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No referente ao facto fixado na alínea do probatório da douta sentença, a atribuição pelo oponente a pessoa diversa da gerência de facto da empresa é alegação que não encontra sustentação na prova produzida nos autos, sendo que se demitiu o Tribunal a quo, com a inclusão do facto na factualidade assente, de prosseguir o seu poder-dever de descoberta da verdade material, e de afirmação do princípio do inquisitório ínsito no artigo 1 do CPPT, pois que, face ao papel preponderante que é atribuído a J..., tendo requerido a Fazenda Pública ao Tribunal a quo fosse o oponente notificado no sentido de identificar devidamente J..., dever, aliás, que decorria já da sua mera inclusão no rol de testemunhas, foi tal requerimento indeferido com fundamento, como indicado na motivação da decisão de facto, no facto de se desconhecer o paradeiro da testemunha.