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Juiz a quo decida manter a penhora do referido prédio urbano até que essas tornas sejam depositadas a favor dos presentes autos, em manifesto prejuízo da recorrente, quando só por exclusiva inércia da exequente não foi penhorado esse valor de tornas que o executado recebeu em sede de inventário  - Se a exequente queria acautelar o seu crédito competia-lhe exigir o depósito das tornas no processo de inventário para que pudesse penhorar esse bem ao executado, não o tendo feito não pode agora continuar a beneficiar da garantia do prédio urbano que, de plena propriedade, pertence a quem não é devedor - acórdão do TCA do Sul de 002019, proferido no processo n. 255/17BELRS, disponível in www.dgsi.pt  - A penhora desse prédio deve, pois, ser levantada já que, pelo menos para efeitos da presente execução, a dívida exequenda é da exclusiva responsabilidade do executado e, por isso, só os seus bens próprios respondem por ela - n. 1 do art.