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1 da petição inicial p.; em 02012, mediante escritura pública de justificação e doação, o Réu, com o consentimento da 2 Ré, doou à 3 Ré, o prédio rústico inscrito na respetiva matriz sob o artigo 1448; à data das referidas escrituras o  Banco ...) era titular de um crédito proveniente de uma livrança emitida em 22009, no montante de € 26 480,07, subscrita pela sociedade RLda., e avalizada pelos 1s Réus para garantia do bom pagamento das obrigações emergentes de um financiamento concedido pelo Banco A. à e de um empréstimo sob a forma de conta corrente, no montante de € 100 000, a que foi atribuído o n.  ...), celebrado em 012008, concedido pelo Banco A. à dita sociedade e avalizado pelos 1s Réus; incumprido o mencionado empréstimo sob a forma de conta corrente, em 002014, a A. aceitou conceder à dita sociedade um empréstimo no montante de € 100 000 destinado à regularização dessas responsabilidades, a que foi atribuído o n.  ...) ; esse contrato foi incumprido pela aludida sociedade e a A. preencheu a livrança nos termos convencionados, pelo que, para além da livrança referida supra, é também legítima portadora de uma livrança na quantia de € 106 336,38, emitida em 002014 e com vencimento em 102015, subscrita pela sociedade e avalizada pelos 1s Réus, a qual se destinou a garantir o bom pagamento das obrigações emergentes do citado financiamento, resolvido por falta de pagamento das prestações convencionadas; os 1s Réus não pagaram ao A. a quantia inscrita nas referidas livranças, accionadas na execução n. 1008/17T8GRD; o direito de crédito da A. constitui-se antes das doações em causa, delas resultando a impossibilidade de obter a satisfação integral dos seus créditos, sendo que, dessa forma, os 1s Réus quiseram diminuir a garantia patrimonial do crédito da A. e furtarem-se ao pagamento aos credores; além dos referidos prédios não são conhecidos bens suficientes aos 1s Réus que possam constituir a garantia patrimonial do crédito da A. capital e juros moratórios).