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189 do CIRE, existindo entre tais normas ‘alguma desarmonia ou desconformidade: o n. 2 consagra uma presunção de que o montante dos danos ou prejuízos causados aos credores corresponde ao «montante dos créditos não satisfeitos», e o n. 4, desconsiderando a presunção consagrada no n. 2, constitui o aplicador do direito/juiz no dever de «fixar o valor das indemnizações devidas» ou no caso de tal não ser possível, por não dispor o tribunal dos elementos necessários para calcular o montante dos prejuízos sofridos, no dever de «fixar os critérios a utilizar para a sua quantificação, a efectuar em liquidação de sentença.’ Nuno Manuel Pinto Oliveira, Responsabilidade Civil dos Administradores, p. 217 itálicos no.