Legal Document Excerpt:

- Só por aqui se vê que a valorização dos defeitos da obra em 40% do valor total dos trabalhos executados não é minimamente equitativa, como não o é a conclusão/valorização/quantificação/percentagem de 15% da 1 Instância, essencialmente porque, além da não consideração do acima referido, as instâncias entenderam que o saldo ou crédito final, se favorável à Exequente, só vence juros desde a sentença de 1 Instância proferida em Julho de 2018, porque isso é imputar à Exequente credora o risco do decurso do tempo sobre o dinheiro, quando além desse risco ser da Executada, a inflação é superior ao prejuízo considerado e 147 ou 195 euros não valem o mesmo hoje que 30 ou 40 contos valiam em 1986!