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Ou seja, seguindo uma classificação doutrinal, meramente auxiliar de um raciocínio sobre os padecimentos morais, os autos patenteiam um dano já significativo, na vertente do "dano moral”, propriamente dito, mesmo com base na incapacidade permanente 9% de incapacidade, mas também na vertente do "pretium doloris” ressarcimento da dor física sofrida – grau 5, em e na vertente do dano existencial e psíquico - o dano da vida de relação e o dano da dificuldade de "coping”, ou seja, da dificuldade em lidar com a sua actual incapacidade em actos da vida diária – cansaço – não suportar pesos, ter abandonado actividades sociais e de prática desportiva grau 2 em, havendo que atentar também na incapacidade temporária geral e profissional, bem como nas pronunciadas dores sofridas no momento do acidente e nos dias que se lhe seguiram.