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Concluindo, também nesta parte a apelação da Ré F não merece ser atendida, justificando-se em última análise a sua responsabilização em razão da sua qualidade de "comitente”, ou seja, porque no âmbito da actividade que desenvolve se serve de outra pessoa para a realização de certo acto, colhendo as vantagens dessa utilização, justo é que sofra também as consequências prejudiciais aquela resultantes – cuiús commoda eius incommoda..  1- Se a indemnização fixada pelo tribunal a quo se justifica e, na afirmativa, se ainda assim não peca a mesma por ser excessiva quanto ao seu montante  Termina a Recorrente F , alicerçada na maioria da Jurisprudência do TEDH, por considerar revelar-se excessiva a sua condenação no pagamento ao autor de uma indemnização no montante total de € 5000,00, sendo a mesma claramente desproporcional, constituindo uma clara violação do artigo 10 da CEDH, em especial, se forem tidas em consideração, por exemplo as indemnizaçõesatribuídas pelo dano morte em Portugal.