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Acordam no Tribunal da Relação de Guimarães:  – Relatório   R. intentou acção declarativa, sob a forma de processo comum, contra – Companhia de Seguros, SA,pedindo a condenação desta:  «) no pagamento da quantia liquida de € 2608,40 vinte e nove , seiscentos e oito euros e quarenta e cêntimos) relativa aos prejuízos sofridos em resultado do acidente dos autos, e conhecidos neste momento, ) e ainda em quantia a liquidar futuramente, seja em incidente de liquidação, seja em articulado de ampliação do pedido, seja ainda em liquidação por execução de sentença: a. pelas despesas com os tratamentos a realizar, com os medicamentos a tomar, de deslocação; b. para além da indemnização ilíquida) que for devida em resultado da desvalorização funcional Défice Funcional Permanente de Integridade Físico-psíquica), a qual está naturalmente dependente de avaliação médico-legal, quer a título de dano não patrimonial, quer a título de dano biológico, quer ainda a título de dano patrimonial futuro, quer de perda de capacidade de ganho; quer ainda da indemnização que seja devida pela necessidade de acompanhamento medico e medicamentoso, e tratamentos, no futuro, para alem das deslocações e ainda perdas salariais, tudo acrescido de juros a taxa legal supletiva calculados desde a citação».