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Aqueles factos considerar-se-ão, por isso, como integrantes da factualidade provada, os quais desde já se vão inserir graficamente no lugar próprio.Não se dá por provado que tenha sido B quem pagou à vendedora do lote D H, o valor de €7000,00, com dinheiro seu, através do cheque  sacado sobre o  para respeitar o compromisso assumido e caucionado por garantia bancária, por não resultar, dos documentos 8 e 9 juntos aos presentes autos qual a conta da qual foi sacado o cheque em questão e por não haver outra prova isenta e credível a esse respeito.Não se ajuizaram os factos seguintes, por não se considerarem relevantes para a decisão a proferir: - que, em consequência, todo o seu património foi vendido no âmbito do processo executivo fiscal n 3182200701052829;  - que o qual não tendo sido suficiente para pagar o débito, a execução fiscal reverteu contra o sócio gerente; - que a reversão está impugnada judicialmente no processo n 45/17BEPRT no TAF do Porto e a execução está suspensa por o impugnante ter prestado caução da quantia exequenda e acréscimos legais;Fixada nos termos anteriormente determinados a matéria de facto provada, somos reconduzidos ao confronto entre as duas teses presentes, confronto esse que se verifica não essencialmente em relação ao substrato factual, mas quanto à sua relevância jurídica, para efeitos de qualificação da insolvência.