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Neste sentido, em situação em tudo semelhante, para mais desenvolvimentos, pode ser consultado o Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 22/09/2011 relatado pela Senhora Desembargadora Helena Melo, processo n. 173/14TBVLN-A.G1, www.dgsi.pt), onde para além do mais, se sumariou o seguinte: «Não deve ser admitida a intervenção principal dos chamados que alegadamente terão dado instruções ao réu, empreiteiro a quem os autores, donos da obra, imputam defeitos de construção, assim como do chamado responsável técnico da obra, por não estarem reunidos os pressupostos da alínea do art 320 do CPC nem do art 330 do CPC.».