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b) A Relação de Bens apresentada nesses autos integrava os seguintes bens no seu Activo:  Verba 1 - Prédio rústico no sítio denominado ")” no lugar de, freguesia e concelho de Alpiarça, composto de mato, vinha, pinhal, horta, cultura arvense, pomar de citrinos e eucaliptal, com a área de 5360 m2, inscrito na matriz cadastral sob o artigo, secção, da referida freguesia, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Alpiarça, com o valor patrimonial de € 260,9  Verba 2 - Prédio Misto no sítio denominado ")” no lugar de, freguesia e concelho de Alpiarça, composto de vinha, cultura arvense e eucaliptal e casa de habitação e logradouro, com a área de 1920 m2, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo /Alpiarça e inscrito na matriz rústica da mesma freguesia, sob o artigo, da secção, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Alpiarça, sendo o valor patrimonial da parte rústica de € 65,87 e da parte urbana de € 480,00, num total de € 545,8  ) Na presente acção, intentada por, foi formulado o pedido seguinte:  "Nestes termos e nos melhores de direito, designadamente do artigo 10 do Código do Notariado, deve a acção ser julgada procedente e provada, e em consequência declarar-se sem efeito as seguintes escrituras de justificação notarial:  - Escritura de 12 de Novembro de 2013, lavrada a folhas 53 a folhas 54 verso, do livro de notas para escrituras diversas, número, do Cartório Notarial de Alpiarça;  - Escritura de 6 de Fevereiro de 2015, lavrada de folhas 16 a folhas 17 verso, do Livro, de notas do extinto Cartório Notarial da Dra., em Santarém e  - Ordenado o cancelamento da abertura de descrição e inscrição do direito a favor dos réus que estes promoveram na Conservatória do Registo Predial de Alpiarça com base na justificação notarial que assim se impugna”.  )