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€29,24) –, sendo que, bem vistas as coisas, a ser a sua posição sobre o abono em causa a que na ação invocou, então, por um lado, não deveria assim ter atuado anteriormente, ou seja realizar o pagamento, e, por outro, precisamente porque assim atuou, quando agora sustenta que não estava afinal obrigada a fazê-lo, será então caso para perguntar qual foi a razão para pagar o que pagou e, já agora, para mais tarde se arrepender, do que resulta, que mais não seja por apelo ao instituto do abuso do direito – na modalidade venire contra factum próprio –, previsto no artigo 33 do Código Civil, que deve ser negada aqui a sua pretensão, por afrontar diretamente a sua atuação anterior no momento em que realizou o pagamento.