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Do mesmo modo, sobre o direito a férias, nas alegações concluiu art.55 "Dir-se-á seguramente que daquela factualidade apurada nos autos permite contrariamente ao que alega o tribunal a quo, concluir que a ré incorreu de forma grave e grosseira num comportamento ilícito, ao impor de forma unilateral que a Autora gozasse as suas ferias no ano de 2019 fora do período de 01 de Maio e 31 de Outubro”, enquanto agora diz Conclusão : ".. e perante o comportamento ilícito, grave e pela pratica de ato discriminatório perpetuado pela Ré , deve ser a condenação da Ré em indemnização que se reclama como justa nunca inferior a 5000,00 conforme alegado em PI.