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O que se mostra, por si só, suficiente para ter a reclamação improcedente na vertente em que pugna pela exclusão do valor de € 22 000 da verba n. »  Esta perspectiva das coisas veio a ser reafirmada na sentença recorrida - dizendo-se, nomeadamente, que «) relativamente à quantia de € 44 260,82,3 na sequência do despacho de 102013, confirmado que está que a mesma é integrada exclusivamente de créditos laborais”; "Determina-se, pois, a atualização do valor aí consignado após retificação) de € 42 704,05, porquanto, à data da apresentação da relação de bens, ainda não havia tido lugar o rateio total 22014), na sequência do qual veio a caber à aqui interessada, no âmbito dos créditos laborais privilegiados de que era titular, também, a quantia de € 1 556,81, o que perfaz o referido total de € 44 260,86”» -, esclarecendo-se, também, que se tratava do valor global a considerar, «independentemente de, na altura do recebimento dos € 1 556,81, do rateio final, há muito, estarem os interessados divorciados, porquanto têm por causa a prestação laboral ocorrida antes da propositura da ação de divórcio e durante a pendência do casamento» e que, «Por outro lado, quanto a ser a totalidade do valor recebido, a explicação é imanente à vocação do instituto jurídico do inventário, também nos casos de divórcio – a repartição integral do património conjugal entre os ex-cônjuges.»   Se temos por inteiramente correcto o entendimento expresso quanto à inclusão da importância de € 1 556,81 no acervo de bens a partilhar, cremos que outro já deverá ser o enquadramento a dar à quantia percebida a título de indemnização/compensação pela cessação do contrato de trabalho por causa não imputável ao.