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De entre essas circunstâncias, foram especialmente ponderados pelo Novo Banco os seguintes factos: - a PDVSA é uma sociedade com sede na Venezuela, onde opera, sendo uma empresa de capitais públicos, detida pela República da Venezuela; - segundo a percepção de certas organizações internacionais, a Venezuela é um país com elevados níveis de corrupção;  - a Venezuela está sujeita a medidas restritivas impostas pela Comissão Europeia, pelo menos, desde 2017, e a diversas sanções impostas pelas Ordens Executivas norte-americanas aprovadas entre 2015 e 2019;  - a PDVSA é reconhecida internacionalmente pelo sistema financeiro como entidade de risco;  - as ordens de transferência indicadas no requerimento inicial foram transmitidas pela PDVSA à distância;  - a legalidade das eleições presidenciais da Venezuela são contestadas interna e internacionalmente desde a data em que ocorreram, 20 de maio de 2018, tendo o nível de contestação e de reacções à mesma vindo a aumentar desde essa data;  - em 23 de Janeiro de 2019, JG proclamou-se Presidente Interino da Venezuela; - o Presidente da PDVSA integra o governo de NM e encontra-se indicado como "Specially Designated National” pelo OFAC;  - em 25 de Janeiro de 2019, a PDVSA passou a ser directamente visada pelas Ordens Executivas norte-americanas e ter sido listada pela OFAC como "Specially Designated National”; e ainda - em 04 de Fevereiro de 2019, a proclamação de RG como Presidente interino da Venezuela foi reconhecida pelo Governo Português, com o encargo de convocar e organizar eleições presidenciais livres, inclusivas e conformes às práticas democráticas internacionalmente aceites, nos termos previstos pela constituição do país.»   Defende ainda a Recorrente que a alínea, deverá ser eliminada por conter apenas matéria conclusiva.