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De todos estes factos apenas se encontram duas referências indiretas e insuficientes para os considerar alegados: que vivem em economia comum situação que se funda apenas numa ligação económica, diferente de viver condições análogas às dos cônjuges, em comunhão de mesa, leito e habitação, por não contemplar, nem a parte afetiva, nem sexual, sendo certo que não invocam, nem o seu início, nem a ausência de; quanto ao IRS apresentado em comum, apenas o aduzem quanto ao ano de 201  Por via da obrigação imposta aos demandantes trazida pelo disposto no artigo 552 n 1 alínea do Código de Processo Civil, ex artigo 549 n 1 do mesmo diploma, correlativo do princípio do dispositivo, de que o artigo 5 n 1 do Código de Processo Civil é afloramento "Às partes cabe alegar os factos essenciais que constituem a causa de pedir”), essencial para o efetivo exercício do contraditório e da responsabilidade das partes, de "Expor os factos essenciais que constituem a causa de pedir e as razões de direito que servem de fundamento à ação”, estariam os Requerentes inibidos de, nesta fase, trazer estas novas razões de facto e de direito que fundamentariam a sua pretensão, logrando que fosse conhecido facto que não invocaram que vivem há mais de dois anos como se cônjuges fossem, não obstante o divórcio e nunca efetuaram as partilhas dos bens do casamento que haviam celebrado no regime de comunhão de.