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Neste quadro, entende o recorrente, que, no despacho recorrido, ao decidir-se pela manutenção da prisão preventiva, não foram observados os princípios da necessidade, adequação, proporcionalidade e subsidiariedade, o que o torna ilegal, por violação, entre outros, dos artigos 18, n. 2, 28, n. 2, 32, n. 2, da CRP e dos artigos 191, n. 1, 192, n. 2, 193, 202 e 204 da CRP, os quais deviam ser interpretados no sentido de ser suficiente – face à postura e colaboração do recorrente, à ausência de antecedentes criminais, às necessidades cautelares do caso, que na ótica do recorrente, foram sobrevalorizadas no despacho recorrido –, a aplicação de outra medida de coação menos gravosa, mormente, a de obrigação de permanência na habitação, com vigilância eletrónica.