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A circunstância de o relacionamento da testemunha  com a Oponente ser anormal, por referência a um quadro de sã convivência pessoal ou social, e o modo como o depoimento foi prestado, inicialmente co-responsabilizando sempre a Oponente pela gestão mas, depois, a espaços, assumindo que era a testemunha quem tinha o domínio sobre o negócio, o que corrigia posteriormente para dividir as responsabilidades da gestão, e o modo desgarrado e não circunstanciado como declarou que a Oponente tirava dinheiro da caixa ou fazia encomendas de café a estas apenas se referindo após instâncias da Senhora Representante da Fazenda Pública na fase final da acareação), fez com que o tribunal não valorasse por inteiro o depoimento desta testemunha, formando a convicção de que a Oponente não tinha o efectivo poder de decidir os destinos da sociedade, fazendo apenas aquilo que a testemunha , que sobre ela tinha um ascendente, lhe indicava que devia ser feito.