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Do que se intui, dada a falta de apreciação expressa de tal pedido na subsunção jurídica dos factos, mas apenas daquilo que ficou referido na motivação de facto, a absolvição da autora quanto ao mesmo terá resultado da circunstância de ter sido dado como não provada a factualidade inserta no ponto  dos factos não provados e designadamente por, como aí se refere, «o orçamento apresentado pela empresa que terminou a obra contempla trabalhos que não tinham sido adjudicados à autora, nomeadamente no exterior por exemplo, pontos 3,4 e  terá querido dizer 5) do item exterior, do orçamento de fls.,pelo que se deu como não provado que são os mesmo termos que a A. se havia comprometido e contratualizado a edificar e, consequentemente, a diferença de preços que deve ser imputada à A.» Todavia, em nosso entender o facto de se ter dado como não provada a factualidade referida em  mormente de não ter ficada apurada a exacta coincidência de todos os items do orçamento com o contrato celebrado com a autora-mormente os do exterior da moradia-o que aliás não pressupõe o facto contrário) não infirma o direito de os RR.