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Abordando tal assunto, e "alinhando” com Menezes Cordeiro, defende Paula Costa e Silva que é inquestionável que também no domínio processual vale, como cláusula geral, a boa fé , pois que, não é o processo agnóstico, não se podendo confundir os planos da provocação de efeitos processuais típicos com a admissibilidade ou a procedência da postulação, a que acresce que, reforça Paula Costa e Silva, vg " as situações de abuso de direito são mais extensas do que aquelas que o art 542 reconduz à litigância de má fé já que esta, pressupondo comportamentos típicos, não abarca todos os grupos de casos que vêm sendo reconduzidos a situações de abuso de direito”, em suma, o abuso não é, efectivamente, absorvido pela litigância de má fé.