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Ora, conjugando os elementos de prova coligidos, não se apurando de que forma a arguida S. entrou na posse dos brincos acima identificados e pertencentes à queixosa A. P., certo é que, pelo menos, ficou o Tribunal sem qualquer dúvida de que, considerando a proximidade temporal havida entre o momento do furto e a data da concretização do negócio de venda pela arguida dos, o valor diminuto pelo qual a arguida decidiu vendê-los e o facto de a mesma não ter prestado quaisquer justificação para a sua detenção certo sendo que, a despeito de o silencia não poder prejudicar a arguida, também não pode dar aso a que se elucubre um sem número de explicações remotas que possam justificar a predita actuação, ademais porque todas sempre se mostrariam pouco críveis), deveria ter desconfiado da proveniência ilícita dos mesmos e., que eles tinham sido subtraídos), posto que não teve tempo de os foi adquirir numa ourivesaria ou afim e, sobretudo, porque logo no dia em que os brincos foram adquiridos logo foram vendidos pela aqui acusada a preço muito inferior mais de ao do respectivo valor real.