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A sentença recorrida enferma ainda de erro ao reconhecer «a existência de um contrato e trabalho por tempo indeterminado entre o autor e a ré, com início a 1 de janeiro de 2011 e fim a 31 de janeiro de 201», e ao condenar a CIMBAL a pagar ao recorrido as quantias a título de indemnização « desde a data de celebração de cada contrato até ao trânsito em julgado da decisão.», quando a mesma, nos pontos 1, 1, 1, reconhece a existência de um contrato de prestação de serviços celebrado entre o recorrido e a Sociedade Portuguesa de Autores, o qual foi celebrado em 21 de junho de 2016 e vigorou por 22 meses cf.