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Como fundamento da sua pretensão, alegou a autora em síntese: no dia 201998, na Agência do  de , com o seu atual marido, , adquiriu, por escritura de compra e venda, à sociedade "E – , Limitada”, a fração autónoma descrita na petição; na sequência da dita aquisição, contraiu junto da  ré - .. - um empréstimo para aquisição de habitação própria e permanente - Mútuo com Hipoteca e Fiança, cujas cláusulas constam do documento que junta aos autos; da cláusula 10, alínea de tal documento complementar consta que a Autora e também o seu atual ficavam obrigados a "efectuar um Plano de Garantia de Pagamento de Encargos ou, em alternativa, um Plano Prestação ao Crédito à Habitação, pelo montante a indicar pela .., e em entidade aceite por esta, em poder de quem ficará a documentação e no qual será averbado o seu interesse como credora hipotecária”; o montante do empréstimo supra aludido foi, como consta da escritura de compra e venda com mútuo e hipoteca e fiança, de 100000$00, hoje €6831,74; a autora e o seu atual marido subscreveram, assim, junto da  ré, um "PGPE” em 22/07/1998, o qual foi deferido em 30/09/1998, com início no referido dia 22/07/1998, pelo prazo de 30 anos, garantindo o capital de 100000$00 - €6831,74, na opção de invalidez; a beneficiária de tal subscrição e garantia é a primeira ré; na cláusula  do referido documento consignou-se que o empréstimo em questão teria que ser pela autora e marido reembolsado em 360 prestações mensais, a primeira das quais vencendo-se em 22/08/1998 e as restantes em igual dia dos meses seguintes, sendo cada uma das prestações no montante, à data, de €5789$00, a saber € 273,29€; em 13/02/2007, a autora, também no Cartório Notarial de , já no estado de casada no regime de comunhão de adquiridos com .., celebrou um outro contrato de mútuo com hipoteca também com a  ré, ..,  tendo-lhes sido mutuada a quantia de € 1000,00, ficando estipulado que o empréstimo seria por eles reembolsado em 264 prestações mensais constantes e sucessivas de capital e juros, cada uma à data de € 73,70, sem prejuízo das cláusulas relativas às alterações do contrato em questão, vencendo-se a  das referidas prestações, um mês após a data da escritura e as restantes em igual dia dos meses subsequentes ou no último dia do respetivo mês; ficaram a autora e o seu marido obrigados a subscrever um GPE - Plano de Garantia de Pagamento de Encargos da C1, que implicava a prévia admissão dos mutuários como associados, ou, em alternativa um PPCH - Plano de Prestação ao Crédito à Habitação seguro de; em 19/01/2007, a autora e o seu marido, na qualidade de associados da  ré, subscreveram um GPE na 2 ré, cujo capital é de €1000,00, pelo prazo de 22 anos e com as coberturas de invalidez e morte; em ambos os contratos de mútuo supra referidos a fração autónoma, propriedade da autora e do seu marido, ficou hipotecada à  ré; a autora foi vítima em 05/06/2013 de um acidente de trabalho, na sequência do qual a mesma ficou a padecer desde 06/05/2014 de uma incapacidade permanente absoluta para a sua profissão habitual, que era no recibo de operária indiferenciada; ficou, ainda, a necessitar de ajudas técnicas, isto é, de suporte para membro superior para promover a elevação da mão; mais necessita de ajuda de terceira pessoa para a realização de algumas tarefas do dia a dia; entende a autora que cumpre todas os requisitos exigidos pela  ré para ativação das referidas proteções aos dois financiamentos atrás referidos, nomeadamente quanto à invalidez de que padece; não obstante a autora ter ativado o seguro de vida em questão, a segunda ré até hoje declinou a respetiva responsabilidade, não tendo, seja a Autora, seja a  ré, recebido o capital seguro; invoca a  ré que: ") a cobertura de risco invalidez total e permanente pode ser accionada desde que o Associado apresente um estado de incapacidade resultante de doença ou acidente, tendencialmente irreversível, a que corresponda de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades um grau de invalidez não inferior a 70% ou não inferior à soma daquele limite com o Grau de Invalidez eventualmente existente à data da subscrição”; mais entende a  ré ser necessário a apresentação de Atestado de Incapacidade Multiusos doc.