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– Acresce ainda que o regime de residência alternada que vinha sendo praticado contra a vontade da progenitora, não acautelava os interesses da menor, que passou a manifestar alterações de comportamento, como a compulsão pela comida, a irritabilidade, os choros nocturnos; – É que a menor, desde que nasceu até novembro de 2018 – altura em que o Recorrente impôs o regime de residência alternada – viveu 24 h sobre 24 h com a progenitora, que era quem dela cuidava, de dia e de noite; – Resulta assim claro que foi crucial encontrar a solução que melhor favorecesse o equilibrado desenvolvimento da  e não a solução que mais agradasse a um ou aos dois progenitores, – O que a Mma.