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E, reapreciados os demais meios de prova referenciados pela ré, não se chega a formação de convicção positiva sobre tal facto: - A A.  passagens 1:43:25 a 1:44:20 e 1:44:48 a 1:45:35); nas quais disse, essencialmente, que, desde "2006, 2007por aí” vai passar férias de Verão nos andares de cima do locado e que o irmão tem feito o mesmo em Agosto, sendo que, ”nestes 3,4,5 anos não tenho ideia de ver o réu lá...”, não podendo concluir-se, ipso facto, de que, a partir de tal ausência de constatação derivasse o efectivo conhecimento sobre a não residência do réu do locado e, muito menos, a data a partir do qual tal conhecimento teve lugar; - Os depoimentos das testemunhas FP e LB, amigos dos AA., que, frequentando frequentemente as fracções dos Autores por cima do locado, nunca nele viram os Requeridos no ficheiro áudio 20170905143915_17850577_2871158, passagens 6:08 a 7:32 e 49:44 a 51:15), facto perfeitamente inócuo para a prova do almejado facto, que, na realidade, tem um conteúdo diverso de tais afirmações;  - O depoimento da testemunha FG no ficheiro áudio 20170905143915_17850577_2871158) apenas referenciou que "não viu o senhor F nos últimos 10, 12 anos”, mas não sabendo onde o mesmo réu vivia.