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Com efeito, depois de largamente se justificar o não preenchimento da alínea, e de sobre o caso concreto se salientar que "resulta dos autos e dos factos que se fez constar, que a situação de insolvência adveio apenas e tão somente dos factos praticados pelo insolvente enquanto gerente/administrador de várias sociedades, as quais cessaram funções ou ficaram insolventes e da venda do seu património pessoal e quotas das mencionadas sociedades", que "Efectivamente a sua situação sócio-económica não se agravou ou alterou antes ou depois do pedido de insolvência, porquanto as restantes dívidas que são apenas a título pessoal, são irrisórias.” e ainda que "delas tinha conhecimento há muito tempo, conforme se pode aferir das datas das execuções contra si interpostas e das datas das citações para os mencionados processos.”, quanto à alínea, referiu-se:  "E neste caso concreto, o insolvente, com culpa grave, colocou-se em situação de insolvência, com a alienação dos bens, de valor elevado e a manutenção das dívidas, com o avolumar da situação, até chegar a uma responsabilidade pelo passivo de 2,5 milhões de euros.