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Por outro lado, quando foi perguntado à testemunha A. G. diretor de operações e diretor de produção da, que esteve presente nas negociações do contrato por parte da A., se nessas negociações falaram sobre a autonomia das baterias, esta testemunha fugiu à pergunta, tendo respondido "Todos percebem que a bateria de 1250 amperes que constava da 1 proposta feita pela Ré à tem mais autonomia que uma de 800 amperes, mas não foi dito que aquela bateria não ia funcionar bem”, ou seja, esta testemunha não conseguiu garantir que nas negociações tivessem referido expressamente que as duas baterias adquiridas com o empilhador teriam que durar 8 h, acabando por admitir que tal questão não ficou consignada no contrato porque não se pode prever a utilização diária do empilhador e que há ações do empilhador que gastam menos bateria que outras, porque implicam menos esforço.