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Consta da sentença recorrida que ") Já quanto à desconsideração de quase todas as despesas de representação referentes a refeições e a outras estadias, verificamos que a Administração Tributária as desconsiderou por várias razões: - Porque não estavam emitidos sob forma legal, não sendo mencionado o NIF / NIPC, nem a designação social da Impugnante; - Porque, no que concerne às realizadas aos fins-de-semana, a Impugnante não comprovou o pagamento antecipado de facturas a fornecedores que então se deslocavam à Figueira da Foz nesses dias conforme justificação apresentada em sede de direito de audição para os documentos internos ns 65, 96, 110 e, verificando-se que a conta de "Adiantamentos a Fornecedores”, apenas apresentava o movimento durante o ano de 2002, de 245,71€, que não era materialmente relevante e, - Porque, no que concerne ao documento interno n. 124, verificava-se a existência de um almoço de 20 pessoas, alegadamente de fornecedores, tendo o gerente RTO pernoitado nessa mesma noite, no mesmo estabelecimento, em quarto duplo.