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Pois, consideramos que o entendimento da apelante não é compatível com o "princípio infortunístico da necessidade de repor, por inteiro, a capacidade de ganho da vítima”, a este propósito, veja-se Carlos Alegre in "Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais – Regime Anotado”, 2 ed., Coimbra 2005, pág.. E, sendo este o objectivo a alcançar com a fixação das indemnizações e pensões, devidas por força do acidente de trabalho sofrido pelo A., na presente acção, entendemos que, tal como se decidiu na sentença, só a "retribuição modular” a que se refere Monteiro Fernandes in "Direito do Trabalho”, 13 ed., 2006, pág.