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n. 1/16TBVLN), no qual se fixou em € 9000,00 a indemnização por danos não patrimoniais sofridos pelo lesado que, à data do acidente, tinha 31 anos de idade; ficou com uma incapacidade permanente geral de 27% e profissional de 33,219%; sofreu sequelas no pé, com tendência de agravamento ao longo do tempo e a necessidade de tratamento durante toda a vida; esteve mais de dois anos em tratamentos; sofreu 908 dias de incapacidade temporária e várias cirurgias; teve medo que lhe amputassem o pé; apresenta um dano estético de grau 5 em 7 e um quantum doloris de grau 5 em 7; deixou de praticar desporto, conforme estava habituado, com prejuízo de afirmação pessoal; foi obrigado a rejeitar duas propostas de emprego, o que lhe causou desgosto e tristeza, afectando a sua auto-estima e projectos de vida; ao longo de toda a vida, terá de fazer tratamentos medicamentosos analgésicos para as dores e fisioterapia.