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declarou vender ao  R., que declarou comprar, pelo preço de 100000$00, a fração N do prédio urbano situado na Rua , n.os .. e .. da freguesia de Braga da cidade de Braga, correspondente ao .. andar , lado norte, com entrada pelo n. .. com uma garagem na cave designada pelo n. .., com entrada pelo n. , descrita na Conservatória do Registo Predial sob o n. ;  b) O  R. não negociou com a vendedora identificada em a compra da fração autónoma em causa;  ) O  R. nunca teve intenção de comprar a fração identificada em;  ) O então) marido da A. sugeriu à vendedora identificada em alterações à fracção autónoma igualmente identificada em, definindo com ela pormenores de interiores;  e) Na data referida em o então) marido da A. tinha várias dívidas acumuladas;  f) Pelo motivo referido em, a A. e o então) seu marido solicitaram ao  R. que figurasse como comprador na escritura de compra e venda mencionada em;  g) O  R. nunca residiu de forma habitual e permanente na fração identificada em;  h) Foi sempre o então, agora marido da A. quem habitou de forma habitual e permanente a fração identificada em, nela pernoitando, nela fazendo as suas refeições, nela recebendo visitas, sem oposição de terceiros, designadamente do  demandado;  ) Era o então, agora marido da A. quem liquidava os condomínios atinentes à fração identificada em;  j) Por documento escrito datado de 102002, o  R. declarou prometer vender à A., ou a quem esta indicar, que por sua vez prometeu comprar, a fração identificada em pelo preço de €5900;  k) Lê-se na cláusula terceira do documento referido em que "O preço referido na cláusula anterior €5900 é pago pela segunda outorgante a aqui A. ao primeiro o aqui  R. na data de hoje, para o qual o presente documento serve de quitação.”;  ) Não obstante o referido em, a A. não pagou ao  R. o preço mencionado em;  ) Por documento particular autenticado outorgado em 202012 o  R. declarou vender à  R., que declarou comprar, pelo preço de €3000, já recebido, a fração autónoma identificada em;  n) Não foi pago qualquer preço pela  R. ao  R. por conta do negócio identificado em;  o) A  R. nunca teve a chave da fração autónoma identificada em;  p) Nem o  R. pretendeu vender à  R. o imóvel identificado em nem esta o pretendeu comprar;  q) A  R. nunca liquidou quaisquer condomínios ou referentes à fracção identificada em;  r) Por carta registada rececionada pelo  R. em 212013 a A. interpelou-o para comparecer no dia 212013, pelas 11H00, no Cartório Notarial A. a fim de outorgar o contrato definitivo mencionado em;  s) Não obstante o referido em, omarido da A. continuou a residir de forma habitual e permanente na fração autónoma identificada em, nela pernoitando, nela fazendo as suas refeições, nela recebendo visitas, sem oposição de terceiros, designadamente dos  e  demandados.