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; - N; ) No caso do cliente O.., Lda o sujeito passivo já tinha conhecimento no ano de 2009 que o primeiro havia sido declarado insolvente em 2009-06-02, pelo que teria que ter considerado uma provisão total no ano de 2009, nos termos do artigo 36-, n.1 alínea do CIRC e não uma perda por imparidade no ano de 201 Por simplificação, a denominação dos clientes utilizada neste relatório é a que foi utilizada pelo sujeito passivo no mapa em que calculou as perdas por imparidade do período de No anexo n 1 páginas 1 a apresenta-se um quadro detalhado para clarificação das situações expostas nas alíneas anteriores sendo de seguida apresentado um quadro que resume os valores de perdas por imparidade que não são aceites fiscalmente como gastos no ano de 201 ) Desta forma, propõe-se uma correção ao lucro tributável do período de 2010 no valor de € 13754,9 ) 2 Direito de Audição -fundamentação Em relação ao exposto nos pontos 1 a 18 do exercício do direito de audição apresentado pelo sujeito passivo, constata-se que existe uma certa mistura, confusão de conceitos, por um lado a constituição de perdas de imparidade relativas a dívidas o receber de clientes e por outro a consideração de uma dívida de um cliente como "crédito incobrável.” ) Como já foi referido anteriormente, a constituição das imparidades em dívidas o receber constituí uma faculdade do sujeito passivo, contabilisticamente obrigatória face ao princípio da prudência, mas que não poderá ser entendido como de faculdade ilimitada, no sentido de ser exercitada quando lhe aprouver.