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Qualificar os factos como responsabilidade extraobrigacional, aliás, não resolveria a questão da ilegitimidade e apenas a colocaria no lado passivo da causa, porquanto o facto gerador do prejuízo – a retenção excessiva do imposto – é, na alegação da A., imputável à, não à Ré que agiu em representação daquela; de facto, a execução material do suporte técnico e contabilístico destinado à prática do ato – a identificação da taxa de retenção e sua demonstração contabilística – não se confunde com a prática do ato – retenção do imposto e obrigação de entrega à autoridade fiscal – e a prática deste é, na configuração dada à causa, da autoria da e seria esta o "aquele que” relevaria para efeitos do disposto no art 483, do e, assim, com legitimidade passiva para a causa.