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Acordam em conferência os juízes deste Tribunal Central Administrativo Norte, Secção do Contencioso Administrativo:  AAB, Ld R. , Lousã) interpõe recurso jurisdicional na presente acção administrativa comum intentada contra Estradas de Portugal, S.A. Praça da portagem, 2809-013, que o TAF de Coimbra julgou improcedente.O recorrente conclui:  O despacho saneador-sentença de fls., debalde douto, deve ser revogado;   A decisão recorrida empreende uma errada subsunção normativo-legal do enquadramento factual apurado no probatório;   O Tribunal recorrido firma que a A. era proprietária dos artigos urbanos 9029 e 4936, correspondentes a dois armazéns, que se encontravam incluídos na parcela expropriativa n 24, em procedimento de expropriação por utilidade pública empreendido pela R.;   O Tribunal recorrido reconhece que tais bens imóveis foram objeto de expropriação empreendida pela R., não tendo a A. sido ressarcida pelos danos emergentes da expropriação;   O Tribunal recorrido estabelece que os danos acionados nos presentes autos são os emergentes da expropriação;   Tudo conforme, entre outros, os pontos 2, 3 e 4 do probatório da douta sentença de fls.