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Assim, concluíram que «o custo deve ser considerado como componente negativa do resultado tributável, por via das amortizações e à medida que tal imóvel seja gerador de proveitos ou contribua para a manutenção da actividade» e propuseram um acréscimo ao Resultado Tributável do valor de € 10065,4   Enquadramento que, como vimos, foi sancionado pela sentença recorrida e que não merece, a nosso ver, a censura que lhe é dirigida pela recorrente   Com efeito toda a argumentação da recorrente assenta na ideia de que a cedente não pode manter no seu "activo imobilizado" bens ou direitos cuja propriedade transferiu para terceiros, porque não são seus, porque não dispõe de qualquer título jurídico que legitime a sua propriedade ou, sequer, a sua posse.