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convicção infra explicitada.A apelação: A recorrente e sua litisconsorte peticionaram que a acção fosse "julgada procedente, por provada, Declarando-se: A) - a nulidade do acto administrativo consubstanciado na decisão tomada pelo Conselho Directivo do Réu na sua reunião de 6 de Maio de 2013, notificada às Autora por carta registada em 27 de Maio de 2013 e por elas recebido no dia imediatamente seguinte, com fundamento na inconstitucionalidade, por violação dos deveres impostos à Administração no artigo 266 da CRP, impondo o respeito pelos princípios considerados fundamentais da prossecução do interesse público, também no seu corolário de dever de boa administração), do respeito pelos direitos e interesses legalmente protegidos dos cidadãos, da legalidade, da igualdade, da proporcionalidade, da justiça, da imparcialidade e da boa fé e no artigo 65 da CRP no qual se estabelece que ao Estado promover, em colaboração com autarquias locais, a construção de habitações económicas e sociais, estimulando a construção privada, com subordinação ao interesse geral, e o acesso à habitação própria ou arrendada e ainda na violação do contido na alínea do artigo 133 do CPA, na medida em que ofende o conteúdo essencial desses direitos fundamentais; Ou caso assim se não entenda, - a anulabilidade do mesmo acto administrativo por violação da lei, consubstanciada na preterição de formalidades legais, na falta de fundamentação e em desvio de poder.