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Em contra-alegações a Ré respondeu: A) O plano aprovado no processo especial de revitalização apresentado pela Recorrida é oponível à Recorrente; B) Em 102019 a recorrida apresentou um processo especial de revitalização que correu termos sob o n. 8288/17T8LSB do Juízo do Comércio de Lisboa, Juiz 4, no qual foi aprovado um plano de recuperação homologado por sentença transitada em julgado em 29-11-2019; ) O Crédito da recorrente é anterior à apresentação do processo especial de revitalização, pelo que é abrangido pelo mesmo; ) A vinculação da sentença de homologação não distingue entre credores que tenham participado nas negociações ou que não tenham participado, vinculando, expressamente, todos eles; E) O processo especial de revitalização é publicitado por meio pela lei considerado idóneo portal com concessão de prazos para reclamação de créditos e impugnação da lista provisória dos mesmos; F) Na data da apresentação do plano especial de revitalização, a devedora originária estava a cumprir o acordo de pagamento celebrado com a recorrente, pelo que esta não reclamou o seu potencial crédito à recorrida; G) Ao contrário do que alega a recorrente, o não envio da carta a um credor não é gerador de qualquer nulidade processual ou ineficácia da decisão que homologou o plano; H) A carta em causa não é um ato relevante e imprescindível para o exercício dos direitos dos credores; ) Não se encontra prevista em qualquer norma legal a ineficácia do plano relativamente a um concreto credor; J) No CIRE não consta qualquer norma que determine a ineficácia do plano que seja aprovado e homologado.