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), e AU, S.A.), esclarecendo se está em condições de reconhecer os créditos nos termos impugnados ou não e razão da sua opção.” Deste despacho não houve recurso, tendo os autos seguido com a prolação do despacho saneador proferido em 12018, tendo sido fixado o seguinte objeto do litígio: "a) Se os credores / impugnantes F e mulher G são titulares de um crédito sobre a insolvência no montante global de €24520,43,acrescido de juros de mora, que ascendem até 112010 ao montante de €827,10, e se este crédito é garantido, por beneficiar do direito de retenção sobre a loja identificada como loja n. 2 na planta anexa à "promessa recíproca de compra e venda” junta por cópia com a reclamação de créditos, com garagem fechada, localizadas no prédio urbano denominado "AV”, sito na , na cidade de Viana do Castelo, omisso na matriz mas descrito na Conservatória do Registo Predial de Viana do Castelo sob o n. 2203/ – Viana do Castelo, a que corresponde o processo de Obras n. /06 e a Licença de Construção n. /, da Câmara Municipal de Viana do Castelo; b) Se os credores / impugnantes H e mulher  são titulares de um crédito sobre a insolvência no montante global de €10495,00 e se €6000 deste valor é garantido, por beneficiar do direito de retenção sobre a loja identificada como loja n. 1, situada no rés do chão, com garagem, localizadas no prédio urbano denominado "AV”, sito na , na cidade de Viana do Castelo, omisso na matriz mas descrito na Conservatória do Registo Predial de Viana do Castelo sob o n. 2203/ – Viana do Castelo.” Seguiu-se o julgamento e a prolação da sentença ora sob recurso.