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Não se resignando o Requerido com tal sentença, dela interpôs recurso de apelação para esta Relação, formulando com as suas alegações as seguintes conclusões: - recurso à matéria de facto  São os seguintes os pontos de facto que o recorrente considera incorrectamente julgados:  O recorrente considera incorrectamente julgados os seguintes pontos da matéria de facto constante da douta sentença de que ora se recorre, quando o Mmo Senhor Juiz a quo apenas dá como assente que "A) A e R foram sido casados entre no regime de comunhão geral tendo tal casamento dissolvido por divórcio já transitado.” e quando dá por assente, e nos termos que seguem, que "N) Foi realizada uma operação de reflorestação tal como indicaram e, na afirmativa saber se o custa dela foi o relacionado; ”  O recorrente considera ainda incorrectamente julgados os seguintes pontos da matéria de facto aí constante, quando o Mmo Senhor Juiz a quo não dá como assente que,  Que o referido empréstimo tivesse sido contraído no interesse do património comum e que a requerente tivesse tido nele qualquer intervenção ou dado o seu acordo com a sua contracção; que Que a indemnização referida em foi paga dada a intervenção do lesado na qualidade de testemunha; e ainda que Que a despesa notarial foi feita no interesse do património comum do casal;   O recorrente considera ainda incorrectamente julgados, por omissão, os pontos da matéria de facto que abaixo identifica, e porque pugna, sejam aditados, como provados, à matéria de facto, porque essenciais à boa decisão da causa.