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Com efeito, no contrato de arrendamento celebrado entre as partes relativo ao imóvel, cujo teor foi dado por integralmente provado, consta clara e expressamente no seu ponto , que a Apelante "retém a opção exclusiva de compra do imóvel pelo valor EUR de €20000,00 dois milhões de, que é válida até 31/08/201” É que, se se dá por provado que a Apelante tinha uma opção de compra do imóvel valida até 31/08/2017, não se pode dar por provado simultaneamente que a Apelante poderia comprar o imóvel, mas que teria de o fazer até essa data, pois tal apenas seria licito admitir, não como matéria de facto dada por provada, mas antes como mera conclusão interpretativa da meritíssima juíza "a quo” do teor do referido ponto , do contrato de arrendamento, em função da sua análise da prova produzida pelas partes quanto a tal matéria.