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mormente depoimentos das testemunhas J, A, , N, e JR, nas quais pelas respectivas razões de ciência invocadas se fez fé neste particular, de resto ao encontro das declarações da arguida quanto à personalidade da mãe e modo de reger os seus pertences, no que neste estrito particular também se fez fé, dado que corroborado por outros elementos de resulta que J sem prejuízo do momento relacionado com o óbito do marido e do já referido quanto ao episódio de sempre foi senhora de si e de reger a sua pessoa e bens, sendo que, após o AVC, apenas ficou a carecer de supervisão para suprir maior dificuldade motora, não resultado qualquer questão de incapacidade no que respeita à vontade de se reger na sua pessoa e ao seu património.