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Também indiciador que foi esta a interpretação pretendida pelo legislador é o facto de, no "caso geral” do anexo , se terem estabelecido expressamente critérios para os bovinos que não estão incluídos no anexo e não para os suínos, enquanto para as "áreas sensíveis” já se especificam ambas as espécies sem recurso à ponderação de cabeças equivalentes, o que encontrará justificação na circunstância de, quanto aos suínos, os critérios já constarem do anexo     Acresce que não se encontra justificação para o estabelecimento de um limiar no anexo mais de 3000 que viria a ser "derrogado” no anexo 2400 porcos que corresponde à ponderação de cabeças equivalentes a 600 quando não se vê utilidade em distinguir ambas as situações e bastaria ao legislador dizer, se fosse essa a sua intenção, que a AIA era obrigatória para as instalações para criação intensiva de mais de 2400 porcos de produção.