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R. Assim, em prol da respetiva coerência com a verdade, deve o ponto n. 30 da matéria de facto dada como provada ser alterado, passando a ter o seguinte teor: «Nos contratos celebrados com vigilantes que até ao dia 31 de dezembro de 2019 desempenharam essas funções enquanto trabalhadores da Ré STRONG CHARON, a Ré PSG, na qualidade de primeira outorgante e entidade patronal, não reconheceu inicialmente, nos contratos celebrados, a antiguidade, retribuição, categoria profissional, conteúdo funcional, e benefícios sociais adquiridos pelos trabalhadores e resultantes dos contratos celebrados com a Ré STRONG CHARON, com as advertências constantes dos pontos a dos respetivos contratos.» S. Avançando para o ponto 35 da matéria de facto provada, a sentença recorrida consagrou que em dezembro de 2019, um supervisor da PSG,, se deslocou às instalações da IP, no Entroncamento, e reuniu com os vigilantes que ali exerciam funções, apresentando a proposta contratual da PSG, para celebração de novos contratos de trabalho com garantia de posto e antiguidade.