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Por fim, no tangente à fixação da pena única, tendo em consideração a relação concursal de todos os ilícitos cujo cometimento é imputado ao arguido, a moldura penal abstracta do cúmulo em apreço que tem como limite mínimo a pena de 4 anos e 6 meses de prisão e limite máximo a pena de 13 anos e 3 três) meses de prisão, e o que a este propósito, de harmonia com o estatuído no artigo 77, ns 1 e 2, do Código Penal, na decisão recorrida se ponderou e se sufraga, enfim, atendendo à globalidade dos factos sedimentados na instância, ao número de crimes praticados e suas penas parcelares e ao que aqueles e estes revelam da personalidade do arguido, afigura-se-nos correcta e acertada a fixação da pena única de prisão a cumprir pelo recorrente em 9 anos de prisão, posto que não afronta os princípios da necessidade, proibição do excesso ou proporcionalidade das penas, antes se mostra adequada e proporcional à defesa do ordenamento jurídico e não ultrapassa a medida da culpa do arguido, não se vislumbrando, por isso, fundamento para a pretendida alteração in mellius.