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Por evidenciarem pedidos e causas de pedir similares à presente ação, a requerimento da A., foi ordenada a apensação aos autos dos seguintes processos: - Apenso A processo n. 816/16T8FAR), em que são autores e, referente à casa com o n 157, alegadamente construída em 1977;  - Apenso B processo n. 820/14T8FAR), em que são autores e, referente à casa com o n 158, alegadamente construída em 1977; - Apenso processo n. 838/17T8FAR), em que é autor, referente à casa com o n, alegadamente construída em 1977; - Apenso E processo n. 845/10T8FAR), em que é autora, referente à casa com n 101, alegadamente construída em 1982; - Apenso F processo n. 851/14T8FAR), em que são autores e, referente à casa n 96, alegadamente construída em 1978 pelo seu avô e para si transmitida por doação verbal; - Apenso G processo n. 853/10T8FAR), em que são autores e, referente à casa com o n 90, alegadamente construída em 197 - Apenso H processo n. 872/17T8FAR), em que é autora, referente à casa com o n 112, alegadamente construída em 1977 e por si adquirida por compra em 2002; - Apenso processo n. 870/10T8FAR), em que é autora, referente à casa com o n 128, alegadamente construída em 1975; - Apenso J processo n. 881/16T8FAR) em que são autores e referente à casa com n 126, alegadamente construída em 1981; - Apenso K processo n. 1038/11T8FAR) em que são autores e, referente à casa com n 52, alegadamente construída em 1975; - Apenso processo n. 1130/12T8FAR) em que é autora, referente à casa com n 159, alegadamente construída em 1975 e por si adquirida por sucessão testamentária em 2014; - Apenso processo n. 1269/14T8FAR) em que são autores e, referente à casa com n 67, alegadamente construída em 1979; - Apenso N processo n. 1297/10T8FAR) em que é autora, referente à casa com n 125, alegadamente construída em 1982 e por si adquirida por sucessão hereditária de seu pai;  - Apenso O processo n. 1295/13T8FAR) em que é autora "Associação Núcleo Moradores dos” referente à casa com n 17, alegadamente construída nos anos de 1979/1980, por si adquirida por compra a. O Município de Faro contestou algumas das ações apensadas suscitando respetivamente a sua ilegitimidade para a causa.