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A mesma irrelevância e indiferença à sorte da causa se observa quanto aos pontos 49, 50 e 52 dos factos provados – na verdade, não interessa à questão da obrigação alimentar a cargo do progenitor apelante muito menos à questão da residência apurar se até Dezembro de 2018 altura em que os progenitores ainda constituam um metade da mensalidade devida pela frequência da  em estabelecimento de ensino privado era suportada pela progenitora ou não apenas a essa parte do facto é dirigida a impugnação) ou apurar se a partir de 2020 é a progenitora que suporta integralmente tal custo como julgado ou antes se os avós maternos suportam também uma parte como pretende o; inócuo e alheio à sorte da presente acção o facto do progenitor, na declaração de IRS de 2019, ter colocado os filhos como dependentes, beneficiando exclusivamente da dedução das despesas a tal atinentes – tal poderá relevar para a partilha em consequência do divórcio, por reclamar acerto entre os ex-cônjuges, mas não tem qualquer interesse ao apuramento da obrigação alimentar.