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Os executados e esposa, , vieram deduzir os presentes embargos de executado, invocando, além do mais, a sua ilegitimidade processual para os termos da execução, por, na sequência do falecimento do Réu, condenado, juntamente com a Ré,  naquela ação sumária n. 463/2001,, o prédio referido naquele processo, pertencente ao falecido e mulher, de que executados são todos os herdeiros, ter sido adjudicado à Executada em escritura de habilitação, partilha e conferência de bens do falecido, pai do embargante, outorgada em 212014 e junta com o requerimento executivo, pelo que nada têm a ver com a relação jurídica material controvertida, tal como configurada pelos exequentes, devendo ser considerados, nos termos do art.