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A Sentença de que se recorre foi proferida em 26-02-2019, e julgou improcedente os embargos, mantendo a penhora registada, sobre o prédio urbano, correspondente à habitação no  andar, sul-poente, sito na Rua , n , Póvoa de Varzim, com o artigo matricial n ., registada na Conservatória de Registo Predial de Póvoa de Varzim sob o n .. B. Os fundamentos da sentença proferida para decidir pela improcedência dos embargos de terceiros reconduzem-se: A penhora do prédio urbano foi efetuada depois da dissolução do casamento entre executado e a embargante, por divórcio decretado em 7 de fevereiro de 2017, não figurando esta do título dado à execução, não tendo a qualidade de cônjuge do executado à data da realização da penhora.