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Na verdade, como também já se teve ensejo de explanar, os apelantes instauraram a presente ação, pretendendo que o tribunal declarasse a resolução do contrato de arrendamento celebrado com a apelante e o Réu marido, com fundamento na circunstância destes não lhe terem pago 450,00 euros da renda do mês de fevereiro de 2018, vencida em 08/01/2018, e a totalidade das rendas dos meses de março, abril e maio de 2018, vencidas, respetivamente, em 08/02, 08/03 e 08/04/2018, no montante de 550,00 euros cada uma, e pedindo que, consequentemente, se condenasse os mesmos a despejar o arrendado e a pagar-lhe as rendas vencidas e vincendas até à efetiva desocupação deste, acrescidas de juros de mora, até efetivo e integral pagamento.