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Pelo que, não obstante o facto de os arguidos serem também consumidores e destinarem parte das substâncias apreendidas ao seu consumo pessoal e parte das quantias auferidas a sustentar tal consumo, somos a concluir, pelas circunstâncias relatadas e pela reiteração dos comportamentos, não só como se referiu após a abordagem do dia 20 de Maio de 2019, mas mesmo pelo início da actuação em causa nos presentes autos, que ocorreu já após os arguidos serem condenados por crimes de tráfico de estupefacientes de menor gravidade, estando inclusivamente em curso o período de suspensão da execução de penas de prisão no caso dos dois arguidos, que a conduta destes dois arguidos não vem a integrar o tipo legal de crime privilegiado previsto no art.