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3, n 3, do P.;  Finalmente sexta questão),  44 – O valor sentenciado pelo tribunal a quo para o ressarcimento dos danos não patrimoniais é manifestamente exagerado;  45 – O ressarcimento apenas por danos patrimoniais – traduzido na compensação da diferença entre o valor de aquisição e o valor que, face às novas circunstâncias, o veículo possuísse e a verdade é que, objectivamente, não se sabe qual – afigura-se suficiente para o cabal ressarcimento do lesado;  46 – Mesmo admitindo que o lesado possa ter ficado "contrariado" com o sucedido, não se provaram consequências que, por alguma forma, possam ter afectado a sua vida ou o seu quotidiano, de forma juridicamente relevante;  47 – Razão pela qual devem os arguidos serem absolvidos do pagamento de indemnização por danos não patrimoniais, ou, caso assim não se entenda, deve este valor não ultrapassar a quantia de € 500,0  Nestes termos e nos demais de direito, que Exas doutamente suprirão, deve ser concedido provimento ao presente recurso, devendo em consequência,  - Serem os arguidos absolvidos do crime pelo qual vêm condenados;  Ou, caso assim não se entenda,  - Que sejam absolvidos do pagamento de indemnização por danos não patrimoniais, sendo que, caso se decide que eles existiram, que a condenação não seja montante superior a € 500,00;  Desta forma fazendo Exas JUSTIÇA.