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120 a 178, formulou a apelante as seguintes conclusões: - De acordo com a sentença proferida autos, foi o pedido da Autora julgado parcialmente procedente e, em consequência: -condenou os Réus B e  a restituir à Autora 4 mesas redondas e 16 cadeiras identificadas no escrito constante do facto , dado como;  - julgou improcedentes os demais pedidos formulados, absolvendo-se os Réus B e  dos mesmos; - julgar verificada oficiosamente uma situação de litigância de má-fé por parte da Autora A., e, em consequência condenou a Autora no pagamento de multa no montante de 10 UC’s e condenou a Autora no pagamento de uma indemnização em favor dos Réus B e , no montante de € 000,0 Ora, entende a Autora/Recorrente que a decisão do Tribunal ad quo padece que erro notório na apreciação da prova por se extrair dela uma conclusão ilógica e irracional; por os meios probatórios existentes nos autos, e bem como a prova testemunhal produzida em sede de Audiência Final, impor decisão diversa; por se verificar insuficiente a matéria de facto para a decisão de direito; tendo havido uma incorreta subsunção dos factos provados ao direito em causa, por errada interpretação e aplicação das disposições e princípios legais e por violação do preceituado nos arts.