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E por aqui nos ficamos em sede de fundamentação, no vestíbulo da filosofia política, olvidando que a acção punitiva até no Estado – entendido no sentido de Estado-Administração central, autárquico e pessoas colectivas que prosseguem interesses públicos - é ou elemento determinante da moralização desse mesmo Estado e pessoas colectivas que este semeou de forma tendencialmente inútil ao longo dos decénios), assim se justificando a existência da ilicitude e a aplicação das sanções previstas por esse mesmo Estado, evitando colocar em risco perante o cidadão a sustentabilidade da ilicitude normativa só para o cidadão não e o efeito dessas mesmas sanções com reserva de impunidade para o estado em sentido muito.