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e .;” "26 A arguida, apesar de ter efectuado, quanto a alguns dos ofendidos e em observância dos mandatos que lhe foram conferidos, pagamentos de sinal e reforços de sinal e de ter celebrado, em representação de alguns dos ofendidos, contratos de promessa de compra e venda, agiu livre, voluntária e conscientemente, fazendo suas parte das quantias que lhe foram transferidas pelos ofendidos e utilizando-as parcialmente para fins diversos daqueles a que se destinavam;” "26 A arguida, através da sociedade de advogados por si fundada e de que era legal representante ".. Legal”, logrou que os ofendidos lhe enviassem as quantias monetárias descritas e outorgassem a seu favor procurações para a prática de actos de compra e venda de imóveis e junto das entidades competentes, nomeadamente registos, notários e S.E.F., assim conseguindo apropriar-se de parte daquelas quantias, sem que prestasse todos os actos para os quais havia sido mandatada;" 2 Mas também os factos provados em 201 e 203 padecem deste vício de erro notório na apreciação da prova - no que concerne a aí se ter tido por assente que as acções da sociedade S........ LIMITED foram adquiridas através da celebração de um CPCV celebrado com o Banco Santander Totta.