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Os exequentes apresentaram contestação, onde pugnam pela improcedência da ilegitimidade passiva, pois que a prestação de facto se funda na sentença condenatória da qual resulta uma obrigação pessoal dos Réus, decorrente de responsabilidade extra contratual, resultante da prática de atos ilícitos pelos mesmos, e não de qualquer obrigação resultante da titularidade do direito de propriedade sobre o prédio, cujo cumprimento, a exigir aos Réus condenados, pelo facto do falecimento do Réu marido, tem de ser exigido a todos os herdeiros deste que, conforme escritura de habilitação, partilha e conferência de bens doados junta com o requerimento executivo, e não apenas à filha .Foi proferido despacho saneador a julgar "verificada a excepção dilatória de ilegitimidade processual dos Embargantes ..) e mulher,, determinando-se a absolvição dos mesmos da instância, nos termos do disposto nos arts 55, n. 3, 27, n. 1, al., 57, n. 2, e 57, al., do P.”, com custas pelos Embargados, com os seguintes fundamentos:  "A regra a ponderar no caso concreto é a estipulada nos arts.