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2 Todavia, se assim é, tendo a sociedade em questão sido constituída pelo oponente e outra sócia, tendo ambos sido logo autonomeados gerentes, e tendo o oponente figurado como único gerente nominal da executada originária durante o período que mediou entre 11-08-2011 e 15-03-2013 – e, concretamente, durante o período do termo do prazo legal que a executada originária dispunha para efectuar o pagamento voluntário do IVA em questão – o que daí resulta não é uma presunção legal, por certo, mas uma presunção natural, baseada nas regras da experiência comum, de que, por um lado, o oponente também há-de ter exercido as funções para que se nomeou como um dos dois únicos sócios da sociedade, ao que acresce que em dado momento ulterior a elas viria a renunciar formalmente, e, por outro lado, de que o oponente, para além de ter gerido a sociedade executada, era também o único que o poderia fazer, durante o período que mediou entre 11-08-2011 e 15-03-201 Ora, 3 se o oponente não apresentou uma única prova, de alguma tipologia, de que a essa nomeação não se seguiu, máxime no período aqui relevante, um efectivo exercício dessas funções, como lhe era lícito que o fizesse, embora lhe não fosse exigível a prova do não exercício, certo é que também não apresentou prova alguma, de algum tipo, que abalasse uma tal presunção natural.