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b)	do erro de julgamento de direito  Sustenta aqui a recorrente, em síntese: - é impossível à recorrente assegurar pisos completos de frações destinadas a exploração turística, porque a tal se opõe a realidade jurídica do direito de propriedade das demais frações; - a exigência de ocupação de pisos completos surgiu com o -n. 39/2008, de 7 de março, e neste quadro legal a recorrente obteve a confirmação da classificação como Apartamentos Turísticos de 3 estrelas em 22/10/2010, decidindo o ato suspendendo de 2018 em sentido oposto, quando no plano dos factos e situação jurídica nada se alterou; - os artigos 1 e 7, n. 2, do -n. 39/2008 não podem ser interpretados, sob pena de violação grosseira do princípio da confiança, no sentido de determinar a cessação da classificação nos casos em que a situação jurídica de não ocupação de pisos inteiros pelas frações destinadas a exploração turística foi constituída ao abrigo de legislação que a admitia; - o título constitutivo existe desde 2007, o que se discute é saber se não pode ser elaborado por força do princípio da continuidade dos pisos; - verificam-se sérios danos quantificados da recorrente que não podem ser ressarcidos e que são definitivos se a providência não for decretada; - não existe qualquer dano quantificável ao interesse público que possa ser contraposto.