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Acontece que, estranhamente, o alvará de licença de utilização n. 43/UT/2012 nunca foi junto aos autos pelo Autor; K) As testemunhas e foram claras no seu depoimento ao afirmarem, conforme consta infra, que o locado não tinha quaisquer condições para uma actividade comercial, independentemente do ramo; ) O que vem confirmar o disposto no número um da cláusula terceira do contrato de arrendamento onde se afirma "que os primeiros contraentes realizarão todos os actos que se mostrem necessários, atenta a sua qualidade de proprietários, para a obtenção da autorização camarária para a instalação no locado de um estabelecimento comercial”; ) Conforme é confirmado pela prova testemunhal e documental junta aos autos, a Ré teve de realizar, por duas vezes, obras globais no locado para que o mesmo pudesse funcionar como um estabelecimento comercial; N) Embora interpelado para o efeito, o Autor nunca quis resolver os problemas existentes no locado ou restituir à Ré os valores pagos por esta nas obras e reparações; O) O valor de € 1000,00 foi estipulado pelas partes antes de se ter acesso ao locado e no pressuposto que o mesmo tinha todas as infra-estruturas necessárias; P) Quando o contrato foi celebrado as partes ainda não tinham tido acesso ao locado; Q) Deve ser considerado provado: "Em  .015 o imóvel não tinha condições materiais para a sua utilização como espaço comercial" e que "em  .015 o imóvel não estava licenciado para a sua utilização como espaço comercial; R) No considerando "E" do contrato promessa de compra e venda do imóvel, celebrado em  de Janeiro de 2015, junto aos autos pelo Autor como Doe.