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n. 22, foi enviada pela  Recorrida à Recorrente, no caso 31 de Janeiro de 201  Esta precisão é por demais relevante, daí se estranhando a sua omissão, uma vez que, conjugada, nomeadamente, com o Facto indiciado n. 34, permite revelar a má fé com que a   Recorrida sempre se apresentou,  concluindo-se, da articulação dessas duas circunstâncias, que a  Recorrida, em 31 de Janeiro de 2019, interpelou a Recorrente para o cumprimento de uma suposta obrigação que não, sob pena de resolver o contrato, quando, dois dias antes, e nas costas da Recorrente, já tinha vendido o imóvel objecto do contrato!