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Assim conclui -se que inexiste qualquer aparência de direito dos Requerentes que possa servir de base à presente providência cautelar que logo por aqui será de julgar improcedente.” Os Requerentes não divergem, em essência, desta fundamentação; não discutem a existência e validade da hipoteca registada em momento anterior 21/3/1995) ao contrato de compra e venda que celebraram 12/6/2000) com os então donos da fração hipotecada, nem discutem o direito do Requerido cobrar a dívida que a hipoteca garantia, situando o âmbito da sua discordância na circunstância de haver sido penhorado e vendido um bem pertença dos Requerentes, numa execução que correu à sua revelia, sabendo o Requerido que o bem já não pertencia aos devedores, o que configura um caso de ineficácia da venda.