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doutamente suprirão, deve a presente apelação ser dada por provada e julgada procedente e, em consequência, deve:  A decisão relativa à matéria de facto ser alterada nos termos constantes da epígrafe A das presentes alegações, dando-se por não provados os pontos 6 e 7 dos factos provados constantes da sentença recorrida e, ainda, por demonstrado a ponto único da matéria não provada;   Em função da alteração da decisão relativa à matéria de facto, não deve o clausulado "Termos de Uso” em causa nos autos ser considerado contrato de adesão e, por isso, sujeito ao RJCCG, absolvendo-se, a Apelante de todos os pedidos contra si formulados na petição inicial; Ou, sempre que assim não se entenda, deve  Ser julgada procedente a exceção de inutilidade superveniente da lide, nos termos constantes da epígrafe das presentes alegações, e, em conformidade, absolver-se a Apelante dos pedidos contra si formulados;  Ou, sempre que assim não se entenda, deve  Ser declarada a legalidade das cláusulas elencadas na epígrafe E das presentes alegações; E, em todo o caso, deve  Ser revogada a decisão de publicação da condenação, nos termos expostos sob a epígrafe das presentes alegações; Contra-alegou o MP., assim concluindo: 1) No recurso interposto de que ora se responde, vem a ré/recorrente, pugnar pelo seguinte:  Alteração da decisão da matéria de facto dando-se por não provados os pontos 6 e 7 dos factos provados constantes da sentença recorrida e, ainda, por demonstrado o ponto único da matéria não provada;  Em função da alteração da decisão relativa à matéria de facto, não deve o clausulado "Termos de Uso” em causa nos autos ser considerado contrato de adesão e, por isso, sujeito ao RJCCG; Ou, sempre que assim não se entenda, deve  Ser julgada procedente a exceção de inutilidade superveniente da lide, e, em conformidade, absolver-se a Apelante dos pedidos contra si formulados; Ou, sempre que assim não se entenda, deve  Ser declarada a legalidade das cláusulas elencadas na epígrafe E das presentes alegações cláusula 3 e parágrafo  da cláusula;  E, em todo o caso, deve   Ser revogada a decisão de publicação da condenação.2) Começando pelo primeiro argumento/pedido: os factos dado como provados e não provados, foram corretamente julgados, e por conseguinte, não podem ser alterados, conforme pretende a  ré/recorrente; na verdade, e conforme se diz na douta sentença a propósitos dos factos impugnados: "No que se refere à factualidade considerada provada em e e considerada não provada, a mesma resultou da aceitação expressa da R. através de requerimento junto as autos após designação de data para a realização da audiência final.” 3) Relativamente à alegação de que não deve o clausulado "Termos de Uso” em causa nos autos ser considerado contrato de adesão, a mesma já ficou devidamente apreciada na douta sentença recorrida, onde poderá ler-se que: ") não restam igualmente dúvidas de que o clausulado sob a denominação "Termos de Uso”, junto como Documento 11 com a petição inicial, consubstancia um contrato de adesão, sujeito ao Regime Jurídico das Cláusulas Contratuais Gerais, aprovado pelo Decreto-Lei n. 446/85, de 25-10 uma vez que a celebração dos contratos através do site da ré, são aqueles elaborados unilateralmente pela ré, as cláusulas são preestabelecidas e ao consumidor/utilizador cabe apenas aceitar o que lhe é imposto, nos exactos termos em que são apresentados, não lhe sendo atribuído o direito de discutir ou modificar o seu conteúdo.