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25 A sentença recorrida, mostrando-se ciente de tudo isto, começou por entender que não foram invocadas pela entidade adjudicante na fundamentação do ato impugnado quaisquer circunstâncias supervenientes relativas aos pressupostos da decisão de contratar que justificassem a decisão de não adjudicação, recusando, assim, que na situação dos autos, o recurso à alínea do n 1 do artigo 79 do CCP para justificar a decisão de não adjudicação, dizendo, neste respeito, que « da factualidade apurada e dos motivos invocados para tal decisão não resulta que o R. tenha deixado, de forma superveniente, de ter interesse em adquirir gás propano a granel para as piscinas municipais, pavilhão gimnodesportivo e espaço cardio-fitness, nem que tal aquisição tenha deixado de ser necessária para a prossecução das suas atribuições.