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23 - O A. considerou que os danos não patrimoniais sentidos em € 12 000, e o Tribunal a quo considerou os danos não patrimoniais em questão medianamente graves, pelo que atribuir uma indemnização que corresponde a mais do dobro do valor peticionado e a cerca de metade daquilo que a jurisprudência concede pelo dano morte é demasiado elevado -deve tal quantia ser reduzida a € 10 00 24 - No que toca à condenação em danos futuros, se o relatório pericial determina que apenas é de admitir a existência de dano futuro e não que irá inexoravelmente existir, não pode ser desde já condenada a pagar algo que não se perspective desde já que venha a acontecer, pelo que deve ser absolvida dessa condenação.