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; ) O recorrente não deverá ser condenado por todos factos que foi acusado e condenado; ) Existem contradições notórias quanto á prova entre aquilo que é dado com provado em Julgamento de Primeira Instância; e) A decisão do tribunal "a quo” baseou-se essencialmente em convicções subjetivas, sobre a matéria de facto provada e o depoimento das testemunhas e assistente, ao invés dos factos concretos; f) No que parece claro, este conjunto de factos, que se reportam a uma determinada e concreta situação de empréstimo, muito menos configura um crime de usura e de modo algum cumpre os requisitos do crime de associação criminosa; g) O tribunal "a quo” violou de forma ostensiva o princípio da verdade material, como sendo um verdadeiro destrato norteador do Processo Penal Português; h) Decrete a nulidade do douto Acórdão agora recorrido de 21-12-2019, nos termos do disposto no artigo 12 n. 1 do P.P.