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Foram apresentadas contra-alegações pela requerida concluindo que deve ser negado provimento ao recurso, tendo formulado as seguintes conclusões: "Dos autos constam inúmeros meios de prova, designadamente a certidão de registo comercial da Requerente, o objeto do contrato de arrendamento e as fotografias da loja Li juntas no documento 3 da Oposição, que demonstram qua a atividade exercida na loja é a venda de vinho e de outras bebidas alcoólicas e de produtos gourmet chutneys, chás, compotas, azeite e vinagres; A venda de bebidas alcoólicas e produtos gourmet chutneys, chás, compotas, azeite e vinagres, não reveste a natureza de venda de bens essenciais e/ou de primeira necessidade; Termos em que a decisão da Mma Juiz a quo de considerar que o processo já dispunha de todos os elementos necessários à sua tomada de decisão, e optar por não proceder à inquirição das testemunhas arroladas pelas Partes, foi tomada nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 367 do CPC, sendo legal e não merecendo qualquer censura; Pelo que, muito bem esteve a Mma Juiz a quo quando, dentro dos seus poderes de direção do processo com o objetivo de conseguir uma decisão urgente e evitando actos desnecessários ou dilatórios, julgou a presente providência; A Mma Juiz a quo aplicou corretamente a lei e não violou o disposto nos artigos 362, 363 n 1, 370 n 1 e 371 n 1 do Código Civil e nos art.