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É que só assim será possível, sem quaisquer dúvidas, identificar que concreto incumprimento foi considerado pelas partes grave e constituinte de fundamento de resolução, a ponto de o subtrair a uma eventual apreciação do juiz”; - Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 2-03-2011, relator Barateiro Martins, processo n. 357/08TBCBR.C1; - Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 29-02-2012, relator Barateiro Martins, processo n. 1324/07TBMGR.C1; - Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 19-05-2015, relator Barateiro Martins, processon.887/17TBLSA.C1; - Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 6-12-2016, relator Luís Cravo, processo n. 195/13TBPCV-A.C1; ü   Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 19-09-2019, relatora Ana Cristina Duarte, processo n. 7170/10T8GMR.G Veja-se, perante cláusula resolutiva estipulada com a minúcia suficiente para identificar os concretos comportamentos das partes que originariam o direito à resolução imediata, os acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça de 16-11-2017, relator Abrantes Geraldes, processo n. 768/06TBPVZ.PS1 e de 17-11-2015, relator Fernandes do Vale, processo n. 7582/15TBCSC-A.LS1, onde se consignou que a mora no pagamento de uma prestação de renda por um prazo superior a sessenta dias conferia o direito a resolver o contrato.