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Ainda que o tribunal viesse a considerar não se estar perante um despacho de mero expediente, o que não se concede, e apenas por mero dever legal de patrocínio aqui se refere, sempre se diria ainda que o recuso deveria ser rejeitado, nesta parte, porquanto: O Despacho de rejeição proferido pela Mma Juiz a quo, é um despacho proferido no uso legal de um poder discricionário, decidindo uma matéria confiada ao prudente arbítrio do julgador n 4 do art 152 do, que foi proferido dentro dos deveres de gestão processual artigo 6 do, em que o Mmo Juiz a quo – muito bem – decidiu ter elementos bastantes para poder proferir uma decisão.