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E, de qualquer modo sempre se dirá que o tribunal a quo conheceu expressamente da questão de uma suposta atuação da exequente / apelada «em abuso de poder» ao considerar resolvido o contrato, pois julgou que «o contrato de onde emerge a livrança dada à execução foi celebrado apenas em 13/09/2018 e os montantes disponibilizados pelo Banco mutuante foram-no entre novembro de 2018 e janeiro de 2019», ou seja, já depois da suposta e invocada utilização pela exequente e à revelia da executada/embargante dos créditos decorrentes de outros contratos de mútuo outorgados entre ambos e que estando assente que a executada não pagou as prestações relativas ao contrato celebrado em 102018 e que haviam sido acordadas, assistia ao exequente a faculdade de resolver o contrato, como fez.