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Na verdade, e como se decidiu no Acórdão da mesma Relação de 10 de Dezembro de 2003, "o arguido julgado na sua ausência nos termos do artigo 333 do Código de Processo Penal de 1998 tem de ser notificado pessoalmente da sentença, mas não pode ser detido para o efeito de ser feita essa notificação"No mesmo sentido, vejam-se os Acórdãos da Relação de Lisboa de 6 de Junho de 2007 e da Relação do Porto de 2 de Outubro de 2002, de 4 de Fevereiro de 2004 e de 7 de Junho de 200 Para todos, consultar www.dgsi.pt;  ) Por último, e numa posição híbrida ou intermédia entre as que se vão de referir, encontramos aqueles que admitem a notificação da sentença apenas nos casos de condenação do arguido em pena de prisão efetiva e excluindo, por conseguinte, as demais penas de substituição não detentivas.