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3É que na situação vertente ante o concreto e específico traçado da via rodoviária e o seu particular distanciamento face ao imóvel propriedade do A. gerador dos impactos definitivos/permanentes e com as consequências atrás descritas estamos perante danosespeciais impostos não à generalidade das pessoas, mormente e desde logo àquelas que vivem também nas imediações daquela via, mas a pessoa certa e determinada em função daquilo que constitui a sua muito específica e particular posição espacial relativa face àquela via, acarretando para a mesma uma desigualdade ilegítima e inequitativa no sacrifício que lhe é imposto relativamente quer à população em geral, quer aos utentes da autoestrada, quer mesmo, também, relativamente a outros sujeitos/entes titulares de imóveis nas imediações daquela via e que potencialmente podem  afetados pela construção da mesma.