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a j da factualidade não provada;   Que não lhes assiste qualquer razão, pois que, no que respeita ao ponto 1 dos factos provados, quer o depoimento da testemunha, quer o depoimento da testemunha prestado em 10/12/2019, passagem 05:00 a 06:56) evidenciavam que não houve qualquer erro de julgamento;   Que também não houve erro de julgamento quanto à decisão da matéria de facto constante do ponto 21 dos factos provados, desde logo pela circunstância do depoimento da testemunha, constante da passagem 24:38 a 26:36, evidenciar não ser merecedora de censura a decisão proferida;   Que também não houve erro de julgamento da mat��ria de facto constante dos pontos 28 e 29 dos factos provados, como decorre do depoimento prestado na audiência de 10/12/2019 pela testemunha, constante da passagem constante de 20:48 a 22:44;   Que também não assistia qualquer razão aos recorrentes na impugnação dos factos constantes dos pontos 36 a 38 dos factos provados, como decorria do depoimento da testemunha, na audiência de 10/12/2019, passagem constante de 06:57 a 09:32, e na audiência de 3/3/2020, passagem constante de 03:20 a 04:06, e do depoimento da testemunha, prestado na audiência de 3/3/2020, passagem constante de 04:11 a 08:58;   Que inexistia erro de julgamento sobre a matéria de facto constante do ponto 44 dos factos provados, pelas razões vertidas na douta sentença, quanto às declarações do autore como decorre do depoimento da testemunha, prestado na audiência de julgamento de 3/3/2020, passagem constante de 04:08 a 06:30, e no depoimento da mesma testemunha, prestado no dia 10/12/2019 passagem constante de 11:21 a 14:07;   Que, do mesmo modo, não houve qualquer erro de julgamento quanto aos factos constantes do ponto 59 dos factos provados, e quanto aos factos das als.