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Como fatores de valoração positiva, sem, contudo, se sobreporem ao conjunto dos demais acima enunciados, não podendo, por isso, sustentar a conclusão de poder ser comunitariamente suportado o risco da sua libertação, verificam-se existirem condições objetivas familiares, habitacionais e favoráveis em meio livre, consciência da obrigação indemnizatória existente ainda não e ausência de medidas disciplinares no decurso da presente reclusão, à qual o condenado se apresentou voluntariamente.” - No acórdão 27 de setembro de 2017, do Tribunal da Relação do Porto, que confirma a decisão antes referida dá-se conta da conclusão n. 2 cumpriu uma pena de 4 anos e 6 meses, sem ter direito a conselho técnico, por opção do Tribunal "a quo”, que não aceitou as penas sucessivas, quando isso foi condicionante, e agora nega-lhe a liberdade condicional, sem ponderar os critérios benéficos de tal situação e acrescenta-se: "As vicissitudes ocorridas na execução da pena aplicada no processo 534/14SJPRT não poderão ser, naturalmente, apreciadas no âmbito deste processo, uma vez que não é suscetível de integral o objeto do mesmo.