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Ora, se não o fez, sendo ela uma empresa especializada do ramo, para além de não poder dizer que a alegação invocada pela AT para não aceitar a dação em pagamento por ela proposta, é um mero chavão, é a aceitação de que não é liquido que a venda desses bens imóveis seja conseguida pelo seu valor patrimonial e, sendo assim, a aceitação da sua entrega como dação em pagamento, não corresponderia, ou daria cumprimento ao princípio da prossecução do interesse público, e, dessa forma, a não aceitação dos quatro imóveis como dação em pagamento por parte da AT, não só não viola os princípios da igualdade e da prossecução do interesse público, como ao invés, assegura a realização de tais princípios, pois trata diferente o que é diferente e assegura a arrecadação fiscal.