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29) Tal valor, sendo considerado erradamente como parte da retribuição, inquina, mais uma vez a decisão proferida, pois parte de um salário líquido de €1 076, quando o salário acordado com o A. e ora recorrido, conforme este admitiu nas suas declarações parte, seria de € 860 mensais, valor que o Tribunal elevou erradamente para a quantia mensal de € 1 07 30) Por outro lado, a decisão também se mostra inquinada e viciada nos seus termos, quando determina o pagamento de parte do subsídio de férias do ano de 2013 e do ano da cessação, no valor de € 1 008 e condenada novamente a recorrente ao pagamento do subsídio de férias do ano da cessação, no valor de 1 076; 31) Verifica-se, neste ponto concreto, que a sentença judicial, determina o pagamento em duplicado do valor devido a título de subsídio de férias, pois conforme resulta da reanálise de todos os recibos juntos aos autos, o subsídio de férias e de Natal, eram lançados e liquidados ao trabalhador, através de duodécimos.