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Do mesmo modo, e não obstante em Fevereiro de 2018 ter sido decretado um regime provisório no âmbito daquele processo de alteração do exercício das responsabilidades parentais, pelo qual foi determinado que os menores ficavam a residir com a requerida, passando a mesma a exercer, em exclusivo, as responsabilidades parentais, em Abril de 2018 foi diagnosticada à requerida doença psiquiátrica descompensada grave, designadamente com desmandos de comportamento e recusa de acatamento de decisão da comissão de protecção de crianças e jovens, determinante, não só do seu internamento compulsivo, mas igualmente da necessidade de reabrir o processo de protecção e promoção e aí aplicar cautelarmente a favor dos menores a medida de apoio junto de outro familiar, ficando os mesmos à guarda e cuidados da sua tia paterna.