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Contudo, a Dinamarca aplica o atual Regulamento de Dublim, por força do Acordo entre a Comunidade Europeia e o Reino da Dinamarca relativo aos critérios e mecanismos de determinação do Estado responsável pela análise de um pedido de asilo apresentado na Dinamarca ou em qualquer outro Estado-Membro da União Europeia e ao sistema «Eurodac» de comparação de impressões digitais para efeitos da aplicação efetiva da Convenção de Dublim;  22 Ao ora recorrido outra solução não restava que não fosse propalar a competente decisão de inadmissibilidade e de transferência, a qual não padece de qualquer vicio de facto ou de direito;  23 O exposto demonstra a legalidade da douta sentença ora recorrida, que bem decidiu, evidenciando o pleno cumprimento da Lei de Asilo, não padecendo de qualquer vício ou de erro de julgamento;  24 Em suma, o recurso deve ser considerado improcedente, uma vez que a sentença impugnada foi proferida nos termos e respeito dos princípios e normas aplicáveis.