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Importando fazer uma breve resenha sobre a decisão proferida pelo tribunal a quo e qual mostra-se subjacente à questão recursória ora em análise, recorda-se que a propósito de todas as publicações supra referenciadas  constantes do Jornal "Correio da Manhã” dos dias 5, 8, 11, 12, 13, 14 e 23 de Novembro de 2015  veio o primeiro grau a considerar não provados os necessários elementos/pressupostos geradores de uma obrigação de indemnização  nos temos do art 483, do a cargo dos RR/apelados  com fundamento em violação do direito ao bom nome e reputação do A A  e, consequentemente, daí a julgada improcedência da acção na referida parte.