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Mas admitindo-se estes segmentos subjectivos "não racionalmente explicáveis”, permite-se que o processo de formação da convicção integre elementos insindicáveis, como se isso fosse componente da "livre convicção”, estabelecendo como fórmula do art.127 do CPP que as regras da experiência comum são o limite à discricionariedade neste sentido ver AC.Rel.P de 8/04/2015 "Assumindo na fase de julgamento importância fundamental a livre apreciação da prova, apesar de admitir uma dimensão subjectiva e emocional do juiz que não se pode desligar da sua vivência e personalidade, não se confunde com arbitrariedade, pois tem de assentar em critérios objectivos e ou lógicos.