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564, n 1, 2 parte, do – que tem a sua causa adequada no facto gerador da obrigação de indemnizar a mora da, como afirmado na decisão recorrida nessa parte não – tivesse a autora cumprido tempestivamente a sua prestação, a ré teria podido abrir o seu estabelecimento ao público sem o verificado retardamento e, com toda a probabilidade e verosimilhança, teria auferido os proventos resultantes da actividade no âmbito do mercado do alojamento turístico o lucro cessante, porque compreende benefícios que o lesado não obteve, mas deveria ter obtido, tem de ser determinado segundo critérios de verosimilhança ou probabilidade, pois que se trata de vantagens que, segundo o curso normal das coisas ou de harmonia com as circunstâncias especiais do caso, o lesado – leia-se, credor da prestação – teria obtido, não fora o facto lesivo – leia-se, não fora a mora do2 Sendo impossível averiguar do seu exacto valor, o montante indemnizatório de um tal dano e sendo certo que por a prestação retardada não se consubstanciar em obrigação pecuniária não é aplicável o art.