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Nesse sentido e estejam os adultos concordantes, Sr. H e , assumindo também a G uma postura de colaboração com os progenitores e uma supervisão bastante rigorosa relativamente o relacionamento da Sr. Avó com o neto , a medida de Acolhimento Residencial poderá ser repensada, assim seja entendimento de Estimadas Excelências.” Foi emitido parecer pelo Ministério Público no sentido da alteração da medida de acolhimento residencial aplicada ao , pela de apoio junto de outro familiar – a tia paterna e madrinha, porquanto "perante a informação remetida pelo lar residencial, que alerta para a premência de se redefinir um projecto de vida para o  em meio natural de vida – sob pena de, também por outro prisma, se sujeitar o mesmo a consequências derivadas do acolhimento em que se encontra – e em face desta nova alternativa, que passaria pela sua integração no agregado familiar desta tia paterna, entendemos que o princípio do superior interesse da criança que norteia qualquer decisão tomada nesta sede e, ainda, os princípios da proporcionalidade, da actualidade e da prevalência da família, plasmados no artigo , alíneas, e da LPCJP, impõem que se altere a medida aplicada.” Entendeu ainda o Ministério Público que a medida provisória devia ser acompanhada de determinadas condições, que respeitem o sentido das decisões que vem sendo tomadas, devendo a tia materna: - impedir qualquer tipo de contacto do  com a avó paterna, sob cominação de incorrer na prática de um crime de desobediência, p. e p. pelo artigo 34, n. 1, alínea do Código Penal; - possibilitar contactos/convívios/visitas regulares ao  por parte dos seus progenitores, demais familiares e pessoas de referência na vida deste, podendo aqueles, aquando das deslocações ao "Patronato”, para visitar a B e a , levar o  consigo de modo a partilhar de momentos em família mais profícuos.