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Ademais, como refere o Tribunal a quo, "onsiderando que, por um lado o valor considerado como custo de exercícios anteriores no exercício de 2000 reflete, no caso, valores que haviam sido, nos exercícios a que efetivamente respeitam, contabilizados como proveitos, influenciando errónea e positivamente a matéria coletável e, consequentemente, o imposto apurado; que a Administração Tributária em momento algum questionou a natureza de tais lançamentos como custos, apenas se fundando no princípio da especialização dos exercícios para proceder à correção, desconsiderando-os enquanto elementos negativamente influenciadores do resultado do exercício de 2000, não se alcança em que medida o modus operandi da Impugnante possa ter resultado, a final, numa vantagem para si e, concomitantemente, em prejuízo para o Estado, sendo certo, além do mais, que se demonstrou estar em causa um erro que deu origem, ab initio nos exercícios de 1998 e a apuramento de IRC de montante superior ao devido”.