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Como apreciamos supra, errou ainda o Tribunal a quo no julgamento por si tirado, quando teve o pedido deduzido sob o  parágrafo, e a quantificação nele patenteada como sendo relativa a prestações de desemprego que o Réu tinha ainda de pagar que tinha em débito para com o Autor, quando o que é facto é que o Autor formulou esse pedido no estrito âmbito e domínio de que se tratava de um montante devido a título de prestações já vencidas e ainda não pagas pelo Réu, que contabilizou desde 13 de setembro de 2017 até fevereiro de 2019, e à razão diária de €31,3  De modo que, tem assim a pretensão recursiva do Recorrente que ser julgada procedente.