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Para além de se dever ponderar os itens referidos pela apelante 7 dias de internamento, 1m e 15d de défice funcional temporário total, e 3m e 19d de défice funcional temporário parcial; ter 51 anos de idade à data do acidente com uma perspectiva média de vida de ainda 32 anos; não ter sofrido quebra de rendimentos; as lesões sofridas terem sido no pé/tornozelo; e não ter nunca estado em causa qualquer perigo sério para a sua saúde ou, devem ponderar-se os demais que o tribunal recorrido ponderou, a saber: - a lesão sofrida foi uma fractura do tornozelo direito, que requereu imobilização, e, posteriormente procedimento cirúrgico, com implantação de material próprio placa e; -  foi medicada e fez fisioterapia; - ficou a padecer de um défice funcional permanente da integridade físico-psíquica de 9,6%; -  as sequelas sofridas são em termos de repercussão permanente na actividade profissional, compatíveis com o exercício da sua actividade profissional habitual, mas implicando esforços suplementares; - as sequelas sofridas implicam repercussão nas actividades desportivas e de lazer fixável no grau 3 numa tabela de 1 a 7; -  ficou com dano de estético de grau 4 numa tabela de 1 a 7; -  sofreu dores de grau 5 numa tabela de 1 a  Ora, atenta toda a factualidade supra referida, e ponderadas as decisões judicias nesta matéria embora, essencialmente, no âmbito dos acidentes de viação), afigura-se-nos equilibrado e justo, em termos de equidade e justiça do caso concreto, o montante da indemnização pelos danos não patrimoniais fixada pelo tribunal recorrido em €1000,00), improcedendo a apelação, também, nesta matéria.