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do n 5 do artigo 51 do NRAU, bem como procedeu à junção da Nota de Liquidação de IRS.6Por carta registada com aviso de receção datada de 20/12/2016 e rececionada por B em 22/12/2016,  comunicou a B a não aceitação da manutenção do valor de renda que se encontrava em vigor, nos termos previstos pelos números 2 e 5 do artigo 33 do NRAU, aplicável ex  do artigo 52 do NRAU, e comunicou-lhe a denúncia do contrato de arrendamento – nos termos previstos pela alínea do número 5 do artigo 33 do NRAU, aplicável ex  do artigo 52 do NRAU – com o correspondente pagamento ao autor de uma indemnização equivalente a cinco anos de renda – no valor de €415,00 oito quatrocentos e quinze – resultante do valor médio das propostas formuladas pelo Senhorio e pelo Arrendatário, agravada em 50% pelo facto de a renda oferecida por B não ser inferior à proposta pelo Senhorio em mais de 20%, a ser paga no momento em que B proceda à entrega do locado, nos termos previstos no número 9 do artigo 33 do NRAU, aplicável ex  do artigo 52 do NRAU, alegando não ter B feito a prova do número médio de empregados ao seu serviço durante o exercício porque não juntou qualquer documento e que tal omissão implica não poder prevalecer-se da circunstância invocada.7Em 16 de janeiro de 2017, B remeteu a  comunicação escrita na qual enuncia os motivos pelos quais entende que não lhe era exigível a prova documental da inexistência de empregados ao seu serviço.8Em 3 de fevereiro de 2017,  endereça nova comunicação a B onde, não aceitando as explicações constantes da carta referida em 7, reitera a denúncia do contrato de arrendamento.9Pelo menos até janeiro de 2017, foi sempre  quem veio ao domicílio do B receber as rendas e entregar os respetivos recibos.