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3) Os fundamentos invocados no Ponto da Resolução Fundamentada são manifestamente improcedentes, uma vez que:  O Recorrente não cumpriu na Resolução Fundamentada com o ónus de invocar factos concretos que justifiquem a urgência imperiosa na execução imediata da Decisão de Resgate e a existência de prejuízos graves, reais, para o interesse público decorrentes do diferimento da execução até ao proferimento de uma decisão no processo cautelar, não discriminando quais os solos classificados como urbanos que careceriam da criação de infraestruturas, nem que tipo de investimentos terão de ser realizados, por forma a demonstrar a urgência imperiosa, atual e iminente de iniciar de imediato a sua realização;  Não é verdadeira a afirmação do Recorrente tenha sido incapaz de levar a cabo os investimentos, havendo hoje a necessidade imperiosa de os executar, sob pena de graves prejuízos para o interesse público, para além de o Recorrente não identificar quais os solos classificados como urbanos que carecem da criação dessas infraestruturas nem que tipo de investimentos terão de ser realizados e que são incompatíveis com o modelo de gestão concessão;  Os solos atrás referidos pertencem às freguesias, que nunca foram entregues à Recorrida e cuja gestão dos subsistemas está a ser feita por terceiros lugar de ...) da freguesia de), pelo que a realização dos investimentos não é inviabilizada pela manutenção do modelo de gestão concessionada e pela suspensão da execução da Decisão de Resgate até ao proferimento de decisão no processo cautelar, o que por si só comprova que os mesmos não constituem fundamentos procedentes para a imediata execução da Decisão de Resgate;  Não decorre do Decreto-Lei n. 80/2015, de 14 de maio, nem de qualquer outra lei, qualquer obrigação de realização dos investimentos antes da classificação dos solos como urbanos ou rurais.