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Com efeito, esta testemunha confirmou que, nas apontadas circunstâncias, quando se encontravam em missão de patrulha, vislumbrou um veículo automóvel fazendo uma condução irregular, o que lhe despertou a sua atenção, pelo que ordenou que o seu condutor fizesse com o carro patrulha seguimento a tal veículo, sem nunca o ter perdido de vista, precisou; e quando teve condições de segurança deu ordem de paragem ao condutor de tal veículo, tendo o condutor do referido veículo entrado para a zona de estacionamento anexa a um restaurante, tendo aí estacionado; o carro patrulha imobilizou-se junto ao mesmo; quando à identidade do condutor de tal viatura, esta testemunha não hesitou em afirmar que foi o arguido quem era o referido condutor; relatou, por fim, as vicissitudes ocorridas aquando da fiscalização rodoviária, designadamente o arguido começou a alegar que não tinha conduzido, perguntando por que o estavam a fiscalizar, verbalizando depois estar com dores no peito e sentir necessidade de defecar, o que fez no local, tendo a testemunha, perante tal ocorrência, solicitado, via 112, uma ambulância para socorrer e transportar o arguido para o hospital, local onde aquele acabou por realizar o exame de pesquisa quantitativa de álcool no sangue.