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Nos termos da Cláusula 2 das Condições Gerais, sob a epígrafe "Objecto do contrato” consta: "O presente contrato de seguro garante a responsabilidade extracontratual que, ao abrigo da lei , seja imputável ao segurado, na qualidade ou no exercício da actividade expressamente referida nas Condições Especiais e Particulares da Apólice.” Segundo a Cláusula 3 das Condições Gerais, sob a epígrafe "Garantias do contrato”, "O presente contrato cobre, até ao limite do capital fixado nas Condições Particulares, as indemnizações que possam legalmente recair sobre o segurado por danos patrimoniais e/ou não patrimoniais, directa e exclusivamente decorrentes de lesões corporais e/ou materiais, involuntária, fortuita e inesperadamente causadas a terceiros em consequência de actos ou omissões do segurado, bem como dos seus empregados, assalariados ou mandatários, no exercício da actividade ou na qualidade expressamente referida nas Condições Especiais ou Particulares da Apólice.”  Tendo presente as circunstâncias supra descritas em que se verificaram os danos apurados no contexto da actividade de impermeabilização a que a 2 ré procedia no terraço) e na conjugação das condições gerais, especiais e particulares do contrato de seguro, é evidente que este cobre a responsabilidade extracontratual imputável à segurada por danos causados a terceiros no exercício da sua actividade de impermeabilização e isolamento de edifícios, pelo que a demandante pode exigir da recorrente seguradora, solidariamente com a segurada, a pretendida reparação - cf.