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Deste modo, impugnando a apelante, na presente ação, o negócio de transmissão das quotas da sociedade "...” celebrado em 23/10/2012, mediante o qual os 1s apelados transmitiram as quotas que detinham sobre aquela sociedade para os 2s, em caso de procedência da ação, por via dessa procedência, a apelante tinha o direito a executar as quotas objeto daquele negócio, no património dos 2s apelados, como se elas não tivessem saído do património dos 1s apelados, sem a concorrência dos demais credores destes últimos, uma vez que a procedência da pauliana só aproveita à impugnante, e tem direito a executá-las, como se elas tivessem retornado ao património dos 1s apelados e não se mantivessem na titularidade dos 2s apelados, podendo executá-las no património destes, na medida do necessário para satisfação do seu crédito, sem sofrer a competição dos credores desses 2s apelados.