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Nesta hipótese, há que distinguir as "actividades duradouras”, caso em que ocorre a competência tributária cumulativa may be do Estado da fonte, das "actividades temporárias”, caso em que o Estado da residência tem um poder exclusivo, se se verificarem cumulativamente os seguintes três requisitos negativos: O beneficiário permanecer no outro Estado durante um período ou períodos, que não excedam, no total, 183 dias em cada período de doze meses, começando ou terminando no ano fiscal considerado; a remuneração for paga por entidade patronal ou em nome de entidade patronal que não seja residente do outro Estado; as remunerações não forem suportadas por um estabelecimento estável ou por uma instalação que a entidade patronal tenha no outro Estado.” Mais esclarecendo que, "através destes dois últimos requisitos, pretendeu-se esclarecer que a exclusividade do direito do Estado da residência, cessa quando a "fonte de pagamento” se localiza também no país em que a actividade é exercida fonte da produção).