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Preliminarmente, cumpre referir não estar actualmente excluído e sem prejuízo de se buscar uma descrição factual e não juízos o recurso, no âmbito da descrição da matéria de facto da causa, a expressões de conteúdo mais genérico ou até conclusivo, desde que permitam percepcionar a realidade invocada e estejam concretizadas e substanciadas nos demais factos a que se reportam em ordem à concretização da realidade subjacente ao litígio1 Não se questiona que a expressão que a 1 instância utiliza nos factos provados 30 parte é conclusiva – a questão é saber, porém, se no caso, tal juízo conclusivo é um corolário dos demais factos que devem ter-se por provados, ou antes se apresenta como conclusão insustentada e não alicerçada em factos de que pudesse ser concretização.