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Tendo esta matéria sido doutamente dissecada e explicada na sentença proferida em primeira instância, fazemos nossa e in totum, a argumentação aí expendida, transcrevendo o ponto  da respectiva fundamentação, por ser sucinta e esclarecedora: "Para poderem ser utilizados como unidades de alojamento – isto é, para poderem ser objecto de exploração autónoma e objecto de diferentes e simultâneos) contratos de "serviço de alojamento temporário” -, as divisões devem "ter uma janela ou sacada com comunicação directa para o exterior que assegure as adequadas condições de ventilação e arejamento” – al.a) do n2 do artigo 12 do Decreto Lei n 128/2014 de 29 de agosto estabelece o regime jurídico da exploração dos estabelecimentos de alojamento, na sua redacção vigente na data da celebração do contrato promessa sendo esta anterior à publicação da Lei n 62/2018, de 22 de.