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2 – Também pelo que se vem de expor, terá que se julgar como provada a voluntária vinculação do R. à execução dos trabalhos previstos no contrato para a A. , conforme alegado no artigo  da petição inicial, reconhecimento, e o consentimento à transmissão, da posição contratual do A. singular para a A. sociedade que resulta evidente do facto de ter sido a esta a quem o R. emitiu os "recibos verdes” em plena correspondência com os valores e escalonamento previstos no contrato, e está claramente latente na mensagem de correio electrónico de 29, onde é feita, mais uma vez, expressa menção aos pagamentos anteriores, facturados à A. sociedade; 2 – Devidamente extirpados do douto decisório em apreço estes factos n. 8 e 9, logo se redefine a acção, pela vinculação das partes ao contrato, aos trabalhos, prazos e valores, e, igualmente, logo se redefinem as regras da repartição do ónus da prova; 2 – A obrigação sinalagmática que para o R. resulta do contrato em causa era uma obrigação de prazo certo, nos termos e para os efeitos do disposto na alínea do n. 2 do artigo 80 do Código Civil, com os efeitos decorrentes do disposto no n. 1 do artigo 79 do mesmo Código; 3 – Obviamente que todos os trabalhos e elementos necessários à obtenção dos licenciamentos necessários à abertura ao público das unidades de alojamento local vieram a ser obtidos pela A., caso contrário, não alegaria esta o que alega no artigo 5 da petição inicial; 3 – Todavia, não resulta dos factos provados e, em bom rigor, nem sequer o R. o alega, que todos os trabalhos em causa foram feitos por si e no prazo contratado ou, não o sendo, que o atraso não se deveu a culpa dele; 3 – Nem do próprio processo de licenciamento que foi junto aos autos resulta que tenha sido o R. a entregar aos AA.