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Apesar disso, até por se tratar de vícios de conhecimento oficioso, como antes se referenciou, e recordando que o erro notório na apreciação da prova " existirá  sempre que se revelem distorções de ordem entre os factos provados e não provados, ou que estes traduzam uma apreciação manifestamente ilógica, arbitrária, fora de qualquer contexto racional, e por isso incorreta, e que, em si mesma, não passe despercebida imediatamente à observação e verificação comum do homem médio” 10, e que o vício da insuficiência para a decisão da matéria de facto provada só ocorre " quando a matéria de facto provada é insuficiente para a decisão de direito, porque o tribunal deixou de apurar ou de se pronunciar relativamente a factos relevantes para a decisão da causa, alegados pela acusação ou pela defesa, ou que resultaram da audiência ou nela deveriam ter sido apurados por força da referida relevância para a decisão” 11 cremos linear que nenhum deles aqui não ocorre, já que a decisão recorrida contém um acervo de factos percetível, sem distorções entre si, perfeitamente suficiente e suportado por uma motivação que os explicita de uma forma clara, racional e coerente, logo, perfeitamente cabal e plausível e, por isso, não arbitrária, mas apenas diversa da que pretendia o recorrente, divergência que, contudo, está devida e exaustivamente explicitada na correspondente fundamentação da convicção ali inserta, aqui, por economia, tida como renovada, remetendo-se, pois, para a sua leitura.»  O invocado vicio, previsto no art.