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Porém, em sede de alegações de recurso a recorrente veio confirmar a realidade da aparência e princípio de prova criado pela aludida coincidência de valores, alegando expressamente, e assim esclarecendo, que o valor de € 47008,27 que inscreveu na fatura n 260003460 de 202012 – e que a sentença recorrida considerou integrada no crédito remanescente de € 72729,75 que reconheceu – corresponde ao valor que nos termos da cláusula 3, n 11 do acordo plurilateral celebrado em 102012 a insolvente se obrigou a pagar à recorrente através de dação em cumprimento da fração CU indicada no ponto 9 daquele acordo, nos termos previstos no n 2 da Cláusula 2 do "Acordo Resolvido”13 correspondendo este ao acordo de 002011, cfr.