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Base – de que frequentemente se lança mão na fundamentação de decisões respeitantes a sinistros ocorridos em auto-estradas concessionadas; Ora, considerando que se trata de avaliar, neste como em qualquer outro acidente ocorrido numa auto-estrada concessionada a esta R., nomeadamente em que consistem e qual será, por assim dizer, o respectivo conteúdo) as obrigações de segurança cuja demonstração de cumprimento lhe cabe, tal como se prevê, de resto, no artigo 12 n 1 da Lei n 24/2007, de 18 de Julho, entende a R. que esta recente no ano de alteração à mencionada Base do Decreto-Lei n 142-A/2001, de 24 de Abril constitui, mais que um subsídio irrecusável para a interpretação do "conteúdo” daquelas obrigações de segurança mesmo em relação a acidentes ocorridos antes da sua entrada em vigor por ser claramente interpretativa, um "factor” obrigatório e decisivo na análise dos acidentes ocorridos em auto-estrada e particularmente do desempenho operacional das concessionárias; Sucede, porém, e como, aliás, é manifesto, que a sentença não o fez, "preferindo” um raciocínio e uma linha de argumentação/fundamentação que não têm o mínimo suporte legal e que não permitem sequer por nítida falta de informação/concretização) que se possa perceber em que circunstâncias concretas e não, aqui sim, meramente "genéricas”) poderia a R. legitimamente sim, porque é natural que tenha essa aspirar a ser absolvida do pedido formulado; E nesse seguimento, é indesmentível que, tal como se exige nomeadamente no n 2 daquela Base e já agora também na Base, a R. cumpriu o Contrato de Concessão p. ex.