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Assim, a referida sistemática mais impõe que se ratifique o entendimento adotado em 1 instância, de acordo com o qual são os Tribunais Administrativos materialmente incompetentes para decidir a presente Providência, por estar em causa decisão administrativa que adota medidas preventivas no âmbito contraordenacional não incluídas no ETAF como competências dos Tribunais Administrativos Art , n. 1, alínea, do ETAF, a.  Efetivamente, na presente Providência Cautelar são requeridas medidas cautelares suscetíveis de serem reconduzidas no disposto no artigo 2 do n. 9/2007, de 17/01, por respeitarem à adoção de medidas cautelares ao abrigo do Regulamento Geral do Ruído, em face do que, por opção do legislador, carecem os tribunais administrativos da competência em razão da matéria para o seu julgamento.