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Este prazo não poderá ultrapassar o prazo de 12 meses a contar da data do trânsito em julgado da homologação do presente plano  Para liquidação do seu crédito, o credor garantido terá de comparecer, em data e hora a agendar pela Devedora cuja comunicação deverá respeitar uma antecedência nunca inferior a 5 dias úteis), munido de documento válido de cancelamento do averbamento predial que garante o seu crédito, sob pena de ser responsável pelos prejuízos que desse incumprimento possam resultar para a Devedora  QUANTO AOS CRÉDITOS COMUNS  Consolidação do crédito à data de 30 de Abril de2019, correspondendo o mesmo ao montante de capital em dívida nessa data  Fixação de um período de carência de 18 dezoito a contar da data do trânsito em julgado da sentença de homologação  A amortização de 100% do capital em dívida será efetuada em noventa e seis prestações iguais, mensais e sucessivas, vencendo-se a primeira prestação trinta dias após o trânsito em julgado da sentença de homologação e decorrido o período de carência supra fixado  QUANTO AOS CRÉDITOS SUBORDINADOS Os créditos resultantes de suprimentos ou prestações acessórias de capital serão reembolsados após efetuado pagamento integral dos créditos comuns.” -esse plano de revitalização apresentado pela devedora / requerida foi aprovado em assembleia de credores, tendo sido homologado por sentença proferida em 212019, transitada em julgado em 102020; -nos termos desse plano a requerida deveria ter assegurado o pagamento do crédito da recorrente no prazo máximo de 1 ano após o trânsito em julgado da sentença que homologou o plano, ou seja, até ao dia 102021, o que não sucedeu; -esse incumprimento verifica-se também relativamente aos demais credores visados no plano de revitalização que, tal como a CAIXA ..., ainda não foram ressarcidos dos seus créditos, totalizando € 82593,09; -pelo que o plano de revitalização se mostra indubitavelmente incumprido; -somando o crédito de que a CAIXA ... é titular, e respetivos juros,com as despesas já suportadas para o reaver e ainda aquelas que suportou para assegurar a conservação do imóvel, a dívida da requerida ascende a € 68718,99; à qual ainda haverá que somar os juros vincendos no valor diário de € 68,65 e ainda as despesas judiciais e que venha a suportar para ser ressarcida do seu crédito, bem assim como todos os demais custos com conservação e segurança do imóvel que, até à sua adjudicação, se veja compelida a custear; -a requerida tem dívidas à autoridade tributária que, na data do processo de revitalização, ascendiam a € 2879,21; e também à segurança social, em montante que totalizava, no momento do processo de revitalização, € 9279,39 000,00; como ainda ao Turismo de Portugal na importância de € 50382,38; -a requerida não dispõe de qualquer fonte de rendimento que gira a liquidez necessária para cumprir pontualmente com as suas obrigações; a requerida não teve condições financeiras para reabrir a unidade hoteleira, que se encontra encerrada desde o  trimestre do ano de 201 A requerente juntou documentos.