Legal Document Excerpt:

2 do requerimento inicial não constam dos alegados títulos executivos os indicados desde "as paredes apresentavam descamação da pintura e do estuque” até "o puxador da porta de entrada encontrava-se totalmente ferrugento”), sendo que os exequentes e os executados nada acordaram quanto aos métodos de reparação, e que exequentes e executados acordaram no pagamento de € 000,00 mensais a título de compensação pela necessidade dos exequentes terem de ausentar-se do imóvel durante o período de realização das obras, mas tal só se refere ao período de realização de obras e não por todo o tempo em que se mantivessem os alegados defeitos ou qualquer outra solução semelhante; - Quanto aos alegados vícios que constavam do requerimento inicial e articulado superveniente foram corrigidos pelos executados, tendo efetuado todas as reparações acordadas, tendo-se as obras iniciado em 26/5/2008 e só acabaram no fim de julho por os exequentes terem protelado a escolha do chão a aplicar, apesar das diversas insistências dos executados para o fazerem; em julho de 2008 os exequentes recusaram-se a escolher os pavimentos para terminar a obra, de tal forma que os executados tiveram que escolher materiais e dar conhecimento da escolha aos exequentes; os exequentes acompanharam todas as obras feitas pelos executados e sempre poderiam indicar empresa para as acompanhar, o que não fizeram, e dar o aval final, que nunca foi comunicado aos executados; todas as obras foram correctamente executadas pela empresa contratada pelos executados; no final de 2008 em visita ao local verificou-se a existência de uma rutura de canalização que causou alguns problemas de humidade e condensação em certos pontos do prédio, a qual surgiu depois de o prédio ter sido continuamente utilizado pelos exequentes, mas não teve origem em qualquer defeito de construção, mas que, os executados acordaram com os exequentes reparar, tendo a empresa contratada pelos executados entrado em obra para efetuar a reparação e aberto roços nas paredes e revisto ligações a loiças e sanitários mas os exequentes fizeram uma participação à GNR por alegada violação do seu direito de propriedade, tendo os funcionários da empresa contratada pelos executados sido obrigados a abandonar a obra.