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– Após a prolação do segundo Acórdão Arbitral a Exequente não se conformou com a decisão que havia reduzido a indemnização que teria a receber dos Executados, de cinco para dois milhões de euros, tendo intentado, uma ação de anulação que foi considerada improcedente por acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, datado de 28/01/2016, a que se seguiu um recurso para o Supremo tribunal de Justiça que confirmou o acórdão do Tribunal da Relação, por acórdão de 22/09/201  – A 10/11/2016 foi proferida decisão que declarou "extinta a execução na parte que excede o valor devido pelos executados calculado em conformidade com o decidido no acórdão arbitral de 22015 e constante do ponto dos factos provados".