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26 e 33 a 34, e bem assim os arestos citados pelo primeiro: Acórdãos do Tribunal da Relação de Lisboa de 0199, do Tribunal da Relação do Porto de 2001, do STJ de 1003, e do Tribunal da Relação de Guimarães de 0105, tratando como tal casos de levantamento de dinheiro em caixa ou de apropriação de dinheiro entregue por clientes, ou, visando desvios patrimoniais indirectos, através do pagamento pela sociedade a terceiros de despesas pessoais dos gerentes e familiares” Temos assim, a nosso ver, apurada a violação do dever de lealdade previsto como fundamental pelo artigo 64, n 1, alínea, do CSC, sendo que estes deveres impõem que os gerentes, no exercício das suas funções, considerem em exclusivo o interesse da sociedade, com a correspectiva obrigação de omitirem comportamentos que visem a realização de outros interesses, próprios ou alheios, isto é, o dever de lealdade implica a obrigação de contemplação exclusiva dos interesses da sociedade e exclusão de interesse pessoal.