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Não se reconhecendo  aqui relevância ao argumento avançado pela Autora quanto à possibilidade de recurso às forças de segurança pública, pois, como evidencia a ED na sua  resposta ao articulado superveniente, ora em análise, as forças de segurança pública não se encontram minimamente vocacionadas para a realização deste tipo de serviços de vigilância e segurança privada, que, aliás, devem ser prestadas de forma continuada e de acordo com as regras e obrigações definidas  nas peças concursais, admitindo-se como manifestamente desrazoável e/ou desproporcional fundar a invalidade desta ou de da decisão de contratar numa suposta falta de menção e demonstração da ausência da adequação destas forças de autoridade pública para a realização desta prestação de serviços”3 5) A verdade é que resulta demonstrado dos autos que a ADSE, P. procedeu ao levantamento das suas necessidades, tendo, através da Portaria n. 616/2019, de 102019, dos Secretários de Estado do Orçamento e Adjunto e da Saúde, obtido a autorização para assumir o encargo plurianual até ao montante de € 34066,04 referente à aquisição de serviços de vigilância e segurança.