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Tais meios de prova não foram, no entanto, suficientes para o tribunal poder afirmar a matéria de facto considerada não provada, considerando o teor do parecer unânime da junta médica, sendo que, no que concerne à afirmação de que a autora sofre de Parasistia direita, Síndrome do Canal Cárpico Esquerdo, Cervicobraquialgias e Síndrome do Nervo Cubital, e quanto à inexistência de incapacidade decorrente das restantes doenças reconhecidas, o tribunal valorou e considerou a prova pericial produzida, por se afigurar que se trata de questão eminentemente técnica, sendo os peritos médicos – e não testemunhas ou a própria autora − que, pelos conhecimentos e experiência que têm, podem emitir um juízo avalizado quanto à existência e causas de doenças.