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Peritos maioritários ora em questão correspondente a esta "segunda avaliação”), logo se apura que os mesmos nele consideraram como variante a maximização da rentabilidade do pomar para fixação do seu tempo de vida útil, e bem assim utilizaram um método de avaliação – nisso se distinguindo do operado na dita "primeira avaliação”, essa sim seguindo o critério do Professor Henrique de Barros, em obra publicada no ano de 1953 – que consistiu na introdução da noção de ciclo potencial do solo, em linha com a proposta do Professor António Cipriano Pinheiro, em obra de referência nesta matéria, do ano de 2006, donde manifestamente claudicar o argumento recursivo de que a avaliação pelos mesmos feita não se ajustava à realidade e atualidade da fruticultura portuguesa.