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Os executados J. P. e deduziram embargos de executado, por apenso à execução que lhes foi movida e a outros são executados pela Caixa , embargos nos quais:   Os embargantes/executados pediram a extinção da ação executiva, invocando uma "inexigibilidade do título executivo”: por prescrição da obrigação cambiária exequenda, por terem decorrido mais de três anos entre a data do vencimento da livrança e a data da sua citação para a execução; por declaração de insolvência da subscritora da livrança a sociedade comercial ", S.A”), por sentença de 3 de outubro de 2013, proferida nos autos n 6034/18TBBRG, do J2 do Juízo Local Cível da Comarca de Braga, com créditos reclamados e reconhecidos em 2014 por sentença que presumivelmente incluem os da aqui, com garantia de grande parte deles pela liquidação do ativo patrimonial da insolvente que ainda corre seus termos e engloba diversos imóveis), razão pela qual a embargada deveria ter reclamado o seu crédito perante a massa insolvente como certamente o, devendo os direitos de crédito sobre esta ser exercidos no próprio processo de insolvência e contra a massa insolvente, com preclusão do exercício do direito nos tribunais comuns contra as pessoas jurídicas declaradas insolventes.