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Argumenta, essencialmente, que «estando aqui em causa um crédito emergente da verificação do risco abrangido pelo contrato de seguro – objectivado na ocorrência do sinistro – tal crédito, principalmente na ausência de acordo das partes Lesado/Segurado e sobre a verificação de um sinistro coberto pela apólice e os danos daí decorrentes, tal crédito indemnizatório da Segurada/Autora só se torna líquido a partir da decisão condenatória que o fixar» e que, «por outro lado, o crédito indemnizatório da Credora/Segurada nunca podia ser liquidado à data do sinistro, porquanto, nos termos definidos no contrato por via das suas cláusulas cujo teor foi dado como assente nos autos, a liquidação dos prejuízos indemnizáveis é necessariamente concretizada em sede das peritagens subsequentes, como decorre da Cl.