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278v a 283v, verificamos que o A. recebia metade do subsídio de férias e de Natal em duodécimos – ou seja, auferia, a esse título, o valor ilíquido de € 205,67 x 2 = € 411,34 mensais – e a outra metade de cada um desses subsídios, no valor ilíquido de € 467,98, recebia nos meses de Julho e Dezembro, resultando, ainda, daqueles documentos que sobre tais quantias o A. efectuava os seguintes descontos: contribuição para a Segurança Social 11%), retenção de IRS 33%) e sobretaxa de IRS € 86 ou € 43 aplicável apenas à outra metade dos subsídios de férias e de Natal que recebia por inteiro em Julho e. Decorre, ainda, dos recibos de vencimento juntos aos autos que o subsídio de alimentação e o abono para falhas eram pagos ao A. durante os 12 meses do ano, e não 11 vezes por ano como alega a recorrente.