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Termos em que o presente recurso deve ser julgado procedente, por provado com todas as consequências legais.”Não houve contra-alegações.O Ministério Público junto deste Tribunal requereu o convite à Recorrente para formular conclusões que observem o disposto no artigo 63, n. 2 do CPC, indicando o vício ou erro de que padece a decisão recorrida, as normas jurídicas violadas e as que, no seu entender, deviam ter sido aplicadas, sob pena de não se conhecer do recurso, nos termos do disposto nos artigos 63, n. 3 do CPC e 28, n. 7 do CPPT.É verdade que a Recorrente reitera, integralmente, o que já havia invocado na sua petição inicial, sem apontar directa e expressamente qualquer erro à sentença recorrida, entendendo-se que com a mesma não se conforma por continuar a pugnar pela sua razão, ou seja, que o saldo penhorado de uma conta bancária valor à ordem de €707,68 e montante de uma aplicação a prazo de €2000,00) lhe pertence na totalidade, que está ilidida a presunção de comparticipação solidária em partes iguais pelos dois titulares da conta, constante do artigo 51 do Código Civil, e que tal penhora de um bem de terceiro não executado ofende o seu direito e posse.