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– "foi purificado por si uma vez, estavam mais pessoas, um outro purificador o BB, advogado, o RR e o. Inicialmente, todos estavam deitados na cama nus, o BB penetrou o PD e os restantes ejacularam para cima do mesmo” - apenas negando que tenha masturbado o PD e antes tendo o arguido RR lhe perguntado se queria fazer analmente também ou continuar a masturbar-se mas ejacular para cima do adolescente, vindo o declarante a afirmar ter escolhido ejacular por ser, a seu ver, "o mal menor”, facto que decaiu no seu âmago de credibilidade face ao vigor da demais prova reunida, da qual as declarações para memória futura prestadas pelo adolescente ofendido se erigem referenciais, bem como pela peculiar suavização ostensivamente tendenciosa entendida verbalizar pelo arguido declarante; aduzindo-se nota preponderante colhida às declarações do arguido RR quando, em sede de interrogatório judicial, afirma que o arguido era considerado o número dois da hierarquia da dita "Verdade Celestial”, gostando de meninas e rapazes adolescentes, sendo que nunca o castigou porque fazia praticamente tudo o que lhe dizia.