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U. O primeiro prende-se com o facto de o poder de retransmissão não resultar especificamente das Deliberações do BdP a que nos fomos referindo, mas sim do próprio RGICSF, que os Recorridos não podiam ignorar. . O segundo prende-se com a circunstância de o BdP já ter alterado o perímetro da transferência de activos, passivos, elementos extrapatrimoniais e activos sob gestão do Banco B para o Recorrente bem antes da aquisição das obrigações, nomeadamente em 11 de Agosto e em Dezembro de 201 W. O terceiro prende-se com os prejuízos elevados que o Recorrente foi, nesse período que antecedeu a aquisição das Obrigações pelos Recorridos, tornando públicos.  . O quarto prende-se com todo o circunstancialismo relacionado com a venda do Recorrente, cujo processo foi suspenso em Agosto de 2015, antes da aquisição das Obrigações pelos Recorridos, Y. E de, devido a essa suspensão, terem começado a ser levantadas publicamente dúvidas a propósito desse processo, nomeadamente porquanto o incumprimento dos compromissos assumidos pela República Portuguesa perante a Comissão Europeia quanto ao seu prazo de conclusão poderia ditar a sua liquidação forçada.