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Sufragando-se o enunciado entendimento e transpondo os considerandos expendidos para o caso concreto: Decorre dos factos provados que: - Com referência à situação em que é ofendida , o arguido dirigiu-se à Quinta da Cecília, pertencente à ofendida, saltou o muro em pedra que veda a propriedade e introduziu-se num barracão ali existente, tendo, para o efeito, quebrado a fechadura da respetiva porta, de onde subtraiu uma roçadora, no valor aproximado de €290,00; - Com referência à situação em que é ofendido AD, o arguido dirigiu-se ao Monte , pertencente ao ofendido, abriu o portão que dá acesso à propriedade, o qual se encontrava fechado, apenas no trinco e introduziu-se num armazém ali existente, tendo, para o efeito, utilizado um objeto de ferro, com o que partiu a fechadura da porta de acesso ao mesmo armazém, de onde subtraiu os objetos descritos no ponto , no valor global de €600,00; - Com referência à situação, em que é ofendido EZ, o arguido dirigiu-se à herdade ., pertencente ao ofendido, saltou o muro que delimita a propriedade e introduziu-se num armazém ali existente, tendo, para o efeito, utilizado um instrumento não concretamente apurado, com o que forçou a abertura do portão que dá acesso ao mesmo, de onde subtraiu 20 garrafões de azeite, de 5 litros cada, causando um prejuízo ao ofendido, no valor aproximado de €500,0 	Da matéria factual provada não resultam quaisquer elementos que permitam levar a concluir que o barracão ou qualquer dos armazéns, em que o arguido, ilegitimamente, se introduziu, do modo descrito, para de lá subtrair os objetos de que se apropriou, apresentem caraterísticas que permitam classificá-los como como «casa» ou como «lugar fechado dela dependente», com o sentido e alcance que se deixou supra referido, em termos de poder integrar o conceito de "outro espaço fechado” previsto na al.