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, na localidade de , concelho de Felgueiras, K conduzia o veículo ligeiro de passageiros, com a matrícula SX-..-.., no sentido de marcha -, tendo antes de iniciar a condução do veículo consumido canabinóides, em quantidade não concretamente apurada; no mesmo dia, hora e na mesma via, no sentido -,  circulava no ciclomotor com a matrícula ..-GL-..; ao passar ao quilómetro 6,8 dessa estrada nacional, considerando o sentido de marcha -, circulando K a velocidade superior a cento e quatro quilómetros por hora, colidiu com a parte frontal do lado direito do seu veículo na roda da frente do ciclomotor conduzido por , quando este se encontrava junto ao eixo da via, a iniciar a manobra de mudança de direcção à esquerda, atento o seu sentido de marcha, para a localidade de , daí resultando lesões em  que determinaram a sua morte e todos os restantes danos patrimoniais e não patrimoniais de que os autores e interveniente, respetivamente, esposa e filhos, pretendem ser ressarcidos; a responsabilidade emergente de acidente com intervenção do veículo de matrícula SX-..-.. estava transferida para a ré seguradora mediante contrato de seguro titulado pela apólice n . Citado, K contestou excecionando a prescrição da obrigação de indemnizar e impugnou a generalidade da factualidade alegada pelos autores, imputando a responsabilidade pela ocorrência do acidente ao condutor do ciclomotor que circulava desatento e com uma taxa de álcool no sangue de 0,74 gramas de álcool por litro de sangue, sem sinalizar a manobra de mudança de direcção à esquerda e sem usar capacete de proteção, afirmando que o condutor do ciclomotor faleceu de imediato e concluindo pela total improcedência da ação.