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Em 102021, já depois da decisão de 2021, que mereceu recurso em separado, julgado por este coletivo, o Exequente veio declarar: ) " Ora, a verdade é que tendo em conta a factualidade acima mencionada a Exequente optou por não executar nos presentes autos – uma vez que o fizera já no processo ..., acima referido e que o valor dos bens hipotecados é inferior ao montante que garantem nesse processo - os titulares dos imóveis dados em hipoteca – e por maioria de razão prescindir da garantia prestada por estes -, pelo que não se poderá concordar com o teor da argumentação apresentada para a decisão de levantamento das referidas penhoras, uma vez que nos termos do disposto no art.81 do Código Civil, e estando o devedor em incumprimento, ") tem o credor o direito de exigir judicialmente o seu cumprimento e de executar o património do devedor, nos termos declarados neste código e nas leis de processo”.