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A rematar, não queremos deixar de citar um acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, relatado pelo Senhor Conselheiro Manso Raínho que, durante larguíssimos anos exerceu funções na Relação de Guimarães, proferido no processo 385/12T8LMG-A.CS2 e datado de 01 de Outubro de 2019: «Na ação de divisão de coisa comum, se for deduzida reconvenção tendente a obter indemnização por benfeitorias feitas no prédio dividendo, deverá a reconvenção ser autorizada, ao abrigo do disposto nos artigos 26, n. 3 e 3, n.s 2 e 3 do Código de Processo Civil, ordenando-se, em consequência, que o processo siga os termos do processo comum».