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376, n. 1 do Cód Penal, pelo que a sua conduta deverá ser convolada para «peculato de uso»; mais alega que se deixou envolver numa relação extra-conjugal com uma mulher de nome F. S., pessoa a quem se reportam directa ou indirectamente todas as transferências, que conheceu por ocasião de uma festa em 2009, o que levou a que se envolvesse numa relação e cercado de ameaças e de domínio sobre a sua vida, com ameaças sobre a sua família e vida profissional e pública, intromissão na sua vida privada e assédio sobre a sua mulher e família, apenas sustadas e adiadas com os pagamentos e transferências; mais alega não se ter conseguido libertar senão após a morte do seu progenitor em Março de 2012, o que intranquilizou o arguido e condicionou a sua capacidade de reacção e enfrentamento do cerco montado pela referida senhora, diminuindo a censurabilidade dos actos praticados; termina oferecendo a presente contestação e o que vier a resultar da audiência de discussão e julgamento.