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Quando confrontada pelo motivo pelo qual o filho colocava o telemóvel em alta voz, se numa fase inicial não pretendiam vir para tribunal, e se ela também admitiu que ele também a teria tratado mal durante o relacionamento, hesita, para concluir que se "tratam mal um ao outro”, e, para logo a seguir admitir que o arguido "também era capaz de lhe chamar algumas palavras, como cabra”, e, ainda, para reconsiderar de que seriam "aquelas questões normais”, que, a nosso ver, de natural teriam muito pouco, pelo que, do depoimento da testemunha, apenas poderá o tribunal extrair que se pretende fazer crer ao tribunal que se pretende uma coincidência entre um "juízo de normalidade” e um "juízo de frequência”, o que não se aceita.