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e com a assinatura de aval dos sócios e respetivos cônjuges;  - À data da emissão da referida livrança, os P, e E eram sócios e/ou gerentes da subscritora da livrança e H eram cônjuges de sócios); - Foi apenas e só nessas qualidades e por causa dessas qualidades de sócios e cônjuges dos mesmos, que tal aval foi efetuado; - Os executados sócios, cônjuges e ex-cônjuges) apuseram a sua declaração de aval na livrança em branco subscrita pela sociedade porque o financiamento era necessário para a prossecução da actividade da mesma, o que lhe interessava atenta a sua qualidade de sócios e que nessa qualidade, e, enquanto sócios estavam legitimados e consequentemente asseguravam-se que a sociedade estava a ser gerida de modo a honrar os seus compromissos financeiros assumidos com a exequente; - Os executados E, P e mulher, em 23/6/2011procederam à amortização e à cessão das respetivas quotas sociais que à data possuíam na referida sociedade, e bem assim a executada, em 02/10/2013transmitiu por cessão a quota de que era titular e que à data detinha na mesma sociedade; deixaram de ter qualquer participação social ou qualquer outra ligação à sociedade cf.