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Ora, salvo o devido respeito, não se revela suficientemente fundado o referido pedido de intervenção do Tribunal quando - tendo presente que é a própria Apelante que refere circunstância de os inventariados terem outorgado à cabeça de casal e seu marido procuração por forma a que estes pudessem movimentar as contas -, se alicerça o mesmo, essencialmente: - Na alegação de que a cabeça de casal e seu marido, quando instados a tal, não terem prestado contas relativamente aos valores depositados está provado, no âmbito do incidente de remoção da cabeça de casal, que "Desde o falecimento da inventariada a cabeça de casal e o marido não foram instados a prestar contas.” n; - Na circunstância de uma das contas ter sido cancelada pelo marido da cabeça de casal e por esta, no ano de 2000, mediante entrega de documento subscritos pelos próprios inventariados, sem que por aquele tenha sido explicado o destino dado ao saldo bancário existente à data do cancelamento; - No suscitar da mera suspeita da ora Apelante de que a cabeça de casal e seu marido tenham "percebido” o dinheiro de levantamentos que tenham efectuado dessas contas5 e as referências às "contradições da cabeça de casal e do seu marido”; - No apontar, como escopo das informações e elementos que se pretendiam obter por intermédio do Tribunal, "dilucidar toda e qualquer dúvida acerca da existência de possíveis movimentos bancários de contas dos inventariados por eles efectuados em proveito próprio”; - Na mera suspeita da existência de outras contas bancárias em França, sustentada na alegação de que a própria cabeça de casal só tardiamente soube da conta relativamente à qual indicou o saldo de 417,07€.