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despacho de 25-06-202 1 Tal como se decidiu relativamente a um caso análogo, objecto do Acórdão da Relação de Guimarães, de 20-01-2020, Proc.5520/18T8VNF-A.G1, in www.dgsi.pt, admitir a validade e eficácia da cessão do crédito emergente dos contratos celebrados com os Executados, para a cessionária, que por não ser uma instituição de crédito alega não estar sujeita ao regime do 74-A/2017, "Tal representaria, fácil é de ver, uma autêntica fraude à lei, na medida em que frustraria por completo os objectivos que presidiriam à consagração daquele especial regime que visa tutelar as situações dos clientes bancários que se encontrem em mora relativamente ao cumprimento de obrigações decorrentes de contratos de crédito, solução essa que deve ser rejeitada".