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14 e segs., com o teor que aqui se dá por integralmente reproduzido; 5) Na mesma relação de bens foram relacionadas pela Requerida, sob as verbas n.s 1,2,3,5, 6 e 7, como dívidas da cabeça de casal ao património comum: - €600,00, referentes a rendas recebidas da benfeitoria relacionada na verba n. 6 da relação de bens inicial; - €1500,00, referentes a sete rendas da verba n. 12 da relação de bens inicial; - €1000,00 referente a 10 rendas da verba n. 8 da relação de bens inicial; - €50945,00, referente à aquisição da fração "BR”; - €2000,00, referente à venda do veículo de matrícula .. - - ..; - €5325,15 referentes a levantamentos feitos pela Requerida de contas comuns do casal, tudo perfazendo o valor global de €61370,15; 6) Na mesma relação de bens foram relacionadas, sob as verbas n.s e do passivo, dívidas da Requerida ao Requerente no montante de €5000,00 e €4000,00 respetivamente;  7) No dia 01/10/2018, a requerida foi notificada pelo Sr. Notário para, entre outras coisas, para proceder à liquidação da segunda prestação de honorários e encargos, o que esta não fez; 8) O aqui Requerente foi notificado em 17/10/2018, pelo Sr. Notário, para efetuar o pagamento em falta, sob pena de a conferência preparatória não se realizar, pelo que, para evitar esta consequência processual, o Requerente liquidou o montante de €1881,27 que era da responsabilidade da Requerente; 9) A requerida intentou nestes Juízos Centrais Cíveis, no dia 202018, uma ação declarativa de Simples Apreciação e de Condenação, sob o n. 1589/13T8PVZ, à qual atribuiu o valor de €5000,01 e pagou a primeira prestação de taxa de justiça no valor de €357,00 e mais €306,00, relativamente à Réplica; 10) O aqui Requerente, lá réu, contestou a referida ação e deduziu pedido reconvencional no valor de €3000,00 e pagou a taxa de justiça na totalidade, no valor de €714,00, e ainda €102,00 do incidente do valor da ação e €306,00, relativos à reconvenção; 11) Esta última ação por desistência da instância da aqui requerida e lá Autora, teve como consequência a extinção total do processo, pelo que o Requerente reclamou da Requerida a quantia de €014,50, a título de custas de parte; 12) Para além das rendas já mencionadas nas verbas ns 1, 2 e 3 da supra referida relação de bens, a Requerida vem recebendo e fazendo suas rendas dos mesmos e de outros imóveis do património comum, em montantes que aqui não foi possível apurar; 13) A requerida não exerce qualquer profissão remunerada, não aufere qualquer tipo de rendimento pessoal, para além das rendas que recebe provenientes do arrendamento de imóveis que integram o património comum e da pensão de alimentos paga pelo Requerente aos dois filhos menores do casal; 14) Nos processos judiciais pendentes, a requerida já teve mais de 20 mandatários, sendo que deve honorários a pelo menos um deles; 15) A própria requerida que reconhece que não tem trabalho e que não quer trabalhar para outros, pedindo ao requerente que a financie para montar um negócio; 16) A Requerida pediu ao Requerente a quantia de €000,00, para pagar a um seu ex-mandatário, alegando que ”já não o podia aturar”; 17) No referido inventário, 735/16, a requerida apresentou um pedido de proteção jurídica à Segurança Social; 18) No aludido inventário, foram reclamados os seguintes créditos hipotecários: - O  que reclamou o montante de €20089,70; - O  que reclamou o montante de €15232,3 19) Foram ainda relacionados, sob as verbas n. 3 e 4 do passivo, dívidas do património comum ao ora Requerente, nos montantes de €872,88 e €4863,59, respetivamente; 20) Por escritura pública outorgada no dia 10 de dezembro de 2015 – cuja cópia está junta a fls.