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Efetivamente, por sentença datada de 28 de abril de 2017, notificada ao ora Recorrente, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra decidiu julgar procedente a ação administrativa intentada pela associada do Autor, por provada, considerando que houve vício de violação de lei, consubstanciado na violação do direito de participação das associações sindicais consagrado no artigo 33, n. 1 alínea da LTFP, bem como por violação das normas constantes do n.1 do 25, n. 2 do artigo 24 e n.os 2 e 3 do artigo 25 da LTFP, no que tange ao conteúdo do Estudo legalmente devido, bem como no que tange à forma e conteúdo das listas nominativas para efeitos do estabelecido no n. 4 do artigo 25 da LTFP, mas também considerando que, tanto aquele estudo de avaliação organizacional, como o processo de racionalização, como os atos sindicatos e a sua notificação à associada do recorrido se encontram feridos de vício de falta de fundamentação, afirmando a sua existência "desde logo na perspetiva da violação do principio da igualdade”.