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, na parte em que se afirma "a decisão pelo funcionário da Ré que se deslocou ao local, K, de entrar no interior do estabelecimento, mesmo mediante o auxílio de força policial, seria inútil ao evitar o acontecido ou a respectiva dimensão”, impõe-se antes de tudo o mais afirmar que é nosso entendimento que não está, pois, em causa a possibilidade do representante da Ré impedir, ele próprio o assalto, mas antes de não ter agido com a diligência que lhe era exigível, chamando a GNR, por telefone, até porque os dois guardas estiveram no local cerca de 20 sem ele aparecer, não sendo de aplicar o critério do homem médio, atenta a natureza dos interesses confiados à Ré  e a atividade especializada que desempenha.