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393, n. 2 e 394, n.s 1 e 2 do e cientes de que, no caso de existência de um começo de prova escrito que torne verosímil o facto alegado pela pelo vendedor confitente, segundo o qual a declaração confessória não é verdadeira, também sufragamos o entendimento de que nos casos em que o vendedor alegue que a declaração confessória não é verdadeira e que ainda não recebeu o preço dos compradores, mas não cuide em alegar os factos concretos que ancoram a falta ou de vicio de vontade que inquinaram essa sua declaração confessória, ainda lhe é permitido demonstrar essa sua alegação, mediante recurso a prova testemunhal, quando e só exista um princípio de prova escrita suficientemente verosímil dessa sua alegação, em que essa prova testemunhal funciona como complemento desse princípio de prova escrito, tendente a demonstrar não ser verdadeira a afirmação confessória que fez perante o agente documentador e que se encontra exarada na escritura pública.