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Em consequência, só são permitidas derrogações nos casos expressamente previstos pela Sexta Diretiva Ora, sobre a problemática do direito à dedução no âmbito das SGPS já o TJUE se pronunciou por diversas vezes, convocando no que para os presentes autos releva-atenta a similitude fático-jurídica com a dos presentes autos- o processo "P.., SA”, n -496/11, datado de 20 de setembro de 201 No âmbito do aludido processo foram submetidas as seguintes questões prejudiciais: "A correta interpretação do artigo 1, n.2 da Sexta Diretiva ..., veda que a Administração Tributária portuguesa imponha à Recorrente — uma SGPS –, a utilização do método de dedução do prorata para a totalidade do IVA incorrido nos seus inputs, com fundamento no facto de o seu objeto social principal ser a gestão de participações sociais de outras sociedades, mesmo quando esses inputs serviços apresentam um nexo direto, imediato e inequívoco com operações tributadas — prestações de serviços — realizadas a jusante, no âmbito de uma atividade complementar, legalmente permitida, de prestação de serviços técnicos de gestão?