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), tendo apresentado tais contas um saldo de € 937,1   Por sua vez, os autores vieram contestar algumas das receitas e despesas apresentadas, reclamando a existência de um saldo positivo, favorável à herança, nunca inferior a €3344,5  Realizou-se a audiência de discussão e julgamento com a prolação de sentença que julgou a ação parcialmente procedente, e, em consequência, declarando prestadas as contas da herança por óbito de A. e , relativas ao período de 05-12-2011 a 05-07-2015:   a) Determinou a exclusão, como verbas da despesa, das quantias referentes a "despesas administrativas” dos anos de 2013, 2014 e 2015, no montante global de €4680,00, e o valor "Liquidação Dr. F.”, no valor de €776,70;  b) Declarou a existência de saldo positivo no montante de € 393,89 nove , trezentos e noventa e três euros e oitenta e nove cêntimos);  ) Condenou a ré a pagar aos restantes herdeiros 7/8 daquela quantia, na proporção dos respetivos quinhões;  ) Absolveu a ré do demais peticionado.Inconformado com a sentença, os Autores interpuseram recurso, finalizando com as seguintes conclusões:  1– A ré nomeou um seu irmão – o chamado – para exercer funções inerentes ao cargo de cabeça de casal, designadamente para contactar os inquilinos dos prédios das heranças e proceder à cobrança de rendas; 2– Isto mesmo resulta quer do teor dos "recibos” por ele assinados quer das declarações por ele prestadas em sede de audiência de julgamento; 3– Assim, ao entregarem-lhe os montantes das rendas, os inquilinos faziam- no a um representante da cabeça de casal que, por sua vez, representava as heranças; 4– Deve, pois, considerar-se como provado que a cabeça de casal conferiu ao seu irmão poderes de estabelecer contactos com os inquilinos dos prédios das heranças para assuntos relacionados com os arrendamentos, designadamente para deles receber as rendas; 5– Daqui decorre que a entrega pelos inquilinos ao dos montantes das rendas era, pois, liberatória – o que também decorre do facto de ela ter sido expressamente consentida pela cabeça de casal e por esta a ter ratificado – arts.