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Juiz Conselheira Maria da Graça Trigo; 5 Entende a Recorrente que o Acórdão recorrido deverá ser revisto, e substituído por outro que julgue condenar a Recorrente a restituir à Recorrida a quantia de € 4737,81, acrescida de juros de mora contados desde 002014, até ao efetivo e integral pagamento, à taxa legal; por via do exercício do direito de resolução e respetivo efeitos jurídicos, a Recorrida fica obrigada a restituir à Recorrente, na sequência da celebração do contrato sub judice, tudo o que lhe foi entregue, mormente os valores relacionados com os equipamentos fornecidos, outros bens e programas informáticos licenças e, pelo que deverá ser decretada a compensação entre o valor pago a título de preço do contrato de € 29401,59, deduzidos as quantias nomeadamente as referentes aos direitos e equipamentos no valor de € 24663,78, e caso se entenda que há lugar ao pagamento de juros, usar de igual critério para ambas as partes, e, a absolver a Recorrente do pagamento de qualquer quantia a título indemnização por via da resolução contratual por perda do interesse da Recorrida, aplicando-se o disposto nos artigos conjugados 43 e 28 do ; 5 Assim, o Tribunal da Relação ....... violou, entre outras, as seguintes disposições legais: a lei substantiva, ao interpretar erradamente a matéria de facto e a matéria de direito a ela aplicável, designadamente o disposto nos artigos 80 e 80 do , artigos 43, 43, 43, 47, 28 e 29 e seguintes do , o principio do "equilíbrio das prestações", assim como, violou e errou na aplicação da lei de processo, tendo, em consequência, violado o disposto na alínea, e do n. 1 do artigo 67 e a alínea do n. 1 do artigo 61, todos do CPC.