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Por outro lado, ao contrário do que é referido na sentença do Tribunal a quo, entende a Fazenda Pública que eventuais preocupações estratégicas para alargar o mercado, nomeadamente o facto de o oponente ter investido na fotografia digital ponto 9 dos factos muitos anos antes da data de vencimento da dívida aqui em causa e do facto tributário, bem como as diligências por aquele efetuadas no sentido de recuperar e reconstituir a contabilidade depois de a sociedade devedora ter sido alvo de um procedimento inspetivo em 2003, ou a cessação da prestação de serviços, em 2004, com a anterior sociedade de contabilidade que alegadamente fez desaparecer aquela contabilidade, não são suscetíveis nem de demonstrar que o oponente foi um gerente diligente, nem a falta de fundos da sociedade originária aquando da data limite de pagamento do IVA de 2006 em 2007/12/06), muito menos que tal falta não se deve a qualquer omissão ou comportamento censuráveis do gestor.