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5 Ora na situação sob apreciação temos que, tal como concluíram com acerto as instâncias, quanto aos investimentos/operações aprovados pelos actos impugnados no âmbito do «Eixo 4 - Administração Pública Eficiente e de Qualidade» e co-financiados no âmbito do «Objectivo da Convergência» não resulta preenchido ou demonstrado o requisito de os mesmos se destinarem ou beneficiarem de forma específica e identificável as regiões NUTS 2 Norte, Centro, Alentejo e Açores como decorre, nomeadamente, dos artigos 174 e 175 do TFUE, 3, 5, 22 e 35 do Regulamento n1083/2006 e da interpretação firmada pelo TJUE, não estando, assim, devidamente justificada a regra excepcional quanto a uma concreta determinação e identificação do específico benefício para aquelas regiões adveniente do «efeito difusor»«spill-over effect» conforme o mesmo se mostra enunciado nos pontos 7 e 8 do anexo da RCM n86/2007 QREN 2007-2013 ou pelo menos do seu valor indicativo.