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Das obras realizadas pelo 1 Réu na fracção de que era proprietário no referido prédio e correspondente ao 9 andar Dto do mesmo, pelo exame efectuado à referida laje, resultou provado inequivocamente o seguinte: «a) Que através da análise do Anexo 3 Relatório as mencionadas "Ocorrências singulares detetadas segundo os eixos xx e yy”, até pela sua dimensão, comprovam a realização de roços para a instalação de tubagens, conforme representação do interior da laje na malha analisada; b) Que através da análise do mesmo Anexo 3, para a realização dos roços e introdução das referidas tubagens foram cortadas as armaduras na zona de sustentação da laje L8 em balanço, conforme decorre da existência de um único varão, no mencionado "Aparente alinhamento da armadura superior”, segundo o eixo yy”, quando de acordo com o projecto de estrutura inicial do edifício, Anexo 4 folhas ½ e 2/2), deveriam ser 4 a 5 varões nestes 60cm de laje de acordo com os 7 varões de 12mm por metro linear, requeridos neste mesmo Anexo 4;  ) Que pela perda de capacidade resistente das lajes, a introdução do jacuzzi na laje L8 em balanço, conforme Anexo 4 folha ½), provocou na sua extremidade, uma deformação acentuada e não prevista, que pressiona os caixilhos da fachada nascente impedindo o seu normal funcionamento de abertura e fecho das janelas e a sua extração para limpeza.