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2 do 15/939), e ignorando depois, tal como fizeram os demais arguidos, à exceção da arguida FF e do arguido EE que responderam ao recurso do Ministério Público, nos termos supra, a alteração da qualificação jurídica e da consequente agravação dai adveniente, pugnada pelo Ministério Público, manteve a alegação de que na decisão recorrida "não foram suficientemente ponderados como fatores atenuantes da pena, as condições, sócio-económicas do arguido e família, nomeadamente o que consta do seu relatório social”, o facto de estar a trabalhar, ter investido no aumento das suas habilitações académicas e nas qualificações profissionais, ter mantido na sua generalidade uma conduta de adequação e cumprimento das medidas de flexibilização da pena, e projetar retornar ao agregado materno e procurar organizar a sua independência pela profissionalização.