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cláusula 147 do Acordo de Empresa, revisão de 2006 e, assim, depois de definitivamente transferido para , não recebeu mais do que lhe era devido, quer a residência dele fosse em , quer fosse em , .” E as razões para este entendimento são as que ficaram a constar da decisão recorrida e que aqui passamos a reproduzir sem mais: "Afigura-se, porém, que não poderá tal questão ser aqui apreciada, por não ter sido colocada na acção intentada no Tribunal de Trabalho, – não obstante a referência, na nota de culpa, à maior proximidade da residência localizada em ,  relativamente ao local para onde foi transferido, em , do que o seu anterior local de trabalho, em , e de que em 5 de Maio de 2010, o falecido autor continuava a fazer crer à Empresa que residia em , e requereu, com o objectivo de obter os benefícios previstos na al.