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4 E a recorrente afirmou e continua a afirmar a sua estranheza pela posição adoptada pela ERC na decisão impugnada, que considera aliás contrária aos mais elementares objectivos da regulação, porque vai contra a notória redacção da sua diretiva 1/2014, aprovada em 21 de Maio de 2014 sobre o exercício do direito a extratos informativos e a utilização de imagens sujeitas a direitos exclusivos de transmissão televisiva, nomeadamente o seu ponto 2 que claramente refere que : "O limite à duração dos extratos imposto pelo artigo 3, n. 4, alínea, da lei da Televisão, reporta-se às imagens em bruto cedidas pelo titular dos direitos exclusivos, ou registadas a partir das imagens por aquele emitidas ou colhidas pelo próprio operador secundário, e não à duração da peça noticiosa que pode conter uma ou mais repetições das imagens cedidas pelo titular dos direitos ou incluir imagens próprias do operador ultrapassando o seu tempo total 90 segundos.”, 4 Tal interpretação restritiva da letra da lei, como a própria ERC reconhece – designadamente da alínea, do n. 4, do art.