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As questões colocadas no recurso são as seguintes: -em primeiro lugar a da nulidade da sentença por ininteligibilidade, nos termos do artigo 61 n. 1 alíneas do Código de Processo Civil; -em segundo lugar a da nulidade da sentença por ter atendido na determinação da indemnização por privação do uso da fracção do imóvel vendida a elementos não sujeitos ao contraditório, e por extravasar o objecto do pedido, em violação do artigo 61 n. 1, alíneas e do Código de Processo Civil; -em terceiro lugar, não tendo ficado prejudicado o seu conhecimento, a alteração da decisão da matéria de facto em relação aos pontos 17, 21 e 22 dos factos descritos na sentença e o aditamento de um novo facto resultante da instrução da causa;  -em quarto lugar a apreciação do mérito da sentença tendo em conta circunstância de as deficiências da coisa vendida se situarem em partes comuns de edifício constituído em propriedade horizontal e o alegado desconhecimento dos réus, sem culpa sua, de parte dos vícios da coisa vendida; -por último a inexistência dos pressupostos da responsabilidade por danos não patrimoniais ou, concluindo-se em contrário, a do excessivo valor dos danos não patrimoniais sofridos pelos autores.