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De facto, é inequívoco que a A. sabia que estava a desrespeitar instruções que lhe tinham sido comunicadas e tinha consciência da ilicitude da sua conduta não colhendo a sua versão, que assumiu perante os seus superiores, que pensava que não estava a fazer nada errado uma vez que não estava a utilizar o seu C1, mas sim o de uma colega, porquanto resulta demonstrado à saciedade que a A. sabia que não podia utilizar nas transações em causa qualquer outro cartão, que não fosse o do próprio cliente; aliás, basta visualizar as imagens em que se vê a A., no momento em que está a processar o pagamento das compras de um determinado cliente que tem consciência e sabe não é a sua colega, a fazer sinal à sua colega, para que lhe fosse levar o seu C1, para o usar nessas transações, e logo se percebe o quão errado é o comportamento da A.