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No caso concreto, como a venda foi feita a proprietário confinante, os Autores não gozam do direito de preferência em relação ao contrato de compra e venda em causa.” Já no supra citado acórdão proferido pelo Tribunal da Relação de Guimarães em 03/10/2019 escreveu-se que: "O n. 2 do artigo 138 do Código Civil está logicamente subordinado ao n. 1 e só no caso de se verificarem em concreto todos os pressupostos necessários à constituição do direito de preferência à luz do n. 1 do artigo 138 do Código é que se deve fazer apelo ao n. 2, se forem vários os proprietários com direito de preferência.” De resto e para concluir este aresto, sempre se dirá que a posição que sustentamos afigura-se-nos ser a que melhor salvaguarda o relevante principio da liberdade contratual reconhecido expressamente no artigo 40 do , na elementar dimensão da liberdade de escolher com quem se quer contratar.