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1 Também não encontra respaldo na matéria de facto assente a conclusão de que: "Poroutrolado,nãosedemonstra,comooatestaalaceraçãodaveiaporta,queo1réutenhaprovidenciado,nacircunstância,todososcuidadosqueacolecistectomiaimpunhadesignadamenteavaliandotodasascondiçõeslocaisdapacienteepromovendoumacuidadosaintervençãonomanuseamentodosinstrumentoslaparoscópicospeloquenãosemostrailididaasuprareferidapresunçãodeculpa.”  1 Essa ilação materializa-se num facto essencial à procedência da pretensão da Autora que, além de não constar da matéria assente e ter sido rejeitada a sua inclusão nessa sede pelo Tribunal a, não foi sequer alegado pela Autora oportunamente e em sede própria.