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37 Lembrando o explanado no AUJ n. 4/2013 de 11201 38 E como bem se diz na resposta à alegação) apresentada pelos embargantes/recorridos, sendo patente no AUJ a preocupação em que sejam devidamente ponderados os interesses do banco credor, cujas garantias ficarão prejudicadas com o reconhecimento da faculdade de desvinculação por parte de um ex-sócio, avalista em branco, também é certo que o banco credor tem diversos meios à sua disposição para fazer face à alteração das circunstâncias e defender o seu interesse no ressarcimento do crédito como, por exemplo: não prescindir da garantia pessoal do ex-sócio, optando pela resolução/denúncia do contrato, o que lhe permitirá liquidar a situação presente e preencher a livrança em branco de que dispõe, acionando também o ex-sócio, dado a dívida ser anterior à sua desvinculação e o mesmo continuar responsável pelas quantias solicitadas no passado; reconfigurar a relação jurídica de modo a refletir adiminuição das garantias, nomeadamente renegociando a taxa de juro ou interpelando a sociedade para a apresentação de novas garantias como requisito para novas concessões.