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Quanto ao Regulamento n1215/2012, estabelece o mesmo, no seu artigo 4 n1, uma regra geral de competência, segundo a qual ��� as pessoas domiciliadas no território de um Estado-Membro devem ser demandadas, independentemente da sua nacionalidade, perante os tribunais desse Estado”, permitindo, porém, no artigo 5, que possam ser demandadas nos tribunais de outro Estado Membro "nos termos das regras enunciadas nas secções 2 a 7 do presente capítulo”, entre as quais se prevê, no artigo 7 n1, sob a epígrafe de "competências especiais”, a possibilidade de serem demandadas "em matéria contratual, perante o tribunal do lugar onde foi ou deva ser cumprida a obrigação em questão”.