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Inconformada com acórdão do Tribunal da Relação, de --.12019, veio a exequente dela interpôs recurso de revista para o Supremo Tribunal de Justiça, terminando as suas alegações de recurso com as seguintes conclusões, que se transcrevem: « 1 – Os executados reclamaram de uma demarcação efetuada sob a responsabilidade da agente de execução e em cumprimento de despacho do juiz do processo, demarcação essa que atribuiu a ambos os prédios, de exequente e executados área igual, em consequência da área global ter sido excluída a área de um caminho público a norte, tendo a reclamação sido julgada procedente e demarcação julgada nula, em consequência do que se determinou que nova demarcação se fizesse, incluindo, porém, a área do referido caminho público no prédio da exequente, por dever ter-se "presente que o leito do caminho é parte integrante do prédio da exequente, tendo tal área de ser considerada para efeitos de demarcação dos prédios”.