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Aqui chegada, suscitam-me as seguintes questões, impeditivas de subscrever a decisão plasmada na tese que faz vencimento: )O contrato promessa que foi celebrado em 29 de Setembro de 1999 com o de cujus dizia respeito ao terreno, cfr pontos 3 e 4 da matéria assente, onde iria ser construído um loteamento, terreno esse pertença daquele e cuja escritura foi efectuada em 5 de Março de 2004, pontos 5 e 6; ) Nessa mesma data foi celebrado um outro contrato promessa entre a Insolvente e o de cujus, no qual aquela se comprometeu a vender a este os lotes A1,A2, A3 e A4 e C1, ponto 7, lotes esses nos quais iriam ser construídas a moradias cujo direito de retenção se encontra aqui em discussão no que tange às instaladas nos lotes A1 a A3; ) O de cujus faleceu em 19 de Dezembro de 2007, sendo que antes da sua morte havia manifestado a vontade que a A1 ficaria para si e para sua mulher e as outras duas, seriam respectivamente para cada uma das filhas, ponto 16; )Posteriormente ao óbito, em 00 de  de 2008, a viúva e as filhas celebraram um contrato com a insolvente, denominado de permuta e compra e venda, relativamente às moradias A1, A2 e A3, sendo no âmbitos destes específicos contratos que lhes foi entregue a chave dos imóveis, cfr pontos 21 a 27; Assim, se os contratos promessa que são a base para o direito de retenção aqui em causa foram celebrados directamente com as herdeiras e foi a estas que foram dadas as chaves para utilização dos imóveis, como é que se pode concluir que a HERANÇA tem o direito de retenção através do «mecanismo» do disposto no artigo 1091, n1 do CCivil, na asserção de que «os herdeiros pessoas singulares que exercem os direitos da herança já aceite correspondam aos critérios dos AUJ 4/2014 e 4/2019»?