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22 a 27 do mesmo anexo, junto aos autos pela Demandada;      - A Demandante agiu de forma livre, consciente e voluntária, bem sabendo que ao não evitar a ocorrência dos referidos acontecimentos incumpriu deveres legais e regulamentares que lhe competiam enquanto participante no espetáculo desportivo.”   A ora recorrida impugnou, junto do TAD, o acórdão do Pleno da Secção Profissional do , datado de 27/3/2018, que, negando provimento ao recurso hierárquico que interpusera, confirmou as multas que lhe haviam sido aplicadas pela prática das infracções disciplinares previstas e punidas pelas alíneas e do n. 1 do artigos 18, do RDLPFP, no valor global de € 103,0    O TAD, por acórdão de 6/6/2018, julgou improcedente o pedido da ora recorrida, mantendo as referidas sanções e indeferiu a requerida isenção de pagamento da taxa de arbitragem.