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Formularam, inicialmente, o pedido de que, julgando-se provada e procedente a acção, seja a ré condenada a pagar:   A todos os autores, enquanto representantes da herança indivisa de Manuel o capital correspondente ao valor das prestações mensais de complemento de reforma vencidas e não pagas, correspondentes ao período compreendido entre Julho de 2011 e Julho de 2012, inclusive, incluindo parte do subsídio de férias de 2011, o subsídio de férias de 2012 e o montante proporcional ao subsídio de Natal de, no valor até agora liquidado de €11248,34 cento e catorze duzentos e quarenta e oito euros e trinta e quatro cêntimos), acrescido do montante que exceder este valor e resulte da diferença entre as pensões de reforma pagas pela Segurança Social a Manuel e todas e quaisquer remunerações recebidas pelo administrador José entre Julho de 2011 e Julho de 2012, inclusive, incluindo o correspondente aos subsídios de férias de 2011 e 2012 e ao montante proporcional do subsídio de Natal de 2012, bem como acrescido dos juros de mora vencidos e em dívida, calculados à taxa legal sobre o capital, desde a data de vencimento de cada uma das referidas prestações, que na presente data, 202015, ascendem ao montante de €1802,73 catorze oitocentos e dois euros e setenta e três cêntimos) e, bem assim, dos juros de mora vincendos, desde a presente data até integral e efectivo pagamento;  A todos os autores, enquanto representantes da herança indivisa de Manuel  o montante de capital correspondente à parcela do complemento da pensão de reforma que eventualmente esteja em dívida, caso venha a apurar-se que a diferença entre o montante da pensão de reforma recebida por Manuel da Segurança Social entre Março de 2007 e Julho de 2011 e o valor de todas e quaisquer remunerações auferidas por José nesse período é superior ao montante dos complementos da pensão de reforma que pela ré foram pagos a Manuel entre Março de 2007 e Dezembro de 2011 e atribuídos ao período compreendido entre Março de 2007 e Julho de 2011, acrescido dos juros de mora vencidos até à presente data, calculados à taxa legal, desde a data de vencimento de cada uma das referidas prestações e, bem assim, dos juros de mora vincendos, desde a presente data até integral e efectivo pagamento do capital em dívida;  À autora Maria  na qualidade de cônjuge sobreviva de Manuel  o capital correspondente ao valor das prestações mensais de complemento de reforma vencidas e não pagas, correspondentes ao período compreendido entre Agosto de 2012 e a presente data, inclusive incluindo o montante proporcional do subsídio de Natal de 2012 e os subsídios de férias e de Natal de 2013 e, no valor até agora liquidado de €28340,84 duzentos e oitenta e dois trezentos e quarenta euros e oitenta e quatro cêntimos), acrescido do montante que exceder este valor e resulte da diferença entre o montante da última pensão de reforma paga pela Segurança Social a Manuel  e todas e quaisquer remunerações recebidas pelo administrador José  entre Agosto de 2012 e a presente data, inclusive, incluindo o correspondente ao subsídio de Natal de 2012 e aos subsídios de férias e de Natal de 2013 e 2014, bem como dos juros de mora vencidos e em dívida, calculados à taxa legal, desde a data de vencimento de cada uma das referidas prestações, que na presente data, 202015, ascendem ao montante de €1439,38 quinze quatrocentos e trinta e nove euros e trinta e oito cêntimos) e, bem assim, dos juros de mora vincendos, desde a presente data até integral e efectivo pagamento do capital em dívida.