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As instâncias procederam à análise do âmbito da medida de resolução com os esclarecimentos decorrentes das sucessivas deliberações do Banco de Portugal, tendo o acórdão recorrido concluído que a responsabilidade emergente da actuação ilícita e culposa do BES, nomeadamente decorrente da intermediação financeira, foi excluída expressamente da transmissão dos passivos para o réu nos termos do Anexo 2, alínea, subalíneas e da deliberação do BP de 03-08-2014, com a clarificação da deliberação do BP de 29-12-2015 Ora, conforme resulta da causa de pedir em que assentam os pedidos em causa, desde logo se pode concluir que a responsabilidade imputada ao réu a este título não decorre de qualquer actividade de intermediação financeira uma vez que se reconduzem a um contrato de abertura de crédito em conta corrente celebrado com o BES e que se prolongou no âmbito da relação bancária prosseguida com o réu.