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Uma vez afastado desde logo o argumento de que o que era comprado a estas empresas era "refugo”, conforme vieram referir, também o eventual argumento de que por vezes uma sociedade, para fazer face a necessidades de stock, vê-se na contingência de adquirir matéria prima mais cara, mas que lhe possa ser entregue mais rapidamente não colheria, já que como se pode observar nas fichas de artigo, a não adquiria à e à R. por necessidade de stockagem imediata, já que normalmente possuía no momento dessas compras um stock elevado face aos consumos imediatos posteriormente verificados, conforme se demonstra no anexo 6  Não podemos deixar ainda de nos pronunciar sobre o facto de, do ponto de vista da informação financeira ser absolutamente incorrecto simular um pagamento apenas para não ter um saldo em aberto, pelo que mesmo a este nível o argumento é despiciendo de qualquer lógica contabilística.