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A APDL nega a mora da credora, mas o que alega não afasta a correcção da argumentação do acórdão arbitral sobre esta matéria, que, mais uma vez pelo seu rigor e completude hermenêuticos, é aquela a que se adere e que aqui se reproduz: "As taxas de utilização pelo uso privativo do domínio público a cargo da concessionária DRC, foram contratualmente divididas em duodécimos, a liquidar até ao dia 8 do mês anterior a que respeitassem, e fixadas nos valores de PTE 600000, 700000 e 800000, respectivamente no segundo, terceiro e quarto anos, sendo, no quinto ano e seguintes, actualizadas anualmente, com referência a 1 de Janeiro de cada ano, por aplicação do coeficiente de actualização das rendas não habitacionais previsto no art.