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De facto, como desde logo evidenciou a Senhora Juíza na sentença recorrida após aturada incursão doutrinária e jurisprudencial sobre a matéria, «ainda que tivesse resultado demonstrado que o  Réu omitiu um dever emergente do mandato forense conferido pelos Autores, ao ter proposto a acção contra FF e mulher apenas no ano de 2011, contrariando as instruções expressas dos seus clientes para que o fizesse em 2003, a verdade é que a pretensão dos ora Demandantes sempre soçobraria, porquanto não resulta demonstrado a existência de um prejuízo sofrido, consubstanciado na frustração de os Autores obterem, com elevado grau de probabilidade, ganho de causa no âmbito do processo n. 39/10TBNIS, não fora a prescrição do seu direito contrariamente ao propugnado no artigo 6 da petição.