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Dito de outra forma: de todas as prestações – em espécie e em dinheiro - que o legislador incluiu no direito do sinistrado a ser compensado pelas limitações funcionais, ocasionadas por acidente de trabalho, apenas inclui na responsabilidade repartida as que constam enunciadas no n. 5 do artigo 7 da LAT e na Cláusula 2 do Anexo da Portaria n. 256/11, de 00  Assim, destinando-se as "ajudas médicas, medicamentosas e técnicas” mencionadas no dispositivo condenatório da sentença a compensar as limitações funcionais do autor/sinistrado após a alta clínica, por insusceptibilidade de modificação das lesões sofridas na sequência do acidente de trabalho descrito nos autos, já não cabem no âmbito das "despesas efectuadas com a hospitalização e assistência clínica”, logo após o acidente.