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No seguimento desta orientação, as questões que se encontram submetidas à apreciação desta Relação são as seguintes:  a- se a sentença proferida em 14/07/2020, que declarou o devedor N. F. insolvente e na qual a 1 Instância nomeou para o cargo de administradora de insolvência a Senhora Dr. , padece de erro de direito em virtude de nela o tribunal a quo ter ignorado, de forma arbitrária e não fundamentada, a sugestão feita pelo apelante para que fosse nomeado para o exercício desse cargo o Senhor Dr. N. R., aceitando, sem mais, a indicação feita pelo devedor/insolvente e prescindindo da aleatoriedade da nomeação para o exercício desse cargo; A propósito desta questão suscita-se a questão prévia de se saber se a sentença declaratória da insolvência, em que entre outros, se procede à nomeação do administrador de insolvência, era imediatamente recorrível e, no caso positivo, se não tendo o apelante ou quem quer que interposto recurso dessa sentença, se este pode agora, em sede da presente apelação, atacar essa sentença, nomeadamente, a nomeação nela feita da Senhora Dr. para o cargo de administradora de insolvência; b- se o despacho proferido em 12/11/2020, em que a 1 Instância admitiu liminarmente o pedido de exoneração do passivo restante deduzido pelo devedor/insolvente, é nulo por: b.1- violação do princípio do contraditório, em virtude de apresentado o relatório a que alude o art.