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A decisão recorrida fundamentou longamente a sua convicção acerca das respostas aos pontos 10, 11 e 12 dos factos provados, ao longo de doze páginas e meia, socorrendo-se quer da confissão parcial da Ré – que admitiu não ter pago qualquer preço, mas sim a sua mãe, a – quer da análise da prova testemunhal e documental, concluindo que "não obstante não existir prova directa sobre o acordo prévio entre o falecido e a Ré e sobre a intenção de enganar terceiros, a prova destes factos obteve-se por presunção judicial” 	Não é função deste tribunal repetir a argumentação desenvolvida pela primeira instância, mas tão só verificar a sua razoabilidade e se a prova produzida impõe decisão diversa.