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Note-se também que, após a expulsão de AA, ainda se procurou fazer retornar o dito arguido à sala de audiências na sessão do dia 110, a fim de poder ainda dizer alguma coisa em sua defesa para além do que já tinha dito, antes assim do encerramento da audiência de julgamento, algo que não foi possível ante a sua arreigada recusa em retornar à sala de audiências, pelo que, tudo ponderado, seria até contraproducente o uso da força pelos Srs guardas prisionais de modo a que o arguido pudesse ainda participar na audiência de julgamento adotando com toda a probabilidade o mesmo comportamento que havia determinado a sua expulsão), o que impediu também – por facto que lhe é inteiramente imputável – a comunicação por súmula do que se tinha passado na sua ausência alegações de alguns dos advogados e declarações finais dos coarguidos, que aliás nada de novo, conforme estipula o art 332, n 7, do CPP cfr.