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Assim, tendo em conta que no caso em apreço apenas existe uma causa de interrupção, mas já não de suspensão da contagem do prazo, sendo de 4 anos aquele prazo de prescrição a contar da data do trânsito em julgado da decisão condenatória, ou seja, 002013), acrescido de metade no total de 6, nos termos do disposto no n 3 do citado artigo 126 do Código Penal, consideramos que a pena aplicada ao arguido no âmbito dos presentes autos se encontra prescrita desde 002019 002013+6 – antes do decurso do prazo de 4 anos após a data em que terminou o prazo de suspensão da execução da pena de prisão”    "Com efeito, encontra-se extinta, por prescrição, a pena de substituição imposta ao arguido, encontrando-se igualmente extinta a respetiva responsabilidade criminal, pois que não é possível executar a pena principal, por não ter sido revogada a pena de suspensão da execução da pena pena de substituição), mediante decisão transitada em julgado, nos termos do n. 2 do artigo 5 do Código Penal”.