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4 O tribunal de que se recorre considerou como provado que "No dia 2 de Março de 2020, a ré teve conhecimento que o autor conduzia com uma taxa de álcool no sangue superior à legalmente permitida quando ocorreu o acidente”, explicando na motivação que a Ré "apenas teve conhecimento que o autor conduzia com uma taxa de álcool no sangue superior à legalmente permitida no dia 2 de Março de 2020, quando a seguradora recusou a responsabilidade pelo acidente.” 5 Acontece que, em sede de audiência de julgamento e de acordo com a prova testemunhal aí produzida e da prova documental junta aos autos, entende-se, salvo melhor opinião, que tal não ficou provado nos presentes autos, uma vez que não foi sequer feita qualquer referência ao dia 2 de Março de 2020, em concreto, nem ao facto de a Ré apenas ter tomado conhecimento de tal facto no momento em que a seguradora excluiu da sua responsabilidade os danos emergentes do sinistro ocorrido.