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39072975 datado de 02/06/2021, o Tribunal a quo também não considerou que se tratava de dedução de pretensão que já antes havia sido formulada e que já estava apreciada e. Consequentemente e sem necessidade de outras considerações, perante tudo o que supra se expôs e concluiu, a decisão recorrido padece de ilegalidade ao invocar um inexistente caso julgado, devendo julgar-se procedente o recurso interposto pelo Interveniente/Recorrente e, por via disso, deverá revogar-se a decisão recorrida e determinar-se que os autos prossigam para que o Tribunal a quo aprecie e decida concretamente a questão suscitada pelo administrador de insolvência no requerimento REF.