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Civil – são direitos que o tribunal a quo, sem qualquer motivo válido ou legal, mais que o coarctar a esta R., impediu com este despacho, assim remetendo a R. para uma posição meramente "passiva” e apenas sujeita ao sucesso ou insucesso da prova que a A. entendesse vir a fazer, o que é, salvo o devido respeito, totalmente inaceitável; Neste passo, cabe ainda repetir que é inquestionável o interesse, quer para a defesa da R., quer até e sobretudo para a boa decisão da causa, das diligências probatórias e de a tal respeito requeridas pela R., o que, aliás, foi, por assim dizer, "reconhecido” inquestionavelmente pelo douto despacho de 9 de Janeiro de 2020; Por outro lado, é também evidente que com esta decisão de indeferimento daquele requerimento da R. que – é incontestável – tinha como propósito a obtenção de uma "resposta” cabal e esclarecedora à requerida pretensão probatória/de contraprova o que não aconteceu até, o tribunal a quo, com este despacho, violou, para além dos já mencionados artigos 342 n 2 e 346 do Cód.