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Artigo 25 De todo o modo, tal facto não pode resultar provado, porquanto verifica-se erro notório no julgamento da questão de facto posto que o arguido confessou quase a integralidade dos factos vertidos na acusação e, apenas, houve divergências quanto a quem tomou a iniciativa de pedir a quem se foi o arguido que impulsionou o acto criminoso ou se, ao invés, foi a testemunha A. co-arguido neste processo que se iniciou como sendo de corrupção - sendo este corruptor activo - e terminou qualificado como crime de tráfico de influências que só pôde depor como testemunha porquanto, aceitou a suspensão provisória do processo, em relação à sua pessoa pois, caso contrário, seria co-arguido, em parceria, com o aqui recorrente!...