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O Ministério Público, com base nos mesmos fundamentos, concluiu igualmente pela qualificação da insolvência como culposa, acrescentando que no passivo da insolvente incluiu um crédito de 70408,75€ da AT e que "No período temporal de 3 anos, anteriores a 17/12/2019, o gerente da insolvente pautou as suas escolhas por actos voluntários, animados de culpa grave, dos quais veio a resultar o estado de insolvência ou, pelo menos, o agravamento substancial das consequências deste para o credor.” Foram juntos documentos, além dos constantes do processo a que este incidente foi apenso, e o Ministério Público requereu que o Sr. Administrador de Insolvência prestasse declarações, arrolando outra testemunha.