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Apesar dessa pretensão do apelante ter merecido a oposição do devedor/insolvente, que se opôs não só aos esclarecimentos solicitados pelo apelante, como ao pedido de suspensão dos prazos para se pronunciar quanto à exoneração e à qualificação da insolvência, a 1 Instância, por despacho de 29/10/2020, determinou o prosseguimento dos autos para liquidação e, no mais, se notificasse a administradora de insolvência para se pronunciar quanto ao requerimento apresentado pelo apelante, ou seja, em síntese, tal como aliás, foi entendido pela própria administradora de insolvência, para prestar os esclarecimentos solicitados pelo apelante, tanto assim que esta, por requerimento entrado em juízo em 09/11/2020, respondeu a esse requerimento e nele esclarece várias das questões solicitadas naquele requerimento de 09/10/202 Acontece que o requerimento apresentado pela administradora de insolvência em 09/11/2020, em que presta vários dos esclarecimentos solicitados pelo apelante, não foi notificado ao devedor/insolvente, sequer a qualquer credores, onde se inclui o apelante, vindo a 1 Instância em 12/11/2020, a proferir a decisão recorrida, deferindo liminarmente o pedido de exoneração do passivo restante, pelo que urge verificar se, em consequência dessa não notificação dos mencionados esclarecimentos, ocorre ou não violação do princípio do contraditório que assiste ao apelante.