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- Os exequentes, verificando que o relatório do perito avaliador dava determinados vícios como reparados e com tal se desistiram do pedido, não tendo litigado de má-fé; e - Também não há qualquer má–fé dos exequentes nem responsabilidade do ora subscritor, pela inserção dos vícios supra indicados, sendo que, a sua inclusão decorreu das cláusulas ,  e  do requerimento inicial da providência cautelar, que culminou no acordo homologado por Sentença que constitui o título executivo dos presentes autos, ainda que naquela peça processual apenas se remeta para o teor de documentos; - A Jurisprudência maioritária entende que a mera remissão para documentos não constitui factos, apenas valendo tais documentos como meios de prova e nessa medida compreende-se que tenham sido excluídos do título, mas tal não é suficiente para caracterizar uma atuação com má – fé, porque a atuação prevista no Artigo 45 do CPC apenas será condenada se for praticada com dolo ou negligência grave, o que claramente não foi o caso.