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Assim – e sendo certo que do depoimento das testemunhas inquiridas em audiência não pode considerar-se que após tal decisão provisória o comportamento do progenitor se tenha mantido as testemunhas P e  afirmaram a observância de tal comportamento pelo progenitor, sem contudo o situarem temporalmente; a testemunha Y, educadora da , na sala dos 4 e 5 anos, afirmou que a  não ia à escola na semana em que seria o pai a levá-la, situando tal comportamento, de forma muito genérica, em período anterior ao confinamento, que, como é facto notório, se iniciou em Março de –, tem de considerar-se que foi apenas no período de Setembro a Dezembro de 2019 que o progenitor, na semana em que a  residia consigo, a não levou ao estabelecimento de ensino que frequentava frequentava então ainda o ensino pré-escolar).