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Embora à data da notificação da nota de liquidação ou seja, em 29/12/2020), o recorrente ainda não tivesse sido declarado habilitado como cessionário para intervir no processo de execução na posição da credora reclamante Y que havia adquirido em 24/06/2019 os créditos reclamados e reconhecidos ao primitivo credor Banco ... e, posteriormente, cedido tais créditos ao ora, por sentença transitada em julgado - a qual só veio a ser proferida em 8/02/2021 – a verdade é que, àquela data, o mesmo já era titular dos créditos hipotecários reclamados nestes autos pelo primitivo credor Banco ... e reconhecidos por sentença proferida em 25/09/2018, por ter celebrado, em 27/10/2020, um contrato de cessão de créditos com a anterior cessionária habilitada Y, contrariamente ao alegado no presente recurso, e já havia requerido, em 29/10/2020, a sua habilitação como cessionário para intervir no processo de execução na posição da credora reclamante Y, tendo, por isso, perfeito conhecimento dos créditos reclamados pelo primitivo credor e reconhecidos por sentença proferida no Apenso A, que foram posteriormente cedidos nos termos atrás explanados.