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Pode-se assim concluir que o aresto em recurso incorreu em erro de julgamento ao não anular o acto impugnado por violação do regime da pensão unificada e do disposto no n 5 do artigo 4 do Decreto-Lei n 361/98, uma vez que resulta claramente do acto impugnado que a Segurança Social calculou a pensão apenas com base nos períodos de contribuição para o regime geral e não com base em todas as contribuições para ambos os, limitando-se a acrescentar a este valor o valor correspondente à pensão calculada pela Caixa Geral de Aposentações, quando a nossa jurisprudência já deixou bem claro que a pensão unificada deve ser calculada "por aplicação das regras do último regime contributivo", o que determinava que in casu a Segurança Social tivesse de calcular a pensão de velhice com base em todos os períodos contributivos para ambos os regimes à luz das regras consagradas no Decreto-Lei n 187/200 A questão suscitada pelo Autor foi tratada no acórdão do Tribunal Central Administrativo Norte, de 002017, no processo n 2019/17BEPRT, de 002017, com o mesmo relator, cujo texto parcialmente se reproduz: "3 - A pensão unificada é considerada como pensão do último regime, baseia-se na totalização dos períodos de contribuição e de quotização para o regime geral de segurança social e para a Caixa Geral de Aposentações, sendo que a instituição que a atribuir receberá da outra o montante da respectiva parcela. )