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A este propósito, ainda que em situação não coincidente mas de alguma forma similar, se escreveu no já citado acórdão do STJ de 19/12/2018 relator Chambel o seguinte:   "A recorrente coloca uma segunda questão que consiste em saber se a interpretação feita pelo acórdão recorrido ao considerar não existir qualquer conexão espacial e temporal entre a deslocação do sinistrado e a sua atividade profissional, bem como a interpretação que faz do diploma relativo ao seguro profissional dos trabalhadores independentes viola os princípios da proporcionalidade, universalidade, igualdade, do direito ao trabalho, da concreta igualdade de condições e tratamento para situações de trabalho idênticas, previstos nos artigos 1, 1, 5, 5, da Constituição da República Portuguesa.