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Daí que basta que o contrato esteja submetido a regras procedimentais de formação de direito administrativo para que os litígios passem a estar sob a alçada dos tribunais administrativos e isso independentemente do facto do contrato à luz do CCP se qualificar ou não como contrato administrativo.” Alinhando por coincidente entendimento, também MÁRIO AROSO DE ALMEIDA e CARLOS ALBERTO FERNANDES CADILHA, é salientam que com o Decreto-Lei n. 18/2008, de 29 de Janeiro   diploma que Aprova o Código dos Contratos Públicos, que estabelece a disciplina aplicável à contratação pública e o regime substantivo dos contratos públicos que revistam a natureza de contrato administrativo , máxime com o respectivo art 1, vem também o legislador deixar claro que a alínea do n. 1 do artigo  do ETAF , sujeita à apreciação dos tribunais administrativos os litígios em matéria contratual respeitantes a dois tipos/grupos: )–Os contratos administrativos, cujas relações jurídicas emergentes são submetidas a um regime substantivo de direito administrativo, sendo que, devem como tal ser qualificados  em face dos artigos ,  e  do CCP e, por conseguinte, submetidos à jurisdição administrativa: a) os contratos que a própria lei directamente submete a um regime substantivo de direito público, sendo que integram este grupo: os contratos administrativamente típicos previstos no Título da Parte do CCP; os demais contratos administrativos típicos previstos em legislação avulsa; e os contratos qualificados como administrativos pelas alíneas e do n. 6 do artigo  do CCP; e  b) os contratos atípicos com objecto passível de contrato de  direito privado que, em conformidade com o disposto nos artigos , n. 6, alínea,  e  do CCP, são administrativos quando uma das partes seja um contraente público e as partes expressamente submetam a um regime substantivo de direito público.