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Já no sentido de que tal prazo, tendo a ver com o sucesso das negociações e com a subsequente aprovação por parte de devedor e dos credores de um plano de revitalização, é um prazo durante o qual os credores e devedores terão de negociar e aprovar um plano, excluindo dele tão só a prolação da sentença homologatória, se pronunciam Nuno Salazar Casanova e David Sequeira Dinis1 Nas decisões que encontrámos em sentido oposto, assentavam as mesmas essencialmente no carater de urgência genericamente atribuído ao processo especial de revitalização1 Contudo, como salienta Catarina Serra12, a celeridade não é um fim do processo mas tão-só uma forma, pelo que deve ceder perante outros valores presentes no processo e os fins que ele persegue ou consentir modificações por causa deles.