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O. Assim, na situação em apreço nos presentes autos, no momento daquela Assembleia, a 4 de Dezembro, verificavam-se todas as condições objetivas e subjetivas atento a que a cessão de créditos já havia operado e, de igual modo, havia já sido comunicada à devedora por aquela comunicação de 19 de Agosto P. Por outro lado, conforme notado, a devedora já no apenso "E” havia suscitado a legitimidade da cedente e entre este suscitar desta questão e a Assembleia de Credores decorreram mais de três meses, tempo mais que suficiente para se ter verificado a habilitação processual da Cessionária, o que deve ter como consequência a ilegitimidade do voto do Banco ... Q. Pelo exposto é modesto entendimento da Recorrente que apenas a Cessionária dos Créditos poderia votar na assembleia e que tendo esta questão sido suscitada naquele Apenso em setembro, que até à Assembleia de Dezembro decorreu tempo suficiente para que as interessadas, no caso a Cedente ou cessionária, tivessem promovido a competente habilitação processual.