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342, n. 2 do deveria o Tribunal a quo ter concluído pela decorrência do prazo de prescrição;  - No ponto da sentença "preenchimento abusivo da data de vencimento da livrança”, o Tribunal a quo refere que "esta alegação foi apresentada desta forma totalmente conclusiva, sem qualquer explicitação da razão de ser e fundamentação”, mas a executada/recorrente, na qualidade de destinatária de cláusulas pré-elaboradas pelo Banco alegou que nunca teve consciência de ter subscrito uma livrança em toda a sua vida e essa alegação resulta claramente dos embargos de executada deduzidos, ou seja, que o contrato foi celebrado com recurso a cláusulas pré-elaboradas pelo credor originário o e, por isso, quer o referido "Acordo de Regularização de Responsabilidades”, quer os negócios jurídicos cambiários inerentes à livrança, quer o acordo de preenchimento estão sujeitos ao regime jurídico aplicável às clausulas contratuais gerais;  - Este regime jurídico aprovado pelo n. 446/85, de 25 de outubro, com as atualizações do n. 323/2001, de 17 de estabelece no seu art.