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No seguimento desta orientação, as questões que se encontram submetidas pelos apelantes à apreciação desta Relação resumem-se ao seguinte: a- se o despacho proferido pela 1 Instância ordenando o desentranhamento dos autos da intitulada "resposta” apresentada pelos apelantes, na sequência da contestação apresentada pelo banco apelado, padece de erro de direito; e b- se a decisão de mérito proferida no saneador-sentença, ao julgar improcedente a ação, indeferindo o pedido dos apelantes em ver declarada extinta as obrigações assumidas pelos últimos perante o apelado e a eliminação de todos os registos relativos a essas obrigações da Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, apesar de reconhecer que esses direitos de crédito do banco apelado sobre os apelantes se encontram prescritos, padece de erro de direito.A- FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO  A 1 Instância julgou provada a seguinte facticidade, a qual porque não foi impugnada pelos apelantes, se tem como definitivamente provada:  A sociedade comercial "- Sociedade de Construções, Lda.”, foi constituída em 2001 e teve por objeto a construção e obras públicas;   os autores foram sócios gerentes da sociedade desde a constituição até à declaração de insolvência, em 20200   Em 002006 o réu celebrou com a sociedade "- Sociedade de Construções, Lda.”, um contrato de abertura de conta dinâmica, n. 9, através do qual concedeu à sociedade mutuária uma facilidade de crédito, sob a forma de conta corrente caucionada, no valor de € 20000,00;   para garantia do cumprimento das obrigações assumidas pela sociedade mutuária no referido contrato, foi entregue ao réu uma livrança em branco, subscrita por essa mesma sociedade;   e avalizada pelos autores.