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Não foi, porém, isso que sucedeu, como à saciedade resulta do próprio Acórdão ”; 106	"A conclusão de que AA não arquivou inquéritos relativamente aos quais devesse ter deduzido acusação resulta de modo inequívoco de um conjunto de factos cuja ocorrência se aceita no douto Acórdão: os despachos de arquivamento feitos por AA foram, todos eles, corroborados pela à época Directora do DCIAP, Senhora Procuradora Geral Adjunta RR; o Senhor Procurador OO, que "herdou” os inquéritos de AA, proferiu despacho de reabertura e voltou a investigar pelo menos alguns dos factos, mas também ele não logrou chegar a qualquer despacho de acusação; a Senhora Procuradora , que colaborava com AA naqueles inquéritos, acabou sempre por aderir aos despachos de arquivamento apesar das dúvidas manifestadas; se os achasse ilícitos, por existirem indícios suficientes para acusar, ter-se-ia seguramente oposto a eles; a Senhora Procuradora foi avaliada com muito bom pelo Conselho Superior do Ministério Público, e o Senhor Procurador OO foi avaliado com bom com distinção, tendo as suas avaliações incidido também nas intervenções naqueles inquéritos onde nunca chegou a haver qualquer acusação cfr.