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um contrato de cessão de exploração do posto de combustíveis;  - contrato que veio a extinguir-se por denúncia por iniciativa de; - a procedeu à venda dos imóveis nos quais se encontra instalado o posto de abastecimento da A à  R, com o propósito de evitar, através de venda simulada, que o património da venha a responder pelos prejuízos avultadíssimos e diários causados à Petrogal pela impossibilidade de exploração do seu posto o posto de abastecimento; - apesar da existência de uma ordem judicial nesse sentido contra a, o posto de abastecimento não foi devolvido à A.; - o posto de abastecimento está agora a ser ocupado e explorado ilegitimamente pela 2 R.; - a A. pretende explorar o seu posto diretamente; - a exploração pela  R é uma manobra ardilosa praticada pelos legais representes da 1 R., em conluio com a e por quem a controla de facto, para impossibilitar a devolução do posto à sua legítima proprietária, que continua volvidos mais de 6 anos desde o início de todo o a sofrer prejuízos de valor elevado; - a 2 R. foi criada no dia 202010, tendo imediatamente iniciado a exploração ilegal do posto de abastecimento propriedade da A.; - em 102010, a A. intentou uma providência cautelar não especificada, com vista à restituição imediata de posto de abastecimento, à inibição da prática de quaisquer atos que possam impedir a A. de reaver o posto de abastecimento de sua propriedade, que corre os seus termos no 2 Juízo do Tribunal Judicial de Ourém, sob o n. 583/17TBVNO; - por sentença datada de 002010, a referida providência cautelar foi julgada integralmente procedente por provada; - a A. visa com a presente ação que seja decretada a entrega definitiva do posto de abastecimento a seu favor, bem como a inibição de quaisquer atos que possam impedir a A. de reaver e fruir o posto de abastecimento de sua propriedade; - o posto de abastecimento manteve-se fechado, pelo menos, até ao passado dia 302010, o que causou avultados prejuízos à A., prejuízos esses também imputáveis em parte à, que através dos seus legais representantes e todos aqueles que com eles pactuaram, tudo fizeram, e continuam a fazer, para impedir a efetivação de decisão judicial já transitada em julgado há muito, como sejam a Rascão e Fragoso, a 1 R. e a agora a 2 R. e seus representantes e agentes; - todos os que tomaram parte nestas ações, porquanto ilícitas, são solidariamente responsáveis; - o posto de abastecimento estava a ser objeto de trabalhos de mudança de imagem e de outros elementos destinados à sua reabertura; - estas obras não foram autorizadas nem nunca ou sequer informadas  à A., sendo certo que esta é a proprietária dos edifícios e equipamentos que integram este posto de abastecimento, nomeadamente a pala, o pórtico e as bombas de combustível; - no dia 302010, já as obras tinham sido concluídas, estando o posto de abastecimento em pleno funcionamento, à total revelia da A; - o posto foi aberto e está a ser explorado pela 2 R. – Combustíveis e Lubrificantes, Unipessoal, Lda.