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Quando a Autora soube da actuação do referido gerente da agência do Banco A, exigiu a restituição do valor em causa, que lhe foi garantido pelo Banco A. Entretanto, o Banco de Portugal aplicou ao Banco A a medida de resolução, em virtude da qual se transferiram para o Banco B todos os activos e passivos do Banco A.   O Banco B garantiu então à Autora que todas as contas no Banco A passariam para o Banco B sem alterações e a Autora passou a receber os extractos das suas contas bancárias, emitidos pelo Banco B, onde constavam os mesmos activos e passivos que antes constavam dos extractos que lhe eram enviados pelo Banco A. O Banco B assegurou também à Autora que não ficaria penalizada por causa da actuação do gerente da sua agência de Vila Real e que lhe devolveria a referida importância de € 50000,0 Contestou o Réu, invocando a ilegitimidade passiva, a ineptidão da p., a prescrição e a caducidade do direito exercido pela Autora, e impugnando a factualidade invocada, concluindo pela improcedência da acção.