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40 O mesmo valendo para a invocação feita na decisão de não adjudicação, no sentido « de o concurso ser com validade de dois anos, o que representa uma fronteira indistinta sobre a manutenção do preço atual ou consideração pelo concorrente da evolução do preço para ele próprio de modo a poder concorrer com um preço fixo» e de que, embora reconhecendo como legal, afirmando poder « não ter sido a melhor escolha» em termos que «a adoção de um período mais dilatado que inequivocamente leve o concorrente a pensar o futuro com uma fronteira mais nítida e para um volume de negócio superior e face à instabilidade de preços, protege melhor os interesses do Município, adjudicando-se não para dois anos, como foi lançado o procedimento, mas para três anos».