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- Mais sabia que ao incluir na declaração o valor de €27516,00 estava a declarar em sede de IRC custos que não foram efetivamente suportados pela "”; - Ao proceder do modo descrito, o arguido  agiu com a intenção de obter para si e para a mencionada sociedade arguida, benefícios patrimoniais da administração fiscal, montantes esses a que bem sabia não ter direito, mas dos quais, mesmo assim, se pretendeu apropriar indevidamente, desse modo enriquecendo o seu património e o património social de tal empresa, à custa da Fazenda Nacional; - Os representantes da B agiram, em comunhão de esforços, com o propósito conseguido de fazer constar das facturas mencionadas supra, prestações de serviços inexistentes, bem como entregar essas facturas ao arguido , com o intuito de obterem para aquele a vantagem patrimonial ilegítima, através da diminuição das receitas tributárias do Estado, recebendo eles, total ou parcialmente, o valor de 3% do benefício concedido; - O arguido , o terceiro que o aconselhou e os representantes da B agiram sempre livre, consciente e voluntariamente, em comunhão de esforços e na execução do plano que previamente traçaram, bem sabendo que as suas condutas eram proibidas e punidas por lei.