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14-Veja-se a este propósito o artigo "Repercussões do licenciamento zero na gestão urbanística) municipal”, publicado na revista Direito Regional e Local n. 17, bem como o Acórdão do STA de 002011, proferido no processo n. 119/11, os Acórdãos de 102011 e de 102011, recursos números 752/10 e 33/1  Nestes termos e nos demais de direito, que Exa doutamente melhor suprirá, deve o presente recurso ser julgado improcedente por não provado, mantendo-se inalterada a sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra, bem como as taxas impugnadas e, em consequência, condenada a recorrente nas custas a que deu causa.