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Assim, a obtenção da condição tempo mínimo de permanência no posto não confere ao militar o direito de ser promovido imediatamente, nem à Administração a obrigação de imediatamente o promover, dado que tal promoção está dependente da existência de vaga no quadro especial a que ele pertence, sendo irrelevante que existam vagas noutros quadros especiais»  No mesmo sentido, o então Tribunal Central Administrativo, no seu aresto de 19/10/2000, processo n. 862/98,  Secção, confirmado  por acórdão do STA de 26/06/2010  invocado pelo réu na sua contestação), considerou também que « o fim fundamentalmente visado pela lei na distribuição dos militares nos diversos quadros especiais não é a sua carreira, o desenvolvimento harmonioso desta, mas sim a satisfação das necessidades das Forças Armadas e a sua operacionalidade.