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a restituírem ao Autor, a quantia de € 5000,00 ou a pagarem-lhe, em alternativa, uma indemnização de igual valor, correspondente ao ressarcimento do dano resultante da perda da quantia que possuía depositada em seu nome, antes de o banco R. a transferir parcialmente para a conta da sua companheira e adquirir as obrigações perpétuas; a pagarem ao Autor a quantia de EUR 3000,00, correspondente à indemnização destinada a ressarcir os danos não patrimoniais supra descritos, bem como os danos patrimoniais correspondentes aos lucros cessantes ocorridos até à entrada da ação em juízo; a pagarem ao A. a quantia que se liquidar em execução de sentença, correspondente aos lucros cessantes que se formarem após a entrada em juízo da acção e correspondentes aos juros que os € 5000,00, renderiam ao Autor se deles não tivesse sido privado pelos RR.. Para tanto alegou ser cliente do primeiro R., onde detém conta bancária que, em 2009, se achava provida com € 5000,0 Nessa altura, o seu gestor de conta, segundo R., na qualidade de funcionário do primeiro, sugeriu ao A. que aplicasse de forma segura aquele valor, o que teria que suceder em duas subscrições de € 2000,00, cada, sendo uma em seu nome e outra em nome da sua companheira, motivo pelo qual esse valor seria transferido para uma conta daquela, com o que o A. concordou.