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Tanto basta, quanto a nós, para afastar a qualificação da relação estabelecida entre autor e ré como contrato de trabalho, quer ao abrigo do regime do Código de Trabalho, quer ao abrigo do regime especial previsto para a prática desportiva.”  Ora, em jeito de conclusão estando em causa um clube amador sem escopo lucrativo, sem participação em competição profissional e treinando o autor ao fim do dia, seguramente em horário pós-laboral, sem receber pela actividade prestada qualquer quantia monetária, não temos dúvidas em afirmar que estamos perante uma actividade lúdica, recreativa e não profissional, impondo assim que se faça a destrinça entre aquilo que é o praticante desportivo profissional e o praticante desportiva amador, sendo certo que o autor na época em questão, apenas esteve inscrito como praticante desportiva amador, sem que lograsse provar que a actividade por si prestada tivesse natureza laboral.