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Como assim julgamos, o que vem sustentado pelo Recorrente por via do recurso da matéria de facto que identificou, é que, se de outro modo tivesse julgado o Tribunal a quo, dando como não provados os factos em causa nos termos em que o Recorrente os apresenta nesta sua pretensão recursiva,  que não teria o mesmo dado como preenchido aquele requisito, na base do qual teve o Tribunal recorrido ser provável a procedência da pretensão da Requerente deduzida na acção principal, e assim que não teria dado procedência à providência cautelar requerida, no que é atinente, concretamente, à suspensão da eficácia das deliberações tomadas pelo Recorrente pelo seu órgão executivo datadas de 18 de fevereiro de 2020 e 21 de abril de 202  Nos presentes autos estão em apreço aquelas duas decisões administrativas proferidas pela Câmara Municipal ...), pela primeira das quais datada de 18 de fevereiro de 2020, o MPV determinou a aplicação à Requerente, ora Recorrida, de uma sanção contratual diária no valor de €720,97, desde 03 de fevereiro de 2020 até à conclusão dos trabalhos ou até que a sanção global atingisse 20% do valor contratual do preço contratual, e bem assim, pela segunda decisão datada de 21 de abril de 2020, pela qual determinou a resolução sancionatória do contrato de empreitada de obra pública denominada "Reabilitação e Ampliação da Escola EB 2/3 ...)”, de que a Recorrida era a adjudicatária.