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4 No entanto, aquando a fundamentação da alienação do património da insolvente e do seu uso contrário ao interesse da devedora artigo 186, n2, alínea, refere o Tribunal a quo que "Em vez de vender o único bem imóvel que possuía para acorrer a estrangulamentos de tesouraria e manter-se em atividade mais algum tempo, a insolvente deveria ter-se apresentado à insolvência e assim permitir que aquele fosse liquidado no seu âmbito, de forma a não prejudicar nenhum credor.” 4 Os factos provados que se reportam à não apresentação à insolvência não permitiram a qualificação da insolvência como culposa nos termos do artigo 186, n 3, alínea CIRE, e bem.