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Com os seguintes fundamentos, que assim se sintetizam: a execução tem por base um suposto contrato de mútuo e fiança formalizado por escritura pública, outorgada no dia 202009; não é verdade que tenham emprestado qualquer quantia à executada N ...) , Lda., nem sequer aí é referida a entrega de qualquer valor em dinheiro, não correspondendo à verdade as declarações nele apostas; o que se passou foi que, em 201995, os exequentes firmaram um contrato-promessa de compra e venda, onde de comprometeram a vender à duas parcelas de terreno para construção, pelo preço de 500000$00, sendo a título de sinal 50000$00, e mais 50000$00 e 400000$00, através de dação em pagamento de apartamentos e espaços de estacionamento; não cumprindo com o convencionado, os exequentes, por escritura de 102004, declararam ceder a R e mulher, o prédio urbano denominado lote n 14, tendo estes declarado ceder aos exequentes, pelo valor de 28000,00 €, as frações , , G e H, do apartamento a construir no terreno;  foram os mesmos R e mulher, quem, mais tarde, declararam vender à executada N, Lda., as frações A, B, , , E, F, G, H, , J, quando, afinal, pela permuta já haviam cedido parte das frações aos exequentes, assumindo a executada N ...)  o compromisso de transmitir as frações , , G, e H, aos aqui exequentes; mais impugnam a reprodução mecânica, o seu conteúdo e forma probatória dos documentos juntos pelos exequentes, quanto aos factos que com eles se pretendem demonstrar, à exceção das declarações prestadas perante o notário, por falsas, porquanto não houve mútuo; mais arguem a falsidade dos mesmos documental no confronto do atestado, o que, na realidade, não se verificou.