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de 24/3/2014, Ac.R.de 27/10/2016 E na doutrina Ana Filipa Morais Antunes, in "Estudos em Homenagem ao Prof. Doutor Sérvulo Correia”, volume , página 47: "Na situação prevista na alínea, não está em causa uma única obrigação pecuniária emergente de um contrato de financiamento, ainda que com pagamento diferido no tempo, a que caberia aplicar o prazo ordinário de prescrição, de vinte anos, mas sim, diversamente, uma hipótese distinta, resultante do acordo entre credor e devedor e cristalizado num plano de amortização do capital e dos juros correspondentes, que sendo composto por diversas prestações periódicas, impõe a aplicação de um prazo especial de prescrição, de curta duração.