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Elect.. Em 4 de Junho de 2021 a requerida apresentou requerimento de aperfeiçoamento da sua oposição onde alegou que em 5 de Março de 2020 remeteu à requerente um pedido de acordo para pagamento de dívida, que por esta foi aceite, tendo sido efectuados os pagamentos então acordados; em 1 de Julho de 2020, questionou a requerente sobre a possibilidade de uma moratória de 90 dias no pagamento das rendas em atraso, que por esta foi recusada em 2 de Julho de 2020, referindo que o prazo para a requerer era o dia 30 de Junho de 2020, para além de ser requisito legal a não existência de dívidas em mora há mais de 90 dias a 18 de Março de 2020; solicitou novas moratórias, também recusadas e em 24 de Novembro de 2020 a requerente comunicou a resolução do contrato de aluguer apesar de ter criado na requerida a expectativa legítima de aceitar a negociação do contrato, não tendo sequer cumprido os formalismos com vista à resolução; face à crise da COVID-19, que tem tido um grande impacto na pontual execução dos contratos, ocorreu uma alteração das circunstâncias, que impõe um dever denegociação e de cooperação, em nome da tutela da confiança e das expectativas das partes e com vista ao restabelecimento do equilíbrio contratual cf.