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xi) O Tribunal a quo terá ignorado não só leis da física como o ar quente sobre os cheiros são constituídos por partículas e dispersam-se na atmosfera, bem como o facto de os depoimentos se referirem em regra à realidade decorrente de uma chaminé horizontal cuja boca estava abaixo da cota dos apartamentos, e não relativamente a uma chaminé cuja boca está cerca de 5 metros acima da cota dos apartamentos do primeiro andar, sendo ainda possível subir mais a boca da chaminé instalada no verão de 201 xii) O facto provado 29 foi mal julgado pelo Tribunal a quo e deverá ser considerado pelos Venerandos Desembargadores da seguinte forma: "29) A esplanada referida em, bem como as demais ali existentes, têm os telhados e as paredes laterais encostados aos alçados das varandas do prédio referido em e assentes em estrutura de ferro com pilares e vigas implantados em domínio público marítimo” xiii) Assim deve ser entendido tal facto provado, atentas as fotografias 1, 3, 4, 6 e 9 que integram o Auto de Inspecção ao Local, a menção neste auto de que as estruturas de vidro aparentam ser amovíveis e o depoimento das Testemunhas minutos 3:19; 3:43; 4:17; 8:10, 8:44 e 9:22 do primeiro ficheiro de áudio e minutos 5:21; 6:16; 11:59 do segundo ficheiro de áudio), minutos 1:24 ; 1:31, 4:31, 8:16) cujas transcrições se fizeram supra e a inexistência de prova que sustente a redacção na sentença recorrida deste Facto Provado 29; xiv) As Recorrentes julgam igualmente incorrectamente julgado o Facto Provado 31, devendo ser removido dos factos provados por não ter sido produzida qualquer prova que o sustente, resultando o mesmo de uma conclusão do Tribunal a quo que aparenta ignorar a existência de domínio público municipal.