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No que concerne ao facto provado n. 29, de acordo com os depoimentos de T e J, o Recorrente não lhes fornecia os documentos de suporte necessários para elaborar a contabilidade e certificar as contas, razão pela qual ambos os ROC renunciaram ao cargo, pelo que qualquer imprecisão na contabilidade deve ser atribuída apenas ao Recorrente; os documentos em questão neste facto provado n. 29 encontram-se juntos aos autos, sendo certo que destes resulta que, apesar de o balancete de razão acumulado a 31/12/2014 referir a existência de saldo em caixa de €10200,75, as contas de depósito à ordem apresentam descobertos de €13627,54, o que significa que existem débitos da Insolvente por explicar, cujos comprovativos não foram fornecidos pelo Recorrente a T, tendo o saldo da Insolvente sido utilizado por este seu administrador, que não se dignou esclarecer onde foi aplicado, pelo que, forçosamente se terá de concluir que estas quantias não foram usadas para benefício da Insolvente, para pagamento dos seus débitos; a "correcção” de N foi feita com base na informação que lhe foi foenecida pelo Recorrente, tratando-se de uma tentativa falhada de ocultar o indevido uso de fundos da Insolvente, para o qual os Recorrentes não tinham qualquer justificação, pelo que deve ser mantida a actual redacção do facto provado n. 2 xx.