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Invocou para tanto, em síntese, que a decisão recorrida errou, por deficiência, no julgamento da matéria de facto indiciada e que, ao contrário do decidido, se verificam no caso concreto todos os pressupostos consignados no artigo 120 do Código de Processo nos Tribunais Administrativos para a suspensão da eficácia do acto em apreço; à cautela apresentou recurso do despacho interlocutório que dispensou a produção de prova porque, sustenta, a entender-se que não existe nos autos prova suficiente para se dar por verificado o pressuposto do "periculum in mora” então deveria ter sido produzida a prova requerida para se concluir, face a essa prova que no caso concreto se verifica efectivamente o perigo de criação de uma situação de facto consumado com a imediata execução do acto suspendendo.O Recorrido contra-alegou invocando que o presente processo e recurso "deve ser suspenso, por existência de questão prejudicial, até que o Supremo Tribunal Administrativo emita acórdão final no âmbito do processo n. 153/18BEPRT, e, após esse momento, ser confirmada ou corrigida a Sentença recorrida em função do mencionado acórdão a proferir pelo Supremo Tribunal Administrativo, sendo antecipada, nos termos do artigo 12/1 do CPTA, a decisão a proferir na ação principal de que esta providência é instrumental”.