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2 Por fim, e como já referido anteriormente, há prova documental junta pelo Requerente/Recorrido da qual não é possível extrair provas de factos, nomeadamente o print de instagram junto sob n. 3, que é claramente insuficiente, porquanto não tem qualquer data, para aferir se a venda é anterior ou posterior ao contrato de compra e venda, nem é visível a placa de matrícula, pelo que não é possível aferir se se trata do mesmo veículo ou não, pelo que se impugna o mesmo; e o Auto de Apreensão do veículo BMW, no âmbito do processo n. 251/24PCBRG pouco informa sobre o processo em si, bem como tal não é alegado no requerimento inicial, não sendo possível conhecer quais as partes no processo, quem é acusado/arguido, qual o veículo em causa, se o houver, nem mesmo qual o possível crime em causa, pelo que, de forma alguma é possível afirmar como é afirmado na decisão que «No caso em concreto, atentos aos factos provados, dúvida não há de que o primeiro requisito se encontra preenchido, havendo possibilidade da existência do crédito, uma vez que está provado que o requerente adquiriu ao  requerido um veículo automóvel do qual veio a ser desapossado no âmbito de um processo criminal em que o  requerido figura, pelo menos, como suspeito» sublinhado.