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Nas suas alegações, afirma o Autor que, no seu entendimento, ”a matéria de facto julgada provada não merece reparo, contudo, deveriam ter sido apurados mais factos e que infra se fará referência, que levariam a uma decisão diferente da que foi proferida.” Acrescenta que "Embora com aquele reparo, o presente recurso funda-se mais na interpretação das normas legais a aplicar que na matéria de facto em si.” Conclui que "em face da matéria de facto julgada provada, da matéria de facto a apurar e a nossa interpretação do direito a aplicar, a decisão final seria de procedência da acção.” Os factos que o Autor alega que deveriam ter sido apurados e julgados provados e que levariam a uma decisão diferente da que foi proferida são os seguintes: a) Em relação ao triénio da cessação por mútuo acordo do contrato de trabalho com P..., em Dezembro de 2006, o Apelante tinha ao seu serviço 14 trabalhadores.