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Resultando inequívoco, quer do depoimento daquele J. F., quer das declarações de parte da Apelante Embargante/Executada, que a questão do pagamento da dívida só se coloca quando o relacionamento pessoal de ambos está já deteriorado e numa altura em que o referido J. F. tinha graves dificuldades financeiras, como ele mesmo assumiu no seu depoimento, as regras da experiência comum não deixam entender como é que, estando tão precisado de dinheiro para si, escolheu precisamente esta altura de aperto financeiro para "compensar” a Apelante Embargada/Exequente da ajuda financeira que deu à outra filha, cuja quantificação nenhum dos dois foi capaz de indicar, nem "por alto”.