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Acresce que as declarações prestadas não se mostraram minimamente convincentes e credíveis, de acordo com as regras da experiência comum, sobretudo na parte em que o arguido P. referiu que se deslocou para uma festa em casa do ofendido F., que esteve a consumir álcool e estupefacientes e que, de seguida, deixou-se dormir num sofá, quando nem sequer conhecia o proprietário da habitação pelo que não existiria qualquer motivo para ser convidado para uma festa e para lhe ser oferecido gratuitamente álcool e substâncias e quando ressalta dos autos, de modo evidente, uma actuação concertada de todos, com vista a se apropriarem do recheio da habitação do ofendido F.. Por si só, a mensagem acima transcrita excluiu a versão apresentada pelo arguido P., na medida em que transmite a preocupação de ocultar a identidade dos sujeitos que deram entrada no prédio o que significa que se preparavam comportamentos criminosos e que, por consequência, não iam participar em festa e uma actuação concertada entre todos "entrem tapados"), conforme, aliás, admitido em audiência pelos arguidos R.R.