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Se bem se compreende, o efeito prático que os Recorridos pretendem obter com o presente procedimento de arresto equivale ao que estes obteriam se – como desejavam - a hipoteca judicial registada sobre os imóveis valesse como garantia do pagamento de € 12353,26 quantia exequenda da ação executiva que correu termos no J5 do Juízo de Execução do Porto, Instância Central do Tribunal Judicial da Comarca do Porto, sob o n. de processo 992/10YYPRT-, a "Ação Executiva”, acrescida de e ainda do crédito que alegam deter sobre os Primeiros Recorrentes a título de tornas. . Como os Recorridos não conseguiram, pela via legal, obter esse efeito, vêm agora tentar obter o mesmo resultado por via travessa, invocando a "desconsideração da personalidade jurídica”. . Em abono da verdade, sempre se diga que, quer os imóveis fossem detidos pelos os Recorrentes, quer o sejam exclusivamente pela  Recorrente, as hipotecas continuam a ter a mesma extensão: os € 2780,4 EE.