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Por conseguinte, em síntese final, também a esta luz, deve ser concedido provimento à apelação, revogando-se o despacho que julgou procedente a excepção de autoridade de caso julgado e absolveu os réus da instância, devendo, antes, os autos prosseguir os seus ulteriores termos.DECISÃO: Pelos fundamentos acima expostos, acordam os Juízes deste Tribunal da Relação do Porto em conceder provimento ao recurso e, em consequência, revogar o despacho que declarou procedente a excepção de autoridade de caso julgado e absolveu os réus da instância, devendo, ao invés, os autos prosseguirem os seus ulteriores termos.Custas pela recorrida, que ficou vencida - artigo 527, n.s 1 e 2 do CPC.Porto, 112021 Jorge Seabra Pedro Damião e Cunha Fátima Andrade  O presente acórdão não segue na sua redacção o Novo Acordo Ortográfico)  ______________________ 1 AC RG de 02014, relator Sr. Juiz Desembargador Jorge Teixeira ou, ainda, AC RG de 112013, relator Sr. Juiz Desembargador Manuel Bargado, ambos disponíveis in www.dgsi.pt 2 Vide, neste sentido, por todos, ao nível da jurisprudência, AC RP de 212016, por nós relatado, AC STJ de 102014, relator Sr. Juiz Conselheiro A. ABRANTES GERALDES, AC STJ de 302017, relator Sr. Juiz Conselheiro Tomé Gomes, AC STJ de 202018, relator Sr. Juiz Conselheiro, Acácio das Neves, todos disponíveis in www.dgsi.pt e na doutrina, RUI PINTO, op.