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12 Pelo que, avaliando a credibilidade das versões apresentadas por Embargante e Embargada, deveria o Tribunal "a quo” ter considerado que a versão dos factos alegada pela Embargante era aquela que estava de acordo com a normalidade da vida, aferida à luz dos normais conhecimentos da experiência, afastando a alegação manifestamente arredada pela prática comercial de que só ao fim de quatro anos de execução de uma avença que alega ser mensal, a Embargada tenha decidido proceder à emissão de uma factura a cobrar à Embargante, tanto mais que se verifica que dias antes de o fazer uma outra sociedade de que é sócio-gerente o actual Embargado, a Melhor Rigor, tinha procedido à emissão de outra factura pelos mesmos serviços, mas faturando mais seis meses, que veio a anular; 12 Tudo isto se passando num momento o da emissão da letra e factura 202014) em que, como também resulta da douta Sentença proferida no processo n. / pontos 6 e 7 da matéria de, pelo menos desde 02014 a sociedade de que é sóciogerente o JM, se viu desapossada da loja por , loja de que vinha dispondo enquanto beneficiária do acordo relativo à possibilidade de utilização da mesma como contrapartida dos serviços de contabilidade, bem sabendo que o seu pai FM tinha, desde Setembro de 2013, deixado de prestar quaisquer serviços de contabilidade à Espaço Curvo e ou a sociedades do seu Grupo pontos 12 e 18 da matéria de.