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750 do P.” ponto 1 dos Factos; 2 E julgou-se não provado que "A ré E. S. e o marido, que é oftalmologista, vão arranjando expedientes para auferirem e despenderem rendimentos avultados e, segundo ela, têm várias dividas que não pretendem pagar” ponto dos Factos não; e que "Os acima mencionados réus afirmam perante terceiros que são gerentes ou trabalhadores a exercer funções em sociedades comerciais de que são sócias as filhas menores, sem que aufiram salários penhoráveis em virtude de tais funções” ponto dos Factos não; 3 Porém, os documentos 5, 6, 7 e 8 da petição comprovam também outros factos, de natureza instrumental ou concretizadores dos ali alegados, que não foram apreciados devendo tê-lo sido, permitindo, com a necessária segurança, julgar igualmente provado o seguinte: a) o executado e aqui réu G. encontra-se inscrito no Serviço de Finanças com a actividade de "médicos oftalmologistas”, ali constando também que é gerente da sociedade com o NIPC ......... correspondente à sociedade , conforme documento 8 da petição), que no Serviço de Finanças existem zero imóveis e zero automóveis em seu nome, que não é trabalhador da Unidade Local de Saúde do Nordeste e que ali exerce funções por conta da empresa documento 6 da petição); b) a executada E. S. encontra-se inscrita no Serviço de Finanças com a actividade de "Enfermeiros” e que aí existem zero imóveis e zero veículos em seu nome e que terminou em 31/07/2017 o contrato de trabalho que mantinha com o Instituto Politécnico de ... doc.