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E evidentemente, não obstante a natureza de tal direito, a própria lei também prevê que o obrigado a alimentos - a ex-cônjuge - se pode subtrair ao cumprimento da obrigação, contanto que prove que não é razoável exigir-lhe a continuação da contribuição; e/ou que face à sua situação económica, não lhe é permitido continuar a cumprir tal obrigação – neste particular, como defendeu o Ac��rdão do STJ de 212003 – pesquisado em www.dgsi.pt, "para se aquilatar da maior ou menor capacidade do devedor de alimentos terá de se tomar em linha de conta não só com os seus meios de rendimento como também com os encargos a que se encontre adstrito, para além daqueles que possam decorrer da própria prestação alimentícia a determinar.