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No seguimento, decidiu julgar parcialmente procedente, por provado na mesma medida, o pedido de indemnização deduzido pelo demandante e, consequentemente, condenou a demandada " – Companhia de Seguros, S.A.” a pagar-lhe as seguintes quantias: 1- a quantia de € 2000 vinte, a título de indemnização pelos danos não patrimoniais, acrescida dos juros, à taxa legal de 4%, desde a data da presente sentença até integral pagamento; 2- a quantia de € 3500 trinta e dois e quinhentos, a título de indemnização perda da capacidade de ganho, acrescida dos juros, à taxa legal de 4%, desde a data da presente sentença até integral pagamento; 3- a quantia de € 736,75 nove , setecentos e trinta e seis euros e setenta e cinco cêntimos), a título de indemnização pelos danos patrimoniais, acrescida dos juros, à taxa legal de 4%, desde a data da notificação do pedido de indemnização até integral pagamento; 4- o valor das despesas de deslocação referidas em dos factos provados, na proporção da 50%, cuja determinação se relega para liquidação; 5- os tratamentos, mormente fisioterapia, medicamentos, cirurgias, próteses e sua colocação, decorrentes das lesões e sequelas sofridas pel demandante no acidente, na proporção da 50%, cuja determinação se relega para liquidação; j) O assistente/demandante discorda da percentagem determinada quanto à repartição de culpas pois entende que a divisão de responsabilidades operada não se afigura a mais equilibrada, proporcional e, portanto, a mais justa no presente caso.