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Em concreto, afirmaram:   - o apelante, logo aquando da sua identificação se assumiu como gerente de direito da insolvente, referindo porém que a empresa era, na prática, gerida pelo seu pai; interrogado expressamente sobre a matéria, referiu ser o gerente da sociedade em termos legais, sendo porém o seu pai quem, na prática, geria a empresa; assumiu-se trabalhador da empresa, sendo o seu pai quem tratava de gerir a empresa, tendo sido este quem negociou o contrato de cessão de exploração referido nos factos provados sabendo de tal contrato porque foi então trabalhar para a empresa cessionária), - a testemunha T., que foi sócio-gerente da sociedade R. P., Ld., sociedade cessionária no contrato de cessão de exploração celebrado com a insolvente, afirmou que as negociações para a celebração de tal contrato foram sempre mantidas com o pai do apelante ‘Sr.