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Sendo a renúncia ao cargo de administrador um acto unilateral, independente de aceitação por parte da sociedade, a renúncia apresentada pelo Recorrido é válida e eficaz, produzindo plenamente os seus efeitos;  E)	Caso esse Douto Tribunal ad quem considere que a sentença recorrida enferma efectivamente de erro de Direito por se encontrarem verificados os pressupostos para a reversão dos processos de execução fiscal em referência – no que não se concede e se admite por mero dever de patrocínio –, requer-se, nos termos do artigo 63, n. 1, do Código de Processo Civil, que aprecie o erro de julgamento em que incorreu a decisão recorrida quando considerou não ter sido preterido o direito de audição prévia do Recorrido e, bem assim, não padecer o despacho de reversão do vício de falta de fundamentação;  F)	O ofício remetido ao Recorrido destinado a notificá-lo para exercer o seu direito de audição prévia não continha a necessária fundamentação de facto e de direito, não cumprindo por isso o disposto no artigo 6, n. 5, da LGT, pelo que a sentença recorrida padece de erro de julgamento;  G)	A decisão recorrida padece ainda de erro de julgamento na medida em que considerou não ter sido violado o dever de fundamentação do despacho de reversão, na medida em que o órgão de execução fiscal não apreciou os elementos novos introduzidos pelo Recorrido através da sua exposição de audição prévia, em clara violação do disposto nos artigos 26, n. 3, CRP, e 2, n. 4, 6, n. 7, e 7 da LGT.