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4, 26, 30 resultando o contrário do alegado e provado em ), 33 a 36, 38, 39, 44 e 45” ; - ou seja, entendeu-se que a matéria de facto alegada pelo Autor no processo n. / ora Réu), fundante da imputada responsabilidade dos Réus ora, e consequente pretensão indemnizatória, não podia ser apreciada nos presentes autos, por alegada existência de caso julgado ; - o que veio a ser sancionado e reconhecido em sede de sentença apelada, afirmando não se responder a tal núcleo factual por dois diferenciados motivos: por um lado, devido ao teor do decidido naquele processo n. /, que correu termos na comarca de Cascais ; por outro, devido à decisão de caso julgado proferida em sede de saneador ; - no âmbito daquele processo n. /, o ora Réu ali, intentou pretensão indemnizatória contra os ora Autores ali Réus), imputando-lhes a prática de actos alegadamente consubstanciadores de responsabilidade profissional decorrente do contrato de mandato outorgado, nomeadamente decorrente de actuação grosseiramente negligente e incumprimento dos deveres de informação, de esclarecimento, de honestidade, de integridade, diligência, competência e zelo ; - enquanto que nos presentes autos os Autores ali Réus) reclamam o pagamento dos honorários pelos serviços prestados ao Réu ali, no âmbito do mandato conferido, e como retribuição deste ; - Ora, no que concerne ao elemento subjectivo que integra a instância, constata-se a sua clara sobreposição em ambos os processos, apenas ocorrendo inversão das posições processuais activa e passiva ; - assim, os ora Autores e Réu, na presente acção de honorários, são, precisamente, os Réus e Autor naquele processo de responsabilidade profissional ; - todavia, no que concerne aos demais elementos que integram a instância, nos termos delimitados e enunciados no art.