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Acresce que o processo que correu termos pelo DIAP de .., sob o n. .., que se iniciou com a participação elaborada pela GNR de ., em que eram vítimas BB e a sua filha menor de 3 anos de idade, contra EE, por factos suscetíveis de integrarem a prática de dois crimes de violência doméstica, foi arquivado em 002017, porquanto a ofendida BB recusou prestar depoimento, no que diz respeito ao período durante o qual coabitou com o arguido, como se de marido e mulher se tratassem, não tendo ainda apresentado queixa em relação aos ferimentos que o militar da GNR viu no seu corpo, no dia 20201 Entretanto, por despacho de 202019 foi arquivado o processo de promoção e proteção, entendendo-se que a se encontrava bem no agregado familiar da avó e que a progenitora também permanecia integrada neste agregado, devendo a alteração da regulação do exercício das responsabilidades parentais, requerida pelo pai, ser resolvida em sede própria.