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Estriba, assim, a sua acção em responsabilidade do C.. por violação dos seus deveres enquanto banqueiro e de intermediação financeira, tendo-se transferido esta responsabilidade para o , por força da medida de resolução aplicada ao C1 e criação do banco de transição.Contestou o C1, SA solicitando que se declare a extinção da instância, nos termos e para os efeitos do artigo 27, alínea do Código de por ter entrado em processo de liquidação, ou, caso assim não se entenda, que seja ordenada a suspensão da instância, nos termos do disposto no artigo 27, n. 1, do Código de Processo e, em todo o caso, julgada improcedente, por não provada, a presente acção com a sua consequente absolvição dos pedidos contra si formulados.Contestou o , SA arguindo a sua ilegitimidade, invocando que por via da medida de resolução do Banco de Portugal, de 3 de Agosto de 2014, os créditos aqui reclamados não se transferiram para o , mas mantiveram-se na esfera do C1, conforme aliás deliberação rectificativa de 11/08/2014 e sendo o âmbito desta deliberação de resolução sido objecto de duas novas deliberações, em 29/12/2015, mediante as quais veio o banco de Portugal clarificar que não haviam sido objecto de transferência para o  os créditos decorrentes de acções preferenciais emitidas por sociedades veículo, estabelecidas pelo C1 e vendidas pelo C Assim não se entendendo pede a improcedência da acção.