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/  Doutro modo, sempre aqui se remete para o que diz o Tribunal da Relação de Coimbra no âmbito do processo 348/18T8FND-A.C1 do qual se extrai o seguinte: ") Ademais, reafirma-se, o espírito e a filosofia subjacentes ao actual direito adjectivotambém apontam para a conveniência de interpretar a p. de modo a que a acção possa ser aproveitada, evitando a absolvição da instância por razões meramente formais e sem que tal justificação se vislumbre como efectivamente necessária, dada a circunstância de a acção ter sido intentada pela cabeça-de-casal ainda que indevidamente se identificando como representante da herança), importando notar que, ainda que a acção exija a intervenção dos demais herdeiros, essa já é questão que se prende com a legitimidade e que facilmente poderá ser corrigida como foi, porquanto requerida e efectivada a intervenção dos demais.” /  Encontrando-se a herança já aceite, ao mesmo tempo que observado o litisconsórcio activo perante a intervenção de todos os interessados na partilha de bens que integravam a mesma herança e, sublinha-se, a intencionalidade jurídica da ") prevalência do fundo sobre a forma, bem como a sanação das irregularidades processuais e dos obstáculos ao normal prosseguimento da instância”, crê-se que o processo se encontra em condições formais de se apreciar o pedido.» 3 Assim, também, o seguinte excerto da decisão recorrida: «No caso de uma herança indivisa, aceite mas ainda não partilhada, não é a herança quem detém personalidade judiciária.