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Deste modo, e tendo em consideração as conclusões acima transcritas cumpre apreciar e decidir sobre a reapreciação da matéria de facto, cumprido que se considere o ónus da prova, e subsequente aplicação do direito em consonância com a eventual alteração fáctica requerida, ou, então, ainda que mantida a mesma, se se verifica, ou não, a nulidade da cláusula de cobertura do risco e/ou falta de abrangência deste no contrato celebrado entre as partes.Fundamentação de facto  Factos provados   Por escritura pública celebrada em 09/05/2007 o Autor adquiriu a fração autónoma, designada pela letra "", correspondente a um apartamento no sétimo andar direito, lado sul, habitação tipo T3, com entrada pelo n. 34 de polícia, do prédio urbano descrito na Conservatória do Registo Predial de Braga sob o número  e inscrito na matriz predial sob o artigo -,   O direito de propriedade sobre a referida fracção encontra-se registada a favor do Autor, pela ap-39 de 20201  O Autor, por si, antepossuidores e anteproprietários, tem vindo a usar a fração, aí vivendo até determinada altura, dela retirando todas as utilidades e proveitos, bem como suportando todos os inerentes encargos, pagando as contribuições e impostos autárquicos, desde há mais de 10 anos, à vista de toda a gente, por forma contínua e pacífica perante todos e sem oposição de ninguém, com o ânimo de exclusivo proprietário, na convicção de exercer um direito próprio de propriedade pleno.