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140 n 2 do Projeto do – e os do ato confirmado; se assim não acontecer, o ato só será de considerar como parcialmente confirmativo e então torna-se suscetível de impugnação contenciosa, podendo arguir-se contra ele todas as ilegalidades concretas não vícios em que não pudessem ser deduzidas contra o acto parcialmente confirmado.” Ainda como refere Mário Aroso de Almeida, em "O Novo Regime do Processo nos Tribunais Administrativos”, 4 edição revista e actualizada, p. 163: "o acto meramente confirmativo também não pode ser impugnado por quem, estando constituído no ónus de impugnar o ato anterior dentro dos prazos legais, não o tenha feito, na medida em que, de outro modo, se estaria a permitir que o litígio fosse suscitado sem observância dos prazos legais.