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resulta do seu depoimento que se encontra gravado 15/09/2016), sendo que também a testemunha no seu depoimento prestado a 15/09/2016, declara que aquela divisória funcionava como um escritório e daí lhe ter sido pedido pela recorrida que fosse colocada uma janela para entrar mais luz; 24 - Sem o consentimento da assembleia de condóminos/administração do condomínio e dos recorrentes a recorrida decidiu instalar dois aparelhos de ar condicionado no muro do prédio; 25 - Para fazer a instalação, manutenção e retirar os aparelhos tinha obrigatoriamente que aceder ao terraço dos recorrentes, o que fazia sem qualquer pedido de autorização ou consentimento dos mesmos; 26 - A recorrida sobrepondo-se aos recorrentes autorizou os homens que instalaram os aparelhos de ar condicionado e que faziam a manutenção a pularem o muro para o terraço da fração através da janela por forma a acederem aos aparelhos; 27 - Verificou-se que não era humanamente possível os homens conseguirem carregar aparelhos com cerca de 60 kg fazendo equilíbrio em cima de um muro divisório, e com uma janela em cima; 28 - Isto levou os recorrentes a interpelaram a recorrida para reporem a obra conforme o projeto aprovado pela Câmara Municipal; 29 - De acordo com o projeto aprovado teria de ser removida a janela e levantado o muro divisório até à altura de 1,80 a contar da cota mais elevada fração, cfr.