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Contestando, os Réus, além de invocarem a ilegitimidade da Ré J, alegam: que o crédito do Autor é posterior à data em que foi celebrada a doação, uma vez que esse crédito apenas se formou em 21 de Março de 2018 com a notificação do despacho que validou a peritagem que havia sido efectuada; que a referida doação não determinou a impossibilidade de satisfazer integralmente o crédito do Autor nem determinou o agravamento dessa impossibilidade, sendo certo que, na sequência da indicação à penhora pelo Autor em 26/11/2018, foi penhorado na referida execução – em 21/03/2019 – um imóvel ao qual foi atribuído o valor de 5000,00€ e cuja venda já foi requerida pelo Autor; que a presente acção foi instaurada depois de o Autor ter sido notificado dessa penhora, não podendo o Autor requerer em processo executivo a venda dum prédio urbano penhorado, cujo valor garante a totalidade do seu crédito e ao mesmo tempo impugnar uma doação anterior invocando que da mesma resulta a impossibilidade ou o agravamento da impossibilidade da satisfação do seu crédito e que, à data da escritura, os s Réus desconheciam que o  Réu tivesse alguma obrigação para com o Autor e que, como tal, estavam a prejudicá-lo com a doação.