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3 A decisão de facto é manifestamente insuficiente para se concluir como tribunal a quo, ou seja, que a segurada da Ré, em face das circunstâncias do caso concreto, poderia e deveria ter agido de outro modo, adotando outras e melhores medidas; dito de outro modo, a decisão de facto não deixa perceber que medidas eram essas, que poderiam ter sido implementadas pela segurada da Ré para afastar o perigo criado pela conduta do proprietário do lote 2 Em coerência com a decisão de facto, também na parte da fundamentação jurídica, o tribunal a quo se abstém de identificar as medidas concretas que, no seu entender, poderiam ter sido adotadas e foram omitidas pela segurada da Ré.