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Consequentemente, fica prejudicado o conhecimento sobre a questão da verificação ou não do periculum in mora, atendendo à natureza cumulativa dos pressupostos necessários ao decretamento de providências cautelares.” Ao que contrapõe a recorrente, em síntese: - a recorrente cumpre com todas as regras de instalação do Alojamento Local; - o tribunal a quo desconsiderou o alegado quanto aos poderes do Presidente da Câmara Municipal de cancelamento do registo do estabelecimento, que não existem perante a justificação de multiplicidade de procedimentos administrativos, o que leva à anulabilidade do ato; - o registo do cancelamento nunca poderia ter sido feito sem a recorrente ter sido notificada previamente da decisão, logo inexistia ato administrativo, tendo o tribunal a quo feito errada interpretação do artigo  do Decreto-lei n. 128/2014; - a forma de fundamentar a decisão não é feita de modo claro e expresso; - ao não declarar a caducidade do procedimento administrativo -01/2021 e ao iniciar um novo processo com o mesmo objeto, sem terem decorrido 120 dias, o recorrido praticou ato inútil e violou o artigo 12, n. 6, do CPA, determinante da anulabilidade da deliberação, cf.