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", intentada e tendo por objecto o acto de liquidação de R., referente ao ano de 2007 e no montante total de € 5134,8O recorrente termina as alegações do recurso cfr.fls.84 a 89-verso do processo físico) formulando as seguintes Conclusões: A-A presente impugnação foi interposta contra a liquidação de IRC do ano de 2007, no valor de € 5134,89, que teve por base correções aritméticas, em sede de ação inspetiva, tendo a ação sido julgada procedente, por o Tribunal "a quo” ter entendido que os ns 8 e n9 do então art.4 do CIRC não estavam de acordo com os ditames da jurisprudência comunitária; B-Na realidade, é entendimento da Recorrente que o Tribunal "a quo” não fez uma acertada interpretação das normas legais aplicáveis ao caso sub judice, incorrendo em errado julgamento de direito e violação das normas dos n.s 8 e 9 do art.4 do CIRC, por não se verificar qualquer violação destas normas aos ditames e princípios ínsitos na jurisprudência comunitária;  -Ora, dos presentes autos, verifica-se que a inspeção tributária detetou, através do registo comercial da sociedade que, em 27/03/2007, foi transferida e dividida uma quota correspondente a 50% do capital social da sociedade, da qual era titular a ora recorrida no valor de € 50000,00 para B., NIF:.. e , NIF: .., que ficaram titulares de duas quotas no valor de € 25000,00;  -Tendo resultado como facto provado, na douta sentença ponto , alínea que "Em março de 2007, foi deliberado alterar o contrato da sociedade ora impugnante, sendo que o Sr.  manteve a sua quota de € 50000,00, tendo a outra quota de igual valor sido dividida em duas de valor idêntico, perfazendo, cada uma, o montante de € 25000,00, sendo detentores destas o Sr. B. e o Sr.  e figurando como gerentes o Sr. B e o Sr. E. cfr.