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248 a 250 e 364 a 366, podemos verificar que, então, afirmou que o peão estava na berma com os pés sensivelmente em cima da guia e a bota sensivelmente a meio da hemi-faixa destinada ao sentido ... – ..., pelo que, com a passagem do tempo, terá sido induzido em erro pelo facto de também a berma ser; precisou que a circulação dos veículos era regular não se apercebendo de qualquer desvio o veículo que conduzia era uma carrinha alta, pelo que, a haver desvio para a berma por parte do HH, tal tê-lo-ia chamado a sua atenção) e que depois do embate o HH foi imobilizado próximo do placard de limite de velocidade; afirmou que o condutor do segundo veículo sentiu-se mal e dizia que se não fosse o HH seria ele a colher o peão esteve deitado um bocado e de seguida foi; precisou que não havia trânsito em sentido contrário e que o irmão do peão foi a primeira pessoa a chegar ao local, logo seguido da Autora; verificou que o veículo atropelante estava mais danificado do lado do passageiro recordava o vidro partido e a posição.