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32 do " Mais pontificante ainda em vista do caso concreto, é o diagrama jurisprudencial traçado no Acórdão daquele Tribunal Supremo em consonância como o aresto acabado de referenciar que, tendo como proposições no seu Sumário Ajudas Comunitárias - Irregularidade – Pedido – Devolução - Prazo de Prescrição balizou que: "- O prazo prescricional geral para ser pedida a devolução de quantias recebidas irregularmente no âmbito do «Fundo de Orientação e Garantia Agrícola» é de 4 anos, previsto no n 1 do artigo 3 do Regulamento CE EURATOM n 2988/95, do Conselho, de 112, relativo à protecção dos interesses financeiros das Comunidades Europeias; - Todavia, havendo interrupções daquele prazo, o mesmo "corre de novo a contar de cada interrupção" parte final do citado § 2), sendo certo que, independentemente dessas interrupções, "a prescrição tem lugar o mais tardar na data em que termina um prazo igual ao dobro do prazo de prescrição ...." seu §  - O termo a quo do referido prazo tem de ser contado a partir da prática da irregularidade.