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Alegou, em síntese, que por contrato promessa, celebrado em 15/04/1999, BB prometeu vender-lhe a fração urbana identificada na PI pelo preço de 1000000$00, a pagar em prestações mensais iguais e sucessivas de 5555$00, prestações que a A. pagou ao BB, depois à sociedade Urbrito e, desde novembro 2006, à insolvente Imobrauto, que assumiu a posição contratual de promitente vendedora, razão pela qual, em 15/04/2014, apenas faltava à A. pagar € 0,49, não tendo a Imobrauto celebrado a escritura de compra e venda em virtude da fração se encontrar onerada com penhoras e dívidas fiscais, mas residindo a A. na identificada fração desde a data do CPCV e a tratar e a cuidar do pai do primitivo promitente vendedor desde a celebração do e pagando desde aí todos os encargos relativos à fração , condomínio, água e. Apresentaram contestações a credora Parvalorem e a Massa Insolvente da Imobrauto.