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Também o douto acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 202020, relatado pelo Juiz Desembargador Jorge Leal no processo n. 17878/19T8LSB.L2-2, considerou transmitidos para o Banco A os créditos emergentes de depósitos a prazo efetuados por clientes do Banco A, nas instalações deste e perante funcionários deste, ainda que eventualmente os referidos funcionários tenham desviado parte desses fundos em benefício próprio, sendo essa situação conhecida do Banco A antes da aplicação, pelo Banco de Portugal, da medida de resolução que deu origem ao Banco A. É na linha da jurisprudência mais recentemente expressa que se ponderará a solução da última questão a decidir na presente acção, devendo admitir-se a transmissão de responsabilidade na medida em que o valor em depósito constituídos pelos Autores tenha sido ilicitamente utilizado pelos funcionários do Banco A para outros fins.» Deste modo, o Tribunal "a quo”, aderindo à tese propugnada pelos AA.