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Indo mais longe, o douto Acórdão fixou uma interpretação restritiva da atribuição do direito de retenção, determinando que tal garantia real apenas é outorgada ao promissário de alienação que seja consumidor, recusando-se tal caução a todos os demais”.64  137 – O citado AUJ n. 4/2014, pensado para os casos em que o administrador da insolvência recusa o cumprimento da promessa e, embora não precisando o que devia entender-se por consumidor, estabeleceu jurisprudência no sentido de "No âmbito da graduação de créditos em insolvência o consumidor promitente-comprador em contrato, ainda que com eficácia meramente obrigacional com traditio, devidamente sinalizado, que não obteve o cumprimento do negócio por parte do administrador da insolvência, goza do direito de retenção nos termos do estatuído no artigo 75, n. 1, alínea do Código Civil”.