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Não há dúvidas que o agente de execução tem direito a ser remunerado pela tramitação dos processos, atos praticados ou procedimentos realizados, tendo o diploma que rege atualmente esta matéria – a Portaria n. 282/2013, de 29 de Agosto-  pretendido, como do seu preambulo consta, clarificar "os momentos e a forma como os honorários e despesas devem ser adiantados ou pagos pelos respetivos responsáveis, no intuito de evitar conflitos entre o agente de execução e as partes, tantas vezes surgidos nesta matéria.” Mais ali se indicou: "No que respeita à remuneração do agente de execução pelo exercício das suas funções, plasma-se na presente portaria o regime aprovado pela Portaria n. 225/2013, de 10 de julho, o qual opera um conjunto de alterações numa matéria especialmente sensível, não só para os próprios profissionais que desempenham as funções de agente de execução, como também para as partes que terão de suportar tais custos.”  O artigo 50 n 1 desta portaria especifica ainda a regra: os valores que o agente de execução têm direito a receber como remuneração pela tramitação dos processos, atos praticados ou procedimentos realizados são os fixados na tabela do anexo daquela portaria.