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O Tribunal Central Administrativo Sul, depois de esclarecer que no caso não está em causa a indispensabilidade dos custos – esclarecimento pertinente porque quer a Recorrente quer a sentença enfrentaram a questão também sob essa óptica –, mas a duplicação de custos, manteve a sentença, referindo, em síntese, que não acompanhava a tese da Recorrente pelos seguintes motivos: não há duplicação de custos, na medida em que esta exigiria «uma dupla afectação do resultado pela repetida consideração da mesma despesa»  O acórdão recorrido cita o acórdão da Secção de Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo de 29 de Março de 2006, proferido no processo com o n. 1236/05, disponível em http://www.dgsi.pt/jsta.nsf/-/3815a0627c533ab5802571470055721 No mesmo sentido, o acórdão da mesma Secção, de 21 de Abril de 2010, proferido no processo com o n. 774/09, disponível em http://www.dgsi.pt/jsta.nsf/-/1a551be2741e5ffd80257713002dfa4f, citado pela sentença do Tribunal Tributário de Lisboa.