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Os apelantes imputam erro de direito à decisão proferida em 22/06/2020, nos autos principais, em que a 1 Instância julgou "procedente o incidente de nulidade de citação da executada”, sustentando que contrariamente ao que foi decidido nessa decisão, não existe nulidade de citação alguma da executada, dado que esta foi regularmente citada para os termos da presente execução em fevereiro de 2019, por carta registada, com aviso de receção, remetida para a África do Sul, concluindo que se impõe revogar essa decisão e, em consequência, julgar que os presentes autos de oposição à execução, apresentados pela apelada na sequência daquela decisão e da subsequente repetição da citação da mesma para os termos da execução, são extemporâneos e anular tudo o quanto neles foi processado.