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Conclui que competindo a prova do pagamento da quantia de 500,00 euros ao apelado e verificando-se que não tendo este feito essa prova, com o que se colocou "na posição de incumprimento perante a recorrente”, e verificando-se que "terminados os trabalhos com o posterior abandono da obra com justa causa pela”, não tendo o apelado se preocupado em saber quanto devia, se devia e como devia pagar, e negando este que tenha recebido a fatura em 2013, quando essa fatura lhe foi enviada, e verificando-se que aquele "até mente e inventa” quando sustenta que essa fatura não consta dos arquivos da Autoridade Tributária, "o que não é verdade, como se comprova pelos documentos juntos aos autos e até da própria sentença”, impera concluir que a apelante não incumpriu o contrato de empreitada, mas apenas abandonou a obra do apelado sem culpa e por causa que não lhe é imputável, impondo-se julgar provada a matéria constante da enunciada alínea K nos termos que enuncia e acima identificados.