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103 do CIRS não permitem a reversão contra o beneficiário, caso se trate de tributação por retenção na fonte em termos definitivos como é o caso, com a tributação de e desde que a sociedade tenha deduzido as quantias em causa - o que foi feito, pois essas verbas foram-lhe exigidos e a matéria penal associada assume que a sociedade releve tais quantias, não se encontra qualquer veracidade em tais argumentos: a)	Por um lado, desconhece este Órgão da Execução Fiscal a existência, bem como a respectiva factualidade inerente, de um processo penal envolvendo os factos apurados nos presentes autos, sendo que, ao alegar a existência de tal processo penal, o requerente tinha a obrigação de juntar os documentos que o comprovassem e, não o tendo feito, acabou por prejudicar a sua defesa; b)	Por outro lado, a afirmação de que a sociedade reteve tais quantias, nada de novo vem acrescentar aos autos, porque, se tais retenções foram efectivadas, a sociedade incorreu na falta de entrega das respectivas prestações tributárias à Administração Fiscal, prestações essas que lhe estão a ser exigidas, precisamente, por meio da presente execução e seus apensos; )	Mas ainda aqui, o requerente volta a preterir o seu direito de defesa, por não juntar ao requerimento os comprovativos das retenções que chama à colação, bem como os respectivos documentos de quitação das prestações recebidas da parte da executada devedora originária.