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Relativamente ao regime anterior, que a praxis judicial tem mantido, escrevia a esse propósito Lopes Cardoso 1: "Apesar da lei processual exigir que se junte à petição de divórcio ou separação por mútuo consentimento a relação especificada dos bens comuns, com indicação dos respectivos valores artigo 141, n. 1, alínea, do Código de Processo, o mesmo ocorrendo quando os cônjuges acordem, na tentativa de conciliação do processo de divórcio litigioso artigo 140, n. 3 do mesmo Código), os efeitos do caso julgado na sentença que decrete a dissolução do casamento por divórcio, não se estendem a essa relação pois, é seguro, não se verifica a identidade de pedidos nem tem que haver entendimento prévio quanto à partilha dos bens do casal, que só os acordos quanto à prestação de alimentos, destino da casa de morada de família e exercício do poder paternal foram sujeitos à apreciação na mesma sentença artigo 177, n. 2 com referência ao artigo 177, n. 2, ambos do Código”.