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Da impugnação da decisão da matéria de facto: Alega a Recorrente que: o tribunal recorrido julgou incorrectamente os factos da base instrutória a que correspondem as línea e K dos factos assentes por se ter suportado nos depoimentos das testemunhas  e G, indicando os registos dos respectivos depoimentos em que se suporta, por os mesmos serem inidóneos à prova dessa matéria, por estes se revestirem de credibilidade diminuta, sendo o primeiro, o condutor do veículo sinistrado, filho da A./recorrida, o único que presencia na íntegra o acidente, que pode ter sido o responsável pela sua ocorrência, que não o participou de imediato às autoridades policiais, mas apenas uma semana depois e sem fornecer logo o nome da outra testemunha, que revisitou o local no dia seguinte, tendo então verificado que as sarjetas estavam entupidas – o que manifestamente aconteceu por ser o dia seguinte a um dia de chuva intensa numa zona baixa da cidade e o mais certo é que tenham sido arrastados para junto das entradas dessas sargetas imensos detritos e lamas, como é usual em ocasiões como aquela o que não significa que o escoamento seja deficiente e provocado por falta de manutenção - e que pode ter interesse no desfecho da causa, não tendo o tribunal atendido ao seu depoimento, talvez por o não considerar credível, no que respeita à velocidade a que circulava o veículo, já o segundo é o condutor do veículo que circulava em sentido contrário, tendo observado, certamente com pouca visibilidade, o despiste à distância, não podendo, por isso, saber as circunstâncias em que o mesmo ocorreu e não verificou o estado em que as sarjetas se encontravam, e que apresentou uma justificação para se encontrar no local àquela hora que não convenceu, pelo que o julgamento efectuado teve por base as declarações do primeiro.