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E nas demais alegações sustenta a final e em suma, que mal julgou o Tribunal a quo quando apreciou que ao não se ter o Recorrente apresentado aos concursos na pendência do exercício dos seus mandatos na autarquia, que o fez de forma consciente e voluntária, o que não aceita, pois que no respeito pelos seus direitos e interesses legalmente protegidos, assim como em face dos princípios da igualdade, justiça e boa-fé, o Réu não o podia prejudicar na sua carreira, como veio a acontecer, pois que se viu privado de aceder a concursos para os quais se podia apresentar como opositor, e aos quais não se apresentou por não ter sido disso informado, e que se o tivesse sido, teria concluído em igualdade de condições com os seus colegas de profissão que não foram eleitos para funções autárquicas, enfatizando que " independentemente de o eleito local se encontrar "afastado” do seu serviço de origem, para desempenhar um cargo público, o mesmo detêm os mesmos direitos dos seus colegas, pelo que lhe deve ser aplicado – sem constrangimentos e/ou limitações – o mesmo regime de progressão de carreira.”, e sob a conclusão, que " evidenciou-se, que ao Recorrente não foi garantido o conhecimento e, por conseguinte, a participação nos concursos curriculares internos realizados pela Inspecção-Geral de Jogos, no período em que o mesmo se encontrava a desempenhar os mandatos para os que foi eleito, ao contrário dos seus colegas de profissão, que ao não terem sido eleitos, tiveram conhecimento atempado e esclarecido da abertura dos mesmos, e, por isso, conseguiram concorrer e ser efectivamente promovidos, de forma sucessiva, nas duas ocasiões.”.