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19, n .s 2 e 3, do CPP Tal medida , mantida ao recorrente, assentou no elevado perigo de continuidade da atividade criminosa para o efeito foi invocado, como facto relevante, o recorrente ter um a personalidade violenta, fria e calculista, pese embora, de perturbação do inquérito, nomeadamente, o perigo para aquisição conservação  ou veracidade da prova, usando o conhecimento que tem relativamente a intervenientes processuais fulcrais, no sentido de estes, quando inquiridos no âmbito do processo,  não relatarem  factos que, correspondendo à verdade, possam fazer piorar a sua  situação  jurídica, e com grande acuidade o perigo de fuga e já anteriormente se tentou subtrair à ação da justiça, com a versão de "que não se entregou porque tinha a possibilidade de assistência por parte da sua ilustre defensora", embora de forma incipiente, crê-se com o real o perigo de  fuga.