Legal Document Excerpt:

3 Tendo as rés pelo menos a ré Líder), principalmente na renegociação das apólices em 2001, escrutinado o local e a empresa segurados, tendo elaborado relatórios de risco, ou não o tendo feito, mas sendo essa uma sua obrigação, não nos parece curial, salvo melhor e mais avalizada opinião, vir, passados mais de 5 anos, invocar que autora prestou falsas declarações na emissão das apólices ou que omitiu declarações ou informações importantes atinentes ao estado do imóvel, com as quais não tinha celebrado aqueles seguros;  3 A este propósito foi referido pela trabalhadora N... que em 2001 viu lá uns senhores a fim de tratar de uns seguros, obviamente não sabendo concretamente o que as partes conversaram, afirmação que não mereceu qualquer credibilidade ou importância para o Tribunal, apesar do desinteresse da declarante, tal e qual o depoimento de parte do representante da autora que referiu que pessoas ligas à companhia de seguros .. estiveram na empresa em 2001, a fim de observar as condições da empresa e emitirem - como vieram a emitir- as apólices de seguro;  3 Isto é o que fazia mais sentido, é o que seria o normal decorrer das coisas, mas que o Tribunal, entendeu, para nós erradamente, não relevar, achando mais credível que as rés preparassem as apólices de ricos de incêndio e perdas de exploração, cuja responsabilidade para as seguradoras - repete-se - poderiam chegar a bastante mais de € 000000,00, bastando-se com as declarações do legal representante da segurada.