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Assim, - se fosse reportada ao inquérito/instrução, a sua invocação seria inquestionavelmente extemporânea, - sendo reportada à sentença a sua invocação não pode ter acolhimento, certo que é que, defendendo que, nos termos do disposto no art 340 n 1 do CPP, o Tribunal deveria, oficiosamente, ter efectuado diligências para a descoberta da verdade por forma a ultrapassar a dúvida invocada, o que o recorrente pretende, no fundo, é que, perante o entendimento de que de que a prova produzida não foi conclusiva e não permitiu ultrapassar dúvida e dar como provados os factos imputados à arguida, o Tribunal2 deveria ter ido procurar outra via probatória por forma a decidir da procedência da acusação - o que de modo algum se contém na averiguação oficiosa que o tribunal deve assumir nos termos do disposto no art 340 e 323 n 1 do CPP, subvertendo mesmo de alguma forma princípios estruturais do processo penal como o princípio do acusatório.