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Isto porque, se assim não se entendesse, o Recorrido, que agiu de modo diligente e solicitou, atempadamente, os créditos laborais ao Recorrente logo após a cessação do contrato e da interposição da ação de insolvência, ficaria irremediavelmente impedido de ser ressarcido dos seus créditos pelo Recorrente.  . É, nesse sentido, que andou bem a sentença do Tribunal "a quo" quando concluiu que:  "O PER espoletado já na pendência da ação de insolvência acarretou, por isso, uma interrupção/suspensão do processo de insolvência, em nada imputável ao A. Quer isto dizer, portanto, que muito embora o pedido da A., de pagamento dos seus créditos Laborais dirigido ao R. em 27/02/2013, o tenha sido no domínio do PER, tal não obsta, nem impede, que deve ser valorizada a data da propositura da ação de insolvência para efeitos de determinação do período de referência a atender.