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Nesse contexto, em 3 de mato de 2000 o Impugnante pediria à Administração Tributária lhe fosse liquidado Imposto Municipal de Sisa, em vista da celebração do contrato de compra e venda da loja em regime superficiário, agora já a fração autônoma designada pela letra "B", segunda cave loja "n10" do prédio erguido como "bloco " no mencionado "lote 4", constituído em propriedade horizontal, inscrito na matriz predial urbana da freguesia de Marvila sob o art...., descrito na 8 Conservatória do Registo Predial de Lisboa sob a ficha n..., mas da freguesia de Santa Maria dos Olivais -, tendo-o a si como adquirente, pelo preço de 30971$00/€4415,04, o que lhe foi efetuado pelo conhecimento n165/2000 dessa data, importando a dívida de imposto em 83297$00/ €141,5  		Contudo, a mulher do Impugnante opor-se-ia a que a loja fosse exclusivamente adquirida por ele, pois que casados um com o outro sob o regime de separação de bens, pelo que este comunicaria à .., em 6 de maio de 2000, que a loja seria comprada pela sociedade .. - Indústria e Comércio Alimentar, Lda., detida e gerida pelo casal, a qual acedia desse modo à posição do Impugnante, no contrato referido no ponto   		E, de facto, na sequência desses acontecimentos, a compra e venda em vista da qual fora pedida e elaborada a liquidação referida no ponto  não se realizou, tendo a .. passado a utilizar a loja  como armazém; simultaneamente, o Impugnante protagonizara comportamento análogo àquele descrito no ponto , relativamente, pelo menos, a uma loja próxima daquela, com o n9, fração "", no mesmo edifício.