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No que respeita à leitura do teor do formulário, não obstante o A. ter negado que o tivesse feito, tal versão não se mostra plausível, em face das regras da experiência comum e da normalidade da vida, uma vez que o A. tem formação jurídica superior, é advogado de profissão e, à data dos factos, era consultor de um escritório de advogados, sendo, por conseguinte, muito pouco provável que assinasse documentação relativo à abertura de uma conta no estrangeiro para onde pretendia transferir a elevada quantia de um milhão de, sem ler o que lá constava e sem saber a que clausulado se sujeitava;  Nas suas alegações o Autor afirmou a respeito: No que diz respeito ao facto 4, também não se entende como pode o douto Tribunal entender que das declarações de parte ") de onde decorreu que pretendeu o efectivamente, através da subscrição do formulário em causa, abrir uma conta no estrangeiro e, portanto, que aceitou o que consta do formulário.”.