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280233, reclamação contra a relação de bens junta pelo cabeça-de-casal, impugnando os valores atribuídos aos bens relacionados, acusando a falta de relacionação de bens móveis comuns, depósitos de valores monetários em contas sedeadas em offshore, valores transferidos para contas titulados pelo filho do cabeça-de-casal e bem assim, a existência, à data da propositura da acção de divórcio, de diversas contas bancárias e activos financeiros titulados pelo cabeça-de-casal, que referiu não estar em condições de identificar, porque tal informação lhe era ocultada pelo requerente, solicitando que se oficiasse ao Banco de Portugal no sentido de "identificar todas as contas, à ordem ou a prazo, aplicações financeiras e quaisquer activos financeiros titulados ou co-titulados pelo cabeça-de-casal à data da instauração da acção de divórcio  e identificar a instituição bancária em que as mesmas estão sedeadas”, após o que tais instituições bancárias deverão ser notificadas para indicar os saldos existentes nas contas bancárias e cotação de todos os activos existentes, tendo, a final, requerido a suspensão da instância por pendência de causa prejudicial onde se discute a natureza de bem comum de um imóvel.