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Idênticos depoimentos lhe sucederam: o da testemunha A. P. jurista, atualmente na Câmara do Porto, mas à data dos factos colaborador da Câmara de , que, claramente, disse ter sido abordado pelo Engenheiro para a contratação, tendo-o advertido da necessidade decorrente da lei 12-A/2008 de 208) de a contratação ter de ser formalizada com uma empresa – como veio a ser – e que afirmou a presença do contratado diariamente na Câmara, nas reuniões, dele todos recebendo auxílio, aconselhamento e ajuda na resolução das questões; o da testemunha P. que explicou por que razão entendeu ter sido fundamental a colaboração de A. S. e também por que razão não existem documentos assinados pelo contratado como também não existiam pela, repisando que não havia mais ninguém que conhecesse a totalidade das empreitadas, nem havia mais ninguémcom o conjunto de informação que ele tinha; a testemunha J. G., advogado que sempre que ia à Câmara, ia cumprimentar o Dr. A. S. que estava afogado em papeis”; a testemunha P. que assumiu ter decidido com o arguido a contratação pela convicção de que a única pessoa que podia ajudar era o Dr. A. S. de quem chegou a assistir a lições de economia, não obstante não ser essa a área de formação do contratado, explicando que talvez por ter sido, no passado diretor de um Agrupamento de Escolas, a parte financeira era o Dr. A. S. e mais ninguém; G. , da secção financeira, que por ter apenas o antigo 5 ano e 2 colaboradores com o 12 ano, contava com o apoio do Dr. A. S. e que quando soube que ele era contratado ficou muito contente já que era muito complicada a contabilidade das autarquias locais e que também explicou por que razão ele não assinava documentos, reconhecendo que ele era o primeiro a chegar e o último a sair; a testemunha J.