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4 No AMD a versão é outra e alegou-se que se trata de valores não entrados nos cofres da empresa, nem foram utilizados para fazer face a despesas da empresa art, que o A. não estava autorizado a utilizar dinheiros da empresa nem as quantias constantes das contas bancárias da empresa para fins que não fossem do interesse da empresa, nem estava autorizado a fazer quaisquer pagamentos sem possuir em contrapartida o necessário documento de suporte contabilístico art, acabando a concluir que o A. se apropriou dessas quantias art - facto este do art 21 já excluído do processo – e que tal conduta era contrária às regras estabelecidas na empresa para a movimentação e dinheiros da sociedade e foi tomada à revelia da gerência art, daí decorrendo a perda de confiança art.