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34-A, n.s 1 e 2, do mesmo diploma legal, tendo nestoutra parte existido decisão de pronúncia);  Pugna a ora recorrente pela revogação da supra referida decisão instrutória e consequente substituição desta por outra que determine a pronúncia dos arguidos pela prática do aludido crime de burla qualificada a par, em concurso real, do de falsas declarações);  Estará aqui em causa, no essencial e no que ora mais interessa relativamente à douta decisão instrutória recorrida, aquilatar da alegação no RAI do "prejuízo patrimonial” correspondente ao elemento objetivo do tipo do crime de burla e, do mesmo passo, conducente à qualificação deste ilícito, bem assim da possibilidade da imputação de semelhante crime de burla qualificada em concurso real/efetivo com o crime de falsas declarações;  No que concerne à questão da alegação no requerimento de abertura de instrução do "prejuízo patrimonial” sofrido pela ora recorrente, que corresponda ao elemento objetivo do tipo do crime de burla e que, atento o seu valor, acarrete a subsunção dos factos já) ao crime de burla qualificada, perfilhamos, in totum, o entendimento então expendido pela Meritíssima Juiz a quo.