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Não nos convencemos, pois, que, quanto a ela, "em termos de alimentação e higiene” e de "educação e desenvolvimento” a situação tenha evoluído negativamente em relação à que se verificava quando foi decretada a anterior medida e, portanto, que se perfile agora uma "situação de emergência” ou seja, de "perigo actual ou eminente de grave comprometimento da integridade física ou psíquica” que exija protecção imediata diversa da que já vem sendo, ou uma situação em que os perigos já antes diagnosticados estejam em risco de se agravar seriamente "enquanto se procede ao diagnóstico da situação da criança e à definição do seu encaminhamento subsequente”, e que precipitem a opção pela drástica medida de retirada da menina – agora ainda com menos de dois anos – do seio da família, especialmente desligando-a da mãe e colocando-a, abruptamente sem qualquer planificação, em instituição residencial, a pretexto de, como exige a lei, "contribuir para a criação de condições que garantam a adequada satisfação de necessidades físicas, psíquicas, emocionais e sociais” da S. cujo deficit não se mostra, segundo a prova, atingir um grau apenas susceptível de ser coberto por tal via .