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A. e A..  Mas serviu-se fundamentalmente do relatório de perícia médico legal levado a cabo na acção de interdição, junto aos autos, que considera inverosímil o relatório do Dr. F. G., como se serviu dos relatórios do Dr. , e do depoimento deste, que refere não haver possibilidades de o Testador ter uma janela de lucidez, em concordância, de resto, com o relatório da perícia médico legal levada a cabo pelo   Serviu-se ainda da sentença, já transitada, lavrada em 17/11/2017, na acção de interdição, que considera estarem reunidos os pressupostos para ser decretada a interdição, o que só não ocorre face ao óbito do Interditando, fixando a data da interdição em 29/10/2011, a qual está certificada nos autos.