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artigo 497/1, do.”  5Concluindo, a final, que "As estipulações contratuais relativas à coexistência de seguros nomeadamente, as aludidas em, dos factos provados e a sua interpretação, relevantes para efeitos do disposto no artigo 133/4, da LCS, tratam-se de questões a discutir entre as seguradoras após o pagamento aos lesados, e não à relação das seguradoras/lesados”;  5Ora, salvo o devido respeito, não poderá a ora Recorrente concordar, contudo, com o entendimento perfilhado pelo douto Tribunal a quo relativamente a esta matéria, na medida em que, encontrando-se demandados nos autos todos os intervenientes respeitantes à aludida matéria nomeadamente a ora Recorrente , a Interveniente Y Portugal, e o segurado, aqui  Réu), e, tendo todas as questões, respeitantes à apreciação dos contratos de seguro e consequentes proporções de responsabilidade de cada interveniente, sido submetidas à apreciação do douto Tribunal a quo, estará o douto Tribunal em condições de sobre as mesmas se pronunciar, decidindo definitivamente todos os litígios subjacentes à presente demanda.