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Atendendo à complexidade do serviço e ao tempo da sua execução, por um lado, e levando em linha de conta que os peritos terão compaginado a execução da perícia com as suas respectivas actividades profissionais o que, a par da dificuldade de obtenção de documentos, conduziu à dilação da perícia) e bem assim que a actividade de coadjuvação de órgão jurisdicional merece contenção remuneratória para conformar as regras do mercado à imposição constitucional de tornar a justiça acessível a, entendeu a decisão apelada que os honorários dos peritos não poderiam ser fixados no montante por eles reclamado na quantia de 1600,00€ para cada, antes em montante inferior, concluindo assim que uma impugnação da decisão que fixou os honorários no montante peticionado seria provavelmente procedente, apresentando-se séria a probabilidade de com tal impugnação se obter a redução do montante daqueles – ademais considerando que o montante do dano se traduzia na diferença entre o suportado e o que considerou ser o devido de acordo com a apreciação que efectuou do trabalho efectuado e tempo despendido, à luz dos critérios que teve por aplicáveis – entendeu a decisão apelada como adequada aos serviços prestados a remuneração de 10000€ para cada um dos peritos, o que significaria um valor aproximado de 000,00€ por cada mês de trabalho, assim valorizando suficientemente o trabalho desenvolvido e dando o necessário relevo à circunstância dos valores remuneratórios das perícias judiciais merecerem compressão em relação aos praticados no, encontrando assim, para o dano prejuízo), o valor de 1325,28€ os autores suportaram, atenta a taxa de decaimento na acção – 84,76% –, a título de honorários, o montante de 4838,88€; ponderando que o montante justo e adequado seria o 1000,00€ para cada perito, a taxa de decaimento significaria que os autores suportariam tão só 3513,60€).