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Juiz Conselheiro Sebastião Póvoas, no processo n. 2622/00TBPNF.PS1, o qual pode ser consultado in www.dgsi, que versa sobre um caso de responsabilidade de advogado por deserção de um recurso interposto de uma sentença proferida em  instância, destaca como jurisprudência seguida por aquele Tribunal a dos seguintes arestos: - um de 9/02/2006, a considerar a exigência de alegação e a demonstração de que "há uma forte probabilidade de a oportunidade se não voltar a repetir ou mesmo se perdeu definitivamente”; - dois, de 6/03/2007 07-A138) e de 16/06/2009 1623/01TCLRS., a afastarem, na prática, a perda de chance por, tratando-se de casos de concursos públicos, dependeram de juízos de discricionariedade e de manifesta álea, tornando imprevisível a ocorrência do dano e assim afastando o nexo causal; - e outro de 22/10/2009 409/04YFLSB), a concluir que a perda de chance não releva na vertente jurídica, "por contrariar o princípio da certeza dos danos e da causalidade adequada”.