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Trata-se, ao que tudo indica, de um contrato de prestação de serviço total com um contrato de seguro de saúde que se afigura como sendo um contrato a favor de terceiro neste caso o Hospital e que este último aceitou; o Hospital ou Clínica prestadora dos serviços, não obstante a expressa letra da lei, não tem a consciência desse dever de informar pois não se demonstrou que alguma vez tenha convocado uma reunião com os familiares designadamente com o filho acompanhante para o por a par do teor da Autorização Clínica e da limitação de responsabilidade que a seguradora desde logo avançava- e que posteriormente, ao que tudo indica da motivação da decisão e facto veio a recusar com base num desentendimento das duas entidades associadas do SAMS e da MÉDIS- da situação da doente e das fases de atendimento médico expectáveis, descurando assim os designados deveres acessórios de cuidados e de protecção que sobre o Hospital Autor recaiam em razão do contrato que com a doente celebrou, sem deixar de ter presente que sendo o  réu o acompanhante de sua mãe sobre ele também recaia um dever de se informar, designadamente junto dos serviços administrativos do Hospital, relativamente à existência do termo de responsabilidade e do seu conteúdo.