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A autora fundamenta a sua pretensão numa pretensa atuação ilícita por banda da ré com repercussões na sua esfera patrimonial, pois que aquela não comunicou à SS a cessação do contrato de trabalho que existia entre ambas e que cessou em 17/11/2011, em violação do estatuído nos artigos 32 do Código do Regime Contributivo do Sistema de Segurança Previdencial de Segurança Social e 8 do DR n 1-A/2011, de 30/01, o que teria determinado que a autora tivesse perdido todas as prestações legais a que teria direito por força da sua situação de desempregada, nomeadamente, subsídio de desemprego, RSI, isenção de taxas moderadoras, pensão e reforma antecipada pensão e reforma, antecipada A questão que está em discussão nos autos é, assim, a existência do direito indemnizatório da A. com fundamento na não regularização por parte da ré junto da SS da cessão do contrato de trabalho que vigorou entre as partes até 17/11/201 Quanto ao pedido de pagamento de contribuições para a segurança social parece certo que a jurisdição comum não é competente para conhecer do mesmo, mas sim a jurisdição administrativa e fiscal.