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1 Finalizou a sua alegação com as seguintes conclusões:   a) O Tribunal Português é incompetente para julgar o caso sub Júdice, ao abrigo da regra de competência internacional que coloca os Tribunais suíços como competentes, conforme artigo  da Convenção de Lugano; b) Contrariamente ao decidido pelo Tribunal da Relação de Coimbra, da aplicação do artigo 2 da Convenção não resulta a possibilidade dessa competência em resultado de um pacto tácito a favor de outra jurisdição; ) O pacto de jurisdição tem de observar a forma prevista na convenção, onde a forma tácita não é prevista; ) O foro, no caso dos autos era determinante para a apreciação de questões submetidas a juízo e produção de prova a obter localmente; e) A apreciação da incompetência do Tribunal é de conhecimento oficioso até ao trânsito em julgado, o que não pode ser preterido por um acordo tácito que violaria frontalmente os artigos 9 e 9 do CPC; f) A competência dos Tribunais Portugueses não resulta do regime do CPC português previsto nos artigos 6 e 6; g) Julgando como julgou, o Tribunal da Relação de Coimbra violou, entre outros, os artigos  n. 2 da CRP., , 1 e 1 da Convenção de Lugano, 6, 6, 9 e 9 do CPC e 21do  h) Não fazendo justiça ao Recorrente,  Termos em que deve o presente recurso ser admitido e subir ao Supremo Tribunal de Justiça para reapreciação, de forma a permitir a substituição do Acórdão recorrido por outro que faça ao Recorrente Justiça!