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Assim, haverá que ponderar as lesões sofridas pela A., as sequelas resultantes dessas lesões que se traduzem no grau de défice funcional permanente da integridade físico-psíquica fixado em 9,6%, a idade da A. à data do acidente 51, a profissão pela mesma exercida e a maior penosidade no exercício da sua profissão, com esforços acrescidos, presumindo-se o desenrolar da vida profissional até cerca dos 66 anos de idade, não devendo, porém, atender-se apenas a este limite da vida activa, uma vez que, atingido este, isso não significa que a pessoa não continue a trabalhar ou a viver por vários anos, sendo a perspectiva de vida média das mulheres de cerca de 83 anos, como referiu o tribunal recorrido.