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Nesta ordem de ideias, e por resultar que o que estava em causa era uma "desconfiança”, no deferimento parcial da impugnação, reformula-se a redação desse dito ponto de facto "provado”, o qual passa doravante a figurar pela seguinte forma: « Aquando do início da intervenção da CPCJP, as suas técnicas desconfiaram que aquele que era indicado como pai da .. era afinal .., pai da jovem G...»  ¨¨ « Em benefício da .. foi aplicada, provisoriamente, por despacho de 002020, a medida de acolhimento residencial, uma vez que se levantavam fundadas suspeitas de que a mãe da criança, que vivia com o seu pai adotivo, teria engravidado deste.» Relativamente a este ponto de facto, os progenitores/recorrentes discordam de o mesmo figurar no elenco dos "provados”, tecendo considerações sobre a "normalidade” do sucedido.