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Só assim se fazendo a acostumada Justiça!»  A A. veio apresentar contra-alegações, nas quais verteu as seguintes conclusões: « A decisão proferida deve ser mantida integralmente, em virtude de não padecer de qualquer vício na aplicação do Direito, devendo pelo contrário louvor por aplicar de modo sábio e correcto o Direito ao caso concreto, contribuindo para a justiça, certeza e clareza do mesmo;  Alega, sucintamente a Recorrente que a obrigação de informar o consumidor do direito de requerer uma vistoria, em 48 horas, à Direcção Geral de Energia, quando acusada de ter manipulado a instalação elétrica, apenas existe quando a Recorrente pretende suspender o fornecimento de energia.