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Ora, por tudo quanto se passou no seio do processo que correu termos no Tribunal Judicial de Braga, instância Central, 1 secção cível, J 4, com o n de processo 750/19 TBVVD, e por tudo quanto o recorrido, agora alega, estão afastados os factores de atribuição de competência constantes das alíneas e , do art 65, e, portanto, o tribunal português não é competente.E se dúvidas houvesse no que respeita ao critério do art 65 alínea do CPC, ou seja, "Ter sido praticado em território português o facto que serve de causa de pedir na acção, ou algum dos factos que a integram”, tal dúvida estaria dissipada pela confissão integral do autor no art 19, 20 21 e 22 desta petição inicial - para na o mais ser retirado - art 352 e 358 do Cód.