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O Município afirmou singelamente que "A factualidade provada aponta toda ela no sentido de a Ré/recorrente ter adotado medidas concretas no sentido de evitar o dano ocorrido, no que respeita ao cumprimento do dever de vigilância relativamente à manutenção e conservação da árvore que caiu, ou seja, o acidente ocorreu não só independentemente deste cumprimento, mas tão-somente por causas fortuitas e imprevisíveis; O Tribunal "a quo” deveria ter decidido, pois, em sentido contrário, ou sejam deveria ter decidido no sentido de dar como provado o pleno cumprimento do dever de vigilância por parte da Ré/recorrente e concluir, assim, pela elisão da presunção de culpa que sobre aquela impendia.”  Curiosamente, o Município assenta o seu entendimento no depoimento prestado pelo seu Engenheiro , que surpreendentemente se limita a afirmar, e no que aqui releva, 2:56:08 – 2:57:26 que "Temos esses jardineiros e temos o encarregado dos jardins que é o J., que está lá também há mais de 30 anos, ele é que normalmente comunica essas coisas.” ") Ele, no fundo, vai andando e vai vigiando.”  Convenhamos que o ir "andando e ...) vigiando” não será a melhor forma de verificar o estado arbóreo de um Município.