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Assim, tendo o Credor Reclamante oferecido um preço inferior ao que o bem foi anunciado para a venda mediante propostas em carta fechada, mal andou o Doutro Tribunal a quo em aceitar a referida proposta E ainda que tal não se entenda e se venha a compreender estarmos perante uma mera proposta de compra do Credor Reclamante, o que apenas se coloca por mera hipótese académica, sempre se dirá que o Douto Tribunal a quo desvaloriza factos no caso sub judice que devem sobrepesar numa eventual autorização judicial numa fase da venda mediante negociação particular, a saber: - Por requerimento datado de 102016, o Credor Reclamante , S.A indicou como valor base para a venda por proposta em carta fechada da fracção penhorada nos autos, a quantia de €30000,00, alegando resultar de uma ”) avaliação efetuada pela , S.A, em 102016, ao imóvel, dentro dos critérios, normas e conceitos estabelecidos no Aviso 5/2006, de 11 de Outubro do Banco de Portugal”- cfr.