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188/197, entregue por via electrónica no dia 28/09/2020, cuja motivação rematou com seguintes conclusões e petitório transcrição):  " Na sentença recorrida, a recorrente foi condenada "como autora material de um crime de ofensa à integridade física simples, previsto e punido pelo artigo 14, n. 1, do Código Penal, na pena de 10 meses de prisão, que se substitui por 300 horas de trabalho a favor da comunidade”;  Consideramos a sentença recorrida, injusta e inadequada;  Por ter sido dado como provado, factos que não deveriam constar da factualidade assente;  Por não ter sido valorado um facto que, obrigatoriamente, deveria integrar a matéria provada;  Foi dado como provado que "  No dia 18 de agosto de 2019, J. S. encontrava-se em Viana do Castelo a trabalhar, quando a arguida se dirigiu-se junto da sua barraca de venda, dizendo-lhe o seguinte: ".. filho da puta...cabrão...”;  Na ausência do cumprimento das formalidades previstas no artigo 285 do Cód.