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Desconsidera que, "erificados tais pressupostos deve atribuir-se à prova atípica a mesma eficácia probatória que é reconhecida à prova típica sob peba de se limitar abusivamente o princípio da liberdade de prova”  Finalmente, nota-se que o Tribunal a quo adverte que sempre "chegaria” à prova daquela facticidade "com o simples teor do certificado do registo criminal da arguida, que já é vasto nas condenações pela prática dos crimes de furto com uma certa regularidade e normalidade conjugado com o teor do relatório social que dá um relato sobre a atividade que efetivamente a arguida vem desenvolvendo ao longo de vários anos e do qual se retira que a componente da atividade delituosa da prática dos furtos se integra nessa normalidade, o que não deixa ser bem revelador e expressivo o modo, mais uma vez, da prática dos factos do presente processo.