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Ora, analisando o acordo constante da conferência de interessados, resulta claro que a obrigação assumida no âmbito do negócio jurídico ali firmado é não só indeterminada – uma vez que o acordo se refere a "uma parte da verba n 3, cuja área será ainda a definir, a nível de metros” – como, em consonância com o que defendeu a Executada nos embargos deduzidos, forçoso é considerá-la indeterminável, uma vez que as partes não estipularam quaisquer regras para a especificação e concretização do objeto mediato da dita obrigação, isto é, não estabeleceram critérios, nem para a determinação quantitativa área), nem para a determinação qualitativa localização no da parcela de terreno a vender pela ora Executada à ora Exequente, nem tão pouco – ao contrário do que diz a Recorrente nas suas conclusões – definiram qual o fim pelas partes visado com o dito acordo só agora referindo a Recorrente que a cedência em causa se destinava a que a mesmapossa ter acesso ligação entre as suas verbas n. 2 e n., nem, ao contrário do que, por exemplo, sucedeu no caso da transação homologada por sentença que foi apreciado no Acórdão do STJ de 102012 Relator Lopes do, se vincularam, no acordo exarado na ata de conferência de interessados e homologado pela sentença de partilha, à determinação da parcela que viesse a ser feita por terceiro concretamente pelo Solicitador que redigiu a declaração junta com o requerimento.