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B. e P. que a Ré teve conhecimento de que o condutor conduzia com álcool depois do dia 19 de Dezembro de 2020, ou seja, depois do dia em que foi entregue ao trabalhador um outro veículo em substituição do sinistrado, para que continuasse a exercer as suas funções e,  7 Resultou ainda dos mesmos, que a seguradora comunicou à Ré em Março que a situação do sinistro constituía uma exclusão da sua responsabilidade, sendo certo que tal não significa necessariamente, nem foi dito pelas testemunhas, que a Ré apenas tomou conhecimento que o ora Recorrente conduzia com uma taxa de álcool no sangue superior à legalmente permitida quando ocorreu o acidente, no momento em que foi comunicado que a seguradora recusava a responsabilidade pelo mesmo.