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Isto quer dizer o seguinte: a primeira fase é preliminar, dependendo a constatação do dever de prestar contas da prova sumária dos elementos factuais trazidos aos autos pelo Autor na sua causa de pedir, não constituindo a decisão de prestar contas qualquer caso julgado no que tange ao desfecho da segunda fase, a qual, dependerá sempre, quer seja ou não seja contestada a obrigação, de uma análise subsequente de outros elementos, bem como da produção de melhores meios de prova, decidindo o juiz a final segundo o seu prudente arbítrio, nos termos do artigo 945, n5 do CPCivil, podendo a sentença final, a respeito, concluir pela inexistência de qualquer obrigação por banda do Réu em prestar as contas, veja-se a propósito as alterações efectuadas a este processo pelo 329-A/95, o qual veio nele consagrar, expressamente, os poderes de averiguação oficiosa do Tribunal, adiantou o seguinte no seu preâmbulo «No tocante à contestação da obrigação de prestar contas, aduzida pelo réu, abandonou-se a solução consistente na suspensão da instância e consequente remessa para os meios comuns, privilegiando-se a decisão no âmbito do próprio processo de prestação de contas, sem prejuízo do necessário rigor.