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2 dos autos; Além disso, dá-se como provado que: 1 A AT não forneceu à Impugnante os rácios para o sector de actividade, ano 1999, contidos no sistema informático da DGCI artigo 43, da p.e 5; 1 O sujeito passivo não foi notificado nos termos da alínea do artigo 88 da LGT, para suprir as deficiências apuradas pelo serviço de inspecção artigo 43, da p.); 1 A acção inspectiva decorreu, inicialmente no gabinete do técnico de contas responsável pela contabilidade da Impugnante, onde verificou a contabilidade de 1999, e, partir de certa altura, num sótão de um prédio próximo onde tinha as pastas do ano 2000 — 5 testemunha; 1 Pouco depois de iniciar a acção inspectiva, depois de recolher indícios de que haveria omissão de proveitos e de fazer uma estimativa provisória, a inspectora e o seu chefe de equipa propôs ao Sr. A., na presença da filha do Técnico Oficial de Contas, que regularizasse voluntariamente a situação apresentando declarações de rendimentos modelo 22 de "substituição" — 5 testemunha; 1 De acordo com essa estimativa haveria a pagar impostos cujo valor global rondava 1000 contos — 1 testemunha; 1 A inspectora só foi ao restaurante no final da acção inspectiva para dar a assinar a nota de diligência — 5 testemunha; 1 A inspectora não fez inventariação física das existências físicas de 1999 por considerar que em 2004 essa tarefa era impossível e não fez testes físicos, como pesagens dos bens usados nos menus, nem a análise pormenorizada da contabilidade de 1999 por considerar que isso era inútil — 5a testemunha; 1 Para análise das anomalias nas vendas do ano de 1999 escolheu, por amostragem, o mês de Dezembro para evitar concentrar-se nos meses de maior movimento, que coincide com o Verão — 5a testemunha; 1 O critério de quantificação assentou na análise da totalidade das compras facturadas e registadas no ano 2000 e foi estendido também ao ano de 1999 por não se ter verificado qualquer alteração da actividade nesses anos — 5 testemunha; 1 A inspectora escolheu a margem de rentabilidade fiscal de 15%, e não outra, para evitar prejudicar o contribuinte, compensando custos não contabilizados, nomeadamente com subfacturação com pessoal, que considera ocorrerem normalmente neste sector de actividade — 5 testemunha; 2 Tal margem de rentabilidade foi utilizada por parecer à inspectora, em função da sua experiência — de cerca de 4 anos - no exame do sector de restauração do distrito de Aveiro, que é a taxa normal e adequada ao caso concreto — 5 testemunha; 2 A inspectora admite que em vez da margem de 15% poderia ter usado a taxa de 18% ou de 13% - 5a testemunha; 2 Antes da inspecção em causa nos autos, a AT já tinha produzido um Relatório datado de 26/11/1999, que "visava o controlo das obrigações tributárias do contribuinte e ocruzamento de elementos recolhidos no decurso de visita efectuada ao sujeito passivo S. Ld' , tendo sido analisadas as declarações de rendimentos modelo 22 da agora Impugnante relativas aos anos de 1996 e 1997, "dando especial atenção ao quadro 17 e algumas contas de custos", de onde resultaram correcções técnicas à matéria tributável de IRC no valor de 16625$00, em 1996, e 08178$00, em 1997, e foram efectuadas correcções de IRS considerado em falta, no ano 1996, no montante de 61910$00 — fls.