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2079 do ”, assistia à opoente o direito a instaurar a ação de prestação de contas que intentou, com vista a serem aprovadas as despesas e a fim de se determinar qual a quantia que aquela teria de restituir aos herdeiros, não impedindo o trânsito em julgado da sentença homologatória da partilha o "encontro de contas, que só é possível, repete-se, com a prestação de contas por parte do cabeça de casal”, e "resultando dos autos referindo-se à sentença proferida nos autos de prestação de contas, transitada em que a cabeça de casal ora, estava, de facto, obrigada a restituir aos exequentes o valor líquido e apurada na prestação de contas – 10397,77 euros – e confessado que está por cada um dos exequentes o recebimento do montante de 1350,00 euros, após simples cálculo aritmético, apenas nos apraz constatar que os exequentes nada mais têm a receber no âmbito da partilha em discussão nos autos”, inexiste nesse saneador-sentença qualquer erro de cálculo algum.