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127 do CPP no contexto da oralidade, imediação e concentração próprias da audiência julgamento – a alegação é manifestamente improcedente, que nem pode ter lugar em recurso extraordinário de revisão – «o recurso de revisão é estruturado na lei processual penal em termos que não fazem dele uma nova instância, surgindo no prolongamento da ou das anteriores», sendo que «no novo processo não se procura a correcção de erros eventualmente cometidos no anterior que culminou na decisão revidenda, porque para a correcção desses vícios terão bastado e servido as instâncias de recurso ordinário, se acaso tiverem sido necessárias», recorde-se, de novo, do AcTConst n. 376/2000 –, e que, suposta – e sublinha-se a condicionalidade que, sobre não se ter recolhido em audiência de julgamento o mínimo eco dele, o perfil comportamental traçado é algo muito próximo do inverosímil numa criança com a idade da Assistente e com o enquadramento familiar e social que o processo evidencia!