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Assim, vistos os autos, as questões colocadas no presente recurso de apelação, são as de saber se se verifica a invocada nulidade da sentença por omissão de pronúncia a respeito daexistência de título executivo; se a matéria de facto deve ou não ser alterada nos termos preconizados pelo Apelante; e, em caso afirmativo, se os presentes embargos de executado devem ser julgados procedentes e a Apelada condenada como litigante de má fé.– Fundamentos  – De facto: Na sentença recorrida foram considerados provados os seguintes factos:  No dia 30 de Março de 2000, o Exequente celebrou com e BB, enquanto primeiros-contratantes e beneficiários, um acordo denominado "contrato de abertura de crédito em conta-corrente”;  Nesse documento ficou acordado que o Banco abria, a favor dos beneficiários, um crédito em conta-corrente até ao limite de 00000$00 um milhão de, destinado a apoio de tesouraria;  O referido contrato era válido por um prazo de seis meses, renovando-se automática e sucessivamente por iguais períodos, se não fosse denunciado por qualquer das partes;  Foi alterado e outorgado em 7 de Dezembro de 2000, tendo sido o seu limite de crédito aumentado para 0000$00 três milhões de;  Na cláusula  desse acordo consta que «em garantia do cumprimento das obrigações assumidas neste contrato ou dele emergentes é entregue ao Banco uma livrança em Branco, subscrita pelos beneficiários, com as cláusulas "Não à Ordem” e "Sem Protesto”.