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Perante tal prova produzida em sede de Audiência de Julgamento, o Tribunal deveria ter considerado como FACTO PROVADO o n. 1 dos NÃO PROVADOS, fixando-se que "A participação efectiva do Autor nos jogos oficiais da Ré não foi requisito essencial à constituição e manutenção do vínculo laboral entre as partes.”  Perante tal prova produzida pelo Autor, de que continuou a trabalhare que o impedimento era apenas de participar em jogos oficiais, o N. 2 DOSFACTOS NÃO PROVADOS deverá ser alterado e deverá ser dado como provadoque "A suspensão do autor implicava apenas que não poderia participar em jogos oficiais, podendo treinar com os restantes jogadores, tal como o fez.”  Quanto ao FACTO NÃO PROVADO N. 3, o Tribunal deveria ter julgado de formainversa, fixando e dando como provado que "A Ré poderia continuar a utilizar, individual ou colectivamente, a imagem pública do Autor ligada à prática desportiva”  Os descontos efectuados ao Autor deveram-se à aplicação, por parte da Ré aoAutor, da sanção disciplinar de "Suspensão do trabalho com perda deretribuição”.