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As questões colocadas no recurso à consideração do tribunal são as seguintes: - a impugnação dos factos 7 e 9 dos dados como provados – conclusões 1 a 12; - a insuficiência factual – conclusões 13 a 20; - a integração jurídica desses factos – conclusões 21 a 33; - a reincidência – conclusões 34 a 39; - a pena aplicada – conclusões 40 a 4  B.2 – A primeira questão colocada pelo recorrente prende-se com a sua impugnação dos factos provados 7 e 9, sendo certo que essa impugnação assenta no essencial na sua afirmação de que desconhecia o grau de pureza do produto que lhe foi apreendido, como demonstrativamente expomos das suas conclusões 9 a 12, como segue: Assim, o tribunal ignorou e não podia ignorar - agora tendo em conta as tais regras da experiência e do normal acontecer - a situação de convicção legitima em que sempre fica aquele que, para seu consumo, adquire ou detém as substâncias proibidas em quantidades inferiores em gramas às permitidas pela tabela no caso inferior a 5, pois não podendo conhecer o teor de princípio ativo, o mesmo estará sempre convicto de que estará a incorrer em contraordenação e nunca em um crime de consumo – como é o caso concreto do recorrente.