Legal Document Excerpt:

49 e 56, n. 3, daquele código, bem como os danos não patrimoniais supra descritos e dados como provados, e ponderando a factualidade demonstrada, julga-se justa, equitativa e consentânea com os padrões acima aludidos fixar a indemnização global por conta dos danos morais sofridos, em virtude da conduta acima descrita preconizada pelas arguidas: - em € 1000,00 quinze, à demandante GG, a título de danos não patrimoniais sofridos; - em € 3000,00 trinta, à demandante HH, por conta de danos não patrimoniais sofridos; - em € 4000,00 quarenta, à demandante , a título de danos não patrimoniais vivenciados; - em € 2000,00 vinte, na proporção de € 1000,00 dez, por cada um deles aos demandantes cíveis JJ e KK, pelos danos não patrimoniais sofridos, absolvendo-se no demais peticionado, nesta sede, afigurando-se ser este o valor justo e condizente com os parâmetros de ponderação acima referidos, sendo que, se afigura dever ser tal montante inferior ao peticionado pela demandante cível GG, dado que esta ficou lesada, e com a ansiedade, frustração e sofrimento inerentes, na possibilidade de obter o "visto gold", para além do gorar do negócio de investimento, o que não se verificou em relação aos demandantes JJ e KK, impondo-se que tal impacto tenha reflexo no quantitativo da indemnização devida pelas arguidas.