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Ora, e como se salienta na sentença recorrida, certo é que, não só o recorrente, enquanto gerente único da insolvente, não apresentou a mesma à insolvência no prazo de 60 dias até ao final do mês de Fevereiro ou inícios do mês de Março de, como essa insolvência veio a ser requerida por um dos credores da sociedade já em Maio de 2013 e quando os créditos sobre a insolvência já ultrapassavam em muito o valor das dívidas vencidas em Dezembro de 2011 € 76, pois que ascendiam a € 17553,14, conforme lista homologada de credores reconhecidos, ou seja, dito de outra forma, quando a situação de insolvência já consolidada e patente em Dezembro de 2011 se tinha agravado sobremaneira, passando de um valor de cerca de 76 euros de dívidas vencidas para um valor de cerca de 178 euros, evolução que o recorrente, enquanto gerente da insolvente/devedora, não podia deixar de conhecer, assim como o consequente acumular de prejuízos causados aos credores por mor dessa sua conduta.