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n. 266, in Ap DR de 30-04-1966, que, depois de enunciar e criticar os fundamentos das duas teses opostas que, então, dividiam a jurisprudência - a que chamou "judicialista” e "administrativista”, respectivamente - discorreu nos seguintes termos: "A judicialista parece enfermar do pecado original de ter nascido quando imperava o ensinamento do Prof. Marcello Caetano que entendia que os tribunais administrativos, posto que se chamassem de tribunais e os respectivos juízes gozarem da mesmas garantias de independência e imparcialidade dos juízes dos tribunais judiciais, não eram verdadeiros tribunais, não se integrando na função judicial, sendo, outrossim, órgãos superiores da administração Pública com a missão, exercida com independência dos órgão e agente da administração activa, de julgar da legalidade dos actos e da responsabilidade extracontratual decorrente de actos praticados por estes últimos são a égide do direito administrativo ...).