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Sobre o aludido requerimento recaiu despacho com o seguinte teor: «Quanto à ampliação do pedido, pretensão formulada pela Autora em 20JAN2021, vai a mesma indeferida, pelos motivos que se seguem: - em primeiro lugar, porquanto não se encontram reunidos os pressupostos previstos pelo artigo 265, n 2 do Código de Processo Civil, desde logo a nível da tempestividade, na medida em que aí se diz que "até ao encerramento da discussão em 1 instância” e, salvo melhor opinião, nestes autos, tal momento já foi ultrapassado;  - em segundo lugar, os autos baixaram à 1 instância, na sequência do Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, com um concreto objetivo, o qual constitui o perímetro de atuação, pelo que em obediência ao mesmo e em homenagem à regra da estabilidade da instância não é possível "alargar” a discussão nos termos pretendidos pela Autora; - por outro lado, não se nos afigura que a Autora tenha demonstrado a verificação do requisito "se a ampliação foi o desenvolvimento ou a consequência do pedido primitivo” cfr.