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Após efectuar uma distinta leitura da credibilidade, ou falta desta, conferida pelo Tribunal a quo, aos depoimentos prestados pelas testemunhas Paulo ..... lesado e condutor do, José ..... agente da PSP e participante do e João ..... ex-motorista de táxi e colega do Réu), pugna o Impugnante no sentido de tais factos deverem ser dados como provados, aduzindo, em súmula, que: - relativamente ao ponto, atento o feito consignar no ponto 38 dos factos provados, onde se refere que "ao sair do veículo por si conduzido o Réu estava a cambalear”, bem como o facto da testemunha Paulo ....., condutor do RG, ter afirmado que o Réu estava a cambalear, deverá a presente matéria factual ser dada como provada ; -relativamente ao ponto, nenhuma testemunha referenciou que o Réu não estava com dores, que não vomitou, que não defecou e que não ficou sujo, socorrendo-se dos depoimentos da testemunha Paulo ....., quando afirma que o Réu estava um bocado cambaleado, e da testemunha João ..... ; -relativamente ao ponto, recorrendo, quase no essencial ao declarado pela testemunha João ....., acrescentando que a própria testemunha José ....., agente da PSP, coloca tal testemunha no local, ao afirmar ter encontrado no local várias pessoas, em número que não foi capaz de precisar, mas que situou em quatro a oito ; -relativamente ao ponto, novamente sustentando-o no depoimento da mesma testemunha João ......, bem como na não contradição de tal depoimento pelos demais produzidos ; -relativamente ao ponto, igualmente sustentando-o no depoimento da mesma testemunha João ....., bem como na não contradição de tal depoimento pelos demais produzidos ; -relativamente ao ponto, sustentando-o nos depoimentos das testemunhas Paulo ..... e João ....., bem como no alegado facto provado 18, donde decorre ter-se apenas ausentado do local 20 minutos após o acidente ; -relativamente ao ponto, igualmente sustentando-o, neste caso em exclusivo, no depoimento da mesma testemunha João..... .  Na fundamentação exposta na sentença apelada relativamente à presente factualidade não provada, reproduziu-se a argumentação supra exposta relativa à factualidade provada, acrescentando-se, num juízo de reiteração, não ter "merecido credibilidade e tendo sido desvalorizado o depoimento prestado por João ....., e, por outro, tendo sido produzida prova em sentido distinto pelas testemunhas Paulo ..... e José ....., não resultou como verdadeira e, consequentemente, como demonstrada a matéria inscrita nas alíneas,,,,, e”.