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Entendeu, erradamente, não se terem verificado modificações para alteração do regime estabelecido, determinando, no apenso H, a entrega imediata da menor, G., ao progenitor/apelado, com a consequente transferência de cidade, de escola, e impondo que a mesma regresso ao regime de guarda partilhada. . Manter a pressão sobre a menor, G., irá acentuar mais a sua desorganização emocional, a sua instabilidade e só irá contribuir para a vitimizar ainda mais, o que se verifica com os acontecimentos mais recentes, quanto à tentativa da menor da entrega ao pai/apelado por parte da mãe/apelante para cumprimento da decisão que ora se recorre. . É da maior importância garantir a sua saúde mental e a sua integridade emocional e a esta realidade não se pode sobrepor o direito de não de convívio com o pai, que esse a menor não rejeita, mas de uma guarda partilhada, onde a menor terá que residir com o pai, e a madrasta, bem como a filha desta, e que a menor já demonstrou não sentir-se a vontade!!!!!