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89 do CIRE, o que determina a ilegalidade desse pagamento.A- FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO  A 1 Instância julgou provada a facticidade que se segue:  1- O sr. administrador procedeu na data de 12-5-2015 ao pagamento coercivo, mediante penhora em execução, do crédito da - Indústria Química, SA, no montante de € 2742,05, por fornecimento de produtos químicos anteriormente à declaração de insolvência - apenso  2- Nos autos de processo n 1/00TJVNF-EO no recurso interposto pelo credor A. P. contra o pagamento do crédito devido à Segurança Social, foi proferido Acórdão a 8-6-2017, em que foi decidido: "Nestes termos acordam os juízes deste tribunal da Relação de Guimarães em julgar parcialmente procedente a apelação, revogando o despacho recorrido na parte em que se determina: "Deverá o Sr. AI apresentar mapa de rateio parcial, em que contemple os créditos dos trabalhadores, reconhecidos como créditos da massa, visto que esta apresenta um saldo positivo de € 9583,92, não procedendo, até ordem em contrário pelo tribunal, ao pagamento de qualquer outra quantia quer à Segurança Social quer a outra entidade” e, em sua substituição, determina-se o prosseguimento da liquidação, devendo o AI, após dar pagamento às dívidas da massa insolvente, em cumprimento do disposto nos artigos 172 e 173 do CIRE, apresentar o mapa de rateio, se e quando se verifique a situação prevista no artigo 178 e/ou a final nos termos do artigo 182, ambos do mesmo diploma.