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— RR, no valor de € 1000,00 catorze; - 5 transferências efectuadas para o "National Westminster Bank PLC", com destino à conta IBAN ......294, no valor de € 12400,00 cento e vinte e quatro; - transferência para "Stevens+Bolton, HSBC Bank", , no valor de € 1000,00 dez; - transferência Dr. SS, BPI, no valor de € 2000,00 vinte; - levantamento multibanco, incluindo os efectuados no estrangeiro, no valor de € 698,08 seis seiscentos e noventa e oito euros e oito cêntimos); - pagamentos electrónicos de compras, no valor de € 1450,54 catorze quatrocentos cinquenta euros e cinquenta e quatro cêntimos); - pagamento de serviços e outros débitos, no valor de € 1412,31 dezasseis quatrocentos e doze euros e trinta e um cêntimos); - bem como outras saídas para destino não identificado, no valor de € 9013,87 noventa e quatro e treze euros e oitenta e sete cêntimos), nomeadamente: - 36 trinta e transferências, no valor de € 6013,87 sessenta e quatro e treze euros e oitenta e sete cêntimos); - emissão de um cheque, no valor de € 3000,00 trinta; - constituição de depósito a prazo, no valor de € 000,00 três; - despesas e encargos bancários, no valor de € 819,95 oitocentos e dezanove euros e noventa e cinco cêntimos); 4 Por forma a ocultar o procedimento, a arguida AA, em 05 de Dezembro de 2016, enviou a FF um e-mail, onde afirmou que a primeira parte do processo de obtenção de "vistos gold" estava a chegar ao fim, tendo remetido via e-mail, sucessivos documentos forjados, nomeadamente: - suposta certidão emitida pelo S.E.F., com o número ., atestando que o processo referente ao pedido de concessão de autorização de residência para investimento solicitado por FF se encontrava no Departamento Regional de Emissão de Documentos, a partir do dia 31 de Julho de 2017; - suposta certidão emitida pelo S.E.F., com o número ., atestando que o processo referente ao pedido de concessão de autorização de residência para investimento solicitado por TT se encontra no Departamento Regional de Emissão de Documentos, a partir de 31 de Julho de 2017; - suposta certidão emitida pelo S.E.F., com o número .., atestando que o processo referente ao pedido de concessão de autorização de residência para investimento solicitado por UU se encontra no Departamento Regional de Emissão de Documentos, a partir de 31 de Julho de 2017; - suposta certidão emitida pelo S.E.F., com o número , atestando que o processo referente ao pedido de concessão de autorização de residência para investimento solicitado por se encontra no Departamento Regional de Emissão de Documentos, a partir de 31 de Julho de 2017; - suposta certidão emitida pelo S.E.F., com o número .., atestando que o processo referente ao pedido de concessão de autorização de residência para investimento solicitado por WW se encontra no Departamento Regional de Emissão de Documentos, a partir de 31 de Julho de 2017; 4 No entanto, o pedido de concessão de visto de FF e família, ao abrigo do "ARI", para exercício de actividade de investimento, foi indeferido a 09 de Março de 2017, tendo, nessa sequência, a arguida AA sido notificada da decisão; 4 Através da actuação descrita, a arguida veio a fazer suas as quantias transferidas por FF, no valor de € 00000,00 um milhão de, acrescido da quantia de € 3993,00 trinta e nove novecentos e noventa e três, referente a taxas; 4 Acresce que, por ter sido remetida pela arguida AA uma informação forjada que FF teria obtido e 2000,00 vinte de juros, veio o mesmo a apresentar essa declaração junto das autoridades fiscais da ....., gerando a liquidação de um imposto de 45% sobre'esses valores, que veio a pagar; 4 A esse valor, acresce a quantia de € 751,00 três setecentos e cinquenta e um, paga a QQ por FF, por serviços de intermediação que julgava prestados; 4 No início de 2014, GG, cidadã natural de ., a residir em .., contactou a agência imobiliária "E.....", em ....., tendo manifestado a intenção de adquirir um imóvel em Portugal, e por essa forma, obter o visto "Gold"; 4 Por essa via, GG veio a deslocar-se a território nacional, onde decidiu adquirir uma fracção autónoma, designada pela letra "G", correspondente ao segundo andar A, sito na Rua .., em .., pelo valor de € 55000,00 quinhentos e cinquenta; 4 Por sugestão da referida agência imobiliária, veio GG a mandatar a arguida AA para aquisição da referida fracção e formalização do processo de obtenção do visto "Gold"; 4 Conforme acordado com a arguida AA, GG, em 25 de Fevereiro de 2014, veio a transferir a quantia de € 6150,00 sessenta e um cento e cinquenta, para a conta da sociedade arguida detida pela arguida, ".. Legal", com o n. ......15001, do "Banco BPI", referentes € 5000,00 cinquenta e cinco ao valor de sinal do imóvel, e as demais quantias relativas a honorários; 4 Em 16 de Junho de 2014, GG veio a transferir a quantia de € 53600,00 quinhentos e trinta e sete e seiscentos, para a conta supra referida da sociedade detida pela arguida, ".. Legal", julgando que as quantias se encontravam a ser transferida para uma conta "escrow"; 5 Valores estes que seriam destinados a pagar o remanescente do imóvel, bem como as despesas associadas com o visto "gold", 1MT, imposto de selo e despesas notariais e de registo; 5 Efectuado o contrato promessa e entregue a quantia de € 5000,00 cinquenta e cinco ao vendedor, "Es......., S.A.", veio o mesmo a designar a data de 102015, para a efectivação da escritura; 5 Todavia, a arguida AA não veio a comparecer na mesma, apesar de devidamente mandatada por GG; 5 De igual forma, não veio a comparecer nas novas datas designadas, 102015 e 202015; 5 Com efeito, nessas datas, a conta bancária titulada pela arguida já não possuía saldo suficiente para efectuar o pagamento do valor necessário para a aquisição do imóvel; 5 GG tendo tido conhecimento do não comparecimento da arguida, veio a confrontá-la, tendo a mesma negado e afirmado falsamente que o imóvel já era propriedade de GG; 5 Facto que não correspondia à verdade, tendo a arguida feito suas as quantias referidas, no valor de €59726, 24 quinhentos e noventa e oito setecentos e vinte seis euros e vinte e quatro cêntimos), deduzido o valor de € 5000,00 cinquenta e cinco, que veio a ser entregue na celebração do contato promessa de compra e venda e que a sociedade vendedora fez seus; 5 Não obstante, em 002014 foram emitidos pela arguida AA os seguintes recibos: a) No valor de € 10726,24 cento e três setecentos e vinte e seis euros e vinte e quatro cêntimos), referente a honorários € 150,00), sinal do CPCV €5000,00), processo vistos gold €135,50), despesas notário € 000,00), IMT € 3040,74) e imposto de selo € 400,00); e; b) No valor de € 49000,00 quatrocentos e noventa e cinco, referente ao remanescente do preço do imóvel a pagar na data da escritura; 5 Na tentativa de manter o logro a GG, a arguida AA remeteu à mesma, via e-mail, cópia de um cheque preenchido à ordem da promitente vendedora, no valor do preço remanescente € 49000,00) e com data de 23 de Fevereiro de 2015; 5 A arguida AA enviou, igualmente, um formulário de registo de propriedade preenchido por si, sem, no entanto, apresentar qualquer comprovativo de entrada na competente conservatória, bem como um recibo emitido pela Conservatória do Registo Predial de ..; 6 Na tentativa de assegurar que a fracção não fosse vendida a terceiros, em 10 de Março de 2015, a arguida AA efectuou um registo provisório por natureza da fracção em nome de GG, data em que o CPCV já tinha sido dado por incumprido; 6 Sendo que, posteriormente, a fracção veio, efectivamente, a ser vendida a terceiros por € 65000,00 seiscentos e cinquenta; 6 Após ter apresentado participação criminal e na Ordem dos Advogados contra a arguida AA, em 18 de Maio de 2015, veio a arguida a proceder à devolução da quantia de € 49000,00 quatrocentos e noventa cinco, valor este proveniente de transferência feita por FF; 6 Em Junho de 2015, foram liquidados mais € 3707,87 trinta e sete setecentos e sete euros e oitenta e sete cêntimos), na sequência de valores entregues por BB; 6 Ficaram, assim, por devolver a GG as quantias de € 6042,13 sessenta e seis e quarenta e dois euros e treze cêntimos); 6 , de nacionalidade ....., mas residente em ....., pretendia obter o "visto gold" em Portugal, tendo-se dirigido à agência imobiliária "E.....", em ....., com vista a adquirir um imóvel; 6 Nessa sequência, decidiu adquirir à "H.....", com a qual a agência imobiliária mantinha relações comerciais, e pelo preço total de E 27350,00 duzentos e setenta e um trezentos e cinquenta, a fracção autónoma, designada pela letra "5", correspondente ao piso 1, habitação, apartamento 02, tipo TI, do prédio urbano sito na Praça ., n.s  a , em .., designado por "Edifício ..", descrito na Conservatória do Registo Predial de  sob o n. . e inscrito na matriz da freguesia da , sob o artigo provisório .