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2 Embora tal factualidade possa ser considerada instrumental e tenha sido considerada pelo Tribunal na matéria dada como provada e não provada, devem ser aditados à matéria de facto provada os factos alegados nos artigos 10 a 11 da Contestação, ou seja, de que os Guardas  e , chegados ao local, fizeram uma inspeção do estabelecimento, e que dessa inspeção concluíram não existir qualquer parte do estabelecimento danificada nomeadamente vidros ou nem qualquer tipo de arrombamento que desse acesso à dependência bancária da E1; que, além disso, não vislumbraram dentro do estabelecimento qualquer movimento suspeito, não detectaram qualquer ruído nem constataram qualquer alteração estranha na disposição dos mobiliários e equipamentos do mesmo; que entenderam não ser necessário entrar no estabelecimento, seja utilizando chaves de que dispõe a administração da seja arrombando qualquer porta ou forçando a entrada o que, em caso de suspeitarem de assalto, se justificaria que; que concluíram também nada justificar, por exemplo, que fosse montado um cerco ao estabelecimento, para evitar a fuga de quem quer que fosse, nem a chamada de reforços policiais.