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Donde se impõe concluir que a sentença recorrida, ao julgar no sentido da demonstração dos pressupostos do recurso aos métodos indirectos, na quantificação da matéria colectável, não merece censura, pelo que deve ser confirmada na ordem jurídica, nesta parte.”                                                              Quanto à quantificação da dita matéria tributável , não resulta dos autos e das conclusões do recurso apresentado pelo recorrente, qualquer erro ou excesso na sua determinação , atento o levado ao probatório da sentença e não impugnado no presente recurso, sendo que igualmente lhe cabia o ónus da prova de tal excesso, pelo que contra si terá de ser valorizada a falta de demonstração do dito erro de quantificação, não relevando nessa sede a referência às ditas omissões dos ditos rácios no apuramento do porquanto , atento os invocados elementos obtidos, quer decorrentes das declarações prestadas pelo sócio gerente e referidas no probatório, cuja veracidade ou falsidade não compete a este tribunal apreciar, sendo certo que, como ficou supra expresso , não foi questionado nesta instância a matéria de facto dado como provado e de não provado, sendo que das apontadas realidades fácticas vertidas no relatório, no laudo da ATA e na decisão fundamentada do procedimento de revisão, a  deficiência dos inventários das existências eram de "per si”, suficientes para não se aceitar qualquer correcção ao apuramento do - cfr 2 parte do n3, do art 74, da LGT.