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Posteriormente, o entretanto falecido B, por via dos testamentos que efetuou, alegou a falta de cumprimento de obrigações assumidas pela recorrente na doação relativamente aos cuidados a prestar em benefício dos doadores e dos irmãos deficientes e passou a manifestar-se mais confiante na prestação de tais cuidados pelas filhas E e F, dispondo por isso a seu contento nos anos de 2014 e 2016 o filho G faleceu em novembro do ano de, reconhecendo-lhes o direito de frequentar a todo o tempo, e mesmo habitar, sem qualquer impedimento nem distúrbio, a casa de habitação onde os então já interditos residiam e, com a condição da prestação dos cuidados até à sua morte.