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Nas aludidas reuniões, os membros do Conselho de Administração da B. questionam o seu CEO, H., sobre um conjunto de despesas que reputam de excessivas, sendo notório que os responsabilizam pela gestão dos recursos em Portugal e pela implementação da sua redução; 4 O dito pedido reconvencional, claramente metido a ferros, numa ação intentada contra a Ré destinada a exigir o cumprimento da obrigação de pagamento de honorários por serviços prestados, é mais uma manifestação da má-fé com que a Ré e Recorrente litiga; 4 A Autora/Recorrida é totalmente alheia a qualquer relação estabelecida entre G. e as subsidiárias da Recorrente B., nomeadamente de mandato, quanto mais não seja porque as pessoas coletivas não podem ser gerentes de outras sociedades; 4 A Autora não foi parte ativa, nem o poderia ser, na tomada de decisões que competem exclusivamente aos administradores da Ré ou de quem esta contrata para exercer a gestão dessa empresa nas suas subsidiárias, no caso, H. e P.; 4 Estando em causa a legitimidade para figurar no processo, importa apurar quem são os sujeitos dessa relação – pressupondo que ela exista – quais são as pessoas a quem a relação realmente diz respeito ou a quem ela interessa de modo direto.