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A ora recorrente não se conforma com o decidido, porque, a seu ver, todo o pessoal da actual CTT SA, incluindo, portanto, os trabalhadores oriundos da CTT EP, como é o caso do autor, sempre estiveram sujeitos ao regime de contrato individual de trabalho, ainda que os oriundos da CTT EP gozassem de alguns direitos especiais por força do art 9, n 2 do 87/82 e, portanto, é aplicável ao autor o citado n 3 do art 51 do EA, na redacção dada pela Lei 1/200  Dispõe o citado art 51, n 3 do EA, na apontada redacção: «Sem prejuízo de outros limites aplicáveis, a pensão de aposentação do subscritor sujeito ao regime do contrato individual de trabalho determina-se pela média mensal das remunerações sujeitas a desconto auferidas nos últimos três anos, com exclusão dos subsídios de férias e de Natal ou prestações equivalentes.»  Ora, a resposta à questão jurídica aqui sub judicio passa, antes de mais, por qualificar o regime jurídico a que está submetida a relação laboral que o autor, subscritor desde 1971 da CGA, tem mantido com os CTT, primeiro EP, depois SA, pois dessa qualificação irá depender a sua sujeição, ou não, à disciplina do citado art 51, n 3 do EA.