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- Na sequência da arguição da extemporaneidade da contestação efectuada pela autora, foi proferido, com data de 02018, o despacho recorrido que julgou a contestação oferecida em 4/Maio/2018 tempestiva e, deu sem efeito o despacho proferido em 26/Abril/201- Fundamentação de Direito  O recurso apresentado nos presentes autos centra-se na aferição da tempestividade da contestação apresentada pelo réu nos autos, questão que, considerando as conclusões recursivas, passa pela análise de duas questões essenciais, quais sejam:  - saber se o despacho proferido nos autos em 202018 nos termos do disposto pelo artigo 567 n.1 do CPC, que julgou confessados os factos pela não apresentação tempestiva da contestação, fez caso julgado formal no processo e se se mostrava esgotado o poder jurisdicional do juiz no que se refere ao despacho sob recurso; - saber se não tendo o réu, dentro do prazo da contestação, dado conhecimento aos autos da formulação, junto dos serviços de segurança social, do pedido de apoio judiciário na modalidade de nomeação de patrono, deverá, não obstante, ser considerar interrompido o prazo para a dedução da contestação nos termos do artigo 24 n.4 da Lei n. 34/2004, de 29 de Julho, com o conhecimento de tal facto ao processo através do ofício enviado pela Ordem dos Advogados, no decurso do prazo da contestação, e no qual se comunica ao tribunal que na sequência do deferimento do pedido de apoio judiciário formulado pelo réu no âmbito dos autos em questão, lhe foi nomeado para o patrocínio o advogado aí indicado e de que o mesmo foi notificado nessa data para efeitos do disposto na alínea do n 5 do artigo 24 e artigos 30 e 31 da Lei de Acesso ao Direito e aos Tribunais.