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74 do , e assinou o auto de declarações do termo de avaliação;  ) Como resultado da 2 avaliação foi apurado um valor patrimonial tributário maior do que o da 1 avaliação €21740,00), produto da obtenção de uma medição superior relativamente às áreas brutas privativa e dependente;  n) Acresce dizer que essa situação foi prontamente esclarecida, porquanto a diferença foi resultado de uma conferência feita no local, na presença dos interessados;  o) Ressalva-se ainda que, conforme laudo elaborado pelo perito indicado pelo impugnante, no seu ponto , o mesmo concorda com a alteração das áreas brutas privativas, embora tenha discordado com os restantes fundamentos ponto ), não tendo obtido, nesta parte, provimento pelo douto Tribunal, decisão que acompanhamos;  p) Existe portanto um dissenso no dizer do próprio impugnante, já que diz concordar com a alteração das áreas brutas privativas para, posteriormente, a vir atacar através de impugnação;  q) No que se refere à qualificação das varandas como área bruta dependente, não oferece para a Fazenda Pública qualquer dúvida, pelo que não concordamos com o decidido pelo Tribunal a quo;  r) Apoiou-se este Tribunal no douto Acórdão do STA de 30/01/2013, no processo n. 01111/12 que, com o devido respeito, entendemos não se aplicar ao caso vigente e à data dos factos;  s) Primeiramente, porque não se alcança do referido Acórdão, como parece transparecer da douta sentença, que as varandas não façam parte da área bruta dependente; depois, porque à data não se exigia que as mesmas fossem áreas cobertas e fechadas de uso exclusivo;  t) Isto porque na redação atual do n. 3 do art.