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Ora, se a questão de o veículo ser eléctrico, se mostra ultrapassada porque a Ré, notificada da sentença e da matéria aí dada como assente, máxime, o facto de se ter apurado que o veículo seguro na Ré era eléctrico – facto esse essencial não alegado –porque esta, agora Recorrente, teve ganho de causa em primeiro grau, não podendo recorrer a título principal, deveria ter nas suas contra alegações ampliado o objecto do recurso, nos termos do artigo 636, n2 do CPCivil arguindo a nulidade da decisão de harmonia com o artigo 615, n1, alínea do mesmo diploma, aplicável analogicamente, uma vez que aí se especificou um fundamento de facto não carreado para os autos pelas partes essencial à decisão proferenda.