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P., em representação da Fazenda Nacional.a impugnação é inepta por não especificar os concretos créditos em relação aos quais entende que se verificou a prescrição, nem quando foi citado nas respetivas execuções; os processos de execução fiscal que corriam termos por reversão contra o insolvente suspenderam-se por via da declaração de insolvência, fazendo operar o disposto no artigo 18, do P. P. T.; os créditos em causa não prescreveram; os processos em que houve oposição foram instaurados em 2008, 2010, 2011, 2012 e 2013, pelo que, nos correspondentes processos de execução fiscal, o oponente foi citado necessariamente nesses anos, facto que interrompeu a prescrição em qualquer deles; com a declaração de insolvência, suspendeu-se o prazo prescricional que estava em curso, pelo que, mesmo em relação à citação mais antiga de, ainda não se tinha completado o prazo previsto no artigo 4, n. 1, da Lei Geral Tributária; em relação às coimas, também não ocorreu a prescrição, atento o disposto no artigo 3, do R. G. T. as sanções por contraordenação tributária prescrevem no prazo de cinco anos a contar da data da sua aplicação, sem prejuízo das causas de interrupção e de suspensão previstas na lei e nos artigos 3 e 3-A do, Decreto-Lei n. 433/82, de 27/10 a prescrição da coima suspende-se durante o tempo em que a execução foi interrompida e interrompe-se com a sua execução).