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Concluem, pedindo que a ação seja julgada improcedente e que os Autores sejam condenados como litigantes de má fé em quantia de 000,00 euros, sustentando que a Autora , irmã do 1 Réu J. , aquando da partilha realizada pelos pais os 4s Réus) foi beneficiada justamente para pagamento da dívida que este 1 Réu tinha para com aquela, ficando com a propriedade de um prédio, com o valor de cerca de setenta euros, prédio esse que segundo a vontade dos pais era destinado ao 1 Réu;  No entanto, face à dívida que tinha para com a irmã, o 1 Réu J. aceitou que esta ficasse beneficiada com aquele prédio com vista à amortização da dívida que esta viria a pagar na qualidade de sua fiadora, pelo que, atualmente, a Autora é proprietária desse bem, facto que a mesma deliberadamente oculta.