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n 4720/13T2AGD-A.C1 Alves, in www.dgsi.pt, que «quando o avalista tenha tomado parte no pacto de preenchimento do título em branco, subscrevendo-o, devam ser qualificadas de imediatas as relações entre ele e o tomador ou beneficiário da livrança – pois que não há, nesse caso, entre o avalista e o beneficiário do título interposição de outras pessoas -, o que confere ao dador da garantia legitimidade para arguir a exceção, pessoal, da invalidade do pacto de preenchimento.» Assim, porque e enquanto no domínio das relações imediatas, os embargantes podiam opor à exequente, como fizeram, os meios de defesa relativos à relação causal a que se vincularam, designadamente discutir a invalidade do pacto de preenchimento e a nulidade do seu aval, não obstante a independência da obrigação do avalista em relação à obrigação do avalizado.