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Ora, cumprindo decidir, afigura-se-nos fundada a solução a que chegou o Tribunal recorrido, como base no regime que chamou à aplicação e que expressamente mencionou, relacionado com a circunstância de impender sobre a Ré/empregadora, nos termos dos artigos 34, n. 1 e 35, n. 1, do Código Civil, provar que determinada atribuição patrimonial por ela feita ao trabalhador não integra a retribuição do trabalhador – sob pena de não lhe aproveitar a previsão do artigo 26 e de valer a presunção estabelecida no n. 3 do artigo 24 do CT/2003 e 25 do CT/2009, de que se está perante prestação com natureza retributiva, sendo que, se realizada essa prova, impende então sim sobre este último o ónus da prova de que, não obstante, tal prestação excedia as despesas normais e foi prevista no contrato ou deve considerar-se pelos usos como elemento integrante da sua retribuição – artigo 34, n. 2, do  Assim o dizemos não obstante termos procedido à eliminação, em sede de apreciação do recurso sobre a matéria de facto, do que constava dos pontos 9 e 10, pela sua natureza conclusiva.