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Isto é, constituindo a violência o meio "típico” de o agente se opor a que o funcionário pratique ato relativo ao exercício das suas funções no que aqui, exige-se que a ação concreta do agente seja adequada ou idónea para lograr a oposição pretendida, aferindo-se tal adequação ou idoneidade de acordo com o critério objetivo-individual a que se referem Cristina Líbano Monteiro e Américo Taipa de Carvalho no Comentário Conimbricense do Penal, respetivamente na p. 341 do Tomo e p. 563 do Tomo , 2 ed., pelo que apenas deve considerar-se adequada a violência que, tendo em conta as circunstâncias em que é praticada e as caraterísticas do agente e do funcionário visado, é suscetível de afetar a liberdade de ação do funcionário e condicionar a sua atuação, ainda que no caso concreto não venha a consegui-lo – neste sentido, entre outros, o Ac do STJ de 212004, o Ac da R.P.