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Elementos documentais que hão-se ser conjugados e harmonizados com a prova testemunhal produzida em audiência a cuja integral audição se e que, no que releva à análise que se impõe efectuar, trouxe os contributos que se destacam: - a testemunha G cuja razão de ciência assenta na dupla circunstância de ter sido mediador no contrato de arrendamento aludido nos factos provados 4 e 5 e habitar no edifício em que se integra a fracção objecto os, revelou conhecer os réus, afirmando que habitavam a fracção com os seus filhos: referiu que habitaram a fracção desde que o contrato de arrendamento foi outorgado tiveram intervenção na negociação do contrato – incluindo a ré mulher, que tratou de vários assuntos relacionados com o com a autora e nela habitaram pelo menos até cerca de ano e meio antes da data em que foi realizada a audiência de julgamento 25/11/2020), ainda que o réu estivesse emigrado em trabalho regressando à fracção e à família sempre que vinha ao país); referiu-se ainda ao incumprimento do pagamento das rendas e ao facto dos réus terem sido interpelados pela autora para entregarem a fracção conhecimento indirecto, por lhe ter sido referido pelo gerente da, bem como ao facto de não terem entregue a fracção tendo-a antes deixado com estragos vários, que descreveu pormenorizadamente - até as sanitas e bidés das casas de banho tinham sido pelos réus; aludiu ainda ao valor locativo da fracção, que referiu situar-se entre os 400,00€ e os 450,00€, - a testemunha H cuja razão de ciência advém de prestar serviços de contabilidade à autora, tendo por isso acesso à relevante documentação relativa aos contratos celebrados pela afirmou que autora se dedica à actividade imobiliária, tendo variados imóveis; afirmou que a última renda paga relativamente à fracção objecto dos presentes autos, em Novembro de 2015, ascendia ao valor de 447,00€ não sabendo se tal valor incluía ou não o condomínio).