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Com efeito, aceitando que o seu colaborador acreditava que a SLN iria restituir o capital investido afirmação que não ousaríamos fazer no caso da emissão de 2008, quando a emitente se encontrava já em dificuldades, conhecidas dos colaboradores do, a convicção que se retira dos factos assentes vai antes no sentido de considerar que, conhecendo bem a autora e o seu perfil conservador, "vendeu” a aplicação como se fosse um depósito a prazo – "em tudo idêntico a um DP” –, o que fez deliberadamente, sabendo que assim obteria a sua anuência, o que seguramente não ocorreria caso explicasse, "preto no branco”, que se tratava de um empréstimo a uma sociedade de participações, sendo possível dispor do dinheiro antes do referido prazo de 10 anos apenas e só se surgisse um terceiro interessado, e que o responsável pela restituição do capital no termo do prazo era a mesma sociedade, sem qualquer intervenção ou garantia prestada pelo Banco.