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31 Atente-se aos sumários dos Acórdãos fundamento juntos: conforme decorre do sumário do Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, datado de 312016: "O ónus da prova de que o empregador lhe não assegurou as horas mínimas anuais de formação profissional cabe ao trabalhador "; 32 Tal entendimento decorre também do Acórdão do Tribunal da Relação de Évora datado de 202017, que dispõe que: O trabalhador tem o ónus de alegar e provar que não gozou as férias a que tinha direito e que tal se deveu a conduta culposa do empregador.3 3 Acórdão do Tribunal da Relação de Évora, Processo: 326/11T8STC.E1) 33 Sendo que de acordo com o Acórdão do Tribunal da Relação de Évora datado de 012011: - Numa acção em que pretende ver reconhecidos créditos salariais, deve o trabalhador alegar e provar os factos constitutivos do seu direito n.  1 do artigo 34  do Código, ou seja, a celebração e vigência do contrato de trabalho e a prestação de trabalho em determinado período ou a sua suspensão sem perda de retribuição) relativamente ao qual formula o seu pedido de pagamento destes créditos;4 4 Acórdão do Tribunal da Relação de Évora Processo: 117/13TTPTM.EI) Ou seja, 34 Como é consabido, numa acção em que pretende ver reconhecidos créditos salariais, deve o trabalhador alegar e provar os factos constitutivos do seu direito, 35 Ou seja, a celebração e vigência do contrato de trabalho e a prestação de trabalho em determinado período ou a sua suspensão sem perda de retribuição) relativamente ao qual formula o seu pedido de pagamento destes créditos.