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38 n.s 1 e 2 do Dec. Lei n 76-A/2006) o qual não abrange a protecção contra a utilização com fins ilegítimos da assinatura, inexiste nexo de causalidade entre a violação imputada ao  Réu e os danos sofridos pelo A..   Resulta inusitada pretensão da  Ré de condenação solidária do  Réu na devolução de quantias que a  Ré ora Recorrente fez suas por via da utilização que fez perante terceiros da procuração que solicitou ao  Réu, numa clara tentativa de responsabilizar terceiros por uma apropriação ilícita que efectuou à custa do património do A.    É forçada a recorrida a notar que, a proceder a argumentação da  Ré, esta, após se apropriar de forma dolosa de cerca de € 6000,00, poderá, fruto da condenação solidária com o  Réu, ver terceiros a indemnizar o A. por um dano que com dolo directo provocou mantendo na sua esfera o enriquecimento daí resultante.