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É que o autor peticiona, por um lado, a condenação da  ré, a título indemnizatório, no pagamento dos valores de 6631,88 Eur., este correspondente ao valor actualizado em dinheiro que alegadamente lhe pertencia e que foi usado para financiar o início da construção da casa, e de 3868,20 Eur., este correspondente ao valor da sua meação no património comum pela edificação da benfeitoria referida, alegando que tais créditos decorrem da cessação das relações patrimoniais do ex-casal, e  que com a transmissão do prédio ao  réu a 312017, a  ré se locupletou com a totalidade do preço recebido, sem que tenha feito a necessária conferência de valores ao património comum, por outro lado, peticiona que se decrete a ineficácia em relação a ele próprio do aludido negócio celebrado a 312017, já que o mesmo foi celebrado com o intuito de impedir o pagamento dos seus créditos sobre o património comum, por ser o bem seu objecto a benfeitoria – prédio o único bem susceptível de garantir o pagamento desses aludidos créditos.