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Estamos perante a prática de comportamentos ilícitos diferentes, que preservam a sua autonomia, devendo, por conseguinte, concluir-se no sentido de que a conduta do recorrente AA deverá ser objecto de punição autónoma, relativamente aos citados crimes de falsificação de documento, de falsidade informática, e de peculato, uma vez que o seu comportamento, enquanto  do  Cartório Notarial de  entre 01/06/2002 e 15/07/2005, e enquanto  na 1 Conservatória do Registo Predial de  entre Abril de 2006 e Junho de 2012, traduz-se em acções típicas distintas, devendo concluir-se que o seu comportamento preencheu a prática de três crimes autónomos  Quanto ao alegado pelo recorrente AA, que os meros depósitos efectuados na sua conta bancária, enquanto  do  Cartório Notarial de , não preenchem a prática do crime de branqueamento de capitais, por não se provar um plano finalisticamente dirigido a ocultar ou dissimular bens de origem ilícita, analisada a matéria de facto dada como provada, teremos que concluir que também não lhe assiste razão.