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–Isto quer dizer, simplesmente, que ao invés do que a Recorrente pretende fazer crer, o título executivo que deixou de ter segmento condenatório, deixou, consequentemente, de ser título executivo, perdendo um dos seus requisitos, e por isso, andou bem, o Tribunal a quo, que alicerçando-se na lei e na jurisprudência existente sobre esta matéria, ao determinar que "considerando a decisão anulatória, transitada em julgado, que foi proferida pelo Tribunal da Relação de Lisboa sobre a sentença condenatória que serviu de título executivo, sem que desta tenha subsistido qualquer segmento condenatório, tal determina a extinção total da execução provisória, em conformidade com a 1 parte do n. 2 do art.