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Neste patamar, julgou o Tribunal recorrido que as liquidações objecto destes autos enfermavam de excesso na respectiva quantificação, por ter a AT considerado que os cheques depositados sem o correspondente justificativo traduziam, por si, proveitos omitidos à contabilidade, quando por um lado, a própria AT, em sede da Comissão de Revisão tinha reconhecido que muitos dos cheques visados no Anexo 26 do Relatório de inspecção, tinham afinal justificação na contabilidade da Impugnante, o que, como assim resulta do probatório, se veio também a julgar quanto aos cheques emitidos pela MTC, Ld., e pela Caritas Diocesana de Coimbra, mas já não o cheque emitido pela PB, tendo assim julgado que as liquidações de IRC em causa deviam ser anuladas.