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EE) Por outro lado, o Senhor Juiz Presidente do Tribunal recorrido, ao proferir o despacho a que acima se alude, considerando como processualmente válida a publicação do seu voto de vencido, embora "a latere” do acórdão recorrido e em momento diferente da leitura e publicação deste, violou o disposto, conjugadamente, nos artigos 372, n.s 1 e 2 e 374, n. 2 do P. Penal, razão, pela qual, tal despacho deverá ser revogado por esse Venerando Tribunal,  FF) O que terá como consequência que o prazo para a interposição do recurso do acórdão recorrido ainda nem sequer se iniciou, porque, é inexistente por violação do disposto no artigo 372, n.s 1 e 2 e 374, n. 2 do P. Penal, GG) Sendo que, o prazo para a interposição do recurso do despacho do Senhor Juiz Presidente, atrás referido, só se iniciou no 3 dia útil posterior ao da notificação aos advogados do ora Recorrente de tal despacho, ou seja, em 2 de Março de 202”  A Digna Magistrada do Ministério Público junto da primeira instância, sobre este recurso, respondeu, concluindo: "O voto de vencido foi inserido no Citius com a denominação "despacho autónomo” porque o Citius não tem nenhuma espécie autónoma como "voto vencido”.