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é ainda mais clara quando ficou provado que eles sempre trataram dos assuntos do arrendamento com a Recorrente, especialmente o aumento da renda, cuja falta de pagamento da alegada nova renda fundamentou a resolução do contrato; a Recorrente sempre respondeu às comunicações dos senhorios, ao invés do Requerido; não obstante as cartas remetidas ao Requerido para o locado serem devolvidas, mesmo após a informação da Recorrente ao oficial de justiça, os Senhorios apenas remetiam comunicações ao Requerido para o locado, sem nunca confirmarem, pelo menos, se ele ali ainda vivia; eles movem a acção de despejo contra os Requeridos por falta de pagamento da renda por esta e não por um deles já não viver no locado ou por a Recorrida não pagar a renda; e fazem-no com fundamento na falta de pagamento da ainda que o A. CS não sabia, por exemplo, por que meio a renda é paga nem quem a pagava e paga, nem sequer sabia, sobretudo, que valor de renda é pago nem procede ao levantamento do valor das rendas depositadas há anos, embora ela seja paga, demonstrando não ter, em bom rigor, qualquer vantagem real com a acção, mas, ao invés, apenas o objectivo de despejar a Recorrente ficheiro áudio 20170905143915_17850577_2871158, passagens 9:46 a 10:25, 12:54 a 15:53, 49:14 a 1:04:15).