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Para tanto alega, em síntese, que o mapa de partilha, homologado pela sentença que serve de título executivo à presente execução, é ficcional, na medida em que não espelha o verdadeira acervo da herança a partilhar, isto porque a relação de bens que apresentou no processo de inventário, enquanto cabeça de casal, foi apresentada de comum acordo entre esta e todos os aí interessados, não espelhando os reais bens a partilhar, carecendo de algum tipo de atualização em prestação de contas, tendo então ficado acordado entre a opoente e os restantes interessados que esse acerto de contas quanto aos reais bens a partilhar seria encontrado no seio de reunião, ou reuniões, a realizar para o efeito e que, nessa sequência, as partilhas seriam realizadas em consonância com a realidade encontrada no seio de tais encontros; Acontece que o acordo assim celebrado entre a opoente e os interessados foi incumprido pelos últimos, uma vez que o tempo foi passando e as preconizadas reuniões foram sendo deferidas no tempo, sempre com o pretexto "disto e daquilo”; O verdadeiro acervo da herança a partilhar ascende a 12850,00 euros, verba essa que corresponde à verdade material e que é aquela que dispõe para distribuir entre os herdeiros, e que lhes distribuiu, não podendo a opoente distribuir pelos herdeiros mais do que aquilo que "herdou” para gerir, e mais concretamente do saldo que veio a resultar de tal gestão, e que entretanto foi alvo de sindicância, sequer os exequentes podem pretender receber daquela mais do que aquilo a que realmente têm direito;  Com vista a demonstrar que a relação de bens que consta do processo de inventário constitui uma falácia, em 10/03/2017, intentou ação de prestação de contas, por apenso aos autos de inventário, em que foi sindicada a administração da herança por parte da opoente enquanto cabeça de casal, desde a data em que foi empossada no cargo, em 08/07/2013, até à instauração dessa ação de prestação de contas, em 10/03/2017; Nos referidos autos de prestação de contas foi proferida sentença, entretanto transitada em julgado, em que se decide: "Pelo exposto, nas contas apresentadas pela cabeça-de-casal, , por apenso aos autos de inventário, aprovadas que ficaram uma despesa de 4724,84 euros e uma receita de 14117,61 euros, apura-se um saldo credor de 10397,77 euros, a dividir pelos interessados na proporção das suas meações”; Sustenta que apreciadas as contas da gestão realizada pela cabeça de casal e o respetivo saldo, terá necessariamente que concluir-se que a relação de bens alcançada, por acordo, "no inventário e os montantes dela teoricamente resultantes, constituem uma falácia, uma mera ficção resultante do imbróglio do mandatário da opoente, ao confiar que os exequentes iriam cumprir a mencionada promessa”; Ao ter distribuído a verba de 12850,00 euros, pelos exequentes, ela corresponde, em termos de verdade material, àquela que a executada dispunha para repartir entre os herdeiros; A sentença transitada em julgado, proferida no âmbito da prestação de contas, infirma, de forma inequívoca, a pretensão executória dos exequentes e constitui facto extintivo da suposta obrigação de pagamento; Essa sentença é posterior ao encerramento do processo declarativo inventário) e fica provada por documento sentença no processo de prestação de, pelo que se verifica o fundamento da oposição à execução da al.