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Em seguimento, a recorrente S.............., S.A., apresentou alegações que culmina com as seguintes e doutas conclusões: « OBJETO  O presente Recurso vem interposto quanto à parte julgada parcialmente improcedente pela Douta Sentença proferida no processo de impugnação judicial n. 886/10BELRA do Tribunal Administrativo e Fiscal de Leiria, mais concretamente quanto às correções no valor total de € 50857,65, relativas à sujeição a contribuições dos prémios pagos aos Administradores da RECORRENTE em 2014 e 2015, acrescidos dos respetivos juros compensatórios liquidados que proporcionalmente se quantificam em € 5995,26);   A Douta Sentença recorrida, seguindo a fundamentação do ISS, conclui que estaríamos perante prémios atribuídos pela Comissão de Remunerações da S.............. com base exclusivamente no critério 'qualidade da Administração', transcrevendo, para o efeito, trechos das respetiva Actas dessa Comissão que salientam essa condição, concluindo que tais retribuições estavam sujeitas a contribuições à Segurança Social por preencherem a estatuição prevista na alínea do artigo 6 do Código Contributivo sendo essa a fundamentação legal do acto e da Douta Sentença aqui;  DA MOTIVAÇÃO  Porém, se é verdade que na Douta Sentença recorrida se teve cuidado em salientar menções relativas à 'qualidade da Administração', ignorou-se liminar, total e inaceitavelmente todas as restantes menções feitas quanto ao 'desempenho da empresa', descontextualizando o teor dessas Actas, o que fundamenta per se a errada valoração dos factos;   Mas mais: também) ao não se ter percorrido corretamente todo o itinerário normativo aplicável à situação, tal conduziu à citada verificação de um erro de julgamento por deficitária apreciação dos factos subjacentes e, no limite, a um défice instrutório, erros de julgamento que conduzem à anulabilidade da Douta Sentença recorrida que aqui se peticionam.