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Na sequência, a arguida apresentou a seguinte resposta: «1 - Nada tem a opor, como princípio, à decisão do caso através de simples despacho; 2 - Porém a recorrente no seu recurso de impugnação judicial indicou como testemunhas o motorista e o chefe de tráfego; 3 - No âmbito da sua defesa, está o cumprimento das obrigações no que concerne à utilização e circulação dos registos de tacógrafo; 4 - Pelo que a audição da testemunha se revela imprescindível quanto a estes factos; 5 - No caso em apreço, da matéria vertida quer no auto de notícia quer na decisão administrativa, nada consta que permita imputar qualquer infração à recorrente; 6 - Assim, como alegou a recorrente a nulidade da decisão administrativa, caso Exa.