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O acto do menor de lançamento no lago, com uma placa a dizer que era proibido nadar e que o lago tinha uma profundidade de 3,5 metros, o lodo que cobria o lago, a água do lago muito turba, e o percurso pelo menor lago adentro por mais de 4 metros com a profundidade de apenas 60 centímetros, em período de digestão e depois de ter ingerido álcool, revela que o menor, que já tinha 14 anos e sabia ler, não tinha uma personalidade formada no respeito pelas proibições impostas em cada local, pelo que nisso falhou a educação que os Recorrentes deram ao seu filho, revelando nessa falha de educação, acompanhada da ausência de um dos progenitores no local onde os factos ocorreram, uma "culpa in vigilando” dos próprios Recorrentes.