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No que diz respeito aos Trabalhadores Independentes, a EE alega que: As atividades em causa fisioterapia, enfermagem, podem ser desenvolvidas quer sob um contrato de trabalho, quer através de um contrato de prestação de serviços, podendo existir na mesma estrutura colaboradores que desenvolvem a sua atividade através de um contrato de trabalho e outros através de prestação de serviços; Não se deveria ter indagado os indícios de subordinação jurídica contemplados no artigo 1 do Código do Trabalho, como o tipo de remuneração, a propriedade dos meios de trabalho, o local de trabalho, o fardamento do pessoal, os horários de trabalho vertidos nas escalas de turnos, a existência de uma estrutura hierárquica ou de registos de assiduidade, pois nenhum destes indicadores é determinante para a definição do tipo contratual em causa, mas dever-se-ia indagar se tais profissionais estão sujeitos a subordinação jurídica, isto é, a ordens e indicações da "S.”, para se concluir que os mesmos não estão, não sendo a "S.” quem determina ou ordena quando é que o colaborador presta os serviços, sendo aqueles prestados em função das disponibilidades manifestadas pelos profissionais; No que se refere aos técnicos de fisioterapia e de radiologia, exigir que os mesmos auferissem uma remuneração em "função de um determinado resultado ou tarefa” significaria que aqueles técnicos tinham de se obrigar a assegurar a recuperação do doente, o que não faz qualquer sentido.