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2 ao atuar da forma acima descrita, agiu o arguido  em representação e no interesse da sociedade "”, bem sabendo que as referidas faturas não correspondiam a negócios comerciais efetivos uma vez que os serviços delas constantes não foram prestados pela B, antes tendo sido forjadas em conjugação de intentos e esforços com os representantes legais da B.” 9 - o tribunal a quo violou, assim, por erro de interpretação e aplicação da lei aos factos, o preceituado nos artigos nos artigos 1, do Código Penal, artigos , n. 1 e 10, n.s 1 e 2 do rgit, aprovado pela Lei n 15/2001 de 05 de junho e artigos 12, 37, n. 2, 37, n. 1, alínea, e 41, n. 2, estes do Código de Processo Penal.