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Os sobreditos depoimentos provam todos os sacrifícios e privações pessoais e que a Progenitora Mãe e seus familiares mais próximos têm vindo a fazer ao longo destes 14 meses no sentido de amenizar e compensar os menores do desgaste e das carências afectivas a que vieram a ser sujeitos em resultado do egoísmo do Requerido/progenitor que em momento algum colocou os interesses dos seus filhos à frente do seus próprios, apenas com o intuito de os afastar da sua progenitora Mãe e dos seus familiares maternos;  ) Os sacrifícios e privações que os sobreditos familiares têm vindo a fazer, a não haver alteração da decisão recorrida, o que não se admite nem se consente, terão que, penosa e injustamente, e nesse mesmo sentido, continuar a fazer tais sacrifícios e privações, para assegurar a convivência que os menores, junto dos seus, necessitam e reclamam, conforme exaustivamente ficou provado;  ) Os concretos factos em apreço nos autos, que foram, de modo claro e abundante, relatados pelas sobreditas testemunhas, e pelos próprios menores, com o devido respeito, não foram valorados pelo Tribunal a quo;  ) Tem-se que a decisão em crise não atende, como devia, quer à manifesta, intensa e clara vontade dos menores em manter-se à guarda e cuidados da mãe, quer ao próprio padecimento dos mesmos, por seu turno, resultante quer da não satisfação das suas legítimas vontades, quer, ainda, das constantes pressões psicológicas que têm vindo a ser vítimas por parte do seu progenitor.  )