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4 O douto Despacho de 0JUN/2020 mais não foi de que uma aclaração das consequências do Despacho proferido em 2ABR/2020, sendo certo que, dessa aclaração resulta uma clara coincidência com a interpretação feita pelo Recorrente do teor do Despacho de 2ABR/2020, no sentido de o FAT ser responsável pelo pagamento ao sinistrado das demais prestações em causa, entre as quais se incluem, designadamente, € 4200,00 arbitrados pela Sentença de 23/3/2018 a título de indemnização pelos danos materiais decorrentes da necessidade de utilização de fraldas e resguardos, e € 2200,00 arbitrados pela mesma sentença a título de indemnização pelos danos materiais decorrentes das despesas com cremes, loções e medicamentos para assegurar a função de evacuação, a função urinária, prevenir infeções dos órgãos excretores, e evitar infeções bacterianas e fúngicas na pele, conforme expressamente discriminado no aludido Despacho.