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Decisão  Nos termos expostos, decidimos atribuir a competência, em razão da matéria, para conhecer do objeto desta ação aos tribunais judiciais, quanto ao Banco Espírito Santo SA, B ., Novo Banco SA e Fundo de Resolução, e aos tribunais administrativos, quanto ao Banco de Portugal e Comissão de Mercado de Valores Mobiliários.»  Não temos quaisquer razões para nos afastarmos da linha de orientação subjacente a este acórdão, que foi também consagrada, entre outros, nos acórdãos proferidos nos processos n.s 31/18, de 14 de fevereiro de 2019, 30/18, e 01/19, ambos de 11 de abril de 201  Impõe-se, pois, a confirmação do decidido pelo Tribunal da Relação relativamente ao Banco de Portugal e à e a revogação daquele acórdão no que se refere ao Réu Fundo de Resolução, atribuindo a competência para conhecer da ação contra este aos tribunais judiciais.