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Alega ainda que, no recurso de revista, questionou a forma como o Tribunal da Relação procedeu à modificação da matéria de facto artigo 66 do, invocou violação de direito probatório material em relação à confissão da autora e apresentou a certidão com a data da constituição da sociedadeartigo 67, n. 3, do; peticionou a ampliação da matéria de facto para eliminar contradições nos factos; invocou erro no facto provado n. 12, que considera inexistente quanto aos bens de que era detentor à data da celebração do negócio impugnado, pois era facto impossível e notório à data da celebração do negócio 8-02-2015) ser titular de participação social de uma sociedade que só foi constituída mais tarde, em 5-03-2015; alega que o valor das ovelhas era um facto notório no Alentejo e que esta questão é nova, pois apenas foi apreciada em sede de recurso; invoca ainda que a natureza conclusiva do juízo acerca da insuficiência do património do devedor é uma questão nova, não abrangida pela dupla conformidade da decisão de mérito.