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QUE, nessa mesma data, o Réu recorrente aceitou efetivamente tal doação e, a partir daí, ficou convencido de que era proprietário, não já de metade, mas agora da totalidade dos valores existentes no Banco ... e com toda a possibilidade de dispor e gastar, como bem entendesse, de todo o valor existente nessa data e, ainda, de todos aqueles que viessem a ser depositados nessas mesmas contas até ao falecimento do T. .  Inexistindo dúvidas quanto á conjugação de vontades que reconduziram à doação, com o necessário "animus donandi”, daqueles valores em dezembro de 201  Por sua vez, no que diz respeito á questão da "tradição”, do T. para o Réu, de tais valores doados em dezembro de 2015 posta em causa na douta sentença), considera-se que, em face dos factos provados ns 19 e 20 conjugados com a prova constante dos factos 4, 7 e, não pode deixar de considerar-se que, sendo o recorrente e o T. cotitulares da conta SOLIDÁRIA aberta no Banco ..., n. 6- ......../0490 desde outubro de 2008, aquela doação ocorrida em dezembro de 2015 consubstanciou uma efetiva tradição, MATERIAL ou pelo menos SIMBÓLICA, da metade do dinheiro que o T. doou ao Réu nessa mesma data.