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Inconformada, interpôs a ré apelante o presente recurso de revista, no qual formulou as seguintes conclusões:  Ao não conhecer da matéria de facto, Rejeitando o Recurso, em relação a esta temática, o Venerando Tribunal da relação de Guimarães violou o disposto no art 640 n 1 – al –, e, ou no limite o art 639 n 3 todos do P., pois, ainda que, sem conceder, e, caso o Venerando Tribunal entendesse, como parece ter entendido, embora s.o., sem fundamento, sempre a Recorrente deveria/poderia nos termos legais supra citados, usar do direito concedido pelo art 639 n, e, ter sido convidado a esclarecer aquele Tribunal, aqui recorrido, para expôr ou esclarecer os concretos pontos, os quais por um ou por outro motivo até por infortúnio ou redação infeliz, só não erra quem não, não fez transparecer, ou não passou, convenientemente, a ideia da almejada matéria de facto que pretendia ver provada em detrimento da Prova alcançada pelo Tribunal " a quo " referente à referida matéria de facto  Sem Embargo, e, porque não se vislumbra onde é que a Recorrente terá errado, ou não esclarecido o Tribunal recorrido sobre a matéria que pretende ver provada em substituição daquela a que o Tribunal de 1 Instância chegou, no mínimo requerer-se, aqui, a esse Egrégio Tribunal permita tal possibilidade à Recorrente, nos termos do disposto no art 639 n 3, evitando-se a violação objetiva por omissão, deste preceito legal pelo Venerando Tribunal, e, simultaneamente se possibilite à Recorrente esclarecer aquele Tribunal, por forma a que, a Justiça material se sobreponha à Justiça formal sob pena de ilegalidade e indesejável injustiça !