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Os recorridos, de 3 a 13 e de 27 a 37 das conclusões da sua resposta, defenderam a decisão da sentença da 1 instância e opuseram-se à impugnação, alegando: que a questão já foi apreciada no processo-crime, onde foi proferido despacho de não pronúncia; que apenas o Tribunal a quo ouviu as testemunhas com imediação, sendo que nenhuma destas testemunhas referiu que ouviu os réus a darem ordens de demolição sendo os seus depoimentos indiretos, de ouvir dizer e de; que o auto de ocorrência da GNR não é relevante, uma vez que, quando a GNR chegou ao local, o pré-fabricado já estava destruído.