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203 n 1 do CP, na pena de um ano e nove meses de prisão, suspensa na respetiva execução, pelo mesmo período, com regime de prova;  4 J é filha única;  4 O progenitor faleceu durante a sua infância;  4 A progenitora voltou a reorganizar a sua vida pessoal;  4 Sendo no companheiro da mãe que a arguida reconhece autoridade paterna;   4 O seu processo de socialização decorreu num ambiente social família com ascendência e económico modesto a progenitora vendia roupa nos mercados e trabalha no campo, enquanto que o seu companheiro é;   4 Quando tinha catorze anos, arguida engravidou do filho mais velho;   4 Não obstante, a reprovação parental, contou sempre com o apoio da progenitora;   5 Nessa sequência, interrompeu os estudos, apenas com a frequência do 6 ano;   5 Mais tarde, fez uma tentativa para obter a escolaridade mínima obrigatória, em regime noturno;   5 Mas veio a desistir alegando falta de tempo, por necessitar de cuidar dos filhos;   5 O percurso laboral de J tem sido caracterizado pela instabilidade: a primeira experiência aos 22 anos, em tarefas agrícolas indiferenciadas, como empregada de balcão num café e como operária fabril;   5 Tratou-se de colocações de curta duração, com fases prolongadas de inatividade laboral;   5 Reconheceu a sua ligação à prostituição.