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Tem que se tratar de casos de abuso do direito por parte do beneficiário ou de fraude por banda deste..11”  Na mesma linha, pontificam Almeida Costa e Pinto Monteiro, ")é necessário que os casos de abuso ou de fraude sejam verdadeiramente "inequívocos” para que o banco/garante deixe de pagar é necessário que seja colocada à sua disposição prova "líquida e inequívoca” da "má fé patente”, da "fraude evidente”, ao ponto de "entrar pelos olhos dentro”.12  De igual forma, no ajuizamento dos pressupostos exigíveis nos casos de legítima recusa de cumprimento da garantia autónoma, o Supremo Tribunal de Justiça vem acolhendo um critério fortemente restritivo na respectiva delimitação.