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E neste conspecto, como assim resultou provado, depois de cessado o seu contrato de trabalho , o Autor instaurou junto do Tribunal de Trabalho de Valongo, em 04 de dezembro de 2014, ação tendo em vista a condenação da sua ex-entidade patronal no pagamento de créditos devidos pela execução e cessação do contrato de trabalho, o que, considerando o disposto no n. 2 do artigo 32 do Código Civil segundo o qual o prazo de prescrição se tem por interrompido desde que tenham decorrido cinco dias desde a instauração da ação, o prazo de prescrição, que começara a correr em 08 de maio de 2014 que é o dia seguinte ao da cessação do contrato, interrompeu-se em 09 de dezembro de 2014, sendo que, sobre os efeitos da interrupção, dispõem os artigo 32, n. e 32, n. 1, ambos do Código Civil, que a interrupção inutiliza para a prescrição todo o tempo decorrido anteriormente, começando a correr novo prazo a partir do ato interruptivo, e que, se a interrupção resultar de citação, notificação ou ato equiparado, ou de compromisso arbitral, o novo prazo de prescrição não começa a correr enquanto não passar em julgado a decisão que puser termo ao processo.