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O facto que a apelante pretende se dê como provado e que nem sequer alegou "O testador Manuel declarou, ao tempo em que vivia maritalmente com a G., que nunca perdoaria às filhas a reacção que estas tiveram em relação à separação do pai e da mãe, ora Autora, pois que por isso elas deixaram de lhe falar”) pretensamente instrumental e que decorreria do próprio depoimento de parte do réu, de forma alguma permitiria, conjugado com os demais, concluir no sentido de julgar provados os referidos factos.Consequentemente, na procedência apenas parcial da impugnação da decisão da matéria de facto, este Tribunal da Relação julga assente a seguinte factualidade:  1- Em 7 de Outubro de 2011, Manuel outorgou, no Cartório da Notária A. , em Viana do Castelo, testamento público, conforme consta do livro de notas n. 3 a fls.