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Tudo visto, conclui-se que, apesar de verificado o requisito do "periculum in mora”, a Requerente não logrou demonstrar a probabilidade de procedência da pretensão formulada ou a formular na respectiva acção principal, requisito comummente designado por "fumus boni juris”, o que, atenta a obrigatória cumulação dos requisitos, determina o não decretamento da medida cautelar requerida e o consequente indeferimento do processo.» Da tese da recorrente A recorrente pugna que ao invés do decidido, devia ter sido decretada a requerida providência cautelar de suspensão de eficácia do identificado ato resolutivo, defendendo, em suma, que fora das situações previstas na alínea do n 1 do artigo 120 do CPTA, de acordo com a qual uma providência cautelar é decretada quando seja evidente a procedência da pretensão formulada ou a formular no processo principal, nos termos da alínea do n 1 do mesmo artigo 120 do CPTA basta o fumus non malus iuris, isto é, o fumus boni iuris na formulação negativa ali contida, que defende verificar-se no caso, sustentando que o motivo essencial para fazer cessar o arrendamento não é válido, por o artigo 6 n 1 alínea in fine da Lei n 81/2014 de 19 de Dezembro, consagrar uma exceção inteiramente aplicável ao caso em apreço que não foi tida em consideração pelo Tribunal a quo, concluindo pugnando ter a decisão recorrida violado, por erro de interpretação e de aplicação nomeadamente o disposto nos artigos 6 da Lei n 81/2014, de 19 de Dezembro; 2, 120 e 125 n.1 do CPPT, bem como art.