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- Aliás, mesmo que assim não fosse, e pelas razões que se expuseram a propósito da decisão sobre a matéria fáctica, contráriamente ao que se decidiu em 1 Instancia, sempre seria a recorrida devedora para com a recorrente dos valores respeitantes não só à formação profissional não ministrada, como também referente às férias e subsidio de férias reportados ao ano anterior da cessação, bem como e ainda à férias subsidio deférias e subsidio de Natal proporcionais ao tempo de trabalho prestado no ano da cessação, na quantia global de €385,4 - Sendo ela credora da referida quantia, e mesmo que se entendesse que a recorrida seria credora da recorrente no valor de €270,00, sempre seria de se operar, face a créditos e contra-créditos, compensação essa que não só extinguiria o seu aludido crédito, como determinaria que fosse a recorrente credora da recorrida, na parte sobejante, ou seja, no valor de €088,4 - Face ao exposto, porque enferma a Douta Decisão recorrida de erro de julgamento sobre a matéria de facto, quer por errada apreensão da prova, quer por errada aplicação das regras da repartição do ónus da prova, deve a Douta Decisão sobre a matéria de facto ser revogada e substituída por outra que retire dos factos provados a matéria de facto vertida nas alíneas,, e da relação de factos assentes e os transite para o rol dos factos não provados, ainda, substituída por outro que considere provados os factos constantes dos pontos 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15 e 16, retirando-os, em consequência, da relação de factos não provados.