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– Reapreciação jurídica da decisão recorrida:  Insurge-se o recorrente contra a decisão recorrida, na parte relativa à designação do acompanhante da beneficiária F. , à nomeação dos vogais para o conselho de família e à fixação da data a partir da qual as medidas de acompanhamento se tornaram necessárias, alegando que em face da prova produzida nos autos:  a) - a designação de acompanhante da beneficiária deve recair sobre a filha R., e não sobre o cônjuge da beneficiária, como foi decidido pelo Tribunal "a quo”, uma vez que ficou demonstrado que é a filha que mais apoia a mãe, que a acompanha aos médicos, que vai às compras, que lhe coloca a medicação nas caixas e que compra a medicação, ao passo que devido à idade avançada do cônjuge da beneficiária 91 e à falta de condições físicas e funcionais decorrentes da sua idade, aquele não é a melhor pessoa para ajudar a beneficiária na alimentação ao jantar, altura do dia em que já não possui empregada doméstica, e para lhe dar a medicação; b) - o ora recorrente deve ser nomeado vogal no conselho de família, para este ser formado de uma forma equilibrada e equitativa a fim assegurar os interesses da beneficiária, uma vez que este é seu filho, assim como os demais, e quer participar na vida e bem-estar da beneficiária, assim como é do seu superior interesse, sendo que o pai e os irmãos, como não têm boas relações com ele, não o deixam participar; ) - no ponto da parte decisória deveria ter ficado a constar: - Fixar o ano de 2011 como o ano a partir do qual as medidas se tornaram convenientes.