Legal Document Excerpt:

2 Fácil será de concluir que, conforme supra alegado, o Tribunal a quo fez um insuficiente exame critico das provas que serviram de base à formação da sua convicção, porquanto, no que respeita ao primeiro crime de ofensas à integridade física, nenhuma prova existe para além da "palavra” interessada/interesseira da própria "vitima” e, mesmo que tivesse existido esse toque nas costas, o que apenas se admite por mero exercício de raciocínio, o mesmo não teve nem a intensidade/força, nem a intenção de magoar o Guarda ...), que não foi ofendido nem na sua saúde, nem no corpo e, por isso mesmo é que também não reagiu de imediato contra a Arguida.