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Vem o Recorrente impugnar o facto provado n. 13, que refere o seguinte: «Se acaso os arguidos tivessem – em qualquer uma das duas ocasiões em que  recorreu ao serviço de urgência no dia 102016 – efectuado uma avaliação de cariz clínico completa e determinado o internamento de  para monitorização fetal, o que poderiam ter feito e estava ao seu alcance, teriam identificado o sofrimento fetal existente, diligenciando pela extracção do feto em tempo útil, evitando assim, possivelmente, a sua morte.» 	Para fundamentar a sua posição, vem o Recorrente alegar o seguinte: «Não existia à luz dos achados, objectivamente, qualquer razão para internar  para monitorização fetal.