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Por outro lado, a testemunha J. , médico ortopedista que presta serviços para a Ré Y confirmou ao tribunal que à data do óbito da vítima, as lesões por ele sofridas na sequência do embate ainda não se encontravam consolidadas, motivo pelo qual não se podia fixar naquela altura qualquer grau de incapacidade.Quanto ao facto 52, do qual consta que "Após o embate, atendendo às lesões sofridas, o A. sentiu-se deprimido, angustiado, inferiorizado, com vergonha e derrotado, perdendo toda a vontade de viver”, nenhuma prova foi feita nos autos nesse sentido – nem os recorrentes a indicam também, referindo apenas que é normal isso acontecer.