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- Nenhum dos factos dados como provados permite que se conclua que a aqui recorrente exerce uma das atividades tipificadas no número 1 da cláusula 1, onde se define quais as empresas que o contrato vincula; - Nem a autora nem a ré "fabrica”, não podendo ser considerada a mera montagem de dois componentes como fabrico das peças que servem à montagem ou da peça que resulta da montagem; - A prestação de serviços que caracteriza a relação dada como provada entre a ré e a sua única cliente, a ., também não permite que se considere nessa relação o conceito de "fabricação”; - Aliás, foi dado como provado que esta relação é de mera prestação de serviços, logo, não de fabrico.