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Improcede, portanto, o peticionado pelos Recorridos uma vez que não corresponde à verdade a factualidade que os mesmos pretendem que seja considerada provada, em concreto, que "à data dos factos, a Arguida havia sido sancionado pelo Conselho de Disciplina do Federação Portuguesa de Futebol Secção Profissional}, no âmbito dos processos n.s 60 - 2016/2017 e 25 - 2018/2019, por violação de norma equivalente àquela em causa nos presentes Autos, do Regulamento Disciplina da Ligo Portuguesa de Futebol Profissional, tendo sido absolvida pelo Tribunal Arbitral do Desporto, em decisão confirmado pelo Tribunal Central Administrativo Sul".