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Deste relatório podemos extrair três ilações: A primeira é a causa da morte foi a ruptura da aorta justa cardíaca com hemopericárdio, na sequência de cardiopatia dilatada e arteriosclerose generalizada de que sofria;  A segunda e em decorrência: a morte não «sobreveio» em consequência de enfarte do miocárdio ou angina instável;  A terceira também em decorrência: não pode dissociar-se a ruptura da aorta da cardiopatia dilatada e da arteriosclerose generalizada, patologias, estas, de que o falecido sofria, ainda que delas não tivesse conhecimento, ou, pelo menos não as referiu ante o teor do relatório de urgência, e que, pela sua natureza, só podem ser pré-existentes à deslocação de AA à unidade hospitalar no dia 23/02/201  O facto considera-se suficientemente indiciado nestes termos: «A morte de AA foi devida a rotura da aorta justa cardíaca com hemopericárdio, na sequência de cardiopatia dilatada e arteriosclerose generalizada de que sofria».