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Questões arguidas:  ) a inutilidade/impossibilidade originária da lide ou excepção dilatória inominada à data da propositura da acção o contrato de trabalho já estava existia e estava; ) a falta de interesse em agir estando reconhecido já o contrato de trabalho não há necessidade de tutela; permitir a discussão da antiguidade é susceptivel de gerar uma desigualdade de tratamento com outros trabalhadores que têm de recorrer, por si, à acção comum, com violação do princípio da);  ) o meio processual inadequado estando em causa tão somente a antiguidade a acção de reconhecimento de contrato de trabalho não é idónea, deveria ter sido intentada acção; ) a ilegitimidade/incompetência do autor derivada do facto de o contrato de trabalho já estar celebrado e o autor não poder vir discutir a questão da antiguidade, tratando-se de uma ingerência pública; ) a nulidade do processo por o MP intentar a acção quando o contrato de trabalho já está reconhecido e cumprida a advertência da ACT, sendo, portanto, cometido acto que a lei não prevê)  Realizou-se julgamento e proferiu-se sentença.