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DA REAPRECIAÇÃO DA PROVA GRAVADA EM AUDIÊNCIA DE DISCUSSÃO E JULGAMENTO – DECISÃO QUANTO À MATÉRIA DE FACTO  Entende o Recorrente que, atenta a prova produzida em sede de audiência de discussão e julgamento, conjugada com a documentação junta aos autos, com as regras da lógica e experiência e as regras de distribuição do ónus da prova, não poderia o Tribunal a quo ter dado como provada a factualidade constante dos pontos 13, 14, 15, 16, 21, 22, 23 e 30 dos factos provados nos termos em que o fez, bem como, pelo contrário, deveria ter dado como provada, ao contrário do que fez, a factualidade constante das alíneas,,,,, e dos factos dados como não provados na sentença em crise.