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Por sua vez, a Entidade Demandada que "E, se é verdade que o A. deixou de podertransportar materiais, visitar fornecedores, e outras actividades que realizava, a verdade é que continuou a dar ordens e instruções sobre os destinos da empresa, que aliás continuou a realizar actividade e a apresentar movimentos entre Setembro de 2011 e Novembro de 2012”; "E, se juridicamente não havia mais nenhum gerente, é fácil concluir que terá sido o A. quem tomou as decisões relativas ao destino da empresa, como aliás foi referido pela testemunha sua ex-funcionária”; "Pelo que seria inútil tentar individualizar concretos actos de gerência, porque não havendo mais nenhum gerente, é por demais evidente que terá sido o A. a exercer essa actividade, tendo a gerência sido exercida, de facto, continua e ininterruptamente, durante todo o período de doença após a baixa hospitalar”; "E isto tem de ser assim, o envio de instruções sobre como proceder, e tomada de decisões ainda que executadas por outros, e, ainda que tomadas a partir de casa, configura, inquestionavelmente, o exercício da actividade de gerente”- cf.alegações escritas.