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B. Em face da matéria de facto considerada provada, ajuizou o douto Tribunal a quo que o contrato-promessa vigente era o celebrado a 112006, e nessa conformidade: condenou a R. a pagar à A. a quantia de €1400,00 onze e quatrocentos, acrescida de juros de mora, à taxa legal, desde 11/6/2019, até integral pagamento; absolveu a R. dos pedidos contra a mesma formulados na petição inicial; Julgou a reconvenção não provada e improcedente e, em consequência, absolveu a A. dos pedidos contra a mesma formulados; Condenou a R., como litigante de má fé, na multa de sete UC e a reembolsar a A. das despesas a que a reconvenção a obrigou, incluindo os honorários do seu mandatário; Ora, salvo o devido respeito por diversa opinião, não pode a Apelante concordar com a apreciação da prova levada a cabo, discordando, igualmente dos fundamentos que suportam a douta decisão prolatada, nomeadamente, no que diz respeito ao contrato vigente entre as partes.