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Com fundamento nos depoimentos das testemunhas,, e ccl, os AA divergem da decisão de facto na parte em que a sentença recorrida considera "provado que os terraços das frações B e são de utilização exclusiva dessas frações, sendo que o terraço da fração cobre a garagem do prédio, o que é falso porque ambos os terraços cobrem a garagem, provado que "o terraço da fração B, de acordo com o projeto aprovado, consubstancia um espaço semiaberto, que deita diretamente para o terraço da fração , sendo dotado de um guarda ou parapeito, com 90 de altura, a qual separa ambos os terraços”, "provado que a fração B foi fechada com a colocação em cima do muro de uma janela de alumínio, a qual posteriormente teria sido protegida com uma vedação em rede, "provado que a 7 de Junho e 2011 foi retirada a janela e a vedação, tendo o vão, ou seja, a abertura própria do terraço, sido parcialmente encerrada em alvenaria e deixada uma pequena fresta” e na parte em que "no ponto 12, desvalorizou por completo a forma como a recorrida acedia ao terraço dos recorrentes, tendo validado e aceite que a recorrida acedesse a este sempre que o entendesse já que o dito terraço trata-se de uma parte comum, apesar de afeto ao uso exclusivo da fração onde se integra, "não ficou provada a existência "de um muro em alvenaria entre as frações e que a Ré tenha decidido transformar o muro numa janela de vidro, com abertura exclusiva para a fração ”, "ponto 6 dos factos provados: ...) o terraço afeto à fração B foi fechado, a pedido da Ré, mediante a colocação, sobre o muro que o ladeava, de uma janela em alumínio com vidro fosco ...”; "quanto a não ter ficado provado que ...) a Autora,, não tenha ficado privada de usufruir do seu terraço, por estar paredes meias com o escritório da loja onde entravam e saiam clientes”.