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Na verdade, a leitura que a Recorrente faz da matéria de facto "esquece” o que ficou a constar do ponto 13 da factualidade, ou seja, que:  "1 Sucede que, mais tarde e antes que tal substituição de cheques tivesse ocorrido, o promitente, F. e a Insolvente concordaram que o valor de € 00000,00 ainda seria justo como garantia da transmissão e construção das moradias nos lotes A1, A2, A3 e A4, atento o valor de tais prédios e das moradias que aí deveriam ser construídas, razão pela qual o cheque de € 00000,00 continuou na posse daquele, não tendo sido substituído pelo aludido cheque de € 50000,0  Isso mesmo salienta a Recorrida:  "Só por falha ou distracção, concretamente não ter tido em consideração a matéria constante do ponto 13 dos factos provados, matéria que não põe em causa, é que a recorrente pode alegar que a douta sentença andou mal ao considerar o valor de € 1 000 000,00 - "conforme consta dos factos provados, houve um acordo verbal entre as partes – ocorrido em 2006 – no sentido de não proceder tal substituição, porquanto os Lotes A1, A2, A3 e A4 ainda não haviam sido transferidos, nem as moradias aí situadas construídas.