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Do exposto, resultam, num excessivo esforço de síntese, três diferenciadas posições:  )– A da Executada/Embargante para quem, inexistindo qualquer situação de incumprimento, o preenchimento da livrança entregue em branco ao mutuante Banco é abusivo, devendo, consequentemente, ser declarada extinta a execução instaurada ; )– A do Exequente/Embargado, entendendo ter ocorrido efectivo incumprimento por parte dos mutuários, legitimando o preenchimento da livrança entregue em branco pelo valor então em dívida, mediante prévia resolução do contrato e interpelação da Avalista, pois o acordado em sede de incidente de aprovação do plano de pagamentos dos mutuários subscritores, por apenso aos autos de insolvência, não afecta os direitos do Exequente contra a Avalista ; )– A do Tribunal a quo, que, apesar de reconhecer que a Embargante, enquanto avalista, responde apenas perante o Banco Exequente nessa qualidade, entende que, tendo sido ambos parte no acordo de preenchimento da livrança, a responsabilidade cambiária da Executada/Avalista é parametrizada, no essencial, pelo incumprimento dos mutuários subscritores da livrança, sendo que este apenas ocorreu relativamente a 4 prestações, no valor total de 019,52 €, pelo que só este valor poderia ter sido aposto no título preenchido.