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264-266);  29 - E explicitava assim aquele autor a sua concepção: "O prazo judicial pressupõe necessariamente que já está proposta a acção, que já existe um determinado processo, e destina-se ou a marcar o período de tempo dentro do qual há-de praticar-se um determinado acto processual prazo peremptório), ou a fixar a duração de uma certa pausa, duma certa dilação que o processo tem de sofrer prazo dilatório)”  30 - Concluía com uma regra prática: será prazo processual aquele que, sendo fixado por lei, poderia ser, sem inconveniente fixado pelo Juiz - pelo que os prazos posteriores ao início de um processo e para valer nele, são, normalmente processuais, sendo os prazos pré-processuais normalmente substantivos idem, p.58);  31 - E, embora não seja argumento absolutamente decisivo, terá algum relevo o facto de um determinado prazo estar previsto na lei , o que será um indicador de se tratar de prazo substantivo, ou na lei processual, caso em que será provavelmente prazo processual idem, p.;  32 - Por contraponto, será prazo substantivo ou prazo , como o autor o aquele que, estabelecido na lei, ainda constitui elemento integrante do regime jurídico de uma relação de direito substantivo ou material, como sucederá com o prazo legal de proposição de uma acção.