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Donde se colocar como objeto do presente recurso unicamente a questão do período de abrangência do crédito emergente do contrato de trabalho devido pela resolução culposa do contrato, decorrente da sua violação ou cessação, fixado judicialmente em € 2000,00, no âmbito da sentença proferida em 14/01/2014, transitada em julgado em 04/02/201 Após o pedido de reforma da sentença recorrida, o Tribunal a quo veio a decidir no sentido de o vencimento desse crédito ocorrer na data do trânsito em julgado da sentença a que se refere o ponto  do julgamento da matéria de facto, ou seja, em 04/02/2014, mas que tal não prejudica o decidido, considerando a Autora ter alicerçado o pedido de pagamento de créditos junto do Fundo de Garantia Salarial no processo de insolvência, no âmbito do qual se mostram abrangidos os créditos vencidos entre 23/08/2014 e 23/02/201 Por isso, constitui questão objeto do presente recurso a correção do julgamento do Tribunal a quo ao negar procedência à ação, no respeitante ao crédito pela resolução culposa do contrato, decorrente da sua violação ou cessação, fixado judicialmente em € 2000,00, no âmbito da sentença proferida em 14/01/2014, transitada em julgado em 04/02/201 Considerando a data da apresentação do pedido apresentado pela Autora no Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, P., a que se refere o ponto 1 do julgamento da matéria de facto, para pagamento de créditos emergentes do contrato de trabalho pelo Fundo de Garantia Salarial, em 04/06/2015, encontrava-se já em vigor o n. 59/2015, de 21/04, que aprovou o novo regime do Fundo de Garantia Salarial, previsto no artigo 33 do Código do Trabalho, transpondo a Diretiva n. 2008/94/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 22/10/2008, relativa à proteção dos trabalhadores assalariados em caso de insolvência do empregador.