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Mais alega que às relações jurídicas entre si e a Ré são aplicáveis as normas constantes do Contrato Colectivo de Trabalho outorgado entre a Liga Portuguesa de Futebol Profissional e a Associação Nacional de Treinadores de Futebol, bem como a respectiva Portaria de Extensão, referida na cláusula de revisão do CCT, publicado no BTE n. 20, de 20/05/201 De acordo com a cláusula 3 do referido CCT, ao Treinador Principal é-lhe garantida uma retribuição mínima mensal nunca inferior a três vezes o salário mínimo nacional, ou seja, o montante ilíquido de 905,00 Euros 635 Euros x até 31/12/2020 e à quantia ilíquida de 995,00 Euros 665 Euros x a partir de 01/01/2021, pelo que impugna o valor da remuneração constante da declaração subscrita por A. e Ré, neste particular - montante da retribuição - nula por violar aquele CTT, devendo ter-se aquele montante por não escrito e, em sua substituição, considerarem-se aquelas.