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Contudo, também é verdade que esta ré foi pagando valores em dinheiro, no montante total de € 000,00, a título de provisão, entre 26 de Março de 2015 e 19 de Julho de 2016, como resulta do ponto de facto provado 2 Ou seja, e pelo menos relativamente a estes valores, conformou-se em paga-los, mesmo quando ninguém podia suscitar qualquer dúvida de que o autor não estava a patrocinar os réus EC e . Em suma, inexistindo qualquer facto que permita ao Tribunal concluir no sentido de que estes réus aceitaram ou aceitariam dividir os valores de honoráros/despesas com a ré MA, tem de se concluir que a ré pagou estes valores por entender que os mesmos eram por devidos.