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A Recorrente concluiu assim as suas alegações de recurso: a) O facto provado 19 menciona que, no Inventário, instaurado a 2/11/2009 facto, o cabeça-de-casal apresentou relação de bens comuns a 16/11/2012, três anos depois da instauração do processo, mas não esclarece o respetivo motivo; b) Deve ser declarado provado que o cabeça-de-casal apresentou sucessivas relações de bens, com erros e deficiências inultrapassáveis, sem que o Tribunal de Cascais houvesse tomado medidas que tanto impedissem designadamente, removendo o cabeça-de-casal, como; ) Deve ser declarado provado que o cabeça-de-casal apresentou nova relação de bens a 16/11/2012, porque foi notificado para o efeito a 7/11/2012 referência Citius 10.