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Mais se provou que no dia 18 de Outubro de 2016, os técnicos da Câmara Municipal de Lisboa deslocaram-se ao prédio mencionado no ponto para realizarem a vistoria solicitada pela autora, mas não lhes foi dado acesso ao interior do r/ esquerdo em cujo interior estava a ré que não abriu a respectiva porta quando tal lhe foi solicitado, o que inviabilizou a realização da vistoria.” Desta forma, aquando da apresentação da contestação, a ré não poderia deixar de saber, porque são factos pessoais praticados pela própria, que estava em casa nas mencionadas datas e que, deliberadamente, não abriu a porta aos representantes da autora e aos técnicos da Câmara Municipal de Lisboa, inviabilizando a realização de vistorias ao interior do locado.