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8- De todo o modo, a essencialidade da diligência falada nesse normativo não é a definida pelo requerente, mas aquela que o julgador fundadamente reconhece, assumindo relevância o que, a este propósito, afirmou o Tribunal Constitucional, no seu Acórdão n. 171/2005 DR, Série, de 02005: «O artigo 34, n. 4, do CPP, na medida em que confere ao juiz poderes de disciplina da produção da prova, exigindo para o indeferimento desta a notoriedade do seu carácter irrelevante ou supérfluo, inadequado ou de obtenção impossível ou muito duvidosa, ou ainda da sua finalidade meramente dilatória, não viola as garantias de defesa do arguido».