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Quando instado por mandatário, respondeu firmemente que a "E. não sabia”, quem sabia eram só as três pessoas referidas, não sabia ela nem o marido ouça-se entre os 14 e os 15 e 3 Ao responder que "sim” à pergunta de advogada sobre se a dita irmã E. "sabia que isto era para salvaguardar os filhos menores” do falecido, seus sobrinhos portanto, o que não é inteira verdade porque acrescentara antes que também era para se furtarem aos credores e os, obviamente tal conhecimento não abrangia a falsificação mas apenas o fim pretendido, não se percebendo como, com base nesse extracto, possa defender-se ter ele confessado qualquer dos pontos de facto ouça-se bem e contextualize-se melhor a gravação por volta dos 22 e 3  E o que resulta do depoimento do co-réu J. é que ele, em tom claramente vacilante, refuta que a soubesse e sustenta que a E. sabia que o falecido não tinha estado presente nas supostas assembleias, justificando que era um segredo "entre os três”, ou seja, ele, o E. R. e a E. R., sempre ajuntando que "tanto é que a gente disse que era segredo entre os três” e "tanto é que não houve dinheiro a transitar, foi mesmo só para dar mais espaço” "espaço” para negociarem com os credores, como dissera e, ainda, que não falaram com a . Tal tom, a oposição ao que disse o irmão E. R. e a troca dos conhecedores do assunto da pela E. não convencem da credibilidade do seu depoimento, designadamente quanto a que a compradora soubesse do que se passara quanto à assembleia, às actas e às assinaturas, nem, portanto, que tal depoimento "demonstra à evidência”, como dizem os recorrentes, aquele conhecimento pela E., sendo que dos testemunhos a este propósito também invocados de J. e da irmã da recorrida E. não se identifica como ou em que parte do respectivo depoimento eles "corroboraram” tal "confissão” deste co-réu J. .  Ainda assim, acrescente-se que, quanto ao conhecimento do "prejuízo” pressuposto, nos pontos não provados 1 a 4 e alegadamente resultante da venda, por parte dos réus E., e E. R. e dos sócios da "”, tal situação não resulta demonstrada, seja a partir dos meios de prova para tal ora indicados, cujo teor e grau de fiabilidade, face a todo o contexto, motivações, objectivos e relacionamentos pessoais, familiares e negociais, não se mostram certa e seguramente convincentes de que tal tenha de facto sucedido, seja mesmo com base na circunstância de estar assente que a sociedade "...” investiu na reconversão do prédio rústico por si adquirido para exploração vitícola "entre 5000,00€ e 10000,00€” ponto e que o preço de venda declarado na escritura de venda à ré E. foi de, apenas, 987,98€.