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Na fase de relacionamento e reclamação à relação de bens deste processo de inventário: na altura da apresentação da relação de bens em 2017 e da reclamação à mesma de 2018, o processo esteve sujeito ao Regime Jurídico do Processo de Inventário, aprovado pela Lei n53/2013, de 5 de março; na altura da apresentação da resposta do cabeça de casal à reclamação de bens em 2020 e da prolação da decisão pelo tribunal para quem o processo de inventário notarial foi enviado nos termos dos arts.12 a 13 da Lei n117/2020, de 10), encontrava-se em vigor o novo regime do processo de inventário aprovado por este diploma e regulado no Código de Processo Civil nos arts.1082 ss, nos termos art.11/1 da referida Lei n117/2020, de 10    De acordo com o RJPI, nas normas aplicáveis ao inventário por divórcio, nos termos do art.79/3 do mesmo diploma: a) O cabeça de casal, na relação de bens, deveria relacionar os bens integrativos do património comum do casal, compostos pelos bens mobiliários integrados pelos direitos de crédito do património comum sobre terceiros ou um dos cônjuges, títulos de crédito, dinheiro, moedas estrangeiras, objetos de ouro, prata a pedras preciosas; outras coisas móveis) e pelos bens imóveis, acompanhados da indicação do respetivo valor arts.25/1, 3 e 26 do.