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Daí que lhe esteja vedada a possibilidade de se poder desvincular, por denúncia, da obrigação cambiária que assumiu.10 Posteriormente, sancionando este entendimento, que também sufragamos, veio a ser proferido pelo STJ, em 11 de Dezembro de 2012, o Acórdão de Uniformização de Jurisprudência n. 4/2013, publicado no R. – 1 Série, n. 14, de 21/01/2013, que estabelece o seguinte: "Tendo o aval sido prestado de forma irrestrita e ilimitada, não é admissível a sua denúncia por parte do avalista, sócio de uma sociedade a favor de quem aquele foi prestado, em contrato em que a mesma é interessada, ainda que, entretanto, venha a ceder a sua participação social na sociedade avalizada.” Como é explanado no aludido AUJ n. 4/2013 de 11/12/2012, "não se constituindo o aval como um contrato, ou seja, um acordo entre o avalista e o avalizado, ou o tomador do titulo cambiário, não poderá desligar-se do vínculo que constituiu mediante uma declaração de vontade receptícia) devendo responder como obrigado cambiário. )