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Daí que sobre esta matéria a controvérsia relevante incida sobre a questão de saber se a sentença judicial que supriu a falta de aprovação dos credores não subscritores do acordo obtido no SIREVE, quanto à proposta ou ao plano de recuperação apresentado pela sociedade Y, Lda., entre os quais consta o credor ora exequente, implica a extinção automática da execução instaurada contra os ora embargantes/avalistas, na qualidade de garantes da empresa interessada em obter a sua recuperação, relativamente às operações garantidas, tornando extensível ao credor/exequente os efeitos do acordo obtido no SIREVE tal como previstos no n. 1 do artigo 1 do referido Dec. Lei 178/2012, de 03-0 Apesar da sentença recorrida se ter reportado apenas aos efeitos de tal suprimento no âmbito do regime previsto no artigo 1 n.s 2 e do Dec. Lei n. 178/2012, de 3-08, o Tribunal a quo acabou por concluir que os efeitos previstos em tal preceito não eram aplicáveis ao credor/exequente, ora recorrido, por considerar que a decisão de suprimento apenas implica que se produzam os efeitos estabelecidos no CIRE para o plano de pagamentos.