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Acordam na secção do Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo:  – Relatório  1 – B, S.A., anteriormente denominada A, S.A., com os sinais dos autos, vem ao abrigo do disposto no artigo 15 do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, recorrer do acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul, de 25 de Outubro de 2018, que negou provimento ao recurso interposto da sentença do Tribunal Tributário de Lisboa, a qual havia, por seu turno, julgado improcedente a impugnação judicial apresentada contra o acto de liquidação adicional de IRC e juros compensatórios do exercício de 2003, cuja matéria tributável foi apurada por recurso a métodos indirectos, formulando, para tanto, alegações que concluiu do seguinte modo: A.	O presente recurso de revista vem interposto do acórdão proferido pela Secção de Contencioso Tributário do TCA Sul, que julgou improcedente o recurso apresentado pela Impugnante, ora Recorrente, da sentença proferida pelo Tribunal Tributário de Lisboa, que julgou improcedente a impugnação judicial que a ora Recorrente intentou contra o acto de liquidação adicional de IRC, respeitante ao exercício de 2003, no montante de €34358,97; B.	Como questão prévia refira-se que a ora Recorrente apresentou, junto do Tribunal a quo, no passado dia 12/11/2018, um pedido de reforma do acórdão quanto a custas, requerendo a dispensa do remanescente da taxa de justiça.