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do STJ de 8-01-2014, em cujo texto se acrescenta: «) a exigência de um exame crítico, não definido por lei,  das provas que serviram para formar a convicção probatória, de  valoração livre, porém racional, à margem do capricho do julgador, mas  objectivada e apoiada num processo lógico que inteligência o material recolhido, atentando nas regras da lógica, da experiência comum, ou seja daquilo que comummente sucede, e que, como ser socialmente integrado, aquele  deve ter  presente, sopesando a valia das provas e opondo – lhe o  seu desvalor, face ao que fará a opção final,, para não se quedar a um estádio puramente subjectivo, pessoal, emocional, imotivável, tutelado pelo arbítrio, mas antes  evidencie o processo lógico-racional proporcionando fácil compreensão aos destinatários directos e à comunidade de cidadãos, que espera dos tribunais decisões credíveis, desde que justas, concorrendo ainda para a celeridade processual na decisão, desse modo fornecida  aos tribunais de recurso.