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Com interesse disse: "...o carro foi comprado para o dia a dia de trabalho da autora, transportar os avós, levar a filha à escola...não acompanhei o empréstimo, o stand tratou de tudo, o valor da compra foi de 14 e quinhentos ou seiscentos euros, a LT assinou o contrato no seu local e trabalho...o carro na internet, carro quase novo para , foi apresentado como novo, impecável, sem problemas nenhuns, foram asseguradas condições de conforto e de segurança...na altura exigimos revisão actualizada, pastilhas e discos novos...o veículo vinha de França, os vidros atrás eram escurecidos esperavam o DUC para a legalização dos vidros...logo de inicio o veículo estava ao ralento e de repente começava a acelerar e a desacelerar, tanto parado como em andamento, quando parado, ao ralenti, ouvia-se a batida no motor...em Março de 2016 quando veio o DUC único de França falámos desse problema, o vendedor desvalorizou, disse vou ver não se preocupe o Bruno Ramos dono do, o carro ficou, quando veio estava igual, andámos a tentar entrar em contacto com o stand para a carrinha ir para a garantia para ver que problemas tinha...ia para a Bosh, esteve lá 2 ou 3 semanas em Abril, disseram-nos que tinha um injector danificado, precisava de filtro de gasóleo e o painel do tablier dizia "potência de motor reduzida” da primeira vez em Março e ralento incerto, a carrinha acelerava por si...quando veio já não apareceu o aviso de potência reduzida, desligaram, mas o ralento incerto continuou e as batidas no motor sempre...em Maio novo contacto, nova reparação, o diagnóstico era regeneração do filtro de partículas, foi para reparação para a Bosh e veio igual, esteve menos dias, havia barulho não sabiam de onde vinha, ligaram-nos para vir buscar a carrinha...ao fim de 2/3 dias de novo o ralenti incerto e batidas no motor sempre...fomos à OPEL aí ás 10h da manhã em Setúbal, entreguei a carrinha fiquei à espera até 11 horas, liguei ao Bruno e ao RS, ninguém me atendia para me informar, aluguei um carro e -me embora...às 16h30m ninguém dizia nada, voltei a Setúbal encontrei o Bruno na OPEL, consegui ouvir a conversa o senhor da OPEL dizia que não era normal uma carrinha com esta idade e estes quilómetros ter aqueles problemas...o carro era importante para a autora, a miúda tinha um ano de idade, sofria da angústia de o carro poder ficar parado, continuou a pagar as prestações da carrinha, tirou-lhe noites de sono...falava comigo diariamente porque tínhamos uma filha em comum apesar de não vivermos juntos...os avós estavam em Castelo Branco, o stand sempre disse que o carro podia circular, antes de ficar parado o veículo circulava para ir buscar os avós para consultas em Lisboa, a carrinha ía ao colégio e a Cacilhas...”.