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Do confronto das questões suscitadas acerca da validade formal do documento que titula a doação e o respectivo termo de autenticação, com o teor da sentença, verifica-se que esta apenas se pronunciou sobre a questão de o reconhecimento de assinaturas feitas a rogo não ter sido excluído da extensão do regime do reconhecimento feita pelo artigo 3 do Decreto Lei n 76-A/2006 a favor das entidades e profissionais mencionados no respectivo n.   Assim, omitiu a devida pronúncia da sobre as questões da falsidade das "assinaturas digitais” rectius, das impressões digitais imputadas aos, da falta de confirmação no termo de autenticação das assinaturas a rogo artigos 37, ns 3 e 4, e 15, Código do, da omissão da declaração no termo de autenticação de que o mesmo era assinado a rogo dos doadores; de ser a donatária quem declara que os doadores não podem assinar, e não os doadores, de não existir um verdadeiro rogo mas sim testemunhas abonatórias dos doadores não saberem assinar, em violação do disposto no artigo 4, n. 1, Código do Notariado.