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teve um atraso amplamente divulgado na atribuição dos mesmos, estes atrasos que se foram verificando não eram levados em conta pela "SG......"; 11 Sendo certo que, sempre que a arguida AA era questionada sobre a obtenção dos títulos de residência, esta referia de forma genérica que a documentação tinha ido entregue no S.E.F., que estava toda conforme, e que era apenas uma questão de tempo até à aprovação dos mesmos; 11 Sendo que, o logro apenas veio a ser detectado aquando da denúncia de , igualmente cliente da "SG......" e da arguida AA em que este procedimento foi repetido; 11 O requerimento de "ARI" de BB deu entrada no S.E.F., em 002015, tendo sido entregue por , colaborador da arguida e a mando da mesma; 119, A este foi atribuído o número de processo de residente ., na qualidade de investidor através da modalidade de aquisição de bens imóveis de valor igual ou superior a € 50000,00 quinhentos, e também para a sua mulher ZZ processo de residente n. .) e para as suas duas filhas BBB processo de residente n. e AAA processo de residente n. ..), na modalidade de reagrupamento familiar; 12 Todavia, não foram entregues os documentos referentes à prova de investimento, em território nacional, nomeadamente, título aquisitivo escritura de compra e venda ou contrato promessa de compra e venda do imóvel), declaração de instituição financeira autorizada ao exercício da sua actividade em território nacional, atestando a transferência efectiva de capitais do exterior, para a sua aquisição ou para efectivação de sial promessa de compra no valor igual ou superior a € 50000,00 quinhentos, certidão da Conservatória do Registo Predial na qual conste o respectivo registo, bem como, no caso de contrato promessa, e sempre que legalmente viável, o registo provisório por natureza, e caderneta predial do imóvel sempre que legalmente possível); 12 Tendo a arguida AA sido, por diversas vezes, notificada para o efeito, mas não o efectuou; 12 Sendo que, a arguida AA ainda chegou a apresentar novo requerimento, mas, mais uma vez, não fez junção de qualquer prova de investimento, limitando-se a juntar o CPCV, o qual sabia não ser suficiente para preencher os requisitos legais; 12 Pelo que, em 12 de Abril de 2017, foi o pedido indeferido; 12 Pela forma descrita BB sofreu um prejuízo de € 57739,00 quinhentos e setenta e oito setecentos e trinta e nove, valores dos quais a arguida AA se apropriou; 12 , de nacionalidade ......, encontrando-se interessado em vir morar para Portugal, e tendo conhecimento que havia essa possibilidade através da aquisição de um "visto gold", através da realização de investimento em território nacional, veio a dirigir-se à "ST, S.A. "ST.....") que, entre outras actividades, é também promotora de imóveis, e que trabalhava directamente com um escritório de advogados de ......; 12 Junto deste escritório contratualizou um serviço único que englobava a realização de um investimento em imobiliário que o habilitasse a candidatar ao "visto gold", e todas as diligências necessárias junto do S.E.F.