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Concluindo: - o interesse em agir radica na situação de conflitualidade quanto ao direito esgrimido em juízo; - não se verifica falta de interesse em prosseguir a ação se o demandante obtém o reconhecimento desse direito e a consequente operacionalidade do mesmo perante outro sujeito, que não é parte na ação, e no âmbito de outra ação judicial; - ainda que o efeito jurídico pretendido com a ação principal se alcance mediante concretização de providência decretada, tal circunstância não acarreta a inutilidade superveniente da ação principal, pois é no âmbito desta que há de definir-se e decretar-se, de modo definitivo, o direito em litígio; - inexistindo identidade de sujeitos em cada uma das causas judiciais, resulta desde logo afastada a exceção de caso julgado; - partes distintas podem ser demandadas em processos distintos com vista à verificação do mesmo e único efeito jurídico, com fundamento no mesmo quadro fático;  - a propositura de uma única ação contra todos os interessados, em caso de litisconsórcio voluntário ou de coligação, constitui uma faculdade concedida ao autor, e não um dever.