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n759/07TBVCT), à ordem do qual estão penhorados bens do autor, valores que, por terem sido subtraídos unicamente ao património próprio do autor e não às quantias mutuadas pelo banco, devem ser integralmente restituídos.A ré contestou alegando, em síntese, que, do valor global dos empréstimos concedidos, foram suportadas despesas inerentes ao crédito a habitação, tais como avaliação do imóvel, escrituras, prestações de empréstimo, seguros de vida, e outras despesas relacionadas com o empréstimo, para além do valor liquidado ao Banco A, tendo o restante valor se destinado a custear as obras de fundo, remodelação e reconstrução do imóvel propriedade de ambos e a pagar salários aos colaboradores e trabalhadores da empresa do casal denominada "T. Arquitectos, Lda.”, bem como a pagar a pensão de alimentos, no valor de € 375,00 ao filho maior do autor e a fazer face a despesas domésticas e da vida corrente, designadamente água, energia eléctrica e gás que eram debitados na referida conta.