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Uma vez que o ora recorrente não ilidiu esta presunção a ilisão da presunção obrigava, por força do n. 2 do artigo 35 do Código Civil, à prova do contrário, ou seja, à prova de que a situação de insolvência não fora criada em consequência da actuação culposa do ora recorrente é de concluir que, ao qualificar a insolvência como culposa ao abrigo das alíneas e do n. 3 do artigo 18 do CIRE, e ao declarar afectado por tal qualificação o ora recorrente, a sentença recorrida não violou as citadas normas nem a alínea do n. 2 do artigo 18 do CIRE norma que serviu de apoio à decisão recorrida para declarar o ora recorrente afectado pela qualificação da insolvência como culposa.