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13 Consequentemente, mesmo que se entenda como se entendeu na douta decisão que o ónus da prova quanto à inexistência de uma efectiva relação subjacente à letra era da Embargante, dever-se-á considerar invertido o ónus da prova, considerando que, no caso concreto, tratando-se alegadamente de dívida emergente de um pretenso contrato de prestação de serviços de contabilidade, não tendo a Embargada junto qualquer contrato escrito, antes alegando que a prestação de serviços de contabilidade foi acordada entre FM e , e tendo o Gerente da primitiva Embargada declarado como Testemunha que nunca, ao longo de vários anos, foi feito qualquer contrato por escrito e que não existia qualquer documento que pudesse confirmar a relação contratual alegada na Contestação aos Embargos, fosse qual fosse além da fatura apenas emitida em 202014), conforme consta da gravação áudio transcrita nas alegações supra.