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Refere a impugnante que os factos dado como provados em e em  parecem estar em contradição porquanto no primeiro se dá como provado que o Réu administrou o prédio em mérito em seu nome e em nome da sua irmã e no segundo que esta nunca cultivou ou mandou cultivar o referido prédio e nunca praticou qualquer ato revelador da sua qualidade de comproprietária e se se bem se dá como provado que o Réu administrou o prédio em nome próprio e em nome da irmã, não se pode, no facto seguinte, dar como provado que esta última nunca praticou qualquer ato revelador da sua qualidade de comproprietária, já que permitiu ao seu irmão, o Réu, que o cultivasse por si, ou por intermédio de terceiros e, por três ocasiões, foi ao prédio colher maçãs e, ao longo dos anos pagou sempre o , acrescendo que o facto dado como provado em , parece colidir com o facto não provado de que o Réu tem agido apenas e tão só na qualidade de zelador da sua irmã, em sua representação e por sua mera tolerância, que deveria ter sido igualmente dado como provado.