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Que os réus não tenham obtido acordo relativamente à partilha da herança e, por isso, a mesma não foi realizada artigo 2 da petição aperfeiçoada);»; E que «Que o autor tenha prestado os serviços descritos em 22 da petição aperfeiçoada, para além do descrito nos pontos de facto provados n.s 6 a 9;»; E ainda que «Que o autor tenha patrocinado os réus EC e  na fase preparatória de partilha, enquanto efectuou diversas diligências destinadas à identificação e avaliação de bens e elaboração da relação de bens artigo 3 da petição aperfeiçoada);»;  g) Quanto aos honorários fixados pelo A., o Tribunal a quo deu como não provado: g. Que a proposta de honorários comunicada pelo autor através de e-mail de 102015 tenha sido expressamente aceite pela ré MA, em representação de todos os réus artigo 1 da petição aperfeiçoada), entendendo que «resultou provado o contrário com base nas próprias declarações do Autor», sem no entanto tal fundamentação permitir compreender quais tenham sido os passos fundamentais do iter cognoscitivo do julgador, a propósito das declarações do A. e da forma como estas são ou não susceptíveis de determinar prova do facto contrário daquele que foi alegado, o que determina a nulidade da sentença por falta de fundamentação, nos termos do disposto no art.