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Notifique.”;  - Em nenhum momento o Tribunal advertiu o A. no sentido de que o prosseguimento da instância estava dependente da junção dos referidos documentos e nunca o alertou para a eventual consequência da falta de junção dos mesmos;  - Logo, não podia o Tribunal a quo, sem previamente proporcionar ao A. a possibilidade de se defender, imputar ao mesmo uma conduta negligente e decretar a deserção da instância;  - Após o decurso do prazo fixado no despacho proferido em 15/02/2017 e na ausência de notícia por parte do A., cumpria ao juiz, por força do disposto no Artigo 6, n. 1 do P.Civil, "dirigir ativamente o processo e providenciar pelo seu andamento célere, promovendo oficiosamente as diligências necessárias ao normal prosseguimento da ação”, nomeadamente, notificando o A. para proceder à referida junção, sob pena de ser condenado em multa, ou, quanto muito, proferir despacho no sentido de que os autos ficavam a aguardar o decurso do prazo previsto no Art 281 do P.Civil, o que não sucedeu no caso em apreço;  - Nos presentes autos, nenhum despacho foi proferido em cumprimento do n 1 do Art 6 do P.Civil;  - Também nunca foi proferido qualquer despacho que determinasse que a junção dos documentos que o A. havia protestado juntar, se destinaria a permitir a apreciação de excepção dilatória ou o conhecimento, no todo ou em parte, do mérito da causa, no despacho saneador, nos termos do disposto na alínea do n 1 do Art 87 do P.T.A.