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4 A 2 Requerida veio então deduzir oposição à penhora que incidia sobre os prédios agora registados em seu nome descritos sob os ns 1112 e 700 na Conservatória do Registo Predial de, invocando que, do valor da quantia exequenda, os dois prédios penhorados "apenas garantem o pagamento de € 2780,43”, admitindo que adquiriu os prédios com ónus, "mais concretamente com registo de hipoteca judicial a garantir o pagamento da quantia devida aos herdeiros que viesse a ser liquidada em execução de sentença”, mas invocando que essa quantia "no respectivo averbamento da hipoteca judicial em ambos os aludidos prédios se limitou ao montante máximo de € 2780,4” 5 Os Requerentes contestaram o incidente defendendo não apenas que a oposição não se enquadrava nos fundamentos previstos no CPC para o executado deduzir à penhora e ser, por isso legalmente admissível, mas também que a 2 Requerida, habilitada para também contra ela prosseguir a execução, respondia nos precisos termos dos primitivos executados os 1s dado que os imóveis que ela voluntária e conscientemente adquiriu garantiam o pagamento de toda a dívida exequenda, porquanto o registo de hipoteca judicial efectuado sobre os prédios se destinou a "garantia do pagamento da quantia devida aos herdeiros que vier viesse a ser liquidada em execução de sentença, acrescida das quantias de juros às sucessivas taxas legais até integral pagamento”, como consta da própria inscrição/menção aposta no registo e abrangia o valor de toda a condenação por estarmos perante uma sentença ilíquida).