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46 e ss, 406 e ss, dos autos deste –, que "foram decididos os valores a pagar aos exequentes, a título de lucros emergentes da venda das duas frações”, não se determinando "quem deve pagar esses valores”; não pode ser o embargante a fazê-lo já que o pagamento deve ser feito "por quem recebeu dinheiro a mais, o que não é o caso do embargante”, que contribuiu com o valor de 10403,29€ para o fundo da sociedade destinada à aquisição da propriedade do prédio sito na Rua .., nos .. e , tornejando para a Rua .., nos .. a .., em ..., descrito na CRP de  sob o n.  e na matriz sob o n. ; tal como resulta das decisões "é com base na proporção da contribuição de cada um para a constituição do capital social 1850000$00) que estes terão o direito de receber os proveitos provenientes das vendas das frações ditas comuns”; ") fazendo as contas, ao embargante corresponde a proporção de 11,406%”, pelo que deveria ter recebido o valor de 3264,12€ e só recebeu 1936,12€, pelo que o embargante nada deve aos embargados, "antes pelo contrário, também ele é credor”; foi penhorado um saldo bancário do embargante que excede a quantia exequenda, pelo que é inadmissível nos termos do art.