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Com o que, modestamente o entendemos, os Senhores Juízes Desembargadores do Tribunal da Relação de Coimbra, incorreram em erro na apreciação das provas, e na fixação dos factos materiais da causa, com influência decisiva na decisão de direito da mesma, obviando à realização da Justiça material, impondo-se que sejam observadas as normas atrás citadas em matéria de prova pericial, o que é viabilizado pelo disposto no artigo 674 n 3 do CPC 1 Ora a matéria constante destes dois factos – facto 5 e facto 6 - é contraditória com o dar como não provado os factos 9 e 10 que são meras consequência do provado em 5 e 6, sendo que os factos 7 e 8 apenas confirmam o evoluir da situação já existente à data do testamento.