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Se o autor não prova o facto constitutivo, a acção é julgada improcedente segundo o princípio actore non probante réus absolvitur, mesmo que o réu não prove qualquer facto impeditivo, modificativo ou extintivo do direito que invoca.” sublinhados Por conseguinte, aplicando este raciocínio ao caso dos autos, não demonstrando os apelantes o facto constitutivo que alegaram nos presentes autos para efeitos de accionamento do âmbito de cobertura do contrato de seguro de danos próprios celebrado com a apelada, qual seja os «sinistros» de 202015 e de 02016, a acção sempre estaria condenada à improcedência, não se colocando sequer a questão da existência ou não de uma eventual causa de exclusão da responsabilidade da apelada/seguradora.