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1 O réu Novo Banco, S.A, apresentou contra-alegações, concluindo:  "1 - Sendo certo que a "questão das deliberações do Banco de Portugal que resolveram o Banco Espirito Santos e que criaram o Novo Banco”, ou, no dizer do Recorrente, a questão de "aferir se o Réu Novo Banco é responsável  por atos praticados pelos B.E.S.”, no que respeita a investimentos por tal Banco em ações preferenciais foi já objeto do douto Acórdão, proferido em sede de revista excecional, por este Supremo Tribunal de Justiça, de 22-03-2018 processo n 220/16T8PVZ.PS1, disponível em www.dgsi.pt e no qual julgou, além do mais que " Estando em causa nos autos saber se se transmitiu para o Banco , S.A, enquanto banco de transição, a obrigação de indemnização que, segundo alegado pelos autores, incidia sobre o Banco EE, S.A., emergente da atuação dos funcionários deste Banco e que terão levado os autores a subscrever obrigações, sem o seu conhecimento ou acordo, e se essa transmissão viola normas legais, é de concluir, atenta a natureza normativa das deliberações do Banco de Portugal, e face à interpretação e clarificação constantes das mesmas, que qualquer responsabilidade suscetível de ser imputada por esta via ao Banco EE, S.A. e que se tenha constituído a favor dos autores, não foi transferida para o Banco , S.A., sem que isso represente violação do regime legal aplicável, designadamente dos preceitos do RGICSF invocados pelos recorrentes”, nenhum dos três requisitos enunciados nas alíneas, e do art.