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344 a 376 destes autos, os AA., nas suas alegações do presente recurso, reproduzem grande parte do acórdão proferido por este Tribunal da Relação em 11/07/2013, em sede de recurso da aludida sentença da 1 instância, transitado em julgado, que decidiu: - alterar a resposta aos factos da alínea da Base Instrutória, correspondentes ao facto alegado nos arts 2 e 3 da petição inicial, de provado para não provado; - alterar a resposta aos factos da alínea da Base Instrutória, correspondentes aos factos alegados nos arts 4, 5, 6 e 7 da petição inicial, nos seguintes termos: Provado apenas que a Ré, de forma não autorizada, efectuou as seguintes transferências para outras contas bancárias que não as tituladas pelo Autor: - 20286$00, em 001998; - 00286$00, em 201998; - 00286$00, em 101998; - 50286$00, em 101998;  - 45286$00, em 101998; - 32286$00, em 101998; - 10286$00, em 201998; - 50286$00, em 211998; - 00286$00, em 111998; - 30286$00, em 001999; - 13286$00, em 201999; - 10286$00, em 201999; - manter a resposta de provado dada aos factos constantes da alínea da Base Instrutória, correspondentes aos factos alegados nos arts 8, 9, 10 e 11 da petição inicial; - anular parcialmente o julgamento no que concerne aos factos constantes das alíneas,,,,,, e da Base Instrutória, ordenando a baixa dos autos à 1 instância a fim de serem sanadas as contradições/obscuridades apontadas, e a ampliação da matéria facto nos termos expostos, a fim de o Tribunal "a quo” proceder oficiosamente às averiguações referidas e a outras que entenda necessárias, podendo o julgamento abranger outros pontos da matéria de facto, com o fim exclusivo de evitar contradições na decisão cfr.