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Assim sendo e colocando o acento tónico nesta "interdependência das adesões subscritas pelos cônjuges”, julgamos, na esteira do Acórdão do STJ, de 112019 processo n 293/14T8PVZ.PS1)11, que « a adesão de dois cônjuges a um contrato de Seguro de Grupo do Ramo Vida, de natureza contributiva, destinado a cobrir os riscos decorrentes da morte ou de invalidez de cada um deles e a garantir o reembolso da Beneficiária mutuante na aquisição de um prédio para, traduz um contrato indivisível do qual emergem interesses recíprocos de ambos os cônjuges aderentes na manutenção dos vínculos contratuais».