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A A., ora recorrida, contra-alegou, formulando as seguintes conclusões transcrição):  1 - Assiste total falta de legitimidade à R. para emissão da factura n. .......665 no valor de € 4372,25 €;  2 - A A. não procedeu à utilização indevida dos equipamentos em questão, já que, a R., uma vez findo o contrato de distribuição de combustíveis, nunca procedeu ou tomou qualquer iniciativa para recolher os mencionados bens e equipamentos, o que podia e devia ter feito antes do início da obra de construção do novo posto de abastecimento, concretamente podia tê-lo feito na data em que esvaziou os tanques depósitos) do combustível que lhe pertencia e coincide com o inicio das obras factos provados em 48 e comportamento que terá adoptado por os tanques não terem qualquer valor económico, deixando que os mesmos ficassem incorporados e fazendo parte do novo posto a construir pela A.