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No que respeita a este pedido, considerou o Tribunal da Relação que «no caso em apreço, não tendo a autora alegado na petição inicial os factos integradores do negócio dissimulado que veio a ser dado como provado nos pontos de facto impugnados em apreço, nem tendo sequer formulado qualquer pretensão relativamente a um eventual negócio real / dissimulado no negócio aparente venda das acções), e, não tendo os réus, ora apelantes, alegado na contestação factualidade idónea para suportar a afirmada validade do negócio revelado nesses pontos de facto doação das acções), estava vedado ao tribunal recorrido introduzir na decisão de facto essa factualidade a que se referem aqueles itens desse segmento da sentença recorrida», «Pelo que, nesta parte, impõe-se eliminar da decisão de facto, a factualidade respeitante à existência de um negócio real dissimulado, alegadamente traduzido na cedência gratuita das referidas ações por parte do Eng A. aos seus filhos, aqui apelantes» e, consequentemente alterar os «pontos de facto 23 e 26 que foram impugnados, em termos de fazer constar da decisão de facto que " A. Pendo Vallada actuando em conluio com os seus filhos e Ana Vallada, assinou o documento referido no ponto 21 dos factos provados apesar da vontade real do primeiro não ser a de transmitir onerosamente aos filhos as referidas acções e apesar de não ser vontade real dos segundos adquirir deforma onerosa e pelo, preço referido nessa declaração as participações sociais da EURICO, SA.