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119 do; ) Em 29/10/2015, o Chefe do Serviço de Finanças de G......................... proferiu despacho de reversão, do qual consta o seguinte: «)  A sociedade iniciou a sua atividade, para efeitos fiscais e para o exercício de Comércio por Grosso de Cortiça em Bruto, CAE 46213 e Indústria de Preparação de Cortiça, CAE 16293 em 16/01/2008, passando por tal facto a ser Sujeito Passivo do Imposto sobre o Valor Acrescentado, enquadrada no regime normal de periodicidade trimestral a partir desta data;  A sociedade cessou a sua atividade para efeitos fiscais em 31/12/2014;  Até à presente data não se verificou a dissolução da Sociedade;  A dívida exequenda da responsabilidade da sociedade ascende já ao total de €67855,41;  A dívida exequenda nos presentes autos ascende a € 37176,84, descriminada da seguinte forma:  «Texto no original»   Após as diligências efetuadas, nomeadamente consulta a todos os sistemas informáticos, para averiguação de existência de bens, não foi possível encontrar quaisquer bens penhoráveis em nome da executada e devedora originária;  Desde a constituição da sociedade, até à presente data, foi e é sócia-gerente, de direito e de facto, da executada e devedora originária,;  A forma de obrigar a sociedade depende da intervenção de um gerente. )