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Assim e com o devido respeito não se nos afigura a existência de qualquer nulidade na sentença por falta de fundamentação, sendo perfeitamente compreensível todo o processo cognitivo de análise factual e jurídica que determinou a condenação.Impugnação da matéria de factoInsurge-se também o recorrente pelo facto de o Tribunal ter dado como assente os factos descritos sob os números 7 e 8, a saber: "7) Ao publicar o texto referido em 4, o arguido fê-lo com o propósito de difamar e caluniar o assistente, atingindo a sua dignidade, o seu bom nome, honra e consideração pessoal e profissional, o que efetivamente logrou.”; e  "8) O arguido agiu livre, deliberada e conscientemente, bem sabendo que a sua conduta era proibida e punida pela lei penal.”.