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Ainda relacionado com esta matéria, a A. N. J. referiu que o seu marido, depois do acidente, deixou de conduzir longos percursos não só por ter dificuldades em manter-se sentado por muito tempo, mas também por força das limitações que se encontram averbadas à sua carta de condução às quais já fizemos referência), sendo a tarefa de conduzir muito complicada para ele por causa das lesões neurológicas com que ficou esclareceu que o marido só consegue conduzir veículos com mudanças automáticas), tendo por isso deixado de visitar clientes e de fazer a manutenção das baterias industriais, o que, aliás, foi corroborado pelas testemunhas Dr. A. J., P. P. e J., ao afirmarem que o A., depois do acidente, deixou de conseguir assegurar toda a parte comercial da empresa, só visitando de quando em vez os clientes, atenta a sua dificuldade em viajar de carro, sendo nesse caso sempre acompanhado pela A. N. J., deixou também de conseguir manobrar o empilhador e de fazer a manutenção das baterias.