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Deste modo, convertendo o prazo de 3 meses previsto no artigo 6 do Código de Processo nos Tribunais Administrativos em 90 dias, e considerando os 5 dias inicialmente decorridos entre a notificação do ato e a interposição do recurso hierárquico, acrescidos dos 85 dias contados após o dia 202017, temos que o prazo para o A. pedir a condenação da Universidade de Coimbra a manter o seu contrato como professor auxiliar, e a deferir o seu requerimento no sentido de auferir, em regime de acumulação com as remunerações de assessor do Tribunal Constitucional, as devidas em decorrência do vínculo contratual com a UC, se esgotou em 112017, sábado, transferindo-se, por isso, para o dia 11201  E não colhe a argumentação do Autor, no sentido de que o período de suspensão contratual terminou em 012017, por ter sido nomeado assessor do Gabinete do Presidente do Tribunal Constitucional, retomando-se o contrato, pelo que o ato de 202018 determinou uma nova suspensão contratual, e de que embora reclame o pagamento de salários relativamente ao período em que exercia funções no gabinete dos juízes do Tribunal Constitucional, o faz apenas título de enriquecimento sem causa.