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N. Ora, evidenciou-se que, em  instância, a Excepção de Prescrição de 2 anos – com apoio na Base , n. 3, do Anexo ao Decreto-Lei n. 162/96, de 4 de Setembro, na redacção conferida pelo Decreto-Lei n. 195/2009, de 20 de Setembro – invocada pelos Réus em sede de Contestação, não foi objecto de apreciação e decisão pelo Tribunal de  instância, não tendo, por isso, e naturalmente, sido objecto de discussão em  instância, junto do Tribunal Central Administrativo Sul, o que equivale a dizer que, nem em  nem em  instância, a Recorrente teve oportunidade de discutir esse prazo de prescrição, nomeadamente sobre se houve, ou não, alguma causa interruptiva da prescrição no período que mediou entre a emissão da Factura cuja liquidação se peticionou 312011) e a data da instauração da Petição Inicial 202014) e/ou da citação 002014), conforme Factos Provados nas alíneas e, da Sentença de  instância.