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Nas suas alegações de recurso, a A. invoca: - A nulidade da sentença nos termos da alínea do artigo 615 do Código de Processo Civil, com fundamento na falta de pronúncia sobre a ampliação do pedido e na falta de pronúncia sobre a questão prévia de prejudicialidade entre a acção administrativa intentada pela Autora contra o Banco de Portugal, impugnando as deliberações de 29/12/2015, pendente no Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, bem como a falta de pronúncia sobre uma parte do pedido reclamado pela Autora, visto que o Tribunal a quo deixou de se pronunciar sobre parte da causa de pedir relacionada com factos posteriores a 3/8/2014 e exclusivamente imputável aos funcionários do Novo Banco S.A., devendo a decisão proferida ser substituída por outra ordenando-se a produção da prova e julgamento destes factos englobados nesta acção Invoca ainda a nulidade da sentença nos termos da alínea do n. 1 do artigo 61 do Código de Processo Civil por contradição entre o fundamentos e a decisão proferida, dado que, se o Tribunal Cível entende que não é competente deveria ter proferido uma decisão absolvendo o Réu Novo Banco S.A. da instância, nos termos da alínea do n.1 do artigo 96 e n.1 do artigo 99, todos do Código de Processo Civil, visto que não tem competência para conhecer de parte da causa de pedir e do pedido.