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12, pronunciou-se sobre a "questão” sobre a qual deveria ter-se pronunciado: "A questão a decidir nos presentes autos, consiste em aferir se deve ser decretada a admissão provisória do R. ao concurso de ingresso no curso de formação de magistrados aberto pelo Aviso n. 21117/2020, de 31/12/2020, publicado no Diário da República,  Série, n. 253, de 31 de dezembro de 2020, do qual foi excluído por despacho do Diretor do CEJ datado de 03/05/2021; bem como se deve ser suspensa a eficácia desse mesmo despacho no que se refere a extração de certidão do processo de candidatura do R. para remessa ao DIAP.” 	Consequentemente, temos como destituída de fundamento a afirmação do Recorrente por omissão de pronúncia sobre "questões” que o Tribunal devia ter apreciado, sendo evidente que a sentença recorrida não padece de nulidade por omissão de pronúncia, pois não só as individualizou, como as analisou e decidiu.