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Entende o apelante, sempre com a merecida vénia, que o concreto ponto de facto enumerado no aludido ponto 36 está incorretamente julgado, ou seja, deveria ter uma redação diversa daquela que consta da sentença, devendo ser modificado nos termos seguintes: J) "O prédio misto, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo n., da união das freguesias da e, concelho de Tavira, descrito na CRP de Tavira sob o n. /20011112, composto a parte rústica por terra de cultura com 12 amendoeiras, e a parte urbana por um prédio com 2 pisos e piscina, pertencente ao réu, tem o valor de € 75000,0"  Antes de decidir como decidiu, impunha-se ao Tribunal a quo saber se esse R. confinante,, era ou não titular do direito de preferência, o que passava, essencialmente, por saber se o seu prédio é ou não rústico, e como se viu, isso não foi feito, consubstanciando insuficiência factual que deve enquadrar-se no disposto no artigo 66 do CPC.