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2	Ora, a possibilidade de uma associação sindical actuar em defesa de interesses colectivos legalmente considerada no artigo n. 2 do artigo 31 do Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas RCTFP, aprovado pela Lei n. 59/2008, de 11 de Setembro e actualmente no n. 2 do artigo 33 da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas LTFP, aprovada pela Lei n. 35/2014, de 20 de, não se deve tanto à impossibilidade de determinar em concreto os trabalhadores que tem interesse directo o que no caso se verificava à data de apresentação da acção) mas é acima de tudo uma desnecessidade de os determinar porque a associação tem uma legitimidade própria de defender os interesses colectivos.