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B) Factos julgados não provados  «Não resultou provado que o  Réu fosse sócio do  Réu, com poder de decisão no negócio e que a negociação tenha passado pelo crivo do  Réu; que o  Réu só tomou conhecimento dos contornos do negócio, quando recebeu uma comunicação do Ilustre Mandatário do autor; que o veículo continuou à disposição do Autor, desde que pagasse a quantia acordada; que o preço do veículo, acrescido das despesas que o  réu teve de suportar com a deslocação, alojamento, revisão, reparação, inspeção, obtenção de matrículas e legalização do veículo ascendia a 1750 €.»  – FUNDAMENTOS DE DIREITO   A) Nulidade da sentença  Alegam os recorrentes que a sentença proferida incorre em manifesta e gritante contradição e erro de raciocínio lógico, que poderá consubstanciar a nulidade da sentença, nos termos da alínea do n. 1 do artigo 615 do CPC, o que, por dever de patrocínio, se invoca.