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No domínio do facto agora em apreciação, decorre do alegado pelos recorrentes que estes pretendem que que tal factualidade seja aditada à matéria de facto provada com base em ilações retiradas de outros factos tidos como conhecidos, concretamente o facto de ter sido dado como provado, no ponto 18 dos "Factos provados” que o prédio dos Autores, aqui em causa, encontrava-se devidamente delimitado por marcos ou esteios em pedra, cravados no solo pelo menos há mais de 20 anos, o que permite configurar prova por presunção judicial, ainda que no corpo das respetivas alegações façam referência às fotos juntas com a contestação, com os marcos amontoados juntos ao terreno dos autores, e ao relatório de verificação não judicial qualificada realizado por ordem do Tribunal do qual resultou que os únicos elementos físicos marcos e existentes no local caracterizam a delimitação do prédio comprado pelos Réus, aqui recorrentes -correspondente ao artigo matricial ..., no sentido de consubstanciar tais ilações.