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facto provado 7 e folhas 27 da sentença; aa) É errado o assim decidido porque foi dado como não provado que a cessação da exploração por terceiro tivesse sido determinada pela entrada de água, por qualquer encerramento do restaurante ou por qualquer facto imputável aos réus; facto não provado; bb) Quando a entrada de água imputável aos réus ocorreu, e que o tribunal considerou como impossibilitadora do restaurante funcionar, o contrato de cessão de exploração já tinha sido denunciado; ) Razão pela qual não se pode ficcionar que o autor retiraria aquele rendimento de € 600,00 mensais, para efeito de fixação de valor de indemnização; ) A fixação da indemnização, tal como efectuada pelo tribunal, só seria admissível se o autor tivesse provado o nexo de causalidade entre a cessação da exploração pela E e os factos imputáveis aos réus, ou seja, que aquela exploração tinha terminado por responsabilidade dos réus, o que não sucedeu; ee) É ilegal a decisão do tribunal de fixar o valor de € 600,00 mensais, como aquele que o autor deixou de auferir, com base em contrato de cessão de exploração, cuja respectiva cessação não foi determinada por acto dos réus; ff) O autor – que tinha o ónus da alegação e prova – não provou os prejuízos lucros cessantes necessários para a fixação de indemnização; gg) O autor alegou na petição inicial que o valor dos lucros cessantes – a título de rendimento extraído da exploração do restaurante – a que tinha direito era equivalente ao rendimento bruto auferido nos anos de 2016 e 2017 artigos 46 e 47 da pi, no correspondente montante total de € 6954,28, tendo formulado o respectivo pedido de condenação.