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Central, 3 Secção cível,, cuja sentença, transitada em julgado, declarou que a acção devia ser promovida contra todos os Réus; 34 – Os Autores são casados entre si no regime da comunhão de bens adquiridos;  35 – A procuração aludida em  foi outorgada por instrumento público de autenticação e dela consta expressamente que o outorgante leu, assinou e que o conteúdo exprime a sua vontade, mais constando que o mandatário ficava isento de prestar contas relativamente ao mandato constante da mesma; 36 – Consta da cláusula 7 do referido contrato promessa que "O Primeiro Outorgante obriga-se a outorgar a escritura definitiva de compra e venda da moradia a construir no prédio designado na cláusula primeira e objecto do presente contrato promessa, com o Segundo Outorgante ou com quem este previamente designar.”; 37 – No âmbito do contrato promessa aludido em , o Autor reconheceu o aí segundo outorgante como legítimo dono e possuidor da construção a realizar no terreno; 38 – Por documento escrito datado de 14/03/2006, designado "Contrato de Cessão da Posição Contratual”, em que foram intervenientes J, como primeiro outorgante, T e mulher U, como segundos outorgantes, e "F, Lda.”, como terceira outorgante, foi declarado, para além do mais, que, por contrato promessa celebrado em 17 de Setembro de 2005, o primeiro outorgante prometeu vender aos segundos outorgantes, e estes prometeram comprar-lhe, o prédio descrito em , cedendo o primeiro outorgante à terceira outorgante a posição que detinha naquele contrato promessa, com todos os seus direitos e obrigações, sendo o preço da cessão de € 7000,00, consentindo os segundos outorgantes nessa cessão da posição contratual; 39 – A sociedade Ré "F, Lda.” inscreveu o prédio em seu nome na matriz e no registo predial; 40 – Tendo a referida sociedade celebrado contratos de investimento com os Réus B e mulher e com a filha destes, ; 41 – Chegou a acontecer reunião em que estavam presentes o 1 Réu, o mandatário deste, o Autor, o Dr. , bem como o J; 42 – A procuração mencionada em  não era irrevogável nem foi conferida no interesse do mandatário; 43 – A sociedade Ré "J, Lda.” não cumpriu os acordos de investimento nem com os 1s Réus nem com a filha destes; 44 - A construção da moradia aludida no contrato promessa referido em  não chegou a efectuar-se; 45 – A procuração mencionada em  foi objecto de termo de autenticação notarial, tendo sido lido e explicado o seu conteúdo ao aqui Autor; 46 – Na altura do registo da transmissão do prédio descrito em  da Ré "F, Lda.” para a Ré "G, Lda.” já estava registado o arresto para garantia do pagamento do débito da 3 Ré aos 1s Réus, pela apresentação n.. de 2007/03/23; 47 – A presente acção mostra-se registada sobre o prédio aludido em  através da AP.