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Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, de 212012, proferido no processo n. 01197/12 e Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul, de 112018, proferido no processo 1957/18BELRS, disponíveis em www.dgsi.pt 	Sendo que, embora só a justificação total do montante que permitiu a verificação da "manifestação de fortuna", tenha a virtualidade de afastar a aplicabilidade da determinação indireta dos rendimentos que a permitiram, já assim não é, contudo, no que respeita à fixação do rendimento sujeito a tributação como "incremento patrimonial" em sede de IRS, onde a justificação parcial há-de relevar para a fixação presuntiva do montante do "acréscimo patrimonial não justificado" sujeito a imposto cfr.