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O despacho impugnado, nas alíneas a do ponto 2, inscreve de forma percetível, clara e objetiva as novas orientações que pretende dar à gestão do IEFP Intensificar o combate à utilização abusiva e desvirtuada das políticas ativas de emprego que contrariem a ideia original de aproximação ao mercado de trabalho por via da inserção laboral; Garantir políticas ativas de emprego que ajudem a responder ao verdadeiro bloqueio que os jovens enfrentam hoje à entrada do mercado de trabalho; Encontrar respostas melhor calibradas para lidar com os problemas complexos do desemprego de longa duração; Privilegiar as formações de duração mais longa e com cariz qualificante, de modo a potenciar os impactos na empregabilidade das pessoas e nos seus perfis e níveis de qualificações; Apostar na melhoria da capacidade da resposta dos Serviços Públicos de Emprego aos desempregados e jovens, no quadro de uma estratégia de modernização administrativa, simplificação e reforço do atendimento aos cidadãos; Desenvolver, neste contexto, uma nova abordagem na aplicação das políticas ativas de emprego de modo a que estas contribuam efetivamente para a criação de emprego sustentável), de acordo, claro está, com a sua visão para a respetiva área de atuação governativa, cujo mérito ou demérito não cabe à Justiça julgar.