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378 e 379, à escala, indica o posicionamento dos vestígios deixados pelo HH provenientes do farol – 1 a 5 e 7 – e do pára-choques –, pela vítima sangue – e aquele situado a 56,20 metros do ponto fixo inalterável, correspondente ao portão pedonal de acesso à casa e logradouro com o n ... de acordo com a consulta do Google Earth alguns metros à frente do acesso ao; »» conjugando as conclusões que tirámos acerca das lesões, que apontam para a sua produção com o peão colocado numa posição lateral, com a esquerda para o lado de ... e a frente em direção ao n ..., correspondente a propriedade de familiares e a maior concentração dos pedaços de farol na hemi-faixa da direita/eixo da via, podemos concluir com grande probabilidade pela hipótese de ter decidido atravessar para se deslocar a essa habitação ou para atalhar para sua casa uma vez que foi aludido pelas testemunhas a existência de um caminho junto ao muro do n ...;  As declarações de parte da Autora não foram valoradas:  - a versão do acidente não mereceu a menor credibilidade dado que pretendeu fazer crer que presenciou o acidente que vitimou o marido a partir de casa, o que não seria possível devido à falta de iluminação da estrada poderia, quando muito, ter a perceção das luzes dos veículos, mas não do peão, tanto mais que este envergava roupa, não havendo coincidência com o relato feito pela testemunha A. P., seu cunhado, que foi deixar um veículo da empresa a casa daquela e aludiu a conversa que permite concluir que a declarante desconhecia por completo o que se passava: referiu que o veículo HH era o único a circular no momento, afirmando que o viu parado a 4/5 metros do estaleiro, de seguida o condutor entrou e fez marcha atrás com desvio para o lado esquerdo estacionando na valeta à frente dos sem��foros – a manobra não é compatível com a localização do HH já que este ficou para a frente do corpo e não para trás como aconteceria se tivesse feito marcha atrás); - também afirmou que o marido estava vivo quando chegou ao local o que foi negado pela testemunha que lhe tomou o pulso e não sentiu pulsação, sendo certo que no momento da chegada do INEM estava em situação de paragem cardio-respiratória, não recuperando apesar das manobras de reanimação; por outro lado, os dados que constam do relatório de autópsia indicam que estava em situação de morte.