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Por via do presente recurso pretende o ora Recorrente demonstrar que o Recorrido nunca poderia adquirir, por usucapião, a propriedade do prédio rústico inscrito na matriz predial da freguesia de ...) sob o artigo 567, na medida em que não o adquiriu a A. F.; não se provou que o seu pai, J. F., pessoa que adquiriu o prédio, o tenha depois doado ao Recorrido e, ainda que o tivesse feito, em que data tal doação ocorreu; nunca o Recorrido praticou sobre o prédio os actos e fruição que materializam o corpus sobre o prédio; a posse pública que conduz à aquisição da propriedade por usucapião nunca foi exercida pelo Recorrido, seja directamente, seja por interposta pessoa; A vinha aí plantada e tratada pelo pai do Recorrido nem sequer lhe pertence, sendo titulada por S. G..   Relativamente à aquisição do prédio em causa nos autos, deu o Tribunal como provado, nos pontos 10 e 20 dos factos que julgou provados que: "J. F. negociou a compra do prédio inscrito na matriz predial sob o artigo 567 entre outros com o A. F. para o seu filho, o réu J. , em data não concretamente determinada, mas sita entre 1990 e 1994”); "J. F., progenitor do Réu para quem entenda-se para o negociou a aquisição do terreno”  Com a expressão negociar um terreno "para o seu filho” pretendia o Tribunal recorrido afirmar que J. F. negociou e adquiriu, verbalmente e em nome próprio, o prédio, embora o tenha feito com a intenção de posteriormente o transmitir para o seu filho, conforme se esclarece na sentença recorrida quando se afirma que "apenas se fez prova que o seu entenda-se, do Recorrido progenitor J. F. adquiriu verbalmente o prédio em nome próprio e com intenção de o transmitir para o réu art.