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Dir-se-á que a Autora estava no seu "direito” de fazer estas opções, mas são opções com consequências5 À luz do princípio da boa fé artigo 76, n. 2, do Código é exigido ao paciente – no caso à Autora – "que cumpra os tratamentos prescritos, sem interrupções injustificadas, sob pena de os desvios praticados poderem ser considerados no âmbito do juízo de valoração da sua contribuição, enquanto lesado nos termos do disposto no artigo 57) para os danos sofridos e cujo ressarcimento venha a reclamar”5 A Autora não pode esquecer estes factos e este seu comportamento, desde logo porque caso a violação das leges artis por parte do primeiro Réu se tivesse comprovado, isso obrigaria no mínimo a uma reflexão sobre uma possível interrupção do nexo causal ou uma eventual situação de culpas concorrentes.