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24-25, COM DATA DE 19 ABRIL 2013 SEXTA, O QUAL APRESENTA UM VALOR TOTAL DE € 2915,00, ACRESCIDO DE IVA, NUM TOTAL DE € 3565,45 ARTS 45 E 46 DA CONTESTAÇÃO)”; 1 - EM CONSONÂNCIA COM O REFERIDO, O RELATÓRIO DE PERÍCIA COLEGIAL JUNTO AOS AUTOS NÃO CONTABILIZOU OS APARELHOS ELÉCTRICOS, NEM A PUBLICIDADE, OS QUAIS, COMO SUPRA REFERIDO, CONSTITUÍRAM MELHORAMENTOS REALIZADOS PELA TESTEMUNHA NUNO, COMPANHEIRO DA A., O QUE SE APLICA AO CUSTO DETALHADO DOS MATERIAIS, TAMBÉM ELES ADQUIRIDOS AO LONGO DO TEMPO;  1 - POR SEU TURNO, A DOUTA SENTENÇA DÁ COMO PROVADO O ORÇAMENTO APRESENTADO DE € 2915,00, ACRESCIDO DE IVA, O QUAL INCLUI OS DITOS MELHORAMENTOS; 1 - POR SUA VEZ, A A. PAGOU ÀS CARROÇARIAS € 2588,95, SENDO € 1365,00 RELATIVOS À CONSTRUÇÃO DA ROULOTTE E € 223,95 DE IVA; 1 - ABATENDO-SE AO VALOR DO ORÇAMENTO DE € 2915,00 QUE INCLUI OS, O MONTANTE REFERENTE À CONSTRUÇÃO DA ROULOTTE PAGO ÀS CARROÇARIAS  SEM DE € 1365,00, CHEGAMOS AO VALOR DOS MELHORAMENTOS EM SI DE € 1550,00 QUE NÃO ESTÁ CONTABILIZADO NO RELATÓRIO DE PERITAGEM, DEVENDO A R. SER CONDENADA NO PAGAMENTO DE TAL QUANTIA À A.; 1 - POR FIM E NO QUE SE REFERE AOS DANOS CAUSADOS COM A PARALISAÇÃO FORÇADA DA ACTIVIDADE DA A., ENTENDEU O TRIBUNAL A QUO QUE "RELATIVAMENTE À PERDA DE RENDIMENTO, FICOU DEMONSTRADO NOS AUTOS QUE A A. É VENDEDORA AMBULANTE DE FARTURAS E QUE, DESDE A DATA DO ACIDENTE 312014) SE VIU IMPEDIDA DE EXERCER A SUA ACTIVIDADE DE PRODUÇÃO E VENDA DE FARTURAS COM UTILIZAÇÃO DA ROULOTTE ACIDENTADA.”, ADMITINDO QUE NÃO ERA POSSÍVEL SUBSTITUIR A ROULOTTE PELAS SUAS ESPECIFICIDADES; 1 - JUSTIFICA A FIXAÇÃO DO PERÍODO DE INDEMNIZAÇÃO EM 150 DIAS, CONSIDERANDO QUE A A. EXCEDEU OS LIMITES DA BOA FÉ E DOS BONS COSTUMES, UMA VEZ QUE PODERIA TER DEMANDADO A R. MAIS CEDO, SENDO AQUELE O PERÍODO ADEQUADO PARA A A. DEMANDAR A R.; 1 - NÃO OBSTANTE, TAL POSIÇÃO ESTÁ EM CONTRADIÇÃO COM O DISPOSTO NOS ARTIGOS 49 E 56 DO CPC, BEM COMO COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE; 1 - DE REFERIR QUE A PRESENTE ACÇÃO FOI INSTAURADA EM OUTUBRO DO ANO DE 2017 E VOLVIDOS QUASE TRÊS ANOS, AINDA NÃO TEMOS UMA DECISÃO TRANSITADA EM JULGADO; 1 - NA VERDADE, PARA ALÉM DOS CONSTRANGIMENTOS INERENTES À PARALISAÇÃO DE UM QUALQUER VEÍCULO AUTOMÓVEL QUE SÃO GENERICAMENTE CONHECIDOS DE TODOS, ESTA PARALISAÇÃO TEVE COMO CONSEQUÊNCIA A PARALISAÇÃO DO NEGÓCIO DE VENDA DE FARTURAS DA A., SENDO COM ESTE NEGÓCIO QUE SUSTENTA A FAMÍLIA COMPOSTA PELA PRÓPRIA, COMPANHEIRO, TRÊS FILHOS E DOIS NETOS, COMO BEM REFERIU EM DECLARAÇÕES A PRÓPRIA E TODAS AS TESTEMUNHAS QUE CONHECEM A FAMÍLIA DE HÁ MUITO; 1 - O VALOR DIÁRIO FIXADO DE € 30,00 NÃO CUMPRE E VIOLA AS REGRAS DE RECONSTITUIÇÃO E RESSARCIMENTO DO DANO PROVADO, O MESMO SE DIGA DO PERÍODO TEMPORAL DE 150 DIAS, O QUAL NÃO COBRE, SEQUER, O PERÍODO DA PENDÊNCIA DA PRESENTE ACÇÃO; 2 - PELO EXPOSTO E DE ACORDO COM A PROVA PRODUZIDA NOS AUTOS, COM O TEMPO DE PARALISAÇÃO DA ROULOTTE DESDE A DATA DO ACIDENTE, O QUE SE ENCONTRA PROVADO NOS AUTOS E DE ACORDO COM AS REGRAS DA EXPERIÊNCIA, JULGA-SE ADEQUADO A FIXAÇÃO DO VALOR MÉDIO DIÁRIO DA PARALIZAÇÃO DA ACTIVIDADE DA A. EM € 50,00, A FIXAR E CONTABILIZAR DESDE O DIA DO ACIDENTE EM 31/10/2014 ATÉ AO TRÂNSITO EM JULGADO DA SENTENÇA, NO MONTANTE DE € 9000,00 NOVENTA E NOVE ACRESCIDO DOS COMPETENTES JUROS DE MORA ATÉ INTEGRAL PAGAMENTO, ACRESCIDO DOS COMPETENTES JUROS DE MORA; 2 - PELOS ARGUMENTOS ATRÁS EXPOSTOS IMPÕE-SE A REVOGAÇÃO DA DOUTA SENTENÇA PROFERIDA NOS TERMOS SUPRA ENUNCIADOS.