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Considera-se, assim, que através do requerimento de 05-06-2014, o sinistrado pretendeu exercer o seu direito às prestações que lhe eram devidas, tendo-se interrompido novamente o prazo prescricional que estava a correr, e começado a partir dessa data a correr um novo prazo de 5 anos, com termo em junho de 201 Nesse contexto temporal, uma vez que em 03 de abril de 2019, sem que tivesse ainda sido decidida a revisão da sua incapacidade, o sinistrado veio, de novo, informar nos autos que "a pensão fixada no processo nunca foi paga” fls., é de considerar, à luz do acima exposto, que o mesmo manifestou, também aqui, a intenção de pretender exercer o seu direito - interrompendo-se, como tal, mais uma vez, o referido prazo de prescrição de cinco anos, não se verificando, assim, a prescrição das prestações em causa.