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Também o requerente/progenitor se apresentou a recorrer, terminando as respetivas alegações com as seguintes conclusões que se:  «O Tribunal a quo a) Não assegurou o superior interesse da criança quando decidiu que a progenitora poderá ter a filha consigo todos os fins-de-semana e nem quando decidiu que o local de entrega ocorrerá na casa da progenitora, b) Com tal decisão o Tribunal impôs as obrigações apenas do lado do progenitor, ) A menor está impedida de passar tempo de qualidade com o seu pai, não podendo com o mesmo passear, ir a um museu ou a uma festa, ) É obrigada a fazer mensalmente mais de dois quilómetros,  e) E impõe sobre o progenitor todas as despesas dessa deslocação que se preveem ser cerca de 680,00€ mensais, f) Sendo que a mãe apenas terá a responsabilidade de pagar 100,00€ por mês a título de prestação de alimentos, responsabilidade que o Pai deve igualar, g) Face ao valor mensal que ambos auferem é clara a falta de igualdade na responsabilidade de ambos os progenitores, sendo o Pai o mais sacrificado a esse nível, h) A douta Sentença decidiu entregar a menor ao Pai por considerar, e corretamente, que seria ele a figura que melhor desempenharia as funções de Pai/mãe assegurando que assim a menor terá direito a alimentação, vestuário, salubridade e saúde, e ainda foi penalizado com a falta de tempo de qualidade com a sua filha e com um sacrifício financeiro que se nos afigura evidente que não conseguirá cumprir. )