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Contra-alegando, a credora-reclamante,, pugnou pela improcedência do recurso, apresentando as seguintes conclusões: O despacho ora em crise não padece de qualquer nulidade, uma vez que a Recorrente, apesar de não ser parte no âmbito do processo n 3419/14T8VIS, encontra-se na mesma posição processual que o Insolvente, seu marido, à ordem daquele processo; ) No mesmo dia em que a Recorrida adjudicou o imóvel, a Insolvente foi aos autos de Insolvência admitir que tinha a consciência de que tinha de abandonar o imóvel e proceder à entrega do mesmo; Nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 828 do CPC, aplicável ex artigo 17 do CIRE, a ora Recorrida requereu ao Tribunal, no âmbito do processo n 3419/14T8VIS o agendamento de diligência de arrombamento, autorizando-se igualmente, que a referida diligência fosse levada a cabo com auxílio da força pública; Tendo o Tribunal conhecimento de que o imóvel está a ser ocupado por ambos os Insolventes, os mesmos foram notificados para procederem à entrega do imóvel adjudicado à, S.A; Apesar de o imóvel pertencer à Credora, é ao juiz que cumpre determinar a sua entrega coerciva, encontrando-se o juiz no perfeito exercício das suas funções e do seu poder jurisdicional; Cabe aos Insolventes demonstrarem que diligências levaram a cabo para encontrar um outro local para residir, designadamente, que tenham requerido às instituições competentes o arrendamento de habitação social ou qualquer outra alternativa de residência; Não o tendo feito, é manifesto não haver violação do disposto no artigo 861 n6 do CPC.