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4 Alega a Recorrente que o progenitor sujeita a menor a situações de perigo e a submete a castigos corporais excessivos, o que não se encontra sustentado, nem pela informação sobre audição técnica especializada junta aos autos, nem pelos relatórios sociais e periciais, inexistindo qualquer processo de promoção e protecção de menores, nem pelas informações escolares constantes dos autos, de onde resulta que a AA é uma criança participativa, gosta de aprender, e comparativamente ao final do período do ano lectivo 2019/2020, apresenta um comportamento mais calmo e estável, sendo-lhe apontadas melhorias ao nível da aceitação das orientações que lhe são dadas - "faz menos birras" -, interage adequadamente com os colegas, assim revelando ser uma criança equilibrada e feliz, além de inteligente e de aprendizagem fácil, nem dos depoimentos das testemunhas ouvidas em sede de audiência de julgamento.