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-No entanto, à referida relação deverá ser atribuído um particular valor probatório: o cônjuge que ulteriormente vier a negar a existência, a qualificação ou o valor de um bem incluído na lista assinada por ambos é que tem o encargo da prova de que este existe, de que não lhe deve ser reconhecida tal qualificação ou atribuído aquele valor.”, da RC de 102006-processo 4056/05 constando do respectivo sumário: "O caso julgado da sentença que decreta o divórcio, em acção de divórcio por mútuo consentimento, não cobre a titularidade dos bens aí relacionados, pelo que não obsta a que no futuro inventário para separação de meações se possa questionar se algum, ou alguns, desses bens são comuns ou propriedade de um só dos cônjuges.”, 202014-processo 1350/13TBPMS.C1 assim sumariado: " Se é certo que a lei exige que o divórcio por mútuo consentimento seja instruído com uma "relação especificada de bens comuns” cf.