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É certo que para o credor seria preferível continuar a manter o património pessoal dos ex-sócios como garantia do ressarcimento dos seus crėditos, não obstante, não parece razoável que, vários anos após se terem desligado da vida societária, os ex-sócios continuem indefinidamente a garantir a devolução de financiamentos, que desconhecem e não têm qualquer possibilidade de controlar sem qualquer perspectiva futura de desvinculação).29 1Posteriormente ao AUJ n. 4/2013 foram proferidos arestos em linha com o entendimento que se deixou exposto, nomeadamente, pela RP - em 202014-processo 3871/14TBVFR-A.P1 - e pela RL - em 212017-processo 1732/11TBTVD-A.L1-7 -, publicados no "site” da dgsi, salientando-se, no primeiro, designadamente: - A convergência de diversos autores, como Manuel Januário Gomes O Insustentável Peso do Aval em Livrança em Branco Prestado por Sócio de Sociedade para Garantia de Crédito Bancário Revolving, Direito Privado, n. 43, Julho-Setembro 2013, págs.