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Veja-se, neste sentido, o Acórdão da Relação do Porto de 30/01/2017, processo n. 530/12T8AVR-F.P1 Manuel, in www.dgsi.pt, aí se citando Acórdão da mesma Relação, datado de 29/05/2014: "Feito este percurso pelas normas legais atinentes podemos assim concluir que fora dos casos em que o administrador está condicionado pelas deliberações dos credores e dependente do consentimento destes, onde se não inclui a escolha da modalidade da venda e dos procedimentos a adoptar para a sua concretização, o administrador tem competências próprias para proceder, de acordo com o seu critério, a todos os actos de venda dos bens da massa insolvente, podendo para o efeito, realizá-los conforme bem entender, designadamente no tocante às modalidades e formalidades a adoptar para concretizar a venda”.