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Vale isto por dizer que não podiam deixar de dar conta que numa primeira fase se evoluiu para a atribuição de pensões de maior valor, para depois se inverter aquele caminho, passando a estabelecer-se regras de atribuição e cálculo que conduziam a pensões de menor valor, voltando, grosso modo, a um regime mais próximo do estabelecido pelo n. 468/73, de 27 de Setembro, vigente à data do Acordo Colectivo de Trabalho dos .., publicado no BTE, n25 de 8 de Julho de 197 Justamente por isso, a J..., S. A., actualmente K..., SA, também não podia ignorar as implicações que aquelas alterações importariam necessariamente na aplicação da cláusula que estabelecia a atribuição de complementos para as pensões de reforma por velhice, tendo em conta, nomeadamente, o estabelecido no ponto1, do anexo  Por tudo isso, se as partes tiveram várias oportunidades para alterar a cláusula, mas não o quiseram fazer, cremos que a interpretação mais correcta, irá no sentido de se considerar que entenderam que esse passo não se justificava nem era necessário.