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4 do ETAF, quando alude aos contratos a respeito dos quais haja lei específica que os submeta, ou que admita que sejam submetidos a um procedimento pré-contratual regulado por normas de direito público refere-se aos contratos públicos e só a esses; os contratos celebrados entre a Requerente e a entidade Requerida são de direito privado e de entidades privadas que não integram a esfera institucional ou funcional da Administração Pública; o financiamento público determina a obrigação de cumprir as regras de formação de contratos públicos, mas não os torna em "contratos públicos”, uma vez que isto pressupõe que os mesmos tenham sido celebrados por entidades que num plano institucional ou, pelo menos, num plano funcional, integrem a Administração Pública; de todo o modo, a admitir-se a competência dos tribunais administrativos, deveria a mesma confinar-se às questões de interpretação, validade e execução do contrato associadas à adjudicação ou, em geral, ao procedimento pré-contratual, o que não é o caso no presente litígio; não caberia numa compreensão, mesmo generosa, da exigências constitucionais do âmbito da jurisdição administrativa relações jurídicas, a consideração de que o art.