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9, n 2, 1 parágrafo) Tal resulta da leitura do referido normativo e também do respectivo considerando 16: "Para evitar operações que possam comprometer o êxito de uma oferta, deverão ser limitados os poderes do órgão de administração de uma sociedade visada em relação a certas operações de carácter excepcional sem impedir indevidamente a sociedade visada de prosseguir o seu curso normal das suas atividades” Não há, pois, qualquer divergência entre a interpretação que o Tribunal recorrido fez do artigo 182 do e a diretiva 2004/25 quanto aos limites dos poderes da administração de uma sociedade visada por uma OPA, sendo certo que no caso dos autos o Tribunal recorrido extraiu conclusão que perfilhamos, "o oferente não se sentiu desprotegido ou ofendido com o procedimento seguido antes concordou com ele” Os apelantes parecem é discordar de que se conclua que a acção tomada pelo Conselho de Administração da ré/apelada não frustrava a OPA.