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É certo que não se provou o custo de reparação de todos os trabalhos realizados com defeito, assim como não se provou o custo da execução de todos os trabalhos não realizados, porém, o pedido a tal propósito formulado pelo A. constitui o limite máximo para o montante indemnizatório por danos patrimoniais38 a conceder ao A.39, ou seja, fechando todos os raciocínios efetuados, o A., no máximo, pode ter direito a uma indemnização de € 4000,00, montante que sendo inferior aos € 4839,50, correspondentes ao valor da compensação em consequência da eficácia retroativa/restitutória da resolução40) a que a R/empreiteiro tem direito, conduz – é a última e a conclusão final – à improcedência de todo o pedido indemnizatório, por danos patrimoniais formulado pelo A..  Enfim, a apelação procede tão só na parte respeitante à indemnização por danos patrimoniais que se concedida na sentença recorrida; improcedendo em tudo o demais invocado e concluído nas alegações recursivas, mostrando-se prejudicados, em face do que se expendeu, todas as questões, argumentações e raciocínios não diretamente defrontados.