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Sumário: )  Acordam os Juízes da  Secção Cível do Tribunal da Relação de Évora:  No Juízo Local Cível de Santarém, a Digna Magistrada do Ministério Público instaurou acção especial de acompanhamento de maior, com pedido de nomeação provisória de acompanhante, relativamente a, nascida em 23-06-196 Requereu o acompanhamento daquela, com aplicação das seguintes medidas, a rever com periodicidade de 3 anos: Ser aplicado o regime da representação especial, devendo ser substituída pelo acompanhante: a) No consentimento para tratamento/internamento médico urgente, em caso de descompensação aguda grave clinicamente verificada, consentimento este que, em todo o caso, carecerá da validação judicial a que alude o artigo 14 do Código Civil; b) Perante instituições públicas designadamente na Segurança Social, Registos Civil e Predial e Autoridade Tributária; Ser aplicado o regime da Administração total de bens e em consequência: ) Todos os actos de disposição e administração extraordinária e ordinária da acompanhada caberão ao acompanhante, sem prejuízo deste poder conceder autorização prévia ao beneficiário para a celebração de contratos que impliquem concessão de crédito ou contracção de dívidas, movimentação de contas bancárias e gestão de aplicações financeiras; Serem limitados os direitos pessoais de: ) De testar; ) De ser tutor, vogal do conselho de família e administrador de bens de incapazes; ) Quaisquer outros que se venham a revelar necessários em função das necessidades que vierem a ser apuradas após a realização das diligências requeridas, designadamente do exame a solicitar ao , tais como, prestação de consentimento para tratamento e internamento urgentes em caso de descompensação aguda verificada clinicamente e dependente de validação judicial, fixar domicílio e residência sem consentimento do acompanhante e restrição do exercício da condução de veículos automóveis.