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3 Pois que, com a aplicação das regras da compropriedade entende o tribunal " a quo” que a Ré/Recorrente teria que obter o consentimento dos demais herdeiros para sepultar o marido no jazigo - não olvidemos que o jazigo nunca foi partilhado e como tal é um bem da herança) - e que a mesma não o fez facto que não concordamos e, por isso, foi essa matéria expressamente impugnada na contestação) e como tal não poderia a Ré/Recorrente depositar o corpo de seu marido naquela campa/jazigo sem autorização dos demais herdeiros, aqui AA.. 3 Ora, se é certo que as regras de compropriedade obrigam a que a prática de atos sobre uma coisa seja em conjunto, ou estejam todos de acordo, ou seja obtido o consentimento de todos os comproprietários, certo é, também, que, e no presente caso, todos os herdeiros consentiram a inumação do marido da Ré/Recorrente naquele jazigo/campa, pois que, ao saberem do falecimento daquele, ao acompanharem as exéquias fúnebres, ao assistirem ao sepultamento do corpo no referido jazigo/campa, sem que em momento algum se tivessem manifestado contra, entendemos, pois que, com o devido respeito por opinião contrária, ocorreu um consentimento tácito, sim, por parte dos AA.