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20 Para o Tribunal a quo «a testemunha de defesa  BF... , apesar do que disse sobre os dias dessa festa, não pode garantir que entre as 17h30 e as 20h00 do dia dos factos o arguido  A...  ali esteve ou se ausentou, pois referiu não se recordar se o arguido  A...  lá esteve sempre.»  ﻿20 E «por sua vez, da análise de tráfego das comunicações é possível constatar que os arguidos  A...  e  ..  falaram 5 vezes entre o dia 12013 e o dia 22013, sendo que às 19h50 estavam ambos em Miranda do Corvo, existindo assim elementos suficientes para imputar este crime ao arguido  A... , devendo também, face aos contactos telefónicos existentes e forma de organização, concluir-se pela participação do arguido  ..  nestes factos.»  21 Sem prejuízo de tudo o que já se disse acima sobre a referida análise de informação de tráfego telefónico, parece que o Tribunal a quo alicerçou a sua decisão no facto de haver 5 contactos telefónicos entre o arguido  A...  e o arguido  .. , em dois dias e no facto de estarem ambos em Miranda do corvo às 19h50 do dia em que ocorreu o furto.