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Prossegue o citado acórdão, afirmando que «Como vem sendo uniformemente decidido, pode censurar o mau uso que o tribunal da Relação tenha eventualmente feito dos seus poderes sobre a modificação da matéria de facto, nos termos do disposto nos artigos 640, ns 1 e 2, e 662, n 1, do Código de Processo Civil, bem como pode verificar se foi violada ou feita aplicação errada da lei de processo alínea do n 1 do artigo 674 do Código de Processo»     O recorrente invoca no caso vertente que não foi ponderada pelo acórdão recorrido a confissão da autora nos articulados quanto ao requisito da insuficiência dos bens e que não foi valorada a data de constituição da sociedade de que é o único sócio conforme consta de certidão, e que, se tal data tivesse sido valorada, 05-03-2015, tal implicaria que na data da celebração do negócio, 08-02-2015, o recorrente era titular de bens suficientes para pagar a dívida.