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3, 2 parágrafo do n 2, do Regulamento Dublin ou para imposição à Entidade Administrativa da promoção de diligências instrutórias; 7 - Não se vislumbra, por força das declarações do próprio Recorrido, que a Entidade Demandada omitiu qualquer dever instrutório, isto é, que devesse ter averiguado outros factos que se revelassem adequados e necessários à tomada de decisão, antes de ditar a transferência do A. para Itália; 8 - Contrariamente ao que a douta sentença refere, ao ora recorrente outra solução não restava que não fosse propalar a competente decisão de inadmissibilidade e de transferência, a qual não padece de qualquer vicio de facto ou de direito; 9 - No âmbito do Procedimento Especial previsto no Capítulo da Lei de Asilo artigos 3 a 4) relativo à determinação do Estado-membro responsável pela análise o pedido, na medida em que não se vai analisar o mérito do pedido nem os fundamentos em que se baseiam a pretensão do requerente, não se impõe à Administração que adotasse quaisquer outras diligências de prova ou de instrução do pedido, ao contrário do invocado pela douta sentença ora recorrida; 10 - Idêntico entendimento foi sufragado em diversos Acórdãos do TCAS processos ns 1353/10BELSB, 1740/13BELSB, 559/19BELSB, 743/15BELSB, 1069/10BESNT, 1258/17BELSB, 1361/13BELSB, 2195/10BELSB, 2206/10BELSB, 2368/16BELSB, entre; 11 - Acresce também o Acórdão proferido pelo STA aos 16/01/2020, no Proc.