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As questões suscitadas resumem-se, em suma, em determinar se a decisão judicial recorrida enferma de erro de julgamento, com base nos seguintes fundamentos: 	Por violação do artigo 9, n.s 1, 2 e 3 do CPTA, quanto ao direito à prova, ao ser rejeitada a prova por declarações de parte e a prova pericial; 	Por violação dos artigos  da CRP,  da CEDH,  da CDFUE, 7 do TFUE e 3, n. 1 da Convenção relativa ao Estatuto dos Refugiados de 1951, ao não ser averiguada oficiosamente a existência de um tratamento desumano e/ou degradante, nos termos do artigo , n. 2,  paragrafo do Regulamento EU 604/2013 e omissão em relação à situação atual dos refugiados e dos requerentes de proteção internacional, em Itália, existindo défice de instrução, nos termos dos artigos 5 e 16, n. 1 do CPA; 	Da colocação de questões prejudiciais ao Tribunal de Justiça da União Europeia; 	Das pretensões de se declarar ser o Estado português o responsável pela análise do pedido de proteção internacional e da concessão de proteção internacional pelo Estado português.