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Alegou ainda que o imóvel em causa encontra-se apreendido nos autos, e a liquidação vem sendo protelada pelas manobras encetadas pelo autor;  O autor propôs ação que correu termos sob o n. 1803/15T8STB, no Juiz 1 do Juízo Central Cível de Setúbal, a qual foi declarada extinta por deserção; -Não existe qualquer prédio autónomo relativamente ao imóvel apreendido nos autos; -Por outro lado, a insolvente não se vinculou a proceder ao destaque do imóvel, dado que o negócio foi celebrado com a e é inoponível à massa insolvente; -A obrigou-se a transmitir um bem alheio sendo esse negócio nulo; Por outro lado, o único contrato celebrado entre autor e a ré foi o de comodato, de onde se infere a falta de titularidade do bem por parte do autor; A ré nunca se obrigou perante o autor, nem é possuidora em nome alheio do imóvel em causa.