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13 Perante a omissão de elementos relevantes na acusação que o exame crítico a efetuar pelo Tribunal a quo deveria consistir na explicitação do processo de formação da convicção do julgador mais exigente, concretizado na indicação das razões pelas quais, e em que medida, determinado meio de prova ou determinados meios de prova, foram valorados num certo sentido e outros não o foram ou seja, a explicação dos motivos que levaram o tribunal a considerar certos meios de prova como idóneos e/ou credíveis e a considerar outros meios de prova como inidóneos e/ou não credíveis, e ainda na exposição e explicação dos critérios, lógicos e racionais, utilizados na apreciação efetuada, pois vejamos: 1 Quanto à motivação: a) deveria pois o Tribunal a quo ter questionado e obtido a necessária justificação ao motivo pelo qual dá credibilidade à ofendida quando a mesma perde total credibilidade se tivermos em conta que na denúncia supra referida apresentada pela assistente em Março de 2009 NUIPC 115/00GBLSA), a qual relata o início da relação, o tempo em que viveram na Quinta de y...) e nos seis meses anteriores a Março de 2009, e apenas reporta as injúrias "vaca, puta e filha da puta” que situa nos 6 meses anteriores a Março de 2009, a mesma não faz qualquer referência a outros factos que agora em 2015, quando a ofendida apresenta queixa, relativamente ao mesmo período temporal compreendido entre 2006 até 2009, já surge com novos argumentos sem qualquer detalhe, com o propósito óbvio de prejudicar o arguido e fundamentar a queixa crime.