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Perante a factualidade provada, é inevitável concluir que o Autor, por motivos que lhe serão imputáveis, deixou passar o prazo que a lei concede para deduzir a ação própria, pelo que não pode agora querer prevalecer-se da circunstância de ter efetuado um novo requerimento, com vista à apreciação do que já havia sido apreciado, para reabrir a possibilidade de peticionar a anulação do ato de indeferimento do seu requerimento de acumulação de remunerações de 002017 e a condenação da Universidade de Coimbra "a repor as parcelas remuneratórias entretanto retidas”, que é o mesmo que dizer, a deferir o seu requerimento de acumulação de remunerações.