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Quer dizer, encontra-se provado que o Réu enviou no dia 18 de Setembro de 2013, ao Autor e a familiares deste, cartas anónimas com um determinado teor, que se deixou transcrito, sendo certo que em relação a esses precisos factos foi sufragada «sem dúvidas a convicção da Senhora Juiz a quo», sic, mas imediatamente após se ter feito esta afirmação, faz-se uma outra a contrariar aquela, mas eivada de uma total ilogicidade qual é a de que «Diversamente, o que em nosso entender não se pode ter como provado é o que foi feito constar do ponto  dos factos provados e que é em suma o seguinte: -Que foi do Réu a autoria das referidas cartas; -Que o Réu teve conhecimento do conteúdo dessas cartas; -Que o Réu quis denegrir, causar, embaraço, intimidar e pressionar o Autor, relativamente à solução a adoptar no litígio que o opunha aos seus familiares.