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"; 2 O relatório não contém obscuridades ou contradições que impeçam, como não impediram, o Recorrido de impugnar o ato; 2 O júri havia previamente definidos os assuntos a abordar e os critérios de classificação, de forma clara e rigorosa, pelo que o relatório não se mostra contraditório aos temas abordados e aos critérios classificativos;  2 Porque fundamentada, a entrevista profissional de seleção, de acordo com o princípio geral e requisitos legalmente exigíveis, o ato de homologação da lista de classificação final do candidato, não se reveste de qualquer vício, nomeadamente de forma, por falta ou insuficiente fundamentação;  2 O artigo 1, n. 3 da Portaria n. 236-A/2010, de 28 de abril, não impõe a obrigatoriedade da presença de um psicólogo da Divisão de Psicologia da PSP na qualidade de membro do júri;  2 Quer porque a entrevista profissional de seleção não se reveste de uma prova clínica ou de foro psicológico, mas sim de uma entrevista profissional;  2 Quer porque o candidato esteve em igualdade de condições com os restantes candidatos pois em nenhuma entrevista esteve perante um psicólogo; 2 Concluindo-se que a Douta Sentença Recorrida padece de erro de julgamento e de direito.