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31/32 da; b) dar a relevância que deu a certos factos dados como provados como é o caso, por exemplo, do facto dado como provado na alínea do probatório), e, ) ao concluir a final, nomeadamente sublinhado, "no sentido de que nenhum indício existe no Relatório de Inspecção Tributária que afaste a boa-fé da Impugnante, enquanto operador económico/sujeito passivo, quer no plano subjectivo quer no plano objectivo, porquanto do mesmo não é possível concluir que a Impugnante conhecia a existência do esquema fraudulento nem que não podia deixar de o conhecer.”, e, "E não tendo tal acontecido, conclui-se que a Administração Tributária não recolheu indícios que legitimam a sua actuação no sentido de não aceitar a dedução do IVA mencionado nas facturas em causa nos autos, ou seja, não cumpriu com o ónus que sobre si impendia no sentido de fundamentar substantivamente/materialmente) as liquidações impugnadas.”.