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O problema que ora se suscita é o de saber se a suspensão decorrente desta última norma se aplica, também, a procedimentos disciplinares que corram termos em entidades distintas das que nela se encontram identificadas, designadamente em entidades privadas do tipo da recorrida que é uma IPSS – no sentido de que as IPSS são pessoas colectivas privadas pode consultar-se, por exemplo, Pedro Gonçalves, Entidades Privadas com poderes públicos, Almedina, 2005 p. 252; caracterizado as IPSS como instituições particulares de interesse público, numa das modalidades de que se podem revestir-se as pessoas colectivas privadas de utilidade pública, parecer do Conselho Consultivo da PGR de 6/12/1990, publicado no DR, de 28/3/1991, n 73, p. 2.