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Inconformados, os Executados apresentaram o presente recurso de apelação, que terminaram com as seguintes conclusões3: «B) Sem que tenha sido ordenada qualquer produção de prova decidiu o Juiz de Direito a quo pela inidoneidade da caução oferecida e prestada, desconsiderando a existência de uma garantia real – hipoteca sobre imóvel – da dívida reclamada na execução de que os presentes autos são apensos, não lhe assistindo razão ao Juiz de Direito como se demonstrará; G) Revertendo para o caso que nos ocupa: existência de hipoteca voluntária a favor do Banco exequente, o facto de o imóvel ter sido vendido nos processos de insolvência dos proprietários e co mutuários, o facto de se conhecer qual o valor da venda e, ainda, por fim, o facto de se conhecer o valor que o Banco irá receber por força do rateio provisório já elaborado pelo Administrador de Insolvência podendo vir ainda a receber outros valores aquando do rateio, não podia nem devia ter sido ignorado para decidir da idoneidade/ suficiência do valor prestado a título de caução pelos aqui recorrentes para suspensão do prosseguimento dos autos de execução. )