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130 a prova seria feita através de declaração, em duplicado, confirmada e autenticada pelas autoridades fiscais competentes do Estado Membro, devendo o duplicado acompanhar o referido mod..  Na realidade, no momento em que se efectivou o procedimento inspectivo e a liquidação, não só a impugnante não tinha junto qualquer prova da residência da entidade beneficiária dos rendimentos, não podendo consequentemente a administração tributária saber que a impugnante viria, em sede de procedimento gracioso, juntar tal prova, como também ainda não se encontrava em vigor a alteração introduzida pela Lei n. 67-A/2007, de 31 de Dezembro, que veio a conferir eficácia retroactiva ao afastamento da responsabilidade da sociedade substituta tributária, mediante a aceitação da prova de residência feita à posteriori.