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O próprio apelante já em sede de outra apelação processo 709/11TBOLH-E1 em que o credor/exequente era, também, uma entidade bancária e a responsabilidade derivava de prestação de, havia colocado a questão em apreciação tendo este Tribunal Superior por acórdão de 08/02/2018 reconhecido que "o regime de suspensão da execução a que alude o art 17-E, n 1 do CIRE, não tem aplicação neste caso, pois as ações aí indicadas e passíveis de suspensão são as ações para cobrança de dívidas contra a entidade que figura no processo de revitalização como devedor, não afetando o prosseguimento da execução contra outros demandados, designadamente os garantes da dívida, enquanto avalistas Acs.