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_______________________ 4que não tem que fazer qualquer apreciação comparativa das diversas leituras que a prova pode ter - e muito menos tem que se pronunciar sobre as leituras que dela tenham feito e invocado os demais sujeitos processuais, e bem assim sobre fragilidades, contradições ou incoerências que estes lhe tenham apontado - por forma a demonstrar que a sua é a mais correcta, mas tão só que explicitar a sua leitura e valoração da prova, dando as indicações que permitam inferir o processo de formação da sua convicção por forma a que a sua razoabilidade possa ser sindicada ________________________  O que a decisão deve conter é sim uma enunciação dos elementos que a alicerçam com um mínimo de informação sobre os mesmos5 que permita aquilatar sua razoabilidade, à luz da lógica e das regras da experiência comum, do processo/raciocínio que levou à formação da convicção6, só essa razoabilidade e não esta convicção e o seu sentido podendo ser fiscalizada e posta em causa demonstrada que seja a sua razoabilidade e baseando-se em provas não proibidas por lei, a convicção do tribunal é inatacável, prevalecendo sobre qualquer outra, designadamente a que, sobre a prova, tenham adquirido os demais intervenientes.