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desta Relação de Guimarães de 24-01-2008, e da Relação de Évora de 27-04-2017, ambos disponíveis em www.dgsi.pt)..  Tudo quanto se afirmou relativamente à situação dos ex-cônjuges consagrada nos arts 1105 e 1793 do tem aplicação à situação dos conviventes na união de facto, ocorrendo a sua ruptura, conferindo-lhes a lei, de forma expressa, a tutela conferida aos ex-cônjuges no que respeita à atribuição da casa de morada de família, devendo assim ser considerada a habitação, quer seja própria de um dos conviventes, quer seja arrendada, desde que seja o local onde o casal e os filhos manteve, durante o período da união, organizada a sua vida em comum art  da Lei n 1/2007, com as alterações que lhe foram sendo introduzidas, a última das quais pela Lei 71/2018, de 31)Fazendo agora aplicação das considerações expostas ao caso dos autos, e cotejando as mesmas com a matéria de facto provada, não podemos acompanhar a decisão recorrida, na parte em que considerou que o requerente tem mais necessidade da casa que foi a morada de família, do que a requerida.