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Vejamos quanto à questão relacionada com o momento em que o acréscimo patrimonial se verificou, nomeadamente com o momento das prestações suplementares que ocorreram em 2013 e 2014, como se salienta na sentença recorrida, ou se em 2015, como defende a Recorrente Fazenda Pública conclusões A. a E.)  Nesta parte a sentença recorrida refere o seguinte: "Pois, dúvidas não há de que as transferências de valores monetários da H..... para o Recorrente tiveram lugar entre 102013 e 202014, perfazendo o total de € 38250,00, e de que a sua aplicação pelo Recorrente, na realização de prestações suplementares naO....., teve lugar entre 312013 e 21201 	E, a não serem, pelas circunstâncias elencadas no RIT, referenciadas na oposição apresentada a este Recurso pela Autoridade Tributária e Aduaneira, desde o início, as referidas prestações suplementares suscetíveis de serem justificadas quanto à proveniência dos valores monetários que permitiu ao Recorrente realizá-las - pelos meios de pagamento que demonstram as transferências de valores em 2013 e 2014, contrato de mútuo de 102013 e registos contabilísticos atinentes ao mesmo mútuo, na sociedade H....., em 2013 e 2014 - o acréscimo de património do Recorrente, traduzido pela realização de prestações suplementares no valor de € 38250,00, não deixou por isso de se ter verificado nos anos de 2013 e 201”  Ora, tal como alega a Recorrente Fazenda Pública cf.