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4, 8 e 11 da p., nos quais a A. se limitou a alegar o seguinte: "4 A aludida empreitada iniciou-se em 102010, e, nesse mesmo dia, quando a Autora já se encontrava a arrumar o material para dar como encerrados os trabalhos, deflagrou um incêndio na zona onde estes haviam estado a decorrer, e do qual resultaram vários danos.” "8 Nessa sequência, a Companhia de Seguros Lusitânia considerou que as ora Autora e Ré seriam responsáveis pela ocorrência do sinistro e responsáveis pelo reembolso da quantia que aquela suportou por via do seguro Multiriscos da sua segurada – a Sociedade Real Bolo, e veio a demanda-las judicialmente a que foi atribuído o processo /, que correu termos junto do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, no juízo central cível de Almada – Juiz , ” "11 Por sentença transitada em julgado, proferida no aludido processo, acabou por ser celebrado entre a Companhia de Seguros Lusitânia e a ora Autora um acordo de pagamento que pôs termo àquele litígio,” Verifica-se, pois, que a A. não alegou na petição inicial qualquer facto revelador da sua responsabilidade para com a sua cliente "Realbolo”, seja por factos ilícitos, seja pelo risco.