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E. Acontece ainda que a prova produzida em sede de audiência de discussão e julgamento resultante do teste de pesquisa de álcool no sangue a fls 36, realizado pelas 01h00 do dia 17 de Maio 2017, cujo resultado apurado de 1,872 g/efectuado o desconto de margem de erro máxima, por si só sem qualquer outra correlação de circunstância de tempo relativo à altura da condução efectiva do veículo e não confere dignidade probatória para imputar ao arguido o crime de condução de veiculo em estado embriagues pp pelo o art 292/1 do P. E mesmo que fosse possível seguir a tese das meras probabilidades, isto é, seguindo uma das várias possíveis lógicas de raciocínio temos a perspectiva oferecida pelo Militar da GNR que, como não presenciou o acidente, refere como possível o mesmo ter ocorrido, pelas 23h15 ou 23h20 sendo que, referiu que deve ter sido 10 ou 15 minutos antes da hora da sua chegada que se deu pelas, logo cerca de 02h00 depois de o arguido ter conduzido.