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ACORDAM NO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE LISBOA    –Relatório:   MARIA, casada, residente na instaurou o presente processo comum, contra a sociedade, LDA., com sede no Ilha da Madeira, pedindo que, julgada procedente e provada a presente acção, seja, em consequência:  )–Assembleia geral realizada no passado dia 31 de Janeiro de 2018: a)- Declarada a nulidade e/ou decidida a anulação – com as consequências e efeitos legais decorrentes dessa nulidade ou anulação – das deliberações da R. a que se refere no artigo 3 da sua PI, constantes da respectiva acta da assembleia geral, nisso incluindo a deliberação da exclusão da A. como sócia da R. e ou da renovação dessa exclusão; b)- A R. condenada a reconhecer a nulidade ou anulação dessas deliberações, com as consequências e efeitos legais correspondentes; )- Ordenado o cancelamento, na Conservatória do Registo Comercial, das inscrições que tiveram por base a assembleia, a acta e as deliberações aludidas nas duas alíneas precedentes;   )–Assembleia geral realizada no passado dia 27 de Dezembro de 2012: a)-Declarada a nulidade e/ou decidida a anulação – com as consequências e efeitos legais decorrentes dessa nulidade ou anulação – das deliberações da R. a que se refere o artigo 4, constantes da acta n. 37 do respectivo livro de actas da assembleia geral, nisso incluindo o aumento de capital da sociedade, bem como a correspondente alteração ao artigo 3 do seu pacto social; b)- A R. condenada a reconhecer a nulidade ou anulação dessas deliberações, com as consequências e efeitos legais correspondentes; )-Ordenado o cancelamento, na Conservatória do Registo Comercial, das inscrições que tiveram por base a assembleia, a acta e as deliberações aludidas nas duas alíneas precedentes, e a que se refere a Insc.