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Deste modo, por força dos princípios da utilidade, economia e celeridade processual, o Tribunal ad quem não deve reapreciar a matéria de facto quando objeto da impugnação for insuscetível de, face às circunstância próprias do caso em apreciação e às diversas soluções plausíveis de direito, ter relevância jurídica, sob pena de se levar a cabo uma atividade processual que se sabe, de antemão, ser inconsequente.13 Dito de outra forma, o princípio da limitação dos atos, consagrado no Artigo 130 do Código de Processo Civil, deve ser observado no âmbito do conhecimento da impugnação da matéria de facto se a análise da situação concreta evidenciar, ponderadas as várias soluções plausíveis da questão de direito, que desse conhecimento não advirá qualquer elemento factual cuja relevância se projete na decisão de mérito a proferir – Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 12017, Isabel Pereira, 4111/1  Quanto ao facto provado sob 27 "A requerida não devolveu os bens móveis que a requerente deixou no imóvel e recusa-se a permitir o acesso da requerente aos imóveis”), a apelante pretende que o mesmo seja revertido para não provado «porquanto resultou da prova documental junta com a Oposição e do depoimento prestado pela testemunha , que a Recorrente referiu à Recorrida que lhe concederia acesso aos imóveis para proceder à retirada dos bens móveis que não fossem parte integrante dos escritório, contando apenas que a Recorrida liquidasse a quantia de EUR 4288,20, valor que se destinava a compensar a Recorrente por ter armazenado tais bens desde 30202»   Ora, a pretensão da apelante é contraditória nos seus próprios termos.