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1–Em 7 de abril de 1972 a Câmara Municipal e diversos celebraram um "certificado de troca" pelo qual aquela recebia duas parcelas de terreno situadas no limite da Abóboda, uma com a área de 680 m2 e a outra com a área de 780 m2, que confronta a norte com AJ e outros, a nascente com AJ e outros e caminho, a poente com caminho, terminando em bico a sul com caminho, a destacar do prédio rustico denominado "Terra da Estrada" situada nos limites da Abobada, inscrito na matriz predial rústica de S. Domingos Rana sob parte do artigo 1154, secção 51, descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n 18662 conforme consta de fls 8 2–Em sede de processo camarário de licenciamento de exercício de atividade n 113/2010, requerido pela Motovirtual Lda., o Réu declarou que era proprietário de determinada parcela do prédio da A, invocando que a havia adquirido por Certificado de Troca celebrado em 7 de Abril de 197  B)–Factos não Provados  Nada mais de relevante se provou, nomeadamente os contrariados e diretamente pelos dados como provados, os prejudicados e os seguintes: a)-Que o Réu não dispõe de qualquer registo, nem na matriz nem no registo predial.»    O Apelante, considerando que a sentença padece de erro de julgamento, começa por dizer, nas suas conclusões, que: «B- É propriedade do Município de Cascais o prédio no qual a Autora pretende subtrair uma suposta área da parcela de terreno com 780m2, por força do certificado de troca doc.1 junto à contestação e registado na conservatória do registo predial de cascais sob o n. 14717 da freguesia de São Domingos de Rana.