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A sentença julgou a acção procedente e proferiu o seguinte dispositivo: a) "decreto o acompanhamento de; b) declaro que a beneficiária não pode exercer livremente os direitos de testar, casar, constituir situações de união, fixar domicílio e residência e deslocar-se para o estrangeiro, carecendo de autorização do acompanhante para o efeito; ) designo como acompanhante da beneficiária,, cometendo-lhe as seguintes funções: - assistir a beneficiária nos actos de alienação, disposição, oneração e administração de todos os seus bens, autorizando-a a praticar tais actos; - assistir a beneficiária na contracção de empréstimos, autorizando-a a praticar tais actos; - representar a beneficiária junto de instituições públicas, designadamente Segurança Social, Registos Civil e Predial e Autoridade Tributária, quando seja necessário praticar actos relacionados com os actos supra; - movimentar bancárias) da beneficiária, procedendo ao pagamento das suas despesas correntes e assegurando que, após tal pagamento, lhe seja disponibilizado o valor que exceder entre 10% a 15% do montante da sua pensão, com o mínimo de € 300,00, sendo o remanescente reservado para constituir uma poupança; - autorizar a beneficiária a movimentar bancárias); - supervisionar a frequência de consultas pela beneficiária e o cumprimento do esquema terapêutico prescrito; - em lugar da beneficiária, aceitar ou recusar os tratamentos medicamente indicados e propostos pelo médico psiquiatra que a acompanhar, bem como substituir a sua vontade na prestação de consentimento para internamento em caso de descompensação aguda, que deverá ser atestada por dois médicos psiquiatras e comunicada ao tribunal em 48 horas; ) designo como acompanhante substituta; e) fixo como data desde a qual as medidas de acompanhamento agora definidas se tornaram convenientes 31/12/2016; f) nomeio para integrarem o conselho de família  e ; g) consigno não haver em nome da beneficiária registo de testamento vital ou procuração para cuidados de saúde; h) determino a revisão da presente decisão no prazo de 2 anos.”  Inconformada, a beneficiária recorre e apresenta as seguintes conclusões:  Vem o presente recurso interposto da sentença que decidiu julgar a acção provada e Procedente.