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No que se refere aos factos provados impugnados, o tribunal a quo deu como provado a seguinte factualidade:  4 O sinistro ocorrido a 2 de Abril de 2013 consistiu num escorregamento e derrocada do talude que suportava as terras onde haviam sido executadas as obras de urbanização do loteamento dos autos e que confinava com a Estrada Nacional, Variante à EN101 km115+850) – quesito  4 Esse talude e as terras que ele suportava caíram sobre a plataforma da Estrada Nacional, Variante à EN101 km115+850) – quesito   5 No local, o solo tem uma quantidade apreciável de matéria orgânica aproximadamente 7%) tais como plantas, plásticos e materiais cerâmicos, misturados com uma areia siltosa de baixa plasticidade com que a ré procedeu à execução do aterro – quesito   5 Este material de plástico na presença de água torna-se extremamente deformável e pouco resistente – quesito   5 Tendo causado a derrocada do talude – quesito   5 Verifica-se a existência de uma zona propensa à acumulação de água no terreno de implantação do loteamento - quesito   5 A acumulação de água referida em coincide com uma linha de água inscrita no terreno onde foi erguida a urbanização, possivelmente alimentada por nascente – quesito 12  5 O projeto de arquitetura não teve em conta a existência desta linha e da propensão para acumulação de água – quesito 1  5 O estudo geotécnico e geológico permitiria perceber a existência da zona propensa à acumulação de água – quesito 13 o 2, repetido no despacho de fls.