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Os factos restantes, mesmo os referentes à transferência de património e ao conhecimento da Requerente, constituem, relativamente aos factos essenciais que consubstanciam as previsões do art 186 ns 1 als.h) – incumprimento do dever de manter contabilidade – – incumprimento dos deveres de apresentação e colaboração – e 2 al.a) – dever de requerer a declaração de insolvência e CIRE – obrigação de apresentação de contas anuais, constituem, dizíamos, factos puramente instrumentais, isto é, factos que não têm directamente a ver com a substanciação da acção e da defesa e que meramente indiciam os factos essenciais cf., por todos, Cons Lopes do Rego, Comentários ao CPC, pg.. Como assim, podem todos esses factos, se for o caso, ser levados em conta pelo tribunal, mesmo nesta 2 instância.