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O objeto do recurso principal, tendo em conta as conclusões da embargante, consiste em saber: se deve ser alterada a decisão relativa à matéria de facto, concretamente o ponto número 1 dos factos provados, do qual deve passar a constar a data do trânsito da sentença que constitui o título executivo, e o único) ponto de facto dado como não provado, devendo, quanto a este, considerar-se provado que a embargante pagou, em novembro de 2020, por transferência bancária, a quantia de 759,92€; se a embargante, enquanto fiadora, não é responsável pelo pagamento da indemnização pela ocupação do locado, depois de declarada a insolvência da afiançada, uma vez que a satisfação desse crédito é da responsabilidade da massa insolvente, a fiança caducou quando "desapareceu” a afiançada e sempre a recorrente estaria desonerada da sua obrigação, por não poder subrogar-se; se o valor pago pela embargante em novembro de 2020 deve ser imputado/descontado á sua dívida  O objeto do recurso subordinado, por sua vez, e atendendo, agora, às conclusões apresentadas pela embargada, consiste em saber: se o tribunal recorrido devia ter contabilizado, como crédito da embargada, a quantia correspondente a outra renda/ valor indemnizatório mensal e se, entre o trânsito da sentença em execução e a entrega do locado julho/dezembro de a embargante devia ter sido condenada no pagamento do valor mensal 5 em dobro e não em singelo, nos termos do disposto no n. 2 do artigo 1045 do Código Civil.