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Atendendo ao princípio de que as faturas do sujeito passivo se vencem a 30 dias e que nos temos do artigo 36, n1 e n2 do CIRC, para que se verifique o risco de incobrabilidade, os créditos têm que estar em mora há mais de 6 meses desde a data do seu vencimento algumas das faturas não cumpriam com as condições para as percentagens utilizadas no cálculo das perdas por imparidade:  Faturas 586, 622, 682 e 694, de 2010-05-31:  Data de vencimento: 2010-06-30  Mora em 2010-12-31: igual a 6 meses  Estas faturas só estão em mora há mais de 6 meses em 2011, pelo que as perdas por imparidade calculadas em 2010-12-31 não são consideradas gasto do exercício por não cumprirem a condição estabelecida no artigo 36, n2 do CIRC.