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49, n. 2 da LGT, nos termos do qual a paragem do processo por período superior a um ano por facto não imputável ao sujeito passivo faz cessar o efeito interruptivo, somando-se, neste caso, o tempo que decorrer após esse período ao que tiver decorrido até à data da autuação, preceito que hoje se encontra revogado, com a entrada em vigor da Lei n. 53-A/2006 de 212, em 002007; -	No entanto, a norma citada continua a ter aplicação aos factos interruptivos passados e cujo período de paragem se completou antes de 002007 — data da entrada em vigor da Lei n. 53-A/2006 de 212; ·	No caso apreciado temos a verificação do facto interruptivo derivado da instauração da execução, mas do processo não consta se o mesmo esteve, ou não, parado por período superior a um ano por facto não imputável ao contribuinte, de forma a fazer operar o disposto no art.