Legal Document Excerpt:

O tribunal "a quo” entendeu que se não revestiam de "inocuidade, para o desencadeamento da inundação, dos factos referidos nas alíneas,, e do probatório coligido, nos quais o Tribunal deu como provado que a inundação da garagem ocorrida em 12 de janeiro de 2010 resultou da infiltração de águas pluviais, provenientes da rede pública de águas pluviais, mesclada com dejetos da fossa sética do prédio, e que se introduziram através da canalização de saneamento; que no decurso de uma operação de limpeza á garagem da Autora, foi encontrada uma bacia de 80 na canalização do prédio, que foi reputada pelos serviços da Ré como a causa da inundação visada nos autos; que o saneamento do prédio em causa encontrava-se com ligação à rede pública de águas pluviais, e que, pelo menos desde o ano de 2008, já se encontrava disponível a ligação à rede pública de saneamento para o prédio.