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11) Ora, no caso em apreço, a Arguida, notificada para o efeito, por diversas vezes referiu expressamente que a produção da prova era determinante, pelo que embora nada tivesse a opor, como princípio, à decisão do caso através de simples despacho, tal só deveria ocorrer se a prova junta a que a Arguida não teve fosse a necessária para a demonstração dos factos por si alegados na impugnação e que especificou nesses requerimentos de resposta, os quais, a terem-se por demonstrados, tornariam desnecessária e, assim, inútil, a audição de testemunhas e, por outro lado, a revisão/confirmação de que a prova documental junta pela Arguida em sede administrativa, se encontrava junta aos autos judiciais.