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3 – A PARTIR DA  VERSÃO DA PROPOSTA RELATIVA A ERROS E OMISSÕES, A RECORRIDA IDENTIFICOU DIVERSAS TAREFAS QUE, NA SUA AVALIAÇÃO, IMPLICAVAM, AFINAL, A EXECUÇÃO DE QUANTIDADES A MENOS DO QUE AS PREVISTAS; 3 – DE FACTO, ENQUANTO NA PRIMEIRA LISTAGEM DE IDENTIFICAÇÃO DE ERROS E OMISSÕES INDICOU QUE O VALOR DOS TRABALHOS DE SUPRIMENTO ASCENDIA A CERCA DE €5000,00, NA SEGUNDA LISTAGEM O VALOR DOS TRABALHOS DE SUPRIMENTO JÁ ERA, SÓ, DE CERCA DE €2000,00; 3 – A RECORRIDA, POR OUTRO LADO, NUNCA APRESENTOU PROPOSTAS DE PRAZOS PARA A EXECUÇÃO DOS TRABALHOS COMPLEMENTARES PARA SUPRIMENTO DE ERROS E DE OMISSÕES; 3 – NUNCA FOI POSSÍVEL AO RECORRENTE REALIZAR A AVALIAÇÃO CORRETA DOS PROPOSTAS DE TRABALHOS COMPLEMENTARES PARA SUPRIMENTO DE ERROS E DE OMISSÕES APRESENTADAS PELA RECORRIDA, DADA A INDEFINIÇÃO DOS TRABALHOS A EXECUTAR, PORQUE A RECORRIDA ESTEVE, ENTRE INÍCIO DE JUNHO DE 2019 E FINAL DE OUTUBRO DE 2019 SEM NADA FAZER OU DIZER SOBRE A QUESTÃO; 3 – ACRESCE, QUANTO À MATÉRIA DE FACTO DADA COMO PROVADA, QUE O RECORRENTE DISCORDA DAS DECISÕES CONTIDAS NOS PONTOS 6, 6, 8, 9, 12 E 13, POR CONSIDERAR TER EXISTIDO, SALVO O DEVIDO RESPEITO, ERRO DE JULGAMENTO; 3 – RELATIVAMENTE AO PONTO 6, É A PRÓPRIA FUNDAMENTAÇÃO QUE RECONHECE NÃO TER EXISTIDO O ATRASO DE UMA SEMANA NO DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS POR VIA DAS ALTERAÇÕES AO PROJETO DAS SAPATAS PÁG.S 82 E 83, DA DOUTA DECI­SÃO; 4 – PODENDO TER EXISTIDO CONFUSÃO COM A QUESTÃO DAS "VIGAS DOS PÁTIOS DOS BLOCOS B E ”, NENHUMA DAS TESTEMUNHAS OUVIDAS CONFIRMOU, COM UM MÍNIMO DE CREDIBILIDADE, QUALQUER ATRASO DE UMA SEMANA NESSE TRABALHO; 4 – CONJUGADOS, ALIÁS, OS DEPOIMENTOS CREDÍVEIS RESULTOU DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS, E AO INVÉS DO DECIDIDO, UMA ECONOMIA DE TEMPO PARA RECORRIDA; 4 – PELO QUE NUNCA SE PODERIA DAR COMO PROVADO O ATRASO DE 1 SEMANA; 4 – DE TODO O MODO, MESMO QUE ASSIM NÃO FOSSE, RESULTA DO PLANO DE TRABALHOS APRESENTADO PELA RECORRIDA NA SUA PROPOSTA A CONCURSO, QUE PARA OS TRABALHOS DOS BLOCOS B E – EM QUE SE COLOCA A QUESTÃO DAS VIGAS – ELA PREVIU EXECUTÁ-LOS EM 118 DIAS; 4 – NO MACROPLANEAMENTO, A RECORRIDA FICOU COM UMA FOLGA ATÉ 31 DE AGOSTO, ISTO É COM MAIS 123 DIAS, CONTADOS PARA ALÉM DAQUELES 118 DIAS, PARA A EXECUÇÃO DE TAIS TRABALHOS ATÉ PELO FACTO DE OS ÚLTIMOS DOIS MESES, OS MESES DE JULHO E AGOSTO DE 2019, COINCIDIREM COM O PERÍODO DE FÉRIAS; 4 – ASSIM, NO MACROPLANEAMENTO E NO PLANO DE TRABALHOS AJUSTADO A RECORRIDA FICOU COM A POSSIBILIDADE DE EXECUTAR TAIS TRABALHOS NÃO ATÉ 30 DE ABRIL DE 2019 OS TAIS 118, MAS COM UMA A FOLGA ATÉ 31 DE AGOSTO; 4 – VALE ISTO POR DIZER QUE, EM TEMOS DE PRAZO PARA ESTES TRABALHOS, A RECORRIDA TINHA UMA FOLGA DE 123 DIAS, PELO QUE, MESMO QUE AS INVOCADAS DISCREPÂNCIAS TIVESSEM DEMANDO UM ATRASO DE 1 SEMANA NO DESENVOLVIMENTO NORMAL DOS TRABALHOS, E JÁ SE VIU, QUE NÃO, TAL ATRASO TERIA SIDO ACOMODADO NA DITA FOLGA, SEM PERTURBAR O ANDAMENTO NORMAL DOS TRABALHOS; 4 – RELATIVAMENTE AO PONTO 6, DOS FACTOS PROVADOS, E MESMO ACEITANDO QUE A RECORRIDA TIVESSE NECESSITADO DE MAIS 15 DIAS PARA EFETUAR A PICAGEM DO PAVIMENTO, DESSA DECISÃO DE FACTO, NÃO SE PODE INFERIR QUE A EXECUÇÃO DESSE TRABALHO COMPLEMENTAR TENHA ATRASADO A OBRA POR ESSE PERÍODO; 4 – COMO SE VIU, E RESULTA CLARAMENTE DO DEPOIMENTO EM QUE SE LOUVOU A PARTE DA DECISÃO DE FACTO, AQUI, EM CAUSA, A RECORRIDA NÃO DEMOROU MAIS 15 DIAS A EXECUTAR ESTE TRABALHO!