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Nesta medida, reconhece-se, dar como afirmativamente provado como se fez na  Instância) tudo o que consta dos pontos 2 e 2 era desnecessário – em face das regras do ónus da prova – porém, dar tudo como não provado, como agora acontece, não gera qualquer contradição com o ponto 1 dos factos2 De tudo o que consta dos pontos 2 e 2, o que era útil – segundo as regras do ónus probatório – era ficar provado que "nunca foi vontade do Autor, quando outorgou a procuração à  Ré, que a mesma vendesse, a qualquer terceiro, a metade indivisa do imóvel pelo valor de € 0,50, o que era do conhecimento das Rés.”; e isto – quer dado como provado, quer dado como não provado – não contende, como é evidente, com o conteúdo da procuração, com a força probatória do documento da representação e com as regras interpretativas de tal documento/procuração.