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Ao assim agir, é indiscutível que a apelante fez dos meios processuais, que lhe são concedidos pela lei processual – que lhe reconhece o direito à prova - um uso manifestamente reprovável, com o fim de impedir a descoberta da verdade e de conseguir um objetivo ilegal, na medida em que juntou aquele meio de prova com vista a dolosamente enganar o tribunal, com o intuito de fazer prova da versão dos factos que apresentou na contestação e, assim, levar à improcedência da presente ação, tudo quando, reafirma-se, tinha perfeito conhecimento que esse meio de prova é inteiramente alheio ao pedido de informação formulado pela apelada através da carta datada de 15 de março de 202 O descrito comportamento processual da apelante preenche os pressupostos da litigância de má fé, mais concretamente à má fé processual, nos termos da al., do n. 2 do art.