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Invocou como fundamento da sua pretensão, no essencial, que: - Trabalha para o Banco Réu com antiguidade contada desde 1967 tendo passado a Diretor do BES a 1/6/2003, passando a auferir € 400,00 mensais ilíquidos; - Foi nomeado Diretor-Geral da Sucursal do BES Luxemburgo a 1/12/2012, passando a auferir € 2170,71 mensais;  - Para o exercício de funções no Luxemburgo foi-lhe assegurado o direito a um seguro de acidentes de trabalho e a um seguro de vida no valor de € 25000,00, em caso de morte ou invalidez permanente; - Devido às vicissitudes decorrentes da Resolução do BES pelo Banco de Portugal sofreu grande desgaste psíquico e físico enquanto Diretor da sucursal do BES no Luxemburgo, que o Banco Réu não curou de minimizar, acabando por provocar-lhe um acidente de trabalho no dia 3/8/2015 decorrente de um AVC que o deixou incapacitado para o resto da vida; - Apesar de ter pedido ao Banco Réu o pagamento do valor do seguro, este recusou-se a fazê-lo; - Sofreu danos morais intensos decorrentes da extraordinária sobrecarga de trabalho e riscos que suportava; - Tem direito a regressar ao lugar que ocupava antes do acidente de trabalho, pelo que é nula a decisão do Banco Réu de 29/12/2015 de que passaria à situação de reforma por invalidez; - Desde 1/11/2015 que o Banco Réu não lhe paga a remuneração relativa à baixa clínica em que se encontra.