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J. Em terceiro lugar, impugna-se a decisão sobre a matéria de facto de se ter dado como provado somente que: "a propósito do crime pelo qual cumpre pena, o recluso refere que o praticou, esclarecendo que o mesmo ocorreu em 2014 e que «consistiu numa discussão muito grave que teve com a companheira, bem como com violência psicológica, em que lhe chamou nomes»”, conforme resulta do ponto  dos Factos Provados da Fundamentação de Facto da decisão recorrida, e que deu como provado que: "apesar de demonstrar alguma consciência do desvalor das suas condutas, não se encontra em fase de interiorização do sentido da pena, não demonstrando um arrependimento genuíno” conforme resulta do ponto  dos Factos Provados da Fundamentação de Facto da decisão recorrida.