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Foi deste modo que a sua oposição foi sempre interpretada, conforme se verifica logo dos temas de prova assim enunciados: " Saber se o Executado BB, em março de 2002, resolveu, na agência de Estremoz do Banco Exequente, o contrato de abertura de crédito que constitui o título executivo dos autos de execução a que estes estão apensos;  Saber se foi o Executado quem sempre titulou e movimentou a conta associada a esse contrato, com o n. 36271378/001;  Saber se, na data referida em , essa conta se encontrava saldada.” Ora, mesmo numa leitura pouco atenta da decisão recorrida, não pode deixar de se compreender que tais questões colocadas pelo Embargante foram devidamente identificadas na sentença, já que a julgadora ali afirmou em parágrafo que separou dos demais, portanto, claramente identificável, que «As questões suscitadas nos presentes autos, e que cumpre decidir, consistem em saber se o Embargante resolveu o contrato que consubstancia o título executivo e se não é o responsável pelo pagamento dos montantes constantes do Requerimento Executivo», questões que seguidamente enfrentou, portanto, só por esta razão não se verificaria a invocada nulidade por omissão de pronúncia.