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290884$00 ou seja, € 11227,08); - sobre o imóvel melhor identificado em dos factos provados encontra-se registada hipoteca voluntária a favor do Banco, SA -AP 17 de 2006/06/02- com o montante máximo assegurado de € 3327,00; - o Banco, SA pertence ao mesmo grupo que o requerente; 4)- O imóvel melhor identificado nestes autos, segundo a avaliação feita pelo requerente e pelo seu parceiro de grupo - o B, SA-, tinha valor suficiente para permitir o pagamento de, no limite superior, o montante de € 15554,08  € 11227,08 + € 3327,00 ; 5)- Somando os valores presumidamente devidos pelos opoentes, e garantidos pelo imóvel melhor referenciado, obtemos o montante de € 12565,81  € 8530,09 + € 2775,94 + € 1791,20 + € 468,58; 6)- E, assim sendo, este montante € 12565,81 é inferior aquele que, Requerente e Banco ...), SA, aceitaram valer o imóvel aqui em causa  € 15554,08 ; 7)- Por isso que é lícito concluir que o património imobiliário dos opoentes será de acordo com a avaliação feita pelo Requerente e pelo, SA, quando emprestaram dinheiro aos opoentes -que ascendia a valores superiores aos mais do que suficiente para solver todas as presumidas dívidas dos opoentes; 8)- Aliás, vir agora o Requerente dizer que o património imobiliário dos recorrentes tem um valor inferior ao das suas dívidas e que, por isso, não permite o respectivo é actuar em claro e manifesto abuso de direito, na modalidade de "venire contra facto proprio” pois se foi o próprio Requerente quem avaliou o imóvel por um valor superior ao das alegadas e actuais dívidas dos recorrentes!!...