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Até porque, se o legislador pretendesse que as associações de municípios beneficiassem da isenção prevista para as autarquias locais a que se refere a al., mesmo quando exercessem actividades comerciais, industriais ou agrícolas e delas obtivessem rendimentos,  J. Não só não restaria espaço para a aplicação da alínea, como teria até que considerar-se a mesma implicitamente revogada, a partir da entrada em vigor da Lei n. 11/200  K. Tal como refere o supra citado parecer, não existem razões para pensar que o legislador tenha pretendido, com a Lei n. 11/2003, proceder à revogação implícita de todas as normas que se referissem, de modo especial às associações de municípios,  Mas sim que tenha querido salvaguardar a aplicação das normas especiais que fixem tratamento especial para essas associações preservando o efeito útil destas – assim a remissão genérica do artigo 36 da Lei n. 11/2003, não prejudica a aplicação de normas especiais, como seja alínea b, do n. 1, do artigo 9, do CIRC, tributando e não isentando os rendimentos empresariais destes entes.