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Não obstante, ressalvadas as referidas questões de conhecimento oficioso, não pode este Tribunal conhecer de questões que não tenham sido anteriormente apreciadas porquanto, por natureza, os recursos destinam-se apenas a reapreciar decisões proferidas No caso em análise, as questões a apreciar e decidir são as seguintes: - se o embargante é parte legítima nos autos de execução: - caso se conclua negativamente, se o Tribunal a quo deveria ter convidado a exequente a deduzir o incidente de intervenção principal, a fim de fazer intervir nos autos de execução a sociedade a quem o executado e ora embargante transmitiu a quota que detinha no prédio rústico denominado "Moledos” que integra a AUGI a que se reportam os presentes autos;quem deve suportar as custas.