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TOAS n. 2645/99 de 05-06-2001 que "Não sendo aceite o custo de certa factura por falta da mesma e por os sub-empreiteiros serem indiciadores de passarem facturas falsas, provada a existência desta ao tempo dos fornecimentos e a efectiva realização destes, com a realização de várias obras, a prova da menor extensão dos custos destas, relativamente aos declarados, cabe à FazendaPública"; 1 O único fundamento invocado para as liquidações impugnadas foi efectivamente o de que o nome constante nas facturas está errado e o NIPC corresponde a uma Sociedade —existente — e que alegadamente será conhecida da administração fiscal — e só — como "emitente de facturação falsa", alegação que nunca foi objectivada; 1 Não pode, pois, ter-se como invertido o ónus da prova, por não ter a administração tributária carreado para o processo os fundamentos objectivos exigidos pela LGT para fazer eliminar a presunção de verdade das declarações e elementos dos contribuintes,não subsistindo assim fundamento para ser desconsiderado o custo fiscal inerente aos serviços descritos, 1 Razão pela qual terão de relevar como custos fiscais, para efeitos de IRC os valores correspondentes às facturas aqui em questão.