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8-A n. 3 da LGT; ou seja, de um ponto de vista ético, em comparação, a justificação parcial, até, sempre, merecia se possível) melhor tratamento Ao invés, de beneficiar um sujeito passivo que ocultou rendimentos até não poder mais e, quando descoberto, obteria um tratamento como se nada se tivesse passado não se olvide que estamos a laborar em terrenos de fraude e evasão); - em ambas as hipóteses, similarmente, o sujeito passivo não comprova a correspondência com a realidade dos rendimentos declarados, sendo que, no caso da correção aritmética pela, sempre esteve em condições de o fazer, dada a indiscutibilidade do seu enquadramento, por exemplo, em IRS, nas concretas categorias de rendimentos elencadas pela lei; - na justificação parcial, o sujeito passivo comprova a fonte de parte da manifestação de fortuna ou do acréscimo de património), a qual, atesta e assegura, que os valores disputados na parte não tinham têm) de ser declarados na declaração anual de, enquanto, na correção aritmética, ao invés, o resultado, inevitável, é a declaração periódica) dos rendimentos ocultados, descobertos e enquadrados pela AT; - finalmente, nas duas situações colocadas a par, na origem, num momento inicial, genético, o que conta, releva, para legalizar a operação de uma avaliação indireta da matéria tributável, é a constatação de uma objetiva divergência entre valores declarados e manifestações de fortuna e/ou acréscimos de património ou despesa, independentemente, das justificações e/ou correções posteriores Que, como vimos, nas hipóteses da justificação parcial, a jurisprudência salvaguarda através da imposição da respetiva operância no momento da quantificação da matéria tributável final e que, em situações como a dos autos, também, é relevada nesta última sede, permitindo a redução, significativa, dos montantes encontrados para determinação do rendimento tributável).