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1 junto com a contestação —, quer através da sua contabilista certificada, quer do gerente da sociedade que, no tempo que lhe foi exigido não seria possível reunir toda a informação pretendida, para além de que se estaria a analisar a possibilidade de Recorrida poder aceder a toda a informação pretendida, porquanto verifica-se o justo receio que a sócia as usasse para fins estranhos à sociedade e em prejuízo desta conforme, aliás, resulta de factos que são do conhecimento público e que o tribunal não podia, pura e simplesmente,;  x) Estamos, assim, perante um caso em que a sentença recorrida confunde a litigância de má-fé com uma lide meramente temerária ou ousada, com pretensão de dedução ou oposição cujo decaimento sobreveio por mera fragilidade da sua prova e de não ter logrado convencer da realidade por si trazida a julgamento, pelo que, ao decidir como decidiu, neste seu segmento decisório, enferma a sentença recorrida de manifesto erro de julgamento, por errónea interpretação e aplicação do disposto no artigo 542 do CPC, razão pelo qual deverá ser revogada e substituída por outra que, reconhecendo a ausência de motivos bastantes para o preenchimento dos pressupostos da litigância de má-fé, determine a absolvição da Recorrente de tal pedido.