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Assim, a argumentação vertida na sentença quanto à falta de culpa da Recorrida na insuficiência do património após a ocorrência do acidente de viação e que "o rumo da sociedade A.........., Lda., a partir de 02/04/2008 deixou de ser definido pela Oponente”, é válida para a dívidas de IRC de 2007 e 200  Na verdade, face à prova produzida nos autos resulta evidente que após o acidente de viação, a Oponente, ora Recorrida, ficou incapacitada para o exercício de quaisquer funções, dependendo de terceiros, tendo assim logrado provar a falta de culpa na insuficiência do património da sociedade para o pagamento dessas dívidas.