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Feita essa prova, cabe ao contribuinte o ónus da prova de que as operações económicas que estiveram subjacentes à dedução do imposto artigo 1 do, se realizaram efectivamente - neste sentido, entre muitos outros, acórdãos do STA, de 24/4/2002, Recurso n 102/02; de 23/10/2002, Recurso n 1152 /02; de 9/10/2002, Recurso n 871/02; de 20/11/2002, Recurso n 1483/02; de 30/4/2003, Recurso n 241/03; de 14/1/2004, Recurso n 1480/03 e do TCAN, por todos, acórdão de 24/1/2008, Processo 01834/0 Isto posto, cumpre averiguar se a administração tributária fez prova, como lhe competia, da existência de indícios sérios e objectivos, susceptíveis de permitir a conclusão de que as facturas contabilizadas pela Impugnante não correspondem a reais operações, e, nessa medida, pela indevida dedução do respectivo IVA.