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Numa tentativa de acobertar estas actuações, registou um acto de transmissão da sua quota na referida sociedade "..”, no dia 31 de agosto de 2020, por via da apresentação de um contrato de cedência de quota celebrado com GG, a que apuseram a data de 22 de Junho de 2020, percebendo-se que tal contrato mais não é do que um contrato simulado para fazer crer a terceiros e nomeadamente ao tribunal e aos requerentes que o requerido na data da transacção já nada tinha a ver com a sociedade que saiu beneficiada dessa transacção na mesma medida do prejuízo sofrido pela sociedade .., S.A. É que a alegada PP nunca pagou qualquer preço pela cedência de tal quota, além de que o requerido continuou a controlar a referida sociedade, que mantinha a sua sede na sua residência, onde era recebido o correio a ela dirigido.