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Deveres de boa-fé e lisura processual assim o impunham, pelo que o Banco, conhecendo a situação da Ré desde Abril de 2009 e omitindo esse facto aquando da citação dos credores, contribuiu decisivamente para que a esta não fosse concedida a oportunidade de reclamar os seus créditos e ser paga com a preferência resultante do seu direito de retenção – notando-se que, de acordo com o AUJ de 101996, "tendo havido tradição da fração de prédio urbano, o promitente-comprador goza do direito da sua retenção, mesmo que o edifício ainda não esteja submetido ao regime da propriedade horizontal.” Por outro lado, resulta dos autos que o Banco adquiriu o imóvel em 002011, e foi dispensado do pagamento do preço e do , sendo o seu crédito graduado em  lugar.