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28 do , pelo que o direito à anulação do negócio jurídico deve ser exercido no prazo de um ano, sob pena de o negócio se convalidar;  5 Tal prazo conta-se a partir da cessação do vício que torna o negócio anulável, momento que coincide, umas vezes, com o conhecimento do vício pelo titular do direito à anulação por exemplo, nos casos de erro e, e outras com a celebração do negócio por exemplo, o negócio celebrado sob coacção);  5 No caso patente nos autos, as rés tiverem conhecimento dos vícios que alegam, confessadamente, quando das diligências que levaram a cabo através dos peritos que nomearam para averiguar as causas do acidente e que determinaram a sua não assunção de responsabilidade;  5 A este propósito a funcionária da ré que tratou do sinistro, .. no seu depoimento prestado em Tribunal confessou expressamente esse facto, sendo certo, para além do mais, a comunicação através da qual a ré recusa indemnizar a autora tem a data de 2Ju2004 de onde deriva que o prazo que as rés dispunham  para arguir a nulidade dos contratos de seguros há muito já havia expirado, pois que, na melhor das hipóteses, apenas o fizeram da Contestação apresentada em Juízo no dia 0Abr.2008;  5 Depreende-se do depoimento da referida funcionária da ré, sem qualquer margem para dúvidas, que a mesma ré teve conhecimento dos vícios relativamente aos quais pretendeu depois na contestação) alegar a anulabilidade da apólice imediatamente após o incêndio quando os peritos começaram o seu trabalho e a ter contacto com as pessoas, ou seja, quando a ré se recusou indemnizar a autora comunicação de 2JuI.2004) já tinha conhecimento de todos os vícios e alegadas inexactidões das declarações da segurada;  5 Não sendo também de descorar matéria provada ínsita no n. 38 do douta Sentença, quando refere, a propósito da autora não ter implementado nas suas instalações fabris o sistema de prevenção contra incêndios ...), que esse facto só veio ao conhecimento da ré .. aquando da investigação do incêndio ...), o que aconteceu até ao relatório da O... e, no máximo do Relatório da J... que foi concluído em 2005, ou seja, pelo menos 3 anos antes da ré alegar a nulidade dos contratos de seguros da sua, aliás e apesar de tudo, douta contestação;  5 Razões pelas quais, se sustenta que vício de anulabilidade se convalidou e não podia, no tempo em que o foi, ser declarado;  5 Violou, assim, a douta Sentença proferida pelo Tribunal a quo o disposto no artigo 429 e segs do Código Comercial, o art.