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Depois, no que concerne à previsão da alínea do n 2 do preceito e sendo certo que os negócios aludidos nas alíneas e dos factos provados, para lá de não poderem integrar-se no período temporal que releva para efeitos de qualificação da insolvência, também não consubstanciam destruição, danificação, inutilização ou ocultação de património – são, antes, actos onerosos de transferência definitiva ou temporária do património), não pode concluir-se que a matéria vazada na alínea dos factos provados consubstancie, em si, qualquer acto de destruição, danificação, inutilização, ocultação ou desaparecimento de património da insolvente, pois que tão só traduz acto de contabilidade o eventual acto lesivo seria o pagamento feito pela insolvente de dívidas de outra empresa – acto levado a efeito, porém, nos anos anteriores e, por isso, fora do limite temporal estabelecido no n 1 do art.