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Para tanto alegou, em síntese, que foi vítima de um acidente no dia 112012, num estaleiro, sua pertença, que servia de apoio à sua actividade profissional de sondagens geológicas e abertura de furos para captação de águas, quando, no exercício e por conta da sua actividade, ao proceder a trabalhos de desactivação para proceder à venda do estaleiro, subiu a um poste para desmontar um holofote, e se desequilibrou e caiu ao solo, sobre o ombro e mão direita, com traumatismo, do qual resultaram sequelas, tendo ficado afectado, a final, com incapacidade permanente para o trabalho, e suportou despesas com transportes, em deslocações ao Tribunal e ao Gabinete Médico-Legal, pelo que tem direito ao pagamento das quantias peticionadas, estando a responsabilidade do seu pagamento a cargo da ré.