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do segundo recurso   Não questionando toda a legitimidade do aqui Apelante em exercer o seu direito de não se conformar com a douta decisão judicial ora em crise, a primeira e inapelável conclusão a extrair de uma rigorosa análise da prova realizada é a de que o que merece clara censura não é essa decisão, mas a postura assumida pelo A., aqui Apelante, ao longo de todo este processo, uma vez que, ouvido em depoimento de parte, implicitamente admitiu que tudo o que expôs na sua petição, a título principal, não correspondia à realidade,   tendo confessado que o que os tios, pais do R./Apelado teriam apenas prometido era que a parte da casa que reivindicava ".quando morressem ficava para ” assim a gravação do dia 4/12/2019, com início às 09 horas e 48 minutos e termo pelas 11 horas e 22 minutos, ao minuto 118), afirmação totalmente incompatível com a alegação de a ter adquirido por usucapião.