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Acresce que os recorrentes não só não podiam, como não tinham nada que propor ação cível em separado enquanto o processo-crime não tivesse sido arquivado, por a isso se opor o artigo 7 do CPP, já que até então existia um constrangimento legal ao exercício do direito de dedução de indemnização, pelo que só se iniciou a contagem do prazo prescricional a partir dessa altura, uma vez que enquanto se mantiver pendente a lide processual penal não ocorre a contagem do prazo prescricional acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 101986: "enquanto o processo-crime não estivesse parado por mais de 6 meses, arquivado ou o réu absolvido, não podiam os autores propor a ação cível em separado, por a isso se opor o preceituado no art.