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No ano anterior ao acidente, a autora auferiu a retribuição líquida de € 169,34 folhas de férias de folhas 47 a 5    Factos não provados:   Em consequência do acidente em causa nos autos, a autora esteve numa situação de ITA entre 23 de Agosto de 2016 e 23 de Junho de 201   Em consequência do acidente em causa nos autos, a autora recebeu do ISS, IP, a título de baixa médica subsidiada no período entre 15 de Setembro de 2016 e 22 de Junho de 2017, a quantia de € 353,2   A autora necessitou de tratamentos de fisioterapia nos quais pagou a quantia de € 665,5”b) - Discussão  Como primeiro argumento, invoca a Apelante que a aplicação, por via de uma portaria de extensão, de um contrato coletivo de trabalho a empregadores e trabalhadores não filiados nas entidades que o outorgaram depende de o empregador exercer a sua atividade no mesmo sector económico a que a convenção se aplica, sendo que, apenas constando dos autos a referência ao nome da entidade empregadora, tal é manifestamente insuficiente para concluir qual o sector de atividade em que aquele empregador atua, do que decorre que não pode ser condenada a pagar qualquer montante que decorra da aplicação desses instrumentos – sustentando que o entendimento constante da sentença recorrida ao condená-la no pagamento de diferenças indemnizatórias decorrentes da aplicação do ACT viola assim, desde logo, os princípios e regime consagrados nos artigos 49 e 51, n. 1, do Código do Trabalho.