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Vejamos: Logo na primeira conclusão, a Recorrente alega que «o presente recurso de revista tem um carácter excepcional previsto no artigo 15, n. 1 e n. 2, e deve ser admissível para uma melhor aplicação do direito probatório) perante uma questão que, pela sua relevância jurídico social se reveste de importância fundamental tendo em conta o interesse prático e objectivo, medido pela utilidade da revista em face da capacidade de expansão da controvérsia ou da sua vocação para ultrapassar os limites da situação singular que é juridicamente insustentável no seu segmento decisório» e, em seguida, afirma que «há a necessidade de intervenção do Supremo Tribunal Administrativo para uma melhor aplicação do Direito, porque se visiona na apreciação feita pelo Tribunal recorrido erro manifestamente grosseiro quanto à apreciação da prova que reconduz à nulidade do Acórdão recorrido, porquanto a decisão é descabidamente ilógica, ostensivamente errada e juridicamente insustentável».