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Fundamentando tais pretensões e em síntese, alegaram os autores que por escritura pública de compra e venda, datada de 29 de Agosto de 1980, outorgada no Cartório Notarial de Chaves, os réus J. R. e F. venderam aos autores um quinze avos indivisos do prédio rústico composto de terra de cultivo no lugar de ..., tendo os autores, entretanto e na sequência de buscas efectuadas, tomado conhecimento que em 13 de Janeiro de 2005, foram realizadas duas escrituras de compra e venda no Cartório Notarial de Chaves, entre os primeiros e os segundos réus e entre o terceiro e os quartos réus, onde os primeiros réus declararam vender ao réu A. e o terceiro réu R. P. declarou vender ao quarto réu marido, metade indivisa do predito prédio rústico, situado no lugar de .... Mais alegaram os autores que pelo mês de Outubro de 2008, tomaram conhecimento que o réu G. N., arbitrariamente, realizou trabalhos de terraplanagem no mesmo prédio rústico sem autorização/conhecimento dos autores, apropriando-se das árvores e do mato que ali se encontravam e dando-lhes destino desconhecido, provocando aos autores prejuízo não inferior a € 000,0 Os réus A. , , G. N. e T. contestaram, impugnando os factos alegados pelos autores e pugnando pela improcedência da acção, invocando entre o mais, desconhecer, sem culpa, toda a factualidade inerente à compra invocada pelos autores, designadamente a outorga da escritura pública correspondente.