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), residem, explorem, e fruem e usufruem dos imóveis, a seu belo prazer, a título gratuito, 12) Os s RR, em Outubro de 2008, ficam sem parte substancial do património, num primeiro momento, em virtude da acção judicial, não contestada, contra eles proposta pelo  R. António, primo e pessoa especialmente relacionada com os s RR., mais, ainda no mesmo mês de Outubro de 2008, os s RR., dão em dação de pagamento ao  R. João, o restante património que possuiam, ficam sem nada, mas curiosamente, nunca desalojam o "pé” dos prédios, o R. A. faleceu na casa onde sempre residiu, a R. Maria e o R. F., volvidos 10 anos depois, ainda lá vivem, e curiosamente no dia-a-dia, manuseiam a exploração, quando precisam fazer a sanidade animal o R. F., pasme-se ou não, liga para a A. para esse efeito; 13) Foi requerido e deferido pelo Tribunal esclarecimentos de prova que as partes fizeram de conta que não ouviram e que como tal devem ser sancionadas com inversão do ónus de prova por decorrência 417, n 2 do CPC e do 344 do  14) Apesar de ter sido oportunamente ordenado e com trânsito julgado no despacho saneador que diz notifique como requerido a folhas 786, só a R. Maria veio esclarecer que estava lá por favor basicamente, os outros nada disseram, nada esclarceram porque não tinha nada para esclarecer porque esta história é "gato escondido com rabo de fora”.