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e dos factos assentes Doença Profissional de Periartrite Escapulo Humeral Esquerda, pela qual já lhe foi atribuída pensão com início em 22/05/2019, no valor mensal de 15,25 euros; e reconhecimento das doenças profissionais de Periartrite Escapulo Humeral Direito, Epicondilite Esquerda e Direita, Tendosinovites Esquerda e Direita e paralesia Esquerda, sem atribuição de desvalorização para o − das outras alegadas doenças, ou seja, se a autora se encontra afetada de Parasistia direita, Síndrome do Canal Cárpico Esquerdo, Cervicobraquialgias e Síndrome do Nervo Cubital, em resultado da atividade profissional desenvolvida, e/ou se apresenta IPP superior àquela que já lhe foi reconhecida.” E, por último, depois de se ressalvar, mais uma vez, que apenas não se apurou que a autora tnha "qualquer IPP em consequência das doenças profissionais já reconhecidas, nem se fez prova de que sofra das alegadas Parasistia direita, Síndrome do Canal Cárpico Esquerdo, Cervicobraquialgias e Síndrome do Nervo Cubital, em resultado da atividade profissional desenvolvida”, sem dúvidas que o dispositivo da sentença, ao ter-se julgado "em conformidade a presente ação não provada e improcedente e, em consequência, absolvo o Réu INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, P. dos pedidos deduzidos”, terá necessariamente de ser lido em conformidade com a delimitação do objeto da ação que antes se afirmou repare-se que se utiliza mesmo a expressão "em conformidade”), ou seja, de modo algum afetando a situação da Autora que foi objeto de aceitação pelo Réu.