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O que para o legislador que regulamentou as custas processuais terá importado foi que aquela empresa que está em recuperação para não ser liquidada não deve pagar custas judiciais pelo que aquela outra empresa que, às portas da insolvência, procura meios para se recuperar da sua muito débil situação económica, está na mesma situação, apenas beneficiando de uma oportunidade especial para não ser declarada insolvente, devendo também ser abrangida por aquela isenção de custas, assim se interpretando atualisticamente o artigo , n. 1,, do R. P., o que a nosso ver se impõe – neste sentido, Guia Prático das Custas Processuais do Centro de Estudos Judiciários,  edição, página 60, www.cej.mj.pt/cej/recursos/ebooks/outros/eb_guia_pratico_das_custas_processuais_4edicao.pdf), Acs.