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– A utilização inadequada deste último expediente com a referida finalidade não envolve erro na forma do processo, determinante da anulação dos actos que não possam ser aproveitados, conforme o disposto no artigo 199 do P., mas antes implica o apelo a um meio processual que a lei não faculta ao executado no contexto da acção executiva que, no caso concreto, foi instaurada de acordo com o formalismo processual legalmente adequado.» E ainda, o acórdão do TRL de 212003, disponível em www.dgsi.pt, o qual refere: «A nulidade da citação para a acção executiva deve ser arguida no próprio processo executivo, não constituindo fundamento para embargos de executado atualmente oposição à execução).» Ou ainda o Acórdão do TRL de 112012, disponível em www.dgsi.pt, o qual refere: «– Resulta do disposto no art.921, n1, do P., que é no próprio processo de execução que o executado há-de arguir a sua falta de citação, pondo em relevo que não teve intervenção alguma no processo e pedindo a anulação da execução.