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Não consideramos, portanto, que a decisão recorrida tenha violado o artigo 9 do Regulamento 2201/200  E vamos, portanto, ao sumo da questão, à data de instauração da acção, os menores residiam habitualmente em Cascais, e o que é que se deve entender por residência habitual, e em função disto sim ou não é preciso que se produza mais prova sendo certo que a prova testemunhal não foi ouvida e sendo certo que há inúmeras alegações factuais do progenitor e considerações factuais que extrai a partir de documentos, o que se verifica também por parte da progenitora e além disso que mutuamente se lançam interpretações divergentes das alegações e dos documentos, ou seja, a significar que é necessária uma actividade jurisdicional de primeira instância)?