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Havendo, claramente, uma sobreposição e repetição entre os factos dados como provados pela sentença entre os factos 14 e 16, 15 e 1 O arguido vem, por isso, impugnara matéria de facto constante dos pontos identificados supra, nos termos sobreditos, já que o Tribunal não pode, nem deve decidir em consciência, sem que todos factos e as provas carreadas para o processo sejam devidamente apreciadas de forma crítica, objetiva e racional, sem "saltoslógicos”, como se impunha no caso concreto, com o deferimento da prestação de depoimento, por parte da ofendida BB, em sede de audiência de julgamento, tanto mais que estamos perante jovem que irá fazer 18 anos em 202 O que o Tribunal decidiu não fazer, esquecendo o princípio da descoberta da verdade material, conformando-se com as declarações para memória futura prestadas pela ofendida, ainda que contraditórias entre si e contra as regras da experiência comum, esquecendo que o arguido é também um sujeito processual e contribui para a formação do acervo probatório através do exercício do seu contraditório.