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721, 727 e 73) Todavia, no caso sub judice não sofre dúvidas que este princípio foi observado, posto que a prática efectiva e subsequente notificação do acto administrativo exequendo determinada pelo art 151 n 1 2 CPA é evidenciada no citado ofício n 1/225378/13/CMP de 002014 da Direcção Municipal de Finanças e Património do Recorrido dirigido à Recorrente – probatório, item 1  Acresce que, a coberto do princípio geral enunciado no art 3 n 2 CPA não tem fundamento jurídico a invocação do estado de necessidade relativamente a uma eventual falta de emissão do acto exequendo e notificação do destinatário, porque os factos não evidenciam nenhuma relação de causa-efeito entre as obras realizadas sob urgência pelo estado de ruína iminente do edificado sequencial ao incêndio de 202013 e a emissão e notificação do acto exequendo pelo ofício n 1/225378/13/CMP de 002014 com a interpelação para pagamento da despesa suportada pelo Município pelas obras consideradas necessárias e efectuadas entre 4, 5, 6, 7, 8, 11, 25 e 26 de Março e 4 de Abril de 2013, num quadro, este sim, de legalidade excepcional fundada nos pressupostos de facto verificados e provados, nos termos expostos.