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Acresce que também não assiste qualquer razão aos embargantes/executados quando alegam que compensaram o valor que tinham a receber dos exequentes a título de custas de parte 736,54 €), já que para que pudessem fazer a invocada compensação, era necessário que os embargantes/executados tivessem alegado e provado que tinham remetido aos autores, ora embargados/exequentes no prazo a que alude o n 1, do artigo 25 do Regulamento das Custas Processuais a nota discriminativa e justificativa de custas de parte, e não o fizeram, pelo que não poderiam fazer qualquer compensação e estavam obrigados a pagar, não o montante de 557,33 € como fizeram através de cheque bancário, mas sim o montante de 735,75 € como consta na nota discriminativa e justificativa de custas de parte que lhe foi remetida e também para o Tribunal, e da qual não reclamaram, pelo que assiste efetivamente aos exequentes o direito ao recebimento do remanescente da nota discriminativa e justificativa de custas de parte, ou seja, 178,42 €, acrescido dos respetivos juros.” Pelo exposto, improcedem as duas primeiras questões do recurso.