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Nas alegações de recurso, a recorrente Federação Portuguesa de Futebol formulou as seguintes conclusões: 	O recurso ora interposto tem por objeto a decisão proferida pelo Tribunal Arbitral do Desporto em 16 de março de 2021 - e respetiva aclaração, que dela faz parte integrante, com data de 22 de março -, em particular, os seguintes segmentos:  b) Declarar improcedente a exceção dilatória de ausência de jurisdição do TAD, deduzida pela Demandada à luz da norma do n 6 do artigo  da Lei do TAD, para apreciar e decidir a questão de mérito do cometimento, in casu, da infração prevista e punida no artigo 16, n. 7, do RDLPFP e, assim mesmo, da validade da decisão disciplinar sancionatória recorrida; ) Declarar procedente o presente recurso quanto ao invocado não cometimento pelo Demandante da infração disciplinar prevista e punida no artigo 16, n. 7, do RDLPFP, por ausência na concreta situação sub judice do pressuposto factual objetivo típico de que depende tal cometimento, anulando, consequentemente, a decisão disciplinar sancionatória recorrida, com absolvição do Demandante da infração por que foi disciplinarmente sancionado com suspensão de 1 jogo e multa de € 153,00 cento e cinquenta e três; "Nestes termos e pelo exposto, julga-se procedente a presente providência cautelar e, em consequência, suspende-se a eficácia da decisão tomada em 27-1-2021, pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol – e posteriormente confirmada pelo Pleno do mesmo Conselho de Disciplina em 29-1- 2021 -, que impôs ao requerente a sanção disciplinar de 1 jogo de suspensão e, acessoriamente, a sanção de multa no montante de € 153,00”.