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poderiam, e deveriam, ter tomado a iniciativa de indagar pelos contratos escritos; não o fizeram, e não só relativamente a este período 2009-2011, como nos mandatos subsequentes, que no caso do R. FP se estenderam sucessivamente até 201 P.– Debruçando-se sobre a adesão tácita à convenção arbitral de terceiro que não assinou o documento, entendeu o TRL9: «Servindo a cláusula compromissória para dar à relação contratual uma determinada configuração no plano dos seus eventuais desenvolvimentos contenciosos, isto é, na vertente do direito de acção que é inerente a todo o direito material, compreende-se que a afirmação de adesão tácita) de terceiro que não assinou o documento que titula o contrato em que foi inserida cláusula compromissória, tenha como pressuposto um comportamento concludente deste no sentido de que aceitou essa específica configuração do exercício de direitos, com reporte a essa específica cláusula e não, genericamente, ao contrato: o que se averigua é a adesão à convenção arbitral e não a adesão, globalmente considerada, ao contrato em que a mesma se insere.» Q.–O raciocínio do TRL, tributário do princípio da autonomia da convenção de arbitragem, é facilmente transponível para o caso concreto.