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358, do CPP; ﻿Contudo, e para o caso de assim não se entender segunda questão),  20 – Esteve mal o tribunal ao dar como provado que os arguidos agiram com a intenção de obter enriquecimento ilegítimo através da viciação do valor da quilometragem do veículo   21 – Os arguidos nunca negaram que efectuaram uma intervenção no veículo, a qual implicou, necessariamente, o contador de quilómetros, pois teve de ser substituído todo o quadrante em que ele se incorpora, que constitui um só bloco;  22 – Quer os 2 arguidos, quer as 2 testemunhas ouvidas, referiram que o veículo padecia de diversas, e frequentes, avarias, incluindo o mau funcionamento do quadrante, afigurando-se a sua substituição em bloco como a única solução possível;  23 – Tendo ficado também claro que a aquisição de um quadrante novo no representante oficial era demasiado oneroso, o que levou a que o mesmo tivesse sido adquirido em estabelecimento de peças usadas, como tantas vezes acontece nestes casos;  24 – O próprio tribunal a quo, de resto, apenas considerou não provado que o assistente soubesse da substituição;  25 – A viciação do valor da quilometragem, o emprego de meio astucioso e a intenção de obter enriquecimento ilegítimo, foram conclusões do tribunal, que entendeu que terá sido assim.