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1 Quanto aos pontos 17 e 18, apesar do Tribunal a quo ter admitido que os mesmos podiam ser vistos como factos conclusivos, decidiu, a nosso ver mal, mantê-los no elenco da matéria de facto não tendo sequer conhecido dos elementos documentais alegados que impunham decisão, daí que se requeira a sua eliminação; 1 Foram também objeto de impugnação no recurso de apelação apresentado o facto tido por provado sob o ponto 26 e os factos tidos por não provados nos pontos 3 e  1 A fundamentar esta impugnação afirmaram os Recorrentes que a redação do ponto 26 se afigurava conclusiva e pejorativa, sendo que em termos factuais a única referência que constava daquele ponto era a de que "Os Réus mantêm entre si um bom relacionamento", sendo certo que a data do seu casamento e da separação já constava dos factos provados sob os pontos 1 e 2: quanto a isto nada foi referido no acórdão recorrido, o que configura mais uma nulidade; 1 Como quer que seja, afirma-se na decisão recorrida que a impugnação deste ponto 26 se baseou "nos depoimentos de partes e nos depoimentos testemunhais de seus filhos, para além dos documentos de consumos de água e luz do apartamento para onde alegadamente o réu se teria mudado"; acontece que, ao contrário do afirmado, a impugnação deste ponto teve também por fundamento o depoimento da ÚNICA testemunha arrolada pela Autora, , que afirmou que já em 2011 o Réu não residia no mesmo domicilio da Ré e que a separação do casal se deveria ter ficado a haver a relações extra-conjugais do Réu.