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Nas suas alegações de recurso o recorrente não põe em causa os valores referidos pelo M Juiz na fundamentação jurídica da sentença, apurados a partir dos elementos de prova juntos aos autos1 valores normalmente abaixo dos valores de mercado, no que respeita aos imóveis, designadamente os de natureza rústica: Em conclusão, face à prova documental junta aos autos, concluiu o M Juiz: o autor tem um direito de crédito sobre a ré no valor de, pelo menos, €11895,77; o valor global do património comum cifra-se em €06876,74; deduzindo o passivo que resulta dos mútuos bancários verbas n.s 1 e 2 do passivo daquela relação de, bem como os valores que o património comum deve ao aqui Requerente verbas n.s 3 e 4 do mesmo, restam um património comum líquido) a repartir entre os cônjuges de €65818,88, o que corresponde a uma meação, para cada um dos cônjuges, de €82409,44; imputando na meação da recorrida o valor total dos débitos desta ao património comum – correspondente às verbas n.s 1, 2, 3 5, 6, 7 e 8 – que ascende a €62770,00, conclui-se que a requerida verá reduzida o valor da sua meação a €19639,00, acrescendo o remanescente ao valor da meação do ora Requerente.