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Donde, como salienta a devedora, não impondo o princípio da igualdade um tratamento diferenciado em nenhuma ocasião, apenas admite e tolera que possam ser determinadas certas diferenciações entre credores, desde que devida e objetivamente justificadas e assentes em critérios claros e uniformes, não pode concluir-se pela violação alegada pela recorrente, já que não é feito qualquer tratamento diferenciado entre os créditos resultantes de financiamento de entidades bancárias, gozando todos eles dos mesmos prazos, condições e garantias de pagamento e, por isso, não pode configurar uma violação do princípio da igualdade entre credores o facto de não ser dado um tratamento preferencial aos credores cujos créditos sejam classificados como garantidos, sem prejuízo de, caso o Plano fizesse essa diferenciação, a mesma poder configurar uma razão objetiva suscetível de justificar aquele tratamento diferenciado.