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designadamente, o requerimento inicial do apenso – tinham o valor global de 26402,88€; ·          Conforme resultou provado, o valor de mercado dos bens móveis que reverteram para pagamento do crédito da .. por força da venda efectuada e subsequente cessão àquela credora do crédito emergente dessa era de 24324,90€; ·          Tendo em conta a diferente descrição dos bens que consta dos títulos onde os penhores foram constituídos e da factura referida nos pontos 7 e 11, não dispomos de elementos bastantes para apurar quais os concretos bens que constam da factura e que haviam sido objecto de penhor; em todo o caso, parece ser claro que alguns desses bens utilizados para satisfação do crédito da ..) não estavam abrangidos pelo penhor e, portanto, se fossem apreendidos no processo de insolvência, o produto da sua venda reverteria para pagamento de outros credores em função das respectivas ao invés de reverter exclusivamente para pagamento do crédito da .., como sucedeu por força dos actos praticados; ·          Ainda que todos os bens constantes daquela factura estivessem abrangidos pelo penhor, existiria uma grande probabilidade de o seu valor não reverter integralmente para pagamento do crédito da .., caso os mesmos fossem apreendidos no processo de insolvência, tendo em conta que, de acordo com determinada posição jurisprudencial que nós, o crédito da Segurança Social seria pago com preferência sobre o crédito da .. garantido por, por força do privilégio mobiliário que lhe assistia nos termos do n 2 do artigo 204 da Lei n 110/200 Concluimos, portanto, em face de tudo o exposto que há razões para considerar – como se considerou na decisão recorrida – que os actos aqui em causa correspondem a actos de disposição de bens da devedora em proveito de terceiros no caso, a credora ..) para os efeitos previstos na alínea do n. 2 do art.