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Sublinhe-se, até, que relativamente à revista do requerente cautelar, os diversos factos por ele elencados como carentes de prova dela não necessitariam, por não terem sido impugnados na oposição do demandado artigo 118, n2, do CPTA, sendo certo que, apesar de não integrados no acervo de factos provados por «desnecessários à boa decisão da causa», eles foram tidos em conta no âmbito da argumentação jurídica do acórdão que os considerou vagos e conclusivos, pois não concretizam a relação entre a cessação do «contrato de incubação» - que lhe disponibilizava, além do mais, espaço e serviços - e a «cessação da actividade de ourivesaria», que sempre poderia ser levada a cabo noutro lugar.