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Facto 211 em contraste com o segmento não provado em: ponderado no âmago de suficiência das declarações prestadas pelo arguido RR em sede de interrogatório judicial face aos limites da demais prova produzida e já supra referenciada aquando da fundamentação dos factos 21 e 25 em contraste com os incisos fácticos não provados em e.  Factos 212 a 214 e inciso factual não provado em: sem prejuízo do que já se foi adiantando em motivação dos factos 21 e 25 em contraste com os incisos fácticos não provados em e e facto 211 em contraste com o segmento não provado em, sempre se aduz a valia complementar quer das declarações do arguido AA perante o MP em 27-08-2015, quer, posteriormente, em sede de interrogatório judicial, no âmbito das quais, começa por fazer referência a dádiva pecuniária do arguido BB ao arguido RR, ocorrida em festa de karaoke dirigido por indivíduo MA identificado como ex-jogador de futebol, tendo em clarividente fito o auxílio aos sem-abrigo de Lisboa, e conclui em assunção ter, igualmente, chegado a pedir aos seus próprios pais sempre que ia a casa, uma vez que queria ajudar nas despesas da casa; e, bem assim, do particular recorte das declarações do arguido perante o MP – PJ – Setúbal em 13-07-2015, no seio das quais, vem a aludir a conversação chat com alegado mestre espanhol Pablo E que se apura tratar-se do próprio arguido, o qual fez sempre muita pressão para que apoiasse financeiramente a família do RR porque era uma família carenciada, facto que confirma o ideário iniciático apurado a tal arguido, contudo, sem qualquer laivo conectável de dádiva em correspondência directa ou indirecta a qualquer prática sexual envolvendo menores; teor declaratório mantido em sede de audiência de julgamento.