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1253, als., e, do , salvo se o embargado-exequente alegar e provar os requisitos da impugnação pauliana relativos aos actos onerosos, e se não for julgada procedente a eventual «exceptio dominii» vide, Remédio Marques, Curso de Processo Executivo Comum à Face do Código Revisto, 2000, p. 315 e.   Mas, se a causa de pedir dos embargos de terceiro for a titularidade do direito de propriedade, como aconteceu neste caso, haverá litispendência se, estando os embargos ainda pendentes, propuser acção de reivindicação contra o executado e o exequente e alegar a titularidade da propriedade ver neste sentido: Remédio Marques, Curso de Processo Executivo Comum à Face do Código Revisto, 2000, 345 e nota e Lebre de Freitas, A Acção Executiva, 2 edição, p. 24  Revertendo ao caso ajuizado, e reclamando a autora a titularidade do imóvel penhorado exactamente com os mesmos fundamentos que invocou nos embargos de terceiro, é manifesto que ocorre a excepção dilatória da litispendência.