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xiv)	A O., através dos CMR’s podia obter a informação  que a mercadoria provinha de R. , em Portugal instalações da W.); se as operações correspondessem a operações reais podia comprar directamente à W, gerando para si um lucro maior, suprimindo o intermediário E.;  e ao não ter utilizado o seu número fiscal de sujeito passivo espanhol, as operações passavam a ser aquisições intracomunitárias em território espanhol, aplicando-se o mecanismo de "reverse-charge”, permitindo-lhe não ter qualquer encargo e de não ter que esperar pela Administração Tributária para analisar o pedido de reembolso, pois, neste cenário seria a E. ou a W.) a solicitar o reembolso de IVA.