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Mais referiu, em síntese, que: a formação, que antecede o efectivo início da actividade, é fornecida pela Ré; existem pilotos militares, que têm essa actividade mas que nas férias fazem um "extra” ou então que estão reformados, tendo as suas pensões, e que, por isso, trabalham ou podem trabalhar menos, mas que os outros reportando-se aos pilotos "civis” contratados apenas para a campanha de fogos de junho a dependem dessa contratação, pois que só trabalham cerca de 4 meses, "o que se ganha tem de dar para o ano todo”, pelo que trabalham o máximo de dias possível; no período para que foram contratados não tinham a liberdade de ir ou não trabalhar, que é um trabalho de grande responsabilidade, que "acordamos algo, mesmo verbalmente, a palavra vale mais que tudo, neste trabalho não se pode brincar, não dá para dizer amanhã não me apetece ir trabalhar, era impensável.