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1/ 2 e 60, n. 2, do Código de Processo Civil; 3 - o que, expressamente, se requer;  4 - os juros devem ser contados, desde a data da citação até efectivo pagamento, quer em relação à indemnização dos valores fixados a título de danos patrimoniais, quer em relação aos valores fixados a título de compensação pelos danos de natureza não patrimonial; 4 - a Recorrente/Apelante, na sua petição inicial, pediu a condenação das três 03,00) Rés/Recorridas Companhia de Seguros "SEGUROS, S.A.” /” SEGURADORAS K, S.A.”, COMPANHIA DE SEGUROS "Y, CIA SEGUROS Y , S.A.” e "Y PORTUGAL COMPANHIA DE SEGUROS, S.A.”, solidariamente, além do mais, no pagamento dos juros moratórios, contados à taxa legal, desde a data da citação, até efectivo pagamento; 4 - por imperativo legal, devem ser fixados os juros moratórios, sobre as quantias relativas à indemnização/compensação fixada pelos danos de natureza não patrimonial, como em relação ás quantias relativas a indemnização por danos de natureza patrimonial, que se peticiona, no presente recurso, seja fixado pelo Tribunal de Recurso, não a partir da data da prolacção da sentença, em primeira instância, como o fez o Tribunal de Primeira Instância – Instância Central, Secção Cível, Juiz 1, de Viana do Castelo -, mas sim a partir da data da citação; 4 - com o merecido respeito, não poderá, em contrário, argumentar-se, que as indemnizações/compensações, fixadas pelo Tribunal Recorrido ou a fixar pelo Tribunal de Recurso, conforme ora peticionado, são actualizadas – pressuposto de aplicação do Douto Acórdão Uniformizador de Jurisprudência n. 4/2002 R. de 27 de Junho de 2002 -, com referência à data da decisão, em Primeira Instância; 4 - por essa razão, não tem, nem pode ter, aplicação a doutrina estabelecida no Acórdão de Fixação de Jurisprudência, do Supremo Tribunal de Justiça n. 4/2002, de 9 de Maio de 2002, publicado no Diário da República, Série -A, de 27 de Junho de 2002; 4 - os juros devem, assim, ser contados, desde a data da citação, até efectivo pagamento, em relação a todas e a cada uma das quantias indemnizatórias e compensatórias já fixadas ou a fixar pelo Tribunal Recorrido; 4 - por último, na parte decisória da sentença recorrida, o Tribunal de Primeira Instância condenou, solidariamente, as Rés – a três 03,00) Rés – a pagar solidariamente as quantias relativas às indemnizações fixadas ou a fixar em sede de recurso; 4 - relativamente aos juros moratórios, o Tribunal Recorrido condenou apenas "a Ré” sem identificar qual das três Rés Demandadas nos presentes e não as três 03,00) Rés; 4 - e não condenou, como devia condenar, de forma solidária, as três 03,00) Rés a pagar, à Autora, não só as quantias indemnizatórias já fixadas ou a fixar, incluindo em Incidentes de Liquidação, mas, também, os juros de mora contados sobre todas e cada uma das quantias indemnizatórias e compensatórias fixadas ou a fixar, a título de danos de natureza patrimonial e não patrimonial; 4 - o que, expressamente, se requer seja decidido na sequência das presentes alegações de recurso, no Acórdão a proferir nos presentes autos; 5 - decidindo de modo diverso, fez a sentença recorrida má aplicação do direito aos factos provados e violou, além de outras, as normas dos artigos 49, n. 1, 56 e 56, ns.