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Realmente, clama a Recorrente , ACE que o termo a quo do prazo prescricional para os danos de afetação da estrutura da habitação dos autores corresponde à data da execução dos trabalhos de decapagem e o momento em que os camiões supostamente passaram naquele local – início do ano de 2010, pelo que, aquando da entrada do presente processo no Tribunal a 17 de julho de 2013, já se encontrava ultrapassado o prazo de três anos, que se iniciou no início do ano de 201 Mais apregoa a Recorrente, e desta feita com reporte para o segmento decisório atinente à sua condenação parcial no pedido, que não tinha qualquer dever de fiscalização da execução dos trabalhos da empreitada – esse dever impendia e incumbia à R. A...., dona da obra e Concessionária do Estado Português, inexistindo qualquer relação de comitente e comissário entre si a interveniente acessória A.. Invoca ainda a culpa da lesada emergente da falta de falta de licença de construção e de habitação do prédio visado nos autos.