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Reitera-se: Ninguém, além das partes depoentes, afirmou peremptoriamente que a construção se iniciou após uma compra e venda verbal do prédio ou após mero consentimento à construção, sendo que este, pelo menos, é seguramente de afirmar uma vez que os anexos foram lá construídos e só agora é que a autora reagiu contra a ocupação feita pelos réus., pelo que se deu como provado nas alíneas 6 e  E como afirma o tribunal a quo "Não pôde o tribunal criar uma convicção segura de que a Autora e a falecida " do Mau” tenham, de facto, querido comprar e vender pagando e recebendo 18000$00 ou outra quantia pelo negócio, apenas com base nestes testemunhos de ouvir dizer”.