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E perante esses indícios, cessa a presunção de veracidade das operações constantes das facturas, passando a competir ao contribuinte o ónus de provar que as operações se realizaram efectivamente ”  Refere o sujeito passivo que "Assim parece existir uma clara contradição entre aquilo a que a AF chama de "fortes indícios objectivos e seguros”, e a aceitação posterior dos custos contabilizados como "cedência de mão-de-obra”, pois, apesar dos alegados indícios existe a comprovação de que efectivamente houve cedência de mão-de-obra entre a N. e a Deste modo não se compreende como é que a aceitar a cedência de mão-de-obra não aceita a AF Parte das facturas referentes a "material diverso”, tanto mais que apenas e só propõe o acréscimo ao resultado tributável dos exercícios de 2007 e 2008 constantes do Quadro e pag e aceita como despesa as facturas constantes do Quadro pag”.