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Note-se que o Apelante ao sustentar juridicamente nas respectivas conclusões recursivas a aplicação ao caso vertente do normativo previsto no artigo 73 do CPC, incorre, a nosso ver, em patente erro de interpretação, pois o artigo 78, n 2, parte final, do CPC, ao mandar aplicar ao incidente de oposição à penhora, designadamente, o disposto no n. 1 do artigo 73 do dito Código como tal e além do mais o disposto na alínea do dito n., deixa claro que tal aplicação será feita com "as necessárias adaptações”, o que só pode significar que o julgador deverá indeferir liminarmente o incidente de oposição à penhora se o fundamento não se enquadrar nos fundamentos taxativamente, para o incidente de oposição à penhora que estão prevenidos, como já sabemos, unicamente nas alíneas a do n.  do artigo 78 do CPC, pois a relevar-se outra interpretação mormente a do, que considerasse tal qual o que consta do elemento literal da alínea do n. 1 do artigo 73 do CPC, ou seja a referência aos artigos 72 a 73, não só não se estaria a interpretar com "as necessárias adaptações”, que a especificidade do incidente de oposição à penhora requer, como, mais grave ainda, estaria a admitir-se como válidos para deduzir aquele incidente uma série de fundamentos para além dos que constam das alíneas a , do n. 1 do artigo 78 do CPC, sublinhando-se que tal descrição é pacificamente entendida pela doutrina como taxativa e não como meramente enunciativa, ou exemplificativa.