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Ora, tendo-se provado que no dia 11/10/2016, pelas 6h28m, a arguida circulava na A1, km , em , Vila Nova de Gaia, com o veículo ligeiro de mercadorias de matrícula .. – QA - .., apresentando tal veículo um peso total de 300 kg e verificando-se, por isso, um excesso de carga de 2800 kg, correspondente a 80%, em relação ao respectivo peso bruto legal de 3500 kg ao contrário do sustentado pela arguida no seu recurso, sendo que, como se explanou na motivação da matéria de facto dada como provada e pelas razões aí aduzidas, o Tribunal não tem quaisquer dúvidas sobre o excesso de peso e também que a arguida agiu de forma consciente, representou o excesso de carga apurado como consequência possível da sua conduta e se conformou com a realização desse resultado, não restam quaisquer dúvidas de que praticou a contra-ordenação que lhe vem imputada.