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No caso em apreço, os actos estão compreendidos, conforme já afirmado, no âmbito da vida interna da Federação Portuguesa de Judo, a qual em relação ao seu próprio funcionamento, enquanto associação, se comporta como qualquer outra associação de direito privado, escapando por isso ao âmbito da jurisdição administrativa, que é de ordem eminentemente pública Em última análise, e por força da revogação do artigo 12 do 248-B/2008 pela alínea do artigo 4 do 74/2013, de 6 de Setembro, nunca caberia à jurisdição administrativa a apreciação deste tipo de litígios, mas antes ao Tribunal Arbitral do Desporto, uma vez que o artigo 4 da Lei do TAD passou a dispor, no n. 1 do seu artigo 4, que compete ao TAD conhecer dos litígios emergentes dos actos e omissões das federações e outras entidades desportivas e ligas profissionais, no âmbito do exercício dos correspondentes poderes de regulamentação, organização, direcção e disciplina.)