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Registe e notifique.”  Inconformada com esta sentença, dela veio a Ré , Soluções de Segurança, S.A interpor recurso de apelação para este Tribunal da Relação de Guimarães, apresentando alegações que terminam mediante a formulação das seguintes: "CONCLUSÕES:  a. O presente recurso tem como objeto parte da matéria de facto dada como assente e como não provada e a solução de direito, plasmada na douta sentença proferida nos presentes autos, mais precisamente a incorreta aplicação das normas jurídicas que consagram e regulam o instituto da transmissão da unidade económica/estabelecimento presentes nos artigos 285 e seguintes do Código do Trabalho; b. Considerou o Tribunal ad quo que o serviço de vigilância e segurança privada nas instalações da Distribuidor de Energia .. de Vila Real não constitui uma unidade económica conjunto de meios organizados e autónomos) porquanto não se verificou o elemento transmissivo por falta de preservação e manutenção da identidade; Ora, salvo o devido respeito, entende a Recorrente que o Tribunal ad quo cometeu um erro de julgamento na interpretação da matéria de facto como no respetivo e consequente enquadramento jurídico; Entende a Recorrente, com o devido respeito, que o Tribunal ad quo não andou corretamente quanto à fixação da matéria de facto, quando, indevidamente, deu como provado factos sem que os mesmos tivessem qualquer suporte probatório, quer testemunhal ou documental e ainda deu como não provados outros quatro factos, quando os mesmos resultam sem sombra de dúvida da prova testemunhal e de depoimento de parte; e. Entende ainda a Recorrente que o Tribunal ad quo não se pronunciou quanto a todos os factos que foram por si alegados e como interesse para a composição do litígio, pelo violou o comando que sobre si impede de pronuncia sobre tudo o que for levado ao seu conhecimento; f. O Tribunal ad quo considerou como matéria factual assente que: "4 A  R. para iniciar o seu serviço, e com vista ao cumprimento das rondas exigidas pelo cliente, teve de levar para o local todos os seus equipamentos necessários e imprescindíveis à realização do serviço.” "4 Teve de levar os equipamentos destinados à realização e implementação dos sistemas de rondas, incluindo os seus próprios bastões electrónicos” 4 2 Levou também e entregou aos vigilantes telemóveis seus” g. Por seu turno, o Tribunal ad quo considerou como matéria factual não provada que: "Em 1 de março de 2019, a aqui  R. manteve os mesmos recursos humanos, os mesmos recursos humanos, os mesmos recursos logísticos, na medida em que assumiu a exploração e utilização do equipamento, bens e dispositivos existentes no local afecto ao desempenho do serviço contratado pela cliente Distribuidor de Energia .. Vila Real e adjudicado à indicada demandada” "Os serviços de vigilância adjudicados à  R. mantiveram, na sua essência, as mesmas característica em relação àqueles que, ao longo do ano, foram prestados e executados pela  R.”  "Manteve-se a necessidade de alocar o mesmo número de vigilantes e meios afetos à prestação do serviço assegurado ao cliente Distribuidor de Energia .. Vila Real” "A única alteração que se pode identificar em relação ao serviço anteriormente prestado pela  R. e o prestado pela segunda demandada residente, unicamente, na substituição do fardamento utilizado pelos vigilantes ora afetos à prestação do serviço.” "A A. e a sua colega de trabalho, a trabalhadora A. P., ambas funcionárias na Distribuidor de Energia .. Vila Real por conta da Ré, foram integradas pela  R., quando assumiu a prestação de serviços de vigilância e segurança privada relativamente ao local/posto/estabelecimento em questão, tanto a A. como a sua referida colega desempenham exatamente as mesmas funções que vinham desempenhando para a Ré e agora o fazem para a segunda demandada” h. Por último, não obstante ter sido alegado na contestação apresentada pela Recorrente e objeto de discussão em sede de julgamento, o Tribunal ad quo não considerou como provado nem tampouco como não provado que: A R. prestou serviço até às 24h00 do dia 28 de fevereiro de 2019, tendo a empresa Y iniciado funções às 00h00 do dia 1 de março de 2019, inexistindo qualquer momento de ausência de prestação de serviço de segurança.