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na compra de um imóvel rústico adquirido pelos aqui recorrentes; 2 - A sentença recorrida ignorou dois dos requisitos de que faz depender a lei para a sua aplicação, que é exactamente que o prédio preferente seja confinante com o prédio preferido e que o adquirente do prédio não seja proprietário de outro prédio rustico confinante; 3 - O Tribunal "a quo” julgou incorrectamente a matéria de facto constante do artigo quarto; 4 - Os Autores não lograram provar que são donos e legítimos possuidores do prédio rústico: De mato e pinhal, sito no Lugar de ..., freguesia de ... Vila Nova, descrito na Conservatória de Registo Predial de Guimarães sob o n. ..., e inscrito na matriz rústica da União e Freguesias de ... sob os artigos  e . 5- A escritura junta aos autos, que terá servido de base para a inscrição predial a favor dos autores AP: 28 de 2008/12/03, faz referência a duas descrições em livro, não apenas a uma, e faz referência a dois artigos matriciais e não apenas a um, diferentes daqueles juntos com a Petição inicial e cuja correspondência não foram os Autores capazes de esclarecer ao Tribunal!