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Como o ofendido lhe disse que já lhe tinha entregue toda a correspondência que lhe era dirigida, a arguida disse-lhe: "dá-me o correio se não eu desfaço-te e mando-te para o cemitério, meu filho da puta”, tendo a filha do casal intervindo cfr itens 12 e.  Sobre a fundamentação para estes factos terem sido dados como provados, refere-se na sentença: o ofendido confirmou também, conforme já se fez referência, o descrito no facto provado n. 13, sendo que a própria arguida, ao confessar o que consta do facto provado n. 12, disse, neste trecho de forma espontânea, que a filha do casal estava em casa e disse à mãe para "deixar o pai”.