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15) Ao praticar os factos descritos nos pontos 1 a 5, o arguido agiu com o propósito concretizado de fazer seus todos os supra referidos objectos, pertencentes aos ofendidos FF e GG, apesar de saber que tais bens, cujos valores conhecia, não lhe pertenciam, não se coibindo de, para tanto, aceder à residência em causa, primeiro por transposição da respetiva vedação e posteriormente por meio de fratura do fecho da janela, logrando, por essa via, aceder ao seu interior e retirar os aludidos bens, que fez seus e levou consigo, integrando-os no seu património, bem sabendo que o fazia sem a autorização e contra a vontade dos seus legítimos proprietários.