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O oponente propugna ainda, com fundamento no documento - contrato promessa de cessão de quotas, junto pelo oponente e alias incorrectamente valorado, que se proceda à correcção da matéria de facto considerada provada referida no ponto 6, por a mesma padecer de manifesta deficiência, por decorrer da análise do contrato promessa de cessão de quotas, que o mesmo previa a cessão das quotas tituladas pelo oponente A. e A,, não só ao F., J. e R. conforme consta da sentença, mas ainda a , parente e alias irmão do referido F.. 	Mais deverá o referido ponto 6 ser corrigido na parte em que sustenta que a gerência ficou a cargo do oponente, quando decorre do citado contrato promessa que a gerência ficou afecta ao oponente e ao referido Sr. F.. 1	Invoca ainda o oponente o erro de julgamento, por errónea valoração da prova testemunhal e documental, requerendo o aditamento à matéria de facto considerada provada do seguinte facto: o oponente A. não exerceu, desde pelo menos 2002 e nos períodos concretos em causa qualquer efectiva gerência na sociedade A.. 1	Na verdade e pese embora não se tenha considerado como provado tal facto, também não se deu o mesmo como não provado, pelo que se ignora em que facto considerado provado alicerçou o Meritíssimo Julgador a sua convicção relativamente à necessidade de condenação do oponente/recorrente, já que da análise dos factos provados, não resulta matéria suficiente para deduzir que o oponente era de facto gerente da predita sociedade A.. 1	O que aliás consubstancia causa de nulidade da sentença nos termos do art.