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A este respeito vide o aresto do Tribunal da Relação de Coimbra de 27-05-2019, Processo n 447/07TJCBR-B.C1A, decidindo muito bem, que "a decisão proferida quanto à reclamação de bens, não cabendo no âmbito da previsão, nem das alíneas do n 1 do art 644 do CPC – designadamente da alínea – nem de qualquer uma das alíneas do n 2 desse artigo g. na alínea), não poderá ser objeto de recurso autónomo, apenas podendo ser impugnada na ocasião a que se alude no n 3 do artigo, ou seja, em princípio, "in casu”, com o recurso da sentença proferida quanto à partilha – como, aliás, também sucede "ex ” do art 1396, n 2, do CPC na redação do n 303/2007, de 24/8), já que a situação, ao invés do que é referido pela Reclamante, não integra a alínea do n 2 do art 691 desse Código, nem qualquer outra alínea desse n 2, designadamente a alínea.”  DAMATÉRIADEFACTO  O recurso apresentado pelo ora Recorrente é meramente dilatório, não contendo, em si mesmo, qualquer fundamento merecedor de colher procedência sob pena de, ao invés do esperado, destruirmos a base da justiça.