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Não é despiciente recordar que a Recorrente na sua primeira PI alegou de forma lapidar qual era o seu objetivo, ao afirmar "que a Comissão de Inscrição da ATOC, ora recorrida, sabe bem que os documentos juntos pela recorrente no seu pedido de inscrição são bastantes para a prova do exercício durante três anos, como responsável por contabilidade organizada, pelo que no prazo concedido, ...) para apresentar novos documentos, nada mais tinha a apresentar, como não apresentou, consolidando-se, de forma definitiva, o ato de recusa da sua inscrição, ora impugnado.”  Estava pois simplesmente em causa o triénio de 1993 a 199  Só quando a recorrente se apercebeu que o período de 1993 a 1995 não permitia perfazer 3 anos completos, por este ultimo ano não poder ser contabilizado por inteiro, é que veio, em execução ulterior, a reclamar o trabalho relevante alegadamente desempenhado em 1991 e 199  Em qualquer caso, para o conjunto da prova a atender, para a fixação da convicção, quer pela Entidade Administrativa, quer pelo TAF e pelo TCAN, que a ratificaram, não poderão deixar de ser referenciados os factos provados 9 e 10 constantes da Sentença Recorrida, que transcrevem o "Relatório” da Entidade Administrativa de 212013, que suporta a decisão proferida, e no qual, com relevância para o aqui controvertida, se afirma, nomeadamente,  "A Sra.