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Sobre o aludido critério, veja.se o acórdão desta Secção Social de 07-12-2016, P. 67/14T8STB.E1, relatado pelo aqui  Adjunto, onde se escreveu: «para que as prestações por acidente de trabalho integrem a retribuição devem assumir carácter regular e não se destinem a compensar custos aleatórios do sinistrado: e, face à jurisprudência do Supremo Tribunal de Justiça, esse carácter regular só se verifica se a prestação for paga durante11 dos 12 meses que se tiverem por referência temporal.» Assim sendo, afigura-se-nos que funciona a presunção prevista no n. 3 do artigo 25 do Código do Trabalho, ou seja, ao sinistrado apenas competia alegar e provar que auferiu, mensalmente, valores pecuniários pela prestação de trabalho suplementar E tal prova foi concretizada!