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No caso, considerando, por um lado, que, no despacho recorrido, se considerou não configurar o pedido deduzido 144,00€) "uma nota justificativa de custas de parte” e ser esta estranha à "discussão” e, portanto, que "o que está em causa é apenas a questão da indemnização por litigância de má fé” e que só isso "se irá conhecer” nele – o que afasta do tema do recurso a matéria da conclusão 11 direito ou não a custas de por ali não apreciada nem decidida;  e considerando, por outro, quanto às conclusões 1 a 3 e 5 esta, em, que aqui não está em causa a impugnação da sentença de 17-06-2017 quanto ao mérito da decisão de julgar e condenar a autora como litigante de má-fé – e que em nada quanto a ela releva a circunstância de do respectivo recurso não ter sido tomado conhecimento a não ser para se concluir que ela transitou em julgado e, por isso, se tornou obrigatória, nos termos dos arts 619 e 621, –, mas apenas a decisão proferida em 28-11-2018 como complemento dela e a pretexto da fixação do montante da indemnização nesta considerada contida e cominada naquela – para o que também em nada releva o processo 619/11TBCMN.G1 nem os respectivos pressupostos da revogação da condenação nele decidida, nem mesmo como caso análogo, uma vez que a deste transitou em julgado – importa, apreciar e decidir:  Questão prévia:  a) Inadmissibilidade do recurso, em razão do valor do decaimento não ser superior a metade da alçada do tribunal de 1 instância.