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Com efeito, pese embora o Recorrente não imputar à sentença recorrida qualquer erro, e para além de julgarmos que a Sentença recorrida não padece de censura jurídica, julgamos que bem ao contrário do que alegou o Recorrente, a experiência de vida a que reportou demanda é consequência diversa, no sentido de que é necessária a feitura de prova cabal de que, concretas quantias foram concretamente alocadas a satisfazer concretas despesas e/ou encargos, e que para esse efeito, que deve existir documento que titule, não apenas e só os valores constantes do contrato de mútuo, mas sim e principalmente, de que titulem a entrada desse dinheiro no mercado, por via de pagamentos que tenha feito com as aquisições de bens e serviços para efeitos da edificação do seu prédio, prova esta que sempre poderia ser prosseguida por via testemunhal, sendo que, neste domínio, o Recorrente nada logrou provar.