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O que a lei não prevê, nem admite, é que a mera e isolada invocação de uma situação de desemprego, conjugada com a alegação conclusiva de despesas e encargos assumidos mas não discriminados no requerimento em apreço, desconhecendo-se do que se, possa dar origem à fulminante e repentina sustação da obrigação de pagamento de alimentos, como se tal meio de subsistência do menor não revestisse a enorme e primordial importância que inegavelmente tem para vida e bem-estar do menor que deles carece, ou fosse fácil e levianamente dispensável ou relativamente desprezível.” como se  afirmou no acórdão proferido pelo Tribunal da Relação de Lisboa, de 04-10-2016, no processo 3708/09TBCSC-L1 , disponível em  http://www.pgdlisboa.pt/jurel/jur_print_ficha.php?nid=5144&amp;codarea=5 Bem andou a sentença ao condenar o Requerido, ora Recorrente, no pagamento das prestações alimentares aos seus dois filhos menores, a que este se obrigou no âmbito do processo de Regulação do Exercício das Responsabilidades Parentais, de que este é apenso, datada de 20201   Decisão:  Por todo o exposto, julga-se a apelação improcedente, mantendo-se a decisão recorrida na íntegra.