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Assim sendo, e em obediência ao princípio estabelecido no artigo 63, n 4 da CRP, conclui-se que o banco réu apenas tem o direito a receber 74% da pensão atribuída ao autor pelo Centro Nacional de Pensões, e não 85%, como tem recebido até hoje, a cada momento, devendo, assim, abonar o autor, no valor correspondente a 26% desse montante, nos seguintes valores absolutos:  Entre Fevereiro de 2015 e Dezembro de 2017, o A. devia ter recebido 456,37€ por cada mês, 14 vezes por ano, tendo apenas recebido 263,29€, o que totaliza a diferença de 193,08 € por cada mês, num total de 723,20€;  Entre Janeiro de 2018 e Fevereiro de 2019 o A. devia ter recebido 462,30€ por cada mês, 14 vezes por ano, tendo apenas recebido 266,71€, o que totaliza a diferença de 195,50€ por cada mês, num total de 933,85 €;  Impõe-se por isso concluir pela procedência total da ação e pela condenação do banco réu a pagar ao autor a quantia de 1657,05€, acrescida de juros de mora, vencidos desde a data de vencimento de cada uma das prestações e até integral pagamento – o que se decidirá”.