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3 Por outro lado, e como supra se referiu na resposta à primeira questão fulcral da recorrente, dos autos apenas resulta da alínea da matéria assente factos provados n. 8 da sentença), que a Recorrida comunicou à autora por correio de 26/7/2004 que, "Por não se verificarem os pressupostos das garantias para nós transferidas pelo contrato de seguro em epígrafe, vimos por este meio comunicar-vos que declinamos toda e quaisquer responsabilidade pelas consequências do incêndio ocorrido em 14 de Março de 2003 nas vossas instalações sitas na Rua Conselheiro Veloso Cruz, 303/307, em Vila Nova de Gaia".H) - sic 3 Ora, nada decorre desta factualidade que a Recorrida tenha fundamentado a sua desresponsabilização "apenas e só” nas causas não naturais do sinistro!