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No entanto, como refere PINTO LOUREIRO32, por virtude do exercício do direito de preferência, não se verifica nem a nulidade do negóciocelebrado entre o alienante e o adquirente, nem uma segunda transmissão do bem, agora para o preferente, uma vez que "o exercício do direito de preferência postula a existência de um contrato válido, destinado a subsistir no seu todo, salvo quanto ao nome do adquirente por força da sentença a proferir na acção, o nome daquele se sobreporá ao deste tudo se passando como se por motivo de erro de escrita o nome do adquirente tivesse de ser rectificado judicialmente.” negrito Nestes termos, o titular do direito de preferência a quem não se dê conhecimento da venda e que pretenda haver para si a coisa já alienada, terá de: -intentar a acção prevista no prazo de seis meses, a contar da data em que teve conhecimento dos elementos essenciais da alienação; -depositar o preço no prazo de 15 dias, após a propositura da acção.