Legal Document Excerpt:

Considerando que cada ano tem 52 semanas e que, pelo menos 5 semanas corresponderiam ao período de gozo de férias da A., tem esta direito, por defeito, às seguintes quantias, a título de trabalho suplementar:  - 2011 30 semanas x 1 543,00x12)/52x37)=3,39€+50%=5,09€x30=152,70€; - 2012 30 semanas x 1 543,00x12)/52x37)=3,39€+50%=5,09€x30=152,70€; - 2012 17 semanas x 1 543,00x12)/52x37)=3,39€+25%=4,24€x17=72,08€; - 2013 47 semanas x 1 543,00x12)/52x37)=3,39€+25%=4,24€x47=199,28€; - 2014 47 semanas x 1 543,00x12)/52x37)=3,39€+25%=4,24€x47=199,28€; 2015 35 semanas x 1 543,00x12)/52x37)=3,39€+50%=5,09€x35=178,15€; TOTAL: 954,19€.”  Mais uma vez teremos de dizer que a sentença não é merecedora de qualquer reparo, assim ao contrário do defendido pela recorrente o trabalho suplementar prestado pela recorrida encontra-se suficientemente provado, por isso mais não restava ao tribunal a quo do que proceder à condenação da recorrente no seu pagamento.