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Civil.1415 Verifica-se, assim, face ao teor da cláusula acima transcrita, que ocorreu uma clara e inequívoca renúncia das partes ao direito de arguirem a nulidade do negócio com base na omissão do reconhecimento presencial das assinaturas pelo notário.” Com efeito, tendo presente que estamos perante nulidade atípica, que no caso do promitente-comprador só será discutível se o mesmo assim quiser, julgamos, em consonância com o que ficou dito pela primeira instância e em discordância com a posição oposta que vem defendendo a imperatividade absoluta desta norma, que, no caso, a convenção estabelecida na referida cláusula 16 constitui válida renúncia ao direito de arguição desse vício, o que obsta ao direito invocado pelos Apelantes.