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Alegou para tanto e em síntese que: - É uma sociedade comercial que tem por objecto social e dedica-se, entre outras coisas, à compra e venda de veículos pesados usados e foi abordada pela R. para lhe para lhe adquirir dois semi-reboques que estavam no parque daquela, em exposição para venda; - No exercício da sua actividade, a pedido da R., vendeu a esta dois semi-reboques, um marca Samro, matricula -., pelo preço de 000,00 € nove e outro marca Guillene, matricula -.., pelo preço de 500,00 € cinco e quinhentos, acrescido do IVA à taxa em vigor, ou seja, o que representa o valor global de 1400,00 € dezassete e quatrocentos, a pronto pagamento 12008); - A Ré aceitou adquirir à A. os reboques por aquele preço e naquelas condições; - A A. entregou os dois equipamentos a esta, bem como a factura, onde constava o material vendido, o preço e as condições de pagamento, sem que tivesse existido qualquer reclamação; - O material vendido pela A. à Ré deveria ter sido pago, no domicílio da A., na data de entrega e data de emissão da factura; - A R. entregou à A., quando levantou o material, por conta do preço, a quantia de 600,00 € seis e seiscentos, com o compromisso de no dia seguinte proceder ao pagamento do restante em débito, mas não fez qualquer outro pagamento, estando em dívida a parte do preço dos dois semi-reboques adquiridos a esta, no montante de 1800,00 €.Citada, a Ré apresentou contestação, impugnando os factos alegados pela A. e defendendo-se por excepção, deduziu ainda pedido reconvencional solicitando que seja declarada a nulidade do contrato de venda do semi-reboque com a matrícula -.. e que a A/Reconvinda seja condenada a pagar-lhe a quantia de 2236,77 € vinte e um e duzentos e trinta e seis euros e setenta e sete cêntimos), acrescida dos juros vencidos e vincendos à taxa legalmente aplicável, até efectivo e integral pagamento.