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Assim, nesta matéria exige-se que o julgador seja prudente e cuidadoso, só devendo proferir decisão condenatória por litigância de má-fé no caso de se estar perante uma situação donde não possam surgir dúvidas sobre a atuação dolosa ou gravemente negligente da parte.10 Regressando ao caso dos autos, constata-se que a ré alegou nos presentes autos que o contrato-promessa que celebrou com a autora, datado de 112006, e o respectivo aditamento de 2010 foram documentos produzidos apenas para a eventualidade de, obtendo uma indemnização em ação a intentar contra o FF, parte dessa indemnização passar a caber à aqui autora, sendo certo que, ao contrário do referido naquele documento, nunca pagou à autora um sinal de 1000,00€.