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Note-se, aliás, que, as dúvidas que a Ré suscita quanto à interpretação do artigo 10, n. 1 da redacção originária do n. 119/2015, de 29 de Junho se colocariam, isso sim, em casos em que ao beneficiário já houvesse sido concedida uma melhoria ao abrigo do anterior RCPAS e uma outra ao abrigo do novo RCPAS, na certeza, porém, de que, mesmo nessa situação, a preocupação do legislador subjacente ao Decreto-Lei n. 116/2018, de 21 de Dezembro – ao reintroduzir a obrigação de contribuir por parte dos beneficiários de pensão de reforma que mantenham o exercício da sua actividade profissional com a consequente possibilidade de melhoria do respectivo montante – e a sua in compatibilidade com o disposto na nossa Constituição da República Portuguesa, especificamente, os artigos 1 e 6, n.s 3 e 4 da CRP, teriam sempre que ser levados em conta na tarefa de aferir o sentido da norma.