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Mais alegou que, "em meados de Agosto de 20101, o locado foi objecto de fiscalização por parte da ASAE e instaurado um processo de contra-ordenação desconhecendo a A. o seu teor concreto”, após o que, a partir de Agosto de 2010, o R. "deixou de cumprir com as obrigações pecuniárias a que se encontrava obrigado e que decorrem do contrato em causa, designadamente o pagamento dos valores devidos a título de compensação pela ocupação do locado e os consumos de água e electricidade”, motivo por que procedeu à interpelação do R. por carta datada de 30/06/11, recepcionada a 8/07/11), dando-lhe conta dos montantes em dívida e de que devia proceder ao seu pagamento no prazo de 10 dias a contar daquela comunicação, sob pena de se entender o referido contrato resolvido por incumprimento imputável ao R., devendo ainda, findo o aludido prazo, proceder à entrega do locado devoluto de pessoas e bens; não tendo o R. feito nada disto, isto é, não pagou nem entregou o "locado” à A., deixando o mesmo ao abandono.