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alínea, do n. 1, do artigo 2 e alínea, do n. , do artigo 4 do mesmo código, na redação à data dos; A lei não é alheia à exigência de formalidades para prova do caráter compensatório dos pagamentos realizados a título de ajudas de custo; Na situação em apreço os serviços da inspeção tributária constataram que a empresa suportava os encargos relacionados com a deslocação, o alojamento e a alimentação e contabilizava-os como Deslocações e Estadas; O teor dos dois contratos, celebrados entre a ........ e o impugnante, demonstra com clareza que este não foi contratado, para trabalhar em Portugal, mas sim na Bélgica e em Espanha; Não se alcança, assim, como pode o Meritíssimo Juiz do Tribunal "a quo" entender que a AT não reuniu outros indicadores que, por si só, ou conjugadamente, suportassem a conclusão de que as quantias recebidas são consideradas remuneração de trabalho; Não existe nos autos qualquer prova de que o impugnante tenha suportado quaisquer despesas ao serviço da sua entidade patronal; Não se questionando o facto de o impugnante ter efetivamente trabalhado em Itália ou em Inglaterra, questiona-se, isso sim, que tenho sido ele a suportar quaisquer despesas e não a respetiva entidade patronal; De toda a prova documental carreada pelas partes para os presentes autos apenas se pode concluir que não se verificavam os pressupostos para o impugnante receber qualquer quantia a título de ajudas de custo da parte da ........; Não provando o impugnante já que era a este que, in casu, competia fazê-lo) ter incorrido em quaisquer despesas que justificassem qualquer compensação por parte da sua entidade patronal, para além da contraprestação pela sua prestação de trabalho dependente, só pode admitir-se que tudo o que auferiu desta tem caráter remuneratório e não compensatório; Face ao peticionado e à prova existente nos autos, deveria o Tribunal recorrido ter decidido em sentido oposto àquele em que julgou; Salvo o devido respeito, ao decidir como decidiu, o Meritíssimo Juiz do Tribunal "a quo" fez errada apreciação dos factos apurados - erro de julgamento de facto - e errada aplicação do direito - erro de julgamento de Direito, tendo violado o disposto nos n.os , 2 e 3, do artigo , do CIRS, no Decreto-Lei n. 06/98, de 24 de abril, assim como o disposto no artigo 34 do e no artigo 7, da LGT.