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É agora a Ré seguradora "AGEAS PORTUGAL – COMPANHIA DE SEGUROS, S.A.” que, inconformada, interpõe o presente recurso de revista, cuja alegação remata com as seguintes conclusões: "A. O Tribunal a quo fundamentou a sua decisão em duas questões que não foram suscitadas pela apelante e sobre as quais, precisamente por força dessa circunstância, a Recorrente se não pronunciou: a alegada existência de circunstâncias juridicamente relevantes que afastavam as obrigações que impendiam sobre a apelante neste domínio e uma suposta violação do princípio da boa-fé por parte da Recorrente, eventualmente susceptível de consubstanciar uma situação de abuso de direito.