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Na verdade, e como é consabido, dispõe o n1 do artigo 743, sob a epígrafe, "Penhora em caso de comunhão ou compropriedade”:  " Sem prejuízo do disposto no n4 do artigo 781, na execução movida contra algum ou alguns dos contitulares de património autónomo ou bem indiviso, não podem ser penhorados os bens compreendidos no património comum ou uma fração de qualquer deles, nem uma parte especificada do bem indiviso.”   Em consonância com a regra geral de que só os bens do executado se encontram sujeitos à execução, o n 1, do artigo 743, do P., dispõe que não podem ser penhorados, a menos que a execução seja movida contra todos os contitulares:  a) no caso de compropriedade de um bem indiviso, uma parte especificada desse mesmo bem; b) no caso de comunhão num património autónomo ex., herança ou bens comuns do, os bens nele compreendidos ou uma fração de qualquer um deles.