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A partir deste momento o empregador deve dispor do prazo de um ano para reclamar o seu crédito, uma vez que este prazo foi aquele que o legislador considerou que era adequado para os créditos laborais.” Concluiu-se, depois, pela prescrição porque a partir de julho de 2018 a autora estaria em condições de exercer o seu direito, por ser a data em que se terão consolidado os prejuízos "Os contratos de trabalho dos réus cessaram no ano de 201 A utilização de informação da autora e o desvio de clientes relevantes para a sociedade comercial Y, Ld ocorreu entre os meses de Junho a Novembro de 201 Os prejuízos que a autora alega que foram causados e que consistiram na queda abrupta dos seus rendimentos ocorreram nos meses de Novembro e Dezembro de 2017 e nos primeiros seis meses de 2018, ou seja, até ao final do mês de Junho de 201” Assim sendo, o prazo de um ano previsto no artigo 337 CT aplicado por analogia, terminou em final de junho de 2019, sendo extemporânea quer a presente acção, quer a acção intentada no foro cível, por serem de data posterior, respetivamente 25-02-2021 e 19-11-201  Analisando: Distanciamo-nos da fundamentação, mas não do resultado final.