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Donde, não existindo qualquer facto interruptivo ou suspensivo a considerar, a dívida mais antiga Abril de prescreveu a 15 de Maio de 2008 e a mais recente Setembro de prescreveu a 15 de Outubro de 201  Ora, oRecorrente não questiona que o único facto apurado e por si invocado susceptível de interromper os prazos de prescrição é, por força do preceituado nos artigos 4, n. 3 e 4, n. 3 da LGT, a citação da devedora originária, ocorrida a 3 de Março de 2008 nos processos n 1301200801058223 e e a 5 de Março de 2012 no processo n.. Nem, outrossim, que a responsável subsidiária só foi notificada para audição prévia nos processos n 1301200801058223 e apenso, n a 12 de Novembro de 2012 e citada para os termos da execução nos mesmos a 5 de Abril de 201  Com o que o que o Recorrente não se conforma, e por isso dissemos que esta é a questão fulcral colocada em recurso, é que o Tribunal a quo, para aferir do aproveitamento do efeito interruptivo decorrente da citação da devedora originária, nos termos do artigo 4, n. 3 da LGT, tenha recorrido aos prazo a partir do qual as contribuições deviam ter sido pagas e não às datas em que as certidões de dívida foram emitidas.