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Condenar a ré ., a pagar à sinistrada AA: 	a) A quantia de € 813,53 oitocentos e treze euros e cinquenta e três cêntimos), a título de indemnização pela incapacidade temporária absoluta referente ao período de 24/02/2015 e 23/04/2015, acrescida de juros de mora à taxa legal, devidos desde 24/04/2015; 	b) A quantia de € 4 807,60 quatro , oitocentos e sete euros e sessenta cêntimos), a título de pensão anual e vitalícia desde o dia 24/04/2015, a que acrescem juros de mora, à taxa legal de 4%, calculados desde 24/04/2015 até integral pagamento e atualizada nos seguintes termos: 	b.1) para a quantia de € 4 826,83 quatro , oitocentos e vinte e seis euros e oitenta e três cêntimos) a partir de 01/01/2016; 	b.2) para a quantia de € 4 850,96 quatro , oitocentos e cinquenta euros e noventa e seis cêntimos) a partir de 01/01/2017; 	b.3) para a quantia de € 4 938,28 quatro , novecentos e trinta e oito euros e vinte e oito cêntimos) a partir de 01/01/2018; 	) A quantia de € 5 367,69 cinco , trezentos e sessenta e sete euros e sessenta e nove cêntimos) a título de subsídio por elevada incapacidade, acrescida de juros de mora, à taxa legal, calculados desde 24/04/2015 até integral pagamento; 	) A quantia mensal no valor total de € 230,57 duzentos e trinta euros e cinquenta e sete cêntimos), 14 vezes por ano, a título de prestação suplementar para assistência a terceira pessoa, desde 24/04/2015, acrescido de juros de mora desde a data do respetivo vencimento até integral pagamento, atualizado para € 214,45, com efeitos a partir de 01/01/2018 e anualmente atualizável na mesma percentagem em que o for o IAS; 	e) Um subsídio para frequência de ações de reabilitação profissional, correspondente ao reembolso do montante das despesas efetuadas com a frequência das mesmas, sem prejuízo, caso se trate de ação ou curso organizado por entidade diversa do Instituto do Emprego e Formação Profissional, do limite do valor mensal correspondente ao valor de 1,1 IAS, a liquidar em execução de sentença; 	f) A prestar à autora os cuidados médicos e medicamentos que se vierem a revelar necessários, nomeadamente, cuidados especializados de fisiatria e colocação de prótese, e a suportar as despesas efetuadas com a hospitalização e assistência clínica da sinistrada na proporção da 84,16%; 	g) A quantia de € 172,53 cento e setenta e dois euros e cinquenta e três cêntimos) a título de reembolso das despesas com consultas médicas efetuadas acrescida de juros de mora à taxa legal a contar da data da citação; 	h) A quantia de € 40,00 quarenta a título de deslocações a consultas acrescida de juros de mora à taxa legal a contar da data da citação; 	 Condenar a ré BB a pagar à sinistrada AA: 	a) A quantia de € 567,46 quinhentos e sessenta e sete euros e quarenta e seis cêntimos) a título de indemnização pela incapacidade temporária absoluta referente ao período de 24/02/2015 e 23/04/2015, acrescida de juros de mora à taxa legal, devidos desde 24/04/2015; 	b) A quantia de € 3 341,37 três , trezentos e quarenta e um euros e trinta e sete cêntimos), a título de pensão anual e vitalícia desde o dia 24/04/2015, a que acrescem juros de mora, à taxa legal de 4%, calculados desde 24/04/2015 até integral pagamento e atualizada nos seguintes termos: 	b.1) para a quantia de € 3 354,73 três , trezentos e cinquenta e quatro euros e setenta e três cêntimos) a partir de 01/01/2016; 	b.2) para a quantia de € 3 371,51 três , trezentos e setenta e um euros e cinquenta e um cêntimos) a partir de 01/01/2017; 	b.3) para a quantia de € 3 432,19 três , quatrocentos e trinta e dois euros e dezanove cêntimos) a partir de 01/01/2018; 	f) A suportar as despesas que vierem a ser efetuadas pela autora com a hospitalização e assistência clínica da sinistrada na proporção da 15,84%; 	g) A quantia de € 32,47 trinta e dois euros e quarenta e sete cêntimos) a título de reembolso das despesas com consultas médicas efetuadas pela autora, acrescida de juros de mora à taxa legal a contar da data da citação; 	h) A quantia de € 5000,00 cinquenta e cinco, a título de danos morais sofridos em consequência do acidente em causa nos autos, acrescida de juros de mora à taxa legal a contar da data do trânsito em julgado da decisão atualizadora; 	) Absolver as rés do demais peticionado.»	Não se conformando com o decidido, veio BB, interpor recurso da sentença, rematando as suas alegações, com as seguintes conclusões: 	«a) A livre apreciação das provas produzidas segundo a prudente convicção do julgador, tem como sinalagma a exigência normativa do exame crítico das provas, torna insuficiente a mera referência àquilo em que o tribunal se baseou, tornando-se necessário saber o porquê, a razão de ser da formação da convicção do tribunal, fundamentando as razões pelas quais se convenceu da veracidade de determinados factos, de modo a permitir o controlo, quer pelas partes quer pelos tribunais superiores, do acerto da respetiva fundamentação, constituindo esse exame crítico das provas uma aferição, com recurso a critérios de razoabilidade, que deverá fundamentalmente permitir avaliar cabalmente o porquê da decisão: o processo lógico que serviu de suporte ao respetivo conteúdo; 	b) Analisando a motivação da decisão de facto não vemos qualquer tentativa de esclarecer que circunstâncias, processos lógicos ou resultantes das regras da experiência comum que levaram a MM juiz «a quo» a fixar os factos provados, principalmente aqueles que resultam da prova testemunhal, exame crítico que, sendo omitido, inquina a sentença de nulidade por falta de fundamentação, nos termos do art.