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Pontifica, ainda, a respeito o Acórdão do TCAS de 012014, tirado no recurso n 07622/14, disponível no sítio www.dgsi.pt, relatado pelo 1 adjunto desta formação, ainda que sobre matéria de IRC mas que é transponível para o caso, segundo o qual " da exegese da norma pode concluir-se que, verificando-se uma expressa opção pelo regime geral do sujeito passivo, esta mantém-se válida por um período de três exercícios, susceptível de renovação e só a inclusão automática no regime geral é que não se encontra sujeita àquela regra de validade por três exercícios, cessando logo que se verifiquem os pressupostos legais para a aplicação do regime simplificado.” Voltando ao caso dos autos, acentua-se, mais uma vez, que o impugnante e ora recorrido não efectuou a opção pelo regime geral na declaração de início de actividade em 2001 - cfr.ns.1, 2 e 3 da matéria de facto, tendo ficado sucessivamente enquadrado no regime de contabilidade organizada desde então, por obrigação legal.