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No caso dos autos, aferir da in/exigibilidade, para a Ré/Apelante, da manutenção do vínculo contratual com a Autora/Apelante, passa, no fundo, pela avaliação do parâmetro daquilo que Pinto de Oliveira páginas 871 e qualifica como "não cumprimento sintomático”: "O princípio subjacente ao não cumprimento "sintomático” é o de que o não cumprimento de menor importância deve ser equiparado ao não cumprimento de maior importância, desde que cause, justificadamente, o desaparecimento da confiança do credor na realização das prestações futuras.” Ou seja, "o atraso em si não será, porventura, grave; o conjunto dos atrasos, sim; o cumprimento defeituoso ou imperfeito em si não será, porventura, grave; o conjunto dos cumprimentos imperfeitos, sim.” cit., pág..  No caso em concreto não se verifica incumprimento por parte da Autora/Apelante incumprimentos suficientes para gerar desconfiança que possa fundamentar a Resolução do Contrato até porque como já indicado as listagens foram entregues como resulta dos factos provados em 25 e 42, ou seja, não se verifica a prática de actos por parte da Autora/Apelante que possam afectar a confiança na contraparte para que a relação contratual se torne irremediavelmente afectada.