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Assim sendo, as questões que constituem objecto do presente recurso, são as seguintes: ) – Saber se foi praticada a nulidade absoluta correspondente ao indeferimento dos "meios de prova, sem que previamente tenha sido notificada leia-se, a para se pronunciar”, em violação do artigo 3, n 3 do CPC; ) – Saber se a sentença errou na apreciação da matéria de facto, dela retirando um incorrecto juízo quanto à qualificação jurídica do denominado "direito pessoal de gozo” e, bem assim, quanto à alegada prática concertada entre a executada e a embargante, o que determinou o erro de julgamento quanto à não verificação de um dos pressupostos da procedência dos embargos; ) – Saber se a sentença padece de uma insuficiente discriminação/fundamentação dos factos dados como provados.