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Mas logo de seguida, se defende que"Claro que será matéria de Interpretação do respetivo negócio jurídico a questão de apurar em que termos o prédio que se encontre nas condições descritas é objeto de disposição - se como prédio-terreno destinado a construção, tout-court à margem de qualquer ato de aprovação de loteamento, e "meramente" destinado pelas partes a construção), se como prédio-terreno lote a pressupor a vigência do ato de aprovação da operação de loteamento, e cuja destinação a edificação se inscreve nas especificações do respetivo título).”  Mais recentemente, no parecer do Conselho Consultivo do IRN proferido em 15 de novembro de 2018 Processo RP 103/2018 STJSR-- Disponível no seguinte link:  https://www.irn.mj.pt/IRN/sections/irn/doutrina/pareceres/predial/2018/pareceres-46-60/downloadFile/attachedFile_1_f0/R.P._53-2018_STJ-pdf?nocache=15347587715), foi deliberado que "a existência de anotação, lançada às descrições de todos os lotes criados ao abrigo da operação de loteamento inscrita, a informar, nos seus próprios termos, da cassação de determinado alvará "segundo alvará”, de loteamento que terá sido emitido em consequência da caducidade do alvará "primeiro alvará”, a que respeita aquela mesma operação de loteamento inscrita, faz com que, mesmo do ponto de vista estritamente tabular, se torne duvidosa a condição jurídica das unidades prediais originadas e descritas como "lotes” – não podendo assim dar-se por seguro, em face dum tal conteúdo registal, que tais unidades conservem esse preciso estatuto jurídico de "lote”) e que com esse preciso estatuto jurídico possam consequentemente ser objeto de negócios.