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n.1), podendo apenas transitar pela faixa de rodagem, com prudência e por forma a não prejudicar o trânsito de veículos, nos seguintes caso: "a) Quando efetuem o seu atravessamento; Na falta dos locais referidos no n. 1 ou na impossibilidade de os utilizar; Quando transportem objetos que, pelas suas dimensões ou natureza, possam constituir perigo para o trânsito dos outros peões; Nas vias públicas em que esteja proibido o trânsito de veículos; Quando sigam em formação organizada sob a orientação de um monitor ou em cortejo.” Deste modo, incumbia ao Tribunal a quo pronunciar-se de forma inequívoca relativamente à questão se a Assistente circulava pela via pública aquando do embate do veículo automóvel conduzido pela Arguida, bem sabendo que não o podia fazer, pois a ter ocorrido tal factualidade é notória a existência de culpa decisiva e flagrante por parte da Assistente no acidente ocorrido, pelo que, a sentença ora posta em crise não poderia ter-se pronunciado no sentido de que a culpa da Arguida "é relevante pois impunha-se que a arguida tivesse cumprido as regras estradais” e que esta tenha actuado "com negligência consciente de intensidade elevada, já que quando entrou no veículo a assistente ... permaneceu parada junto da traseira do veículo, pelo que representou a possibilidade da realização do facto”.