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Conclui-se a final na sentença recorrida, cuja decisão se transcreve, que "da análise dos factos provados, resulta, sem necessidade de grandes considerações, que a conduta apurada da arguida não preenche a tipicidade objectiva e subjectiva do crime de falsidade de testemunho de que a mesma vem acusada, uma vez que, para além da prova de que a arguida prestou depoimento referido em  não se apurou que o mesmo encerrasse um depoimento falso e que a arguida tivesse actuado dolosamente.”  Ora, salvo o devido respeito ...) é nosso entendimento que a prova produzida em audiência de discussão e julgamento conjugada com a prova documental constante dos presentes autos impunha que se desse como provado – e não como não provado – o facto constante da sentença e que a seguir se transcreve: "A arguida tenha agido de forma livre, deliberada e conscientemente, ciente da punibilidade da sua conduta, bem sabendo que as declarações que, como testemunha, prestou sem sede do inquérito, no âmbito do Proc.