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Não assiste, por isso, razão aos recorrentes ao imputarem à sentença de que recorrem vício de nulidade que reconduzem à previsão da alínea do n. 1 do artigo 61 do Código de Processo Civil pela circunstância de ter julgado provados os factos 2 a 11, 18 a 20, 26, 27 a 30 e 31, voltando a alertar-se que qualquer um dos vícios tipificados no artigo 61 não pode ser confundido com erro de julgamento, só podendo a matéria de facto considerada incorrectamente apreciada ser objecto de reapreciação pelo tribunal superior em sede de recurso, sendo este admissível, e cumpridos pelo recorrente todos os ónus impostos pelo artigo 64 do Código de Processo Civil.