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Ora, no caso, conforme decorre da simples leitura das alegações de recurso apresentadas pela apelante ...), verifica-se que esta, salvo o devido respeito por entendimento contrário, não teve devidamente em consideração a enunciada distinção que se impõe operar entre vícios que inquinam a fundamentação do julgamento da matéria de facto realizado pela 1 Instância e erro de julgamento da matéria de facto em que esta possa ter incorrido, posto que apesar de alegar que a fundamentação da matéria de facto padece dos vícios da insuficiência, ambiguidade, obscuridade e inteligibilidade que lhe assaca, na verdade, todo o seu esforço alegatório é desenvolvido essencialmente no sentido de demonstrar ter a 1 Instância incorrido em erro de julgamento da matéria de facto ao considerar provada a materialidade fáctica dos pontos 6 e   Acresce que a apelante ...) não teve igualmente em devida consideração, no seu esforço argumentativo, a distinção que se impõe operar entre erro de julgamento da matéria de facto e erro de julgamento quanto à decisão de mérito, conforme resulta das críticas que imputa à sentença recorrida a propósito da questão da posse exercida pelos 1 a 4 Réus, na qualidade de sucessores do falecido ...), na sequência do falecimento deste, posto que as questões que, a esse propósito, suscita são puras questões de direito.