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E dizemos num primeiro plano de análise, porquanto veio o recorrente ainda sustentar que o Tribunal a quo não retirou as devidas ilações do "denominado princípio da confiança”, nomeadamente a valoração da conduta da vítima como perigosa e censurável, por não usar colete refletor, o qual era de utilização obrigatória naquele local, ademais o facto de a vítima se ter colocado agachada "entre as traseiras de dois camiões, num local de risco, num dia de chuva intensa e de muito reduzida visibilidade, sendo por isso legítimo que o arguido confiasse que a vítima cumpria com tais deveres, dado que este também era motorista profissional.”  Mas não tem qualquer fundamento uma tal pretensão.