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Se a decisão não causa um prejuízo directo, se não se repercute de forma nuclear, afectando o património físico ou moral do recorrente, mas antes de modo reflexo lhe puder causar dano, esse terceiro não pode recorrer da decisão por falta de legitimidade.”7 No caso em apreço, o recorrente E figura no presente processo exclusivamente na veste de parte acessória, na sequência da suscitação do seu chamamento por parte da Ré , S.A.. Efectivamente, preceitua a este respeito o artigo 32 do CPCivil que: 1 - O réu que tenha acção de regresso contra terceiro para ser indemnizado do prejuízo que lhe cause a perda da demanda pode chamá-lo a intervir como auxiliar na defesa, sempre que o terceiro careça de legitimidade para intervir como parte principal.