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", em .., no centro de treinos da ".. - Futebol, SAD", tendo como responsável pela mesma a Exm Sr. Dr B.., em representação da Autoridade Antidopagem de Portugal doravante apenas "ADOP"); 8) O jogador arguido foi um dos jogadores sorteados para a realização do controlo antidopagem, foi notificado para o efeito às 08:45 horas, chegou ao local do controlo às 09:15 horas, foi-lhe recolhido sangue às 09:31horas e urina às 14:38 horas, tendo desta recolha de urina resultado a amostra com o frasco n A 4118812; 9) No dia 28 de dezembro de 2017, pelas 11:45, o frasco n A 4118812 foi recebido pelo laboratório de análises acreditado pela Agência Mundial Antidopagem, DoColab- Universiteit Gent, em Gent, Bélgica; 10) Efetuada a análise do frasco n A 4118812, o DoColab - Universiteit Gent, em 22 de janeiro de 2018, elaborou o Certificado de Análise n 35318ro, no qual consta ter sido detetada no mesmo a presença da substância FUROSEMIDA; 11) Após receber o Certificado de Análise n 35318ro, a ADoP tomou conhecimento de que a amostra com o frasco n A 4118812, relativa à ação de controlo antidopagem com o código "..", revelou a presença da supramencionada substância e, através do ofício com a referência 13/ADOP/2018, datado de 22 de janeiro de 2018, notificou a FPF do resultado daquela análise de controlo antidopagem; 12) No dia seguinte, 23 de janeiro de 2018, pelas 17,06 horas, a FPF, através de mensagem de correio eletrónico, notificou o jogador arguido do resultado positivo da análise e informou-o acerca da possibilidade de, nas vinte e quatro horas seguintes, manifestar interesse no exercício dos direitos que lhe são conferidos pelo n 2 do artigo 35 da Lei n 38/2012, de 28 de agosto Lei Antidopagem no; 13) No dia imediato, 24 de janeiro de 2018, pelas 14,00 horas, o jogador arguido - respondendo através de mensagem de correio eletrónico à notificação mencionada no ponto anterior - exerceu o seu direito de requerer a análise da amostra "B" e, pelas 17,29 horas desse dia, remeteu à FPF declaração na qual requer a realização da análise da amostra "B", declara nada ter a opor quanto ao dia e hora propostos pelo laboratório para a realização da mesma, prescindir da sua presença, bem como de qualquer representante seu e da nomeação de um perito para acompanhar a realização da diligência; 14) Para além disso, face a pedido de esclarecimentos relativamente aos custos inerentes e à necessidade de presença de um representante do jogador na análise da amostra "B", o jogador arguido veio solicitar ainda que o prazo de resposta final no que concerne à sua intenção em requerer ou não a contraprova, fosse ampliado para 48 horas, o que foi tacitamente deferido pela FPF; decorrido este prazo, no dia 26 de janeiro de 2018, a FPF remeteu à ADoP a supramencionada declaração do jogador; 15) No dia 6 de fevereiro de 2018 foi efetuada a análise do frasco n B 4118812, no mencionado DoColab - Universiteit Gent, em resultado da qual foi elaborado o Certificado de Análise n 68218mdw-18-1750, no qual consta ter sido detetada no mesmo a presença da substância FUROSEMIDA; 16) Os resultados das análises às amostras "A" e "B" - frascos A 4118812 e B 4118812, efetuadas em 22 de janeiro e 6 de fevereiro de 2018, respetivamente, referentes à ação de controlo antidopagem fora de competição, com o código "..", confirmaram a presença, em ambas, da substância proibida FUROSEMIDA; 17) A substância FUROSEMIDA consta da Lista de Substâncias e Métodos Proibidos - 2017, publicada no Comunicado Oficial da FPF n 159, de 20 de dezembro de 2016, enquanto substância proibida, integrando o grupo S.5 Diuréticos e agentes mascarantes, sendo substância específica, proibida em competição e fora de competição; 18) Por despacho do Exmo.