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– Por isso, foi correto o entendimento do TAF de Penafiel quando considera que: nem sequer é objetivamente defensável como tal convicção perdurou até à resposta da R. nos processos 177/07TBLSD e 178/05TBLSD, quando representada por mandatário que podia e devia saber que o conteúdo do despacho do Secretário de Estado das Obras Públicas de 202-2004, publicado no Diário da República  s��rie, n. 73 de 26 de março de 2004, que ele próprio referenciou nas petições, não abrangia aquelas parcelas  – Porém, e a título subsidiário, dir-se-á que decorrente daquele julgamento não podia o mesmo TAF dar como provado que:  1 A A. ficou a saber que as parcelas 96S, 96BS1 e 96BS2 não iriam ser objeto de expropriação aquandoda resposta da R. nos processos 177/07TBLSD e 178/05TBLSD.