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- O douto Tribunal a quo omitiu, em prejuízo dos superiores interesses da menor, o facto de, posteriormente àquele acordo de promoção e proteção, datado de 102018, a menor ter sido entregue aos cuidados da avó e tia paternas, que a tiveram a seu cargo durante largos meses, durante o ano de 202 - Com base, quer o Relatório elaborado pela Associação ")”, datado de 302021, quer no Relatório elaborado pela Segurança Social de Tomar, datado de 102021, o Tribunal a quo, veio a entregar a menor aos cuidados da tia e avó paternas, situação que se manteve inalterada até finais de Setembro de 2021 – vide ata da conferência de pais do dia 10202 - Não poderá considerar-se que o dito acordo datado de 102018 vigorasse, em termos práticos, no momento em que, por sua auto recriação e com fundamentos altamente duvidosos, o progenitor transportou a menor para a Holanda, em finais de Setembro do ano transacto, para aí permanecer por período de tempo indefinido.