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Assim, cremos que nenhuma nulidade foi praticada que agora devesse ser sanada, já que o tribunal não tinha de tomar em conta a impugnação apresentada nos autos principais à Lista provisória de credores junta com o relatório a que alude o artigo 15, do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, já que o credor caso pretendesse que a sua impugnação fosse novamente apreciada e decidida tinha de apresentar neste apenso de reclamação de créditos e no prazo que a lei de confere para o efeito, impugnação às Listas a que se refere o artigo 12, do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, o que não sucedeu já que nenhuma impugnação foi apresentada no prazo legal, como resulta inequívoco da tramitação deste apenso.”Questões a decidirTendo em conta o objecto do recurso delimitado pela Recorrente nas suas conclusões- art.