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Relativamente aos factos que integram os elementos subjectivos dos ilícitos imputados, o Tribunal fundou-se essencialmente nas regras da experiência comum, pois que, sendo aqueles elementos internos da consciência do agente, os mesmos podem inferir-se de presunções naturais ou regras de experiência, resultando claro que quem actua da forma como se considerou provado tem como intenção o apropriar-se de bens alheios, sabendo que os seus proprietários não o consentem e sendo, portanto, a sua conduta contrária ao direito e ilícita, sendo que não se poderá olvidar que a consciência da ilicitude resulta implícita dos próprios factos porquanto é do conhecimento geral que os mesmos são proibidos neste sentido Acórdão do STJ de 14/10/92, in www.dgsi.pt).