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2 - Vem o presente recurso interposto da sentença proferida no âmbito do referido processo, datada de 23/12/2020 na parte em o Tribunal julga improcedente o pedido de indemnização por danos não patrimoniais:  "De todo o modo, não logrou a A. provar que com a cessação do contrato vivenciou momentos de ansiedade, receio, inquietação e preocupação ou mesmo transtorno, pelo que não se legitima, in casu, a tutela do direito, não existindo motivo bastante para fundamentar uma condenação em indemnização por danos não patrimoniais.”  Questões prévias  1 – Ampliação do pedido  3 - Do artigo 2 da contestação da Ré consta que que o despedimento da Autora se deveu "a deslealdade profissional da Autora para com a sua entidade patronal”.