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A nacionalidade e a residência, só por si e sem mais, não permite, sem outros elementos que demonstrem a centralidade da vida profissional, social e familiar do oponente em Portugal, concluir pela verificação daquele indispensável grau de integração social, e por isso mesmo, conduzir à exigência da prestação da garantia de que a este Estado de execução será devolvido, para cumprimento da pena ou medida de segurança privativas da liberdade, como condição de entrega às autoridades do Estado de emissão do MDE.” Assim sendo, inexiste nos autos fundamento que justifique à autoridade judiciária do Estado de execução exigir, do Estado emitente, a prestação da garantia em causa, na medida em que não foi sequer alegado e, muito menos demonstrado, suporte factual que justificasse que aquela fosse uma condição para a entrega do arguido às autoridades espanholas.