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Da análise da matéria de facto considerada como provada na sentença recorrida pode concluir-se que a ora Apelada outorgou com a empresa, S.A. um contrato de fornecimento de energia eléctrica que abrangia o CPE PT0002000069879228FX, o qual permitia o abastecimento da sua Herdade de, no e que à data de 30/01/2017 esse contrato já não estaria seguramente em vigor subsistindo alguma dúvida sobre se desde 31/12/2016, ou desde 27/01/2017, devido à redacção da parte final do facto vertido sob o ponto  comparativamente com a redacção da parte final do facto constante do ponto 28 do acervo dos factos assentes na sentença, resultando ainda assente que a partir da data de 27/01/2017 não constava em sistema para a instalação eléctrica relativa ao supra identificado CPE nenhum registo de qualquer outro contrato de fornecimento de energia eléctrica entretanto celebrado e comunicado à ora Apelante, o que se compagina com o facto vertido sob a alínea dos factos considerados como não provados na sentença recorrida, que nos informa precisamente não ter resultado assente que na data do corte de energia efectuado na propriedade da ora Apelada esta última tivesse em vigor com, SL, um contrato de fornecimento de energia eléctrica desde o dia 01 de janeiro de 2017 e até ao dia 31 de Dezembro de 201  Sabemos igualmente da matéria de facto considerada como provada na sentença recorrida sob os pontos 2 e 5 que a ora Apelante efectuou o corte de energia eléctrica ao CPE acima referido a 30 de Janeiro de 2017 tendo os responsáveis da ora Apelada se apercebido de tal no dia 31/01/2017 quando chegaram à exploração existente na Herdade de, pertencente àquela.