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–O réu apresentou contestação, na qual, em síntese, contrapõe: Que celebrou com a autora em 22 de fevereiro de 2020 um contrato promessa de compra e venda da fracção de um imóvel e que ela lhe entregou, a título de sinal e princípio de pagamento, a quantia de 000,00 euros; Que as partes acordaram que a autora teria direito a resolver o contrato promessa caso não obtivesse financiamento bancário, desde que, comporovando esse facto, exercesse tal direito no prazo de vinte e cinco dias; Que a autora lhe enviou em 16 de março de 2020 uma carta a qual não era acompanhada do resultado da avaliação bancária nem de documento comprovativo da recusa de financiamento bancário; Que desconhecia até ao dia 17 de junho de 2020 que a autora não tinha obtido financiamento bancário por tal não lhe ter sido comunicado nos termos estabelecidos; Que nos termos do contrato celebrado não está, por isso, obrigado a devolver o sinal entregue pela autora.