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As provas em apreço – devidamente mencionadas pelo acórdão do TEDH nos seus n.s 211, 220, 221 e 223 – são as seguintes: )dois pareceres médico-legais juntos aos autos em 08/11/2010 pelo Recorrente no recurso interposto do acórdão de 03/09/2010, cuja junção não foi admitida pelo acórdão da Relação de  de 23/02/2012; ) entrevistas em dos Assistentes BB e e um livro publicado por BB, juntos aos autos com a resposta ao recurso do Ministério Público em 11/01/2011, cuja junção não foi admitida pelo acórdão da Relação de  de 07/11/2011; ) entrevistas em e em suporte de papel do co-Arguido e do Assistente EE, juntas aos autos por requerimento de 01/04/2011, cuja junção não foi admitida pelo acórdão da Relação de  de 07/11/2011; ) entrevistas em suporte de papel e em das testemunhas FF e GG, juntas aos autos por requerimento de 14/11/2011, cuja junção não foi admitida pelo acórdão da Relação de  de 07/11/2011; ) as reinquirições do coarguido , do Assistente EE e das testemunhas FF e GG, requeridas pelo Recorrente nos requerimentos supramencionados de 01/04/2011 e em 14/11/2011, as quais haviam sido igualmente requeridas pelos próprios, cuja tomada de declarações não foi admitida pelo acórdão da Relação de  de 07/11/201 Está assim em causa o acervo probatório que a Relação de  não apreciou, supra identificado na conclusão B. Porém, mesmo que se leia de forma restritiva o acórdão em apreço, circunscrevendo os seus efeitos à reinquirição de e aos documentos atinentes a BB e – itens que foram decisivos para a condenação do Estado Português –, a questão não se altera em substância, uma vez que efectivamente aquilo que diz respeito ao co-Arguido e aos Assistentes BB e constitui a base nuclear do presente pedido de revisão.