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Foi proferida sentença, onde foi respondida a matéria de facto, com a seguinte decisão, após deferimento do pedido de retificação formulado pela ré seguradora: Em face do supra exposto, decide-se julgar parcialmente procedente a presente ação intentada pelos autores , mulher e filhos do sinistrado GG e, em consequência:   Condena-se a ré FF – COMPANHIA DE SEGUROS, S.P.A. a pagar:   À autora :   A pensão anual e vitalícia no montante de € 3 674,16 três , seiscentos e setenta e quatro euros e dezasseis cêntimos), atualizada, a partir de 1 de janeiro de 2012 para o valor de € 3 806,43; a partir de 1 de janeiro de 2013 para o valor de € 3 916,82; a partir de 1 de janeiro de 2014 para o valor de € 3 932,49; a partir de 1 de janeiro de 2016 para o valor de € 3 948,22 e a partir de 1 de janeiro de 2017 para o valor de € 3 967,96, sem prejuízo das atualizações que venham a ser entretanto fixadas, a pagar em prestações mensais e no seu domicílio, desde 26/04/2011, até à idade da reforma, e no montante de € 4 898,88 quatro e oitocentos e noventa e oito euros e oitenta e oito cêntimos) após essa idade, acrescida de juros de mora à taxa legal sobre as mensalidades já vencidas e não pagas na sua totalidade ou em parte;   Os subsídios de férias e de Natal, correspondentes, cada um, a 1/14 do montante da pensão anual referida em , bem como juros de mora sobre as mensalidades já vencidas e não liquidadas na sua totalidade ou em parte;   O subsídio por morte do sinistrado, no montante de € 2 766,85 dois , setecentos e sessenta e seis euros e oitenta e cinco cêntimos), acrescido de juros de mora à taxa legal devidos desde 26/04/2011;   A quantia de € 747,20 setecentos e quarenta e sete euros e vinte cêntimos) a título de despesas de funeral, acrescida de juros de mora à taxa legal desde a data da citação.