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Os recorrentes alegam que o tribunal a quo devia ter levado em consideração os seguintes factos trazidos aos autos pela réno requerimento de 21 de Maio de 2018:   Que fazendo o cruzamento da cópia dos extractos do Banco B com extractos da contabilidade das contas de "fornecedores” e conta "outros devedores e credores”, era possível identificar os lançamentos na contabilidade nas contas dos beneficiários dos cheques: são essas as contas que se indicam na coluna da contabilidade do mapa que consta dos autos;   Que os pagamentos em dinheiro e não em eram realizados em virtude de alguns fornecedores assim preferirem – sendo efectuado o correspondente movimento contabilístico de levantamento de banco para caixa e, através dos recibos, era contabilizado e lançado o pagamento ao respectivo fornecedor;   Que os movimentos para caixa não tinham, obviamente "beneficiário” – a movimentação de fluxos bastava-se com tal registo;   Que o relatório apresentado nos autos confirmava que "todos os documentos entregues foram reconciliados com o extracto da contabilidade;   Que, encontrando-se aos fornecedores e outros devedores e credores lançados na conta 22 ou 27, os beneficiários de pagamentos foram identificados.