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3 Então, o 1 Sargento de Infantaria,, solicitou à avó materna se podia fornecer o contacto telefónico da progenitora, tendo, de seguida, telefonado para esta, a qual disse saber o motivo porque estavam em sua casa, e que "o Sr. não iria levar o seu filho, que as coisas eram sempre como ele queria e que desta vez não ia ser, que o Sr. só era pai quando queria, que o mesmo já se tinha esquecido de ir buscar o na Escola, que o Sr. sabe muito bem que no despacho do Tribunal ele só tem direito a estar com o filho no dia de aniversário do menor a partir dos dois anos de idade.”  3 Após ouvir esta resposta, o referido  Sargento de Infantaria,, informou-a que tinha em sua posse cópia da referida acta e que estava previsto, na sua folha 23, ponto que "O pai poderá estar e visitar o menor sempre que o entender, sem prejuízo das horas de descanso e afazeres escolares do menor, e desde que avise a progenitora com antecedência razoável”, ao que a progenitora respondeu que o pai "só tinha direito a estar com o filho no dia do aniversário do menor a partir dos dois anos de idade, por isso não vai com ele”.