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Alegam, para tanto, em síntese, que os prédios atualmente inscritos na matriz predial rústica da União de Freguesias , com os artigos 2050 e 2152, integravam a herança aberta por óbito de F, tendo sido adjudicados, nas partilhas realizadas, ao autor B e ao réu , em comum e em partes iguais, na proporção de metade para cada um, que, logo após tal aquisição, o autor e o réu procederam à divisão material dos prédios, ficando cada um a explorar a sua parte e, desde então e há mais de trinta anos, o autor e a sua falecida esposa passaram a cuidar e explorar a parcela de terreno mais a sul do prédio, de forma ininterrupta, à vista de quem quer que fosse, sem oposição de ninguém, mormente dos réus, na convicção de usufruírem de coisa exclusivamente sua.