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Conclui assim as suas alegações: 1) Tem vindo a ser entendimento jurisprudencial que quanto ao despacho de indeferimento do recurso de revisão não cabe reclamação, mas sim recurso - AC TCAS de 212016, processo n1005/14 e AC RG de 002015, processo 71934/17; 2) Na eventualidade de assim não se vir a entender, o que não se aceita, e a considerar-se que o meio processual adequado consiste na reclamação, por estar em tempo, requer-se desde já que se proceda à convolação do recurso em reclamação; 3) No que diz respeito à legitimidade, refere-se que o artigo 155, n2, do CPTA, procede a uma ampliação decorrente do CPC, por referência às alíneas e do artigo 696; 4) Na situação, o recorrente não foi notificado da interposição do recurso para uniformização de jurisprudência, assim como não foi notificado para, querendo, apresentar as suas contra-alegações de recurso, isto é, não teve oportunidade de participar no processo nesta fase de recurso; 5) Tendo o recorrente constituído como seu mandatário o Exmo.