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Já no acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 19 de Fevereiro de 2015 relator Tomé, publicado in www.dgsi.pt, aludiu-se a que: "a especificação dos concretos meios probatórios convocados e a indicação exacta das passagens da gravação dos depoimentos que se pretendem ver analisados, além de constituírem uma condição essencial para o exercício esclarecido do contraditório, servem sobretudo de parâmetro da amplitude com que o tribunal de recurso deve apreciar a prova, sem prejuízo do seu poder inquisitório sobre toda a prova produzida que se afigure relevante para tal reapreciação, como decorre do preceituado no n 1 do artigo 662 do Código de Processo Civil”.