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Juizes Conselheiros Pires da Costa, Custódio Mendes e Mota Miranda – Acção Ordinária n 2/2002, 2 Juízo, do Tribunal Judicial de Ponte de Lima; 14- os juros sobre a quantia relativa à indemnização/compensação por danos de natureza não patrimonial devem, assim, ser contados, desde a data da citação, até efectivo pagamento; 15- decidindo de modo diverso, fez a sentença recorrida má aplicação do direito aos factos provados e violou, entre outras, as normas dos artigos 49, n. 1, 56, 56, n. 2 e 80, do Código Civil, do Código de Processo Civil; 16- pode a Ré, ora Recorrida Companhia de Seguros ") SEGUROS, S.A.” vir a interpor recurso da sentença proferida pelo Tribunal de Primeira Instância – Juízo Central Cível, Juiz 3, de Viana do Castelo; 17- se, na sequência de eventual recurso a interpor pela Ré Companhia de Seguros ") SEGUROS GERAIS, S.A.”, vier a ser decidido no sentido da sua absolvição total ou parcial; 18- por se entender que, por absurdo, a culpa na produção do acidente de trânsito que deu origem à presente acção é total ou parcialmente imputável ao condutor do veículo automóvel ligeiro de passageiros de matrícula  – Joaquim –, seu segurado; 19- deve – neste caso - a referida co-ré Companhia de Seguros ") COMPANHIA DE SEGUROS, S.A.” ser ou ser também – total ou parcialmente – condenada a pagar ao autor, ora recorrente Manuel, o total – ou parte delas, conforme eventual graduação de culpas apuradas – das indemnizações líquida e ilíquida já fixadas e/ou a fixar, na sequência do presente recurso, acrescidas dos juros de mora, contados à taxa legal de 4% ao ano, a partir da data da citação, até efectivo pagamento.