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Alegou, para o efeito e muito em síntese, que é profissionalizado, licenciado em Música, Ramo de Ensino, tendo sido admitido ao serviço da Ré em 2005, que desde 2013, e sobretudo a partir de 2015, tem sido vitima de um comportamento indesejado, com o objetivo de o perturbar no desempenho das suas funções, sendo-lhe criado um ambiente intimidatório e hostil, que a Ré não lhe pagou algumas remunerações nos termos previstos no contrato colectivo de trabalho aplicável doravante CCT, celebrado entre a AEEP – Associação dos Estabelecimentos de ensino Particular e Cooperativo e a Fenprof – Federação Nacional dos Professores e outros, publicado no BTE,  Série, n. 33, de 08-09-2004 e posteriores alterações, com texto consolidado no BTE n. 30, de 15-08-2011) assim como não lhe pagou o trabalho suplementar que prestou.