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Ora, sem embargo, de estas realidades civilísticas serem díspares – propriedade horizontal vs vertical – a verdade é que tal disparidade não colide com o facto de tanto uma como outra se destinarem ao escopo social da cooperativa, preenchendo, deste modo, os pressupostos do benefício fiscal previsto no n. 2 do artigo 1 do EFC, andando, por esta razão bem a sentença recorrida, ao determinar que «...) a isenção concedida à Impugnante por referência ao prédio inscrito na matriz sob o artigo 4240 cessou com a extinção deste mesmo prédio, não sendo por isso, possível equacionar a extinção daquele benefício por força da violação de quaisquer obrigações acessórias, In casu, impunha-se a apreciação dos pressupostos de que depende o reconhecimento do benefício fiscal à luz do artigo 1 n. 2 do EFC e por referência a cada um dos prédios».