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No caso em apreço emerge das conclusões da alegação de recurso apresentadas pela R., ora apelante, que o objecto do mesmo está circunscrito à apreciação das seguintes questões: 1) Saber se foi incorrectamente valorada pelo tribunal "a quo” a prova carreada para os autos, devendo, por isso, ser alterada a factualidade dada como não provada; 	2) Saber se se verificava a existência de uma situação de união de facto entre a R. e o falecido, cuja vigência se reportava, pelo menos, desde o ano de 201   Antes de nos pronunciarmos sobre as questões supra referidas importa ter presente qual a factualidade que foi dada como provada no tribunal "a quo” e que, de imediato, passamos a transcrever:  faleceu em 9 de Março de 2015, com última residência habitual em Rua, n. 14,, Tomar.