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Notifique.”O Ilustre mandatário dos referidos credores foi notificado a 19/07/202A 21/07/2021 vieram os referidos F. e R. G. interpor recurso da decisão que os condenou em multa por falta de comparência à tentativa de conciliação que teve lugar no presente processo no dia de 28 de junho de 2021, pedindo seja mesma anulada ou, subsidiariamente, seja mesma revogada, substituindo-se por outra que não aplique multa aos recorrentes ou aplique multa de valor igual a 0,5UCs, formulando as seguintes conclusões: Decorre dos atos com as referências eletrónicas 174119250 e 174119272 que as notificações destinadas a chamar os recorrentes para a prática de um ato pessoal vg., a comparência na tentativa de conciliação marcada para o dia 28 de junho de não foram recebidas pelos recorrentes, mas antes por outrem, de nome F. F.. Dos mesmos atos depreende-se que a remessa das notificações não se mostra realizada para o domicílio ou residência ou local de trabalho dos recorrentes, mas para outro lugar in casu, o Centro de Entrega .. –, onde foram recebidas por aquela F. F.. Extrai-se do exposto que: a) os recorrentes não receberam as notificações; b) as notificações foram feitas na pessoa de terceiro, de nome F. F., ou recebidas por terceiro; ) as notificações foram na pessoa de F. F., ou por esta recebidas, no Centro de Entrega .. – Braga; ) o lugar onde foram entregues as notificações, o Centro de Entrega .. – Braga, não corresponde, notoriamente, ao domicílio, residência ou local de trabalho dos Recorrentes, donde se conclui que as notificações dirigidas a estes não foram feitas por tal não resultar diretamente dos factos, nem deles ser possível presumir tal facto – cfr., artigos 25, 22 e 23, ou 24, n. 2 e 24, n.s 1 e 2, todos do, não tendo lhes tendo sido possível, por isso, tomar conhecimento dos atos, por facto que não lhes é imputável.