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Posto isto, 18)- Em sede de petição inicial o Recorrente justificou o seu crédito, origem e montante 9350,60€, acrescido de juros de mora à taxa acrescentando o facto da interpelação para obter o cumprimento por parte da requerida, cumprimento que não logrou obter; 19)- Sendo que, relativamente à requerida Herança, o aqui Recorrente alegou em sede de P. que o falecido era construtor e a circunstância desconsiderada pela Mm Juiz "a quo”) de encerramento da empresa e ausência de atividade; 20)- Dessas alegações em sede de P.decorre, das regras da normalidade e experiência comum, que a requerida Herança deixou de obter fluxos financeiros dessa atividade que são o meio com que um comerciante faz face às dívidas para com os credores; 21)- Dessas alegações, não decorre, assim, apenas a existência de um crédito do Recorrente, cuja satisfação demanda primeiramente o recurso a uma ação declarativa e, posteriormente, executiva, mas também em termos de alegação concreta estabelecimento encerrado, ausência de atividade e rendimentos, não ter depósitos bancários, não ter móveis ou imóveis suficientes para solver as suas dividas e obrigações), sem descurar o alegada impossibilidade de recurso ao crédito - que a situação económico-financeira da requerida Herança não lhe permite o pagamento dessa e de outras dívidas; 22)- Resulta assim, que sendo o pressuposto da declaração de insolvência a situação de insolvência para o que, no contexto alegado, apontam os factos descritos na petição), não obstante, quando pedida pelo credor, deva ser fundada em algum dos índices previstos no artigo 20,n1, entende o Recorrente que se o que se alega, e em atenção do previsto nas als., e desse artigo 20, n1, vier a ser demonstrado, permite concluir por uma situação de penúria financeira da requerida Herança bastante para afirmar a sua insolvência.