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Mas visto que, por um lado, grande parte desse período ainda decorreu próximo daquilo que a jurisprudência vem chamando de "tenra idade” do menor e também numa época em que dificilmente o pai conseguiria alterar a situação se o tivesse tentado antes, e que, por outro lado, segundo os factos provados sob 13 e 14 ambos os progenitores demonstram capacidades para o exercício das funções parentais, denotam conhecimento e pretendem corresponder às necessidades do filho, parecendo fixados em garantir o seu bem-estar, a sua estabilidade emocional e em proporcionar-lhe as condições adequadas ao seu são desenvolvimento, sendo ambos participativos na vida escolar do filho embora a mãe, enquanto encarregada de educação, seja mais activa/participante), entende-se que as vantagens da residência alternada, isto é, o restabelecer as relações normais do menor com ambos os progenitores, suplantam, o prejuízo decorrente da alteração dos hábitos e rotinas estabelecidas nesses dois anos. )