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4 - O médico objetor não pode sofrer qualquer prejuízo pessoal ou profissional pelo exercício do seu direito à objeção de consciência.”  Por último, o Regulamento n. 344/2017, de 25 de março, da Ordem dos Enfermeiros, que aprovou o Regulamento do exercício do direito à objecção de consciência, dispõe sob o seu Capítulo sobre o "Exercício de objecção de consciência”, do qual para aqui se extrai o que segue:  "Artigo  Âmbito do exercício de objeção de consciência O direito à objeção de consciência é exercido face a uma ordem ou prescrição concreta, cuja intervenção de Enfermagem a desenvolver esteja em oposição com as convicções filosóficas, éticas, morais ou religiosas do enfermeiro e perante a qual é manifestada a recusa para a sua concretização fundamentada em razões de consciência.