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1 Ali se deu como provado que o arguido AA, no exercício da sua atividade, em nome e representação da sociedade arguida, processou, declarou e pagou os salários aos trabalhadores e a si próprio, nos quais procedeu aos descontos sociais, sem que tivesse entregado o valor descontado à Segurança Social, num total global de 8031,67 euros, repartido por 12 meses, nos seguintes períodos:  - Dezembro de 2012 no valor de 830,44; - Janeiro de 2013 no valor de 657,45; - Março de 2013 no valor de 778,73 - Abril de 2013 no valor de 377,06 euros; - Junho de 2013 no valor de 425,54; - Julho de 2013 no valor de 299,40; - Agosto de 2013 no valor de 967,74; - Setembro de 2013 no valor de 918,27; - Outubro de 2013 no valor de 520,65; - Novembro de 2013 no valor de 367,52; - Dezembro de 2013 no valor de 981,14; - Janeiro de 2014 no valor de 907,7  1 Mais ali se deu como provado que as cotizações dos meses de Fevereiro de 2013 e de Maio de 2013 foram consideradas pagas pela Segurança Social, que às mesmas imputou parte de um pagamento efetuado pelo arguido; que o arguido assim agiu, em nome e representação da sociedade arguida, num período de sérias dificuldades financeiras, agravadas pelas dívidas elevadas de alguns dos seus clientes, tendo tentado manter a atividade e os postos de trabalho dos seus trabalhadores com os valores de que tinha na sua posse; e que a sociedade arguida beneficiou, entre outros, desde 012014, de um plano de pagamento prestacional, para a dívida de cotizações e contribuições, relativa ao período de Novembro de 2013 a Maio de 2014, que não cumpriu integralmente, tendo efetuado, no âmbito de planos de pagamento prestacionais, pagamentos parcelares, por conta daquela dívida, num total de 5326,43 euros.