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Do que se trata aqui não é de aferir da qualidade das conclusões, nomeadamente se as mesmas são mais extensas ou menos concisas do que podiam ou deviam ser, mas de determinar se as mesmas contêm em si aquele mínimo do qual se possa extrair que o recorrente, embora de modo deficiente, através delas tentou enunciar as questões a submeter ao conhecimento do tribunal de recurso José Alberto dos Reis7, reconhecendo que na prática pode suscitar embaraços a questão de saber se o fecho da minuta merece realmente a qualificação de conclusões, defendeu que os limites deverão medidos pelo fim visado pelas conclusões: deverão considerar-se como tal as conclusões que, embora longas e difusas, indiquem, em todo os caso, os pontos sobre que o tribunal é chamado a resolver e as razões por que se pretende o provimento do recurso.