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TRP de 2014;  A fixação de alimentos a favor da requerida ficou a dever-se à sua situação desempregada e consequente falta de rendimentos de trabalho, após o encerramento do infantário onde exerceu funções;  Foi também levado em consideração que este desemprego da requerida, face à crise económica que, à data se vivia em Portugal, se manteria por mais algum tempo, o que justificava a fixação da prestação de alimentos até que a requerida pudesse garantir a sua subsistência económica; 1 A fixação da prestação de alimentos visou permitir à requerida reorganizar a sua vida, após o divórcio, de modo a conseguir obter rendimentos próprios capazes de assegurar a sua subsistência; 1 À data da dissolução do casamento, requerente e requerida eram proprietários de uma habitação, correspondente à fração autónoma designada pela letra T, do prédio denominado , n. .. e  e Travessa , n. .. e , da freguesia , descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n. 1739 e inscrito na matriz predial urbana sob o art.