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Estando definitivamente decididas, por não ter sido delas interposto recurso, as questões relativas à violação do princípio da tipicidade dos títulos executivos e ao dever de fundamentação das decisões judiciais – razões que, segundo a embargante, integravam os fundamentos de recusa da execução, nos termos do artigo 45 do Regulamento – o que resta agora é apenas saber se o tribunal de execução recorrido, porque assim resulta tanto dos "termos do Contrato como da sentença dada à execução” devia ter considerado que a "atribuição de força executória à decisão do mediador estava sujeita a certa e determinada condição de salvaguarda, e., à obrigação de a Recorrida ter, ela própria, de prestar uma garantia adequada a assegurar o valor daquela recomendação” e perante a caducidade demonstrada daquela garantia, deveria ter considerado que a atribuição de força executória que a sentença irlandesa fez à recomendação do mediador, estava dependente da válida e subsistente prestação da garantia bancária, e isto estas considerações) porque essa interpretação representa apenas o juízo sobre um facto superveniente que é exógeno à definição da relação material controvertida, não implicando a sua apreciação para chegar a esse juízo) nenhuma intromissão no poder jurisdicional exercido pelo tribunal irlandês.