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- E assim, a presente acção intentada em 002017, não pode ser considerada proposta em 212010, data do requerimento de protecção jurídica "APJ 215387/2010", porquanto não logrou o Autor demonstrar que o concreto pedido de apoio judiciário foi efectivamente requerido para instaurar a presente acção declarativa de condenação, não beneficiando do disposto no artigo 33, n. 4, da Lei 34/2004, de 20  - Nenhuma razão assiste ao A. no recurso que interpôs - que aliás é já o terceiro na pendência dos presentes autos, e sempre ao abrigo de apoio judiciário que lhe foi deferido, de entre muitos de que beneficia, pelo menos na zona de abrangência do Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados e da área de jurisdição da Ia Instância;  - E não poderá deixar de se questionar, como pode um cidadão, que se apresenta com domicílio num apartado dos CTT em Lisboa, com insuficiência económica de acordo com os critérios do regime da concessão do Apoio Judiciário), ter uma tal actividade que justifique a sua necessidade, de e pelo menos na circunscrição do Conselho Regional de Lisboa ser beneficiário de Apoio judiciário, por deferimento do apoio judiciário pelos Serviços da Segurança Social, em 240 processos de nomeação de patrono, no período compreendido entre 2008 e até ao presente 202019"; sublinhado  - A Sentença proferida não merece censura.