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Todavia, não foi alegado por nenhuma das partes nos respectivos articulados que o marido da A. tenha subido cerca de 12 degraus do escadote, em estado alcoolizado, para realizar aquele trabalho agrícola, nem tal circunstancialismo consta dos factos provados, tendo-se provado apenas que, no decurso da realização de tais trabalhos agrícolas, o marido da A. sofreu uma queda de um escadote, de uma altura de cerca de 3 metros e que antes da aludida queda havia ingerido bebidas alcoólicas, pelo que se desconhece quantos degraus do escadote ele efectivamente subiu, para além de não ter sido possível demonstrar que o sinistro ocorreu por força da presença de álcool no sangue da vítima.