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Acresce que o Tribunal a quo também nunca apurou quando foram pagas as quantias referidas no ponto  dos factos provados, porém, considera na fundamentação de direito que não decorreram mais de 3 anos desde o cumprimento da obrigação, o que não resulta da factualidade provada que é omissa quanto às datas de pagamento E atentas as omissões dos factos provados e não provados acima referidas, o aresto recorrido padece de manifesta falta de fundamentação, ambiguidade e obscuridade e inteligibilidade e omissão de pronúncia, pelo que, a sentença enferma de nulidade, o que expressamente se argui e requer seja declarado para os legais e devidos efeitos, nos termos do disposto no artigo 61, n. 1, alíneas, e, do CPC, devendo, assim, aplicar-se o disposto no artigo 66, n.2, do CPC.