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Tal como refere Margarida Lima Rego6, "Para a aferição da idoneidade concreta da caução, é fundamental atender ao valor a caucionar, devendo o tribunal ter em conta, não apenas o valor dos bens que se oferecem ao tempo da prestação da caução, mas também a depreciação que os bens podem sofrer em consequência da venda forçada, bem como as despesas que esta pode acarretar.” Descendo ao caso concreto, podemos, desde já, afirmar que, em face dos regimes legais referidos e das finalidades da prestação da caução na execução, nenhum óbice haverá a que se possibilite que a Recorrente/Embargante preste caução, tal como esta pediu supletivamente, através da constituição de uma segunda hipoteca sobre os bens já hipotecados.