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Inconformado com esta decisão, dela recorreu o autor para o Tribunal da Relação de Lisboa, que veio a conhecer do recurso por acórdão de 22 de fevereiro de 2018, que integrou o seguinte dispositivo:  «Em face do exposto, acorda-se em julgar parcialmente procedente a apelação, e consequentemente:   Mantém-se a decisão quanto à extinção da instância por inutilidade superveniente da lide do réu Banco Espírito Santo e quanto à absolvição da instância dos Réus Fundo de Resolução, Banco de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários;   Revoga-se a sentença apelada no tocante à absolvição da instância dos Réus NOVO BANCO, S.A. e ., determinando-se nesta parte o prosseguimento dos autos».