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e do CPC  Alega a este respeito o Recorrente que "OS FACTOS PROVADOS 5 E 6 ENCONTRAM-SE EM CONTRADIÇÃO COM O FACTO NÃO PROVADO N. 3, POIS SE POR UM LADO SE DEU COMO PROVADO QUE TERIA A RECORRIDA PODERES PARA REALIZAR A TRANSFERÊNCIA DO DINHEIRO POR SE TRATAR DE BEM COMUM DO CASAL, SEMPRE TERIA O DOUTO TRIBUNAL AD QUO QUE TER VALIDADO A TESE DE DEFESA DA RECORRIDA, SEGUNDO A QUAL, O DINHEIRO EM CRISE FOI TRANSFERIDO, OU MELHOR, DOADO ÀS FILHAS DO CASAL, POR DESÍGNIO COMUM DO MESMO, O QUE TAMBÉM NÃO FAZ.TAL CONTRADIÇÃO –ARTIGO 615, N. 1, ALÍNEA DO CPC, RESULTA NUMA SENTENÇA INCOERENTE E INCOMPATÍVEL, NA MEDIDA EM QUE, AS REALIDADES QUE OS FACTOS PROVADOS N. 5 E 6, E NO FACTO NÃO PROVADO N. 3, ANALISADAS EM SI MESMAS E NO SEU CONJUNTO NÃO SÃO HARMONIOSAS, EXCLUINDO-SE MUTUAMENTE.