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2 Para tal alegaram que o referido prédio, "sorte do mato de cernadas”, inscrito na matriz sob o artigo , com área de 6160 m2, não era de propriedade de F. e mulher, pois fora adquirido por escritura publica de dação em cumprimento a J. e mulher, 3 a ação foi julgada improcedente, entre outras, não foi reconhecida a propriedade da referida sorte de mato de Cernadas aos aqui requeridos, não foi ordenada a desocupação nem condenados ao pagamento das arvores, mais, 4 a referida sentença, já transitada em julgado, declara expressamente, e cita-se, que sorte de mato de cernadas e sorte de cimo de vila,) "correspondem prédios) rústicos,” dito de outra forma, correspondem aos prédios comprados pelos ora requerentes, ali réus que foram.