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Por exemplo, no acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 6-10-2016 no processo 1043/17TBPTL, «Ponderadas a idade do autor 35, as circunstâncias em que ocorreu o acidente sem qualquer culpa, a extrema gravidade das lesões sofridas por este, os dolorosos tratamentos a que foi sujeito, a incomodidade daí resultante, o longo período dos tratamentos e as deslocações que teve que realizar para curativos e consultas, quer ao Porto quer a Viana do Castelo, as sequelas anátomo-funcionais, que se traduzem num deficit funcional de razoável grau 07 e de menor grau, em termos estéticos, as dores sofridas e o desgosto de, na força da vida, se ver fisicamente limitado, considera-se ajustada, equilibrada e adequada a indemnização  de € 20 000,00, a título de dano não patrimonial» Verifica-se que neste caso o autor sofreu um "Quantum Doloris” de grau 4, numa escala de 0 a 7 e um dano "Dano Estético” de grau 1, numa escala de 0 a 7 e ficou a padecer de um Défice Funcional Permanente da Integridade Físico-Psíquica de sete 07,00) Pontos - Incapacidade Parcial Permanente Geral, sem afectação da capacidade e do exercício da actividade profissional habitual.