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Nesta revista, na proporção 1/20 e 19/20, por A. e R., respetivamente.” Antes disso, quanto ao mérito dos autos e da revista, havia-se decidido, quanto à condenação líquida constante da decisão recorrida, substituir-se a mesma pela condenação da R. a pagar à A. a quantia de € 52029,25, confirmando-se em tudo o mais condenação em juros e condenação ilíquida dela a decisão recorrida, ou seja, em termos "consolidados”, ficou a R. e aqui recorrente/requerente) condenada a pagar à Autora a quantia de € 52029,25, acrescida de juros de mora desde a citação até integral pagamento, às taxas legais em cada momento em vigor para as operações comerciais, nos termos da Portaria n 597/2005, de 19/07, e, ainda condenada a pagar à Autora a quantia que se vier a apurar em sede de incidente de liquidação, referente aos custos comuns suportados pela Autora após 28-10-2008, até ao limite de máximo de € 36909,15, acrescida de juros de mora desde a citação até integral pagamento, às taxas legais em cada momento em vigor para as operações comerciais, nos termos da Portaria n 597/2005, de 19/0 Termos estes, "consolidados” que, para efeitos da repartição das custas devidas em  Instância, confrontam com o pedido formulado pela A. na PI, isto é, com o pedido de € 53869,32, acrescido de juros de mora vincendos, calculados à taxa legal em vigor para dívidas entre sociedades comerciais, desde a propositura da ação até efetivo e integral pagamento.