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O ofendido confirmou ainda o que consta do facto provado n. 10, relatando que a arguida disse-lhe várias vezes "eu mato-te”, "desfaço-te e vais para o cemitério”, não confirmando, no entanto, o que consta do facto não provado n.  Confirmou também o que consta do facto provado n. 11, tendo referido, em síntese, que trancava a porta, por vezes com recurso a uma "cunha”, que entalava por baixo da mesma, e que sentia medo da arguida já antes de ter tido um problema de saúde, referindo ainda ter medo que esta regresse a casa – sendo que a própria arguida, denotando irritação, referiu que o ofendido passava muito tempo durante o dia em casa da mãe e do irmão: "cheira a mãe, cheira o irmão”.