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e particularmente a  A., no caso de como veio não lhe serem adjudicadas as verbas referentes às quotas sociais da  A.  Assim, logo no dia a seguir ao trânsito em julgado da sentença homologatória da sobredita partilha, o  R., em representação da  R, servindo-se da aludida declaração, instaurou a referida ação executiva, na qual alegava dever a  A. à  R. a quantia de €1481,98, acrescida de juros moratórios, tudo perfazendo a quantia exequenda de €1623,8 Dívida essa que não existia, e nem nunca existiu, mas que segundo ali se alegava resultou de alegadas dificuldades de tesouraria porque passava então a  A. e que a  R. supriu pagando, por conta daquela, os montantes em dívida pela mesma aos seus fornecedores e também por lhe ter prestado serviços não pagos.