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52 que o valor que reclamavam de tais muros era de € 3500,00 e não de € 5500,00 que se ficou a dever a mero lapso, o que o Tribunal a quo não detetou; 91 - E relativamente a este ponto 25 é certo que a.p.r., não identifica quaisquer muros de suporte na parcela a expropriar; 92 - Por seu turno, não deixa de ser uma realidade que o Acórdão Arbitral de 202019 a eles faz menção na página 7/17, onde é referido: "- 3 muros de suporte em alvenaria de pedra seca, com a altura variável entre 2,30m e 2,80m, e com cerca de 100-120 metros de extensão,” 93 - E relativamente à quantificação do seu valor, os Senhores Árbitros, vêm referir, na página 11/17 do dito Acórdão Arbitral, que: "Aos muros de suporte de terras não é usual atribuir-se-lhes indemnização, uma vez que contribuem para o maior rendimento dos patamares que suportam, e sem os quais o terreno seria íngreme, e sem os mesmos préstimos.” 94 - No relatório pericial de fls.