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Não obstante a grande similitude entre as redações antiga e atual da lei, de todo este novo "arranjo" legal do artigo 5, n. 3 do CPTA revisto resultam, fundamentalmente, duas principais alterações: ) por um lado, a demonstração de que, ".no caso concreto, a tempestiva apresentação da petição não era exigível a um cidadão normalmente diligente.” só releva nos casos em que a Administração tenha induzido o interessado em erro, passando este a dispor de um prazo de três meses - contados desde a data da cessação do erro - para a apresentação da petição da impugnação em Tribunal - alínea; ) por seu turno, o limite máximo de um ano para a impugnação do ato fica reservado unicamente para os casos de atraso desculpável, "... atendendo à ambiguidade do quadro normativo aplicável ou às dificuldades que, no caso concreto, se colocavam quanto à identificação do ato impugnável, ou à sua qualificação como ato administrativo ou como norma... " - alínea.