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As questões a que se reporta a alínea do n. 1 do artigo 615 do Código de Processo Civil são os pontos de facto e ou de direito relevantes no quadro do litígio, ou seja, os concernentes ao pedido, à causa de pedir e às excepções2 e não a sua argumentação em defesa dos seus pontos de vista fáctico-jurídicos A nulidade prevista na segunda parte da alínea do n. 1 do artigo 615 do CPC está directamente relacionada com o comando fixado na segunda parte do n. 2 do artigo 608 do mesmo diploma legal, segundo o qual o juiz "não pode ocupar-se senão das questões suscitadas pelas partes, salvo se a lei lhe permitir ou impuser o conhecimento oficioso de outras” O Tribunal deve resolver todas que as questões que lhe sejam submetidas a apreciação a não ser aquelas cuja decisão ficou prejudicada pela solução dada a, todavia, mas, como vem sendo dominantemente entendido, o vocábulo "questões” não abrange os argumentos, motivos ou razões jurídicas invocadas pelas partes, antes se reportando às pretensões deduzidas ou aos elementos integradores do pedido e da causa de pedir, ou seja, entendendo-se por "questões” as concretas controvérsias centrais a dirimir vide, por todos, Ac.