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» Sem prejuízo do atrás exposto, sempre se poderá dizer o seguinte: o artigo 3 n. 2,  parágrafo da Diretiva refere-se a contratos baseados em acordo quadro; a identificação do universo de entidades adjudicantes decorre da leitura conjugada do artigo  do Decreto-lei n. 37/2007, de 19 de fevereiro, em conjugação com o artigo , alínea e artigo , n. 4 do Caderno de Encargos do Procedimento; ainda que o CCP na versão em vigor nada refira sobre esta disposição, no passado dia 31 de agosto foi publicada a nona alteração ao Código dos Contratos Públicos, aprovado pelo Decreto-Lei n. 18/2008, de 29 de janeiro, que transpõe as Diretivas n.os 2014/23/UE, 2014/24/UE e 2014/25/UE, todas do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de fevereiro de 2014 e a Diretiva n. 2014/55/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de abril de 2014, que entra em vigor em 1 de janeiro de 2018, que admite no n. 4 do artigo 25 «a adesão de novas entidades adjudicantes desde que o programa do procedimento ou o convite relativos ao procedimento tenha indicado tal possibilidade e tenha identificado, de forma suficiente, designadamente por recurso a categorias gerais ou delimitação geográfica, as entidades adjudicantes que poderiam aderir», pelo que não se aceita o erro e omissão detetados, porquanto a identificação das entidades adjudicantes é feita de forma suficiente mediante o recurso a categorias gerais ESPAP, UMC´s, entidades vinculadas e entidades voluntárias), pelo que resulta afastada a violação do direito comunitário.