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No que tange aos factos sobre a dinâmica do acidente e culpa do acidente inexistem nos factos provados ou não provados factualidade dos mesmos, pois não basta a existência do álcool para ser responsável e culpado o falecido condutor, exige-se que tivesse culpa no acidente, sendo que a competia à Autora alegar factos sobre o acidente e da culpa do condutor no mesmo e provar tais factos, enquanto constitutivos do seu direito de regresso, atendendo ao disposto no artigo 34 do  A Autora não pode exercer o direito de regresso sobre o condutor só porque decidiu pagar, mas sim tem de provar que estava obrigada a pagar para exercer legitmamente esse direito sobre o condutor e segurado, provando assim mediante prévia alegação daqueles factos e, na falta de alegação e prova, ou seja, dúvida, devem ser considerados factos não provados, nos termos do disposto no art.