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- O mesmo se passa em relação à responsabilidade obrigacional do R., em virtude da violação de deveres de boa-fé nos atos preparatórios tendentes à celebração do contrato, pois a correta interpretação das provas produzidas, dos depoimentos prestados e sobretudo do resultado das duas perícias efetuadas, aponta para que a assinatura aposta naqueles contratos foi feita pelo punho dos AA., que à época quiseram ajudar a filha a pagar as tomas ao ex-marido, e assinaram os contratos com ela, ficando até a transferir para aquela conta um valor mensal que se aproxima do valor da prestação do empréstimo, E o facto de terem entrado em litígio com a filha, por causa da neta, é que veio gerar toda esta reviravolta.