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Inconformada veio a reclamante recorrer de tal decisão, pedindo a alteração da sentença de graduação e qualificação de créditos proferida pelo tribunal a quo, mantendo o crédito da Apelante tal e qual foi decorre da Lista elaborada para o efeito pelo Administrador de Insolvência, apresentando as seguintes conclusões: «A) A douta sentença proferida nos autos, é incorrecta, tanto na forma como no conteúdo, não revelando uma correcta apreciação da matéria de facto com interesse para a decisão e uma adequada aplicação do direito ao caso vertente, pelo que deve ser alterada; B) A Recorrente B viu o seu crédito reconhecido e qualificado através de sentença judicial proferida em 212015, no âmbito do processo número 5938/18T8FNC que correu os seus termos na Comarca da Madeira, Funchal – Instância Central – Secção Cível – J2; ) Da referida sentença, resultava que em caso de incumprimento do acordado em contrato promessa de dação em pagamento, o que veio a acontecer, era reconhecido à ora Recorrente, o direito de retenção sobre o prédio urbano, destinado a habitação, com a área de 700 m2 dos quais 376 m2 são de superfície coberta, localizado na Rua Dr. José Joaquim de Freitas, n. .., freguesia de Santa Maria Maior, município do Funchal, inscrito na matriz predial respectiva sob o artigo 338 e descrito na Conservatória do Registo Predial do Funchal sob o número 2530; ) Da prova produzida em audiência de julgamento, e dos documentos constantes dos presentes autos, autos principais e restantes apensos, o Tribunal a quo deu como não provados, factos que deveriam ter sido dados como provados; E) Os factos e dos factos dados como não provados, deveriam ter sido dados como provados, da seguinte forma: A obtenção da chave do imóvel referido em  ocorreu com o incumprimento do contrato promessa referido em 7, em Dezembro de 201 B habitou o imóvel referido em  desde o início de 2013, realizando pagamentos de contas associadas ao imóvel.