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Contudo, inesperadamente, a MM Juiz de 1 Instância, fundamenta não a para a prova do facto de o arguido ter estado a conduzir o veículo com o argumento seguinte:  «O militar da GNR contou que o arguido se apresentou espontânea e que lhe disse, de uma forma espontânea que de facto, tinha de facto conduzido o veiculo automóvel e que após condução na Estrada na Rua Vale Carril que a, que depois de, efectuou, melhor dizendo, que tinha conduzido o veiculo na via publica e que nessa medida foi feito o exame de pesquisa de álcool através de ar aspirado.» Omite em absoluto qualquer prova ou fundamentação para circunscrever o período de tempo da prática do crime como fora anteriormente apontada nesta peça processual aquando da arguida nulidade, mas caso assim não se entenda, estamos perante um erro de julgamento sendo que, o Tribunal a quo interpretou o depoimento da Testemunha em causa com uma evidente distorção factual.