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2 refere o assistente que a queixa por si apresentada consubstancia a pratica de um crime de introdução em lugar vedado ao público, p. e p. pelo art.19 no P., e no art.2 reproduz-se o teor deste tipo penal - Nos artigos 2, 2 e 3 o assistente crítica o Ministério Público por não ter investigado na fase de inquérito a prática pelo arguido do crime de introdução em lugar vedado ao público;  - No art.3 refere o assistente não haver dúvidas que o arguido «praticou três crimes: o crime de furto  veículo, bens móveis existentes na e o crime de introdução em lugar vedado ao público.»;  - Nos artigos 3, 3, 3, 35, 36, 38 e 39  não há art.3) , refere, que o arguido sabia que o citado veículo e os bens móveis existentes na bagageira identificados no inquérito, eram propriedade do assistente e que se encontravam no interior da garagem anexa à residência do assistente, que o assistente se opunha a que ali entrasse e os levasse e que actuou com intenção de fazer seu o automóvel e os objectos , bem sabendo que a sua conduta para além de censurável, era proibida e punida por lei; - Depois de requerer diligências, conclui o RAI, solicitando que seja declarada aberta a instrução, produzida a prova indicada e que final seja o arguido pronunciado pela prática de dois crimes de furto, p. e p. pelo art.20, n.1 do P., e de um crime de introdução em lugar vedado ao público, p. e p. pelo art.19 no P..  Perante o ora exposto, diremos, tal como é mencionado no douto despacho que rejeitou a abertura da instrução, que o requerimento para abertura da instrução apresentado pelo assistente   A...  contém os motivos da discordância do despacho de arquivamento da queixa apresentada pelo assistente.