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- No despacho saneador, o Mmo Juiz admitiu a reconvenção, consignou os factos assentes por acordo das partes, identificou o objecto do litígio, enunciou os temas da prova e sobre a "in)admissibilidade da prova consistente na visualização das imagens recolhidas por sistema de videovigilância”, decidiu:  "a) julgo improcedente a arguida nulidade da prova; b) indefiro o requerido pela Autora a fls.172 de que não sejam reproduzidas em sedede audiência de discussão e julgamento as imagens de videovigilância juntas pela Ré; ) decido que a prova obtida "in casu” pelo sistema de videovigilância é lícita eválida para sustentar o processo disciplinar quanto às imputações aí constantes; ) admito a junção aos autos da "PEN” apresentada a fls.50, que contém asgravações das câmaras de videovigilância relativamente aos dias e horas a que se fazreferência no processo disciplinar e nos temas da prova, e que instruiu o ProcessoDisciplinar e dele fez parte integrante como meio probatório, a fim de ser visionada naaudiência de julgamento nos termos do art 428 do CPC e sujeita ao contraditório, como osdemais meios de prova a produzir e apresentar em audiência.”.