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Assim, continuam os apelantes, tendo os Autores, ora recorridos e apelados, naquela ação em que foi proferida a sentença revivenda alegado que o prédio de que eram proprietários e que confronta com o prédio rústico que os apelantes tinham comprado em 07/08/2013, ao ali 1 Réu Valdemar, com o consentimento da mulher deste, a ali Ré Isaura, era rústico e tendo sido, nesse pressuposto, que ambos esses prédios eram rústicos que a sentença revivenda reconheceu o direito de preferência naquela compra aos aí Autores, concluem os apelante impor-se "a revisão do processo, a revisão da sentença por forma a que os Réus possam provar, o que fazem agora pela apresentação deste novo documento que os Autores não tinham qualquer direito de preferência na compra que os Réus fizeram a Valdemar e mulher Isaura, por não serem proprietários de um prédio rústico no local” – cf.