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É que, a distorção do VPT face ao normal de mercado, tem de ser superior a 15% para justificar o afastamento, em  avaliação, da fórmula de avaliação prevista no art.3 e seguintes do e levar à aplicação do critério de avaliação previsto no art.46/2 do Código quando se trate de edificações, que é o. Ora, como a comissão, na leitura que fazemos do art.76/2 e 3 do , tem sempre oficiosamente ou a de certificar-se de que o resultado da  avaliação observou a fórmula enunciada no art.3, e não há erro nos cálculos ou na determinação dos coeficientes da fórmula de determinação do VPT, bem pode suceder que por virtude da eventual rectificação de erros de cálculo ou na aplicação da fórmula, a distorção do VPT face ao normal de mercado indicado pelo contribuinte baixe para uma percentagem inferior a 15%.