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36) Seja como, atento o prescrito designadamente nos artigos 619 n 1 e 625 n 1 do CPC, 161 n2 alíneas,,, e/ou, 162 ns 1 e 2, 172 ns 1 e 2, 177 n 1, 182 n3 alínea do , 158, 159, 160 e 169 do CPTA, e 205 n 2 da CRP, resulta por demais evidente que todas as decisões administrativas e/ou judiciais prolatadas posteriormente ao transito em julgado da sentença de 21/10/2014, processo n 604/14BECBR, e da sentença de 12/07/2017, processo n 20116ZRCBR, padecem de nulidade, arguível a todo o tempo, sem prejuízo do cumprimento da «que passou em julgado em primeiro lugar», tal como decorre de forma cristalina do prescrito no artigo 625 n 1 do CPC, ao contrário do que parece ser o entendimento adotado na sentença sob recurso.