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O princípio da igualdade impõe, naturalmente, que, sem prejuízo da existência de razões objetivas que o justifiquem, os créditos privilegiados não fiquem sujeitos a um regime mais desfavorável do que os créditos comuns, mas a mera circunstância de os créditos privilegiados e os créditos comuns ficarem sujeitos a regime idêntico não nos permite concluir, de forma automática, pela violação daquele princípio.” 	No entanto, no caso em apreço, nem se pode concluir que os créditos garantidos ficam sujeitos ao mesmo regime da generalidade dos créditos comuns, mas tão só, dos créditos comuns detidos pelas instituições de crédito, dado que os créditos comuns detidos por fornecedores e outros credores têm outras formas e pagamento e, designadamente, estão sujeitos ao "perdão de 90% do capital”.