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Com efeito, considerando o teor dos factos considerados como provados na sentença recorrida vertidos sob os pontos 21, 22, 26, 27, 28, 30, 31, 32, 33 e 34, concluímos que o Apelado adquiriu por compra titulada por escritura pública, em 05/04/2017, aos Apelados e, que lho venderam, pelo montante de € 4000,00, o prédio rústico descrito sob o n. /19890913, melhor identificado no facto considerado como provado vertido sob o ponto 21, tendo a referida aquisição sido devidamente inscrita no registo predial a seu favor com data de 05/04/2017 e, bem assim, que desde 26/08/2010 o Apelado já tinha inscrito a seu favor na mesma conservatória a aquisição por compra do prédio misto n. /20011112, melhor identificado no facto provado vertido sob o ponto 30, confrontando este último, na parte composta por terra de cultura com amendoeiras, com o prédio que adquiriu em 05/04/2017 aos Apelados e. No contexto factual provado na sentença recorrida e acabado de resumir impõe-se concluir que o Apelado é titular do direito de propriedade sobre o terreno que adquiriu por compra aos outros dois Apelados desde 05/04/2017 e que nesta última data já era titular há mais de seis anos do direito de propriedade sobre um terreno identificado como prédio misto que confina com o terreno adquirido em 05/04/201 Dito isto, percebemos que o Apelante não logrou demonstrar que a venda do terreno efectuada pelos Apelados e tenha sido concretizada com um terceiro que não era à data da consumação do negócio proprietário confinante.