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no seu articulado de contestação, resulta a aquisição de 2/3 do prédio em causa no ano de 2006, e do 1/3 restante no ano de 2013, pelo que é naturalmente de considerar que a passagem/acesso logo começou no ano de 2006  Assim sendo, no acolhimento parcial desta impugnação, e também por força da reapreciação dos meios de prova constantes dos autos, determina-se a reformulação da redação dada ao ponto de facto sob o n "1”, o qual passará doravante a figurar com o seguinte concreto teor: «1 Tal acesso tem vindo a ser feito há mais de 30 anos, pelos réus e seus antecessores – sendo por aqueles desde 1999 relativamente ao prédio descrito no ponto , e desde 2006 relativamente ao prédio descrito no ponto  –, sempre à vista de toda a gente, sem oposição e na convicção de exercerem direito próprio e de não prejudicarem os interesses de outrem.»  ¨¨ Vejamos, na sequência, a impugnação do A./recorrente, o suscitado relativamente ao ponto de facto "1”, com o seguinte teor: «1 No dia 202018 o réu apresentou uma queixa no Posto Territorial de da Guarda Nacional Republicana, contra o Autor, que deu origem ao inquérito sob o processo n. 30/16GBPBL, e a correr termos no DIAP de.»  Relativamente a este ponto de facto, o A./recorrente sustenta que não corresponde à verdade o nele referido, uma vez que foi proferido despacho de arquivamento em 20/09/2018, conforme documento que junta.