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Neste acórdão também pretendem ver resolvida a questão da condenação na proporção do decaimento na medida em que, não sendo ainda líquida a condenação da Ré em parte do pedido da Autora, entendem que nãoédetodopossívelquantificarodecaimentodaspartes, o que as leva a requerer que "seja reconhecido por esse douto Tribunal que a conta final do processo apenas será elaborada após o trânsito em julgado da sentença de liquidação de sentença, pois só nesse momento será possível apurar o decaimento das partes.”  Já quanto ao Acórdão do STJ, na visão dos reclamantes, resumiu-se a "15 páginas de Acórdão”, e aí o tribunal "concordou na íntegra com o decidido pelo Tribunal da Relação, nada se tendo alterado do ponto de vista dos factos ou do Direito”, estando reunidos os "pressupostos para que se proceda à dispensa da totalidade do Remanescente da Taxa de Justiça, nos termos do artigo , n. 7 do Regulamento das Custas Processuais.” Ainda por referência ao acórdão do STJ entendem que "esta decisão não é possível o pagamento das custas do processo tendo em conta que o valor do recurso, que corresponderá à quantia definida em sede que liquidação de sentença, ainda não foi apurado”; "O valor tributário da revista deverá acompanhar o objeto do recurso, isto é, os defeitos presentes nos displays dos produtos fornecidos à Autora”; "é indispensável a liquidação do montante em que a Ré foi condenada para que se torne possível determinar o valor das custas do processo”.