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35, n 1, al., e 40, da LPCJP: "Do que se extrai da alegação apresentada pelo Ministério Públicoacima descrita a que acresce que estes menores estão junto da tia paterna desde, pelo menos, abril de 2018, resulta que qualquer alteração de facto na vida destes, decorrente da aplicação da regulação do exercício das responsabilidades parentais acordada pelos progenitores em sede de divórcio, consubstanciaria uma situação de perigo iminente para a estabilidade emocional, integridade psíquica e para desenvolvimento global de B.,nascidoa de2006,eCamila) B.,nascidaade2010 atenta a extremaconflitualidade parental entre os progenitores e entre a progenitora ea família paterna.