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n. 212/04, e acessível in Sumários, 2011, p. – de cuja síntese conclusiva consta que "não merece censura o acórdão da Relação que, perante o não apuramento da culpa de qualquer dos condutores, graduou a responsabilidade pelo risco na proporção de 75% para o condutor do veículo automóvel ligeiro de passageiros e de 25% para o condutor do motociclo, depois de ter ponderado que a incidência espacial do local do sinistro – designadamente a largura da faixa de rodagem que se mostrava reduzida em face a situações de e o traçado da mesma em –, sendo propiciadora da colisão do ligeiro no e conjugada com a desproporção física dos veículos, sustentava um factor agravador dos danos por parte do ligeiro face ao motociclo.».