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7 xvi) Os arguidos reclamaram deste despacho, requerendo a sua reapreciação, alegando que o acórdão da Relação de Coimbra que confirmou a sentença condenatória não transitou em 11 de Setembro de 2013, devido à reclamação que deduziram ao acórdão da mesma Relação de 23 de Outubro de 2013 e ao recurso que dele interpuseram, reclamação que foi indeferida e recurso que não foi admitido, que deu origem a reclamação para o Supremo Tribunal de Justiça que só a indeferiu por despacho de 24 de Abril de 2014, notificado a 7 de Maio de 2014, sendo certo que não ocorreu nos autos qualquer causa de interrupção ou de suspensão da prescrição, pois nada impediu o prosseguimento do processo nem existiu despacho a declarar a suspensão pelo que, face ao prazo de sete anos e meio, o procedimento estará prescrito corpo da motivação.