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76 n 1 do CCP não é da consagração da adjudicação como ato estritamente devido, a cuja prática o órgão competente para a decisão de contratar se encontra irredutivelmente vinculado, mas antes da imposição de uma condição à entidade adjudicante tendo por finalidade beneficiar do compromisso unilateral e irrevogável do proponente particular em manter firme a sua proposta”, acrescentando ainda, por outro lado, que no que toca à disciplina contida no artigo 79 n 1 do CCP, se afigura "no mínimo, precipitado querer aí vislumbrar a definição de um numerus clausus de causas de não adjudicação”, defendendo que "só com muita dificuldade se pode interpretar o preceito em questão como correspondendo a uma tipificação exauriente de todas as hipóteses em que, abstratamente, o procedimento administrativo pré-contratual pode culminar com uma decisão negativa de adjudicação”, e propugnando que "o objetivo precípuo que move o Código no seu art.