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Com efeito, o que claramente resulta do referido acórdão é que com vista à "verificação do último pressuposto para decidir da convolação da reclamação graciosa em pedido de revisão como estabelece para o efeito o artigo 78 da LGT, isto é, do erro imputável aos serviços, nos termos do n. 1 daquele dispositivo legal”, ali se apurou que "a Autora invocou em sede de reclamação graciosa vícios de violação de lei que considera serem de imputar à liquidação de IRC, designadamente quanto às correcções efectuadas relativamente aos "proveitos indevidamente contabilizados, encargos não dedutíveis, despesas com a viatura --VWCaddy), reclassificação de despesas com deslocações e estadas em despesas de representação, pagamento de adiantamento por conta de lucros ao sócio-gerente” cfr.