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Relativamente a todos os fundamentos antes enunciados, o recorrente não põe em causa que a anterior ação, intentada pelo ora autor contra os mesmos réus agora demandados, veio a ser definitivamente decidida por acórdão desta Relação, 1-02-2018, notificado ao autor em 5-02-2018, transitado em julgado, que julgou improcedente o recurso interposto pelo autor e parcialmente procedente o recurso apresentado pelos réus/reconvintes, revogando, nesse segmento, a sentença recorrida e declarando serem estes proprietários, com exclusão doutrem e por via da usucapião, de uma parcela de terreno resultante da divisão material do prédio descrito na com exclusão de outrem e por via da usucapião, de uma parcela de terreno resultante da divisão material do prédio descrito na Conservatória do Registo Predial de ... sob o n. .... e inscrito na matriz rústica da mesma freguesia sob o artigo ..., parcela essa composta por um armazém de rés-do-chão, com a área de 35,20 metros quadrados, uma construção arruinada, com a área de 12 metros quadrados, e terreno de cultura a vinha e ..., com a área de 546 metros quadrados, a confrontar do norte com A. N., do nascente, onde se acha delimitada por um muro em pedra sobreposta, com S. J., do poente, onde se acha delimitada por um muro em pedra sobreposta e marcos em pedra, com herdeiros de J. F. e do sul, onde se acha igualmente delimitada por um muro em pedra sobreposta e marcos em pedra, com S. J., confirmando, no mais, o decidido em  instância.