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Inconformada com o decidido, recorreu a arguida, concluindo:  "1 - Em face da prova produzida devia o douto Tribunal a quo ter suscitado a dúvida sobre as declarações da única testemunha presente no local dos factos o agente da PSP AG, pois só a muito custo e muitas vezes com "ajudas” de memória, descreveu o que se lembrava, sendo as suas expressões mais comuns: " Não me recordo” oito; " se não estou em erro”; "não consigo precisar”; " não sei se foi”; " não sei qual foi; "creio que”; " já foi há tanto tempo; "  não sei qual foi”; " não me estou a recordar” ; "  devo ter feito” ; "talvez” ; "  já não sei” ; " não estou a ver” ; "  não sei..” ; "  não sei dizer ao certo” ;  não me lembro bem”.Tendo confundido muito os factos nomeadamente: quantas vezes inspecionou o estabelecimento naquele dia; se o som provinha de uma pen ou de um router; com quem tinha ido fazer a operação; etc  2 - Tendo o Tribunal "a quo”, valorado como coerente a prova desta única testemunha de forma errada, pois que esta prova foi inconclusiva e vaga.