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–No que aos pontos 1, 1, 1 e 1, dos factos dados como provados diz respeito, discorda, também, a recorrente, respeitosamente, do entendimento do Tribunal a quo, uma vez que, feita uma leitura sequencial dos pontos referidos, resultam conclusões que não têm correspondência com o que foi provado em audiência de julgamento; –Isto porque, feita uma leitura sequencial e conjugada dos mencionados pontos 1, 1 e 1, é entendimento da recorrente que o Tribunal a quo considerou como provado que o Sr. Paulo , tinha telefonado ao marido da autora não se identificando, no tempo, quando foi esse telefonema, tendo a autora, em consequência desse telefonema "por conseguinte”) pedido o livro de reclamações, bem como, também em consequência do mesmo telefonema "como tal”), terá a autora pedido o extrato de conta também não se identificando tempo e/ou espaço desse, por forma a comprovar o saldo existente nas contas por si co-tituladas com o marido junto da ré; –Não resultando, igualmente, da prova produzida, designadamente do depoimento da testemunha Paulo .., seus minutos 00:27:45 e seguintes, que haja tal sequência de eventos ocorrido, dessa forma ou ordem e por referência ou efeito do aludido telefonema, como consta da sentença em crise; –Do depoimento da testemunha Paulo .., essencial para a reconstrução do sucedido, resulta de forma objectiva e clara, que a autora não viu o seu desejo de proceder ao levantamento de numerário recusado - antes, por questões meramente técnicas, normais na banca, não podia, tal desejo, ser imediatamente atendível; –Como resulta claro que a testemunha Paulo .., não "avisou” a ex-marido da autora criando alarme ou sendo provocando a acção do ex-marido da autora, no sentido em que este agiu; –No entendimento da recorrente, não deviam, assim, aos pontos 1, 1, 1 e 1, dos factos dados como provados, ter sido atribuída tal qualidade, devendo, ao invés, constar dos mesmos, de forma clara, identificada no tempo e sem fazer os pontos 1, 1 depender do telefonema mencionado no ponto 1; –O mesmo se dizendo relativamente ao facto constante do ponto 1, que não devia ter sido dado como provado, no respeitoso entendimento da recorrente, uma vez que o telefonema ocorrido não constituiu um aviso, antes se tratando de uma indagação junto de um dos co-titulares da conta, por ocorrência de uma acção que em tudo contrariava o que havia sido acordado quanto ao destino dos valores depositados pela nas contas em apreço; –Já quanto ao ponto 1 dos factos dados como provados, discorda em absoluto a recorrente do seu teor, uma vez que, não aceita a recorrente que seja atribuída ao telefonema qualquer característica de "aviso” bem como é evidente que a conta bancária que o ex-marido da autora abriu no balcão do Funchal-Sé não era só titulada por ele, contrariamente ao que se considera como consta provado no ponto 1, mas também pelo seu filho, como resulta do depoimento da testemunha Maria .., inquirida no dia 16/05/2018, a partir das 12:22h, designadamente nos minutos 00:04:36 e seguintes – o autor agiu à revelia do que combinara com o gerente Paulo ., tendo-lhe dito que se iria dirigir ao balcão do Funchal-Anadia, tendo, antes, ido ao balcão do Funchal-Sé, onde abriu uma conta por si e pelo seu filho titulada, não se conformando, assim, a recorrente, com o entendimento sequencial que consta da doutra sentença, designadamente que haja ocorrido um "aviso” ponto 1), em resultado do qual, "perante esta informação”), o ex-marido da autora procedeu à mobilização de € 560 euros; –No que ao ponto 1, dos factos dados como provados diz respeito, não se conformando a recorrente com os pontos 1 e 1, dos factos dados como provados no douto despacho recorrido, não se poderá conformar com o teor deste ponto 1, pelo também este ponto não se devia dar por provado, já que se faz depender o consentimento da autora para actos que, no entendimento da recorrente não ocorreram da forma e pelos motivos que da sentença do Tribunal a quo constam; –Não se conforma, igualmente, a recorrente, com as conclusões dos pontos 2, 2, 2, 3 e 3 dos factos dados como provados na sentença de ora se recorre, devendo, inversamente, os mesmos ter sido dados como não provados.