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Por outro lado, ainda em relação à questão de ter sido dado como provado que o A. não consegue subir e descer de um empilhador, quando os peritos médicos concluíram que o A. consegue fazê-lo, mas com dificuldade, entendemos que bem andou o Tribunal "a quo” ao concluir que a dependência de terceira pessoa para auxiliar o A. na realização de certos actos quotidianos, atesta bem a perda da sua autonomia funcional, enquanto o uso permanente de ajudas técnicas como as canadianas tal como é referido no relatório, pela sua própria natureza, impede a movimentação autónoma dos membros superiores e inferiores, o que só por si impediriam a realização das tarefas referidas no ponto 39 dos factos provados e, obviamente, subir e descer do empilhador.