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Entre os casos que indiscutivelmente aqui se inserem conta-se a renúncia a uma garantia real, como se refere no Acórdão da Relação do Porto de 16/6/2011 Pinto de Almeida, que remete neste particular para Cunha Gonçalves, «Tratado de Direito Civil» , 219, Vaz Serra «Fiança e Figuras Análogas», BMJ 71- 277 nota e Januário Gomes «Assunção», p.  Na mesma linha de entendimento lê-se no Acórdão da Relação do Porto de   30/1/2017 Cura que «se é o credor o responsável pela "perda” dos direitos que lhe assistem é razoável que o fiador se possa desonerar da obrigação assumida, uma vez que se a vier a cumprir, já não vai dispor dos meios necessários para obter do afiançado o que despendeu, uma vez que por culpa do credor se perderam os direitos em que deveria ficar sub-rogado».