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Entretanto, em 08/07/2019, a Embargante veio interpor recurso, formulando as seguintes conclusões: 1- O presente recurso restringe-se à apreciação sobre omissão de pronúncia e da apreciação da matéria de direito da sentença que julgou totalmente não provados os embargos de executado, determinando-se o prosseguimento da ação executiva contra a embargante, aqui ré, fruto do seguinte factualismo: a) a exequente instaurou processo executivo que intitulou "execução com diversas finalidades cível”, tendo apresentado como título executivo decisão condenatória, transitada em julgado, que "condenou a ré, a reconhecer que a obra que levou a cabo de construção do muro, referido em 8 dos factos provados, o foi sem o consentimento e contra a vontade dos autores”; b) na liquidação da obrigação indica a exequente como valor líquido 000 Euros, não especificando a que se refere tal montante; ) foi proferido despacho a considerar que o processo já dispunha de todos os elementos necessários à prolação de decisão final e para as partes, querendo, e em 10 dias, se pronunciarem; ) Posteriormente, e sem realização da audiência de discussão e julgamento, foi proferida sentença a julgar totalmente improcedente, por totalmente não provados os embargos de executado e) e em consequência a referida ré, aqui executada, condenada a proceder à demolição desse muro em tijolo e á reposição do terreno nesse local no estado em que se encontrava em momento anterior à referida construção, deixando-o limpo e sem qualquer vestígio de obra realizada.