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Somando as declarações de ambos os progenitores e do próprio menor, tem que se concluir que ficou demonstrado nos autos que: O menor deslocou-se para gozo de férias, para Portugal, no dia 22 de Julho do corrente ano, na companhia do Pai, sendo que a Mãe juntou-se a eles quinze dias depois, e tendo viagem de regresso marcada para o dia 19 de Agosto seguinte o Manuel já tinha aulas no dia seguinte, 20 de; a Recorrente, chegada a Portugal, desentendeu-se com o cônjuge desentendimentos que já eram frequentes entre o, e saiu da casa que o casal habitava em Portugal propriedade dos pais do; 3) o menor ficou naquele momento a viver com o Pai, mas combinaram que até ao final do período de férias em Portugal, o passaria dois ou três dias, de forma alternada, com cada um dos progenitores; nunca o Recorrido mencionou à Recorrente a intenção de não regressar à Suíça, pelo que combinaram que regressariam na data agendada e lá tratariam de definir o rumo das suas vidas e resolver todas as questões práticas decorrentes da separação do casal; no dia agendado para o regresso, 19 de Agosto, e estando o menor com o Pai, o combinado foi encontrarem-se no aeroporto; no entanto, estando a Recorrente já na zona de embarque, e a quinze ou trinta minutos da hora prevista para o voo, não vendo o seu ainda marido e filho naquele local, decidiu ligar àquele, tendo sido por ele informada que não pretendia regressar à Suíça nem permitir que o filho de ambos regressasse àquele país; a Recorrente apanhou  o voo para a Suìça, tendo regressado a Portugal no dia imediato; o Recorrido impediu o acesso livre por parte da Mãe ao menor, tenho apenas permitido visitas no café, e nas quais esteve sempre presente.