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Considera que o A. violou, sem causa justificativa, regras de segurança imperativas e que o seu comportamento foi altamente censurável, tendo atuado de forma negligente e grosseira, o que foi causa directa, necessária e exclusiva do acidente, concluindo que a "atuação do sinistrado preenche os pressupostos previstos no artigo 14, n. 1, alíneas e, da Lei 98/2009 de 04 de Setembro, levando à descaracterização do acidente dos autos, não podendo a ora Ré ser responsabilizada pelo pagamento de qualquer quantia ao Autor.”  Foi proferido despacho saneador tabelar, seleccionada a matéria de facto, consignando-se a assente e elaborando-se base instrutória, determinou-se a abertura de apenso para fixação da incapacidade e fixou-se à acção o valor de valor da acção €2754,0  Realizados exame por junta médica e fixado no apenso o coeficiente de desvalorização do A. e a audiência de discussão e julgamento, veio a ser proferida sentença que decidiu nos seguintes termos: "Assim, e pelo exposto, decido julgar procedente a presente ação e consequentemente condeno a Ré "Companhia de Seguros , S.A.”, a pagar ao Autor:  - o capital de remição da pensão anual de € 718,21 setecentos e dezoito euros e vinte e um cêntimos), com efeitos a partir do dia 20 de janeiro de 2017 dia seguinte ao da alta clínica).