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8 da LGT, quando estão em causa incrementos patrimoniais strico sensu no caso movimentos a crédito em conta bancária), se impõe sempre ao contribuinte a prova da origem concreta e individualizada de cada movimento bancário ou é admissível a prova indirecta para o cumprimento de tal ónus probatório No acórdão recorrido escreveu-se a propósito e com interesse para esta questão: No caso vertente, a sentença recorrida anulou o acto de fixação dos rendimentos de IRS dos anos em causa, por avaliação indirecta por ter concluído que os ora Recorridos comprovaram não ter havido nos anos em causa um acréscimo patrimonial o que fez alicerçada essencialmente em dois factos, a saber: o Recorrido desenvolvia a actividade de compra e venda de moeda estrangeira e os valores dos depósitos e das transferências bancárias que foram creditados na conta titulada pelo ora Recorrido, davam, quase de imediato, origem a saídas da referida conta para dar continuidade aquela, razão pela qual tais entradas não configuravam acréscimos patrimoniais passíveis de ser incluídos na categoria G do IRS.