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Alegaram, em síntese, que, os AA e intervenientes E... e F... constituíram uma hipoteca a favor do interveniente D.., SA como garantia do bom pagamento e liquidação de todas as responsabilidades assumidas por G... junto daquele banco; pelo G... foi celebrado um contrato de seguro de vida com a Ré, seguro esse que a Ré aceitou celebrar com base nas declarações de saúde prestadas no questionário clínico e no parecer do médico examinador indicado pela Ré; foi participado à Ré pela viúva daquele o óbito do segurado, para que fosse pago o capital seguro; mais foi enviado à Ré documentação clínica que demonstra que a patologia que vitimou G... iniciou-se e foi diagnosticada em data posterior à data da celebração do seguro de vida, que prestou declarações verdadeiras e integrais sobre o seu estado de saúde no questionário clínico que subscreveu, correspondente ao seu efectivo estado de saúde por ele conhecido, não havendo fundamento para a Ré declarar a anulabilidade desse seguro, o qual se encontrava em vigor à data da sua morte e com os prémios de seguro pagos, sendo actualmente os AA e os intervenientes E... e F... os únicos herdeiros do segurado falecido.