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O recorrente termina as alegações do recurso cfr.fls.321 a 335 do processo físico) formulando as seguintes Conclusões: 1-A Reclamante, foi notificada, por ofício de 27/06/2017, Ofício de saída n. 15098, para que procedesse ao pagamento de juros de mora em falta desde Março de 2015, como resulta dos factos provados e, bem como do processo administrativo;  2-Foi incorrectamente que o tribunal a quo entendeu que apenas com a notificação do Ofício com registo de saída n. 12520, datado de 27 de Maio de 2019, a Reclamante foi notificada para o pagamento dos juros, devida e formalmente, devendo a reclamação ser feita contra esse acto expresso;  3-Primeiro, porque não foi, como se verteu na sentença em análise, apenas com o recebimento do acto reclamado que tomou conhecimento do fundamento da cobrança dos juros pois já com o primeiro esclarecimento da primeira notificação a recorrida tinha sido informada de qual o fundamento para a cobrança dos juros, como resulta do facto provado n.;  4-Pois do esclarecimento prestado em 31/07/2017 - esclarecimento do acto que lhe foi notificado em 27/06/2017, retira-se que o pagamento deveria ser feito "nos termos do n. 3 da Cláusula  do acordo celebrado com o Município”, e dessa cláusula consta "Sobre os montantes referidos nas alíneas, e do número anterior incidem juros nos termos legais.” - facto provado;  5-Foi a reclamante – e não qualquer outra pessoa ou entidade – quem celebrou o acordo com o reclamado, tendo por isso negociado, discutido e previamente tomado perfeito conhecimento dos termos do acordo, sabendo, desde então, que era ao abrigo do regime das leis tributárias que os juros lhe seriam cobrados, em caso de aplicação da sobredita cláusula, não podendo valer-se de qualquer pretexto de desconhecimento da lei ou do teor do acordo que negociou e outorgou; 6-Segundo, o acto reclamado não constitui qualquer suprimento de notificação deficiente resultante de pedido feito ao abrigo dos artigos 36 e 37 do P.P.T.