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A Relação considerando:  - não caber ao exequente portador de um título cambiário aceite/subscrito pelo executado o ónus de alegação e prova de que a obrigação fundamental subjacente não existe, na totalidade ou em parte;  - ser ao executado que cabe alegar e provar tudo o que, atinente à obrigação fundamental subjacente, quer opor ao exequente, o que tem de consubstanciar em factos concretos e não em meras afirmações dubitativas;  - não ocorrer trânsito em julgado relativamente à definição do ónus da prova, nem haver factos alegados sobre os quais impendesse ónus de prova;  - ademais a entrega do capital mutuado resulta da presunção legal do art.