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Motivação de facto  Entre e uma sociedade representada pelo embargante foi celebrado um contrato promessa de compra e venda de imóvel, cujo negócio prometido foi realizado em 15 de Novembro de 201  O contrato de promessa foi outorgado pela Exequente e marido, na qualidade de promitentes vendedores de um prédio urbano, composto por casa de dois pavimentos e quintal, sito na Rua ..., freguesia ..., concelho do Porto, do qual eram proprietários,  E pela empresa ".., Lda.”, na qualidade de promitente compradora, devidamente representada pelos seus únicos sócios e gerentes BB e esposa KK  O valor acordado para a compra do imóvel foi de 20000,00 € um milhão e duzentos, e de 25000,00 € para a aquisição do recheio existente no imóvel, tendo a empresa promitente compradora, ".., Lda.”, pago a título de sinal, a quantia de 29000,00 €;  O remanescente do preço acordado 16000,00 €) seria pago à data da realização da escritura definitiva a celebrar, no prazo de nove meses a contar da assinatura do contrato de promessa, ou seja, tendo o contrato sido assinado em 07/12/2018, a escritura teria como data limite de realização o dia 07/09/2019 Com a proximidade da data limite para a realização da escritura de compra e venda 07/09/2019), a empresa .., solicitou aos promitentes vendedores uma prorrogação do prazo para a realização da mesma, pedido ao qual a Exequente e marido anuíram sem quaisquer reservas, tendo sido efectuado um aditamento ao contrato de promessa de compra e venda  No qual as partes promitentes vendedores e promitente, por acordo mútuo, prorrogaram o prazo para a realização da escritura para o dia 15/01/2020;   Mais estipularam que as restantes cláusulas contratuais se mantinham inalteradas.