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1 Não ocorre pois, desta sorte, a alegada preclusão do prazo de intentar a acção executiva como refere o tribunal a quo, outrossim, o entendimento de ser este o caminho a prosseguir e não o da acção executiva, o que deverá determinar a procedência do recurso com a normal tramitação do processo, 1 Ademais, erra o Tribunal a quo quando considera que os danos a indemnizar são apenas os decorrentes do conteúdo do dever de executar e da reconstituição do julgado anulatório, pois que esse nem tão pouco pode ser hoje determinado - apenas no final da carreira se poderá aferir dos prejuízos sofridos e é disso que a presente acção reclama.Em contra-alegações vêm as seguintes conclusões: A- A sentença recorrida não está ferida de nulidade ,nos termos do art 615 n1 al do CPC, uma vez que o tribunal não tinha que conhecer o iter cognitivo das decisões de 200 B- A douta sentença recorrida, enquadrou a presente demanda no capítulo da acção administrativa comum, através da qual o A. pretende efectivar responsabilidade extracontratual por acto ilícito e obter a correspondente indemnização.