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81 n.s 1 e 2 do P..  Alegaram, em suma, que o contrato de onde emerge a dívida constitui contrato de adesão, integrado por cláusulas que os opoentes de limitaram a aceitar, que ao requerimento executivo falta a indicação da causa de pedir, que não foi junto qualquer documento comprovativo de interpelação aos executados, que a cláusula do contrato atinente à resolução é proibida por ficcionar a aceitação de vencimento antecipado com base em factos não alegados no requerimento executivo, que as circunstâncias em que a mutuária e os demais executados se limitaram a celebrar, alteraram-se mais que anormalmente com a crise económica financeira que assolou o país, que não é exigível o contrato, que a exequente atuou com abuso de direito ao preencher a livrança.