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Tendo-se pronunciado desfavoravelmente sobre o plano os credores e mulher,; e mulher,; e mulher,; e mulher,;; e; e mulher,; e mulher,, a AT; e, Lda., e – Consultoria Fiscal, Unipessoal, Lda., a requerente devedora prestou os esclarecimentos constantes do requerimento e mapa anexo apresentados em 3/8, após o que foi publicitado em 23/8 o anúncio a que alude o n. 3 do artigo 1-F. Pronunciaram-se então contra a aprovação do plano os seguintes credores: ) e mulher,, titulares de um crédito reconhecido no valor de € 5887,57, por, segundo alegaram, nunca terem sido contactados pela devedora apesar de terem comunicado a sua intenção de participar nas negociações, o que constitui violação não negligenciável de normas procedimentais; o plano evidencia um tratamento diferenciado entre os vários credores comuns, aqui avultando a medida de dação em pagamento, não se encontrando reflectido o valor actual dos imóveis, nem tão pouco o valor das obras "alegadamente por acabar”, ao que acresce a circunstância de alguns dos credores contemplados com tal medida não deterem qualquer garantia real sobre o bem objecto da dação; ) e mulher, titulares de um crédito no valor de € 188,92, os quais alegaram igualmente a ausência de negociações, não obstante terem declarado querer participar naquelas que se viessem a estabelecer, tendo ocorrido violação dos princípios da boa-fé, cooperação e transparência.