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1 vem concretizar que "Na aplicação da norma anterior devem ponderar-se os valores fundamentais do direito, relevantes em face da situação considerada, e, especialmente: a) A confiança suscitada, nas partes, pelo sentido global das cláusulas contratuais em causa, pelo processo de formação do contrato singular celebrado, pelo teor deste e ainda por quaisquer outros elementos atendíveis; b) O objectivo que as partes visam atingir negocialmente, procurando-se a sua efectivação à luz do tipo de contrato utilizado.” Recorde-se o teor do n. 3 da cláusula  das Condições Especiais: "3 – É condição necessária e suficiente para o reconhecimento da invalidez a verificação simultânea dos seguintes requisitos: a) ser clinicamente constatada, com fundamento em elementos objectivos, por um médico da Seguradora mandatado pelo Segurador, não sendo possível esperar qualquer melhoria do estado de saúde da Pessoa Segura retificou-se o assinalado lapso de escrita; b) corresponder a um grau de desvalorização igual ou superior a 60%, de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades Permanentes em Direito Civil; ) ser reconhecida previamente pela Instituição da Segurança Social pela qual a Pessoa Segura se encontra abrangida; ) ser precedida de uma incapacidade absoluta completa impossibilidade física, clinicamente comprovada, de exercer a sua profissão ou ocupação e durar mais de 180 dias consecutivos, sendo esse período alargado para dois anos, nos casos de alienação mental ou perturbações psíquicas.” Antes de mais, sempre se dirá que não se descortina qualquer interesse em agir por parte da Apelante ao questionar a validade do clausulado em, já que a própria Ré-Apelada sempre reconheceu o preenchimento do requisito aí previsto: nunca disse o contrário, como se vê pelo teor da correspondência enviada, e até expressamente aceitou na Contestação que se verificava.