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Na resposta apresentada, a Apelada Ré alega, em resumo, o seguinte: §  Nos aludidos artigos 45 e 50 da petição inicial, a Autora "referia-se ao facto de não dispor de cópias das apólices, mas não suscitava qualquer questão quanto ao facto de as mesmas nunca lhe terem sido facultadas nem sequer suscitou a questão de se tratarem de cláusulas contratuais gerais” ; §  Efectivamente, alegar a Autora, num determinado momento, que não dispunha de cópias das apólices "não é o equivalente a alegar que a Autora nunca dispôs de cópia das Condições Gerais” ; §  Nunca tendo a Autora suscitado nos autos "qualquer matéria relativa ao conhecimento do teor dos contratos de seguro, matéria que era, aliás, completamente contraditória com a matéria por si alegada”, bastando para tanto atentar ao por si alegado nos artigos 33 e 34 da petição inicial ; §  Assim, perante o teor da petição inicial, não tinha a Ré, ora Recorrida, "qualquer obrigação de alegar e provar ter dado conhecimento à Autora do teor dos contratos de seguro, justamente porque a Autora não suscitou essa questão” ; §  Ou seja, não tinha a Ré que levar aos autos algo "que não era controverso: o que a lei impõe é que os predisponentes provem ter dado conhecimento das cláusulas contratuais gerais sempre que a matéria seja controversa e apenas nesses casos” ; §  A questão do conhecimento, por parte da Autora, das condições do seguro não era um thema decidendum, não figurando tal matéria nem no objecto do litígio nem nos temas da prova ; §  Inexistindo, assim qualquer omissão de pronúncia na sentença, capaz de a inquinar com o vício da nulidade.