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Dado que a divida ao Bank totalizava € 73599,84 € 69599,84 + € 4000,00), o sujeito passivo não justificou o facto do contrato de confissão de dívida ter sido no montante de € 84800,00, mais € 10200,16 acima do valor da dívida ao banco, a que acresce o facto de a parte referente ao empréstimo, €69599,84, estar garantida pelo imóvel da sociedade avaliado em € 84000,0  Como também já foi anteriormente demonstrado, se o contrato de confissão de dívida tivesse como único objetivo uma garantia em como o Lar B. continuava a cumprir o pagamento do empréstimo ao Bank, não se encontra justificação para que, tendo o empréstimo continuado ser pago ao banco, o Sr. R. efetue os pagamentos mensais ao Sr. conforme previsto no referido contrato de confissão de dívida.