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70, n2, alínea, do CCP, mas, algo diferente, ou seja, sendo ele mesmo uma causa de exclusão do concorrente na Diretiva, tal implica que se terá de proceder à sua interpretação com o Direito da UE, quer o Direito originário quer o Direito derivado, como é agora o caso da Diretiva 2014/24/UE;  9 Assim sendo, há que seguir o que já foi decido pelo nosso STA no seu Acórdão de 30/10/14, Proc n 092/14, de que em consonância com o princípio da interpretação conforme ou compatível com o Direito da União, o intérprete e aplicador do direito nacional devem atribuir às disposições nacionais um sentido conforme ou compatível com as disposições europeias, sendo que todo o direito nacional aplicável deve ser interpretado em conformidade com o Direito da União;  10 Impõe-se por isso, segundo o citado Acórdão, que os órgãos jurisdicionais façam tudo o que for da sua competência, tomando em consideração o direito interno, considerado no seu todo e aplicando os métodos de interpretação por este reconhecidos para garantir a plena efetividade dos normativos da UE que estejam em causa e chegar a uma solução conforme com a finalidade pelos mesmos prosseguida;  11 Para tanto, importa desde logo ter presente que os objetivos da UE previstos no n 3, do art.