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Empréstimo concedido a AMA e DA: 11 Em 2009, FA recorreu a um contacto de um anúncio no Jornal que publicitava a concessão de crédito; 11 Em data não concretamente apurada, o Recorrente JF concedeu a AMA e DA, pais de FA, um crédito no valor de € 5000,00; 12Com vista a "garantir” o valor do crédito, AMA e DA aceitaram a venda do prédio urbano em direito de superfície, sito na , Alto do Moinho, lote duzentos e quarenta, actualmente Rua , número , na freguesia de Corroios, concelho de Seixal; 12Em 23 de Dezembro de 2009, foi celebrado contrato de compra e venda e mútuo com hipoteca, do imóvel identificado no ponto anterior, entre AMA e marido, DA, na qualidade de vendedores, o Recorrente JF e mulher AG, na qualidade de compradores e mutuários, e o Banco Comercial Português, S.A., na qualidade de mutuante; 12 Apesar de constar da escritura de compra e venda que o preço se cifrou em € 6000,00, FA apenas recebeu € 5000,00; 12O Recorrente JF acordou com FA que o reembolso do valor em dívida seria feito em prestações mensais no valor de € 700,00, sendo actualmente de € 660,00; 12 Entre 2010 e 2018, AMA, DA e FA procederam ao pagamento de verbas que ultrapassam o montante de € 5500,0 x. Empréstimo concedido a : 12 Em data não concretamente apurada, recorreu a um contacto de um anúncio no Jornal "Correio da Manhã” que publicitava a concessão de crédito por parte da VMJM; 12 considerava, porque decorria do anúncio, que a VMJM estaria habilitada a conceder financiamento; 12 O Recorrente VF esclareceu que, para um empréstimo de € 6000,00, havia lugar ao pagamento de uma "comissão” de € 1000,00;  12 Em 30 de Junho de 2010, o mesmo Recorrente VF concedeu a um crédito no valor de € 3000,00; 12 Com vista a "garantir” o valor do crédito, aceitou vender o segundo andar esquerdo do prédio urbano sito na Rua , Lote , no Bairro da Musgueira Norte, freguesia de Lumiar, concelho de Lisboa, descrito na Conservatória do Registo Predial de Lisboa sob o número  da referida freguesia, ao Recorrente VF e mulher PTF; 13 Em 30 de Junho de 2010, foi celebrado contrato de compra e venda e mútuo com hipoteca do imóvel identificado no ponto anterior, entre MJC, e mulher AC, na qualidade de vendedores, o Recorrente VF e mulher PTF, na qualidade de compradores e mutuários, e o Banco Comercial Português, S.A., na qualidade de mutuante; 13 Apesar de constar da escritura de compra e venda que o preço se cifrou em € 3000,00, MJC apenas recebeu € 3000,00; 13 PTF, mulher do Recorrente VF, assinou o cheque com o n. , no montante de € 3000,00 a favor de MJC; 13O Recorrente VF acordou com que o reembolso do valor em dívida seria feito em prestações mensais no valor de € 960,00; 13Quando não procedia ao pagamento da prestação mensal da dívida, VF cobrava € 100,00 adicionais; 13 Em 13 de Dezembro de 2010 e com vista ao pagamento do empréstimo contraído por , AC procedeu ao pagamento de € 060,00 na conta de depósitos à ordem com o n. , titulada pelo Recorrente VF e PTF.