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No entanto, tal tese acaba por, inevitavelmente, esbarrar naquela que é lógica interna que preside, quer ao regime jurídico das farmácias de oficina n. 307/2007, de 31 de Agosto, quer ao regulamento que fixa os procedimentos de licenciamento e de atribuição de alvarás a novas farmácias e às que resultam de transformação de postos farmacêuticos permanentes ou da transferência da localização das farmácias Portaria n. 352/2012, de 30/1 Na verdade, como já se viu, a transferência da farmácia depende do respectivo averbamento ao alvará, na medida em que só com este as farmácias podem abrir ao público, nos termos dos n.s 4 e 5 do artigo 2 do n. 307/2007, de 31 de Agosto.