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195, n 3 do CPC,  - o réu apelante A. F., entendendo que a pretensão da interveniente Y deveria ter sido formulada por via de recurso subordinado e não através de ampliação do objecto do recurso ampliação que considera inadmissível, por falta de, - a ré defendendo a rejeição da ampliação do objecto do recurso suscitada, pois tendo saído vencida, podia a interveniente recorrer da decisão, tendo como sede de apreciação da sua pretensão o recurso ordinário e independente, nunca a ampliação do objecto do recurso,  - os autores apelados, afirmando não dever ser admitida quer a requerida ampliação do objecto quer a suscitada convolação da mesma em recuso subordinado.Colhidos os vistos, cumpre decidir.Do objecto do recurso  Da delimitação do objecto do recurso  Importa abordar, preliminarmente – sendo que a propósito se cumpriu o contraditório –, da admissibilidade da ampliação do objecto de recurso suscitada pela interveniente Y Portugal, SA, na resposta apresentada ao recurso interposto pela primeira ré, Seguros Gerais, SA e bem assim, da convolação de tal pretensão caso se entenda ser a mesma inadmissível) em recurso subordinado.