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;  - A palavra "prazo” incluída no artigo 6, n. 6, do Código Penal assume apenas o significado de "período”, "duração”, não atribuindo outra natureza ao período de cumprimento da pena acessória; a contagem da pena acessória não é um prazo, mas sim uma pena que se quer executar;  - As normas de contagem de prazos não se adequam à execução de penas, dando como exemplo a alínea do artigo 279 do , o qual transfere o prazo que termine em domingo, ou dia feriado, para o primeiro dia útil;  - O entendimento que defende a aplicação das normas civis, resulta em prejuízo para o arguido, uma vez que com a entrega ou apreensão fica desapossado da dita licença, proibido de conduzir, mas esse dia não entra no cômputo da pena acessória;  - A necessidade de manter a unidade do sistema jurídico, sendo pouco compreensível que, não havendo norma expressa para a contagem da pena acessória de inibição de conduzir, se utilizassem critérios distintos na liquidação das penas principais e nas penas acessórias;  - Do artigo 182, n 3, alínea, do Código da Estrada, relativo ao cumprimento da sanção acessória de inibição de conduzir, resulta que o mesmo tem o seu início com a entrega do título de condução à entidade competente, não sendo facilmente aceitável que a contagem da sanção acessória fosse diferente da contagem da pena acessória prevista no artigo 69 do Código Penal.