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Passando ao dano da morte ou dedicado à perda do direito à vida, o tribunal recorrido, adentro de adequado enquadramento, e dando nota da concreta oscilação da indicada jurisprudência no tocante aos montantes que têm sido fixados a este propósito, situando-os entre os cinquenta e os cento e vinte euros, este em caso similares ao que ora nos ocupa, destacou depois que a vítima era ainda um homem muito jovem 26 anos de, enérgico, saudável e trabalhador, era uma pessoa comprometida com a família, acudindo a todos, pais, irmão e amigos sem exceção, e bem ainda com o seu trabalho, quer como assalariado, no transporte de doentes, quer como bombeiro voluntário, e promovia o convívio e alegria familiar estando de bem com a vida, considerava adequado o peticionado montante de cem euros para compensar a perda do direito à vida de E. Neste particular a recorrente limitou-se a discordar, abstratamente, preconizando a redução de tal montante para setenta euros, que os recorridos contrariaram.