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Inconformado, o autor interpôs recurso daquela decisão, terminando as alegações com a formulação das conclusões que seguidamente se transcrevem: " O Autor, aqui Recorrente, interpôs uma acção administrativa especial contra o Ministério da Administração Interna e contra o Ministério das Finanças, e, como bem se refere na douta sentença recorrida, nesta acção «O Autor formula os seguintes pedidos: a) anulação do despacho 2727/2013, de 12 de Fevereiro, publicado no DR, 2 Série, n 36, de 20 de Fevereiro de 2013; e em consequência: b) condenação dos réus a procederem ao seu posicionamento na 3 posição – nível 9 com efeitos desde 01/01/2010 e a pagarem-lhe 864,98€, relativos aos diferenciais entre aquilo que recebeu a título de vencimento e de suplemento de serviço nas forças de segurança e aquilo que deveria ter recebido no período compreendido entre 01/01/2010 e 31/12/2012; ) anulação do despacho 22/GDN/2011, publicado em ordem de serviço – parte B em 03/10/2011; e em consequência )condenação dos réus a pagarem-lhe os diferenciais que lhe seriam devidos ao autor a título de suplemento especial de serviço»  Por meio de douta sentença proferida em 102019 o Tribunal a quo decidiu que «À causa deverá ser fixado o valor de € 347,44 € 1590+€274,98+€482,46; artigos 47, 49 e 63 da petição inicial – cf.