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Neste enquadramento, a solução que se afigura juridicamente correcta e justa é a adoptada no citado acórdão da Relação de Coimbra de 002013 processo n. 988/19TMCBR-A.C1), segundo a qual será bem próprio a indemnização na parte proporcional ao tempo em que a relação laboral decorreu fora do período da comunhão conjugal; será comum na parte restante1 No caso sub juditio, apenas sabemos que recorrente e recorrida foram casados entre si, que o casamento foi dissolvido por divórcio decretado em 102018 e que, em 202015, aquele recebeu de E a indemnização de € 7739,49 como compensação pela revogação, por mútuo acordo, do contrato de trabalho que o ligava a esta instituição bancária.