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Pelo exposto, julgo procedente a excepção dilatória de ineptidão da PI deduzida pelos RR., em relação aos 2, 3 e 4 RR., julgando ainda estes parte ilegítima, prosseguindo os presentes autos apenas contra o 1 R. » Do assim decidido, a autora interpôs recurso de apelação, terminando as respectivas alegações com as seguintes conclusões: A- A petição inicial não é inepta, inexistindo contradição entre o pedido e a causa de pedir, devendo a  R., o  R., e a  R. ser julgados parte legítima nos presentes autos, e a acção prosseguir não só contra o  R., como contra os referidos  R., o  R., e a  R.; B- Em síntese, a acção centra-se na constituição da sociedade comercial,  Ré, com o mesmo escopo social lucrativo da autora, e a finalidade de absorver, como absorveu, o património e a clientela desta em seu prejuízo e à sua revelia e do seu outro sócio gerente; - A  Ré nasceu da colaboração dolosa entre os RR., respondendo o  Réu pelos danos causados por incumprimento do dever a que alude o art.