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71 da p.), o que se traduzira, portanto, num volume de negócios mensal de 2000 € 500 € x 2 x 4, então os 500 € arbitrados na sentença correspondem a uma margem de lucro de 9% sobre o custo das mercadorias adquiridas e transportadas, líquida de encargos e impostos,1Quando, em 2020, a rendibilidade das microempresas de comércio por grosso de produtos alimentares foi de apenas 3,8% sobre os capitais próprios) e de 5,9% sobre os – https://www.bportugal.pt/page/quadros-do-setor –, quando não mesmo mais, pois, do mês inteiro que decorreu entre o acidente e a informação da perda total, alguns dias deveram-se à própria A., cuja oficina por si escolhida atrasou a peritagem dos veículos, para o que também concorreu ela própria, que entendeu solicitar a uma outra oficina uma outra estimativa de reparação, conforme factos provados 2 a 2 da contestação.2Se o período de privação de uso a ressarcir for, não de todo um mês, mas apenas de 3 semanas, a margem líquida pressuposta para a A. já passará a 12% 500 € /500 € x 2 x  Como atrás se disse os 500 € de preço de custo por carga não se provaram – facto não provado 7 -, tão-pouco se provando a margem de lucro da A.