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Sendo isto exacto, segue-se, em boa lógica, que à Devedora era lícita, apesar da omissão definitiva de impugnação dos créditos, a alegação de qualquer facto, ainda que relativo à quantificação dos créditos reconhecidos, que inculcasse o erro nessa quantificação, e, bem assim, a junção da fundamentação destinada a demonstrá-lo. . A esta luz, a decisão impugnada ao concluir pela sua vinculação ao dever de proceder à correcção do erro manifesto da lista de créditos apresentada – com a finalidade de decidir o problema da recusa de homologação do acordo de pagamento suscitada pela Devedora, deve ter-se por exacta. . Maneira que – e é esse o problema que constitui o ponto vivo do objecto do recurso – tudo está em saber se o fundamento último da recusa de homologação do plano em que assentou a decisão impugnada – a Devedora apenas é responsável pelas dívidas na proporção da quota que lhe tenha cabido na herança e não pelo crédito reclamado pelo credor José na sua totalidade – é ou não exacto.