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2 da LGT.”  Para concluir que o Oponente não é responsável subsidiário da sociedade inicialmente executada pelas dívidas exequendas considerou a sentença recorrida o seguinte: "Perante os factos temos de concluir que o declínio económico da devedora inicial se ficou a dever efetivamente a um conjunto sucessivo de circunstâncias endógenas inequívocas, que nenhum ato particular de gestão menos prudente do Oponente tenha sido responsável pela ausência falta de património para a falta de pagamento de um imposto circunscrito a 2007 numa altura em que a devedora originária, aliás, já nem sequer laborava, e por isso não se antevê que possa ser dirigido um juízo de censura em termos funcionais, como causa adequada por tal falta de pagamento.