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E, depois, no acórdão de 102014, processo 52/13 :  "Prevendo-se que "ao tribunal arbitral poderão ser submetidas todas as questões relativas à interpretação ou execução deste contrato, com excepção das respeitantes à facturação emitida pela Sociedade e ao seu pagamento ou falta dele” não fica preterida essa instância quando a autora peticiona em juízo os valores facturados por alegados serviços prestados”   Posição confirmada pelo Supremo Tribunal Administrativo de 102016, no processo 0914/1   E reiterada nos acórdãos deste Tribunal Central Administrativo Norte de 002016, processo 00438/18 , de 202015, no processo00442/16 , e de 002021, no processo 430/13   Diz-se na decisão recorrida que "uma cláusula arbitral apenas deve ser rejeitada pelos tribunais judiciais se for manifesto e incontroverso que o litígio não se situa no seu campo de aplicação, uma vez que é ao próprio tribunal arbitral que compete pronunciar-se, em primeira linha, sobre a sua própria competência.”   De acordo, conforme se afirma na decisão recorrida, como o disposto no artigo1, n. 1, da Lei da Arbitragem Voluntária, aprovada pela Lei n. 63/2011, de 11  Em desacerto, em nosso entender.