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Por isso mesmo, em regra, um sócio não pode, por si só, exigir a presença de estranhos na assembleia, contra a vontade do presidente da mesa e da própria assembleia.” cf Luís Brito Correia,  Direito Comercial, 3 volume, Deliberações dos Sócios, AAFDL, 1995, p. 4, apud acórdão do Tribunal da Relação do Porto, proferido no processo 769/10TYVNG.P1, de 06/03/201 Estas razões têm ainda maior razão de ser no âmbito das sociedades por quotas face às sociedades anónimas), visto que é muito predominante a vertente personalista deste tipo societário em que se protege ainda mais a intimidade da sociedade, limitando a interferência de pessoas totalmente alheias à sociedade, como se salienta no acórdão proferido pelo Tribunal da Relação de Coimbra, de 04/02/2019, no processo 8510/17T8CBR.C1, face ao teor do artigo 249 n 5 do Código das Sociedades Comerciais: "Nas sociedades por quotas, o direito de participar nas deliberações não tem de ser exercido pessoalmente pelos próprios sócios; porém, atenta a vertente personalista deste tipo societário, restringe-se fortemente o leque de possíveis representantes, como resulta do art.