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para a construção de um pavilhão industrial sito na sede social da Ré;  --22- Em meados de agosto de 2016, a Ré e a empresa , Lda., ajustaram o valor da empreitada em € 63,000,00 sessenta e três, incluindo o orçamento o projeto de arquitetura e respetivos licenciamentos e procedimentos legais, o nivelamento do terreno, a estrutura completa do pavilhão industrial, com portas e portões industriais e certificados, piso industrial com caixa de 25 de saibro, 15 de "tout venant” e 10 de cimento, cobertura em painel sandwich de 30 e laterais forradas a sandwich de 40 ;  23- Seriam colocadas quatro portas de segurança, um portão seccionado no cais de cargas e descargas de quatro metros de comprimento por três metros de altura e com abertura manual e um portão seccionado de serviço de 4 metros de comprimento por 4 metros de altura e com abertura manual;  24- Com a adjudicação da empreitada, a Ré entregou à a quantia de € 1000,00 quinze;  25- O piso industrial, em determinadas zonas, não ficou com as medidas acordadas - caixa de 25 de saibro, 15 de "tout venant” e 10 de cimento;  26- A estrutura do pavilhão, devido ao facto de os furos para as madres terem sido lá furados, começou imediatamente a enferrujar;  27- Em dezembro de 2016, surgiram defeitos na soldadura, quer no que toca ao nivelamento, quer na própria estrutura de suporte à mezanine, que apresenta um vão;  28- Em 25 de Novembro de 2016, a obra foi alvo de uma vistoria e, por se verificar que não existia licenciamento, foi instaurado um processo de contraordenação contra a Ré;  29- As partes haviam acordado que a obra em causa teria de estar pronta antes do Natal de 2016;  30- Os trabalhos apenas terminaram a meio do mês de janeiro de 2017;  31- Sem que, contudo, os portões colocados estivessem a abrir, já com infiltrações pela cobertura;  32- Os defeitos acima referidos sempre foram reclamados perante a empresa , Lda.