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Em particular, não foi devidamente valorada a conduta anterior ao facto do recorrente, que é primário facto provado n., nem as condições pessoais deste: o arguido ainda é jovem, está inserido profissionalmente, pessoalmente e economicamente facto provado n.. E, referindo o acórdão recorrido, sob o ponto 35, que o recorrente manifesta espírito crítico, "denotando capacidades de descentração que lhe permitem colocar-se no papel de eventuais vítimas, bem como dos efeitos prejudiciais ou danosos do comportamento em crise no presente processo ", significando isto que o recorrente já interiorizou a gravidade da sua conduta e, embora saiba que terá de, inevitavelmente cumprir pena, face ao seu passado, à sua imagem socialmente positiva e ao facto de ter crescido num ambiente familiar equilibrado, afigura-se ao recorrente que a pena que lhe foi imposta de dezasseis anos, é manifestamente desnecessária, desproporcional e excessiva, violando a proibição constitucional de proibição do excesso previsto no art.