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2 O Recorrente continua a imputar nulidade por omissão de pronúncia à sentença recorrida, por entender que aquela ignorou por completo, na decisão de facto, matéria relevante para uma adequada decisão da causa, qual seja a vertida nos artigos 13 a 17, 19, 29, 30, 34 e 37 da p., bem como alega que o tribunal a quo não apresentou uma única palavra sobre o enquadramento ou a fundamentação jurídica da liquidação em recurso, nem se pronunciando sobre as considerações proferidas pelo Ministério Público da Comarca do Porto.Conclusões 2 a 6   Dando por reproduzido a matéria de facto levada ao probatório, a fundamentação plasmada na sentença recorrida, supra transcrita e o expendido supra sobre as situações que são de qualificar como nulidade de sentença, é de concluir pela não verificação de tal nulidade.