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), nem a R. adotou um comportamento gerador de confiança, nem a confiança da A. é legitima, e, nessa medida, merecedora de tutela, e tanto basta para que se possa concluir, tendo em conta que um dos elementos que informa o conteúdo da noção de boa fé consiste na necessidade de se estar perante uma conduta contraditória que não fosse razoável intuir de um determinando comportamento anterior, que não existiu a invocada violação de dever jurídico-funcional de um comportamento consequente, ou seja, inexistindo a frustração da confiança da A. na realização da expropriação quanto às parcelas 96S, 96BS1 e 96BS  Com efeito, vimos supra que a conduta da R., tendo apenas dado conta de uma intenção de vir a requerer a declaração de utilidade publica, sem adotar qualquer ato que criasse na A. uma confiança legitima na expropriação, não foi violadora da boa fé que rege as relações entre a administração e os particulares.