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Insurge-se a Recorrente quanto ao facto de não poderem ser exigidas as diferenças em relação aos aumentos salariais resultantes da aplicação das convenções colectivas aplicadas ao sector publicadas nos BTE n. 6/2011 e 15/2011, por não terem sido objecto de portaria de extensão, nem lhe poderem ser exigidos os juros moratórios sobre as diferenças retributivas em relação a prazos decorridos antes de seis meses após a entrada em vigor de cada uma das portarias aplicáveis, defendendo ainda não serem exigíveis as diferenças retributivas retroactivas em relação à PE 132/16, publicada no BTE de 11/05 e à PE n. 24 publicada no BTE de 29/06/199  A propósito da aplicabilidade dos instrumentos de regulamentação colectiva aplicáveis à relação laboral estabelecida entre Autora e Ré, se pronunciou o tribunal recorrido, assertivamente e sem necessidade de qualquer reparo.