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É certo que poderia ter sido mais explícito, designadamente definindo autonomamente a mesma matéria factual, sendo certo que a mesma se reconduz àquilo que foi alegado pelo próprio embargante/executado na oposição à execução que apresentou, mais concretamente que:  A) Em sede de despacho-saneador proferido no âmbito do processo de divórcio que, sob o n. 1339/19T8BRG, que correu termos pelo Juízo de Família e Menores de Braga – Juiz 2, foi proferida decisão atribuindo provisoriamente a casa de morada de família ao cônjuge mulher, ali autora e aqui exequente, da mesma se podendo ler: " temos por adequada pretensão de atribuição provisória da casa de morada de família à autora, o que decido para a pendência da ação.” B) Com base nesta decisão judicial, o cônjuge mulher intentou contra o marido, aqui embargante/executado, a execução principal apensa, requerendo a entrega coerciva de tal bem imóvel, que constitui a casa de morada de família. )