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Face à prova produzia, à experiência e ao mais elementar bom senso, às circunstâncias de lugar e tempo em que o roubo ocorreu, ao comportamento adoptado do funcionário da Ré que se deslocou ao local e, ainda, o comportamento do funcionário da interveniente principal, a empresa F, SA, não existem fundamentos de facto e direito válidos e justificáveis que possam, de forma legítima, sustentar a resposta fáctiva aos factos, e.  Nomeadamente, porque, entre outros, consideram os AA ter ficado demonstrado que existiu um incumprimento contratual da empresa F, SA; porque considera que, face aos dois depoimento prestados pelo representante da Ré o Senhor Dr. K dúvidas não existem da sua "consciência pesada” e da sua culpa ao agir nos termos em que agiu, não entrando nas instalações da R. com os órgãos de policia criminal; porque esta testemunha afirmou que, conjuntamente com o funcionário da F, SA, concluiu tratar-se de uma avaria de alarmes conjuntamente, tese essa que foi clara e frontalmente desmentida pelo relatório de ocorrência elaborado pela empresa F, SA prova documental junta pelos autores na sua P.a fls.