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- Ocorre que a 3 ré   que é sócia-gerente da primeira Ré B, sendo titular de uma quota de € 4500,00, correspondente a 50% do seu capital social, e também sócia-gerente da 7 Ré H, sendo titular de uma quota de € 000,00, correspondente a 20% do seu capital social  procedeuilicitamente à venda das instalações da  Ré e cessou a actividade da mesma Ré/Escola do ........; - Na verdade, a escritura de 20 de Maio de 2018 na qual a  Ré interveio na qualidade de sócia e gerente em representação da sociedade comercial por quotas com a firma B, ora  Ré e E, ora  Ré , interveio na qualidade de gerente em representação da sociedade comercial por quotas com a firma , ora  Ré, tendo a  dito "Que, em nome da sua representada, vende à representada do segundo outorgante, pelo preço de um milhão cento e cinquenta euros, já recebido, o prédio urbano, afecto a serviços, composto por moradia de rés-do-chão, com garagem e zona de recreio, com primeiro andar, denominado J..... e ...., situado em C____ – Sítio de A_____ G_____, Rua ....., ....., união das freguesias de C____ e E_____, concelho de C_____, descrito na Primeira Conservatória do Registo Predial de C_____, sob o número NOVE ....... E ...... E TRÊS, da freguesia C_____, registada a favor da vendedora pela apresentação sessenta e quatro, de dez de Maio de dois e seis, inscrito na matriz da mencionada união de freguesias sob o artigo 15176, com o valor patrimonial de € 45616,49” e o E dito "Que para a sua representada aceita a venda nos termos exarados", tem por objecto um acto de alienação de imóvel de uma sociedade , o qual integra o núcleo de competência relativamente exclusiva dos sócios, donde resulta que só eles poderão decidir sobre a alienação de bens imóveis da sociedade, não podendo os gerentes, sem estarem cobertos por essa deliberação prévia, praticar tal acto por sua iniciativa ; - Acresce que a  Ré, , outorgou a escritura de compra e venda do imóvel na qualidade de sócia e gerente da  R., B, sendo que a mesma é apenas titular de uma quota de € 4500,00, que corresponde a 50% do capital social da sociedade, e não têm poderes especiais à gerência, tendo, por isso, violado o disposto no Art.