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condenados a: " A reconhecer os direitos dos imóveis a que alude o número 4, da alínea, anterior á agua, nos termos e condições aí definidas, cujo conteúdo aqui se invoca para todos os legais efeitos;  A reporem a abertura no tanque, bem como a colocarem o tubo, nos termos a que aludem os artigos 51 a 74, anteriores, cujos conteúdos aqui se dão por integralmente reproduzidos para todos efeitos legais, no prazo de trinta dias, de modo a permitir o uso e condução da água, para efetivação dos direitos a que alude o número  anterior;  A permitirem o acesso da Autora e seu agregado familiar ao "E” para captação, transporte, uso e consumo da água para gastos domésticos do prédio identificado no artigo 14, anterior;  Absterem-se da prática de atos que obstem a Autora e respetivo agregado familiar de acederem ao interior dos seus prédios a fim de utilizar a água nos termos dos direitos de propriedade, posse, uso e servidão referidos no número 3, anterior e número 4, na alínea, anterior;  A pagar, solidariamente, à Autora, uma indemnização que se vier a liquidar em execução de sentença, para ressarcimento dos prejuízos sofridos, nos termos e com os fundamentos constantes dos artigos 96 e seguintes;” Citados os RR., contestaram  por si e na qualidade de legal representante da herança ilíquida e indivisa aberta por óbito de B, em suma tendo - invocado a ilegitimidade ativa da A. por a mesma ser casada e ter interposto a ação desacompanhada de seu marido; - invocado a falta de capacidade judiciária da R. F por ser portadora de doença incapacitante que a impede de estar sozinha em juízo; - impugnado a factualidade alegada e a final concluído pela improcedência da ação; - excecionado a extinção do direito que a A. reclama pelo não uso;  A final tendo concluído pela improcedência da ação por não provada, com a consequente absolvição dos RR.