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6  Traduzindo-se a suspensão da prisão subsidiária num poder-dever ou poder-vinculado do tribunal, constando dos autos elementos que insofismavelmente apontam para uma situação de precariedade económica/financeira do condenado, induzindo fundamentadamente o juízo de que o não pagamento da multa decorre de razão que não lhe é imputável, então, é mister concluir encontrarem-se reunidas as condições para decidir pela suspensão da execução da prisão subsidiária sanção de constrangimento, visando, de facto, em último termo, constranger o condenado a pagar a multa, por um período compreendido entre os limites mínimo e máximo legalmente previstos, subordinando-a ao cumprimento de deveres ou regras de conduta de conteúdo não económico ou financeiro, que se venham a revelar adequadas.”  A situação apreciada no acórdão acabado de citar tem coincidência, no essencial, com a dos presentes autos dos quais resulta que à arguida não são conhecidos bens ou rendimentos penhoráveis e, para além disso, que se encontrava presa e impossibilitada de pagar a multa.