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R) Ao não ter dado como provados tais factos, determinou, "ipso facto”, a improcedência quase total do pedido formulado pelo Autor, S) Julgamento esse, de facto e de Direito, que foi confirmado pelo Venerando Tribunal da Relação de Lisboa, que só alterou o dispositivo condenatório da sentença proferida pelo Tribunal de 1 Instância, determinando no ponto da parte desse seu acórdão, sob a epigrafe "Decisão”, o seguinte: «por todo o exposto, julga-se parcialmente procedente a presente acção e, em consequência, condena-se o 1 Réu a realizar e a custear a reparação dos danos na fracção do Autor descritos nos factos 10 a 15, 18 a 20, nomeadamente, fendilhação no tecto da sala entre os alinhamentos de pilar P1 e pilar P2 da fachada e junto à lareira, vestígios e escorrimentos de água infiltrada na parede sul junto à fachada, fenda horizontal, na parede sul junto à janela de correr, acumulação de caliça no candeeiro do tecto da sala, perfuração da laje na instalação sanitária maior, perfuração na laje na cozinha com exposição ao ar livre das armaduras, escorrimento pela parede da chaminé da cozinha, fendilhação no tecto da cozinha e quebra de um botão do fogão, absolvendo-se os réus do demais peticionado.» T) O acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, manteve o julgamento de facto realizado pelo Tribunal de 1 instância na parte em que deu como não provados os factos descritos nas al.s, e dos factos não provados e que foram elencados nas al.s, e dos temas da prova.