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Assim tem decidido a Jurisprudência, nomeadamente o Tribunal da Relação de Guimarães, no âmbito do processo 4704/15T8GMR, em cuja fundamentação, em caso semelhante ao presente, vem referido: "Sempre é de referir que a direção efetiva do veículo pertenceu à ré que, no exercício da sua profissão, detinha e experimentava o veículo em plena execução dum contrato de empreitada, ou seja, era o garagista o detentor do poder de facto sobre o veículo e do correlativo interesse profissional em repará-lo – como referem alguns arestos do Supremo Tribunal de Justiça, essa direção efetiva radica na plena autonomia no processo de reparação entre outros, cf.