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No seguimento desta orientação, a única questão que se encontra submetida pela apelante à apreciação desta Relação consiste em saber se o despacho recorrido, ao não admitir o incidente da intervenção principal provocada de José  requerida pela apelante padece de erro de direito.A- FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO  Os factos que relevam para a decisão a proferir na presente apelação são os que constam do relatório acima elaborado.B- FUNDAMENTAÇÃO JURÍDICA  O erro de direito que a apelante assaca à decisão recorrida, que indeferiu o incidente de intervenção principal provocada do terceiro José  com fundamento de que a fase declarativa da ação de divisão de coisa comum se encontra finda e que a questão da existência de um direito incompatível desse terceiro sobre o prédio a dividir teria de ser apreciada na fase declarativa dessa ação e, bem assim, que na fase executiva da ação de divisão de coisa comum já não é possível fazer intervir o terceiro chamado na ação e que apenas assistindo ao terceiro o direito a reclamar o direito de propriedade sobre a parte rústica do prédio a dividir em ação própria de reivindicação, caso esse direito lhe venha a ser reconhecido, poderá a requerente e apelante requerer a anulação da venda do prédio, passa pela enunciação das finalidades prosseguidas pela ação especial de divisão de coisa comum, do respetivo processualismo legal, elencagem das questões que cumpre tratar em cada uma dessas fases processuais e pela análise do incidente da intervenção principal provocada.