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Nuns casos, decorrerá de os próprios factos configurarem circunstâncias de força maior; noutros, a impossibilidade pode resultar das intervenções legislativas e administrativas decretadas para vigorar durante o estado de emergência.” Sucede, contudo, que, como já se referiu, a actividade prosseguida pela requerida não foi afectada pelas medidas restritivas adoptadas com vista à mitigação da doença, sendo que eventuais medidas legislativas poderiam ter impedido a continuação da actividade económica da requerida e, por via disso, a obtenção dos rendimentos esperados e a impossibilidade de satisfazer atempadamente as suas obrigações cf., por exemplo, a situação das escolas e colégios privados que se viram impossibilitados de prosseguir a actividade lectiva durante o período da sua suspensão, o que daria lugar à perda do direito à contraprestação, em termos proporcionais – cf.