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Concretizando, é necessário que, previamente ao decretamento da deserção, seja a parte faltosa notificada da necessidade de impulsionar os autos, conforme nos ensina, a título exemplificativo, o Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães, de 09/04/2019, proferido no âmbito do processo 2813/10T8BRG: "o prazo de seis meses para a deserção da instância conta-se, pois, não a partir do dia em que a parte deixou de praticar o ato que condicionava o andamento do processo, isto é, a partir do dia em que se lhe tornou possível praticá-lo ou, se para o efeito tinha um prazo não perentório), a partir do dia em que ele terminou, mas a partir do dia em que lhe é notificado o despacho que alerte a parte para a necessidade do seu impulso processual”.