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TERMOS EM QUE, EM FACE DE TODO O EXPOSTO, DEVE A PRESENTE IMPUGNAÇÃO JUDICIAL SER JULGADA TOTALMENTE PROCEDENTE E, EM CONSEQUÊNCIA, DEVEM SER ANULADAS: 	AS LIQUIDAÇÕES OFICIOSAS REALIZADAS PELOS SERVIÇOS DA SEGURANÇA SOCIAL RELATIVAS AOS PRÉMIOS DE GESTÃO PAGOS NOS ANOS DE 2014 E 2015, NOVALOR TOTAL DE €50857,65 POR NÃO FUNDAMENTADO LEGALMENTE A RESPETIVA SUJEIÇÃO; 	Os RESPETIVOS JUROS COMPENSATÓRIOS, CALCULADOS EM PROPORÇÃO, NO VALOR TOTAL DE € 5995,26;  DEVENDO O DOUTO TRIBUNAL CONDENAR OS SERVIÇOS DE SEGURANÇA SOCIAL AO PAGAMENTO DOS JUROS INDEMNIZATÓRIOS DEVIDOS, CALCULADOS DESDE A DATA DE PAGAMENTOS INDEVIDO DOS MONTANTES AQUI IMPUGNADOS, ATÉ EFETIVO REEMBOLSO DOS MESMOS, EM CASO DE PROCEDÊNCIA DA PRESENTE AÇÃO, PARA TODOS OS DEVIDOS EFEITOS LEGAIS.»  O recorrido INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, P., apresentou contra-alegações, que termina com as seguintes e doutas conclusões:  «1 - O presente Recurso vem interposto pela Recorrente, quanto à parte que foi julgada parcialmente improcedente pela douta Sentença, proferida no âmbito do processo judicial n. 886/10BELRA, do Tribunal Administrativo e Fiscal de Leiria, relativamente aos "Prémios de Gestão" pagos aos seus administradores, os quais corresponderiam a 1% do Cash Flow do ano anterior, pagos em Maio e Junho de cada ano e, nessa medida, sujeitos a base de incidência contributiva;  2 - Defende a Recorrente que a douta Sentença do Tribunal a quo "ao não ter percorrido corretamente todo o itinerário normativo aplicável à situação" padece de erro de julgamento por deficitária apreciação dos factos subjacentes e, "no limite, a um défice instrutório" que conduzem à sua anulabilidade.