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oa.pt – 07 212018 40 - Há ainda uma presunção de culpa leve do R. nos termos do RRCEE; 41 - Mas mesmo não havendo culpa, no que não se concede, mas por dever de patrocínio se colocou e coloca, cai no regime do risco, dado o parto ser uma actividade médica de risco, tida por perigosa, nos termos da Doutrina e de Jurisprudência em que é dito haver perigo, pois há intervenção cirúrgica, com anestesia, corte e manobra de um corpo muito frágil como o do feto;  42 - Ademais a grávida teve uma gravidez normal, seguida por um obstetra onde fez todos os exames e analises devidos e entrou na Maternidade bem, com o feto diagnosticado como em bom estado e pois normal; 43 - Saiu da maternidade com o seu bébé num estado de encefalopatia grave, de paralisia cerebral grave e incapacitado a 95%.