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170 dos autos, datado de 15 de Janeiro de 201 - De resto, quando efetivamente instada a prestar informações, a Recorrida prestou-as e assumiu uma postura ativa e colaborante, pelo que, enquanto seguradora lhe incumbia apenas, a prestação de informação, mas já não incumbe a deteção de fraude, a premonição do dolo/sonegação de informações do mediador, a predisposição ou capacidade de adivinhação ou a antecipação das necessidades e inconformismos da Recorrente que apenas lhe foram dados a conhecer em 2013, porque quanto ao ano de 2010 a questão, até como o próprio Tribunal da Relação reconheceu, ficou solucionada com o estorno do valor de € 438,00, em Novembro de 201 - Assim, inexistem quaisquer razões ponderosas que houvessem justificado a confiança do tomador do seguro na legitimidade representativa do mediador de seguros, tampouco a Recorrente conhecia ou antecipava os termos em que negociou com a Recorrida e, menos ainda contribui para fundar a essa confiança do tomador do seguro.