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A questão colocada tem a ver com a alternatividade ou não das duas previsões, ou seja, saber se os campos de aplicação se excluem, com base na condução de viatura própria, 147, ou de viatura da empresa, 14  Sobre o assunto pronunciou-se este tribunal no acórdão de 28/6/2018, processo n 1264/13T8GMR.G1, em que fomos adjunto, nos seguintes termos:  "Em concordância com o que assertivamente se fez consignar na sentença recorrida diremos que para além dos pressupostos do abono de viagem e do subsídio de condução serem distintos e não se confundirem, também resulta dos factos provados que tais atribuições pecuniárias não são cumuláveis, já que o carteiro ou faz a deslocação em veículo próprio ou no veículo propriedade da Ré.