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Alegou, em suma, o seguinte: §  Autora e Réu divorciaram-se, por sentença transitada em julgado no dia 25/01/2018, proferida em acção de divórcio por mútuo consentimento ; §  Aquando do divórcio, prescindiu de alimentos, considerando que manteria o seu vencimento mensal de 700,00 €, proveniente do seu trabalho 200,00 € de salário e 500,00 € originários da Real ; §  Todavia, para além de cancelar todas as contas bancárias, o Requerido cancelou, ainda, o pagamento de despesas correntes que até aí eram assumidas pela firma NLS – New Link Solution – Consultadoria e Engenharia, S.A., as quais teve que passar a assumir ; §  Exercia as funções de Directora de Qualidade na indicada empresa, mas, passando a ser alvo de acções discriminativas e provocadoras, entrou de baixa médica, por depressão ; §  Passando a auferir, desde Janeiro de 2018, a quantia mensal de cerca de 700,00 € ; §  Sendo que, logo após a separação, o valor proveniente da Real Seguros não mais voltou a ser transferido, passando apenas a auferir 200,00 € ; §  A situação do divórcio, a regulação das responsabilidades parentais e a completa alienação patrimonial levaram-na ao estado depressivo profundo desde Janeiro de 2018 ; §  O requerido continua a pretender que colabore, na proporção de metade, em todos os encargos familiares, apesar de saber que a mesma não tem como fazer face a tais despesas ; §  Não tem qualquer outro tipo de rendimento, auferindo o Requerido o salário mensal de 000,00 €, encontrando-se, assim, apto a auxiliá-la neste complicado momento da sua vida.