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” Relatório dos Senhores Peritos: "- Segundo os instrumentos de gestão territorial designadamente o Plano Diretor Municipal de ... em vigor Aviso n 1489/2017 de 26 de fevereiro, publicado no Diário da República n 27, 2 série, de 7 de fevereiro de, a parcela encontra-se classificada em solo rural, área agrícola protegida, tendo uma parte a nascente como Área Agrícola Complementar, na planta de Ordenamento; Reserva Ecológica Nacional e 2/3 em "Reserva Agrícola Nacional”, na planta de condicionantes.” 25 - Perante esta classificação não se aceita e antes veemente se impugna a classificação por parte do Tribunal a quo e plasmada na Douta Sentença no ponto provado em 5 e, de que a da área florestal é de 1960,18m2 ou seja corresponde a 60% e que a área agrícola é de 1973,46m2, ou seja corresponde a 40% 26 - Na medida em que, face à classificação do solo, à existência das plantações, à abundância de água, que o Tribunal também não referenciou, a área agrícola é de 1960,18m2, conforme referido foi quer no Acórdão Arbitral, quer no Relatório do perito dos expropriados, Acórdão Arbitral  "- a parcela tem mais área de terreno agrícola cerca de 60%) do que de cultivo florestal cerca de 40%), possui uma boa aptidão para o cultivo, e para as plantação de oliveiras, nogueiras e outras fruteiras.” – Página 5/17 "Atendendo a que se trata de uma propriedade vedada uma, ao tipo de cultivo possível e usual em que na parcela existem cerca de 60% de área de cultivo agrícola de tipos variados e cerca de 40% de área de terreno florestal, ao contrário do que vem referido na vistoria a.p.r.