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É certo que por diversas ocasiões as requeridas faltaram às recolhas de material genético no impedindo a realização da perícia ao ADN destinada a determinar o parentesco entre o requerente e as pretensas filhas, que havia sido ordenada por despacho transitado em julgado e com a cominação, no despacho de 102018 de que a nova falta se entenderá que estão propositadamente a inviabilizar a realização da perícia, com a consequente inversão do ónus da prova, nos termos do art 344, n2, O facto de tal despacho ter transitado em julgado, não impõe que esta Relação, que deve fixar em definitivo os factos provados com interesse para a decisão da causa e, depois, aplicar o direito, aceite que essa inversão do ónus da prova só por esse despacho se imponha.