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Mesmo a apurar-se que um qualquer terceiro, seja ele qual for, pretende transferir para a Ré a propriedade por efeito do contrato celebrado com a A., a verdade é que esta última já manifestou a sua intenção resolutiva e, como se sabe, a resolução opera por mero efeito da notificação art.43, n.  Do que vem de se expor resulta que, tendo a A. incumprido a prestação que para si decorria da promessa de venda à Ré, alienando para terceiro o objeto mediato da promessa, não afasta tal incumprimento a invocação de que o terceiro adquirente está na disposição de transmitir o bem ao promissário.” Considera a Apelante que a resolução do contrato revela-se sem fundamento porque procedeu à venda dos lotes na pendência da acção onde ambas as partes peticionavam a resolução, confirmada por decisão da primeira instância, embora não transitada, pelo que não havia expectativa de manutenção do contrato promessa.