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5 Se o TJUE admitiu, por um lado, que não havia infracção às regras da elegibilidade geográfica enunciadas no Regulamento CE n1083/2006 pelo facto das entidades responsáveis pela implementação dos investimentos estarem instaladas em localidade situada fora das regiões NUTS 2 visadas, temos, por outro lado, que o mesmo não se bastou ou ficou por aquela conclusão, aceitando a legalidade da regra enunciada no ponto 8 do anexo do QREN e de que os investimentos estavam automaticamente justificados como parece sustentar/defender o recorrente, pois exigiu e impôs a avaliação pelos tribunais nacionais da justificação e demonstração de que eram aquelas regiões as beneficiárias e destinatárias na proporção enunciada dos fundos de forma específica e identificável.