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Esquece, porém, o Autor que, logo a seguir à afirmação de que a transacção alcançada no processo identificado supra não teve por objecto a causa de pedir e o pedido formulados nestes autos se adverte que, não obstante o afirmado, a mesma tem natural repercussão e relação com a apreciação do mérito da presente causa, explicitando a primeira instância que, com isto pretendemos dizer que a alcançada transacção pode e deve ser ponderada pelo Tribunal para aferição do mérito dos fundamentos fáctico-jurídicos alegados pelo autor, mais concretamente quanto aos alegados actos de posse praticados por si e pelos seus antecessores há mais de 15 anos em relação à água reivindicada nestes autos aquando da prolação de decisão de mérito nestes autos, outra coisa não tendo feito a sentença recorrida senão pôr em prática, aquando da decisão relativa à matéria de facto, o que antes havia sido enunciado no aludido despacho de 00202   Por outro lado, deve também aqui recordar-se aquilo que, quando o Autor pretendeu alterar o alegado, peticionando a retificação de um suposto lapso de escrita no artigo 1 da petição inicial – solicitando que, onde se lê "mina essa que tem a sua nascente no lado poente do referido prédio dos RR”, se passasse a ler "mina essa que tem a sua nascente a poente do referido prédio dos RR” –, constitui a fundamentação do despacho de 002020, despacho esse que, de nenhum modo, foi impugnado:  Bem analisada a petição inicial, na qual deve ser desenhada a causa de pedir e o pedido, verifica-se que o autor é claro no artigo 1 quando alega que a nascente que serve a mina, cuja água pretende que seja reconhecida o seu direito de propriedade, localiza-se no prédio dos réus melhor identificado no artigo 1.