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Q. 	Por outro lado, a Recorrente alegou que não dispunha de bens capazes de constituírem uma garantia para o valor em causa, entendendo o Tribunal a quo "A verdade é que apesar de o valor dos referidos bens, € 6365,96, não ser suficiente para garantir o valor em causa, a reclamante sempre poderia oferecer como garantia o próprio estabelecimento comercial enquanto unidade jurídica, tal como mencionado pela AT” e que "existem na esfera jurídica, da reclamante bens suscetíveis de poderem constituir garantia, designadamente ativos fixos tangíveis, inventário, produtos acabados, intermédios, produtos e trabalhos em curso e/ou o próprio estabelecimento comercial enquanto unidade jurídica, conforme se pode constatar pelo balancete e pela IES.” R. 	Ora, resulta dos fatos dados como provados que sobre os imóveis, enumerados no pedido apresentado pela Recorrente, incidem vários encargos, como hipotecas e penhoras, sendo os que aqueles sobre os quais se poderia constituir hipoteca, no seu conjunto, totalizam o valor patrimonial de € 6356,9 S. 	Ainda, conforme alínea, dos fatos dados como provados, que a Recorrente "dispõe de viaturas automóveis e outros ativos fixos tangíveis, no valor de €3844,50, em inventário o valor de €57593,25, nos anos de 2018 e 2019, produtos acabados e intermédios, no valor de €46692,71, e/ou produtos e trabalhos em curso, no valor de €04121,90 balancete e IES juntos à petição inicial como documentos n.s 3, 4 e. T. 	No entanto, resulta do Balancete apresentado pela Recorrente que os bens que constam do inventário, produtos acabados e intermédios e/ou produtos e trabalhos em curso, correspondem aos bens móveis e imóveis, constantes da listagem junta com a Petição Inicial sobre os quais recaem obrigações.