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24 a, no Juízo de Execução de Silves do Tribunal Judicial da comarca de Faro, nestes autos de embargos de executado, aí por si deduzidos contra a Apelada/Exequente/Embargada "Lavandaria, Lda.”, com sede em, Lojas e, na Guia, Albufeira, em execução de sentença a correr termos pelo valor global de € 953,68 nove e novecentos e cinquenta e três euros e sessenta e oito cêntimos) e juros – e que julgou "os presentes embargos totalmente improcedentes e, em consequência, determina o ulterior prosseguimento da execução” com o fundamento que aí é aduzido de que "em suma, a Executada/Embargante não está em condições de se eximir aqui ao pagamento da quantia definida na sentença de condenação, transitada em julgado, porque: o seu crédito não está sequer reconhecido; a situação de contra-crédito é anterior ao encerramento da discussão no processo de declaração onde o formou o título executivo; e não está documentalmente provada”) –, intentando ver agora revogada essa decisão da 1 instância e que os embargos prossigam a sua normal tramitação, e apresentando alegações que remata com as seguintes Conclusões:  1 – A Sentença recorrida julgou os presentes Embargos totalmente improcedentes porque o contracrédito invocado pela aqui Embargante era anterior ao encerramento da discussão no processo de declaração e não estava provado por documento.