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, com área de 1403;   O autor declarou vender, enquanto procurador do Réu, no uso da referida procuração, à Câmara Municipal de , os prédios denominados  e ;   O Autor figurou como expropriado, enquanto procurador do Réu, no processo de expropriação que tinha por objecto o prédio denominado "”;   O prédio denominado "” foi doado, em 24 de Outubro de 2012, pelos Réus à sua filha, ;   Esta, por sua vez, vendeu o prédio a , no dia 7 de Abril de 2014;   Em consequência, ficou o autor impedido de completar as negociações que tinha encetado para venda do referido prédio;   O autor ficou revoltado com a actuação dos Réus;    Factos não provados    O autor tinha prometido comprar os referidos prédios ao Réu, tendo pago o preço acordado de 5 contos, e entrado na posse dos mesmos, como se fosse seu proprietário;   O autor administrava os ditos prédios, rectificou as suas áreas e descrições, cortou-lhes a madeira e lenha, tudo na convicção de ser o seu proprietário;   Que o Autor tenha negociado os preços dos prédios que vendeu, em nome próprio sem qualquer consulta ou autorização dos Réus;   Que todos estes actos foram realizados pelo autor à vista de todos, ininterruptamente, sem oposição de quem quer que seja, convencido que estava aquele que operava no exercício do direito de propriedade;   O valor venal do prédio é de € 2000,00;  "A procuração é um negócio jurídico unilateral pela qual alguém confere poderes de representação é um negócio unilateral que se completa com a declaração negocial do constituinte.