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Quanto à descrição do dolo, a mesma consta dos factos provados 1 a 14, onde se escreveu que o arguido pessoa singular arguido CJ, por si e enquanto sócio gerente da arguida pessoa colectiva, agiu livre, voluntaria e conscientemente, conformando-se com as omissões descritas nos factos n. 8 a 10 procedimentos de segurança), apesar de saber que sem o desenvolvimentos dessas acções os trabalhadores corriam risco de sofrer acidente que atingisse a sua saúde física e até a sua vida, como lesou, tendo ainda conhecimento que impedia sobre si um dever especial de garante, para com o seu trabalhador sinistrado, e ainda sabendo que a sua conduta era prevista e punida por lei criminal, não se abstendo, porém de actuar no sentido amplo acima conforme se descreveu.