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Assim bem andou a sentença proferida em primeira instância ao considerar que "tal constitui causa de anulabilidade do testamento nos termos do artigo 2199 do   Aliás na esteira do douto A/do STJ de 4/11/2013 no processo 1565/14TJVNF.PI.SI: "Tratando-se de uma doença que no plano clínico e científico está comprovada a degenerescência evolutiva e paulatina das condições de perceção, compreensão, raciocínio, gestão dos atos quotidianos e da sua vivencia existencial, aptidões de pensamento abstrato e concreto, discernimento das opções comportamentais básicas e fatores de funcionamento das relações interpessoais e sociais, o peticionante da anulabilidade de um ato jurídico praticado por uma pessoa portadora deste quadro patológico, apenas estará compelido a provar o estado de morbidez de que o declarante é padecente, por ser previsível, à luz da ciência e da experiencia comum, que este tipo de situações não se compatibilizam com períodos de lucidez ou compreensão das situações vivenciais” Ora resulta dos factos dados como provados, facto 5 e 6 mas também 7 e 8, atrás transcritos, que a autora do testamento, padecia de um estado de morbidez, que à luz da ciência, e da experiencia comum, não são compatíveis com períodos de lucidez, em termos de capacidade de abstração, compreensão e alcance dos atos que possa formalmente praticar.