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Sustenta a recorrente que o tribunal recorrido incorreu no vício do erro notório na apreciação da prova no que concerne aos factos provados sobre os pontos 1, 2, 3, 260 e 26 Todos os vícios previstos no artigo 41, n. 2, reportam-se à decisão sobre a matéria de facto – são vícios da decisão e não de julgamento, não confundíveis nem com o erro na aplicação do direito aos factos, nem com a errada apreciação e valoração das provas ou a insuficiência destas para a decisão de facto proferida -, de conhecimento oficioso, que hão-de derivar do texto da decisão recorrida por si só considerado ou em conjugação com as regras da experiência comum.