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supra, o emitente poderia ser alterado mais tarde, sem o consentimento dos titulares das , desde que passasse a ser a G ou uma das subsidiárias pertenceres ao grupo G..; o rating atribuído à E sustentava-se nas disponibilidades financeiras garantidas de 1,3 milhões de euros para os próximos 18 meses; que a E tinha uma fortíssima probabilidade de não recuperar o investimento em papel comercial H, o que geraria, como gerou, perdas de cerca de 900 milhões de euros; que por isso a E tinha diminuído a sua participação na G, SA, em mais de 10%; e que a G, SA, pouco menos de um mês depois de tudo isto, tinha visto o seu rating diminuir de nível para ser ainda mais ‘especulativo e sujeito a um substancial risco de crédito’ do que o rating da E1, quando o  A. subscreveu as obrigações.