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: A) De acordo com a douta sentença proferida e ora recorrida foi julgada procedente a exceção dilatória de nulidade de todo o processo decorrente da ineptidão da petição inicial e consequentemente absolvida a R da instância artigos 278, n 1, al; 576, n 2 e 577, al, todos do P. B) Foi ainda concluído não existir fundamento para a pretendida condenação da R como litigante de má fé ) Alega para tanto, em síntese, a meritíssima juíza do tribunal "A quo” que foi suscitada a excepção de ineptidão do requerimento de injunção, sendo depois reiterada essa excepção, pela ora Recorrida ) Para além disso que carece de haver a discriminação dos produtos constantes das facturas juntas para que a R, ora recorrida se possa defender E) Que a mera alusão às facturas em causa não pode ser integradora da causa de pedir F) Que a R omitiu as características dos produtos nada alegando quanto à data da sua celebração, origem das propostas, conteúdo destas quanto à quantidade e qualidade dos bens incluídos e valores de cada produto G) Existindo assim falta da causa de pedir H) Que tanto que assim é que a R se limitou a impugnar os factos, alegando que não é devedora dessa quantia ) Alega ainda que tal nulidade não foi sanada porquanto notificada nos termos do disposto no artigo 10, n 3 do Decreto-Lei 62/2013 de 10 de maio bem como relativamente ao contraditório da matéria da excepção vertida na oposição reiterou que o requerimento de injunção contém todos os factos essenciais J) Quanto à litigância de má fé da R alega que não vê na conduta processual da R fundamento bastante para a sanção pela qual a A pugna.