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Com efeito, o depoimento do psiquiatra, Dr. P. F. que passou a acompanhar o sinistrado, a partir de Fevereiro de 2017, na sequência de uma recidiva de sequela do foro psiquiátrico resultante de acidente de trabalho, ao contrário do por si defendido e que é contrariado pelas perícias médicas existentes nos autos, não nos permite concluir que o estado psíquico do autor, a partir de Fevereiro de 2017, se fique a dever única e exclusivamente ao facto de ter ficado desprovido de funções desde Dezembro de 201 Importa ter presente que no âmbito do exame pericial realizado em Setembro de 2016 foi atribuído um coeficiente de incapacidade por sequela psiquiátrica de 20%, sendo certo que de um anterior acidente ocorrido em 2010 já lhe havia sido atribuída uma incapacidade permanente para o trabalho, também por sequela do foro psiquiátrico de 16%.