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9 - Foi propositado que a referida disposição legal não tivesse previsto os casos, de acolhimento ou refúgio, ou outras formas de abrigo e protecção, que como as palavras indicam, e sendo a língua portuguesa tão rica, têm sempre subjacentes, uma componente de liberdade de escolha, no pedido de ajuda, de solidariedade, e hospitalidade humana, de alguém que precisa de auxílio, de refúgio, e abrigo, e que a ele resolve apelar temporária e transitoriamente, não porque, no caso das crianças isso seja o melhor para o seu são crescimento, mas apenas por questões de segurança para que esse crescimento não seja prejudicado, e pelo facto de, ainda que pudessem não ser elas próprias vitimas directas, têm, logicamente, de acompanhar o progenitor que tem a sua guarda.