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41, n 1, do RGCO”, por aplicação de tais normativos, a sentença é nula pois que, da sua simples leitura, verifica-se que o Tribunal a quo não descreve, em momento algum, a análise critica efetuada perante a prova produzida, não sendo possível à Recorrente perceber com base em que elementos o tribunal a quo criou a sua convicção, sendo impercetível qual o raciocínio efetuado pelo Tribunal para considerar determinado facto como provado ou não provado e, em concreto, "o que leva a ter como assente que a arguida atuou negligentemente omitindo o cuidado a que está obrigada e de que é e a diligencia adequada, no sentido de evitar a produção daquele resultado conformando-se com o, dado o próprio facto de que se deu, na mesma medida assente que a atuação correspondeu á interpretação da empresa sobre os direitos existentes por entender que podia compensar as férias que a trabalhadora tinha gozado com o subsídio de férias”.