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O que se pode considerar em face do aseu comportamento é que o arguido não quis ouvir o que lhe era dito, quiçá porque já sabia, sendo que sabia que ia ao posto fazer novo teste, com o que isso implica como resulta da fundamentação: "Quanto ao mais, aumentando -cirurgicamente - o tom de voz quando lhe era formuladas perguntas quanto à contextualização do que era referido e apenas nesses momentos, revelando falta de capacidade para ouvir o que lhe era perguntado, dificuldade em aguardar que as perguntas acabassem de ser formuladas, interrompendo o discurso, formulando perguntas em vez de responder às que lhe eram formuladas, quando eram, e, quando advertido, referindo "não falo mais, não quero falar mais nada, é tudo verdade, meta aí tudo verdade, meta aí é tudo verdade, tudo o que está ai escrito é tudo verdade, ... tudo o que estou a dizer está a complicar, ... ", comportamentos que, face ao referido - cirúrgicos -, não são reveladores de qualquer deficit cognitivo mas de uma personalidade imatura , tendente à confrontação não é patológico).