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Realizada a audiência de julgamento então, o A. declarou reduzir o pedido no valor de €181,25), o Tribunal a quo, por sentença de 12019, julgou a acção parcialmente procedente e provada, condenando a Ré a pagar ao A. as quantia líquidas de € 44 631,58 a título de danos patrimoniais1, acrescida de juros moratórios, a contar da citação, segundo a taxa de 4 % Portaria n. 291/03, de 04 e art.s 804, 805, n.s 1 e 3 e 806, n.s 1 e 2 do e de € 30 500 a título de danos não patrimoniais, acrescida de juros moratórios à mesma taxa a contar da data da prolação da sentença, e, ainda, as quantias indemnizatórias que vierem a ser liquidadas, em momento posterior à sentença, pelos danos futuros de natureza não patrimonial e patrimonial previsíveis relacionáveis com o agravamento futuro das sequelas, e por inerência, do défice funcional permanente da sua integridade físico-psíquica já fixável em 5 pontos, e a título de custos suportados pelo A. em deslocações necessárias para tratamento.