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O Tribunal da Relação do Porto, embora não o alterando, decidiu desconsiderar por completo o factoprovado sob o ponto 13, justificando-o através de mera nota de rodapé, com o n. 14, a qual reza: "Dizasentençaque"ocorreramtaisinterpelações/denúnciasem2demaiode2013everbalmente24dejaneirode2014”,correspondendoestasegundadataàrealizaçãodeassembleiadecondóminos,naqualestevepresenteosóciodaRé,BB.Porém,tendoeleparticipadonessaassembleianãoemrepresentaçãodaRé,nãotendoomesmopoderesderepresentaçãodaRé,e,porisso,nãoapodendovincular–cfr.teordacertidãopermanentedaRéjuntaaosautos,eponto1dosfactosprovados–,masnaqualidadedecondómino–cfr.pontos1,1e1dosfactosprovados–,nãosepodeconsiderarquehajaaRésidonessadataverbalmenteinterpeladaparaeliminaraspatologiasqueafectavampartescomunsdoprédio,nemoreconhecimentoaquealudeoponto1dosfactosprovadostemqualquersignificadojurídico,pelasapontadasrazões”.