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Maria de Fátima Andrade SUMÁRIO............................................................ ............................................................ ............................................................ - RELATÓRIOO presente processo de inventário foi instaurado para partilha dos bens deixados por B, falecida em 002000, e , falecido em 11201 O cabeça de casal  apresentou relação de bens, vindo os interessados E e F dela reclamar com os seguintes fundamentos: O dinheiro existente na G e no Banco H não pertence na totalidade aos inventariados, mas antes ao inventariado e aos reclamantes, na proporção de 1/3 para cada um; Não existe a quantia em dinheiro referida na verba n. 3 e que o inventariado recebeu e gastou muito antes de falecer; Não existe o ouro referido nas verbas n.s 4 e 5; Os bens referidos na verba n. 8 foram comprados e pagos pela interessada/reclamante F, que sempre os possuiu.Respondeu o cabeça de casal alegando, em síntese, que: O dinheiro existente na G e no Banco H é pertença exclusiva dos inventariados, desconhecendo se os reclamantes figuram nas contas conjuntamente com aqueles; O dinheiro referido na verba n. 3 existe e está em poder dos reclamantes; O ouro referido nas verbas n. 4 anel em ouro de e n. 5 broche em ouro com existiam à data do óbito; A mobília referida na verba n. 8 encontra-se em casa dos inventariados, sendo conhecida por todos como pertencente a estes.A interessada  apresentou requerimento impetrando que seja reconhecida a sonegação de bens por parte dos interessados E e F, ao qual estes responderam pronunciando-se pela inexistência de fundamento para o deferimento de tal pretensão.Por requerimento de 212013, o cabeça de casal, referindo não ter relacionado anteriormente uns brincos em ouro branco e um fio em ouro da inventariada e ainda um relógio de pulso do inventariado, por se encontrar no estrangeiro e só agora ter tomado conhecimento da sua existência veio adicionar à relação de bens tais bens e ainda uma cama articulada.Responderam os interessados E e F adiantando que, com exceção da cama articulada, os demais bens ora relacionados não existem.Oficiou-se às entidades bancárias em conformidade com o requerido pelo cabeça de casal.Procedeu-se à inquirição das testemunhas arroladas, após o que foi proferida decisão na qual se «julgou parcialmente procedente por parcialmente provada a reclamação formulada por E e F e em consequência decide-se: A - Determinar que: 1 – Sejam excluídas da relação de bens as quantias referidas nas verbas n.s 1 e 2 e incluídas na relação de bens: As quantias de, €672,32 e de €755,11, num total de €1427,43, como pertencente aos inventariados, as quais se encontraram depositadas no banco H, na conta .