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CLÁUSULA: Condicionada à sua não transmissão e à construção no mesmo do Salão Paroquial e/ou Residência Paroquial.»  2 – No dia 30 de Setembro de 2004, foi outorgada escritura pública de «Justificação e Doação» na qual intervieram A. O. e mulher Maria, na qualidade de primeiros outorgantes, J. G., , J. O., na qualidade de segundos outorgantes e o Padre A. , em representação e com Presidente da Fábrica da Igreja Paroquial de , foi declarado que:  Declarou o primeiro outorgante: Que é dono e legítimo possuidor, com exclusão de outrem, do prédio rústico, composto de terreno de cultura arvense de regadio, sito no Lugar de ..., freguesia de , concelho de Barcelos, com a área de 1020 m2, a confrontar a norte com caminho vicinal, sul e nascente com Maria e poente Igreja, não descrito na Conservatória do Registo Predial de , inscrito na matriz sob o nome do justificante sob o artigo    Tal imóvel veio à sua posse por lhe ter sido doado verbalmente por seu pai, já falecido, , viúvo de O., residentes que foram ambos no Lugar de ...,  doação essa que teve lugar em 1971, em dia e mês que não pode precisar;  Não obstante não ter título formal de aquisição do referido prédio, foi ele que sempre o possuiu desde aquela data até hoje, logo há mais de 20 e mesmo 30 anos, em nome próprio, gozou todas as utilidades por ele proporcionada, pagou os respectivos impostos, fez obras de conservação, plantou-o e colheu os frutos, com o animo de quem exerce direito próprio, sendo reconhecido como seu dono por toda a ene, fazendo-o de boa fé, por ignorar lesar direito alheio, pacificamente, porque sem violência, continua e publicamente, à vista e com conhecimento de toda a gente e sem oposição de ninguém;  Tais factos integram a figura jurídica da usucapião, que invoca, como causa e aquisição do referido prédio, por não poder comprovar a sua aquisição pelos meios extrajudiciais normais.