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A entidade expropriante – Sociedade para o Desenvolvimento do Programa Pólis em contra alegou, desde logo pugnando pela recusa da apreciação da questão prévia atinente à nulidade suscitada pelos expropriados, entendendo ser este tribunal materialmente incompetente para o efeito; ademais, a respeito da ilegalidade do processo de expropriação, por alegadamente terem sido coartados os direitos de defesa dos expropriados Rosa e Fernando , pugnou pela respectiva improcedência; com relação à alegada caducidade, pugnou igualmente a respectiva improcedência; sustentando ainda que à fracção a expropriar deve ser atribuída a justa indemnização apurado em sede arbitral de € 14300,0Nos termos do relatório da arbitragem considerou que a justa indemnização que deve ser atribuída ao expropriado é de € 6425,9---Procedeu-se à avaliação, tendo sido apresentado relatório nos termos do qual os Peritos designados pelo Tribunal consideraram que a justa indemnização que deve ser atribuída aos expropriados, reportada à data da DUP e com actualização nos termos legais, é de € 6920, sem qualquer menção aos encargos com uma nova instalação e mudança; por sua vez, o perito indicado pelos expropriados, defende que a justa indemnização que lhes deve ser atribuída, reportada à data da DUP e com actualização nos termos legais, é de € 9700,00; defendendo entretanto o perito nomeado pela entidade expropriante que o valor da justa indemnização a atribuir aos expropriados, reportada à data da DUP e com actualização nos termos legais, deve cifrar-se em € 6000,0 Na sequência do acordo entretanto obtidos nos termos de fls.