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Ou seja, assiste razão à impugnante quando refere que "A margem média da amostragem da Administração Fiscal é uma media aritmética simples, quando os vários produtos têm diferentes pesos no total dos custos e das vendas, logo o procedimento mais adequado parecia ser o cálculo de uma média ponderada.”  Assim e por maioria de razão ao ser retirado do cálculo o mês de Gosto impossível se torna averiguar do equilíbrio das amostragens efetuadas para a determinação do lucro tributável, ou seja, ficamos sem poder perceber se esse equilíbrio ocorre, como pretende demonstrar a inspeção, entre a margem de lucro obtida para o ano de 1996 amostragem e a margem de lucro apresentada na amostragem 3, para o ano de 199 Sendo esta amostragem o reforço da ideia de que seria presumível aquela margem de lucro 39%) para o ano de 1996 porque também foi essa a que resulta para 1998 um termo comparativo por efeito da ausência de elementos da escrita da, então ficamos sem saber se, na ausência de um elemento que serviu às amostragens 1 e 3 o mês de, a margem de lucro indicada como sendo a de 1996, seria, no contexto de elementos equivalentes, efectivamemte de 39%.