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As demais testemunhas limitaram-se a corroborar em parte as declarações por este prestadas e a explicar a sua conduta durante as buscas e o momento em que a vítima se constatou que se encontrava desaparecida; Neste ponto importa referir que não se entende a conclusão do Tribunal a quo de que não existe contradição no depoimento da testemunha EE quando se lê na página 40 do Douto Acórdão de que se recorre: "a cama estava aberta, assim como para quem se acabado de levantar ou ia deitar, linha lençóis em cima e em baixo e as almofadinhas, ao lado uma da outra; a cama estava toda direitinha parecia que tinha sido passada a ferro,” Resulta das regras da experiência que não pode existir algo e também o seu contrário, se a cama onde se presume, porque prova não se fez, onde se cometeu o crime estava pronta por quem se ía levanta não podia estar arrumada e direita para se ir deitar; Bem assim como a reportagem fotográfica junto aos Autos apenas pode ser vista como uma mera reprodução da casa de morada de família do Recorrente e da sua família, sem qualquer virtualidade de demonstrar que o crime foi ali cometido, uma vez que não foi realizada qualquer perícia ou inspecção ao local; Assim, relativamente ao crime de homicídio qualificado quer ao crime de profanação de cadáver nos moldes supra descritos, os mesmos devem dar-se por não provados dada a insuficiência de prova demonstrada, para além do recurso às regras de experiência comum uma vez que a sua apreciação tem de ser, em concreto, reconduzível a critérios objectivos e susceptíveis de motivação e controlo.