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O segundo termo do cálculo reporta-se ao período de tempo durante o qual a Ré se mostra obrigada a reparar o prejuízo sofrido pela A. por efeito da impossibilidade de uso da roulotte no exercício da sua atividade; a A. quantificou esse período em 1085 dias correspondentes ao período que decorreu entre o acidente e a data em que propôs a ação e a decisão recorrida fixou-o, por adequado, em 150 dias, na essencial consideração que a pretensão da A. excedia os limites da boa-fé e dos bons costumes, uma vez que estava em condições de demandar a R. após 25/3/2015, data em que a Ré lhe fez uma proposta de € 728,42 para regularização do sinistro e veio a intentar a ação em 22/10/201 A A. discorda argumentando que, de acordo com a lei, dispunha do prazo de três anos para exercer o direito, razão pela qual o prejuízo relevante para efeitos de indemnização abrange este período e que o período fixado pela decisão recorrida não cobre sequer o período de pendência da presente ação.