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672, 3, do CPC, para o efeito de julgamento dos fundamentos específicos da revista excepcionalinterposta a título subsidiário, após o trânsito desta decisão; 2)julgar improcedente a revista normal quanto ao segmento decisório julgado improcedente pelo acórdão recorrido e impugnado pela Recorrente, confirmando-se a decisão da Relação que declarou "o crédito detido pelo credor Banco Santander Totta, S.A. emergente de contrato de mútuo, no valor global de € 2791,11 vinte e sete setecentos e noventa e um euros e onze cêntimos), como crédito comum que não está sujeito a condição resolutiva”; 3) julgar improcedente e absolver a Recorrente do pedido de condenação em litigância de má fé pela interposição da revista.”  Remetidos os autos, a Formação do STJ proferiu acórdão que admitiu a revista excepcional para o efeito de apreciar e julgar, no que respeita ao segmento decidido pela Relação quanto à "eficácia da resolução do contrato de locação financeira imobiliária operada por parte do banco, credor reclamante, e dirigida à insolvente, tendo em vista a sua consequência na qualificação de tal contrato como «negócio em curso» para efeitos do disposto pelo art.