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27 Impõe-se primeiramente evidenciar que na situação presente a decisão de não adjudicação foi tomada pela entidade adjudicante com base nas circunstâncias que foram invocadas pelo Júri do concurso público aqui em causa no momento da apreciação e análise das propostas, após a pronuncia emitida pelas concorrentes em sede de audiência prévia, notificadas que tinham sido do relatório preliminar do júri no qual havia sido proposta a exclusão das propostas de três das correntes a saber da PdP – PTG, SA, da OEG, SA e da RGP,, e por aplicação do critério de adjudicação fixado no procedimento o do preço mais às duas propostas subsistentes a saber as da REP, SA e da GC, S.A.) a ordenação das propostas destas de acordo com tal critério, face aos preço proposto por cada uma delas, graduando-se em primeiro lugar a proposta da REP, SA e em segundo lugar a proposta da GC, S.A..  28 E percorrida a fundamentação externada no «relatório final» do júri, em que se suportou a decisão de não adjudicação tomada pela entidade adjudicante, e que assim constitui e consubstancia a fundamentação do ato, vê-se que foi invocado para a justificar que da audiência prévia subsequente ao relatório preliminar «resultaram pronúncias de alguns concorrentes relativamente a validades de algumas declarações, apresentação de propostas de base preço eventualmente não fixa, e outras, de que foi dado conhecimento à Vereação com a delegação de poder, tendo daí resultado que a Entidade Adjudicatária se apercebeu fundamentalmente de dois aspetos essenciais» sendo um «o facto de haver concorrentes que apresentam a sua proposta com modelos que, embora procurem cumprir com as regras do concurso, foram sem dúvida concebidos para outro tipo de concurso, eventualmente com entidades privadas, com cujas regras se podem esgrimir outras condições de proposta.