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318, são elencadas circunstâncias que poderão excluir, de per si, o propósito injurioso ou difamatório, como seja os tradicionalmente conhecidos animus jocandi o propósito não é ofender a honra, mas sim brincar, gracejar, desde que não seja ultrapassada a limite de uma normal conduta; animus consulendi o fim do agente é aconselhar, advertir ou informar, e desde que não haja excesso neste processo informatório, a acção não é censurável); animus corrigendi o propósito é repreender ou admoestar alguém sobre quem se tem o poder de; animus narrandi relato a terceiro do que se viu ou sentiu, desde que não se ultrapasse a fidelidade da transmissão); animus defendendia própria defesa do agente é que está em causa, e não qualquer ofensa a. Afinal, em situações deste tipo, deve ponderar-se o que assume ou não dignidade penal, sendo certo que o legislador não pretendeu, por certo, incluir na previsão legal todas as situações acima descritas.