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9 – Daqui, desta conclusão, se vê que o MP separa o prédio misto do moinho de maré em duas realidades distintas, uma mista urbana e rústica), e outra urbana como se fossem dois prédios – um designado prédio misto onde se inclui também o moinho de maré) outro designado moinho de maré, reconhecendo a titularidade privada da sua parte urbana, mas objeta ao reconhecimento da propriedade de todo o prédio, com inclusão da sua parcela rústica, que o torna misto e de que esse moinho de maré é e sempre foi parte integrante, olvidando, como se disse, que não pode haver moinho de maré sem a parcela rústica que é constituída pela sua caldeira, sem a qual não há moinho.