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À referida carta a arrendatária/Requerida respondeu, comunicando: a)Ter idade superior a 65 anos, juntando a competente prova;  b) que previa que o RABC Rendimento Anual Bruto do seu agregado familiar fosse inferior a cinco RMNA retribuições Mínimas Nacionais;  ) que a Autoridade Tributária ainda não havia emitido, à data, a certidão com o valor do RABC, pese embora estar tal documento requerido, juntando prova; ) E, opunha-se a que o contrato de arrendamento viesse a transitar para o NRAU, bem assim se opunha ao valor da renda proposto;  e) que o valor da renda só poderia ser actualizado de acordo com o estabelecido no artigo 35 n. 2 da Lei n. 6/2006, de 27 de Fevereiro, na redacção que lhe foi dada pela Lei n. 31/2012, de 14/0   A certidão da qual consta o valor do RABC do agregado familiar da Requerida foi emitida pelas Finanças em 29 de Julho de 201   Em 28/08/2014, a Requerida/arrendatária participou ao senhorio a certidão emitida pela Autoridade Tributária emitida em 29/07/2013), onde consta o valor do RABC do seu agregado familiar, no montante de € 265,7   O valor dos imóveis locados, avaliados nos termos dos arts.