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- O Réu nada acertou, combinou ou contratou com a Autora quanto à alegada "preferência”, tendo apenas tentado junto de instituição bancária financiamento, cedo se apercebendo da impossibilidade de tal e de imediato comunicou à Autora, ficando consciente que esta continuava a diligenciar as iniciativas com vista à celebração do contrato promessa de compra e venda com potenciais compradores 1) Acresce que, mutatis mutandis, face ao apresentado, é um erro do tribunal a quo dar como provados os seguintes factos, devendo-se dá-los como NÃO PROVADOS: 11 -No dia 26/06/2016, mediante a intermediação da Imobiliária, a aqui Autora, os ditos Interessados G e H apresentaram uma proposta de compra, através do preenchimento da competente "Ficha de Reserva”, pelo valor de 11000€, que ambos os Réus aceitaram, assinando a mesma "Ficha de Reserva”.