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O recorrente censurou a decisão com base na seguinte alegação:   Que a entrega do remanescente da caução à sociedade T não agravou a situação de insolvência, pois tal entrega consistiu na devolução de um valor em dívida à sociedade Te a devolução de um valor em dívida a um credor, independentemente da categoria de tal credor, não tem por efeito o agravamento da situação de insolvência;   Que à época os valores em dívida a credores existentes foram pagos pela insolvente, nomeadamente a trabalhadores, conforme resulta do ponto n. 24 da matéria provada;   Que a insolvente entendia nada dever ao credor requerente desta insolvência, sendo certo que a sentença que a condenou ao pagamento respectivo de 202018 é ulterior aos factos supra referidos;   Que era certo que a partir de 202018 a insolvente não possuía qualquer bem, nem resulta destes autos que a partir desta data algum activo existisse, o que acabou por resultar que a sentença que a declarou tivesse carácter limitado sem que nenhum credor tivesse peticionado o seu complemento, pelo que impossível seria que a não apresentação voluntária à insolvência a partir da predita data a tivesse criado e/ou agravado.