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Nas conclusões  a   das alegações de recurso, a Recorrente afirma que o Tribunal a quo incorreu em erro de julgamento de facto ao seleccionar e discriminar factos constantes do Relatório de Inspecção Tributária por meio da sua transcrição, nomeadamente os itens 4 a 9, 11 a 24, 27 a 29 e 31 a 35 dos factos provados, os pontos 9, 15, 16, 20, 24, 27, 32 e 33 por se tratar de matéria conclusiva e os pontos 14, 16, 19, 20, 24, 27 e 31 dos factos provados na medida em se reportam a anos fiscais que não o de 200 Vejamos.