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Por conseguinte, considerando a veracidade e procedência da totalidade dos fundamentos e motivos apresentados na comunicação de cessação do contrato de trabalho; considerando a manutenção do incumprimento dos créditos devidos após interpelação de setembro de 2019; considerando a conduta unilateral, não escrita e não comunicada, potestativa e arbitrária de deixar de pagar pontualmente as retribuições devidas ao Autor, por tempo indeterminado, dos salários de junho a agosto de 2019; considerando a atuação secreta, deliberada e intencional de deixar de proceder ao pagamento da retribuição de trabalhador, por tempo indefinido, sem qualquer justificação escrita ou comunicada, e em manifesto venire contra factum proprium; considerando a categoria profissional do Autor, a natureza das suas funções e a caracterização das tarefas prestadas; considerando o valor mensal do salário; considerando que não se alegaram ou provaram quaisquer condutas do Autor com relevância disciplinar ou de incumprimento dos seus deveres laborais; considerando a duração da relação laboral desde 13 de abril de 2015; afigura-se-nos adequado e proporcional ao grau de culpa e ilicitude demonstrado pela Ré no motivo da cessação, atribuir ao Autor, uma indemnização correspondente a 30 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo ou fração de antiguidade, no valor de 2149,04€ vinte e quatro cento e quarenta e nove euros e quatro cêntimos) correspondente ao seguinte cálculo: ) 000,00€ / 22 dias úteis = 181,82€ retribuição diária; ) 181,82€ retribuição diária x 30 dias5 x 4 anos antiguidade de 13 de abril de 2015 até 12 de abril de = 2818,4; ) 181,82€ retribuição diária x 30 dias / 365 dias6 x 156 dias fração anual de 13 de abril de 2019 até 16 de setembro de = 330,64€.» Argumenta a apelante que a consideração dos 30 dias de retribuição base é manifestamente excessiva, pugnando para que a indemnização seja calculada tendo por base 15 dias de retribuição.