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Nesta perspectiva e salvo o devido respeito, com ressalva dos pontos, e dos factos provados e apenas quanto aos ,  e s Autores, a modificabilidade da decisão sobre a matéria de facto não tem qualquer utilidade no caso em apreço, sendo até desaconselhável, porque através dela se pretende, fundamentalmente, a reapreciação de factos alegados - que foram dados como não provados - relacionados com patologias pré-existentes à data da reabilitação e venda do prédio pela Ré ou com vícios estruturais do imóvel e, sobremaneira, com patologias nas partes comuns do edifício fachadas, caixa de escada, cantarias, etc., matéria de cujo mérito não se pode conhecer nesta acção, atendendo à solução dada à questão recursiva B.2), ou seja, em consequência de se ter julgado procedente a excepção de ilegitimidade activa dos Autores para exercerem, nesta acçao, perante a Ré construtor/vendedora os direitos decorrentes da reabilitação de imóvel com defeitos no que concerne às partes comuns.