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Não se conformando com a decisão proferida, dela apela o autor, formulando, em suma, as seguintes conclusões: "a) No dia 11 de setembro de 2019 foi proferida sentença arbitral, tendo sido dados como provados os factos constantes na sentença recorrida que se dão por integralmente reproduzidos, e que se encontram transcritos na alegação que antecede; b) Dos factos em causa destacam-se que o veículo do Recorrido ficou impossibilitado de circular, desde o dia do acidente, e que o utilizava nas suas deslocações diárias; ) O Douto Tribunal a quo entendeu não se verificarem os danos por privação de uso, uma vez o Recorrente tem outro veículo que passou a utilizar desde essa altura; ) Assim sendo, o presente recurso tem como objeto os danos relativos à privação do uso do veículo sinistrado, uma vez que, independentemente de ter outro veículo, certo é que o Recorrente deixou de poder usar o veículo sinistrado nas suas deslocações diárias, como fazia anteriormente; e) Tendo de recorrer a uma alternativa, através dos seus próprios meios, uma vez que não lhe foi facultado um veículo de substituição pela Recorrida, que sempre recusou qualquer responsabilidade pelo sinistro; f) Estando em causa o dano de privação de uso, estamos perante um dano patrimonial autónomo, suscetível de avaliação pecuniária, e que decorre do direito de propriedade que compreende o uso e a fruição da coisa art.