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Debrucemo-nos agora sobre a nulidade por falta de fundamentação de direito e por omissão de pronúncia da decisão proferida em 11 de fevereiro de 202 A recorrente substancia esta arguição alegando, em síntese, que esta decisão não tem fundamentação de facto, apenas estando juridicamente fundamentada e, além disso, que "não fez qualquer apreciação dos documentos juntos aos autos e que fundamentavam tal pedido, designadamente a troca de correspondência com a credora maioritária, que ainda em 13 de dezembro de 2020 solicitava documentos, para apreciar a sua posição quanto ao Plano”, nem "atendeu ao hiato de tempo em que o legal representante da Devedora se encontrou impossibilitado de encetar negociações com os credores e que ocorreu entre 19-10-2020 e 08-11-2020, o que atrasou todo o processo.” Antes de mais importa não olvidar que, embora com violação do disposto no n 1, do artigo 617 do Código de Processo Civil, em 13 de abril de 2021, o tribunal a quo proferiu despacho com o propósito de suprir as nulidades imputadas à decisão proferida em 11 de fevereiro de 202 De acordo com o disposto no n 2, do artigo 617 do Código de Processo Civil, se o juiz suprir a nulidade ou reformar a sentença, considera-se o despacho proferido como complemento e parte integrante desta, ficando o recurso interposto a ter como objeto a nova decisão.