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Porém, a verdade é que, objectivamente, desde a Conferência que fixou o regime provisório, o Tribunal essencialmente tem sido sensível aos apelos e posição da mãe, e aos receios e argumentos da mesma, e o que se vê é que estes relacionamentos da menor com pai e mãe, em vez de melhorarem e se fortalecerem, têm-se degradado, e a menor continua exposta regularmente ao conflito entre os progenitores, que chega ao ponto de se solicitar ou efectuar participações junto de entidades policiais, dada a incapacidade dos pais de se focarem na menor, e de tentarem fazer um esforço para comunicar e resolver da melhor forma as suas questões preservando a menor do conflito.- Concorda-se assim, com a douta promoção que antecede, parecendo-nos intolerável, que se arraste por mais tempo este conflito, e a ausência de convívios da menor com o pai e com o irmão uterino.- Assim sendo, provisoriamente, e sem prejuízo, de na sequência de mais elementos, que venham a ser juntos aos autos, e que até ao momento não foram, se eventualmente ajustar o regime doutamente proposto, e tendo em conta como dissemos, que é intolerável manter-se o que vem relatado, nomeadamente, que a menor nem sequer esteve com o pai na passada sexta-feira: dia do pai, que não esteve dias de férias no Natal com o pai, que não existem contactos telefónicos, nem sequer por videochamada, nem mesmo telefone, contrariando frontalmente o fixado, e sendo notório que a progenitora apenas se defende, mas não apresenta soluções ou alternativas que proactivamente invertam o actual estado de coisas, e a levem a cumprir o dever que já tinha como guardiã de fomentar os convívios, dever que foi expressamente reforçado no regime fixado, notando-se por isso ausência de propostas para passagem de dias de férias, fins-de semana que não tiveram lugar, de videochamadas que não ocorreram, sendo que já andamos neste caminho há mais de um ano e meio.-  Neste momento, foi pelo Mmo.