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dgsi.pt.,  De tudo isto resulta que destinando-se o incidente de revisão da incapacidade a verificar se houve agravamento, recidiva, recaída ou melhoria da lesão ou doença que deu origem à reparação pela diminuição da capacidade de ganho do sinistrado – artigo 7 da NLAT - e constatando-se que no caso não foi atribuída ao sinistrado IPATH, aquando da cura clínica e resultando ainda do quadro clínico perícia médica singular de revisão) que o sinistrado não sofreu qualquer agravamento, porquanto as limitações físicas decorrentes das sequelas, para o desempenho das suas funções profissionais, são exactamente as que existiam à data da decisão que fixou o seu grau de incapacidade e que transitou em julgado, não existe fundamento para, nesta sede lhe atribuir uma incapacidade permanente absoluta para o trabalho habitual, sob pena de se estar a reapreciar a mesma questão, em flagrante violação do caso julgado.