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...);   ...);   ...); ...) DA IMPUGNAÇÃO DA MATÉRIA DE FACTO  F. Nunca se poderia aceitar a redacção dada ao Facto 23 dado como provado: "O banco da Autora recusou celebrar a escritura de compra e venda no dia agendado, devido às divergências na documentação pessoal da Ré que detectou.”; G. Conforme o Digníssimo Tribunal a quo acaba por indicar vide página 15 da Sentença) a Testemunha SF, trabalhadora do Banco ____, no balcão de ____, "explicou que a escritura a celebrar no balcão do banco seria através da plataforma legal e que esta plataforma não aceitou a documentação enviada pela Ré”; H. Resultando do depoimento daquela, ao minuto 037 e que se transcreve parcialmente: "Essa documentação é enviada para um departamento que é o Departamento que trata das Escrituras, nós ali não analisamos nada no Balcão”; ao minuto 030 "é feita pela Plataforma Legal, neste momento”;  Também a Testemunha DF, também trabalhadora do Banco ____, no balcão de ____, no seu Depoimento, afirma ao minuto 035 ") mesmo a nível da plataforma, quem elabora as minutas e quem escritura” e ao minuto 114 "é a Entidade que se responsabiliza pela documentação”; J. E conforme resulta do email de 13/12/2017, já junto aos Autos; K. Conclui-se desde logo que não foi a Entidade Bancária que disponibilizou o Crédito à Habitação à Autora, aqui Recorrida, que recusou celebrar a escritura.