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No entanto, decorre do teor geral das suas alegações a seguinte ordem de argumentos: - 1- a declaração objetivamente analisada não permitia a um declaratário normal concluir de forma clara e inequívoca que o pagamento daquele quantitativo de € 218,10, se reportava à regularização de todos os danos patrimoniais e não patrimoniais decorrentes do sinistro; -2 - a Recorrente podia não compreender que com a assinatura de tal documento, não estava a desobrigar a Ré de qualquer outra obrigação, a não ser das despesas por si reclamadas e apresentadas; - 3 - ficou convicta que aquela declaração se referia unicamente às despesas que declarou, não querendo prescindir de quaisquer outros danos; 4- pelo que há averiguar se a Ré sabia que desse facto ou se pretendia prescindir dessa possibilidade.