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Revertendo ao caso em apreço, em sede de recurso, no que efectivamente releva, o Interveniente/Recorrente defende que: «o despacho de 04/06/2021 com a ref., notificado a 04/07/2021, não possui a virtualidade de precludir o direito do BANCO ..., S.A. de ver apreciada a questão por si suscitada; o despacho notificado a 07/06/2021 limita-se ao seguinte: Notifique-se o Banco ..., S.A., com cópia do requerimento que antecede, para os devidos efeitos; ao contrário do referido no despacho recorrido, o BANCO ..., S.A não foi notificado para proceder ao depósito do preço, mas para os "devidos efeitos.”, efeitos esses que mais não poderão ser que não os de exercer, querendo, o seu direito ao contraditório relativamente ao requerido pelo Sr. Administrador da Insolvência; o BANCO ..., SA, nunca foi notificado de qualquer decisão que, de forma devidamente fundamentada, ordenasse que o mesmo procedesse ao depósito em questão; o BANCO ..., S.A. dado oportunamente devida nota que, não obstante as diligências encetadas, o Requerente ainda não tinha conseguido reunir todos os elementos que o habilitassem a responder ao Tribunal, tendo pedido prazo para, precisamente, se pronunciar, pedido esse que foi atendido no despacho proferido em 29/09/2021 e 15/10/2021; foi, precisamente, dentro desse prazo que lhe foi concedido que o BANCO ... ..., S.A manifestou o seu entendimento de que não é responsável pelo pagamento/depósito do valor em causa, crendo que, no processo, não se gerou qualquer trânsito em julgado que ora se imponha e impeça a apreciação do requerido/das questões suscitadas pelo Recorrente; não houve sequer, muito menos foi notificado, qualquer despacho que ordenasse que o BANCO ..., S.A. procedesse ao depósito do valor em causa» - cfr.