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Ora, independentemente do contexto trazido aos autos pela Autora, o que é facto é que, seja por considerar a Autora que o acto de reposição é anulável por a quantia em causa já não lhe poder ser legalmente exigida, por já ter decorrido o prazo de 1 ano para a revogação do acto de processamento dos vencimentos atinente às quantias pagas a que se reporta o artigo 14, n. 1 do CPA, seja porque a notificação para a reposição das quantias não foi antecedida da sua audiência prévia, o que é incontornável é que o computo do prazo efectuado pelo Tribunal a quo está correcto, e que atenta a data em que foi notificada para a reposição e a data da entrada em juízo da Petição inicial, há muito que estava transcorrido o prazo para a sindicância desse acto junto do Tribunal.