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Em tal caso, ele comunica o projecto de negócio ao preferente, dando cumprimento ao disposto no artigo 416 do e, depois, se este declarar querer preferir desiste do negócio, já que não lhe interesse vender a quem tem a qualidade de preferente legal”, lendo-se no sumário do Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça datado de 08/01/2009 que "o obrigado à preferência não fica sem possibilidade de desistir do projectado negócio, porquanto a notificação que efectuou não corresponde a uma proposta contratual, nem a declaração de pretender preferir corresponde a uma aceitação dessa proposta”, referindo que "trata-se, a nosso ver, de um comportamento perfeitamente lícito e, consequentemente, porque a notificação para preferir não constitui uma proposta de contrato, não lhe é aplicável o disposto no art.