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155 do CIRE, e tendo o apelante, um dos credores do devedor/insolvente, face à notificação desse relatório e à decisão proferida pelo tribunal, na sentença declaratória de insolvência, de que não designava assembleia de credores para apreciação desse relatório e que a sorte futura do devedor/insolvente aprovação de plano de insolvência ou liquidação do património do devedor/insolvente) seria deliberada pela assembleia de credores, por voto escrito dos credores, não existindo, por isso, assembleia de credores em que os credores, o devedor/insolvente e a administradora de insolvência pudessem analisar o relatório apresentado pela última e de obter junto desta os esclarecimentos que o conteúdo desse relatório lhes pudesse suscitar, apresentado requerimento, entrado em juízo em 24/09/2020, onde dirigiu várias críticas ao mencionado relatório apresentado pela administradora de insolvência, acusando que o mesmo padece de várias omissões e solicitando vários esclarecimentos à senhora administradora de insolvência, salvo o devido respeito por entendimento contrário, ou essas omissões e esclarecimentos apresentados pelo apelante eram meramente dilatórias e impertinentes, por o relatório em causa conter todos os elementos previstos no n. 1 do art.