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G)	Em 212002 deu entrada no Serviço de Finanças de Oeiras 3 o requerimento do ora Oponente relativo ao exercício do direito de audição prévia, cujo teor aqui se dá por integralmente reproduzido, e onde, além do mais, alega que do "auto de diligências” de 102002 não é possível concluir pela verificação do pressuposto relativo à insuficiência de bens a que se refere o projeto de reversão; não estar "em condições, face aos elementos que  foram remetidos, de poder exercer o  o direito de audição prévia”, que nada tem a ver com a sociedade da qual foi "administrador apenas de Outubro de 1994 a Dezembro de 1995” altura em que renunciou, e acrescentou ainda "que desempenhou funções comerciais  quando foi seu administrador, não tendo a seu cargo quaisquer funções administrativas, ou financeiras, jamais tratou de questões relacionadas com declarações fiscais ou pagamentos de impostos ”– cf.