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----------  E foi considerado como NÃO PROVADO o seguinte:  a)-Em 1997/1998 tivessem começado a surgir manchas de infiltrações nos tetos das frações referidas em da fatualidade provada;  b)-Nessa altura o A. ocupasse as frações referidas em da fatualidade provada no exercício da sua atividade comercial;  )-Por isso o A. tivesse feito obras de impermeabilização no terraço referido em a da fatualidade provada e despendido nas mesmas o montante de € 500,00;  )-Após tal as infiltrações referidas em tivessem cessado;  e)-O A. tivesse combinado com o 1 R. que faria as obras referidas em e que o montante por si liquidado seria compensado com a quota parte das despesas de fruição e conservação das partes comuns da responsabilidade das frações referidas em da fatualidade provada;  f)-Entre 2003 e 2005 o terraço referido em a da fatualidade provada tivesse sido sujeito a obras de modernização, com alteração do pavimento;  g)-Tais obras tivessem sido efetuadas pela 2 R.;  h)-A 2 R. tivesse sido advertida pelo A. de que deveria pedir autorização ao 1 R. e que o terraço estava devidamente impermeabilizado, devendo as obras a efetuar no mesmo salvaguardar tal circunstância;  )-A partir da altura referida em tivessem voltado as infiltrações referidas em;  j)-A 2 R. tivesse danificado a impermeabilização do terraço referido em a da fatualidade provada com a execução das obras referidas em da fatualidade provada;  k)-Após 212013 a fração A referida em da fatualidade provada só tivesse sido arrendada na data referida em da fatualidade provada por antes nenhum arrendatário se ter interessado pela utilização do espaço devido às infiltrações existentes;  )-As frações referidas em da fatualidade provada tivessem estado encerradas anteriormente ao seu arrendamento pelo A.;  )-Na praceta onde se situam as frações referidas em da fatualidade provada existisse uma loja para arrendamento há 16 anos, uma outra com área similar às do A. para arrendamento há cerca de 4 anos pelo valor de € 300,00 mensais e ainda outra para arrendamento há 4 anos pelo valor de € 200,00 mensais;  n)-O A. tivesse colocado recentemente no teto da fração B referida em da fatualidade provada uma chapa por baixo do terraço a fim de encaminhar a entrada de água proveniente do terraço para a caixa de esgoto existente e procedido à substituição das chapas do teto falso, pelo valor de € 896,6     B–FUNDAMENTAÇÃO DE DIREITO  )–Da NULIDADE da SENTENÇA, por preenchimento da causa enunciada na alínea, do n. 1, do art.