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Recorridos: BB e , S.A.  Acordam na Secção Social do Tribunal da Relação do Porto  – RELATÓRIO O A., BB, NIF , residente na Rua , n , Habitação ., .- , Maia, instaurou acção declarativa, com processo comum contra "AA, SA”, pessoa colectiva n , com sede na Rua , n ., , .- Linda-A-Velha e ", S.A.”, pessoa colectiva n , com sede na Avenida , fracção A, com entrada pelos ns , , , .- Lisboa, pedindo que, "seja considerada procedente e provada a presente acção e, em consequência: 1 – A 1 Ré ser condenada a reconhecer o A. como seu trabalhador; 2 – A declarar ilícito o despedimento do autor, realizado pela 1 Ré e, em consequência 3 – A reintegrar o Autor no seu posto de trabalho, sem prejuízo da sua categoria e antiguidade ou, subsidiariamente, caso o Tribunal exclua a sua reintegração, a pedido da 1 Ré, nos termos do disposto no artigo 392, do CT, a pagar-lhe uma indemnização determinada entre 30 a 60 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo ou fracção de antiguidade, que se computa entre € 853,47 e € 1706,94, acrescida de juros de mora contados desde a citação até efectivo e integral pagamento; 4 – A 1 ré seja condenada a pagar ao A. as retribuições que deixou de auferir desde a data do despedimento até ao trânsito em julgado da decisão do tribunal que declara a ilicitude do despedimento que, nesta data, ascendem à quantia de €655,42, acrescida de juros de mora contados desde a citação até efectivo e integral pagamento; 5 – A 1 Ré seja condenada a pagar ao Autor o montante de €1000,00 a título de compensação pelos danos não patrimoniais sofridos, acrescido de juros de mora vincendos, calculados à taxa legal supletiva 4%) e contados desde a citação até efectivo e integral pagamento; 6 – A 1 Ré seja condenada a pagar ao Autor a quantia diária de € 200,00 por cada dia de atraso, a título de sanção pecuniária compulsória.