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1	Relativamente à alegação do entendimento sufragado pela jurisprudência, a título de mero exemplo, expresso no douto Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul, processo  04268/08, de 102012, relator, Ana Celeste Carvalho,  disponível em www.dgsi.pt, e que a Recorrente cita na parte ") Não procede a falta de fundamentação do ato, enquanto vício de natureza formal, se for possível conhecer, ainda que de forma sucinta e abreviada, quer a fundamentação de facto, quer a fundamentação de direito, sendo essa fundamentação compreendida pelo destinatário direto do ato, que se dispõe a impugná-lo contenciosamente, organizando a sua defesa de forma racional.”, importa convocar toda a decisão e não apenas umas das conclusões que, isoladamente, perde todo o contexto e permite extrair conclusões contrárias àquelas que sustente.