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– considerando que tinha 55 anos de idade ao tempo do acidente, uma esperança média de vida a situar-se nos 78 anos de idade, o seu rendimento anual de € 400,00 e, bem assim, a conexão entre as lesões sofridas e as exigências próprias de atividades profissionais alternativas, compatíveis com a sua preparação técnico-profissional, sabido, por outro lado, em termos de habilitações, que apenas é detentor do  ano de escolaridade –, quantum com que não se conforma a R./Recorrente, pugnando por uma redução substancial, para € 092,77, relativamente à perda de capacidade de ganho e, por outro lado, pela não conceção de indemnização pelo dano biológico por considerada duplicação na reparação) ou, assim não se entendendo, pela redução para não mais de € 3000,0 Esgrime, em qualquer caso, a Apelante que os montantes arbitrados são manifestamente excessivos, por claramente afastados das exigências dos aplicáveis padrões de equidade e da prática jurisprudencial dos nossos tribunais superiores para casos similares.