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Com efeito, não só o requerente BB continuou a desempenhar as funções que exercia na 1 requerida, mas agora sob as ordens e instruções do 2 requerido o que fez mesmo depois de lhe ter sido comunicada a cessação do ACIP, como eloquentemente demonstra a circunstância de ter acompanhado a execução do programa de passagem de ano 2017/2018, da responsabilidade do 2 requerido, numa altura em que estaria ao serviço da 1 requerida, que não desenvolvia qualquer atividade nessa área, ou noutra, mas também as requerentes e que, aparentemente, permaneceram na 1 requerida, mas cuja atividade passou a ser a de conduzir os procedimentos necessários à liquidação daquela, o que constituía já um projeto do 2 requerido, que nomeou o respetivo Liquidatário e que deu instruções àquelas requerentes, sendo certo que todas as atividades previstas no objeto social da 1 requerida cessaram efetivamente a 312014, restando apenas «arrumar a casa» e garantir que todas as relações jurídicas subsistentes eram concluídas e/ou transferidas para o 2 requerido, aí se incluindo quer a transferência de património, quer os créditos e dívidas eventualmente existentes.