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O filho, o Recorrido E. R., detinha apenas uma "mera aparência de propriedade” o que também se prova pelo facto de os Réus E. R. e J. serem garantes do mutuo concedido àquele por serem os verdadeiros donos do prédio 1 Quanto ao facto 31 da matéria dada como provada deve apenas ter-se por provado que "Até 102018, o Estado Português agiu na convicção de que o prédio pertencia ao R. J. E., sendo que, na data da adjudicação do prédio à Interveniente B., o Estado Português tinha já conhecimento da acção de reivindicação do prédio proposta pelos Autores e que o prédio não pertencia àquele J. E.”, porque, por força do facto provado n. 30 e das declarações da testemunha J.