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No caso vertente o arguido invocou em sede conclusiva, os vícios do erro notório da apreciação da prova, da insuficiência da matéria de facto para a decisão e da contradição insanável na fundamentação, aos quais não aludira de todo, na motivação apresentada, não os concretizando - o que desde logo nos impede de tomar posição sobre os mesmos – sendo que nesta, ao invés, impugnou a matéria de facto de forma ampla no que tange aos factos que a seu ver foram indevidamente dados como provados relativamente ao NUIPC 23/18GGMMN – artigos 4 a 46 - e aos NUIPC 34/13GAGDL, 66/11GCASL, 303/12GBGDL e 425/10GASXL – artigos 47 a 110 -, procedendo ao seu reexame, desvalorizando as declarações do único co-arguido não silente, apreciando individualmente cada meio de prova produzido, descartando as conexões entre os diversos meios de prova e o recurso às regras da experiência comum ou à lógica do homem médio.