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De facto, caso resultasse – em função da prova testemunhal que fosse produzida – assente que na loja em questão a Requerente "comercializa, entre outros produtos, queijos diversos, manteigas, presuntos, paios e outros enchidos, tostas, bolachas, azeite, vinagre, massa, atum e outros produtos em conserva, refeições pré-preparadas e congeladas, compotas, marmeladas, bolos secos, chás, águas, chocolates, bombons, etc” e, onde, "para além de bebidas alcoólicas, são vendidos acessoriamente produtos gourmet, como sejam azeites, vinagres, chás, flor de sal, produtos de trufas, chocolates artesanais, molho chutney” e ainda que se demonstrasse a publicitação nos termos mencionados nas alíneas e do mencionado ponto 7 da alegação, certo é que, a referida factualidade sempre seria inidónea para a prova de que a requerente pudesse ser considerada como exercendo uma atividade excluída do regime de suspensão de atividade expresso no Decreto n 3-A/2021, de 14 de janeiro, que regulamentou o estado de emergência decretado pelo Presidente da República pelo Decreto n 6-B/2021, de 13 de janeiro.