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Se assim não se entender - o que não se admite e, por mero dever de ofício, se equaciona -, subsidiariamente, sempre se dirá o seguinte: 	R. Quanto ao argumento da ilegitimidade dos RECORRENTES, por falta de exercício de funções de administração da Sociedade devedora originária, entendeu o Tribunal a quo, "..) no que respeita às alegadas dívidas tributárias posteriores a  302001 e a 302001, as  quais  ascendem  a  €15224,07 e a €11049,65,  respectivamente, e porque após 302001 e 302001, os ora Oponentes não exercerem nenhuma das funções referidas no art.2 da LGT, nomeadamente a de Administradores da executada N...- Tecnologias da Informação,  S.A., a alegada falta de cumprimento das respetivas  obrigações  tributárias in casu,  entrega do imposto nos cofres dojamais lhes poderia ser imputada”, concluindo "não podendo, pois, proceder a reversão pretendida pela A T relativamente às dívidas originadas após 302001e 302001, por ilegitimidade dos ora Oponentes.”.