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É, relembremo-lo, do seguinte teor o item 25 da matéria de facto adquirida "A arguida representou e quis tirar a vida ao seu marido, o que conseguiu, e para tanto representou e quis desferir, pelo menos, 85 pancadas e golpes de martelo e de faca no corpo deste, com o propósito alcançado de lhe causar a morte.”)  Nos itens anteriores a factualidade adquirida descreve os momentos de acção da arguida, com o desferimento de pancadas com um martelo, na cabeça da vítima, e de golpes, incisos, cortantes e ferentes, em diversas partes do corpo tórax, pescoço e finalmente na da vítima, bem assim o modo de proceder de abandono e da arguida relativamente ao estado em que a vítima se encontrava prostrado no chão, ainda com vida – mas, certamente, desfalecido e em estado de inacção e inanidade fisica – e com uma faca espetada na parte lateral da perna e, decerto, a esvair-se em sangue como atesta uma das primeiras testemunhas a chegar ao local e que tentou evitar que a vítima golfasse o sangue que lhe escorria da boca, GG, as outras terão sido o , a mulher e a.  Concluir, por inferência do narrado/descrito nos itens antecedentes – onde, itera-se, se representou a acção agressiva da arguida mediante a o desferimento de marteladas e facadas em diversas partes do corpo da vítima – que a arguida, com a acção descrita teve a intenção de tira a vida à vítima e que, com a descrita acção, representou e quis que da sua acção sobreviesse a morte da pessoa lesada e ofendida, não nos parece desconexo e incomum, e tão absconso, abstruso e incônscio que possa ferir a inteligência do homem comum.