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Relativamente à prescrição, face à posição aqui adoptada consideramos assim aplicável o prazo prescricional geral de 20 anos, louvando-nos, para o efeito, do que se mencionou já no acórdão do Supremo Tribunal de Justiça  de 10 de Abril de 2018, proferido no processo 753/14TBLSB.LS1 FONSECA, por impossibilidade de abordar a questão de modo diverso ou mais exaustivo, e que refere o seguinte: "O art.32, n. 2, do estabelece um prazo de prescrição de dois anos: "Salvo dolo ou culpa grave, a responsabilidade do intermediário financeiro por negócio em que haja intervindo nessa qualidade prescreve decorridos dois anos a partir da data em que o cliente tenha conhecimento da conclusão o do negócio e dos respectivos termos”.