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52 CP vislumbra-se como regra de conduta aplicável a frequência de certos programas ou actividades que o Tribunal ajuíze de convenientes, podendo-se julgar englobada a prestação de trabalho a favor da comunidade, se bem que não já como pena de substituição mas a título de regra de conduta ou dever a que se mostre subordinada a suspensão da execução da pena de prisão subsidiária, a qual só terá lugar por manifesta e comprovada impossibilidade de pagamento voluntário ou coercivo da pena de multa;  S. Pretende o recorrente justificar a aposta efectuada na sua pessoa em sede de condenação, quando o mesmo Tribunal optou pela aplicação de pena não privativa da liberdade, sendo a presente presunção vertida no douto despacho quase um venire contra factum proprium, pois se não vigorou então a presunção de futuro incumprimento do pagamento e a conversão em prisão subsidiária, não se justifica agora tal presunção assente numa mera previsão de conduta futura com inversão das regras probatórias e em desfavor do arguido;  T. O recorrente atravessa uma fase vital na projecção da sua vida futura, tendo de agarrar de vez a oportunidade ou corre o risco da mesma se perder para sempre, mostrando-se na fase definitiva de assunção de responsabilidades, mostrando-se seriamente empenhado em virar a página face ao cometimento de ilícitos penais, peticionando a /Exas.