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Para tanto alegou, em síntese, que: trabalha para a Ré desde 1 de Março de 1993, com quem, nesta data, celebrou contrato de trabalho a termo certo que se converteu em contrato de trabalho sem termo; à relação laboral é aplicável o CCT celebrado entre a CNIS e a FNSTFPS, ex  da existência de Portarias de Extensão; a Ré tem-lhe mensalmente pago diuturnidades, porém em valor inferior ao devido nos termos dos CCT aplicáveis, encontrando-se-lhe em dívida, desde 2007 a dezembro de 2018, diferenças no valor global acima peticionado, de €090,3  A Ré contestou alegando em síntese que: não é uma IPSS e, por isso, não é aplicável à relação entre as partes o CCT invocado pelo A.; aceitando embora  a existência de um vínculo laboral com o A., desde 01 de Março de 1993, não aceita contudo que o contrato de trabalho a termo certo apresentado por aquele a vincule pois que não foi outorgado por quem tinha poderes legais para o efeito na medida em que apenas a Comissão Executiva da Ré ou algum dos seus membros poderiam validamente outorgar o contrato de trabalho em apreço, sendo que o contrato em causa não está assinado pelo Presidente Nacional da Ré nem por qualquer membro da Comissão Executiva; e, assim, entende que não se encontra vinculada à sua cl 7, n 1 que dispõe que "Na integração das lacunas e de situações eventualmente emergentes do clausulado do presente contrato, aplicar-se-ão as disposições vigentes sobre o regime jurídico do contrato individual de trabalho a termo, constantes do Decreto-Lei n. 64-A/89 de 27 de Fevereiro, e especialidades contidas na Portaria de Regulamentação Coletiva do Trabalho para os trabalhadores das».