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» mas o acontecimento próximo que terá espoletado a necessidade de requerer o internamento compulsivo do seu irmão ocorreu «  Em 15 de Abril de 2019, numa ida ao Hospital , eu e minha mãe cruzamos-nos com ele e tentamos ter uma conversa mas reagiu mal: ficou nervoso, afastando-se de nós com movimentos algo descoordenados, tendo um ataque de cólera, alternando entre o silêncio e as poucas palavras, num discurso de poucos minutos num tom de voz muitíssimo alto, gritante e desconforme, rapidamente se afastou, a pé do local.» « Preocupou-me que, de facto, o seu estado mental se tenha agravado, substancialmente, tendo receio que nalgum momento mais crítico possa cometer ou revelar acções graves que ponham em causa a sua saúde mental e integração física suicídio, assim como, dos demais e, principalmente, não perder o meu único irmão, precisando ele de  tratamento médico adequado urgente.» sublinhado Sem qualquer razão justificada a senhora juíza a quo desconsiderou as razões aduzidas e concluiu, sem mais, que o pedido de internamento compulsivo era apenas um expediente de que o requerente se tinha lembrado de usar para resolver o seu problema com a partilha de bens.