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1-e e; 6) Mais demonstrou que a Ré não só não assumiu o risco que lhe competia nos termos da lei e do contrato, como veio a resolver este em dezembro de 2016 7) Tendo a Ré invocado que o Autor omitiu, aquando da celebração do contrato de seguro, que sofria de uma doença coronária, concluiu pela nulidade dos pedidos de adesão sustentando que se tivesse tido conhecimento da patologia pré-existente, não teria celebrado o contrato de seguro – o que nos parece não estar suportado na lei nem no contrato 8) Quanto à factualidade entendemos que apesar da Tribunal a quo dar como provado que o Autor conhecia o seu problema coronário – este não deixa de ser um mero exame e como tal torna-se aos olhos do cidadão comum mera rotina hospitalar; sendo certo que o Autor se submeteu a todos os exames e respondeu às perguntas que o médico da seguradora lhe fez – e aqui estão exames como eletrocardiogramas, análises e todo o tipo de diagnóstico só ao alcance dum médico habilitado, já que estes conhecimentos são muito limitados para o cidadão comum e pouco instruído.