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817, n 2, do CPC, vieram os exequentes apresentar contestação: - arguindo a extemporaneidade da oposição apresentada pelo executado ; - pugnando pela improcedência da exceção da litispendência arguida, por não existir identidade de pedidos entre uma ação executiva e uma ação declarativa e bem assim da inexistência de título executivo, por os vícios elencados no requerimento executivo serem os mesmos que constam do teor do requerimento inicial e articulado superveniente juntos aos autos principais e o valor de €000 mensal peticionado também constar do título executivo, não estando a obra concluída; e - quanto aos factos alegados relativos à supressão dos vícios, que é verdade que no período compreendido entre os dias 26/5 e 27/8 de 2008 os opoentes estiveram no imóvel, supostamente a corrigir os vícios que se tinham obrigado a corrigir, o que fizeram "de forma deficiente e insuficiente, de tal modo que os vícios constantes do título executivo ainda hoje se mantêm”, sendo falso que os exequentes tenham acompanhado todas as obras feitas pelos executados; que os oponentes deram as obras por terminadas em 27 de agosto de 2008 sem permitirem o aval final sobre as mesmas como previsto no n 5 da transação homologada por sentença judicial e que constitui o título executivo nos presentes autos, data em que, sem mais aviso, entregaram as chaves do imóvel à anterior mandatária dos exequentes; que depois de se deslocarem ao local os exequentes verificaram que o acordo não tinha sido cumprido por ser visível a olho nu que "as obras constantes do título executivo tinham sido mal executadas e alguns vícios não tinham sido sequer corrigidos, nomeadamente as reparações das janelas e das portadas”.