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Quanto aos aludidos novos factos, alegam os recorrentes que "resulta de toda a prova produzida "que a A nunca apresentou ao interessado na compra da fracção as alterações ao contrato promessa por si propostas, o que não cumpre o ónus de indicação dos meios de prova necessários a que este tribunal de recurso dê o facto por assente, isto sem mencionar a sua escassa relevância, considerando que nada obriga as partes a celebrarem um contrato promessa prévio à celebração do contrato definitivo., Quanto ao hiato temporal entre a resposta dos RR, sugerindo as alterações à minuta do contrato que lhes foi apresentada, e novo contacto da A., admitindo que decorreram os assinalados 15 dias, tal resulta do encadeado dos factos assentes, sem necessidade de especificação, pelo que não há que aditar um novo facto com esse conteúdo.