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26 - De tudo quanto ficou alegado nas anteriores alíneas a resulta que:  - Não se verificam in casu os pressupostos para ser suprida a sua autorização para propor a presente acção de acompanhamento – pelo que a Douta Sentença recorrida viola os arts 141 e 133 do Civil; - Não se verificam in casu os pressupostos para aplicação de qualquer medida de acompanhamento do Recorrente, por não se verificarem quaisquer circunstâncias que a tornem necessária, atento o quadro de vida actual do Recorrente que se encontra descrito nos autos conjugado com a forma ligeira de da sua incapacidade cognitiva e o processo de desenvolvimento das suas aptidões em curso – pelo que se encontram violados os princípios de subsidiariedade e necessidade que enformam o regime legal dos arts 138 a 145 do Civil, também por isso objectivamente violados pela Douta Sentença Recorrida; - O Tribunal "a quo” viola os direitos de personalidade do Recorrente, não o respeitando como maior, ao determinar "incentivos” à sua conduta de visita a um ou outro progenitor – de forma completamente falha de qualquer fundamentação legal, menorizando de forma ilegítima o Recorrente, sem levar em consideração que a sua doença é meramente de caracter metabólico e que a incapacidade cognitiva que o afecta é meramente ligeira – como, aliás, se encontra provado nos autos.