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Como tal, por força das normas, devidamente conjugadas entre si, dos artigos , n. 1, , , n. 1, e -A, n. 1,, todos do Código do Registo Predial doravante apenas, a mencionada acção encontra-se obrigatoriamente sujeita a registo, o qual, ao abrigo do disposto no artigo 9, n. 1,, do CRP, deve ser efectuado provisoriamente, por natureza, incidindo essa obrigatoriedade de promoção do registo da acção sobre os próprios tribunais, desde que o mesmo não se mostre promovido por outra entidade com legitimidade incluindo as partes interessadas no, de acordo com o previsto no artigo -B, n.s 3, e 5, do aludido CRP, resultando ainda expressamente do artigo -, n. 2, do mencionado diploma legal que o registo de acções de idêntica natureza à acção principal de que depende este procedimento cautelar "deve ser pedido até ao termo do prazo de 10 dias após a data da audiência de julgamento.”        Dispõe ainda o artigo 5 do CRP, epigrafado "Cancelamento dos registos provisórios” no seu n. 5, que: "5-O cancelamento do registo provisório de ação e de procedimento cautelar é feito com base em certidão da decisão transitada em julgado que absolva o réu do pedido ou da instância, a julgue extinta ou a declare interrompida, ou em comunicação efetuada pelo tribunal, preferencialmente por via eletrónica, acompanhada de cópia daquela decisão e indicação do respetivo trânsito em julgado.”    Ora no caso vertente verifica-se que a aqui Apelada promoveu após a instauração da mesma em Juízo o registo da acção principal de execução específica que corre contra a Apelante, tendo comprovado tal registo em 21/12/2021 através da junção àqueles autos da competente certidão permanente.