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13 - Omite e esconde o recorrente para justificar a continua densidade dos actos do Sr. Instrutor, que, bem ao contrário do que alega o recorrente no ponto 26 das suas conclusões, quanto aos motivos pelos quais o recorrido apresentou queixa crime contra o Instrutor, pessoal do Departamento Jurídico e as pessoas que aí refere, tal queixa, na verdade, deveu-se ao comportamento e reacção que ele, Sr. instrutor resolveu assumir e protagonizar à frente dum elenco camarário com departamento jurídico incluído pendurado nas costas dele, Instrutor, na medida em que, após o conhecimento da sentença anulatória do primeiro processo disciplinar a que deu origem ao processo jurisdicional 18/2002 do TAF de Coimbra, que anulou anterior aposentação compulsiva do A pelo Município Recorrente por violação do contraditório...) 14 - Conforme sabe o recorrido, até porque não faltaria quem, nos quadros do Recorrente, como que motivado por um ódio contra o A que não se compreendia então e que agora se compreende menos, optou o Sr. Instrutor do recorrente por aplacar a sua vingança de tal forma que, entre tantas caneladas que o Sr. Instrutor deu nas pernas dos procedimentos administrativos de que tomou conta como se fosse o dono e senhor da lei, ele, o Sr. Instrutor/relator e etc..., sem qualquer sem molécula de licitude, ordenou mesmo a suspensão de pagamento do salário do A durante a investigação do inquérito disciplinar no âmbito do processo disciplinar mencionado 1/2004), suspensão essa que nunca veio a ser revogada nem reparada ou substituída por outro acto até à presente data e que determinou que o A ficasse cerca de 6 ou 7 meses sem vencimento algum e sem meios de sobrevivência.