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Maria Albertina Martins Lourenço e Carlos Lourenço; - O prédio inscrito na matriz sob o artigo  da seção confina ainda com o prédio inscrito na matriz sob o artigo  da seção , propriedade do Réu J; - Por carta datada de 14 de junho de 2019 e para assegurar o exercício do direito de preferência, os RR  e  comunicaram aos donos dos prédios confinantes, os aqui AA e ao aqui co-Réu J, as condições de venda do seu prédio, sendo que ambos manifestaram a intenção de exercer a preferência, tendo prevalecido o direito deste último em virtude de o somatório das áreas do prédio preferido e do prédio do preferente se aproximar mais da unidade de cultura do que o somatório das áreas dos prédios do AA com o prédio objeto da preferência;  - Sucede que o prédio propriedade do Réu J, matricialmente inscrito sob o artigo  da seção , confina em toda a sua extensão com o prédio inscrito na matriz sob o artigo  da seção que, por sua vez, confina com o prédio inscrito na matriz sob o artigo  da seção , todos esses prédios pertencem ao Réu J e o somatório das suas áreas ascende a 147,4334ha, excedendo a unidade mínima de cultura fixada pela Portaria 202/70, de 21/04, constituindo tais prédios uma única exploração agrícola, explorada de forma unitária pelo Réu;  - Concluem, por isso, que uma vez que o prédio pertencente ao Réu J não é um minifúndio apresenta áreas superiores à unidade local de não se verifica relativamente a este o pressuposto do exercício do direito de preferência, pelo que, têm os AA direito de haver para si o prédio inscrito na matriz sob o artigo  da seção nas mesmas condições em que foi indevidamente vendido ao Réu J. Os AA procederam ao depósito do valor de € 4300,00 quarenta e nove e trezentos, relativa ao preço, às despesas de escritura, registo e impostos atinentes ao negócio de compra e venda.