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805 a 809; 817 a 825 e 83   71 – Analisando criticamente a prova, entendemos destacar, em primeiro lugar, que, ressalvando o facto "q”, relativo à fração Q – verba n. 1 -, a matéria de facto provada já corresponde, genericamente, à pretensão recursória, na medida em que, relativamente às moradias verbas n.s 51 a e as frações A a AA verbas n.s 10 a não deixou de ficar assente que tais imóveis tinham a construção em curso e não foram entregues pela credora reclamante à sociedade insolvente, desde logo ao tempo da declaração de insolvência, o que, salvo melhor entendimento – e contrariamente à "exigência probatória” relativa à posse do empreiteiro que decorre da motivação da decisão relativa à matéria de facto – nos parece facticamente bastante à invocação da garantia correspondente ao direito de retenção, e ainda que esta conclusão haja de decorrer, com maior precisão e oportunamente, da aplicação do Direito.