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Quanto à primeira questão, defendem os recorrentes que ocorre a nulidade da acusação particular, nos termos do artigo 119, alínea, do P.P uma vez que o "o seu teor é completamente diverso do teor da queixa crime apresentada na medida em que inicialmente a assistente se refere expressamente somente às 10 horas da manhã do dia 27/05/2019, relatando que ambos os arguidos se aproximaram junto da denunciante para proferir as alegadas injurias, ao passo que posteriormente na acusação particular são relatados factos relativos às 10 da manha em relação ao arguido MN e outra factualidade relativa à tarde, depois de almoço, que já inclui também a arguida MF - conclusões a do recurso A, e conclusões a do recurso B.   Na queixa apresentada pela assistente, esta declarou que no período e local mencionado nos autos 27/05/2019, pelas 10h00, 11/09/2019, pelas, quando se encontrava a ajudar uma amiga de nome N, juntamente com o Sr, , testemunhas identificadas em auto, a colocar uns paus tratados para uma vedação numa propriedade/terreno rústico, de herdeiros de F, irmão de N, foi injuriada pelos suspeitos MN e MF, já devidamente identificados em item próprio”.