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A par de tudo isto importa não descurar as condições pessoais do arguido, com especial enfoque para as atinentes: à humilde condição social e económica e situação familiar do arguido que, antes de sofrer a presente reclusão, vivia com a actual companheira, a filha então com 4 anos de idade e o enteado, beneficiando o agregado familiar de apoio alimentar proporcionado por uma instituição de solidariedade social; às competências profissionais e académicas do arguido que, não possuindo qualquer formação profissional diferenciada e encontrando-se desempregado à data da presente reclusão, ao longo dos períodos de privação de liberdade sofridos concluiu o  e o 1 anos de escolaridade; à circunstância de, em reclusão e afora uma advertência havida em Fevereiro de 2020, manter o arguido um comportamento adequado e bem assim reconhecer o desvalor da sua conduta; aos sucessivos períodos de privação da liberdade que o arguido vem sofrendo desde a primeira condenação em 6 anos de prisão, verificada em 101998 quando contava apenas 18 anos de idade, e a que se seguiram outras condenações em penas igualmente de prisão entre os anos de 1999 e 201  Ponderando, pois, todo este condicionalismo e sem perder de vista que a imposição da pena, a determinar de acordo com os critérios definidos nos artigos 4, 7, e 7 do Código Penal, justificando-se pela necessidade de garantir a protecção dos bens jurídicos e visando finalidades exclusivas de prevenção geral e especial, não pode em caso algum exorbitar a medida da culpa do agente, tem-se como mais adequada à culpa manifestada pelo arguido e ainda proporcional às exigências de prevenção geral e sobretudo especial a pena conjunta de 8 anos e 6 meses de prisão, que se fixa.