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Neste sentido, afirmando-se que "nestes casos, tem inteira aplicação o n2 do art.49 do Código Civil porque a velocidade deste desporto, associada à natureza dos meios utilizados, é claramente uma atividade perigosa por sua própria natureza” e afastando a aplicação do Assento do STJ de 21 de Novembro de 1979, ver o citado Acórdão datado de 1201 Posto isto, como se pode ler no Acórdão da Relação de Lisboa de 19-03-2002 disponível in www.dgsi.pt), "Face à ocorrência de danos decorrentes de atividades perigosas, o ónus da prova reparte-se equitativamente entre o lesado e o agente.