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7 Pode dizer-se, como a sentença recorrida faz, que, em termos práticos, nas relações entre o A. marido e o R., a prestação de contas seria inútil, na medida em que não poderia condenar-se o R. no pagamento do saldo que se viesse a apurar; mas, sendo assim, se só as forças da herança da falecida mãe património autónomo esse em que A. marido e R. têm a mesmíssima posição jurídico-sucessória) poderiam ser obrigadas a satisfazer o saldo que se viesse a apurar, a inutilidade é acima de tudo uma consequência da falta de direito do A. marido sobre o R.; ou seja, não estamos perante uma questão processual de impossibilidade/inutilidade) estamos, isso sim, perante uma questão substantiva de mérito) que conduz inevitavelmente à improcedência da pretensão.