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Deve então o presente recurso proceder, substituindo-se a decisão do Tribunal a quo por uma que defenda a prescrição de 20 anos, sendo que apenas assim, Se fará a costumada Justiça!»   Os recorridos apresentaram resposta às alegações de recurso, pugnando pela improcedência do recurso, defendendo, em síntese, que o prazo de prescrição aplicável ao mútuo, em especial ao mútuo bancário, está sujeito ao prazo de prescrição quinquenal disposto no artigo 31, alínea, do Código Civil e que o vencimento antecipado, ao abrigo do artigo 78 do Código Civil, das restantes prestações em dívida objeto do contrato de mútuo não permite influir no prazo de prescrição a que a mesma está sujeita, mantendo-se as respetivas prestações circunscritas ao prazo de 5 anos de prescrição, desde a data do incumprimento, in casu, desde 23-10-2012, conforme decorre da nossa doutrina e jurisprudência.