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61, n. 1, al., ab initio, do P., ferida de NULIDADE, pois que, não obstante a Executada / Embargante ter invocado o descrito nos art.s 5 a 5 dos seus "Embargos de Executado”, e, bem assim, com tais fundamentos, ter peticionando, o seguinte que "Deve ser dada como verificada, para os devidos efeitos legais, a excepção dilatória de incerteza, inexigibilidade e/ou iliquidez da obrigação exequenda;”, a verdade é que o Tribunal a quo, não obstante dever apreciar tal questão, não se pronunciou sobre a mesma.”, o Tribunal a quo, ao ter decidido, quanto a tal, concreta, questão, nos termos em que decidiu, ou seja, ao ter decidido, com os fundamentos, por ele aduzidos, que ") não ocorre a invocada omissão de pronúncia.”, violou, salvo melhor entendimento, singular ou conjuntamente, quer o disposto nos art.s 34, n. 1, e 78, do , quer, ainda, o disposto nos art.s 57, 57, 60, n. 2, 61, n. 1, al., ab initio, 66, n. 2, 71, n. 1, 72, n. 1, als.