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pela escritura referida em 54 e 55 dos factos provados, ou ser parte integrante do talhão desanexado em 1925 referido em 4 dos factos provados, sendo esta "não-prova” a que a sentença se refere uma presunção judicial negativa, retirada de um facto conhecido construção do muro delimitador do que não permite, de forma nenhuma, presumir o facto desconhecido a faixa de terreno que extravasa a delimitação mural integrar o, na medida em que existe um outro facto que põe em crise a legitimidade de tal conclusão o facto de à data em que o A: delimitou o seu lote pretender respeitar a serventia precária pré-existente); E tal facto, recorrendo às regras de experiência comum, não «evidencia de que não se considerava seu proprietário», na medida em que, à data em que construiu no seu lote, o A. murou o mesmo de acordo com a servidão precária pré-existente, limitando-se a respeitá-la, não constituindo, tal ato, abdicar daquela que não deixa de ser, por via da servidão, sua propriedade.