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B. e da A., como os actos de "transmissão” – simulada - desse bens para a sociedade foram impugnados pelos credores, como ainda o arresto pode incidir sobre bens do terceiro adquirente dos bens do devedor ou bens que estejam apenas formalmente na titularidade do; 30) Apesar de não caber discutir nesta sede e sim na acção a verificação dos requisitos da impugnação pauliana, uma vez que a acção estava já pendente à data em que o arresto foi requerido art 392, n2 do P.), a realidade é que foram alegados e provados todos os factos que tornavam provável a procedência da impugnação, como resulta dos factos dados como provados nestes autos quer na decisão que decretou o arresto, quer na que julgou improcedente a oposição) e foi até já proferida sentença que declarou a nulidade do acto de transmissão do dinheiro dos 1s para a 2 Recorrente; 31) Tendo os Recorrentes transmitido à sua sociedade os únicos bens de que eram proprietários em Portugal e não dispondo, como não dispõem, de qualquer outro património, nem rendimentos, é manifesto o prejuízo que causou aos seus credores a transmissão simulada dos imóveis à sociedade e os actos subsequentes de prestar caução em nome dela para impedir a venda executiva dos imóveis hipotecados e penhorados e requerer, por via da sociedade, o seu levantamento.