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Apesar de não arguir expressamente a nulidade da sentença recorrida vem a apelante alegar que a decisão recorrida padece de contradição entre os seus fundamentos e a decisão, no que se reporta à qualificação das benfeitorias realizadas pela ré no imóvel e à suscetibilidade de serem indemnizáveis pelos senhorios, o que concretiza na conclusão 13 das correspondentes alegações, sustentando, no essencial, que o Tribunal a quo ignora todas as obras realizadas pela ré que ampliaram e aumentaram o valor do prédio, classificando-as, erradamente, como voluptuárias, em completa contradição com os factos dados como provados, porquanto deveria tê-las classificado como benfeitorias úteis.