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-309/12 considerou, em sede de reenvio prejudicial, que a Diretiva 80/987/CEE do Conselho, de 20 de outubro de 1980, relativa à proteção dos trabalhadores assalariados em caso de insolvência do empregador, conforme alterada pela Diretiva 2002/74/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de setembro de 2002, deve ser interpretada no sentido de que não se opõe a uma legislação nacional que não garante os créditos salariais vencidos mais de seis meses antes da propositura da ação de insolvência do empregador, mesmo quando os trabalhadores tenham proposto, antes do início desse período, uma ação judicial contra o seu empregador, com vista à fixação do valor desses créditos e à sua cobrança coerciva disponível in, http://curia.europa.eu/juris/document/document.jsf?text=fundo%2Bgarantia%2Bsalarial&amp;docid=144986&amp;pageIndex=0&amp;doclang=pt&amp;mode=req&amp;dir=&amp;occ=first&amp;part=1&amp;=393942#ctx  Pois bem, no caso, o prazo do artigo /8 do n 59/2015, de acordo com o artigo 329 do , começa a correr a partir do dia seguinte àquele em que cessou o contrato de trabalho.