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1 Na situação dos autos: "A quantia exequenda provém de um contrato de mútuo, destinado à aquisição de habitação permanente, fracionado em prestações pagáveis com juros, em que a Apelada se constituiu fiadora ") a exequente emprestou a BB e a quantia de € 2184,40 prevendo-se que o empréstimo seria amortizado no prazo de vinte e cinco anos, em trezentas prestações mensais progressivas de capital e juros, vencendo-se a primeira no dia 20 do mês seguinte ao da celebração da escritura; ") na escritura e a embargante AA declararam que se responsabilizavam como fiadores e principais pagadores por tudo o que viesse a ser devido à Caixa em consequência do empréstimo, dando o seu acordo a quaisquer modificações da taxa de juro e às alterações de prazo que viessem a ser convencionadas entre a credora e os devedores” pontos 1 e 3 dos factos.” ) "Clausulado o pagamento do empréstimo em prestações, a falta de pagamento de uma delas importa o vencimento de todas art 781, do ") as prestações convencionadas deixaram de ser pagas em 201993, o que implicou a resolução do contrato de Mútuo, sendo devido o pagamento da totalidade do Empréstimo)” ponto 9 dos factos.” ) No caso, mutuante e mutuários estipularam um plano de amortização e com algum desembaraço se dirá que as prestações mensais de restituição da quantia mutuada são quotas de amortização do capital pagáveis com os juros, uma vez que "o empréstimo seria amortizado no prazo de vinte e cinco anos, em trezentas prestações mensais progressivas de capital e juros, vencendo-se a primeira no dia 20 do mês seguinte ao da celebração da escritura” ponto 1 dos factos provados para, assim, afirmar que a cada uma das prestações mensais de restituição da quantia mutuada se aplica o prazo de prescrição de cinco anos.” –transcrição do acórdão recorrido.