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Retomando a situação concreta sob apreciação, cumpre apreciar e decidir, com base nos factos assentes e enquadramento jurídico supra se é ilegal a decisão da AT, nos termos em que foi concretizada no ponto 2 dos factos assentes, com base no parecer e na fundamentação integrada no RIT, cujo teor foi acolhido no ponto 1 dos factos assentes, ante a alegação dos Recorrentes de falta de verificação dos pressupostos para aplicação do método indireto, face à inexistência de acréscimo não tributado no seu património, dado não haver norma fiscal para tributar empréstimos em mora e inexistir facto tributário, porque nunca se apropriou do montante mutuado e se verificar contradição entre a fundamentação constante do RIT e a decisão que assim considerou.