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Irrelevante é também a questão de saber qual o local, em Portugal, em que cada dos consumidores adquiriu o seu veículo, pois mesmo admitindo, como parece resultar da jurisprudência do TJUE, firmada no Acórdão de 15 de julho de 2021, RH AB Volvo e o., -30/2040, que o artigo 7, n 2, do Regulamento n 1215/20 consagra, para além de uma regra de competência internacional, uma regra de competência territorial e aplicando ao caso dos presentes autos a solução daquele processo, ou seja, de que aquele artigo « deve ser interpretado no sentido de que é internacional e territorialmente competente para conhecer, a título do lugar da materialização do dano, de uma ação de indemnização do dano causado por esses acordos contrários ao artigo 101 TFUE, o tribunal em cuja área de jurisdição a empresa que se considera lesada adquiriu os bens afetados pelos referidos acordos ou, em caso de aquisições efetuadas por essa empresa em vários lugares, o tribunal em cuja área de jurisdição se encontra a sua sede social », não podemos deixar de considerar que o tribunal territorialmente competente sempre seria o tribunal em cuja área de jurisdição se encontra a sede social da demandante, ou seja Lisboa.