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Resultando o discutido crédito de alegado contrato de mútuo, que nos termos do art 1142 do é um contrato real "quod constitutionem, não basta ao r. provar que os A.A. assinaram um documento escrito onde se declara que o Banco aceitou conceder um empréstimo sob a forma de facilidade de crédito em conta corrente, é preciso provar também que a quantia mutuada foi efectivamente entregue e posta à disposição dos mutuários, dado que esse facto não resulta dos termos do próprio contrato assim assinado.” Não se entende, portanto, que precisamente o mesmo Juiz Relator venha posteriormente, com base nos mesmos documentos, apresentar decisão contraditória e totalmente oposta à primeira.