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615, n 1, al., do CPC, uma vez que os fundamentos invocados pelo Meritíssimo Juiz do tribunal a quo deveria, necessariamente, ter conduzido não ao resultado expresso na decisão fixação da residência dos menores com o, mas sim a um resultado oposto manutenção da residência dos menores com a, pois as premissas de facto e de direito que o Tribunal de 1 Instância teve por apuradas, obrigatoriamente levariam a essa mesma decisão;  ) O Tribunal a quo, ao longo dos cerca de 14 meses que os autos se arrastaram até prolação da decisão em crise, teve o completo e exaustivo conhecimento da conduta do Requerido que desde o primeiro momento secundarizou os filhos N. F., P. e P. , colocando os seus próprios interesses e caprichos pessoais em primeiro plano, tudo fazendo para a desenraizar os filhos do seu "mundo", das rotinas e das relações de amizade que mantinham, tão só, com o único e exclusivo propósito de afastar os menores da progenitora mãe e restantes familiares maternos, os quais, ao longo de todo esse tempo, com elevados prejuízos pessoais e financeiros, tudo fizeram para compensar os menores do desgaste a que têm vindo a ser sujeitos devido ao refinado egoísmo do seu progenitor;  ) Dado que a decisão se apresenta em contradição com a respectiva fundamentação, a sentença em crise apresenta-se nula, nos termos do art.