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9 A este respeito declarou que não conhecia sequer a Pactusmar, que foi surpreendido com a factura e com a letra dada à execução, e, quanto à pretensa relação subjacente, que na altura da sua detenção e nos tempos seguintes vivia uma situação complicada e "o Sr. FM ofereceu-se para ir fazer as contabilidades da empresa, à troca disso eu cedi-lhe uma espaço que é nosso, espaço esse que era para ele estava todo equipado estava impedido de falar com o Sr. JS por determinação do Tribunal e o filho do Sr. FM, o JM vai a minha casa e diz que pronto que era preciso fazer um contrato por causa da água e da luz, a gente faz um contrato de comodato, e ele leva o contrato ao Sr. JS, que já não é o mesmo contrato, era um contrato de arrendamento, o que é que acontece, a partir daí acontece, eu nem me passava pela cabeça”, pelo que não faria sequer sentido qualquer fatura, declarando ainda que FM fazia a contabilidade no escritório de uma das suas sociedades, onde estavam os carimbos, ao qual tinha livre acesso pois tinha a chave conforme registo áudio respectivo, com o número 202110922110057_3550527_2871302, com início no 14h10m e termo no 16m e 00s, transcrito nas alegações 9 Quanto a esta versão anota-se que a Sentença recorrida reconhece que a Testemunha JM declarou que "o exercício das funções de administrador das testemunhas JS e JP que sucedeu ao era meramente formal, uma vez que era o seu pai quem continuava a dar as ordens, sendo que este seu "não autorizou a letra nem a utilização do carimbo” que na mesma foi aposto como sendo da sociedade "Espaço Curvo”.” 9 Mais reconhecendo que "A testemunha TR, unida de facto com , corroborou, no essencial, a versão trazida aos autos por e JM”.