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A Recorrente alega que a sentença recorrida incorreu em erro de julgamento, dado que não estão justificadas as utilizações das referidas heranças para as aquisições evidenciadas em 2016, acrescentando que a herança recebida em 2017 é inábil para justificar um acréscimo patrimonial verificado em 201 Vejamos o julgamento do tribunal recorrido em crise: ")Nos termos do n. 1 do artigo 8-A da LGT há lugar a avaliação indirecta da matéria colectável quando falte a declaração de rendimentos e o contribuinte evidencie as manifestações de fortuna constantes da tabela prevista no n. 4 do mesmo preceito ou quando declare rendimentos que mostrem uma desproporção superior a 30%, para menos, em relação ao rendimento padrão resultante da referida tabela.