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No caso dos autos, a sentença que declarou a insolvência transitou em julgado em 23/12/2019 e o prazo de seis meses subsequente, por força da natureza urgente do processo artigos , n. 1 e 14 do CIRE e 13, n. 1, do terminava em 23/6/2020, prazo que se suspendeu entre 9/3/2020 data da produção de efeitos da Lei 1-A/2020, de 19/3, cujo artigo , n. 5 suspendeu os prazos nos processos urgentes e 7/4/2020 data da entrada em vigor da Lei n. 4-A/2020, de 6/4 artigos  e ), que alterou o artigo , n. 7, da Lei n. 1-A/2020, por forma a consignar que os processos urgentes continuam a ser tramitados, sem suspensão ou interrupção de prazos, atos e diligências e, assim, o referido prazo de seis meses veio a terminar em 22/7/2020, sendo manifestamente extemporânea a reclamação ulterior de créditos que o Recorrente introduziu em juízo em 14/9/202 Havendo sido este o sentido da decisão recorrida, resta confirmá-la.