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do P.Penal, acusação deve conter, sob pena de nulidade – " A indicação de outras provas a produzir ou a requerer;” -; - Sendo certo que, tanto na acusação dos presentes autos, como em audiência de julgamento e em sede da sentença, não fazem prova, nem indicam quais são esses factos novos; - Existindo, inquestionavelmente, uma clara omissão da indicação dos factos, e quais são em concreto, qual o registo das declarações do então arguido e do actual filho e, em que sessão da audiência de julgamento, para poder avaliar, ponderar, em concreto, que esses novos meios probatórios, tenham levado a incriminar o arguido; - Ao contrário, do que alegado pelo douto Acórdão do Tribunal da Relação de Évora, nesta matéria do processo em epígrafe, a "magia” não é do arguido recorrente; - Mas sim, das respectiva decisões, que uma condena outra confirma, a condenação do arguido, tendo como fundamento a afirmação genérica, que não consta da acusação e da qual não é feita prova em audiência em julgamento; - Como é possível o arguido ser condenado, nestas circunstâncias?