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Isto porque foram as próprias partes que, ao abrigo do princípio da liberdade de estipulação consignado no artigo 405 do Código Civil, decidiram limitar o valor da indemnização a 20% do valor deste contrato” cláusula ) e basta atentar nos factos dados como provados nas alíneas a do ponto 7, sob a epígrafe " Dos danos”  nos quais se incluem o montante de € 3049,05  € 3927,00 + € 122,05 supra referido no ponto 4 deste acórdão , para facilmente se concluir, tal como o Tribunal da Relação, que o valor dos danos patrimoniais decorrentes para a autora da resolução do contrato « excedem largamente o valor-limite que foi contratualmente fixado », pelo que o pedido indemnizatório deverá ascender ao valor de € 5691,60, correspondente a 20% do preço total de € 29458,0 Daí nenhuma censura merecer, nesta parte, o acórdão recorrido, improcedendo, por isso, as razões invocadas pela recorrente.