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Ainda no mesmo sentido, veja-se o discurso fundamentador do também já mencionado acórdão do STA, de 26/04/2018, do qual se pode retirar o seguinte: ") in casu, para além da ausência de uma indicação, ainda que sucinta, dos assuntos abordados ou mesmo das questões que foram colocadas em cada entrevista profissional de seleção, também os níveis classificativos de notação quanto às variações de desempenho, pré-fixados e transcritos na ficha-modelo, não permitem encontrar a justificação para a atribuição de classificações numéricas diferenciadas, visto o júri se haver limitado a informar quais as classificações que iria atribuir e os valores que lhes correspondiam sem indicar os critérios diferenciadores de tais notações, de modo a que cada candidato se pudesse considerar como informado, não só das razões pelas quais lhe foi atribuída a concreta notação, mas também, por comparação com a justificação das demais, dos motivos porque não obteve uma qualquer outra classificação numérica, superior ou inferior.”.