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AA) o Tribunal a quo, uma vez que o que resulta do depoimento das testemunhas é que o genro dos AA pretende alargar a área de cultivo, e não os AA originários, a quem alegadamente tinha de ter sido dado o direito de preferência BB) Portanto, não estando provado, como não está, que os AA originários pretendiam alargar a área de cultivo e pastoreio, e por outro lado ficando provado que o Réus vinham a utilizar os terreno para armazenamento e transformação de lenha, não podia o tribunal a quo julgar provada a existência do direito de preferência uma vez que está afastada pela aplicação da excepção prevista no artigo 1381 do  ) Deverá pois, a sentença recorrida ser revogada ) Andou mal o Tribunal a quo ao considerar suficiente para a caracterização de urbano ou rústico a área dos prédios, por um lado, e pela circunstância de o terreno não poder ser considerado, em termos civis, como mero logradouro da casa edificada, por outro, terá de considerar-se, por defeito, o prédio dos Autores como prédio rústico” EE) As casas existentes estão aptas a ser utilizadas e só não era pelos sogros porque construíram uma casa deles na povoação, FF) Esse sim, um requisito essencial para distinguir um prédio rústico e urbano, a sua autonomia, GG) Portanto, deverá também por aqui ser a Sentença do tribunal a quo revogada, dando-se como provada: Que a utilidade dada aos terrenos dos AA à data da transmissão não era de cultivo e ovinocultura e que a utilidade dada ao terreno do RR não era a agrícola, mas sim de armazenamento e transformação de madeiras e lenha HH) Deverá a Sentença do Tribunal a quo ser revogada e julgar verificada a exclusão do direito de preferência, nos termos do art.