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39072975, datado de 02/06/202   Finalmente, em 21/10/2021 requerimento REF: 40211673, o Interveniente/Recorrente veio responder à referida pretensão administrador de insolvência, alegando um conjunto de fundamentos que, na sua perspectiva, afastam a sua responsabilidade pelo pagamento em causa no essencial invoca que « fruto da medida de resolução, o BANCO ..., S.A. apenas recebeu, do BANCO..., o remanescente do crédito em causa, o qual foi depois cedido à cessionária ... FINANCE quanto ao direito propriedade sobre os referidos bens imóveis, adjudicados pelo BANCO...-BANCO..., S.A., estes já tinham sido alienados a terceiros em data anterior à medida de resolução, fruto das Deliberações do Banco de Portugal supra mencionadas, pelo que o BANCO ..., S.A. não os recebeu na sua esfera jurídica não adquiriu os referidos imóveis, nem sucedeu ao BANCO... nas operações de desinvestimento de imóveis, sendo que neste caso, o desinvestimento venda dos imóveis pelo Banco... a foi concretizado antes da resolução do BANCO...», terminando a sua resposta invocando expressamente «não pode, o BANCO ..., S.A., deixar de concluir não ser responsável pelo depósito do remanescente do preço necessário para salvaguarda das dívidas da massa insolvente».