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Aqui se inclui, esclareça-se também, por último, precisamente por sequer ter mais uma vez adequada sustentação no que consta efetivamente da sentença proferida a final, o vício da nulidade que lhe é assacado e que se pretende subsumir designadamente na alínea do n. 1 do artigo 61 do CPC, neste caso porque, precisamente pelas razões antes expostas, não se pode dizer que os fundamentos dessa constantes estejam em oposição com a decisão, ou que ocorra alguma ambiguidade ou obscuridade que torne a decisão ininteligível1  De facto, como se disse e se repete aqui de novo, a sentença recorrida é clara no sentido de definir qual era o objeto da ação, sendo que nesse não se incluem as questões da "doença profissional de Periatrite Escapulo Humeral esquerda, com a atribuição de uma IPP e 5%” e da "doença profissional sem atribuição de incapacidade, por Periartrite Escapulo Humeral direita” – a que se refere a Recorrente no sentido de que, como o pretende, dever ser proferida nova decisão, respetivamente, " condenando-se a ré a pagar uma pensão no valor de €125” e doença profissional sem atribuição de incapacidade, por Periartrite Escapulo Humeral direita”, bem como, referente a essas, "condenando-se a ré a prestar-lhe as prestações em espécie de que a autora necessita ou venha a necessitar por causa dessas doenças” – como aliás a própria sentença recorrida o refere expressamente, essas questões, tendo sido previamente reconhecidas pelo próprio Réu, incluindo pois eventuais direitos que por essa razão assistam à Autora, não estavam, precisamente em face daquele reconhecimento, em discussão da presente ação, sendo que, nesse pressuposto, quanto ao que efetivamente era controvertido, a sentença sobre essa parte se pronunciou, justificando, de um modo que temos por bastante, sem vício de lógica que a comprometa, o que aí foi decidido.