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Todas as informações deste modo trocadas serão consideradas secretas e só poderão ser comunicadas às pessoas ou autoridades encarregadas do lan��amento ou da cobrança dos impostos abrangidos por esta Convenção”, estabelecendo o n 2 que "o disposto no n. 1 nunca poderá ser interpretado no sentido de impor a um dos Estados Contratantes a obrigação:De tomar medidas administrativas contrárias à sua legislação ou à sua prática administrativa ou às do outro Estado Contratante;De fornecer informações que não possam ser obtidas com base na sua legislação ou no âmbito da sua prática administrativa normal ou das do outro Estado Contratante;De transmitir informações reveladoras de segredos comerciais, industriais ou profissionais ou de processos comerciais ou informações cuja comunicação seria contrária à ordem pública.”  Para além disso, em conformidade com o disposto no artigo  da Directiva n. 2011/16/EU do Conselho, de 15 de Fevereiro de 2011, relativa à cooperação administrativa no domínio da fiscalidade, publicada no Jornal Oficial da União Europeia, de 11 de Março de 2011, e transposta para o direito interno português através Decreto-Lei n. 61/2013, de 10 de Maio de 2013, com entrada em vigor no dia 11 de Maio de 2013, doravante designada por Directiva, "a pedido da autoridade requerente, a autoridade requerida comunica à autoridade requerente todas as informações a que se refere o n. 1 do artigo  de que disponha ou que obtenha na sequência de inquéritos administrativos.”   Acresce que, nos termos do artigo , n. 1, da Directiva, "a autoridade requerida manda efectuar os inquéritos administrativos necessários para obter as informações a que se refere o art.