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15 da sua contestação, declara "...) pois havia um muro divisório, naturalmente, que posteriormente foi encerrado com alumínio e janelas”; 65 - Ainda nos factos que o Tribunal "a quo” considerou não provados, os recorrentes não se conformam com a tese defendida na sentença quanto a não ter ficado provado que "...) a Autora,, não tenha ficado privada de usufruir do seu terraço, por estar paredes meias com o escritório da loja onde entravam e saiam clientes” ; 66 - A altura do muro divisório 90 e o facto da janela aí colocada dar directamente para o terraço dos recorrentes, mostra por que motivo os recorrentes, em particular a Autora,, se sentiam constrangidos em usufruir do terraço; 67 - Independentemente da janela ser em vidro fosco a realidade é que essa janela podia ser aberta sempre que os funcionários da recorrida assim o entendessem; 68 - Sempre que a janela era aberta expunha os recorrentes caso estes estivessem no terraço; 69 - A recorrida utilizava o terraço da fração sem consentimento dos recorrentes sempre que fosse necessário aceder aos aparelhos de ar condicionado; 70 - Se o Tribunal "a quo” tivesse em atenção a prova documental que foi junta aos autos verificava que a obra realizada pela recorrida é ilegal, e que nunca foi reposta a legalidade; 71 - Através dos documentos juntos aos autos e da prova testemunhal o Tribunal "a quo” não consegue concluir que o muro tenha sido aprovado no projeto com 90 de altura, até porque o projeto a que as testemunhas se referiram na audiência de discussão e julgamento era um projeto de alterações apresentado pela recorrida e que nunca foi aprovado pela Câmara Municipal, cfr.