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Independentemente de quem teve a ideia peregrina de celebrar o acordo e depois instaurar uma acção no Tribunal de Beja para alterar a regulação do exercício das responsabilidades, há um aspecto que é absolutamente insofismável: entre o início de Julho e o final de Agosto não decorreu tempo suficiente para uma pessoa responsável e preocupada com os interesses da filha tomar a decisão e concretizar a mudança da sua vida para a cidade de Beja e aí arranjar de imediato emprego e escola para a filha, sabendo que isso teria inevitavelmente como consequência impedir o regime da guarda partilhada e obrigar a escolher qual dos progenitores iria ficar com a guarda da criança; essa decisão foi resultado do desenvolvimento da relação afectiva com GG e, portanto, levou o seu tempo a amadurecer e adoptar.