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A Recorrente terminou as suas alegações de recurso formulando as conclusões que se reproduzem de seguida: a) O presente recurso é interposto no seguimento da Sentença, datada de 29 de Novembro de 2010, proferida no âmbito dos autos de impugnação judicial que correram termos sob o n. 1070/09BECBR, junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, a qual julgou improcedente a referida impugnação e, consequentemente, manteve na ordem jurídica o acto de liquidação de Imposto do Selo n. 2007 6430003571, no valor de 3000,00 e o acto de liquidação de juros compensatórios n. 2007 00002037701, no valor de € 9457 b) A Recorrente celebrou um contrato de trespasse mediante o qual adquiriu um estabelecimento comercial de farmácia, bem como um "posto de medicamentos" dependente daquela farmácia, pelo preço de € 17497,64 correspondente ao valor atribuído ao trespasse, no montante de €11000,00, com o valor das existências em stock, no montante de € 61,497,64), tendo, nesse âmbito, pago um montante de Imposto do Selo, com base na taxa de 5% prevista na Verba 21 da TGIS, no valor de € 574,8 ) Na sequência de uma acção de inspecção, foi a Recorrente notificada da liquidação adicional n. 2007 6430003571, através da qual lhe foi exigido o pagamento de imposto aiegadamente em falta no montante de € 3000,00, correspondente à diferença entre o imposto que deveria ter sido, liquidado, no montante de 3574,88, por aplicação da taxa de 5%, à soma dos activos incorpóreos "transmitidos", no valor total de € 77497,64, e o valor que já havia sido liquidado por ocasião da celebração do contrato € 574,88). )