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Desta forma não se pode, com depoimentos deste jaez, adquirir a convicção segura de que houve qualquer negociação do preço da venda que reflectisse o assumir por parte do comprador do pagamento da dívida ao condomínio na quota-parte referente à fracção da embargante relativa ao custo das obras na fachada do imóvel nem que aexistência dessa dívida fosse do conhecimento do comprador.Decorre do exposto que a apreciação da Mm juiz a quo - efectivada no contexto da imediação da prova-, surge-nos assim como claramente sufragável, não sendo os depoimentos indicados pela recorrente bem como a prova documental capazes, para além de toda a dúvida razoável, sustentar a tese que por ela vem expendida, pese embora se respeite a opinião em contrário veiculada nesta sede de recurso, havendo que pois que afirmar ter a Mm juiz captado bem a verdade que lhe foi trazida ao processo, com as dificuldades que isso normalmente tem, não existindo, portanto, fundamento probatório convocado pela recorrente para que este tribunal dê como provados os pontos 1 a 3  do elenco dos factos não provados.Improcede, assim, as conclusões a formuladas pela recorrente.A segunda questão que vem colocada no recurso prende-se com: a) - saber se a executada mulher é, ou não, é responsável pelo pagamento das despesas de condomínio referentes a obras nas partes comuns do edifício em que se integrava a sua fracção.