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5 É absurdo considerar que as arguidas actuaram no interesse da criança G. A.. 5 Como é igualmente absurdo que a arguida S. pudesse ter realizado um estudo sobre o estado de saúde dos assistentes, sem o conhecimento destes e sem cumprir qualquer trâmite legal a esse propósito e tal se mostre legítimo aos olhos da justiça 5 O raciocínio levado a cabo pelo Tribunal a quo parece ter assentado no facto de que as arguidas sendo enfermeiras numa instituição de saúde podem aceder à informação médica e de saúde de qualquer pessoa que aí se encontre inscrita e por isso considerou apenas ser de pronunciar a arguida S. pela actuação desta nas pessoas das assistentes G. F. e A., porquanto estas nas datas em questão não estavam ali inscritas.