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A  instância, tendo por base os factos enunciados em  supra, com exceção dos seus pontos 4 e 7, os quais passaram a integrar o elenco dos «Factos não provados», concluiu pela total procedência do pedido de condenação da ré a pagar a retribuição/remuneração acordada entre a autora e a ré no dito contrato de mediação imobiliária, conforme enunciada no ponto 8 dos factos provados, no valor de €300,00, acrescido do respetivo IVA à taxa legal, o que corresponde ao valor global de €749,0 Para o efeito entendeu, no essencial, que além de se ter provado toda uma panóplia de meios de divulgação, a autora logrou provar que em 13 de julho de 2016 conseguiu obter um casal interessado e que com eles concretizou visita ao imóvel e que, na sequência de tal visita, este casal veio a fazer uma proposta, entregando à autora um cheque caução.