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E, finalmente, a Relação do Porto também concluiu pela admissibilidade da reconvenção, como se recolhe da leitura do acórdão de 102021, constante do processo 9133/26T8PRT.P1 No caso do acórdão de 25 de Setembro, tratava-se de um caso de benfeitorias no prédio e, como então se consignava, «o interesse em discutir e decidir todas as questões que, para além da divisão, envolvem os prédios dividendos, como seja a apreciação de um direito por benfeitorias invocado por um dos comproprietários, evitando dessa forma que ele se veja compelido a recorrer à propositura de uma outra acção para ver o seu direito reconhecido para além de não beliscar qualquer daqueles princípios estruturantes, assume indiscutível relevância e que justifica plenamente a admissão da reconvenção».