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Atente-se, então, nos fundamentos dos recursos:  Começando pelo Arguido :  a) Não existem provas sólidas e concretas que sustentem a condenação do recorrente, pelo que, em obediência ao princípio "in dubio pro reo”, deveria ter sido absolvido;   b) O recorrente não foi indispensável à prática do crime de tráfico de estupefacientes, pelo que a sua condenação, quanto muito, deveria ser enquanto cúmplice e não como coautor;  Adicionalmente insurge-se o arguido contra a decisão recorrida sustentando que nunca deveria ser condenado como coautor e sim como cúmplice, já que perante a prova produzida é de se concluir que o arguido não detinha o domínio do facto.