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A seu tempo foi realizada a audiência de julgamento e proferida sentença com o seguinte dispositivo: «Em face do exposto, julga-se procedente a presente acção e em consequência decide-se: ) Declarar impugnado, para todos os efeitos, o facto justificado na escritura pública de justificação notarial datada de 15 de Novembro de 2017 outorgada pelos  e  Réus, outorgada no Cartório Notarial de sito na Rua   ...) , em Coimbra, de aquisição do prédio urbano composto de casa de habitação de rés-do-chão e primeiro andar, logradouro e quinta, sito em  x... , freguesia de  y... , concelho de  z... , inscrito na matriz sob o artigo 354 e descrito na Conservatória do Registo Predial de  z...  sob o n. 124 ) Declarar ineficaz e de nenhum efeito a escritura referida em, não podendo os Réus através dela, registar quaisquer direitos sobre o prédio nela identificado; ) Ordenar o cancelamento dos registos de aquisição efectuados pelos Réus com base na sobredita escritura; ) Condenar os Réus nas custas do processo» b) É desta decisão que vem interposto recurso por parte da ré T, Lda., cujas conclusões são as seguintes: «1 – O tribunal "a quo” declarou ineficaz e de nenhum efeito a escritura de justificação referida em 2 – Tal determinou o cancelamento do registo de aquisição da recorrente compra e, nos termos do art.