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Mais referiram que os direitos constitucionalmente consagrados dos Recorrentes e dos seus filhos estão colocados em crise pela Sentença recorrida, porque foi vedado sem fundamento válido para o efeito, o direito de objeção de consciência  por si invocado, e que não recaía sobre si o dever de fundamentar o exercício à objecção de consciência, por tal não decorrer da CRP nem de nenhum outro diploma infraconstitucional, e que pela postura evidenciada pelo Tribunal a quo, por muito que expendessem a esse propósito, nunca lograriam os Requerentes, ora Recorrentes, demonstrar a violação da sua liberdade de consciência, pelo facto de se assomarem dificuldades dialéticas concretizadas numa probatio diabolica, e que se traduzem na dificuldade de expressão da intimidade ético-axiológica própria dos Recorrentes, enfatizando que não existe qualquer restrição legal que impeça os Recorrentes de invocarem a objeção de consciência para obstar a que os seus filhos frequentem a disciplina de "Cidadania e Desenvolvimento”.