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Defendem, também, que as medidas decretadas pelo Tribunal a quo designando a Requerente como Acompanhante para a gestão de assuntos de natureza patrimonial do Beneficiário, ainda que acautele as necessidades de articulação com a Acompanhante mulher quanto à satisfação das necessidades financeiras pessoais do beneficiário, não contribui para o equilíbrio necessário a um bom e saudável acompanhamento do Beneficiário, para além de desrespeitar a vontade lúcida e expressa manifestada pelo mesmo, vai contribuir para uma maior instabilidade da relação existente, pois que, o dissenso em causa relaciona-se diretamente com o património do casal, a que a Requerente quer "deitar a mão”.