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Sobre esta questão já se pronunciou o Supremo Tribunal Administrativo, designadamente em Acórdão de 002011 Processo: 0234/11)12, onde se refere: "Embora o responsável subsidiário tenha sido citado muito para além do  ano posterior ao da liquidação o facto com efeito interruptivo em relação ao devedor originário no caso, a instauração da execução) ocorreu na vigência do CPT, e não da LGT, pelo que a eficácia desta interrupção em relação ao responsável subsidiário não está subordinada à verificação da condição da citação do responsável subsidiário até ao  ano a contar da liquidação, que apenas a LGT veio contemplar e que apenas é aplicável às interrupções da prescrição relativas ao devedor principal que tenham ocorrido já na vigência da LGT assim, JORGE LOPES DE SOUSA, op.