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Recorreu à acção executiva por entender actuar no exercício legítimo de um direito, uma vez que é titular de um título executivo idóneo que titula um crédito do Apelante sobre o Embargante que se revela certo, líquido e exigível e por cuja não liquidação não se entende responsável nos termos em que vem alegado pelo Embargante e, sobretudo, porquanto se encontra convicto que, estivesse o apólice de seguro em vigor nos termos pretendidos contratar com cobertura de 100% de capital, e face às coberturas escolhidas – Morte e Invalidez Absoluta e Definitiva -, não teria a Seguradora aceite o sinistro por invalidez total e permanente participado pelo que, à data, resultaria superior o capital em dívida.