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Assim, as questões colocadas, que se extraem dessas conclusões, são as seguintes: - se a decisão recorrida é nula, por pressupor a inadmissibilidade de coligação de autores e de pedidos, mas terminar pelo indeferimento liminar dos embargos, e não pela absolvição da exequente da respectiva instância; - se a decisão não está justificada, pois que o Sr. Juiz se limitou a enunciar dúvidas sobre a inadmissibilidade daquela coligação; - se deve ser admitida a oposição nos termos em que foi oferecida, pois os pedidos de cada embargante dependem da apreciação dos mesmos factos; - a assim não se entender, se deveria ter sido dado prosseguimento a um dos pedidos; - se a exequente não tem legitimidade para propor a execução; - se não pode admitir-se que a sentença dada à execução se impõe à embargante mulher; - se o tribunal não podia dar por assente que a fracção cuja entrega foi requerida não era casa de morada de família; - se os embargos devem prosseguir, por serem o procedimento oportuno e adequado à formulação do pedido indemnizatório por benfeitorias.