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O Tribunal "a quo” formou a sua convicção com base no conjunto da prova produzida, designadamente nas declarações do arguido que confessou parte dos factos que lhe eram imputados, designadamente a resistência que ofereceu quando foi agarrado para ser conduzido ao carro patrulha, alegando em audiência que quando o agarraram tentou soltar-se e esbracejou, conjugadas com as testemunhas, os militares da GNR JM e AC que estiveram no local e que confirmaram que o arguido se recusou a fazer o teste de álcool, mantendo a recusa mesmo depois de advertido de que cometia um crime de desobediência, razão pela qual lhe foi dada ordem de detenção.”   Concluiu a Meritíssima Juiz "a quo” que: "Dos depoimentos das testemunhas, consentâneos com as regras da experiência comum, não restaram dúvidas ao tribunal de que os ânimos se encontravam exaltados e que o arguido para além de se recusar a efectuar o teste de álcool resistiu à sua detenção, obrigando os militares JM e AC a pedir reforços.