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18 e 19 da resposta à contestação e confrontando-as com os pagamentos que constam dos factos provados de P a Z e com o teor da carta de 56 a 58, que constitui o documento n 17 apresentado com a mesma resposta, forçoso é concluir que a prestação em causa, de 500,00€ já se encontrava paga em 30/6/2009, quando o réu emitiu a segunda das duas mencionadas facturas; a conduta processual do réu enformada pelos factos descritos de 1 a 1 deveriam ter alicerçado e fundado presunção judiciária, conforme o art 349 do Civil, em termos de o facto dos não provados se a autora pagou a prestação de 5000,00 €) devesse ter sido julgado provado.