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Ora, se na sequência de tal negócio, aquele que ficou encarregado do respetivo corte que, por acaso, no caso em apreço, até terá sido alguém por conta do comprador, pelo facto de este ser, corta mais árvores ou outras árvores que não as vendidas, tal dano situa-se ainda dentro da esfera de risco criada pela alienação de pinheiros por parte do 1 Réu Encontrando-se em causa a alienação de pinheiros existentes no seu prédio até à estrema com o prédio confinante, também este com pinheiros, o réu vendedor não se pode dissociar do risco que tal alienação comporta de invasão do prédio vizinho, e do resultado ou da lesão que venha a ocorrer, a não ser que alegue e prove que, pela sua parte, tomou todos os cuidados necessários a que tal não acontecesse, por ex., que indicou com precisão quais os pinheiros vendidos, marcando-os, um a um, ou que no terreno procedeu à indicação da linha da estrema através de algum sinal de delimitação fácil de encontrar e inconfundível um marco, um muro, um.