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É que o facto de ter sido produzida nos autos, prova documental em torno dos contratos de mútuos celebrados pelo Recorrente com entidade bancária, e de prova testemunhal em como o capital mutuado entrou na esfera jurídico-patrimonial do Recorrente, tal não é por si suficiente para " que se forme a convicção inequívoca de que, o dinheiro ... foi empregue na totalidade na construção da casa ”  como refere o Recorrente sob a  conclusão, pois da transferência numérica da entidade bancária para a sua pessoa, importava fazer prova cabal de que ocorreu a transferência efectiva desse capital que esteve na sua disponibilidade, a favor de terceiros, precisamente para pagar bens/serviços a respeito da construção da casa.