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Alega ainda a A. que a R., tendo logrado a desafectação do domínio público e a inscrição no Registo Predial, não procedeu à desocupação das casas de função antes de decorridos os aludidos prazos de caducidade, mas mesmo assim as partes decidiram-se pela prossecução do contrato, enunciando diversas reuniões e correspondência mantida que ilustram esta conduta das partes tal como todas as diligências desenvolvidas em ordem à desocupação das casas de função, que culminaram com saída dos ocupantes em finais de Maio inícios de Junho de 200 No entanto, a R. apesar de desonerada de promover a referida desocupação, acabou por responder à A. não aceitar que a desocupação fosse concedida através da entrega de dinheiro pela A. aos funcionários da B, recusando-se a celebrar a escritura.”   Na ação aludida em  foi proferida Sentença, na qual se julgou improcedente o pedido de execução específica, por falta de depósito do remanescente do preço em falta; se condenou a R. a pagar à A. o dobro do sinal prestado, no valor de € 19115,00, acrescido de juros à taxa legal; e se julgou improcedente o pedido de condenação da R. no pagamento dos custos suportados pela A., com fundamento em que o valor devido pelo incumprimento da R. é apenas o correspondente ao dobro do sinal prestado.