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À outra parte caberá ilidir a presunção demonstrando se puder fazê-lo) que o acto recaiu num momento excepcional e intermitente de lucidez ” , a verdade é que em face da "debilidade” da prova pelo apelante invocada e, bem assim, da inconcludência da factualidade provada, temos como inevitável a improcedência in totum da impugnação deduzida pelo recorrente, em suma, nada justifica que da factualidade PROVADA passe a constar concreto ponto de facto que indique que "aquando da prática dos actos ocorridos em 2/2/2011 ,em 15-04-2013 e em 05-06-2014, encontrava-se a Maria .. incapacitada de entender o sentido das declarações então prestadas, não dispondo do livre exercício da sua vontade, e não tendo compreendido designadamente no momento que estava a outorgar os dois últimos actos referidos que através de ambos deixava de ser proprietária dos respectivos bens.