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É que, no caso, apenas tendo incidido a decisão recorrida sobre a questão da suspensão da instância – sem esquecermos, aliás, como se refere no acórdão, a respeito da apreciação dessa questão, que a Ré no requerimento que motivou o despacho recorrido não requereu, em rigor, a suspensão da instância, resultando diversamente daquele um requerimento para que o tribunal suspendesse o prazo para contestar e marcasse nova data para a realização da audiência de partes em prazo posterior, pelo menos, ao dia da cirurgia, sem esquecer o tempo razoável para a recuperação dessa intervenção –, não tendo eu dúvidas em concluir, como no acórdão, que se impõe a revogação de tal decisão de suspensão da instância, já no mais, porém, salvaguardando naturalmente o devido respeito pela posição que fez vencimento, considero que, tendo a decisão recorrida apreciado apenas a questão da suspensão da instância, e não pois nada mais, em particular o que realmente foi requerido pela Ré e muito menos a questão de saber se tinha ou não já decorrido o prazo para a Ré contestar, a pronúncia desta Relação, em sede de recurso, deveria, na minha ótica, cingir-se àquela mesma decisão, de suspensão da instância, única que afinal era objeto do recurso, revogando-a no caso, por ter na base uma interpretação e aplicação incorretas do n. 1 do artigo 27 do CPC, e apenas determinando, de seguida, que o Tribunal a quo retirasse dessa revogação as necessárias consequências, incluindo processuais, para o processamento posterior da ação.