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1 Concluímos, assim, que, após a sua transferência para a recorrida, os trabalhadores que ao abrigo do AE/Brisa por que se regia a relação jus laboral com a anterior concessionária tinham direito às diuturnidades nele previstas, mantiveram, nos precisos termos previstos nesse IRCT, o direito às diuturnidades, ainda que os respetivos pressupostos de antiguidade se não tivessem verificado, e logo que se verifiquem, em aplicação do contrato de concessão ao abrigo do qual foram transferidos, que não contempla qualquer limitação, seja ela temporal, prevendo expressamente que os trabalhadores a integração faz-se sem perda de quaisquer direitos ou regalias sem perda de quaisquer direitos ou regalias, integrando-se aquele e aquelas nos contratos individuais de cada um dos trabalhadores transferidos, e por assim resultar das disposições legais aplicáveis.” O que se vem de expor acentua as diferentes posições que vêm a ser adotadas pelas instâncias sobre as mesmas questões de direito entre a presente ação e a que foi intentada no Juízo do Trabalho de Vila Nova de Famalicão), questões que, na opinião dos recorrentes, assumem inegável relevo jurídico que se não confinam aos limites do caso concreto aqui sob análise, e justificam, assim, a intervenção excecional, clarificadora e, porventura, definitiva deste Supremo Tribunal.