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Em tal caso verificam-se, portanto, os dois pressupostos de que o art 10 da LUsLL faz depender a invocação do preenchimento pelo subscritor em branco e, no balanço dos interesses subjacentes, compreende-se que a tutela penda para o lado deste último, dada a inidoneidade do portador2 Seja como for, mesmo para o entendimento jurisprudencial corrente – que corresponde a jurisprudência firme do Supremo – assente na dicotomia relações imediatas/relações mediatas, ao avalista é também facultada a alegação da excepção do preenchimento abusivo, desde que tenha tido intervenção no pacto de preenchimento: em tal caso, porém, compete-lhe a alegação e a prova do preenchimento abusivo2  Quer dizer: para que se coloque um problema de preenchimento abusivo, é necessário, em boa lógica - à luz da jurisprudência corrente - a existência de um pacto, acordo ou convenção de preenchimento, acordo que o portador do título, ao preenchê-lo, tenha violado ou desrespeitado.