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Face a tais patologias, o perito médico procedeu ao seu enquadramento de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades para Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais, aprovada pelo 352/2007, de 23 de Outubro, valorizando as lesões a nível da coluna vertebral, a limitação da mobilidade do ombro direito, as nevralgias e radiculalgias, as lesões do aparelho digestivo grau, a moderada diminuição do nível de eficiência pessoal ou profissional, e as lesões do colo do útero, e concluindo pela atribuição de um nível de incapacidade permanente parcial de 66,6422%, com incompatibilidade para o exercício da actividade habitual da A. de funcionária administrativa, com carácter irreversível, mas admitindo que tais sequelas seriam compatíveis com outras actividades dentro da sua área de formação técnico profissional desde que com carácter parcial e sem esforços significativos.