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B. Como decidiu o Tribunal a quo, a prova testemunhal apresentada pela Recorrente resumiu-se a duas testemunhas que, para além de ocuparem cargos políticos e de estarem ligadas ao governo de NM1 – a que acresce a circunstância de uma delas ser administrador da PDVSA2 - não tinham conhecimento direto e, muitas vezes, nem sequer dos factos em discussão nos autos, tendo-se limitado a confirmar sem quaisquer detalhes e, em diversos períodos da inquirição, com respostas monossilábicas, no seguimento das perguntas sugestivas colocadas pela mandatária do a existência dos contratos subjacentes às ordens de transferência, acabando mesmo por admitir que não tinham analisado os referidos contratos nem as correspondentes faturas A prova testemunhal apresentada pela PDVSA é manifestamente insuficiente para que o Tribunal a quo decretasse a providência requerida e ainda menos será para sustentar a revisão que pretende que o Tribunal ad quem leve a cabo neste Recurso.