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Na verdade, esse erro notório haveria de ser analisado, segundo esse normativo, do texto da decisão recorrida, por si só ou conjugada com as regras da experiência comum, o que equivale a dizer que, para tanto, não se atende à crítica à valoração da prova que, afinal, o recorrente pretende suscitar, embora se não descure a possibilidade de que esse erro decorra de incorrecta percepção dos limites da livre apreciação da prova, em detrimento dessas regras da experiência comum Maria João Antunes, in "Revista Portuguesa de Ciência Criminal”, ano 4, 1994, pág..  Assim, o recorrente indica os pontos de facto que considera incorrectamente julgados provados em 1, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e e menciona os elementos de prova suas declarações em audiência) que, no seu entender, justificam a reversão do juízo desses factos no sentido de se deverem ter por não provados, aludindo a excertos dessa prova, que transcreve e localiza.