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Foi proferida sentença em que se decidiu nos seguintes termos:  "Pelo exposto, decide-se julgar o recurso interposto pelo expropriado parcialmente procedente e, em consequência, atribuir ao expropriado a indemnização de € 7720,00 setenta e dois setecentos e vinte, a qual deverá ser actualizada nos termos do Acórdão de Fixação de Jurisprudência do Supremo Tribunal de Justiça n7/2001 de 12 de Julho de 200”  Inconformados com tal decisão, dela interpuseram recurso o Réu, e a Autora, sendo o desta última subordinado, e de cujas alegações extraíram as seguintes conclusões:   - Recurso interposto pela Expropriante:   O despacho recorrido incorreu num manifesto erro de julgamento ao adoptar uma fórmula de cálculo do montante da actualização de indemnização diferente da fixada no Acórdão de Fixação de Jurisprudência do Supremo Tribunal de Justiça n. 7/2001, de 12 de Julho e sem ter em consideração as quantias que havia sido posta à disposição pela Entidade Expropriante;  Não tendo a Entidade Expropriante interposto recurso do Acórdão Arbitral, a atribuição e o levantamento do montante nele fixado estava na inteira disponibilidade do Expropriado e do Tribunal;  A actualização da indemnização fixado no acórdão arbitral deve ser feita desde a data da DUP até à data em que se verificou o acordo da Entidade Expropriante quanto ao montante aí fixado, sendo o diferencial entre esse montante e o valor da indemnização fixada no recurso do acórdão arbitral actualizado até à data da decisão final;  Ao determinar a actualização da totalidade do montante indemnizatório entre a data da DUP e a data da fixação definitiva da indemnização devida, sem atender ao momento em que as quantias ficaram na disponibilidade do Expropriado, o despacho recorrido violou, por errada interpretação e aplicação a norma do artigo 2, n. 1 do Código das Expropriações e a norma do artigo 6, n. 2 da Constituição da República Portuguesa;  O despacho recorrido interpretou e aplicou erradamente a jurisprudência fixada pelo Acórdão n. 7/2001 do Supremo Tribunal de Justiça, de 12 de Julho de 200  Pelas razões expostas, o despacho recorrido deve ser revogado, fixando-se que a fórmula correcta de cálculo de actualização do montante indemnizatório é a utilizada pela Entidade Expropriante.