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.."  4 - Assim, se por um lado, a matéria de facto dada como provada é insuficiente para condenar o arguido, uma vez que não se provou o elemento subjetivo, isto é, que o arguido quis projetar a tábua em direção à ofendida, com intenção de a atingir;  4 - Por outro lado, de acordo com um raciocínio lógico, a fundamentação do acórdão, referida na conclusão n. 43, justificava uma decisão precisamente oposta, isto é, justificava a absolvição do arguido, nesta parte, e não a sua condenação, o que consubstancia uma contradição insanável entre a fundamentação do acórdão e a decisão, devendo, por este motivo, o acórdão recorrido ser revogado.