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25 – E, que veio até a ser objecto de prova pericial, permitindo-se aproximar o valor do lucro então gerado nesse período e daí o lucro perdido pela Autora, ora recorrente, durante o 3 trimestre de 201  26 – À Autora não era exigível invocar o período posterior de 201 27 – Daí que, não assista razão nem relevância à perícia e conclusões retiradas em relação ao 3 trimestre de 201  28 – Assim, deveria a sentença recorrida ter deitado mão aos critérios supra referidos, consubstanciados na equidade, por referência comparativa ao 3 período de 2014, e ter julgado o pedido de indemnização formulado parcialmente procedente.