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47-47v., não sendo minimamente de voltar para trás sendo até frequente a embarcação sair sob condições mais de que a ondulação era fraca e não ultrapassava sequer um metro e não se deu o caso de a ondulação ter mudado já no decurso da a concreta velocidade moderada no regresso a , sentido nascente/ poente por várias razões: segurança, conforto dos clientes, poupança no combustível e desgaste mínimo na embarcação, tendo a testemunha BB aventado que seguiria a uns 18 nós quando a velocidade máxima, em lotação, é de cerca de 32 nós), as características da embarcação, o efeito do peso de várias em "rasgar” as ondas que vinham de proa pelo que a embarcação seguia "contra vaga”) e, de um modo geral, a tranquilidade e segurança na viagem, sendo que antes do preciso momento do acidente, ninguém nem mesmo a Autora, conforme esta também mencionou se queixou da velocidade, das más) condições marítimas, de desconforto, de receio, etc.”  24) Quanto ao saber se a A. estava sentada num banco corrido ou individual, esta questão não releva para o caso.