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- Acórdão do STJ de 17 de maio de 2011, relatado por Gregório de Jesus e referente a um lesado em acidente ocorrido em 2003, com trinta e seis anos de idade, à data do sinistro, que auferia € 510,00 líquidos por mês, tendo ficado afetado de uma incapacidade parcial genérica de 15 %, futuramente acrescida de 5 % tendo-se negado revista confirmando a indemnização de € 3500,00 arbitrada pelas instâncias, a titulo de dano biológico;  - Acórdão do STJ de 21 de março de 2013, proferido no processo n 565/19TBVPL.S1, relatado por Salazar Casanova e referente a um lesado em acidente ocorrido em 2009, afetado de uma incapacidade parcial permanente de 15 %, sem reflexos nos ganhos laborais, com um rendimento bruto anual de €1575,00, tendo-se considerado adequada a indemnização por danos patrimoniais futuros no montante de €6000,0  - Acórdão do STJ de 07 de junho de 2011, proferido no processo n 3042/09TBPNF.PS1, relatado por Lopes do Rego e referente a um lesado em acidente ocorrido em 2004, com trinta e um anos de idade, à data do sinistro, economista com elevada qualificação profissional e expectativas de ascensão na carreira, com um rendimento mensal ilíquido de €200,00, afetado de incapacidade parcial genérica de 29,55 %, com agravamento previsto de mais 10%, atribuindo-se a indemnização por danos patrimoniais futuros de €22000,0  -Acórdão do STJ de 06 de dezembro de 2011, proferido no processo n 52/00TBVNC.GS1, relatado por Lopes do Rego e referente a uma lesada em acidente ocorrido em 2003, com trinta e dois anos de idade, à data do sinistro, inativa nessa data, mas tencionando ingressar no mercado laboral como empregada fabril, afetada de uma incapacidade permanente geral de €20 %, acrescida de um previsível agravamento futuro de mais 10 %, tendo-se fixado a indemnização por danos patrimoniais futuros em €6000,0 Cfr, ainda, Acórdão da Relação de Guimarães, em que a ora relatora também o foi:  - n 410/1TBVPA.G1, de 18/1/2018, onde se considerou adequada, necessária e proporcional a importância de 20000,00 € para indemnizar o dano biológico perda do olho sofrido por lesado, engenheiro geólogo, que à data do acidente contava com 34 anos de idade e auferia salário base mensal bruto de 030,00€, durante 14 meses no ano, que nenhuma contribuição teve para a produção ou agravamento dos danos e ficou a padecer de um défice funcional permanente da integridade físico-psíquica de 39%, compatível com a sua atividade, porém mediante esforços suplementares.