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Mas, não é menos verdade que o juízo a formular, a propósito do campo de aplicação do artigo 1 em análise, não é exactamente coincidente com o anteriormente referido, com efeito, se assim fosse, logo se poderia concluir que não deveriam ser transcritas todas as condenações em pena de prisão até 1 ano, desde que a respectiva execução fosse suspensa» Neste sentido, o acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de 20 de Novembro de 2019, proferido no processo n 483/12PIPRT, relatado por Moreira Ramos;   - Invocou as elevadas exigências de prevenção geral associadas a este tipo de criminalidade, considerando que também elas não se compadecem com o pretendido pelo arguido;  - Concluiu não ser possível induzir a inexistência de perigo da prática de novos crimes por parte do condenado, nos termos e para os efeitos previstos no artigo 13 da Lei da Identificação Criminal.