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41 a 47 dos, e que veio a julgar procedente a excepção peremptória da prescrição e a absolver o Réu/Apelado,, residente na Rua São, n., 3-Dto., em Angra do Heroísmo, do pedido indemnizatório nos valores de € 1297,02 dezassete e duzentos e noventa e sete euros e dois cêntimos), a título de danos patrimoniais, e de € 000,00 seis, a título de danos não patrimoniais, e outros que se venham a verificar em virtude dos factos ocorridos, tudo acrescido de juros vincendos à taxa comercial desde a data da primeira interpelação extra-judicial até efectivo e integral pagamento, na presente acção declarativa de condenação, com processo comum, que lhe instauraram no Tribunal Judicial da comarca de Lagos e ao co-Réu , residente na Avenida Padre , n. 20, em – com o fundamento que vem aduzido na douta sentença de que "teve lugar o facto gerador de responsabilidade, na conformação emprestada à acção pelos Autores, em 2007 e 2008 período em que alegam que, por conduta dos Réus, já a sociedade por estes administrada se encontrava em situação de insolvência), pelo que o prazo de prescrição conhece o seu termo cinco anos depois, ou seja, 2013” –, intentando agora a sua revogação e alegando, para tanto e em síntese, que discordam do assim decidido sendo certo que "a actuação dos Réus contribuiu decisivamente para a criação e agravamento do estado de insolvência da empresa e, Lda.”, a qual lhes ficou a dever o valor das rendas aqui em causa onde baseiam o pedido de indemnização que ora vêm formular.