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805, n. 3, do, e a não ser que a indemnização tenha sido objecto de cálculo actualizado à data da decisão, como resulta do acórdão uniformizador 4/2002, publicado no Diário da República em 27 de Junho de 2002, que firmou jurisprudência nos seguintes termos: "Sempre que a indemnização pecuniária por facto ilícito ou pelo risco tiver sido objecto de cálculo actualizado, nos termos do n. 2 do artigo 56 do Código Civil, vence juros de mora, por efeito do disposto nos artigos 80, n. 3 interpretado, e 80, n. 1, também do Código Civil, a partir da decisão actualizadora, e não a partir da citação”.