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Inconformados com o decidido, reagiram os arguidos por meio do presente recurso para este Supremo Tribunal, sustentando que que ao declarar a proibição de prova como erro notório na apreciação da prova determinando o reenvio do processo para novo julgamento, o acórdão recorrido violou o disposto nos art.s 12 n.s 1 e 2, 41 n. 3, 42 a contrario todos do P.Penal e  da CEDH e incorre num vício de direito interpretação jurídica) pois o que devia ter sido feito era determinar a nulidade da sentença na sua totalidade e a elaboração de novo acórdão pelo T. colectivo sem a ponderação da prova proibida e não o reenvio do processo para julgamento.