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Aliás, o TJUE, no Acórdão Sabel -251/95) já decidiu que o risco de confusão "depende de numerosos factores e designadamente do conhecimento da marca no mercado, da associação que pode ser feita com o sinal utilizado ou registado, do grau de semelhança entre a marca e o sinal e entre os produtos ou serviços designados.” A propósito desta questão, passaremos a abordar o tema dos regimes da marca notória e da marca de prestígio, a fim de se decidir se algum deles se aplica às marcas da Apelante e, em caso afirmativo, se existe alguma singularidade nesses regimes que permita a recusa do registo da marca registanda, apesar de não se ter concluído pela semelhança entre os sinais em confronto capaz de induzir facilmente em erro de confusão.