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Importa agora aferir se houve neste caso violação de regras de segurança por parte da entidade empregadora do sinistrado e/ou da empresa utilizadora de trabalho temporário e se se verifica um nexo de causalidade adequada entre tal violação e o acidente, atento o disposto nos artigos 1 e 7 da Lei n. 98/2009, de 04/0  No caso vertente provou-se que o sinistrado, B , no dia 24 de Maio de 2016, e em , trabalhava sob ordens, direcção e fiscalização da sociedade  – Empresa de Trabalho Temporário, Lda., com a categoria profissional de trabalhador não especializado, o qual havia sido cedido pela sua Entidade Empregadora à sociedade , Lda.