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Mais alegam, subsidiariamente, que o  Réu violou o dever de informação de alteração significativa na informação prestada artigos 31-a 31-G, , designadamente a parir do memorandum de entendimento celebrado em 1/10/2013 com Oi, SA, a AG TELECOM PARTICIPAÇÕES, S.A., a LF TEL, S.A. LF, a PASA PARTICIPAÇÕES, SA,, a EDSP75, PARTICIPAÇÕES, SA, a BRATEL BRASIL, SA BRATEL, a AVISTAR, SGPS, SA e a NIVALIS HOLDING BV e da posterior assinatura, em 20/02/2014, dos acordos definitivos de "Aliança Industrial” com aquelas empresas, o que levou a que, a partir de 18/03/2014, a entidade emitente passasse a ser uma outra sociedade, completamente diferente à que existia em 2012, designada PT PORTUGAL, SGPS, SA, que seria mera subsidiária do Grupo Oi, informação relevante que nunca foi prestada ao Autor, sendo que a Oi, SA cedo viu o seu rating diminuir de nível para ser ainda mais "especulativo e sujeito a um substancial risco de crédito” do que o rating da PT, quando o A. subscreveu as obrigações.