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Acontece que, foi decidido em sede de despacho saneador que, quanto ao conhecimento dos vícios conducentes à eventual anulabilidade do ato administrativo que determinou o aumento da renda a pagar pelo locado atribuído a título precário à primitiva autora, como seja a violação de lei por alegada desconformidade com as regras previstas no artigo 3 do NRAU, a presente ação era intempestiva, por terem decorrido mais de três meses entre a data em que a primitiva autora teve conhecimento do ato administrativo que fixou um aumento da renda – ato datado de 25/05/2010 e que lhe foi  notificado em 26/05/2010-  e a data em que a ação foi proposta- 13/07/2010-, e como tal, estava vedado ao Tribunal conhecer dos vícios geradores de mera anulabilidade  imputáveis a esse ato.