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Pelo exposto, e de acordo com os critérios jurisprudenciais conhecidos, a quantificação dos Danos Morais deve inspirar-se nos limites, no caso, da Portaria 679/2009, de 25 de Junho, e socorrer-se também das regras da prudência, senso prático, realidades da vida, justa medida das coisas e ter em devida conta para atingir os patamares da justiça e igualdade mínima relativos, os valores operados em situações similares, porventura de maior e ou menor gravidades, e que já tenham sido decididas, sem esquecer os contornos de cada caso em concreto, sendo certo que, aqueles patamares são captáveis no confronto da situação sob apreço com as decisões bem recentes desse STJ e atrás sumariadas ainda que muito em síntese.