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Os factos que resultaram provados revelam que em 202006 a A. sofreu uma queda em escadaria da qual resultou fratura –achatamento moderado do corpo vertebral D8 com traços de fratura envolvendo preferencialmente os 2/3 anteriores deste corpo vertebral, que tem textura esclerótica; em 212009, foi reconhecido em relatório psiquiátrico que a A. sofre de uma perturbação pós-stress traumático de forma crónica; em 22013 a A. sofreu nova queda com traumatismo da região dorso-lombar, com fratura compressiva de D1 Em 102014, o médico MA atestou que a A. estava completa e absolutamente incapaz para o exercício da sua atividade de assistente hospitalar graduada; o relatório de perícia de avaliação do dano corporal em direito do trabalho, datado de 22016, concluiu por uma incapacidade permanente parcial resultante do acidente de 66,30% e IPATH em função de sequelas psiquiátricas, neste grau se englobando a bonificação de 1,5% em aplicação do direito laboral; em 12017, é emitido "Atestado Médico de Incapacidade Multiuso” pela ARS no qual é fixada à A. um grau de incapacidade de 0,7600 aí sendo declarado que a incapacidade é definitiva; em Junta Médica da Caixa Geral de Aposentações foi decidido estar a A. absoluta e permanentemente incapaz para o exercício das suas funções, de médica psiquiátrica, por sequelas de fratura D8 a D10, tendo sido a A. aposentada por incapacidade.