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Na sentença, considerou-se, em suma, que face à factualidade apurada, importava concluir, sem que estivesse em causa o direito de propriedade sobre o prédio referido em em favor dos AA., já no que concerne à existência de servidão de passagem de carro pois que quanto à servidão de passagem a pé já se encontrava ela constituída por anterior sentença judicial, constituída por usucapião, a favor do prédio referido em dos AA., e onerando o prédio dos RR., servidão essa exercida através de um caminho com cerca de 3 metros de largura que parte da via pública, seguindo em sentido nascente – poente e desembocando no prédio pertencente a  ...)  – a resposta era negativa, decisivamente porque apenas ficara demonstrada a utilização pontual ou fortuita do caminho pelos AA., acrescendo não ter resultado demonstrado que tal atuação tivesse lugar em circunstâncias que revelassem a convicção dos AA.