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Acordam no Supremo Tribunal de Justiça       AA instaurou a presente acção para prestação de contas, sob a forma de processo especial, contra Banco Santander Totta, S.A. actualmente Banco Santander Totta, S.A.), alegando, em síntese, o seguinte:  - Por contrato de mútuo celebrado em 312004, BB e sua mulher contraíram junto do Banco Nacional de Crédito, S.A. um empréstimo no montante € 80000,00;  - Por contrato de 312004, a A. e o seu marido , entretanto falecido, garantiram o cumprimento do contrato de mútuo mencionado através de penhor de crédito sobre o saldo da conta de depósito n. P-...95, renunciando à faculdade de levantar o citado depósito a prazo, enquanto não se mostrassem satisfeitos os créditos do banco credor;  - Por contrato de 202006, a A. e o seu falecido marido deram de penhor ao Banco Nacional de Crédito a "sua carteira de títulos colocada sob administração do Banco, abrangendo o penhor de títulos, créditos e outros valores compreendidos em cada momento na referida carteira para garantia do bom cumprimento de responsabilidades de crédito” assumidas pelos ditos BB e mulher, "no montante de €80000,00, celebrado com o Banco, em 30/11/2004, bem como dos juros remuneratórios, da cláusula penal pela mora e das despesas judiciais”;  - Em 302011, entre o Banco Popular Portugal, S.A. e a A., na qualidade de herdeira de e adquirente dos quinhões hereditários dos demais herdeiros, foi celebrado um contrato denominado de "Assunção de Dívida”, nos termos do qual a A. assumiu a dívida dos mencionados BB e mulher, perante o banco credor, exonerando estes de quaisquer responsabilidades decorrentes do aludido contrato de mútuo;  - A A. pagou ao Banco Popular Portugal, S.A., hoje incorporado no banco réu, a totalidade da dívida contraída pelos ditos BB e mulher, , e por si assumida.