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ainda o n. 2 do artigo 4, do Código, e à prevenção geral positiva ou de integração uma função de, respeitando aqueles limites, nos fornecer limiares máximos e mínimos, dentro dos quais as considerações de prevenção especial positiva necessidade de reintegração) iriam permitir fixar o quantum concreto; 4 - Nas várias alíneas do n. 2 do referido artigo 7, o legislador fornece uma enumeração exemplificativa de circunstâncias que, não fazendo parte do tipo de crime 4, deponham a favor ou contra o agente; 5 - Por seu turno, no artigo 7, do Código Penal, encontram-se elencadas algumas circunstâncias que podem conduzir a uma atenuação especial da pena, designadamente "Ter havido actos demonstrativos de arrependimento sincero do agente, nomeadamente a reparação, até onde lhe era possível, dos danos causados.” confrontar a alínea do número 2 do referido preceito, o que não ocorreu in casu, uma vez que o arguido não confessou os factos e não mostrou qualquer arrependimento; 6 – O grau de ilicitude dos factos, que revela a intensidade da violação dos valores jurídicos-penais é elevado, assim como o grau de culpa; 7 – O arguido tinha, na data dos factos, 00 anos, idade e maturidade suficientes para lograr manter um tipo de conduta mais conforme ao direito e resistir ao impulso de desferir um golpe mortal, com faca, em alguém que o ajudava e que não constituía qualquer risco para a integridade física do agressor; 8 - O arguido não parece encontrar-se inserido social e familiarmente, e a inserção profissional é de pouco relevo; 9 - O arguido não tem antecedentes criminais, não se tendo notícia do posterior cometimento de novos crimes; 10 - O arguido, de forma gratuita, tirou a vida a uma pessoa com quem não eram conhecidos conflitos, uma pessoa que não tinha capacidade para se revelar ser um risco para a integridade física e/ou vida do agressor, uma pessoa que o ajudava e com quem manteve relacionamento íntimo e próximo; 11 - O crime de homicídio é punível com pena de prisão de 8 a 16 anos; 12 - O grau de ilicitude dos factos e o elevado grau de culpa do arguido, a acrescer ao desvalor da acção e do resultado, conduzem a que a medida concreta da pena se situe a meio caminho entre os limites mínimo e máximo da moldura abstracta,  13 - Motivos pelos quais se considera que o douto acórdão proferiu a decisão correta, não tendo violado qualquer disposição legal e não padecendo de quaisquer vícios, 14 - Pelo que deve ser mantida in totum”.