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171 do Código Civil; - que, nos anos de 2008 e 2009, a sobredita cônjuge do R. – BB – solicitou à Autora o fornecimento dos artigos do seu comércio melhor descritos nas facturas cujos números, datas de emissão e importâncias identifica no artigo 5 da petição inicial, todas com vencimento a 30 dias após a sua emissão; - que a sobredita BB nunca liquidou as ditas facturas e, tendo a Autora recorrido à via judicial para recuperar o seu crédito, foi aquela condenada a pagar-lhe a quantia de 1061,92 € dez e sessenta e um euros e noventa e dois cêntimos) acrescida de juros de mora à taxa legal, por sentença proferida no processo n58213/10YIPRT, que correu termos no Juízo Local Cível de Valongo – Juiz 1, da Comarca do Porto, transitada em julgado em 08/11/2018; - que nas datas dos fornecimentos elencadas no artigo 5 da petição inicial a BB era uma comerciante em nome individual que se dedicava à exploração de uma frutaria na cidade de Paredes, actividade que só cessou em 2012; - que as dívidas contraídas em 2008 e em 2009 pela cônjuge do Réu foram-no no âmbito do seu comércio, responsabilizando também o Réu; - que a Autora já suportou despesas com a cobrança da presente dívida, mais precisamente uma provisão para despesas e honorários liquidada à sociedade de advogados que o signatário da petição inicial integra no valor de 1 230,00 €.