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Tal não significa que a Seguradora não possa ter de cumprir o contrato, efetuando o pagamento devido, independentemente da posição que tal médico ou Instituição da Segurança Social tenham adotado, como se retira, por exemplo, do clausulado em 3 das Condições Especiais: "Se não houver acordo entre Pessoa Segura - ou o seu representante – e o Segurador sobre a causa, a natureza ou o grau de invalidez, cada uma das partes designará um perito médico para, em conferência, decidir a situação no prazo de 30 dias.” Esta cláusula evidencia bem que, no âmbito do procedimento interno da própria Seguradora, se não existir acordo quanto à causa, natureza ou grau de invalidez, seja por que motivo for, nem por isso a Pessoa Segura ou a Seguradora ficam sujeitas e para sempre "amarradas” ao parecer do médico mandatado, muito menos à posição da Instituição da Segurança Social que até pode tardar e/ou ser impugnada na sede própria, pois de ato administrativo se; ao invés, prevê-se expressamente que possa ser realizada nova avaliação médica, em conferência, a realizar por dois peritos médicos, um indicado pela Pessoa Segura e outro pela Seguradora.