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Na sentença recorrida, concluiu-se, na fundamentação de direito, que: ")Dos factos provados, podemos retirar com a necessária segurança a o facto alegado pela A de que a testadora só outorgou o testamento ora impugnado porque a tanto foi obrigada pela Ré, em execução da vontade daquela, que não da sua, sem possibilidade mental de lhe dizer que não queria, ou seja, que a testadora ao fazer as declarações plasmadas no identificado testamento não tinha o livre exercício da sua vontade, limitando-se a obedecer ao que lhe fora determinado pela Ré, exteriorizando assim uma vontade que era da Ré e não dela e ainda que essa falta de liberdade que afetou a sua vontade, não se esgotou feitura do testamento, prolongando-se durante a vida da testadora, pelo menos até 2005/2006, impedindo-a de a alterar, durante os seis anos de 1999 a, em que se manteve a viver próximo daquela filha e "subjugada" à sua vontade.