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P. Não se compreende quando na sentença é afirmado que "Pelo que, uma fundamentação suficiente dependia de o requerido ter explicado os motivos pelos quais concluiu que a plantação não era susceptível de recuperação vegetativa,” pois, a verdade é que, na Decisão Final consta, no ponto 11 que " na visita efectuada, constatou-se que não existe evidência da existência nas duas áreas afectas à plantação, quaisquer plantas de amoreira, mas apenas mato e estevas, encontrando-se a terra abandonada e sem qualquer possibilidade de recuperação vegetativa, Concluindo ponto 17 que "Importa referir que o facto de ter comunicado à DRAP as diligências tomadas e a tomar com vista à recuperação das áreas plantadas não os desobriga do cumprimento das obrigações que decorrem do contrato firmado com este Instituto, mais concretamente, da obrigação de executar o projecto nos termos e condições aprovadas, bem como, da obrigação de cumprir com o plano empresarial aprovado”.