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cit., volume , p. referiu, a propósito do recurso a centrais de compras situadas noutros Estados-Membro da União, que "não pode esquecer-se a necessidade de articulação com a mencionada exigência de estabilidade subjetiva do acordo-quadro, que impõe a prévia identificação das entidades adjudicantes beneficiárias no momento da formação desse acordo-quadro n. 2 do artigo 3 da Diretiva 2014/24).. Isto implica que a entidade adjudicante portuguesa que queira ser beneficiária de um acordo-quadro preparado por outra central de compras deveria ser indicada como tal no seu procedimento formativo.” Quer isto significar que a questão agora colocada não constitui uma novidade, como se constata pela Doutrina convocada a título exemplificativo.