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Tal ocorreu sim, em 17-3-2010, de que a arrendatária da Autora teve conhecimento, como decorre de fls 130, 135, 136, 145-14»  Deu-se como provado que: «1– O Réu comunicou à arrendatária da Autora, em 19-9-2008 que foi retificada a parcela de terreno designado com a letra "H", a qual não é terreno municipal, juntando foto-aérea, conforme consta de fls 28 1– Em 29/9/2008, no âmbito desse processo de embargos, o chefe da Divisão da Gestão Patrimonial informou que o terreno ocupado pelo embargante não era terreno municipal, uma vez que não entrou para posse da Câmara, conforme consta de fls 27»  Provou-se ainda que: «2– Em sede de processo camarário de licenciamento de exercício de atividade n 113/2010, requerido pela Motovirtual Lda., o Réu declarou que era proprietário de determinada parcela do prédio da A, invocando que a havia adquirido por Certificado de Troca celebrado em 7 de Abril de 197»  Estamos perante factos que, independentemente da discussão do seu significado ou relevo, são posteriores à consumação do usucapião, pois, numa perspectiva de boa fé e de acessão de posse, decorreu, antes, o prazo bastante para aquele efeito.