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k) Existe, assim, Omissão de Pronúncia indutora de nulidade da sentença, quanto ao segmento decisório no qual o Tribunal desconsidera a grave ofensa da legítima da Recorrente, pelo facto de o Julgador ter deixado de se pronunciar sobre questão que deveria apreciar, seja porque lhe foi colocada pelas partes seja porque era do seu conhecimento oficioso; ) No mais, remete-se a decisão deste recurso para os fundamentos expressos na bem elaborada decisão recorrida, na parte em que anula a segunda hipoteca constituída, pecando apenas a mesma na medida em deixou de se pronunciar sobre a ofensa da legítima da ora Recorrente, questão que deveria apreciar porque lhe haver sido colocada pelas partes; ) Pelo que a Sentença padece de nulidade, na medida em que omite a pronúncia sobre factos sobre os quais não podia deixar de se pronunciar por lhe terem sido colocados pelas partes; n) É o que se encontra estipulado na alínea do n. 1 do Artigo 61 do CPC: "1 - É nula a sentença quando: ) O juiz deixe de pronunciar-se sobre questões que devesse apreciar ou conheça de questões de que não podia tomar conhecimento”.