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Todavia, nos casos em que os sujeitos passivos, incumprindo os seus deveres declarativos, omitem a contabilização das saídas de caixa, como sucede na situação vertente, é inviável a determinação da data de saída de caixa, pelo que terá de recorrer-se como indicador supletivo à data da contagem física de Caixa.”  T. Afirma-se ainda na decisão recorrida que  "Também não tem aqui aplicação o regime da fundada dúvida previsto no artigo 10, n. 1 do CPPT, pois não foi produzida qualquer prova pela Requerente sobre a realização dos dispêndios em períodos distintos daquele em causa ano 2018, que permitisse suscitar tal dúvida sobre o momento de efetivação das "despesas não documentadas”.