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E, sempre, F. Que sejam reconhecidas as despesas e contributo da Requerida para o agregado familiar e que seja o Requerente condenado no pagamento de uma compensação no montante de € 14477,85 cento e quarenta e um e quatrocentos e setenta e sete euros e oitenta e cinco cêntimos), nos termos do artigo 167 do Código Civil; G. Que seja reconhecida a renúncia excessiva da Requerida em prol da unidade familiar, nomeadamente, pela perda de uma chance profissional e seja o Requerente condenado a pagar à mesma o montante de € 15441,60 um milhão e cento e cinquenta e dois e quatrocentos e quarenta e um euros e sessenta cêntimos), a título de indemnização pelo prejuízo causado, nos termos do artigo 167 do Código Civil; H. Pelo exposto, e quanto ao Direito de Compensação, deverá o Requerente ser condenado a pagar à Requerida o valor total € 29919,45 um milhão e duzentos e noventa e três e novecentos e dezanove euros e quarenta e cinco cêntimos).” O Requerente respondeu à reconvenção em 29/11/2019 concluindo do seguinte modo: "Nestes termos e os demais de direito aplicáveis, devem:  a) ser recusados os pedidos reconvencionais deduzidos contra o Requerente por violação dos requisitos substantivos e processuais de admissibilidade consagrados no CPC; ou, sendo admitidos, ser julgados improcedentes por não provados, absolvendo-se totalmente o Requerente dos mesmos”.