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Nesta sede, alegou que nunca foi contactado e/ou interpelado pela Autora para pagar o que quer que fosse e, muito menos, foi parte/demandado nos autos cuja certidão foi junta com a petição inicial; que, de facto, no período referido nos presentes autos, a cônjuge sua mulher foi comerciante, mas tal actividade foi por ela exercida apenas com vista a satisfação pessoal e social da mesma, dado que à data não tinha qualquer trabalho, tendo muito tempo livre sem qualquer ocupação, o que a deixava, além do mais, entristecida, desanimada e frustrada; que, a ter existido ou a existir alguma divida por parte dela contraída enquanto comerciante e no exercício do seu comércio, tal dívida não foi contraída em proveito comum do casal, sendo antes contraída com vista ao desenvolvimento e/ou manutenção do respectivo estabelecimento e, consequentemente, ao entretenimento e à satisfação pessoal e social daquela; que não tem qualquer responsabilidade pelo pagamento da quantia peticionada nos presentes autos quer a título de juros de mora quer a título de eventuais custos suportados pela Autora, nomeadamente com honorários de advogado com a cobrança de tal dívida, pois, designadamente, não se mostra que a falta de qualquer pagamento proceda de qualquer culpa sua; e ainda que os custos com honorários de advogado são custos a levar em conta oportunamente a título de custas de parte, nos termos do Regulamento das Custas Processuais.