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134 a 139-verso dos autos em suporte físico, elencou a final as conclusões que ora se reproduzem: "Em conclusão:  - Incide o presente recurso sobre, a aliás douta sentença, que julgou procedente a presente oposição, com a consequente anulação do despacho de reversão contra o oponente no processo executivo n. 2720 2008 01035550, instaurado por dívida de IRC do ano de 2008;  - Foi o despacho de reversão anulado por razões meramente formais, concretamente em razão do vício de falta de fundamentação que lhe vem imputado pelo decisor, no que ao pressuposto da insuficiência patrimonial concerne, do que discordamos;  - Consta do despacho de reversão, a respeito da fundamentação da inexistência de bens "Insuficiência de bens do devedor originário artigos 23/1 a 3 da LGT e 153/1/2/b do, decorrente do resultado de penhoras efectuadas por este órgão de execução fiscal, sobre os potenciais bens conhecidos ao devedor originário, nomeadamente créditos, rendas, contas bancárias, imóveis ou veículos, do qual resultou o reconhecimento e entrega de valores insuficientes para pagar integralmente a dívida em questão, não sendo conhecidos mais bens penhoráveis”;  - E atente-se no Acórdão do STA proferido pelo pleno da seção de contencioso tributário no processo n. 0458 de 112013, aliás mencionado na decisão sindicada, do qual resulta que "A fundamentação formal do despacho de reversão basta-se com a alegação dos pressupostos e com a referência à extensão temporal da responsabilidade subsidiária que está a ser efectivada n 4 do art.