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–Assim, aquilo que o Tribunal a quo poderia ter dado como provado era que:  "2- Nessa sequência, agendaram uma visita à fração, que acabaram por adquirir, com a colaboradora da imobiliária,O..., sendo acompanhados, durante a mesma, por esta, pela ré Anabela, tendo a ré referido que a parte de baixo da casa estava toda habitável, a parte de cima, o sótão é que tinha que ser arranjado.” – Para além disso, o Tribunal a quo deveria ter dado como provado que: "Aquando da venda do imóvel os Réus desconheciam o estado em que se encontrava o telhado do imóvel.” –Com efeito, sobre esta matéria refere o Tribunal a quo: "No que respeita aos factos provados sob os números 9 a 13, 21 e 22 correspondentes aos art 6 a 15, 30 a 3 da petição inicial e 10 da contestação), tomou-se em consideração os depoimentos de parte prestados pela ré Anabela e pelos autores, em conjugação com as declarações de parte prestadas pelos autores, no âmbito das quais, além do mais que se considerou provado, por ser merecedor de credibilidade, se atribuiu especial relevância às prestadas pelo autor, na parte em que esclareceu que foi ele, já depois de ter recebido as chaves da fração, quem fez um buraco na corticite que reveste o telhado e pôs à mostra o estado em que o telhado se encontra e que é visível nas fotografias integrantes do relatório pericial.