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Contestou e reconveio o R.: - defendendo-se por impugnação, negando, nomeadamente, que a A. tivesse contribuído para a aquisição do património a que alude, o qual é pertença do R., assim concluindo pela improcedência da ação; - quanto ao pedido reconvencional, invocou que, no período de vivência em comum, emprestou à A. diversas quantias em dinheiro, destinadas à aquisição de bens próprios dela, de que a mesma beneficiava de forma exclusiva e que fez integrar no seu património pessoal, tendo-se aquela obrigado a uma restituição faseada, ao longo do tempo da união, o que não fez, apesar das solicitações do Reconvinte; - por isso, a Reconvinda é devedora da quantia de € 1991,59, sendo que, caso se entenda que os contratos de mútuo do valor de € 000,00 e € 491,59 padecem de vício de forma, deverá proceder à sua repetição sem acréscimo de quaisquer juros.