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Subsidiariamente apresentou as contas alegando que o valor dos empréstimos nem sequer chegou para custear as obras e trabalhos realizados no imóvel que rondaram os € 20000,0  Alega, ainda, que a partir do mês de Janeiro de 2008 o autor deixou de pagar a sua parte das prestações dos empréstimos bancários e respectivos seguros, valores que foram assegurados exclusivamente pela ré, bem como pagou a expensas próprias outras despesas comuns do casal relativas à moradia em causa, tudo no montante total de € 4591,41, assistindo-lhe o direito de receber do autor a quantia global de € 2795,7  Finalmente alega que o autor litiga de má-fé, devendo, ser condenado em multa e indemnização a favor da ré em montante não inferior a € 1000,0  Respondeu o autor invocando que o articulado apresentado pela ré é anómalo e inadmissível, pois cumulou a contestação da obrigação de apresentar contas com a apresentação das contas.