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Quando se limitem a fazer uma mera referência genérica, em branco, à violação de qualquer uma obrigações nascentes do contrato, a estipulação não passará de uma cláusula de estilo, mero rappel do regime jurídico da chamada condição resolutiva tácita, já que não houve uma prévia vontade contratual que de facto valorasse especificamente a gravidade da inadimplência.”1 Em sentido idêntico e invocando também a doutrina italiana, pronunciou-se JOÃO BAPTISTA MACHADO, que passamos a citar: "Importa ainda ter presente que a chamada cláusula resolutiva expressa «deve referir-se a prestações e a modalidades de adimplemento determinadas com precisão: as partes não podem ligar a resolução a uma previsão genérica e indeterminada, do tipo ‘em caso de inadimplemento de qualquer obrigação surgida no presente contrato, este considera-se resolvido’» cfr.