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Após a referida resolução será intentada a competente acção judicial que poderá culminar com uma penhora de rendimentos e outros bens, Conte com o nosso apoio em tudo o que precisar”  - A autora considerou resolvido o contrato em 30 de setembro de 202    – O DIREITO  a)-Coloca inicialmente a autora a questão da eventual violação do princípio do contraditório invocando que na sentença impugnada não foram atendidos nem analisados os argumentos que expôs a propósito da comunicação à ré da resolução do contrato de concessão de crédito pessoal e que desse modo não foi dado cumprimento ao disposto no artigo  n. 3 do Código de Processo Civil Conclusões a.  Em verdade do que se tratar é da invocação da nulidade da sentença por falta de especificação dos fundamentos de direito que justificam a decisão já que o não acolhimento da argumentação da parte não constitui violação do princípio do contraditório.