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É manifestamente o caso dos autos, até porque a recorrente indicou, pelo menos, ter sido violado acórdão precedente do Tribunal da Relação de Lisboa, as "leis da sucessão” e a norma do artigo 33 do  Por fim, considerando o já referido, verifica-se que a recorrente indicou os concretos pontos de facto que considera incorretamente julgados o facto n. 3 dos factos provados e o facto dado como não, os concretos meios probatórios, constantes do processo ou de registo ou gravação nele realizada, que impunham decisão sobre os pontos da matéria de facto impugnados diversa da recorrida concretizados nos documentos – que, aliás, constam em parte da própria alegação - e no depoimento da testemunha MK, cujo segmento relevante é extratado na alegação), bem como a decisão que, no seu entender, o Tribunal deveria ter proferido.