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O que é certo é que atento ao disposto no art 1291, do "a usucapião por um compossuidor relativamente ao objeto da posse comum aproveita igualmente aos demais compossuidores” e daí que perde sentido igualmente a pretensão recursória de que "Considerar-se que a essa forma de aquisição do direito de propriedade que a A. vem de invocar através da figura da usucapião advirá de um comportamento pessoal ou individual e, como tal, invocável a título individual ou pessoal que não no âmbito da relação de compropriedade emergente da administração das partes comuns de um edifício constituído em propriedade horizontal, devendo por isso igualmente julgar-se a ação ser julgada improcedente e absolvidos os RR.