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Verifica-se, assim, que os encargos foram, genericamente, cumpridos e, na parte que o não foram, sem culpa da ré, por desconhecimento do, pelo que, não sendo caso em que o testador tivesse determinado a resolução da disposição testamentária pelo não cumprimento do encargo, apenas poderia o autor pedir a resolução desta disposição testamentária se fosse lícito concluir do testamento que a disposição não teria sido mantida sem o cumprimento do encargo – artigo 224, n. 1 do Código Civil – o que não ocorre no caso dos autos, pois se verifica que a ré diligenciou pelo pagamento das missas, entregou a quantia destinada aos seminários e tratou da campa e de embelezar a sepultura, para além de ter cuidado da irmã nos últimos tempos de vida desta, o que, interpretado o testamento, corresponde ao essencial da vontade do testador presumível ou conjecturável – Pires de Lima e Antunes Varela, Anotado, vol.