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4) Uma vez que o Tribunal recorrido baseou a sua decisão nos factos já dados como provados nos autos e que os Recorridos entendem que foram alegados outros factos, que estão demonstrados por prova documental, que têm também interesse para prova do facto de que o dinheiro da caução pertencia de facto aos 1s Recorrentes e não à sua sociedade, por cautela, prevenindo a hipótese de procedência de alguma questão suscitada pelos Recorrentes neste recurso, os Recorridos impugnaram, nestas contra-alegações, a título subsidiário, a decisão proferida sobre esses concretos pontos da matéria de facto que entendem dever ser aditados aos factos provados, ao abrigo do disposto no art 636, n 2 do P., requerendo a ampliação do âmbito deste recurso.