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Revertendo ao caso dos autos, a quantia de 2742,98 euros, paga pelo administrador de insolvência à apelante "– Indústria Química, S.A.”, contrariamente ao que foi decidido na sentença recorrida, não consubstancia uma dívida da insolvência, mas antes uma dívida da própria massa insolvente, na medida em que emerge do fornecimento de produtos químicos que a apelante forneceu à massa insolvente, após a declaração da insolvência da devedora O. F., S.A.”, conforme ficou decidido, em definitivo, por sentença transitada em julgado no âmbito do apenso e que, por isso, não pode aqui novamente ser discutido sob pena de violação do caso julgado que cobre o decidido no despacho que conferiu força executiva à petição inicial apresentada no âmbito desse apenso cfr.