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B. Concretamente, o programa do Recorrido formou-se através de um ajuste direto e de um concurso público ilegal, no grotesco valor de € 3900000,00 trezentos e noventa milhões de a esmagadora maioria por ajuste, o qual originou duras críticas das mais altas entidades nacionais, incluindo parlamentares, e mesmo interrogações do foro penal, pela clara anormalidade do procedimento comummente conhecido por projeto da Sociedade de Informação, que englobou o famigerado computador ..). . O referido programa do Recorrido provocou contínuos prejuízos ao Recorrente durante a sua duração, que culminaram na perda das suas representações para o seu concorrente presenteado pelo procedimento estatal, JPSC que formou um consórcio com a PL, designado por, o qual evoluiu na mesma medida e momento em que recebeu do recorrido de € 400000,00 / ano para € 3500000,00/, causando a inevitável exclusão ad aeternum de um relevantíssimo interveniente naquele mercado o Recorrente era distribuidor das marcas de equipamentos informáticos mais reputadas, como por exemplo, a ASUS – tendo sido até este que a trouxe para Portugal -, vendendo, antes do programa estatal, largos milhões de euros/ano). . O Recorrente apresentou queixa do sucedido à Comissão Europeia e descobriu, por esta, que o Recorrido foi mesmo julgado e condenado pela sua conduta, em cristalino sentido favorável à pretensão do Recorrente, o que se vislumbra através do documento n. 28 junto por este na sua Petição Inicial.