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Os recorrentes impugnaram esta decisão neste recurso de apelação, defendendo: a) Que a interpretação do regime de interrupção da prescrição do art.323/1 e 2 do Civil realizada pelo Tribunal a quo não tem correspondência no texto da lei e não observa as regras do art.9 do Civil, tendo em conta: que o legislador teve a intenção de impor ao exequente o pedido de citação ou notificação do executado para dar a conhecer a este a sua pretensão; que, apesar da execução sumária não prever a citação prévia, o exequente deveria ter usado das faculdades legais de requerer a citação urgente ou a notificação judicial avulsa do executado, nos termos respetivos dos arts.561 e 79 do P. Civil, nomeadamente antes dos 5 dias de ocorrer a prescrição contada desde o vencimento.