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1187 do Civil, que estabelece os deveres do fiel depositário, para concluir que a Recorrente não os cumpriu, razão pela qual é obrigada a indemnizar o Recorrido; 3) A nulidade invocada sustenta-se na manifesta carência na sentença proferida de pronúncia e, por conseguinte, de fundamentação relativamente a questões suscitadas pela Recorrente na sua contestação, às quais a, aliás, douta, sentença a quo simplesmente não deu resposta; 4) Com efeito, não só a sentença sob recurso não considerou as justificações da Recorrente para a sucessão dos actos relatados nos autos, por entender serem os mesmos procedimentos internos, e inoponíveis ao Autor, como ainda não fez a análise dos respectivos requisitos da obrigação de indemnizar o que a impediu de concluir que para além dos procedimento internos, concorreram outros factos para a produção do dano sofrido pelo Autor que não poderão ser assacados à Recorrente; 5) E, nessa medida, sempre se deverá considerar a sentença proferida igualmente nula por omissão de pronúncia, por força do art.