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29 e 246, onde refere como matérias conexas a noção de abandono da obra e de incumprimento do contrato; que, em suma, o autor formula dois pedidos condenatórios de reparação de danos, com causas de pedir diferentes, mas que dependem da aplicação dos mesmos princípios do direito, ou seja, que os contratos devem ser pontualmente cumpridos; que neste sentido é também claro o acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul, consultado em linha no dia 20 de novembro de 2017 em http://www.dgsi.pt/jtca.nsf/170589492546a7fb802575c3004c6d7d/0a58af760fee54328025813d0046b12f?OpenDocument que, embora se reporte a matéria de direito diferente da discutida nos presentes autos, a conclusão é a mesma, ou seja, "Assim, a procedência dos pedidos condenatórios em reparação de danos, com causas de pedir diferentes, dependem aqui essencialmente ou sobretudo da interpretação e aplicação das mesmas normas jurídicas os artigos 1 a 10 do RRCEEP/2007).”  Nessa sequência a Mm Juíza do Tribunal a quo proferiu o despacho de 29/05/2018, objeto do presente recurso, que julgando verificada a ilegal cumulação de pedidos absolveu a ré de todos os pedidos.