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Para tanto alegou não ter a autora entregue a S.–Unipessoal Lda., a quantia de 22154,85€, sendo o negócio simulado; que, além do mais, não foi celebrada escritura pública ou documento particular autenticado, pelo que o contrato de mútuo seria nulo; que não foi plasmado nas contas da sociedade a existência da dívida à autora; que a sócia gerente da sociedade é filha da autora; que ambas agiram de má-fé por ambas conhecerem à data da celebração do contrato resolvido o estado iminente de insolvência; que o penhor é ineficaz em relação aos credores, pois que a coisa empenhada continuou na esfera de acção da sociedade art.