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Só que, por outro lado, e contrariamente aos fundamentos subjacentes à decisão agora em análise, o Exm Juiz tem de tomar a referida decisão o mais próximo possível da data de 15 de janeiro de 202 Em suma: não existe fundamento válido para a decisão, tomada em primeira instância, de "adiamento” da apreciação dos pressupostos da liberdade condicional aos 2/3 da pena apenas por referência a 27 de março de 202 Assim sendo, é de revogar a sentença revidenda na parte em que determinou "a renovação da instância dentro de seis meses, e., por referência a 27 de março de 2022”, sendo de substituir tal segmento decisório por outro que determine a renovação da instância, aos dois terços da pena, de imediato.