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As testemunhas que a tal matéria depuseram, afirmaram: - a , irmã do progenitor, referiu saber que o progenitor filmava a progenitora nas semanas em que as crianças estavam a residir consigo, o progenitor, quando se deslocavam a hospitais e consultas, aí comparecendo também a progenitora, filmava as situações), ainda que tenha referido que foi a progenitora a iniciar tal prática antes de efectivarem a separação, a progenitora filmava o progenitor quando comia e/ou,  - a N, amiga da progenitora há década e meia, referiu ter conhecimento das filmagens feitas pelo progenitor por tal lhe ter sido contado pela progenitora, - o , pai da progenitora, referiu que a sua filha não conduz apesar ter carta de condução), sendo ele quem a ajuda nos transportes nas semanas em que estão com a progenitora, transporta os seus netos de casa para a escola e vice-versa, transporta-os, com a progenitora, a consultas, conduz a progenitora ao hospital e a consultas quando eles aí são conduzidos pelo progenitor, por estarem com ele na semana em; referiu vários episódios em que o progenitor filmou as situações mesmo sendo-lhe dito pelas pessoas que não lhe dão autorização para: um episódio em que foi com a progenitora buscar as crianças, estando o progenitor acompanhado da irmã e da mãe, em que até empurrou a progenitora, tendo filmado toda a situação; referiu outros episódios no Hospital  e no Centro de Saúde ainda que não tenha pormenorizado tais acontecimentos – limitou-se a referir que em tais situações, em semanas que tinha as crianças a residir consigo, o progenitor filmou a situação), - a O, amiga da progenitora há quase três décadas, referiu ter imensos relatos não conhecimento directo, pois nunca tal da progenitora dando-lhe conta de que, em consultas, encontros e/ou nas entregas/trocas das crianças, o progenitor filma as situações, apesar de lhe ser dito pela progenitora que não dá para tanto a sua autorização, o que não o demove, pois ele insiste e diz que os filhos hão-de ver um dia a mãe que ela realmente é; que tal acontece à frente das crianças; que a progenitora lhe contou situação ocorrida no Hospital: em ocasião que estavam com o progenitor, houve uma deslocação ao hospital e a progenitora quis pegar na criança e o progenitor não o consentiu, filmando a situação; - a J, amiga e colega de trabalho da progenitora, referiu-se a episódio do seu conhecimento directo: conduziu a progenitora à casa onde as crianças se encontravam com o progenitor, por irem à comunhão da prima sobrinha da, tendo levado a roupa para os vestir para a cerimónia; o progenitor, quando estavam a sair e a entrar para o automóvel, esteve a filmar a situação só havia uma cadeira de criança no carro, ocupada pela , tendo o E ido ao colo da mãe), deixando-as constrangidas; referiu também que a progenitora se lhe queixou de episódio no Hospital , filmado pelo progenitor aludiu até que uma pessoa que aí se encontrava se lhe ofereceu para testemunhar, por entender inaceitável que estivesse a filmar e a tratasse como,  - o P, que se afirmou amigo dos progenitores ainda que não tenha contacto com o progenitor há alguns, referiu ter-lhe a progenitora confidenciado que o progenitor, à frente das crianças e contra a sua vontade, a filmava em locais públicos – quando se encontravam em situações de consultas, análises ou vacinas das crianças, o progenitor filmava a situação, contra a vontade dela; que lhe foi ainda por ela confidenciado que o progenitor se opunha a que ela sequer se aproximasse das crianças quando ela chegava ao local das consultas.