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161 do CPTA, interpretou-a no sentido de que a "última notificação” aí referida era a notificação da sentença cuja extensão de efeitos se pretendia; b) Condescendeu, no entanto – face ao alegado pela ora recorrente, nomeadamente na sua reclamação para a conferência que o antecedeu –, que, a entender-se que se tratava mesmo da última notificação ocorrida no processo, também teria de ser julgado intempestivo o requerimento em causa nos autos, já que a última notificação nestes ocorrida datava de 002006; ) Verifica-se porém que, nesta data, não ocorreu a notificação indicada no acórdão, mas tão só a elaboração da peça processual a ser notificada, efetivando-se a notificação em data necessariamente posterior; ) Não constando dos autos a data em que essa notificação se efetivou e estando em causa um lapso de tempo de onze dias na aplicação de um prazo de um ano, não se pode considerar intempestivo o requerimento, havendo ainda que ter em conta o princípio pro actione plasmado no art.