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foi a de transmitirem a propriedade daquela parcela de terreno ocupado pelo R..  Na verdade, embora se tenha considerado, demonstrado que o R. "solicitou ao Autor S. e esposa autorização para ocupar uma faixa de terreno no prédio referido no facto provado número 1 ao longo de toda a confrontação Nascente do seu estádio”, fê-lo com o objectivo de proceder "a ampliação do seu estádio, para aumento do campo de futebol e construção de nova bancada”, ou seja, de ampliar uma obra sua propriedade o estádio), sendo que, sobre essa mesma obra, incluindo a ampliação, pretendia continuar exercer igual direito de propriedade plena, sendo assim evidente a sua vontade de adquirir o terreno, não se vislumbrando como se poderia configurar uma vontade de ocupação definitiva de uma parcela de terreno, para construção de obra própria, sem que para o efeito se pretendesse também adquirir a respectiva propriedade do terreno de implantação da mesma, já que não foi configurada ou sequer alegada a constituição de qualquer outro direito real ou obrigacional que permitisse e justificasse tal ocupação, a qual, como é óbvio, é, em si mesma, inócua com relação à determinação do eventual direito que a justifique, e do qual constitui uma mera decorrência.