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Quanto aos vícios apontados aos factos provados nos pontos 22, 23, 24 e 25, a sentença ora recorrida limitou-se a acrescentar o seguinte segmento:   "Os factos provados em 22 a 25, que consubstanciam o elemento subjectivo, resultam dos factos objectivos dados como provados, uma vez que são os mesmos insusceptíveis de prova directa, os quais, atendendo às regras da experiência comum e mediante presunções naturais, permitem de forma segura inferir tais conclusões, desde logo, atendendo às funções exercidas pelo arguido desde 1992, razão pela qual não é crível que desconhecesse as obrigações a que estava adstrito.”  Ora, quanto a estes pontos concretos - 22, 23, 24 e 25 dos factos provados - considera o Arguido Recorrente continuar a não ser possível deduzir, da motivação da sentença, quais os concretos meios probatórios em que se alicerça o Tribunal A Quo para considerar como provados tais factos.