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5 Ora, da análise do Acórdão proferido em 8 de outubro de 2015, constata-se efetivamente que o Tribunal Central Administrativo Sul, dando como boa a prova produzida e a matéria assente em sede de 1 Instância - na qual se provou que os proveitos presumidos por parte da Administração Tributária são excessivos veja-se, os pontos , 1, 1 1 e 1 dos factos -, vem, posteriormente, decidir no sentido de que as liquidações adicionais de IRC, relativas aos exercícios de 2002, 2003 e 2004, não padecem de qualquer vício e, como tal, deverão ser mantidas no ordenamento jurídico-tributário.