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É verdade, no nosso entendimento, que as referidas pretensões, porque substantivamente incompatíveis, só seriam passíveis de serem exercidas de modo subsidiário, sabido como é que a incompatibilidade substantiva entre pedido principal e subsidiário não obsta à sua dedução em termos subsidiários, precisamente porque apenas um dos pedidos virá a ser atendido pelo tribunal o pedido subsidiário é apresentado ao tribunal para ser tomado em consideração somente no caso de não proceder um pedido anterior – cfr art 55 Seria indiferente que o pedido principal fosse um ou outro desses dois, já que, como o refere Lebre de Freitas/Montalvão Machado/Rui Pinto, havendo no caso da subsidiariedade uma graduação das pretensões do autor, «essa graduação não tem que obedecer a uma prevalência substantiva: o autor, por estar incerto relativamente ao seu direito ou por admitir que o tribunal possa ter dúvidas quanto a ele, ordena o pedido principal e o pedido subsidiário como muito bem lhe aprouver»  Sendo que a circunstância do concurso dessas pretensões ser formulado sucessivamente e em diferentes ações não afastaria o resultado das mesmas se anularem uma à outra, nunca podendo ser atendidas simultaneamente sem se introduzir na ordem jurídica uma contradição, não se vendo em que medida é que o recurso ao caráter retroativo da acessão ao momento da incorporação e ao mecanismo da confusão pudessem resolver aquela contradição interna.