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Alega a recorrente que "em contexto factual e jurídico semelhante, os acórdãos por si referenciados  decidem semelhante questão fundamental de facto e de direito, pois em todos está em causa a notificação de acto lesivo em matéria tributária, quanto à forma de notificar as pessoas colectivas e sociedades nos termos do art.41 do CPPT, que determina a citação na pessoa de um dos seus administradores ou gerentes.”  O pedido de admissão de Recurso para Uniformização de Jurisprudência vem fundamentado em oposição do acórdão recorrido com os acórdãos do Tribunal Central Administrativo Sul, de 27-06-2006, proferido no processo n 00815/05, do Tribunal Central Administrativo Norte, de 17/10/2015, proferido no processo n 00519/00BEVIS e do acórdão do Pleno da Secção do Contencioso Tributário do Supremo Tribunal Administrativo, de 05-07-2017, proferido no processo n 01271/1  A situação cuja decisão se pretende uniformizada é a da correcção ou "perfeição” da notificação das pessoas colectivas, tendo em vista saber se, no caso dos autos a recorrente deve considerar-se regularmente notificada ou se a notificação efectuada não pode considerar-se "perfeita”.