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Entendimento que o Recorrente contesta por considerar que a mera instauração e pendência do processo-crime não era interruptiva da prescrição por o "titular do direito nunca nada ter feito ou manifestado contra o recorrente e nem o ter demandado no pedido cível que apresentou contra outros, no âmbito do processo-crime.” Com efeito, não se pode duvidar que o Autor quis exercer, contra o Recorrido, o seu direito indemnizatório naquele processo e tanto assim que requereu a sua intervenção no mesmo, o que desencadeou o despacho de 28/09/201 Ora, como vem decidindo a jurisprudência citada no Acórdão recorrido e adoptada por este, é aplicável ao Recorrente o prazo prescricional de cinco anos ainda que este não possa ser responsabilizado em matéria criminal e, por isso, não tenha sido demandado no processo-crime.