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Se bem lemos e interpretamos as alegações e respectivas conclusões de recurso, imputa a Recorrente, desde logo,  à sentença a quo o erro de julgamento de facto no entendimento que mal andou o Tribunal a quo ao julgar não provados os seguintes factos: 1- Na sequência do relatório referido em foram elaboradas liquidações de IVA e de juros compensatórios; 2- A oponente foi notificada da liquidação de IVA relativa ao relatório referido em,” , que no seu entendimento deveriam passar a constar da matéria julgada provada, perante a circiunstância de haver registo informático dos mesmos dados de facto  em entidades diferentes AT e, a saber os registos postais das notificações das liquidações registos postais RY941172115PT e RY941183121PT, que se ponderados conduziriam a solução distinta do litigio , em conformidade com a tese propugnada pela Recorrente.