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No que diz respeito à condenação prevista na al., vem-se entendendo que a lei deixa margem ao julgador para se afastar de um critério meramente aritmético previsto na norma, ponderando, no caso concreto, a culpa do sujeito a afectar pela qualificação, a sua concreta actuação e contribuição para o estado de insolvência ou seu agravamento e os concretos prejuízos causados aos credores pela sua actuação "In casu” efectivamente o valor dos créditos reconhecidos na insolvência de €11558,77, todavia, entendemos que a fixação da indemnização deverá ser feita em função do grau de ilicitude e culpa manifestado nos factos determinantes da qualificação da insolvência como culposa, e do consequente prejuízo que possa ser atribuído a essa actuação culposa.