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A propósito dos sentimentos manifestados pelas crianças mormente nos momentos em que se procedia à troca do progenitor residente, mas não só), os depoimentos relevantes foram prestados pelos círculos familiares dos progenitores – o , avô materno que acompanha a progenitora nas, referiu que as crianças choram algumas vezes ‘baba e ranho’ quando vão para o pai mais o E – são os avós paternos que geralmente os vão, mas que tal não acontece quando vêm para a mãe; diversamente, os avós e tia paterna e a namorada/companheira do progenitor referem que as crianças amam o progenitor assim como amam a e que têm saudades do progenitor com o qual não estão – testemunha W, avó paterna das crianças –, que nas trocas a progenitora envolve e abraça as crianças dificultando a, o que não impede as crianças, depois de chegar ao progenitor, de a ele se ligarem afectivamente de modo ‘incrível’, também chorando quando vão para a progenitora afirmando não querer – testemunha U, avô paterno –, que quando chegam ao progenitor o abraçam e dão nota das saudades que tiveram dele – testemunha , irmã do progenitor – e que na altura da troca, na segunda segunda-feira de manhã, as crianças ficam apreensivas, não querendo ir para a progenitora – testemunha  actual namorada/companheira do.