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217 n. 2 do CIRE e a Resolução do Conselho de Ministros n. 43/2011, de 21  Importa, pois, conhecer os fundamentos do recurso, verificando, e pela ordem por que estão previstos na lei, os motivos de recusa de homologação: violação não negligenciável de normas aplicáveis ao conteúdo do acordo, e previsibilidade, para os credores que o arguiram, de que a sua situação ao abrigo do plano é menos favorável do que a que interviria na ausência de qualquer plano, ou se o plano proporciona a algum dos credores um valor económico superior ao montante nominal dos seus créditos sobre a insolvência, acrescido do valor de contribuições que deva prestar nos termos dos mesmos preceitos, nos termos dos arts.