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379 n. 1 CPP; Os factos, tal qual se mostram na sua essência, desacompanhados de efectiva prova de particulares exigências ao nível do alarme social ou indignação da sociedade, bem como de definitividade do incumprimento de qualquer injunção de cariz não económico, não justificam a colocação nos carris e em circulação das pesadas, custosas e morosas locomotivas do Direito prisional, dado que "não se devem disparar canhões contra pardais, mesmo que seja a única arma de que disponhamos” adaptado da frase de Georg Jellinek "Não se abatem pardais, disparando canhões", sendo certo porém que, a manter-se o douto despacho, não obstante ser o arguido mais réu que culpado, por conta de tal factualidade e de todo um conjunto de desencontros e infelizes ocorrências, mostrar-se-á a caminho do estabelecimento prisional por a possibilidade de pagamento da multa ser mais legal que real!