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Assim sendo, uma vez que o arguido AA se encontra sujeito à medida de prisão preventiva desde 15 de fevereiro de 2020, tendo ocorrido a sua condenação em primeira instância, ainda que por decisão não transitada em julgado, em crime a que corresponde moldura penal de 3 a 12 anos  artigos 144 e 145 n 1, alínea , ambos do, eleva-se para dois anos o prazo da prisão preventiva a que se encontra sujeito por força do disposto no artigo 215 n 1, alínea e n 2, estes do CPP, pelo que a medida de coação que lhe foi aplicada só se extinguirá em 15 de fevereiro de 2022, se entretanto não ocorrer o trânsito em julgado.