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O arguido AA esclareceu, ainda, que ligou para o escritório do dr. TT e disse que precisava de marcar uma reunião, e que, segundo julga, essa primeira reunião ocorreu em abril, maio de 201 Explicou que antes desta data não conhecia o Dr. TT, e que, por esta altura, o seu interesse residia na necessidade de o Dr. EE lhe pagar os impostos devidos e ligados aos montantes que veio a receber por transferência bancária da sociedade PR....... Não há que se entender como em demasia, a observação de estranheza com, pese embora nenhuma atividade laboral tivesse sido realizada pelo arguido AA a favor da PR......, ainda assim, com o termo do referido contrato, essa sociedade aceitou pagar ao arguido as remunerações relativas aos meses de setembro de 2014 a maio de 2015, bem como os valores respeitantes a férias vencidas e não gozadas e respetivos subsídios relativos a 2014, no montante de 15000,00USD, uma compensação pecuniária no valor de 21000,00USD como contrapartida da revogação do contrato de trabalho, e, ainda, os montantes que o arguido AA viesse a despender com o cumprimento das suas obrigações fiscais.