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Ou seja, no processo de execução fiscal, sendo certo que está vedada à AT a prática de actos jurisdicionais, é-lhe permitida a prática quer de actos administrativos de natureza tributária, que respeitam à dívida tributária e integram procedimentos tributários g., a reversão, a dação em pagamento, o pagamento em prestações, a aprovação de garantias e a dispensa de prestação de, em que estamos perante actos praticados pelo órgão da execução fiscal ou por outras entidades da AT, na sequência de procedimentos tributários autónomos, que correm paralelamente ao processo de execução fiscal e em conexão com ele, cuja prática está reservada à AT enquanto exequente, enquanto credora, quer de actos de natureza processual, constituindo alguns meras operações materiais remessa do título executivo ao órgão da execução, instauração da execução) e outros actos judiciais de tramitação processual sem natureza jurisdicional citação, penhora,, cuja prática o legislador pôs a cargo da AT enquanto órgão da execução fiscal, a qual age aí como um mero "auxiliar” Aliás, era como juiz auxiliar que o Código de Processo das Contribuições e Impostos se referia ao chefe da repartição de finanças cfr.