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Ademais, no caso, insiste-se uma última vez, não é sequer preciso recorrer à "tese” da presunção legal de culpa para responsabilizar civilmente o R./recorrente: efetivamente, ficou mesmo provado não por presunção) que "a notícia foi publicada com conhecimento e sem oposição do diretor factos n 12, 24, 26 e e que a jornalista que escreveu a notícia e o Diretor do jornal agiram conscientes e conformados com a imputação e acusação que estavam a fazer ao Autor facto n”; e não faz sentido o R/recorrente continuar a dizer que "entende que nos autos não foi feita tal prova” e que "não se concede” que tenha sido dado como provado que teve conhecimento da notícia publicada.