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F. DECLARANDO AMBAS AS DECISÕES, transitadas em julgado: a)- " Ora, tendo em conta os critérios jurisprudenciais e as circunstâncias concretas do caso, e adoptando a fundamentação e a fórmula de cálculo da indemnização proposta no acórdão da Relação de Guimarães de 102014, a sua expectativa de vida da autora em termos estatísticos pelo menos, mais 55 – de acordo com os elementos fornecidos pelo Instituto Nacional de Estatística, actualmente a esperança de vida à nascença foi estimada em 80,41 anos para o total da população, sendo de 77,36 anos para os homens e de 83,23 anos para as mulheres -, o grau de incapacidade que a afecta 0,06), e ainda julgando como equitativo para o efeito de base de cálculo, a média de € 533,00 mensais temos o seguinte: para o rendimento anual de € 2462,00 €533x14, uma IPG de 0,06, uma taxa de juro de 1,5% 12/13, a perda salarial cifra-se em €287,72 €2462x0,06); aplicando estes dados obtemos o resultado de € 7859,05 €287,22x55 anos x 1,5%= € 7859,05), valor ao qual é deduzida a quantia de € 1000,0  IMPORTA CONCLUIR QUE: 1 - Cabendo à autora o declarado direito, que é o de receber a diferença entre esses valores - € 5859,05 - é absolutamente irrelevante, por desnecessária e sem sentido algum, a exigência de uma revogação da decisão danosa, conferindo/ reconhecendo exactamente um direito, que já se encontra atribuído por tais sentenças, transitadas em julgado.