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Na verdade, o Acórdão em apreço, ao restaurar, integralmente, a Decisão proferida em primeira instância, condenou a Ré a integrar no subsídio de Natal, posteriormente a 1 de Dezembro de 2003 e a pagar ao Autor, a média dos montantes por si auferidos a título de subsídio de isenção de horário de trabalho nos anos de 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017, no montante total de €2599,9  Ao invés, o Acórdão fundamento, proferido em 3 de julho de 2014, decidiu de forma diametralmente oposta, considerando que a base de cálculo do subsídio de Natal, posteriormente a 1 de dezembro de 2003, data da entrada em vigor do Código do Trabalho, se circunscreve à retribuição base e às diuturnidades, dela se excluindo os complementos salariais, ainda que auferidos regular e periodicamente.