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Sucede que, a recorrente, no requerimento apresentado em juízo em 12/02/2018, com a referência 4226387, impugnou as referidas fotocópias Quanto ao facto provado n 6, entende a recorrente que não podia ser dado como provado porque não resultam do autos quaisquer elementos que permitissem ao Tribunal a quo fixar que as pausas diárias fossem apenas de 15 minutos para o pequeno-almoço e 30 minutos para o almo��o, pois que apenas a recorrida o afirmou e nenhuma outra testemunha o secundou, e dos documentos juntos aos autos não se podem retirar tais conclusões, nem mesmo dos referidos documentos juntos a folhas 100 a 17 Ora, se das regras da experiência comum se pode considerar como normal uma pausa de 15 minutos para pequeno-almoço, não é de todo aceitável que tenha sido dado como provado que a pausa para almoço tinha apenas a duração de 30 minutos, não só porque tal não secundado por qualquer testemunha mas principalmente porque não é de todo normal que um almoço tomado em conjunto por mais de 6 pessoas demore apenas 30 minutos.