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Aliás, é de crer que com a estabilização do agregado na actual habitação, com a inscrição da criança em creche da localidade e em função da evolução positiva da pandemia, com esperados reflexos na normalização das actividades educativas, também a vida e a organização do agregado evoluam positivamente no sentido de potenciar melhor acolhimento do apoio institucional disponível e, por isso, de aumentar todos os parâmetros relativos ao bem estar da S..  Daí que, tudo ponderado, designadamente a idade e a situação pessoal, à luz do interesse superior da criança, tendo em vista a continuidade da relação de afecto e psicológica com a mãe, apesar do Parecer da Segurança Social, do alegado pelo Ministério Público e do referido na decisão recorrida que nisto se apoia, entendamos que, como defende a recorrente, não ostenta aquela nem existe real fundamento justificativo, por tal não se mostrar proporcional e adequado, para alteração cautelar da medida, devendo aquela ser revogada.