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Com alguma semelhança com o caso presente, pode ler-se no acórdão da Relação de Lisboa, de 9/5/2012, P. 423/17TTBRR.-4, acessível em www.dgsi.pt, a propósito da exploração do refeitório de uma creche: 	«O sector de refeitórios e cantinas é também um sector de serviços em que, à semelhança do sector de serviços de limpeza, a organização do fator humano, a respetiva mão de obra, assume uma relevância decisiva para conferir identidade à empresa ou estabelecimento, permitindo que, mesmo quando integrada numa empresa ou estabelecimento que desenvolva outra atividade, lhe possa ser reconhecida capacidade de desenvolver uma atividade económica autónoma, ainda que acessória, configurando-se como entidade económica na terminologia da ou unidade económica na terminologia do Código).» Igualmente com relevo, não pode deixar de se mencionar o acórdão desta Secção Social, de 16/3/2017, proferido no processo n. 480/17T8STB.E1, publicado na indicada base de dados, no qual se sumariou a seguinte afirmação: «A noção de transmissão de empresa ou estabelecimento, prevista no art.