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Passemos, agora, à análise das questões colocadas quanto ao mérito da sentença que, como já mencionámos, se reporta à discordância manifestada por ambos os recorrentes, quer no recurso principal, quer no subordinado, com o que pelo Tribunal "a quo” foi decidido, a propósito da questão de saber se a ré, nos termos da cláusula 11 daquele ACT do Grupo B, tem direito a fazer seu o valor total da pensão de reforma atribuída ao aqui autor pela Segurança Social, tendo concluído que "...o Banco réu só tem direito a compensar na pensão de reforma que paga ao autor a percentagem correspondente ao tempo de exercício dessa atividade bancária com descontos para a Seguração Social, ou seja 1/5 ou 20%.”.