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Acresce, por último, que a uma imposição maior sobre o empreiteiro implicaria, no fundo, negar-lhe o direito a ser ressarcido por potenciais danos por se terem de considerar caducos, o que significa sempre aceitar um enriquecimento do dono da obra.” Diogo Duarte Campos e Joana  Brandão, in "O reequilíbrio económico-financeiro dos contratos de empreitada decorrentes da maior permanência em obra, disponível in  https://portal.oa.pt/media/131417/diogo-duarte-decampos.pdf, fls..   Importa reter que a caducidade é uma forma de extinção de direitos e dos correspondentes em consequência do seu não exercício durante um determinado período de tempo, implicando a extinção definitiva do direito e do correlativo, que não subsiste, sequer, a título de obrigação natural.