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58- Mais, os relatórios do , não estão no entendimento da recorrente, cabalmente, fundamentados, dando, credibilidade a uns peritos em detrimento de outros, o que fazem sem qualquer critério, retirando, credibilidade aos relatórios do medico assistente da recorrente, DR. JPC, datado a 8 de setembro de 2015, o qual, ao contrário do que o alega, contextualizou o diagnóstico, e os sintomas da recorrente, relacionando-os, com os conflitos verificados entre o pai e filha, ao invés, daqueles que os médicos do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental, e H. de Cascais, usaram para justificar o internamento compulsivo da recorrente, o qual, é ilegal, por não se verificarem os respectivos requisitos legais, fundamentando a necessidade do internamento, apenas e só com base nos relatos que o pai fez, junto da delegada de saúde, e da polícia, relatos, cuja veracidade, não foi sequer apurada, nada tendo ficado provado, tendo, desde então, diagnosticada a esquizofrenia, doença grave, com indicação de internamente compulsivo.