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Analisando a concreta matéria em causa desde logo se verifica que o enunciado que integra o impugnado ponto 15 da matéria de facto provada - «e13 de julho de 2016 a autora consegue obter um casal interessado para proceder a uma visita às acima indicadas duas frações, a saber, o senhor J. e a senhora , visita concretizada sendo que à data desta visita o referido casal interessado residiam na Avenida  Barcelos» - para além de constituir expressão de uso corrente e inteiramente compreensível, mostra-se circunscrito ao alcance da concreta visita ao imóvel, concretizada em 13 de julho de 201  Ora, quanto a esta concreta ocorrência, em nenhum segmento da presente apelação a recorrente contesta que a mesma tenha acontecido, nem vem concretamente impugnado que tenha sido a autora, ou alguém por sua conta, a possibilitar, viabilizar e realizar a aludida visita às frações, acompanhando o casal interessado, ali identificado, com os concretos resultados ou desenvolvimentos que surgem também objetivamente vertidos no ponto 1 Assim sendo, resta concluir que a matéria em questão não se pode reconduzir a conceitos normativos nem a juízos valorativos indeterminados ou com alcance que ultrapasse as concretas ocorrências ou os eventos materiais que constam da respetiva redação, antes consubstanciando expressões correntes que traduzem uma consequência lógica extraída de factos simples e facilmente apreensíveis, os quais permitem esclarecer, concretizar e densificar de forma facilmente compreensível a realidade em causa.