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registados no sistema H@bilus Media Studio; 11- Assim sendo, como respeitosamente se entende ser, deve o depoimento da testemunha N. F. ser agora completamente desconsiderado pelo Venerando Tribunal ad quem e, por via disso e em conjugação com as declarações prestadas pela Embargante F., não podia ter sido julgada como provada, como foi, a factualidade constante dos pontos 08 e 10 dos Factos Provados, 12- Atendendo às declarações prestada pela Embargante F. e o depoimento da testemunha A. F., devem os pontos 8 e 10 da matéria de facto serem alterados nos seguintes termos:  "8 - Veículo esse que, em 08/12/2018, a identificada sociedade vendeu ao executado P. F. e que o executado adquiriu pelo preço de € 1900,00 catorze e novecentos”; "10 - Financiamento que devia ter sido aprovado pelo Embargado pelo indicado montante de € 1900,00 catorze e novecentos”; 13- Tudo com as necessárias alterações e repercussões nos pontos 11 a 15 no montante total do crédito, TAEG, custo total do crédito; montante total imputado, montante da prestação mensal; 14 Assim como deve ser aditado o ponto 8-A, nos seguintes termos: "8-A - Inexistindo por parte dos embargantes a consciência na declaração e a vontade de solicitar e assumir um financiamento no montante de € 1400,00”; 15- No que tange ao ponto 9 dos factos provados, uma vez que resulta provado, através dos pontos e se deu como provado que a sociedade "Y Motor” vendeu ao executado P. F. o veículo ligeiro de passageiros usado da marca Renault Captur com a matrícula UT, não se compreende como se conclui que o crédito em crise nos autos tenha sido também solicitado pela Embargante F., para além do Embargante P. F., ao Banco Embargado; 16- Se se considera como provado, o que não se coloca em causa, que foi o Embargante P. F. adquiriu a supra identificada viatura, é manifesto que a Embargante F. não tinha qualquer interesse em solicitar, para si, o referido crédito, responsabilizando-se pelo respetivo pagamento; 17- Na verdade, a considerar-se o depoimento prestado pela testemunha N. F., como resulta da motivação da douta sentença, aquele "assegurou que o embargante P. F. escolheu o automóvel, acordaram o preço, solicitou um primeiro financiamento, que foi recusado, pois o mesmo já possuía um crédito, sendo a financeira pediu um segundo titular para o crédito, tendo a embargante F. enviado a sua documentação”, não se pode acreditar que a Embargante F. tivesse, no momento em que apôs a sua assinatura no contrato de financiamento, consciência que estava, em nome próprio, a assumir a posição de mutuária no referido crédito e que responderia pelo seu pagamento da mesma forma que o namorado P. F.; 18- Como é notório e, aliás, resulta das regras de experiência e da normalidade, a necessidade de intervenção da Recorrente F. no referido contrato de financiamento apenas surgiu, no caso vertido nos autos, com a recusa do primeiro pedido de financiamento efetuado em nome do Embargante P. F. – cfr.