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O que não pode acontecer é ter-se por praticado o crime sem a prova da consciência da ilicitude.»;  - Os arguidos foram novamente submetidos a julgamento tendo, na secção da audiência de 23 de Fevereiro de 2015, sido comunicada aos arguidos a seguinte alteração não substancial de factos, «Os arguidos sabiam que a sua conduta era proibida e punida por lei penal», que logo declararam não aceitar, invocando o Acórdão n 1/2015;  - Em 18 de Março de 2015 foi proferida a sentença recorrida que condenou, além do mais, cada um, pela prática do imputado crime, na pena de 120 dias de multa à taxa diária de €  Posto isto.