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Deve ainda ser dado como provado que: o réu  é co-titular, no então , da conta à ordem solidária n  com a autora B; que essa conta foi aí por ambos aberta no dia 07/06/2010; que no dia 08/06/2010 autora e réu celebraram com esse banco o contrato de gestão de carteiras que consta de fls 560 a 565, e cujo teor é o que daí decorre; que, celebrado em 08/06/2010 aquele contrato de gestão de carteiras, no dia seguinte, 09/06/2010 foi celebrado o contrato de financiamento .. /.., o qual foi visado pelo suporte jurídico do banco no dia 28/06/201   Em consequência, deve ainda ser dado como provado que o referido empréstimo foi contraído no interesse do património comum e que a requerente teve intervenção na sua contratação e a ele deu o seu acordo ou, e pelo menos, dele teve conhecimento e a ele nada expressamente opôs   Deve ser dado como provado que a indemnização referida em foi paga não apenas dada a intervenção do lesado na qualidade de testemunha, mas, e sobretudo, por lhe ter sido solicitado pelo seu Pai, o aqui recorrente, à data ainda casado com a autora, que o incumbiu de tratar de tudo o que se relacionou com esse processo judicial e se obrigou a pagar-lhe tais serviços, no que aquele despendeu 132 horas, e na sequência do que lhe apresentou, despesa no valor de 594,56 €   Deve ser dado como provado ”Que a despesa notarial foi feita no interesse do património comum do casal;”   É ainda matéria de facto que deve ser dada por provada, por se revelar essencial à boa decisão da causa, e decorrer da prova documental junta aos autos, a seguinte matéria de facto: o réu consta, desde 02/01/2003, como pensionista de Velhice do Regime Geral da Segurança Social, na sequência do que aufere uma pensão mensal, processada pelo Centro Nacional de Pensões, sendo o seu valor mensal, à data de 11/05/2012, de 842,79 €  - recurso à matéria de direito   Recorrente e recorrida casaram no dia 30/12/1962, no regime da comunhão geral de bens, tendo este casamento sido dissolvido por sentença de divórcio, proferida no dia 03/03/2011, no processo no 342/17T8AVR, que correu termos no Juízo de Família e Menores de Aveiro, Comarca de Aveiro, e de que este é apenso, transitada em julgado no dia 06/07/201   Este divórcio dissolveu o casamento entre ambos e produziu os efeitos correspondentes à morte de um ou de ambos os cônjuges, uma vez que esta dissolução operou a cessação das relações patrimoniais entre os cônjuges artos 1788 e 1688 do Código.