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O Tribunal a quo assim o não entendeu tendo, desde logo, relevado que "a prática do golfe, a par de qualquer outra actividade física e desportiva, está fora do âmbito de aplicação da verba 15 da Lista , anexa ao CIVA, uma vez que os green fees são a contrapartida de acesso ao campo de golfe para a prática de uma actividade desportiva.”  Convocando, depois a doutrina vertida no Aresto do STA prolatado no âmbito do processo n 0744/14, de 08 de abril de 2015, a cuja fundamentação jurídica aderiu, densificando, adicionalmente, a utilização do green e a intrínseca ligação ao green fee, por recurso a elementos da Federação Portuguesa de Golfe, concluindo, para o efeito, que "o chamado "green fee” não se destina a permitir o acesso do jogador ao campo de golfe para participar numa competição, prova ou manifestação desportiva, antes se destina a que o jogador tenha acesso ao campo, para treinar o seu jogo individual, ou acompanhado de outros jogadores, mas sem que se possa atribuir a tal actividade desportiva as características próprias de uma manifestação desportiva, ou prova, enquanto tal.” E, de facto, não se afigura que a decisão recorrida mereça a censura que lhe é gizada neste concreto particular, visto que é entendimento deste Tribunal que o pagamento do green fee não é subsumível na aludida verba 15, donde encontra-se sujeito à taxa normal de IVA, não logrando, de resto, a assunção de tal posição qualquer interpretação que desvirtue a sua letra e ratio legis.