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Ora, com o devido respeito, perante este circunstancialismo concreto e, em particular, estando demonstrado que a árvore em causa não sofria de qualquer doença que a enfraquecesse ou que pusesse em causa a sua firmeza, não se vê que outra conduta podia e devia a Ré ter adoptado para evitar o dano sobrevindo ao veículo do Autor, salvo, naturalmente, ter reforçado especialmente a sua estabilidade ou, no limite, ter cortado a dita árvore, medidas estas que, todavia, no circunstancialismo dos autos, não se nos afiguram exigíveis a um cidadão medianamente diligente e cuidadoso, pois que nem o fenómeno meteorológico em causa assumia a excepcionalidade ou gravidade que o justificasse, nem, ainda, sobretudo, nada na árvore em causa sugeria ou apontava no sentido de a mesma estar em risco de queda, pois que não sofria de qualquer doença que a enfraquecesse ou colocasse em risco a sua firmeza.