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Sobre esta alegação nada se diz, uma vez mais, em contrário, limitando-se o sujeito passivo a ripostar no sentido de que "foram referidos os nomes e identificados os reais beneficiários de tais valores que não a sociedade T........... ou o seu ex-sócio gerente Sr. A...........”, voltando simplesmente a insistir no argumento formal de que "o que é dito em determinada parte do relatório é contrariado de imediato, sem que para tal exista uma prova suficiente” pontos 31 e 33 do Direito de Audição); E, como conclui sem margem para dúvidas o Acórdão do Tribunal Central Administrativo do Sul de 2 de junho de 2009 "legitimada a utilização de métodos indiretos e cumprindo a AF o ónus referido no ponto anterior, a eventual dúvida que possa subsistir sobre a quantificação da matéria coletável desfavorece a Impugnante a quem Incumbia demonstrar, positivamente, que aquela carece de aderência à realidade”.