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6, n.s 4, 8 e 9 do CIRC;   De notar que, a B.................. foi efetivamente integrada no perímetro fiscal do grupo pela Sociedade dominante ................., por opção, desde logo para o exercício de 2010, apesar de não reunir as condições exigidas para tal inclusão;   E, ao ser incluída no perímetro fiscal do grupo, nos exercícios de 2010 e 2011, beneficiou da vantagem da tributação conjunta em detrimento do regime geral;   Sendo que, apenas e tão só após tal integração é que a Sociedade dominante ................., solicitou à DSIRC esclarecimentos a fim de aferir se tal integração se afigurava, ou não, correta, o que motivou a cessação do REGTS foi, efetivamente, a inclusão indevida da B.................. no grupo, nos exercícios de 2010 e 2011;   Pois apesar de não se encontrarem preenchidas as condições de inclusão daquela sociedade no grupo, a verdade é a Recorrida, Impugnante, incluiu a sociedade no REGTS, tendo englobado na declaração o resultado da B..................;   Logo, a ................., ao incluir no seu perímetro fiscal a B.................., não cumpriu todos os requisitos estabelecidos na lei para que se verificasse a inclusão de uma sociedade no grupo, determinando, por via disso, a cessação do REGTS, nos termos da al.