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130 CIRE, invocou as razões dessa discordância dizendo que o então Administrador de Insolvência tinha qualificado o crédito que a Exequente tinha sobre a Executada como comum, quando o mesmo estava garantido por penhor, coisa que nem a executada aceitou, sendo que tal impugnação acabou por não ser conhecida pelo Tribunal, por entretanto ter sido aprovado e homologado o Plano de Insolvência; explica o que resulta do plano de insolvência, mais concretamente do plano de pagamentos aí previsto para os credores garantidos por penhor mercantil e para os demais credores comuns; queixa-se que a Executada tem vindo a pagar-lhe mensalmente uma quantia que em nada se aproxima do valor que deveria estar a pagar, nos termos do Plano aprovado; seguidamente, passa a explicar qual era o seu crédito à data da declaração de Insolvência, dizendo que se encontravam vencidas e por pagar determinadas facturas, relativas a fornecimentos, que elenca; mais alega que por contrato de penhor já referenciado a Executada constituiu garantia real a seu favor; que por isso não pode concordar com o referido pelo Administrador de Insolvência quando alega que os credores pignoratícios devem ser tratados como credores comuns no caso de manutenção em funcionamento da Empresa; depois diz qual é, a seu ver, a leitura a fazer do Plano de pagamentos que foi aprovado, para concluir que o mesmo não está a ser cumprido.