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Significa isto que a questão sobre se a apelada é ou não proprietária do prédio objeto do contrato de arrendamento não faz parte do thema decidendum dos presentes autos, pelo que a questão da propriedade sobre aquele prédio que constitui objeto do contrato de arrendamento cuja resolução vem peticionada pela apelada nos presentes autos com fundamento no não pagamento de rendas e pela não utilização do arrendado pelos arrendatários os Réus) nem sequer se coloca, assim como jamais se coloca a questão da exceção da ilegitimidade ativa da apelada para instaurar a presente ação, sequer da sua legitimidade substantiva, assim como não se coloca a questão da exceção da ilegitimidade passiva da apelante e do Réu Fernando  para os termos da presente ação, exceções essas que nem sequer, reafirma-se, foram arguidas pela apelante em sede de contestação, pelo que não pode agora pretender fazê-lo em sede de recurso, dado que, como é sabido, nos recursos, como meios de impugnação das decisões judiciais que são, não é possível suscitar questões novas, não suscitadas pelas partes junto da 1 Instância, e em relação às quais esta, por conseguinte, não teve oportunidade de se pronunciar e de decidir.