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Quanto a 41 a 43: ao contrário do que diz o MP, o acórdão recorrido concretiza, demoradamente, as mudanças no comportamento da mãe, desde 2017 a 2021 e que não são só aquelas em que o MP condescende: o estado inicial vem descrito nos §§\ 1, 4, 5 este com algum exagero porque baseado no email da senhora idónea o que é aliás esclarecido nos §§ 6 e,  parte de 9 e 24 mas com a explicação de; o começo da evolução e o seguimento dela vem descrito nos §§\ 2, 3,  parte de 8,  parte de 9, 10, 17 a 20 e 29; e o estado actual está descrito e concretizado nos §§\ 11 a 16, 21, 26 a 28, 30 com explicação em, 32, 33 e 39 a 4 Ou seja, de um estado inicial de más condições de higiene para a menor e na habitação e más condições de saúde mental da mãe com falta de acompanhamento clínico desta - sendo estes problemas, de qualquer modo, no essencial de natureza reactiva -, foi evoluindo com uma adesão ao processo terapêutico, com notórias melhorias, até chegar ao estado actual, em que há uma notória melhoria naquele estado de saúde, nas condições habitacionais, incluindo a nível de higiene e de organização do espaço, e mesmo económico-social o que vai contribuir para uma melhoria de alimentação), já que o filho adulto, a trabalhar, vive com a mãe e contribui com o seu ordenado para o sustento da casa, deixando de ser apenas uma fonte de despesas e de necessidade de mais trabalho e por isso vai deixar mais tempo para a mãe cuidar da e no relacionamento capaz, afectivo, adequado, seguro, útil e benéfico da mãe com a filha.