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Sem preocupação de exaustão, na avaliação do dano estético, devem ser ponderados, tanto elementos objectivos – g., a natureza da sequela, o lugar anatómico em que se situa e o seu carácter estático ou dinâmico – como aspectos subjectivos, por exemplo, a idade e o género do lesado, a sua personalidade, a profissão que exerce e a sua repercussão sócio-familiar e relacional5 A valoração deste dano deve, porém, relevar fundamentalmente da aplicação de critérios objectivos – como, g., a localização, a dimensão e a característica da sequela - sem prejuízo, contudo, por exemplo, da ponderação da apreciação íntima e, portanto, subjectivizante do lesado, quanto à sua repercussão.