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Com efeito, o art 38 do CPA faz depender a suspensão do procedimento administrativo, em caso de existência de questão prejudicial, de despacho, com explicitação dos fundamentos da suspensão, o que no caso a FPF não fez, pelo que nem sequer se pode falar em suspensão  E nem se diga que a FPF, tenha optado por não proferir o despacho de suspensão do procedimento, estava impedida de emitir a decisão final, por não ter sido emitido o parecer vinculativo, uma vez que, a mesma podia, findo o prazo dos 10 dias úteis concedidos ao CNAD, ter proferido decisão; ou seja, a FPF não estava impedida de proferir decisão final sem que fosse emitido o parecer vinculativo pelo CNAD.