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58) Por seu turno, da avaliação psicológica da progenitora resulta que não emergem indicadores particularmente carecedores de atenção psicoterapêutica, sendo que no que se refere ao seu perfil de personalidade não se identificam características per si limitativas ou obstaculizantes do exercício da parentalidade, destacando-se unicamente traços como a tendente experienciação de ansiedade ou o facto de se poder mostrar arrogante como potencialmente impactantes, de forma indirecta para as menores, no âmbito da dinâmica com o progenitor –intensificada por alegadas vivências de violência perpetrada pelo Sr.  59) da aludida avaliação resulta ainda que a narrativa da progenitora denota que se manifesta afectivamente disponível para as filhas, capacidade de as caracterizar e perspectivar as suas necessidades, remetendo ainda para a existência de vínculo afectivo e assinalando-se pressupostos teóricos que se consubstanciam globalmente ajustados quanto às suas crenças e concepções intrínsecas do exercício da parentalidade.