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Diz, em continuação, o Tribunal recorrido: "e o Tribunal a quo, ao entender que a indemnização a fixar deve compreender apenas a desvalorização do prédio objecto da expropriação o prédio rústico inscrito na matriz rústica sob o artigo 136, do qual foi destacada a parcela n. 3, com a área de 272 m2 – parcela, ignorou que a parcela n. 3 se encontrava integrada numa unidade agrícola produtiva, preterindo um critério de racionalidade económica por um simples critério de índole fiscal e matricial, como se os prédios não expropriados que fazem parte da unidade agrícola não tivessem ficado desvalorizados devido à expropriação, como efectivamente ficaram.