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É assim que a invocação de que o não cumprimento do prazo de 12 meses de execução da obra, e de outra forma, a invocação de que a obra não foi executada por causa imputável ao empreiteiro dentro desse prazo, enferma de manifesto erro nos pressupostos, pois os trabalhos de picagem e colocação das betonilhas demandaram um atraso considerável, que só por aí levava a  que o termo da obra se efectuasse, não a 02 de janeiro de 2020, mas pelo menos a 17 de janeiro de 2020, precisamente num tempo em que a Recorrida veio a comunicar a suspensão dos trabalhos, e com fundamento em que não eram levados a escrito e pagos os trabalhos complementares, que de resto já estavam executados.