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Não merecendo acolhimento o argumento da recorrente de que, "grande parte dos indícios de subordinação jurídica identificados na sentença recorrida estariam igualmente presentes, por força da natureza das funções docentes no Ensino Superior, independentemente de se tratar de um contrato de trabalho ou um contrato de prestação de serviço”, ou da, alegada, inexistência de subordinação económica, baseada no facto de nunca terem a A. e a R. acordado uma remuneração global, mais uma vez, esquecendo que, face ao que se apurou, desde sempre à A. era garantida uma retribuição mensal calculada, em função de um mínimo de 6 horas semanais, por aplicação das regras estabelecidas no referido Estatuto da Carreira Docente Universitária.