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Ora, para a Recorrente, tal raciocínio denota "uma manifesta contradição lógica, sendo que: ou as dívidas foram revertidas para a esfera jurídica do de cujus, na qualidade de responsável subsidiário - e, nesse caso, deviam ter sido consideradas passivo da herança, porquanto integravam a esfera jurídica do de cujus à data da abertura da sucessão; ou as dívidas nunca chegaram a integrar a esfera jurídica do de cujus, por não se ter efectivado a responsabilidade subsidiária deste - e, nesse caso, deviam ter sido consideradas passivo da sociedade”, o que redunda numa contradição entre os fundamentos e a decisão, determinante da nulidade da sentença, nos termos previstos no artigo 615, n, alínea, do CPC.