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E alega por fim que o Tribunal deveria ter usado a faculdade de redução da pena pecuniária, nos termos do artigo 812 do , pois havia elementos que, segundo um critério de equidade e de justiça, apontava para um manifesto excesso da pena pecuniária, e que o tribunal por assim não ter entendido violou os artigos 473 e 812 do Neste segmento e para concretizar, invoca que em assembleia de condóminos realizada no dia 29/03/2016, deliberou, lançar quota extraordinária no valor de € 000,00, sendo a autora responsável pelo pagamento da quantia de € 263,15 – considerando o valor global das obras aprovadas € 000,00) e a permilagem da fracção de que é proprietária 52,63/1000), para a realização de obras ao nível das fachadas, devendo aos condóminos devedores ser aplicada uma pena pecuniária correspondente ao triplo do valor em dívida, de montante nunca inferior a € 000,00 – pontos 25, 26, 27 e 2 E que apesar da ora recorrente ainda não ter liquidado a quota extra referida de 2615€, por não concordar com as referidas obras, a verdade é que, pelo que é referido pelos RR.