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1 Considerando o limite imperativo de juros estabelecido no artigo 69, n. 2, do Código Civil e a diligência que se espera do credor, tendo este aguardado seis anos para instaurar a execução, onde peticiona uma dívida de capital de € 98,009,44 e recorre a diligências dilatórias e ilegais para prolongar a sua pendência, dessa forma, vindo a liquidar mais de €14000,00 cento e quarenta, a título de juros de mora, age com manifesto abuso de direito, o que decorre dos actos com as referências citius 3451000, 4068095,4069657, 4069794, 4650975, 4652441, 46552542, 4653108,25989880, 26142472, 7632783, 8027491, 586034, 1756454,2438814, 89582969, 4629835, 4781283, 5764874, 99236977,7001055, 8881120, 8958176, 10045847, 10047521, 10300219108760079, 1746563 e 188224 1 Considerando o longo catálogo de actos processuais ocorridos após a liquidação de 27-06-2018 11-02-2017), designadamente as penhoras dos vencimentos e dos imóveis, a citação do credor hipotecário, a decisão de venda, a sentença que reconheceu o crédito reclamado, a liquidação de 27-02-2019 e as novas diligências de identificação de bens penhoráveis a liquidação em questão é anómala e sem provisão legal, o que se infere dos actos com as referências11417854, 1981765, 12421166, 12421287, 12668181, 12668194,12668200, 13340034, 13340178, 1340240, 116728890, 14220825,14220847, 14220852 e 1729895 2 A lei não permite ao Agente de Execução efectuar a liquidação do julgado quando bem entender e as vezes que entender, subvertendo os trâmites processuais e no exclusivo interesse do exequente, nomeadamente para realizar a capitalização de juros, de cada vez, passando os juros vincendos a incidir sobre um capital que engloba os juros já liquidados, violando o disposto no artigo 56, n. 1, do Civil, e permitindo ao exequente eximir-se ao princípio da preclusão.