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do Código de Processo Civil, ex artigo  do CPTA e artigo 9, n. 3 do CPTA por manifesta e ostensiva falta de fundamentação, bem como do artigo , n. 3, alíneas e do 151-B/2013 de 310, deve o presente proceder e, em consequência, revogar-se o Acórdão do TCA Norte em recurso decidindo de acordo com o já propugnado em primeira instância pelo TAF Coimbra, assim se fazendo a devida e costumada JUSTIÇA!”  As requerentes apresentaram contra-alegações, onde enunciaram as conclusões seguintes:    "A. Vem o presente recurso de revista interposto do douto Acórdão do Tribunal Central Administrativo Norte que decidiu revogar a sentença proferida em 17/09/2020 pelo TAF e Coimbra e ordenar a baixa dos autos aquele TAF de Coimbra; "a fim de serem aí realizadas diligências de prova pertinentes, em particular a produção de prova testemunhal tendo em atenção as regras vertidas no artigo 11, n.s 4, 6 e 7 do CPTA, em especial a que respeita ao limite de testemunhas, que é de e proferir nova decisão que aprecie, em função da prova produzida, os demais requisitos vertidos no artigo 12 do CPTA”, conforme se lê no aresto agora posto em crise.