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Importa, pois, repensar o risco que acarreta a introdução da alínea do n. 5 do artigo 15 num tipo de acção que, apesar de urgente, se torna particularmente morosa atenta a sua complexidade.» 	Ciente desta apreciação jurídica, fundada em razões de igualdade processual, o legislador aprovou a Lei 107/2019 com a mencionada alteração, pelo que, apesar do novo regime ser apenas directamente aplicável a situações de ausência de contestação ou de falta de junção dos documentos exigíveis para o despedimento colectivo, coloca-se agora a questão de apurar qual a influência desta alteração na admissibilidade da cumulação inicial de pedidos associados à ilicitude do despedimento colectivo com outros relacionados com a execução do contrato de trabalho, da sua violação ou cessação.