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Daí que em face do regime legal e do seu confronto com os factos apurados, incorra a sentença recorrida em erro de julgamento de facto e de direito ao fazer relevar como facto relevante para determinar o período de abrangência, o processo de insolvência instaurado pela entidade empregadora em 23/02/2015 e em cujo âmbito foi proferida sentença de declaração de insolvência em 09/04/2015, e não a instauração quer da ação de insolvência pela Autora em 09/04/2014, quer ao início do processo especial de revitalização, em 03/07/201 Nestes termos, considerando que o crédito reclamado pela Autora que integra o objeto do presente recurso, correspondente à indemnização fixada judicialmente no valor de € 2000,00 por rescisão por justa causa se considera vencido em 04/02/2014, correspondente ao trânsito em julgado da sentença que o reconheceu, proferida em 14/01/2014, está abrangido no período temporal dos seis meses dos créditos previstos no n. 1 do artigo  do n. 59/2015, de 21/04 que se tenham vencido nos seis meses anteriores à propositura da ação de insolvência ou à apresentação do requerimento no processo especial de revitalização, ocorridas, respetivamente, em 09/04/2014 e em 03/07/201 Pelo que, procede, por provada, a censura dirigida contra a sentença recorrida.