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Revoga-se a sentença recorrida na parte relativa: a) ao montante da indemnização a pagar pela Ré ao Autor J. pelos danos patrimoniais futuros decorrentes da necessidade de auxílio de terceira pessoa e do défice funcional permanente de que padece, que se fixa no valor total de € 57500,00 € 10500,00 + € 41000,00), ao qual deve ser deduzida a quantia de € 2468,78 referente à pensão de invalidez recebida pelo A. entre 26/05/2017 e 23/05/2018 e as demais quantias por ele recebidas a esse título até ao trânsito em julgado da decisão que ponha termo a esta acção, a serem liquidadas em momento ulterior; b)	ao montante da indemnização a pagar pela mesma Ré à Autora N. J. pelos danos não patrimoniais sofridos, que se fixa em € 4000,0  Deve a Ré ser, ainda, condenada a pagar ao A. a quantia que se vier a liquidar ulteriormente relativa às despesas que aquele vier a fazer em acompanhamento médico permanente, nomeadamente a nível psiquiátrico e consulta da dor crónica, e em medicação de foro psiquiátrico e analgésicos, sendo essa condenação limitada ao valor do capital seguro ainda disponível, deduzido das indemnizações fixadas nesta acção e das quantias já pagas pela Ré ao A., que ascendem a € 8951,0  Determina-se que seja deduzido ao montante final da indemnização atribuída ao A. J., a quantia de € 000,00 paga pela Ré ao A. a título de adiantamento por conta da indemnização.