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34) As obras levadas a cabo pelo réu e descritas em, criaram um novo espaço no sótão destinado a arrecadação.1  E foram julgados não provados os seguintes factos: a)2 Que a A. procedesse à devolução ao R. da quantia que era afeta ao pagamento da prestação da casa, a maioria das vezes em dinheiro, por vontade do R. ou através de transferências bancárias para contas pessoais do R.; b) Que não obstante A. e R. não serem unidos de facto, não tivessem feito partilha de despesas e rendimentos; ) Que no dia 23 de Dezembro de 2014 a relação de namoro entre A. e R. tivesse terminado, tendo o R. na manhã seguinte levado consigo todos os pertences que durante o namoro e nas escassas pernoitas que fazia na habitação da A. em Sesimbra havia aí deixado e que após o incidente de 24 de Dezembro de 2014 a A. deslocava-se a Sesimbra apenas com o intuito de manter a relação entre pai e filha, crente e confiante que durante o período de tempo que estava ausente o imóvel estava livre de pessoas, motivo pelo qual, a aqui A. presume que o R. desde então passou a fazer uso abusivo do imóvel da A., aproveitando-se do facto desta ser uma habitação secundária e sem presença diária da A. e que por esse mesmo motivo se recusa a entregar-lhe a chave do portão e portas de entrada do imóvel; ) Que apenas após notificação da contestação do R. nos autos de procedimento cautelar veio a A. a saber que R. arrendou a fração de que é proprietário e onde residia, pelo menos desde que a A. o conheceu em 2012; e) Que em Abril de 2015 a A. pediu a chave ao R.; f) Que o R. tenha procedido a uma outra transferência no montante de 000,00 € no dia 17 de Maio de 2012 para a conta conjunta, nem qual o destino dado à transferência de 000,00 € efetuada no dia 16 de Maio de 2012 para a mesma conta.