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E porque, conforme resulta dos factos dados como provados nos n 10 e 11, esse pedido «veio a ser deferido por carta enviada ao marido "datada de 4 de maio de 2015, em que a Ré o informava aceitar um plano de pagamento num total de 18 mensalidades a pagar através de cheques pré-datados), repondo em vigor a apólice mediante a entrega de tais cheques no prazo de seis meses» e «Só após o falecimento do marido - ocorrido a 7 de Agosto - é que a A. encetou diligências para tentar proceder ao pagamento dos prémios, ou seja, só depois de ocorrido o sinistro é que vem tentar repor em vigor as apólices», entendeu que esta situação que não devia merecer cobertura legal e que, diferentemente do entendimento seguido na sentença proferida pelo Tribunal de 1 Instância, «o seguro já estava anulado desde as datas constantes nas cartas de 12 de Março».