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O Estado, através do MP, parece que não quer pagar”;   E, no seu requerimento de 16/10/2020, alegando que aquele requerimento era uma versão de trabalho, veio o Autor invocar a existência de lapso de escrita no dispositivo da sentença, na parte em que nela foi decidido que "e, ainda, acrescendo a este montante os eventuais impostos devidos que o Réu venha a suportar com esse pagamento de honorários”, sustentando que onde está Réu queria dizer-se Autor, concluindo/peticionando nesse requerimento, além do mais, que: "Esclarecendo-se, concluindo-se e ordenando-se, se disso for o caso, e constar da lei, o seu pagamento em conformidade”;   Em 20/10/2020, o Ministério Público, em representação do Réu Estado Português, apresentou pronúncia sobre esses requerimentos, pugnando, em suma, pela improcedência da deduzida pretensão de correção do dispositivo da sentença, por não ocorrer um qualquer erro de escrita devido a lapso manifesto, que fosse suscetível de ser retificado a todo o tempo nos termos e ao abrigo do disposto no art.