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Entende-se comummente que o legislador optou por incluir no subsídio de férias as prestações ligadas ao modo específico de execução do trabalho, ao seu condicionalismo externo, sendo disso exemplos os subsídios de turno, de risco, de isolamento, de toxicidade, por trabalho nocturno, de penosidade, a isenção do horário de trabalho, etc Ficariam excluídos os que respeitem ao próprio trabalhador e seu desempenho prémios, gratificações) ou os respeitantes a despesas suportadas pelo empregador em virtude do trabalho, como o subsídio de refeição, de transporte, etc – Pedro Romano Martinez e outros, CT anotado, 2 ed., p. 410, João Leal Amado, Código do Trabalho, Coimbra editora, p. 281 e Maria do Rosário Palma Ramalho, Tratado do Direito do Trabalho, Parte , Situações Laborais Individuais, 4e ed., p. 52 Nesta perspectiva as diuturnidades ficariam de fora, existindo autores que peremptoriamente as excluem, outros que hesitam e outros que defendem a sua inclusão- respectivamente António Monteiro Fernandes, Direito do Trabalho, 19 ed, p.405; Maria do Rosário Palma Ramalho, Tratado do Direito do Trabalho, Parte , Situações Laborais Individuais, 4e ed., p. 594 hesita, ao utilizar o termo "parece”); e Milena Silva Rouxinol, "O Direito a férias”, in Direito do Trabalho, Relação Individual, João Leal Amado e outros,2019, Almedina, p. 735 inclui, com veemência).