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Fundamentos   Tramitação processual Com interesse para a apreciação da questão suscitada, extraem-se dos autos, além dos elementos indicados no relatório supra, ainda o seguinte: a) a presente ação deu entrada em juízo no dia 11-08-2016; b) como preliminar desta ação, foi intentado, a 18-10-2013, o procedimento cautelar não especificado que constitui presentemente o apenso A, no qual havia sido formulado pedido de antecipação do juízo sobre a causa principal para efeitos do n. 7 do artigo 2 do n. 30/2008, de 25-02; ) o procedimento foi decretado, com audição da parte contrária, por decisão da qual foi interposto recurso e que veio a ser confirmada por este Tribunal da Relação, por acórdão de 21-01-2016, transitado em julgado, ) não foi admitida, no procedimento cautelar, a antecipação do juízo sobre a causa principal, conforme decisão da qual foi interposto recurso e que veio a ser confirmada por este Tribunal da Relação, por acórdão de 12-07-2016, transitado em julgado; e) por despacho de 22-05-2017, foi declarado sem efeito tudo quanto nesta ação foi praticado em nome da ré pela ilustre advogada subscritora da contestação, em consequência do que se determinou o desentranhamento daquele articulado e subsequentes requerimentos apresentados, declarando confessados os factos articulados pelo autor; f) interposto recurso, o despacho a que alude a alínea foi revogado por este Tribunal da Relação, por acórdão de 11-01-2018, transitado em julgado, que determinou o subsequente prosseguimento dos autos como for de direito; g) foi intentada a 09-10-2013, por , e BB - Serviços de Gestão e Administração de Investimentos, S.A. contra AA, S.A., a ação declarativa, com processo comum, que corre termos no Juízo Central Cível de Lisboa sob o n. 1715/19TVLSB, na qual são formulados pelos autores os seguintes pedidos: 1) Declaradas nulas as modificações operadas às cláusulas dos contratos a que referem os artigos 139 a 159, uma vez que não existiram alterações substanciais das circunstâncias que possam fundamentar as mesmas, condenando a Ré restituir à Autora todas as quantias que recebeu a mais por conta de tais aumentos ilegais, quantia que há-de ser liquidada em execução de sentença; 2) Declarar-se ilícita a resolução dos contratos de locação financeira com os números 806586, 2025342 e 2024220, porquanto a resolução tenha sido comunicada sem que tivesse sido concedido prazo razoável para o cumprimento da 3 Autora, nos termos conjugados do n 1 do artigo 801 e do artigo 808, ambos do Código Civil e, consequentemente declararem-se em vigor para todos os efeitos legais os referidos contratos; 3) Declarar-se nula a cláusula aposta sob o número , nos aditamentos aos contratos de locação financeira com os números 1806586, 2025342 e 2024220, por abusiva e violadora dos deveres de informação e comunicação, tudo nos termos dos artigos 5 e 6 do regime jurídico das cláusulas contratuais gerais; 4) Declarar esse Tribunal que a Ré agiu, nas negociações preliminares à reestruturação dos créditos dos 1 e 2 AA.