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Por sua vez, nas contra-alegações, pugna a Ré pelo acerto do julgado nesta parte, mais acrescentando, ainda: que a questão da invalidade e caducidade do Acordo de IHT subscrito em 14/03/14 não pode ser apreciada, por se tratar de questão nova, que a Autora não abordou no seu articulado e que, por isso, não puderam, nem ser objeto de contradita pela Ré, nem de apreciação em primeira instância; que o IHT, pese embora tenha sido concedido entre 1997 e 31/12/2016, foi sempre suportado por um Despacho, constituindo cada um desses Despachos, ex novo, a sua causa de atribuição, razão pela qual só importa apreciar a relevância jurídica do último, a saber, aquele que a Autora assinou e que produziu efeitos a partir de 1/02/14 documento 4 junto com a contestação), cuja fundamento da atribuição do IHT residiu na especial confiança das funções de Gestor Jurídico cometidas à Autora, que cessaram em 28/11/2017,quando a mesma ficou sem funções e que determinaram a cessação do seu pagamento só a partir de 1 de janeiro de 2017, dada a obrigação que impendia sobre a Ré de observar um aviso prévio de 60 dias.