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Do referido parecer discorda a Recorrida empregadora, alegando, para além do mais, que: "Ora, observado o caminho percorrido no campo da motivação do julgador, torna-se possível aferir que não houve erro na apreciação da prova e no correspondente julgamento da matéria de facto, sendo certo que, os elementos fornecidos pelo processo, nele se incluindo a sentença do Tribunal Belga, não impõem decisão diversa; Ademais, defendemos que na reapreciação da prova feita pela 2 instância, não se deverá procura obter uma nova convicção a todo o custo, mas verificar se a convicção expressa pelo Tribunal "a quo” tem suporte razoável, atendendo aos elementos que constam dos autos, e aferir se houve erro de julgamento na apreciação da prova e na decisão da matéria de facto, sendo necessário, de qualquer forma, que os elementos de prova se revelem inequívocos no sentido pretendido, o que no caso concreto não permitirá, salvo melhor entendimento, abalar a decisão do tribunal recorrido.