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Aliás, e quanto à verbalização em julgamento de pretenso arrependimento, o Tribunal não extrai da postura assumida pelo julgamento, no seu todo, qualquer ato de contrição ou arrependimento efetivo, ou bem assim a demonstração de um qualquer sentimento de preocupação ou empatia pelas vítimas ou respetivos familiares, sendo ao invés de destacar, na leitura conjugada e conforme com o plasmado no relatório de avaliação psicológica do arguido, a imagem do mesmo como uma pessoa fria, insensível, autocentrado e desprovido de uma qualquer empatia emocional ou social, reveladora de uma personalidade no limite do borderline, facilmente reconduzível ou encaminhável para uma esfera de psicopatia.