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37/1,a):  a) A enumeração de cada uma das condenações sofridas, ordenadas pela data da prática dos crimes pelos quais o agente se mostra transitadamente condenado para se explicitar imediatamente a evolução criminológica-criminal-penal), com expressa discriminação, além da data da ação ou omissão e, do nomen iuris do crime pelo qual foi condenado acompanhado pelo menos de uma síntese compreensiva da atuação concretamente provada por serem plúrimas as subsumíveis a uma norma;  b) A referência à postura, g., negação ou confissão que pode ser processual penalmente operante ou não, integral ou dos factos provados como resulta da audiência de;  ) A data do trânsito de cada uma das decisões finais condenatórias relevante para a definição do âmbito de um concurso vs de uma sucessão de a considerar na decisão a proferir conforme as soluções plausíveis de direito;  ) A referência aos dados pertinentes ao estado de cumprimento das penas concretamente aplicadas, a final;  e) A enumeração de todos os factos que tenham sido possível apurar quanto à história e condição pretérita e recente do condenado nas vertentes social, económica, familiar, cultural, profissional e ou laboral.” Miguez Garcia/ Castela Rio, Código Penal com notas e comentários, Coimbra: Almedina, 2014, p..   E, no que respeita à jurisprudência, este Tribunal tem, maioritariamente, entendido que enferma de nulidade, por falta ou insuficiência de fundamentação, nos termos do disposto no art.