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Veja-se, no entanto, que o mais relevante desses actos da competência própria do tribunal de, a já referida decisão homologatória da partilha, vê a sua importância filtrada pela circunstância do despacho determinativo da forma à partilha2, que necessariamente o antecede, e que é, nos termos já referidos do n 4 do art 3, da competência do notário, poder ser objeto autónomo de recurso, devendo sê-lo para o tribunal da comarca do cartório notarial onde o processo foi apresentado, a lei utiliza aí a expressão «tribunal da 1 instância competente») como o dispõe o n 4 do art 57, sendo que se tal recurso não for interposto se terão de entender precludidas as questões especificamente referentes à forma de partilha.