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Realizada a audiência de partes, frustrada a conciliação e apresentada contestação a acção prosseguiu seus termos com a prolação de despacho saneador e a realização de audiência de discussão e julgamento, após o que, em 12019, foi proferida sentença que, tendo considerado que o contrato de trabalho cessou não por despedimento ilícito, mas pela declaração de nulidade e inexistir prova da má fé da empregadora, julgou a acção parcialmente procedente, finalizando com o seguinte dispositivo: "Pelo exposto e atentos os considerandos tecidos, julgando-se parcialmente procedentes os pedidos deduzidos pela autora AA, decide-se condenar a ré Freguesia de Peraboa a pagar-lhe: a) O valor de 532,00€ € referente à remuneração referente a 17 dias de trabalho de Novembro de 2017, b) O valor de 426,00€ relativo ao subsídio de férias referente ao ano de 2008 e proporcional do Subsídio de Férias pelo trabalho prestado entre 1/1/2017 e 17/11/2017, no valor de 652,13 € 745,29 € / 12 x 10,5) ) O valor de 659,00€ referente ao subsídio de Natal devido no ano de 2015 e proporcional do Subsídio de Natal referente ao período de 1/1/2017 a 17/11/2017, no valor de 652,13 €. )