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Conclui-se do exposto que perante o que dispõe o art 615 n1,  e do CPC e as considerações expostas, é por demais evidente que as questões colocadas pelos recorrentes no recurso – relacionadas com o despacho proferido e o eventual desacerto da prova obtida pelas declarações de parte do com os factos dados como provados -, não se integram na previsão legal da norma, pelo que, a essa luz, a decisão recorrida não padece da invocada nulidade, nempor omissão de pronúncia nem por falta de fundamentação.Dizem finalmente os recorrentes que a sentença recorrida não se pronunciou quanto a várias questões por eles suscitadas na oposição, designadamente: do título executivo e da sua relação causal, impugnados em acção por eles intentada, e da devida suspensão do processo de execução arts 1 a; da nulidade do título executivo art.s 30 a; e da impugnação do título executivo e da sua relação causal art.s 56 a.  Mas não podemos concordar com os recorrentes.