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3, n. 2 do CIRE, considero confessados os factos alegados na petição inicial pelo P, em representação da credora B, quer no que toca ao crédito invocado sobre a devedora, quer ainda quanto à situação de que a Requerida se encontra em incumprimento pontual e generalizado das suas obrigações vencidas e de não dispor de património suficiente para cumprimento das mesmas.”  Foi assim proferida decisão a declarar a insolvência da devedora ", Lda.”   , LDA veio interpor recurso, concluindo: 1) A ora Recorrente não pode concordar com a Douta Sentença proferida em 30/04/2019, nos termos da qual se decidiu declarar a insolvência da firma , Lda., por entender que, além de terem sido cometidas nulidades processuais, o Douto Tribunal ad quo fez uma errada e abusiva interpretação do disposto nos artigos 2 e 3 do CIRE, afrontado, de modo inadmissível e irremediável o direito ao contraditório, e ao acesso ao direito e tutela jurisdicional efetiva, assegurado no artigo 2 da CRP, no que concerne à não justificação da falta do representante legal da Recorrente, , ao não adiamento da audiência de julgamento e até mesmo ao indeferimento do Requerimento do ora Recorrente de aguardar cerca de 15 minutos pela chegada do referido legal representante, razão pela qual a Douta Sentença proferida, deve ser revogada, sendo, em consequência, declarada a desistência do pedido por parte da Requerente, nos termos do disposto no artigo 3, n. 3 do CIRE, atenta a falta de comparência da Requerente na audiência de julgamento supra referida.