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3 Discorda a Apelante da decisão do douto Tribunal a quo que condenou o Apelado apenas nos juros de mora calculados sobre o capital de € 2390,81 "em respeito com as Instruções do Banco de Portugal e o 133/2009, de 02/06, acrescidos da sobretaxa de 3%, desde 18/05/2018 até efetivo e integral pagamento, absolvendo-o do demais contra si peticionado pela autora.” ao invés de, como deveria, o ter condenado no pagamento dos juros moratórios à taxa contratualizada de 29,196% ao ano desde a data do respetivo incumprimento e até integral pagamento e que à data da instauração da ação se computavam já em 478,3 3 A Sentença recorrida faz, assim, não só uma errada apreciação dos factos, como uma errada e não fundamentada aplicação do direito, violando o disposto nas Condições Gerais remetidas ao Apelado, bem como dos artigos 405, 559, n. 2, 560, 781 e 1145 todos do Código Civil e dos artigos 28, n. 7 e 34 do 133/2009 de 2 de junho.