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134-13) Assim, no caso vertente, a Recorrente não coloca em causa a decisão sobre a matéria de facto, pois que nem nas alegações nem nas respectivas conclusões questiona, controverte ou desmonta a fundamentação que suporta a decisão da matéria de facto, assim como não especifica quais os concretos meios probatórios constantes do processo que impunha decisão diversa da recorrida, se bem  que invoque na conclusão 3 que Administração Tributária cumpriu, o seu ónus de averiguação, ou seja, o seu poder/dever de esclarecer e instruir os factos, objecto de julgamento, como resulta evidenciado nos relatórios e informação da Inspecção Tributária, documentados nos autos, tal alocação é generalista e vaga não cumprindo os requisitos impostos por lei – art.