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conclusões EE, e.  Ora, a respeito da qualificação do contrato, na parte em que o mesmo se pode referir a terceiros não intervenientes na sua celebração como é o caso da autora que, naturalmente, não foi parte no contrato de concessão mas que poderia beneficiar do estipulado a respeito dos preços dos combustíveis por operar a suas aeronaves a partir do aeródromo de, afastou o acórdão recorrido a sua caracterização como contrato a favor de terceiro por resultar da análise efectuada ao caso concreto que, na ausência de elementos que permitissem concluir por uma vontade real distinta, face aos elementos de interpretação contratual, não ficou demonstrado haver intenção dos contratantes em atribuir um direito a um terceiro no caso, tendo por objecto a aquisição de combustível a preços mais, por via directa e imediata do contrato, e independentemente da sua aceitação, como é requisito do art.