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É que apesar da decisão de facto se apresentar, no caso, devidamente fundamentada, o tribunal a quo poderá ter incorrido em erro de julgamento da matéria de facto que considerou provada nos referidos pontos 6 e 7 da sentença, decorrente de, designadamente, ter incorrido em infidelidades a propósito dos factos a extrair da prova documental junta aos autos ou daqueles que foram relatados pelas testemunhas em audiência final, nomeadamente, ao nível daquelas que elegeu como credíveis; de ter desvalorizado eventuais contradições ou incoerências em que essas testemunhas incorreram ao longo dos seus depoimentos ou entre elas; destas terem incorrido em eventuais contradições ou incoerências em relação a prova objetiva constante dos autos ou em relação às regras da lógica e da ciência, etc., não consideradas pela 1 Instância e que ponham em causa a credibilidade dessas testemunhas, de modo que a prova produzida não consentia que se concluísse pela prova da matéria considerada provada, mas antes impunha que se concluísse pela não prova da mesma.