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Contestaram os requeridos, alegando em suma: ─ nada devem à requerente por que à data da citação já tinha decorrido o prazo de prescrição de dois anos previsto no artigo 31 ; ─ não é devido o montante reclamado a título de "outras quantias” pois este apenas se aplica a obrigação emergente de transacção comercial, nos termos do Decreto-Lei n. 62/2013, de 10 de Maio;  ─ não se encontram em mora  desde a data da factura por que nunca receberam nenhuma factura;  ─ a taxa de juro reclamada apenas se aplica às obrigações emergentes de transacção comercial, nos termos do Decreto-Lei n. 32/2003, de 17 de Fevereiro;  ─ os requeridos apenas se obrigaram a pagar a remuneração se a requerente conseguisse interessado  que concretizasse o negócio visado pelo contrato, o que nunca aconteceu;  ─ a  requerente  nunca deu conhecimento aos requeridos  de qualquer esforço envidado na promoção, ou divulgação da disponibilidade para venda do imóvel, objecto do contrato de mediação, nomeadamente de que havia interessados na compra do mesmo;  ─ não solicitou aos requeridos  a possibilidade de colocar um cartaz no imóvel;  ─ a requerente não realizou uma única visita com potenciais interessados ao referido imóvel;  ─ os requeridos, com a ajuda do seu filho, H, promoveram a venda do referido imóvel em sítios da internet, destinados a transacções de particulares;  ─  só após essas publicitações, é que os requeridos começaram a ser contactados por vários potenciais compradores, finalizado a venda do referido imóvel, em 13 de Abril de 2016, pelo preço global de € 4800,0   Foi proferida decisão que, julgando a acção improcedente, absolveu os requeridos do pedido, aplicando às partes a taxa de justiça agravada artigos 53, n. 7, CPC, e , n. 5,.