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E, no essencial, alega e requer o seguinte: O projecto de decisão foi fundamentado, quer de direito, quer de facto, não colhendo o argumento de que invocar a alínea do n 1 do artigo 24 da LGT é insuficiente, uma vez que se trata de uma presunção legal de culpa; Por conseguinte, compete ao gerente provar de forma clara e inequívoca de que não foi por sua culpa que o património da sociedade se tornou insuficiente para satisfazer os créditos fiscais; E este não logrou fazê-lo, já que se limitou a tecer considerações genéricas e a imputar a responsabilidade à Administração Fiscal, quando, esta última, enquanto credora simplesmente diligenciou no sentido de tentar ver satisfeitos os seus créditos, através da venda dos activos da sociedade estabelecimento comercial e os veículos de matrícula xx-xx-QI e xx-xx-HX), após o incumprimento prolongado e sistemático da originária devedora; A este propósito, refira-se ainda que na data em que foi vendido o estabelecimento comercial, o prazo de pagamento voluntário de cerca de 95% da quantia exequenda, ora em execução, já tinha decorrido, pelo que tentar passar a ideia de que a insuficiência patrimonial foi motivada pela acção da Administração Fiscal em nada corresponde à realidade dos factos; Aliás, basta analisar o rácio entre o valor atribuído e não contestado aos bens penhorados € 12000,00 — estabelecimento comercial; € 000,00 - veículos) e as dívidas a garantir na ordem dos € 30000,00) — cfr.