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Mais disse que tais marcas não se confundem com aquelas que são deixadas pelo rodado das viaturas, pois são profundas, e insusceptíveis de serem deixadas no solo por um veículo que, alegadamente, circulava a menos de 35Km/h; ) Outra testemunha dos Recorridos, de nome DMFM, ouvido na mesma audiência de julgamento, disse a instâncias dos mandatários das partes, que circulou a uma velocidade a cerca de 20 a 30 Km/h, durante toda a extensão do troço da via intervencionada, porque não dava para andar mais depressa, atento o estado do piso; ) Referiu, também, que se apercebeu da existência da gravilha logo no início daquele troço de estrada e que não precisou de nenhum sinal para se aperceber da mesma, acabando por afirmar que se viu na necessidade de ajustar a velocidade que imprimia ao seu veículo ao estado da via; ) Também a testemunha dos AA., PNRMP, cunhado do A. ECPR e ouvido na mesma audiência, deixou fugir a boca para a verdade, quando afiançou que era necessário ter cuidado para circular numa estrada naquelas condições; ) A já identificada testemunha do aqui Recorrente, JCN, esclareceu quanto aos aspectos aqui em causa e a instâncias do mandatário das RR, que atenta a sua experiência de muitos anos de condução, era impossível um veículo deixar uma marca de travagem profunda no piso, com cerca de 20 metros, se não circulasse a uma velocidade superior a 50 Km/h, ou seja, a velocidade legalmente permitida no local; ) Acrescentou que seria impossível existir gravilha no piso aquando da ocorrência do acidente dos autos, pois se tal acontecesse a viatura iria de zorro sobre a mesma, não deixando marcas visíveis no solo; ) Dizendo por fim, que após mais de 30 anos de experiência na área, muito estranhou a história narrada na participação que os Recorridos fizeram do sinistro à Câmara Municipal de ..; ) Também nesse mesmo dia, a outra testemunha do Município de .., Eng.