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1 n. 1 da NLAT;    8) Neste quadrante, a Mm Juiz a quo não fez uma correcta aplicação do direito, desde logo, pela não consideração do facto dado como provado no ponto 19 "o sinistrado quando foi autopsiado apresentava uma presença de álcool etílico numa concentração de 2,74 g/al da matéria de facto bem como, os que provados também constam dos pontos, e, quanto às condições da via e da velocidade lenta a que seguia o sinistrado;   9) Estando o piso seco e em bom estado, circulando o sinistrado numa recta entre os 30 e os 50km/h, finda a qual numa curva prolongada se despistou sem que houvesse a intervenção de qualquer terceiro, resulta adequado às regras da experiência comum que o único facto para tão inusitada queda e óbito do sinistrado se deveu ao estado de embriaguez em que se encontrava a conduzir;   10) Não pode ser exigido ao responsável, e no caso à ré, que para ver descaracterizado um acidente de trabalho pro negligência grosseira, tenha de alegar pela negativa todas as circunstâncias susceptíveis de provocar o acidente em questão e demonstrar que nenhuma delas se verifica, se dos autos não resulta o menor indício da possibilidade de qualquer se haver ocorrido;   11) Para a descaracterização por negligência grosseira, tem a responsável de alegar e provar a actuação grosseiramente negligente, o nexo causal entre ela e o acidente e, caso das circunstâncias concretas de cada caso resultem indícios da possibilidade de concorrência de qualquer outro factor alheio à actuação negligente, alegar e demonstrar em sede probatória a sua não concorrência no processo causal do evento;   12) É inconstitucional o art.