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A testemunha arrolada pela Interveniente Carlos ., gestor, funcionário da BP, sendo que desde 2009 já lá não trabalha, em 2001 transitou da área operacional logística de todos os negócios) para o negócio propriamente dito da LPG – responsável pela logística da LPG e a partir dessa data todas as áreas de logística passaram a reportar-se a si; na área de Matosinhos estação de não existia uma divisão funcional adequada, inexistia um espírito de grupo na estação, havia um supervisor, referiu que: Quando chegou à estação de Matosinhos verificou que inexistia espírito de grupo pelo que tentou colocar ênfase no trabalho de equipa, na segurança dos trabalhadores e na qualidade.