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Em conclusão, correspondendo a ilicitude de artigo/texto de jornalista redigido e publicado no âmbito do direito de informar, a conduta que, objectivamente, incorre na negação de valores tutelados pela ordem jurídica, como seja a infracção de um direito subjectivo, de natureza absoluta, como é o caso do direito de personalidade que tutela a «ofensa do crédito ou do bom-nome”, e , não se justificando in casu qualificar como ilícitas as publicações, títulos, subtítulos, "leads”, manchetes de  página, caixas de texto, escolha de imagens e respectivas legendas, constantes do Jornal "Correio da Manhã” dos dias 5, 8, 11, 12, 13, 14 e 23 de Novembro de 2015, improcede portanto a questão recursóriaa que se refere o item ,A),), do presente acórdão.