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2	O Recorrente apresentou as alegações de recurso, com conclusões do seguinte teor: «1- Os presentes autos respeitam a impugnação da liquidação do IVA dos períodos de Janeiro a Dezembro de 2002, com recurso à aplicação de métodos indirectos; 2- O douto Acórdão, ora recorrido, ao julgar verificado o erro a quantificação da matéria tributável por entender que o poder discricionário desenvolvido pela AT na quantificação da matéria tributável se traduziu na fixação de resultados que não têm aderência à realidade, baseou-se na factualidade dada como provada em do probatório, de que a loja da impugnante sita em  iniciou a actividade em finais de Dezembro de 2002 e, por isso, ao concluir que a AT se baseou num pressuposto de facto errado, ao apurar a quantificação da matéria tributável, com base na média das vendas declaradas nos meses em que se registaram valores declarados, aplicando esses valores aos meses em que não foi declarado qualquer valor, corrigindo o montante apurado de acordo com a percentagem determinada, conforme do probatório, incorreu em erro de julgamento por violação dos artigos 7, n. 3 da LGT e 10, n. 3 do CPPT; 3- A quantificação da matéria tributável em causa nos autos, como resulta do teor do RIT – matéria dada como provada em do probatório – foi efectuada com recurso a métodos indirectos nos termos do artigo 8, n. 1 al.