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Verificou-se que um dos intervenientes tinha falecido, tendo-se procedido à sua habilitação.Em 08/01/2020 foi realizada audiência prévia, onde se admitiu o pedido reconvencional, se proferiu despacho saneador julgando improcedente a arguida exceção de ilegitimidade e fixou-se o objeto do litígio, elencando-se os temas de prova do seguinte modo, respetivamente: Averiguação da propriedade de uma faixa de terreno e sua delimitação, seu reconhecimento e eventual restituição da mesma, bem como com eventual abuso de direito por parte das Autoras B e G. das características do prédio identificado em 3 da petição inicial; da integração da faixa de terreno em apreço nos autos no referido prédio; acordo entre Autores e Réus quanto à ocupação e cedência de faixa de terreno em apreço nos autos; ocupação da faixa de terreno e prática de atos materiais por parte do Réu «Município»; conduta das Autoras B e G em contradição com o anteriormente acordado; prejuízo para o interesse público na remoção das obras realizadas na faixa de terreno; alegação, por parte das mesmas Autoras de factos que sabem não corresponder à verdade.Realizou-se audiência de julgamento, já com intervenção do  P., tendo sido proferida a seguinte decisão: « Declaro que o prédio rústico composto por cultura, videiras de enforcado e dependências agrícolas, com a área de 8570 m2, sito no lugar de , da freguesia de , do concelho de , a confrontar de norte com carreiro da , de sul com H, de nascente com caminho e de poente com , inscrito na matriz sob o artigo 227 e descrito na Conservatória do Registo de Registos Civil, Predial, Comercial de  sob o n. 165 pertence à herança aberta por óbito de  e E;   Condeno os Réus a reconhecerem o aludido em 1;  Absolvo dos demais pedidos formulados.