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Esta oposição não se confunde com o erro na subsunção dos factos à norma jurídica ou, muito menos, com o erro na interpretação desta: quando, embora mal, o juiz entende que dos factos apurados resulta determinada consequência jurídica e este seu entendimento é expresso na fundamentação, ou dela decorre, encontramo-nos perante o erro de julgamento e não perante oposição geradora de nulidade; mas já se o raciocínio expresso na fundamentação apontar para determinada consequência jurídica e na conclusão for tirada outra consequência, ainda que esta seja a juridicamente correta, a nulidade verifica-se.” De facto a expressão utilizada na decisão recorrida, tirada do acórdão da Elação de Lisboa de 5 de novembro de 2009, proferido no processo 661/02YYLSB-B.L1-2, corresponde à posição sustentada pelo Professor José Alberto dos Reis no Código de Processo Civil anotado, Volume , a páginas 626-627 e não traduz qualquer contradição, antes resulta de uma interpretação da apelante, que não tem de corresponder a qualquer alegada contradição e pode, efetivamente, destruir a decisão constante da providência, se a decisão definitiva da ação principal, de que aquela é dependência, a revogar ou alterar.