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– Impugnação da decisão sobre a matéria de facto:  Vêm os AA., ora recorrentes, impugnar a decisão sobre a matéria de facto, pretendendo que:  a) - os pontos 3 e 10 dos factos provados sejam dados como não provados; b) – face à prova produzida, sejam dados como provados os seguintes factos: 2 Nas contas bancárias referidas em , e entre 26/03/2009 e até à data do óbito de A. foram registados movimentos a crédito num total de € 3532,99; 2 Desde 26/03/2009 e até à data do óbito de A. , os pais de Autores e Ré receberam, pelo menos, a quantia de € 5490,05 a título de reforma de velhice e de sobrevivência, referidas em , e as referidas em  até Julho de 2012, mês do óbito da mãe de Autores e Ré, sem atender a actualizações e descontado o valor depositado na conta bancária; 2 A Ré geria todo o rendimento auferido pelos seus pais, e referido em 2 dos Factos Provados, usando o mesmo para custear os encargos e despesas referidos em  dos Factos Provados; por entenderem que o Tribunal "a quo” fez uma incorrecta apreciação da prova produzida nos autos, designadamente do depoimento de parte do Autor S. , dos depoimentos das testemunhas S., A. R. ambas arroladas pelos AA.)