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Sobre tal matéria, o acórdão da Relação refere que «Não são os arguidos, ainda que orientados pela sua mandatária, quem decide se haveriam ou não, de submeter-se à prova em causa, ou fixam as condições da realização da respectiva diligência, no cumprimento da lei, como bem resulta do citado art 61, n 6 al.», mais acrescentando que «Relativamente à diligência em si, nada, rigorosamente, transparece dos autos que prove ou indicie, sequer, não ter a mesma obedecido aos requisitos constantes do citado art 147, n 2 e 5, ou se tenha materializado em alguma das práticas descritas no art 126»  De tal acórdão interpõem recurso, os recorrentes, para o Supremo Tribunal de Justiça.