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3 Na sua contestação a recorrente alegou que o locado não possuía licença de utilização para a finalidade de uso para o qual a recorrida o deu de arrendamento tendo os recorridos na sua contestação admitido a sua inexistência e a testemunha, funcionário dos embargados, cujo depoimento prestado mereceu total credibilidade ao tribunal confirmou que: ") de facto os exequentes /embargados não diligenciaram pela obtenção da Licença de utilização” 3 Deverá assim ser dado inserir-se um novo facto como provado na matéria de facto dada como provada nos autos com o seguinte teor: "O locado não possuía licença de utilização á data da outorga dos contratos em causa nos autos, nem em momento posterior”.