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Isto é, quando após o júri do concurso ter elaborou, em 18/10/2018, o relatório preliminar no qual foi proposta a exclusão da proposta da PdP – PTG, SA, da proposta da OEG, SA, da proposta da RGP, SA, e aplicando o critério de adjudicação fixado no procedimento, o do preço mais baixo, às propostas subsistentes, propôs ordenar em primeiro lugar a proposta da REP, SA e em segundo lugar a proposta da GC, S.A.) e notificadas as concorrentes para se pronunciarem em sede de audiência prévia, terem sido emitidas pronuncias nessa sede por duas das correntes a saber a GC, SA e a PdP – PTG, o júri do procedimento elaborou o documento intitulado de «Relatório Final» datado de 19/11/2018, que consubstanciou a proposta de tomada de decisão de não adjudicação ao abrigo das alíneas e do n 1 do artigo 79 do Código dos Contratos Públicos, e a consequente revogação da decisão de contratar nos termos do artigo 80 do mesmo Código, e a abertura de um novo procedimento no prazo de seis meses, nos termos do disposto no n 3 do artigo 79 do mesmo Código, em que se veio a suportar a deliberação camarária de 20/11/2018 que consubstanciou a decisão de não adjudicar e a concomitante revogação da decisão de contratar referente ao concurso público n. 3/201  4 Tratando-se, como se trata, de um procedimento pré-contratual de concurso público, a procedência do pedido impugnatório formulado na ação, com anulação daquela decisão administrativa, que fez extinguir, sem causa justificativa, o procedimento, apenas podia ter como consequência, como bem sustenta a contra-interessada recorrente, que este devia ser retomada a partir do ponto em que se encontrava.