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Realmente, tendo em conta a irrelevância, em momento oportuno, afirmada quanto aos factos genéricos considerados não escritos, a respetiva conduta, quer por referência aos escassos atos concretos identificados, quer pelo universo muito restrito dos adquirentes resumindo-se, no fundo, a pessoa, sendo certo que não lhe foi apreendido estupefaciente, consente a subsunção ao tipo privilegiado do artigo 2, n. 1 do n. 15/93, de 201, posto que para tanto apenas pontifica a ilicitude, cuja considerável diminuição é possível afirmar, fazendo, assim, funcionar a válvula de segurança do sistema, concebida por forma a evitar que situações – de acordo com os factos, para o efeito, atendíveis – de menor gravidade não sejam tratadas com penas desproporcionadas.