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Incidindo o recurso sobre a decisão da matéria de facto que o recorrente impugnou, impunha-se-lhe, dada a documentação da prova em audiência, dar cumprimento ao ónus de nas conclusões apresentadas apontar especificadamente, as provas que impõem decisão diversa da recorrida e as que deveriam ser renovadas, em conformidade com os termos do art 412, n 3 e 4 do P.P., não sendo de conhecer o recurso nesta parte que se reconduz à sua rejeição, nos termos do art 420, n 1 do P.P..  A impugnação da decisão em matéria de facto do recorrente assenta, em concreto, numa diferente valoração dos elementos objectivos colhidos na produção da prova situando a sua pretensão no âmbito da censura da formação da convicção do tribunal "a quo”, postergando o princípio da livre apreciação da prova, consagrado no art 127 do P.P., pelo que se impõe a rejeição do recurso por manifestamente improcedente, nos termos do art 420, n 1 do P.P.