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– Em 22018 E, S.A., foi julgada habilitada a prosseguir na execução em substituição da credora reclamante F. – Em 112020 G, S.A., Sucursal em Portugal requereu a sua habilitação nos autos, ao abrigo do disposto no Dec.-Lei n. 42/2019, de 2   A requerente alegou o seguinte:  –Em 02019 outorgou com a exequente um contrato designado por "Contrato de Trespasse da actividade relativa a Clientes Privados e Comerciais da Sucursal em Portugal do ”, formalizado por escritura pública de Trespasse, Cessão de Créditos, Compra e Venda e Promessas de Compra e Venda, bem como Declaração Relativa à Verificação de Condição Suspensiva, outorgada em 09 de Junho de 2019, ambas perante o Notário, contrato ao abrigo do qual foram cedidos à requerente "um conjunto de créditos, respectivas garantias e acessórios, relacionados com o ramo de actividade objecto do trespasse, conforme Certidão Narrativa Parcial que juntou como documento n. 1; –No âmbito do Trespasse, Cessão de Créditos, Compra e Venda e Promessas de Compra e Venda, foram cedidos os créditos detidos sobre o Executado subjacentes à ação executiva apresentada.