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Conflito n 22/20  Acordam no Tribunal dos Conflitos   Relatório A. instaurou no Tribunal Judicial da Comarca de Coimbra, Instância Central da Figueira da Foz, Secção do Trabalho, acção emergente de contrato de trabalho contra a Freguesia da Carapinheira pedindo que o Tribunal declare: "a) Que a relação laboral existente entre A e R, se desenvolvia através de um contrato de trabalho a termo que se converteu num contrato sem termo por invalidade da estipulação do termo contratual;  b) Que tal contrato de trabalho se iniciou em 01 de Outubro de 2009 e terminou em 25 de Setembro de 2014 porquanto a R haver despedido a A;  ) Que o despedimento da A efectuado pela R é ilícito; ) E consequentemente condenar a R a pagar à A:   Uma indemnização em substituição da reintegração no posto de trabalho, de montante não inferior a 2 425,00 € dois quatrocentos e vinte e cinco euros cêntimos);   Uma indemnização por danos não patrimoniais de montante não inferior a 3000,00 € três;   À compensação relativa a retribuições deixadas de auferir desde 25 de Setembro de 2014, data do despedimento da A, até ao trânsito em julgado da decisão a proferir, descontando-se as legais deduções;   Tudo acrescido dos juros de mora vencidos, e dos vincendos, que se vierem a contar desde a data de citação até efectivo e integral pagamento;  Para tanto,  e A., digne-se Exa.