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A condenação da Ré/Recorrente, tese na qual embarcou o Tribunal a quo, assentou no seguinte:  ) Uma refacturação pela Autora sim, este é o termo à ré de mercadoria fornecida pela Autora à chamada/interveniente Calçado A; ) Refacturação unilateralmente feita pela Autora, que o Tribunal todavia considerou consentida pela Ré com base no depoimento do Agente Comercial da Autora, J. R.; ) Agente Comercial que, quando instado pelo mandatário da Ré, admitiu que tinha interesse directo na causa pois não havia ainda recebido a comissão daquela venda e só receberia quando cobrasse o seu valor da ; ) A factura da dita refacturação à ter uma rúbrica de um ex-funcionário da , , este o qual, não negando a rúbrica, não explicou em que circunstâncias a apôs e que, instado directamente a tal, respondeu que não podia afirmar que havia verificado se a mercadoria dessa refacturação existia no armazém; ) A dita refactura ter sida junta aos autos pela Aurora duas vezes, uma sem a rúbrica do ex-funcionário da e, mais tarde, com a dita rúbrica aposta, tendo o Agente Comercial da Autora declarado que foi ele a entregar ao mandatário da Autora a refactura rubricada; ) O ex-funcionário da que rubricou a refactura ter admitido que trabalha actualmente para uma empresa cliente da Autora e do dito Agente Comercial coincidência das coincidências). )