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1- Desde logo porque o Despacho de 26/04/2019 foi tomado na convicção de que nenhum dos arguidos se oposto à qualificação dos autos como de especial complexidade;  1- Tendo um dos Arguidos manifestando-se em sentido contrario a tal qualificação, os pressupostos de facto sobre os quais o Despacho de 30/04/2019 foi proferido alteram-se substancialmente face ao Despacho de 26/04/2019; 1- Não admissível que, alterando-se os pressupostos de facto sobre os quais a decisão foi tomada, que o Tribunal a quo se limite a remeter para a decisão tomada sobre falsos pressupostos afirmando que "os argumentos aduzidos pelo arguido não afetam os fundamentos que motivaram a decisão”.