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Considerando que o acórdão reformando se baseou na fundamentação aí indicada, nomeadamente na que resulta da afirmação «) nãoestandoocréditoreclamadonapresenteacçãoincluídonamassainsolventeparaosefeitosdoart.8doCIRE,ainsolventedevepoderprosseguircomaacção,semqueoadministradordainsolvênciaasubstitua,porqueapresenteacçãovisaaobtençãodoreconhecimentoepagamentodeumalegadocréditodoinsolventeconsiderandoosváriospedidosformulados),havendoapossibilidadede,emcasodesucesso,aumentarorespectivopatrimónio;nãoestandoemcausaqualqueractividadedodevedorinsolvente)quepossacolocaremcausaasalvaguardadoseupatrimónioemdetrimentodoscredoresnãosereconheceprocedenteoargumentodarecorridanosentidoquedoprosseguimentodaacçãopoderesultarum,inexisterazãoparaumainterpretaçãodoartigo81doCIREcorrespondenteàquefoiefectuadapelotribunalrecorrido,nemparaconsideraraplicável,nostermosemqueofoi,oart.8,n.3doCIRE,comalatitudeinterpretativaqueofoi», e como aí se indicou "tendo em consideração os vários pedidos formulados” e não apenas o pedido de transmissão do direito de propriedade cf.