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Por último, importa atentar na seguinte questão, a qual, foi colocada no acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 8-07-2015, no processo n465/13TBMAI-A.P1, Relator: Carlos Querido, acórdão que seguiu entendimento distinto daquele por nós acolhido1: "Que meios tem o credor de ver realizado o direito de reversão para a massa insolvente, dos bens objecto de negócio ferido de nulidade?” Nesse acórdão apontam-se como soluções as sanções previstas na lei para o exercício da administração da massa insolvente de forma negligente ou dolosa, nomeadamente, refere-se que "devem os credores interessados suscitar a destituição do administrador da insolvência artigo 5 do e até a eventual responsabilização do mesmo.”.