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Não é razoável nem aceitável, à luz das regras da experiência comum e das circunstâncias da sua vida, que a Ré não tinha noção do que estava em causa, tratava-se de uma situação inócua para a apreciação do risco ou a pergunta era demasiado genérica, antes pelo contrário é uma pessoa esclarecida.”  		Da audição do depoimento prestado pela ré retira-se que, quando da resposta ao questionário clínico anexo à proposta de seguro, ela sabendo que tinha uma invalidez superior e que tinha tido outros acidentes, com sequelas nomeadamente ao nível do joelho direito e ombro que lhe determinaram invalidez permanente, apenas indicou o ocorrido em 07/04/2011, bem como ser portadora uma IPP de 14,527%, explicando esta sua atitude omissiva por entender que apenas as referências que deu eram as indicadas e suficientes para efeitos de avaliação da contratualização do seguro que pretendia.