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63 n. 5 do RGIT; )	Salvo melhor e douta opinião, não pode a FP concordar com tal conclusão; )	A questão decidenda prende-se com a alegada falta de assinatura do auto de notícia; e)	Concorda-se com o decisor da 1a Instância quando invoca o n. 4 do artigo 63 do Regime Geral das Infracções Tributárias; g)	Pelo que, valendo o auto como participação, o processo devia continuar para investigação e instrução; h)	In casu, verifica-se que os factos foram verificados no decorrer de acção inspectiva cujo conhecimento mostra a arguida ter tido, uma vez que solicitou um pedido de redução de coimas, inserto nos autos; )	Por outro lado, os inspectores tributários, elaboraram o Relatório de Faltas remetido ao Serviço de Finanças competente, do qual constam a identificação da inspectora e chefe de divisão e assinatura desta última cfr.