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n. 80/16TBMAI-P 2	Em conclusão, nesta parte, verificando-se que o Tribunal a quo não deu como provado que a Recorrente teve conhecimento da efetivação da venda mas sim, sem prescindir, das datas de início e de fim do leilão eletrónico) e teve conhecimento do facto que serve de fundamento à anulação da venda em 28/10/2019, não podia decidir, como decidiu, pela extemporaneidade do pedido de anulação da venda apresentado ao abrigo do disposto no artigo 25, n. 2 do CPPT, em 10/01/202 2	Andou mal o Tribunal a quo, merecendo a sentença recorrida a censura que a Recorrente aqui lhe aponta, de nulidade, e que determina a sua revogação, por este Tribunal Central Administrativo.