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Resultando do que se deixou relatado, qual a causa de pedir invocada e os pedidos formulados pela A., bem como a defesa apresentada pelo R. e a resposta da primeira, a decisão recorrida entendeu que o R. apenas tinha que prestar contas da administração dos bens partilhados no processo de inventário e no período temporal que decorreu entre o óbito da inventariada e a data do trânsito em julgado da sentença homologatória da partilha nele proferida, mediante a seguinte fundamentação: "Tendo o acórdão acima referido decidido não estar prescrito o direito de exigir a prestação de contas e face ao teor da contestação apresentada pelo réu, cumpre proferir decisão sobre a obrigação de prestar contas e fixar o respetivo objeto, nos termos previstos no n. 3 do artigo 94 do Código Civil.