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9 - Acresce que, embora se conceda que não foi feita prova de que o arguido estava perfeitamente consciente de que o fazia perante as referidas menores, em qualquer caso, e considerando toda a factualidade provada e aquela outra que, como vem de se dizer, assim devia ter sido considerada, mas não foi com o que se incorreu nos vícios de contradição insanável e erro notório), impunha-se, naturalmente, que o Tribunal a quo tivesse concluído que, pelo menos, o arguido representou, como possível – conformando-se inequivocamente com tal possibilidade -, de estar a praticar os actos masturbatórios dados como provados, perante menores de 14 anos, não podendo ignorar o efeito nocivo que aquelas práticas, perante menores de 14 anos, teriam ao nível da autodeterminação sexuals)s) importunando-oa)s),.