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Tal interpretação é a que parece extrair-se do Acórdão da Relação de Coimbra, de 02-03-2010, processo n 143/02TBOBR.C1, embora num caso de crime público, mas em que se julgou que "a não inclusão por do pedido de indemnização pelo dano morte na acção cível processada nos autos crime, não constitui excepção à regra consagrada no art 71 do CPP, pelo que o tribunal carece de competência para o seu conhecimento, devendo o réu ser absolvido da instância.”, bem assim do da Relação de Évora, de 13-03-2008, processo 3204/07-3: "O decurso do prazo para a formulação do pedido cível na acção penal, sem que se verifiquem as excepções que permitem a sua dedução em separado configura uma situação de preclusão do direito respectivo” que, para tal se fundamentou na prevalência do princípio da adesão, na sua razão de ser citando-se aí Figueiredo Dias e Cavaleiro de "tendencialmente absorvente do facto que dá causa às duas acções, em atenção aos efeitos úteis que, do ponto de vista pessoal, se ligam à indemnização ” e que justificam a "unidade formal do processo penal, a conjunção e coordenação da acção penal e da acção ”, enfatizando a não alegação sequer de factos na petição inicial que justificassem tal opção tardia no caso aqui em apreço, invocou-se a da alínea, do n 1, do art 72, obviamente, na organização judiciária actual, desprovida de sentido e conteúdo útil).