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).” Inconformado, interpôs recurso o requerente, apresentando as respetivas alegações que culmina com as conclusões a seguir transcritas: "  Em 29/12/2020, a Requerida, Mãe do Requerente, aqui Recorrente, foi, tão inesperada quanto inopinadamente, retirada compulsivamente do lar em que habitava em economia comum com o Requerente, sua mulher Mara e a filha de ambos, Joana, alegadamente por "ordem do tribunal" proferida nos autos principais;  Não obstante o Requerente ser filho maior da Requerida, sua Mãe, e quem dela cuidou ao longo de 14 anos até ao passado dia 29/12/2020, e a quem poderá ser deferido o acompanhamento da Requerida, a verdade é que a Sra.