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- Depois do alegado furto o A voltou ao restaurante ..., comportamento que justificou com a alegação de que terá tentado obter filmagens de alguma câmara aí existente cfr depoimento gravado no sistema H@bilus no dia 18/04/2018, entre as 10h10m40s e as 11h26m27s, nas passagens dos minutos 5m14s a 5m23s, 40m29s a 41m24s, 41m44s a, o que a sua esposa S. corroborou no respectivo depoimento gravado passagens dos minutos 10m01s a 10m43s, 41m53s a 42m15s, 44m18s a - A testemunha H. F., no seu depoimento gravado no sistema H@bilus no dia 06/06/2018, entre as 10h14m18s e as 10h34m37s passagens dos minutos 82/91 2m44s a 3m19s, 3m32s a 4m21s, 7m56s a 8m50s, 16m02s a não corroborou essa alegação, dizendo antes que o A entrou no restaurante a dizer que lhe tinham furtado o carro e a pedir que chamassem a polícia, o que acabou por não precisar já que, afinal, dispunha de telemóvel, sendo certo que a testemunha N. B., no seu depoimento gravado no sistema H@bilus no dia 24/05/2018, entre as 14h59m28s e as 15h42m44s, declarou que a ele o A disse que foi ao restaurante porque não tinha telefone para chamar a polícia passagem dos minutos 4m19s a  - Já a testemunha J. , no seu depoimento gravado no sistema H@bilus no dia 18/04/2018, entre as 15m19m37s a 15h43m53s, declarou, além do mais, que logo quando o A entrou no restaurante referiu que iria indicar o depoente como testemunha do alegado furto e que se limitou a afirmar que lhe tinham roubado o carro, tendo ficado com a ideia de que não pediu para ver as gravações da câmara de filmar passagens dos minutos 2m04s a 2m53s, 3m53s a 4m01s, 5m24s a;  - Da conjugação dos depoimentos do A e das testemunhas S. , H. F. e J. ressalta de forma evidente que a deslocação do demandante e sua esposa ao restaurante ... depois do alegado furto, não tinha qualquer objetivo concreto e plausível, a não ser comprovar que estavam no local e logo se queixaram do furto.