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Ou seja, o autor viu-se privado das melhores e mais recomendáveis práticas médicas ao não lhe serem prescritos exames complementares de diagnóstico em face do agravamento dos seus sintomas nas sucessivas deslocações aos serviço de urgência do réu, ao ver realizado diagnóstico exclusivamente por observação directa, e que perante a evolução detectada e queixas apresentadas pelo autor, com dores lancinantes e que não cediam a analgésicos injectáveis, não foi realizado, tão pouco antecipado e que permitiria detectar a sua eventual existência, ou mesmo evolução desfavorável de uma esquemia, sendo esta não opção e os sucessivos erros de diagnóstico portanto, o facto ilícito  E traduz uma conduta culposa, atendendo às concretas circunstâncias do caso e aos conhecimentos médicos que era suposto o réu disponibilizar pelos seu corpo clínico e estrutura hospitalar que detinha, porquanto, podia e devia, face à preocupação com a evolução clínica do autor, prever e antecipar a manifestação da esquemia com os seus sintomas associados  e que levou a amputação nos membros inferiores do autor, portanto, fazer melhor, designadamente, optar - em tempo - pela realização de exames complementares de diagnóstico e, porventura encaminhar o autor para especialidade de cirurgia vascular, como foi feito perante o estado grave em que ao autor se encontrava na observação levada a cabo no episódio de urgência de 00200 Entendendo-se que a realização de tais exames não evitaria a manifestação da esquemia e sintomas associados, mas, por certo, poderiam contribuir para minimizar ou obviar aos efeitos devastadores que resulta de amputação em ambos os membros inferiores que, afinal, poderia ser evitada.