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Àquele prazo de suspensão da prescrição, que foi alargado de 6 meses para 5 anos e que se iniciou com a notificação do despacho proferido a 102017 face à moldura da coima aplicável à contraordenação em questão- superior a 1 000 000, acrescerá mais 5 anos de suspensão por ter havido recurso para o Tribunal Constitucional, assim como acrescerão também as suspensões de contagem do prazo de prescrição decorrentes da pandemia por Covid-19 já aludidas no Acórdão proferido em 2020121 que perfaziam um período global de suspensão de 16 Assim decidindo, tem de se concluir que a prescrição do ilícito contraordenacional pelo qual o recorrente foi condenado e que é objecto deste requerimento ou qualquer dos ilícitos em causa nos presentes não ocorreu em 12021 e, está ainda muito longe de ocorrer.” 1 Como bem se fundamenta neste despacho, que nos eximimos de reproduzir devido à sua extensão, não se verifica qualquer violação de constitucionalidade, desde logo a invocada pelo arguido.