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12 – Em face dos mencionados três motivos, deverá concluir-se que a recorrente demonstrou de forma suficiente a verificação do critério do fumus boni iuris, pelo que, ao considerar que não se verifica este pressuposto, a decisão recorrida interpretou erradamente os factos e elementos de prova constantes dos autos, e, em consequência, aplicou erradamente o direito aos factos,violando deste modo o disposto no art.120, n 1 do CPTA.”  A Recorrida, Junta de Freguesia de Peraboa, nas contra-alegações formulou as seguintes conclusões:”  A recorrente entende que não merece qualquer reparo a douta sentença do Tribunal a quo;  Não há subjacente à pretensão da ora recorrente qualquer fumus bonis iuris.