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Aqui chegados o tribunal a quo tinha 2 caminhos: - ou, uma vez que no consentimento informado consta a referida cláusula de que qualquer pedido para aceder ao processo, em papel ou gravações, terá que ser realizado com a devida autorização escrita de todos os elementos envolvidos neste mesmo processo, que foi a razão que o despacho recorrido aceitou para indeferir a insistência do requerente/apelante, e uma vez que as sessões de terapia familiar envolveram 2 pessoas, o tribunal a quo o que deveria ter feito era, sem esquecer o expresso consentimento do recorrente para divulgar informação confidencial respeitante a si próprio, equacionar a possibilidade da recorrida mãe prestar o seu consentimento.