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"; ) Da sindicância à douta decisão recorrida, atento toda a prova produzida nos autos, constata-se que a mesma ao decidir, como decidiu, fixar a residência da menor com o Requerente/progenitor, viola a Convenção sobre os Direitos das Crianças, nomeadamente os seus artigos 3, 12 e 27, bem como a Convenção Europeia sobre o Exercício dos Direitos das Crianças artigos 1 e, porquanto tal decisão: - Não teve em devida conta o interesse superior da menor ; - Não teve em consideração a opinião expressamente manifestada pela menor em sede de julgamento 15-04-2021); - Prejudicou de forma clamorosa e consciente o nível de vida da menor ; ) Não obstante tal expresso reconhecimento, o Tribunal a quo, contrariamente à expressa e fundamentada vontade da em se manter em Vila Pouca de Aguiar, decidiu fixar a sua residência na cidade de Leiria; ) O Tribunal a quo, tendo em conta a factualidade por si vertida na decisão em crise, expressamente refere: "Sopesando-se o exposto, afere-se que os factos descritos em a consubstanciam um acervo superveniente atinente à vivência da que configura a criação de um quadro assaz debilitante e enviesante do desenvolvimento integral da mesma e do seu bem-estar, reconduzindo-se a um inadimplemento crasso e reiterado dos poderes-deveres parentais da progenitora, inferindo-se que a mesma se configura desguarnecida das exigíveis competências parentais.