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Da exclusão da proposta da Recorrente: Alega a Recorrente que: ao ser convidada pelo júri, no acto de abertura das propostas, a escolher uma das duas folhas com valor mensal proposto e a assiná-la, só apresentou uma proposta que foi a admitida; antes de assinar não havia proposta e depois de assinada apenas uma, não existiram propostas múltiplas; desconhecia o valor das restantes propostas sendo que o contrário não resulta provado nos, pelo que não pôde escolher; não existia outra proposta com um valor superior ou intermédio ao da sua, pelo que não há razão para a excluir; a decisão de não adjudicação à sua proposta viola o princípio da boa Administração, prevista no artigo 3 do Decreto-Lei n 280/2007, de 7 de Agosto; não foi violado qualquer princípio de direito, muito menos o da igualdade, da concorrência e da transparência; não se verifica qualquer dos fundamentos de exclusão a que se refere o artigo 70 do CCP, nomeadamente o da alínea pois de outro modo o júri não lhe tinha pedido para assinar a proposta; foi efectuada uma incorrecta interpretação dos artigos 50, 68, ns 1 e 3, 70 e 76 do CCP.