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E. Logo a decisão ora recorrida, ao não ter sido instruída pela inquirição das testemunhas indicadas pelo o ora recorrente, mormente a inquirição perante o tribunal da vitima do crime pelo qual o ora recorrente vem cumprindo pena de prisão, cujo o cumprimento cumpre decidir ser interrompido pela concessão de liberdade condicional, padece de ilegalidade por clara violação do disposto nos artigos 17 n. 1 alínea e 17 n. 2 do da Lei n. 115/2009 de 12 de Outubro Código de Execução de, ao mesmo tempo a decisão ora recorrida declara expressamente também não considerou a prova documental decorrente dos dois documentos particulares com assinatura reconhecida de cada uma destas testemunhas, cuja a inquirição também não a pôde instruir porque não foi admissível.