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Por sua vez, o n. 2 do artigo 153 do Código de Procedimento e de Processo Tributário preceitua que: "O chamamento à execução dos responsáveis subsidiários depende da verificação de qualquer das seguintes circunstâncias: Inexistência de bens penhoráveis do devedor e seus sucessores; Fundada insuficiência, de acordo com os elementos constantes do auto de penhora e outros de que o órgão da execução fiscal disponha, do património do devedor para a satisfação da dívida exequenda e acrescido.” A utilização do conceito indeterminado "insuficiência” de bens associada à exigência de que tal insuficiência seja "fundada” exige, como ficou consignado no Acórdão do STA de 12/4/2012, proc n 257/12, que "O órgão de execução fiscal está vinculado a fazer uma investigação aprofundada sobre a existência de bens no património do devedor originário ou dos eventuais responsáveis solidários,”.