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G) Uma vez que, no tocante à matéria ora em questão, a lei não prevê por que forma poderá ser feito o reconhecimento da responsabilidade, por parte do infractor, e, não tendo a Recorrente, na sua defesa invocado factos que a desresponsabilizem da omissão ocorrida no pagamento do imposto, a regularização da dívida, bem como o pagamento da coima reduzida, ainda que, inconscientemente e negligentemente, 7 dias para além do prazo, claramente constituem, aqui, actos demonstrativos do sentido de reconhecimento e responsabilização da Recorrente perante o incumprimento fiscal; H) Perante a factualidade que estava ao dispor do Tribunal a quo, mas que este não curou de apreciar devidamente, impunha-se outra conclusão, que não a de considerar que "nem da factualidade que foi julgada provada nem de quaisquer outros elementos dos autos se evidencia aquele requisito reconhecimento da responsabilidade, por parte da.” ) Ao decidir no sentido em que o fez, a Meritíssima Juiz do Tribunal a quo olvidou dar como provados factos que evidenciavam o reconhecimento da responsabilidade por parte da infractora, e que, no entender da Recorrente, levariam à procedência da sua pretensão, da atenuação especial da coima nos termos do n 2 do artigo 32 do RGIT.