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O recorrente - que não contraria, e antes admite, que este seja o "normal” efeito -, esgrime que a anterior anulação não o expressou, pois que para assim suceder "teria de condenar na nomeação com efeitos à data em que foram nomeados os demais trabalhadores concorrentes”, não se podendo "ler o que não está escrito”; "não ocorre uma imperatividade na execução e tudo, mormente no que concerne aos efeitos passados”, podendo a Administração "por efeito da anulação de um acto administrativo ficar no cumprimento de deveres”, "se fosse intenção do julgado anulatório condenar nos efeitos passados teria determinado a condenação na nomeação com efeitos a ...”; "O tribunal a quo nos seus dois acórdãos de 2009 determinou a anulabilidade do acto impugnado e a condenação na nomeação dos RA, o que em boa leitura permite concluir que com o cumprimento daqueles dois quesitos se esgota o julgado anulatório”.