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O que acontece é que ao réu Fundo de Garantia Automóvel competia alegar e provar que não teve qualquer responsabilidade no evento que determinou os cuidados de saúde prestados pela autora, coisa que não fez, limitando-se, quase exclusivamente, a referir que, atento o disposto no n 1 do artigo 342 do , resolveu declinar a regularização extrajudicial do sinistro, e que por não se tratar de factos pessoais seus e não ter obrigação de os conhecer, expressamente impugnava o vertido nos artigos 1 a 8 da petição inicial, nos termos do n 3 do artigo 574 do P.  Ou seja, réu Fundo de Garantia Automóvel não alegou, nem provou, como terá ocorrido e a quem era imputável o evento do qual poderiam ter resultado as lesões sofridas pelo B. Limitou-se a impugnar, não alegando factos no sentido da não ocorrência do sinistro ou, pelo menos, da inexistência de intervenção de qualquer veículo desconhecido em colisão com o sinistrado.