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Por outro lado, a administração tributária não tinha de proceder às referidas diligências de prova, porquanto a administração tributária não relevou os factos invocados pela reclamante para dispensa da prestação de garantia já que para a decisão proferida não relevou o facto da reclamante não ser titular de bens imóveis e de alegadamente não ter meios financeiros para prestar a garantia, apesar de ter resultados líquidos no exercício de 2017 de €83790,5  Nesta parte, improcede a invocada ilegalidade da decisão reclamada por alegada violação do princípio do inquisitório, porquanto não há qualquer diligência de prova relevante para a decisão que não tenha sido realizada, já que se sustenta na prova bastante apresentada pela própria reclamante.