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Acresce que o eventual erro da secretaria – que não ocorreu pelos motivos acima expostos – ao passar uma nova guia, para pagamento da 2 prestação da taxa de justiça e da multa correspondente, com um novo prazo para a sua realização, não podia, em qualquer caso, prejudicar a R. na sua defesa, pelo que o pagamento que esta efectuou, do valor constante da dita guia, sempre teria de ser considerado tempestivo, por força do estipulado no artigo 157, n 6, do P..  Deste modo, atentas as razões e fundamentos supra referidos, forçoso é concluir que o pagamento efectuado pela R. da 2 prestação da taxa de justiça e da multa correspondente foi realizado tempestivamente e, por isso, a decisão recorrida não se poderá manter, de todo, revogando-se a mesma em conformidade, com as legais consequências, isto é, podendo a R., no decurso daaudiência de julgamento, produzir todas as provas por si oportunamente apresentadas e requeridas nos autos.