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No caso de a condição não ser cumprida, o terreno e tudo o que nele estivesse edificado tornar-se-ia propriedade dos vendedores;  – Decorridos os três anos, a contar de 22 de Março de 1973, a moradia unifamiliar não foi construída, nem se encontra construída;  – Acresce que a autora AA e o seu marido abordaram os vendedores do imóvel e, por volta do ano de 1976, João  e Maria  disseram-lhes que a «questão» da resolução não se colocava, porque então se vivia um período de conturbação pós-revolução de 25 de Abril de 1974;  – Apesar disso, João deixou por testamento à sua mulher, Maria , a parte que lhe pertencia nesse prédio e, por óbito desta, sucedeu-lhe o seu único herdeiro José ;  – Com a morte deste, em 22 de Dezembro de 2004, foi instaurado o Processo n. 636/01TJLSB, que correu termos pelo então  Juízo Cível do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa,  Secção, onde o referido prédio foi incluído na verba n. 12 da relação de bens e adjudicado às rés, na proporção de ¼ para cada uma.