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Admissibilidade que tem vindo a ser reconhecida em vários arestos, pese embora, em alguns deles, se admita a necessidade de acordo dos progenitores nesse sentido, nomeadamente no Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, de 19/6/2012 Graça Araújo); Acórdãos do Tribunal da Relação de Coimbra, de 18/10/2011 Regina; e de 11/06/2011 Fonte, embora este último haja rejeitado essa solução, tendo em conta a idade da criança; no Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de 13/05/2014 Rodrigues, que reconheceu nada impedir a "residência alternada”, no sentido da determinação de duas residências à criança, sendo porém essencial "a capacidade revelada pelos pais de pôr de parte os seus diferendos pessoais para atingir decisões em relação aos seus filhos e de reconhecer a importância da manutenção de uma relação próxima do filho com o outro progenitor para o bem-estar daquele.