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Quanto ao terceiro argumento em que o Tribunal a quo funda a sua convicção, qual seja o de que o que resulta dos autos é que os CTT confirmam que receberam duas cartas registadas com os n.s RY941172115PTe n. RY94118321PT a 112011 e que as entregaram no destino a 112011, não se sabendo o que é que foi entregue aos CTT, o seu conteúdo, a quem ia dirigido e qual a respetiva morada para onde foi remetido, permitimo-nos igualmente discordar, tendo como ponto de partida que: quer o numero das liquidações, quer o respectivo quantum, quer o numero de identificação fiscal do contribuinte a que as mesmas se reportam encontram-se identificados nos prints da AT, urgindo não olvidar o facto de que as liquidações de impostos são elaboradas informaticamente, em conformidade com modelo legalmente predefinido e identificadas numericamente, sendo que o original destina-se a ser recebido pelo contribuinte.