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Mais referiu que em face do teor das decisões jurisdicionais proferidas, considera que as mesmas configuram uma  inegável denegação da justiça, por terem esses órgãos de justiça sido chamados a pronunciar-se sobre o seu caso, mas que todos julgaram pela inexistência de qualquer violação dos artigos , , 1, 2 e 20 da Constituição da República Portuguesa, o que considera ter acontecido porque o Réu negligenciou as suas obrigações de garantir o funcionamento do Estado de Direito, quer ao nível legislativo, quer ao nível judicial, enfatizando que falhou gravemente perante si, porquanto a forma como está estruturada a apreciação das questões relativas aos créditos de jogadores profissionais de futebol sobre os clubes que representam, nomeadamente a instauração obrigatória das ações junto da Comissão Arbitral, com a impossibilidade de recurso aos tribunais comuns, não salvaguarda os interesses dos jogadores que, como ele, não têm possibilidades económicas para custear os processos junto daquela entidade.