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vem sustentar que a decisão proferida pela M Juiz do TAF de Sintra, padecia de erro de julgamento de direito consubstanciada  na aplicação incorrecta aos factos da norma jurídica correcta, na medida em que, no seu entender os factos apurados demonstrariam, não apenas a superveniência do registo da partilha do bem penhorado atribuído à embargante em relação a antecedente registo da penhora efectuada pelo exequente, como errou na aplicação da norma do registo predial quanto á inoponibilidade daquela em consequência da prevalência do registo anterior efectuado pela F.P., tudo ao abrigo do disposto no arts 5, n4 e art 6, do R.P., com fundamento na sua pretensa qualidade de terceiro para os ditos efeitos.