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Na verdade, a dedução da impugnação judicial contra as liquidações que estão na génese da dívida exequenda associada à penhora realizada nos autos de execução fiscal conduziu à prolação do despacho de suspensão da execução pelo órgão da execução fiscal, obstando ao pagamento da mesma com vista à cobrança da dívida»; e prosseguiu o acórdão recorrido: «É certo que, como referem os Recorrentes e é entendimento jurisprudencial pacífico e reiterado, da norma contida no n. 3 do artigo 4, conjugada com a norma legal que define o regime da suspensão da execução fiscal artigo 16 do resulta que a que determina o efeito suspensivo da execução e, consequentemente, da prescrição) é a instauração da reclamação, impugnação ou recurso, quando acompanhada de garantia idónea ou da sua ou da penhora de bens que garantam o pagamento da dívida exequenda e do acrescido.