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NN) Assim, o Tribunal a quo quando enveredou pelo caminho de acreditar na alegada dúvida suscitada pela Recorrida se houve ou não houve não houve revisão do plano e  do projeto, não enveredou, como já se afirmou, pelo caminho correto, tal como decorre do depoimento prestado pela testemunha A. que à pergunta feita pela mandatária da ré, quais tinham sido os motivos da não elegibilidade da despesa pois, reitera-se é isto que aqui está em, ao minuto 433 refere: "Analisadas as provas físicas e as provas documentais não foi possível ter uma ligação clara e inequívoca entre o contrato de prestação do serviço celebrado pela promotora e a respetiva despesa decorrente do apresentada a pagamento” - não há, pois, qualquer erro nos pressupostos, nem de facto, nem de direito na deliberação da AG do PO Norte.