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Desde logo os factos alegados pelo Recorrente e dados por verificados em sede de fundamentação da sentença recorrida, apenas não têm acolhimento em nenhum dos 24 factos julgados provados na sentença, Assim, não se vê como pode a sentença concluir que "Em causa está, portanto, o planeamento e projeção de um investimento de grandes dimensões, que apenas fará sentido ser executado em prédio confiante e que terá por base a mão de obra e os serviços ao dispor da Requerente à data, não se vislumbrando que a Requerente possa vir a ter oportunidade semelhante em momento posterior”, devendo, como tal, ser revogado este segmento da decisão recorrida por inexistência de matéria de facto e prova que a sustente  levada a matéria.