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Quanto à verificação do crime preterintencional, como observa a decisão recorrida, não se reconduz a uma mera questão de direito, pressupondo matéria de facto que o suporte e, portanto, prova nesse, incompatível com o que se teve como assente sob o n 26, por referência às agressões praticadas, relativamente à intenção criminosa: «Ao fazê-lo da forma sobredita, manietando a vítima impedindo que esta se defendesse, e atingindo-o em partes vitais do corpo, quiseram causar-lhe lesões corporais e admitiram como possível que como resultado da sua actuação pudesse ocorrer a morte, como ocorreu, conformando-se com o resultado», facto que está em plena sintonia com as deduções consentidas pela prova, no que concerne à intenção subjacente ao facto naturalístico, enquanto elemento conformador do dolo.