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1 junto com a contestação —, quer através da sua contabilista certificada, quer do gerente da sociedade que, no tempo que lhe foi exigido não seria possível reunir toda a informação pretendida, para além de que se estaria a analisar a possibilidade de Recorrida poder aceder a toda a informação pretendida, porquanto verifica-se o justo receio que a sócia as usasse para fins estranhos à sociedade e em prejuízo desta;  ) A Recorrida praticou e evidenciou comportamentos desleais para com a sociedade Recorrente, bem como para com a sociedade HabiY – Construções, Lda., os quais causaram elevados prejuízos a estas sociedades, pois, através da criação e constituição de várias sociedades comerciais como sejam a W – Engenharia &amp; Consultoria, Lda., constituída no ano de 2017, com o objeto social coincidente com o da HabiY e o da R., designadamente Construção Civil, onde a Recorrida tem uma participação social de 95% do capital, sendo a gerente designada e atualmente em funções, ou a ainda a W Construção Civil &amp; Obras Públicas, Lda., constituída no ano de 2020, com o objeto social coincidente com o da HabiY e o da Recorrente designadamente "Construção de Edifícios Residenciais e Não”, onde a Recorrida tem uma participação social de 90% do capital, sendo a gerente designada e atualmente em funções, ou ainda a sociedade K, com sede em ..., Moçambique ou a W Engenharia &amp; Consultoria, Lda., com sede na Rua ..., n. ..,, factos estes que são do conhecimento público e que o tribunal não podia, como o fez, ter ignorado ou subvalorizado;  ) Neste contexto, é por demais evidente que não só a Recorrente não olvidou o pedido de informações formulado pela Recorrida, como teve o cuidado de dar a conhecer a esta a legitimidade inerente à recusa na prestação de tal informação, ao abrigo aliás do que dispõe o artigo 215, n 1, do Código das Sociedades Comerciais, até porque, conforme já tivemos oportunidade de evidenciar, o seu pedido de informações é manifestamente ambíguo, generalizado e pouco ou nada conciso e concreto, sem qualquer especificação dos atos que em concreto relevam para os fins por si pretendidos e, portanto, ao contrário do que é propugnado pela Jurisprudência que versa sobre a matéria, vazio do ponto de vista da sua justificação e/ou necessidade ou melhor dizendo, como referiu o tribunal, sequer possibilita que a informação seja esclarecedora, dado que se não se conhecem os motivos do pedido, também não é possível saber se a informação prestada é ou não apta a dissipar tais motivos.  )