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13 Sendo certo que na situação dos autos a exequente reconheceu desde logo no requerimento inicial do processo de execução que o trânsito em julgado da sentença condenatória já havia ocorrido há quase dois anos e meio à data da instauração da ação executiva vide artigo 2 do R.), referindo recorrer então à ação executiva por não obstante as diligências por si desenvolvidas para que a entidade executada lhe pagasse o débito, esta ter vindo a invocar «inúmeros subterfúgios para protelar o pagamento, invocando que aguarda a venda de lotes para efetuar o pagamento da dívida», mas que tem conhecimento de que «já vendeu inúmeros lotes, incumprindo o compromisso de pagamento que assumiu há mais de 2 anos», sabendo que a entidade executada «se propõe vender os restantes lotes e assim se furtar ao pagamento» vide artigos 3, 4 e 5 do R.).