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Alega a recorrente que o vício do erro notório afecta, igualmente, os pontos de facto provados 201 e 203, que têm a seguinte redacção: «20 Estas acções vieram depois a ser adquiridas pela "... LTD, representada pela arguida AA, através de processo de aquisição que teve início em 15 de Maio de 2015, com a celebração de um CPCV "Purchase and sale agreement"), com o "Banco Santander Totta" , para a compra e venda da totalidade das acções, no valor total de € 30000,000 trezentos; 20 A arguida AA, na posse do CPCV "purchase and sale celebrado entre a "... LTD" e o "Banco Santander Totta", para que a compra e venda da totalidade das acções da "S..... LTD", no valor de € 30000,00 trezentos, celebrado em 15 de Maio de 2015, adulterou o mesmo, alterando a data para 03 de Abril de 2015, mudando o nome do comprador da "......" para , e mudando o valor do preço, para 50000,00 quinhentos, bem como elaborou um documento supostamente datado de Junho de 2015, atestando o registo definitivo da transferência da propriedade, e remeteu-os por e-mail, para a lesada, fazendo-a acreditar de que esta era efectivamente a titular da Villa ....» Argumenta a arguida/recorrente que um "CPCV” contrato de promessa de compra e não é um "purchase and sale agreement”, pelo que não tem a virtualidade de transmitir a propriedade do bem ou prometidos vender, pelo que dúvida não haverá de que com aquele contrato celebrado com o Banco Santander Totta, a titularidade das acções da S........ se transmitiu para a respectiva adquirente.