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Contudo nos art.s 13 a 50, e sobretudo 52 onde formula os pedidos, torna-se claro que a Autora não pretende com a acção reagir à notificação judicial avulsa, antes pretende clarificar a sua situação como arrendatária da mencionada fracção que ocupa e válidos os depósito que fez em suma alegando que: – Celebrou a 1/10/05 contrato de arrendamento comercial entre o então proprietário da fracção "A” do prédio sito no  P N-A e B com entrada apenas pela letra B contra a prestação de rena de 750,00 euros/mês que comprou escrupulosamente até ao falecimento do senhorio em 7/7/06, senhorio esse que é herdeiro legitimário o filho do falecido outorgante HélderP e herdeira testamentária do uso e habitação de todos os seus bens seu Cônjuge aqui  ré InêsP e na sequência do falecimento do filho Hélderem 9/5/08 sucederam como herdeiras o cônjuge sobrevivo Inês e a requerente da notificação judicial avulsa AnaP, figurando na Conservatória do Registo Predial a mencionada AnaP como titular da propriedade e raiz da fracção e a  Ré Inês como titular do uso e habitação, sendo que com base nessa sindicações a Autora começou a regularizar a renda devida pelo contrato de arrendamento em vigor à  Ré InêsP.