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Por seu turno, os afetados A. F. e também apresentaram recurso, formulando as seguintes conclusões:   - A sentença recorrida é omissa quanto à análise crítica da prova que esteve na base da decisão de facto proferida, não permitindo aos recorrentes a percepção do raciocínio e da motivação subjacente àquela, sendo por isso nula por ausência total da fundamentação de facto - art.s 60, 61 n. 1 al., 15 n. 1 e 60 n. 4 do CPC e 20 da CRP  - Da prova produzida resultou que F. era não só gerente de direito da insolvente, mas também de facto e, por isso, o ponto 5 dos factos provados deve ser complementado, passando a ter a seguinte redacção: - Desde 002012, era F., de direito e de facto, quem decidia que negócios encetar e os seus termos, acordando quais as relações comerciais que mantinha com terceiros, com quem tratava, emitindo cheques e contactando com Bancos, quando necessário.