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1 Sendo certo que em ambos os processos está em causa a liquidação de IRC relativa ao ano de 2014, e situações em que os sujeitos passivos SGPS’s) suportaram encargos financeiros com a aquisição de participações sociais no período anterior a 31/12/2013 que não haviam sido deduzidos por força do disposto no n2 do artigo 32 do EBF e da circular n 7/2004 da DSIRC, e relativos a participações sociais que a essa data ainda se encontravam na sua titularidade.”  	Assim sendo, por terem por objeto o mesmo período de tributação exercício de, por respeitarem ao mesmo imposto, por versarem sobre o mesmo pedido dedução/recuperação dos encargos financeiros incorridos e não deduzidos nos anos anteriores à revogação do regime, por assentarem sobre o mesmo fundamento jurídico artigo 3, n. 2 do EBF, na interpretação dada pela AT no Ponto 6 da Circular n. 7/2004, de 30 de Março, da e, por fim, por terem dado interpretação distinta à mesma norma, julgamos integralmente verificados as condições de recorribilidade constantes do artigo 2 do RJAT, na redação introduzida pela Lei n 119/2019, de 18 de Setembro.