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Analisada a sentença recorrida, verifica-se que nenhum destes critérios foi tomado em qualquer consideração: O tempo empregue no uso dos mecanismos de tutela jurisdicional por parte dos exequentes e os custos associados à litigância no tribunal administrativo no quadro dos meios contenciosos accionados pelos demandantes/exequentes para fazerem valer os seus direitos e interesses, eram factores de muito fácil e objectiva avaliação, tendo a própria sentença feito notar que o tempo de litigância ia nos 18 anos e - se tivesse feito a instrução processual que expressamente recusou - teria facilmente concluído que os custos associados à litigância excederam os vinte euros; 	Os valores económicos envolvidos no quadro do objecto de litígio, estavam expressos nas posições das partes, entre o pedido do Recorrente a o valor aceite e proposto pela Recorrida, como se alegou acima em 29 e 30, 32 e 33; 	Quanto aos termos da pronúncia que se mostram vertidos na decisão judicial anulatória exequenda e, aquilo que daí poderiam ser as expectativas a obter quanto ao restabelecimento da posição jurídica subjectiva, eles são inequívocos no sentido de que a ilegalidade de que o acto padecia era substancial e muito desfavorável ao recorrente: «merece acolhimento o evocado pelo Autor de que não foram previamente definidos os métodos e critérios da avaliação curricular dos candidatos; ao não ter sido acautelado previamente à apreciação pelo júri dos currículos e demais documentos dos candidatos, a definição dos critérios para a respectiva avaliação, vinga o vício alegado; centra- se o referido vício no facto de todo o conjunto de regras por que foi sendo delineada a valoração concedida ao acervo documental de cada candidato, plasmada nas actas, ter sido definida em momento posterior ao conhecimento dos currículos».