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No caso vertente, o tribunal a quo concluiu nesta operação pela opção da pena de prisão, porquanto "quanto ao arguido F., a pena de multa já não se revela adequada para fazer face às finalidades da punição.”  Aduziu-se, para efeito, na sentença recorrida, que "as necessidades de prevenção geral são prementes, face à reconhecida incidência da evasão no panorama nacional e às graves dificuldades que cria ao Estado no pleno cumprimento do objetivo social do sistema, ao mesmo tempo que cria desigualdades sociais gritantes entre os sujeitos e as empresas que cumprem e aqueles e aquelas que se furtam ao dever, mostrando-se necessário reafirmar o valor da norma violada.”   Considerou-se ainda, a respeito das exigências de prevenção especial, que as mesmas "são bastantes elevadas quanto ao arguido F., na medida em que este regista já condenações pela prática de crimes de denúncia caluniosa, emissão de cheque sem provisão, simulação de crime, falsificação de documentos, desobediência e de dois crimes de abuso de confiança fiscal.