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Estima a recorrente – pensamos que vingando alterações à decisão de facto por que pugnava, na sua peroração – que não se verificariam os elementos do tipo incriminador, objectivo e subjectivo, devendo a arguida ser condenada pela prática "do crime de ofensas à integridade física graves agravadas pelo resultado morte, nos termos e para os efeitos conjugados dos artigos 14 alínea e 14, n. 1, ambos do Código Penal; se assim, não viesse a ser entendido, então o tribunal deveria absolver a arguida do crime de homicídio qualificado e condená-la; "pela prática do crime de homicídio privilegiado, nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 13 do Código Penal”; decaindo as apontadas desinências, ainda assim, a arguida pugna pela absolvição do crime de homicídio qualificado e a integração da su conduta no tipo radical, homicídio simples, previsto no artigo 131 do Código Penal; sobrevindo um juízo de culpabilidade indutor de um crime de ofensas corporais agravadas pelo resultado ou por homicídio simples a pena a aplicar deveria ser especialmente atenuada artigo 72 do Código; se, por ende, a decisão do tribunal se fincar na qualificação jurídico-penal roborada nas instâncias, então o tribunal deveria impor à arguida uma "pena próxima do seu limite mínimo, conforme supra melhor explicado, e de acordo com os imperativos constantes do artigo 7 do Código Penal.” A lei tutela a vida da pessoa humana e manda punir aquele que tirar a vida a outrem com uma pena de oito a dezasseis anos de prisão.