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Ora, relendo as peças processuais em que progenitora e filha tiveram ensejo de se pronunciar sobre as questões a dirimir nesta acção percebemos, sem margem para rebuços, inexistir incompatibilidade de interesses no tocante ao destino da sustentando ambas que a melhor prossecução do superior interesse da Jovem se orienta no sentido de a manter em meio natural de vida junto de familiares, recusando ambas veementemente qualquer acolhimento residencial, o que desonerou o Tribunal recorrido da obrigação de nomear Patrono à antes de declarar encerrada a fase de instrução e determinar o prosseguimento dos autos no sentido da realização de debate judicial, sendo certo que no próprio despacho em que decidiu orientar a processo com vista a tal debate o Tribunal a quo determinou e, a nomeação de Patrono à. Assim sendo nenhuma violação ao disposto no supra transcrito artigo 10 da LPCJP foi cometida pelo Tribunal recorrido no tocante à nomeação de patrono à Jovem, carecendo de qualquer fundamento o teor dos pontos 8, 9 e 10 das conclusões recursivas.