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As custas ficam a cargo da requerente.»   Não se conformando com a decisão, dela apelou a requerente, formulando, no final das suas alegações, as seguintes conclusões, que se reproduzem:  «Salvo o devido respeito, a douta sentença recorrida não só é nula, nos termos do disposto no artigo 61 do CPC, como padece de erro de julgamento sobre a matéria de direito, uma vez que:  a)- a decisão sub judice configura uma verdadeira decisão surpresa; b)- a decisão sub judice padece de falta de fundamentação ou insuficiente fundamentação de facto e de direito, no que respeita ao pedido formulado na alínea da pi; )- ficou comprovado que o douto Tribunal a quo pouco ou nada versou na sua decisão sobre o pedido formulado na alínea da pi; )- o douto Tribunal a quo errou ao considerar que não cabia a esta providência cautelar, determinar ou não a suspensão dos efeitos de alegada denúncia dos contratos de financiamento bancário; e)- o douto Tribunal a quo errou ao entender que a providência cautelar não constituía o meio adequado para evitar uma lesão grave ou dificilmente reparável do direito da ora Recorrente; f)- ficou comprovado que a Recorrente, com a presente providência cautelar pretendia apenas que o Tribunal a quo determinasse a suspensão dos efeitos de alegada denúncia dos contratos bancários, ainda que os mesmos possam estar a ser suscitados noutros processos e noutras instâncias; g)- ficou demonstrado que a Recorrente pretendia apenas suspender os efeitos da denúncia dos contratos de financiamento bancário até decisão final do processo principal, tendo em conta a importância e relevância dessa decisão para se aferir da existência de eventual crédito a favor do Banco, de forma a evitar as consequências imediatas e gravosas que podem advir dessa denúncia ilegal; h)- o Tribunal a quo precipitou-se, ao indeferir liminarmente a presente providência cautelar, de forma surpresa, sem analisar, apreciar ou ouvir as provas arroladas e apresentadas no processo; )- a questão suscitada pode ser suscitada em qualquer outro processo, em qualquer outra instância e a qualquer momento; j)-  a Recorrente invocou na sua PI factos tendentes a demonstrar a ilicitude da alegada resolução contratual dos créditos bancários, bem como, factos tendentes a demonstrar que a ilegalidade dessa denúncia lhe trará graves prejuízos patrimoniais, mormente a colocará numa situação iminente de insolvência, com todas as consequências daí advenientes; k)-o Tribunal a quo errou ao relacionar os dois pedidos alínea e) formulados pela Recorrente, como se os efeitos pretendidos fossem os mesmos, quando na realidade se tratavam de pedidos distintos e autónomos entre si e com efeitos e repercussões próprias e distintas; )-o Tribunal a quo errou no seu julgamento, mediante uma apreciação e valoração inapropriada e incorreta do direito aqui aplicável, valoração essa que deveria ter conduzido a uma decisão diversa da encontrada, designadamente, à admissão liminar da presente providencia cautelar, assim se fazendo a tão acostumada JUSTIÇA!!!