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Contudo o Tribunal a quo não considerou minimamente o teor do aludido relatório social, nem sequer o facto que o recorrente esteve detido sujeito à medida de coação de prisão preventiva, sentido na carne a consequência dos seus atos, admitindo-se a sua prática, para efeitos de raciocínio; 5 Mais, considera-se que a aferição do grau de ilicitude dos factos terá de efectuar-se ainda em função dos meios utilizados pelo agente e do valor diminuto das quantias subtraídas em conjunto, ao contrário do que fez o Tribunal a quo; 5 Desta conjugação resulta que o grau de ilicitude dos factos terá de ser considerado médio e não elevado; 5 Mas ainda que se tenha em conta um grau de ilicitude elevado em função da situação propriamente dita, também terá necessariamente de considerar-se o grau de ilicitude realizado em função do valor das quantias subtraídas; 5 O douto acórdão deveria, pois, ter ponderado favoravelmente, e não o fez, o modo de execução dos factos o qual pode considerar-se vulgar no âmbito em que e as suas consequências a ofendida não sofreu felizmente qualquer consequência quer na sua saúde, quer na sua integridade física); 5 Face ao exposto, sem prescindir tudo quanto se referiu supra quanto à absolvição do arguido, é desproporcional a pena aplicada de 9 anos de prisão, devendo esta ser não superior a 3 anos de prisão, e mesmo considerando-se a reincidência, esta não deveria ser superior a 4 anos de prisão, independentemente da qualificação jurídica preconizada, sendo suspense na sua execução, uma vez que após sujeição do recorrente a dois anos de prisão preventiva a simples censura do facto e particularmente a ameaça de reingresso na prisão é manifestamente suficiente às finalidades da punição.