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Liminarmente, cumpre referir que a deslocação operada pela mãe, de Portugal para Itália, na medida em que se compatibiliza e corresponde ao regime de responsabilidades parentais fixado, não constitui deslocação ilícita para efeitos do Regulamento, não violando o direito de guarda conferido anteriormente, por acordo dos pais da criança, nem, igualmente, ocorrendo a situação a que se reporta a alínea do n. 11 do artigo  do Regulamento, uma vez que a guarda não tinha sido objeto de alteração formal, antes assentando - segundo o que é alegado pelo recorrente - num ajuste informal entre requerente e requerida, que não poderia vincular ou prevalecer, inclusive sobre a decisão do local de residência da criança que o progenitor guardião estabelecesse, atento o regime de guarda acordado e o disposto no já citado artigo , n. 9, do Regulamento.