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Acordam na  Secção Cível do Tribunal da Relação de Évora:   Relatório  BB intentou a presente ação de divisão de coisa comum contra , na qualidade de cabeça-de-casal das heranças abertas por óbito de Jorge  e de Elisa , , que exerce as funções de cabeça-de-casal da herança aberta por óbito de Maria E, EE, FF, GG, HH, , JJ, , , que exerce as funções de cabeça de casal da herança aberta por óbito de José J, NN, OO, PP, única herdeira de Maria H., QQ, que exerce as funções de cabeça de casal da herança aberta por óbito de Maria , RR e SS, pedindo se proceda à divisão dos três prédios rústicos que identifica em três partes iguais e se atribua uma parte aos herdeiros de Maria E, outra parte aos herdeiros de Elisa  e a terceira parte a  Alega, para o efeito, que é filha de Maria E, falecida em 2000, a qual era comproprietária, com a respetiva mãe, Elisa , falecida em 1988, e com , dos três prédios rústicos que identifica, os quais integram a herança aberta por óbito de Jorge , da qual são as únicas e universais herdeiras; acrescenta que os prédios em causa foram expropriados pela Portaria 32/76, de 26-01, na sequência do que, por despacho de 07-06-1985, foram atribuídas duas reservas sobre tais prédios – uma em propriedade plena a favor de Maria E, em conjunto com Elisa  e com , e a outra, em propriedade plena, a favor de José J –, as quais deram origem aos prédios descritos sob as fichas /19870630, /19870708 e /19861010, inscritos a favor de Maria E, Elisa  e ; conclui que os prédios pertencem, em compropriedade, à herança de Maria E, à herança de Elisa  e a e acrescenta que não pretende permanecer na indivisão, como tudo melhor consta da petição inicial.