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Acordam na Secção de Contencioso Administrativo do Tribunal Central Administrativo Sul  – Relatório:   	Na ação relativa a contencioso pré-contratual que R, SA intentou contra o Município de Odivelas e, na qualidade de contrainteressada, contra , S.pedindo que  fossem "declarados ilegais o disposto no n. 1 do artigo 1 do Programa de Procedimento, o disposto no ponto 2) do Anúncio de Concurso n. 2020/S , o disposto nos n.s 9 e 14 do Anúncio de Procedimento n. 1/2020 e quaisquer peças do procedimento de onde decorra que o prazo para apresentar a proposta terminou em 27 de março de 2020, com as devidas consequências legais”, que fossem "anulados ou declarados nulos todos os atos que sejam considerados como enfermando de uma ilegalidade consequente decorrente do prazo para a apresentação das propostas fixado em 27 de março de 2020, nomeadamente, a decisão que tenha concluído pela adjudicação do contrato objeto do referido concurso à Contrainteressada, com as devidas consequências legais”, que fosse "declarado nulo o contrato celebrado ou que venha a ser celebrado na sequência da adjudicação, com todas as demais consequências legais” e que fosse "o Réu condenado na adoção dos atos e operações materiais necessários para reconstituir e restabelecer de forma integral a situação que existiria se os atos impugnados não tivessem sido praticados, com todas as demais consequências legais”, veio a Autora apresentar articulado superveniente no qual também pediu que fosse "admitida a ampliação da instância à impugnação deliberação de 28 de outubro de 2020 da Câmara Municipal, através do qual foi decidido aprovar o Relatório Final, a decisão de adjudicação e a respetiva contratação da Contrainteressada , S. , por violação dos princípios da igualdade, da concorrência, da boa-fé, da imparcialidade, da não discriminação e da transparência, do n. 1 do art.. -A do CCP, bem como, do artigo 1 da Diretiva 2014/24/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de fevereiro de 2014, dos artigos , , , 1 do CPA, dos artigos 1 e 26, n. 2 da Constituição da República Portuguesa e do n. 2 do artigo 7 e os artigos 14, n. 2, alínea, 5, n. 1, alínea e 7m n.s 1 e 2, alíneas e do CCP, com as devidas consequências legais.”  	Por decisões de 5 de abril de 2021 foi rejeitado e determinado o desentranhamento do articulado superveniente e indeferidos  requerimentos probatórios vertidos na réplica.