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Nesta instância foi proferido despacho pelo relator convidando o Apelante ao aperfeiçoamento das suas conclusões recursivas, tendo aquele apresentado novas conclusões, que não foram objecto de resposta, com o seguinte teor: – CONCLUSÕES  Ora, o recorrente não se pode conformar com uma sentença que, sem mais, o afasta de beneficiar, como filho e herdeiro legitimário, do património imobiliário deixado pelo seu pai património esse que se encontra em partilha nos autos do processo de inventário n. 1924/10TBFAR, a correr termos no  Juízo Cível da Comarca de retirado, por negócios simulados, do alcance dos credores em finais da década de oitenta quando era o recorrente ainda uma criança menor de tendo, há data, e sem alternativa, o seu pai passado todo o património imobiliário para a titularidade da sua irmã.