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Custas por ambas as partes, na proporção de 70% a cargo da Ré e 30% a cargo da Autora»  Inconformado recorreu o reu B. Rematando as suas alegações com as seguintes conclusões: a) - A sentença recorrida interpretou e fixou correctamente a matéria de facto da causa, mas justifica censura no que concerne ao respectivo enquadramento jurídico; b) - A viciação no endosso do cheque dos autos, ao invés do que a sentença considera, não era detectável; ) - Contrariamente ao que a sentença defende, a comparação no cheque da denominação da sociedade beneficiária "PWG”) com a denominação aposta no carimbo "PWG, Lda”), não é susceptível de suscitar dúvida, tanto mais que éincontornável que o aditamento "Lda” no em nada alterou a denominaçãoda "PWG” enquanto pessoa colectiva que é uma sociedade de responsabilidade; ) - Provado ficou nos autos que, admitindo o cheque, a possibilidade de endosso, a 2 R., CCA depositou-o, como lhe competia, na conta do portador que identificou como seu cliente e o cheque foi pago pelo Banco ora Apelante, como era seu dever fazer; e) - Ao invés do que a sentença postula, o Banco Apelante actuou, no caso, com o zelo, diligência e competência técnica devidos; f) - Por outro lado, a sentença assenta na presunção de culpa do Banco-R., em reporte ao estatuído no artigo 799 do Civil, perdendo de vista que este ilidiu essa presunção, tendo ficado provada a culpa da A.; g) - Com efeito, a A., não teve o cuidado de passar o cheque - Não à ordem – como se limitou a fazê-lo à ordem de "PWG” sem indicar de forma completa a firma beneficiária do e, máxime, procedeu ao envio do cheque por mero correio simples, "Actua com manifesto desprezo por regras básicas de segurança dacirculação do cheque aquele que o envia por correio através de carta simples”) facilitando assim o seu extravio e a possibilidade de viciação, não podendo ser exonerada da sua responsabilidade - cfr.