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Como também não indica as diligências que foram levadas a cabo para se concluir pela insuficiência do património da sociedade; Quanto à ilegalidade da reversão por coimas julgou bem o Mm Juiz "a Quo” quando entendeu que o despacho de reversão não fundamenta a culpa do Oponente; Ora, da análise do teor do artigo 8 do RGIT, verifica-se que tal preceito não consagra qualquer presunção de culpa sobre o sujeito tributário, pelo que recai sobre a Administração Tributária demonstrar a culpa do revertido pela insuficiência do património social da sociedade, o que não fez, sendo que caberia a esta a prova do mesmo, em conformidade com o disposto no art 74 n 1 da LGT; Já quanto à prova da insuficiência do património da sociedade julgou bem o Mm Juiz quando refere que o despacho de reversão, remete para as diligências levadas a cabo no processo executivo fiscal, não fundamentando como concluiu que se verificava a insuficiência de bens.