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n. 1 da respectiva contestação — e constando desse documento que o período de trabalho da recorrente era de 25 horas semanais, o tribunal a quo não podia ter dado como provado com base na prova testemunhal produzida que as partes tinham acordado entre os meses de Janeiro e Junho de 2004 um número maior de horas de trabalho como período normal de trabalho da recorrente, por tal espécie de prova não ser admissível face ao disposto no n. 1 do artigo 39 do Código Civil, nos termos do qual a prova por testemunhas é inadmissível se tiver por objecto quaisquer convenções contrárias ou adicionais ao conteúdo de documento autêntico ou dos documentos particulares mencionados nos artigos 37 a 37 do mesmo código, independentemente destas serem anteriores, posteriores ou contemporâneas da convenção escrita.