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7 E cuja má execução, ou não execução, a autora reconheceu, em várias alturas, seja no primeiro aditamento, seja dos inúmeros relatórios, seja no acordo final entre técnicos, sendo mesmo absolutamente inacreditável as inúmeras patologias com que a recorrente teve de lidar ao longo da sua obra, 7 Desconsiderou todo o sofrimento, toda a pressão exercida pela Autora, todos os prejuízos resultantes da atuação da Autora que considerou provados, com as consequências que daí advêm, nomeadamente, e a título de exemplo, no pagamento das custas, que o tribunal a quo entendeu, serem da responsabilidade das partes pelo respetivo decaimento, o que, face à sentença proferida sempre seriam em partes iguais.