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O mesmo não se passou na presença da mãe, o seu comportamento foi muito mais instável, desorganizado e opositivo.” Assim, não se respiga da prova produzida uma disfunção social, ausência de valores morais, agressividade, pelo que nada faz crer que os contactos e o exercício das responsabilidades parentais com o progenitor façam perigar a sua integridade física e psicológica.Com efeito, ambos os progenitores denotaram deter competências parentais e estarem motivados para a parentalidade.Outrossim, o que resulta da factualidade apurada nestes autos principais e respectivos apensos é que a postura dos progenitores e a exposição do menor à sua conflitualidade tem vindo a fomentar a destabilização do T. . Do exposto resulta, em nosso entender, não ser do interesse do T. que seja limitado ou inibido o exercício das responsabilidades parentais do progenitor.” J) Conflituosidade que a Mãe tende a fomentar e agravar, quer por via das acções judiciais, quer pelo incumprimento e desrespeito pelas decisões judiciais, conforme flui dos apensos aos presentes e que urge pôr fim, em nome do superior interesse do T. . ) De resto, nunca poderia proceder o recurso interposto pela Mãe recorrente, atenta toda a factualidade provada, por contraposição à gravidade e brutalidade do peticionado que prejudica o interesse do T. , conforme é pedagogicamente elucidadado no Acórdão supra citado:"Deste modo, a inibição é uma medida de última "ratio”, pois a verificar-se uma situação de perigo para a segurança, saúde, formação moral e educação do filho, cumprirá sempre indagar se o regime prevenido no art.