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Na verdade, a apelante indica, nas conclusões, quais os concretos pontos da matéria de facto que impugna as alíneas e da matéria considerada provada na sentença recorrida e, bem assim, a matéria dos pontos 4, 5 e 6 dos factos nela julgados como não, qual a concreta decisão que, no seu entender, deve recair sobre a matéria de cada um desses pontos propondo uma versão distinta dos factos julgados provados quanto à matéria da alínea; que se conclua no sentido da não prova dos factos vertidos na alínea e que se conclua pela prova da matéria constante dos pontos 4, 5 e, além de que indica, na motivação, os concretos meios probatórios que, na sua perspetiva, impõem esse julgamento diverso e, inclusivamente, faz uma análise crítica dessa prova fazendo basicamente uma leitura distinta daquela que foi realizada pela 1 Instância dos depoimentos pessoais prestados em audiência final e conectando essa leitura distinta com a prova documental – fotografias – juntas aos autos e os factos julgados como não provados e com outros factos instrumentais que alega terem sido, indica o porquê de, a seu ver, a mesma impor esse julgamento diverso que propugna.