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E se manteve no acórdão deste Tribunal Central Administrativo Norte de 102013, no processo n 00802/07 BEVIS:” "Determina o artigo 712 do Código de Processo Civil, sob a epígrafe "Modificabilidade da decisão de facto”, no seu n 1, aplicável por força do disposto no artigo 140 do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, que:  «A decisão do tribunal de 1 instância sobre a matéria de facto pode ser alterada pela Relação: a) Se do processo constarem todos os elementos de prova que serviram de base à decisão sobre os pontos da matéria de facto em causa ou se, tendo ocorrido gravação dos depoimentos prestados, tiver sido impugnada, nos termos do artigo 685 B, a decisão com base neles proferida; b) Se os elementos fornecidos pelo processo impuserem decisão diversa, insuscetível de ser destruída por quaisquer outras provas; )  Na interpretação deste preceito tem sido pacífico o entendimento segundo o qual em sede de recurso jurisdicional o tribunal de recurso, em princípio, só deve alterar a matéria de facto em que assenta a decisão recorrida se, após ter sido reapreciada, for evidente que ela, em termos de razoabilidade, foi mal julgada na instância recorrida neste sentido os acórdãos do Supremo Tribunal Administrativo, de 1105, processo n 394/05, de 112008, processo n 601/07, de 002010, processo n 0161/10 e de 202010, processo n 01010/09; e acórdãos do Tribunal Central Administrativo Norte, de 002010, processo n 00205/03BEPNF, e de 102012, processo n 00849/08BEVIS).