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Logo, quer o nome que as partes conferiram ao acordo celebrado, quer a sede e o circunstancialismo onde e como o formalizaram, quer o conteúdo do mesmo quando nomeadamente comparado com as suas pretensões, confirmam a respectiva natureza de transacção: mediante ela, os respectivos outorgantes auto-regularam o conflito de interesses que os opunha relativo ao anterior projecto comum de investimento, que levara à constituição da, objecto de pretensões processuais próprias a Autora pretendendo o cumprimento integral dos suprimentos a que a Ré se obrigara, e ainda em falta, e a Ré pretendendo o fim do projecto de investimento, com a recuperação total dos suprimentos, por meio de recíprocas concessões e cedências quanto ao montante dos suprimentos a devolver, e ao prazo dessa devolução), não necessariamente coincidentes com os termos reais da situação controvertida nomeadamente, face aos pedidos formulados no procedimento cautelar, mercê do que cada uma delas então melhor ponderou e mais valorizou nomeadamente, face à inviabilidade prática de continuação de um projecto de investimento comum, quando se encontravam em desacordo quanto à forma como deveria ser prosseguido, por meio de uma única Sociedade de que ambos eram sócios); e este juízo tem bem mais do que um mínimo de correspondência no texto do referido documento, crendo-se ainda que muito para além de imperfeitamente expresso.