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Pelo que não tendo havido qualquer alteração na matéria de facto indiciária entre 29-05-2019 – data em que foi aplicada ao Arguido a prisão preventiva, confirmada pela Relação em Setembro de 2019 – e 18-06-2019, data em que o Arguido pede a alteração da medida de coacção que lhe foi aplicada em sede de primeiro interrogatório, e tendo já esta Relação se pronunciado relativamente aos indícios existentes nos autos e que estiveram na base, quer da aplicação, em sede de primeiro interrogatório, da prisão preventiva, quer da alteração da medida para obrigação de permanência em habitação, nada mais há a referir quanto a este aspecto, improcedendo o recurso nesta parte.