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Assentes os pressupostos acima definidos, deve ainda dizer-se que a fixação da indemnização deve pautar-se por critérios de igualdade e razoabilidade, indispensáveis à realização do princípio da equidade, relevando como de particular importância a análise de decisões de tribunais superiores relativas à reparação deste tipo de danos: ora, podemos ver nos Acórdãos da Relação do Porto de 11/05/2011 e do STJ de 13/01/2009 ambos disponíveis em www.dgsi.pt), que foi fixada em € 1000,00 a indemnização pelo esforço equivalente à perda de capacidade de ganho de 5%, num menor de 13 anos, num caso e, no outro caso, com 8 anos e tendo-se ponderado um salário médio de € 800,00 ou de € 650/700,0 Também no Acórdão do STJ de 07/01/2010, já supra referido, entendeu-se que: "Provado que o autor tinha à data do acidente 26 anos, auferia o salário mensal de € 657,01 14 vezes por e que, em virtude do sinistro, ficou a padecer de uma IPP de 8% que não o impede do seu exercício profissional, mas exige esforços físicos suplementares, reputa-se de justa e equitativa a quantia de € 20 000 destinada à reparação dos danos patrimoniais sofridos pelo autor” Em face de tudo o que fica dito, entendemos correto o valor fixado em  instância de € 1000,00 a título de indemnização relativa aos danos patrimoniais futuros/perda de capacidade de ganho.