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Apesar de estarmos perante empresas cuja actividade assenta predominantemente na mão-de-obra daqueles que exercem as funções de vigilantes ao serviço dos clientes das empresas para quem trabalham, bem como o facto da 2 Ré ter alocado precisamente o mesmo número de vigilantes e os mesmos vigilantes que a 1 Ré havia também alocado quando prestou o mesmo serviço para a Distribuidor de Energia .., sem que tivesse ocorrido qualquer interrupção na prestação de serviço, o certo é que tal, como tem sido acolhido pela jurisprudência, designadamente do STJ, não permite concluir que, a perda da concessão da prestação de serviços de vigilância e segurança pela 1 Ré e a aquisição dessa concessão pela 2 Ré configura, por si só, uma situação de transmissão de uma unidade económica.