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- Por último, ainda que o prazo para impugnar a decisão em crise fosse de 3 meses 90, o que não se concede e apenas por hipótese se coloca, sempre a Representada do Autor/Recorrente beneficiaria da suspensão do prazo em férias judicias, que naquele caso, ocorreram de 22 de Dezembro de 2015 a 3 de Janeiro de 2016 férias judiciais de e desde 20 de Março de 2016 até 28 de Março de 2016 férias judiciais da Páscoa), sendo que o termo do prazo ocorreria a 5 de Abril de 2016; tendo a acção dado entrada a 31 de Março de 2016, foi-o  atempadamente.   )