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Assim, vejamos: É objecto de recurso esta sentença, proferida em 21/2/2020, no segmento em que julgou improcedente a ação de contencioso pré-contratual instaurada pela ora Recorrente contra o ora Recorrido IP SA por ter considerado e decidido não ter ocorrido a violação do artigo 70, n 2, alínea, do CCP, por parte do acto de adjudicação proferido pelo Recorrido IP SA em 25/7/201  Na óptica da Recorrente o aresto, por ter feito uma interpretação apressada do referido preceito legal, incorreu ele mesmo em ilegalidade por errada interpretação do mesmo face ao disposto no Direito da União Europeia, mais concretamente, face ao plasmado no artigo 57, n 4, alínea e n 5 da Diretiva 2014/24/UE do Parlamento Europeu e do Conselho de 26 de fevereiro de 2014 relativa aos contratos públicos.