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... o que está em causa não é ponderar valores ou interesses entre si, mas danos ou prejuízos e, portanto, os prejuízos reais, que numa prognose relativa ao tempo previsível de duração da medida, e tendo em conta as circunstâncias do caso concreto, resultariam da recusa ou da concessão plena ou da providência cautelar.”  E nessa medida, ao contrário do que sustenta o Recorrente em torno da concessão da providência atinente à suspensão da eficácia dos três identificados despachos, não se vê como é que tal cria um precedente perigoso, legitimando comportamentos idênticos, ou que seja violador do princípio da igualdade a que se reporta o Recorrente, patente no artigo  do CPA, quando foi o Ministério da Educação pela sua actuação quem criou incerteza no domínio da relação de ensino, envolvendo os dirigentes escolares, os professores, os conselhos de turma, assim como os pais e os alunos menores, quando com referência ao ano lectivo de 2018/2019 foi autorizada a transição dos Requerentes filhos, do  e  anos, para o  e  anos  Cfr.