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Na verdade, relativamente ao ponto 5, para além de "poem em causa” não ser propriamente um facto, nem do relatório pericial junto aos autos nem dos esclarecimentos, escritos e verbais, prestados pelo Senhor Perito que o elaborou - Arquiteto e com especialização em Engenharia Municipal, ..) -, decorre que as anomalias referidas em E. tenham feito perigar, efetiva e concretamente, os bens que se encontram na propriedade da Autora e as pessoas que frequentam o complexo de piscinas, não constando que o mesmo apresente, até ao momento da observação do Sr Perito, iminente perigo de ruína, como ele próprio refere, não apresentando inclinações para que tal aconteça, sendo certo que as patologias do muro e as suas deficiências construtivas, a poder originar no perigo para pessoas e bens que se encontrem no prédio da Autora, como bem esclarece o Senhor perito, mais a mais dado o permanente agravar das mesmas com o decurso do tempo, constam, já, dos factos provados.