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Sendo que é a ofendida que, inclusive, declara aos peritos, não ter versões diferentes sobre os factos, tendo apenas utilizado linguagem diferente o que muito bem sabe não ser verdade, quando é ela própria que cria dúvidas objetivamente razoáveis sobre os factos efetivamente praticados pelo arguido contra a vítima O único facto dado como provado respeitante aos danos morais eventualmente sofridos pela ofendida consta do ponto 47 da sentença: "emconsequênciadiretaenecessáriadacondutadoarguido,amenorBBsofreuvergonha,tristeza,ansiedade,nervos,intranquilidade,constrangimentoeinsegurançasobreasualiberdadesexualeintegridadepessoal,bemassiminstabilidadeemocional”,  O qual se impugnou expressamente, por a prova produzida ser em sentido contrário, nomeadamente as declarações da própria ofendida, escritas e verbais, os relatórios periciais supra referidos e, atento o ainda relatado pelas testemunhas EE e HH, este bombeiro de profissão, com formação neste tipo de situações cujos extratos dos depoimentos se transcrevem supra e para os quais se, não tendo presenciado ou sentido nos comportamentos da BB qualquer sinal de alarme, desatenção, infelicidade, nervosismo, tristeza, ansiedade ou qualquer instabilidade emocional.