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Q. E, ao nada fazer, apesar de poder e dever fazê-lo, por ter capacidade e perfeita consciência do que se passava, nomeadamente, como se disse, por via dos especiais e concretos conhecimentos que detinha sobre aquele imóvel e suas características sabia da existência de uma chaminé em cerâmica e sabia ainda que essa chaminé terminava junto a uma estrutura em e, bem assim, sobre as reais intenções da Ré , mas também, por ser proprietária do imóvel em causa, cabendo-lhe, como legalmente lhe cabia, a sua vigilância, manutenção e conservação, não pode deixar de se concluir, ao contrário do vertido no aresto de que ora se recorre, que a interveniente FF incorreu em responsabilidade perante os Autores/Recorrentes, quanto aos danos que estes sofreram em virtude do incêndio que se veio a verificar.