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Neste contexto, as taxas para a liquidação de do ano de 2011 foram aprovadas pela Deliberação da Assembleia Municipal n. 72/AM/2010, publicada no Suplemento do Boletim Municipal n. 876, de 2 de Dezembro de 2010, correspondendo, atenta a discussão vertida nos presentes autos, a 0,35% para os prédios urbanos e respetivas frações avaliados nos termos do isto é contemplados na alínea do n. 1 do artigo 112 do  O cálculo do tributo controvertido e consequente acto de liquidação, correspondeu à seguinte operação aritmética: 1/8 de 35%, que perfaz 0,04375% a multiplicar pelo valor patrimonial do prédio urbano e respetivas frações, tal como determinado pela Direcção-Geral dos Impostos e inscrito na matriz predial urbana, propriedade da aqui Impugnante, em 31 de Dezembro do ano de 201  Como assinalado, e bem, na douta Sentença objecto do presente, considerando o processo de liquidação da taxa da taxa de conservação de esgotos, resulta claro que o sujeito passivo em nada pode influir no apuramento do valor da taxa a pagar, na medida simples em que este resulta de uma operação aritmética determinada pela aplicação da fórmula de cálculo da taxa publicada em diploma ao valor patrimonial do imóvel inscrito na respetiva matriz predial e previamente avaliado por entidade distinta da entidade liquidadora do tributo.