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Porém, importa considerar que: a) em 2012, aquando do encerramento da discussão em 1 instância no âmbito da ação declarativa com o n 1706/11TVLSB já aquele preceito do CSC se encontrava em vigor, com a mesma redação que atualmente vigora;  b) em momento anterior ao encerramento da discussão em 1 instância no âmbito da mesma ação declarativa o valor da remuneração máxima paga pelas embargantes aos respetivos administradores era de valor inferior ao da pensão que veio a ser reconhecida ao embargado por referência a 201    Tal significa que aquando do encerramento da discussão em 1 instância na ação declarativa já se verificavam factos que, na interpretação que as embargantes fazem do citado preceito, lhes permitiam sustentar a invalidade do montante da pensão de reforma que veio a ser reconhecida ao embargado, por ser superior ao dos vencimentos auferidos pelos administradores da embargante .... Note-se que ao contrário do que sustentam as embargantes, é nossa convicção de que não há que olhar atomisticamente para o montante da pensão de reforma que em cada momento temporal resultou da aplicação da cláusula estatutária ao abrigo da qual o Tribunal reconheceu o direito do embargante a auferir uma tal pensão, nem sequer às sucessivas deliberações dos órgãos sociais das embargantes que alteraram os montantes dos vencimentos auferidos pelos seus administradores, ainda que estas tenham sido adotadas em data posterior ao encerramento da discussão em primeira instância.