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Do dano e do nexo causal entre o facto e o dano Reconhecendo que se verifica um terceiro pressuposto, o dano, já que o falecido irmão do Autor sofreu a perda do capital investido na Obrigação SLN 2004, que deixou de render juros a partir de setembro de 2015 e não foi reembolsado pela G em 24 de outubro de 2014 desconhecendo-se, aliás, se o valor que foi pago a título de juros foi superior ao montante, podemos prosseguir na nossa análise, admitindo, por tal não se mostrar descabido considerando a doutrina acima, que a referida presunção de culpa possa funcionar também como uma presunção de ilicitude e que sobre a Ré recaia o ónus de provar o cumprimento do dever de informação, ou seja, que informou o falecido irmão do Autor sobre os elementos constantes da referida Nota informativa, necessários para uma tomada de decisão esclarecida e fundamentada, que, no caso, seriam os atinentes à natureza do produto, reembolso, garantias e subordinação.