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Ora a principal questão suscitada nestes autos é também a de saber se, e em que medida, o aerogerador/torre eólica modelo E-82 deve ser considerado prédio nos termos do artigo  do Código do  A mesma questão relativa à susceptibilidade de cada aerogerador, como defendeu em 1 instância a recorrida integrar o conceito de prédio para efeito de tributação em sede de foi já apreciada no referido acórdão deste Supremo Tribunal Administrativo no sentido que merece o nosso inteiro assentimento, sem que neste processo se vislumbrem argumentos diversos, ali não consideramos, e, que de algum modo nos possam fazer divergir do entendimento ali expresso, que, por isso, aqui reafirmamos inteiramente e, passamos a citar: «) o conceito fiscal de "prédio”, para efeitos de incidência do , afasta-se da noção civilística contida no art.