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Sendo inequívoco que a simulação é invocada pelo próprio simulador o insolvente representado pelo administrador da massa, a regra da proibição de prova imposta naquele normativo tem aqui a sua aplicação, obstando assim, que possa ser positivamente valorada prova testemunhal para comprovação da existência do acordo simulatório, existindo o obstáculo legal à valoração do depoimento de quem interveio nesse acordo, como aqui sucede com o insolvente; q) Ao Tribunal "a quo” estava vedada a admissão da prova testemunhal do insolvente, como sucedeu e na qual foi motivada a decisão proferida, ou seja, o Tribunal acabou dar como provados factos com base num meio de prova proibido; r).