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6) Em documento anexo ao mencionado no ponto anterior sob a designação de "FUNDAMENTOS DA REVERSÃO”, consta, no que releva para estes autos: ") Através da análise da instrução do presente processo, constatou-se a inexistência de bens pertencentes à originária devedora, AGSAL, LDA NIPC 50xxx0 Os projectos de decisão da reversão, exarados de fis 23 a 27, fundamentaram-se na alínea do n 1 do artigo 24 da Lei Geral Tributária e na alínea do n. 2 do artigo 15 do Código de Procedimento e de Processo Tributário; Como potenciais subsidiários responsáveis foram identificados os contribuintes, MFS NIF 15xxx03 e AFS NIF 13xxx28; O chamamento à execução destes contribuintes ocorreu, em virtude de ambos constarem como gerentes na matrícula da sociedade, no cadastro fiscal e nos contactos estabelecidos com a Administração Fiscal foi confirmado que sempre exerceram a gerência efectiva da sociedade; - requer ao abrigo do artigo 370 do CPPT, a passagem de certidão dos requisitos omitidos na notificação de audição prévia, ou seja, os elementos essenciais das liquidações, os fundamentos da própria reversão por entender que é insuficiente invocar a alínea do n 1 do artigo 24 da e, por fim a certidão de diligências de fis 12; - alega que não foi por culpa do gerente que não foram pagos os impostos, dado que quando receberam as notificações para as pagar já mal laborava segundo diz, os seus activos foram alienados pelo Serviço de Finanças), além disso, acrescenta que a crise no sector da construção arrastou a empresa para o colapso - por outro lado, entende não ter elementos suficientes para apurar se há impostos prescritos nem saber a que se referem pois nem sequer têm no processo.