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Na verdade, o Tribunal Recorrido, depois de ter admitido a intervenção principal provocada da Z - Companhia de Seguros, S.A. - na sequência da convolação do requerimento que havia sido apresentado pela Ré no sentido de essa intervenção ser efectuada a título acessório – veio a proferir a seguinte decisão final:  "Embora, por efeito do contrato de seguro celebrado com a Ré Y, seja evidente a responsabilidade contratual da Interveniente Z, Companhia de Seguros, S. A., não pode a mesma ser condenada na presente acção, porque não é sujeito da relação jurídica que intercede entre as Autoras e as Rés, é dizer, as Autoras não têm, a seu favor, qualquer direito que habilite uma condenação desta Interveniente, que apenas fica vinculada, em regra, a aceitar os factos dos quais derivou a condenação da Ré Y, provocadora do chamamento, estendendo-se-lhe os efeitos do caso julgado da sentença final cfr., por todos, acórdão do TRC de 20-12-2016, in sítio da Net do.