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Os reclamados admitiram na sua oposição o seguinte:  ")  Os ora reclamados efectivamente são sócios da sociedade , Lda., e por razões que para os presentes autos não relevam, outorgaram, em 26 de Novembro de 2013, no Cartório de Trancoso, escritura de hipoteca sobre o prédio urbano de que são proprietários no , da freguesia , concelho de Espinho, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 2095, e descrito na Conservatória do Registo Predial de Espinho sob o n. 349, composto por um armazém com área de 1500 m2, a favor da H, SA, garantindo o pagamento do valor efectivamente em débito pelos fornecimentos de queijo efectuados pela H à .  Com efeito, os ora reclamados constituíram hipoteca sobre o prédio supra descrito e mencionado no artigo 8 da Reclamação, e não sobre qualquer outro.