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Atende-se, aliás, às palavras do legislador, na alínea do n. 4 das disposições preambulares do Decreto-lei n. 503/99, explicitando que "O presente diploma acolhe, na generalidade, os princípios consagrados na referida Lei n. 100/97 lei, adaptando-os às especificidades da Administração Pública, e assenta nos seguintes princípios: Afectação de verbas do orçamento dos serviços autónomos ou do orçamento do Ministério das Finanças, no capítulo consignado à Secretaria-Geral, para fazer face aos encargos resultantes da aplicação deste regime.” 1 É que nem os sinistrados são trabalhadores da CGA, nem a sua vocação e da sua junta médica) é verificar a consistência da documentação que permite o abono das despesas ou tratamentos em espécie, o que, para além do mais, constitui mais um custo administrativo que não tem cobertura financeira nem faz sentido colocar o universo de subscritores da CGA a suportar um encargo de vítimas de acidentes de trabalho que podem nem sequer pertencer àquele mesmo universo, pois desde 2006-01-01, com a entrada em vigor da Lei n. 60/2005, de 29 de dezembro, todo o pessoal desde então admitido na Administração Pública deixou de integrar o universo de subscritores da CGA é inscrito no regime geral da segurança.