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Mas a verdade é que a argumentação jurídica apresentada pela recorrente se mostra incapaz de desmontar a lógica interpretação e aplicação da lei que é feita no «acórdão recorrido», e que se encontra, além do mais, alinhada com vasta jurisprudência deste Supremo Tribunal, sobretudo da sua «2 Secção» - AC STA/Pleno de 112014, R01435/12; AC STA de 202019, R02331/12BELRS; de 102020, R0798/16BELLE; de 102020, R0512/18BEPRT; de 102020, R01445/16BESNT; de 112020, R0557/16BEVIS; de 212021 R0913/23BEPRT - mas não só - AC STA de 212015, R0468/15; e de 102019, R01051/19BELSB - e, até, com jurisprudência do Tribunal Constitucional - AC n527/2016, de 012016, processo n113/1 Donde resulta que a admissão da presente revista não é, de modo algum, «claramente necessária a uma melhor aplicação do direito».