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Esgrime ainda o recorrente que: Houve erro de julgamento s facto 23, 27 e 28:  "2 Apesar do averbamento da renúncia à gerência da sociedade ".., Unipessoal, Lda.”, em 102020, o continuou a apresentar-se perante terceiros como o representante da referida sociedade.” "2 Com a assinatura do documento particular de Cessão de Quotas e averbamento na respetiva Conservatória de Registo Comercial em 102020, da transmissão da quota detida pelo requerido no capital social da sociedade ".., Unipessoal, Lda.” e da renúncia à gerência da mesma sociedade, o Requerido quis fazer crer a terceiros que já não tinha qualquer ligação com tal sociedade.” "2 O Requerido não quis ceder efetivamente a sua quota no capital social da sociedade ".., Unipessoal, Lda.” à GG, nem esta quis comprar tal quota.” Argumenta que não foi apresentada prova suficiente para afastar a presunção legal que resulta da análise do registo comercial e do teor dos documentos que lhe serviram de base, ainda que apenas indiciariamente.