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13 – Atendendo ao grau de lesão e incapacidade da A. de 6%, à idade, às tarefas que a A. desempenhava em complemento da sua atividade profissional e que agora por força das lesões sofridas e das dores que sente são limitativas do seu desempenho e com esforço muito acrescido, o valor do dano futuro atribuído de 3000,00 € se peca é por escasso, nunca por excesso;  14 – O montante a atribuir ao dano futuro decorrente do défice funcional permanente da integridade físico-psiquica deve ser fixado em montante não inferior a 5000,00 € por refletir a perda de rendimento resultante da impossibilidade ou maior penosidade no desempenho das atividades extra – salariais ao longo dos 32 anos de expetativa de vida ativa da A.;  15 – O mesmo se dizendo do valor de 2000,00 € atribuindo a título de danos não patrimoniais para uma jovem que aos 34 anos se vê limitada em muitas das tarefas e atividades básicas do dia a dia, que vê a sua qualidade de vida irreversivelmente afetada até ao fim da vida, com uma expetativa de vida até aos 83,51 anos de média nacional, todos os anos felizmente a subir, ou seja, 49 anos, correspondendo os 2000,00 € a 448, 97 € / ano e a 37,41 €/ mês, devendo este valor ser corrigido para 4000,00 €.