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11 - No processo n 26/1..., resultaram provados, no que aqui importa, os seguintes factos:  11 - Entre o dia 11 de janeiro de 2017 e as 05:30 horas do dia 12 de janeiro de 2017, o arguido deslocou-se à residência dos ofendidos KK e , sita em Travessa ..., ..., em ..., ..., o que fez com o intuito de se apropriar de objetos com valor pecuniário que no seu interior se encontrassem;  12 - Assim, na execução de tal plano, por método não concretamente apurado, procedeu ao arrombamento do canhão da porta do salão de jogos daquela residência, tendo desta forma se introduzido no seu interior, dirigiu-se à cozinha e dali retirou a carteira do ofendido KK, na qual se encontravam os seus documentos de identificação, bem como €5,00 cinco euros em numerário; a carteira da ofendida , no interior da qual se encontravam os seus documentos de identificação; os telemóveis de ambos com um valor concreto não apurado mas de valor global de pelo menos €50,00 cinquenta euros;  13 - O arguido sabia que entrava numa residência da qual não era proprietário, sem autorização nem consentimento dos seus proprietários, mais sabendo que os objetos e quantia monetária que fez coisa sua não lhe pertenciam e que atuava contra a vontade e sem o consentimento dos seus legítimos proprietários;  14 - O arguido agiu de forma livre, voluntaria e consciente, bem sabendo que as suas condutas eram proibidas e punidas por lei.