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doc.s 4 e 10 anexos com a p.); Os preditos documentos 4 e 10 anexos com a p., por si só, comprovam, quer a inexistência de qualquer compropriedade entre o Autor ora Recorrente e os demais subscritores do "pedido de discriminação do prédio inscrito na matriz rústica da freguesia da ...) sob o artigo 266” aqui em questão, quer a discrepância e absoluta incompatibilidade entre os respectivos diferentes direitos reais ou tipos de titularidade que compete a cada um daqueles, nos precisos termos em que o registo define, e, consequentemente, comprovam que o "pedido de discriminação” aqui em apreço respeita a prédios com titularidades juridicamente distintas entre si, referentes a direitos reais totalmente díspares e antagónicos, dado a plenitude do direito de propriedade que cabe ao Autor ora recorrente ser absolutamente incompatível ou inconciliável com as limitações incidentes sobre as figuras parcelares do direito de propriedade que competem aos demais subscritores do predito "pedido de discriminação” matricial do acima referido artigo 266 matriz rústica da freguesia da ...), por todos apresentado "no Serviço de Finanças de Barcelos”, em 15-11-2011, sendo que, a mencionada inexistência de compropriedade e referida discrepância e absoluta  	incompatibilidade entre os diversos direitos reais titulados por estes últimos, configuram circunstâncias que, só por si, exigem ou impõem que aquele artigo matricial "seja eliminado e em sua substituição sejam inscritos na mesma matriz, dois prédios rústicos autónomos” vide cit.