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conclusões do: 	O Recorrente não juntou prova de novos factos para um pedido de asilo subsequente; 	o Recorrente veio para a Europa por motivos pessoais/económicos; 	o Recorrente não provou sério risco em regressar ao Afeganistão, não obstante este ter invocado ser da etnia Hazara; 	existirem incoerências e contradições no discurso do Recorrente, designadamente, a inexistência de explicação sobre determinado hiato de tempo de contradição entre o Recorrente alegar ser Hazara e xiita no facto de em maio de 2019 só ter referido a questão familiar e agora, perante o crescimento exponencial da violência sobre os Hazaras, ter feito um pedido de asilo subsequente com este fundamento; 	o dever de audiência prévia foi cumprido; 	a decisão impugnada está bem fundamentada; e, por fim,  	do erro de julgamento imputado à sentença recorrida em virtude de o tribunal a quo não ter permitido a prestação de declarações.