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do Decreto-Lei n. 239/2007, de 19 de, na medida em que ordena a dedução às remunerações devidas no período compreendido entre 002012 e 312017, os montantes líquidos que auferiu relativos à atividade bolseira, de forma a repristinar não como forma de cálculo da indemnização) a situação anterior, o que implica a desconsideração do próprio trabalho desenvolvido;  )	Por tudo isto, não podia a Sentença Executiva reconhecer qualquer pagamento de remunerações, na medida em que do título dado à execução não consta qualquer obrigação de reconstituir a situação da Exequente nesse âmbito, pois nenhuma condenação foi pedida e, portanto, nada consta nela a esse respeito no dispositivo correspondente, razão pela qual são violados os artigos 7 n. 1 e 9 n. 1, do Código de Processo nos Tribunais Administrativos e 61 n. 1 e 62, do Código do Processo Civil e artigo 1 n. 5 do CPC ex do artigo  do  CPTA;  j)	A Sentença executiva, ao condenar a Executada para além do previsto no artigo no artigo 16 n. 1 do CPTA, viola os termos em que a execução de prestação de facto infungível é admissível nos termos deste Código;  k)	A Sentença viola o artigo 17 n. 3 do CPTA, quando condena no pagamento das remunerações à Exequente, na medida em que reposição dos vencimentos que o trabalhador deixou de auferir deve ser afastada quando a entidade patronal consiga demonstrar que durante o tempo em que aquele permaneceu afastado do serviço, o mesmo tenha obtido rendimentos que de outra forma não obteria, tal como decorre da jurisprudência dominante, que faz prevalecer, nestes casos, a tutela indemnizatória em detrimento da tutela repristinatória, devendo ressarcir-se o trabalhar do valor correspondente à perda de rendimentos e não ao pagamento das remunerações, descontados dos rendimentos obtidos no período de afastamento do serviço.