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Alegou para tanto, e em síntese, que se encontrava a circular ao volante do seu motociclo quando a via foi invadida por um veículo ligeiro, conduzido por EE e segurado na ré, que não respeitou o sinal de Stop existente no entroncamento de onde provinha, acabando o motociclo do autor por embater no dito veículo ligeiro, que foi o responsável exclusivo do acidente;  -    Em 06/10/2016 a ré deduziu contestação sustentando não ter havido qualquer embate e tratar-se de uma encenação destinada a enganar a seguradora, tendo o autor caído sozinho quando se encontrava a "sacar cavalos e outras acrobacias” com o seu motociclo, sendo essa a causa dos danos verificados, conforme declarações escritas prestadas por testemunhas arroladas no processo;  -    Em 02/11/2017 foi proferida sentença pela  instância a julgar a acção improcedente, tendo ficado provado apenas que, "Nas mencionadas circunstâncias de tempo e lugar e num contexto que não foi possível apurar, o Autor e o motociclo caíram/tombaram no chão, seguindo de zorro, a raspar pelo piso da via.” facto provado n., constando a motivação da matéria de facto a respeito do acidente de págs.