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Aliás, os quesitos médicos que haviam sido formulados pela Mm Juíza têm subjacente a questão do referido nexo causal, para além de que se 1 instância entendeu, como parece ter entendido, que a incapacidade já havia sido fixada no apenso e que, por isso, não havia que determinar a comparência dos peritos médicos da junta médica de 202016, em julgamento, então não se percebe, também, porque determinou a comparência dos peritos que intervieram na junta médica de 01201 Por outro lado, também não procede o argumento de que na decisão proferida no apenso relativa à fixação da incapacidade apenas foi tido em conta o laudo médico da junta de 01201 Ainda que o tenha sido, como parece que o terá sido, desde logo por uma questão de "igualdade de armas” deverá ser permitido ao A. fazer comparecer no julgamento os peritos que intervieram na junta médica de 202017, não podendo a Mm Juíza, por antecipação e antes do julgamento pois que só após este deverá ser decidida a questão do nexo de, formular um juízo no sentido de que, no que se reporta ao nexo de causalidade, apenas relevará o exame por junta médica de 01201 Estava em causa, como referido, a questão do nexo de causalidade, que não é, nem deve ser, decidida em sede de apenso de fixação da incapacidade, mas sim em sede de julgamento.