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Depois, importa não esquecer que estamos a falar de dívidas de 1991, 1992 e 1993, sendo que não existe qualquer elemento a propósito de eventuais iniciativas da empresa no sentido de resolver a situação, o que nada abona em relação aos seus gerentes que, porventura, até porque a opção feita de não pagar as dívidas ao Estado durante cerca de uma década, efectuando outros pagamentos apesar do exposto, a sociedade continuou a funcionar e aparentemente terá cumprido as suas obrigações para com os seus trabalhadores e, revela que o oponente podia e devia ter efectuado o pagamento dos impostos, só não o tendo feito por ter dado prioridade a outros credores, numa atitude de arbítrio e disponibilidade de imperativos legais que não podia desconhecer nem estavam na sua disponibilidade.