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Conclui assim o requerimento inicial que introduziu em juízo o presente procedimento cautelar de arresto: «Termos em que e nos mais de Direito, deve a presente providência cautelar de arresto ser julgada procedente por indiciariamente provada e, consequentemente, ser ordenado o arresto de todos os bens móveis que compõem o recheio do estabelecimento MN, o qual é explorado pela Requerida, bem como de contas bancárias de que a Requerida seja titular em quaisquer instituições bancárias portuguesas, para garantia do crédito da Requerente no valor de pelo menos € 3200,00 trinta e um e duzentos.»  O procedimento cautelar foi liminarmente admitido, procedendo-se à inquirição das testemunhas arroladas pela requerente, diligência na qual foi requerido que o arresto incidisse ainda sobre o crédito de que a requerida é detentora na DGPC, no montante de € 268,34, em consequência da adjudicação de um contrato público para a manutenção de duas embarcações, tendo o juiz a quo relegado, indevidamente, a nosso ver, para sede de decisão final, a apreciação de tal pretensão, no caso de o arresto vir a ser decretado.