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148, ao abrigo do artigo 39 n2 alíneas e do CT, tendo invocado a falta de pagamento de quantias devidas a título de retribuição e respetivos subsídios de férias e de natal, respeitantes à parte não declarada da sua retribuição, num total que o Autor contabilizou em € 47 595,21 e que se apurou ser de € 28 967,25 líquidos, cujo pagamento vinha insistindo desde 201  A Ré/Recorrente contrapõe que pagou sempre pontualmente ao Autor a retribuição declarada que lhe era devida e ficou provado facto n que o Autor vinha insistindo pelo pagamento desses valores não apurados, mas não foi sequer alegado nem provado que os quisesse regularizar, como fizeram os referidos colegas.