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No entanto, mesmo que assim não se entendesse, sempre se dirá que inexiste omissão de pronúncia em relação à pretensão da exequente de ver a execução prosseguir os seus termos, pois conforme se alcança dos autos e de acordo com o supra referido em sede de relatório, após a exequente ter vindo, em 14/06/2018, reiterar o requerimento que apresentou em 2/11/2017, requerendo o prosseguimento da execução, foi proferido pelo M Juiz "a quo”, em 22/06/2018 portanto, antes da decisão, o seguinte despacho:  "Considerando que o exequente insiste no prosseguimento da execução, determino que o AE averigue no plano de recuperação aprovado se existe alguma menção expressa à extinção desta execução e levantamento da penhora”.