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"A maior ou menor dificuldade, a que se aludiu, será – como observa Artur Anselmo de Castro, obra e local citados – «unicamente relevante no plano da apreciação das provas pelo juiz na formação da sua convicção, mais ou menos exigente, consoante os casos», ou – como escreve Manuel Domingues Andrade, obra e local referidos – tornará «aconselhável – directamente ou com as adaptações necessárias ... a máxima iis quae difficilioris sunt probationis leviores probationes admittuntur», considerações que, por se situarem no âmbito do julgamento da matéria de facto, portanto, fora do domínio da interpretação das normas atinentes à repartição do ónus da prova, não podem no recurso de revista assumir qualquer projecção, face ao disposto nos artigos 65, n. 1, 72, n. 1, 72, n. 2 e 72, n 1 e 2, do CPC.” Ora, face à alteração da matéria de facto provada, sobretudo do ponto 31, ficando consagrado que recorrente disponibilizou ao sinistrado equipamento de protecção individual contra o risco de queda, ainda que o mesmo não se tenha assegurado deque o sinistrado usaria tal equipamento, não se pode considerar que tenha sido feita a prova da responsabilidade da recorrente.