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4 À luz do entendimento que vem dominando a generalidade da Jurisprudência dos nossos Tribunais Superiores, importa salientar que em casos substancialmente mais graves do que o presente, vêm sendo atribuídos montantes indemnizatórios por danos não patrimoniais muito inferiores àquele que o Tribunal recorrido entendeu arbitrar no presente caso, como é disso exemplo, entre outros citados no corpo destas alegações, o seguinte Acórdão: o Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 002015, proferido no âmbito do processo n. 332/12TBMGL.C1, fixou uma indemnização de 000,00€ a título de danos morais a um sinistrado que sofreu escoriações da região frontal e traumatismo com fractura do tornozelo e pé esquerdos, que foi submetido a duas intervenções cirúrgicas, que ficou padecer de queixas dolorosas no tornozelo, limitação na dorsi-flexão e na flexão plantar, dificuldade em correr, saltar, subir e descer escadas, que apresenta três cicatrizes operatórias e que ficou afectado com uma incapacidade permanente geral de 5 pontos, sendo de esperar, no futuro, uma agravação da mesma em medida não concretamente apurada.