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Não há, pois, que fazer uma apreciação minuciosa das circunstâncias que justifiquem a impugnação do despedimento, mas apenas emitir um juízo de probabilidade, provisório” "É também evidente que este juízo de probabilidade se baseará nos factos constantes da nota de culpa inserta no processo disciplinar pois só estes podem fundamentar o despedimento” – Despedimentos e outras formas de cessação do contrato de trabalho, página 17 Na vigência da LCT n64-A/89 de 202 e do CPT de 1982, António Monteiro Fernandes referia que " A apreciação do pedido de suspensão, necessariamente expedita, bastar-se-á com os elementos indispensáveis ao estabelecimento de uma convicção provisória, em termos de «probabilidade», «aparência» ou «verosimilhança», sobre a licitude do despedimento” "Finalmente, os factos a tomar em conta na decisão de suspensão são exclusivamente os alegados como suporte do despedimento, ou melhor, os que foram indicados na nota de culpa” – Direito do Trabalho, volume , 7edição, 1991, páginas 482/483/48  Tal entendimento é reiterado pelo mesmo Autor, mas agora na vigência do CT/2003 e do CPT de 2000 – Direito do Trabalho, 13edição, páginas 566/56 Na vigência do CT/2009 e do actual CPT – este, na redacção dada pelo n295/2009 de 110 – Albino Mendes Baptista defende que " O juízo tem, pois, de ser de probabilidade séria.