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623 do CPC, desde logo por não estarmos em presença de uma decisão de um tribunal português ou que tenha sido revista e confirmada para ter eficácia em Portugal, a verdade é que nela a entidade empregadora foi ali também Ré/arguida e como tal deveria ser-lhe emprestada crédito bastante para, em conjugação com os referidos depoimentos, concluir em matéria de facto: que a queda do sinistrado de uma altura de 4 metros ponto 7 da matéria provada foi devida à inexistência de uma plataforma devidamente protegida para impedir quedas em altura; que a colocação desse meio de protecção era responsabilidade da entidade empregadora; que a queda e consequente morte do sinistrado resultou da inobservância daquela regra de segurança.