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Feita esta pequena resenha dos argumentos esgrimidos em ambos os acórdãos, facilmente se pode perceber que ambos decidiram coisas diferentes; ambos admitem que a omissão do cumprimento do disposto no artigo 241 do CPC gera ou pode gerar a "invalidade” da citação feita em terceira pessoa, mas enquanto que no acórdão recorrido nada mais se disse e concluiu-se pela não produção de efeitos da citação efectuada e pela consequente tempestividade da dedução da oposição, já no acórdão fundamento, admitiu-se a eventual não produção de efeitos da citação, mas foi-se mais longe, e concluiu-se que a não invocação da nulidade da citação no prazo para dedução da oposição ou na própria oposição tornava inoperante a irregularidade da citação.