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1 da p.), deve ser considerado provado, dizendo por um lado que Autor e Ré estão de acordo quanto à causa da explosão de modo que tal matéria deve ser dada como assente, pois teve o acordo das, e, por outro, sem prescindir, que nesse sentido aponta a prova indireta, por via de presunção judicial, pois que, diz, da prova produzida resulta um conjunto de indícios, ou factos-base, que nos permitem, através de uma inferência lógica, dar como provados os factos-presumidos, assim: -O sinistrado procedia à queima, em fogueira, de desperdícios de madeira e foi vítima de uma explosão – ponto 3 dos factos provados; -A distância não concretamente apurada mas inferior a seis metros, acrescentamos nós) do local da fogueira encontrava-se um contentor que continha dezenas de latas já usadas de produtos inflamáveis – ponto 15 dos factos provados; -Dado que o contentor se encontrava cheio, algumas das latas estavam pousadas no chão, junto ao mesmo – ponto 16 dos factos provados; -Tais latas possuíam, nos respetivos rótulos, diversas inscrições alertando para o facto de se tratar de material inflamável – ponto 17 dos factos provados; -As latas continham líquidos inflamáveis – ponto 17 idem.