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Efectivamente, como bem se refere na mencionada decisão, depois de se ter aludido à ausência de consequência pelo facto de o Tribunal ter procedido à alteração do facto dado por indiciariamente provado na sentença proferida nestes autos sob o n, é que, o que resulta evidente é que os Requerentes, em 1 de Agosto de 2018, voluntariamente, consideraram entregue à Requerente a parcela de terreno em causa nos autos o que equivale a dizer que, nessa data, os Requerentes cederam a posse da parcela à. Entre essa data e o início de Dezembro de 2019, tal parcela não foi detida por ninguém – não ficou comprovada nos autos a prática de atos de posse nesse período nem pela Requerente, nem pelos Requeridos.