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Isto é, sendo interposto recurso de revista cujo objecto não seja apreciado, designadamente por se entender que o acórdão da Relação não admitia recurso, como é o caso dos presentes autos, o Supremo Tribunal de Justiça deve "mandar baixar o processo para conhecimento da nulidade ou da reforma, tudo se passando como se o recurso ordinário não tivesse sido interposto e aplicando-se o n. ” Assim, estando pressuposto que não cabe recurso ordinário do acórdão proferido, tudo devendo passar-se como se ele não tivesse sido interposto, com excepção do seu aproveitamento como meio formal de arguição da nulidade, cabe à Relação conhecer desta questão, se a tanto houver lugar, como sublinha o citado n. 5 do art.