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Na verdade, como se colhe da leitura dos fundamentos da sentença, o que sucedeu foi que a entidade demandada, ora executada, não se pronunciou sequer sobre o pedido formulado pela então autora, aqui exequente, no sentido de ser incluída em processo de reclassificação e reconversão profissionais; daí que o tribunal afirme que "uma vez apresentado o aludido requerimento, importava emitir pronúncia sobre se a situação da Autora caía na previsão do n. 2 do artigo  do Decreto-Lei n. 224/2006, de 13 de Novembro, que constitui um regime de excepção em relação à regra contida no n. 1 desse mesmo artigo.”  	Prossegue a decisão exequenda, dizendo que "se a Entidade Demandada entendia que as mesmas preferências da autora não poderiam ser satisfeitas no contexto apresentado pelo caso em concreto, por existir obstáculos, designadamente, falta de interesse do serviço ou organismo da preferência, sempre teria que promover a sua inclusão na lista de divulgação dos docentes disponíveis para reclassificação ou reconvenção profissional — artigo , n. 6, do Decreto-Lei n. 224/2006, de 13 de Novembro.”  	Por isso mesmo, o tribunal não diz, nem poderia dizer, que ali autora deveria ser colocada neste ou naquele serviço, dado que nem sequer chegou a existir processo de reclassificação e reconversão profissionais.