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32-53, é de opinião que já não é razoável a imposição de prazos para a investigação da paternidade ou maternidadepois os testes de ADN permitem determinar com grande segurança a maternidade ou a paternidade de uma pessoa, muitos anos após a morte do hipotético progenitor, o que afasta o risco de incerteza das provas; 25 – O próprio acórdão, aí anotado, na sua decisão deixa transparecer que a inconstitucionalidade assenta em qualquer prazo e não, especificamente, no prazo de dois anos; 26 – Já com a Lei n 14/2009 em vigor, destaca-se o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 09/04/2013, que mereceu de Cristina A. Dias anotação nos Cadernos de Direito Privado n 45 – Janeiro/Março de 2014, pgs.