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1 Face ao conteúdo apresentado no despacho supra transcrito, cremos que o douto "a quo" não interpretou da melhor forma a questão da tempestividade da impugnação apresentada pela insolvente, pois impugnante, ora recorrente criou uma espectativa e uma convicção de que a impugnação era tempestiva e se encontrava a correr termos, o que faz com que estejamos perante uma situação de confiança justificada, assente na boa-fé e gerada pela aparência, que deve ser protegida, conduzindo a "preservação da posição nela alicerçada, este tem sido o entendimento da nossa jurisprudência, nomeadamente quanto a outras questões, vide Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, processo 2577/05TBPMS-P.CS1, datado de 09-07-2014, disponível em www.dgsi.pt".