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A propósito desta factualidade, várias as testemunhas que, sustentando a razão de ciência na convivência que mantinham com os progenitores então e/ou no que lhes era relatado pela progenitora, afirmaram que os progenitores o entenderam a determinada altura dever a progenitora permanecer em casa a cuidar do filho o que até então era feito pela avó, para tanto solicitando esta à sua entidade patronal a necessária licença, e que após a separação do casal o progenitor se insurgiu contra a renovação de tal licença – a O, amiga da progenitora há quase três décadas, visita frequente da casa do casal, afirmou que por opção dos progenitores pelo convívio que com eles mantinha disso se, a progenitora ficou em casa a tratar do filho a avó materna cuidava do neto, mas houve indícios de que teria tido um AVC e em face disso o casal, consensualmente, decidiu dever a progenitora ficar a cudar do, ainda que tal tivesse sido custoso para ela, pois o trabalho realizava-a, tendo-lhe a progenitora relatado nunca o ouviu do progenitor, não tendo com ele falado a propósito) que após a separação o progenitor passou a dizer que ela estava em casa porque queria ficar em casa e não queria trabalhar; a Q, também amiga e colega de trabalho da progenitora, visita frequente da casa do casal, afirmou que foi por consenso do casal nunca presenciou manifestação em contrário do progenitor nas variadas vezes que esteve na casa do que a progenitora pediu à entidade patronal a licença para tratamento do filho que necessitava de cuidados e que após a separação o progenitor como lhe foi relatado pela passou a manifestar o propósito de que a licença cessasse; a , funcionária da Câmara Municipal , que conhece a autora por razões profissionais, depôs sobre a licença solicitada pela progenitora sua tramitação e razões, não deixando de referir que ela é pessoa activa, profissionalmente empenhada e que forçosamente sentiu a ausência do trabalho; a N, amiga do casal inicialmente da, afirmou que a licença da progenitora para assistência ao filho foi decisão conjunta tal era mais fácil à progenitora que ao progenitor, por razões e que após a separação segundo o que lhe foi referido pela progenitora, pois que o progenitor nunca lho o progenitor pretendeu que a licença acabasse não sabendo as razões); a K, colega de trabalho e amiga da progenitora, visita frequente da casa do casal, afirmou que a progenitora usufruiu de licença para prestar assistência ao filho, tendo o seu pedido sido consensualmente acordado pelo casal a licença era mais fácil para ela do que para ele – ela trabalhava em serviço público, ele em colégio, ainda que a solução fosse custosa para ela gostava do trabalho e a licença representava para ela um sacrifício); o P, amigo da progenitora, que referiu ter-lhe sido por ela relatado que o progenitor afirmava que ela pretendia prolongar a licença por não querer trabalhar; a J, amiga e colega de trabalho da progenitora, que aludindo assertivamente aos problemas de saúde do E e terapia que, referiu que a partir de determinada altura o casal entendeu que a avó paterna não tinha condições para tomar conta dele por ter tido problema de saúde) e decidiu que ficaria a progenitora em casa a prestar ao filho a assistência necessária o que não foi fácil para a progenitora, por lhe ser necessário o exercício da actividade profissional – nunca gostou da ausência do, tendo a posição do progenitor mudado após a separação entendendo que a licença era um privilégio); o , avô materno das crianças, referiu que por escolha dos progenitores, para acudir às especiais necessidades do E, a progenitora esteve em casa de licença), a assisti-lo e que após a separação o progenitor se opôs a que ela continuasse de licença, insurgindo-se contra a médica que passava o atestado o que era normal, por ser habitual insurgir-se e reclamar de tudo e contra.