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Inconformada a autora interpôs recurso com as seguintes conclusões:  b) Afigura-se que, salvo devido respeito, a sentença recorrida ao decidir, como decidiu, não fez correta apreciação da prova produzida, nos aspetos que oportunamente se referirão, como não foram corretamente e aplicados os preceitos legais, como infra se demonstrará; ) o Autor-Recorrente intentou contra a Recorrida a presente Acão, na qual, em suma, pede para que esta seja condenada a reconhecer que as ausências dos representados do Autor por motivo de adesão á greve não podem ser consideradas violadores dos critérios anunciados no regulamento de atribuição do "prémio de colaboração, nomeadamente não podem ser consideradas faltas ou violadora do parâmetro presença no trabalho e, no caso de se verificar que o exercício do direito à greve influi negativamente na atribuição do regulamento do prémio temporário de colaboração, deve este regulamento, nessa parte, ser declarado nulo ) g) Com efeito, de forma abreviada, refira-se que entendeu o Tribunal a quo, em suma, que o prémio instituído é muito mais que um prémio de assiduidade e, como tal, "não poderá integrar o conceito de retribuição”, referindo mais à frente que "assume antes a natureza de gratificação ou prémio propriamente dito”, referindo, ainda, que "não consta do regulamento qualquer cláusula que diga que o prémio não será aplicado aos trabalhadores que tenham feito greve ou qualquer outra situação de suspensão do contrato de trabalho” e que "nem sequer ficou provado o imputado entendimento da Ré que a ausência ao trabalho dos representados do Autor por aderir à greve, consubstancia um incumprimento aos critérios para a atribuição do prémio de colaboração, nomeadamente por considerar faltas ao trabalho.