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P.E.”     No Tribunal a quo, o Digno Magistrado do Ministério Público, depois de desenvolvidas considerações,entendeu que "deverá o recurso interposto pelo arguido AA ser declarado totalmente improcedente e, consequentemente, ser mantido integralmente o douto Acórdão proferido nos autos, devendo prevalecer as penas parcelares aplicadas pelo tribunal de  instância, bem como a consequente pena única de 6 anos de prisão, com as demais consequências – impossibilidade da respectiva suspensão de execução de pena, devendo o arguido efectivamente cumprir a pena de prisão que lhe vier a ser aplicada.”     Neste Supremo Tribunal de Justiça, o Ex.mo Procurador-Geral Adjunto igualmente se pronunciou pela improcedência do recurso, assim concluindo o seu Parecer:  "E a conclusão que se impõe é a de que, contrariamente ao pretendido, as penas aplicadas ao recorrente, parcelares e unitária, se configuram correctas, por adequadas e conformes aos critérios definidores dos artigos 4, n. 1 e 2, 7, 71 e 7 do Código Penal, sendo que, ademais, a pena única aplicada é insusceptível de suspensão na sua execução, vedando-a a norma do artigo 5, n. 1, do Código Penal.