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8 de tal compêndio legal, compete ao CRFinanças as rectificações e a liquidação adicional de imposto sendo que aquelas correcções podem, além do mais, serem decorrência de apuramento correctivo operado pelos serviços de inspecção, e a que se reporta o referido n. 3, do mesmo normativo.- E, sendo assim, não se coloca, aqui, sequer, qualquer relevância na invocada delegação de competências operada pelo DFLisboa no CDivisão que procedeu ás correcções em causa, uma vez que tal delegação - não sendo verdadeiramente da competência do delegante, mas antes do exercício dos poderes daquela que a lei lhe atribui -, teria de ter, sempre e em qualquer caso, necessariamente pressuposto que o delegante tinha a competência para assim a poder delegar, o que, como acima se viu, não ocorre no caso vertente, isto é, sendo a competência controvertida, própria e exclusiva dos Chefes das Repartições de Finanças, é assertivo que a delegação de competências invocada pela recorrente é, no caso, de todo inoperante, já que o DFLisboa não podia delegar no Chefe de Divisão uma competência de que não era titular.- Evidentemente a questão seria de enquadrar juridicamente de forma diversa se, ao caso, fosse aplicável – o que, como ninguém dissente, não sucede – o CIVA, alterado, renumerado e republicado pelo n. 102/2008JUN20, na medida em que o n. 1, do seu art.