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Do valor de € 1092,85, assim encontrado, discorda a apelante, argumentando que este valor, correspondente apenas a cerca de 7% do possível dano real, não é justo, nem equitativo; argumentando que a sentença recorrida não tomou em linha de conta que os valores que a apelante recuperou, vários anos mais tarde 2017 e, foram valores muito inferiores aos créditos reais existentes, uma vez que a apelante se viu forçada, por força das circunstâncias situação financeira dos devedores e fragilidade da, a celebrar acordos pouco favoráveis à sua pessoa, com o objectivo de recuperar uma parte desses créditos, para que o prejuízo não fosse total, o que se deveu à circunstância de tais acções terem sido instauradas tardiamente, numa altura em que a situação financeira dos devedores já era problemática, sendo certo que, sem os documentos necessários que o 2 R. nunca devolveu à A., tal como contratos, facturas e livranças subscritas pelos próprios, acompanhadas de autorizações de, nunca seria possível obter um êxito pleno.