Legal Document Excerpt:

Vertendo ao caso concreto, já acima se fez referência à má fé que descreve a atividade processual levada a cabo pela recorrente, pois que não se inibiu de produzir e instruir a ação com documento comprovadamente falso e de, nesta instância, persistir na afirmação da sua correspondência com a realidade, traduzido na missiva que alegou ter redigido em 15/04/2014 e entregue a quem no documento n 1 consta identificado como promitente vendedor, falsidade manifestada pelo facto de, naquela pretensa missiva, subscrito pela recorrente, ter inscrito referência à penhora realizada sobre a fração em benefício do credor Parvalorem, penhora que, conforme consta da certidão de teor da fração, foi inscrita em 28/08/2014, ou seja, posteriormente à data em que a recorrente alegou ter escrito aquela missiva.