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...) Ao levar o arguido do local onde o mesmo fora detido em flagrante delito, para lugar diverso do da autoridade policial competente, ao proceder à obtenção de uma prova cuja recolha não lhe competia e que excedia as suas competências legais – pois que tal segunda prova não era necessária para se constatar a existência de indícios de crime – e ao continuar a restringir a liberdade constitucionalmente consagrada do arguido para efectuar um segundo teste que não competia à Polícia Municipal efectuar, dúvidas não temos de que a respectiva prova daí resultante – a leitura da TAS proveniente do teste quantitativo – é nula nos termos do disposto no art 126 ns 1 e 2 al.s.