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2 Além do mais, importa ainda ter em atenção que o Senhor Juiz "a quo” fez constar da sentença recorrida que não considerou indiciariamente provado que "o fim da exploração do Complexo pela requerente levará a uma paralisação completa da actividade da mesma”, que "o fim da exploração do Complexo pela requerente levará a que a mesma fique sem trabalho para atribuir aos seus trabalhadores” e que "o fim da exploração do Complexo pela requerente levará a que a mesma fique sem capacidade financeira para fazer face aos seus compromissos passados, presentes e futuros”, pelo que também não poderia ter-se por verificado o requisito do "periculum in mora”, como sustenta a recorrente.