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Transferida para a seguradora a responsabilidade pelo saldo em dívida à entidade mutuante beneficiária do, no âmbito do contrato de crédito pessoal, por morte do mutuário, que se apresentava como um risco coberto pelo seguro à data do, se, numa dada perspectiva referida, sobretudo, em   a ,, podemos considerar caber à exequente/beneficiária interpelar a seguradora para o eventual pagamento da quantia em dívida), primeira responsável pelo pagamento da quantia mutuada, sob pena de, não o fazendo, se extinguir a instância executiva26, noutra leitura, que também se sufraga, explanada em 1 a 1, supra, importa igualmente concluir que perante um incipiente enquadramento fáctico e numa fase adjectiva preliminar, nada desaconselhará a intervenção em juízo de quem em primeira linha deva, pelo menos, esclarecer se e em que circunstâncias o seguro, já accionado, deverá pagar a quantia pedida na acção executiva, estando assim aberta a possibilidade de, na oposição mediante embargos, demandar ou fazer intervir a própria seguradora conjuntamente com o exequente/tomador do seguro, a que se encontre "umbilicalmente ligada”!27  A tramitação deve prosseguir, conforme já delineado no despacho do Mm.