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2, n. 2, do RJAT, interpor recurso para o Pleno da Secção do Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo do acórdão arbitral proferido pelo CAAD em 20 de Junho de 2017, no processo n. 667/2016-T Disponível em https://caad.org.pt/tributario/decisoes/decisao.php?listPageSize=100&amp;listPage=27&amp;=279), por alegada oposição com o decidido pelo Supremo Tribunal Administrativo em três diferentes acórdãos, todos transitados em julgado, a saber,  o acórdão de 29 de Junho de 2016, proferido no processo com o n. 1630/15 Disponível em http://www.dgsi.pt/jsta.nsf/35fbbbf22e1bb1e680256f8e003ea931/b374a4e6efb2565480257fe60046613), o acórdão 15 de Junho de 2016, proferido no processo com o n. 770/15 Disponível em http://www.dgsi.pt/jsta.nsf/35fbbbf22e1bb1e680256f8e003ea931/296d3c448abc891b80257fe2003b389) e o acórdão de 22 de Março de 2017, proferido no processo com o n. 471/14 Disponível em http://www.dgsi.pt/jsta.nsf/35fbbbf22e1bb1e680256f8e003ea931/7bc7472dc9b233d9802580ed003eee9), se bem interpretamos as alegações respeitantes às três seguintes questões, respectivamente Apesar de a Recorrente não ser inequívoca a esse propósito, sendo três as questões que alega terem sido decididas em sentido oposto à jurisprudência deste Supremo Tribunal e três os acórdãos invocados como fundamento, tendo sempre presente que constitui jurisprudência uniforme e pacífica que apenas pode ser indicado um único acórdão fundamento relativamente a cada questão em alegada oposição, assumir-se-á que cada um destes respeita a uma das questões, assumindo-se igualmente que a recorrente pretende que a jurisprudência seja uniformizada, relativamente a cada uma das questões, no sentido constante de cada um dos acórdãos fundamento que indica.