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5 Muito menos relevam para o ponto 1 da factualidade dada como provada, pois nem sequer conhecem a testemunha J. nem sequer falaram com ele, tendo -lhes sido entregue tal documento 9 junto com a PI nestes autos – datado de 16 de setembro de 2016 e depois retificado com reconhecimento da assinatura em 19 Janeiro de 2018 pela filha do seu subscritor, Dra S. T. – pelo seu mandatário Dr. , também este o recebeu por carta remetida para o seu escritório e assim a entregou aos seus constituintes, aqui AA, que a receberam e serviu de base para a instauração de um processo cautelar com a ora recorrente, que foi indeferida e cuja decisão foi apreciada pelo Tribunal da Relação de Guimarães que confirmou tal decisão por Acórdão já transitado em julgado.