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2 E a tese da autora é tão extraordinária, apresentada com tal desnorte que, na "loucura” em tentar encontrar falhas sobre a prova realizada nos autos capaz de possibilitar a invocação da alegada nulidade da sentença – só existente no seu tresloucado pensamento - vai ao ponto de "meter no mesmo saco” os factos provados 40 e 4 2 Ora, se a autora quer dar como não provado estes factos, 40 e o 41 então, por decorrência, todos os factos restantes, relacionados com estes dois, como o são os 42 ao 47, e mesmo o 29, 30 e parte da matéria assente no que diz respeito à existência das próprias apólices), deixam de fazer sentido e não podem deixar também de se considerarem como não provados porque, foram a base da existência dos contratos de seguros e da alteração posteriormente solicitada pela própria autora em 2001 – vide douta sentença, pág.s 30 e 3 2 Face ao pedido realizado pela autora/recorrente, para que Vossas Excelências dêem como não provados os factos 40 e 41, deixa e automaticamente de ter direito a qualquer alegada indemnização com base nestes contratos, uma vez que, os pressupostos - base da verificação de tal direito de indemnização -, radicam precisamente na existência das cláusulas especiais 006 e 007, negociadas e entradas em vigor na anuidade de 2001 que as rés aceitaram, nomeadamente quanto ao capital de seguro ser determinado pelo valor de substituição com a actualização convencionada de capitais!