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Trata-se de facto complementar do anteriormente alegado e não se torna necessário que a parte interessada se manifestasse nesse sentido, porque foi o próprio julgador a prevalecer-se da faculdade que é estabelecida no artigo , n. 2, al., do NCPC, sendo suficiente, como nele se exige, o exercício do contraditório, que foi exercido, nos moldes acima já expostos, pelo que a actuação do julgador se moveu dentro dos parâmetros estabelecidos no referido artigo , n. 2, al.. Esta posição é, igualmente, defendida por Teixeira de Sousa, em anotação a Acórdão desta Relação subscrito por este de 22/09/2015, no seu blogue do IPPC.