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2 Ora, em consequência do que anteriormente ficou exposto relativamente à correcta fundamentação e posterior tomada de decisão de não adjudicação pelo Recorrente no concurso público n. 3/2018 e consequente legítima e correcta abertura do concurso público n. 4/2018, não poderá o Recorrente ser condenado a praticar o acto de adjudicação no concurso público n. 3/2018 e, consequentemente, condenado a celebrar o contrato com a Recorrida GC S.A.. 2 Julgando-se totalmente improcedente o pedido de anulação do acto de não adjudicação praticado no concurso público n. 3/2018 e do acto de abertura do concurso público n. 4/2018 pelo motivos expostos ao longo das presentes alegações de recurso, será forçoso também julgar improcedente o pedido de condenação do Recorrente Município de Pc... a praticar o acto de adjudicação à Recorrente no concurso público n.3/2018 e o pedido de condenação a celebrar o contrato com a Recorrida.Por seu turno a recorrente contra-interessada OEG, S.A. pugna no seu recurso pela revogação da sentença recorrida, por ser válido o ato de não-adjudicação, e subsidiariamente, para o caso de assim não se entender, pela revogação da sentença na parte em que condena a Entidade Demandada a adjudicar a proposta da GC e a dar por excluída a proposta da OEG, formulando as seguintes conclusões nos seguintes termos:   A Recorrida GC vem, a título principal, impugnar o acto de não adjudicação, tomado pelo MUNICÍPIO DE PC..., em 212019, no âmbito do Concurso Público n. 3/2018 aberto para aquisição de gás propano a granel para as Piscinais Municipais, Pavilhão Gimnodesportivo e Espaço Cardio-Fitness, pedindo a sua anulação.