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Apenas releva, como vício do ato, a insuficiência da fundamentação que seja manifesta, dado que se tem como suficiente a exposição sucinta dos fundamentos e dos elementos necessários à expressão das razões do ato, apreensíveis por um destinatário normal e razoável»2  E, acentuando o caráter relativo do conceito e da figura de fundamentação do ato administrativo, precisando que a exigência de fundamentação pode variar conforme o tipo de ato e as circunstâncias do caso concreto, havendo, por isso, necessidade de tomar em linha de consideração um parâmetro da variabilidade da densidade da fundamentação, afirmou-se no Acórdão da Secção do Contencioso do STJ de 002019  processo n18/17YFLSB), que «a densidade de fundamentação dos atos administrativos à luz do disposto no artigo 26, n. 3,  parte, da Constituição e em conformidade com os artigos 15, n. 1, alínea, 15, n. 1, alínea, e 15, n.os 1 e 2, do CPA, deverá ser de teor variável em função das exigências inerentes a cada tipo de ato ou mesmo a cada caso singular, devendo nortear-se sempre pelo desiderato de proporcionar "a um destinatário normal, colocado na posição do real destinatário do ato”, a compreensão das razões que conduziram o órgão decisor à decisão proferida»3 No Acórdão de 212015  proc.