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284, "O artigo 186, n. 2, contém uma presunção iuris et iure de insolvência culposa, considerando-a como tal sempre que os administradores, de direito ou de facto, do devedor que não seja pessoa singular tenham praticado actos destinados a empobrecer o património do devedor ou incumprido determinadas obrigações legais.” Por conseguinte, praticado, pelo gerente de facto ou de direito do devedor que não seja pessoa singular, qualquer um dos factos enunciados nas várias alíneas do citado n. 2 do artigo 186, a insolvência tem sempre que ser qualificada como culposa, não sendo possível a qualquer dos visados devedor ou gerente de facto ou de fazer prova do contrário, ilidindo aquela presunção irreversível.