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No entanto, e não sendo esta a sede própria para completar o requerimento inicial reputado de genérico e, ensaia uma tentativa de o fazer, alegação essa que ainda assim e a admitir-se a oportunidade da sua dedução nesta sede, no que não se concede, se encontra eivada dos mesmos vícios e generalidades, não servindo o propósito pretendido; e) A menos que o Recorrente se demita da utilização dos mecanismos legais que tem à sua disposição para o efeito - designadamente o recurso ao ajuste direto ou mesmo o prolongamento dos contratos atualmente em vigor -, não resulta do exercício de um direito conferido por lei, qualquer desproteção dos edifícios envolvidos no presente procedimento; f) A sentença aqui em crise segue de modo muito próximo o entendimento, maioritariamente sufragado a este respeito por este Venerando Tribunal em inúmeras decisões, que cita; g) O que a Recorrente defende é a concreta neutralização do efeito suspensivo do recurso; h) Situação que atenta ao tê-los da própria norma em causa; ) Recorda-se que a consagração do efeito suspensivo automático no artigo 103-A do CPTA, decorre da necessidade de transpor de forma efetiva para o ordenamento jurídico português a Diretiva 2007/66/CE, que veio alterar a Diretiva 89/665/CE, vulgarmente designada por Diretiva Recursos, concretamente do seu artigo , n. 3, que determina "Caso seja interposto recurso de uma decisão de adjudicação de um contrato para um órgão que decida em primeira instância, independente da entidade adjudicante, os Estados-Membros devem assegurar que a entidade adjudicante não possa celebrar o contrato antes de a instância de recurso ter tomado uma decisão, quer sobre o pedido de medidas provisórias, quer sobre o pedido de recurso.