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Considerando, no essencial, que ‘’atento o princípio da concentração da defesa, era por meio da réplica que cabia à A. tomar posição sobre a matéria da excepção invocada pelas RR designadamente no que tange à licitude da rutura das negociações’’ o primeiro grau declarou sem efeito:  - a apreciação tecida pela Autora quanto à prova produzida; - as alegações de factos atinentes aos resultados da Tech Data , à evolução da cotação das acções, à efectiva concretização de aquisições pela Tech Data na Europa em 2011; - à ‘’juntada’’ que acompanha o requerimento em apreço; - a resposta das RR quanto aos factos ora alegados pela A.  Por outro lado afirmou: ‘’Oportunamente o Tribunal levará em conta , como se impõe, o disposto no artigo 60, n. 4 do CPC’’  Foi proferida sentença que julgou a acção improcedente e, consequentemente, absolveu as RR dos pedidos.