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Claro que o declarante poderá ter também ao seu dispor a prova de que a declaração expedida para o destino da esfera de poder do destinatário-declaratário foi mesmo recebida por ex., a certificação pelos serviços dos correios, a existência de "recibo de leitura” do correio electrónico, a comunicação do recebimento do "SMS”); mas o que a lei prevê é «logo que chega ao seu poder», o que inculca ser suficiente que, a não ser possível essa prova, o declarante prove o facto de ter cumprido o exigido, no que respeita à transmissão para atingir de acordo com a normalidade a esfera de domínio do destinatário-declaratário, a fim de colocar a declaração à disposição e ao alcance do destinatário-declaratário, portanto, para a declaração ser levada aos meios de recepção ao dispor do destinatário-declaratário , para este efeito, as reflexões de ADRIANO VAZ SERRA, "Perfeição da declaração de vontade – Eficácia da emissão da declaração – Requisitos especiais da conclusão do contrato, BMJ n. 103, 1961, págs.