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24 – Na ação executiva, diferentemente do que acontece na ação declarativa, onde a legitimidade se afere em função da relação material controvertida, prevalece o "princípio da legitimidade formal ou da coincidência”, de acordo com o qual, e ressalvadas as exceções que a própria lei prevê, "o exequente e/ou o executado serão partes ilegítimas se não figurarem como credor e/ou devedor no título executivo que serve de base à execução”  25 – Conforme dispõe o artigo 54, n. 1 do CPC, "Tendo havido sucessão no direito ou na obrigação, deve a execução correr entre os sucessores das pessoas que no título figuram como credor ou devedor da obrigação exequenda; no próprio requerimento para a execução o exequente deduz os factos constitutivos da sucessão”.