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Há, ainda, que ter em conta as nulidades da sentença, nos termos aludidos no artigo 379, n 1 e 2 do Código do Processo Penal bem como as nulidades que não devam ser consideradas sanadas, face ao disposto nas disposições conjugadas nos artigos 410, n 3 e 119, n 1, ambas do citado diploma legal  Simas Santos e Leal Henriques ao debruçarem-se acerca do falado vicio bem o caracterizam dando conta que "verifica-se erro notório quando se retira de um facto provado uma conclusão logicamente inaceitável, quando se dá como provado algo que notoriamente está errado, que não podia ter acontecido, ou quando, usando um processo racional e lógico, se retira de um facto dado como provado uma conclusão ilógica, arbitrária e contraditória, ou notoriamente violadora das regras da experiencia comum, ou ainda quando determinado facto provado é incompatível ou irremediavelmente contraditório com outro facto positivo ou contido no texto da decisão recorrida.”   Fazendo apelo ao que deixámos atrás enunciado quanto aos vícios a que alude o artigo 410 do Código do Processo Penal e debruçando-nos sobre a decisão em recurso importa, desde já, concluir que o Tribunal "a quo” nela vez constar todos os factos coligidos no despacho acusatório, pela acusação particular, pela demandante cível tanto quanto os trazidos pela defesa, bem como os que foram o resultado da discussão em audiência de julgamento, assim contemplando todos os factos que compõem a "constelação” do objecto do processo e que importaram à decisão que proferiu.