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Vejamos o que se escreveu na sentença recorrida sobre esta matéria:  «De facto, a Impugnante não logrou provar concretamente, ou em números médios, ou aproximados, que materiais foram entregues por cada um dos fornecedores em apreço; em que obras/locais os mesmos foram aplicados, em que datas, quais os concretos meios de pagamento dos bens faturados, uma vez que veio a apurar-se que os cheques que, alegadamente, serviram para o respetivo pagamento foram, afinal, todos depositados na mesma conta do banco .., não resultando, deste modo, demonstrada a relação jurídica subjacente o fornecimento de matérias, quer em sede de inspeção, quer no âmbito da reclamação graciosa ou do recurso hierárquico, quer agora, no âmbito da presente impugnação.