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5 da Constituição da República Portuguesa como se mostra contrária ao princípio da interpretação conforme ou compatível com o Direito da União relativamente à norma jurídica presente no artigo 28, n. 1, 3 e 5 do Código do Trabalho, violando manifestamente a disposição constitucional presente no artigo , n. 4 da CRP; Por essa ordem de razões não podemos acolher a posição sufragada pelo Tribunal ad quo, uma vez que se traduz no afastamento liminar da figura da transmissão da unidade económica à atividade da segurança privada, que, igualmente, não observa os critérios enunciados quanto a esta temática pelo TJEU – quando circunstancia os indícios que caraterizam tal operação;  Entende a Recorrente, com o devido respeito, que o Tribunal ad quo não andou corretamente quanto à subsunção normativa da matéria de facto, quando, indevidamente, concluiu pela não verificação da unidade económica simplesmente por ausência dos elementos corpóreos, ora "bens materiais” e incorpóreos, ora "know how”; .Com efeito, dos referidos factos extrai-se na subsunção da premissa menor à premissa maior a ocorrência de uma transmissão de bens e equipamentos indispensáveis e necessários à prossecução e prestação dos serviços de segurança e vigilância privada nas instalações da "” Chaves; Tanto a transmissão de bens e equipamentos, como a transmissão do conjunto de conhecimentos práticos do serviço de segurança e vigilância privada do "” Chaves ocorreram de forma indireta; a primeira traduzida na retoma dos equipamentos pela  Ré ora Recorrida quando iniciou o serviço e a segunda através do reconhecimento prévio efetuado às instalações pela  Ré ora Recorrida, antes do início da prestação do serviço e quando ainda a empresa cedente ora  Ré Recorrente assegurava os serviços de segurança, unicamente com vista a instruir os seus vigilantes e consequentemente a dar cabal cumprimento às obrigações contratualizadas com o beneficiário;  Como matéria de facto pertinente importa transcrever os seguintes factos: – Não interrupção na prestação da atividade: início da prestação de serviços de vigilância privada, no mesmo local, e com o mesmo objeto de prestação de serviços contratual, no dia 1 de janeiro de; ) A "” prestou serviço naquela loja até às 24h00 do dia 31 de dezembro de 2019, tendo a Ré Y Empresa de Segurança S.A., iniciado funções às 00h00 do dia 1 de janeiro de 202  – Grau de semelhança entre a atividade prosseguida antes e depois da "transferência” e do número igual de vigilantes afetos; – Continuação da cliente; – O local da prestação da atividade da  Ré ora Recorrida é o mesmo onde prestava a atividade a  Ré Recorrente e o Autor;  – Utilização, com retoma, dos bens e equipamentos e da informação/procedimentos indispensáveis à prestação de serviços; – Transmissão de Bens Corpóreos e Incorpóreos Para o exercício destas funções os AA.