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Para o recorrente, revela-se um erro constitutivo de uma deficiente formação performativa do juízo de julgamento quanto à determinação/individualização da medida da pena, o facto de o tribunal ter adquirido, na matéria provada, que o arguido tinha admitido, mediante a sua própria e espontânea confissão integral os factos que que lhe estavam imputados e que essa atitude confessória) havia sido "ecisiva para a descoberta da verdade material, sendo revelador da capacidade de reconhecer o erro, e que manifestou o seu arrependimento” e, em contradição insanável) com este facto – em seu juízo revelador de uma personalidade repesa e constritiva da acção praticada – ter dado formada a sua posição, na parte fundamentadora da decisão quanto à determinação judicial da pena ter argumentado que o recorrente tinha evidenciado um discurso um "discurso tendente a justificar os factos”, e que este "evidencia ausência de auto-percepção quanto a risco de reincidência...”, e que "... se refere à assistente de forma impessoal”, art 59, 61 e 62 dos factos dados como”.