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Com efeito, a intervenção a título incidental e com o propósito de invocar uma nulidade processual por falta de citação, numa ação em que não se é parte, e cuja intervenção a acontecer, será uma intervenção na qualidade de representante do Réu, não é o meio próprio/idóneo”; 	1 Assim sendo, bem andou o tribunal a quo ao concluir pela falta de legitimidade do Ministério Público;  	1 De resto e em termos substantivos, os argumentos que o Ministério Público elenca não logram demonstrar qualquer desconformidade dos artigos 11, n1, e 25, n4, ambos do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, com o parâmetro constante do artigo 219, n1, da Constituição;  	1 Não só porque improcede o entendimento de que o n. 1 do artigo 21 não admitiria exceções a introduzir pelo legislador à representação dos interesses do Estado pelo Ministério Público e que não haveria outras normas legais a admitir a representação do Estado por outras entidades;  	1 Como também porque a norma do novo n. 1 do artigo 1 do Código de Processo nos Tribunais Administrativos está muito longe de implicar um completo esvaziamento das competências constitucionais reconhecidas ao Ministério Público para assegurar a representação do Estado em Tribunal;  	1 Isto significa, dito por outras palavras, que a norma constante do artigo 21, n. 1, da Constituição – nos termos da qual "Ao Ministério Público compete representar o Estado” – é uma norma-princípio e não uma norma-regra, ao contrário do que quer fazer crer o Ministério Público e como é o caso da maioria das normas constitucionais.