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Valor da ação € 3000,0 Notifique e registe» A Ré, inconformada, interpôs recurso de apelação, tendo o Tribunal da Relação de Lisboa proferido acórdão, em 18 de dezembro de 2019, com a seguinte decisão: «Em face do exposto, decide-se:  eliminar oficiosamente o ponto 4 da decisão de facto;  conceder parcial provimento à impugnação da decisão de facto e, em consequência: considerar "não provado” o ponto 3 da decisão de facto; alterar o ponto 4 da decisão de facto, nos termos sobreditos; conceder provimento à apelação e revogar a decisão condenatória contida na sentença da  instância, absolvendo a R. Modelo Continente Hipermercados, S.A. dos pedidos formulados pelo A. AA.»   O Autor, inconformado, interpôs recurso revista, tendo para o efeito elaborado as seguintes Conclusões: 1 O empregador tem de ponderar, na aplicação de sanções, a gravidade da infração e o grau de culpa do trabalhador, tendo em conta todas as circunstâncias atenuantes do caso concreto, valendo uma regra de proporcionalidade, nos termos do art.36 do CT de 200 Esta regra exige a consideração da prática disciplinar da empresa face à generalidade dos trabalhadores e da política de direção do pessoal, bem como dos antecedentes disciplinares do trabalhador considerado, sendo particularmente relevante a antiguidade de 24 anos na Empresa, sem qualquer inscrição no cadastro.