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Note-se que a presente absolvição da instância, não deixa desprotegida a defesa de qualquer dos oponentes – muito pelo contrário, protege a tutela jurisdicional de cada um relativamente à sua concreta posição processual no processo de execução fiscal – podendo os mesmos, em concretização do princípio pro actione e de acordo com o artigo 3, n. 5, do CPC, deduzir oposições autónomas contra a execução em causa nos presentes autos, no prazo de 30 dias, prazo, esse consagrado no citado normativo, mais lhe sendo lícito lançarem mão dos mecanismos de economia processual e aproveitamento de actos, de tudo o quanto se tenha processado, nos termos previstos no n.3 do artigo 27 do CPC, todos aplicáveis ex alínea do artigo  do CPPT.