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Mais alegam que o autor marido, pessoa com pouca instrução tem apenas a 4, confiou na explicação que lhe foi dada pelos funcionários do Banco réu, de que se tratava de um produto substancialmente semelhante a um depósito a prazo, sem qualquer risco, e que tal autor só se dispôs a aplicar o seu dinheiro nas obrigações sugeridas pelo Banco réu por que lhe foi afiançado pelos funcionários deste que o retorno da quantia subscrita era garantido pelo próprio Banco, e que se tivesse sido informado que o produto em questão correspondia a um empréstimo sem capital garantido, não teria subscrito tal produto, optando por outro que garantisse o reembolso do capital investido aquando da cessação do contrato.