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De todo o modo, ainda que se impusesse a resposta ao referido ponto impugnado – o que se concebe para efeitos argumentativos –, sempre seria de ponderar uma de duas soluções:  Ou se dava como provado que o pagamento da quantia de € 492,00, feito pela Autora no dia 10/08/2017, foi por conta dos honorários devidos à Ré – o que, em bom rigor, se mostra reflectido no ponto 21 dos factos provados, e que não foi objeto de expressa e válida impugnação – ou, na inversa, esse específico facto, a não se provar e merecendo a resposta de não provado, teria de ser incluído no rol da matéria de facto não provada, o que equivaleria à sua não alegação, e não à prova do contrário.