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Em sede da sua inquirição, ocorrida a 202019, fls.575, a Dr G foi clara em referir que não foi contactada pela Policia Judiciária em relação ao processo 2660/11JAPRT, por referências as diligências de investigação em curso, razões ou necessidade da detenção da arguida F. Perante as perguntas do Tribunal, do ilustre advogado dos assistentes e do ilustre advogado da arguida, a Digna Procuradora da República disse que não foi contactada, tanto mais que se o tivesse sido, no dia seguinte 102016), quando lhe foi apresentado a arguida detida para efeito de apresentação para primeiro interrogatório judicial, ter-se-ia recordado daquela situação, o que não ocorreu pois estava a ter, pela primeira vez, contacto com aqueles factos relacionados com o ilícito e detenção de F. Mais, confrontada a Digna Procuradora Adjunta quanto à razão de nada ter feito quanto ao facto de fazerem referência de que foi contactada e que estaria impedida, disse que não se apercebeu da referida referência, pois caso contrário teria reagido em relação a esse facto por não corresponder ao que se tinha passado.