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Muito embora estejamos no âmbito de providência cautelar em que geralmente basta "prova sumária” e apenas se exija "probabilidade séria da existência do direito e se mostre suficientemente fundado o receio da sua lesão” arts 365, n 1, e 368, n1, ambos do e especialmente se preveja que "o tribunal procede às averiguações sumárias e indispensáveis” art 92, n 2, da e ainda que o juiz possa ��utilizar, como meios de obtenção da prova, a informação ou o relatório social sobre a situação da criança e do seu agregado familiar” art 108, n, afigura-se-nos, neste caso, que a decisão recorrida, no que concerne à parte da matéria de facto, em face de tudo quanto já se salientou, está ferida de patente insuficiência, pois que nela se não discriminam nem enumeram factos a tal não se equiparando a simples invocação e reprodução da "matéria alegada pelo Ministério Público” sem que se afirme decisivamente qual dela constitui factos, carecendo manifestamente de ser ampliada, assim como de falta de fundamentação, precisando de ser melhor motivada, de forma a, pelo menos, nela se exporem os factos assentes ainda que em termos sumários e prováveis), sejam aqueles que enquanto tal resultam da prova produzida, sejam pelo menos os vertidos nos relatórios e informações  técnicos da Segurança em ordem a nestes se poder discernir – para depois se poder subsumir a situação – o que são factos concretos plausíveis de opiniões ou pareceres ainda que revestidos de cunho técnico e, particularmente, os que respeitam ao contexto familiar mais abrangente e os que contendem especificamente com a situação da S. objecto deste processo e recurso.