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Para tanto, diz que a sentença recorrida confundiu a matéria constante desse ponto com a "autonomia técnica e operacional do piloto quando está aos comandos da aeronave só aí é que ele é soberano, e isto para qualquer piloto e qualquer que seja a relação contratual de, e também com a noção de comando tático do CNOS/ANPC através do respectivo CNA, como resulta da clausula 10 do Contrato de Locação da Aeronaves já referido” e, bem assim, que "não é ao domínio tático da operação que nos referimos mas sim á obrigação, que era a contrapartida do pagamento efectuado, de permanecer na base, cumprindo o manual de procedimentos da E, enviando os relatórios e informações que esta determinava, permanecendo na base, e dentro do espaço que nesta estava reservado á E, e usando o equipamento e material de escritório e informático que esta fornecia ao seu piloto naquela base.” Invoca ainda o depoimento da testemunha , de cujo excerto resulta que a Ré "ali possuía um espaço para que o piloto descansasse e para guardar o material que era ali colocado no início da campanha e que no final regressava no helicóptero”.