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da decisão recorrida, não pode a ora recorrente ser condenada na eliminação do vídeo porque a conduta de divulgação do vídeo) só pode ser imputada à  R.: foi a  R. e é a  R. que, nos serviços de marketing contratados, gere as redes sociais da  R., como resulta dos factos provados e da respetiva fundamentação;   - No que se refere à al., não estão verificados todos os pressupostos da responsabilidade por factos ilícitos, em especial o facto voluntário do agente e o nexo de causalidade;  - O único facto que se imputa proceder de conduta da ora recorrente é ter contratado à  R. a prestação de serviços na área do marketing factos 4 e;  - Relativamente a todos os demais factos provados, a a R. não pode exercer domínio sobre a sua vontade, pelo que nenhuma conduta lhe pode ser imputada em termos de responsabilidade , a não ser ter contratado a  R.  - E tão pouco existe qualquer nexo de causalidade adequada entre as condutas praticadas pela ora recorrente e o alegado dano em termos de gerar a sua responsabilização, porque, como se disse, o único que se imputa à ora R. é ter contratado a  R. Lim9 e esse facto nenhum dano gerou ao A..  - Para que ocorra a responsabilidade solidária, é necessário que o mesmo dano derive de diversas acções de vários sujeitos responsáveis, conjuntamente concorrentes para a sua produção, o que neste caso inexiste.