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Estando provado que o imóvel foi entregue em Julho de 2016, que a denúncia ocorreu, estritamente no que toca ao réu J, em 9 de Março de 2017, que a autora instaurou a acção em 20 de Dezembro de 2018, quando havia claramente decorrido o prazo de um ano de caducidade contado sobre a data em que ocorreu a denúncia dos alegados defeitos em Março de, não se evidenciando que a denúncia ocorrida em 9 de Fevereiro respeitasse a outros defeitos ou a defeitos que tenham sido conhecidos nessa altura ou no ano antecedente, nem tal factualismo foi alegado pela autora, pelo que as denúncias posteriores que tenha efectuado sobre as mesmas anomalias não relevam como nova denúncia apta a sustentar o decurso de novo prazo de caducidade, deve considerar-se que verificada a caducidade do direito de acção, sob pena de, assim não se entendendo, ocorrer violação do disposto no regime que resulta da conjugação do disposto nos artigos 905, 908 a 910, 912, 913, 914, 915, 916, 921, 939, 1219 e seguintes, 1221 e 1225, todos do  O facto de o réu ter procedido às reparações acordadas em 14 e 22 de Junho de 2017, comprometendo-se a terminá-las após secagem de uma parede, mas tendo afastado a sua responsabilidade por determinadas causas das anomalias, não pode ter como sentido inequívoco o reconhecimento dos defeitos comunicados e a assunção da sua reparação, nem impedir a caducidade, por não ter o réu reconhecido inequivocamente o direito da autora, por não haver reconhecimento concreto e preciso, de modo a que não subsistam dúvidas sobre a aceitação dos direitos sob pena de, assim não se entendendo, ocorrer violação do disposto no artigo 331 n 2 do  E. Os factos assentes sob os pontos 36 a 38 dos factos provados estão incorrectamente julgados, existindo prova nos autos que impõe decisão diversa quanto aos mesmos.