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– RELATÓRIO O Digno Representante da Fazenda Pública interpôs recurso da sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé que julgou parcialmente procedente a impugnação judicial deduzida pela sociedade B, LDA contra as segundas avaliações para fixação do Valor Patrimonial Tributário das frações autónomas designadas pelas letras "E” e "T” do prédio em regime de propriedade horizontal inscrito na matriz predial urbana sob o artigo n. 1  Nas suas alegações de recurso formula as seguintes conclusões:  a)	Ao requerer o pedido de  avaliação, a ora recorrida, não alegou factos nem demonstrou a existência de distorção do VPT relativamente aos valores de mercado e às próprias características do imóvel, nem fundamentou tal distorção vide art 76, n.s 4 e 5 do, pois;  b)	Apenas invocou que "discorda do valor do coeficiente de localização fixado 1,95) para a zona ... valor patrimonial determinado encontra-se desfasado da realidade ... não correspondendo ao declarado na escritura e no contrato promessa” vide fls.