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E daí, portanto, que a Autora tenha peticionado, como resultado a obter desta sua pretensão impugnatória, a declaração de nulidade destas deliberações que promoveram a abertura do procedimento de alienação por hasta pública e lhe adjudicaram o lote em causa: Escreveu: "Termos em que deve a presente acção ser julgada procedente, por provada e assim: deve ser decretada a nulidade das deliberações camarárias de 202015 e de 202015, que promoveram a abertura do procedimento de alienação por hasta pública e que adjudicaram o lote 24 à A., e do contrato de compra e venda sobre ele incidindo, celebrado que foi entre a A. e o R. no dia 3 de Dezembro de 201” Acresce que, em resposta à pretensa excepção suscitada pelo Réu, a Autora adiantou que, quando por absurdo se entendesse que este pedido não englobava tal deliberação, se deveria ter o mesmo por rectificado, nele se lendo a data dela.