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20 al.. E depois, em face da apetência do arguido para a prática do crime de tráfico de estupefacientes recorde-se ter sido ele já condenado em 2018 por tráfico de menor gravidade em 2 anos e 6 meses de prisão de execução e do modo de execução deste, o seu mero confinamento a um determinado espaço físico através do controle de pulseira electrónica sem a separação física do mundo exterior que só a prisão preventiva propicia, não asseguraria eficazmente que o arguido não continuasse a traficar ainda que em moldes mais comedidos ou engenhosos, pois que a pulseira electrónica não detecta nem previne a actividade do vigiado em termos de reportar o que é que ele concretamente está a fazer a cada momento no espaço geográfico a que ficou confinado mas que é livremente acessível do exterior.