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Nuno e Jaime pelo que ao ser dado como "provado” conduziu a um deficiente enquadramento jurídico e a uma decisão que peca por falta de fundamentação e por contradições diversas;  ) Assim, da fundamentação de Facto: " Factos julgados provados” o Mm Juiz do tribunal a quo deu como provado que:1 "O executado/embargante apôs a sua assinatura nos contratos mencionados em e e nas livranças referidas em e”, quando devia considerar como  Factos não Provados: e Que o executado/embargante apôs a sua assinatura nos contratos mencionados em e e nas livranças referidas em e”, ponto 11 dos factos;  E) O depoimento da testemunha não deve ser valorado por ser totalmente parcial e enfermar de falsidades bem patentes em todo o seu depoimento: Não foi feita qualquer prova de que o executado tenha assinado qualquer livrança na qualidade de avalista, não tendo nenhuma testemunha presenciado tal alegada assinatura, sendo premente a reapreciação da prova testemunhal produzida em sede de audiência de julgamento; F) A prova pericial, com um resultado "pouco esclarecedor”, foi inconclusiva, pelo que não veio fazer qualquer luz acerca da dúvida verificada acerca da autoria das assinaturas;  G) Quanto à letra das expressões "bom por aval ao subscritor”, ficou provado que não foi o que apôs em nenhuma das livranças tal menção, contudo não se autonomizou tal facto como relevante para a boa decisão da causa, quando o deveria ter sido;  H) Deve substituir-se o ponto 1 dos factos provados, por um novo facto provado: 1 o executado não apôs no verso das livranças mencionadas em e a menção "Bom por aval à firma subscritora”;  ) Pois, apesar de se ter verificado que, quando da perícia, os originais das livranças não foram analisados, nomeadamente as menções no verso das livranças, resultou da prova produzida, que tais menções não foram escritas pelo Embargante, o que acarreta nulidade do aval por vício de forma.