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declararam ter celebrado contrato promessa de cessão de quotas, em 08 de Julho de 2010, ficando clausulado que a primeira R. prometeu ceder à aqui A. a quota que aquela possui na sociedade "E, Lda.”, sociedade comercial por quotas, com o NIPC , com sede na R. , loja , , freguesia , concelho do Porto, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto;  O preço estipulado da prometida cessão de quota foi de € 2000,00, que a A. entregou à primeira R. e que esta expressamente declara ter recebido;   A primeira R. e a A. acordaram declarar e reciprocamente aceitar dar sem efeito o referido contrato promessa de cessão de quotas, o que fizeram através do referido documento de 29 de Dezembro de 2017, mantendo-se a aludida quota na titularidade da R. ;   Consta da Cláusula Quinta do documento aludido em  que "Como contrapartida pelo presente contrato a primeira outorgante  confessa-se e constitui-se devedora da segunda outorgante B, da quantia de € 6000,00”;   Consta da Cláusula Sexta do documento aludido em  que "A primeira outorgante obriga-se a pagar à segunda outorgante aquela quantia de € 6000,00 em sessenta prestações mensais, iguais e sucessivas, de € 000,00 cada, vencendo-se a primeira prestação em 10 de Fevereiro de 2018, pagamento a efectuar mediante transferência bancária, a favor da segunda outorgante, para o IBAN ou por depósito.”;  Consta da Cláusula Sétima do documento aludido em  que "O incumprimento pontual de qualquer das referidas sessenta prestações implica o imediato vencimento da totalidade do montante do capital que estiver em dívida”;  Consta da Cláusula Oitava do documento aludido em  que "O terceiro outorgante na qualidade de fiador da primeira outorgante, expressamente declara constituir-se fiador e principal pagador, assumir todas as obrigações constantes do presente contrato, renunciando desde já e expressamente ao benefício da excussão prévia, bem como ao benefício de prazo previsto no art.