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Invocou para tanto, em síntese, que a decisão recorrida incorreu em erro de interpretação das cláusulas  e 1 do Contrato de Fornecimento entre o Município de ...) e as Águas de ...), SA, ao concluir pela sua incompetência, sendo certo que, defende, não está em causa a interpretação ou execução do contrato, mas apenas o pagamento de facturas; aduz que a sentença é nula por violação do princípio do contraditório, nos termos das disposições combinadas dos artigos 3, n.3, e 20, n.1, última parte, do Código de Processo Civil, dado não ter sido, como devia ser, realizada audiência preliminar nos termos do artigo 50-A, n. 1, alínea, do Código de Processo Civil, por aplicação do artigo 4, n. 1, do Código de Processo nos Tribunais Administrativos; acrescenta que se deveria ter dado como provado o facto da falta de pagamento das facturas elencadas pela Autora, aqui Apelante, na sua petição inicial e apresentadas como vencidas e não pagas, mostrando-se admitido por acordo esse incumprimento.