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AC – Efetivamente, a construção deste equipamento terá de ser precedida da prática de diversos atos e da condução de vários procedimentos, assim como da execução de diversos serviços e de obras públicas, os quais requerem um período de execução significativo, desde logo:  a) A realização do Estudo Prévio do projeto do Hospital de Proximidade do Seixal; b) A posterior obtenção do Reconhecimento de Relevante Interesse público duração para a construção deste equipamento em área abrangida pela REN, mediante processo a desenvolver junto da CCDR-LVT;  ) A conclusão dos restantes serviços de projeto do Hospital do Seixal; ) O lançamento e tramitação de procedimento para a aquisição de serviços de revisão do projeto do Hospital de Proximidade do Seixal; e) A posterior revisão do projeto do Hospital do Seixal; f) O posterior lançamento e tramitação do concurso público internacional de empreitada de construção do Hospital do Seixal; g) A construção do Hospital do Seixal 2 anos, no mínimo); AD – Ora, estimando um prazo de execução mínimo de 4 anos para os referidos atos, procedimentos, serviços e obras, ao qual, inevitavelmente, acrescerão outros períodos de tempo decorrentes de eventuais derrapagens nos procedimentos ou na execução dos serviços e obras inerentes à instalação deste equipamento, é inegável que a manutenção do efeito suspensivo terá por efeito irremediável a postergação da construção deste equipamento para data posterior a 2026, e, assim, a impossibilidade de concluir a meta definida pelo Governo no Plano de Recuperação e Resiliência para Portugal relativa à aquisição de equipamento para o referido Hospital.