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patrocinada pelo Ministério Público, instaurou ação declarativa emergente de contrato individual de trabalho, com processo comum, contra  Ré) e , S.A.  Ré), formulando o seguinte pedido: 	«Nestes termos deve a presente ação ser julgada procedente por provada, e por via dela, ser 	A. Declarado convertido em contrato de trabalho sem termo o contrato existente entre a Autora e a 2 Ré; e bem assim ser 	a. Declarada transmitida para 1 Ré, a partir de 1/8/2015, a posição do empregador no contrato de trabalho sem termo existente entre a Autora e a 2Ré; 	b. Declarado ilícito o despedimento da Autora por parte da 1 Ré; 	Ser a 1 Ré condenada a pagar à Autora a quantia de 3 857,4€, acrescida de juros de mora até integral pagamento e correspondente a 	) 1395,4€, a título de férias não gozadas, proporcionais no ano da cessação relativos a férias, subsídio de férias e subsídio de Natal; e  	) 2 462€ a título de indemnização em substituição da reintegração.