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;  No Verão de 2007, o menor passou a residir com a progenitora e a irmã uterina, EE;  A situação de risco do menor foi sinalizada à CPCJ de , pela própria mãe, em Janeiro de 2008, pelo facto de esta ser incapaz de lhe impor limites e regras2;  Nessa data, a progenitora estava desempregada, não tinha retaguarda familiar, apresentava alterações frequentes de humor, com marcados comportamentos agressivos para com os filhos, que respondiam do mesmo modo, sendo que a EE agredia a mãe, assumia um papel ascende sobre esta e agredia a irmã, que, por sua vez, agredia a mãe;  No dia 22/02/2008, por acordo homologado judicialmente, o AA foi acolhido na "Casa do ”, onde permaneceu até ao dia 27/07/2009;  Durante este período a mãe do menor visitava-o e parecia que a sua situação psiquiátrica tinha evoluído favoravelmente, razão pelo que a medida de acolhimento institucional foi substituída pela medida de apoio junto dos pais, a executar junto da progenitora;  No dia 23/10/2010, o processo foi arquivado, por se ter entendido que a situação de perigo tinha sido superada;  O processo foi reaberto por ter sido sinalizado que o menor ia para a escola sem tomar o pequeno almoço, faltava as consultas de pedopsiquiatria e havia a suspeita de ficar sozinho em casa;  No dia 18/03/2011, a mãe pediu ajuda as Técnicas da CPCJ pelo facto de o AA se recusar a ir para o infantário; 1 No infantário o AA agredia verbal e fisicamente colegas e funcionários, atirando objetos ao chão e gritando sempre que recebia ordens ou era contrariado; 1 Como causa direta da personalidade e exercício da parentalidade da mãe, o AA manifesta problemas de comportamento agressivos, com grande intolerância a frustração, conforme consta da avaliação psicológica de Abril de 2011 fls.