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Consequentemente, permanecendo inalterada a decisão do tribunala quorelativamente à matéria de facto dada como provada e não provada, nenhuma censura há a fazer à decisão recorrida - tendo em conta, aliás, que de acordo com a alegação do Recorrente a respectiva revogação passava necessariamente pela alteração da matéria de facto -, na qual, em face do confronto entre a sobredita matéria de facto provada, especialmente a constante das alíneas,,, a e, e não provada, se concluiu acertadamente, de harmonia com o disposto no artigo 135, n. 1, do Código Civil, pela parcial procedência dos pedidos de demarcação formulados na acção e na reconvenção, definindo as estremas e indicando as áreas de cada um dos prédios, de harmonia com a posse em que, desde a escritura de divisão de coisa comum celebrada em 1969, se encontravam os confinantes.