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51 a, e formulou, a terminar as respetivas alegações, as seguintes conclusões que se:  « - A decisão do douto Tribunal "a quo" em atribuir as responsabilidades parentais relativas ao menor A. G. exclusivamente à Recorrida não possui respaldo nos factos considerados provados, bem como naqueles que o deveriam ter sido, bem como não possui respaldo no enquadramento normativo aplicável pois não promove o superior interesse e bem estar do menor;   - O douto tribunal "a quo" errou ao não considerar como provado o facto de o Recorrente ter, por diversas vezes, tentado entrar em contacto com o seu filho menor A. G., quer via informática e via sms Short Message conforme documentalmente provado nos autos e não impugnado;    - O douto tribunal "a quo" errou ao não considerar como provado mediante presunção o facto das tentativas de contacto do Recorrente com o seu filho menor A. G. referidas na conclusão anterior terem sido obstaculizadas pela Recorrida, atenta a situação de conflito existente entre os progenitores e em particular a existência do processo n. 322/19GCVCT que tramitou no Juiz 1 do Juízo Local Criminal de Viana do Castelo;   - A situação de conflito existente entre o Recorrente e a Recorrida praticamente impossibilitou que aquele visitasse o seu filho A. G. pois, para o efeito, teria de se deslocar à residência da Recorrida, sendo que se encontrava - e encontra - impossibilitado de contactar com a mesma por força da proibição de contactos no período de suspensão de execução da medida de segurança que lhe foi aplicada no referido processo n. 322/19GCVCT que tramitou no Juiz 1 do Juízo Local Criminal de Viana do Castelo;   - A Recorrida, sem informar o Recorrente que não por intermédio dos presentes autos e na pendência dos mesmos, levou o menor filho A. G. consigo para França para aí fixar residência sem que para tal tenha obtido a autorização do Recorrente, não obstante bem saber onde este reside e quais são os seus contactos telefónicos;   - Contrariamente ao aduzido na fundamentação da sentença proferida pelo douto Tribunal "a quo", a ligação entre o menor A. G. com o Recorrente não se perdeu, mas perder-se-á se este for retirado do exercício em comum das decisões mais importantes para a vida daquele;   - Não se diga que a condenação do Recorrente em medida de segurança por factos respeitantes a violência sobre a Recorrida constitui um facto superveniente para a alteração das responsabilidades parentais pretendidas nos presentes autos, uma vez que entre a prolação de sentença nos autos criminais e data de início dos presentes autos mediou 1 ano, sem que tal consubstanciasse qualquer prejuízo para o interesse do menor A. G..   - Não é correcto afirmar-se, como o fez o douto Tribunal "a quo", que: "A alteração pretendida não tem implicações na realidade nem impõe por si qualquer distanciamento" porquanto a extração do Recorrente dos atos nucleares relativos à vida do seu filho menor A. G. vai promover o desvanecimento e eventual cessação da sua qualidade paterna no espirito do menor, tanto mais que, por iniciativa exclusiva da Recorrida e., sem consultar o Recorrente ou sequer previamente o foi arrancado do meio em que nasceu, cresceu e tinha o centro da sua vida para ser levado para um país estrangeiro, assim impossibilitado, materialmente, qualquer tipo de contacto físico com o Recorrente uma vez que este não possui as mínimas condições económicas para o ai ir visitar.