Recorrentes, em manifesta oposição com os fundamentos de facto e de direito da própria decisão n.s 2, al., 2, 2 e 2 dos Factos, assim tendo violado as disposições dos art.s 60, n. 2, e 60, n. 2, do CPC; Essa omissão de pronúncia comina a sentença a quo de vício de nulidade, nos termos da al., do n. 1, do art.