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191 a 224, e 229 a 254, antes, a expressão encerrada "pelos valores constantes dos mesmos", não consente que se proceda ao seu tratamento e avaliação como divida de valor; - Com efeito, a sentença ao referir " valores constantes dos mesmos", não se refere a uma divida de valor para à aplicação directa do princípio nominalista, sendo que, a correcta interpretação do decidido da sentença consiste na fixação de uma divida de valor no que tange ao valor das obras, e numa obrigação de moeda no que se refere aos materiais e serviços inscritos, único sentido em que pode ser usada a expressão "pelos valores constantes dos mesmos"; - A prova do facto de que o custo de construção de uma habitação que é bem próprio do filho, em propriedade que é igualmente bem própria do filho, não permite a extrapolação de que o pagamento do preço representa sem mais uma qualquer doação; Para que o tribunal pudesse concluir pela existência de doação teria que apurar factos concretos de onde se pudesse retirar o animus donandi, sendo certo que, nos presentes autos, em momento algum tal foi apurado, nem sequer foi alegado por qualquer das partes; E- Por outro lado, o tribunal não pode perder de vista que, no regime matrimonial de comunhão de adquiridos os bens doados constituem bem próprio do cônjuge a quem é feita a doação, não sendo bem comum; Apurando-se que o pai pagou o preço da construção de uma determinada obra em bem próprio do filho, não se afigura possível presumir que tal pagamento integre uma doação conjunta nos termos do Art.