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art 73, n. 1, do; -não é pelo facto de o elemento do júri estar em condições de atestar a experiência profissional da candidata, porque com ela contactou profissionalmente no passado, que lhe retira a idoneidade de atuar como elemento do júri com imparcialidade em relação ao universo de candidatos; -o Tribunal tem consciência que a violação do princípio da imparcialidade não está dependente da prova de concretas atuações parciais, bastando que haja o perigo de tal acontecer; -porém, a razoável e séria dúvida a que se refere o n 1 do art 73 do CPA, decorrente de um perigo de ocorrência de atuações parciais, não se constitui, à falta de outros factos adicionais, pela simples circunstância dos elemento do júri e os candidatos se terem relacionado profissionalmente no passado; -por outro lado, no que respeita ao número de elementos do júri presente na avaliação da candidata NMPM, a lei não impede que os órgãos colegiais sejam constituídos apenas por elementos efetivos, sem elementos suplentes; -acresce que, segundo o disposto no art 29/4, nos órgãos colegiais compostos por três elementos, é de dois o quórum necessário para deliberar, não constituindo qualquer ilegalidade o facto da avaliação de um parâmetro da candidata em causa ter sido efetuada por dois elementos do júri, como foi; -pelo exposto improcede a pretensão do Autor quanto a este vício.