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É que, afinal, sem sequer invocar a mesma Recorrente razão que justificasse a sua conduta, assim o pagamento que fez, que mais não fosse referindo que o teria feito por eventual erro ao assim ter procedido, foi a mesma Recorrente quem, livremente, pagou tal montante – não resulta dos autos, ou sequer a mesma o refere, por exemplo que o Autor lho tivesse solicitado –, ou seja, o mesmo montante que agora refere ser indevido – alega apenas no artigo 13 que, no entanto, "pagou indevidamente ao A. a quantia de €29,24” "a título de abono para falhas integrado no subsídio de férias” e, no artigo 14, "compensando o valor em dívida pela Ré €81,60) com o montante recebido indevidamente pelo A.