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Por outro lado, tendo presente as circunstâncias concretas em que os incêndios foram ateados, o número de pontos de ignição acionados, o conhecimento que o recorrente tinha das já identificadas características dos locais em que os fogos deflagraram, era manifesta a possibilidade para o mesmo de ter previsto os perigos e/ou riscos da sua ação e, assim, as mortes e lesões físicas que vieram a ocorrer, em consequência da mesma, juízo que não resulta abalado pelo facto de o arguido/recorrente ter ingerido bebidas alcoólicas ponto  dos factos provados, desde logo, como já acima se teve oportunidade de referir, por não resultar que a sua conduta antes, durante e após os factos, tenha, em função de tal ingestão, refletido qualquer limitação.