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2 a 2 a ilegalidade da penhora efectuada. . Com efeito, alegou a embargante que: não é executada, nem casada com o executado neste processo, pelo que não pode ser penhorada a sua meação dos prédios em causa. . A embargante, no seguimento de notificação para requerer separação de bens ou juntar certidão comprovativa da pendência de acção em que a separação já tenha sido requerida, sob pena de serem penhorados os bens comuns, informou quais os bens comuns, conforme documento que se junta sob o n. 3 e que aqui se dá por integralmente reproduzido. . Mencionou também que: em face de sentença proferida devia ser determinada a penhora e venda da meação dos bens em causa, correspondente à parte do património do executado António” e que se opunha à venda em conjunto da sua meação. . Até à data não houve resposta ao requerimento apresentado.	 . O certo é que, a penhora foi realizada sobre a totalidade dos bens do ex-casal, o que a torna ilegal. . A embargante é dona da sua meação dos bens em causa e não é responsável pela divida cujo cumprimento se exige, pelo que esta sua meação não pode ser penhorada para assegurar o cumprimento dessa obrigação que só ao executado António diz respeito, .