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Mas igualmente explica que tal poder/dever deve observar o "princípio do dispositivo no que concerne à identificação dos pontos de discórdia”, e que "entre as circunstâncias que devem ser ponderadas pela Relação, quando seja confrontada com tal iniciativa de pedir a renovação da produção de um depoimento, como a que é apresentada pela R., não pode deixar de se integrar também o modo como nos momentos processualmente ajustados fase de instrução e audiência foram ou não accionados os mecanismos destinados precisamente a assinalar factores de descredibilização do depoente, como ocorre com os incidentes de impugnação, de contradita ou de acareação de testemunhas” pág., assim concluindo que "será, pois, com redobrado rigor, que a Relação deverá apreciar a "seriedade” das dúvidas eventualmente invocadas quanto à credibilidade do depoente ou relacionadas com o teor do depoimento” pág.. Ou seja, a renovação do depoimento da testemunha Patrick H., tal como está afirmada nas conclusões e, está votada ao insucesso, não só porque é patente a omissão de mobilização na audiência final, pela R., dos incidentes processuais acima referidos, mas igualmente porque essa pretensão não está associada a qualquer concreto ponto da decisão de facto, o que faz concluir que mais não se trata que da explanação de dúvidas sem rigor bastante para convocar o uso daquele poder/dever por este Tribunal de recurso, pelo menos visando a anulação total da decisão de facto constante da sentença recorrida.