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Acresce ainda que dos factos constantes nos presentes autos, não resulta: a. O passado disciplinar que ainda que deveria constar e ter o seu relevo; A este respeito veja-se o Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 23-11-2009 que refere que ― ") quanto à adequação, razoabilidade e proporcionalidade da sanção do despedimento, que esta, a mais grave do leque sancionatório disponível, deverá mostrar-se adequada, razoável e proporcional à infração cometida, para o que deverá,também, ser tido em conta a antiguidade e antecedentes disciplinares do trabalhador.” É certo que, no caso, o Recorrente tinha já 38 anos de antiguidade e que não tinha quaisquer antecedentes disciplinares.