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Na verdade, perante o teor das alegações acima sumariadas sob os pontos   a , com especial incidência na matéria de  a 4 e nas obrigações contratuais aludidas em  no âmbito das quais à compradora era, nomeadamente, imposto o que contruir no terreno vendido, a mesmo tempo que lhe era vedado qualquer uso em moldes diversos; o prazo para início da obra, a proibição de alienação sem acordo da vendedora, ...), não se pode deixar de concluir que a Ré figura na relação com o Autor, não como uma mera adquirente de um bem que lhe pertencia, mas antes como veículo através do qual o Município pretendia satisfazer interesses iminentemente públicos, cumprindo através da celebração do convénio com um o papel que lhe está legalmente atribuído enquanto ente da administração do Estado, sob pena de, não satisfazendo a Ré esse objetivo do contrato, estar prevista a reversão do bem para o património do vendedor, a tudo acrescendo a cláusula pela qual ficava afastado o direito da ré obter quaisquer outros incentivos municipais.