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), resulta de todo o exposto que a prova de que na altura da pendência do processo de interdição a referida .. se encontrava numa situação de incapacidade de entender e querer e de gerir a sua pessoa e os seus bens não permite concluir que se encontrava numa situação de impossibilidade de entender e querer e que não compreendeu os termos do testamento.» E, após se analisarem os demais relatórios médicos indicados nos pontos 6 a 8 dos factos provados, conclui-se que: «) a doença mental incapacitante de que a referida .. padece, que levou a que a mesma fosse declarada interdita por anomalia psíquica, ou seja a demência resultante da doença de Alzheimer, iniciou-se nesse mês de Maio de 201 Consequentemente, o início dessa doença mental que incapacitou a referida .. teve lugar em data anterior à outorga do testamento em causa nos autos, ou seja em 22-10-201 Consequentemente, essa conclusão quanto ao início da doença mental da referida .. poderá ter relevância quanto à conclusão sobre se ela se encontrava numa situação de incapacidade na altura da outorga do testamento.