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4 e 5, do, em relação a este último tal ponderação só é obrigatória na hipótese de se terem apurado benefícios – não ficando a decisão inquinada se, como ocorre em múltiplas situações, nada se tiver provado quanto a eles – e em relação àquela nem sequer se verificou a ausência de ponderação, dado que a gravidade dos factos praticados resultava da descrição das condutas do arguido e a entidade administrativa referiu expressamente que este "violou manifesta e gravemente os deveres e funções que lhe estão adstritos enquanto administrador judicial, por um período prolongado de tempo”, prejudicando "a estabilidade e confiança dos operadores judiciários” e originando atrasos na tramitação dos processos.