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Contra-alegou também o Ministério Público, formulando as seguintes conclusões:  - A exequibilidade imediata da decisão recorrida não causa à criança um prejuízo considerável que justifique a derrogação da regra da atribuição de efeito meramente devolutivo ao recurso, pelo que ao mesmo não deverá ser atribuído efeito suspensivo, que nos parece definitivamente comprometido, pelo facto da criança já estar a residir com o pai, no Algarve, onde está a frequentar a Escola;  - Não estamos diante de uma situação diferente de tantas outras, em que se lança mão de um processo de alteração das responsabilidades parentais, chamando o Tribunal a decidir uma situação em que os progenitores não se entendem relativamente ao exercício das responsabilidades parentais sobre a sua filha menor.