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Considerando como referência que "em regra o STJ, na formação da pena única, não ultrapassa a soma da pena mais grave com um terço das penas restantes – embora aqui não haja um rigor matemático e pode admitir-se alguma margem para cima ou para baixo consoante se tratar ou não de criminalidade muito grave – ...)” face às molduras abstractas enunciadas, e às circunstâncias ponderadas na determinação das medidas das penas parcelares, realçando-se como fez a decisão recorrida a gravidade global dos factos e elevada ilicitude dos mesmos expostos na fundamentação da decisão recorrida, e elevadíssimas as necessidades de prevenção geral, face aos valores sociais atingidos e de prevenção especial atenta a inexistência de alguma atitude reveladora de interiorização das condutas, não se denota a violação de qualquer critério legal, sendo as penas únicas aplicadas proporcionais e justas, pelo que se mantêm.