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O. Ora, se é verdade que na douta sentença não foram colocados em crise os 1 e 2s elementos natureza física e natureza jurídica), considerou, no entanto, a M Juíza do Tribunal a quo que àquelas realidades físicas lhe faltava, ou não reuniam um terceiro elemento Natureza económica/valor económico) vital, aliás, para que cada um dos aerogeradores pudesse ser classificado como prédio para efeitos fiscais; P. E foi, com base nesse pressuposto, ou seja, na falta do terceiro elemento que a M Juíza do tribunal a quo, considerou e assim decidiu, que não estavam reunidos os pressupostos para que as realidades inscritas na matriz pudessem ser qualificados/classificados como prédios e, por tal motivo, inexistia pressuposto legal para a tributação em  Q. Ou seja, R. segundo o entendimento vertido na douta sentença, só com a confluência dos três elementos se pode qualificar determinada realidade como prédio para efeitos de enquadramento em sede de  S. No caso em apreço, conforme já o referimos, considerou a M Juíza do tribunal a quo que não estavam reunidos os três elementos, em virtude de lhe faltar o terceiro elemento - valor económico, T. Valor que, segundo a M Juíza, se mostra de importância vital para que a fracção de território, por si só, possa ser qualificado como prédio, para efeitos de incidência objectiva de , uma vez que o requisito da existência do valor económico não se verifica em    qualquer outro elemento que compõe o parque eólico porque individualmente nenhum deles é, por si só, em circunstancias normais, idóneo para produzir e projectar e injectar a energia na rede pública), mas apenas em relação a este o parque eólico), na sua unidade, atenta a sua finalidade.