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O ARTIGO 1,,, DA DIRETIVA 2014/24/EU, DO PARLAMENTOEUROPEU E DO CONSELHO, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2014, EXCLUI, EXPRESSAMENTE DAS NORMAS DA CONTRATAÇÃO PÚBLICA, OS CONTRATOS DE MANDATO FORENSE E DE ASSESSORIA JURÍDICA; 1 – ASSIM É QUE, ENTENDENDO-SE COMO NECESSÁRIO UM PROCEDIMENTO PRÉ-CONTRATUAL ELE SÓ PODE CONSISTIR NO AJUSTE DIRETO, POR CRITÉRIOS MATERIAIS, INDEPENDENTEMENTE DO VALOR; 2 – ALIÁS, SÓ ASSIM SERIA EXEQUÍVEL A ESCOLHA E CONTRATAÇÃO DE UM ADVOGADO, POIS NÃO HAVERIA TEMPO PARA TRATAR DE PROCEDIMENTO MAIS COMPLEXO, DADA A EXIGUIDADE DOS PRAZOS PROCESSUAIS; 2 – FINALMENTE, SALIENTA-SE A PREVISÃO DO ARTIGO 6, 2, DOESTATUTO DA ORDEM DOS ADVOGADOS, APROVADO PELA LEI N. 145/2015, DE 9 DE SETEMBRO, ONDE AFIRMA CATEGORICAMENTE: "O mandato forense não pode ser objecto, por qualquer forma, de medida ou acordo que impeça ou limite a escolha pessoal e livre do mandatário pelo mandante.” 2 – O QUE SIGNIFICA QUE, NO MANDATO FORENSE, NÃO HÁ MEDIDA OU ACORDO – OU CONCURSO – QUE OBRIGUE O MANDANTE A ESCOLHER COMO SEU MANDATÁRIO PESSOA DIFERENTE DA QUE ELE, EM SEU EXCLUSIVO CRITÉRIO,ESCOLHERIA; 2 – IMPROCEDEM, ASSIM, AS CONCLUSÕES QUE PELA SUA DIMENSÃO MAIS NÃO SÃO DO QUE A REPETIÇÃO DAS ALEGAÇÕES) OFERECIDAS PELA RECORRENTE, SENDO CERTO QUE A DECISÃO RECORRIDA NÃO É PASSÍVEL DAS CRÍTICAS QUE LHE MOVE A RECORRENTE, ANTES APLICOU CORRETAMENTE O DIREITO.