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AA) E o que é mais estranho é que a AT se oponha à aplicação da isenção em causa aos créditos contraídos e respectivos juros, garantias e comissões) pelas SGPS, BB) quando com respeito a uma entidade investidora em imobiliário e projectos imobiliários como um fundo de investimento imobiliário a mais das vezes de subscrição, a AT já considera estar-se perante uma instituição financeira à luz do direito comunitário, para cúmulo apelando para o efeito não à legislação comunitária que lida ex professo com as instituições de crédito e financeiras, mas à legislação sobre branqueamento de capitais, que apenas incidentalmente lida com o conceito de instituições financeiras, e para os específicos propósitos da luta contra o branqueamento de capitais cfr.