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Com base neste entendimento deve ser atribuída indemnização, por danos morais, a casal que entre Agosto de 2008 a Setembro de 2011, sofre continuados transtornos, geradores naturalmente de irritação, desilusão, agastamento, ansiedade e falta de paz de espírito, em relação à sua habitação, lugar de intimidade privada onde deve reinar o sossego, a tranquilidade, o descanso, a comodidade, essenciais a uma vida de bem- estar, em virtude de aparecimento de defeitos graves na casa que construíram em regime de empreitada.” negrito e sublinhado 39) Posto isto, o pedido de resolução do contrato peticionado pela A. estaria devidamente justificada, uma vez que o R. não cumpriu com as promessas de reparação e não respondeu à interpelação admonitória, pese embora se tenha optado por fazer pedidos alternativos, pois, que o que efetivamente se pretendia e pretende é a resolução da situação.