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e de 12/05/2015 da autoria do Dr. A. P. – fls., bem como em determinados excertos do depoimento da testemunha Dr. A. P. médico urologista que seguiu o A. em consulta no Hospital ...) e dos esclarecimentos prestados em audiência de julgamento pelos peritos que intervieram na perícia médico-legal, que transcreve nas suas alegações, alegando, em síntese, que resulta desses depoimentos que a disfunção sexual actualmente existente no A. não se pode ter por definitiva, na medida em que existe a possibilidade de ser revertida ou minorada, através de procedimentos terapêuticos terapia inovadora com ondas de choques ou colocação de prótese, daí decorrendo que a efectiva repercussão a nível sexual das sequelas que o A. apresenta não pode, ainda, ser fixada e tão pouco se pode considerar como permanente a perda de interesse sexual do Autor.