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O autor obteve por iniciativa própria, a 13/08/2015, fotocópia com valor de informação da escritura celebrada.” A esses a Relação acrescentou os seguintes: "a. Em escritura pública outorgada em ./../, em Cartório Notarial sito no ., o aqui primeiro réu varão declarou vender tendo a aqui primeira ré mulher declarado prestar o seu à aqui segunda ré, pelo preço de quinhentos euros, um quarto indiviso do prédio rústico descrito na CRP do .. sob o n .. da freguesia de ., inscrito na matriz sob o artigo ..; b. Na acção que correu sob o n : b.1 o autor, invocou a sua qualidade de comproprietário de ¼ do bem alienado pelo aqui primeiro réu varão à segunda ré mulher, pretendendo preferir, atenta essa sua qualidade, no referido negócio celebrado pelo preço de quinhentos euros declarado na referida, dado a compradora não ser titular de qualquer direito sobre o prédio e não lhe ter sido comunicada o projecto de venda para que pudesse exercer a preferência; b. contestaram tal acção os segundos réus, alegando em síntese) que o preço real do negócio de compra e venda foi de dez euros e não o declarado na escritura e que o bem vendido foi uma parcela de terreno composta por um armazém de rés-do-chão, com a área de 32,59m2, uma construção arruinada com a área de 12 m2 e terreno de cultura, com área de 546m2, a vinha da região demarcada do .. e sequeiro, parcela perfeitamente dividida, demarcada e autonomizada e que resultou da divisão material do prédio descrito na CRP de .