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Aliás, este entendimento é corroborado pelo facto de os art.s 15 e seguintes do NRAU , que regulam o procedimento especial de despejo, não preverem o pagamento das rendas em mora  ou a indemnização) como forma de fazer cessar os efeitos da resolução, o que  também) inculca que é inadmissível que o arrendatário, depois de iniciado o procedimento de despejo o possa fazer.4  Em conclusão: A resolução do contrato de arrendamento operada pela notificação a que se alude no ponto 12 dos factos provados, não se tornou ineficaz 5 em razão do depósito feito pelo apelante concomitantemente com a oposição deduzida, nos termos do disposto 15-F do NRAU, no âmbito do procedimento especial de despejo.