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Noutra linha de argumentação, a apelante alude a dois acórdãos:    a) ao acórdão do STJ de 102005, nos termos do qual a  celebração do contrato sem qualquer intervenção da mediadora não viola o pacto de exclusividade mas não exonera o cliente de pagar à mediadora a remuneração contratada, desde que esta tenha exercido actividade de mediação, como foi o caso,  e ainda que não tenha sido em consequência desta actividade que o negócio foi conseguido, na medida em que a negociação directa impediu a mediadora de ser ela a conclui-lo, e tal impedimento é imputável ao cliente;   b) ao acórdão da Relação de Lisboa, de 202011,  que defende que, em regime de exclusividade, os clientes da mediadora não tem o direito de divulgar o imóvel.