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Alegou, em síntese: - Em 11 de Setembro de 2006, as partes celebraram um "contrato promessa de compra e venda”, através do qual os requeridos prometeram vender à requerente uma parcela de terreno com a área de 347 m2, a destacar do prédio denominado "E”, descrito na Conservatória do Registo Predial de Vila do Conde; - Os requeridos assumiram a obrigação de proceder "de imediato” ao destaque da área prometida vender e de suportar os seus custos, e ainda de, após deferimento do referido destaque, marcarem a escritura publica de compra e venda e avisarem de tal facto a requerente; - A requerente, por diversas vezes, solicitou aos requeridos a marcação da escritura pública de compra e venda, e propôs duas ações judiciais, para apreciação de eventual incumprimento do contrato por parte dos requeridos; - Requerente e requeridos não acordaram quanto ao prazo para a marcação da escritura, entendendo a primeira como razoável e bastante o prazo de noventa dias para os requeridos procederem à marcação da escritura, fazendo previamente o destaque, notificando a requerente do dia, cartório e hora para o efeito.