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11- Entendeu o Tribunal de 1 instância, entendimento que não podemos sufragar, que apesar de resultar claro que o A., em Agosto de 2017, prestava trabalho a favor de duas empresas, a 2 R. e a sueca G, sendo ambas representadas pelo gerente da 2 R, a circunstância do A., ter declarado receber ordens deste, não comprova que estava no momento do acidente a trabalhar para a 2 R., face a esta confusão de representação; e que os valores mensais que o A., declarou receber e o constante no recibo de remuneração por parte de duas entidades distintas, supra identificadas, que prestavam serviços para o cliente onde o A., se encontrava, circunstâncias que convenceram o Julgador a considerar não provado o ponto 1 dos factos não provados, por entender que cabe ao A., a prova de que, no momento do acidente, se encontrava a trabalhar por conta, sob as ordens, direção e instrução da 2 Ré, na qualidade de entidade patronal e segurada na 1 R., e que não logrou fazê-lo.