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Deste modo, face aos pedidos do dinheiro verbalizados pela Autora junto dos Réus, que vieram depois a culminar com a carta que a mesma, através do seu advogado, enviou aos Réus e que foi respondida por estes nos termos que se analisaram, e tendo em conta, pelo meio, a transferência do dinheiro de conta só dos Réus para conta co-titulada por estes e pela Autora, é de concluir – sem prejuízo, em sede de eventuais soluções plausíveis da questão de direito, de eventuais efeitos jurídicos que possam decorrer das aberturas de contas bancárias, titularidade das mesmas e transferências de dinheiro entre elas – que não se mostra feita prova de que a Autora deu aos Réus o dinheiro que veio a ser depositado na conta bancária da CGD com o n3200, só pelos Réus titulada, ou, ainda que tal no limite se queira conceder, que há manifesta dúvida sobre a ocorrência de tal factualidade.