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26 do Estatuto, na redacção dada pelo mesmo Decreto-Lei anteriormente referido, manda aplicar o n 1 do artigo seguinte, segundo o qual a remuneração do administrador da insolvência é suportada pelo Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça,P.» 3 Veja-se ainda o seguinte Aresto com relevância para esta matéria e também) com plena aplicabilidade ao caso dos presentes autos igualmente disponível em www.dgsi.pt) - Acórdão do Tribunal da Relação do Porto proferido no processo 3667/07TJVNF-AF.P1, data: 06/05/2013, Relator: Carlos Querido, principalmente quando conclui: «No que concerne aos honorários e despesas referentes ao período anterior à homologação do plano de insolvência, tendo o administrador da insolvência sido nomeado pelo juiz e verificando-se a inexistência de massa insolvente nos autos, nos termos do artigo 2 do Estatuto do Administrador da Insolvência Lei n 32/2004, de 207) deverão ser suportados pelo Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça, P.» 3 Face a tudo o que fica exposto dúvidas certamente não restam que o douto Despacho recorrido padece de um erro de julgamento, por violação do disposto nos artigos 60 n 1, 51 n 1 e 172 n 3, todos do CIRE, artigos 26, 29 n 1 e n 10 e 30 n 1 todos do EAJ, 16 n 1 do Regulamento das Custas Processuais e artigo 59 n 1 da Constituição da República Portuguesa, 3 Impondo-se então que a Decisão recorrida seja revogada e substituída por outra que defira o pedido de pagamento pelo IGFEJ da remuneração em falta fixada ao AI em sede de Assembleia de Credores para a elaboração do plano de insolvência no valor de 000,00 Euros, acrescida e deduzida da legal tributação em sede de IVA e IRS».