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A Caixa Agrícola veio aos autos pugnar por posição diversa: "Não encontrando assim a dita herança ilíquida e indivisa do falecido, AA, enquanto património autónomo, qualquer acolhimento no conceito de consumidor, em sentido restrito, plasmado no referido acórdão de uniformização 4/2019), nos termos das notas tipológicas consagradas no artigo 2, n 1, da Lei da Defesa do Consumidor n 24/96, de 31 de julho”;  "Uma vez que, a referida herança em circunstância alguma, poderia destinar os três imóveis ao seu uso particular”;  "Logo, não sendo um consumidor, à luz dos citados acórdãos, não lhe pode ser aplicado o beneficio concedido ao consumidor promitente-comprador previsto no artigo 755, n 1, alínea do Código Civil”;  "Sendo em consequência e a considerar-se como tal, um credor comum da insolvência”.