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Pretende o apelante se modifique a decisão da 1 instância julgando-se não provado o facto 20 e se altere a redacção dos factos provados 17, 18 e 21 de modo o considerar-se tão só provado: - quanto ao facto 17, se julgue tão só provado que a ‘mãe, a 18 de Novembro, comunicou ao pai que o E tinha de usar óculos’ excluindo-se o segmento em que aí se considera que tal ocorreu no seguimento do que já fora informado após a consulta do, - quanto ao facto 18, se julgue tão só provado que que a ‘requerida remeteu ao requerido orçamento detalhado com as lentes a seguirem as caraterísticas da prescrição médica, assim como fotografia do E com o modelo semelhante ao da irmã’ excluindo-se o segmento inicial em que se considera provado que tal ocorreu em razão da ausência de qualquer iniciativa por parte do requerido e porque quando a mesma necessidade foi da  o requerido deu a iniciativa à mãe), e  - quanto ao facto 21 se julgue apenas provado que ‘sempre que é preciso marcar vacinas, a requerente informa ou esclarece o requerido’ ao invés de se considerar provado, como o foi pela 1 instância, que sempre que é preciso marcar vacinas, a requerente informa e esclarece, colhendo sempre desconfiança do requerente, que por vezes desmarca e não.