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recusaram essa indemnização, mas na medida em que não provaram que a parcela de tal montante a eles destinada era insuficiente para fazer face às reparações e posto que não provaram sequer que o montante global das reparações ascendesse a 1000,00€, teria a sua pretensão que ser julgada improcedente nesta parte; já quanto ao  sinistro, certo é que nessa ocasião o contrato de seguro com a  R. não estava em vigor por anulação da respetiva apólice no dia 1 de outubro de 2012, desta forma, quanto a este sinistro e indemnização dos danos nada podia ser exigido à  R., sendo certo que no tocante ao  R., também nenhuma responsabilidade lhe podia ser assacada, isto porque não lograram os AA.