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)”.Na parte final da petição inicial os recorrentes requereram, entre outras, as seguintes provas: «) b - a notificação dos réus G. e para que juntem aos autos os seguintes documentos: - os comprovativos do efetivo pagamento do preço do prédio e veículo - os extratos das suas contas bancárias dos meses de novembro de 2012 a janeiro de 2013, quanto ao prédio, e, setembro a novembro de 2013, quanto ao BMW - as suas declarações de IRS dos anos de 2012 e 2013 - os comprovativos do pagamento dos emolumentos da escritura, registo de aquisição, IMT, imposto de selo, consumos de energia, água, taxas de saneamento e prédio - os comprovativos do pagamento do IUC, prémio de seguro, gastos de combustível e assistência do veículo».Citados, os Réus contestaram.Foi proferido despacho saneador, no qual foi afirmada a validade e regularidade da instância; foi conhecido parcialmente do mérito a acção, julgando-a desde logo «parcialmente improcedente, no que tange ao pedido de declaração de nulidade dos negócios de compra e venda do imóvel e do veículo de matrícula AE por falta de poderes de representação e por violação do disposto no artigo 397 do CSC e do artigo 261 do , assim como o consequente pedido de cancelamento dos aludidos registos de aquisição e o pedido de condenação no pagamento do preço devido pela venda do imóvel e do veículo AE»; determinado o prosseguimento dos autos, «apenas, para conhecimento do pedido de declaração de nulidade dos negócios de venda fundado na existência de simulação de negócio»; foi definido o objecto do litígio – a «simulação do negócio de venda do imóvel titulado pela escritura de 27/12/2012 e a simulação da venda do veículo de matrícula AE» e o «propósito de concretização da venda simulada do veículo de matrícula BO»  –, e enunciados os temas da prova  – «Saber se existiram acordos simulatórios entre o Réu A. F. e os Réus G. e »; «Saber se existiu divergência entre a vontade real e vontade declarada, com a intervenção de G. e de na qualidade de compradores como meros testas de ferro»; «Saber se existiu intenção de enganar e de terceiros, maxime, os Autores na qualidade de accionistas e os credores da sociedade».