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O Tribunal da Relação, na parte do douto acórdão recorrido que julgou improcedente a impugnação da decisão da matéria de facto, no que respeita aos factos provados n.s 6, 7, 9, 15, 17, 18, 20, 26, 31, 53 e 54, fez um uso meramente formal dos poderes que lhe estão conferidos em sede de impugnação da decisão da matéria de facto, cingindo-se a meras considerações genéricas em redor dos princípios da imediação ou da liberdade de julgamento, em lugar de proceder à efetiva reapreciação dos meios de prova indicados pelo Recorrente depoimentos prestados na audiência de julgamento e documentos juntos aos, pelo que o presente recurso de revista é admissível quanto a esta parte do douto acórdão recorrido.