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Em síntese, uma vez que o Tribunal a quo, decidiu no sentido de que o facto de ser associado em associação de empregadores carece de prova documental e tendo em conta que o pedidos dos autores se circunscreveu à transmissão de empresa ou estabelecimento, previsto nos artigos 28 e seguintes e não a sucessão de posto de trabalho, previsto na cláusula 1 do CCT celebrado entre a AES e a FETESE e STAD, vem a Recorrente, nos termos do n. 1, do artigo 65 do Código de Processo Civil juntar às alegações o documento comprovativo de filiação na AESIRF, pois a junção revelou-se necessária em virtude do julgamento proferido na  instância que introduziu na ação um elemento de novidade, por abandono do instituto Transmissão de Empresa ou Estabelecimento com a invocação da Sucessão de Posto de Trabalho, como tal, carece de prova documental adicional o facto de a recorrente KFORCEK – Segurança Privada, S.A. ser associada na AESIRF.