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fls 9  Na fundamentação do despacho que determinou o internamento compulsivo pode ler-se, entre o mais, que n/sub): "Foi-lhe diagnosticada pelo médico psiquiatra que a observou psicose, apresentando a mesma alterações de comportamento, com discurso delirante e bizarria, na sequência de abandono terapêutico; O parecer médico vai no sentido da necessidade de internamento compulsivo para realização de tratamento, por a gravidade da sintomatologia clínica criar uma situação de perigo para bens jurídicos de relevante valor, próprios ou alheios; A internanda não tem consciência crítica do seu estado e recusa o necessário tratamento médico.”  A 118, o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Centro Hospitalar do Algarve, E.P.E, comunicou ao processo que o internamento compulsivo de AA fora substituído por tratamento ambulatório compulsivo  fls.