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Deste acervo legal dimanam várias conclusões, a saber: No caso em que o utilizador do serviço uma microempresa ou um consumidor, o seu regime é imperativo, sobrepondo-se ao anuído pelas partes o qual, se contrário ao aqui estatuído, irreleva - art 62, ns 1 e  A aferição da diligência devida pelo utilizador do serviço de pagamentos no cumprimento das condições de utilização desse serviço deve ser feita segundo critérios de razoabilidade - art 67, n  Caso o utilizador do serviço negue ter autorizado uma operação o prestador do serviço só pode exonerar-se de responsabilidade, competindo ao utilizador suportar todas as perdas, se, cumulativamente, fizer a prova: que a operação foi, sem afetação de avaria técnica ou qualquer deficiência, regular e devidamente autenticada, registada e contabilizada; que ela se ficou a dever a fraude ou a incumprimento doloso ou gravemente negligente por parte do utilizador das condições de utilização do serviço ou do dever de pronta comunicação de vicissitudes referentes à segurança ou fiabilidade do instrumento de pagamento - artigos 70 e 72, n  Não logrando fazer essa prova o prestador do serviço fica obrigado a reembolsar imediatamente o montante do pagamento não autorizado, repondo a conta debitada na situação em que se encontraria se a operação não autorizada não tivesse sido executada, e pagando juros moratórios, acrescidos no caso de atraso no reembolso - art 71 .