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cujos objetivos definidos são «a reconversão para o uso habitacional das antigas instalações fabris da B., já demolidas», não se retira do regime estabelecido no PDM que o terreno tenha sido beneficiado pelo facto de ter sido previamente afeto àquele fim industrial, não só porque uma parte substancial do mesmo é destinado a um parque urbano, e a outros equipamentos públicos, como, principalmente, porque é o próprio relatório dos peritos que reconhece que «o índice de utilização 0,50m2/m2) enquadra-se dentro do que se considera o aproveitamento económico normal e razoável para a zona e tendo em consideração as características do prédio nomeadamente a sua grande dimensão e e respeita as disposições do PDM da Maia, nomeadamente a percentagem máxima de utilização do solo 60%).» Ou seja, é expectável que o terreno viesse a beneficiar de uma classificação urbanística equivalente, mesmo que não tivesse sido expropriado, não se vislumbrando, por isso, uma razão concreta que justifique corrigir o montante a restituir à Recorrida em razão dessa valorização.