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B. Erro de Julgamento  Invoca o recorrente o erro de julgamento, no que respeita à factualidade que levou à sua condenação, designadamente, a assumida autoria, por si ou por interposta pessoa, da ligação de duas derivações trifásicas directas da rede pública de distribuição de energia caixa da EDP ou caixa de à instalação para o edifício da sua residência incluindo o salão de cabeleiro e os quartos de, sem passar pelo equipamento de contagem de energia naquele local de consumo, apropriando-se indevidamente da energia eléctrica da rede pública que, por essa via, consumiu, em seu proveito, sem que esse fornecimento de energia tivesse sido registado, contabilizado e facturado, tendo actuado, desse modo, sem o conhecimento e consentimento da lesada, EDP Distribuição – Energia S.A. Alega o recorrente, que nesta aquisição probatória, o tribunal violou os princípios da livre apreciação da prova e in dubio pro reo, tendo utilizado uma prova nula a qual, em qualquer caso, sempre seria inócua para dar como provados tais factos.