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3 A Mãe, com a devida vénia, discorda em absoluto desta interpretação, muito estranhando como pode o Douto Tribunal a quo considerar relevante para os presentes autos a junção da "Acta da Conferência” de pais onde foram reguladas as responsabilidades parentais da Mãe dos menores, B. e A., em 1982, há quase 40 anos atrás, e não considerar relevante para os presentes autos a junção do "Relatório de Acompanhamento Psicológico” feito aos Menores, num processo cujo principal desiderato é assegurar o superior interesse destes, relatório esse que comprova de forma clara e manifesta as acções e condutas praticadas pelo Progenitor contra os seus Filhos.