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Neste termos, e nos demais de Direito que Exa doutamente suprirá requer seja julgada procedente, por provada, a presente ação e, em consequência seja: a R condenada a pagar-lhe a quantia global de € 26000,00 correspondendo € 25000,00 ao dobro do sinal prestado e € 1000,00 ao valor das benfeitorias realizadas; a R condenada a pagar-lhe juros de mora, à taxa legal, sobre a quantia de € 26000,00 desde a citação e até efetivo e integral pagamento; e, ainda, reconhecido à A. o direito de retenção sobre a fração autónoma designada pela letra do prédio descrito sob o n da freguesia de Quarteira até efetivo e integral pagamento pela R ou quem lhe possa vir a suceder das quantias em que venha a ser condenada”;   Nos autos n 976/10TBLLE foi proferido pelo Venerando Tribunal da Relação de Évora em 03 de Dezembro de 2015 douto acórdão, no qual, além do mais, se pode ler "Pelo exposto, decide-se julgar parcialmente procedente a apelação e, consequentemente, revoga-se, em parte, sentença recorrida e condena-se a ré: a pagar à autora a quantia de € 25000,00, correspondente ao dobro do sinal prestado, acrescida de juros de mora; à taxa legal desde a citação; a reconhecer a existência à autora do direito de retenção sobre a fração autónoma em causa nos autos, pelo crédito referido em.