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T. Assim sendo, e afigurando-se-nos essencial para a quaestio decidenda, deverá ser aditado aos factos provados mais o seguinte: A Ré KForceK é associada da Associação Nacional das Empresas de Segurança – AESIRF U. Aqui chegados, importa nesta sede reafirmar que: os autores não peticionaram a sucessão de posto de trabalho, prevista na clausula 1 da revisão parcial do CCT celebrado entre a AES e a FETESE, publicado no BTE n. 48, de 29-12-2018, norma que conhecem sobejamente, mas reitera-se que não foi por acaso, pois, sabem que, quer a COMANSEGUR, quer a KFORCEK são associadas na AESIRF e, por isso, não lhes podia ser imposta aquela cláusula dos CCT celebrados pela AES, por força das Portarias de Extensão n.s 307 e 308/2019, de 13 de setembro e mais recentemente da Portaria de Extensão n. 186/2020, de 6 de agosto, uma vez que a associação de empregadores a que pertence a ré KFORCEK deduzira oposição, ex do n. 3, do artigo 51 do Código do Trabalho, que por ser aceite, está prevista no n. 3, do artigo  das Portarias de Extensão n.s 307 e 308/2019, de 13 de setembro e da Portaria de Extensão n. 186/2020, de 6 de agosto.