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precisamente ANSELMO DE CASTRO, DPCD, , p. 350 ss; LEBRE DE FREITAS, Introdução, 4 ed., p. 41 ss; e, menos precisamente, CASTRO MENDES, DPC, , p. 669; A. VARELA et al., Manual, p. 450-451 e 455-457),:    não se trata de um dever ou de uma obrigação processuais;    o chamado ónus da prova deveria modernamente chamar-se "encargo conveniente da prova”, podendo definir-se como a indicação pelo direito objetivo de qual será a parte que, normalmente, suportará as consequências desfavoráveis decorrentes de não se provar no processo uma factualidade que, segundo as normas de direito substantivo, é favorável aos interesses dessa parte cf.