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287, n. 1, do Civil, "só tem legitimidade para arguir a anulabilidade as pessoas em cujo interesse a lei estabelece, e só dentro do ano subsequente à cessação do vício que lhe serve de fundamento.”  Nesta conformidade, defende a apelante que, na medida em que a autora recorrida teve conhecimento do contrato de arrendamento em apreço, logo no momento da sua celebração 002011, ou, o mais tardar, em Fevereiro de 2016 quando foi notificada pela Câmara Municipal  para efetuar obras no, forçoso é concluir que, à data da propositura da presente ação 102017) já havia caducado o seu direito de propor a ação de anulação do contrato de arrendamento aqui em causa.