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O Tribunal da 1 instância proferiu, a final, a seguinte sentença: «Pelo exposto, decido julgar a presente acção parcialmente procedente e, em consequência:   Condeno a ré seguradora a pagar ao autor a pensão anual e vitalícia de € 8444,68, até completar trinta e cinco anos de idade, acrescida de juros de mora a calcular à taxa legal supletiva desde o dia seguinte ao da alta até integral pagamento;   Condeno a ré entidade patronal a pagar ao autor a pensão anual e vitalícia de € 3071,84, até completar trinta e cinco anos de idade, acrescida de juros de mora a calcular à taxa legal supletiva desde o dia seguinte ao da alta até integral pagamento;  Condeno a ré seguradora a pagar ao autor a pensão anual e vitalícia de € 5556,38, depois de completar trinta e cinco anos de idade, acrescida de juros de mora a calcular à taxa legal supletiva desde o dia seguinte ao da alta até integral pagamento;   Condeno a ré entidade patronal a pagar ao autor a pensão anual e vitalícia de € 2351,45, até completar trinta e cinco anos de idade, acrescida de juros de mora a calcular à taxa legal supletiva desde o dia seguinte ao da alta até integral pagamento;   Esta pensão está sujeita ao limite de catorze vezes o montante correspondente a cinco vezes a remuneração mínima mensal garantida que estiver em vigor quando o autor completar trinta e cinco anos de idade;   Condeno a ré seguradora a pagar ao autor a quantia € 656,67, a título de subsídio de elevada incapacidade, acrescida de juros de mora a calcular à taxa legal supletiva desde o dia seguinte ao da alta até integral pagamento;  Condeno a ré seguradora a pagar ao autor as quantias de € 1108,77 e € 20,00, acrescidas de juros de mora a calcular à taxa legal supletiva desde a data da tentativa de conciliação até integral pagamento;  Condeno a ré entidade patronal a pagar ao autor a quantia de € 4739,82, acrescida de juros de mora a calcular à taxa legal supletiva desde a data da tentativa de conciliação até integral pagamento.».