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No ponto , das alegações, a recorrente transcreve alguns dos factos que foram dados como provados na sentença que julgou os embargos de executado, omitindo que os recorridos só tinham água, "quando a barragem estava aberta, o que só ocorre durante dois ou três meses do período de rega, no Verão, e só durante determinado período do dia, pelo que o abastecimento de água aos embargados não é contínuo nem permanente”.   . Em relação ao ponto , das alegações da recorrente, diga-se que o tribunal a quo no ponto 1, dos factos provados, faz uma simples transcrição da transação judicial que serve de título à presente execução. . Nos pontos 2, 3 e 4, das suas alegações, a recorrente insiste na teoria de que não estava vinculada ao cumprimento da transação que serviu de título à presente execução, questão que já foi decidida pelo nosso Tribunal Superior. . No ponto 4, das suas alegações, a recorrente, lamentavelmente, faz notar, volvidos 23 anos, que os recorridos têm duas ligações de água, esquecendo-se que a transação judicial que serve de base aos presentes autos nunca foi cumprida.  . No ponto 1, das suas alegações, a recorrente pede o aditamento ao n. 5, do ponto 1, dos factos provados, da seguinte expressão: "tal como os demais agricultores que beneficiam de água da Barragem de ”, servindo-se da resposta dos Senhores Peritos ao quesito  fls.. . Esta pretensão não faz sentido, dado que o tribunal a quo limitou-se aí a transcrever a cláusula , da transação judicial em causa. . Em todo o caso sempre se diga que a resposta dos Senhores Peritos ao quesito  na qual se baseia a não tem o alcance que esta pretende. . No ponto , das suas alegações, a recorrente requer que os n.s 4, 5, 6, 7 e 8, dos seus factos pressupostos, sejam aditados ao n. 7, do ponto 1, dos factos provados.