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300 dos negociou em reuniões individuais com cada um dos trabalhadores os termos da redução salarial, que todos os trabalhadores da CCAM-conheciam a situação financeira difícil desta, que o depoente aceitou a redução salarial para garantir a manutenção do seu emprego; mais referiu que o A. se queixava muito da redução salarial e não estava convencido, porque era o funcionário mais velho e mais antigo na caixa, que o A. era dos que mais se batia pela fusão, inclusive junto dos associados; esclareceu, por fim, que o depoente assinou um novo contrato de trabalho com a CCAMBMC na altura da fusão; NN bancário, funcionário da R.o qual, no essencial, corroborou o depoimento da testemunha anterior, mais esclarecendo que fez parte da direção da CCAM Vinhais antes de ser admitido como trabalhador desta e também integrou a direção da R. após a fusão, até 2000 e 2001, referindo que o A. se lhe queixou, no âmbito das suas relações de amizade, acerca da redução do seu nível remuneratório, ao que o depoente lhe respondeu que se não estava contente que escrevesse;  OO, trabalhador da Ro qual referiu que na altura da fusão era um jovem e desconhece as razões concretas desta, mas que lhe foi dito que teriam de descer de nível salarial para serem equiparados aos funcionários de Bragança; mais referiu que era o funcionário mais novo e aceitou a redução porque os outros aceitaram, que houve a fusão, que tinha de continuar a trabalhar e para isso aceitou a redução, que todos continuaram a exercer as mesmas funções; confirmou que assinou um novo contrato de trabalho e que o A. foi o único trabalhador que não assinou, opondo-se a tal;  PP que exerceu o cargo de Secretário da Direção da CCAM de Vinhais entre 1992 e 1994, o qual confirmou que esta atravessava problemas financeiros, que a Caixa Central ameaçou com o fecho da CCAM de Vinhais, o que a direção não aceitou e por isso é que surgiu a proposta de fusão com outra Caixa para solucionar esses problemas, sem indicar qual, que a proposta de fusão foi levada a assembleia de associados e estes aprovaram-na por maioria, que os funcionários também aceitaram a fusão porque sabiam que a Caixa estava mal e só a fusão assegurava a sobrevivência da caixa e que foi a direção seguinte que fez a negociação com a CCAM de Bragança, que foi a caixa escolhida para a fusão”.