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Procedeu-se a audiência de julgamento após o qual foi proferida sentença, cuja parte dispositiva se reproduz em parte:  "Nestes termos e pelo exposto, decido: a) Julgar improcedente, por não provada, a excepção peremptória de caducidade do direito da Autora/Reconvinda; b) Julgar parcialmente procedente, por parcialmente provado, o pedido formulado na petição inicial e, em consequência, condenar a Ré/Reconvinte – , Unipessoal, Lda., a proceder à reparação do defeito referido em 22 e 24 da factualidade provada, no prazo de 30 dias a contar do trânsito em julgado da presente sentença; ) Julgar improcedente, por não provado, o demais peticionado pela A./Reconvinda F., absolvendo-se a Ré/Reconvinte do pedido, na parte correspondente; ) Julgar parcialmente procedente, por provado, o pedido reconvencional e, em consequência, condenar a A./Reconvinda a pagar à R./Reconvinte a quantia de € 062,39 nove e sessenta e dois euros e trinta e nove cêntimos), acrescida de juros, vencidos e vincendos, à taxa legal em vigor para as operações comerciais, contados desde 14/9/2018, até efectivo e integral pagamento; e) Absolver a A./Reconvinda do demais peticionado em sede de pedido reconvencional; f) Julgar improcedente, por não provado, o pedido de condenação da R./Reconvinte como litigante de má fé;  Custas por A./Reconvinda e R./Reconvinte, na proporção do respectivo decaimento artigo 52 do, ficcionando-se para este efeito que o decaimento da R. nos termos da al.