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E o Acordo Coletivo de Trabalho, publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, n 4, 1 série, de 29 de Janeiro de 2005, ao qual o Réu se vinculou, prevê, na sua cláusula 120, designadamente que, por morte do trabalhador, as instituições concederão uma pensão mensal de sobrevivência ao cônjuge sobrevivo, casado há mais de um ano, enquanto se mantiver no estado de viuvez, não sendo diverso o regime instituído, neste particular, pela respetiva Cláusula 142, do Acordo Coletivo de Trabalho, publicado no BTE, n3, 1 série, de 22 de Janeiro de 2009, e o mesmo sucedeu, mutatis mutandis, com a cláusula 123, do Acordo Coletivo de Trabalho, publicado no BTE, n 39, 1 série, de 22 de Outubro de 2011, sendo certo que, em qualquer deles, não foi contemplado o direito à pensão de sobrevivência para o unido de facto.