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Foi produzida prova abundante g. depoimento da do seguinte facto que se acrescenta aos factos provados:  «Desde que o progenitor passou a viver em união de facto com QQ, a AA, por vezes, pernoita com o pai em casa da companheira dele.» Despojado do excesso tendencioso que a recorrente lhe associa, é absolutamente conforme com as regras da experiência comum e o crescimento sadio que a AA apresenta, bem como com os meios de prova indicados pela recorrente o seguinte facto que se acrescenta aos factos provados:  «A AA desenvolveu uma relação afectiva com a irmã KK, com a qual brinca e gosta de estar, sentindo vontade de estar mais tempo com ela.» Também resulta provado através do documento de folhas 635 sms do recorrido para a o seguinte facto que se adita à matéria de facto provada: «O progenitor decidiu por si que a AA passava a ser assistida por pediatra diferente daquele que a acompanhava desde o nascimento, informando a progenitora que tinha levado a filha a uma consulta com a nova pediatra e da identidade e contacto desta.» Resulta igualmente provado através do referido pelo recorrido a folhas 917 dos autos o seguinte facto que se acrescenta aos factos provados: «O progenitor inscreveu a AA na Escola ..., que escolheu sem consultar previamente a progenitora, tendo-a depois informado da escola frequentada pela filha.»  Está identicamente provado através dos requerimentos juntos aos autos a partir de 28 de Agosto de 2020 folhas 631 e o seguinte facto que se adita: «A progenitora permaneceu em Santa Maria da Feira para estar com a filha e a acompanhar e ajudar no início do seu percurso escolar entre 16 de Setembro e 5 de Outubro de 202» Está ainda provado pelos inúmeros prints de sms trocados entre os progenitores folhas 247 e o seguinte facto que se adita: «Após o fim da sua vida em comum, os progenitores continuaram durante largo período de tempo a contactar entre si para se articularem na organização da vida da filha, propiciando-lhe muito tempo de convívio com o progenitor, bem como com os avós e tia paternos conforme ocorrera durante aquela vida em comum.» Não foi produzida prova bastante de que «após tomar conhecimento da existência do namorado da mãe da AA, o progenitor começou a colocar entraves aos convívios com a criança e a procurar colocá-la contra o namorado da mãe».