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Atentemos, ora, no Recurso da DRFP, impondo-se, assim, aferir se o Tribunal a quo incorreu em erro de julgamento relativamente à assunção do vício formal de falta de fundamentação relativamente à correção inerente aos prejuízos fiscais, tendo, outrossim, violado o caso julgado na medida em que não aquilatou de aferir do desfecho das demais impugnações judiciais pendentes, particularmente, do processo respeitante ao IRC de 199 A Recorrente defende, desde logo, que o Tribunal a quo valorou, incorretamente, a verificação do vício da falta de fundamentação no atinente aos prejuízos fiscais, visto que a aludida correção está, devidamente, fundamentada mediante reporte para as correções que resultaram das demais ações inspetivas realizadas e cujo conteúdo lhe fora devidamente notificado, tendo, por isso, perfeito conhecimento do itinerário cognoscitivo que subjaz a essas correções.