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2 do pdf com a referência SITAF n. 004179203, incorporado a 13-06-2018, pelas 11:00:24)» alterações introduzidas no texto e assinaladas com realce e sublinhado, sem itálico;  ) E não se olvide que o sujeito passivo tinha contabilidade organizada número 1 da fundamentação de, pelo que teria necessariamente de conhecer as regras desta contabilidade, sendo coadjuvado por um profissional de contabilidade que, naturalmente, não iria imputar despesas de 2007 ao ano anterior a estas terem ocorrido, até porque, por maioria de razão, estas ainda não tinham ocorrido aquando da data de entrega da declaração de rendimentos de 2006;  J) Ainda que se considerasse que os custos em que incorreram os impugnantes correspondiam ao ano de 2006 – o que não se concede nem se admite, pelas razões evidentes expostas supra – não poderia a liquidação ser anulada na sua totalidade, antes enformando esta liquidação os custos incorridos, que orçam €4160,43, e que, como salta à vista, são inferiores aos proveitos de €6500,00, redundando na procedência parcial da impugnação, e consequente anulação parcial da liquidação;  K) E o mesmo efeito teria de haver sobre as custas do processo judicial, que não poderiam ser totalmente imputadas à Fazenda Pública, antes sendo imputadas na medida do decaimento do pedido, sendo certo que o pedido, como se referiu, não seria totalmente procedente;  ) Em síntese útil, conclui-se que os custos não podem retroagir, mas apenas serem considerados para o futuro e, ainda assim, em situações bastante excecionadas na lei, por força do referido princípio da especialidade dos exercícios, ao contrário do que foi determinado na sentença do Tribunal a quo.