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Além disso, E mesmo nos arrendamentos para fins habitacionais, é também o atual regime evidenciador do reconhecimento do direito de preferência aos arrendatários que ocupam apenas uma parte do prédio não constituído em propriedade horizontal como bem expressa o artigo 109, n. 8 do , dizendo que, quando o arrendado é para fins habitacionais, o direito de preferência existe nas mesmas condições em que é reconhecido a um arrendatário de uma fração autónoma, pelo que .afirma que em face da Lei de 2018, no caso de arrendamento para fins não  habitacionais, o reconhecimento do direito não está limitado às condições semelhantes ao arrendatário de uma fração autónoma, mas sim ao prédio no seu todo, podendo tal direito ser exercido em conjunto com os demais arrendatários ou individualmente, sendo certo que em ambos os casos, existe o reconhecimento do direito de preferência e é este o sentido da interpretação que se entende dever dar-se à norma do artigo 109 do , considerando-a no seu todo e, em particular no seu n. 1, alínea, n. 8 e n.  Aliás, afirma que não existe qualquer fundamento legal para  reconhecer o direito de preferência a estes arrendatários quando o arrendamento é para fim habitacional e não o reconhecer, quando não é. afirma que extrair do n. 8 do artigo 109 do que o reconhecimento do direito de preferência não existe para arrendamentos com fins não habitacionais, é violador da norma jurídica em causa, violação esta que o Tribunal a quo igualmente cometeu.