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Para efeitos de apreciar da admissibilidade do recurso importa identificar as questões suscitadas pelos Recorrentes:  -        Ofensa da autoridade de caso julgado formado no "Incidente de natureza declarativa que constitui o Apenso B do processo n 24166/16 do Juiz 4 do Juízo de Execução de , Comarca de , proferido a 11 de dezembro de 2019, de onde resulta que que estando pendentes embargos de executado nos quais se pede a extinção in totum, da ação executiva, entende-se que não poderá consolidar-se um ato que atinge o património da Executada BB sem que se dê a esta a oportunidade de demonstrar, através de embargos, que a execução é infundada e que não há suporte que permita a subsistência daquele ato”, invocando os Recorrentes que "a interpretação através da qual não reconhece a relação de prejudicialidade e autoridade de caso julgado de uma decisão anteriormente transitada em julgado face a um decisão proferida posteriormente” viola "o princípio da confiança ínsito no artigo 2 da Constituição da República Portuguesa e o princípio do acesso a um processo justo e equitativo previsto no artigo disposto no artigo 20 ns 1 e 4 Constituição”;  -        Nulidade por omissão de pronúncia relativamente à questão da "acessoriedade do crédito garantido, não podendo os aqui Recorrentes ser condenados na qualidade de Fiadores e devedores enquanto não exista prova do crédito garantido”;  -        Contradição de julgados a respeito da aplicação do procedimento de injunção a matérias de arrendamento urbano.