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95 a 106 dos autos, aqui dados como reproduzidos e integrados para todos os devidos e legais efeitos;  7 – Nenhuma prova foi feita pela A. relativamente ao por si alegado na petição inicial e dado como provado em 1 dos "Factos Provados” da sentença recorrida de que: "ao outorgar o referido acordo de cessão de quotas, o 1 réu agiu com o propósito de transferir esse património, para o proteger e deixar a salvo dos seus credores, para não o ver transferido para a esfera patrimonial destes”, pelo que deverá ser alterado para "não provado”;  8 – De igual modo, nenhuma prova foi feita pela A. relativamente ao por si alegado na petição inicial e dado como provado em 1 dos "Factos Provados” da sentença recorrida de que: "Os 1 e 3 réus sabiam que a divida para com a autora poderia atingir o património do réu P. F., agindo no seguimento do plano que elaboraram, o qual incidiu sobre a celebração do dito contrato de cessão de quotas”, o qual deverá ser, em consequência, alterado para "não provado”;  10 – Não obstante, a referida ausência total de prova desse facto por parte da A. sobre quem recaía o respetivo onus probandi, o certo, todavia, é que os ora apelantes fizeram a prova do contrário ou, pelo menos, a sua contraprova, dando uma explicação verdadeira, sincera e credível sobre a base de tal contrato oneroso celebrado entre eles, explicação essa que, de modo algum, foi abalada ou posta em causa pela apelada;  11 – No sentido de cumprir o seu ónus da prova quanto aos factos constitutivos da alegada impugnação pauliana, previstos no art.