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Acresce que, como se diz, e bem, na decisão recorrida "É certo, salienta-se, que o artigo 871, n1 do CPC dispõe que "Mesmo antes de terminada a avaliação ou a execução regulada no artigo anterior, pode o exequente fazer, ou mandar fazer sob a sua orientação e vigilância, as obras e trabalhos necessários para a prestação do facto, com a obrigação de prestar contas ao juiz do processo.”  Neste caso, efetivamente a prestação é realizada extrajudicialmente pelo exequente ou alguém à sua escolha, no entanto, trata-se aqui de uma opção a tomar pelo exequente no âmbito da ação executiva já intentada, não prevendo a lei, salvo o devido respeito por opinião contrária, que o exequente tendo título para determinada prestação de facto, possa realizar a prestação por si ou por terceiro, e com o mesmo título que condena numa prestação peticionar o pagamento de determinada quantia em dinheiro.”  Propendemos a concordar na íntegra com tal entendimento, pois que não resulta nem da letra, nem do espírito da lei, que se deva fazer qualquer interpretação da norma em causa, nos termos pretendidos pelos recorrentes.