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Assim, conclusão diversa não poderia ter retirado o tribunal recorrido, que não a de que a decisão do Sr. Presidente da Câmara Municipal do Réu, de 04/11/2020, em crise nos autos, que adjudica apenas a um membro de um alegado consórcio uma proposta facto assente em, infringindo os termos dessa mesma proposta com a sua modificação em sede de, viola frontalmente o disposto nos artigos 5, n. 5, 7 n. 2, 7 n. 2 alínea e 14, n. 2, alínea, ambos do CCP, e o mesmo sucede quanto ao ato administrativo decisório e adjudicatório complementar, de 03/12/2020 facto assente em e, que altera essa primitiva adjudicação, desta feita a favor de ambas as contrainteressadas.