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347, do ; y)-Assim sendo, em momento algum a recorrente alegou, indiciou ou provou a falsidade daqueles documentos e do contéudo dos mesmos: z)-Não o demonstrando, o Tribunal está obrigado a aceitar as afirmações que se encontram provadas pelo documento apresentado; aa)-Já quanto à figura do contrato promessa de partilha, ambos os ex-cônjuges, ao assinarem estão a assumir que aqueles bens existem, são comuns ou se existem créditos entre eles e que, como tal, estão sujeito à partilha, à qual se comprometem; ab)-Não pode também este documento ficar vazio de sentido e inutilidade se não se puder ter em conta no processo de inventário, em que já previamente se projetou a resolução de um conflito, uma vez que também a sua razão de existência é assegurar que não exista a utilização da ascendência de um cônjuge sobre o outro; ac)-Pelo que, na mesma linha de pensamento relativamente à relação de bens, também aqui, quanto ao contrato de promessa de partilha, competia à Recorrrente provar, e não apenas alegar inexistência da dívida, quando a mesma assinou e confessou/reconheceu que aquela dívida existia e com aquele valor, fazendo por isso prova plaena, nos termos do art.