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3 Em particular, o acórdão recorrido considero, como devia considerar, a natureza da lesão e a natureza dos tratamentos, desde os tratamentos mais breves, como as intervenções cirúrgicas, aos tratamentos mais longos, como as sessões de fisioterapia; o dano estético — fixado em 3 numa escala de 1 a 7 —; o sofrimento físico quantum — fixado 6 numa escala de 7 —; o sofrimento psíquico designadamente, à circunstância de, ”urante o período em que esteve totalmente incapacitado de desempenhar a sua actividade profissional habitual, o seu sofrimento aumentava sempre que se apercebia que a sua empresa e trabalhadores dependiam do seu regresso”); e, finalmente, a repercussão permanente das lesões sobre a sua actividade física e de lazer — fixada em 2 numa escala de 1 a   3 Considerando os critérios enunciados, concluiu:   " a compensação por tais danos não patrimoniais deverá fixar-se na importância de € 22 500 vinte e dois e quinhentos, reportada à data da decisão final em 1 instância, quantia que será equitativa, razoável e ajustada à situação concreta no confronto com as situações com alguma similitude versadas nas decisões dos tribunais superiores — e na plena afirmação das exigências da equidade, da proporcionalidade e da igualdade —, conferindo, pois, o devido relevo ao tipo de bem violado e à natureza, intensidade e extensão dos danos”.