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Nesta perspetiva, cremos que o acórdão recorrido deverá ser confirmado, por não violar nenhum dos normativos invocados pelo recorrente, antes comportando uma decisão justa, equilibrada e proporcional, a resposta que a comunidade tem por adequada aos factos cometidos, sua gravidade e consequências.”     Neste Supremo Tribunal de Justiça, a Ex.ma Procuradora-Geral Adjunta igualmente se pronunciou pela improcedência do recurso, num pormenorizado e douto Parecer, que assim remata:  "Concluindo, entende-se que o acórdão recorrido ponderou devidamente a gravidade dos factos praticados pelo recorrente AA, as finalidades da punição, face aos imperativos da prevenção geral e especial, pelo que, não se afiguram minimamente desproporcionadas as penas parcelares que lhe foram aplicadas de 6 anos e 6 meses de prisão que lhe foram aplicadas pelos dois crimes de homicídio, na forma tentada, que praticou como instigador, a pena de 3 três) anos de prisão pelo crime de coação agravada, na pessoa do ofendido menor BB e, a pena de 2 anos de prisão pela detenção de arma proibida tendo já sido condenado anteriormente por este mesmo tipo de, e a pena única de 9 anos de prisão em que foi condenado, em cúmulo jurídico.”    Foi cumprido o estipulado no art.