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A segunda linha de argumentação esteia-se na não ocorrência de frustração da confiança de que uma eventual revogação do benefício consagrado no artigo 3, n. 2, do EBF seria acompanhada da aprovação ou sobrevigência de um regime transitório que permitisse deduzir os encargos financeiros que foram suportados entre 2003 e 201 A este propósito, escreve-se no aresto o seguinte: « Não há dúvida, afirmámo-lo já, de que os sujeitos passivos de IRC que, desde 1 de janeiro de 2014, se encontram abrangidos pelo regime consagrado no artigo 5-do CIRC — universo em que se incluem as SGPS — beneficiam de um tratamento fiscal mais favorável do que aquele que, ao abrigo do n. 2 do artigo 3 do EBF, era reservado a estas sociedades.