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Importa ter presente que é a existência de um intermediário, corporizado na pessoa do "promotor”, que torna possível a produção de efeitos da isenção em causa, pois, tal como vem bem evidenciado na douta sentença recorrida, "Perscrutado o preceito, brota insofismável uma evidência: o seu teor literal aponta no sentido de apenas se encontrarem isentas as prestações de serviços efetuadas aos "promotores”, o que exclui, a contrario, as prestações de serviços diretamente efetuadas ao público ou seja, cobradas diretamente pelos artistas ao público) ” – página 2 Afigura-se-nos, ressalvado o devido respeito, que só uma errónea interpretação da alínea do n. 15 do art.