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Segundo: «Por outro lado, o perito, não sendo testemunha e não tendo presenciado os factos, e de resto, estando essencialmente em causa o fornecimento de bens que se integraram em obras e a prestação de serviços ou execução de trabalhos que se consomem/esgotam e/ou integram numa obra sem possibilidade de individualização) e que, face ao tempo decorrido, pode ter sofrido alterações, não poderá dar a resposta pretendida pelo R. Indefere-se, pois, a requerida realização de perícia.»  Ora, quanto à primeira razão, se é indubitável, em face do disposto no artigo 389 do Código Civil, que cabe ao Tribunal determinar se os trabalhos, serviços e fornecimentos foram executados, não podendo ser substituído pelo perito, uma vez que a força probatória das respostas dos peritos é fixada livremente pelo tribunal, também é verdade que, integrando matéria controvertida, essa execução de trabalhos, esse fornecimento de bens, a prestação dos serviços, requerem a concreta identificação dos locais, dos materiais empregues — quantidades e qualidade vem, por exemplo, alegado ter sido fornecido «tout venant» de 1 qualidade, —, da sua concreta utilização, prestação e execução e, bem assim dos preços; todos estes são aspectos que constituem, afinal, a base da causa de pedir.