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Logo, não há fundamento para considerar que a incapacidade do requerido teve início em Fevereiro de 200   Apenas em Agosto de 2016, na sequência de um segundo acidente vascular cerebral, este sim com consequências muito graves disartria grave, com afasia de expressão, que se mantém, quadro frequente de desorientação, dependência de terceiros para a realização das suas tarefas diárias devido aos défices cognitivos que apresenta, desconhecimento do valor de produtos a adquirir, do dinheiro e do valor deste, incapacidade para ler, escrever ou proceder a cálculos, o requerido ficou incapacitado para governar a sua pessoa e os seus bens devido a anomalia psíquica irreversível H a. Consequentemente, o tribunal a quo decidiu bem ao fixar a data do início da incapacidade em Agosto de 201  Assim se conclui que o recurso deverá ser julgado improcedente, mantendo-se a sentença recorrida.