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Numa primeira leitura, parece verificar-se a contradição alegada, pois parece que o descrito os pontos, 13,, e da factualidade provada, ou seja, que "em data não determinada mas anterior a 8 de Outubro de 2015, no Monte , no interior da residência, AA presenciou que e BB inseriram o pénis ereto no ânus do seu filho e sobrinho, , fazendo com seu corpo movimentos oscilantes característicos da relação sexual” e o descrito em e da factualidade não provada se reportam à mesma ocasião, pelo que seriam logicamente incompatíveis, uma vez que, se assim fosse, ao julgar provado que a arguida, AA, presenciou BB a penetrar o ânus do filho da arguida, não podia o tribunal a quo julgar não provado esse mesmo facto.