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41 do CPP, mas fora das condições previstas nesse normativo, questionando, designadamente, o modo de valoração e apreciação das provas por via das declarações prestadas em inquérito, das imagens obtidas pelas câmaras do supermercado e do vestígio lofoscópico, impugnam, afinal, a convicção adquirida pelo Tribunal recorrido sobre determinados factos, em contraposição com a que sobre os mesmos os próprios adquiriram em julgamento, com olvido da regra da livre apreciação da prova inserta no artigo 12, do CPP, os recursos interpostos, a respeito, para o Supremo Tribunal de Justiça não podem, nessa parcela, ser apreciados.»  Em face do transcrito, não pode deixar de conceder-se que o acórdão de 4 de Junho de 2020, evidencia clara e manifesta a pronúncia, expressa e pontual, sobre a questão levada pelo arguido à motivação e, por via do teor das correspondentes conclusões, ao objecto do recurso que interpôs do acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa.