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Inconformada com essa decisão, a Rédeduziu contra ela a apelação submetida ao julgamento deste Tribunal Superior e na qual pede que seja " provimento integral ao presente recurso, revogando a douta decisão recorrida e, consequentemente, ordenando a sua substituição por outra que remeta a decisão sobre a prescrição do direito alegado pela Autora para momento posterior ao conhecimento de todos os factos potencialmente relevantes”, formulando, para tanto, as seguintes 12 conclusões: "A) O Tribunal a quo decidiu que o prazo de prescrição de três anos previsto no artigo 498  do Código Civil foi interrompido pela Autora atempadamente com a propositura da ação em 2019, já que a Autora só teria podido exercer o seu direito a partir da publicação da decisão da Comissão Europeia no JOUE, a 6 de Abril de 201 _______________________________________________________ 5) Na obra citada.