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Com efeito, o que resulta do artigo 186, n. 3, é apenas uma presunção de culpa grave, em resultado da atuação dos seus administradores, de direito ou de facto, mas não uma presunção da causalidade da sua conduta em relação à situação de insolvência, exigindo-se a demonstração nos termos do artigo 186, que a insolvência foi causada ou agravada em consequência dessa mesma conduta O entendimento descrito é partilhado por Carvalho Fernandes e João Labareda10 que referem, quanto ao artigo 18, n. 2, que neste preceito se consagra uma presunção juris et de jure de insolvência culposa, que não admite prova em contrário art.