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De tal modo, que as opiniões dos técnicos acompanhantes do processo são actualmente no sentido de que é de rejeitar a adopção e que a mãe tem condições para ter a criança com ela, embora com ajuda e acompanhamento nesta parte, como se vê nos factos provados sob 274, 275 e. Sendo pois errada a crítica e a posição que constam da  parte final da conclusão 4 Quanto às conclusões 44 e 45: o contexto e o estado de espírito da mãe, já descrito acima, explicam e desvalorizam estes reconhecimentos feitos pela mãe: a tristeza de estar sem a filha, a angústia e a ansiedade de a perder e a constatação da total impossibilidade de ter qualquer influência efectiva no processo, mesmo quando já com advogada constituída, levaram-na a cedências e concessões, mas, como o acórdão recorrido diz parte final do §20) bem, a vontade da mãe foi sempre de ter a CG aos seus cuidados.