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e 374 n.  E assim pois que – sustenta –, «apesar de conter uma enumeração suficiente dos factos que conduziram à aplicação da pena única aplicada ao recorrente, não explana o processo lógico que conduziu a essa pena e não outra», ficando-se por expressões como «"o carácter muito elevado da ilicitude e da culpa em todos os crimes"», «"a ligação familiar que o prendia às vítimas e a que foi indiferente"», e, «"o alarme que causou, o desprendimento com que agiu "» que, «vazias de conteúdo, não permitem uma correcta e segura avaliação global, quer da ilicitude dos factos, quer da personalidade do arguido que constituem pressuposto imprescindível da decisão sobre a medida de pena conjunta.».