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Postas estas considerações, e tal como assim o reconheceu o tribunal a quo na decisão apelada, uma primeira, "normal” e imediata reacção de qualquer leitor que seja confrontado com a noticia do e agora em análise, é inferir estarem em causa "questões abordadas pelo jornal que soam penosas”,que o mesmo é dizer, de inequívoca e elevada GRAVIDADE, pois que prima facie decorre de uma primeira e despachada leitura do conteúdo do artigo e respectivo texto  que consta da página 6 da edição do "Correio da Manhã” de 23 de Novembro de 2015, e da autoria da  Ré B e do 3 Réu   a "imputação” ao visado A de factos/condutas que são objectiva e MANIFESTAMENTE lesivas do seu BOM NOME  porque prima facie interligadas com práticas de corrupção .