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Sucede que tais acórdãos citados pelo recorrente, bem como os acórdãos da Relação de Lisboa e do STJ de 2018 mencionados na sentença recorrida nos termos supra transcritos, dizem respeito à aquisição, nos balcões do Banco A, de papel comercial do ESI, ou de acções preferenciais de sociedades veículo criadas pelo Banco A sociedades off-shore detidas e controladas pelo Banco, ou de acções preferenciais "Poupança Plus”, ou de obrigações Caixa Subordinadas do Banco A, bem como a responsabilidade extracontratual do Banco A que o STJ considerou não se ter transferido para o BANCO A, por se tratar de uma responsabilidade litigiosa e contingente, desconhecida à data em que foi aplicada pelo BdP a medida de resolução, constituindo todos eles jurisprudência dos nossos tribunais superiores que não favorece a pretensão dos AA.