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na cessação do contrato, e afastando-se também do entendimento perfilhado no acórdão deste Supremo Tribunal, de 2011, Proc n 156/07TTVNP.PS1, invocado na presente revista como acórdão fundamento segundo o qual a "má fé do Estado decorre, efectivamente, do facto de o mesmo não poder ignorar a invalidade do contrato”, foi de entendimento que a lei utiliza o conceito normativo de má fé não no sentido de má fé objectiva, enquanto violadora de norma de conduta ao nível ou no plano dos princípios normativos, mas no sentido de má fé subjectiva ou psicológica, com consciência ou convicção injustificada de se adoptar um comportamento não conforme ao direito e respectivas exigências éticas, exigindo a lei a prova do efectivo conhecimento, prova essa que incumbe a quem invoca o direito alegado, concluiu também, por esse motivo, que a Autora não fez prova de que e Ré conhecia a causa de invalidade do contrato, e, por conseguinte, pela inexistência do direito à indemnização pretendida.