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FUNDAMENTAÇÃO  De facto  A sentença recorrida deu por provados os seguintes factos: " A sociedade F – Equipamentos de Escritório Unipessoal, da, com sede em Sacavém, no concelho de Loures, foi fundada em/até 21 de agosto de 2002, sendo desde sempre seu sócio e gerente o Impugnante, A....  A sociedade viria a ser dissolvida a 18 de abril de 2008, e liquidada até 2 anos, na sequência de decisão do seu único sócio, de 31 de dezembro de 2007, porquanto a sociedade havia cessado de facto a sua atividade no início desse mesmo ano de 2007 – embora na escritura se refira, antes, 31 de dezembro de 200  E assim o declararia a sociedade à Administração Tributária mas a 2 de dezembro de 2011, para efeitos de Imposto sobre o Valor Acrescentado, tendo-lhe a 28 desse mês comunicado o início de funções do liquidatárioa 22 de abril de 200  Entretanto, como a sociedade não apresentara a sua declaração para efeitos de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas, relativamente ao ano de 2007 modelo 22, já a Administração Tributária lhe elaborara, a 13 de outubro de 2011, uma liquidação oficiosa de tal tributo, com o n201183, que gerou uma dívida de imposto e juros que, no seu conjunto, ascende a €1941,99 incluindo €274,10 a título de juros compensatórios, baseando-se nos elementos que lhe conhecia, respeitantes ao seu exercício de 200  Tendo sido tal liquidação notificada ao liquidatário da sociedade a 11 de novembro de 2011, mas como no prazo de pagamento voluntário – com termo a 28 de novembro de 2011 – tal dívida não foi satisfeita, foi instaurado no Serviço de Finanças de Loures 4 o processo de execução n349, para cobrança coerciva da dívida determinada e do seu acrescido.