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32, concluiu que esta "possui uma desordem de personalidade, o que poderá ter um impacto bastante negativo no desenvolvimento dos menores”; "o desligamento afectivo e a vinculação insegura dos filhos, tem vindo a apresentar consequências nefastas no comportamento destes, bem como dificuldades graves na sua modelação emocional”; 1 Proposto um novo acolhimento institucional, a mãe não deu o seu consentimento, tendo sido aberta a fase judicial do Processo de Promoção e Protecção no dia 06/06/2011; 1 Por acordo, no dia 02/11/2011, foi aplicada ao menor, a medida de apoio junto de outro familiar, a tia materna, FF; 1 Na execução dessa medida o AA foi acompanhado em consultas de terapia da fala e terapia familiar, na Unidade de Fisiatria na Santa Casa da Misericórdia da  e em consultas de Pedopsiquiatria, no Hospital da , pela Dr GG; 1 A progenitora passou a visitar o menor em casa da irmã e a interferir na vida desta, tendo acabado por conseguir ficar com o filho, em Agosto de 2012, sem o conhecimento ou autorização do Tribunal; 1 No dia 16/08/2012, a progenitora compareceu no Serviço da Segurança Social de , dizendo que o filho tinha riscado o carro e atirado uma pedra, necessitando este de uma avaliação psiquiátrica urgente; 1 Assim a favor do AA foi novamente aplicada a medida de acolhimento residencial, tendo ficado acolhido no "”, onde permaneceu, desde Agosto de 2012 ate ao dia 19/08/2015; 1 Nessa última data, passados dois anos do seu acolhimento residencial, o AA estava cada vez mais integrado no contexto institucional, reportando-se cada vez menos a sua família de origem e as memórias do passado e quando foi proposta a medida de confiança do menor a instituição, com vista a futura adoção, a tia materna mostrou-se disponível para receber o sobrinho, tendo sido aplicada a medida de apoio junto de outro familiar, no dia 19/08/2015; 2 Posteriormente, no dia 28/12/2015, o AA mordeu a tia, recusou-se a acompanhá-la a uma consulta de pedopsiquiatria e fugiu para casa da mãe depois de vir a manifestar problemas de comportamento, rejeitando a escola, de onde fugia, rasgando os livros; 2 A tia materna manifestou não querer o regresso do sobrinho a sua casa; 2 Por a progenitora não garantir a segurança do menor, face ao distúrbio de personalidade que padece, no dia 29/12/2015, o AA foi acolhido no "”, no âmbito da aplicação de uma medida cautelar; 2 A progenitora encontra-se de relações cortadas com a filha EE, sendo frequentes os episódios de conflito/agressão entre as mesmas, estendido a outros elementos do agregado familiar; 2 As relações do AA quer quando esteve com a mãe quer quando esteve ao cuidado da tia eram pautadas falta de tolerância à frustração, com reações agressivas quando contrariado, descontrolando-se e pontapeando tudo à sua volta, e agredindo as pessoas que o tentassem acalmar; 2 O menor tem evidenciado uma postura serena e tranquila no CAT, e tem obedecido as regras; 2 Está inscrito na Escola EB 2/3 de , onde já teve problemas disciplinares por desrespeito das regras de sala e não cumprimento das ordens do professor; 2 Ao contrário do que acontecia quando estava integrado na família natural, não falta às aulas, cumpre os trabalhos de casa e revela interesse pelo estudo; 2 E a seu pedido foi aí incluído no desporto escolar de "Badminton e no Clube de Xadrez; 2 O AA foi na altura ser acompanhado em pedopsiquiatria, cumprindo prescrição médica, tendo visitas da progenitora na Instituição.