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É assim acertada a conclusão da sociedade recorrente quando afirma que «não se situando o imóvel em apreço em Vilar dos Prazeres mas sim em Pousos e sendo este um andar em prédio de habitação destinado ele próprio a habitação, nem estando especialmente invocado que algum trabalhador exercesse nessa morada a sua actividade, quando a sociedade mantém a sede, a actividade e as instalações em Vilar dos Prazeres, apenas poderemos concluir que o imóvel com hipoteca ao "Banco, SA”, aqui recorrente, não era local de trabalho de nenhum trabalhador e como tal não pode ser graduado como se os créditos laborais gozassem sobre este imóvel de privilégio imobiliário especial».