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Termos em que, assumindo que a instauração do processo executivo n. .. consubstancia uma causa de interrupção, mais tarde, convolada suspensão, oponível ao Recorrente - no que não se concede e apenas por mero dever de patrocínio se admite, - deverá considerar-se que o prazo prescricional da dívida de IVA do  trimestre de 1993 correu entre o dia 1 de janeiro de 1994 e o dia 2 de março de 1995 ou seja, durante 1 ano, dois meses e 2, ficou suspenso durante um ano, devido à paragem daquele processo por facto não imputável ao devedor, retomando a sua contagem em 3 de março de 199 ) Pelo que a dívida em causa se encontra prescrita desde o dia 1 de janeiro de 200 EE) Também no que se refere à verificação dos pressupostos da reversão, entende o Recorrente ter andado mal a sentença recorrida; FF) Já que o Recorrente apresentou prova documental de que, não obstante a administração de direito evidenciada pela certidão do registo comercial, este não exercia efectivamente a administração da P.. acima melhor evidenciada – não existindo qualquer presunção que da gerência ou administração de direito permita extrair a gerência ou administração de facto; GG) Pelo contrário, o Recorrente apresentou prova documental de que, que não obstante a gerência de direito evidenciada pela certidão do registo comercial, este não exercia efectivamente a gerência da P.. acima melhor evidenciada; HH) Mais, entende o Recorrente que logrou apresentar prova bastante de que não lhe pode ser imputada qualquer culpa pela insuficiência de património da devedora originária para o pagamento das dívidas revertidas, ónus exigido pelo regime aplicável ao caso em análise caso se considerasse provada a gerência de facto, o que não sucedeu; ) Sendo que, em qualquer caso considera a norma do artigo 1 do CPT que inverte o ónus da prova contra o Recorrente implicando a prova de um facto negativo é inconstitucional por violação do princípio da proporcionalidade ou proibição do excesso, bem como o princípio da capacidade contributiva previstos na CRP; JJ) Termos em que não poderá considerar-se lícita a reversão contra si operada”.