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Citados, contestaram os réus, alegando, em resumo, que:  a) O Novo Banco:  - o tribunal é incompetente em razão do território;  - é parte ilegítima por não ter sucedido nos deveres do B. E. S.;  - se assim não se entender, há manifesta improcedência do pedido;  - a petição inicial é inepta;  - ocorre impossibilidade superveniente da lide por, mesmo que tivessem sido transmitidas obrigações a cargo do BES, as mesmas, por força de deliberação do Banco de Portugal de 29/12/2015, foram retransmitidas ao mesmo BES;  - são inexactos ou inexistentes os factos alegados pelos Autores, tendo a atuação em causa do BES sido efetuada com o seu conhecimento e autorização, não tendo provocado quaisquer danos; e  - caducou o direito dos autores.