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5 Os representantes das sociedades E, Lda., e G, Unipessoal, Lda., sabiam que as referidas Paróquias não tinham quaisquer dívida às sociedades que representavam, muito menos nos valores que exigiram ao pároco, o que não os impediu de agirem como agiram, exigindo o pagamento de quantias referidas que não eram devidas pelas Paróquias e com base em contratos inexistentes, no momento da cobrança e do pagamento, com a intenção de obterem para si e para aquelas enriquecimento a que não tinham direito, induzindo em erro o representante das Paróquias de  pessoa de idade avançada, fragilizado pelo precário estado de saúde em que se encontrava, assim o fazendo crer que estaria obrigado a proceder ao seu pagamento, sob pena de virem a ser instauradas ações judiciais contra as paróquias.