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Especificando a discordância dos Recorrentes: Factos provados 14, 15 e 18 Alegam e concluem os Recorrentes que, tendo por base o relatório pericial, os esclarecimentos prestados pelos peritos em audiência de discussão e julgamento, os documentos ns 2, 4, 5 e 6 juntos com a petição inicial, pelo depoimento da testemunha T, e o facto provado 13, os factos descritos supra sob os pontos 14) – "O prédio identificado no ponto 3, alínea dos factos provados tem a configuração de um e está delimitado do prédio identificado no ponto 3, alínea dos factos provados por um muro de pedra” -, 15) – "Não existe, nem nunca existiu, qualquer efetiva demarcação de extremas entre os referidos prédios que não fosse o muro atrás identificado, pertença do prédio identificado no ponto 3, alínea, dos factos provados” - e 18) – "O prédio inscrito na matriz sob o artigo 14002 da União das Freguesias  descrito no ponto 3, alínea dos factos está sobre elevado em relação ao prédio inscrito na matriz sob o artigo 3737 da União das Freguesias  descrito no ponto 3, alínea dos factos, encontrando-se ambos separados pelo muro de pedra atrás identificado no ponto 14 dos factos provados, o qual tem mais de 60 anos e uma altura média aproximada de 0,70m, com referência ao prédio por último referido, encontrando-se desmoronado numa das pontas” – foram erroneamente julgados, impondo-se antes julgamento nos seguintes termos: a) Quanto ao ponto 14, deve ser dado como provado apenas que: "O prédio identificado no ponto 3, alínea dos factos provados tem a configuração de um ”; b) Quanto ao ponto 15, deve ser dado como provado apenas que: "Não existe, nem nunca existiu, qualquer efetiva demarcação de extremas entre prédios”; e ) Quanto ao ponto 18, deve ser dado como provado apenas que: "O prédio inscrito na matriz sob o artigo 14002 da União das Freguesias  descrito no ponto 3, alínea dos factos está sobre elevado em relação ao prédio inscrito na matriz sob o artigo 3737 da União das Freguesias  descrito no ponto 3, alínea dos factos, por possuírem cotas altimétricas diferentes, existindo um muro de suporte de terras do prédio descrito no ponto 3, alínea dos factos provados, o qual tem mais de 60 anos e tem uma altura média de 70 e ainda uma fossa sética que serve o prédio dos Autores, que terá sido desativada há cerca de 30 anos”.