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Logo, a utilização do analisador quantitativo ao ar expirado é a única forma de a autoridade fiscalizadora adquirir a indicação procedimental provisória que obviamente pode ainda ser afastada pela de estar perante a prática de um crime, e não de uma contraordenação – ou seja, apenas com o resultado do teste quantitativo a autoridade fiscalizadora pode razoavelmente concluir estar perante um crime acabado de cometer por aquele concreto condutor artigo 256 do Código, nesse caso dando início ao procedimento que lhe é imposto pelo n 4 do artigo 3 e pela alínea do n 1 do artigo 4, ambos da Lei n Lei n 19/2004, de 20 de Maio, isto é, deter o suspeito e conduzi-lo à autoridade judiciária ou ao órgão de polícia criminal competentes.