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Ainda que assim não se entenda, o que se alega sem, contudo, conceber nem conceder, e se alega por mero dever de cautela a que o patrocínio forense obriga, considerando que a Recorrente provou ter encetado, tempestivamente, procedimentos no sentido de bloquear os montantes transferidos, Deveria a douta sentença ter julgado a ação totalmente procedente, por provada, na medida que, nos termos e para efeitos do disposto no artigo 7 e 7, ambos do RSPME, conjugado com o disposto nos artigos  a  da Lei das Cláusulas Contratuais Gerais bem como, com o disposto no artigo 79 do CPP, consideram-se nulas quaisquer cláusulas que inexistem no suscetíveis de impor ao Recorrente quaisquer regras de conduta, devendo, em consequência, nos termos do disposto no artigo 7, n. 1, do RSPME, restituir os montantes desviados, acrescidos dos juros de mora à taxa de 14%, e demais danos patrimoniais e patrimoniais sofridos pelo Recorrente.