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Com efeito, nas conclusões do presente recurso – e até nas próprias alegações -, os apelantes apenas fazem alusão aos pontos 12, 13, 14 dos factos provados e à alínea dos factos não provados - para invocarem, quanto a tais factos, a existência de contradição insanável - e, ainda, aos pontos 8 e 9 dos factos provados, para defenderem, quanto a estes, que o Tribunal os subsumiu de forma errada ao direito aplicável, pois que, em seu ver, tais factos – aceites pelos apelantes conclusões J, K e –, deveriam ter conduzido, na sua perspectiva, a decisão positiva quanto à verificação do «sinistro» para efeitos de accionamento do ajuizado contrato de seguro de danos próprios e, logicamente, à procedência do seu pedido na parte atinente aos danos decorrentes do alegado sinistro de 202015), em sentido oposto ao decidido pelo Tribunal de 1 instância.