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Juíza proferiu sentença em que concluiu do seguinte modo: " decido considerar a presente acção parcialmente procedente por provada e a reconvenção totalmente improcedente, e em consequência,:  a) considerar nulo e sem nenhum efeito o contrato celebrado entre as partes melhor descrito em dos factos provados;  b) condenar o réu a restituir o imóvel objecto do contrato considerado nulo em, livre e devoluto de pessoas e bens;  ) condenar o réu a pagar à Autora a quantia de € 509,65, quantia essa a que acrescerão juros desde o trânsito em julgado da presente sentença até efectivo e integral pagamento;  ) condenar o réu a pagar à Autora a quantia de € 350,00, quantia essa a que acrescerão juros desde o trânsito em julgado da presente sentença até efectivo e integral pagamento;  e) condenar o réu a pagar à Autora a quantia que vier a ser apurada em sede de incidente de liquidação de sentença pela fruição que o mesmo fez do imóvel melhor descrito em dos factos provados, desde Setembro de 2010 até à data em que ocorrer a efectiva entrega do mesmo à Autora, livre e devoluto de pessoas e bens, com o montante máximo mensal fixado em € 350,00 por tal fruição como depósito de bens móveis;  f) absolver o réu do demais contra si peticionado;  g) Absolver a Autora do contra si peticionado pelo réu;  )” Inconformado com tal decisão, interpôs o R. recurso de apelação, visando a sua revogação e a sua substituição por outra que julgue a acção essencialmente improcedente e procedente o pedido reconvencional.