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6 O recorrente, depois de transcrever uma série de excertos de acórdãos dos Tribunais da Relação de Lisboa e do Porto e do Supremo Tribunal de Justiça, limita-se a concluir conclusão – sem alicerce em qualquer concreto meio probatório – que a atribuição das viaturas aos seus representado foi feita para fins pessoais, à semelhança do que já faz ao impugnar o facto provado n. 88 e os factos não provados,,, e. 6 Em face desta conclusão não resta à recorrida senão concluir que, em face da manutenção dos factos provados n. 88 e n. 89 como factos provados – como se espera – e da manutenção dos factos não provados sob as alíneas,,, e como facto não provados – como também se espera – não há que concluir senão que as viaturas atribuídas pela recorrida aos representados se destinaram a fins profissionais.