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Mas tal não é sustentável, porque, nos termos do n 4 do citado artigo 99 do EOA, se ") ocorrer risco de diminuição da sua independência, o advogado deve cessar de agir por conta de todos os clientes, no âmbito desse conflito”, por outro, o artigo 89 do EOA consagra um dos pilares fundamentais da deontologia dos advogados, o principio da independência,, que impõe que o advogado, no exercício da sua profissão, mantém sempre em quaisquer circunstancias a sua independência, devendo do agir livre de qualquer pressão, especialmente a que resultar dos seus próprios interesses, ou influências exteriores, abstendo-se de negligenciar a deontologia profissional no intuito de agradar ao seu cliente.