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H – Não constando, pois, como não constam, as pretensões exequendas de reintegração e de pagamento de retribuições da Sentença dada à execução, não restaria outra solução ao Tribunal a quo que não a de concluir – como concluiu – pela sua inexequibilidade, por falta de título, vício este insuprível e determinativo da extinção da execução, nos termos do disposto nos artigos 72, alínea, e 72, n. 2, alínea, ambos do CPC neste sentido, além do Aresto já citado, apontam também o Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 102008, Processo: 1339/04TBCVL-A.C1, Relator Desembargador Virgílio Mateus, e o Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, de 012015, Processo: 221-16TBSCR.L1-8, Relatora Desembargadora Catarina Arêlo Manso, ambos in www.dgsi.pt).