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No mesmo sentido, pronunciou-se o acórdão de 26 de Novembro de 2020, salientando que o acórdão anterior apenas em face da proibição da reformatio in pejus e porque o recurso fora "interposto apenas pela arguida”, manteve a decisão recorrida, pois que o verificado incumprimento determinaria, nos termos do artigo 4, n.s 1, 2 e 4, do Código Penal, o cumprimento da prisão subsidiária e não apenas a revogação da substituição da multa por prestação de trabalho, tudo sem embargo, naturalmente, de a condenada manter o direito de, a todo o tempo, evitar a execução da prisão subsidiária, nos termos do artigo 4, n.s 2 e   O despacho que converteu a multa em prisão subsidiária a coberto do disposto no artigo 4, n.s 1 e 4,  parte, em razão do incumprimento culposo das horas de trabalho, não tinha de conter qualquer menção à «convicção de que não era viável a execução patrimonial da condenada» ou às diligências efectuadas no sentido de indagar a capacidade patrimonial da mesma, porquanto o verificado incumprimento culposo da prestação de trabalho determina o cumprimento da prisão subsidiária, como os supra citados acórdãos desta Relação claramente referem.