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Resumindo, encontrando-se em causa a execução da sentença proferida na ação de anulação do negócio celebrado entre as partes – na parte em que condenou os aqui autores a restituírem quantia de 19519 €, acrescida de juros e a pagar à ré a quantia de 1952 €, por benfeitorias –, e levantando os executados, na oposição que deduzem à execução, a questão de a determinação dos exatos valores a restituir por si na sequência da anulação do contrato de compra e venda se encontrariam dependentes de "relações de liquidação” – que o prédio não valeria hoje mais do que 7000 € e que, sem os estabelecimentos comerciais não valia mais do que 13000,00 € –, ficou aí decidido quais as exatas quantias que os executados tinham de restituir à exequente/compradora, condicionadas à prévia entrega do imóvel 13685,05 € + 4321, 88 € + e que se encontrava ainda em dívida a quantia de 1952,00 €, quantia esta já fora do sinalagma restitutório ou seja, apenas lhes foi reconhecido o direito à dedução dos valores respeitantes aos estabelecimentos comerciais por os mesmos já não.