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263 o seguinte: "À data dos factos, JR encontrava-se a residir na morada dos autos, domicílio de um casal AM e JS – actualmente em parte incerta – com quem o arguido mantém relação de amizade há vários anos”  Perante estes e outros factos similares que não vale a pena enumerar exaustivamente, tudo leva a crer que existiria alguma circulação do arguido JICR, também conhecido e referido como JC ou JR, por casas de diferentes membros da família  no mesmo bairro, firmando-se a convicção que efectivamente dispôs da casa da Recorrente, quer como habitação, quer como lugar onde exercia, pelo menos em parte, as actividades ilícitas que conduziram à sua condenação em processo criminal.