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n 159/14ISSTB.E1, de acordo com o qual e com palavras nossas, a acusação deve conter, ainda que de forma sintética, a descrição dos factos de que o arguido é acusado, efetuada discriminada e precisamente com relação a cada um dos atos constitutivos do crime, pelo que se hão de mencionar todos os elementos da infração e quais os factos que o arguido realizou, sem imprecisões ou referências vagas - não bastando pois, conforme se observa no caso concreto, uma referência genérica ao montante constante das declarações periódicas de IVA, devendo elencar-se as faturas que preenchem aqueles montante e, mais do que isso, os pagamentos realizados, a fim de, inclusivamente, aferir se chegam a atingir o limiar dos € 500 a partir do qual o facto passa a constituir crime.