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Facto que, por si só é suficiente para demonstrar a existência da limitação temporal; P) E, o facto de o referido prazo poder ser prolongado por um período adicional de três anos não lhe retira a característica da sua temporalidade limitada, porquanto, não só foi fixado um termo inicial, como a respetiva prorrogação sempre também estaria sujeita a prazo e tanto assim é que o contrato veio efetivamente a terminar, no prazo acordado de 5 anos, conforme resulta demonstrado na alínea da factualidade; Q) Acresce ainda que, não assiste ainda razão à Recorrente ao alegar que o contrato seria ‘‘prorrogável por períodos de três anos'’, uma vez que, da letra do contrato, resulta que este apenas seria prorrogável um vez, por um período de três anos;  R) Em face do exposto, dúvidas não restam que a decisão proferida pelo Tribunal a quo não merece qualquer censura, devendo, em consequência, ser a mesma mantida e a Recorrente condenada a devolver o imposto pago, acrescido de juros indemnizatórios.