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Mesmo que a questão fosse postulada em sede de procedimento cautelar, que não foi evidentemente a via agora seguida pelo autor na presente acção, tão pouco foram invocados na petição inicial factos ou circunstâncias consubstanciadores de qualquer periculum in mora e fumus iuris in casu, a possibilidade de o autor poder, com êxito, na referida ação que moveu aos ora réus no Juízo de Família e Menores de Vila Nova de Famalicão, sob o n. de Processo 5501/14T8VNF, vir a ser considerado o filho do falecido A. F., tio dos ora réus) das quais pudesse resultar a perda ou a impossibilidade de fruir de um seu futuro ou hipotético) quinhão hereditário relativo à herança deixada por óbito de A. F..  Mas ainda que o ora autor viesse a ser, mais tarde, considerado o filho do falecido tio dos ora réus na acção supra mencionada cujos autos correm no Juízo de Família e Menores de Vila Nova de Famalicão) – hipótese que apenas se admite agora por simples dever de correcto e diligente patrocínio judiciário –, sucede que o seu quinhão hereditário, na sequência de preterição de herdeiro legal, teria que ser composto em dinheiro após a anulação da partilha art.