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K) O Tribunal a quo, incorreu num erro de julgamento e de interpretação uma vez que aplica as regras do direito de preferência a uma data que não é correta, isto é considera a data em que se interpôs a acção e não, como devia, à data em que foi realizada a escritura de dação em cumprimento, ou do seu conhecimento, isto é antes do falecimento do A. Joaquim Fialho, quando a propriedade era apenas utilizada para cultivo de hortaliça para consumo próprio e a propriedade dos RR mantinha o uso que lhe vinha a ser dado há muitos anos – armazenamento de madeiras e lenhas para comercialização ) Na data da aquisição pelo  Réu, a propriedade do  R. era utilizada unicamente como deposito e tratamento de madeira, aliás, esta facto foi confirmado, ainda que a muito custo, pela única testemunha dos autores, quando depois de ter afirmado que não existia nada no terreno dos RR, que era um baldio, depois foi dizendo que havia lá uma escavadora para depois, por insistência da mandatária dos RR.