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No âmbito da execução foi penhorado o quinhão hereditário do 1 Réu na herança ilíquida e indivisa aberta por óbito do seu pai J. , a qual integra, as fracções autónomas individualizadas pelas letras "A” e "”, do prédio urbano sito na Rua , inscrito na matriz respectiva sob o artigo  e descrito na Conservatória do Registo Predial de Viana do Castelo sob o n .   Acontece que ambos os descendentes do falecido, o primeiro Réu e a sua irmã N. repudiaram a herança do seu pai, sendo chamada à herança F., neta do Autor da herança e filha da N., factos dos quais os Autores tomaram conhecimento em Abril de 201   Mais, alegam que o repúdio da herança é um acto simulado, não passando de um puro estratagema para que os Autores não pudessem penhorar bens à herança, com intenção de subtrair os bens ou direito à penhora, e que impede os Autores de penhorar o que quer que for ao primeiro Réu por manifesta falta de bens.