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B, cunhado da Autora , referiu que a perda prematura da sua única filha aos 33 anos fê-lo aproximar do seu único sobrinho B, referiu, ainda, que colecionava joias e artigos de ouro, especialmente libras, que após a morte da sua filha, foi oferecendo ao seu sobrinho, o Autor B. Referiu esta testemunha ter conhecimento directo:	Que uma série de libras foram pela testemunha e sua mulher oferecidas ao Autor B, em 2009, mais precisamente um conjunto de 12 libras de 1972, que valiam a quantia de €000,00/€000,00; que regularmente presenteava o seu sobrinho B com outras libras; que lhe ofereceu um relógio que havia chegado a si através de herança da sua mulher, um relógio de bolso em ouro; que lhe ofereceu um anel que era da sua falecida filha; que sabia que estavam guardados no cofre os anéis de curso do seu sobrinho e cunhado e que o furto ocorrido muito os afectou e emocionalmente os transtornou; Assim, após audição integral dos depoimentos referidos na fundamentação da sentença para justificar a convicção do tribunal recorrido nesta parte, entendemos que, no essencial, lograram convencer este Tribunal que os autores, de um lado o co – autor B e sua mulher e de outro lado, os pais daquele,  e alugaram um cofre e aí depositaram os bens descritos a fls 258-verso a 260, sendo que a fls 258-verso estão descritos os bens pertencentes aos autores  e Esposa  e a fls 259 estão descritos os bens pertencentes aos autores B e esposa.