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O ora Recorrido, notificado da admissão do recurso, apresentou contra-alegações, tendo formulado as seguintes conclusões: "a) Como resulta da bem fundamentada sentença recorrida, provou-se que, nas circunstâncias de tempo, modo e lugar apuradas, o Autor receitou medicamentos em excesso, sem avaliação clínica dos doentes e dos respetivos registos clínicos; b)	Provou-se que a acusação formulada no procedimento disciplinar teve por fundamento a denúncia da funcionária administrativa ..........., assim como a participação escrita e depoimento testemunhal do então coordenador da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Idanha-a-Nova, Dr. E............; e) Ficou provado que o Autor, no dia 002010, ordenou à funcionária administrativa que inscrevesse na consulta pacientes que não estavam inscritos e que não compareceram na dita consulta; )	E que o Autor prescreveu medicamentos em receituário médico sem observação clínica dos pacientes e sem que pelos mesmos tivesse sido solicitada a inscrição na consulta; e)	Ficou provado, quanto à consulta médica de dia 202011, terem sido inscritos, por ordem expressa do Autor, doentes que não estiveram presentes na consulta; que não a solicitaram nem souberam que o seu nome havia sido inscrito, e em cujo nome foi prescrita medicação; f) Provou-se que a entidade administrativa autora do ato punitivo conteve-se nos estritos limites da discricionariedade técnica que lhe assiste em matéria de valoração da conduta do agente, de avaliação da prova produzida e da aferição da medida da pena em concreto aplicada; g)	Provou-se que não houve violação dos princípios da legalidade, proporcionalidade que proíbe o e da justiça cfr.