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Acresceria que, por deliberação da assembleia de condóminos realizada no dia 16 de Janeiro de 2017 Acta n. ter-lhe-ia ainda sido cometido o pagamento da quantia de € 137,93, «quota extraordinária com vista a fazer face às despesas que o Condomínio teve inerentes ao Processo n. 2823/14TBBRG»; e, sendo o seu pagamento executado no âmbito de nova e distinta acção executiva processo n. 5182/15T8VNF-A, do Tribunal Judicial da Comarca de Braga, Juízo de Execução de Vila Nova de Famalicão, Juiz, foi já decidido pelo Tribunal da Relação de Guimarães proferido no âmbito destes últimos não ser a mesma devida, precisamente porque «já foi decidido e definido naquela ação as custas que a embargante, como proprietária da fracção AM tinha que suportar, não podendo a Assembleia de Condóminos deliberar sobre essa questão que já estava decidida na ação 2823/14TBBRG, que transitou em julgado», pelo que «em relação à quantia de € 137,93 a execução não pode prosseguir» segundo fundamento da sua alegação.