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Acordam os juízes da secção do Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo:   A e B., vêm interpor para este Supremo Tribunal, recurso de revista excepcional, do acórdão do Tribunal Central Administrativo Norte TCA de 24 de Outubro de 2019, que concedeu provimento ao recurso interposto pela Fazenda Pública da decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto TAF do que julgou procedente a impugnação judicial deduzida Pelos Impugnantes ora Recorrentes, contra a liquidação adicional de IMT, e respectivos juros compensatórios, no valor de € 2976,6  Alegaram, tendo apresentado conclusões, como se segue: 1) Uma vez que o negócio que está em causa no processo corresponde a um caso muito massificado, o qual é o da compra de uma habitação, contratando-se, paralelamente, um financiamento bancário, urge perceber a orientação do ordenamento jurídico no tratamento da questão, sob o ponto de vista da aplicação do direito, maxime na sua vertente probatória, pelo que a questão a tratar, dada a sua simplicidade de contornos, é adequada para ser um farol na prática judiciária, servindo de pedra de toque para se aferir a bitola, o crivo, o sentido de equilíbrio e de bom senso que deverão presidir à actividade probatória em casos análogos.