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Passando à impugnação dos factos provados , ,  e  da sentença a quo e do erro de julgamento, a Primeira Instância baseia as suas convicções nas declarações da testemunha J. R., as quais considerou idóneas e isentas, o que se afigura inaceitável e um erro de julgamento, porquanto esta testemunha é parte interessada na cobrança para receber comissões sobre os valores auferidos pela empresa ", Srl.” da  ) A realidade é que o Sr. J. R. não é funcionário da Apelada, é agente comercial que recebe a comissão de agente por cada transacção concretizada e cobrada; tem, portanto, a seu cargo, também, a cobrança, e cada cobrança não efectuada para a , Srl, significa também o não recebimento da sua comissão de agente, facto que foi confirmado pela própria testemunha no seu depoimento aos minutos 14:20 a 14:5 ) Por conseguinte, não andou bem o Tribunal a quo ao dar como provados os factos alegados pela Apelada apenas com base naquele testemunho, sem nenhuma reserva quanto à veracidade dos factos relatados. )