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Quanto à determinação das penas  a)      Recurso ao arguido AA supra,   4 A este propósito, diz o recorrente, em síntese, que "não foram suficientemente ponderados como fatores atenuantes da pena, as condições sócio-económicas do arguido e família, nomeadamente o que consta do seu relatório social, nomeadamente a sua proximidade relacional com os familiares mais próximos que tem sido mantida por um regime regular de visitas e contactos telefónicos”, que "estava a trabalhar quando foi detido”, "investiu no aumento das habilitações académicas e nas qualificações profissionais e manteve na sua generalidade uma conduta de adequação e cumprimento das medidas de flexibilização da pena”, que "projeta retomar ao agregado materno e procurar organizar a sua independência pela profissionalização, preferencialmente, na área da panificação e pastelaria, encontrando-se a tirar um curso de pastelaria no Estabelecimento prisional”, pelo que "uma pena de prisão tão elevada – de 9 anos e 6 meses”, "desajustada” das "necessidades de prevenção geral e especial” e que ultrapassa a medida da culpa, "terá um efeito manifestamente nocivo e menos eficiente ao nível das necessidades de prevenção, do que se fosse aplicada uma pena inferior, aniquilando a sua vida em sociedade”.