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486--- Segunda Tal servidão com cerca de 90cm de largura, sendo de pé e de carro de mão numa extensão de 11,90m, desde o início da extrema nascente do prédio dos réus até ao botadoiro do poço, e apenas de pé a partir do botadoiro até à extrema nascente do prédio dos autores, inscrito na matriz sob o art 4861 numa extensão de mais 4,70m.--- Terceira Os autores têm acesso de pé, do pateo do seu prédio urbano inscrito na matriz sob o art 27 diretamente à referida servidão através de uma porta em chapa zincada, pela qual depois descem para a servidão através de cinco degraus de pedra existente no seu prédio.--- Quarta Os réus obrigam-se a retirar as vigas de cimento e a rede metálica que contorna o prédio urbano dos autores, deixando apenas uma viga para sustentar a porta que se situa a nascente do prédio dos réus , no local dos réus.--- Quinta Os réus obrigam-se a manter a referida porta sem fechadura por forma a permitir aos autores o acesso à supra mencionada servidão.---- Sexta Os réus comprometem-se a colocar os dois degraus em falta na escadaria que dá acesso ao pateo dos autores, inscrito na matriz sob o art 2-- Sétima Os réus obrigam-se também a colocar as pedras que caíram no muro do prédio dos autores, junto à servidão.--- Oitava Os autores reconhecem a existência de uma servidão de pé e de carro de mão, com a largura de 90cm e de comprimento cerca de 3,80 a favor do prédio dos réus e que onera o topo norte do seu prédio com o art 485--- Nona Os demais pedidos ficam prejudicados pela transação supra.--- Décima Custas em partes iguais, sem prejuízo da reclamação das de parte.---" 8) O referido acordo foi homologado por sentença.