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K) O processo tem provas que evidenciam de uma forma clara a vontade real da Autora e da Ré quando estipularam a remuneração extraordinária alocada ao eventual envolvimento do "canal internacional”, pelo que a Sentença deveria ter julgado como provado o seguinte:  «A vontade real da Autora e da Ré quando estipularam uma verba adicional para o pagamento a um canal internacional, bem como a execução que a Autora e a Ré concretamente fizeram do contrato de mediação, foi a de atribuir à Ré uma remuneração extraordinária na condição de ocorrer um alargamento das possibilidades de angariação de negócios face ao que estava originariamente contratado e, ainda, desde que desse alargamento resultasse a angariação de um negócio pela Ré através da colaboração 1 de um mediador estabelecido noutro país que não Portugal que 2 tivesse agido noutro país que não Portugal».  )