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No que concerne ao facto provado n. 25, apesar das transcrições feitas pelos Recorrentes, esta parte do depoimento da Recorrente entra em total contradição com o excerto transcrito no facto provado n. 22; a "G”, constituída em 17/01/2012, surge para ajudar a Insolvente, que estava "com dificuldades”, porque "era pena deixar cair esse negócio”, razão pela qual a "G” se limitava a adquirir a quase totalidade da produção da Insolvente, sendo a sua principal cliente, tendo a Recorrente, inadvertidamente, admitido que laborava na mesma pedreira que a Insolvente; face a tal depoimento contradittório, o Tribunal a quo decidiu atribuir credibilidade às partes mais consentânas com os restantes depoimentos e com as regras da experiência, fazendo uso da sua faculdade de livre apreciação da prova, concluindo que o facto n. 25 tinha sido dado como provado, devendo, portanto, permanecer como tal.