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Não encontramos justificação para que, estando pendente um processo de inventário, onde seja parte um interessado direto, declarado insolvente, encontrando-se apreendido o quinhão hereditário, a atuação do administrador de insolvência tenha natureza distinta e, neste caso, atue em representação do interessado e não como substituto processual, sendo certo que em ambos os casos o fundamento para a atuação do administrador de insolvência reside na perda imediata pelo insolvente dos poderes de administração e de disposição dos bens integrantes da massa insolvente, por força da declaração de insolvência, os quais passam a competir ao administrador da insolvência, em conformidade com o estipulado no n. 1 do artigo 81 do CIRE.