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Sustenta o recorrente tal interpretação, no sentido de que no cômputo das deduções se deve atender ao tempo de contribuições para a Segurança Social e ao montante das retribuições que serviram de base àquelas, na interpretação, da parte final do n 1 da cláusula 136 do ACT para o sector bancário e do n 2 da mesma disposição convencional cl 94 do ACT de, quando referem que "nos casos em que benefícios da mesma natureza sejam atribuídos por instituições ou serviços de segurança social apenas será garantida, pelas instituições de crédito, a diferença entre o valor desses benefícios e os previstos neste acordo”, e que, para o efeito, "apenas serão considerados os benefícios decorrentes de contribuições para instituições ou serviços de segurança social”, com recurso aos instrumentos de interpretação, literal, sistemático, histórico e teleológico, do preceito, e louvando-se em pareceres subscritos por eminentes professores de direito, e no entendimento acolhido nos acórdãos do Tribunal da Relação do Porto, de 112016, proferido no Proc n 4150/10T8MTS.P1, da Relação de Lisboa, de 22017, Proc n 9637/15T8LSB.L1, além de outras decisões de 1 instância.