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Esta venda é nula desde logo porque o 1 R. não era dono da fracção, sendo esta um bem comum do 1 R. e da A., facto do conhecimento da 2 R.. Por outro lado, a venda é nula porque simulada, dado que o 1 R. nunca quis transmitir à 2 R. a propriedade da fracção, nem esta a quis adquirir, esta divergência entre a vontade declarada e a vontade real foi feita com a intenção de enganar a A., para além de vários credores do 1 R.. Alega ainda, para fundamentar a impugnação pauliana que, se não for declarada a nulidade dos negócios e o bem não for restituído ao património do casal, tem direito a que o valor declarado como preço de venda – pelo menos € 4000,00 – reverta para o dissolvido casal.