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Respondeu ao recurso o Digno Magistrado do Ministério Público, formulando no termo da contramotivação as seguintes conclusões:  ﻿ Não existe uma condenação em pessoa diferente da denunciada;   Foi cometida uma irregularidade dado que a Meritíssima Juíza não determinou a notificação da recorrente para se pronunciar sobre o requerido pelo Ministério Público, isto é, exercer o contraditório relativamente à aplicação do n do artigo 277 do Código de Processo Penal, para assim poder exprimir a sua defesa;   Todavia, a recorrente não veio arguir aquela irregularidade em tempo útil, ou seja, no prazo de três dias a que alude o n 1 do artigo 123 do Código de Processo Penal, apenas o fazendo em sede de recurso em 06-11-2015), já muito para além daquele prazo.