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Concomitantemente, o n 2, dispôs que "Quando uma participação social for, por força do regime matrimonial de bens, comum aos dois cônjuges, será considerado como sócio, nas relações com a sociedade, aquele que tenha celebrado o contrato de sociedade ou, no caso de aquisição posterior ao contrato, aquele por quem a participação tenha vindo ao casal.” Ora, no caso temos que a autora e o marido H. G., com o qual era casada no regime de comunhão geral de bens, decidiram que a actividade de comercialização de artigos de vestuário de criança e artigos têxteis lar a que ambos se dedicavam desde que há mais de 50 anos se haviam conhecido, passaria a ser o objecto da actividade de uma sociedade por quotas e a ser exercida através desta.