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Pelo acima exposto, deve prevalecer a solução jurídica constante da decisão arbitral recorrida que:  ) Considerou que "não tem aqui aplicação o regime da fundada dúvida previsto no artigo 10, n. 1 do CPPT, pois não foi produzida qualquer prova pela Requerente sobre a realização dos dispêndios em períodos distintos daquele em causa ano 2018, que permitisse suscitar tal dúvida sobre o momento de efetivação das "despesas não documentadas”; e  ) Reputou "ser correta a consideração, pela AT, das "despesas não documentadas” no período de 2018, a que respeita o saldo divergente objeto de contabilização e no qual se constatou, em 17 de dezembro dess ano, por contagem física, a falta de correspondência entre as disponibilidades monetárias e o saldo registado na contabilidade”.