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2 Nesse sentido já se pronunciou o Tribunal da Relação de Évora no processo 409/04TBCTX-A.E1 de 23-02-2011, disponível em http://www.dgsi.pt/jtre.nsf/134973db04f39bf2802579bf005f080b/e82179319029678d80257de10056f622?OpenDocument, "Ora, em face de tudo quanto ficou dito, afigura-se-nos que tal matéria alegada pela requerente, se bem que sofra de alguma deficiência de alegação no sentido da sua concretização, não justifica, desde logo, o decretado indeferimento liminar, sindicado em sede de recurso” 3 "Não obstante as exigências de alegação e prova no que a este requisito respeita, é preciso também não esquecer que o excessivo rigor em tal alegação e prova conduz, as mais das vezes, ao aproveitamento da situação por parte do devedor relapso, em claro prejuízo dos seus credores, impondo-se, assim, ao tribunal encontrar o ponto de equilíbrio na regulação dos interesses em conflito.” 3 "Isto para dizer que, in casu, justificava-se, ao invés do indeferimento liminar proferido, a prolação de um despacho de aperfeiçoamento com vista ao suprimento das insuficiências verificadas na exposição, no sentido da concretização da factualidade entendida por necessária ao preenchimento do requisito em apreço, alegada por forma vaga ou conclusivamente pela requerente na sua p.art 508 ns 1 e 3 do.” 3 A douta sentença em crise violou, pois, por errada aplicação e interpretação, além do mais as normas constantes do Art.