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449 e 450; no mesmo sentido José Vieira de Andrade, "A Justiça Administrativa Liç”, 1 Edição, Almedina, Coimbra, 2017, pág.. Para apreciar a situação concreta, o julgador deverá fazer um juízo de prognose, colocando-se na situação futura de uma hipotética sentença de provimento, para concluir se há, ou não, razões para recear que tal sentença venha a ser inútil, por, entretanto, se ter consumado uma situação de facto incompatível com ela, ou por se terem produzido prejuízos de difícil reparação para quem dela deveria beneficiar, que obstam à reintegração específica da sua esfera jurídica.