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Ademais, salvo melhor opinião, a posição sustentada nestes dois acórdãos deixa por resolver a questão de determinar o prazo de prescrição quando a pena de prisão aplicada a título principal seja menor que a pena de substituição – imagine-se, p.ex., uma pena de dois anos de prisão, suspensa na sua execução pelo período de cinco anos hipótese, aliás, de verificação altamente provável) – nos casos em que não é proferida decisão de revogação da suspensão da pena, mas também não é declarada extinta a pena de substituição o que, a não se tomar posição quanto ao decurso do prazo de prescrição, poderia levar a que o processo se mantivesse pendente indefinidamente – ou, aplicando o raciocínio exposto no citado aresto, teríamos a considerar um prazo de prescrição de 15 anos para a pena de substituição e um prazo de 10 anos para a pena.