Legal Document Excerpt:

A A. não prova a existência do alegado pré-acordo com a NOS, sendo que o mesmo nunca poderia ter qualquer validade, dado que existia em vigor, desde 202015, um acordo daquela operadora com a Kinology que só terminou em Junho de 201  Quanto ao contrato com a RTP, que se impugna porque não tem data e ao qual a R. é alheia, mesmo que se considere que é válido, é a A. quem deve assumir a responsabilidade, já que se compromete a entregar a obra, quando nem sequer a Alfama exerceu o direito de opção, prevendo-se na cláusula quarta, n 1 que ‘...as duas cópias síncronas do filme seriam entregues até ao final de abril de 2017’.