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n. 22, ilicitude que deverá ser declarada, quer no caso de a  resolução ainda não ter sido comunicada à ora Requerente à data em que ocorrer a inquirição de testemunhas e decisão cautelar, quer no caso de, nessa data,  a dita resolução ter já tido lugar;  B) Ser ordenado o arresto sobre o prédio urbano, sito na Rua , n.s  e , e na Rua , n.s ,  e , na Freguesia de , no Porto, descrito na respectiva Conservatória do Registo Predial sob o n. 9456/20180723, da freguesia de , e inscrito na respectiva matriz predial urbana sob os artigos 11212, 8662, 12119, 12120, 12142 e 11898, da freguesia de ;  ) Ser ordenada a proibição de a  Requerida ceder, por qualquer meio, de forma gratuita ou onerosa, a quaisquer terceiros, incluindo  a empresa do Grupo , os elementos técnicos e arquitectónicos que, no âmbito da sua relação comercial e contratual, com a Requerente, lhe foram fornecidos, seja por intermédio dos seus administradores, seja por qualquer dos seus funcionários ou colaboradores, devendo a proibição incluir o uso de tais elementos por qualquer empresa que ilicitamente pretenda aplicar os referidos elementos técnicos  e arquitectónicos para instalar um hospital nesse prédio a arrestar ou noutro local.