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B -Impugnação da análise jurídica:  Como já referimos, a sentença recorrida afastou o pedido do recorrente, considerando que, por se ter provado que o mesmo ocupava a parte do imóvel em causa de forma gratuita e com condescendência dos proprietários desde data posterior a 2094 no caso da Vila e 1996 no caso dos Cómodos Agrícolas e Pomar sendo mero detentor e só mais tarde quando se recusou a sair, poderia ter invertido esse título de posse – o que não foi alegado – nunca teria decorrido nem sequer o prazo mínimo da usucapião de 15 anos se fosse de boa-fé) já que a acção foi intentada em 200  O recorrente defende que, mesmo com os factos da sentença, impunha-se concluir que tem a posse necessária para a aquisição por usucapião atenta a presunção do artigo 125 do Código Civil de que sucedeu na posse do pai e a presunção do artigo 125, n. 2, do mesmo diploma de que tem o controle material da coisa.