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22, do Decreto-Lei n423/83, de 05/12 e se incorre em erro de julgamento  a sentença do Tribunal Tributário de Lisboa que entendeu que  os benefícios fiscais a que se refere o artigo 2, n. 1, do Decreto-Lei n. 423/83, de 5 de Dezembro, não foram revogados pelo Decreto-Lei n. 485/88, de 30 de Dezembro e, por isso, se  mantem em vigor aquela norma que prevê que as empresas proprietárias e as explorações dos empreendimentos novos, referidos nas alíneas e do n. 1 do artigo  gozarão das isenções previstas na alínea do n. 1 do artigo 1 pelo prazo de 7 anos, contado da sua abertura ao público, e da redução a 50% das taxas dos mesmos impostos e taxas nos 7 anos seguintes.