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F. O Tribunal a quo considerou provado que "os Réus tinham conhecimento que o edifício iria entrar em obras as quais teriam de ser suportadas pelos condóminos.” "não tendo dado conhecimento à Autora de tal facto, nem que se encontrava designado dia 28 de Setembro de 2015 para a realização da Assembleia de Condóminos” e considerou não provado que "os Réus comunicaram à Autora que se encontrava pendente a apreciação da questão das obras a realizar na fachada.” G. Sucede que a Meritíssima Juiz a quo, efetuando uma apreciação rigorosa dos depoimentos prestados em audiência de julgamento, não fundamenta devidamente as razões de facto pelas quais extraiu tais conclusões, nem, em nosso humilde e modesto entender, a elas poderia ter chegado.