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No que se refere à competência territorial, a mesma está prevista no artigo 78 n 1 NCPC, que estabelece que quanto a procedimentos cautelares e diligências anteriores à proposição da ação, se observa o seguinte:  "a) o arresto e o arrolamento tanto podem ser requeridos no tribunal onde deva ser proposta a ação respetiva, como no do lugar onde os bens se encontrem ou, se houver bens em várias comarcas, no de qualquer destas; b) para o embargo de obra nova é competente o tribunal do lugar da obra; ) para os outros procedimentos cautelares é competente o tribunal em que deva ser proposta a ação respetiva; ” Ora requerendo-se a inversão do contencioso, não se verifica qualquer alteração às regras da competência material ou territorial, até porque só na decisão que decrete a providência o juiz pode dispensar o requerente do ónus de propositura da ação principal verificados os pressupostos do artigo 369 n 1 NCPC, pelo que, pelo menos até esse momento, se verifica que o procedimento cautelar é dependência de uma causa que tenha por fundamento o direito acautelado artigo 364 n, até porque, não existe qualquer regra especial de competência para os procedimentos cautelares em que seja requerida a inversão do contencioso, motivo pelo qual se mantêm as regras da competência material e territorial indicadas.