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Pedimos vénia para realçar as judiciosas, criteriosas e prudentes considerações expendidas no douto Acórdão do STJ de 5/07/0 Começando por enfatizar estarem os tribunais agora sensibilizados para a quantificação credível dos danos não patrimoniais credível para o lesado e credível para a sociedade, respeitando a dignidade e o primado dos valores do ser, como acontece com a integridade física e a saúde) e, por isso as indemnizações adequadas passarem, com cada vez maior frequência, por uma mais acentuada valorização dos bens da personalidade física, espiritual e moral atingidos pelo facto danoso, bens estes incindivelmente ligados à afirmação pessoal, social e profissional do indivíduo, bens que hoje valem hoje mais do que ontem, salienta o douto acórdão a importância do recurso a tais padrões jurisprudenciais, mencionando não ser conveniente, dada a função cometida ao STJ refere-se, claro está, à função cometida ao STJ de contribuir para a uniformização da jurisprudência, mas isso vale também aqui, inteiramente, atento o princípio legal da interpretação e aplicação uniforme do direito – art.