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F.3) DA FALTA DE ANÁLISE CRÍTICA À PROVA PRODUZIDA: 	Assacamos ainda à decisão recorrida irregularidade processual consubstanciada na falta de análise crítica a toda a prova produzida, porquanto resultou sobejamente demonstrada: a existência de uma só e una prestação de serviços de nutrição e, em estreita ligação, de fisioterapia; a sua realização, em parte, por nutricionista; e ainda a sua realização na outra por quem não é paramédico, mas, em permanência, supervisionado por quem ostenta tais habilitações, não tendo sequer a M juiz a quo procedido a uma análise, ainda que superficial, a tais elementos de prova, dando liminarmente por provada só matéria que a impelia à decisão nos termos em que a proferiu, ou seja, em parte, de improcedência e, partindo daí, subsumindo na letra da lei tal factualidade, afastando a aplicabilidade aos tratamentos de nutrição e fisioterapia da isenção prevista na alínea do n 1 do art 9 do CIVA e sem discriminação dos fundamentos decisivos para a decisão que veio a proferir naquele sentido e não, como almejávamos, no sentido exactamente oposto, certo sendo que em face de toda a prova produzida o deveria ter concretizado.