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K. Não obstante a matéria relativa ao pagamento do preço não constar dos temas regulados pela Convenção – consistindo a causa de pedir nos autos do Tribunal a quo, precisamente, na falta de pagamento do preço do serviço de transporte prestado pela Apelante -, tal não deve constituir obstáculo à aplicação da Convenção ao caso sub judice, posto que a Convenção, por intermédio do seu artigo 31, apenas pretende definir o foro competente para decidir as questões suscitadas no âmbito dos contratos de transporte internacional de mercadorias que caibam na definição do seu artigo   Não concedendo, por mero dever de patrocínio,  Ainda que se entendesse que a CMR não é aplicável ao contrato de transporte em crise, entende a Apelante que o Regulamento n. 1215/2012, de 12 de dezembro não coarta a competência internacional do Tribunal a quo para conhecer do seu pedido.