Legal Document Excerpt:

44 a 62 dos autos, e nela, reconhecendo a invocada situação de compropriedade, alegaram que a casa de habitação mencionada na descrição do prédio comum corresponde a uma construção abandonada, hoje, entre outras existentes no mesmo, destinada a arrumos, e que proveio do prédio antes denominado Aido, autónomo até 1990 e como tal descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n. 3462 Tal descrição veio a ser inutilizada, dada a anexação do aludido prédio, juntamente com outros, à parte sobrante do prédio denominado Quinta do Fundo da Vila, do qual foi destacado o urbano hoje propriedade exclusiva dos contestantes, formando aqueles o prédio comum a AA e RR, actualmente descrito na Conservatória do Registo Civil sob o n. 26 A casa de habitação aqui mencionada, acrescentaram, nada tem a ver com a casa do caseiro, que sempre integrou e continua a integrar a casa principal da Quinta, que apenas aos RR pertence, por lhes ter sido tal prédio adjudicado no âmbito da acção de coisa comum identificada pelos demandantes, impondo-se a improcedência da acção.