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Aliás, não deixa de ser curioso que, a respeito da alegada pelo recusa da AA em voltar para a mãe, a 4 de Maio de 2020, o requerido tenha afirmado haver sms da filha a pedir para a ir buscar e tendo sido interpelado pelo Tribunal para as juntar, não o fez até ao momento.”  Nos pontos 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54 e 55, todos dos factos provados constantes do Acórdão recorrido, é feita a descrição do que aconteceu no dia 4 de Maio de 2020 e que, salvo melhor opinião, não se pode resumir ao que o Tribunal da Relação considerou ser, quanto a isto, o facto a apreciar - "3- Em tal dia, aproveitando a saída da mãe à rua, voltou para casa do pai e recusou-se a regressar a casa da mãe, apesar dos pedidos desta;”  A AA e o Pai tinham conhecimento que a mãe tinha sido notificada pela Conservatória para fazer determinada retificação no cartão de cidadão da menor, e o prazo dado para essa correção terminava no dia 4/5/202 Nesse dia, a Recorrida pediu o cartão de cidadão, de que a AA deveria ser portadora como resulta do Acordo da RERP em e também por saber que a mãe tinha um agendamento na Conservatória para as 15 horas, e esta não tinha o dito cartão, o que deu origem a um episódio rocambolesco  Sobre esse episódio a sentença do Tribunal de 1 instância faz uma apreciação exemplar, quando diz: "sem querer entrar em espirais psicológicas persecutórias, o dia 4 de Maio de 2020 parece ter sido estudado ao pormenor, qual maquiavelismo.