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conclusões 18 a 32  Quando o Autor prestador inobserva prazos contratados com a seguradora para colocação da informação adicional pedida por aquela para justificar o seu pedido de internamento e não se apercebe do termo de responsabilidade de 7/9/2016 e só passado praticamente 1 mês sobre o óbito da paciente comunica formalmente à seguradora que a paciente faleceu ou a seguradora analisa o Plano de Saúde da paciente e segundo a mesma descobre tardiamente qualquer cláusula de exclusão que até então não tinha existido, não se pode exigir à paciente que pague a conta quando de facto a deixaram pensar que o internamento estava coberto e como referiu a testemunha TR nada lhes faria prever que a seguradora não ia comparticipar, não se pode exigir tal previsão à paciente quendo ela própria recebeu um sms com a autorização de internamento, é irrelevante para a justa composição do litígio dos autos que após o falecimento da paciente a seguradora alegue que aquela nunca poderia ter utilizado a MÉDIS mas a ADSE e na parte não comparticipada pedia o reembolso ao SAMS, se a paciente tivesse sido competentemente avisada a 7/9/2016 que a aceitação apenas abrangia o período de 16 a 31 de Agosto de 2016 independentemente da existência de qualquer outro subsistema de saúde estava ao alcance da paciente decidir o que fazer e essa informação estava ao alcance do Autor pois a mesma foi disponibilizada a 7/9/2016, a paciente tinha um quadro clínicos perfeitamente conhecido do Autor e da seguradora seja de doença oncológica mestastática era pelo menos há 12 anos uma doente em cuidado/tratamento paliativo/ e ou continuado daqueles era conhecida e por eles foi tratada e comparticipada, a responsabilidade pelo devido processamento do internamento da sua mãe cabia ao Autor e à seguradora.Conclusões 33 a 44 Termina pedindo a revogação da decisão na parte em que condenou o recorrente quanto ao valor condenado como crédito do recorrido sobre aquele.