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A restante matéria alegada não foi julgada provada ou não provada, por constituir considerações pessoais ou conclusões de facto ou de direito ou por não ter relevância para a decisão da causa.”  						  DA IMPUGNAÇÃO DA MATÉRIA DE FACTO  A Recorrente nas alegações recursivas "considera que o Tribunal a quo não valorou, pormenorizadamente e detalhadamente, os meios de prova juntos aos autos, o que conduziu a um entendimento completamente distinto daquele a que a matéria factual deveria ter encaminhado; Pelo que é notório o erro de julgamento, em matéria de facto e direito, pois resulta evidente que a Recorrente logrou demonstrar que a prestação de garantia no valor de € 69692,35 constitui um prejuízo irreparável, pelo que a Recorrente logrou demonstrar, nos termos do artigo 5 n. 4 da LGT, 17 do CPPT e 34 do , aplicável ex artigo , alínea da LGT e artigo 7 n. 1 da LGT, o prejuízo irreparável.