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Por último, porque, diz, sempre se opôs ao gozo de proporcionais de férias durante o período de aviso prévio, não podendo ser considerada a sua ausência das instalações da Ré/recorrida entre os dias 24 de Outubro de 2016 e o dia 28 de Novembro do mesmo ano como um gozo de 20 dias correspondentes a proporcionais de férias – tendo sido ele, diversamente, isso sim, impedido de prestar trabalho –, que deve ser revogada a sentença, sendo condenada a Ré a pagar ao Autor a quantia de €486,98 a título de férias não gozadas e proporcionais de férias do ano da cessação do contrato, acrescida de juros de mora à taxa legal em vigor de 4% ao ano e até efetivo e integral pagamento, sendo que, atendendo a que a Ré pagou entretanto o valor pecuniário no €458,66, que deve ser deduzida tal importância pecuniária.