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9/1/g) e 4 do, o que significa que não pode afirmar-se – como se faz no Acórdão recorrido – que a certidão junta, extraída em 09/08/2017, "contém informação total desde a data da descrição da fração, ou seja, todo o histórico das inscrições que não se mantêm em vigor” – o registo pode ter sido feito e pode ter caducado, deixando de ser um registo em vigor – e, não podendo isto afirmar-se, também não pode extrair-se/concluir-se que a A. nunca procedeu ao registo provisório de aquisição com base no e que a A., ao continuar a alegar ter realizado registo provisório em seu benefício sobre a fração, alterou a verdade dos factos.