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Citada, a interveniente Companhia de Seguros Fidelidade S.A., veio contestar, dizendo: a)                                     desconhecer os exatos termos em que foi admitida a intervir, alegando que apenas pode ser parte principal e não acessória; b)                  o contrato de seguro celebrada com a Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas vigorou no período de 10/11/2000 a 30/06/2003, tendo existindo um outro de 01/07/2003 a 27/03/2004, não estando o  Réu incluído nos abrangidos pelo contrato nos meses de novembro e dezembro de 2000 e maio e junho de 2001; )                                     o contrato tem um capital seguro até ao limite de €50 000,00, com uma franquia de 10% mas com valor mínimo de €49,98; )                                    não existem fundamentos para responsabilizar o  Réu pelos factos praticados pelos s Réus.