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Na decisão da reclamação graciosa, proferida em 10 de Dezembro de 2008, os Serviços da AT interpretaram e aplicação as orientações constantes do referido Ofício Circulado n. 20126, em especial o disposto no Memorando que vem em anexo, da seguinte forma: a tabela é meramente indicativa e apenas ficam sujeitos ao coeficiente de 0,20 os subsídios à exploração que, directa ou indirectamente, isto é, pela via da redução de custos ou de aumento de proveitos, contribuam para compensar uma redução dos preços de venda das mercadorias ou produtos, aos restantes subsídios à exploração aplica-se o coeficiente de 0,6 E, com base nesta interpretação, apenas admitiram uma correcção parcial – ou seja, passar da tributação pelo coeficiente de 0,65 para uma tributação pelo coeficiente de 0,20 – dos subsídios à exploração atribuídos pelo INGA aos Impugnantes nos exercícios de 2004 e 200 Foi dessa decisão que os sujeitos passivos – na parte da decisão judicial recorrida que aqui está em discussão por efeito do recurso apresentado pela Fazenda Pública – apresentaram impugnação judicial da liquidação, por considerarem que todos os subsídios que tinham sido atribuídos pelo INGA, por serem subsídios à exploração, deveriam ter sido considerados para efeitos de matéria colectável apenas sob o coeficiente de 0,2  E foi esse o entendimento acolhido e sufragado na decisão recorrida.