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5      Por outro lado, quanto à segunda questão, da descaracterização do acidente, forma eliminados os pontos 20, 21, 27, 28, 32 e 33, alterados os pontos 19, 23, 24 e 25 e, ainda, aditados os pontos 55, 56, 57, 58, 59, 60, 61, 62 e 6 5 Toda esta matéria foi devidamente alterada por ter o Tribunal da Relação  considerado, essencialmente e muito importante, que: -   O A. efetuou o corte segundo a técnica padrão, por não ter a árvore em causa qualquer inclinação ou ramagem densa, tendo a árvore caído exatamente para o local onde o A. queria que a mesma fosse abatida; -   Que o A. era experiente, por já ter trabalhado na área de ...; -   Que o local do sinistro era plano, a árvore não tinha qualquer inclinação, tinha copa uniforme, não tinha danos no tronco, o que motivou o A. a ter escolhido a técnica padrão para o abate da árvore; -   Que bem sabia o A. que devia manter o espaço à volta da árvore livre, por forma a criar um percurso de retirada, de modo que os caminhos de fuga se fizessem no sentido oposto à tendência de queda da árvore; -   Que o percurso de retirada escolhido pelo A. foi exatamente pelo caminho onde o A. teria direcionado a queda da árvore;  5       - Que o vento cessou ou mudou de direção para o lado da boca do corte e fez com que a árvore caísse em cima do A. Ora, em face de toda a alteração factual ocorrida relativamente a esta questão seria natural o Tribunal da Relação  concluir pela atuação com negligência grosseira e, portanto, se procedesse à descaraterização do acidente.