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Ora, se os efeitos da licença – que autorizou a Contra-interessada a construir – estão, como se disse, suspensos não se poderá ter outro entendimento que não este, sob pena de a tutela cautelar que ora pretende e, bem assim, a ratio legis do regime constante do Artigo 12 do CPTA, se tornarem inúteis.» É que, contrapondo, para além de a ratio legis do artigo 128 do CPTA, como se viu, não ter a exacta configuração que o TAF lhe atribui, a tutela cautelar não se esgota na providência de suspensão de eficácia dos actos, existindo várias outras possibilidades, incluindo a tutela antecipatória, que em abstracto poderiam dar resposta útil aos específicos interesses dos requerentes.