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também os autos de vistoria realizados pela Câmara Municipal de Lisboa em 2005 e. FF.–Quanto à matéria relacionada com as obras que o Tribunal a quo deu como não provada, as Recorrentes vêm socorrer-se do relatório que elas próprias juntaram no seu articulado superveniente relatório de fls., relatório este elaborado a seu pedido, dizendo que do mesmo resulta que as patologias encontradas no andar que se situa por cima do locado têm a ver com uma deformação da estrutura do pavimento que terá tido a ver com alterações realizadas no locado – o que também não é verdade, tanto que aí se pode ler "suspeita-se que estas deformações tenham origem em alterações realizadas no piso inferior, ou seja, ”.