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Em segundo lugar, quanto à objeção de que a "condenação do réu a desocupar e a devolver o prédio à configuração anterior só pode ser alcançada através de uma prestação de facto e não através de uma mera entrega, pelo que a execução deveria ter sido intentada para prestação de facto, nos termos e para os efeitos do artigo 86 do CPC, a iniciar-se em primeiro lugar pela fixação de um prazo certo e razoável, nos termos dos artigos 87 e 87 do CPC e só depois, caso o executado não venha a prestar a obrigação a que foi condenado, seguir-se-iam os termos do artigo 87 do CPC”, remete-se para o aduzido no requerimento executivo, no qual os exequentes reputaram como suficiente para cumprir tal obrigação o prazo de 8 dias, mais referindo que a prestação é fungível e que pretendem a prestação de facto por outrem, requerendo a nomeação de perito para avaliar o custo dessa prestação.