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4 Decisão esta que, face ao despacho anterior, bem como à posição assumida pela Exequente, surpreendeu as partes, que esperavam pela marcação da audiência prévia; diligência esta que, foi assim preterida – cfr.art.195 do P.. 5 Acresce que, ao ter decidido pela não realização da audiência prévia, o M Juiz não refere porque motivo não atende a pretensão da Exequente, proferindo, assim, decisão ferida de nulidade, nos termos do disposto no art.615, al.b) – falta de fundamentação - e – omissão de pronúncia - , do P.; 6 Nulidades que aqui se invocam e se pretendem ver atendidas, revogando-se a decisão proferida quanto à não realização da audiência prévia, com todas as devidas consequências legais.