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Resulta, ainda, de presunção judicial, nos termos dos arts 349 e 351 do , retirada dos factos provados sob os itens 4, 6 a 1 Não se tendo provado a versão apresentada pela R.  que a própria não confirmou em declarações de, de que a vítima não se certificou que podia fazer a travessia da passadeira, e por outro lado, tendo ficado demonstrado que iniciou tal travessia da direita para a esquerda, atento o sentido de marcha do UC, que foi embatida quando já havia percorrido mais de metade da hemi-faixa de rodagem, atento o seu sentido de marcha, a parte frontal com que o UC embateu, tratando-se de uma estrada que, no local, se apresenta em reta, só faz sentido que a R. não tenha avistado a vítima antes de lhe embater porque conduzia de forma desatenta nomeadamente por não ter olhado para a passadeira onde aquela se.