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5 Igualmente se pronunciou o Ministério Público, que rematou como segue transcrição):  Face ao exposto, o Ministério Público conclui formulando o entendimento: a) que não existe fundamento para alargar a possibilidade de assistência a pessoas, que não são intervenientes processuais, relativamente a actos de produção de prova em sede da fase de instrução; b) que deve ser vedada a faculdade de os assistentes, embora intervenientes processuais, estarem presentes em actos processuais de produção de prova a realizar em sede de instrução, uma vez que se evidencie a utilização dessa presença exclusivamente para, num contexto extra processual e no âmbito da profissão de jornalistas, em desvio das finalidades inerentes ao estatuto de jornalista, serem produzidas peças, difundidas em meios de comunicação social, onde se narram de forma circunstanciada esses actos processuais.