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13 a. E, por outro lado, ficou provado que: em datas não concretamente apuradas, os réus cortaram as roseiras que tinham sido plantadas no logradouro pelos autores, aí colocaram uma churrasqueira e começaram a subir ao terraço e a dizer que este lhes pertence; depois das partilhas de 08-06-2012, os réus limparam ervas daninhas no terreno do logradouro, plantaram flores que tratam, colocaram vasos com plantas e tapetes de acesso à escadaria da casa de habitação e compraram e instalaram a referida churrasqueira; os réus colocaram uma mesa e vasos no terraço da Casa e no muro que o sustenta, onde cultivam flores; os réus ordenaram a colocação de corrimãos nas escadas de acesso ao terraço e a vedação deste com gradeamento; os réus colocam lenha na Casa para, depois, a utilizarem na sua casa de habitação; os réus usam o terraço para lazer; a Casa tem duas portas; só os réus têm, desde data não concretamente apurada, as chaves de uma das portas de acesso à Casa ; e esta actuação dos réus verifica-se à vista de toda a gente, de modo contínuo, desde data não concretamente apurada após as partilhas, em nome próprio, no convencimento de que são proprietários cfr.