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Parte-se do princípio que o primeiro perito ou os primeiros peritos viram mal os factos ou emitiram sobre eles juízos de valor que não merecem confiança, que não satisfazem; porque não se considera convincente o parecer obtido na primeira perícia é que se lança mão da segunda.1 	À parte que requeira a realização da 2 perícia é-lhe imposto que explicite os pontos em que manifesta a sua discordância do resultado atingido na 1, com apresentação das razões que entende que esse resultado devia ser diferente, não devendo o Julgador ab initio avaliar da procedência dessas razões, só estando em condições de fazer essa sindicância depois de realizada a perícia ) que foi requerida.2 	Efetivamente, "não é exigível à parte requerente que demonstre ou sustente o potencial sucesso da correção da inexatidão dos resultados da primeira perícia, e as suas razões de discordância não têm que se configurar como razões de convencimento do Tribunal, pois não cabe a este um juízo de profundidade relativamente à qualidade ou pertinência da argumentação do requerente” muito embora deva o julgador "por apelo ao princípio plasmado no art.