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143 e segs., resulta que pelo menos desde 2003 não foi pacífica a ocupação dos lugares de garagem, tendo havido deliberações no sentido de respeitar os lugares de garagem de acordo com o título constitutivo de propriedade horizontal, sendo mesmo que em 2010 e 2015 foi questionada pelos proprietários da fração T a ocupação do lugar de garagem com a letra T, que vinha sendo feita pela R.. Ou seja e em suma, pelo menos a partir de 2003 temos por adquirido que a ocupação do lugar de garagem não foi pacífico, isto é sem oposição, sendo certo que não podemos dar por certo que anteriormente tal ocupação tenha sido pacífica pelos motivos expostos.” 3 De qualquer modo pretensão sempre improcedente porquanto e conforme afirmado pelo tribunal a quo "sendo o local de aparcamento uma parte comum do prédio, pese embora, no nosso entendimento, destinada a uso exclusivo, a verdade é que cada condómino é comproprietário das partes comuns do edifício, como tal possuidores em nome alheio em relação à parte da coisa que vai para além da sua quota.