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Na verdade: - Da conjugação do preceitua nos artigos 321, n 1 e n 2; 323, n 1 e n 4; e 332, todos do P., resulta que, contrariamente ao entendimento sufragado na decisão singular, o chamado ora recorrente, por via da intervenção acessória provocada, embora beneficie do seu estatuto próprio, não é, nem pode ser considerado como um assistente nos termos em que esta figura processual se encontra definida no artigo 326 do P., devendo antes aplicar-se, com as necessárias adaptações, o disposto nos artigos 32 e seguintes e, consequentemente, considerar-se que o chamado ocupa a posição processual da chamada, pelo que, por virtude dessa qualidade, passou a gozar dos mesmos direitos e a estar sujeita aos mesmos deveres da parte principal assistida.