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13 dos autos em suporte físico -, que por ter interessse para a decisão a proferir, para aqui se extrai como segue:imagem que aqui se dá por reproduzida IIIii - DE DIREITO Está em causa a decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu, datada de 29 de Janeiro de 2016, que julgou procedente a Impugnação judicial deduzida pelo Impugnante relativa ao acto de avaliação praticado pelo Serviço de Finanças de Viseu para o prédio urbano sito na freguesia de Abravezes, concelho de Viseu, inscrito na respetiva matriz predial urbana sob o artigo 4657 ficha n. 000115439, oficio n. 578085, e ficha n. 001086063, ofício n. 2310431 na parte em que julgou que padece de erro de cálculo ou se assim se não entender que padece de fundamentação quanto à qualificação das áreas como dependentes, seja por via da diferença de áreas, decorrente da sua mera quantificação, seja por efeito da errada qualificação daquela área das como área bruta dependente, com a consequente anulação da  avaliação do imóvel urbano inscrito na matriz predial da freguesia de Abraveses sob o artigo n. 465 Alega a Recorrente Fazenda Pública, que o que está em causa Cfr.