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Do pedido de ampliação da decisão de facto pela Interveniente Principal/Recorrida 	) Nestes termos, procede a impugnação da decisão de facto quanto ao ponto 33 dos factos provados que passa a ter a seguinte redação: «O Banco procedeu, a expensas suas, à limpeza das instalações, após a derrocada parcial do teto, e à execução dos trabalhos de reposição do espaço e dos materiais necessários à reabertura e ao normal funcionamento do balcão, em Novembro de 201»  	Do mérito da sentença: 	Da responsabilidade pelos danos causados pela derrocada do teto do rés-chão e demais equipamentos ali colocados O Apelante discorda do decidido, pugnando pela condenação da Ré nas quantias peticionadas e que ficaram provadas sob o ponto 34 dos factos provados, porquanto: )	A Ré, enquanto locadora, está obrigada atento o disposto no artigo 103, n. 1, alínea, do Código Civil, a assegurar ao locatário o gozo da coisa locada para os fins a que se destina, tendo a Ré incumprido o contrato, com culpa, não desconhecendo que os derrames ocorreram nos dois anos antes da derrocada, nada fazendo para evitar a mesma; )	O acordo entre a Ré e o arrendatário do  andar apenas opera nas relações internas e não nas externas, ou seja, não opera entre o Autor e a Ré; )	O arrendatário tem direito a fazer as reparações urgentes e a realizar outras despesas urgentes, contra o reembolso, caso o locador esteja em mora, atento o disposto no artigo 103 do Código Civil, o que se verifica no caso como decorre dos pontos 32 e 33 dos factos provados; )	A Ré foi interpelada extrajudicialmente para cumprir como decorre do ponto 26 dos factos provados. )