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O TCAN negou provimento à apelação da requerente cautelar, nos seguintes termos: - julgou procedente o erro de julgamento de facto por ela invocado e, em consequência, «eliminou» da matéria de facto provada o seu ponto 8, e «aditou-lhe» seis pontos, os correspondentes aos actuais pontos 11 a 1 E com base nesta matéria de facto julgou procedente o erro de julgamento de direito imputado à sentença, isto é, entendeu que o elemento temporal relevante para aferir da tempestividade da interposição da «acção principal» conduzia à conclusão da sua tempestividade, e que não ocorreu por parte da requerente cautelar qualquer aceitação tácita da resolução do respectivo contrato.