Legal Document Excerpt:

no início do mês de Outubro de 2017, implantaram dois postes na parte frontal do edifício e que constitui parte comum do prédio;  2	Não existe na parte frontal do prédio qualquer faixa de terreno passível de vedação e de utilização privativa;  2	Com as referidas construções e acções, os Autores estão a impedir a normal utilização das fracções dos Réus bem como o logradouro na parte frontal do prédio e que constitui parte comum do mesmo;  2	Não só os privando, ilegitimamente, dos lugares de estacionamento de apoio ao prédio, no logradouro na parte frontal do prédio e que constitui parte comum do mesmo, tal como vinham utilizando há mais de 5, 10, 15 e mais anos;  2	Mas também cortando o acesso, com veículos automóveis, até à entrada das fracções habitáveis do prédio através da parte frontal do mesmo e que confina com a via pública;  2	Com a acção levada a cabo pelos Autores, os Réus encontram-se impedidos de acederem a uma parte comum do prédio bem como às suas fracções como vinham fazendo;  2	Tendo de fazer um esforço acrescido para transportar bens para sua casa desde as compras mais frequentes a móveis), por terem que parar precariamente na estrada, por vezes não perto da porta da rua do prédio onde se insere a sua fracção;  2	O prédio em causa confina com a Avenida  com dois sentidos de trânsito, pejada de construções de prédios de habitação de um lado e do outro da rua, sendo muito escassos os lugares de estacionamento;  2	Acresce que, os Réus vêem-se obrigados a estacionar os veículos automóveis afastados do prédio, suportando as intempéries, chuva e vento, para entrar em sua casa, causadoras de mal estar físico e emocional.