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U. Esta tese é profundamente errada e conduz a um resultado absurdo, constituindo a negação do próprio efeito spill-over ¯ cuja virtualidade foi reconhecida pela União Europeia e conduziu à sua consagração normativa no âmbito do "novo” quadro comunitário de apoio, nomeadamente no artigo 7/2 do Regulamento n. 1303/201   Conclui-se, assim, estar devidamente justificada, à luz do Acórdão do TJUE, a produção de efeitos de difusão no âmbito dos projetos cofinanciados ao abrigo da tipologia de intervenção n. 3 do Eixo n. 3 do POPH, bem como a sua conformidade com o direito comunitário.