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169-170 – que destacou, entre outros, que o diagnóstico final provável foi "epiglotite aguda por haemophilusinfluenzae”, que o "quadro inicial é sugestivo de infecção respiratória viral, nomeadamente gripe”, que "não era possível estabelecer o diagnóstico e a gravidade do quadro clínico no início das manifestações na ausência de sinais de obstrução respiratória alta”; e que "a epiglotite aguda por haemophilusinfluenzae é uma situação muito rara em Portugal, quase inexistente em crianças acima dos 5 anos de idade e sobretudo desde a introdução da vacinação no programa nacional de vacinação em 2000” vacinação essa que o  ..  tinha tomado, conforme boletim a fls., e ainda que "não parece haver violação do dever médico”; o relatório da autópsia – cf.