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De acordo com a letra da lei do art.1733/1-) do Civil, com a sua inserção sistemática nomeadamente no contexto das previsões do art.1733/1-) e do e com a conjugação com o regime aplicável ao produto do trabalho e aos bens mobiliários arts.1724 e 1725 do Civil, ex do art.1734 do, considera-se: que a letra da lei aponta para a exclusão da comunhão das indemnizações que reparem factos praticados estritamente contra a pessoa do lesado e os seus direitos de personalidade ou contra os seus bens próprios, já excluídos da comunhão, nomeadamente nos termos do art.1733/1-a) e do; que, tal como referiram Pereira Coelho e Guilherme de Oliveira e jurisprudência citada, deve separar-se o direito pessoal de ser indemnizado do proveito económico obtido com a reparação indemnizatória e achada com referência ao valores da remuneração do trabalhador; que o valor dos salários e o valor da compensação achada com referência aos mesmos encontra-se afetada à economia do casal e à subsistência da família por ambos fundada, nos termos do art.1724/a) do Civil, ex  do art.1734 do Civil.