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Com efeito, em ambas as situações se verifica que:  - a Impugnante e requerente têm a natureza de sujeito passivo misto em sede de IVA, exercendo actividades sujeitas a esse imposto e outras não sujeitas;  - ambas consubstanciam instituições de crédito abrangidas pelo RGICSF e exercem, ente outras, as actividades de locação financeira e ALD;  - ambas corrigiram valores deduzidos ao longo de um período fiscal por força do "pro rata definitivo determinado para o respectivo ano, observando as instruções da AT resultantes do Oficio-Circulado n 3108 de 302009;  - ambas apuraram um montante a deduzir distinto ao apurado por recurso ao "pro rata” provisório;  - ambas se pronunciaram expressamente sobre a mesma questão fundamental de direito : a de saber se a Administração Tributária pode obrigar uma instituição bancária que realiza operações sujeitas – incluindo as relativas à locação financeira mobiliária "leasing” e "ALD”) – e operações isentas – como as que derivam da concessão de cr��dito – a aplicar um método de dedução como aquele que é preconizado no ofício circulado n3108 de 302009, à luz do disposto do artigo 2 do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado, no entanto, as decisões são opostas.