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do S. T. A. de 10/05/2017, processo n. 0452/17 www.dgsi.pt) onde se menciona, também citando doutrina, que: «o primeiro facto com efeito interruptivo produz os efeitos que produzia no domínio da redacção anterior, de eliminação do prazo decorrido anteriormente e de obstar ao decurso da prescrição, agora com a eliminação do n. sempre, incondicionalmente, até se tornar definitiva a decisão que puser termo ao processo;  os factos previstos como interruptivos que ocorram depois do primeiro, à face da nova redacção do n. 3, não terão o referido efeito interruptivo, mas terão relevância como factos suspensivos da prescrição, desde que se verifique a condição da sua relevância a este nível, que é o processo respectivo determinar a suspensão da cobrança da dívida.