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2988/9 Voltou, pois, a correr novo prazo de prescrição, que ainda se não tinha esgotado na data em que a A. foi notificada do acto impugnado, em 27/9/2018 - pelo que não se mostra prescrito o direito do IFAP ao reembolso de todas as quantias respeitantes aos três pagamentos efectuados em 29/12/2011, em 2/5/2012 e em 27/2/201 Por outro lado, ainda que se considerasse relevante a data do pedido de pagamento e não o efectivo pagamento, mesmo assim não teria ocorrido a prescrição, uma vez que o último pedido teve lugar em 17/12/2012 facto provado n, não tendo decorrido 4 anos desde essa data até à notificação para audiência prévia em 27/9/201 - 6 – Salvo melhor entendimento, afigura-se-nos não ser relevante, na concreta situação dos autos, discutir se o programa em causa constitui ou não um programa plurianual, uma vez que uma tal caracterização nunca poderia ter como efeito diminuir o referido prazo de prescrição de 4 anos.)