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2015/., de 31/12/2015, nos termos do artigo 1 n. 1 do CIVA, foi corretamente deduzido pela Recorrente; a Administração Fiscal não respeitou o artigo 7 da Lei Geral Tributária, segundo o qual as declarações e outros elementos apresentados pelos contribuintes, bem como os dados e apuramentos inscritos na sua contabilidade ou escrita, quando estiverem organizadas de acordo com a legislação comercial e fiscal presumem-se verdadeiras e de boa fé; ww) a Administração Fiscal não respeitou o artigo 7 da Lei Geral Tributária que dispõe expressamente que o ónus da prova dos factos constitutivos da Administração Tributária recai sobre quem os invoca; xx)	"Não tendo a Administração Tributária feito prova da formação da sua convicção quanto à inexistência das operações, a questão relativa à legalidade do seu agir tem de ser resolvida contra ela, uma vez que tem de ser ela a suportar a desvantagem de não ter cumprido o ónus de prova que sobre si impendia”; yy)	"Sendo certo que nos termos das regras do ónus da prova em sede de direito administrativo tributário - onde, há luz dos vigentes princípios de descoberta da verdade material e, da consequente, oficiosidade de investigação e indagação das provas, não há uma particular incumbência de provar, por parte de quem quer que seja, sem embargo de, pela impossibilidade de manutenção de um "non liquet”, a ausência de prova de factos relevantes não pode deixar de desfavorecer quem com ela estava onerado’’ - a Administração Fiscal; zz) a Administração Fiscal violou o princípio do inquisitório vigente no âmbito do direito tributário, e a que se encontra, designadamente, adstrita a Administração Fiscal, nos termos do art.