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ix)               "Em reforço desta nossa posição, parece ter cabimento trazer à colação o disposto no artigo 1-B, n. 2, alínea, do NRAU, na redacção dada pela Lei n. 31/2012, que obriga, no âmbito do procedimento especial de despejo, que no respectivo requerimento seja formulado, inter alia, o pedido e, para o caso de pedido de pagamento de rendas, encargos ou despesas, a discriminação do capital, juros vencidos e outras quantias devidas.” x)                  "E, mais à frente, pode, ainda, ler-se: «Quando seja deduzido pedido de pagamento de rendas, encargos ou despesas, este apenas pode ser deduzido contra os arrendatários e, tendo o arrendamento por objecto a casa de morada de família, pode ainda ser deduzido contra os respectivos cônjuges».” xi)               "A intenção restritiva vertida pelo legislador neste preceito, apenas permitindo que, no âmbito do procedimento especial de despejo, o pedido de pagamento de rendas, encargos ou outras despesas em atraso seja deduzido contra os arrendatários ou, tendo o arrendamento por objecto a casa de morada de família, deva ser deduzido contra os respectivos cônjuges, permite concluir que estão afastados do seu âmbito de aplicação os fiadores dos arrendatários.” xii)             "As disposições constantes do NRAU que permitem a execução para pagamento de quantia certa contra o arrendatário, devedor de rendas, não se aplicam ao fiador.