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A Requerida contestou em 18/set./2017, afirmando que entregou ao Requerente imenso dinheiro, deixando o mesmo e a sua família residir na sua casa, estando agora impedida de entrar na mesma pelo primeiro, sustentando ainda que está na plenitude das suas capacidades mentais, conseguindo gerir a sua vida financeira, pugnando pela improcedência da ação, juntando uma declaração de um médico psiquiatra onde consta, entre outras coisas, que "A minha paciente não apresenta quaisquer défices cognitivos dignos de registo para a sua idade, apresentando-se orientada no tempo, espaço e situação; ...”  No Auto de Interrogatório realizado em 30/nov./2017 a Requerida respondeu a todas as perguntas de forma clara, concisa e convincente.