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Acordam na 7 Secção do Tribunal da Relação de Lisboa:    RELATÓRIO   Em 12018, e por apenso aos autos de execução comum em que é exequente A e executados B e outros, veio este deduzir embargos de executado, pedindo que, na procedência dos embargos, se reconheça e declare a nulidade das cláusulas constantes dos pontos 8, 12, 16, 21 e, em especial, as alíneas e do ponto 21 do contrato de mútuo já identificado nos termos do disposto nas alíneas e do artigo 8 do RCCG e, por essa via, ser esse contrato declarado nulo nos termos do n 2 do artigo 9, do mesmo diploma legal, ou caso assim não se entenda, devem as referidas cláusulas ser consideradas nulas e excluídas do referido contrato; e se declare prescrita a obrigação exequenda, nos termos e para os efeitos da alínea, do artigo 310 do Código Civil; subsidiariamente se reconheça e declare a ausência de factos que corporizem os montantes das amortizações efetuadas e a sua imputação se ao capital, se aos, à descriminação das despesas da execução e considerando o seu modo de liquidação, constituindo, na aceção do disposto nos artigos 713 e 729, alínea, este aplicável ex do artigo 730, todos do CPC, a obrigação exequenda ilíquida; e se reconheça e declare a obrigação exequenda inexigível, por ausência de interpelação do Executado, nos termos legais; e a instância deverá ficar suspensa, nos termos e para os efeitos da alínea do n 1 do artigo 733 do CPC, por o Executado ter impugnado fundamentadamente a exigibilidade e a liquidação da obrigação e sem necessidade de prestar caução; deverá, em qualquer caso, a oposição ser considerada procedente e, em consequência, ser a instância executiva declarada extinta.