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169/1/ e, por outro lado, os bens comuns poderem ser destinados à satisfação de dívidas da exclusiva responsabilidade de um dos cônjuges 169)”, embora não deixe de frisar que "a comunhão conjugal é um património de afetação especial, na medida em que se destina preferencialmente à satisfação de determinadas dívidas, as dívidas que responsabilizam ambos os cônjuges 169/1).” 11 Disto – afirmar-se que a comunhão conjugal é uma comunhão sem quotas – também diverge Jorge Pinheiro in O Direito da Família Contemporâneo, pág., dizendo que cada cônjuge tem necessariamente uma quota na comunhão, que é designada pela meação nos bens comuns, porém, logo acrescenta que é uma quota com um regime especial, em que, ao contrário da quota na compropriedade art.