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4 No âmbito do processo n 2044/17T8OAZ, que corre termos no Tribunal de Trabalho de Oliveira de Azeméis, o requerente realizou o exame médico-legal perícia de avaliação do dano corporal em direito do, no âmbito do qual lhe foi atribuída uma incapacidade permanente parcial resultante do acidente/queda em altura de 44,8905% e ali, foi, ainda, considerado que as sequelas referidas são causa de incapacidade permanente absoluta para a atividade profissional habitual – IPATH e que o requerente ficou a depender de ajudas medicamentosas.Do pedido de reembolso:4 E é beneficiário do Instituto de Segurança Social de , com o n. .  4 Por se encontrar de baixa médica subsidiada a reclamante pagou a E, de 22-03-2018 até 24-06-2020 a título de subsídio de doença, a quantia de €726,59, da qual apenas a quantia de €561,31 respeita ao período de baixa médica subsidiada a que E esteve sujeito na sequência das lesões decorrentes do acidente a que se reportam os presentes autos correspondente, concretamente, ao período de 22-03-2018 até 06-12-2018 - data da consolidação médico legal das lesões).Da contestação:4 Os arguidos ministraram aos seus trabalhadores algumas ações de formação, tendo ao assistente sido ministradas as seguintes:  - Plataformas Elevatórias e Transporte Mecânico de Cargas no dia 12 de abril de 2017, com duração de 8; e  - Noções Básicas de Higiene e Segurança no Trabalho no dia 24 de março de 2017, com duração de   4 Naquela manhã do acidente, o assistente, juntamente com o seu colega de trabalho F, já tinha iniciado a referida tarefa da parte da manhã, que retomou após o almoço, sendo que enquanto o assistente se encontrava dentro do cesto que a grua elevava, o colega F estava no interior do cubículo da máquina, a manobrar a mesma.