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Se se verifica a prescrição/caducidade do direito a que se arroga a exequente-embargada; Se a exequente-embargada age em abuso do direito, na modalidade de supressio; Se a sentença recorrida é nula ao não se pronunciar sobre as seguintes questões, suscitadas pelo recorrente: - inexigibilidade de qualquer responsabilidade ao recorrente, dada a verificação da previsão do disposto no artigo 80, n. 2, do Código Civil; - extinção da execução por violação do direito do recorrente à adequação formal, previsto nos artigos 54 do CPC e , , n. 3 e 2, n.os 1 e 4, da CRP; - verificação da prescrição/caducidade, que deveria ser dada como provada, com a consequente extinção da execução; - abuso do direito, na modalidade de supressio; - inexistência absoluta de título executivo; - inexistência de mandatário munido de procuração válida; - impedimento do agente de execução, com fundamento na participação do mesmo na obtenção ilícita do "pretenso título executivo”; - inadmissibilidade da penhora sobre o produto do trabalho do recorrente e necessidades do seu sustento condigno e do respectivo agregado familiar, danificando os seus direitos à dignidade humana, obrigação de trabalhar e à habitação; E – Se inexiste fundamento para ser condenado como litigante de má-fé e; F - B.