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Sem razão, pois essa norma insere-se num contexto sistemático em que a jurisdição administrativa e tributária são sempre convocadas em paralelo, sem dissonância ou especialidade de regimes, bastando para tanto observar no artigo 1 desse diploma legal que as equipas de recuperação de pendências têm indistintamente por missão "proceder à recuperação de pendências na jurisdição administrativa e tributária” e no artigo 3/2 que "O Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais estabelece os critérios que devem presidir à distribuição dos processos pelas equipas de recuperação de pendências, dentro de cada zona geográfica e em relação aos respetivos tribunais e áreas de contencioso”  Por outro lado, em termos lógicos, esse argumento implicaria discordância quanto aos critérios estabelecidos pelo CSTAF na distribuição dos processos, questão prejudicial que tanto quanto se conhece não foi objecto de impugnação e, se fosse, não caberia ao Presidente do TCAN dirimir.