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O R. insurge-se contra a presente acção do Ministério Público, por entender que lhe assaca divergências quantitativas quanto aos resultados de um só ano, o de 2015, quando o contrato e o Plano se destinam a vigorar por 14 anos, tanto mais que, segundo articula o R., só alcançou a totalidade das tranches do empréstimo em 19/12/201    É caso para perguntar, retoricamente falando, claro está, se o R., assim, inculca a tese de que a auditoria e o controlo da Inspecção-Geral de Finanças ao cumprimento do PAEL só poderia ocorrer depois do termo final do prazo contratual, ou seja, só no fim dos 14 anos, em 2026 ou 202   Não se entende que assim seja, pois não é esse o sentido da lei.