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Questiona o Apelante a bondade do decidido, alegando, em súmula, o seguinte: Ø  Inexistindo reconvenção, como acontece no caso concreto, "as respostas às excepções deduzidas na contestação devem ser apresentadas na audiência prévia, quando seja realizada, como ocorre nos presentes autos, até antes do início da discussão das excepções em causa” ; Ø  Inexistindo qualquer justo impedimento, que não é invocado, a "a resposta à excepção apresentada no dia seguinte após o fim da primeira sessão de audiência prévia, na qual iniciou-se a discussão das excepções em causa, é intempestivo e deve ser ordenado o seu desentranhamento dos autos” ; Ø  Devendo, ainda, ser reconhecido "o efeito cominatório da falta de resposta às excepções em causa” ; Ø  Pelo que o despacho proferido deve "ser revogado nesta parte e ser substituído por outro que determine o desentranhamento dos autos da resposta às excepções juntas fora do prazo, bem como atribua o efeito cominatório desta falta de resposta às excepções” ; Ø  A Recorrida apresentou "em 07-12-2018 uma resposta às excepções genérica, sem concretização nem especificação”, o que reiterou "na resposta às excepções apresentada como documento anexo ao requerimento de 16-05-2019, apresentado fora do prazo legalmente estabelecido para o efeito” ; Ø  Pelo que, não sendo especificada tal resposta, nem tendo qualquer concretização o0u especificação factual, nomeadamente contradizendo "especificamente os factos impeditivos arguidos pelo Recorrente, verifica-se o efeito cominatório, dando-se como admitidos os facto em causa” ; Ø  Donde, deve a decisão ser reformulada, "determinando o efeito cominatório à falta de resposta às excepções, ou à forma com que tenha sido realizada no caso da alegação de intempestividade seja julgada, julgando-se em conformidade”.