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Recurso do arguido supra,  4 Alega o recorrente que a pena "é manifestamente excessiva”, que "a sua conduta se deve enquadrar no artigo 2 do 15/93 de 22 de Janeiro o que já se, que "desempenhou a atividade ilícita de forma exposta, através de venda direta na rua, assumindo um papel secundário na ação ilícita praticada”, que não pode ser condenado como reincidente o que também já se, que "desempenhou um papel menor, mormente, já numa fase final dos quase 3 três) anos de investigação, efetuou vendas para terceiros, não sendo a sua intervenção nuclear ou essencial na atividade que se desenvolveu, uma vez que foi substituído por outros elementos”, que "alguns dos factos que lhe foram imputados não traduzem qualquer ilicitude, uma vez que pese embora tenha estado no local onde decorreu a venda de produto estupefaciente, não se apurou concretamente o que lá foi fazer, o que disse, com quem falou, se comprou algum produto estupefaciente ou qualquer ato que importe responsabilidade criminal”, pelo que entende que "uma pena inferior a 5 anos e suspensa na sua execução é mais adequada e proporcional face à factualidade dada como assente”.