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Por isso, concluímos exactamente nos mesmos termos sustentados pela Exma Magistrada do P quando sustenta:  1- alegar que a realização do cúmulo jurídico não oferece vantagens ao arguido JP____, não constitui fundamento legal para recusar tal competência;  2- nada impede que o Mm Juíz do Juízo Central Criminal extraia certidão dos presentes autos e remeta á Juíz titular, junto do Juízo Local, para acompanhar a execução da sentença aplicada ao arguido BCP______ ;  3- o Mm Juíz junto do Juízo Central Criminal, deverá proceder ao cúmulo jurídico das penas aplicadas nos P n 159/18JAPDL; 45/14PCCSC junto com a dos presentes autos, n 58/16PEPDL, entre os quais existe uma relação de verdadeiro concurso de crimes, relativamente apenas ao arguido JP____, mantendo a competência para continuar a processar os presentes autos, designadamente no que se refere acompanhamento da execução de sentença que provier do cúmulo, assim se observando o disposto nos art 77 e 78, do Cód Penal, devidamente conjugados com o disposto nos art 118, n 1, 130, n 1, alínea, "a contrario”, e 134, alínea, da LOSJ, e nos art 471 e 472, do CPP;  4- que, assim desfeito o cúmulo operado no âmbito do P n 301/11JAPDL, o arguido deve cumprir a pena aplicada neste processo, após cumprimento do que resultar da pena que vier a ser aplicada em cúmulo, uma vez que estamos perante um verdadeiro cumprimento sucessivo de penas.