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É igualmente notório o esforço do Banco de Portugal de as ir concretizando cada vez com maior grau de precisão, procedendo igualmente à retransmissão para o Banco A de quaisquer passivos que, por qualquer razão – mesmo decisões judiciais – tivessem sido incorporados no património do Banco B.  Perante tal, temos de concluir que decorre das sucessivas interpretações e clarificações, que a responsabilidade suscitada pelo autor nos presentes autos, não foi transmitida para o Banco B.  Ora, se as partes nos presentes autos são processualmente legítimas, pois que são elas os sujeitos da relação material controvertida tal como é esta desenhada pelo autor na petição inicial, já não são material ou substantivamente legítimas, já que a legitimidade material ou substantiva, pelo contrário, respeita às condições subjectivas da titularidade do direito invocado.