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Mais forjou documento visando atestar o registo definitivo da transferência da propriedade, remetendo-o por e-mail para a demandante, fazendo-a acreditar que esta era efectivamente a proprietária de tal imóvel, o que arguida bem sabia não ter correspondência com a realidade; Em suma: em função dos factos dados como provados, independemente da indicação que se fez do "purchase and sale agreement tribunal” como CPCV, certo é que a mencionada – com base no texto da decisão de facto constante do acórdão recorrido, repete-se – ficou privada da titularidade do imóvel em questão, mercê da aquisição da totalidade das acções da sociedade "S...... LTD" – proprietária do imóvel - pela referida sociedade "... LTD.", sendo que o ponto de facto provado n. 325 refere-se a uma aquisição e não a uma promessa de compra e venda.