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mantiveram-se em dizer que nem eles nem os insolventes agiram de má fé no ato de repúdio da herança, reiterando a mesma argumentação, nomeadamente que o repúdio se destinou a cumprir a vontade de E. R., que em vida sempre manifestou pretender deixar aos AA., seus netos, a parte dos seus bens destinada ao seu filho, o insolvente A.. 17 - Tendo ainda alegado que a declaração de resolução é omissa quanto à identificação dos bens que integram a herança objeto de repúdio e seu respetivo valor, daí que seja meramente conclusiva a invocada referência de que o ato de repúdio diminui a garantia geral dos credores e que consubstancia um ato prejudicial à massa 18 - Da referida declaração de resolução, bem como dos presentes autos, não se extrai qual o valor real das dívidas vencidas da responsabilidade dos insolventes, nem tão pouco do valor real dos bens apreendidos, como ainda a mesma é omissa no tocante à inexistência de outros bens no património dos insolventes ou quanto à sua insuficiência para garantir o pagamento dos créditos reconhecidos, tudo para se concluir se os bens detidos pelos insolventes são ou não suficientes para liquidação das dívidas vencidas.