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4 Os factos referidos nos pontos 43 a 45 anteriores, são prova de que o arguido não planeou e executou a auditoria com diligência, zelo profissionais e com o cepticismo profissional exigido, não obteve prova de revisão apropriada e suficiente de forma a permitir-lhe conclusões razoáveis nas quais baseou a sua opinião, pelo que concluímos que o arguido incumpriu com o referidos factos e comportamento, com o estabelecido nos §7, §10, §15 e §19 das Normas Técnicas de Revisão/Auditoria, da Directriz de Revisão/Auditoria 230 - Papéis de Trabalho, §4 e §7 da DRA 510 - Prova de Auditoria/Revisão, bem como o estabelecido nos §25 da DRA 700 - Relatório de Revisão/Auditoria, por não ter emitido a Certificação Legal das Contas com uma ênfase levantando dúvidas quanto à continuidade da entidade auditada.