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Isto porque, segundo argumentam, o exercício de subsunção das disposições do Regulamento 1215/2012 tem de ser efetuado, em primeira linha, à luz das particularidades da configuração processual e do objeto fáctico-jurídico dos presentes autos, que são diametralmente distintos dos do processo -343/19, já que, diferentemente do aconteceu com a .., que instaurou uma ação comum, em representação apenas dos consumidores que lhe cederam os respetivos diretos, no caso dos autos, estamos perante uma ação popular de matriz opt-out proposta pela Deco, em representação de todos os consumidores proprietários de veículos da marca VW e/ou SEAT equipados com motor ..., exceto aqueles que tenham expressamente exercido o seu direito de "opt-out”, e daí o julgador nacional não conhecer o número nem a identidade dos putativos consumidores representados pela Deco, não dispor de qualquer prova quanto à efetiva qualificação como "consumidores” e ao dano por eles efetivamente sofrido, nem sobre se todos os seus veículos foram adquiridos em Portugal e/ou se se mantêm em Portugal, o que torna impossível determinar, relativamente a cada um dos consumidores representados pela Deco, o lugar da materialização do dano para efeito de aplicação do artigo 7, n 2, do Regulamento n 1215/201   Mais defendem que, contrariamente ao que aconteceu no processo - 343/19, no caso dos autos nenhum consumidor sofreu, em consequência da "questão técnica” qualquer um dos danos alegados, que nem sequer se mostram, indiciariamente, demonstrados e que, mesmo a entender-se que a desvalorização dos veículos de que são proprietários os consumidores que a Deco alega representar constitui um dano, este seria um dano puramente patrimonial, consecutivo/indireto e não um dano inicial e diretamente decorrente da produção dos motores dos veículos e da realização do teste NEDC, ocorrida na Alemanha, pelo que, na situação em apreço, o local da materialização do dano e do evento causal é o mesmo e situa-se na Alemanha.