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A decisão recorrida considerou como não provado que: · O requerente passou a residir com a requerida, na casa de que esta era arrendatária, sita na Rua, Asseiceira Grande, assumidamente e publicamente, a partir de Janeiro de 2016 ponto 1 do requerimento de oposição); · O requerente já pernoitasse frequentemente nessa residência desde Outubro de 2015 ponto 1 do requerimento de oposição); · O requerente pernoitava, fazia as refeições e a sua rotina diária na casa de que a requerida era arrendatária desde 1/1/2016 ponto 2 do requerimento de oposição); · No final de 2015 tenha sido tomada a decisão de requerente e requerida viverem em comunhão de habitação a partir do primeiro dia do ano seguinte, pela primeira vez ponto 2 do requerimento de oposição); · A partir de 1/1/2016 o requerente indicava a toda a gente que a casa arrendada pela requerente era a sua habitação e a requerida a sua esposa e que os filhos desta eram como se fossem seus ponto 2 do requerimento de oposição); · O domicílio fiscal do requerente foi mantido em Cascais por ter dívidas fiscais várias ponto 2 do requerimento de oposição); · As contas e consumos decorrentes da vida em comum eram pagas e partilhadas por requerente e requerida, conforme as circunstâncias e acordo tácito ponto 3 do requerimento de oposição); · Durante o período de vida em comum, a requerida, para além da alimentação, pagou muitas contas de despesas comuns ponto 3 do requerimento de oposição); · O requerente e a requerida não tinham contas bancárias em comum porque o requerente tinha muitas dívidas, inclusive ao fisco, e penhoras, que iriam incidir em qualquer conta que contivesse o seu nome ponto 3 do requerimento de oposição); · O requerente fazia pagamentos através de uma conta bancária de sua mãe, que era utilizada pelo mesmo, por ter muitas dívidas, inclusive ao fisco, e penhoras, que iriam incidir em qualquer conta que contivesse o seu nome ponto 3 do requerimento de oposição); · O requerente residia com a requerida e os três filhos menores desta, desde Janeiro de 2017, na casa identificada em ponto 4 do requerimento de oposição); · A decisão de aquisição de casa própria foi tomada de comum acordo pelo casal, dado o projecto assumido de vida em comum como um casal ponto 5 do requerimento de oposição); · A casa identificada em foi adquirida em nome do requerente porque a requerida, na altura, encontrava-se desempregada e tinha dificuldade de acesso ao crédito ponto 5 do requerimento de oposição); · A requerida efectuou o pagamento de muitas das prestações do mútuo para aquisição da casa dos autos ponto 5 do requerimento de oposição); · A requerida pagou as despesas de condomínio relativas à fracção identificada em ponto 5 do requerimento de oposição); · A requerida mudou a fechadura do imóvel identificado em por ter perdido as chaves de casa e temer que alguém as encontrasse e entrasse na casa ponto 6 do requerimento de oposição); · A requerida nunca recusou a entrada na casa do requerente, se solicitado ponto 6 do requerimento de oposição).