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Do alegado erro de julgamento A segunda questão que vem formulada no âmbito do presente recurso prende-se com o erro de julgamento quanto à impossibilidade de o sujeito passivo questionar no âmbito da impugnação judicial da liquidação adicional em IRS por erro na taxa de retenção na fonte, resultante da inspecção tributária aos elementos de contabilidade da sociedade, realizada em 2011 e respeitante aos rendimentos de 2007 e 2008, o enquadramento dos rendimentos, atendendo ao facto de não só ter inscrito aqueles rendimentos como rendimentos de capitais e agora pretender que os mesmos sejam qualificados como rendimentos do trabalho, como ainda à circunstância de não ter suscitado esta questão em sede de audição prévia no procedimento de inspecção tributária.