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Daí derivam os seguintes efeitos: quanto ao confitente – que ele não pode ser admitido, em princípio, a combater e destruir a sua própria confissão; quanto à parte contrária – que ela não precisa de produzir qualquer outra prova em relação ao facto confessado; quanto ao juiz – que tem necessariamente de admitir na sentença, como verdadeiro, o facto referido”1 Tal declaração confessória, porque inserta num documento autêntico só poderá ser impugnada pelo confitente por via da falsidade questionando-se o facto de a mesma ter sido ou pela prova da falta ou vícios de vontade questionando-se a sua n1 do artigo 3591 A lei não permite ao confitente impugnar a confissão mediante a simples alegação de não ser verdadeiro o facto confessado, tendo, pelo contrário, que alegar a falta ou vícios de vontade, nomeadamente qualquer erro essencial1 Do regime contido no n1 do artigo 359 do , respeitante à nulidade ou anulabilidade da confissão, resulta que para impugnar a força probatória da confissão judicial ou, não basta ao confitente demonstrar que o facto confessado não corresponde à verdade, tendo de alegar o erro ou outra causa de falta incapacidade acidental, simulação, reserva ou vício de vontade erro, dolo ou coação)1 Esta impugnação não se pode basear na simples desconformidade entre o que é afirmado e a realidade: caso o comprador tenha declarado ter recebido o preço, não bastará provar que tal pagamento não teve lugar, sendo também necessária a prova de que o confitente estava em erro quanto à verificação desse facto ou que emitiu tal declaração sob coação1 No caso em apreço, da escritura exequenda consta uma declaração confessória de dívida emitida pela 1 executada, divida de que o aqui 2 executado se assume fiador.