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37 supra citado, enquanto os Executados/Mutuantes estivessem em tempo de exercer o direito de retoma dos contratos até à venda judicial do imóvel hipotecado e nomeado à penhora, como admitiu na própria contestação, a Exequente/Cedente não podia ceder os créditos emergentes dos contratos que são títulos executivos, a uma instituição que, como confessadamente assume, "não se encontra abrangida pelo art.28, n.1 do 74-A/2017, de 23 de Junho", para assim impossibilitar o exercício daquele direito "nele previsto e não uma mera faculdade dependente da bondade da instituição de crédito bancária ou de retoma dos contratos pelos Executados/Mutuários.” – cfr.