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Ante o requerimento que lhe foi dirigido, não pode entender-se, ao contrário do alegado pelos Reclamantes nesta ação, que a AT devesse ter decidido naquela data com base em parâmetro diferente do valor patrimonial tributário dos prédios e promovido a respetiva avaliação, ou outras diligências instrutórias, de cuja omissão pudesse derivar a ilegalidade da sua atuação.”  Desde já adiantámos que o Tribunal a quo andou bem quando entendeu que a sua apreciação apenas poderia incidir sobre o acto praticado pela AT, com os pressupostos que foram apresentados pelos Recorrentes no seu requerimento de suspensão de execução apresentado em 22/01/2020, a que se alude no probatório.