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Na verdade, seguindo a linha de raciocínio reafirma-se, certo ou explanado pelo tribunal a quo na decisão recorrida, este considera que apesar do trânsito em julgado da sentença homologatória do mapa de partilhas, nada obstava que a cabeça de casal instaurasse ação de prestação de contas e que era nesta última ação que seria determinado o montante do dinheiro a entregar aos herdeiros na sequência da partilha e da administração da herança que efetuou,  pelo que tendo, por sentença transitada em julgado, proferida na ação de prestação de contas, sido, em definitivo, julgado que o montante a restituir aos onze herdeiros do inventariado, onde se incluem os exequentes, ascende à quantia global de 10397,77 euros, confessando os apelantes, em sede de requerimento executivo, que esses herdeiros são em número de onze, é indiscutível que fazendo a divisão daqueles 10397,77 euros por cada um dos onze herdeiros, cada um teria a receber da opoente, na qualidade de cabeça de casal, a quantia de 207,98 euros, pelo que tendo os apelantes, no ponto 4 do requerimento executivo, confessado que esta já entregou a cada um deles a quantia de 1350,00 euros, não existe, no saneador-sentença recorrido, o erro de cálculo que os apelantes lhe imputam.