Legal Document Excerpt:

Não releva a qualificação da doença efectuada pela própria Recorrente, enunciando definições retiradas de Circulares como a indicada n 12/DGCG, de 2004), mas aquela que os médicos que a avaliaram, no exercício das leges artis e usando do rigor dos termos médico-legais, efectuaram e por referência ao período em que pretende que lhe seja pago o FET, no caso, o ano de 200 A própria Recorrente admite nas suas alegações de recurso que, o seu quadro clínico, evidenciado nos pontos,, e do probatório, permitiu ao Dr. F.. que lhe diagnosticasse em 2010 uma espondilartrite sem, no entanto, ter podido classificar a sua doença dentro do grupo da espondilite anquilosante – a que consta do Despacho Conjunto A-179/89-E que a artropatia e espondilartropia de que padece devem ser consideradas, para os efeitos do referido Despacho conjunto e da alínea do ponto 4 da Portaria n 132/98, de 4 de Março, como artroses graves artroses graves invalidantes, tal como consta do referido Despacho conjunto, ou seja, como doenças prolongadas incapacitantes cfr.