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Posteriormente ao termo da fase dos articulados, no tribunal a quo foi proferido o despacho datado 27 de janeiro de 2021, do qual consta, além do mais, o seguinte: "Atendendo à situação de saúde pública que actualmente se vive em Portugal, causada pela infecção epidemiológica denominada por "Covid-19”, que se agravou muitíssimo, com um elevado e reiterado número de infectados, internados e falecimentos diários nas últimas semanas, e considerando que se aguarda a implementação de novas medidas no que respeita ao funcionamento dos Tribunais e, designadamente, no que às diligências presenciais diz respeito, pelo menos em processos de natureza não urgente, de acordo com a comunicação do Primeiro Ministro ao país na quinta-feira passada, dia 202021, notifique os Ilustres Mandatários para virem aos autos, no prazo de dez dias, dizerem se pretendem: a)- a designação de data para audiência prévia, a realizar no Tribunal, com a possibilidade de algum, ou todos, os mandatários e/ou partes poderem dela participar através do Webex ou b)- a dispensa da realização da audiência prévia, sendo os autos conclusos para saneamento, com a advertência de que o silêncio será entendido no sentido de não oposição à dispensa da audiência prévia”  Sucede que, nesse mesmo dia, veio a ré apresentar um denominado articulado superveniente, onde começa por dar como reproduzido o alegado nos arts.