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sessão de 202019 de 14:31:31 a 11:306), e que referiu que esta sofre de perturbação esquizoafectiva, doença com sintomas de esquizofrenia e de bipolaridade como pode ver-se pelo excerto do seu depoimento transcrito no corpo desta alegação); ) A testemunha disse ainda que tinha feito constar no seu relatório a referência ao veículo porque a mulher lho tinha referido em consulta em 2016, não tendo voltado em 2017 a fazer qualquer referência a esse respeito; ix) Mas disse ainda que a mulher do Apelante não foi internada nem alterou a sua mediação por força da situação relatada como pode ver-se pelo excerto do seu depoimento transcrito no corpo desta alegação); x) Nenhuma outra prova documental ou testemunhal sobre esta questão foi feita pelo Apelante, pelo que, como é evidente este não logrou demonstrar o nexo de causalidade entre a situação do veículo e o agravamento da enfermidade de que padece a sua mulher; xi) Ao contrário do que afirma o Apelante, de acordo com o psiquiatra ouvido, em 2017 a sua mulher nenhuma referência fez já à situação relacionada com o veículo e a referência que havia feito em 2016 a ansiedade causada pelo veículo não demonstra qualquer agravamento da doença em causa, sendo antes uma consequência dessa doença; xii) A mulher do Apelante não modificou sequer a medicação que tomava, nem se vê que outros custos possam ter sido originados pela situação verificada com veículo; xiii) Em relação aos alegados efeitos no próprio Apelante, não resultou provado também o nexo de causalidade referido, ficando apenas demonstrado que a situação do veículo o desanimava e entristecia, sendo, de resto, essa situação que resulta dos depoimentos transcritos pelo Apelante, que não evidenciam mais do que preocupação e desânimo; xiv) Cabe salientar, ainda assim, que um dos depoimentos em o Apelante funda a sua impugnação é o da sua filha, testemunha parcial e que depôs de modo pouco objectivo, tirando sobretudo conclusões e fazendo juízos de valor com o escopo de defender a posição da parte que a indicara; xv) Ainda assim essa testemunha admitiu que a situação em questão nunca levou a que o Apelante precisasse sequer de consultar um médico como pode ver-se pelo excerto do seu depoimento transcrito no corpo desta alegação); xvi) A matéria do ponto 15 dos factos dados como não provados não poderia ter sido demonstrada e está, por isso, correcta a decisão de facto tomada sobre esse ponto; xvii) De qualquer forma, a existirem danos na situação psicológica da mulher do Apelante, estes sempre se teriam repercutido na sua esfera jurídica e ela nenhum pedido fez na presente acção; xviii) O Apelante entende que deveria ter sido dada como provada a matéria alegada e que deu origem ao ponto 16 dos factos não provados, mas cabendo-lhe a ele o ónus da prova a respeito de tal matéria, não logrou demonstrá-la; xix) A testemunha Firmino .. referiu no seu depoimento que o Apelante, nos terrenos que detém na zona da Sertã, terá algumas oliveiras, algumas vinhas, alguns pinheiros e talvez sobreiros e disse também que os produtos que dessa exploração provêm são para consumo próprio, sendo o Apelante sozinho que dela trata como pode ver-se pelo excerto do seu depoimento transcrito no corpo desta alegação); xx) A filha do Apelante admitiu que só desde há muito pouco tempo é que o Apelante explora uma horta e que, só a tem porque se reformou e praticamente vive na zona da Sertã e que nem nunca deixou de cuidar dessa horta, nem das outras explorações que nessa zona detém como pode ver-se pelo excerto do seu depoimento transcrito no corpo desta alegação); xxi) Deste modo, nunca tendo havido danos na exploração agrícola, para auto consumo, do Apelante, a qual, nem sequer carecia de ser tratada com regularidade, nunca poderia ter sido dada como provada a matéria alegada por este; xxii) Pretende o Apelante que se deve dar como provado "não ser normal a avaria de três dos quatro injectores" da viatura que adquiriu., mas na petição inicial nada alegou a respeito dessa falta de normalidade e a prova e a decisão de facto apenas poderão incidir sobre os factos que sejam alegados pelas partes; xxiii) Aliás, o conceito de "normalidade" é conclusão que apenas poderia resultar de factos objectivos que a permitissem; xiv) De qualquer modo, o Senhor Perito ouvido sessão de 202019 de 10:18:09 a 10:236) afirmou não ser possível saber qual a causa que havia levado os injectores a avariarcomo pode ver-se pelo excerto do seu depoimento transcrito no corpo desta alegação); xxv) E a testemunha Tatiana .. sessão de 202019 de 10:13:26 a 14:214) a respeito dessa questão afirmou que, não obstante não ter analisado os injectores em causa, a pouca utilização do veículo poderá ter sido a causa de tais avarias como pode ver-se pelo excerto do seu depoimento transcrito no corpo desta alegação); xxvi) O que foi ainda confirmado pela testemunha Tiago .. sessão de 202019 de 10:36:20 a 11:422) como pode ver-se pelo excerto do seu depoimento transcrito no corpo desta alegação); xxvii) Tendo a testemunha Diogo .. sessão de 202019 de 10:49:27 a 14:556) confirmado esse facto e dito ainda que o problema poderia resultar do tipo de combustível usado como pode ver-se pelo excerto do seu depoimento transcrito no corpo desta alegação); xxviii) E, na verdade, o veículo que havia sido adquirido em 2012 em 26 de Outubro de 2017 havia apena feito 2235 kms como decorre do Documento n. 7 junto com a petição inicial, o que dá uma média de cerca de 000 kms por ano; xxix) Curiosamente, aquando da perícia realizada, em 11 de Maio de 2018, já tinha 2278 kms, pelo que, entre Outubro de 2017 e Maio de 2018 fez quase 1000 kms, não havendo notícia de que presentemente tenha apresentado quaisquer outros problemas; xxx) A matéria de conclusão referida pelo Apelante não poderia ser dada como provada, sendo, de resto, irrelevante para a decisão da causa, pois, ainda que algum defeito existisse nos injectores, esse defeito estaria reparado; xxxi) A douta sentença não merece qualquer censura, pois, ainda que a viatura tivesse algum defeito este encontra-se reparado, e tendo o Apelante, ao apresentar o seu veículo para reparação veio a exercer esse direito de forma inequívoca; xxxii) E não pode, agora, depois de reparado o veículo vir, num verdadeiro abuso de direito, exigir a sua substituição; xxxiii) Acresce que, embora não haja uma hierarquia entre eles, os direitos ou faculdades conferidos ao comprador não podem ser exercidos de modo arbitrário à escolha deste, podendo o comprador pode exercer qualquer dos direitos referidos salvo se tal se manifestar impossível ou constituir abuso de direito, pois a escolha deverá ser efectuada de acordo com os ditames da boa fé; xxxiv) E como se diz no Acórdão deste aeritímo.