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Na interpretação da norma deve concluir o aplicador do direito que o ónus de declaração oficiosa de cessação da actividade do sujeito passivo de imposto somente se encontra consagrado no n.2 quando for manifesto que não está a ser exercida qualquer actividade pelo sujeito passivo, nem há a intenção de a continuar a. E saliente-se que durante o período de dois anos previsto na alínea, do n.1, o sujeito passivo continua obrigado à apresentação da declaração periódica nos termos do então art.28, n.2, do A. actual art.29, n.2), a qual subsiste mesmo não havendo, no período correspondente, operações tributáveis realizadas cfr.ac.T.A.Sul-Secção, 26/02/2013, proc.6102/12; F. Pinto Fernandes e N. Pinto Fernandes, Código do A. Anotado e Comentado, Editora Rei dos Livros,  edição, Janeiro de 1997, pág.645 a 647; Clotilde Celorico Palma, Introdução ao Imposto Sobre o Valor Acrescentado, Cadernos do E.F.F., n.1, edição, Almedina, 2005, pág.181 e. Por outro lado, a declaração oficiosa de cessação de actividade, estruturada ao abrigo do disposto no art.33, n.2, do A. equivalente ao art.34, n.2, do A., após a renumeração operada neste código pelo dec.lei 102/2008, de 20/6), somente se podia verificar quando fosse manifesto que a actividade não está a ser exercida elemento, nem existisse intenção de a continuar a exercer elemento.