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No mesmo sentido pronunciou-se o Venerando Tribunal Central Administrativo Norte, no j�� citado acórdão datado de 29/05/2020, proferido no processo n. 03341/10BEPRT disponível em www.dgsi.pt):  "- O pedido de escusa apresentado por advogado nomeado no âmbito do patrocínio judiciário, constitui um incidente enxertado no procedimento de proteção jurídica, a cuja documentação trocada entre ao advogado nomeado e a Ordem dos Advogados, o beneficiário do apoio judiciário tem direito a aceder, não se tratando de matérias abrangidas por segredo profissional, podendo quanto muito tais documentos conterem «dados pessoais», situação em que se impõe que tais dados sejam expurgados de acordo com um juízo de proporcionalidade.