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Nestes termos, atento ao regime legal invocado na petição inicial para enquadrar a questão e ancorar os créditos que a A. pretende ver reconhecidos pelo tribunal, não cabe aos tribunais da jurisdição administrativa, mas aos tribunais judiciais a competência para conhecer a presente acção.”  Este entendimento tem sido também sufragado por esta Relação de Guimarães, como se alcança dos Acórdãos de 22 de Outubro de 2015, proferido no processo n. 45/11T8VRL.G1, de 16 de Junho de 2016, proferido no processo n. 86/13T8TVRL.G1, de 20 de Outubro de 2016, proferido no processo n. 871/16T8VRL.G1, de 23 de Maio de 2019, proferido no processo n. 1740/13T8VRL.G1, e 3 de Dezembro de 2020, proferido no processo n. 306/15T8BGC-A.G  Aliás, o processo n. 1740/13T8VRL.G1 refere-se a acção proposta por formadores do Centro de Emprego e Formação Profissional de Vila Real contra o ora Réu, o Instituto do Emprego e Formação Profissional, P., com vista à condenação deste em pedido semelhante e por causa de pedir similar aos dos presentes autos, dizendo-se no mencionado Acórdão desta Relação de 23 de Maio de 2019: "A competência material dos Tribunais deve aferir-se pela causa de pedir exposta pelo demandante na sua petição inicial, pela natureza da relação jurídica tal como descrita pelo autor.