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José Alberto González, Direito da Responsabilidade Civil, 2017, p. 21 «Quando se afirma que a formulação negativa da teoria da causalidade adequada põe a cargo do lesado o ónus de alegar e de provar a condicionalidade e a cargo do lesante o ónus de provar a inadequação, está a dizer-se duas coisas: 1 que o lesado – na responsabildiade contratual, o credor – tem o ónus de alegar e de provar que o facto é, em concreto, condição sine qua non do dano; 2 que o lesante – na responsabildiae contratual, o devedor – tem o ónus de alegar e de porvar que o facto é, em abstrato, indiferente para o dano e só se tornou uma condição sine qua non dele em resultado de circunstâncias extraordinárias» - Nuno Manuel Pinto Oliveira, Princípios de Direito dos Contratos, pp.