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seu n., com o actual 111, n. 1, do CPC, que ali refere que não obstante que "só as contas finais irão apurar de uma vez por todas se a legítima foi ou não ofendida” e que a redução das liberalidades não é de conhecimento oficioso, devendo ser suscitada pelo interessado, mas não se lhe exigindo, por reporte às características das deixas e da aceitação da herança, que tenha que o fazer em fase avançada do processo de inventário e que não admitir que o seja logo que perspectivada a alegada inoficiosidade, equivaleria a "deixar para fase tardiamente absurda a definição da existência da inoficiosidade, como se esta fosse mágica e não compatível com a realidade da vida”.