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À luz deste preceito, cabe ao empregador a prova de que a exclusão ou o tratamento desvantajoso conferido ao trabalhador ou ao candidato a emprego não é irrazoável, arbitrário e discriminatório, tendo uma justificação plausível.”  Assim, no que respeita ao ónus da prova, valem as regras que, com clareza, foram enunciadas no sumário do Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 1 de Junho de 2017, proferido no âmbito do processo n. 816/10T8LSB.LS1, com o seguinte teor:  " O Código do Trabalho ao estabelecer critérios de determinação da retribuição refere que na determinação do valor da mesma deve ter-se em conta a quantidade, natureza e qualidade do trabalho, observando-se o princípio de que, para trabalho igual ou de valor igual, salário igual.