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16 de dezembro de 2020  Não se conformando com o decidido, a mãe da criança recorreu, formulando as seguintes conclusões,que delimitam o objeto do recurso, sem prejuízo das questões de conhecimento oficioso – artigos 608/2, 609, 635/4, 639 e 663/2, do CPC:  Sendo o objeto do recurso balizado pelas conclusões da apelante, nos termos preceituados pelos artigos 63, n. 4, e 63, n. 1, do Código de Processo Civil, sem prejuízo das questões de que o tribunal «ad quem» possa ou deva conhecer oficiosamente, importa concluir que a decisão judicial de que ora se recorre fez uma incorreta aplicação do conceito de interesse da menor, quando fundamenta a sua decisão no facto da mãe e aqui apelante "vir assumindo um papel não frontalmente obstaculizador,mas passivo perante a filha, deixando ao critério desta, com apenas 9 anos aescolha de querer estar com o pai ou não, não promovendo minimamente ocontacto, antes aliciando a criança com programas sociais apelativos a ocorrer nos dias em que está previsto convívio com o pai” sublinhado.