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Condenar a R. no pagamento de créditos salariais não pagos á A. no montante total de 055,61 €, acrescidos de juros desde a data de resolução do contrato até efetivo e integral pagamento e que nesta data estão já vencidos juros no montante de 13,70 € E) Condenar a R. ao pagamento de custas e procuradoria condignas.”   A Ré contestou alegando, em sinopse, que: Nunca impôs à A. a realização de tarefas que contendessem com as limitações definidas pela medicina do trabalho; a A. na carta que lhe enviou não identifica uma única função ou tarefa que seja incompatível com as limitações reconhecidas pela medicina do trabalho; nunca lhe foi comunicada a alegada doença profissional da A.; inexiste qualquer razão à A. para a resolução por si promovida do vínculo de trabalho, com invocação de justa causa, pelo que, deve improceder o seu pedido; deve apenas à A. a quantia de €364,67, a título de horas de formação não ministrada e, ainda, que deve ser indemnizada do valor correspondente ao pré-aviso legal não cumprido e ser-lhe reconhecido o direito à compensação de créditos entre o valor total dos créditos da A. por efeito da cessação do vínculo laboral e o valor daquela indemnização.