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do P.P., 2- Na fundamentação da matéria de facto, o Tribunal "a quo” considerou que os depoimentos dos agentes da PSP, e JR, se revelaram, no essencial, credíveis referindo que "Todas estas testemunhas apresentaram um depoimento, relativamente à intervenção que cada um teve na ocorrência, credível, seguro e circunstanciado, não refletindo os seus testemunhos qualquer interesse em prejudicar os interesses do arguido, tendo, além do mais, tais depoimentos sido congruentes com as regras de experiência comum e do normal acontecer dos factos, pelo que se deram como provados os factos elencados em 1 a 3 e 4 e  3- Ora, apesar de o tribunal lhes ter reconhecido credibilidade, contraditoriamente, não deu como provados os factos que estas testemunhas relataram e constantes da acusação vide alíneas e factos não.