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Inspectores RM, JR e AH, resulta evidente que RM considerou que a conduta/actuação do Autor não integrava as suas concretas funções de vigilante/segurança e que, com a sua actuação, ultrapassou as suas funções, colocando em causa a autoridade, legitimidade e, bem assim, as concretas competências do SEF; 29- Quanto à restante factualidade do ponto 2 dos factos provados, com excepção do aludido segmento referido em 28, bem andou o Tribunal a quo ao considerá-la como provada; 30- A factualidade constante dos pontos 32 a 37 da matéria de facto assente, deveria ter sido considerada como não provada, tendo sido incorrectamente julgados como provados pelo Tribunal a quo; 31- Entendemos que das declarações do próprio Autor e do depoimento da testemunha AE não resulta que aquele tenha sido humilhado, inferiorizado e vexado em frente aos seus colegas ou demais passageiros que no local se encontrassem; 32- Os alegados sentimentos descritos pelo Autor não foram corroborados pelas testemunhas AA, PC, OL, todas inquiridas em sede de audiência de julgamento; 33- Os relatos que estas testemunhas fizeram relativamente ao estado de espírito do Autor não são compatíveis com a factualidade que o Tribunal a quo julgou como provada; 34- Quanto ao alegado impedimento do autor se deslocar à casa-de-banho ponto 33 dos factos, entendemos, pelos exactos fundamentos supra expendidos relativamente aos factos 20 e 21 da matéria de facto assente, que tal factualidade não se encontra provada; 35- A versão apresentada pelo Autor não tem qualquer suporte na prova testemunhal, documental ou pericial, não sendo a mesma, manifestamente, suficiente para se considerar como provados os aludidos factos 32 a 37 dos factos; 36- Os pontos 1, 2 e 3 dos factos não provados deveriam ter sido julgados como provados, tendo sido incorrectamente julgados como não provados pelo Tribunal a quo; 37- Dos depoimentos prestados pelos Srs.