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Ou seja, quanto a responsabilidade extracontratual de sujeitos privados, a jurisdição administrativa só é competente para a apreciar quando a esses sujeitos for aplicável o regime específico da responsabilidade do Estado e demais pessoas colectivas de direito público, actualmente consagrado na Lei n. 67/2007, de 31 de Dezembro, que revogou o n 48051, de 21 de Novembro de 196  Sufragamos a exausta fundamentação da decisão recorrida, designadamente quando se refere que «No que respeita à determinação dos termos e condições da sua aplicabilidade a, designadamente às chamadas entidades Públicas sob formas privadas ou entidades privadas de mão pública os «falsos privados») e os privados que exerçam poderes públicos, designadamente os concessionários, que, para este efeito, faz sentido equiparar às entidades públicas importar reter o estabelecido no artigo 1, n 5 do seu Regime anexo: «as disposições que, na presente lei, regulam a responsabilidade de pessoas colectivas de direito público, bem como dos titulares dos seus órgãos, funcionários e agentes, por danos decorrentes do exercício da função administrativa, são  também aplicáveis à responsabilidade de pessoas colectivas de direito privado e respectivos trabalhadores titulares de órgãos sociais, representantes legais ou auxiliares, por acções ou omissões que adoptem no exercício de prerrogativas de poder público ou que sejam reguladas por disposições ou princípios de direito administrativo.