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RELATÓRIO    O DIGNO REPRESENTANTE DA FAZENDA PÚBLICA, veio interpor recurso jurisdicional dirigido a este Tribunal tendo por objeto a decisão proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco que julgou procedente a impugnação judicial deduzida por Fundação A contra a decisão de indeferimento do pedido de isenção de imposto sobre as sucessões e doações, de que resultou a liquidação no montante total de €9915,22, efetuada em 13 de outubro de 2000, no processo n2., instaurado por óbito de A, ocorrido em 4 de setembro de 199    A Recorrente, apresenta as suas alegações de recurso nas quais formula as conclusões que infra se reproduzem:  	A Fazenda Pública não se conforma com a decisão proferida pelo Digno Tribunal "a quo”, por entender que a mesma ao decidir pela anulação da decisão de indeferimento que recaiu sobre o pedido de isenção de imposto sobre as sucessões e doações formulado pela Autora, incorreu em erro de julgamento de facto e de direito, por errónea interpretação da factualidade subjacente à apreciação do mérito da causa e errada interpretação e aplicação da lei, designadamente, do disposto nos artigos 15, 67, 83 e 84 do CIMSIS Código do Imposto Municipal de Sisa e do Imposto sobre Sucessões e Doações.