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Por isso, também por esta via, temos de concluir que, mesmo que todos os factos alegados pela Autora viessem a ser julgados provados, nunca essa circunstância teria como consequência a procedência do pedido, que sempre teria de ser julgado improcedente.» A Autora-Apelante, na sua alegação de recurso, afirma, em síntese, que: o Tribunal não interpretou devidamente a Petição Inicial, não tendo entendido "o que lhe estava a ser pedido” e vindo a considerar que a Autora estaria a reclamar o reembolso de despesas, nem tendo percebido que a causa de pedir do pedido subsidiário também era a "revogação unilateral do contrato durante o seu período de vigência”; mais afirma que, ao não ter sido considerado pelo Tribunal a quo ser caso de falta da causa de pedir, sempre a apontada deficiência da causa de pedir deveria ter determinado o convite ao aperfeiçoamento da Petição Inicial em termos que a Autora-Apelante não concretiza; defende ainda que nada obsta ao prosseguimento dos autos, com produção de prova sobre os factos controvertidos, para conhecimento do pedido subsidiário, ou seja, da pretensão indemnizatória, fundada na ilícita e "revogação” unilateral do contrato de mediação pelo Réu durante o seu período de vigência ou, a considerar-se que ao Réu assistia o direito a denunciar/resolver o contrato nos termos em que o fez, no abuso do direito.