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Disse, pois, que a autora, ao instaurar a presente acção, litiga de má-fé, requerendo a sua condenação, a este título, numa indemnização nunca inferior a € 000,0 Reconvindo disse que, considerando o valor global das obras aprovadas - € 3000,00 – e a permilagem da fracção de que a autora é proprietária – 52,63/1000 – cabia-lhe pagar, por conta das ditas obras, € 999,94, a qual atrasou o seu pagamento por período superior a dois trimestres, razão pela qual lhe foi aplicada a pena pecuniária no valor de € 079,75, na sequência do deliberado pela assembleia em 05/03/201 Disse ainda que na assembleia de condóminos realizada em 29/03/2016 foi deliberado, por maioria dos presentes, aprovar novo orçamento para a realização de obras ao nível da fachada, lançando uma quota extraordinária de € 000,00 a dividir pelos condóminos em função da permilagem da respectiva fracção, mais tendo sido deliberado que o não pagamento da quota até ao final do prazo estabelecido – 30/07/2016 – implicaria a aplicação de pena pecuniária de valor igual ao triplo da dívida mas nunca inferior a € 000,00, correspondendo a quota da autora a € 263,15, da qual é devedora, à acrescer os indicados € 000,00 a título de pena pecuniária, dado o atraso no pagamento.