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"Escreveu-se no acórdão da Relação do Porto de 012016, no processo n. 1488/12TBFLG-A.P1, disponível em www.dgsi.pt: "Não se mostra gravoso para o requerente do Apoio Judiciário, em termos de lesar o seu direito de aceder à Justiça, exigir que ele documente nos autos a apresentação do requerimento de Apoio nos serviços de segurança social, no prazo judicial em curso, para que este se interrompa, pois que se trata de uma diligência que não exige quaisquer conhecimentos jurídicos e que, portanto, a parte pode praticar por si só, com o mínimo de diligência a que, como interessado, não fica desobrigada pelo facto de se encontrar numa situação de carência económica.” ver também os acórdãos do Tribunal da Relação do Porto de 28-09-2015, no processo n. 659/19TVPRT.P1; de 06-03-2017, no processo n. 2009/18TBPRD-B.P1; do Tribunal da Relação de Évora de 12-04-2018, no processo n.1811/11TBPTM-A.E1; e da Relação de Coimbra de 202019, no processo n. 713/10T8CBR-A.C1, todos disponíveis em www.dgsi.pt).