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O ónus da prova desses factos, que se mostram constitutivos do direito que invoca ao pagamento do preço e à condenação do dono da obra a pagar o preço uma parte do preço, uma prestação ou todo o preço), é indubitavelmente da autora, empreiteira, nos termos do disposto no artigo 342 n.1 do  E se lida a petição inicial em lado algum se surpreende a alegação das concretas obras a realizar e dos trabalhos concretamente executados pela autora desse regulamento contratual factos constitutivos do seu, que apenas sustenta numa afirmação conclusiva da sua correspondência a 74,83% da obra contratada e à remissão para 3 facturas correspondentes a obras realizadas e não pagas, que, como vimos supra, são meros meios de prova não dispensando a alegação da factualidade correspondente, sendo que duas delas nem sequer discriminam quaisquer trabalhos executados, a verdade é que tal alegação deficitária, sanada em parte na alegação dos RR ainda que de modo invertido – trabalhos não executados- face às regras do ónus de alegação) não constituiu obstáculo, a que, sem despacho de aperfeiçoamento, fosse realizado o julgamento e proferida sentença, que, quanto ao montante a pagar pelos RR à autora a esse título, não foi objecto de apelação por aqueles  a sua apelação circunscreve-se ao pedido.