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Aliás, no caso em apreço, não tendo a secretaria recusado, desde logo, o recebimento da petição, e tendo a Autora solicitado a apensação a estes autos da providencia cautelar de suspensão desta deliberação a correr termos sob o n 879/22T8STS, do Juízo de Comércio de Santo Tirso–J3 e dado nota de forma expressa, na parte final do articulado inicial, da junção do comprovativo de pedido de apoio, o juízo de valor do julgador deveria ter sido mais cauteloso, ou seja, considerando insuficiente a mera junção do documento comprovativo do formulado pedido de apoio judiciário, deveria ter dado uma oportunidade à Autora, concedendo-lhe um prazo para demonstrar nos autos, a concessão daquele apoio.2Destarte, não havia motivo para se determinar de imediato, a recusa do recebimento da petição, pelo que, assistindo razão à recorrente, se revoga o despacho proferido e se determina que se siga o procedimento supra referido que se encontra estatuído para a contestação, levando-se em linha de conta, a taxa de justiça já paga pela Autora, pois que lhe foi retirado o apoio judiciário que lhe havia sido concedido.-DECISÃO Pelos fundamentos acima expostos, acordam os Juízes deste Tribunal da Relação em julgar procedente a apelação e consequentemente, revogando a decisão recorrida, deverá o tribunal seguir a tramitação processual subsequente e acima decidida.Custas pela parte vencida a final e na proporção em que o for artigo 52 n 1 do P.Civil).Porto, 10 de Janeiro de 202 Manuel Domingos Fernandes Miguel Baldaia de Morais dispensei o Jorge Seabra dispensei o __________________ 1 A muito nova redacção do artigo 56 do CPC, disponível https://drive.google.com/file//17VPaVk9OZlK30h8cd8nTWWxCcBwmmclQ/view.