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Os recorrentes, discordando do aludido despacho, suscitam diversas questões, que podem ser condensadas da seguinte forma: 1) suspensão apenas quanto aos anos de 2012 e 2013, quando a acusação abrange factos que vão desde 2010 a 2013, englobados num único crime;  2) suspensão do processo apenas quanto aos factos relativos ao crime relacionado com a utilização de facturas "falsas” e não também no que respeita à emissão de facturas "falsas” posteriormente utilizadas pela sociedade "F, Lda”);  3) a suspensão do processo relativamente aos factos respeitantes às facturas emitidas pela recorrente "E” e utilizadas pela "F”, decidida noutro segmento do mesmo despacho, deveria abranger os recorrentes;  4) a separação de processos determinada no despacho recorrido viola o princípio do ne bis idem;  5) inconstitucionalidade do artigo 47, do RGIT, na interpretação que lhe é dada no despacho recorrido, seja porque viola o direito a um processo justo e equitativo e as garantias de defesa do arguido artigos 20, da, seja porque viola a competência exclusiva dos tribunais fiscais artigos 32, n 9, e 212, n 3, da, seja ainda porque leva ao tratamento desigual de situações análogas que merecem o mesmo tratamento perante a lei artigo 13, da.Estipula o artigo 4, n. 1, do RGIT, na redacção dada pela Lei n 53-A/2006, de 29 de Dezembro – norma que introduz uma restrição ao princípio da suficiência do processo penal, consagrado no art.