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3, n. 2 da Constituição da República Portuguesa princípio in dubio pro; os art.s 9, n. 4 e 5, 127, 340, todos do Código Processo Penal;  4 – Quanto à qualificação jurídica dos factos dados como provados, a recorrente é do entendimento que o crime de ofensa à integridade física grave, p. e p. pelo art.14 do Código Penal, exige o elemento objectivo do tipo de ilícito e, para além de uma actuação ﻿com dolo em qualquer uma das suas modalidades, ainda, um dolo do resultado verificado, ou seja, que o resultado gravoso verificado tenha sido efectivamente querido ou pretendido pelo agente, ainda que a título individual,  4 – Sendo certo que decorre do próprio texto do douto Acórdão aqui em crise, que a arguida jamais pretendeu causar à morte ou perigo para a vida da sua tia.