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E ponderou-se ainda com destaque:  «No caso, se aquando da instauração da execução, o exequente apresentou título material de constituição da garantia no património do dito terceiro – constituição e registo da hipoteca sobre a propriedade plena do imóvel –, a partir de 2019/09/02 data do registo do cancelamento da deixou de ter essa garantia.»    Assim, entendeu-se, na sentença, que, sendo necessário, para a sua eficácia, o registo da hipoteca4, com o cancelamento deste, na sequência da aquisição, pela Exequente, da nua propriedade, no processo de insolvência n 7031/15, deixou a mesma Exequente de poder demandar a Executada, nos termos do disposto no artigo 5, n. 2, do CPC, por impossibilidade superveniente.