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1 Ora, tendo, à data da instauração do procedimento em causa, a sociedade sido declarada falida, não é o facto de nele não se ter apurado a existência de qualquer passivo, por, designadamente o banco apelado não ter indicado a existência do seu crédito, que leve a concluir pela existência de declaração, mesmo tácita, de renunciar ao seu crédito, renúncia esse que, a existir, seria sobre a sociedade dissolvida e, eventualmente, sobre os bens recebidos pelos sócios, mas não sobre o património próprio dos sócios, não sendo de mais reafirmar, mais uma vez, que o crédito impugnado pelo apelante resulta da sentença que o condenou solidariamente com a sociedade falida.