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); -Para além de a referida Portaria se referir a áreas de formação, não de habilitações académicas - pelo que é inaplicável no contexto do concurso em causa, quanto aos requisitos habilitacionais de acesso; -Também na análise deste aspecto, andou bem a sentença, constituindo o correspondente vício do acto administrativo um dos fundamentos da sentença, no seu segmento anulatório; -Passando a ser a A./Recorrida, após a exclusão da Contrainteressada do procedimento e a anulação da sua integração na Lista de Ordenação Final, com a consequente nulidade dos actos subsequentes em relação à mesma Contrainteressada, designadamente a respectiva contratação para o posto de trabalho em concurso, passando a ser a A., repete-se, o único candidato subsistente, e com classificação positiva, na referida Lista, andou igualmente bem a sentença, ao decretar, no seu segmento condenatório - a condenação do R. Município a, no prazo de 30 dias, ordenar a A. em 1 lugar na Lista Unitária de Ordenação Final e, em consequência, celebrar com ela o respectivo contrato de trabalho em funções públicas, por tempo indeterminado; -Não cumpre os requisitos do dever de fundamentação a diferenciação das valorizações dos vários parâmetros da entrevista profissional de selecção em concursos para admissão de pessoal por referência às próprias palavras constantes das fórmulas dos parâmetros, na medida em que tal não permite aos destinatários do acto administrativo acompanhar o percurso da avaliação administrativa, não atingindo os critérios de avaliação da entrevista profissional os mínimos de densidade exigíveis, mesmo considerando o grau de discricionariedade deste método; -Também por aqui não merece qualquer censura a sentença, que acompanhou igualmente neste passo a alegação da Autora, como fundamento para a anulação do acto impugnado, decretada pelo segmento anulatório da sentença; -Doutro modo estar-se-ia a dar cobertura a uma alteração das regras do "jogo” a meio da "competição”; -Acolhendo-se a leitura da Autora/Recorrida, naturalmente sucumbem as Conclusões das alegações; -É que de modo algum se mostram reunidos os pressupostos de que o Recorrente fez depender a arguida inconstitucionalidade; de resto, considera-se que é manifestamente insuficiente a alegação genérica de que a interpretação da sentença viola o artigo 4, n.s 1 e 2, da CRP, dada a omissão de substanciação fáctico-jurídica subjacente a esses putativos vícios.