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f) Aquando da partilha referida em 2 e 2 foi acordado entre o pai do Réu marido, a sua irmã J e os avós paternos do Réu que o terreno do caminho não entrava em contas de tornas que havia a acertar entre irmãos e que passava a ser do pai do Réu e da referida J. g) Os Réus e antepossuidores passaram a permitir, conjuntamente com os Autores, que outros passassem na faixa de terreno e subterraneamente fazer passar no local tubos de utilidade para ambos os prédios, o que fizeram há mais de 15 ou 20 anos, de boa fé, à vista de toda a gente dia a dia e sempre na convicção de possuíam em comum a dita faixa.FUNDAMENTAÇÃO DE DIREITO.Ao demandarem os Réus pretendem, entre o mais, os Autores que: - lhes seja reconhecido o direito de propriedade sobre o prédio que identificam na petição inicial, de que se arrogam donos, e sejam os demandados condenados a reconhecer tal direito; - os mesmos Réus sejam condenados a absterem-se da prática de quaisquer actos que perturbem aquele direito, designadamente de impedir a colocação do portão que os Autores se propõem colocar na sua propriedade para vedar a mesma e à qual aqueles se têm oposto.