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Os créditos a considerar, atento os factos provados, já que quanto a esta matéria a apelante não se insurge contra a decisão recorrida, são: - O crédito cujo pagamento foi peticionado no processo executivo n. 108/15TBAMR do juízo de execução de Vila Nova de Famalicão, o qual tem na sua origem um "Contrato de Mútuo com Aval” no valor de 8500,00€ outorgado em 202008, crédito esse que, com referência à data de 302017, ascendia ao valor de 6752,54€; - O crédito cujo pagamento foi peticionado no processo executivo n. 109/13TBAMR do juízo de execução de Vila Nova de Famalicão, o qual tem na sua origem um "Contrato de Crédito” no valor de 500,00€ outorgado em 012011, crédito esse que, com referência à data de 302017, ascendia ao valor de 219,71€; - O crédito cujo pagamento foi peticionado no processo executivo n. 107/17TBAMR do juízo de execução de Vila Nova de Famalicão, o qual tem na sua origem um "Contrato de Abertura de Crédito em Conta Corrente com Hipoteca e Fiança” no valor de 5000,00€ outorgado em 002012, crédito esse que, com referência à data de 302017, ascendia ao valor de 2941,32€; - crédito sobre o primeiro réu marido: O crédito cujo pagamento foi peticionado no processo executivo n. 110/17TBAMR do juízo de execução de Vila Nova de Famalicão, o qual tem na sua origem um "Contrato de Empréstimo em Conta Corrente com Aval” no valor de 000,00€ outorgado em 202012, crédito esse que, com referência à data de 302017, ascendia ao valor de 808,95€.