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No que toca à nulidade do negócio de anexação conforme pedido... logo vemos que não pode aqui ser decidida, pois uma parte fundamental nesse negócio não está presente nesta causaa saber... a W..., Lda., e isso bem sabe a embargante que na sua Pi, artigo 11, logo diz existe nulidade da escritura de anexação e constituição de hipoteca outorgada em 312014, com o que se encontra em fase final de preparação uma ação, a ser interposta contra W..., .., e contra o próprio B..., S.A., aqui Embargado, na qual é pedida a declaração de nulidade dessa escritura de anexação e constituição de hipoteca outorgada em 312014, constituindo esta uma causa prejudicial em relação à decisão que vier a ser proferida nos presentes autos... coisa que também sabe a embargante não ser assim, porque o prédio de que é proprietária tem um ónus que bem conhecia à data do negócio que celebrou e independentemente da sorte da ação de anulação que interponha... o efeito de sequela associado ao registo predial a tanto obsta... pois o registo da hipoteca é de 21200.. data muito anterior à sua aquisição que é de 21201  É certo que no registo do prédio 2055 se percebe que o mesmo resulta da anexação entre os prédios 1004 e 205.. percebendo-se ali, também, que sobre esse prédio e naturalmente por imposição do ónus que se prendia ao 1004, consta a hipoteca registada a favor do embargado em 21200.. Ap.83, hipoteca essa que ganhou amplitude, estendendo-se ao 205.. e por conseguinte, à unidade adveniente da junção daqueles dois tal como resulta da Ap.400 de 31201 Perspetivando o assunto apenas pela anexação... vemos que o prédio 1004, hipotecado ao embargado, se uniu ao 2054, porque, na altura da realização desse ato ambos estavam registados em nome da W..., Lda... pois a dação acima falada, apesar de ter sido outorgada em 212014 apenas foi levada ao registo em 1201.. data em que a anexação há muito estava feita e registada.