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Para tanto alega que: a) O A. e a 1 R. foram casados, tendo-se divorciado e celebrado um acordo de partilha dos bens comuns; b) Antes do casamento, mas já depois do auto de declaração para casamento, o A. e a 1 R. acordaram em comprar a fracção G do um imóvel que o pai da R. havia prometido comprar para uma irmã da 1 R.; ) tal aquisição visava a constituição da casa de morada de família do casal; ) à data A. e R. não tinham capacidade financeira para contrair empréstimo para aquisição desta habitação, tendo beneficiado dos contactos que o pai da R. tinha no E para que o mesmo fosse contraído, tendo sido acordados dois empréstimos no valor global de 11711,50 euros; e) do valor mutuado pelo E saiu o pagamento da quantia de 1951,92 euros para pagar ao pai da 1 R. o valor de sinal que este havia entregue; f) a compra foi efectuada apenas em nome da 1 R. porque esta beneficiava de melhores condições no empréstimo bancário contraído; g) esse empréstimo foi assumido por A. e 1 R.; h) os pais da 1 R. viram-se assim livres de uma promessa de compra frustrada porque a irmã da 1 R. tinha desistido do negócio; ) os pais da 1 R. assumiram-se como fiadores nos empréstimos contraídos; j) foi o casal quem desde sempre pagou as prestações mensais destes empréstimos; k) o A. sempre teve uma fonte de rendimento estável, ao passo que a 1 R. esteve desempregada por três vezes, sendo o A.