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Salvo o devido respeito, verifica-se a nulidade da douta sentença proferida por omissão de pronúncia artigos 608/2 e 615/1/) do que se argui subsidiariamente, nos termos do artigo 636/2 do mesmo diploma, na medida em que a mesma é absolutamente omissa quanto à apreciação da caducidade do contrato de arrendamento, da sua denúncia e da sua resolução, invocadas nos itens 57 a 86 da p., em consequência da qual foram deduzidos os pedidos das alíneas, e da parte final da petição inicial, sendo que a não entrega da parcela findo o contrato gerava a obrigação de indemnizar por parte da Ré/recorrente, o que igualmente justificou os pedidos formulados na petição inicial a tal respeito e que a que a M. Juíza a quo apenas apreciou em função da nulidade do contrato. . Tais questões eram da maior relevância, como é evidente, para o caso, aliás improvável, mas ainda assim possível, de procedência do recurso interposto e de se vir a entender, contra aquilo que se espera e admite, que o contrato de arrendamento em causa não seria nulo. . Ao abrigo do disposto no artigo 636/2 do CPC, invoca-se, a título subsidiário, a nulidade da douta sentença, prevenindo-se, justamente, o caso improvável de procedência do recurso interposto pela recorrente, caso em que deverá ser apreciada a matéria referente à caducidade do contrato de arrendamento, a sua denúncia e a resolução do mesmo e, consequentemente, e de seguida, os consequentes pedidos de restituição e de indemnização com base na falta de entrega da parcela pela verificação dessas caducidade, denúncia ou resolução.