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A sequente questão supra enunciada – reapreciação da medida da pena única – vem advertida pelo recorrente com a conclusão "Uma pena única não superior a 5 anos de prisão decorrente da redução das penas parcelares era suficiente para punir a atuação do recorrente e deveria ser suspensa na sua execução, com regime de prova, porque o prognóstico de vida é positivo dado o enquadramento familiar e social de que beneficia e que consta dos factos 166 a 170 da sentença de 1 instância.”  Tal como sucedera quanto aos demais temas do recurso, também a medida da pena mereceu apreciação do tribunal recorrido, tendo confirmado a pena irrogada pelo tribunal de 1 instância com a sequente argumentação: "Insurge-se ainda o recorrente quanto à medida da pena em que foi condenado, por entender que a mesma "não é justa nem proporcional, pecando por excessiva", mais considerando dever ser, de todo o modo, suspensa na sua execução.