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Não o fazer num caso como este, poderia eventualmente contender com o direito de acesso à Justiça, pois, mesmo em sede de liquidação de sentença, não há como provar, com toda a álea e vicissitudes dos processos judiciais, que algo que nunca chegou a existir, obteria este ou aquele resultado concreto..  No sentido de que tal grau de probabilidade favorável tem que ser razoável, já decidiu o TRE em Acórdão proferido em 202016, disponível em www.dgsi.pt., segundo o qual:  "Só a verificação de um grau de probabilidade razoável, favorável, deve poder sustentar a responsabilização da mandatária que, não tendo interposto recurso da decisão desfavorável ao seu cliente, o fez perder a chance de o resultado final poder ser-lhe favorável.