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Não se verificando, assim, o pressuposto de que depende a dedução da presente oposição, a saber, a decisão judicial acima bastamente referida, não podem os presentes desde já deixar improceder:”  –Inconformadoscom o assim decidido, veio a embargante interpor o presente recurso de apelação, de cuja motivação extraiu as seguintesconclusões: «1-Não tem razão o tribunal a quo; 2-Desde logo, porque o processo 1394/11YLPRT, durante mais de 5 anos, correu termos no tribunal a quo, que, diga-se em abono da verdade, nunca produziu uma decisão sobre o mesmo, nomeadamente, quanto aos numerosos requerimentos deduzidos; 3-Limitou-se a produzir decisões de secretaria ou de mero expediente, mas, como ficou sobejamente, demonstrado no presente, não faltaram decisões judicias, inclusive, do STJ; 4-É importante referir que o tribunal a quo, conhece que a embargante, não sabia da diligência; 5-O tribunal a quo, também não sabia, nem sabe, da realização da mesma; 6-Sabe que a embargante não tinha obrigação de saber; 7-Como sabe que, que a sede da embargante fica a mais de 300 km do local; 8-A apelante, desconhece, nem tem a obrigação de conhecer, a propositura da ação especial de despejo, a decisão proferida e transitada em julgado, a realização da diligência e o arrolamento de bens executado; 9-Não sabe, onde se encontram os bens, não sabe sequer, se os mesmos existem e, se sim, em que estado se encontram; 10-A apelante não duvida e, sabe que não restam dúvidas, que as partes envolvidas, sempre souberam quem é a proprietária dos bens; 11-Pelo que, nenhuma dúvida resta de que a propriedade da apelante foi alvo de ato, grave e grosseiramente, ofensivo do seu direito de propriedade; 12-Em 18-11-2017, o tribunal a quo, produziu uma sentença, segundo a qual, "Pelo exposto, julgo a presente integralmente improcedente, razão pela qual: Absolvo a R. da Instância relativamente ao do pedido de condenação no pagamento do montante peticionado; absolvo a R. do Pedido de despejo”; 13–Temos uma decisão judicial; 14-Em 14-01-2019, o STJ, certificou que os "presentes autos de Revista n. 1394/11YLPRT.LS1, o douto acórdão que antecede, transitou em julgado em 07-01- 2019”.