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Com efeito, socorrendo-nos novamente do Prof. ANTUNES VARELA, e ainda que a dívida seja solidária, não permite o art 781, do , que a sanção aplicável ao devedor directamente em causa se estenda também aos outros co-obrigados  solução que de resto decorre desde logo dos princípios fundamentais da solidariedade, em matéria de meios pessoais de defesa , solução que de resto veio o art 782 do consagrar aberta e directamente , ao expressar que a perda do benefício do prazo não se estende aos co-obrigados, nem a terceiros que tenham constituído qualquer garantia , logo, "tratando-se , por consequente, do fiador , ou do terceiro que constituiu o penhor ou a hipoteca, o credor terá que aguardar o momento em que a obrigação normalmente se venceria para poder agir contra eles", não distinguindo a lei entre garantias pessoais e reais.