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In casu, como resulta da decisão proferida sobre a matéria de facto, não impugnada: a)	A Recorrida apresentou reclamações graciosas relativas às liquidações de IRC que consubstanciam a dívida exequenda; b)	Constituiu garantia bancária, para efeitos da sua suspensão; )	A 202021, a Recorrida apresentou requerimento junto do SF de Oeiras 1, para efeitos de suspensão do PEF em causa, apresentando, para o efeito, quer a garantia bancária referida, quer caução no valor remanescente não abrangido pelo valor da garantia; )	Foi elaborada informação, na qual se aceita a caução, não obstante sem caráter suspensivo da execução, atento o seu valor, e onde não se aceita a garantia bancária prestada, em virtude de a mesma ter uma validade definida de 48 meses; e)	A 202021, foi proferido despacho, no sentido da não aceitação da garantia prestada sob a forma de garantia bancária, por não se mostrarem preenchidos os requisitos para tal.