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Importa salientar que não resulta provado na douta sentença recorrida, que a situação sub judice, constitua uma transmissão de estabelecimento da Ré SECURITAS para a recorrente KFORCEK, isto, desde logo, porque por absoluta ausência de cominação legal, ou seja, nunca foi comunicada qualquer intensão de transmissão de trabalhadores por parte das Rés SECURITAS ou COMANSEGUR para a recorrente KFORCEK, e depois, a realidade fáctica, como demonstrado ficou quer em sede de reapreciação da matéria de facto, quer em sede da reapreciação da matéria de direito, não preenche os requisitos indiciadores do "elemento transmissivo” e da autonomia económica, condição sine qua non para o reconhecimento da transmissão da titularidade ou da exploração de uma unidade económica, para efeitos de aplicação do regime jurídico consagrado no n. 1, do artigo 28, do Código do Trabalho.