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1 e 2, do artigo 23, a doutrina e a jurisprudência tem-se divido, essencialmente, entre os que entendem que: - a remuneração variável a que o AJP tem direito se deve calcular por recurso às tabelas constantes da Portaria n 51/2005, de 20 de janeiro, ainda em vigor2; - a Portaria n 51/2005 não é aplicável ao processo de revitalização, devendo a remuneração variável ser calculada nos termos previstos no artigo 23, da Lei n22/2013, sem recurso a quaisquer tabelas, por não terem sido ainda aprovadas, sendo o respetivo montante calculado pela via da equidade Será indiscutível e pacífico4 que o administrador judicial provisório nomeado e que venha a exercer as suas funções em processo de revitalização terá direito a uma remuneração fixa, a que alude o n1 do artigo 23, à qual, no caso de vir a ser aprovado um plano de recuperação, deverá acrescer uma remuneração variável, em função do resultado da liquidação da massa insolvente, a que se refere o n2 citada norma.