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1 Todas estas quantias eram pertença da assistente B, resultando os certificados de aforro indicados em 1 e 1, b. e da substituição que o arguido  operou junto do Instituto de Gestão e Crédito Público, a fim de neles figurar como titular, dos seguintes certificados de aforro pertencentes à assistente:  a. série B, n -., emitido em 23-11-2007, no valor de €2347,00, b. série , n -., emitido em 16-03-2009, no valor de €2060,61, série , n -., emitido em 16-3-2009, com o valor de €2060,61,  série , n .-., emitido em 16-3-2009, com o valor de €417,99;  e. série B, n ..-., emitido em 26-08-1992, com o valor de €158,78;  f. série B, n ..-., emitido em 27-08-1992, com o valor de €648,87;  g. série B, n ..-., emitido em 28-7-1994, com o valor de €787,88;  h. série B, n -., emitido em 20-02-1992, com o valor de €165,63;  série B, n ..-., emitido em 13-12-1995, com o valor de €432,41;  j. série B, n ..-., emitido em 30-04-1996, com o valor de €634,62;  k. série B, n ..-., emitido em 30-09-1996, com o valor de €1696,9   1 E viveu em união de facto com o arguido  pelo menos desde Janeiro de 2013, tendo fixado inicialmente residência em casa da assistente, a qual abandonou também em março 2014, vindo a casar com o arguido  no dia 18 de agosto de 201   1 O arguido sempre soube que os valores constantes em tais certificados de aforro eram da exclusiva propriedade da sua mãe e que não lhe pertenciam.