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Razões, que no entender do recorrente, o tribunal deveria ter dado como provados, cada um dos factos elencados no número anterior:  A- No que concerne ao facto "na data de 25/08/2017 o A., trabalhava sob as ordens, direção e fiscalização da 2 R.,  20- entende, o recorrente, que o mesmo deveria e deverá constar dos factos dados como provados, por a sua prova resultar da conjugação do teor dos depoimentos produzidos em audiência de julgamento; e da demais prova documental não impugnada, mormente do teor do documento/resposta constante de fls 189 e ss traduzido a fls 202 e ss, da firma E. 21- o tribunal de primeira instância ignorou, na apreciação da prova, as declarações transmitidas pela empresa E, dona das instalações, onde o sinistrado sofreu o acidente de trabalho; entidade para a qual a 2 R, prestava serviços; pois se assim não fosse, consideraria, assim como deverá ser considerado provado que o A., na data do acidente 25/08/2017) trabalhava sob as ordens, direção e fiscalização da 2 R., isto porque,  22- do confronto dos depoimentos, acima referidos em 1, com o vertido no documento das declarações da E, resulta provado, que de ambas as firmas J e representadas pelo Sr. F; a única que mantinha relações comerciais, com a E; era a ; logo se o Sr. F; era quem dava as ordens em ambas as firmas por si representadas G e, então dúvidas não subsistem que na data do acidente, o A., sinistrado trabalhava sob as ordens, direção e fiscalização da 2 R, uma vez que apenas esta mantinha relações comerciais com a E, sendo por conseguinte a única que poderia faturar os serviços prestados à entidade E cliente da, onde o A., se encontrava colocado a trabalhar, na data do acidente, devendo assim esse facto dar-se como provado.