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É que os interesses em jogo, mormente os elevados valores em causa, requerem um especial esforço no sentido de apurar qual foi a residência habitual do A. no referido período entre março de 2010 e novembro de 2011, incumbindo a este um particular coeficiente probatório nesse sentido, isto de modo a evitar a mera especulação argumentativa sobre expressões vagas ou ambíguas como são as acima referidas constante do ponto 1   Aqui chegados, a solução que nos resta com vista à boa decisão da causa é considerar o juízo probatório constante do ponto 16 dos factos provados na sentença da  instância, acima transcrito sob o ponto 16 da factualidade provada, eivado de expressões conclusivas e vagas e no seu todo insuficiente para permitir ajuizar sobre o facto essencial respeitante à residência habitual do A., no período entre março de 2010 e novembro de 2011, e determinar, ao abrigo do artigo 68, n. 3, do CPC, a ampliação desse matéria de modo a permitir a concretização possível daquele facto, em conjugação como os factos constantes dos pontos 17 e 18 nos termos acima considerados.