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E se é certo terem os autores logrado provar todos estes factos, o que ditou que nos presentes autos fosse, para além do mais, «declarado nulo, por simulação, o negócio de compra e venda outorgado por escritura de compra e venda celebrada a  de abril de 2014» e condenados os réus « , e EE a verem restituídos à herança aberta por óbito do FF os bens identificados no ponto 17 da matéria de facto provada», decisões que os réus nem sequer, a verdade é que, contrariamente ao decidido no acórdão recorrido, não nos parece que estes factos demonstrativos da intenção dolosa dos réus no âmbito da venda simulada sejam bastantes para se concluir, sem mais, pela existência do dolo integrativo sonegação.