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A consideração de tal facto não se insere na factualidade essencial, mas apenas instrumental, e o tribunal a quo relativamente a esta questão e na motivação refere o seguinte:« o perito esclareceu as razões da morte e precisou que a taxa de álcool que consta do relatório de autópsia se estriba no exame de toxicologia realizadocontudo, o relatório que está a fls.40 aponta para um taxa que varia entre os 0,12 e 0,2o que não é consentâneo com o que está na perícia e, por isso, nos factos provados ou não provados a ela não se faz referência por seu indeterminável independentemente do que foi alegado pelos AA., visto que esta não é matéria que esteja na sua disponibilidade por a aferição da taxa de álcool é feita através de instrumento legal específico que não pode ser contornado.