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Por seu turno, o artigo 75, n. 1, do CPC prevê que "o agente de execução tem o dever tem o dever de prestar todos os esclarecimentos que lhe sejam pedidos pelas partes, incumbindo-lhe, em especial:   a) Informar o exequente de todas as diligências efetuadas, bem como dos motivos da frustração da penhora;  b) Providenciar pelo imediato averbamento no processo de todos os atos de penhora que haja realizado”; para o efeito, esclarece o n. 2 do preceito, "as informações e comunicações referidas no número anterior são efetuadas preferentemente por meios eletrónicos, após a realização de cada diligência ou do conhecimento do motivo da frustração da penhora”.