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Se assim não fosse seria fácil criar um catálogo de direitos e princípios e inseri-lo em qualquer articulado para que a violação se tivesse por verificada; 1 - Neste sentido se pronunciou Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul de 27 de janeiro de 2005, proferido no Processo n. 05317/01, disponível para consulta in www.dgsi.pt, ao salientar que "o recorrente tem o ónus de alegar os factos integradores dos vícios que invoca, pelo que se se limitar a arguir vícios pelo seu "nomem juris", sem alegação dos factos que os consubstanciam, o Tribunal fica impossibilitado de os conhecer”; 1 - O ato impugnado não tem a virtualidade de ofender o conteúdo essencial do direito fundamental ao trabalho da Recorrente artigos 5 e 5/1 e do princípio fundamental da igualdade artigo 1; 1 - A presente ação administrativa especial devia ter sido proposta no prazo de três meses a contar da notificação à Recorrente do ato artigos 5/2/b) e 5/1, sob pena de caducidade do direito de ação quanto ao mesmo artigo 8/1/; 1 - Ad summam, não há qualquer ofensa chocante e grave de um princípio estruturante do Estado de Direito ou de outro direito fundamental suficientemente densificado na lei ordinária; 1 - Pelo que, estando apenas invocados factos integráveis em ilegalidades com o desvalor jurídico da anulabilidade, a ação não poderia ser deduzida a todo o tempo, mas apenas dentro do prazo de 3 meses, sendo, por isso, extemporânea.