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Neste sentido, o tribunal a quo considerou que as quantias entregues pela Ré e seu falecido marido ao Autor devem ser imputadas ao capital, a ser restituído face ao preceituado no artigo 289 do Código Civil, pelo que, tendo sido entregue o valor global de €15328,27 correspondente à soma dos seguintes valores: €518,75, €729,14, €1876,90, €9758,48, €000,00, €000,00, de €220,00 e de €225,00) e perfazendo o montante emprestado o valor global de €24408,57, faltará restituir a quantia de €9080,30; e considerou ainda não se verificar abuso de direito no comportamento dos Réus Em sentido contrário, sustenta o Recorrente que as quantias pagas a título de juros não podem ser repetidas ou imputadas ao capital mutuado, invocando a este propósito o abuso de direito uma vez que a Ré e seu falecido marido foram procedendo ao pagamento de juros sem questionar a validade dos contratos.