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Os recorrentes  A...  e  B...  alegam que da prova produzida em julgamento não resultaram provados os elementos objectivo e subjectivo do crime, alegando para o efeito o seguinte: - o dano provocado à queixosa, consistente no corte da rede em 1,10 de altura, junto a um dos pilares, por forma a enrolar-se e a voltar a engatar-se ao outro pilar, teve o custo insignificante de € 5,00, e foi reparado gratuitamente pelo genro da queixosa, como esta confessou; - Resulta da queixa, da sentença a esta junta, por confronto com o acórdão do Tribunal da Relação do Porto, do decurso do inquérito, de toda a audiência e sobretudo das alegações orais finais do mandatário da queixosa e aliás da escritura junta ao RAI, que « existe umas nascentes eum poço; nofundo doterreno vendido a "Vessadinha”,ora propriedade daqueixosa e filhas, vide: sentença junta à queixa, proferida na acção, por elas movida contra a testemunha  F...,cujas águas irrigam os prédios denominados "Campo de Oitava” o dos recorrentes, acrescentamos nós, como provado nos e "Pereiros” propriedade da dita  F... , Ré naquela acção n 73/0OTBOFR, acrescentamos nós)»; - Só depois do acórdão do Tribunal da Relação do Porto haver sido proferido e notificado às partes, é que a queixosa vedou a parte do terreno das nascentes, como resulta do depoimento gravado em audiência da testemunha,  F... , cujo inicio e termo se indica.