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5 Face ao teor literal desta factualidade incerta no n.37 dos Factos Provados, que aquando da celebração do contrato, em data muito anterior à alegada vistoria realizada em 2001, a recorrente prestou FALSAS DECLARAÇÕES, e não apenas declarações inexactas, sobre factos essenciais para a determinação do risco seguro, ao declarar que tinha implementado sistema de prevenção e protecção contra incêndios, E 5 ainda resultando provado da matéria de facto provada que, sem margem para dúvidas, a Recorrida só teve conhecimento dessas falsas declarações aquando da investigação do incêndio e não em 2001 - vistoria realizada para outros fins e muito depois da celebração do contrato -, nenhuma razão poderá sequer vislumbrar-se de tamanha e atrapalhada pseudo "questão fulcral”.