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60, segundo o qual n. " o juiz declara quais os factos que julga provados e quais os que julga não provados, analisando criticamente as provas, indicando as ilações tiradas dos factos instrumentais e especificando os demais fundamentos que foram decisivos para a sua convicção”; o que significa que não temos/teríamos – mesmo que as conclusões recursivas estivessem bem formuladas – que nos pronunciar, ponto por ponto, sobre todos e quaisquer factos referidos como incorrectamente julgados pela A/apelante, mas apenas sobre o que é decisivo/essencial/fulcral para o litígio dos autos acção e reconvenção), ou seja, sobre os pontos de facto respeitantes ao prazo da reparação do equipamento, quer na sua fase estática quer na sua fase dinâmica com o que não estamos a querer dizer que tudo mais é irrelevante, mas apenas que, actualmente, o que é meramente instrumental, embora analisado e ponderado, não tem que ser acrescentado ao elenco dos factos provados e não.