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Da mesma forma não implicarão alteração ao valor da causa, eventuais ampliações do pedido primitivo que se considerem admissíveis, por serem, desenvolvimento ou consequência do pedido primitivo artigo 26, n. 2, do, como, por exemplo aumento derivado de juros indemnizatórios ou de indemnização por garantia indevida.” No caso concreto, foi indicado no pedido de pronúncia arbitral o montante de € 96626,52 como sendo o valor da utilidade económica do pedido, termos em que o valor da causa é fixado € 96626,52, sendo indeferida a pretensão da Requerida.” Ante o exposto, verifica-se que, segundo a Requerida, ao contrário da orientação seguida pelo Tribunal coletivo, o momento processualmente relevante para determinação do valor da causa não é o seguido na Decisão Arbitral.