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15 Constatando-se que o laudo minoritário subscrito pelo perito indicado pela entidade expropriante avalia corretamente o valor do solo expropriado e não existindo qualquer outro elemento de prova nos autos que conteste a avaliação que no mesmo é feita, deverá a indemnização ser apurada em função dos parâmetros e métodos de cálculo fixados naquele laudo, fixando-se o justo montante indemnizatório a atribuir à expropriada pela parcela 12 em não mais do que €1947,1 16 Também no que respeita à determinação da indemnização devida pela expropriação da parcela 14, o tribunal a quo adere acriticamente ao laudo pericial maioritário, considerando o aproveitamento da parcela para depósito de inertes a céu aberto em detrimento da sua aptidão natural para uso agrícola e florestal.