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Contra-alegou o recorrido, concluindo nos seguintes termos: «Entende o Oponente que andou bem o Mm Juiz "a quo” ao decidir pela anulação do despacho de reversão; O ora Oponente, fundamenta a sua oposição na ilegalidade do despacho de reversão, por falta de prova da insuficiência do património da devedora originária, assim como a falta de prova e alegação, da culpa do oponente na constituição da dívida e ainda a nulidade do despacho de reversão, por falta de indicação das diligências levadas a cabo para obter o ressarcimento do crédito em execução; A douta sentença sob recurso decidiu e no entender do ora Oponente bem que o despacho de reversão não fundamenta a culpa como pressuposto necessário da efetivação da responsabilidade por coimas violando o disposto no artigo 8 da LGT.