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Com efeito, e como julgamos, desde logo face ao que decorre das informações prévias prestadas no seio do Réu, antecedentes da prolação do ato sob impugnação, o Réu não levou em consideração que, quando a Lei n. 59/2015, de 21 de abril entrou em vigor, estava em curso um prazo, e nesse pressuposto, teve para si que a contagem do prazo a que se reporta este novo regime do FGS, se conta a partir do dia seguinte ao da cessação do contrato, e desta forma, limitou-se a contar, matematicamente , um ano a partir daí, sem ter ponderado, como deveria, que existia um prazo em curso, para desse modo aplicar as regras relativas à sucessão de leis em matéria de alteração de prazos.