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JMMC, com data de 18 de Novembro de 1981, na cidade de T_____, compareceram perante o notário público para o Distrito Judicial de Lork, como outorgantes, António Manuel..., casado, operário, e consorte A, casada, operária, residentes no número ... W_____ D_____, na cidade de B______, que, na presença das testemunhas José António.... e João..., disseram constituir seu bastante procurador com a faculdade de substabelecer, Manuel da , residente na Rua .. da P... no número ..., Freguesia da F... de B..., no Concelho de P... .., a quem conferiram plenos poderes para com livre e geral administração : "reger e gerir, conforme entender melhor, todos os bens e direitos deles outorgantes; para fazer e aceitar arrendamentos, mesmo que constituam ónus real, estipulando os prazos, rendas e condições dos contratos, bem como para prorrogá-los, renová-los ou rescindi-los; para cobrar e receber todas as quantias, valores e rendimentos certos ou eventuais, vencidos e a vencer, que lhe pertença ou a que tenham direito, seja qual for a sua proveniência, e, designadamente, os capitais depositados ou emprestados, sem excepção dos representados por obrigações sorteadas para amortização, e as rendas, dividendos e juros para desistir ou usar do direito de preferência que lhe pertença em quaisquer contratos; para contratar e transigir a respeito de qualquer negócio ou assunto em que sejam interessados, comparecendo mesmo nos Juízos de Paz e comprometendo-se em árbitros; para contrair empréstimos, liquidar contas com devedores e credores, fixar saldos, fazer e aceitar confissões de dívidas, fazer e aceitar cessões de créditos e distratar ou revogar contratos; fazer partilhas amigáveis ou judiciais, pagando ou recebendo tornas e quitações; aceitar doações puras, condicionais ou onerosas e as obrigações que nelas forem impostas; fazer divisões ou demarcações de prédios rústicos ou urbanos; para comprar ou arrematar bens em praça pública ou particularmente; para hipotecar, aforrar, vender e de qualquer forma alienar as propriedades e direitos prediais deles outorgantes; para comprar e vender também quaisquer títulos ou papéis de crédito, promovendo averbamentos e assinando pertences ou endossos; para requerer todos e quaisquer actos de registo predial, provisórios e definitivos, inclusive cancelamentos, fazendo quaisquer declarações complementares, apresentando títulos e documentos e recebendo os que não deverem ficar arquivados; para nas repartições de finanças fazer manifestos efectivos, provisórios e estatísticos, suas alterações e cancelamentos; para reclamar contra o lançamento de colectas indevidas ou excessivas, recebendo os títulos de anulação e as importâncias destes; para representar os outorgantes em todos os processos civis, comerciais, criminais, fiscais e administrativos em que forem autores ou réus, seguindo os seus termos e os de quaisquer incidentes ou recursos, até final; alegar e defender o seu direito e justiça; fazer protestos; deduzir embargos; requerer arrestos, assinando os termos de responsabilidade; requerer penhoras e arrematações; agravar, apelar, dar testemunhas e toda a espécie da prova e praticar mais tudo quanto for preciso; e, finalmente, para outorgar e assinar escrituras, nos termos e com as cláusulas que bem entender; passar recibos; dar quitações; assinar cheques, assim como todos os outros documentos públicos ou particulares, necessários para a realização dos actos e contratos que ficam individualizados.