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Ademais, sendo as questões invocadas do domínio do direito, o recorrente não indica, nem se vê como o pudesse fazer, quaisquer diligências a efetuar, e não se vislumbra que actos instrutórios poderiam ser levados a cabo, pelo que também por este prisma o requerimento está votado ao insucesso, por não ser admissível, nos termos do n 3 do art 28 Como, com inteiro acerto, refere a Ex.ma Procuradora Geral Adjunta no seu Parecer, «ainda se admissível fosse a abertura de instrução, nos termos requeridos sempre, importará acentuar que "o juiz investiga autonomamente o caso submetido a instrução, tendo em conta a indicação constante do requerimento da abertura de instrução” art 288, ou seja, é o teor do requerimento de abertura de instrução que baliza o âmbito e limites da intervenção do juiz de instrução e que, no caso concreto, nada havia para investigar.