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e a  R. adquiriram em comum com recurso a financiamento bancário) um imóvel apartamento, em ..., onde passaram a viver em união de facto; sucedendo que, no ano de 2014, estando o A. já emigrado a trabalhar em ...), a relação entre ambos rompeu-se, razão pela qual, em Março de 2015, numa deslocação do A. a Portugal, este passou à  R. uma procuração para tratar de assuntos de interesse comum, incluindo a venda de tal imóvel/apartamento, procuração esta que, porém, devido a desinteligências entretanto havidas com a  R., revogou por instrumento notarial lavrado em 18/12/2015, que enviou por carta registada com A/R para o referido imóvel/apartamento e que havia sido a morada e de que a  R. tomou conhecimento.