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Relativamente ao ponto 32, onde se deu como provado que «e11-02-2021, os AA, através da sua mandatária, enviaram carta registada à Ré sociedade, onde, além do mais se refere:», dizem os recorrentes que alegaram no artigo 40 da petição inicial que «por carta registada, enviada à ré com aviso de receção em 11-02-2011, os autores, através da sua mandatária, reiteraram a resolução do contrato de empreitada com fundamento no incumprimento definitivo do mesmo, instando a ré a restituir a quantia paga», não fundamentando o tribunal recorrido a redação do ponto 32 dos factos provados, pelo que se devia ter limitado a dar como provado o facto tal como articulado pelos autores.