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Revogada, no acórdão proferido por este Tribunal da Relação do Porto sobre a apelação interposta pela A., a decisão que julgou procedente a excepção da prescrição, e remetidos os autos à 1 Instância, foi proferida decisão que, depois de considerar que cumpria proferir decisão sobre a obrigação de prestar contas e de fixar o respectivo objecto, entendeu que a obrigação de prestar contas pelo R. compreendia apenaso período temporal decorrido entre a data do óbito da autora da herança 13/8/1992) e a data em que transitou em julgado a sentença homologatória da partilha 22/2/1993), período em que o R. exerceu o cabeçalato, e que o seu objecto eram apenas os bens relacionados no processo de inventário, porquanto nele não foi deduzida reclamação contra a relação de bens, que apenas incluía dois imóveis, e não qualquer estabelecimento comercial, e que a A. não requerera partilha adicional, por omissão do estabelecimento, e, consequentemente, fixou ao R. o prazo de vinte dias para prestar contas.