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3, para além de se ter de estar perante devedores que sejam pessoas coletivas ou patrimónios autónomos por cujas dívidas nenhuma pessoa singular responda pessoal e ilimitadamente, por forma direta ou indireta como acontece nas sociedades anónimas ou por, é imprescindível que o diferencial entre o ativo e o passivo das mesmas, avaliados segundo as normas contabilísticas aplicáveis, assuma uma desconformidade de tal grandeza que segundo as regras normais de vida, se possa, de forma segura, concluir que a situação económico-financeira do devedor, é insustentável e que este, a breve trecho, irá necessariamente ficar numa situação de impossibilidade de cumprimento pontual das suas obrigações perante os seus credores.