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74), que não conduz muito, caso a dívida venha a ser considerada comum, à possibilidade de vir a ser requerida a separação de bens2 Constatamos pois, se refletirmos, que não faz qualquer sentido e não tem qualquer razoabilidade e utilidade práticas citar alguém para requerer uma separação de bens, quando o pressuposto que leva a consentir na apreensão dos próprios bens e não na apreensão da meação) é aquele que se pretende citar e os bens, na sua totalidade, responderem pela dívida em causa e, quando todos os bens respondem, não é a separação de bens que faz2 O que não significa, como é evidente, consentindo-se na apreensão dos próprios bens que fazem parte do património, que o processo possa prosseguir "à revelia” do ex-cônjuge do devedor/insolvente, que sempre tem que ser interpelado/ouvido para poder exercer o devido contraditório cfr.