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1 Para aceder novamente à fracção autónoma, a ré necessitou de proceder à abertura da porta e a nova mudança da fechadura, no que despendeu a quantia de €166,0 2 Tais condutas dos autores provocaram à ré medo, desespero, desgaste e transtorno psicológico.Na sentença considerou-se não provada, além do mais com interesse, a seguinte matéria3: a. os autores cederam o imóvel à ré de forma gratuita com a condição de lha terem de devolver logo que fosse interpelada para tal; b. os autores pretendem arrendar o imóvel ocupado pela ré a terceiro; o autor marido disse à ré que a mesma só saía do imóvel quando ele fechasse os olhos.O mérito do recurso  Erro de julgamento na decisão proferida em matéria de facto Embora no corpo das alegações de recurso a R. esboce a intenção de recorrer relativamente à decisão proferida em matéria de facto, designadamente no que respeita à matéria de duração do contrato de arrendamento, citando e identificando passagens de depoimentos testemunhais produzidos em audiência, as conclusões do recurso respeitam exclusivamente a matéria de Direito, incluindo a questão da duração do contrato, sem qualquer indicação de facto ou factos a alterar face aos que foram dados como provados e não provados na sentença, ou facto novos que devam ser tidos como provados, tenham eles sido, ou não, alegados pelas partes.