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Entretanto e para lá de cópia do relatório da perícia de avaliação do dano corporal realizado no âmbito de processo criminal realizada em 16/06/2021, onde se dá nota de que a F referiu, a propósito da história do evento, ter sofrido agressão com várias bofetadas na hemiface esquerda e no braço direito infligida pelo pai no dia 12/06/2021, apresentando, ao exame objectivo, equimose violácea no terço médio da pálpebra superior esquerda, equimoses ténues azuladas superiormente a ambas as comissuras palpebrais do olho esquerdo e pequena hemorragia conjuntival na transição dos dois quadrantes inferiores, lesões resultantes de traumatismo de natureza contundente, compatível com a história do evento foi em 27/07/2021 junto aos autos relatório elaborado pela EMAT concernente à situação das três crianças, dando-se nota de se manter a situação de conflito parental grave identificada aquando da avaliação que originou a aplicação da medida de promoção e protecção, referindo-se sem que a questão tenha aí merecido ter-se a relação parental agravado na sequência da situação ocorrida com a F e noticiada pelo expediente de 16/06/2021, sendo parecer da técnica dever dar-se seguimento às acções definidas no acordo de promoção e protecção nomeadamente a intervenção do CAFAP no que respeita às competências parentais e ao acompanhamento psicológico), devendo os progenitores ser alvo de avaliação psiquiátrica e psicológica forense, bem como de avaliação de competência parental, sugerindo ainda que também as crianças fossem alvo de avaliação psicológica forense.