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1 escritura de doação junta no requerimento apresentado pela recorrente em 08/10/2018 com a referência citius 7655755 a fls e Requerimento do Sr. A.junto com a notificação elaborada em 27/09/2018 no Apenso G Liquidação) com a referência citius 159967001 a; 1 O acordo alcançado entre a Massa e os co-herdeiros é nulo nos termos do disposto no artigo 89, do Código Civil, declaração esta de nulidade que já se requereu e como tal insusceptível de produzir seja que efeitos forem na presente insolvência; 1 A alegação do Sr. A.de que a redução das doações decorria da lei e que não carecia do consentimento da comissão de credores ou da assembleia de credores e que se limitou a negociar do modo mais benéfico para a massa a manutenção do património que se encontrava apreendido nos autos, não corresponde à verdade; 1 Na verdade, a vontade real dos doadores – doação com dispensa de colação, ou por conta da quota disponível – foi expressa pela escritura de doação e conhecida dos seus herdeiros legitimários que sempre aceitaram, até à data da declaração de insolvência 10/02/2011) da insolvente mulher, que se apressaram a dar entrada do processo de inventário no mesmo ano de 2011 para reclamarem a partilha dos bens que já haviam sido doados à insolvente mulher negrito; 2 Não havia lugar a qualquer redução, uma vez que os donatários declararam expressamente na escritura de doação que "doam à sua filha por conta das suas quotas disponíveis e com reserva de usufruto para eles doadores, os  seguintes bens..” e "... que impõem à donatária a obrigação de prestar a eles doadores toda a assistência de que venham a carecer, designadamente, cuidados de higiene, alimentação e saúde” negrito; 2 Os doadores manifestaram na escritura a vontade inequívoca de privilegiar a donatária em relação aos co-herdeiros; 2 Mas não sendo expressa, qualquer declaração de natureza tácita tem de resultar de factos inequívocos, permitindo concluir com bastante segurança, ou com toda a probabilidade, uma dada vontade negocial, revelando, in casu, da parte do doador essa vontade de dispensa, artigo 21, n. 1 do Código Civil; 2 A jurisprudência é unânime em defender que "tanto vale o doador ter dito que fez a doação dispensando o donatário de conferência ou ter dito que fez a doação por conta da quota disponível para se entender que o bem doado está dispensado de colação” Acórdão da Relação de Lisboa, de 15/11/2011, disponível in www.dgsi.pt); 2 O Sr. Administrador de Insolvência ao ter realizado negócios no processo de inventário, sem dar qualquer conhecimento à Comissão de Credores, e sem o consentimento da mesma, uma vez que à data da celebração dos negócios a comissão já há muito que estava nomeada por sentença proferida a 10/02/2011, violou o disposto no artigo 16 n.3, alíneas e do CIRE; 2 A omissão de consulta da Comissão de Credores quanto aos negócios realizados pelo A.por falta de legitimidade para sozinho decidir e tomar as inerentes decisões violou o disposto nos artigos 5, n. 8, 16 e 16 todos do CIRE, pelo que a conduta adoptada pelo Sr. A.integra o conceito de justa causa por se ter verificado uma falta grave, ao não ter actuado da forma como era exigível a um gestor de bens alheios criterioso, isento e independente, capaz de garantir a maximização dos interesses cuja defesa lhe foi confiada, conduta que a Mma Juiz não apreciou violando assim o disposto nos referidos artigos e o principio do dispositivo; 2 O Sr. A.ao ter adquirido aos co-herdeiros a propriedade de bens em transacção de inventário que ostensivamente lhes não pertenciam por haveram sido anteriormente doados à sua irmã, sem o conhecimento prévio e sem obter o consentimento da comissão de credores como previa o artigo 5, n. 8 do CIRE, adoptou uma conduta manifestamente abusiva, descuidada e displicente, conduta que revestida de gravidade ditou a ruptura de confiança total da recorrente e dos demais credores, conduta esta que a MMa Juiz não valorou e passou por cima como quem passa por cima de brasas; 2 Ao agir de acordo com a nula transacção efectuada no inventário dos autos  o Ex.mo AI quanto aos bens das verbas 1 a 6 dos autos de inventário violou, o disposto no artigo 5 no CIRE, na justa medida em que não é dívida da Massa o preço de aquisição de bens que já à Massa pertencem por direito próprio;  Para além disso,  2 Por escritura de confissão de dívida com hipoteca de 13/04/2005, os insolventes e a , mãe da insolvente , deram de hipoteca os prédios identificados na escritura e que corresponde aos bens das verbas 1 a 6 do processo de inventário que o A.adquiriu no processo de inventário Cfr.