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O referido ponto de facto, porque de alguma forma igualmente relacionado com os "implícitos” nas conclusões recursórias ns 35, 36 e 40, será então analisado em conjunto com os três últimos, sendo que, de todos eles, o que se consegue retirar/extrair e inferir de "concreto”  porque não é o impugnante assertivo, como se exige  é que visa o autor questionaros actos praticados pela falecida Maria .. em 2/2/2011  procuração e item de facto n 27, em 15-04-2013  compra e venda e item de facto n 34 e em 05-06-2014 compra e venda e item de facto n 36),maxime se importa julgar PROVADO que "aquando da prática dos actos ocorridos em 2/2/2011 ,em 15-04-2013 e em 05-06-2014, encontrava-se a Maria .. incapacitada de entender o sentido das declarações então prestadas, não dispondo do livre exercício da sua vontade, e não tendo compreendido designadamente no momento que estava a outorgar os dois últimos actos referidos que através de ambos deixava de ser proprietária dos respectivos bens.