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Acordam, em conferência após corridos os vistos os Juízes da 1 Secção Cível do Tribunal da Relação de Guimarães, sendo  Relatora - Maria João Marques Pinto de Matos; 1 Adjunto - José Alberto Martins Moreira Dias; 2 Adjunto - António José Saúde Barroca Penha.- RELATÓRIO  Decisão impugnada   A. G. e mulher, F. aqui, residentes na Rua , em Bragança, propuseram a presente acção declarativa, sob a forma de processo comum, contra Banco A, S.A. aqui, com sede na Avenida , em Lisboa, pedindo que  · se reconhecesse que um imóvel que lhes foi vendido pela Ré tem a área real, correcta e efectiva de 506 m2 e não de 500 m2, como foi declarado, condenando-se aquela a reconhecê-lo;  · se declarasse a redução do preço de € 19500,00, que eles próprios pagaram à Ré pela aquisição do imóvel, em valor não inferior a € 5500,00, inerente à venda de coisa defeituosa, sendo a Ré condenada a devolver-lhes a aludida quantia, acrescida de juros de mora, calculados à taxa supletiva legal, contados desde a citação até integral pagamento;  · fosse a Ré condenada a suportar todas as despesas necessárias à rectificação da área do dito imóvel nos respectivos  registo predial e inscrição matricial;   · ou fosse a Ré condenada, com base no instituto do enriquecimento sem causa, a pagar-lhes a referida quantia de € 5500,00, por se ter com ela ilegitimamente enriquecido à custa do património deles próprios, nessa mesma medida empobrecido, acrescida de juros de mora, calculados à taxa supletiva legal, contados desde a citação até integral pagamento.