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Por forma a aquilatar da censura gizada pela Recorrente, atentemos, desde já, na fundamentação jurídica da decisão recorrida: O Tribunal a quo fundou a procedência da impugnação judicial começando por evidenciar que "Invoca a Impugnante que o acto de liquidação adicional de sisa não se encontra praticado sob a forma escrita, sendo que apenas existe uma notificação para pagamento de determinado montante, não existindo qualquer referência à matéria colectável, taxa de imposto, colecta, data em que foi praticado o acto e autor do mesmo.” Densifica, depois, em termos de matéria de facto, que o único suporte fático a que corresponde o ato impugnado, mais não representa que o ofício elencado em, sendo que do "PAT não consta qualquer acto de liquidação de SISA que possa ter originado a notificação supra referida.” Ressalvando, para o efeito, que "Não obstante o Tribunal ter, expressamente, notificado a AT para vir juntar o acto de liquidação de sisa, com a respectiva fundamentação, forma de cálculo, data e autor, não veio fazê-lo, tendo-se limitado a juntar, novamente, cópia do PAT que já se encontrava apenso aos autos.” Para depois concluir que, "os documentos que constam do PAT não é possível descortinar quem foi o autor da eventual liquidação de SISA, sendo que do PAT apenas consta um cálculo de juros compensatórios, não se sabendo, contudo, a que liquidação respeita.