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Assim, expressou-se na decisão do TAF de Penafiel aqui sindicada: "... Para fundamentar a sua pretensão alegou, em síntese, o seguinte:  ● O Requerente é agente de PSP, colocado no Comando Metropolitano de Lisboa, estando, desde 15/06/2018, colocado, a título excecional, no Comando Metropolitano do Porto, inicialmente por gravidez de risco e, após o parto, por motivos de saúde dos seus filhos, com 2 anos de idade, facto que o levou a requerer a prorrogação da sua colocação a título excecional, sem que obtivesse qualquer resposta;  ● Foi com surpresa que recebeu a notificação para se apresentar no seu comando de origem a escassos dez dias da data que lhe foi indicada, sendo que, o não decretamento da providência cautelar agravará o estado de saúde dos seus filhos e poderá colocar em risco o suporte financeiro adequado ao sustento da sua família;  ● O ato suspendendo padece dos vícios de falta de fundamentação, preterição de audiência de interessados e erro nos pressupostos de facto e de direito.