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sublinhados.Invoca a Recorrente, em síntese, dois fundamentos:  1-ao declarar a caducidade do direito à acção e ao não conhecer do mérito da mesma, a decisão recorrida viola os princípios do Estado de Direito Democrático - arts 2, 20 e 202/1 e 2 da CRP; 2-perante a indeterminação jurídica de saber qual a entidade responsável pelo pagamento das prestações que reclama, decorrentes de doença profissional - se o ISS ou a CGA -, o Tribunal a quo fez uma incorrecta interpretação do 48/1 do 503/99, de 20/11, pois a contagem do prazo de 1 ano ali previsto só se deveria iniciar quando a incerteza jurídica cessasse, nomeadamente, quando os tribunais superiores colocassem termo ao dissídio com jurisprudência.