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A ré contestou alegando, em síntese, que na sequência de uma reunião de 29/12/2016, foi ajustado para o contrato em causa o preço negociado de 26 000,00 euros + IVA e foi fixado um prazo para execução do mesmo até ao dia 20/03/2017, atendendo apenas aos trabalhos a executar, mas sem que fosse comunicado à ré que o objectivo da autora seria a candidatura ao projecto "Portugal 2020”, assim como não se comprometeu a ré a apresentar tantas propostas de naming como as que fossem necessárias para agradar à autora, tendo sido marcadas reuniões para que a equipa criativa diligenciasse para conhecer a autora e os seus clientes e assim poder apresentar propostas que fossem adequadas, não tendo havido qualquer atraso da ré, mas sim impossibilidade de a mesma respeitar a ordem de trabalhos face à postura da autora de recusar as propostas apresentadas, sendo que após a última rejeição, já muito próximo do limite do prazo acordado, a autora insistiu por uma nova proposta, renunciando assim necessariamente ao prazo estabelecido, pelo que a ré propôs contratar uma equipa criativa, recebendo, porém uma carta da autora reclamando a reparação de danos e a resolver o contrato, ao que a ré respondeu declinando qualquer responsabilidade, não sendo devidos quaisquer dos valores reclamados na petição inicial e sendo, pelo contrário, devido pela autora à ré valor do preço contratado, de 4 920,00 euros, correspondente ao valor da metodologia sustentada em três fases.