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Ora, ante a absoluta falta de prova credível – onde ela devia existir, pois trata-se de prestação de serviços profissionais sujeitos a contabilidade e a tributação por parte de quem os presta, bem como do réu que os recebeu e haveria de pagar e para tal exigir os respectivos documentos, bem sabendo que de tudo haveria de prestar contas um dia já que tratava de negócio comum e exercia um mandato – do pagamento e do valor, já que nada valem o palpite da testemunha F. nem o alvitre dos peritos em matéria que nada tem de conhecimentos técnico-periciais mas respeita apenas ao preço de um serviço – não pode o recorrente queixar-se de erro quando o tribunal ainda aproveitou, pelo menos, a indicação de que nunca o custo seria inferior a 10 contos 50%) e com este valor resolveu operar para alcançar e dar como provado o de 450,00€, considerando-o imune a qualquer risco de erro e, por isso, prudente e conforme às regras da experiência.