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4 – O arguido não confessou a prática dos factos, antes tentou desculpabilizar-se e eximir-se às suas responsabilidades, assacando culpas à própria vítima, versão que não mereceu credibilidade;  5 - O Tribunal "a quo" teve na devida conta as exigências de prevenção geral, que são elevadíssimas, assim como o grau de ilicitude, o dolo directo e intenso com que o arguido actuou pelo que bem andou, face à moldura penal aplicável ao fixar a pena em 20 anos de prisão, termos em que o recurso deve ser considerado improcedente e, em consequência, deve o acórdão recorrido ser mantido na íntegra por ter efectuado uma correcta apreciação dos factos e integração do direito.”    §a).).