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o Parecer publicado na J., ano - 1982, Tomo , pág..    RUI PINTO e CLÁUDIA TRINDADE consideram-na "uma servidão legal em sentido fraco”, por ser "constituída pela lei”, mas poder "ser afastada por vontade das partes” e, prosseguindo, referem que "pese embora a natureza legal da sua fonte, não pode deixar de se considerar que a figura é ainda dominada pela autonomia das partes”, havendo por isso "analogia entre a servidão constituída por destinação do pai de família e as servidões voluntárias”, sendo esta analogia que justifica não ser aplicável àquela o regime das servidões legais, em especial a impossibilidade de ser extinta por desnecessidade, nos termos do art.