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1 Por diversas vezes, perante as queixas dela, devido a todas as descritas condutas, puxou-a violentamente pelos braços, arrastando-a até à porta de casa, e dizendo-lhe " se não estava bem que fosse para casa dos seus pais, mas que o filho ficaria com ele.” 1 Foi esse argumento, de retirar da convivência da assistente o filho de ambos, que o arguido usou para que a mesma não apresentasse queixa contra ele, o que esta apenas veio a concretizar, quando no dia 25 de Fevereiro de 2013, o arguido se recusou a entregar-lhe o filho depois de o ter levado uns dias a casa dos pais dele, sita em Gouveia, situação que foi regularizada por decisão proferida no Processo de Regulação do Exercício das Responsabilidades Parentais n. 253/14TBLMG, do 2 Juízo deste Tribunal, em que foi homologado o acordo, segundo o qual o menor ficou a residir com a mãe.