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Caso se esgote este prazo máximo de um ano sem que a questão prejudicial tenha sido resolvida, os presentes autos prosseguirão os seus normais termos e a questão será decidida no âmbito do presente processo contra-ordenacional.» O que resulta e se observa dos autos é que o referido prazo máximo de um ano fixado pelo despacho de 202014 terminou a 202015 e entre 202015 e 102016, fazendo-se tábua rasa do referido despacho que fixara a suspensão da instância pelo prazo máximo de um ano, o processo não teve qualquer despacho a ordenar o prosseguimento do ou a sua suspensão, o que perdurou por cerca de 9 meses; e quando pelo TAF do Porto, Proc.