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Com efeito, considerando-se os artigos 4 a 5 da petição inicial, surpreende-se o seguinte argumentário ensaiado pelo autor: «não foi apresentada qualquer prova, nem sequer mínima nem esse é um facto notório - bem pelo contrário, tal constitui uma falsidade como facilmente poderá ser de que o Recorrente "apresenta dificuldades de relacionamento e interação inter pares que são conhecidas, estando documentadas nos processos da  secção cível”»; «essa expressão consubstancia uma declaração totalmente conclusiva não sustentada por qualquer facto alegado que a justifique»; «E ainda que assim não fosse, mas é, repete-se, para além dessa afirmação ser falsa, a mesma não está comprovada, »; «não estão descritas, de todo, quais são e de que modo se concretizam essas alegadas e não demonstradas dificuldades de relacionamento e interação inter pares nem quais os processos da  secção cível em que as mesmas estão documentadas, »; «essas conclusivas e insultuosas imputações não estão concretizadas nem alicerçadas em factos relativamente aos quais o Recorrente possa defender-se, o que viola gravemente o seu direito fundamental a um processo administrativo leal, não preconceituoso, equitativo, baseado no princípio da proporcionalidade e assente no princípio da boa-fé, »; «Nem, igualmente à luz desses normativos legais e princípios cabe ao Recorrente a obrigação de adivinhar a que factos estará o Presidente da Relação .