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Contudo, esta resposta formulada é errada, pois da prova produzida não se pode concluir que a embargante pagou aquela quantia para abater ao valor do empréstimo;  q) Pois sobre esta matéria, apenas temos a indicação da embargada que referiu no depoimento que prestou em 09/05/2018 e que está gravado no sistema digital áudio das 15:15:04 às 15:41:02, ter entrado na conta bancária titulada por si, mas que era do seu pai, a quantia de € 500,00, sendo constituída por três valores distintos, 000,00 + 000,00 + 500,00, mas que o pai lhe disse que eram coisas suas da empresa;  r) Esta situação não configura nem prova a realização do pagamento da aludida quantia por conta do empréstimo, como erradamente entendeu o Tribunal "a quo";  s) Sem prejuízo disto, é ainda certo que, a decisão do Tribunal quanto a este facto mostra-se ainda errada e é contraditória com o referido na fundamentação quanto aos factos não provados, neste caso, tendo presente o que resulta da alínea dos factos não provados, designadamente que não ficou provado que: "E mais ficou acordado entre ambos que o dinheiro assim entregue - pela executada ou pela sociedade - seria destinado ao pagamento do empréstimo de € 5448,6"  t) Pois tendo a embargante alegado que transferia dinheiro seu ou da sociedade "", para pagamento da dívida do empréstimo, e este facto não foi provado, não pode depois o Tribunal "a quo" decidir como o fez no artigo 27 da matéria de facto, que pagou € 500,00 por transferências que foram feitas para a conta da embargada a qual materialmente é do referido J. F., como todos amplamente o admitiram.