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5 Ainda na área dos Activos Fixos Tangíveis, ficou provado que as divulgações feitas pela entidade no que respeita à mensuração dos activos fixos tangíveis, serem no sentido de que a mesma é realizada ao custo, é inadequada, uma vez que a sociedade procedeu à revalorização das rubricas de Terrenos, Edifícios e Outras Construções, sem que o arguido tivesse manifestado o seu desacordo na que emitiu relativa ao exercício de 201 5 Com base no exposto nos pontos 48 a 50 anteriores, igualmente explicitados no artigo  da Nota de Culpa, concluiu-se que o arguido não planeou e executou a auditoria com diligência, zelo profissionais e com o cepticismo profissional exigido, não cuidou da manutenção e guarda dos papéis de trabalho, não obteve prova de revisão apropriada e suficiente de forma a permitir-lhe conclusões razoáveis nas quais baseou a sua opinião, pelo que damos como provado que o arguido incumpriu com o referidos factos e comportamento, com o estabelecido nos §7, §10, §15 e §19 das Normas Técnicas de Revisão/Auditoria, da Directriz de Revisão/Auditoria 230 - Papéis de Trabalho, §4 e §7 da DRA 510 - Prova de Auditoria/Revisão, bem como o estabelecido nos §30 e 32 da DRA 700 - Relatório de Revisão/Auditoria, por ter emitido a Certificação Legal de Contas sem as reservas por desacordo e limitação de âmbito acima identificadas.