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....”  Correu termos no  Juízo do Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia o Processo Especial de Revitalização com o n. 460/12TYVNG, referente à sociedade CP - Produtos Médicos e Farmacêuticos, S.A., no qual foi proferido, em 09 de maio de 2014, douto despacho de nomeação do administrador judicial provisório;  No dia 27 de maio de 2014 o Autor apresentou reclamação de créditos junto do referido administrador judicial, no valor de € 11993,53, relativos ao contrato de trabalho mantido com a sociedade CP - Produtos Médicos e Farmacêuticos, S.A., bem como à cessação do mesmo;   No dia 04 de dezembro de 2014, o Autor intentou ação declarativa, com processo comum, junto da Instância Central de Valongo, a Secção de Trabalho, Comarca do Porto, que aí correu termos sob o processo n. 686/19T8VLG, na qual peticionou a condenação da CP - Produtos Médicos e Farmacêuticos, S.A. a pagar-lhe a quantia de € 11993,53, a título de créditos devidos pela execução e cessação do contrato de trabalho que com aquela manteve;  No âmbito do referido processo judicial, foi proferida douta sentença em 11 de fevereiro de 2016 que condenou a CP - Produtos Médicos e Farmacêuticos, S.A., a pagar ao Autor a quantia global de € 9943,53, dos quais € 3100,00 a título de indemnização por antiguidade e € 6843,53 a título de créditos salariais em dívida referentes a férias, subsídios de férias e de natal, e diferenças salariais;  No dia 05 de fevereiro de 2015, o Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia, decretou o encerramento do processo, por se mostrar ultrapassado o prazo previsto no n. 5 do artigo 1 -do CIRE;  No dia 26 de fevereiro de 2015, a CP - Produtos Médicos e Farmacêuticos, S.A., recorreu dessa decisão para o Tribunal da Relação do Porto, sendo que, por douta decisão deste Tribunal, foi confirmada a sentença do Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia; 1 No dia 03 de junho de 2015, o Autor apresentou junto do Réu, requerimento para pagamento de créditos emergentes do contrato de trabalho, no montante total de € 11993,53, o qual lhe foi entregue pelo Administrador de Insolvência; 1 Por anexo a esse requerimento, o Autor remeteu cópia do requerimento que o seu Advogado apresentou ao Administrador da Insolvência, e onde discriminou os montantes por si reclamados, no valor global de 11993,53 euros; 1 O Administrador de Insolvência, certificou os créditos reclamados pelo Autor junto do Réu; 1 No dia 20 de novembro de 2015, os serviços do Réu elaboraram informação da qual para aqui se extrai, com interesse, o que segue: "... Foram apresentados pelos ex-trabalhadores da empresa CP - Produtos Médicos e Farmacêuticos, S.A. que a seguir se identificam, requerimentos para pagamento de créditos emergentes de contrato de trabalho e da sua cessação, ao abrigo da Lei n. 7/2009, de 12/02 e Decreto-Lei n. 59/2015, de 21/0  Da verificação dos requisitos legais impostos No concernente à situação da empresa  Correm termos no Tribunal da Comarca do Porto - Instância Central Vila Nova de Gaia - a Secção Comércio - J2, autos do processo especial de revitalização da empresa registados sob o n. 460/12TYVNG, ação instaurada em 06/05/201 No âmbito do processo supra referido, por despacho de 09/05/2014, foi designado o administrador judicial provisório.