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Nessa sequência, foi proferido despacho a admitir liminarmente os presentes embargos de terceiro, em 00201 O embargado H, SA, contestou, arguindo a nulidade do despacho de admissão liminar porquanto, e por entender, em suma, que não foi dado cumprimento ao ordenado pelo Tribunal da Relação do Porto, pois os requerimentos a convolar para o meio processualmente adequado – embargos de terceiro – são os aludidos requerimentos da embargante de 102011 e 10201 Invocou, ainda, a excepção de caducidade do direito à acção, pois o requerimento apresentado pela embargante e convolado pelo Tribunal em petição de embargos de terceiro data de 212010 e o imóvel em causa foi adjudicado ao embargado a 002010, tendo sido o respectivo título de transmissão emitido a favor do banco embargado em 20201 Impugnou ainda os factos alegados na petição e o sentido e alcance probatório dos documentos juntos a fls.