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A embargante respondeu ao recurso subordinado, concluindo:  - A recorrente veio impugnar a decisão proferida sobre a matéria de facto, alegando que a sentença deveria ter incluído a data do trânsito da sentença – 2 de julho de 2020 - que serve título executivo; – O que é relevante nesta matéria é que a insolvência da sociedade N... ocorreu em 9 de maio de 2020, conforme resulta do facto assente , antes do trânsito em julgado da sentença, mas muito depois de ter sido proferida; - Esta data é relevante – 2 de julho de 2020 - porque só fez operar a resolução do contrato de arrendamento depois da data da insolvência – 9 de maio de 2020 -, o que permitiu que a administradora de insolvência no processo n. 1673/16T8AMT tomasse posse do imóvel, conforme resulta do facto assente  - A partir de 9 de maio de 2020, a não entrega do imóvel é responsabilidade da administradora de insolvência, e como tal a dívida de rendas/indemnização é imputável à massa insolvente, e não à recorrida; – Relativamente à matéria de Direito, designadamente ao valor referente à indemnização em dobro pela não entrega do locado, não assiste qualquer razão à recorrida, devendo manter-se a sentença quanto a esta matéria.