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8 do SITAF, prove a expedição da liquidação à Recorrente que não, o que aqui se considera apenas em tese, o que é certo é que não prova que a carta tenha chegado ao efectivo conhecimento do destinatário ou à sua esfera de cognoscibilidade, conforme resulta daquela transcrita jurisprudência e daquela que se segue; 2 - Se o registo dos CTT e os "prints” da AT não provam a data em que a liquidação tenha chegado ao efectivo conhecimento do destinatário ou à sua esfera de cognoscibilidade, e não havendo junto aos autos qualquer prova que demonstre esse facto, errou o Tribunal "a quo” quando não levou aquela circunstância aos factos não provados, o que era, e é, determinante para a boa decisão da causa; 2 – O Tribunal "a quo”, incorreu numa errada interpretação do Direito aplicável art.