Legal Document Excerpt:

– factos 34 e 41 a 58, 63 a 67 e 70, 75 a 79, 82 e 83, alegados na p.  1 O aludido imóvel novo, edificado pela sociedade irregular aqui Autora, passou a integrar o património do senhorio que, em novo contrato de arrendamento celebrado com a aqui A. inclusive lhe aumenta a renda significativamente – como foi alegado pela Autora e provado em julgamento contrariamente ao alegado pela R. na sua contestação) – sendo que, quando a A., findo o contrato de arrendamento faz a entrega do prédio e da obra nova ampliação) à senhoria, Herança, esta recebe ambos os edifícios e pretende pagar uma indemnização de 2000,00€ vinte à autora pelo edifício novo, o que esta não aceita por tal montante não corresponder ao valor das benfeitorias úteis realizadas, tudo como, aliás, corresponde ao alegado na petição inicial – factos 34 e 41 a 46 da p.e doc 12 e 13 juntos com a p.  1 Legitimidade da Autora na realização das benfeitorias úteis que, portanto, contrariamente ao que resulta do Acórdão recorrido, os RR./Recorridos nunca contestam ou discutem, não impugnando, por isso, a prova documental carreada pela autora na petição inicial das comunicações registadas desta com a R. Herança, e/ou inerente às "negociações malogradas” quanto ao concreto montante indemnizatório a ressarcir ou indemnizar à Autora!.