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Note-se que a propósito da alegada irregularidade da notificação à recorrente dos despachos proferidos em 18 de maio de 2018 e de 26 de junho de 2018, em que aquela também ancora o pretenso erro de direito que imputa à decisão recorrida, este tribunal coletivo já se pronunciou no acórdão proferido em 09 de abril de 2021, em que conclui que o ilustre mandatário da recorrente aderiu às notificações eletrónicas a partir de 12/02/2018 e daí que todas as notificações que, a partir dessa data, lhe foram feitas pela Secção do Tribunal, por via eletrónica, como é o caso da notificação daqueles despachos, foram regularmente notificados à recorrente, pelo que improcede este fundamento de recurso.