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- entretanto falecido em 02016 –, que era casado com a citada Ré desde em 29 de Dezembro de 1973, sem ter celebrado convenção antenupcial, portanto, segundo o regime da comunhão de adquiridos. . Mesmo que não houvesse contitularidade no arrendamento da Ré , a solução referida na conclusão anterior seria a mesma, por se verificar, em relação à mesma, a hipótese consagrada no n. 1 do artigo 58 do NRAU. . Verificando-se a situação referida na conclusão , e para efeitos do disposto no n. 1 do artigo 58 do NRAU, o cônjuge sobrevivo, nomeadamente quanto não seja casado em regime de separação de bens, explora sempre o estabelecimento em comum com o arrendatário. . A inobservância da comunicação a que se refere o artigo 58, n. 2, do NRAU não constitui requisito legal do direito à transmissão do arrendamento de pretérito não habitacional nem é motivo para extinção de tal direito à transmissão. . Sendo o rés-do-chão arrendado o local a partir do qual o primitivo arrendatário desenvolvia toda a sua actividade industrial de construção , funcionando o arrendado como o centro a partir do qual aquele desenvolvia essa actividade, usando-o como armazém de materiais, ferramentas e equipamentos de que se servia nessa sua actividade industrial, donde diariamente carregava e descarregava materiais, ferramentas e equipamentos, de acordo com as suas conveniências e necessidades de cada dia de trabalho em função do planeamento e ritmo das obras de cuja execução era encarregado, ao ponto de se ter tornado o centro a partir do qual o falecido A. desenvolvia a sua atividade de industrial de construção , sendo que senhorio e arrendatário tinham bem presente, quando celebraram o dito contrato de arrendamento, que o local arrendado se destinava à guarda de materiais, ferramentas e equipamentos de construção que o último usava na sua atividade industrial de construção , o que os Autores também sabem, é manifesto concluir que se está perante um estabelecimento industrial e, consequentemente, perante um arrendamento para fins industriais arrendamento para fim não habitacional, de acordo com a nova. . A norma do n. 1 do artigo 58 abrange todos os arrendamentos para fim não habitacional, nomeadamente aqueles que anteriormente eram designados como arrendamentos comerciais, industriais ou para o exercício de profissão liberal. . Caso porventura se viesse a entender que ao caso fosse aplicável a lei vigente à data da celebração do contrato, a solução seria a mesma, por força do disposto no artigo 111 do , na redacção que então apresentava. . Sem conceder, e para o caso de se entender que o arrendamento para fim não habitacional dos autos não se teria comunicado para a Ré ou esta não tivesse sucedido no mesmo o que, salvo o devido respeito, não é o caso, como se viu, sempre se teria de entender que o arrendamento se teria transmitido para os dois filhos do primitivo arrendatário, os ora recorrentes A. e J. G., por se verificarem em relação aos mesmos, todos os requisitos da norma do n. 1 do artigo 58 do NRAU e expressamente invocados em relação à sucessão no arrendamento de sua mãe e tendo ainda em conta os factos provados ns.