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Lisboa, 10201 - Notificados da decisão identificada em , vieram então – a 26/2/2019 - os requerentes A e B, atravessar nos autos a competente peça de interposição de recurso/apelação e formulando no referido requerimento recursório as seguintes conclusões:  - Resulta peticionado na presente providência cautelar a suspensão das deliberações aprovadas pelos Requeridos na assembleia de condóminos do prédio sito em Lisboa, na Rua Presidente Arriaga, n. 0000, realizada em 02/02/2019;   - Visam os presentes autos aferir acerca da validade legal, das deliberações nessa Assembleia, tendo sido requerida a sua suspensão ao abrigo do artigo 38 do CPC;   - A nossa doutrina e jurisprudência, em contra ponto ao estatuído na sentença recorrida, afasta a legitimidade processual passiva do condomínio, sustentando que as acções de impugnação ou pedidos de suspensão de deliberações da assembleia de condóminos devem ser instauradas contra os condóminos que nelas votaram favoravelmente;   - O disposto no artigo 1, alínea do Código de Processo Civil consigna que o condomínio tem personalidade judiciária nas "...) acções que se inserem no âmbito dos poderes do administrador.