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No entanto as decisões em conflito parecem cindir a causa de pedir em duas vertentes: uma, com base na qual se atribui à Relação de Lisboa, não qualquer erro de julgamento, mas um erro de procedimento processual - notificação deficiente do Acórdão através de cópia ininteligível - acto esse que é da responsabilidade burocrática da secção e não dos julgadores; outra, consistiria no erro de julgamento imputado ao TRL por ter rejeitado o recurso interposto para o Supremo Tribunal de Justiça e outro, assacado a este Supremo Tribunal de Justiça, e expresso na decisão proferida pelo Relator do recurso de revista e depois pela Conferência ao considerar que o recurso fora interposto fora do prazo pelo facto de ter considerado irrelevante a actuação da secção que, ante a reclamação da mandatária do Autor, sponte sua, decidiu enviar nova cópia do Acórdão, sendo que, a partir daí, o Autor considerou que se havia iniciado o prazo para recorrer.