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769-815, datado de 21-11-2019, conhecendo das questões ali delineadas, como abaixo se deixará sumariado, mas julgando, de novo, improcedentes quer a apelação interposta pelo A. quer a pretendida ampliação da matéria de facto deduzida pelo R. e confirmando a decisão da  instância no sentido da improcedência da ação, ainda que com exclusão, em sede de fundamentação, das infrações disciplinares imputados ao A. ocorridas entre novembro de 2008 e março de 201   De novo inconformado, veio o A. pedir revista excecional para o que formulou as seguintes conclusões:    - O acórdão recorrido é nulo, por não ter apreciado o facto, alegado pelo A, de que a pensão de reforma dele seria, caso não tivesse sido despedido, de 310,25 €, ilíquidos, em 302022;   - Foi ilícita a conduta do R. perante o A. por força do não cumprimento, por aquele, dos deveres que para ele decorriam do EOA, então em vigor, e que assumiu perante o A.;   - O comportamento do R. impediu que o A. visse apreciadas, no processo de impugnação do despedimento, as razões pelas quais entendia dever o despedimento ter-se por ilícito.