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Citado o executado, o mesmo apresentou embargos de executado, opondo-se à execução com os seguintes argumentos: A ata n 1 não respeita a uma assembleia geral da exequente, mas de uma associação de moradores da qual o executado nunca foi sócio, pelo que não constitui título executivo; Na ata n 1 o executado não figura como devedor, pelo que se verifica o vício da ilegitimidade passiva; O executado já não é comproprietário do AUGI, pois vendeu a sua quota à empresa "SHAKELOOK, CONSTRULÇÕES IMOBILIÁRIAS, LDA”, o que igualmente configura ilegitimidade passiva para os termos da execução; Ocorreu a prescrição do invocado crédito de juros de mora no valor de € 406,53; A quantia exequenda documentada na ata n 1 não é certa nem líquida; A ata n 8 enferma de diversos lapsos aritméticos; O cálculo efetuado pelo Sr. Agente de Execução nos termos e para os efeitos previstos no art.