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3 a 4 da sua Oposição e o Tribunal a quo considerou como provado sob os n. 11 a 18, em 2013, em consequência de negociação coletiva, foi decidida a diminuição nominal do valor do subsídio de refeição do valor do subsídio de refeição de € 11,33, para € 8,15, com a sua consequente integração na retribuição base da diferença entre o valor do subsídio de refeição diário e o valor superior auferido pelos trabalhadores em 1 de junho de 2013, nos termos do n. 1, da Cláusula 10, do ACT; 1-Logo, in casu, e ainda que esse Venerando Tribunal ad quem perfilhe do entendimento vertido no douto Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 22 de fevereiro de 2017, citado nas motivações de recurso da R., certo é que, na relação laboral dos autos, os subsídios de alimentação assumem natureza remuneratória, tanto que, por força da CCT e pelos usos, que evidenciam a sua alteração com a consequente integração no conceito de "retribuição base”, tal subsídio seja tido como elemento integrante da retribuição; 1-Por último, e apesar de modo sumário e subsidiariamente a Apelante se insurgir contra a liquidação dos subsídios de refeição nos dias aniversários do Apelado e nas vésperas de Natal, por considerar que nesses dias tal subsídio nunca seria devido, certo é que tal alegação constitui matéria nova, nunca alegada pela Apelante nos seus articulados, pelo que subtraída aos poderes de cognição da  instância; 1-Termos em que, salvo melhor opinião, nenhuma censura merece a douta decisão recorrida; 1-Ademais, afigura-se desprovida de fundamento a afirmação da Apelante de que, ao não constar do dispositivo a condenação em juros, os mesmos não são devidos, pois tal asserção equivale a afirmar-se que a Apelante poderia pagar quando quisesse até ao limite da prescrição) sem que lhe fossem exigíveis quaisquer juros; 1-Com efeito, o direito a juros advém do disposto no art.