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4 Ora, em face da prova assim produzida em juízo e da demais materialidade dada como provada, sempre deveria ter sido dado como provado, já que de absoluta relevância para a temática em discussão, indispensável para a descoberta da verdade e para a boa decisão da causa, segundo as várias soluções plausíveis de direito que devam considerar-se controvertidas, que "os Credores Reclamantes prometeram adquirir o apartamento e a loja objecto da presente demanda como forma de investimento, com o intuito de os destinarem a revenda ou arrendamento, intuito que não chegaram a concretizar pela circunstância de o prédio em que os mesmos se integram não ter sido terminado, não possuindo as habilitações necessárias, designadamente, licença de habitabilidade.” 4 É que, e como bem o reconhece o Tribunal a quo, tal matéria não se afigura despicienda para se aquilatar da subsunção da materialidade em apreciação ao preceituado no artigo 75/n.1/al.