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Q.	Bem andou o Tribunal a quo ao indeferir liminarmente a presente providência cautelar também ao abrigo do artigo 11, n. 2, alínea, do CPTA, ou seja, com base na verificação da manifesta desnecessidade da tutela cautelar, porquanto sendo o ato suspendendo uma decisão de 002020 que determina um determinado comportamento do Requerente até uma determinada data 102020) e estando já ultrapassada essa data, o Requerente não tem necessidade da tutela cautelar pretendida, nem o ato concretamente suspendendo e a impugnar na ação pode ser já suspenso, nem daí resulta qualquer efeito útil e também não se mostra existir opericulum in mora, determinando a desnecessidade de tutela cautelar, porquanto os prejuízos alegados pelo Requerente são meramente hipotéticos e também não se mostram irreparáveis até porque, se o Requerente entender que tem fundamentos para isso, poderá sempre acionar a responsabilidade da alegada ilicitude da conduta da, nem o Requerente alegou que os rendimentos provenientes do contrato de prestação de serviços que celebrou com o Banco BIC Cabo Verde, S.A. sejam os únicos ou de alguma forma a sua perda representa, de facto, um prejuízo tal suscetível de pôr em causa a sua sobrevivência condigna, não podendo aguardar a decisão do processo principal.