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Relativamente ao montante dos contributos da R. para as despesas comuns, da factualidade provada, e sem prejuízo da prova de alguns outros contributos pontuais cfr., exemplificativamente, o ponto 6, primeira parte, dos factos, resulta essencialmente o que consta do ponto 2 Dos factos provados: - Através da conta do BBVA, entre 1992 e 2010, a Ré pagou despesas do agregado familiar com mobiliário, decoração, empregados, arrendamentos de casas de férias e outros encargos correntes, no valor global de €295,901,25, dos quais, €7782,93 se destinaram a pagar, entre 1994-2000 e 2007-2010, encargos mensais com empregadas domésticas – item que implicou um custo médio mensal não inferior a €500,00-; consumos de electricidade - item que implicou um custo médio mensal não inferior a €100,00 -; colégio do filho comumnascido em - item que implicou um custo médio mensal não inferior a €400,00 -; alimentação - item que implicou um custo médio mensal não inferior a €500,00 -; e renda de casa - item que implicou um custo médio mensal não inferior a €600,0 Quanto aos contributos do A. para as despesas comuns, relevam os factos provados nos pontos 3, 3, 4, 5, 5, 5, 5, 6, 6 segunda, 6, 6, 6, 6 e 6: - O Autor pagou as despesas com o casamento da filha da Ré, FF, através da emissão de um cheque no montante de € 7500 registado com o n. ..05 e descontado no extracto do mesmo documento na data 112 - depositado pela Ré na sua conta do BBVA no mesmo dia –; e de um outro o cheque registado com o n. .81 no montante de € 10000 descontado no mesmo extracto na data de 128 referente ao primeiro reembolso que o Autor fez à sociedade E...) que adiantou o pagamento do jantar.