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u) Perante a informação prestada pelos Recorrentes nos termos do requerimento supra transcrito, não se entende que diligências poderá o Tribunal "a quo”, ter praticado em três dias, para concluir que: "Não se demonstrando nos autos que o Requerido conferiu poderes especiais aos identificados procuradores para receber citações no âmbito de ações judiciais, indefere-se a citação daquele na pessoa destes.” ) Determinando o Tribunal a quo, no supra citado despacho que: "o Requerido possui uma morada conhecida nos autos, pese embora em Angola, não é admissível a sua citação edital” e ainda que: "Cite-se o Requerido na morada conhecida nos autos, por carta rogatória a remeter para as autoridades competentes na República de Angola, nos termos previstos no Acordo de Cooperação Jurídica e Judiciária entre a República Portuguesa e a República de Angola.” w) Pelo que não se entende o alcance e o efeito pretendido com os sucessivos despachos que dirigiu ao Autor em 06/11/2018 e 04/12/201 x) Posteriormente, em 21/03/2019, foi remetida carta rogatória ao Tribunal da Providencial do Lobito, para que o mesmo promova a citação do Réu.