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Julgamento que a Recorrida não impugnou.” A Impugnante/Recorrida, apresentou contra-alegações do recurso da Fazenda Pública para o TCAN da sentença do Tribunal de 1 Instância, tendo nas mesmas referido expressamente nas suas 4 e 5 conclusões que " os elementos e juízos que constam do relatório de inspecção fundamentante das liquidações em causa  que na sua larga maioria, são infundamentados, especulativos ou meros palpites, assentes em factos desgarrados, não aprofundados e contraditados tal como impunha o princípio da legalidade e do contraditório, e foi requerido durante o procedimento inspectivo, como foi dado como provado no ponto ")” dos factos dados como provados na sentença recorrida pela, elementos esses por vezes até ajuizados em erro, tal como se demonstrou na instrução probatória do processo de impugnação.” Nesse texto, literal e tacitamente, diz que mesmo nessa fase, após a justa sentença produzida em 1 Instância, continuava a não considerar terem existido, sólidos, reais e sérios apenas elementos especulativos ou meros da alegada falsidade dessas facturas.