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H. Ficou provado, ainda, que a Autora/Sinistrada foi submetida a exames de RMN da coluna cervical e lombar em 7/9/2016, que registaram alterações degenerativas em todo o trajecto da coluna cervical de C2 a C7 com procidência discal generalizada em todos os segmentos intervertebrais, em alguns casos com compromisso radicular, hipertrofia das facetas articulares, fenómenos de uncartrose e reacção ósteofitária marginal; que detectaram ainda o "canal vertebral degenerativamente estreitado com epicentro C4-C5” e alterações degenerativas na coluna lombar de L3 a S1; mas que essas alterações degenerativas não têm como causa o acidente descrito e não justificam os sintomas de dor ou irradiação para os braços de que a Autora se queixa, nem têm relação com qualquer traumatismo, muito menos recente.