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Alega para tanto e em síntese que: · Em 2/8/2016, quando consumia um pão que havia adquirido num estabelecimento comercial da 1 R., trincou um objecto duro e não compatível com a natureza daquele produto, que verificou tratar-se de um dente humano que se encontrava dentro do referido pão; · Em consequência desse acto a A. fracturou a sua prótese dentária, que teve de substituir, no que despendeu € 000,00; · Ainda em consequência desse acto a A. sentiu dores e dificuldades na mastigação, tendo de tomar medicação, para além de ter sentido repulsa e horror, tristeza e angústia; · A 1 R. havia transferido a sua responsabilidade por danos emergentes da sua actividade comercial para a 2 R., tendo ambas declinado qualquer responsabilidade na reparação dos danos sofridos pela A.