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Em sentido idêntico, o STJ tinha já feito notar, em acórdão de 8/5/2017, proferido no processo 07-A-686, disponível em www.dgsi.pt, que "a recuperação da coisa furtada não se preenche ou fica satisfeita com o simples conhecimento, por terceiros, do local onde está ou onde foi deposta, sem a simultânea relação entre esse conhecimento, a sua identificação e a efectiva possibilidade de o respectivo dono a reaver nessa qualidade”é nosso o.E tivesse a ré cumprido a obrigação contratualmente assumida, procedendo ao pagamento da indemnização devida à autora após o decurso do prazo de 60 dias, ao invés do censurável silêncio a que se remeteu e de que dão conta os factos vertidos nos pontos 2 a 2 após o envio da não menos lamentável comunicação referida em 2, que nada esclarece, e este ponto não estaria sequer em discussão.