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Mas esta comprovação não pode revestir-se das exigências da própria comprovação judiciária, antes e apenas utilizar as regras derivadas das  legis artis  dos jornalistas, das suas concepções profissionais sérias, significando isto que ele terá de utilizar fontes de informação fidedignas, por forma a atestar e controlar a veracidade dos factos.” Por último, com interesse para o Thema decidendum e integrando ambos normas relevantes para a aferição da licitude das publicações/textos ora em sindicância, quer tendo presente os direitos do autor apelante, quer a liberdade/direito de informar que aos RR assiste, pertinente é atentar o que de essencial/fundamental decorre da Constituição da República Portuguesa da Declaração Universal dos Direitos do Homem e outrossim da Convenção Europeia dos Direitos do Homem.