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Ficou, assim, o aqui Recorrente vinculado a aceitar que o Recorrido havia laborado naqueles períodos, o que acaba por funcionar, nos termos do art 256 do CRCSPP, como um meio de prova para o reconhecimento desses períodos de atividade profissional;  1	Contudo, tal não confere, por si só, o direito ao registo das correspondentes remunerações para efeitos de formação de prazo de garantia para acesso à pensão de velhice antecipada, uma vez que, como se referiu supra, tal depende do pagamento   das contribuições   prescritas;  1	O pagamento das contribuições prescritas, como ali também se refere, impende sobre o  Recorrido,  na  medida  em  que  o   mesmo   não  deu   cumprimento   à obrigação de comunicação à Segurança Social do início da sua atividade perante as referidas entidades patronais, em cumprimento do disposto no art 3, 4 n 1, 9 n 1 e 11 "a contrario" do 124/84, de 18/4, na redação do 330/98, de 2/11;  1	A Lei 28/84 de 14 de agosto - Lei de Bases da Segurança Social -, em vigor à data em que o Recorrido prestou serviço às ex-entidades patronais também já o determinava, no seu art 25 n 4 "a contrario", sendo que o sentido dos referidos artigos foi mantido pela Lei 4/2007 de 16 de janeiro - art 61 n 4 "a  contrario”  e  pelo  Código  Contributivo  do  Sistema  Previdencial  de Segurança Social art 33 "a contrario”);  1	No sentido desta posição que defendemos, o acórdão de 28/05/2008 do STA Proc   n 141/08, invocado no douto  acórdão  proferido  pelo  Tribunal  Central Administrativo Sul;  1	Aqueles períodos de atividade profissional reconhecidos no douto Acórdão - entre 12002 a 2003 para "F", e entre 12003 e 2004 para a sociedade "F, Lda" - só podem ser registados em termos de remuneração e contabilizados para efeitos de direito a pensão de velhice antecipada, se forem pagas, de forma voluntária e previamente  as correspondentes contribuições por parte do Recorrido cfr.