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Face a esta admissão dos documentos, através deles indubitavelmente haverá ainda que considerar como assente:  o recorrente reclamou da lista provisória de créditos; para tanto alegou que o crédito de natureza privilegiada foi incorrectamente reconhecido ao sê-lo apenas pelo valor no montante de 4803,73€, apesar de ter sido reclamado a quantia de 9765,06€; também que "os valores reclamados a título de salários e subsídios de alimentação dos meses de março, abril maio e junho de 2016, de retribuição por isenção de horário de trabalho dos meses de novembro e dezembro de 2015 e de janeiro, fevereiro, março, abril e maio de 2016, de férias e subsídio das férias vencidas em 002016, de férias, subsídio de férias e subsídio de natal proporcionais do ano de 2016 e de juros de mora devidos, no valor global de 1340,59€, não foram ainda pagos pela devedora pelo que devem ser reconhecidos na sua totalidade”;  ainda que "resolveu o contrato de trabalho celebrado com a devedora com justa causa e efeitos imediatos devido ao não pagamento pontual de retribuição”, já que "a devedora não pagou o salário do mês de março de 2016 nos 60 dias subsequentes ao vencimento do mesmo”; e na decisão sobre as impugnações à lista provisória de créditos, quanto ao recorrente consta:  "J. S. – Credor n. 918 da LPC  Pese embora o supra decidido, mormente no ponto x, a presente impugnação improcede, quer quanto aos créditos salariais - pois mostram-se impugnados pela devedora, existindo até acção laboral, e não foram aceites pelo Sr. AJP, o que é agravado pelo facto de o impugnante não ter junto qualquer tipo de prova que demonstre, sequer, os valores referidos -, quer quanto à indemnização - pois desconhece-se em absoluto quando começou e quando terminou o contrato de trabalho deste credor, bem como qual o seu vencimento base.