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r) Porém, a decisão arbitral recorrida concluiu o oposto, designadamente que:  «Assim, e conforme é referido nos acórdãos proferidos nos processos arbitrais n. 348/2016-T, de 2 de Maio de 2017, e n. 633/2016-T, de 19 de Maio de 2017, "a razão de ser da fusão das alíneas não tem a ver com a incorporação na nova alínea do n. 1 do expressamente revogado n. 2 do artigo  mas com a uniformização dos pressupostos da isenção de imposto do selo do crédito concedido e dos juros cobrados com o das comissões cobradas em operações em que fossem exclusivamente intervenientes instituições de crédito e sociedades financeiras”.