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O Tribunal «a quo» conheceu das seguintes quatro questões, quanto à matéria da alegada invalidade do despacho datado de 15-07-2016, de indeferimento do pedido de renovação de autorização de residência temporária, e com o seguinte resultado: 1 — Quanto à violação do acto de deferimento tácito anterior, concluiu pela improcedência da argumentação impugnatória; 2 — No que toca ao vício de violação de lei, por erro quanto aos pressupostos de facto e de direito, concluiu pela improcedência do alegado vício; 3 — Relativamente ao vício de procedimento, por "déficit” de instrução, concluiu pela sua não verificação;  4 — Finalmente, julgou improcedente o vício de forma por falta de fundamentação.