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decidiu a Meritíssima Juiz o acima transcrito; 5) Os Oponentes, para além de arguirem a incompetência do tribunal em razão do território, a sua ilegitimidade, também alegaram a falta de interpelação quanto ao preenchimento da livrança apresentada como título executivo; 6) A Meritíssima Juiz decidiu, no despacho saneador quanto à excepção da incompetência do tribunal em razão do território e em sentença, quanto à ilegitimidade das partes, deixando para decisão final quanto à questão das assinaturas terem sido apostas na livrança pelos Oponentes; 7) Não se pronunciou a Meritíssima Juiz sobre a falta de interpelação pelo Exequente aos Oponentes sobre a existência, prazo de vencimento e valor da mesma; 8) Embora os Oponentes tenham alegado a falta de interpelação do vencimento da referida livrança, não foi proferida qualquer decisão sobre a mesma; 9) A Meritíssima Juiz cometeu uma nulidade processual, nomeadamente a omissão de pronúncia sobre questão que foi suscitada pelos Oponentes; 10) A omissão de pronúncia gera a nulidade, nulidade esta que desde já, aqui se requer a sua apreciação com todas as consequências legais daí resultantes; 11) Estamos perante título executivo, que para ter a força pretendida necessário seria a observação de vários requisitos, nomeadamente: a certeza da obrigação, a exigibilidade da obrigação e a liquidez da obrigação; 12) A obrigação tem de ser exigível, isto é, tem de ser vencida, mas obviamente não cumprida, elemento necessário para a validade do título executivo; 13) Reportando-nos à prova produzida em sede de Audiência, claro ficou que o facto de existir uma livrança que constitui título executivo, não significa obrigatoriamente que essa livrança seja exigível, pois já pode ter sido paga, não corresponder a nenhuma dívida, não terem legitimidade as pessoas cujos nomes dela constam, porque não assinaram, etc.