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Nesses preditos artigos da oposição os requeridos alegam que: – "Não obstante a aludida venda, o requerido  e a sua empresa , Lda., mantiveram-se na posse do referido terreno, nos exatos termos em que o vinham fazendo, ou seja, entrando e saindo a seu bel prazer, armazenando máquinas e equipamentos e materiais utilizados nas empreitadas de construção ” - "Mesmo a partir dessa data, o requerido , a consentimento do seu sobrinho, manteve-se na posse do aludido terreno, tendo mantido o mesmo como depósito das mais variadas coisas, desde restos de pedra, areia, brita, equipamentos velhos;” - "Posse essa, que se foi estendo à sociedade , da, aqui requerida, pertencente a um filho do requerido , a qual já vinha ocupando uma parte do terreno identificado em 3, entretanto dividido em duas partes por uma das ruas projetadas no loteamento.” - "Com efeito, desde a data da sua constituição, a requerida  passou a utilizar como estaleiro a parte do terreno que veio ficar situada a norte da rua denominada .”  - "E, desde pelo menos, finais de 2012, passou, também a ocupar, a consentimento do H, o terreno aqui em questão parte que veio ficar situada a sul da.” e  - Acresce que, de forma a legitimar a detenção, pública e consentida, que a requerida  começou a fazer sobre o imóvel em questão, o aludido H celebrou com esta um contrato de arrendamento, com uma renda meramente simbólica, o qual teve início em 01 de janeiro de 201» Assim, é manifesto que o tribunal não incorreu no invocado vício de excesso de pronuncia.+B - Contradição entre a matéria de facto provada Neste segmento invoca o recorrente que da análise da matéria de facto provada resulta, que existe uma contradição entre os factos constantes dos pontos 6, 7 e 8 e os factos constantes dos pontos 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40 e 41 supra reproduzidos.