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Acordam na secção do Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo:  – Relatório  1 – A Representante da Fazenda Pública, inconformado com a sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto que, em 28 de Julho de 2017, revogou a decisão de aplicação da coima no montante de €3971,77 e aplicou à arguida A., S.A., com os sinais dos autos, como sanção pela contra-ordenação que lhe foi imputada, a admoestação, veio recorrer para este Supremo Tribunal Administrativo, apresentando, para tanto, alegações que concluiu do seguinte modo: A.	Vem o presente recurso interposto da douta sentença que julgou parcialmente procedente o recurso apresentado pela arguida, e, em consequência, revogou a decisão recorrida que aplicou a coima no montante de €3971,77, aplicando, por sua vez, à recorrente, como sanção da contra-ordenação que lhe foi imputada, uma admoestação, o qual se circunscreve à questão de direito do pressuposto do reduzido grau de ilicitude para proferir a admoestação, tal qual foi considerado pelo douto Tribunal a quo.