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Miguel Teixeira de Sousa, na sua publicação de 26/04/2017 no blog do Instituto Português de Processo Civil, sob o título "AECOPs e compensação”, disponível in https://blogippc.blogspot.com/2017/04/aecops-e-  compensacao.html, defende que, uma vez que as AECOPs são um processo especial, sendo, por isso, reguladas "pelas disposições que lhes são próprias e pelas disposições gerais e comuns” artigo 549, n 1, do Código de Processo, atendendo à admissibilidade da reconvenção regulada no artigo 266 do Código de Processo Civil e a sua inclusão nas disposições gerais e comuns deste diploma, "parece não se suscitar nenhumas dúvidas quanto à sua aplicação às AECOPs.”  Miguel Teixeira de Sousa acrescenta que o regime anexo ao Decreto-Lei n 269/98, de 01 de Setembro, é insuficiente para regular as AECOPs, sendo "indiscutivelmente necessário aplicar, em tudo o que não esteja previsto nesse regime, o que consta do CPC”.