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Através do presente recurso não se pretende discutir a prova indiciária recolhida ou sequer a qualificação jurídica dos factos, e isto sem embargo de o Recorrente  São, em síntese, os seguintes os fundamentos do recurso: a) Violação de lei, de princípio constitucionais e da CEDH - artigos 19, n. 1, 19, n.s 1, 2 e 3, a 19, n. 6, al., 20, n. 1, alínea e 20, alíneas, e, todos do CPP, artigos 1, n. 2, 2, n. 1 e 2, 2, n. 2, e 3, n. 1 e 2 e 20, n. 1, da CRP, artigos  e  da CEDH, princípio da presunção da inocência e princípio da necessidade - emergente da desnecessidade, desadequação e desproporcionalidade da medida prisão preventiva; b) Violação do dever de fundamentação expresso no artigo 19, n. 6, al., do Código de Processo Penal com referência aos artigos nos artigos 19, n.s 2 e 3 e 20, alíneas, e, do CPP; ) Aplicação de normas materialmente inconstitucionais cuja aplicação deveria ter sido recusada pelo Tribunal "a quo” - artigo 20 da; ) Nulidade da Decisão recorrida por contradição insanável entre os respectivos fundamentos artigo 41, n. 2, al., do; e e) Nulidade da Decisão recorrida emergente da violação do dever de fundamentação expresso no artigo 19, n. 6, al., do Código de Processo Penal, com referência aos requisitos expressos nos artigos 19, n.s 2 e 3 e 20, alíneas, e, do CPP.