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Apesar de fazerem alusão, na alínea do pedido, ao artigo 87 do CPC, que se aplica aos casos em que a obrigação do devedor consista em não praticar algum facto referindo-se, concretamente, à condenação da executada na "obrigação de manter livre e desimpedido o acesso à parcela de terreno já indicada nos autos, permitindo o trânsito de pessoas a pé para a mesma, abstendo-se da prática de actos que ofendam ou perturbem o exercício de tal direito a favor do prédio dos Exequentes”, segundo referem nas suas alegações de, a verdade é que esta execução em particular, tem por objetivo "a demolição de todas as obras efectuadas muro, portões e chapa e reposição dos prédios e servidões no estado anterior em conformidade com o ordenado judicialmente” – alínea do pedido -, e, admitindo, desde logo, que a executada possa não cumprir com a obrigação no prazo que lhe vier a ser fixado judicialmente, os exequentes requerem – alínea do pedido -, desde já, seja cumprido o estatuído no art 870 do CPCivil, procedendo-se à prestação de facto pelos exequentes, porque fungível, à custa da executada.