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5 Da licitude da denúncia do pré-aval do embargante O recorrente pugna pela revogação da decisão recorrida porque, na sua perspetiva, coonestada por alguma doutrina que cita, "considerando que o aval prestado pelo Executado se tratou de um pré-aval e tendo este deixado de ser sócio antes do preenchimento da Livrança em Branco, não pode deixar de se considerar lícita a denúncia do pré-aval por parte do Executado” e, ainda "que se propugne a posição adotada no AUJ 4/2013, o facto de nos encontrarmos em sede de despacho saneador e desta ser uma problemática para a qual existem, ainda assim, várias soluções plausíveis de direito, o conhecimento imediato do mérito fica prejudicado, não cabendo ao despacho saneador antecipar qualquer solução jurídica e, muito menos, desconsiderar quaisquer factos que sejam relevantes segundo outros enquadramentos jurídicos possíveis do objeto da ação”.