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No caso em apreço, no despacho que agendou a tentativa de conciliação não se indicou que, apesar de a apelante estar sedeada fora da comarca de Faro o processo pende no Juízo de Execução de, era nela exigível a comparência de um seu representante ou de um advogado munido de poderes forenses para transigir, e a apelante, após ser confrontada com a marcação da tentativa de conciliação, além de manifestar o propósito irredutível de não transigir, indicou que os seus Mandatários forenses, com procuração com poderes especiais para transigir e já junta aos autos, tinham domicílio profissional em Lisboa e que a comparência nessa diligência, pela distância, representava um dispêndio de custo e de tempo.