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1 Procedendo a impugnação deduzida sobre a matéria de facto, no sentido da revogação da decisão recorrida quanto aos pontos e do capítulo FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO, Factos não provados, da sentença recorrida, dando tais factos, como provados, seremos reconduzidos para a intervenção do Banco A como intermediário financeiro na compra, para o recorrido, a pedido deste, de acções preferenciais emitidas pela sociedade veículo Poupança Plus Investments, no montante de € 56750,0 1 Nesse caso, mesmo não constando dos autos qualquer facto que pudesse levar a concluir pela violação por parte do Banco A de qualquer dos deveres do intermediário financeiro, gerador de eventual dever de indemnizar, se, ainda assim, por hipótese, se verificasse alguma responsabilidade do Banco A enquanto intermediário financeiro, essa responsabilidade derivaria sempre de actos praticados pelo Banco A em data anterior à deliberação da medida de resolução aplicada pelo BdP ao Banco A em 002014, responsabilidade aquela absolutamente desconhecida e contingente nesta data, e, por conseguinte, absolutamente excluída de transmissão do Banco A para o Recorrente, nos termos previstos nas subalíneas e do n. 1, alínea do Anexo 2 da deliberação do BdP de 3 de Agosto de 2014, na versão que resulta do texto consolidado de tal Anexo 2, que constitui Anexo à "Deliberação Perímetro” do BdP de 21201 1 Naquela situação, o Recorrente seria totalmente estranho, do ponto de vista substantivo, à relação material controvertida, conduzindo à sua ilegitimidade substantiva, excepção peremptória que importa a absolvição do Recorrente do pedido contra si formulado e a consequente revogação da sentença recorrida.