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Como denota o EPGA a questão suscitada é em tudo idêntica à questão que foi apreciada e decidida neste Supremo Tribunal Administrativo no Acórdão de 5/12/2018, proferido no recurso 261/19BEVIS, disponível em www.dgsi.pt em que se doutrinou que o pedido de revisão oficiosa efectuado ao abrigo do disposto no artigo 7, n. 1,  parte, da LGT, não tem o efeito suspensivo da cobrança da prestação tributária a que se refere o artigo 5, n. 1, da mesma lei e o artigo 196, ainda que o pagamento da dívida exequenda e do acrescido se encontre garantido, a menos que seja apresentado no prazo da reclamação graciosa, caso em que equivale a esta e, por isso, pode ser considerado como "reclamação” para efeitos de suspensão da execução fiscal.