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e 4 do n 142/99, de 3ABR, proceda de imediato ao pagamento ao Sinistrado, pela totalidade, da pensão anual da responsabilidade da entidade patronal e todas as demais prestações a que foi condenada, tal como definidas nas al��neas a da parte decisória da douta Sentença proferida em 2MAR/2018, já transitada em julgado - facto n.  Em resposta, em 002020, foi proferido o Despacho, sobre o qual recaiu o recurso de apelação interposto pelo FAT, com o seguinte teor: Notifique o FAT para, em 15 dias, comprovar nos autos o pagamento ao sinistrado da pensão anual da responsabilidade da entidade patronal, bem como das demais prestações a que a mesma foi condenada, tal como definidas nas alíneas a da parte decisória da Sentença proferida em 2MAR/2018, já transitada em julgado, a saber: ) Subsídio de elevada incapacidade permanente no valor de € 400,00;  ) Subsídio para readaptação de habitação no montante de € 333,68; e) Prestação suplementar para assistência de terceira pessoa no montante de € 200,00 mensais; f) Despesas de farmácia, fisioterapia e deslocações no montante de € 830,60;  g) Indemnização pelos danos materiais decorrentes da necessidade de utilização de fraldas e resguardos, no valor de € 4200,00; h) Indemnização pelas despesas com cremes, loções e medicamentos para assegurar a função de evacuação, a função urinária, prevenir infeções dos órgãos excretores, evitar infeções bacterianas e fúngicas na pele, no valor de € 2200,00; ) Indemnização pelas obras de adaptação na residência do sinistrado, no montante de € 1780,8 Quanto ao pagamento da indemnização por ITA, verifica-se que o valor da mesma, calculada sem agravamento, ascende a € 485,14, pelo que a tendendo a que a título de subsídio de doença o sinistrado recebeu da Segurança Social a quantia de € 839,57, valor superior ao que teria direito relativamente à indemnização por ITA, nada mais lhe será devido a este título pelo FAT”.