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E, em face da atuação do arguido, ora recorrente, que resultou provada, em conjugação com as regras da experiência comum e da normalidade da vida, exercendo o recorrente as funções de gerente da sociedade arguida, há mais de 12 anos, não podendo deixar de ter perfeito conhecimento, das obrigações contributivas a cujo cumprimento a sociedade cuja gerência exercia estava adstrita e o próprio, em representação da mesma sociedade e das consequências do respetivo incumprimento, ao, no período temporal referenciado,  retendo e não entregando à Segurança Social as cotizações deduzidas às remunerações dos respetivos trabalhadores e dos membros dos órgãos sociais, no prazo legal, nem nos 90 dias posteriores ao seu termo, mostra-se lógica e racional, a ilação extraída pelo Tribunal a quo no sentido de que o arguido, ora recorrente, agiu de forma livre e deliberada, pelo que, nenhuma censura merece este segmento da decisão de facto.