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Por outro lado, se só em Agosto de 2016 é que o 2 Réu comunicou aos vendedores que não conseguiria resolver o problema e, depois disso, recebeu e não deu resposta à carta de 29/12/2016 que o 1 Réu lhe endereçou, não se pode dizer que a propositura da ação em Março de 2017 constitui fundamento bastante para que o 2 Réu criasse, legitimamente, expetativas de que a Autora não viria a recorrer a juízo invocando todos os argumentos legais adequados a repor a situação anterior à entrega dos 2000,00€ e ulterior "declaração”  O Réu assistiu ao telefonema da sua companheira e da sua Advogada para a Autora e não pôde deixar de ter tido conhecimento de que ela se encontrava numa situação de aflição por causa do filho e que "não parava de chorar” quando terá dado a sua anuência e, por isso, sem tempo nem serenidade para refletir e formar uma vontade consciente e lúcida.