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Acordam na 3 secção cível do Tribunal da Relação de Coimbra O Executado deduziu oposição à execução e penhora movida pela Exequente, alegando em síntese: - verifica-se erro na forma do processo porquanto esta execução teria de seguir a forma especial de execução prevista no artigo 137 do CPC e, por isso, todos os actos são nulos;  - só podem ser penhorados os bens que tenham sido adjudicados ao devedor de tornas em sede de inventário;  Requer ainda a compensação de créditos porquanto da sentença proferida em sede de inventário resulta que a Exequente foi condenada a pagar-lhe €1053,00, ao qual acrescem juros desde a data da sentença de partilha; requer a substituição do bem penhorado por outros bens que indica.