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e do P.  O Tribunal "a quo” deu como assente e provado a impossibilidade de restituição do dito aos AA., art.2 da, e bem assim a má-fé da Recorrida, indiscutível para o comum dos mortais, a Sentença "a quo” teria necessariamente que desaguar na procedência do pedido dos Recorrentes, condenando-se a Recorrida no pagamento de indemnização de acordo com as regras do enriquecimento sem causa, clamado sob a alínea do pedido constante da P.de fl.s, observando-se assim o disposto, no art.1334 n. 2 e 483 n.1 , ambos, do , sem o que se mostram os ditos violados bem como o art.668 n.1 alínea do P.; A, aliás, douta Sentença em cotejo, não considerando o aludido documento, Certidão Matricial de fls., que fixou com referencia a 2009, antes da construção efetuada pela Recorrida o valor patrimonial do prédio na monta € 331, superior ao valor que a conveniente Sra.