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Demonstrados que se mostram tais factos – alguns por acordo das partes e outros resultantes da prova produzida nos autos –, constata-se que o núcleo essencial da impugnação da matéria de facto incide sobre o modo como se terá desenrolado a diligência de recolha e entrega dos bens adquiridos, levada a cabo no dia 19 de maio de 2014, aduzindo o recorrente que, nascircunstâncias referidas – encontrando-se os bens depositados no exterior do pavilhão onde a insolvente laborara, junto aos portões do logradouro, envoltos e cobertos a plástico –, nem ele, nem o representante do  réu, conseguiram identificar se tais bens haviam sido todos retirados do pavilhão e  colocados naquele monte, bem como se correspondiam aos que haviam sido efetivamente postos à venda pelos réus e adquiridos pelo autor e se encontravam no mesmo estado e condições em que o autor os vira, nas circunstâncias descritas no edital, pelo que jamais poderia ter sido dado como demonstrado que o envolvimento dos bens em plástico transparente permitia a sua visualização, nem tão pouco que, à medida que os bens eram removidos, o mandatário da sociedade insolvente, Dr. R. T., e a mandatária da cabeça de casal e da sociedade Y, Dr. R., confrontaram cada bem com o auto de apreensão dos bens.