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– no montante total de 3701,54 €; F) deverá a Ré ser condenada dos juros vincendos dos empréstimos referidos nos artigos 9 a 10 da p.; G) deverá, por fim, a Ré ser condenada a pagar os juros vincendos das quantias referidas em, e, à taxa legal, desde a sua citação até efectivo e integral pagamento.”Por sentença de 04 de Dezembro de 2019, o TAF do Porto julgou a presente acção totalmente improcedente, e nesta improcedência, absolveu a Ré dos pedidos formulados pelo autor.O Autor apelou para o TCA Norte, e este por acórdão proferido a 22 de Janeiro de 2021, julgou a acção parcialmente procedente.A Ré Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa Portuense, SA, e a interveniente acessória B............, Ld., inconformadas, vieram separadamente interpor recurso de revista, tendo a primeira na respectiva alegação, formulado as seguintes conclusões: «1) Os danos pelos quais o Recorrido foi compensado não se deveram ao caráter perigoso da empreitada que o afetou, mas sim pelos danos laterais que lhe foram impostos, mormente o ruído e alguma deterioração da habitação, motivo pelo qual a responsabilidade pelo risco consagrada no artigo 11 do RCEE é, in casu, inaplicável.