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No que concerne aos pontos 38 e 39 dos factos provados, entende a Ré/recorrente que se provou que as tarefas mencionadas no ponto 38 eram apenas parte daquelas que o A. desempenhava no âmbito da sua profissão habitual, o que impunha decisão diversa da proferida quanto a esse ponto, para além de que naqueles dois pontos da matéria de facto o Tribunal "a quo” não teve em consideração o teor do relatório pericial, que aponta no sentido de que o A. não está incapaz de executar as tarefas que neles estão descritas, mas antes limitado na sua execução, na medida das sequelas e da incapacidade que lhe foi atribuída, estribando-se em determinados excertos das declarações de parte da A. N. J. e dos depoimentos das testemunhas Dr. A. J., J. F. e P. P. que transcreve.