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Sobre a questão em litígio, vejamos a decisão recorrida: ") O oponente alega que a devedora principal era titular de bens, nomeadamente direito de trespasse do estabelecimento e créditos no valor de €1972,0 No entanto, o oponente não logrou provar o alegado nesta parte, razão pela qual se deu como não provada a factualidade enunciada em e. Acresce que os créditos que foram reconhecidos pelos devedores, o foram apenas no valor de €516,50, sendo aplicado para pagamento da quantia exequenda em cobrança coerciva no processo n. 0353200801047990 e apensos, quantia esta insuficiente para solver a dívida exequenda alínea e. Outrossim, a administração fiscal, conforme auto de diligências, constatou a inexistênciade bens em nome da devedora originária para pagamento integral da dívida.