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Assim e ponderando todas as circunstâncias enunciadas na decisão recorrida, para além da ausência de algum acto de contrição revelador da interiorização da conduta, tendo em conta que a actividade judicial de determinação da pena é, toda ela, juridicamente vinculada artigos 4, 7 e 7 do Código, pelo que, em sede de recurso, o procedimento, as operações e a aplicação dos princípios gerais de determinação da pena são susceptíveis de revista pelo tribunal superior quando "tiverem sido violadas regras de experiência ou se a quantificação se revelar de todo desproporcionada” – Figueiredo Dias, Direito Penal Português, Parte Geral, - As Consequências Jurídicas do Crime, § 255,as penas parcelares aplicadas ao Arguido BB revelam-se proporcionais e adequadas, não necessitando de intervenção correctiva..  O Arguido AA alega também que as penas parcelares e única "são desmesuradas” porque mesmo que os factos tivessem ocorrido "sem as requeridas perícias sobre a personalidade e psiquiátrica é impossível a avaliação da culpa”, pelo que "mesmo atendendo-se aos elementos factuais de natureza objectiva, que a defesa contesta e impugnou como não provados, nunca a pena única globalmente considerada poderia, perante a escassez de outros elementos, ser superior a 14 anos de prisão.”, sem concretizar qual a medida em que deveriam ter sido fixadas as penas parcelares.