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Factos não provados  O Tribunal a quo considerou que «nenhum dos restantes factos alegados pelas partes com interesse para a decisão da causa resultou provado, designadamente:  a. Que a condutora do veículo CA imprimisse ao mesmo uma velocidade de cerca de 90/100 Km/h;  b. Que no momento do embate a autora não usasse cinto de segurança; Que como consequência directa do embate supra descrito a autora tenha sofrido dores pelo corpo;  Que os cirurgiões que atenderam a autora no dia 16 de Fevereiro pretendessem submetê-la a uma ortopantomografia, mas que não fizeram por não ser comparticipada pelo SNS;  e. Que a autora tivesse formado uma contractura no músculo do maxilar inferior esquerdo;  f. Que a autora ainda tivesse a cara inchada no dia do seu casamento;  g. Que no dia do seu casamento a autora tivesse sentido dores;  h. Que nesse dia tivesse tomado antidepressivos;  Que a autora ainda tenha dificuldades na mastigação, na mordida, na oclusão.».