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2 Do imputado erro de julgamento, de facto e de direito, quanto à questão da legitimidade dos autores  1 Sustenta também a recorrente que o Tribunal a quo errou ao considerar provado sob a alínea dos factos dados como provados que os autores são associados da ré, sustentando, para o efeito, que tal prova não foi efetuada; que era sobre os autores que impedia o ónus de provar a sua qualidade de associados, mas que, porém, estes não só não juntaram aos autos nenhum dos documentos referidos nos estatutos da ré que atestam essa qualidade, como dos documentos juntos aos autos não resulta tal prova uma vez que tais documentos não têm qualquer identificação dos autores como associados da ré e nos termos dos estatutos os não associados pagam taxas de conservação e reparação; que a prova documental junta aos autos não se revela suficiente para demonstrar a qualidade de associados da ré, atentos os requisitos elencados no artigo  dos Estatutos desta; que a prova documental junta aos autos não prova nem que os autores eram associados da ré, nem que possuíam a qualidade de empresários agrícolas ou eram proprietários, possuidores ou industriais de prédios rústicos que integrem a zona beneficiada, nem os autores juntaram qualquer documento que ateste que eram proprietários dos prédios rústicos integrantes da zona beneficiária da obra hidroagrícola de ...); que a qualidade de associado/sócio da ré não advém do exercício de funções nos órgãos sociais da ré, pelo que nenhuma relação pode ser efetuada entre a qualidade de sócio/associado e o exercício de funções nos órgãos sociais e que, assim, a factualidade elencada na alínea da factualidade provada ser considerada não provada, e que sendo a factualidade elencada na alínea dos factos provados dada como não provada os autores devem ser considerados partes ilegítimas nos presentes autos – vide conclusões a das alegações de.