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No acórdão recorrido:  A) perante os factos provados, não se pode concluir que a embargada veio a utilizar "asgarantias,avaldadoaumalivrança,deumempréstimoquefoipagonatotalidade,quetransitadeumacontaparaoutra”, ou que "combasenoavalprestadoagiucomabusododireitoportervioladooprincípiodaconfiança,agidoemofensaaosbonscostumeseprocedidodemáfé”, porque não se demonstrou que a conta caucionada "ficoutotalmentesaldadaem2010” e que "oBESsoubeem2010positivamentedarenúnciadoexecutado/embargantedocargodeadministrador,maspermitiuautilizaçãodamesmacontasemlhocomunicar”, B) Não ocorrendo uma válidadesvinculação do avalista administrador que deixou de integrar o Conselho de Administração da sociedade na situação em análise, nem se alegou e demonstrou pacto nesse, seria de aplicar, com as devidas adaptações, jurisprudência uniformizada, decorrente do Acórdão de Uniformização de Jurisprudência n. 4/2013 de 112012 Revista 5903/04TVLSB.LLS1), que fixou a jurisprudência no sentido de que "tendooavalsidoprestadodeformairrestritaeilimitada,nãoéadmissívelasuadenúnciaporpartedoavalista,sóciodeumasociedadeafavordequemaquelefoiprestado,emcontratoemqueamesmaéinteressada,aindaque,entretanto,venhaacederasuaparticipaçãosocialnasociedadeavalizada”.