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Para fundamentar a sua pretensão, alega, em síntese que: no âmbito da sua atividade de conservação de elevadores celebrou com o Réu, em 102001, o denominado "Contrato O ...) Controlo OC”, através do qual se obrigava a conservar sem inclusão de peças) os elevadores instalados no prédio daquele, durante 6 anos, com início em 002000 e termo em 302006, mediante o pagamento do valor inicial mensal de € 79,37 acrescido, atualizável, sendo, na data de Julho de 2012, no montante de € 177,66 IVA incluído); para evitar a renovação do contrato por mais seis anos, o Réu estava obrigado a comunicar a respetiva denúncia à Autora, mediante correio registado, com a antecedência mínima de 90 dias sobre a data de aniversário do contrato – ou seja, até 002012, 90 dias antes de 002012 data de início da 2 renovação); sucede que por mail datado de 102012, o Réu denunciou o contrato para o termo da 1 renovação então em curso – alegando descontentamento por parte dos condóminos na assistência técnica, o incumprimento das cláusulas 1 e 2 do contrato, o facto do valor da manutenção ser cada vez mais elevado tendo obtido ofertas mais, e, por a Autora cobrar taxas de acompanhamento de inspeções, que estão fora do âmbito do contrato, faturadas em 2010, reclamadas em 112010 e que nunca lhe foram creditadas – não respeitando, assim, o prazo de 90 dias acordado para efeitos de denúncia; também não tinha justa causa para rescindir o contrato firmado com a Autora, pois que, não sendo os condóminos destinatários do cumprimento das obrigações das cláusulas invocadas, mas sim a sua Administração externa, não podem ter reflexo nas suas utilizações diárias dos elevadores; caso a Autora viesse incumprindo o contrato, o Réu jamais colocaria a hipótese de continuar a receber os seus serviços por mais três meses e a pagá-los, como fez, até Junho 2012; por último, quanto às taxas de acompanhamento das inspeções não previstas no, a Autora, face aos milhares de euros em custos com as inspeções à sua carteira que tem vindo a acumular, teve de passar a faturá-las; em face da atitude injustificada do Réu, a Autora faturou a sanção contratual prevista na cláusula , acautelando os investimentos materiais e humanos feitos para satisfazer o contrato firmado expetativamente por mais 5 anos e meio; ao recebê-la, o Réu, através da sua Administração externa, manteve a posição firmada no mail datado de 102012, acrescentando novos argumentos, tais como "a falta de confiança comercial”, "a alternação na manutenção mensal”, "a insatisfação com o tempo de resposta da Autora aos pedidos de intervenção”, "a qualidade do serviço”, e "o desinteresse em responderem à correspondência enviada”; o Réu deixou por pagar não só a referida sanção contratual, no montante de € 1791,61, vencido em 002012, como uma nota de juros posterior, no valor de € 322,34, vencida em 202012, cujos montantes a Autora reclama nos autos, acrescidos dos respetivos juros.