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Para além disto, foi ainda julgado "parcialmente procedente, por provado, o pedido de indemnização formulado contra os Demandantes AA ...) e, em consequência, condená-los, solidariamente, a pagarem à Demandante a quantia de 638552,01, acrescida dos montantes, a liquidar em execução de sentença, correspondente aos rendimentos dos certificados de aforro desde as datas dos resgates até efetivo reembolso, bem como no valor que se vier a apurar correspondente ao valor dos objetos subtraídos da residência da Demandante, no mais se absolvendo do pedido.”  Desta decisão, a arguida recorreu para o Tribunal da Relação de Lisboa que, por acórdão de 002019, decidiu: "a) Revogar as condenações pelos crimes de burla qualificada e burla informática; b) Refazer o cúmulo jurídico das penas parcelares em que foi condenada a Arg.