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Nessa tarefa de salvaguarda do superior interesse da criança, o julgador deve apurar a solução que melhor promova o harmonioso desenvolvimento físico, intelectual, moral, espiritual e social, num quadro de estabilidade e bem-estar, tendo em conta os múltiplos factores e circunstâncias susceptíveis de o influenciar, tais como a idade, maturidade, relação com o meio sociocultural e a disponibilidade e capacidade dos progenitores em assegurar tais objetivos, o que passa pela garantia de condições materiais, sociais, morais e psicológicas que tornem possível o são desenvolvimento da sua personalidade à margem das tensões e dos conflitos que eventualmente ocorram entre os progenitores, e que viabilizem o estabelecimento de um relacionamento afectivo contínuo entre ambos.Como se vê na conclusão e na generalidade das demais, a Recorrente considera que a sentença não teve em devida conta «o superior interesse dos menores N. F., P. e P. ».