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9 da oposição e o facto da Segunda Apelante ter assumido na Oposição, que na data de 04/03/2021 reassumiu a loja;  10- Considerando que o facto da data da instauração é de conhecimento do Tribunal e que o facto de reassunção da loja foi confessado pela Segunda Apelante, e notificada da Oposição a Apelada nada disse, entendem as Apelantes que os mesmos deverão ser dados como factos provados; 11- E nessa sequência deverão ser aditados dois pontos à matéria de facto dada como provada, com a seguinte redação:  Ponto 13: "Os presentes autos deram entrada no dia 01/03/202” - Ponto 14: "Como a Requerente não entregou a loja, a Segunda Requerida, no dia 04/03/2021 reassumiu a posse da loja com fundamento na cláusula 16 do contrato.” 12- Atento o referido no artigo precedente in fine, consideram as Apelantes que a utilidade do presente procedimento cautelar se esvaziou naquela data, 04/03/2021, por via da alegada lesão ter ocorrido nesse dia; 13- Ora, as providências cautelares têm a sua justificação naquele princípio do nosso sistema processual segundo o qual a demora de um processo não deve prejudicar a parte que tem razão ou naquela consideração de que o processo deve dar ao Autor, quando vencedor, a tutela que ele receberia se a decisão fosse proferida no preciso momento da instauração da lide; 14- Conforme assinala Manuel A. Domingues de Andrade, através do mecanismo próprio dos procedimentos cautelares pretendeu "a lei seguir uma linha média entre dois interesses conflituantes: o de uma justiça pronta, mas com o risco de ser precipitada; e o de uma justiça cauta e ponderada, mas com o risco de ser platónica, por chegar a destempo";  15- As providências cautelares são, assim, medidas que visam precisamente impedir que, durante a pendência de qualquer ação declarativa ou executiva, a situação de facto se altere de modo a que a sentença nela proferida, sendo favorável, não perca toda a sua eficácia ou parte dela.