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Por outro lado, seja a invocação do direito europeu, seja a invocação da prevalência da substância sobre a forma não logram subverter os dados de facto em apreço, dos quais resulta o seguinte: o imóvel alienado em 2006 não se destina à habitação própria e permanente do contribuinte; a efectivação do reinvestimento ocorreu para além do prazo de 24 meses, que deve mediar entre a alienação e a aquisição, associada ao reinvestimento, cuja verificação implica a demonstração da entrada e da saída da esfera patrimonial do impugnante, respectivamente, dos montantes correspondentes aos ganhos alegadamente reinvestidos entre a primeira e segunda aquisições medeia um período superior a 24 meses - de 102006 a 002008); parte do preço de aquisição da fracção, objecto de reinvestimento, no montante de €251,100,00 foi financiada por empréstimo bancário.