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T. Por um lado a fls 17 da douta Sentença a propósito do preenchimento dos requisitos da gestão de negócios e da repercussão dos efeitos da possível decisão de deferimento da reclamação graciosa, diz:  «Assim sendo, é de concluir que a primeira Autora ao intentar a reclamação de  dos factos provados assumiu a direcção de um negócio alheio, a apresentação de uma reclamação graciosa onde o contribuinte efectivo era a segunda Autora, e no interesse do titular do negócio gerido, pois a reclamação procedendo, os respectivos efeitos só se repercutiriam na esfera da segunda Autora.» Sublinhado e destaques  U. Mas a fls 21 da Sentença Recorrida, parece admitir-se quanto aos efeitos da procedência da Reclamação Graciosa que não se pode concluir que a primeira actuou em nome da segunda Autora, e que os efeitos emergentes da procedência da mesma não se poderiam repercutir na esfera jurídica da segunda autora.