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O Tribunal de  Instância considerou como não provados os seguintes factos: "a. que a ré não conseguiria adquirir o imóvel sito no na Rua ... n 76 se o 2 autor não tivesse intervindo nas negociações; b. que o 2 autor levou a cabo os contactos e as conversações com o locatário do imóvel mediante a contrapartida de lhe ser adjudicado o projecto pelo preço referido no artigo 100, da petição inicial; que os réus encomendaram aos autores os projectos de execução das obras desse imóvel; e. que os autores foram coagidos a aceitar o valor aludido no ponto 6 do elenco dos factos provados; e. que os autores foram coagidos a aceitar o valor aludido no ponto 6 do elenco dos factos provados; f. que devido à conduta dos réus os autores deixaram de poder ganhar prémios, publicitar a sua obra e angariar novos clientes; g. que devido à conduta dos réus a autora deixou de ganhar a quantia de € 12247,00 a título de honorários; h. que apenas com um outro negócio de idênticas características lhe tivesse proporcionado a sua obra, devidamente concluída, os autores poderiam vir a receber, pelo menos, mais € 10000,00; e  caso tivesse levado a cabo a parceria com o Dr. FF, os autores poderiam contar com um lucro na venda do n. 76 da ordem dos € 12000,00; j. que, não fosse a conduta dos réus, a autora poderia ter logrado negociar com outros investidores o negócio do n. 80 e obtido uma participação directa no lucro do negócio obtido, que facilmente poderia corresponder a 10% ou 15% do mesmo, isto é, de até € 15000,00; e  os autores não teriam feito o investimento no desenvolvimento dos projectos se não tivessem sido incentivados pelos réus”.