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Pretendem os Recorrentes infirmar tal construção jurídica aduzindo os seguintes argumentos: - o prazo prescricional iniciou-se em 1987, quando da celebração da transacção judicial com a produção imediata dos respectivos efeitos, desde logo com a entrega a BB e mulher da quantia de cinco milhões de escudos correspondente ao valor das fracções a permutar, sendo a escritura de permuta uma formalização do negócio a que as partes se encontravam obrigadas; - a venda do imóvel em 2000 não interrompeu nem suspendeu o decurso do prazo prescricional, não podendo o tribunal substituir-se às partes cometendo excesso de pronúncia) fundamentando a decisão num negócio que nada tem a ver com a vontade das mesmas, por se tratar de um contrato celebrado em 2000 entre os proprietários do imóvel, FF e EE, e um terceiro - conclusões 9 a; - ocorreu impossibilidade objectiva da prestação não imputável a FF e EE o pagamento de 5 milhões de escudos recebidos por BB e mulher relativos aos prédios a permutar; o arrastamento por mais dez anos para a desocupação do imóvel, que não se chegou a efectuar; a falta de aprovação pela Câmara de ... do projecto do imóvel a construir para as 41 fracções e lojas, tendo apenas sido aprovadas 20 fracções, sem – conclusões n.s 27 a.