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Acordam na  Secção Cível do Tribunal da Relação de Coimbra A. , residente em ..., ..., requereu, através do procedimento especial de injunção, a notificação de B.  e de sua esposa, , residentes em ...strasse ... – Hagen, no sentido de lhe ser paga a quantia de € 26 622,86, conforme discriminação a seguir indicada: capital: € 19 600,00; juros de mora: € 6 869,86; taxa de justiça: € 15 Para o efeito alegou:   Que ele, requerente, é empresário em nome individual, dedicando-se à actividade de empreiteiro de construção , enquanto que o requerido se dedica à construção de edifícios para venda;   Que, em 30 de Setembro de 2003, no âmbito dessas actividades, o requerente celebrou com o requerido um contrato denominado pelas partes de empreitada, tendo por objecto a execução pelo requerente dos trabalhos de construção de um edifício multifamiliar, composto por duas moradias geminadas independentes, no lugar de ..., freguesia de ..., concelho da ...;   Que as moradias objecto do contrato destinavam-se a ser vendidas pelos requeridos a terceiros;   Que o preço estipulado foi o de € 184 000,00 cento e oitenta e quatro;   Que a obra foi executada pelo requerente dentro do prazo estipulado e entregue ao requerido, que a aceitou sem reservas ou reclamações, em finais do ano de 2004;   Que do valor do preço estipulado apenas foi pago ao requerente a quantia de € 164 400,00, permanecendo até hoje em dívida o montante bruto de € 19 600,0 Notificados, os requeridosopuseram-se ao procedimento de injunção.