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Nas "novas conclusões” juntou daí resultando o menor número, nomeadamente, as anteriores conclusões 3 e 4, na 3, as 7 e 8, na 6, a 9 e 10 na 7, a 12 e 13, na 9, as 15, 16 e 17, na 11, as 18 e 19, na 12, as 20 e 21, na 13, as 23, 24 e 25, na 15, as 26 e 27, na 16, as 30 e 31, na 19, as 33, 34, 35, na 21, as 36 e 37, na 22, as 39, 40 e 41, na 24, as 42, 43 e 44, na 25, as 46, 47 e 48, na 27, as 49 e 50, na 28, as 51, 52 e 53, na 29, as 55 e 55, na 31, as 57, 58 e 59, na 32, as 60, 61, 62 e 63, na 33, as 67 e 68, na 37, as 69 parte e 70, na 38, a 69 parte e 71 na 39, as 72 e 73, na 40, as 74 e 76, na 41, as 77, 78 e 79, na 42, as 83, 84 e 85, na 45, as 90 e 91 na 49, as 99 e 100, na 50, as 104 e 105 na 51, fazendo-o através das diferentes proposições com que iniciou algumas delas, poucas, e pela junção que fez da sua maioria, apenas, em algumas, poucas, retirando alguma argumentação, já repetida e substituindo, as expressões, entre outras, de: "Deve ainda”, na nova 52 por "Devendo ainda”, da anterior 106, "Isto é, cessando...” na nova 46 por "Logo, cessando...”, da anterior 86, substituindo "Mas mais se diga que, caso...” por "Acresce que, caso...” da nova 39 e da anterior 71, substituindo "Como se sabe, da cessação...” por "Ora, com a cessação...”, da nova 36 com a anterior 66, "Pois que, à semelhança...” por "À semelhança...”, na nova 38 com a anterior 69, etc.