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Na observância agora dos ditames do artigo 7 do Código Penal, na consideração, em conjunto, dos factos e da personalidade do agente n., e dos limites mínimo e máximo da pena aplicável n., balizada, in casu, entre os 23 anos, correspondente à mais elevada das penas parcelares concretamente aplicadas, e os 24 anos e 8 meses de prisão, soma de todas as penas parcelares aplicadas, o Tribunal recorrido acolheu e manteve o entendimento da 1 instância, assim condensado:   Quanto ao arguido AA, está em causa a prática de um crime de homicídio qualificado, de um crime de profanação de cadáver e de detenção ilegal de munições, que ocorreram num período perfeitamente delimitado no tempo.