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Defendeu, por isso, o  Réu Miguel) não assistir aos Autores o direito de exigirem a reposição do alpendre, por se tratar de uma obra ilegal carecida de autorização, quer do senhorio, quer da Câmara Municipal, quer da assembleia de condóminos); e assistir a ele próprio o direito de exigir a sua remoção por ter sido realizado sem a necessária autorização escrita do senhorio, estando ainda os Autores onerados com a obrigação de restituírem o locado no estado em que o.   O  Réu - Administração de Condomínios, contestou pedindo que a acção fosse julgada improcedente, e que os Autores fossem condenados como litigantes de má fé, em multa a seu favor não inferior a € 500,0  Alegou para o efeito, em síntese, verificar-se a excepção dilatória de: ilegitimidade própria, já que os Autores deveriam ter demandado o Condomínio do prédio onde se insere a fracção autónoma que habitam Condomínio da Rua do ...) , União de Freguesias de .../Sé, Cividade e), ou o respectivo Administrador, e não ele próprio; e de ineptidão da petição inicial, por a pretensão dos Autores ser ininteligível, havendo contradição entre o seu pedido e a respectiva causa de pedir.