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Não se mostrando-se exagerada a pena de um ano e onze meses de prisão pois esta se peca é antes por benevolência), sendo certo ainda que o ora recorrente também não ataca diretamente esta concreta pena encontrada, pretendendo antes ver alterado o seu enquadramento jurídico que, como já acima se referiu, se mantém inalterado, e bem assim a pena aplicada pelo primeiro dos crimes deste tipo, atentando-se à agravante geral de ter sido praticado por várias pessoas enquanto um penetrava o menor os outros três masturbavam-se na sua presença e ejaculando na direção ou para cima do o que desde logo inviabilizava qualquer hipótese de fuga ou resistência do menor, coartando, totalmente, a sua liberdade de autodeterminação, para além da sua liberdade sexual e violando o direito geral que qualquer ser humano tem a ver respeitada a sua intimidade e dignidade, aqui, ainda, especialmente atendendo-se à sua idade.