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Acordam, em conferência, no Tribunal da Relação de Évora:    Relatório  AA, divorciada, residente na rua , n , 1, Grândola, intentou a presente ação declarativa, na forma de processo comum, contra a Massa Insolvente do Banco Espirito Santo, S.A, com sede social na rua Barata Salgueiro, n 28, 6, Lisboa, Novo Banco, S.A., com sede social na avenida da Liberdade, n 195, Lisboa, e Fundo de Resolução, pessoa coletiva de direito público, com sede junto ao Banco de Portugal, sito na rua do Comércio, n 148, Lisboa, pedindo a sua condenação solidária no pagamento da quantia de €10000,00, acrescida de juros contratuais, juros de mora vencidos, desde 3 de novembro de 2014, e vincendos, até efetivo e integral pagamento, e da importância de €500,00, a título de danos não patrimoniais, articulando factos que, em seu critério, conduzem à sua procedência, a qual culminou, em sede de saneador/sentença, com absolvição da instância da primeira e terceiro demandados, com fundamento, respetivamente, na anulação do processo, por inadequação da forma processual empregue, e na verificação da exceção dilatória de incompetência absoluta do Tribunal recorrido, e com a absolvição do segundo demandado do pedido, a pretexto da ocorrência de uma exceção perentória inominada, geradora da sua ilegitimidade substantiva, por, face às deliberações tomadas pelo banco de Portugal, inexistir "qualquer responsabilidade que possa ser assacada ao réu Novo Banco, S.A.”.