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Ainda no mesmo sentido, o Acórdão da Relação de Lisboa de 4-2-2020, proferido no processo 1286/19IDLSB-AL1-5: «Sem prejuízo das descontinuidades de regulamentação encontradas e do entendimento que a expressão correspondentemente possa concitar, temos por inelutável que constituindo a regra de que o "juiz que tiver autorizado ou ordenado a diligência é a primeira pessoa a tomar conhecimento do conteúdo da correspondência apreendida" precisamente uma das normas mais emblemáticas do regime de apreensão para que se remete tanto mais que, como vimos, constitui até fonte expressa de uma nulidade correspondente a proibição de, não vemos como através do elemento literal a mesma possa ser afastada.