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Da nulidade da sentença por omissão de pronúncia  Arguiu o apelante a nulidade da sentença por omissão de pronúncia, nos termos do disposto no artigo 61, n. 1, alínea, CPC, por o Tribunal recorrido não ter apreciado as questões da falsidade das "assinaturas digitais” rectius, das impressões digitais imputadas aos, da falta de confirmação no termo de autenticação das assinaturas a rogo artigos 37, ns 3 e 4, e 15, Código do, da omissão da declaração no termo de autenticação de que o mesmo era assinado a rogo dos doadores; de ser a donatária quem declara que os doadores não podem assinar, e não os doadores, de não existir um verdadeiro rogo mas sim testemunhas abonatórias dos doadores não saberem assinar, em violação do disposto no artigo 4, n. 1, Código do Notariado, apesar de abundantemente alegado na petição inicial.