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B) Mal andou o Tribunal a quo ao entender, no âmbito da prolação da Sentença aqui colocada em crise, declarar ") a Autora parte ilegítima relativamente ao pedido formulado a título subsidiário declaração de nulidade do negócio" e, consequentemente, absolver "...) a Ré da instância subsidiária”, porquanto, segundo aí se afirma, ")Como se constata, em nenhuma destas normas é conferida legitimidade à massa insolvente para lançar mão dos elencados institutos jurídicos, precisamente porque a lei especificamente prevê um mecanismo próprio para a massa insolvente efectivar idêntico desiderato – a resolução em benefício da massa insolvente, regulada nos artigos 12 e ss do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, cujos requisitos de procedência se aproximam e até sobrepõem.