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Reitera-se, trata-se de diligência oficiosamente e promovida com vista à boa decisão da causa e que importa levar até ao fim, se necessário, com recurso aos meios e sanções previstos no artigo 417, n.os 1 e 2, do NCPC, valorando-se, oportunamente, se for caso disso, as eventuais recusas em se sujeitar aos referidos exames, nos termos ali referidos – neste sentido, g., os Acórdãos do STJ, de 23/12/2012, Processo n. 994/02TBVFR.PS1 e de 23/09/2008, Processo n. 08B182 Estamos em face de meio de prova cuja realização foi oficiosamente determinada pelo tribunal, cabendo a este a realização de todas as diligências necessárias à respectiva concretização, não se podendo responsabilizar o autor pela falta de colaboração de uma das partes, a que ele é, absolutamente, alheio.