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Acontece que, no caso dos autos, o TCRS a quo, no despacho aqui recorrido de 7/6/2019), admitiu os recursos interpostos pelos recorrentes sancionados pelo BdP, admitiu a tomada de declarações pelos arguidos, convidou os sujeitos processuais a melhor justificarem a prova pessoal indicada para julgamento, admitiu os pareceres jurídicos apresentados com os recursos, diferiu para momento posterior a admissibilidade de prova documental e pericial, e, no ponto 19 do referido douto despacho sobre o efeito do recurso dilatou a apreciação para um momento ulterior – ") oportunamente, após melhor ponderação necessária face à complexidade da questão e sem mais delongas do que as necessárias ao seu estudo, fixar-se-á”.