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Évora, 12-04-2018 Ana Margarida Leite Silva Rato Mata Ribeiro  __________________________________________________ 1 Em situação fática de contornos diversos, considerou-se no acórdão desta Relação de 22-05-2014 relatado pelo ora , proferido no processo n. 11/16T2ASL.E1 publicado em www.dgsi.pt), que o comportamento do autor que, ao pretender efetuar uma consulta de saldos numa página eletrónica clonada no convencimento de que se tratava da página da entidade bancária, inseriu o número de telemóvel, conforme solicitado, não pode ser classificado como negligente e violador do contratualizado, sendo que a simples indicação do número de telemóvel não se apresenta, por si só, como causa adequada a possibilitar a subtração de quantias depositadas.