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3 - O Acórdão recorrido que foi proferido pelo Tribunal da Relação de Coimbra, quando confirmou a decisão recorrida - o Saneador/Sentença da 1 instância - que declarou o foro laboral incompetente em razão da matéria para conhecer do litígio a que os autos reportam, fez correta interpretação e aplicação do artigo 2 do 503/99 na redação conferida pelo artigo 9 da Lei 59/2008 e subsunção também correta do que vem disposto no artigo 131/a) do CPT, nos artigos 96/a); 97/1; 577/a) e 578 do CPC e ainda do artigo 126/1C) da LOSJ.” Fazendo caso omisso da injunção normativa que impõe a obrigação de condensar num epítome conclusivo os fundamentos das alegações, a empresa empregadora, revidou a posição que comanda a pretensão do recorrente, com a sequente argumentação na parte interessante para a discussão).