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Fundamenta a pretensão na responsabilidade extracontratual da 2 Ré no caso presente, só está em causa a pretensão formulada pela Autora contra esta Ré, dado que o Tribunal Administrativo já se pronunciou sobre a responsabilidade da 1 Ré), porquanto: a viatura da A. era a primeira da fila de táxis, o motorista da A. saiu da viatura e deslocou-se à traseira da mesma para abrir o porta-bagagens, com o objetivo de ali acondicionar a bagagem da 2 Ré, que esta tinha colocado num carrinho de bagagem; este, após a 2 Ré dele retirar a sua bagagem, deslizou, desgovernado, pelo corredor dos passageiros, desceu o lancil do passeio, tombou e embateu na viatura da A.; junto ao corredor dos passageiros encontrava-se o funcionário que acondiciona o parqueamento dos carrinhos de bagagens, após serem utilizados pelos passageiros, o qual nada fez para evitar o deslizamento do carrinho de bagagens que embateu na viatura da A.; bem como a 2 Ré que também não segurou o referido carrinho, não se certificando que o deixava imobilizado após dele retirar a bagagem.