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- artigos 8 e 9 - bem como um dos pedidos sequencialmente o onde a A. pedia a condenação dos Réus a reconhecerem "que o contrato de arrendamento rural verbal entre a Autora e , ao nunca ter sido celebrado por escrito e sem nunca a Autora ter sido notificada por estes para aquele efeito, sempre seria nulo desde 001989, por força da aplicação conjugada do artigo 3 e do n. 3 do artigo 36 da Lei do arrendamento rural constante do n. 385/88 atualmente artigo 6 n.s 1, 2 e 5 da NLAR - n. 294/2009, na sua redação atual, nulidade que, por cautela de patrocínio, aqui expressamente se invoca e que SEMPRE implica a pronta entrega do prédio "sub judice” à sua legítima proprietária, aqui A. o que desde já se requer”.