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Da impugnação da decisão relativa à matéria de facto  A Recorrente sustenta, nas conclusões da sua alegação de recurso, que «a matéria de facto dada como provada e não provada merece reparo, em face da prova produzida, quer quanto ao valor da renda quer por omissão de factos essenciais à boa decisão da causa como seja o recebimento voluntário das rendas cuja falta os AA vieram invocar.»  Já no corpo da respetiva alegação de recurso, invoca que «o valor da renda foi fixado sem suporte factual; deveria o tribunal a quo ter dado por provado que as rendas cujas AA invocam a falta de pagamento, à data da audiência de julgamento, já se encontravam pagas e que as AA receberam voluntariamente as rendas depositadas e referentes aos meses cuja falta de pagamento invocavam.