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E no n. 5 do mesmo artigo refere-se que "Após a transferência prevista no n. 1, o Banco de Portugal pode, a todo o tempo: a) Transferir outros activos, passivos, elementos extrapatrimoniais e activos sob gestão da instituição de crédito originária para o banco de transição; b) Transferir outros activos, passivos, elementos extrapatrimoniais e activos sob gestão do banco de transição para a instituição de crédito originária.”  Reportando-nos ao caso "sub judice”, refere-se na sentença recorrida o seguinte: «Há várias decisões convergentes dos nossos tribunais superiores que não favorecem a pretensão dos Autores da presente acção, na medida em que consideraram que factos passíveis de determinar a responsabilidade contratual do "Banco A, S.A.” perante os seus depositantes integram as excepções previstas nas subalíneas e da alínea do anexo 2 da deliberação de resolução do Banco A e, consequentemente, não foram objecto de transmissão para o "Banco A S.A.”.