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Da prolação de sentença na acção de contencioso pré-contratual:  Alega a Recorrente que, tendo sido proferida sentença de total improcedência, não transitada em julgado, na acção a que respeita o incidente, deve a mesma ser considerada na ponderação dos interesses em presença, dado que, embora o fumus boni iuri não constitua, neste âmbito, um requisito autónomo e cumulativo, é um factor a considerar na ponderação dos interesses envolvidos, em termos que se for possível configurar como possível o fracasso da pretensão formulada na acção de contencioso pré-contratual, pode, ponderados ainda os prejuízos para o interesse público e para a adjudicatária, conduzir ao levantamento do efeito suspensivo automático do acto de adjudicação e respectivo contrato Acórdão do TCA Sul de 012017, Proc.