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É que independentemente de ser aferido se na realidade, o activo de que a ora Recorrente é proprietária, e que era passível de ser identificado e dado para prestação da garantia, se se deve fixar pelo valor de 367336,66 €, que é atinente às participações sociais por si detidas noutras sociedades comerciais, se pelo valor de 83790,53€ que a Recorrente refere tratar-se não de um resultado tributável,  antes de um resultado líquido decorrente dos ajustamentos de capital nas sociedades  suas participadas, ou se  pelo montante do valor do capital, que identificou ser de 68297,16 €, sendo certo que os factos que foram levados ao probatório e aí constantes sob as alíneas, e, que a Recorrente contestou, dizendo que não traduzem a realidade concreta, de todo o modo, esses factos assim foram levados ao probatório tendo por suporte os documentos por si ora Recorrente juntos aos autos, sendo que, se desses valores assim documentados não podia a AT fazer a leitura que fez, e que o Tribunal a quo veio a confirmar, estava assacado à Recorrente que procedesse, então, à identificação de qual é, concretamente, o seu património, e designadamente, qual o seu resultado líquido reportado ao ano de 2017, e qual o valor das participações sociais por si detidas.