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do 408/89 de 18 de Novembro e do arts 13 e 59 da CRP com o acto praticado pela administração, quando da sua nomeação em 212004, que a colocou em posição remuneratória indevida;  Donde, a Recorrente teria incorrido num vício de violação de lei, anulável;  Porque não impugnado no prazo legal de três meses e a interessada com ele se conformou, tal acto consolidou-se na ordem jurídica como acto administrativo inimpugnável, como caso decidido ou caso resolvido;  Só com novo acto de "autorictas" é que a administração poderia definir nova situação jurídica da autora, nomeadamente a rectificação da sua posição remuneratória e a data de produção dos respectivos efeitos;  A acção administrativa comum não é o meio processual adequado para a interessada reclamar, em Julho de 2013, a alteração da posição remuneratória na categoria de professor coordenador, acto este praticado pela administração em 212004 e de que aquela, então, teve cabal conhecimento;  Esgotado o prazo legal para a interessada obter anulação do acto administrativo praticado, não pode lançar mão da acção administrativa comum para obter através do reconhecimento do direito, o mesmo efeito jurídico;  Deveria a autora, para o efeito, ter instaurado acção administrativa especial, pelo que, não fazendo, incorreu na excepção inominada de impropriedade do meio processual, do que resultaria a absolvição da instância;  Tal vale, também e por identidade de razão, quando o efeito pretendido é o que resultaria da condenação na prática de acto administrativo devido;  Tal excepção é insuprível e determinaria a nulidade do processo, nos termos do disposto no art 38, n 2 do CPTA e arts 199, n 1, e 494 al.