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Regina, todos em www.dgsi.pt 6 O que verdadeiramente releva para a insolvência é a insusceptibilidade de satisfazer obrigações que, pelo seu significado no conjunto do passivo do devedor, ou pelas próprias circunstâncias do incumprimento, evidenciam a impotência, para o obrigado, de continuar a satisfazer a generalidade dos seus compromisso - a este propósito veja-se o Acórdão proferido pelo Tribunal da Relação de Coimbra, sob o n. 716/16TBVIS.c1, de 002012, disponível em www.dgsi.pt 6 Refere o douto tribunal aquo que o Recorrente "nãocarreouparaosautososelementosdefactosuficientesparapreencheracausadepedirecomprovarindiciariamenteaexistênciadeumasituaçãodeinsolvência” 6 A Recorrente alegou na petição inicial outros fatores índice: a existência de um processo de execução a correr contra o requerido, do qual a Recorrente é exequente, informou que o Recorrido é devedor de elevadas quantias, que o Recorrido não dispõe quaisquer rendimentos ou proveitos para pagamento das elevadas quantias de que é devedor, que o Recorrido não merece qualquer tipo de crédito bancário ou de outra natureza e, que o Requerido encontra-se numa situação de incapacidade para honrar os seus compromissos perante os credores – todos estes factos são suficientes e fundamentam, cabalmente, o pedido de insolvência do Recorrido.