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Todavia, embora o mandato seja exercido em nome próprio, o negócio pertence sempre ao mandante, pelo que os resultados úteis conseguidos pelo mandatário devem ser para aquele transferidos art..   Em suma, "no mandato sem representação, o ato produz os seus efeitos na esfera jurídica do mandatário, que é parte no negócio que celebrou com o terceiro, executando em nome próprio a gestão de que está incumbido, tornando-se, formalmente, o sujeito dos direitos e obrigações promanados da atividade exercida, muito embora, em consequência e execução do mandato, deva transferir para o mandante os direitos adquiridos, no interesse de quem essa atividade foi realizada” Acórdão do STJ de 012013), pelo que, citando o Professor Galvão Teles, Parecer publicado na J. Ano, tomo 3, pág.