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Não se conformando veio a R. apelar, tendo apresentado motivação e formulado as seguintes conclusões: A.–O Tribunal a quo afastou a aplicação dos artigos 56 e 57 do CT ao horário de trabalho da trabalhadora ora recorrente; B.–Tendo para o efeito afastado a determinação do CITE que declarou que à trabalhadora deveria ser atribuído o horário flexível; –Devendo para tanto a entidade empregadora facultar à Recorrente as folgas semanais ao fim de semana, uma vez que esta é mãe de dois menores e não tem com quem os deixar para trabalhar naqueles dias, uma vez que o infantário se encontra encerrado; –O Tribunal a quo considerou que todos os quesitos expostos no articulado da PI resultaram provados quer por conta da prova documental junta aos autos, quer por conta da prova gravada feita em audiência de julgamento; E.–A Recorrente não aceita este entendimento não considerando que tenha resultado provado os factos 11 a 18 da PI; F.–Sendo eles: "1 O Hotel explorado pela Autora está aberto 7 dias por semana e exige recursos humanos disponíveis, em permanência, pelo que em todos os seus Departamentos, a Autora elabora escalas para o efeito.