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Não obstante, ainda que porventura assim se possa não entender – podendo por exemplo considerar-se que estaria aí em causa apenas a promessa de celebração de um contrato, caso em que a lei impõe a sua celebração por escrito artigo 10, n. –, sempre à mesma conclusão se chegará face ao que resulta da demais factualidade provada, como afinal o afirmou o Tribunal a quo, muito embora não acompanhemos todo o seu percurso argumentativo e, desde logo, a sua afirmação de que "perante os factos provados, não é possível concluir que, na relação entre o A. e o 1 R., se verificaram pelo menos duas das características referidas nas alíneas a, do n 1, do art 12, do T.” De facto, também se entendendo tal como o Tribunal que a factualidade provada não permite ter como preencha a previsão das alíneas, e do citado normativo – conclusão que, diga-se, não sendo questionada sequer no recurso, face ao que consta da factualidade provada, dispensa maiores considerações da nossa parte –, como ainda, acompanhando o mesmo Tribunal, agora quanto à previsão da alínea10, que essa está suficientemente preenchida, não se acompanhando assim o Recorrente quando pretende convencer do contrário, pois que, no caso, sem dúvidas, que foi paga, como é pressuposto da previsão da norma, tal como resulta do ponto 2 da factualidade, com periodicidade, no caso mensal, uma quantia certa em dinheiro, assim de €250,00 líquidos, como contrapartida da atividade do Autor/sinistrado – sendo que, esclareça-se11, não se considerando sequer que tenha a relevância que o Recorrente dele pretende retirar o argumento que avança de que não se teria especificado a origem dos pagamentos do vencimento auferido, não constando de facto provado de modo expresso que tivesse sido o  Réu a pagar, "a expensas dele”, os valores em dinheiro pagos ao Autor como contrapartida do seu salário, também não é menos verdade que, da conjugação de toda a factualidade provada, assim os pontos indicados pelo Tribunal recorrido, se pode extrair a conclusão de que assim seria –, também se conclui, e aqui divergindo do Tribunal recorrido, que resulta agora da factualidade provada12, assim nomeadamente nos pontos 2 e 3, estar preenchida a previsão da alínea do normativo13, pois que, independentemente aqui da questão de as obras estarem a ser realizadas em nome da  Ré e não pois do  Réu) – e, frisa-se, em nome dessa Ré e não já, o que é coisa diversa, que fosse essa a realizar tais obras –, foi o  Réu quem indicou ao Autor essas obras para que nelas exercesse as suas funções, o que permite dizer, assim o entendemos, que esse Réu determinou, em concreto, o local em que o Autor exerceria as suas funções, ou seja, o daquelas obras e não pois em qualquer outro local.