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a ação n. .../ 5TBELV, no âmbito da qual pediram que fosse declarado que o prédio 25 beneficiava da referida servidão e que estes fossem condenados a reconhecer esse direito bem como a absterem-se de impedirem que os aqui Réus: fizessem derivar do canal de Rega de Campo Maior, para a charca, pelo cano já instalado subterraneamente, a água que lhe fosse permitido utilizar pela Associação de Beneficiários do Caia, até ao limite de 60 litros por segundo; armazenassem a água na charca e a partir desta fizessem o seu transvase, por bombagem, para o seu prédio; instalassem junto da charca o equipamento que fosse necessário a essa bombagem e transvase; entrassem no seu prédio para acionar, ligando ou desligando, o sistema de bombagem, e fiscalizar o estado da charca e do tubo que para ela conduz a água, reparando e desassoreando a primeira e conservando o segundo quando fosse necessário;   Baseavam-se tais pedidos, na circunstância de os aí Autores até 2007 não terem utilizado a água, por terem optado por culturas que não careciam dela; mas nesse ano pretenderam instalar na parede da charca existente no prédio dos aí Réus, uma bomba que impulsionasse a água para o seu prédio, sendo que estes opuseram-se a essa instalação e impediram os Autores de utilizar a água e até de entrar no prédio para instalar o sistema de bombagem;   Entre o mais, resultou como provado nessa ação que "Os Autores não utilizaram a água até 2007 mas nesse ano pretenderam passar a fazer culturas de regadio Com esse objetivo, instalaram no seu próprio prédio um posto de transformação de energia elétrica e uma estação de impulsão da água sob pressão, instalaram sob o leito da estrada nova tubagem enterraram no seu terreno canalização que permitisse a rega por pivot, compraram dois pivots.