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em função dos militares que os integrem serem oriundos da AM sem razão para essa preferência e quando nos termos do despacho  n. 11052/2014, do CEME, de 01/07, se tinha estabelecido que os lugares aí então indexados a QQEsp, se destinavam a "serem distribuídos posteriormente pelos diferentes quadros especiais de acordo com as necessidades orgânicas, bem como com o objetivo de eliminar ou atenuar eventuais desequilíbrios por referência aos cursos de origem, que ocorram nas promoções ao posto imediato”, traduz, a nosso ver, a violação do princípio da igualdade, da boa-fé e da confiança em relação ao Apelante, que por força dessa decisão do réu, foi preterido em relação aos militares promovidos por não ser oriundo da AM e, quando, em função dos critérios a que o apelado se tinha vinculado no despacho supra citado, tudo indicava que fosse um dos promovidos, contando que, por referência ao curso de origem, o seu QEsp em que se integrava deveria ser objeto de atribuição de vagas em ordem ao cumprimento do objetivo traduzido na eliminação ou atenuação dos desequilíbrios por referência aos cursos de origem, que ocorram nas promoções ao posto imediato.