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b2) Foram confirmadas dificuldades respiratórias do autor desde que regressou a casa a 102015, que vieram a desencadear procura de diagnóstico e tratamento desde março de 2015: para além do próprio, as testemunhas/familiaresa sua mãe A. S., o seu pai J. F., a sua mulher , o seu primo F., ouviram queixas do autor sobre dificuldades em respirar, que nunca lhe ouviram antes; a TAC específica aos seios perinasais de março de 2015 constante de fls.120/), a consulta de otorrino a 302015 com Dr. , com relatório a fls.111 e que depôs em audiência), as diligências posteriores junto da própria seguradora de acidentes de trabalho W com registos de fs.177/verso ss e com depoimento em audiência do Dr. J. P.), confirmam os movimentos do autor/recorrido depois do acidente para tratar sintomas de dificuldades respiratórias e confirmam que este tinha um desvio do septo capaz de lhe causar as dificuldades de respiração, vindo a ser operado nesta sequência quer na referida TAC de fls.120/, que a 102015 confirma que o autor/recorrido tinha um acentuado desvio de septo nasal em dupla curvatura; quer na referida consulta de 302015, confirmada em audiência pelo médico otorrinolaringologista, Dr. , que confirmou que observou um "ligeiro desvio da pirâmide nasal e um acentuado desvio do septo nasal”, aconselhando-o a uma "correção cirúrgica”; quer pela consulta e tratamento cirúrgico do autor pela Companhia W entre dezembro de 2015 e março de 2016, pela qual o autor foi observado em dezembro de 2015 e foi operado em março de 2016 pelo Dr. J. P., que confirmou os documentos de fls.177/e ss, a necessidade da operação para resolver a obstrução respiratória do autor, o ter considerado que o estado deste poderia decorrer do acidente de viação que.