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A impugnante forneceu uma justificação de pagamento das faturas da E. composta por uma listagem "avulsa” denominada "conta corrente”, que está em desconformidade com os registos dos pagamentos evidenciados na conta corrente do fornecedor 221110043- E.. Além disso, na denominada "conta corrente” as faturas foram evidenciadas a débito e os pagamentos a crédito, em clara inversão das regras contabilísticas, e foram identificados apenas dois cheques particulares de J., nos montantes de €430,00 e €360,00, mais 13 levantamentos ao balcão, pagamentos em numerário, no valor global de €2430,00 e de um possível encontro de contas com a "Fatura n. 4310 –ZAPORT” ” de €73,80 e outros pagamentos em numerário no ano de 2012, no montante de €1388,2 Contudo das explicações fornecidas pela impugnante resulta que há uma confusão entre os pagamentos da e da P., empresa cujos donos estão associados à primeira, e com os serviços alegadamente prestados pela E.. Das informações prestadas pela impugnante resulta ainda que os serviços prestados pela E., que constam das faturas emitidas por si em 2012 e que foram realizados pelo Sr. P. e pelo Sr. da empresa A, respeitam a alegados serviços efetuados pela impugnante no ano de 2011 e que correspondem às suas faturas n.s 535, 539, 544, 549, 550, 565, 567, 569, 570, 571, 576, 585, 588, 589, 592, 593, 595, 596, 602, 606, 608, 614, 620, 621, 625, 626, 627, 636, 645, 649, 650, 651 e 665, pelo que estes pagamento e faturas não correspondem aos serviços que constam das faturas emitidas em 201 Sem prejuízo da desconformidade entre os registos contabilísticos e os meios de pagamento identificados por si, a impugnante não demonstrou o pagamento efetivo das faturas emitidas pela E. e, em particular, no caso dos cheques já que o cheque de €430,00 foi depositado na conta aberta em nome de e o cheque de €360,00, foi depositado numa conta de depósitos à ordem n. 2520414109, aberta na Agência da Maia do BCP, cujo titular não foi possível identificar, conforme melhor resulta da explicação constante de folhas 14 a 21 do relatório de inspeção tributária, de folhas 26 verso a 28 do processo administrativo, que faz parte da matéria de facto julgada provada em.