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artigos 38 a 40 da contestação – com a consequente conclusão de que se mantém, à data de hoje, plenamente válido e eficaz o contrato de arrendamento outorgado entre os réus e J... em Fevereiro de 2001, sobretudo quando são os próprios que vêm defender que aquele contrato é válido e eficaz porque foi celebrado ex novo e, portanto, substituiu o primitivo contrato de arrendamento rural celebrado em Março de 199 Assim, e salvo melhor opinião, nenhuma norma de carácter imperativo foi violada com a celebração, pela segunda vez, de um novo contrato de arrendamento rural, nem foi alegado e muito menos provada a existência de um qualquer vício na formação do contrato ou qualquer outra causa de nulidade do mesmo.