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Coloca-se a questão prévia de decidir sobre a admissibilidade do recurso na parte dirigida a pôr em causa a sentença ao manter a decisão da ACT, relativamente às contra-ordenações seguintes: B- No processo n818 na coima de 845,00€ - oitocentos e quarenta e cinco euros, pela prática da contraordenação p. e p. no artigo n. 16 n 1 e n 2 do Regulamento n 561/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho de 15 de março conjugado com o artigo 21 e 14 n 6 da lei 27/2010 de 30 de agosto; -No processo n823 na coima de € 845,00€ - oitocentos e quarenta e cinco euros, pela pratica da contraordenação p. e p. no artigo n. 16 n 1 e n 2 do Regulamento n 561/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho de 15 de março conjugado com o artigo 21 e 14 n 6 da lei 27/2010 de 30 de agosto; E - No processo n824 na coima de € 845,00€ - oitocentos e quarenta e cinco euros, pela prática da contraordenação p. e p. no artigo n. 16 n 1 e n 2 do Regulamento n 561/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho de 15 de março conjugado com o artigo 21 e 14 n 6 da lei 27/2010 de 30 de agosto; F - No processo n338 na coima de 845,00€ - oitocentos e quarenta e cinco euros, pela pratica da contraordenação p. e p. no artigo n. 16 n 1 e n 2 do Regulamento n 561/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho de 15 de março conjugado com o artigo 21 e 14 n 6 da lei 27/2010 de 30 de Agosto; G – No processo n122, no montante de € 630,00€ seiscentos e trinta euros, pela pratica da contraordenação p.e p. no artigo 8 n 6, com referência ao artigo 4, alínea do Regulamento CE 561/2006,do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de março, a título negligente, esta não impugnada pela arguida.