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do CRSPSS para poder, aí sim, proceder ao registo das competentes remunerações e atribuir a pensão de velhice antecipada;  1	Não obstante se alcançar a intenção positiva da solução encontrada na sentença sob recurso, o cumprimento da mesma obrigaria o Recorrente a, ficticiamente e ao arrepio da legislação aplicável, considerar que o Recorrido efetuou o pagamento de tais contribuições, para lhe poder atribuir uma pensão, também ela, necessariamente, ficcionada porque, de facto, não existem registos de remunerações que a suportem; Acresce que,  1	Pese embora, para efeitos do preenchimento do prazo de garantia, os 40 anos com registo de remunerações sejam obtidos através do recurso à totalização da carreira contributiva cumprida em Portugal com a carreira contributiva cumprida na Roménia, por força do artigo 11 do 187/2007, a pensão de velhice antecipada que hipoteticamente fosse atribuída pelo ISS/CNP seria calculada e paga apenas tendo em conta a carreira contributiva cumprida em Portugal, ou seja, apenas considerando os 7 anos com registo de remunerações, isto caso o recorrido tivesse pago as contribuições prescritas da sua responsabilidade 10/8/2002  a 4/1/2003 e 14/02/2003 a 2004);  2	Quanto aos 33 anos de carreira contributiva cumprida na Roménia haveriam de dar lugar a uma pensão de velhice calculada, atribuída e paga pelo organismo Romeno de Segurança Social, não sendo o ISS sequer informado dessa pensão.