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Nos termos dos artigos 297 ns 1 e 2, 299 n 1 e 306 do Código de Processo Civil, fixo o valor da acção em € 89422,6  Considerando a fase em que a acção finda, bem como a simplicidade da sua tramitação e da questão suscitada, ao abrigo do disposto o artigo 6 n 7 do Regulamento das Custas Processuais, dispenso o pagamento do remanescente da taxa de justiça correspondente ao valor que excede € 2700” Inconformados com tal decisão, dela interpuseram os Autores o presente recurso de apelação, em cujas alegações formulam as segui conclusões:   – O Tribunal "a quo” incorre vários erros por desconhecimento da realidade, um é a referência feita ao Regulamento de Arbitragem do Centro de Arbitragem Comercial da Câmara de comércio e Industria Portuguesa, outro é a omissão dos custos de instalação do Tribunal de arbitral, outro ainda, é entender que os Apelantes poderiam pagar € 500,00 para apresentar um requerimento de arbitragem, quando a Segurança Social afere as reais capacidades financeiras dos Apelantes, correspondendo esse valor ao que os Autores auferem num trimestre do ano sem terem quaisquer despesas, esqueceu-se o Tribunal que o salário mínimo nacional não chega aos € 600,00 e que poucas profissões são bem pagas, sendo que a medida da disponibilidade do valor para o requerimento de arbitragem não é suficiente que o mesmo seja devolvido a final, é necessário ter o valor para dar entrada do requerimento.