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Alegou para o efeito que os primeiros réus são herdeiros universais de N e mulher O de cuja herança fazia parte um imóvel o denominado "T” ou "U”, a ré era cunhada da O e tia dos demais réus e o autor é credor do filho dos de cujus e insolvente G. A O declarou dever à ré S, sua cunhada, a quantia de 1268,38€ e com base nisso esta instaurou contra aquela uma execução na qual foi designada hora para a abertura de propostas para venda do direito à meação e do quinhão hereditário da O na herança ilíquida e indivisa aberta por óbito do marido, sem que na execução se indicasse que a herança incluía o aludido T ou da porta, tendo a ré  exercido o direito de remição e adquirido aqueles direitos.