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No fundo é o que consta provado sob 35 a 37, houve uma proposta de substituição da viatura em causa por uma outra à escolha da Autora, a forma como tal se concretizaria, saber se eventualmente passaria pela recompra da viatura da Autora pelo stand não se sabe porque com esse valor o Autor adquiria ao stand uma outra viatura com característica idênticas, não é possível concluir, não se sabe ao certo se foi isso que foi proposto pelo stand, nada mais se podendo adiantar apara além do que provado ficou sob 35 a 3 Mais entendeu a apelante que mediante o recurso a presunções ou regras de experiência,- porque ficou provado sob 5 que a ré garantiu à autora boas condições de funcionamento do veículo-, dele deve retirar-se, também, a ilação de que a  ré bem sabia que a Autora não teria adquirido o veículo se o mesmo, no quadro circunstancial vertido em 1, 4, 5, 6, 7, 17 apresentasse a situação referida em 18, 25 e 3 Ora a garantia de das boas condições de funcionamento da viatura ainda que não tivesse sido referida pelo vendedor do stand resulta da lei e veja-se que o Tribunal recorrido não deu como provado o mais alegado sob 5 da petição inicial, ou seja, o Tribunal recorrido não deu como provado que, com vista a essa transacção, a  ré tenha assegurado à Autora que a viatura em causa não tinha quaisquer defeitos de funcionamento ou imperfeições, o que se compreende porque, por um lado a viatura era uma viatura usada com 132 quilómetros, por outro porque, tendo-os, das duas uma ou estavam a coberto da garantia e o vendedor teria de os reparar repondo a conformidade ou não podendo falar-se em desconformidade nos termos da lei, nenhuma obrigação estaria a cargo do vendedor.