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Na verdade, a testemunha e vítima descreveu o que foi acontecendo desde fevereiro de 2016, referindo que, se até ao divórcio em 2012 foi um sofrimento constante, depois do divórcio esse sofrimento manteve-se, mas que, entretanto, os factos já haviam sido julgados no processo n 29/17GAARC, pelo que a partir de fevereiro de 2016 o arguido muitas vezes a procurava, dizendo querer falar consigo, querendo retomar a relação conjugal, mas, como lhe era negado, o arguido insultava-a de "vaca”, "puta” e "prostituta”, para além de a ameaçar, como aconteceu, nomeadamente, em 10/02/2019 e 28/03/2019, como explicou desenvolvidamente.