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Quanto à qualificação jurídico-penal a recorrente continua a insurgir-se quanto à subsunção dos factos no crime de homicídio qualificado, defendendo que a sua conduta melhor se enquadra no crime de ofensa à integridade física qualificada dos art.s 14, n. 1 e 14, n 1, do CP já que, "da análise dos factos dados como provados, conjugados com os restantes elementos probatórios constantes dos autos, apenas é possível concluir que a mesma agiu no âmbito da negligência consciente, na medida em que nunca representou, na sua mente, como possível a realização do facto que acabou por acontecer in casu a obtenção do resultado morte da vítima) uma vez que actuou sempre sem se conformar com essa possibilidade - artigo 15, alínea, do Código Penal”.