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Posteriormente foi realizada a audiência de julgamento, com observância das formalidades legais, tendo sido proferida sentença que julgou a presente acção improcedente, por não provada e, em consequência, não declarou verificada a situação de união de facto entre a R. e o.  Inconformada com tal decisão dela apelou a R., tendo apresentado para o efeito as suas alegações de recurso e terminando as mesmas com as seguintes conclusões: 	a) Entende a Recorrente que o Tribunal a quo não apreciou devidamente a prova produzida em audiência de julgamento e que a mesma devidamente apreciada e julgada impunha decisão contrária, pelo que dela recorre, com base no seguinte; 	b) O tribunal a quo deu como não provados os factos constantes das alíneas 1, 24, 5, 6 e 13; 	) O que, no nosso entendimento, foi claramente provado; 	) E a prova destes pontos, só por si, impõe decisão diversa; 	e) Quanto ao 1, resultou como não demonstrado o vertido fundamentando o Tribunal a quo que "das provas colhidas, não é possível, porém, com segurança, concluir que a R. alguma vez tenha pernoitado naquela residência ou que aí encetasse qualquer outra actividade, designadamente fazendo as refeições ou a lide doméstica, já que nenhuma testemunha atestou tal facto.