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As declarações da Recorrente não permitem fundamentar o alegado receio em regressar à RDC, falta de fundamentação essa que é reforçada pela não actualidade dos factos invocados, alegadamente ocorridos em 201 	Por outro lado, considerou a sentença recorrida que "O clima de instabilidade e conflito armado interno na República Democrática do Congo, não consubstancia a existência de um risco de a A. sofrer uma ofensa grave, nos termos do disposto nos n.s 1 e alínea do n. 2 do artigo 7 da Lei do Asilo, como bem referiu o R. na Informação GAR parcialmente transcrita no probatório.” 	Lê-se o seguinte na citada "Informação GAR”: "Efetuada consulta á informação mais generalizada, disponível sobre o país de origem, neste caso em concreto a RDC, 4 verifica-se desde logo que, relativamente à insegurança que se vive naquele país, não se pode falar da existência de um conflito armado interno nem um quadro de violação generalizada e indiscriminada de direitos humanos.” 	Este entendimento tem encontrado apoio na jurisprudência recente.