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Isto porque, estão verificados os pressupostos da admissibilidade da reconvenção;  O despacho em causa é ilegal, por perfilhar um conceito erróneo de prejudicialidade, sendo inequívoco que, in casu, a primeira ação intentada a intentada pelo ora é prejudicial da segunda a proposta pela ora, uma vez que, em caso de procedência da primeira ação, e. caso o Tribunal declare que o Autor adquiriu a parcela de terreno por usucapião, condenando a aí Ré ")” a reconhecer o direito de propriedade daquele, é óbvio que a segunda ação nunca poderá proceder, quer quanto à reivindicação da propriedade de que a ora Recorrida se arroga ser titular, quer quanto ao pedido indemnizatório por ela formulado contra o aqui Recorrente;  Por isso, caso o Réu obtenha ganho de causa, na ação em que é Autor, tal obsta, necessariamente, a que a Autora ")” possa obter ganho de causa quanto a qualquer um dos pedidos por si formulados na segunda ação, quer os de natureza real, quer os de índole indemnizatória fundando-se estes na prática dum pretenso facto ilícito, consubstanciado na alegada violação do seu putativo direito de, pois os fundamentos em que se baseia terão sido destruídos;  Consequentemente, o tribunal a quo deveria ter deferido o pedido de suspensão da instância formulado na 2 ação pelo aí Réu e ora Recorrente, ao não o fazer, violou o disposto no artigo 27, n. 1, do atual CPC artigo 27 do CPC’61);  Assim sendo, deve a decisão recorrida ser revogada e substituída por outra que ordene a suspensão da instância nos autos que corriam sob o Proc.