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E, insiste-se, foi isso o que o gestor aqui fez;  - Logo, a resposta levada ao ponto 117 dos Factos provados da sentença não reflete a realidade dos factos;  - O Banco R é intermediário financeiro, mas não tem juízos de prognose sobre o futuro dos mercados financeiros; não deve especular sobre tal matéria; também não é nem um polícia do mercado, nem deve substituir-se às Instituições Reguladoras, e também não é nem tutor dos clientes, nem fiador destas operações;  - Ora, inexiste um nexo causal se o informado teria actuado da mesma forma sem a recomendação" tendo ficado patente no caso que o A, só teria vendido, aquando do reembolso antecipado, se o gestor lhe tivesse dito conforme se queixou de o não ter: "venda que isto está mal";  - Também a presunção de culpa prevista no artigo 314 do não inclui presunções de ilicitude e de causalidade, desde logo, por tal amplitude não encontrar um "mínimo de correspondência" na letra da lei cfr.