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A propósito destas, uma posição minoritária entende que, sob ‘pena de perder grande parte da sua utilidade’, tal número ‘consagra não meras presunções de culpa grave’, mas ‘autênticas presunções de insolvência culposa ou de culpa na insolvência)’ 34, enquanto a posição maioritária defende estarem aí estabelecidas presunções relativas de culpa grave não presunções de insolvência, cabendo à parte que as alega fazer prova do nexo de causalidade que a prática de tais condutas ou omissões de comportamentos e actos levou ao surgimento ou agravamento da situação de insolvência) 35 – entendimento este que temos por correcto, pois que o legislador demarcou a natureza das presunções elencando-as em dois números distintos, o que realça a sua intenção de estabelecer soluções dissemelhantes, devendo ainda ponderar-se o argumento literal, pois que a norma expressamente alude a que se presume a existência de culpa grave 36, o que nos leva a concluir que a norma n 3 do art.