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Perante estas considerações, cabe concluir que, para além da violação das provas subtraídas à livre apreciação do julgador, ou da violação dos referidos princípios, o juízo decisório da matéria de facto só é suscetível de ser alterado, em sede de recurso, quando a racionalidade do julgamento da matéria de facto corresponda, de um modo objetivo, a um juízo desrazoável ou mesmo arbitrário da apreciação da prova produzida.Em relação à matéria de facto retira-se das conclusões apresentadas pelo recorrente que a discordância quanto a tal factualidade se consubstancia no exarado nos seguintes factos dados como provados:  «Facto 7: Os produtos estupefacientes apreendidos supra referidos foram sujeitos a exames periciais, os quais revelaram:  Produto estupefaciente apreendido a A. E.: a) MDMA, com o peso bruto de 2,737g, com um grau de pureza %) de 77,6 e suficiente para 16 doses.