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Aliás, a respeito dos requisitos das «despesas não documentadas» e da repartição do ónus da prova, importa remeter – pela transcrição do que é dito na Decisão Arbitral proferida no processo n. 256/2018-T – para o entendimento sufragado no Acórdão do STA n. 837/15, de 22 de Fevereiro de 2017, no qual se discutiam encargos financeiros pagos a entidade bancária derivados de financiamento contraído pelo sujeito passivo, em que "Apesar de estar identificada a natureza das despesas e, bem assim, o seu beneficiário a instituição, o STA considerou que, não tendo sido provada a origem e finalidade das mesmas e., dos juros suportados "elemento indispensável para afastar a sua qualificação como despesas confidenciais”, e cabendo ao sujeito passivo o ónus da "prova dos factos alegados que integram a causa de pedir cf.