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que, em virtude do valor da causa ser superior a € 27000,00, seja o Recorrente dispensado do pagamento do remanescente nos termos do n. 1 do artigo  do Regulamento das Custas Processuais, dada a simplicidade do processo.”   O Representante da Fazenda Pública alcança, no seu recurso, as conclusões seguintes: "– Vem o presente recurso reagir contra a Sentença proferida pelo Douto Tribunal a quo nos presentes autos em 05-06-2020, a qual julgou parcialmente procedente a reclamação apresentada nos termos do artigo 27 do CPPT por F.., com o NIF .., contra os actos de penhora de saldos bancários n.s .., no valor de € 3929,12, detida junto da instituição de crédito A.., SA, Sucursal em Portugal e contra as penhoras de unidades de participação em fundos de investimento registadas com os n.s ..e .., nos montantes de € 21090,99 e € 9556,54, respectivamente, as quais foram efectivadas no âmbito do processo de execução fiscal n. .., que corre termos no Serviço de Finanças de Lisboa 1 – A Sentença ora recorrida, socorrendo-se da factualidade dada como assente no seu segmento – FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO E DE DIREITO, que aqui damos por plenamente reproduzida para todos os efeitos legais, considerando que o órgão de execução fiscal praticou dois sucessivos actos de penhora, embora registadas com o mesmo número ordem de penhora n. ..), veio julgar a primeira plenamente válida e consignou que a última violou o efeito suspensivo que emana do n. 6 do artigo 27 do CPPT, dado que o órgão de execução fiscal se devia abster de praticar qualquer diligência por força da interposição do presente meio processual.