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Acusam a decisão de violar o disposto no artigo 37 do CSC participação na assembleia com a seguinte linhar argumentativa: a)  Mesmo que se entendesse que só os administradores efectivos podem/devem estar presentes, é de elementar evidência que, em face, pelo menos, do ponto 1 da ordem de trabalhos, assistia ao administrador em causa, em face da pretensão de destituição do mesmo, o direito de estar presente, designadamente para, em face disso, poder exercer o respectivo contraditório, para melhor esclarecimento da assembleia geral; b)  O impedimento físico à participação do vogal suplente inviabilizou a possibilidade daquele contribuir para a formação esclarecida do sentido de voto dos accionistas, pondo em causa o normal funcionamento da AG, em face da ordem de trabalhos contrariando, ademais, o passado recente da sociedade, em que tal participação foi pacificamente aceite; )  Mutatis mutandis, no que atine ao vogal J. Na verdade, o mesmo foi impedido de continuar na AG, tendo o accionista maioritário, representado pelo PCA da sociedade requerida, votado para a sua saída.