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Com efeito, apesar de afirmar na conclusão 10 que "O recorrente, tem também como erradamente julgado provado o constante em 11 da sentença, já que ouvidas as declarações da arguida, que estão gravadas em ficheiro no sistema informático do tribunal e conforme consta em ata, a mesma não mostrou arrependimento nem vontade em pedir desculpas que jamais, antes no próprio tribunal expôs desonrosamente e denegriu a imagem do assistente, dizendo que este a forçava a relações sexuais, o que não se provou ex facto não provado em, aliás como consta na sentença.”, o certo é que o recorrente, depreendendo-se que se estava a reportar às declarações da arguida, não assinalou as passagens da gravação das declarações desta que pudessem impôr decisão diversa daquela a que chegou o tribunal a quo quanto a tal facto 1 Ora, salvo o muito devido respeito por opinião contrária, uma discordância acerca de depoimentos/declarações ou até, porventura, da credibilidade que foi dado a um depoimento em detrimento do outro, só por si não é susceptível de impor decisão diversa sobre os factos em relação aos quais tais depoimentos versaram.