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O "Novo Banco, S.A.”, impugnando também os factos articulados pelo A. e invocando a excepção da prescrição com os mesmos fundamentos alegados pelo 1 R., mais excepciona a sua ilegitimidade passiva, atentas as deliberações do Banco de Portugal, para cujo conhecimento alega serem competentes os tribunais administrativos, deliberações de acordo com as quais não é parte na relação material controvertida, deliberações que afastam qualquer responsabilidade sua no âmbito dos autos e que são causa de manifesta inviabilidade do pedido no que lhe respeita, mais invocando a ineptidão da petição inicial, a ilegalidade da peticionada condenação solidária dos réus, por ter sido invocada a relação contratual, e a caducidade pelo decurso do prazo de um ano estatuído no art 287, n 1, do Código Civil.