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2 O n 6 da cláusula sexta-A do pacto social da impõe, como se disse, que as prestações acessórias tenham o tratamento de prestações suplementares de capital, obrigação que o Relatório do ROC não cumpriu, pois tratou, com as deficiências referidas, as prestações acessórias como se de suprimentos se tratasse; 2 As prestações suplementares de capital fazem já parte do activo e não do passivo, como fariam os suprimentos; 2 As prestações suplementares de capital não têm autonomia face às participações sociais dos sócios que as realizaram; 2 Tendo-se decidido reduzir o capital social a zero essa redução tem, obrigatoriamente, que incluir as participações socias e as prestações suplementares de capital que lhe estão associadas, pelo que não podem estas ser transformadas em capital social; 2 Para a mera hipótese de assim não se entender e pensar que se está, no caso concreto perante suprimentos, sempre se dirá que transformar suprimentos – suprimentos que só podem ser pagos após o pagamento de créditos subordinados, sendo estes só podem ser pagos sem juros vencidos e vincendos ao fim de 20 anos após o trânsito em julgado da sentença homologatória do Plano de Insolvência – em capital, implica um tratamento preferencial em relação, desde logo, aos créditos comuns.