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Por um lado, porque tal como se considerou no acórdão deste Supremo Tribunal proferido em 12018, revista n 196/16TCGMR.GS1, Relator: António Piçarra), disponível em www.dgsi.pt, "o recebimento de uma só vez do montante indemnizatório não releva atualmente como em tempos não muito recuados já relevou, tendo em conta que a taxa de juro remuneratório dos depósitos pago pelas entidades bancárias é muito reduzido, o que implica, por si só, a elevação do capital necessário para garantir o mesmo nível de rendimento.”; Por outro porque, a situação do Autor, a quem foi atribuída, como acima se deixou dito, uma desvalorização funcional permanente de 34 pontos e uma incapacidade permanente para o seu trabalho habitual, equivale na prática a uma incapacidade total Cfr, neste sentido, o acórdão do STJ de 02/05/2012 proc.