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No caso em apreço, o apelante invoca o instituto da remissão abdicativa, com a consequente extinção da obrigação, no facto de o recorrido, durante cerca de 20 anos, nunca ter exigido ou cobrado o seu alegado crédito, designadamente interpelando-o para o efeito, não ter comunicado ao Banco de Portugal a dívida, nem ter, no âmbito do processo de liquidação oficiosa da sociedade "E, Ld”, em que o encerramento da liquidação se encontra registado desde Novembro de 201 Sem deixar de se salientar que a dívida do apelante resulta da sentença condenatória proferida no processo n 10775/1994, e não propriamente no seu alegado aval à dita sociedade, apesar de o credor "Banco , S.A.” aceitar que, entre a data em que transitou em julgado a sentença 10 de Abril de e a da instauração da execução 11 de Janeiro de - o que se encontra provado sem impugnação factos de e -, não interpelou o devedor para pagar a dívida, nem comunicou a dívida ao Banco de Portugal, para efeitos de inclusão do devedor na Central de Riscos, não temos tais factos como suficientes para concluir nem que o credor remitiu a dívida, nem que o devedor deu o seu consentimento.