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É que, sendo verdade que resulta das declarações da Autora / recorrente, bem como aliás dos depoimentos das testemunhas, a referência a que existiriam comentários de terceiros no sentido de que a loja da Ré no F Vila do iria fechar e que não iria reabrir incluindo com menção de que teriam ido oferecer, no entanto, analisada criticamente toda a prova, não considerando agora o facto de que efetivamente em outubro de 2019 no mesmo local onde se situavam as lojas da Ré abriram duas novas lojas que não pertenciam à Ré e que até à presente data não voltaram a abrir quaisquer lojas da Ré no centro comercial F, em Vila do Conde factos provados 1 e 1), nenhum elemento objetivo resulta, assim incluindo nos depoimentos, que permita afirmar, sendo que é precisamente isso que está aqui em causa, de modo circunstanciado, em termos de lhe dar real suporte, que efetivamente tais referências / comentários que de resto encontram sustentação no ponto  da factualidade provada: "Em data anterior a autora ter recebido tal comunicação já se comentava no centro comercial onde a Autora exercia as suas funções que as lojas pertencentes à Ré, "” e "E”, não voltariam a abrir naquele espaço comercial”) correspondessem realmente a uma real intenção da Ré, naquele preciso momento em que envia a carta a que se alude nos ponto  e  da factualidade "Por carta datada de 09/09/2019, a Ré veio comunicar à Autora a transferência de local de trabalho a partir de 7 de outubro de 2019, para o estabelecimento comercial da Ré sito no G Gaia”, "mais é referido em tal comunicação, que a transferência se deve a obras de remodelação nas lojas, e que seria por um período previsível de seis meses”), de não voltar a abrir lojas naquele espaço comercial – e que "estivesse a omitir o encerramento definitivo da loja onde a autora trabalhava para evitar resoluções dos contratos de trabalho com justa causa” –, tanto mais que, até por decorrência do que resultou provado no ponto 1 da mesma factualidade, em setembro de 2019 ano retificado nos termos e pelas razões que antes mencionámos), "a administração do F de Vila do Conde deu início a obras de remodelação no shopping que obrigaram o encerramento da loja da ré por um período que na altura se estimava durar seis meses”.