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Veio então a Ré interpor recurso de revista para o STJ, pedindo a final:  "a) O acórdão do TRL deve ser revogado no que respeita à alteração da matéria de facto dos artigos 3, 4 e 10 da sentença da  Instância, na medida em que essa alteração assenta em erro jurídico de violação das normas legais aplicáveis à suposta confissão que foi feita pela RÉ na réplica do processo 2022/08 ou, subsidiariamente, deve ser determinada a baixa do processo para reformulação destes pontos da matériade facto;  b) O acórdão do TRL deve ser revogado no que respeita à altera��ão da matéria de facto dos artigos 3 e 4 da sentença da  Instância, na medida em que essa alteração viola o princípio da indivisibilidade da confissão previsto no artigo 36 do ou, subsidiariamente, deve ser determinada a baixa do processo para reformulação destes pontos da matéria de facto;  ) O acórdão do TRL deve ser revogado no que se refere à alteração dos artigos 3, 4 e 10 da matéria de facto provada, mantendo-se a sentença da  Instância e, em consequência, deve ser confirmada a improcedência da acção;  ) Deve ser reconhecida a violação do princípio de caso julgado por parte do TRL ou, subsidiariamente, da autoridade de caso e, em consequência, o acórdão recorrido deve ser revogado ou, subsidiariamente, deve ser ordenada a baixa do processo para a sua reformulação;  e) Deve ser julgada procedente a nulidade do acórdão recorrido por contrariedade dos fundamentos com a decisão e,em consequência, deve o mesmoser revogadoou, caso assim não se entenda, deve ser ordenada a baixa do processo para correcção do vício;  f) Deve ser julgada procedente a nulidade do acórdão recorrido por excesso de pronúncia e, em consequência, deve o mesmo ser revogado ou, caso assim não se entenda, deve ser ordenada a baixa do processo para correcção do vício;   g) Deve ser julgada procedente a violação pelo acórdão recorrido dosartigos 43 e 80, n. 2, do ;  h) Em todo o caso, deve ser julgada procedente a presente revista e ser revogado o acórdão recorrido;  ) Subsidiariamente e caso assim não se entenda, procedendo a condenação da RÉ o que em caso algum se, os juros de mora apenas devem ser computados a partir da sua citação nos presentes autos.”  Para o efeito, apresentou as seguintes Conclusões:  " Os presentes autos têm por objecto a reclamação pelas AUTORAS à RÉ do pagamento de determinados montantes que lhes teriam sido reconhecidos no âmbito de um processo judicial que correu entre as Partes no  Juízo do Tribunal de ..., sob o n. 2022/0  Nessa acção, a aqui RÉ tinha demandado as AUTORAS pela cessação ilegal dos contratos de franquia que vigoravam entre si e exigido uma compensação pelo incumprimento desses mesmos contratos.