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Ao ser-lhe perguntado pela M Juíza "a quo” com que frequência o filho A. lhe liga, a beneficiária respondeu "não sei... ele liga-me quando precisa, não é... é só quando precisa”, tendo ainda referido que ele não vai visitá-la muitas vezes, mas "quando ele me aparece, entra sempre”; - o depoimento da filha R. ao referir que o seu irmão Manuel visitava a sua mãe de vez em quando supõe que uma a duas vezes por, mas há mais de um ano que ele não vai lá a casa; apesar de ter admitido que o seu pai não quer que o recorrente vá lá a casa pelas razões que descreveu, a R. referiu que o seu irmão Manuel pode visitar a mãe, sendo que não a visita porque não quer, pois embora o seu pai diga que não o quer lá, "ele nunca tocou à campainha e o meu pai nunca teve que lhe dizer não entras.