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vem sustentar que a decisão proferida pela M Juiz do TAF de  Lisboa , padecia de erro de julgamento de facto e de direito consubstanciada, quer no erro na apreciação da prova  conclusão ,, quer na fixação dos factos materiais da causa  conclusão e,,  sendo que, neste último caso, o recorrente deu cumprimento ao disposto na alínea, do n 1, do art 640, do CPC , tal questão posta poderá ser  pertinente à decisão da causa, no caso de se haver procedido ao registo da aquisição de um determinado bem em nome da oponente, o qual alegadamente faria parte da herança sub judice, como foi invocado pelo recorrente nas suas alegações escritas apresentadas nos autos de oposição, e a que se refere a Informação dimanada dos Serviços e reputadas por convenientes pelo Órgão de Execução Fiscal ao abrigo do disposto na 2 parte do n 1, do art 208, do CPPT, o que sendo demonstrado tornaria  irrevogável e indivisível, nos termos da lei, a dita aceitação  cfr arts 2061 e art 2054, n 2, todos do, susceptível de significar a aceitação tácita da herança e consequente sujeição a Imposto Sucessório pela transmissão dos bens a titulo gratuito a favor do recorrido, e não contendo os autos todos os elementos que permitam alterar a decisão sobre a matéria de facto , torna-se necessário a ampliação da mesma , pelo que decide-se anular a decisão proferida em 1 instância,  repetindo- se o julgamento  no sentido de   ser produzida a necessária prova  sobre tal facto.