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Sustenta assim que a anulação dos actos nunca seria determinante da adjudicação da proposta da Recorrente, pois que sempre a anulabilidade pode ser afastada por decisão judicial nos termos do n. 4 do artigo 28 do CCP, que no seu entender se mostra devida, com fundamento em que o contrato com a foi celebrado em 30 de dezembro de 2020 e iniciada a sua execução a 19 de abril de 2021, gerando-se uma situação de facto que refere estar hoje parcialmente consumada, que impossibilita a correção da suposta ilegalidade antes da assinatura do contrato público, e com o qual a Recorrente se conformou, considerando que não solicitou a adoção de medidas provisórias ao abrigo do artigo 10-B do CPTA.