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Após sentença do TAF que deferiu a requerida suspensão de eficácia, o IFAP interpôs recurso para o TCA-Sul que lhe negou provimento por acórdão datado de 30/8/201     Deste acórdão, o IFAP interpôs recurso de revista para este STA, tendo, na respectiva alegação, formulado as seguintes conclusões:     "1 Não se conformando com o juízo perfunctório de verificação do requisito do fumus boni iuris com fundamento na probabilidade de procedência de erro nos pressupostos da Decisão suspendenda, formulado na 1 instância, o IFAP interpôs recurso para o TCA Sul com fundamento em erro de julgamento, no qual procurou demonstrar nas Alegações oferecidas, em que teria consistido tal erro de julgamento; 2 Com efeito, na suas Alegações de recurso, e por referência a cada um dos pontos do discurso fundamentador constante da Sentença recorrida, proferida na 1 instância, o IFAP alegou que:     - a circunstância de que, "relativamente à primeira, ficou indiciariamente provado que aquando da execução dos trabalhos, alguns proprietários não quiseram participar na operação” em nada contradiz ou sequer, o facto invocado na decisão suspendenda de a área executada ter sido inferior à prevista e subsidiada, no que respeita às operações de limpeza de matos sendo a frase conclusiva de que "  pelo que, tendo havido uma redução na área a intervir, a Requerente apenas faturou o que foi efetivamente realizado” constitui uma mera conclusão destituída de qualquer base probatória objectiva, porque apenas fundada nas declarações do Gerente da ASFOALA, A e ao tempo também Gerente da B LDA e da  LDA, em contradição com os respectivos documentos de suporte – as facturas apresentadas pela ASFOALA no procedimento administrativo;     - a circunstância de que "Quanto à segunda, a Requerente considerou que as manchas com menos de meio hectare de árvores que ficaram no terreno não eram consideradas pinhal e, como tal, não efetuou o respetivo povoamento” em nada contradiz ou sequer, o facto invocado na decisão suspendenda de não poderem ser elegíveis as áreas ocupadas com pinhal, ainda que em pequenas manchas e que se encontravam classificadas no parcelário com ocupação de pinheiro manso;     - a circunstância de que "Relativamente à terceira, a Requerente justificou a gradagem efetuada na zona de  na medida em que nesse local existiam ervas com um metro de altura, o que implicou que se tivesse de efetuar a gradagem como se fosse mato, a fim de se preparar o terreno para a intervenção posterior.” sublinhado e negrito,, em nada contradiz ou sequer, o facto invocado na decisão suspendenda de não poder ser elegível a operação de gradagem, realizada no prédio denominado , por não se tratar de um controlo de mato;     - a circunstância de que " quanto aos preços pagos, ficou indiciariamente provado que os preços que foram pagos às empresas subcontratadas pelos trabalhos que realizaram foram os que estavam definidos no projeto e de acordo com as tabelas CAOF – Custos de Operações de Arborização, Rearborização e Beneficiação de Povoamentos Florestais.” em nada contradiz ou sequer, o facto invocado na decisão suspendenda de, após circularização de informação junto de fornecedores, ter sido constatado que os trabalhos que B LDA e a  LDA facturaram à ASFOALA terem tido um custo unitário superior aos preços unitários que a essas empresas B LDA e a  tinham pago à empresa subcontratada, a  LDA, pelo que, tais despesas apenas poderiam ser consideradas elegíveis pelos montantes pagos pela B LDA e pela  LDA à subcontratada , LDA; 3 Por outro lado, em tal recurso, o IFAP também procurou sintetizar e resumir tais alegações a respeito do invocado erro de julgamento, designadamente nas Conclusões 1, 2, 9 e 10; 4 Nessa medida, não se mostra inteligível a consideração consignada pelo Tribunal aquo no Acórdão recorrido, segundo a qual "tendo em conta os concretos segmentos relativos ao exame crítico da prova e ao discurso jurídico fundamentador transcritos supra da sentença cautelar, verifica-se que a Recorrente nem no corpo alegatório nem nas conclusões explicita em que é que consiste o assacado erro de julgamento.” cfr.