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No recurso ora em apreço à semelhança de outros a Recorrente/Apelante defende que «a sentença recorrida ao condenar a Ré in casu no pagamento da quantia342,39 € correspondentes aos proporcionais de férias e Natal pelos períodos de ITA,quando a indemnização pelas ITs já foram pagas com base na retribuição mensal x 14meses, não pode manter-se, por fazer uma errada interpretação do disposto nos arts.50 e 71 da LAT.»  O acidente a que os autos se reportam ocorreu em 12 de Setembro de 2017, aplicando-se por isso o Regime Jurídico de Reparação de Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais resultante da Lei n. 98/2009, de 4/09 doravante, que entrou em vigor em 1/01/201     Antes de mais importa salientar que este Tribunal da Relação de Guimarães, ultimamente tem sido chamado a apreciar esta questão, que tem sido objecto de decisão judicial, todas oriundas do mesmo tribunal de 1 instância, designadamente nos seguintes acórdãos:  - 06-12-2018, proferido no processo n. 399/17T8BGC.G1 disponível em www.dgsi.pt), em que foi  Adjunta a ora Relatora; - 07-02-2019, proferido no processo n. 1223/16T8BGC.G1, em que foi 2 a Adjunta a ora Relatora; - 21-02- 2019, proferido no processo n. 142/16T8BGC.G1 em que foi 2 Adjunta a ora Relatora.