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Donde, concluímos, os danos apurados resumem-se, como acima deixamos claro, à frustração do autor, que foi tentando resolver junto do banco a sua situação, tentando negociar pagamento em prestações, enviando um sem número de emails, faxes e cartas, na busca de uma solução que lhe permitisse honrar os seus compromissos, ainda que mediante um acordo de regularização da divida, sendo naturais os incómodos e frustrações inerentes a um longo período de negociações – entre 28/09/2010 até 15/04/2011 – que acabaram por sair frustradas, pois que implicaram o recurso à via judicial, que o autor queria evitar, sendo certo que o atraso provocado pelos réus em face da lentidão de todo o processo, até à instauração da acção executiva – já em Abril de 2012 -, também implicam um retardamento na resolução da sua situação junto do Banco de Portugal.