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Neste domínio, perfilhamos o entendimento que vem sendo acolhido pela jurisprudência, que, ao que se crê, é maioritária, no sentido de que, desconhecendo-se o valor dos bens objeto de tentativa de furto, a dúvida sobre se o valor de tais bens é ou não diminuto, porque se refere a um elemento de facto, tem de solucionar-se a favor do arguido, em obediência ao princípio in dubio pro reo, considerando-se ser esse valor diminuto e, em consequência, estando excluída a qualificação do furto, nos termos do disposto nos artigos 204 n. 4 e 202 alínea do CP, estaremos perante uma tentativa de furto simples Neste sentido, cfr., entre outros, Ac.