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2Sobre o conhecimento oficioso do abuso de direito, desde que alegados pelas partes os factos donde se possa extrair, vide acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 30 de Junho de 2015 relator Barateiro, sumariado in Colectânea de Jurisprudência Ano , Tomo , página 32 3Note-se que, conforme se afirmou no acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 4 de Novembro de 2008 relator Fonseca, publicado in www.dgsi.pt: "O princípio da boa fé não é exclusivo do direito substantivo, também pode ser violado numa perspectiva de actuação processual, mormente pelo recurso a juízo”.