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39 dos autos de execução, ficou integralmente liquidada a dívida decorrente do contrato de abertura de crédito celebrado em 199  Em face deste quadro factual, em sede de fundamentação de direito, a  instância considerou, em primeira linha e no essencial, que:   - «no caso, foi apresentada à execução um contrato de "abertura de crédito como hipoteca”, cuja validade não está beliscada nem foi sequer questionada pelos embargantes.»  - relativamente a esse contrato, os embargantes alegaram que a dívida em causa está integralmente liquidada, por via de novação, na sequência de um outro contrato de financiamento;   - porém, não se vislumbrava «nos dizeres dos dois contrato identificados no requerimento executivo qualquer intenção expressa e inequívoca, por parte dos seus intervenientes, em proceder a qualquer novação de obrigação pendente entre as partes até essa data;   - resulta, de modo claro e inequívoco, dos factos provados que o contrato de financiamento celebrado em 2006 apenas liquidou parte do valor em dívida, nessa data, e respeitante ao confessado crédito concedido a e a   Por fim, no que concerne à "nulidade das hipotecas” invocada pelos embargantes, na mesma instância, concluiu-se que, atento os dizeres do contrato de financiamento celebrado em 2006, nenhuma hipoteca foi constituída, nessa data, entre as partes, ao contrário do que segurem aqueles embargantes.