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O recorrente considera incorretamente julgados os pontos 6, 7, 8 e 9 dos factos provados, pois o Tribunal a quo sustentou a sua convicção probatória quanto a tais factos exclusivamente em depoimentos de testemunhas, e contra a prova documental, fundando a decisão dessa matéria de facto, sobretudo no depoimento da testemunha – depoimento registado com o n 20160914103927_435439_2871713 – que valorou e reputou de isento, imparcial e credível, o que fez com base em critério ilógico e contra as regras da experiência comum, designadamente porque:  1) Não é razoável nem credível que esta testemunha que disse exercer então a atividade de mediadora imobiliária, não tenha mediado o negócio e tenha intervindo profissionalmente apenas por amizade ao comprador o qual acabara de conhecer naquela altura!