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1 A segunda questão — se o acórdão recorrido errou, ao dar como provado o facto que o Tribunal de  instância dera como não provado sob a alínea: que à data da outorga do testamento em causa, a falecida não tinha liberdade de querer e entender o sentido e o alcance das deixas testamentárias, na medida em que se encontrava incapacitada por anomalia psíquica grave, em virtude da doença Demência e que lhe havia sido diagnosticada meses antes conclusões e da alegação de — foi apreciada e decidida no acórdão proferido pelo Tribunal da Relação, nos seguintes termos:   " mesmo ao nível da esfera de conhecimento de um leigo onde se inclui o Sr. Funcionário o Sr. Notário e os Juízes) não é verosímil que alguém com noventa e três anos de idade a quem foi diagnosticada, por pessoas especialmente habilitadas para o efeito, a doença de alzheimer com Síndrome demencial em estadio grave e irreversível possa ter um estado lúcido episódico susceptível de fundamentar qualquer dúvida acerca da verificação do invocado vício de vontade no momento de testar.. O mesmo resulta do teor do depoimento de , médico psiquiatra, perito do Instituto de Medicina Legal que subscreveu o relatório de perícia psiquiátrica realizado a KK e NN, psicóloga e directora do lar de terceira idade da Santa Casa da Misericórdia.