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Proferindo julgamento a propósito da duração da mora julgou provado, como consta do facto provado número 24, que o atraso da autora implicou um atraso na abertura do estabelecimento da ré em número de dias não concretamente apurado, mas não superior a um mês; por contraponto, julgou não provado que a ré não pôde iniciar a sua atividade em 22 de Julho de 2019, devido ao incumprimento da autora, e que por tal razão só este apta para iniciar a sua atividade em 02 de e bem assim quanto ao número de quartos do estabelecimento da autora veja-se o facto provado número 5, além doutros donde tal resulta, como os factos provados número 14, 16 e, omitiu a decisão qualquer julgamento a propósito da taxa média de ocupação verificada ao tempo nos estabelecimentos equivalentes ao da apelante, na cidade em que o mesmo se situa ou até da invocada obtenção de taxa de ocupação plena, assim como quanto ao valor médio da pernoita.