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609, n 2, e 358, n 2, do CPC/201  Da indemnização pelos danos não patrimoniais  A A. pediu ainda a condenação da Ré empregadora no pagamento da quantia global de €7000,00 a título de perda do direito à vida, de danos não patrimoniais sofridos pelo sinistrado, e de danos não patrimoniais sofridos pela A., incluindo privação sexual, assim discriminada: "27 atento o alegado e a jurisprudência "mais recente", pela perda do direito à vida, a A. reclama um terço do valor global de €7000, a imputar à efetiva perda em apreço, no montante de €2000; 28 e, a título de dano moral, a quantia de €200 29 Por último, tendo em conta que o Sr. B não faleceu logo, que sofreu intensamente até ao momento da morte e que entre o momento das lesões e o da morte decorreram várias horas – período de tempo durante o qual teve clara perceção do risco de poder vir a falecer, a título de danos próprios da própria vítima a A. reclama o pagamento da quantia de €000; 30 E, por outro lado, a morte do Sr. B, com quem a A. mantinha uma muito boa relação conjugal, deixou a A. numa situação de privação de vida sexual, uma vez que a A., pela sua formação cívica e religiosa e pela sua idade, se sente absolutamente incapaz de reatar a sua vida conjugal – situação que a deprime profundamente e que a angustia – dano pelo qual a A. reclama o pagamento da quantia de €100”  Em caso de acidente de trabalho decorrente da violação de regras de segurança ao beneficiário do direito à reparação infortunística assiste também o direito à indemnização pelos prejuízos não patrimoniais nos termos gerais de direito – art.