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Que se deslocaram para o local identificado nos factos provados e que aí ela primeiro queria dar-lhe beijos na boca e "transar", mas a isso respondeu que não comportamento também incompreensível, pois que começou por dizer que se aproximou dela para a beijar e depois já não queria beijá-la e sequer manter relações sexuais com a e disse-lhe que se ela quisesse podia fazer-lhe sexo oral, o que ela fez, perguntando-lhe a dado momento se podia começar e acrescentando que a mesma fez uma cara "prazeirosa" quando ejaculou no rosto/cara dela, aceitando ter colocado as mãos no peito dela, quando a mesma lhe fazia sexo oral, tendo confirmado a prática dos factos atinentes à subtracção do telemóvel, mas de modo diferente e em local diverso do declarado em audiência de julgamento.