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Face ao que se acabou de expor, quanto à legitimidade da Recorrente para recorrer, ficou claro que o Tribunal a quo violou o disposto no artigo 81, n 1, do Decreto-Lei n 53/2004, de 103, Código da Insolvência e da Recuperação de, ao notificar a Mandatária da Autora, inicialmente e perante o insucesso dessa notificação sem nunca ter notificado o Administrador da insolvência da Autora, único que a podia representar em juízo a partir da data em que foi nomeado, anterior a 102016, data em que foi ordenada a notificação das partes primitivas para contestarem o incidente de habilitação, nas notificações sucessivas da Autora do processado no apenso e nos autos principais.