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Tal dívida resultou de uma liquidação adicional efectuada pela Direcção de Serviços de Inspecção Tributária desta Autoridade Tributária e Assuntos Fiscais da Região Autónoma da Madeira, na sequência de uma acção inspectiva levada a cabo à oponente e que teve por base a ordem de serviço n. OI201600110, de cujo relatório final foi o respectivo mandatário, Dr. B. notificado em 31 de Outubro de 201  Da sobredita execução fiscal foi a oponente citada pessoalmente em 03 de Janeiro de 201  Inconformada, veio aos 29 de Janeiro de 2019 apresentar a presente oposição à execução fiscal, ao abrigo das alíneas e do n. 1 do artigo 20 do Código de Procedimento e Processo Tributário alegando, sucintamente, a falta de notificação da liquidação de imposto em cobrança coerciva dentro do prazo legal de caducidade, na medida em que a Autoridade Tributária não notificou o mandatário constituído no procedimento inspectivo de tal liquidação, violando desta forma o artigo 4, n. 1 do CPPT, porquanto entende a oponente que este normativo deve ser interpretado no sentido de ser obrigatória a notificação da liquidação resultante de uma acção inspectiva ao mandatário constituído no âmbito de tal procedimento, não sendo essa notificação substituível pela notificação ao próprio sujeito passivo.