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Venerandos Juízes Desembargadores do Tribunal da Relação de Évora julgar totalmente procedente o presente recurso e por consequência, deverão 1 declarar nula a decisão proferida nos autos e ordenar a produção e a análise da prova referida, em repetição de audiência, anulando-se todo o restante processado e decisão final, por se mostrar imprescindível à descoberta da verdade dos factos, com as necessárias consequências, 2 se assim não entenderem, devem revogar os despachos recorridos e substituí-los por uma decisão superior que, não só, ordene a junção aos autos das referidas fotografias, mas também, que permita a leitura das declarações prestadas pela assistente no inquérito, perante a Digna Magistrada do Ministério Público, a fim de se provar e concretizar a data dessa agressão física e, por conseguinte, ordene ainda, a oportuna prolação de nova sentença, onde os resultados probatórios de tais diligências sejam tidos em consideração, impondo-se assim a revogação da sentença proferida nos autos, o que, à cautela, desde já, também se requer.#O arguido respondeu a este  recurso interlocutório, concluindo da seguinte forma: 1- O recorrente não apresenta conclusões — reproduz na íntegra a motivação do recurso;  2-A falta de conclusões tem como consequência a rejeição do recurso.