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110, e inquirido as testemunhas que entendeu serem conhecedoras do respetivo valor, em concreto as testemunhas EE e FF; 3Quer a prova testemunhal, quer a prova documental produzidas pelo ora Recorrido, não tiveram força probatória suficiente para convencer o Tribunal de Primeira Instância do valor da aeronave à data do acidente, que deu por isso como não provado o valor alegado; 3 O Tribunal da Relação de Évora sufragou o mesmo entendimento relativamente à prova produzida pelo Recorrido, porquanto, na fundamentação constante do douto Acórdão recorrido, refere-se que "no que respeita ao documento, declaração de uma sociedade que se presume da área, impõe-se reconhecer que não se encontra suficientemente fundamentado, uma vez que alude apenas ao historial da aeronave, da qual faz uma descrição muito sumária, não fornecendo todavia qualquer informação quanto ao estado em que se encontraria à data e horas de voo.