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Como o mesmo bem disse e a embargante não logrou infirmar, não a aceitou nem exerceu funções para a executada, após 312012, acordada como a data da cessação, correspondente à data que consta da declaração da situação de desemprego que lhe foi entregue e emitida pela recorrente, o que a mesma não contestou, nem impugnou, nesta sede, veja-se facto provado  Mais, diga-se que, nem o que foi declarado pelo embargado, nem tão pouco o que revelou ter conhecimento, quanto à forma de obrigar a embargante, é susceptível de convencer, no sentido pretendido pela recorrente, de que o mesmo, derivado das funções que exerceu naquela, soubesse ou lhe tivesse sido dito pelo Presidente da necessidade de ratificação pela Direcção do acordado entre ele e a B. Acrescendo que, ao contrário, do que pretende fazer crer a recorrente e transcreve das declarações do recorrido, não resulta qualquer confissão menos, ainda, "clara confissão de factos”, como apelida, de modo a que o Tribunal "a quo” devesse ter dado como provados "nomeadamente o conhecimento direto, livre e esclarecido de que o Presidente teria que dar conhecimento à Direcção, para ratificação do mencionado "acordo”, e como tal, não o poderia assinar sozinho.