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A AT considerou, no entanto, que não foi a E. E. quem realizou tais serviços, mas sim A. O. Sucede, porém, que ficou provado nos presentes autos prova não posta em causa pela que: a)	Os serviços subjacentes às faturas em causa foram prestados; b)	Foram-no por uma equipa de pessoas sob orientação de A. O.; )	A. O. apresentava-se e atuava na qualidade de encarregado de obra da E. E. Face a esta prova produzida, nunca posta em causa, não pode deixar de se acompanhar o entendimento do Tribunal a quo, na medida em que ficou provada a efetividade dos serviços e que os mesmos foram prestados por quem se apresentava perante a Impugnante como encarregado de obra da E. E. Ora, o que deste quadro factual resulta é que, pelo menos na ótica da Impugnante, a mesma adquiriu serviços à E. E., que lhe foram prestados por um conjunto de pessoas liderados por alguém que se apresentava como encarregado de obra dessa mesma sociedade, tendo sido emitidas faturas pela mesma sociedade a favor da Impugnante.