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Se, pelo contrário, se chegar à conclusão de que ainda não pagou a totalidade do que é devido, deverá ser executado somente quanto à diferença;   Assim, o Tribunal a quo não condenou o R. e Recorrente a pagar "outra vez” os montantes já pagos: o que fez foi condenar, segundo as normas jurídicas aplicáveis, no pagamento dos juros de mora;  Caso assim não se entenda, o quer por mera hipótese se pondera sem conceder,   A existir alguma contradição na sentença posta em crise, será quanto à afirmação – errada – de que "Na pendência dos autos, em 15/04/2013, o R. pagou à A. a quantia de 23443,97€ relativa a juros de mora, alegando que se tratava do pagamento dos juros de mora previstos na al.