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– No âmbito da empreendida impugnação da matéria de facto, deparamo-nos de entre o conjunto da facticidade considerada provada, a arrimada nas alíneas h, , j, k, , n, o, p, q, r, s, t, u, , w, x, y, com relação à qual não resulta minimamente claro em que sentido o julgador de  instância a deu como provada, vale isto por dizer, se tal matéria foi considerada, tão-somente, como provada e unicamente reportada ao âmbito dos autos dos acidentes de viação ocorridos em 2010 e 2013, que correram termos, correspectivamente, sob os n.s 995/19TTBRG e 538/12TTBRG, ambos do Juízo do Trabalho – J2, do Tribunal Judicial da Comarca de Braga; ) - Ou, se, outrossim e ao invés, se limitou a transpor tal facticidade para os autos em apreço, unicamente com base nos documentos que instruíram o articulado de contestaçãoapresentado em juízo pela aqui Apelada, sem que para tanto tenha sido estabelecido qualquer nexo de causalidade entre, por um lado, a facticidade discutida nos sobreditos autos de acidentede viação e aqueloutra, totalmente distinta, do assédio moral a que o Apelante foi sujeito durantevários anos, completamente desacompanhada, portanto, de qualquer demais prova que a sustente, circunstância essa que parece transparecer da sentença de que se; ) Precisamente em contraponto com o aqui Apelante, que logrou exaustivamente fazer a competente contraprova, maxime, devidamente apoiado nas declarações da testemunha, Dr. P. F., médico psiquiatra, o qual, prestando serviços para a CompanhiaSeguradora contratada pela própria empregadora no âmbito da transferência deresponsabilidade emergente dos acidentes de trabalho e que "in casu” desde o início do anode 2017 acompanha o trabalhador na sequência das sequelas advenientes dos mesmos, depoimento esse que foi totalmente ignorado pelo Meritíssimo Juiz do Tribunal "a Quo”!!!!