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- Sendo, pois, de 25,50 € vinte e cinco euros e cinquenta cêntimos) o valor da multa devida pelos réus, ora recorridos, se a tivessem oferecido no  dia útil subsequente ao termo do prazo, sendo a réplica um articulado para o autor deduzir toda a defesa quanto à matéria da reconvenção, nos termos do disposto nos artigos 14, n. 1, e 58, n. 1, ambos do P., tendo a falta de apresentação de réplica o efeito previsto no artigo 57 para a falta de apresentação de contestação, nos termos do disposto no artigo 58, n. 1, do P., e tendo já os autores, ora reconvindos, pago a mesma taxa de justiça devida pelos réus, ora recorridos, nos termos do disposto nos artigos , n. 1, e na tabela -A, 1, n. 2, 1, n. 1, e 1-A, alínea, do R.P., não pode o artigo 13, n. 5, alínea, do P., ser interpretado e aplicado no sentido de que, aquando da apresentação de réplica no  dia útil subsequente ao termo do prazo, fica a validade da mesma dependente do pagamento de imediato de uma multa fixada em 25% da taxa de justiça correspondente ao processo, uma vez que, estando a apresentação de contestação dentro no  dia útil subsequente ao termo do prazo dependente do pagamento de imediato de uma multa fixada em 25% da taxa de justiça correspondente ao acto, tal interpretação conduziria a uma aplicação profundamente desequilibrada do disposto no artigo 13, n. 5, alínea, do P., visto que cometeria aos autores, ora recorrentes, para assegurarem a validade da réplica, o ónus de pagar uma multa equivalente ao dobro da multa que pagariam os réus, ora recorridos, para garantirem a validade da contestação/reconvenção - interpretação e aplicação estas que colidiriam, não só com o princípio da igualdade das partes, estribado no artigo  do P., mas também com o direito fundamental a um processo equitativo, assente no artigo 2, n. 4, da R.P., de que aquele princípio é um corolário.