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O MINSTÉRIO PÚBLICO exerceu o seu direito de resposta à interposição do recurso, formulando as seguintes conclusões: – O arguido recorreu do despacho proferido pelo Tribunal a quo 06/06/2019, que procedeu ao reexame dos pressupostos da medida de coacção e manteve a prisão preventiva aplicada ao arguido – vide 21 n. 1, alínea do Código de Processo Penal – por considerar que se mantinham ")inalteradas as circunstâncias de facto e de direito que determinaram a aplicação da medida de prisão preventiva aplicada ao arguido, que se mostra até reforçada pela dedução da acusação, mantém-se a referida medida cautelar, aguardando o arguido os ulteriores termos do processo na situação em que presentemente se encontra.” – Pugna o recorrente pela substituição do despacho proferido por outro que lhe aplique a medida de coacção de apresentações diárias na esquadra mais próxima da sua habitação.