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179 e 180; h) que os pagamentos de juros foram feitos pelo Banco até 25 de outubro de 2012, e pelo réu Banco A, S.A., a partir dessa data e até 24 de abril de 2015; ) que no mês de outubro de 2006, o mesmo gerente do Banco da agência/balcão de , contactou o aqui primeiro autor, pedindo-lhe para que este logo que lhe fosse possível, se dirigir ao Balcão do Banco pois queira falar com ele; j) que não obstante, atento o facto de o aqui primeiro autor ter manifestado a sua imediata impossibilidade de ali se deslocar, dado que estava com alguns problemas de saúde, o identificado gerente do Banco dirigiu-se ele próprio a casa dos aqui primeiro e segundo autores; k) que na ocasião referida em 2012, o referido gerente usou da expressão "absolutamente”, quanto à taxa referiu-se a "elevada” e que o Sociedade De Negócios 2006 era complemento do anterior; ) que os pagamentos dos juros da aplicação Sociedade De Negócios 2006 foram feitos pelo Banco até 25 de outubro de 2012, e pelo primeiro réu Banco A, S.A., a partir dessa data até maio de 2015; ) que foi garantido ao autor que poderia proceder ao resgate ao fim de cinco anos; n) que o capital investido pelos autores foi angariado após dezenas de anos de árduo trabalho deles, à frente dos seus negócios e que estes mantiveram a esperança na recuperação do mesmo capital; o) que os autores passaram noites sem dormir, e dias e dias sem conseguir gerir os seus negócios; p) que as notícias sobre a situação do Banco provocaram na terceira autora receios sobre a recuperação do capital que havia investido e que a mesma, confrontada com a ideia de perder o dinheiro que tinha investido, passou a ter dificuldades em dormir; q) que os autores procuravam sempre aplicações que assegurassem a obtenção de boas rentabilidades para as suas poupanças; r) que aquando da subscrição das aplicações, foram os autores que indagaram da existência de produtos que lhe assegurassem uma rentabilidade melhor do que aquela que os depósitos a prazo lhe garantiam e pediram informação sobre a rentabilidade que poderiam obter; s) que o extrato referido em 2 era mensal; t) que os autores sabiam que os produtos em causa não eram emitidos pelo banco, e que a responsabilidade do seu reembolso aquando do seu vencimento era exclusivamente da entidade emitente, então Sociedade De Negócios; u) que as segunda e terceira autoras autorizaram o que consta supra em 2; ) que a "G., SGPS, S.A.” habilitou o banco réu com os valores necessários ao pagamento de juros; w) que em momento algum o banco réu informou pessoal e diretamente os autores que ele próprio garantiria o reembolso dos produtos em causa aquando do seu vencimento; x) que o que toda a rede comercial do banco transmitia aos seus clientes, quando questionada sobre a segurança do produto e sua liquidez, era que a Sociedade De Negócios, a entidade emitente do produto em causa, era a dona do banco, detentora da totalidade do seu capital, pelo que não deixaria essa entidade de reembolsar os subscritores das ditas Obrigações aquando do seu vencimento.Quanto à matéria de direito, entende o apelante que face à impugnação da decisão relativa à matéria de facto, deixa de ter base legal o enquadramento que esteve na base da douta sentença recorrida, porém, uma vez que a modificação operada na decisão da matéria de facto em nada interfere com a aplicação do direito aos factos, no que se refere à decisão proferida na 1 instância, dado que se trata de uma mera alteração circunstancial que não representa qualquer modificação do quadro jurídico, tal decisão não poderá deixar de se manter.