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Foi negada tal pretensão, além do mais, com a seguinte argumentação: ") 2 - Na relação médico/doente enquadrada no âmbito de uma prestação de cuidados de saúde em estabelecimento público, a actividade médica não pode deixar de ser entendida como uma obrigação de meios e não de resultados; 2 - É indubitável o enquadramento da responsabilidade pela prestação de cuidados de saúde em estabelecimentos públicos no domínio da responsabilidade extracontratual por factos ilícitos, incumbindo ao lesado o ónus de alegar e provar os factos integradores os pressupostos dessa responsabilidade, sobejamente firmada quer doutrinal quer jurisprudencialmente; 2 - No que tange à destrinça entre a obrigação de meios e a obrigação de resultado, cremos que tal se encontra igualmente firmado a nível jurisprudencial.