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O recurso quanto à matéria de facto:  Perante a prova testemunhal produzida em audiência de julgamento depoimento das testemunhas); ainda perante os documentos junto aos autos Apólice de seguro relativa aos AA, Condições Particulares, Gerais e Especiais da Apólice, Cartas de 16/01/2006 e 16/02/2006), não só não podia o Tribunal a quodar como provados os factos constantes dos ns 14, 21 e 24 da factualidade provada na sentença recorrida; como ainda, devia dar como provado o facto constante e elencado na factualidade não provada constante da decisão recorrida - pág 7 da sentença proferida: "o A. marido tenha recepcionado e tomado conhecimento carta registada enviada pela 1 R. ..) no dia 10200”  Nos termos do art 640, n 1, alíneas a,b e do P., entende e defende a ora Recorrente que o facto constante na referida pág 7 dos "factos não provados” e que se transcreve "o A. marido tenha recepcionado e tomado conhecimento carta registada enviada pela 1 R. Seguradora ... no dia 10200”, deve ser dado como provado no sentido de que os AA.