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)” 13 Relativamente à interpretação das normas das Diretivas que nos presentes autos se aplicam encontramos apenas três acórdãos proferidos no âmbito de decisões de reenvio prejudicial, não tendo os mesmos abrangência interpretativa que inclua a questão da compatibilidade do regime de sanação das nulidades previsto no artigo 12, n. 3 do CPP português com as normas das Diretivas n.s 2010/64/EU e 2012/13/EU que prevêem os direitos à tradução, à nomeação de intérprete e à informação em processo penal que no presente processo se coloca, a saber: - Acórdão do TJ de 15 de outubro de 2015, proferido no processo ‑216/14, no caso Gavril Covaci, no âmbito de uma decisão de reenvio prejudicial apresentado por um tribunal alemão, no qual se suscita questão relativa à possibilidade de apresentação de peças processuais em língua diferente da do processo; -  Acórdão do TJ de 9 de junho de 2016, proferido no processo -25/15, no caso István Balogh, no âmbito de uma decisão de reenvio prejudicial apresentado por um tribunal húngaro, no qual se discute a organização e conteúdo do intercâmbio de informações extraídas do registo criminal entre Estados-Membros.