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4- Ainda assim, o J, como observador, tem direito a pedir convites para assistir a jogos em qualquer estádio nacional, é um direito inerente às funções que exerce; 5 - Os acórdãos em questão são públicos; 6- As camisolas não foram dadas ao J. Uma foi para o A e outra para o Ó; 7 - O MP descontextualizou conversas, não transcreveu as conversas da forma correcta como aconteceram, e interpretou factos e relaç��es normais como criminosas; 8 - O que fez com particular evidência ao não transcrever a frase "MANDA DIZER QUE NÃO HÁ NOVIDADES PROCESSUAIS": sendo que o J não tinha, e não tem, conhecimento ou ideia do teor da conversa em causa, que, aliás, nem sequer lhe dizia respeito; 9 - Os convites, ainda que se entendesse que não eram oferecidos por força da amizade que une os arguidos, são denominados como "ofertas de cortesia", e os órgãos competentes do futebol já se pronunciaram sobre essa matéria no caso dos, dizendo que tais ofertas devem ser entendidas como "hospitalidade" e que é prática comum os clubes oferecerem este tipo de recordações num limite entre 200/300 euros; 10 - Estas ofertas de cortesia correspondem a uma praxe social desportiva de carácter generalizado e indiferenciado, e que estão devidamente legalizadas no sistema de justiça desportiva portuguesa; 11 - No crime de oferta ou recebimento indevido de vantagem, s�� existe penalização dos actos que se encontrem dentro da esfera dos poderes do cargo que o agente ocupa e que são susceptíveis de preencher o tipo de crime.