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B. O recorrente, em relação a esta condenação defendeu e pediu, de forma não coerente entre si: a) Nas alegações prévias à conclusão referida em infra: defendeu que o subsídio de alimentação não é um prejuízo do autor por não ter almoçado fora mas, ainda que fosse, deveria ser atendido apenas em relação aos dias úteis, no máximo de 22; contabilizou as indemnizações atendendo ao valor diário do salário base em 56 dias 43 +, o valor diário do subsídio de alimentação com máximo de 22 dias, o valor diário dos subsídios de férias de Natal e de Férias a partir do valor global da sentença correspondente aos 81 e não a partir da proporção mensal dos subsídios provados, por manifesto erro; considerou, que o valor a pagar por 43 dias era de € 874, 53 sem subsídio de alimentação e era de € 1009, 18 com subsídio de alimentação e, que, mesmo que não se alterasse a matéria de facto e se considerassem os 13 dias de março de 2016, o valor seria acrescido de € 444, 59 ou de € 485, 3060 com subsídio de alimentação; defendeu que a indemnização deveria ser menos de metade da alcançada o que não corresponde aos pressupostos.