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A verdade, porém, é que da motivação e das conclusões do recurso apresentado o que se conclui é que, apesar da invocação do referido vício e da violação do citado princípio basilar, o recorrente não pretende pôr em causa a matéria de facto apurada, mas apenas questionar a conclusão de ter praticado um crime de contrafacção de moeda, sob a forma tentada - por entender que só ocorreram atos preparatórios e nenhum ato de execução – bem como a condenação pelo crime de detenção de arma proibida – porque as munições "estariam obsoletas” e detinha-as pelo menos desde 2002, quando iniciou o cumprimento de pena de prisão, não havendo dolo na detenção, mas sim erro sobre a ilicitude ou negligência.