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E em 12/1/2018 reforçou essa afirmação, sempre considerando a razão que entendia assistir-lhe, no sentido de não pretender concluir a transacção porque se estava perante "títulos não cotados no mercado grossista” o que equivale a dizer, porque se tratava de obrigações que não apresentavam mercado que gerasse a sua liquidez, uma vez que não eram livremente transaccionáveis nos Estados Unidos da América, como eram as obrigações com o ISIN US040114HL72, e em razão da proporção entre umas e. Ou seja, se o argumento da R. para não aceitar a conclusão da transacção das obrigações era a circunstância de pretender que a mesma tivesse por objecto as obrigações transaccionáveis nos Estados Unidos da América, gozando de liquidez e não as obrigações não transaccionáveis a que efectivamente respeitou tal transacção, que não gozavam da referida, então a actuação da A. de Junho de 2018, se objectivamente corresponde ao desaparecimento do objecto da prestação devida pela mesma à R., do ponto de vista da posição manifestada pela R. representou a realização dos actos necessários à obtenção daquela característica em falta já que todas as restantes características de umas e de outras obrigações são absolutamente idênticas).