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O embargante apelou da sentença, tendo apresentado alegações em que formulou as seguintes conclusões: A) Vem o presente recurso interposto da douta sentença datada de 03-05-2019 e notificada em 09-05-2019, proferida nos autos supra referidos, que julgou improcedente a matéria dos Embargos e determinou a prossecução da execução que contra si move o Exequente, pois foi feita uma incorreta apreciação da matéria de facto, a qual se refletiu na aplicação do direito e na fundamentação da decisão recorrida, resultando numa decisão injusta e sem fundamento;  B) O presente Recurso tem por objeto a reapreciação da prova produzida em audiência de julgamento porquanto, na fundamentação de facto, são dados como provados factos que não foram confirmados pelas testemunhas inquiridas, antes os contradisseram, e omitidos factos relevantes para a boa decisão da causa, e ainda a nulidade da sentença recorrida por violação da norma contida no Art 31 da Lei Uniforme das Letras e Livranças que considera válido um aval ferido de nulidade por vício de forma; ) Entende o ora Apelante que tais factos, nomeadamente o n da fundamentação da matéria de facto deveria ter sido julgado como "não provado” passando a ser a alínea dos Factos não provados, como pode ser verificado pela prova gravada, nomeadamente as declarações do Embargante e dos Srs.