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Segundo a Ré, "apesar das tentativas dos autores de tentarem demonstrar que o terraço do estabelecimento comercial da Ré era propriedade exclusiva da Ré, a verdade é que, nos termos do artigo 1421 do , o terraço é parte comum.” Ora, para além de não se atingir qual a relevância da questão – o que está dado como provado relativamente à origem das infiltrações é que as mesmas "tiveram origem numa fuga de águas nas tubagens do WC do espaço comercial” locado à ré, e não no tal terraço –, nunca a ré, nos seus articulados, havia levantado tal questão, que, pura e simplesmente, não foi discutida nos autos, pelo que sempre configuraria uma questão nova, só agora levantada em sede de alegações de recurso, e que, como tal, o tribunal não poderá conhecer.