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Convirá observar que o acto erigido objecto da demanda versou a decisão tomada pelo Conselho Directivo do Réu na sua reunião de 6 de Maio de 2013, do qual se ocupou a decisão recorrida; não o da «senhora directora da delegação do Porto em substituição), que resolve a quadratura do círculo comunicando à Apelante que "o Conselho Directivo deste Instituto, tendo em 11 consideração a actual conjuntura e a pouca viabilidade de comercialização dos 18 fogos em causa, decidiu, na sua reunião de 6 de Maio, não conceder as prorrogações de prazo solicitadas” pelo que "este Instituto irá promover a passagem do presente financiamento para a fase de amortização das verbas entretanto utilizadas neste contexto”» cfr.