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citius 110675475, nos termos das quais foi indeferido um requerimento formulado logo na abertura dos trabalhos pela mandatária do ora Apelante, no sentido de a parte contrária a Ré/ e a Interveniente Principal/Casa ser impedida de produzir prova nos termos do artigo 1, n. 4, do Regulamento das Custas por não ter sido pago a taxa de justiça subsequente referente ao Apenso A, em virtude de o Recorrente considerar que os Autos Principais e o Apenso A têm tributação autónoma e, que admitiu a produção de prova testemunhal, quer no âmbito da ação principal, quer do Apenso A.  O despacho recorrido fundou-se no entendimento segundo o qual, independentemente do acerto ou desacerto da tese do requerente quanto a ser ou não devida uma taxa de justiça autónoma relativamente às duas ações apensas, estaria precludida a possibilidade de invocar tal questão, devido à circunstância de a produção da prova da Ré/ e da Interveniente Principal/Casa  já se ter iniciado, sendo a situação dos autos similar à hipótese em que, não obstante um Autor não pague a taxa de justiça devida e não beneficie de apoio judiciário mas ainda assim já ter sido feita a citação, os autos não deixam de prosseguir independentemente do pagamento ou não dessa taxa.