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Resulta do exposto que, na situação dos autos, sendo o prazo de prescrição do procedimento contraordenacional de 3 anos, tendo havido factos interruptivos e suspensivos do mesmo, o prazo máximo de prescrição do procedimento é de 5 anos, correspondendo este ao prazo de prescrição 3, acrescido de metade 1 ano e e acrescido do período máximo da suspensão  A tal prazo acrescerá ainda o período de 159 dias em que o prazo esteve suspenso por força da legislação de combate à pandemia, pelo que, computando-se o prazo máximo de prescrição em 5 anos e 159 dias, contados desde a data da prática dos factos, 112016, o prazo de prescrição decorreu integralmente no dia 20202 Nesta conformidade, somos a concluir que assiste razão à recorrente, procedendo a exceção de prescrição como causa de extinção da sua responsabilidade contraordenacional, o que determinará a extinção do presente procedimento contraordenacional, o que se decidirá.