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DO PEDIDO ) proferir Douto Acórdão, o qual deverá revogar o acórdão aqui recorrido e ser substituído por outro que: - Dê como facto provado o arrependimento do Recorrente; com a consequência da atenuação especial da; - Dê como facto provado que foi o ofendido quem se deslocou até o arguido, quando este se encontrava na sua carrinha, após um jantar; - Dê como não provados os pontos 8, 10 e 26 do acórdão ora recorrido; - Declare que o crime praticado é o de ofensa à integridade física grave e que a pena a aplicar deve ser inferior a 5 anos e suspensa na sua execução; ou, caso assim não se entenda - A haver homicídio na forma tentada, o mesmo só poderá conceber-se na forma simples nos termos do artigo 13 do CP e não qualificado por não se verem preenchidos os pressupostos do ilícito típico previsto no artigo 132 do CP, por não haver especial censurabilidade ou perversidade nem o uso de métodos insidioso; nem especial grau de culpa; - Não tendo sido provado o tamanho da lâmina, nem o tipo de arma, apenas que era um objeto se decida, em caso de dúvida sempre a favor do arguido, nos termos do artigo constitucional do in dubio pro reo e que a pena a aplicar deva ser sempre inferior a 5anos e suspensa na sua execução; ou, em última instância, - A manter-se o homicídio qualificado na forma tentada, a considerar o arrependimento provado, e a consequente atenuação especial da pena nos termos dos artigos 23 n. 2 e 7 do Código penal,  - Mais se requer que a suspensão da execução da pena seja sujeita a um regime de prova adequado, de modo a submeter o arguido ao tratamento da dependência do álcool, pois só por esta via se conseguirá a ressocialização do agente, nos termos dos artigos 7 n. 2, 5 e 5 n. 2 P. - A suspensão da execução da pena deverá ainda ficar sujeita a um juízo de prognose favorável, por se considerar que a simples censura do facto e a ameaça da prisão realizam de forma adequada e suficiente as finalidades da pena.