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Muito embora elencada o vasto leque de ferramentas que terão servido de auxílio à tarefa do Douto Tribunal da Relação de Lisboa na apreciação do recurso que foi levado ao seu  conhecimento, como: os normativos legais constantes do Código Civil, a Tabela Nacional para a Avaliação de Incapacidades Permanentes em Direito Civil aprovada pelo Decreto-Lei número 352/2007, de 23 de outubro, o anexo da Portaria número 377/2008, alterada pela Portaria número 679/2008 de 25 de junho, a jurisprudência fixada em casos anómalos e, ainda, o recurso a critérios como a equidade, a verdade é que a conclusão do Tribunal da Relação de Lisboa, por manifesto erro, consubstanciou uma decisão parca na sua justeza e adequação.