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Assim, a favor do dito menor foi novamente aplicada a medida de acolhimento residencial, tendo ficado acolhido no "”, onde permaneceu, desde Agosto de 2012 ate ao dia 19/08/2015; Nessa última data, ou seja, passados dois anos do seu acolhimento residencial, o menor estava cada vez mais integrado no contexto institucional, reportando-se cada vez menos a sua família de origem e as memorias do passado e quando foi proposta a medida de confiança do menor a instituição, com vista a futura adoção, a tia materna mostrou-se disponível para receber o sobrinho, tendo sido aplicada a medida de apoio junto de outro familiar, no dia 19/08/2015; Sucede que, no dia 28/12/2015, o AA, mordeu a tia, recusou-se a acompanhá-la a uma consulta de pedopsiquiatria e fugiu para casa da mãe depois de vir a manifestar problemas de comportamento, rejeitando a escola, de onde fugia, rasgando os livros.