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Conforme se refere da sentença recorrida, "impunha-se à AT que: fizesse referência à contabilidade do impugnante no que respeita à venda de frações não sujeitas a correções aritméticas e lotes; não consta do RIT quais os elementos contabilísticos solicitados ao contribuinte para prova dos valores constantes das declarações relativos às frações não sujeitas a correções aritméticas e lotes; não consta que a AT tenha solicitado fluxos financeiros para saber se estes estavam de acordo com os lançamentos efetuados na contabilidade ou se constavam adiantamentos; quais os dados constantes das contas de clientes e/ou registo diário de vendas; alusão ao facto da contabilidade refletir ou não os movimentos relativos à atividade; alusão aos contratos-promessa das frações não sujeitas a correções aritméticas; indagação sobre a sisa/imt pago ou sobre a existência de contratos de empréstimo para aquisição das frações não sujeitas a correções aritméticas; fizesse uma análise dos preços declarados por fração, tipologia, área e caraterísticas de cada uma para permitir a comparabilidade; alusão aos registos contabilísticos da empresa e respetivos documentos de suporte, se os mesmos não refletiam a real situação tributária e se por via disso estava demonstrada a impossibilidade de comprovação e quantificação direta e exata da matéria coletável.” 	Assim, ainda por esta via andou bem a douta sentença recorrida, não merecendo, uma vez mais, qualquer censura.