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20 - Pelo que, com o devido respeito e salvo melhor opinião, a douta decisão efectuou uma errada interpretação e aplicação do direito aos factos, nomeadamente dos artigos 391 n 1, 392 n 1 do P.e 619 do Civil, pois face à matéria de facto provada, não se verificam, como supra descrito, os pressupostos para o decretamento da providência cautelar de arresto, nomeadamente o da existência de um crédito a favor da Requerente/ Apelada, devendo pois a interpretação ser no sentido de não se encontrarem verificados os pressupostos para o decretamento do arresto, o que determinará a revogação da douta decisão que decretou o arresto”.