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)Por outro lado, provado ficou que a arguida sabia que se dirigia a militar da GNR que se encontrava devidamente uniformizado e identificado, aproveitando igualmente um momento de desprotecção do mesmo – quando se encontrava a colocar-lhe o cinto de segurança – quis e conseguiu atingi-lo na sua integridade física através de outro acto de violência infundada e gratuita reveladora de um sentimento particularmente censurado pela ordem jurídica.” 18 - Em ambos os casos a actuação da arguida deve, portanto, ter-se por infundada e gratuita, reveladora de um sentimento particularmente censurado pela ordem jurídica, ligado à particular qualidade da vítima e à função que ela desempenha, mostram-se, assim, preenchidos, outrossim, os elementos objectivos e subjectivos da qualificativa prevista no art.145, n1, alínea, do Código Penal.