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...) E a conduta é reprovável, quando se concluir que ele podia e devia ter agido de outro modo3 É um juízo que assenta no nexo existente entre o facto e a vontade do autor, e pode revestir duas formas distintas: o dolo e a negligência ou a mera culpa3 O dolo, para efeitos de responsabilidade corresponde à intenção do agente de praticar o facto3 Relativamente ao dolo , não é essencial a intenção de causar um dano a outrem animus, bastando a consci��ncia do prejuízo, do carácter danoso do facto o dolo genérico)3 Ora, também ao nível processual se não afigura necessária a intenção de prejudicar a contraparte, bastando-se o dolo processual com a consciência da falta de fundamento da sua pretensão ou do caráter dilatório dos atos processuais que pratica3  A mera culpa ou negligência consiste na omissão da diligência exigível do agente3 No âmbito da mera culpa cabem os casos em que o autor prevê a produção do facto ilícito como possível, mas por leviandade, precipitação, desleixo ou incúria crê na sua não verificação negligência, e casos em que o agente não chega sequer, por imprevidência, descuido, imperícia ou ineptidão, a conceber a possibilidade de o facto se verifica, podendo e devendo prevê-lo e evitar a sua verificação, se usasse a diligência devida negligência3 Deste modo, também ao nível da responsabilidade processual, o grau de diligência exigível ao litigante deverá partir da diligência do bom pai de família, ou seja, da diligência que um homem medianamente prudente e cuidadoso teria empregado previamente à propositura de uma ação judicial.