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Não estando em causa que o veículo apresentou um vício que impedia a realização do fim a que o mesmo se destinava, a procedência do peticionado pela Autora dependia da prova - que a onerava, enquanto factualidade constitutiva do direito que suportava o pedido art 342, n 1, do -, da anterioridade do defeito em relação à concretização do contrato e à entrega do veículo, dependência esta que já não ocorreria, como adiante se explicitará, caso se provasse, como foi alegado na petição, que entre os contraentes fora acordada uma garantia de bom funcionamento - art 921 do, ou caso a compra e venda em causa não estivesse excluída do âmbito do regime jurídico da venda de bens de consumo previsto no 67/2003, de 8/4, com a alteração do 84/2008, de 21/5, porquanto não é de ter a empresa Autora 0como "consumidor”, na definição do art 1-B,, daquele diploma crf.