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Por outro lado, importa ter em consideração que a anterior estipulação contratual entre a autora e o réu ainda não tinha produzido quaisquer efeitos de transição remuneratória, pois que, como visto, a primeira transição a que a autora poderia aspirar decorreria em 1/10/2010, sendo que foi em 8/9/2009 que entrou em vigor o Decreto-Lei 176/200 Não se coloca, assim, nenhum problema de preservação de quaisquer direitos já adquiridos por parte da autora que apenas tinha uma mera expectativa de transição remuneratória a operar em 1/10/2010, data posterior àquela em que o legislador determinou que essa expectativa se fundava num instrumento jurídico acordo de adesão) diferente daquele que imperativamente se identificou como sendo o único em que poderiam fundamentar-se expectativas daquele jaez.