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483 do   Nesta conformidade, a Recorrente não tem razão quando defende que foi uma mera intermediária no que aos trabalhos em causa diz respeito, pois que sobre ela, enquanto subempreiteira, incidia o cumprimento dos aludidos deveres inerentes às regras da arte, independentemente de se ter socorrido da Interveniente Y para concretizar a obra que lhe tinha sido incumbida pela   Na verdade, e conforme decorre do exposto, a Recorrente, tal como a Ré e a Interveniente, tendo em conta a actividade perigosa de construção , que se obrigado a realizar no âmbito que celebrado, que demonstrar que adoptou todas e as necessárias e aconselháveis técnicas, de que tinham conhecimento e de que eram capazes, para prevenir os danos que vieram a ocorrer na esfera jurídica das AA..  E como se referiu, para afastar a presunção de culpa, não era suficiente a alegação das Intervenientes de que se limitaram a cumprir as ordens e direcções da empreiteira Ré).