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A questão suscitada pelo Ilustre causídico já o havia sido no recurso interposto no âmbito do processo n. 17/04MAFIG.C2 - no qual, como adjunta, teve intervenção a ora relatora -, decidido por acórdão proferido em 102021, de cujos termos não vemos motivo para nos afastar, onde ficou exarado: «Através da "pré-determinação legal” do juiz pretende-se ainda assegurar o princípio da plenitude da assistência dos juízes, com consagração legal no atual artigo 32-A, do CPP, sendo de referir que este apenas faz sentido quando está em causa uma audiência de julgamento que, por algum motivo, não se possa considerar, ainda, finda.