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n 971 de 2014/09/29, sendo que esta parcela adquirida pelo A. confina igualmente com a parcela a que corresponde o rústico identificado em 7, 15 e 16 da p.que apresentou mais alegando que ainda não tinha sido formalizada a compra dos restantes 5/16, em virtude de na sequência do falecimento do citado F. as mencionadas suas filhas, que venderam ao A., e sua sobreviva mulher F. apenas terem promovido o registo da indicada fração de ¼ que venderam ao A, tudo conforme resulta da fundamentação do Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães – 1 Secção Cível, no âmbito do processo 290/14T8PRG.G1 da qual o A. tomou conhecimento real e efetivo por ter sido notificado a 5 de Fevereiro de 2018, tendo tal acórdão transitado em julgado  No dia 6 de Agosto de 2015, no Cartório Notarial sito na Rua ..., Edifício ..., Bloco ..., em Peso da Régua, compareceram os outorgantes J. e mulher R. P. como primeiros outorgantes e R. casada com R. os 4s RR, e pelo primeiro outorgante marido foi vendido à segunda outorgante, livre de ónus e encargos, o seguinte: um quarto indiviso, que é tudo quanto lhe pertence, do prédio rústico composto por vinha da região demarcada do Douro e cultura arvense de ..., sito no lugar denominado "Travessas”, na freguesia de ..., concelho de Peso da Régua, descrito na Conservatória dos Registos Civil, Predial, Comercial e Automóveis de ... sob o número , da referida freguesia, aí registado a seu favor, na indicada proporção, pela inscrição de aquisição Ap.