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6 do RCP deve ser interpretada em termos de ao juiz ser lícito dispensar o pagamento, quer da totalidade, quer de uma fracção ou percentagem do remanescente da taxa de justiça devida a final, pelo facto de o valor da causa exceder o patamar de €27000, consoante o resultado da ponderação das especificidades da situação concreta utilidade económica da causa, complexidade do processado e comportamento das, iluminada pelos princípios da proporcionalidade e da igualdade»3 Temos, assim, a consagração naquele n7 do art 6 do RCP da possibilidade de graduação prudencial do montante das custas devidas nos procedimentos de valor especialmente elevado, assim se introduzindo/aceitando, ou como dando "voz” a um princípio basilar, que norteia o actual sistema de custas processuais, qual seja da necessidade de existência de proporcionalidade entre o valor da taxa de justiça a pagar pelos intervenientes no processo e o serviço prestado32-3      Este n 7 do art.