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Com efeito, enquanto no âmbito do n. 2 do artigo 41, o que está em causa são vícios ao nível da lógica jurídica da decisão de facto, da sua confeção técnica, apreensíveis a partir do seu texto, por si só ou conjugado com as regras da experiência comum, com exclusão, portanto, de qualquer elemento à mesma estranha, a denunciar lacunas, contradições, apreciações ilógicas, irrazoáveis, ao arrepio do senso comum, de um nível de tal forma ostensivo que impedem uma decisão criteriosa ou tão patentes que se torna evidente que as coisas nunca poderiam ter ocorrido desse modo, o «erro de julgamento», cuja sindicância por parte do tribunal de recurso exige o cumprimento dos ónus contemplados nos n.s 3 e 4, do artigo 412 do CPP, só pode ser afirmado quando a prova produzida – vg.