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Acresce que, como refere o digníssimo Magistrado do Ministério Público no seu parecer, aquando da penhora em 2008, se irregularidades houve, deveriam ter sido arguidas no processo de execução fiscal, o que não se terá verificado, e por quem tinha legitimidade para tal; sendo que o Recorrente a não tinha, dado que só adquiriu a viatura em 201 Não vislumbramos, assim, que diligências subsequentes à realização da penhora, como a imobilização do veículo e a apreensão dos documentos, possam alterar o decidido pelo tribunal recorrido.Procedimentos subsequentes à realização da penhora - a sua omissão ou irregularidades, como a falta de imobilização do veículo e a apreensão dos respectivos documentos, não são susceptíveis de afectar a força e a publicidade decorrente do registo da penhora.