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Notifique e deposite.»  Inconformado com a decisão, dela interpôs recurso o arguido  B... , retirando da sua motivação as seguintes conclusões transcrição): « A sentença recorrida errou ao julgar como provada, a matéria fáctica vertida no n. 1 e consequente os decorrentes ns 2 e 3 dos "Factos provados”;  Tal decisão viola o princípio da livre apreciação da prova, consagrado no artigo 12 do Código de Processo Penal, por notoriamente errada aplicação das regras da lógica e dos ensinamentos que se colhem da experiência comum a que ele deve obedecer;  O único elemento de prova existente nos autos – o depoimento da ofendida – quer no seu todo, gravado no ficheiro n. 20141105102106_17477138_2871959, quer mais especificamente os segmentos gravados no mesmo ficheiro, de 05:37 a 05:42, 03:36 a 04:50, 15:54 a 16:20, 16:40 a 17:28, 19:27 a 19:40 e 20:04 a 20:40, impõe a conclusão que a versão por ele narrada é muito pouco verosímil, daí resultando que a matéria constante do n. 1 deve ser dada como não provada, em última análise ao abrigo do princípio "in dubio pro reo” e absolvendo-se, em consequência o arguido: Quando assim se não entenda:  A sentença recorrida está viciada de nulidade de insuficiência de fundamentação, nos termos do disposto nos artigos 37 n. 2 e 37 n. 1 al.