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Assim, o Tribunal a quo limitou-se, após a Conferência de Pais datada de 212016, e sem mais diligencias tendentes à notificação do requerido para apresentar as suas alegações e/ou sem conhecer ou ponderar, critica e ponderadamente, dos factos impeditivos, modificativos ou extintivos invocados pelo recorrente para alterar o montante da prestação de alimentos – conforme elencou fundamentada e discriminadamente em Requerimento inicial anterior para a Alteração das Responsabilidades Parentais – o Tribunal entendeu decidir, sem mais, bastando-se para tanto com o requerimento inicial da requerente de incumprimento Apenso e da respetiva Conferência de Pais realizada a 212016, sem atender, valorar e/ou ponderar que o recorrente já anteriormente ao incidente de incumprimento tinha apresentado em juízo o requerimento onde elencava as razões, fundamentadamente, em que sustentava a impossibilidade de pagamento da prestação alimentícia fixada, designadamente em virtude das alterações ocorridas de ordem económica, profissionais e pessoais nos rendimentos e agregado familiar do recorrente.