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Ou seja, o Tribunal a quo ponderou a verificação do princípio da adequação, que exige que exista uma correspondência entre os interesses cautelares a assegurar no caso concreto e a medida imposta; do princípio da proporcionalidade que está sempre dependente do princípio que representando a exigência de que em cada fase do procedimento exista uma relação de proporcionalidade entre a medida aplicada, a importância do facto imputado e a sanção que se julga que pode vir a ser imposta e neste caso não foi; e, finalmente, o princípio da necessidade, que impõe uma concreta aferição de que o fim visado pela concreta medida de coacção não possa ser realizado por outro meio menos oneroso para o destinatário da mesma, desde que subsistam indícios fortes - o que in casu não se verifica.