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000,00, o que corresponde a um valor mensal de Eur.833,33, que os devedores têm que reservar dos seus salários, que rondam os Eur.200,00/mês, ou seja, pagando a prestação mensal da Caixa e suportando os encargos da sua vida teriam que o fazer com cerca de Eur.200,00, valor que se afigura como manifestamente adequado e plausível; G- Com efeito, não se pode olvidar que nos termos do plano, os credores comuns têm uma moratória de um ano, não havendo assim pagamento de prestações no decurso do primeiro ano após a aprovação, precisamente para permitir a amortização à Caixa ... e reduzir assim os juros devidos: H- Na avaliação da igualdade entre credores, não atentou a decisão nos concretos termos do plano, nomeadamente: – Os credores comuns são pagos num prazo mais curto que o prazo previsto para o credor hipotecário; – O plano prevê o pagamento da totalidade do capital aos credores comuns, e o cumprimento integral, com a dedução da amortização à Caixa ..., incluindo juros, mas em valor menor do que o contratado; – A Caixa ... é um credor garantido com hipoteca, e os demais credores não têm garantia; – Não está prevista no plano a anulação das dívidas dos devedores reclamantes, mas apenas, como sucede com a generalidade dos planos aprovados, constam do mesmo as condições genéricas aplicadas aos créditos não reclamados no processo; – A única distinção entre os credores reside no facto de os credores comuns estarem sujeitos a perdão de juros, mas serem pagos num prazo mais curto que o prazo previsto para o credor garantido, o que não pode referir-se como sendo uma violação não negligenciável de regras procedimentais.