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B. Relativamente ao Processo em epígrafe e ao Processo n. 72/19IDLSB, verificam-se as seguintes circunstâncias: a. Encontra-se ambos, simultaneamente, na mesma fase processual, na fase de julgamento; b. Em ambos, o Recorrente deverá ser julgado pela prática que lhe é imputada pelo Ministério Público de crimes de abuso de confiança fiscal, previsto e punido nos termos do disposto no artigo 10 do RGIT; Relativamente aos concretos imputados crimes existe uma ligação tal que faz presumir que o esclarecimento de todos será mais fácil ou completo quando processado conjuntamente; De acordo com as imputações que são feitas, tais crimes serão causa e efeito uns dos outros; e. Com carácter homogéneo; f. Os crimes imputados terão sido cometidos em períodos temporais próximos, a saber: o segundo e o quarto trimestre de 2015 e os meses de julho e agosto de 2016; g. Será, porventura, defensável a verificação de uma prática subsequente;  h. De acordo com as acusações, até se coloca a hipótese, de estarmos perante um crime praticado sob a forma continuada; O Ministério Público alega estar em causa a realização plúrima do mesmo tipo de crime, executada por forma essencialmente homogénea e no quadro da solicitação de uma mesma situação exterior – o que tudo faria diminuir consideravelmente a culpa do agente; e j. Existirá sempre o interesse do Estado ou da ordem jurídica no julgamento conjunto, e também o interesse ponderoso e atendível do Recorrente na concretização da apensação dos processos – desde logo o de evitar plúrimas e eventualmente diferentes decisões sobre os mesmos factos, em abono dos princípios da unidade do sistema, da segurança jurídica e do ne bis in idem.