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350, n 2, do Cód., sendo de salientar que, para o efeito, não basta a contraprova destinada a tornar duvidoso o facto presumido2 Com efeito, é necessário que se faça a prova de factos que levem à conclusão de que não existe um contrato de trabalho ou de que a relação contratual consubstancia um outro tipo contratual que não o contrato de trabalho, isto é, existe presunção mas porque não é o número de indícios existentes que por si só releva, há que fazer uma análise global da situação2 Mas não se pode olvidar que condição primeira ou, melhor dizendo, condição que se coloca ainda a montante da posterior apreciação dos factos base de atuação da presunção, é que quem se intitule como "trabalhador” alegue e prove que prestou trabalho ao invocado "empregador”.