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3 - Os hospitais E. P. E. observam, relativamente ao pessoal referido no número anterior, o regime previsto no Decreto-Lei n. 118/83, de 25 de Fevereiro, e no Decreto-Lei n. 503/99, de 20 de Novembro, para os organismos dotados de autonomia administrativa e financeira.”  	7) Destas disposições, resulta claramente, conforme bem se considerou no acórdão do STJ proferido nos autos, por um lado, que "o regime de recursos humanos imposto ao Réu é o que resulta do Decreto-Lei n. 233/2005, de 29 de dezembro, e, por força do n. 2 do mesmo artigo, a aplicação daquele regime «ao pessoal de todos os hospitais EPE com relação jurídica de emprego público» não prejudica a aplicação a estes trabalhadores do regime da mobilidade e racionalização de efetivos referido naquele dispositivo” e, por outro lado, que "todos os trabalhadores que se encontravam vinculados aos estabelecimentos hospitalares por uma relação jurídica de emprego público mantinham integralmente o respetivo estatuto jurídico, apesar de vinculados às novas entidades EPE,consagrando-se, contudo, a possibilidade de os mesmos virem a optar pelo regime do contrato de trabalho de direito privado, opção que não releva no caso dos autos, por a Autora não ter optado por tal regime" e que, por isso "a garantia da manutenção integral do estatuto projeta-se no regime dos acidentes em serviço que está na base do litígio a resolver no presente processo.” 	8) Posto isto, haveremos de concluir, conforme concluiu o STJ no seu acórdão proferido nos autos - que subscrevemos inteiramente, no sentido de que os trabalhadores dos novos centros hospitalares, que mantiveram o vínculo de natureza pública como é o caso da, em matéria de acidentes de serviço, estão sujeitos à disciplina do n 1 do artigo 2 do 503/99, razão pela qual, situando-se o presente conflito numa relação jurídico-administrativa, o mesmo deve ser dirimido pelos tribunais administrativos artigo 4 do.