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30, do62,63,665,66,67,6 Ora, os factos provados, g., 9, 12, 13, 16, 26, 27, 28, 29, 31 e, 37, revelam que a informação prestada pelo apelante ao autor foi incompleta69,70, inexata71,, obscura, com falta de objetividade72, 73,74,7 A informação é completa quando não omite dados informativos que, pela sua importância, devam ser tidos como essenciais por relevante no processo de tomada da decisão de investir7 Temos, pois, que ao autor não foi entregue qualquer nota informativa quanto ao produto financeiro, nem tão pouco que lhe tenha sido explicado que o produto implicava uma indisponibilidade do capital por determinado período, não podendo ser solicitado o reembolso antecipado da emissão7 Impondo-se, neste contexto, que a informação prestada fosse coincidente com a realidade dos factos, das circunstâncias, não induzindo em erro o potencial investidor, verifica-se que tal não aconteceu porquanto a factualidade apurada revela que a informação prestada ao autor padece de grosseira inexatidão pois o produto em causa de modo algum tinha a mesma garantia de um depósito a prazo; nessa medida, para além da natureza do produto - obrigações representativas de dívida subordinada - e da sua implicação em caso de insolvência ou liquidação da sociedade, não lhe assistia a garantia prevista para os depósitos bancários a prazo até 25 000 ecuartigos 16 e 16, n.1, do 298/92, de 31-1, na redação do 252/2003, de 17-10)7 Tal característica consubstancia uma diferença crucial para um investidor com o perfil do autor cfr.