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- Pese embora se encontrasse ciente de que os Agentes de Execução estão obrigados a pugnar pela boa aplicação do direito e pela rápida administração da justiça artigo 12, n. 1, do, e do dever de praticar diligentemente os actos processuais cuja competência lhes está cometida por lei no âmbito do processo executivo artigo 16, n. 1, alínea, de entre os quais avultam precisamente as notificações da sua competência artigo 72, n. 7, do, e igualmente ciente das consequências processuais dessa desconformidade entre o que o processo espelhava e a realidade física, a Senhora Agente de Execução, nem sequer teve o cuidado de informar os autos que a notificação não tinha seguido na data em que o acto por si eleborado atesta que ocorreu, dando assim azo a toda a actividade subsequente, mormente ao despacho recorrido e ao presente recurso.