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Os factos, fixados como provados na sentença recorrida: 1) A A. foi admitida em 30/12/1996, através de contrato de trabalho, na sociedade "TRL, Ld.”, aí tendo trabalhado até 04/07/2013, data em que cessou o seu contrato de trabalho com fundamento na falta de pagamento de retribuições; 2) Em 04/07/2013, a A. auferia, a título de retribuição base mensal ilíquida, o montante de € 488,00; 3) Em 21/06/2013, foi proposto pela sociedade "TRL, Ld.”, processo especial de revitalização, que correu termos do no  Juízo do Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia, com o n. de processo 791/19TYVNG, tendo a A. aí reclamado os seus créditos em 26/07/2013; 4) Em 05/02/2015, foi proferida sentença no supra referido processo, que recusou a homologação do plano de recuperação; 5) Em 05/03/2015, foi requerida a insolvência da sociedade TRL, Ld., que correu termos no Tribunal da Comarca do Porto, Instância Central de Santo Tirso, secção de Comércio, sob o processo n. 811/12T8STS; 6) Em 20/03/2015, foi proferida sentença no processo de insolvência, que declarou a insolvência da sociedade TRL, Ld.