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53 a 73 do NUIPC n 11227/10T9PRT), que "não batia bem da cabeça", que tal factualidade é "absolutamente inverosímil”, "absolutamente carecido de sentido, sendo mera fantasia”;  Dizendo ainda, para negar os factos descritos pelo assistente, que, ”como psicóloga, que perpassa dos mesmos que o declarante faz associações de factos e de situações de natureza delirante”;  Tais afirmações foram produzidas pelas arguidas enquanto testemunhas no NUIPC n 11227/10T9PRT;  Tais afirmações são exposição de factos que a arguida .. diz ter vivenciado por ocasião da apresentação do livro intitulado "E..." no café denominado "F...", sito no Porto, em abril de 2014, da autoria de G... que usa o pseudónimo H... e é amigo do companheiro da arguida B...;  Na apresentação de tal livro, a dita arguida, conheceu pessoalmente o aqui assistente; 1 Por sua vez, a arguida B..., mãe da .., expõe a sua versão dos factos sobre o que a filha vivenciou naquela data; 1 Em tais depoimentos, as arguidas repudiam os factos narrados pelo assistente a fls.