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1 No entanto, este dever de cooperação a nível probatório não é, como bem se refere na decisão recorrida, um direito absoluto, pois que o mesmo tem como limites fundamentadores de recusa legítima, por um lado, o limite absoluto do respeito pelos direitos fundamentais, tais como a integridade pessoal, o direito à reserva da vida privada e familiar e o direito à inviolabilidade do domicílio, da correspondência e das telecomunicações artigos 25, n. 1, 26, n. 1 e 34, n. 1, da e, por outro, o respeito pelo direito ou dever de sigilo sigilo profissional e religioso, sigilo dos funcionários públicos e segredo de, salva a possibilidade de escusa em caso de colisão de deveres.