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Ou seja, a ofendida procurou negar a realidade manifesta e cristalizada na clareza dos fotogramas que reflectem a verdade dos factos que esta tanto procurou disfarçar, como os fotogramas que ostensivamente mostram a vermelhidão e as marcas que as mãos do arguido deixaram no pescoço da ofendida, e a força física que tal exigiu, ou mesmo a afirmação preconizada, reiteradamente, pela ofendida, no sentido que "não queria acreditar que o arguido lhe tinha feito aquilo", no que aos factos do dia 212020 tange, sendo confrangedor quando confrontada quer com as sequelas e as lesões que apresentava, quer com a circunstância de apenas ela, o arguido e o filho de ambos, na data com seis anos de idade, se encontrarem na casa, naqueles dia e hora, a mesma equacionar um outro hipotético autor, que não o arguido, só o declarando a medo, titubeante e timidamente, como se já não houvesse outra hipótese que pudesse apresentar sem descurar que o próprio arguido já o tinha.