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Ourivesaria/fligranas” vide Certidão permanente, código de acesso n. 2140-7320-0229 junta ao; 27)	A Autora, despejada ilegalmente das lojas que explorava nos Aeroportos de Lisboa e Faro, viu-se obrigada a recorrer à Justiça com intuito de ver analisados os seus direitos; 28)	Sendo que com a procedência dos pedidos da Autora no Processo n. 1927/07BELSB, implicaria poder voltar a trabalhar e a explorar as lojas que vinha a explorar há décadas, podendo daí procurar o seu lucro, através da venda de artigos e produtos tradicionais e nacionais; 29)	E sendo que, conforme resulta do provado nos autos, desde o início do processo até ao seu encerramento, data em que ficou definitivamente conhecedora do resultado judicial, a Autora suportou a incerteza do seu desfecho, o que provocou: a.	Problemas na gestão de pessoal, nomeadamente na gestão e integração de quem trabalhava nas lojas que foram despejadas pela, nos armazéns que forneciam o stock dessas e no escritório que tratavam de tudo o que tinha a ver com recursos humanos e; b.	Problemas na aquisição de artigospara venda naquelas aos fornecedores que já tinham encomendas realizadas e que mais tarde vieram a ter de ser pelo facto de, no decorrer do tempo, os produtos ficaram obsoletos e fora de moda ou seja, não comercializáveis); 	Impossibilidade de receção dos artigos e restantes que ficaram na posse da ANAna sequência dos despejos ilegais nomeadamente artigos para venda, mobília, ar condicionado, caixas registradoras, computadores, etc.