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41, n. 2, do CPP, veio apresentar resposta alegando, em súmula apertada, que: - não pretende recorrer impugnando a matéria de facto, mas recorre apresentando diversas questões de direito: "nulidade insanável por falta de inquérito”, "nulidade por violação do direito do arguido a um julgamento justo e ao pleno exercício da sua defesa”, existência de "diversos vícios ao acórdão, nomeadamente a ausência de exame crítico, indicando a violação de normas jurídicas e bem assim a existência de prova no processo que interpretada de forma correcta impunha decisão diferente aquela a que chegou o Tribunal de  instância”, omissão de pronúncia do acórdão recorrido e por isso, segundo o recorrente, deveria decidir-se no sentido de "reenviar o processo ao Tribunal da Relação para reapreciação do ponto concreto "falta de exame critico da prova””, e errada qualificação jurídica dos factos; - entende que o seu direito à defesa foi não só violado, porque não foi possível uma reunião entre o defensor do arguido e o arguido antes da audiência de julgamento, não tendo sido bastante a reunião de 15 minutos por videoconferência) concedida pelo juiz de  instância durante o julgamento, mas também porque o arguido não autorizou a realização da audiência por videoconferência numa altura em que já não estava em vigor a o art.