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De igual modo, ao reconhecer-se que o acesso ao prédio da Autora/Banco Comercial Português, S.A., enquanto prédio dominante, sempre se fez, onerando os prédios servientes, agora da propriedade do Réu/AA, leva-nos a concluir que o reclamado reconhecimento da servidão legal de passagem não representa qualquer prejuízo acrescido para os prédios do Réu/AA, além daquele com que, desde sempre, foi onerado, ademais, também não faz sentido, salvo o devido respeito por opinião contrária, falar-se do menor inconveniente, pelo modo e lugar da passagem, para os prédios onerados, quando está demonstrado, e sobejamente enunciado, que os prédios descritos nas matrizes 42 e 58 sempre serviram de serventia ao prédio descrito na matriz 40, pelo caminho traçado pelo modo e no lugar apurado nos autos.