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312 a 314 e Antunes Varela e outros, in, "Manual de Processo Civil”, Coimbra Editora,  Edição, 1985, págs.726 a 72:  ) – os terceiros juridicamente indiferentes, a quem a decisão não produz nenhum prejuízo jurídico, porque não interfere com a existência e validade do seu direito, mas pode afetar a sua consistência prática ou económica, ficando, por isso, abrangidos pela eficácia do caso julgado 13;  ) – os terceiros juridicamente prejudicados, titulares de uma relação jurídica independente e incompatível com a das partes definida pela sentença), os quais não são atingidos pelo caso julgado alheio 14;  ) – os terceiros titulares de uma relação ou posição dependente da definida entre as partes por decisão transitada, a quem se tem reconhecido a eficácia reflexa do caso julgado 15;  ) – os terceiros titulares de relações paralelas à definida pelo caso julgado alheio ou com ela concorrentes, considerando-se, quanto às primeiras, que o caso julgado só se estende às partes e, quanto às segundas que, se a lei não exigir a intervenção de todos os interessados, só lhes aproveita o caso julgado favorável».