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Atente-se, ainda, que não foi alegada qualquer factualidade que permita ao tribunal concluir que a declaração de resolução não foi oportunamente recebida pela autora por facto que lhe seja imputável e que poderia tornar eficaz a sua notificação em data anterior, nos termos do art 224, n 2 do  Por conseguinte, conclui-se pela caducidade do direito de resolução.» Na decisão complementar: «Na contestação, a massa insolvente, para além de considerar que não ocorreu a caducidade do direito de resolução nos termos alegados pelo autor, invoca que o negócio objeto de resolução ainda não estava cumprido e, como tal, a resolução podia operar a todo o tempo, nos termos previstos no art.