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Finalmente, sendo ambas as partes concordantes entre si que á data da abertura da sucessão da inventariada – data do óbito de E. F., em 26/01/2019 –, existia um estabelecimento comercial instalado no rés-do-chão do prédio relacionado sob a verba número um, dir-se-á que essa unidade jurídica que é o estabelecimento comercial, existe e, portanto, salvo acordo em contrário de todos os interessados na partilha, carece de ser relacionado e licitado autonomamente do prédio onde se encontra instalado, independentemente de, conforme pretende a apelante, a inventariada E. F. e o pré-falecido marido desta considerarem ou não) esse estabelecimento comercial e o explorarem como parte integrante do prédio e, bem assim do valor económico desse estabelecimento comercial, designadamente, dos rendimentos que o seu giro comercial proporcionava, ou que continua a proporcionar.