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TODAVIA E UMA VEZ QUE O ACÓRDÃO PROLATADO PELO TRIBUNAL DE 1 INSTANCIA, NÃO SE PRONUNCIOU QUANTO AO DESTINO A DAR AOS BENS APREENDIDOS, CONTRARIANDO O DISPOSTO NOS REQUISITOS GERAIS DA SENTENÇA, CONFORME PRECEITUA A ALÍNEA DO N3, DO ART 374 DO CPP, NEM OS DECLAROU PERDIDOS A FAVOR DO ESTADO, ESTES DEVIAM SER ENTREGUES AO SEU PROPRIETÁRIO APÓS TRANSITO EM JULGADO, COMO DECORRE DO ART186 DO CPP E COMO DECIDIU O TRIBUNAL DE 1 INSTÂNCIA, ATRAVÉS DE DESPACHO POSTERIOR.