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n. 1340883 fls.1945 a. Com relevo para a apreciação da questão decidenda, importa atentar no seguinte elenco fáctico-cronológico:  Em 102018, reiterado em 002018, requereu o Requerente que fosse ordenado à Conservatória dos Registos Centrais a prestação de informação sobre a existência de doações, testamentos, vendas ou outras alienações outorgadas pela Requerida, o que foi deferido por despacho de 002018 nos exatos termos nele constantes – vide fls.1877;  A fls.1885, a Conservatória dos Registos Centrais veio informar da existência de dois testamentos públicos outorgados pela Requerida, mas que não era detentora de tais atos notariais, devendo ser solicitada cópia certificada ao Cartório Notarial onde foram realizados tais atos;   A fls.1914, veio o Notário da   ...)   informar que não foram encontradas escrituras outorgadas pela Requerida, mais aludindo ao disposto no art.16, n. 1, alínea,do Código do Notariado, concluindo que só é possível extrair certidões dos testamentos quando os testadores ou procuradores com poderes especiais as requeiram;  A fls.1915, veio o Requerente, alegando que o notário se recusa a juntar cópia do testamento, requerer que seja ordenado a este, sob pena de comissão de crime de desobediência, a junção;  A fls.1935, foi proferido despacho com o seguinte teor: «O Sr. Notário, ao contrário do que o Requerente alega no requerimento ora em apreço não se recusa per si a cumprir o que lhe foi ordenado, apenas dá nota dos circunstancialismos que comprometem o cumprimento cfr foi requerido.