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O Tribunal a quo convocando o já decidido, neste particular, no âmbito do processo respeitante ao IRC do exercício de, sustenta que tendo os bens do ativo imobilizado em questão sido usados em aumento de capital na modalidade de entradas em espécie, e tendo o valor desses bens sido atestado por ROC legalmente habilitado, juntando o respetivo relatório, não impugnado, ter-se-á de "aceitar os bens nele descritos e os valores de avaliação nele inscritos como sendo os relevantes para efeitos de dedutibilidade das amortizações, visto o disposto nos artigos 23/g) e 28 CIRC e artigos 4 e 5/ do Decreto regulamentar n 2/90, de 12 de janeiro.” Por seu turno, a AT no seu relatório de Inspeção Tributária fundamenta a correção relevando que se verificou a falta de comprovação dos bens adquiridos em estado de uso, logo ao abrigo do disposto no artigo 11 do CIRC, tem de ser desconsiderado o valor de €2608,12 como custo para a determinação do resultado do exercício de 200 Sublinhando, para o efeito, que "efectuada uma breve análise aos elementos constantes da listagem de bens acima referida verifica-se que na mesma constam, por exemplo, um total de 24 computadores e 17 telefones, o que se nos afigura manifestamente exagerado, dada a dimensão das instalações e da actividade desenvolvida.