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Todavia o Tribunal, ao apreciar e deferir o pedido que lhe foi submetido por requerimento da executada, que era a antítese da posição defendida pela ora recorrente, não tinha que apreciar, concretamente, os argumentos expendidos pela recorrente, na sua resposta de 2/11/2017, para sustentar a sua pretensão no sentido do prosseguimento desta execução, reiterado no seu requerimento de 14/06/201  Aliás, podemos dizer que o Tribunal "a quo” ao decidir como decidiu a questão suscitada pela executada, ao mesmo tempo apreciou a pretensão, em sentido contrário, defendida pela recorrente, pelo que consideramos não ter havido omissão de pronúncia na decisão recorrida, uma vez que o Tribunal pronunciou-se sobre a questão que tinha para apreciar e decidir, deferindo o pedido que foi formulado pela executada e, "a contrario sensu”, não atendendo à pretensão da recorrente.