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R. Neste sentido tem decidido a Jurisprudência dos nossos Tribunais, como se alcança, a título de exemplo, pela leitura dos arestos do Supremo Tribunal de Justiça de 21998 recurso n. e de 211999 recurso n., apud Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo de 202002 processo n., in www.dgsi.pt:«Com efeito, e desde logo, a lei não faz depender o termo inicial da contagem, daquele prazo da diferenciação de ilícitos de produção instantânea e ilícitos de produção continuada, visto o artigo 49 do Código Civil ter estabelecido, sem qualquer distinção, que o que relevava para termo inicial do prazo de prescrição era o momento em que o lesado tinha conhecimento do seu direito e não o momento em que cessava a sua eventual violação.