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Da incorrecta decisão proferida sobre a matéria de facto e a violação do princípio in dubio pro reo e da presunção de inocência   Discorda o recorrente da decisão proferida sobre a matéria de facto – conclusões 2 a 10, 21 e 23 a 30 – relativamente aos pontos 4 a 11 dos factos provados, alegando, no que é essencial, que o depoimento da testemunha  ..  foi incoerente, ilógico e não consentâneo com os demais meios de prova designadamente, com as declarações para memória futura e com os documentos juntos, que os depoimentos das restantes testemunhas de acusação inspectores da Polícia Judiciária nada trouxeram aos autos, que os dados informáticos existentes nos autos apenas poderiam ser comprovados por técnicos e não por prova testemunhal, e que, por estas razões, não tendo sido feita prova da prática dos crimes de abuso sexual, se impunha a sua absolvição.