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Crespo dos Reis., agora inconformada, recorreu, em 22FEV e 27MAR07, ao Tribunal de Conflitos, pedindo que se considere materialmente competente «o Tribunal Judicial de Leiria»:  Na actuação de que é objecto o presente pleito, apesar de o sujeito passivo da relação jurídica ser uma entidade pública, constitui um acto de gestão privada, devendo ser excluído do âmbito do preceituado no artigo 4, n 1, alínea do ETAF, e nessa medida ser objecto de julgamento na jurisdição comum e não na administrativa, ou seja, deve o processo correr os seus termos pelo Tribunal Judicial da Comarca de Leiria, como aliás havia sido entendimento já expresso por este tribunal de primeira instância.