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Discordando o apelante da aludida decisão, é seu entendimento que, em face do disposto no artigo , n. 7 da Lei n. 141/2015, de 8 de Setembro, do artigo 6 do CPC e dos artigos 5, n. 1, 3 e 2 do Código Civil, o correcto é considerar o Tribunal português como sendo o competente internacionalmente para a regulação das responsabilidades parentais no tocante as menores ... Vejamos, portanto, de seguida, se na realidade  como o defende o recorrente  são os tribunais portugueses internacionalmente competentes para decidir da pretendida regulação das responsabilidades parentais relativamente às menores ., nascida em 22/03/2010, e ., nascida em 22/03/201 Ora, a propósito da questão da competência internacional dos tribunais portugueses para de determinada acção poderem conhecer/julgar, como bem explica o, justifica-se que seja ela trazida à colação quando a causa, através de qualquer um dos seus elementos, tenha conexão com uma outra ordem jurídica, além da portuguesa, ou , melhor, quando determinada situação, apesar de possuir, na perspectiva do ordenamento jurídico português, uma relação com uma ou mais ordens jurídicas estrangeiras, apresenta também uma conexão relevante com a ordem jurídica portuguesa, sendo que, é aos tribunais portugueses que cabe aferir da sua própria competência internacional, de acordo com as regras de competência internacional vigentes entre nós.