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A R. «Carris» invocou a sua ilegitimidade, uma vez que tinha na data do acidente a responsabilidade emergente de acidente de viação, referente àquele autocarro, transferida para a «Companhia de Seguros Açoreana, S.A.», actualmente denominada «Seguradoras Unidas S.A.», mediante contrato de seguro titulado pela apólice 903066225 e o pedido efectuado pelo A. se encontra dentro dos limites fixados para o seguro obrigatório; impugnou, ainda, matéria de facto alegada pelo A.. A R. «Seguradoras Unidas, S.A» arguiu a incompetência absoluta em razão da matéria, impugnando igualmente matéria de facto alegada, defendendo não resultarem «preenchidos os pressupostos essenciais e cumulativos da responsabilidade , designadamente: a ilicitude, a culpa, o dano e o nexo de causalidade quanto aos danos invocados arts.