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Prosseguiu referindo que desde essa noite nunca mais voltou para o arguido, sendo acolhida numa casa abrigo em Estremoz e que passados uns dias foi para a casa da sua irmã.”  E o tribunal atentou também no depoimento da irmã da ofendida, justificando as reservas que este lhe mereceu: "Também , irmã da ofendida, confirmou tal situação, apesar de ter mantido um distanciamento deliberado ao longo do seu testemunho, claramente não se pretendendo comprometer, nem comprometer ninguém sobretudo quando afirmou que nunca viu sequer o arguido alcoolizado, quando este passava a tarde a beber álcool no café ou em casa, como descreveu – hábitos esses que encontram apoio nos testemunhos de TF e de JG.”  Dispensa-se maior repetição da análise de provas patente no acórdão, que não sai abalada por se ter afirmado, agora em recurso e contra o que se evidencia no acórdão, que a prova se teria baseado exclusiva e injustificadamente nas declarações da ofendida.