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E neste conspecto, porque como resulta do probatório, que do acidente de viação não resultaram lesões incapacitantes para o Autor, o seu pedido tendente à atribuição de uma pensão por invalidez, se bem que abstractamente fosse devida, devido a esse seu estado de saúde volvidos cerca de 40 anos, em face do disposto no artigo 5, n. 2 do Decreto-Lei n. 503/99, de 20 de novembro por aplicação das normas revogadas ou alteradas do Estatuto da Aposentação, de todo o modo, em concreto, bem apreciou e decidiu a CGA ora Recorrente, pois que a reavaliação da situação médica do Autor caso tivesse evoluído, de forma desfavorável estava sujeita a um prazo de 10 anos, a que se reporta o artigo 2, n. 1 e 5, n. 1 alínea deste mesmo regime jurídico, prazo dentro do qual o Autor e a partir de 01 de maio de 2000 data da entrada em vigor daquele Decreto-Lei, e no seu próprio interesse, devia  pedir a reabertura do processo de acidente de serviço, o que não resulta dos autos que tenha feito.