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Sucede que o pedido principal formulado pela Autora nos autos, foi do montante de € 53869,32€ € 92328,24 a título de capital + € 61541,08 a título de juros de, sendo certo que na primeira instância, a Ré foi condenada no pagamento da quantia de € 22938,94, acrescida dos juros de mora vencidos apenas a contar da citação, uma vez que a Ré decaiu também nessa pretensão, juros esses que até à data da prolação da douta decisão 22-04-2020), totalizavam o montante de € 2751,4” Razões por que conclui que o "decaimento da Autora na primeira instância foi na proporção de 21/25 para a Autora e 4/25 para a Ré” e pede a "reforma do Acórdão quanto a custas, decidindo-se que, em termos de custas na primeira instância, as mesmas deverão ser calculadas na proporção de 21/25 para a Autora e de 4/25 para a Ré.