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Na motivação da decisão da matéria de facto o tribunal recorrido e sobre a mencionada alínea discorreu do seguinte modo: "No que diz respeito à alínea, em concreto não se conseguiu apurar quantos quilos a plantação da A. iria produzir nesse ano, não tendo sequer sido apresentado um único documento de colheitas anteriores ou posteriores em que pudessem ser confirmadas as quantidades, ou sequer a junção de quaisquer contratos para venda do produto, nem qualquer estudo/perícia que nos pudesse dizer a partir dos dados contabilísticos anteriores e posteriores o que seria de esperar desse ano de produção da A. e não em termos genéricos), ou, outro tipo de perícia, através da observação das plantas que lá estavam e também por aquilo em que se vieram a tornar, que pudesse indicar qual o número de quilos de produção expectável para a A. no ano de 2019 não bastando dizerem que tinha contratos apalavrados ou que, "se eu consigo estes quilos na minha plantação ele também conseguiria”)”.