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- Como resulta provado dos factos dados como provados na decisão recorrida, a aqui Recorrente e o falecido sócio seu, eram casados no regime da comunhão geral de bens, e eram ambostitularesdequotas na referida sociedade, aqui Recorrida, quotas que sempre trataram como sendo umaúnicaquota,tendosidosempreestes quem geriam a referida sociedade, tendo poderes para a vincular, sem intervenção da sócia e filha, A. P., a qual, através de uma amortização ilegal da quota do falecido pai, pretende apoderar-se de parte da quota, à qual bem sabe não ter qualquer direito, com o único intuito de prejudicar a sua mãe, aqui Recorrente.