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Portanto, também nesta parte, em nosso julgamento, é de subscrever a posição assumida pelo Tribunal de 1 instância quanto à referida prejudicialidade que intercede entre as duas acções e, nesse enquadramento, da possibilidade de aplicação, nos termos sobreditos, da excepção da autoridade de caso julgado à decisão proferida naquela acção de divisão de coisa comum, datada de 202019 transitada em julgado a 102019), tornando-a, pois, extensível e eficaz nesta outra acção e, neste contexto, face à ali decretada «indivisibilidade em substância do prédio ora em causa», conduzindo à inviabilidade/inconcludência jurídica daquela divisão do prédio em causa e, logicamente, à imediata improcedência das pretensões deduzidas nos presentes autos por parte dos autores e ora apelantes.