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Mais sendo de referir que tal conclusão no sentido de que o cão agressor se encontrava no passeio, do lado de fora do portão do arguido se mostra inteiramente compatível com o relato em julgamento da testemunha F, dado que o mesmo, cerca de uma hora antes do ofendido lhe ter ido pedir socorro, passou de carro junto ao portão do arguido quando se estava a deslocar para sua casa e referiu ter visto um cão sozinho, sem açaimo, junto ao portão do arguido, do lado de fora do mesmo e., no passeio da cão esse que ele presumiu ser do arguido, embora não tenha certezas sobre tal asserção , pelo que, à luz das regras da experiência comum, se mostra muito provável que o cão visto pela testemunha F na rua tenha sido o mesmo que, cerca de uma hora depois, atacou o ofendido, mostrando-se perfeitamente natural que o mesmo se encontrasse no mesmo sítio aquando do ataque ao ofendido, isto é, na rua, do lado de fora do portão do arguido.