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Do erro de julgamento relativamente à prescrição da dívida exequenda Considera, desde logo, o Recorrente que o Tribunal a quo incorreu em erro de julgamento, relativamente à verificação da prescrição, na parte em que decaiu ou seja, relativamente as dívidas exequendas atinentes a IVA dos anos de 1993 a, uma vez que, em seu entender: a)      Os prazos de prescrição das dívidas não foram interrompidos pela sua citação, podendo apenas ser relevada a primeira causa interruptiva verificada;  b)      Não lhe é oponível, enquanto responsável subsidiário, a interrupção dos prazos prescricionais resultante da instauração dos processos executivos, atento o disposto no n. 3 do art.