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Mais alegou que, quando se apresentou à insolvência, foi confrontado com a necessidade de extinguir a doação feita à filha e entregar o imóvel à massa insolvente, tendo diligenciado nesse sentido, o que só não foi possível por oposição da sua ex-mulher.Proferido despacho, nos termos previstos nos artigos 595 e 596 do Código de Processo Civil, por remissão dos artigos 136 n e 188 n 8 do CIRE, realizou-se a audiência de julgamento com observância das formalidades legais.Proferiu-se sentença com a decisão que se transcreve: " Pelo exposto, qualifico a insolvência de B como culposa, declarando o próprio por ela afetado e em consequência: a) Decreto a inibição de B para administrar patrimónios de terceiros, por um período de 2 anos; b) Declaro B inibido para o exercício do comércio durante um período de 2 anos, bem como para a ocupação de qualquer cargo de titular de órgão de sociedade comercial ou , associação ou fundação privada de atividade económica, empresa pública ou cooperativa.