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n 1 junto com a P.);  20 – O Tribunal a quo retira ilações e conclusões de factos que não foram sequer alegados pelas partes, nem são objeto da prova: não foi referido em nenhum momento que a letra tivesse sido apresentada a pagamento, nem que o 1 R. tivesse tido conhecimento de tal, nem sequer foi junto qualquer documento comprovativo;  21 – Pelo contrário, no que respeita ao contrato de cessão de quotas, bem como à data de celebração do mesmo foi explicado pelos depoimentos supratranscritos em, que se tivesse sido celebrado com intuito fraudulento, como erradamente se julgou, resulta da lógica e das regras da experiência comum da vida e do normal acontecer que bastaria que nele fosse colocada uma data anterior àquela que foi aposta no contrato;  IGUALMENTE SEM PRESCINDIR,  22 – Foi dado como provado no ponto  dos "Factos Provados” de "A) Fundamentação de Facto”, de "FUNDAMENTAÇÃO”, que: "Nesse mesmo documento declararam o 1 réu e a ré A. P., ex-cônjuge daquele, ceder a J. P., uma quota no valor nominal de € 2934,00, por eles detida, como bem comum, na sociedade "J. P., Lda.”, desse documento constando, como preço da cessão, "vinte e oito novecentos e trinta e quatro euros”.