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Contudo, nas conclusões, relativamente à impugnação da decisão sobre a matéria de facto, limita-se a consignar o seguinte:   "Embora se justificasse uma impugnação mais abrangente, em ordem a corrigir inclusive a falta de rigor manifestada em factos assentes com repetições e até com incongruências, e também por causa da não consideração de alguns dos factos da contestação como provados, a Recorrente restringe a impugnação da matéria de facto a factos relativos à competência da Recorrente para a determinação dos horários de trabalho, a parte do facto 108 da sentença e a alguns pormenores relacionados com a vida familiar da Recorrida, impugnação que justifica as alterações quanto aos factos da sentença, nos termos supra especificados nos n., e do capítulo das alegações.”  Como é fácil de ver, por alusão aos factos consignados na sentença e à referenciação feita pelo tribunal a quo, a recorrente, não só não concretizou os factos que impugnava, como não indicou qual a decisão que deveria ser proferida, não cumprindo assim o ónus de impugnação estabelecido nas alíneas e do transcrito n. 1 do artigo 64 do CPC.