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Uma segunda avaliação justificar-se-ia nos termos da norma do art 1369 n1 CPCiv61, ou seja, nas situações relativas à compropriedade de coisas indivisíveis art e, na existência de bens doados ou legados, a requerimento de qualquer dos interessados e para averiguação da inoficiosidade – arts 1365 a 136 Esta possibilidade de avaliação dos bens doados ou legados manteve-se no regime do -n227/94 de 8/9, como resulta dos arts 1364 a 1367 CPCiv95/96, mas agora estendeu-se a possibilidade de avaliação também aos casos nos quais se verifique, antes do início das licitações, haver reclamação contra o valor atribuído a quaisquer bens relacionados, e desde que não ocorra unanimidade na apreciação dessa reclamação, nos termos da norma do art 1362 n4 CPCiv95/96, ou não se verifique a aceitação do valor declarado na relação de bens por qualquer dos interessados, equivalendo tal declaração à licitação art 136 Requerida a avaliação dos bens cujo valor foi questionado, ela deverá ser efectuada nos termos do disposto no art 1369, consoante norma do art 1362 n É importante recordar o teor do preâmbulo do -n227/94, no qual, eliminada a primeira avaliação, se justificava o alargamento das possibilidades de avaliação aos casos em que se frustra o acordo acerca da partilha, surgindo as avaliações como forma de evitar que a base de partida das licitações se apresente falseada, permitindo aos herdeiros mais abonados pecuniariamente a apropriação do património hereditário, e criticando-se o sistema anterior que confiava quase exclusivamente nas licitações como forma de atingir o justo valor dos bens descritos.