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Neste sentido, regista-se, nomeadamente: o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 102010, proferido no processo n403/200PS1, relatado por Salazar Casanova, citado por Ana Prata que sustentou que «O princípio da reconstituição natural constante do art.56 do não impõe que o lesado se obrigue a deduzir o pedido de reconstituição natural e subsidiariamente o pedido de indemnização, podendo deduzir este último a título principal; tal princípio não obsta a que o lesante declare oportunamente a sua vontade de reparar os danos por reconstituição natural.»); o acórdão da Relação de Guimarães de 002016, proferido no processo n3102/17TBVCT.G1, relatado por Jorge Seabra que concluiu « Na obrigação de indemnizar, deve, em princípio, proceder-se à reconstituição natural, sendo a indemnização por equivalente sucedânea ou subsidiária.