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do CPC, ao julgar procedente o pedido da A. e dando erradamente como provados alguns factos e outros como não provados, o que concretiza na conclusão das correspondentes alegações, aludindo ainda à alegada contradição do Tribunal a quo na aquisição e decisão probatórias, designadamente a propósito dos factos 4, 5 e 7 da matéria de facto provada - conclusão das correspondentes alegações -, afirmando não se compreender o percurso lógico que permitiu ao tribunal dar tal matéria como provada, mais sustentando tal vício a propósito dos factos 15 e 16 da matéria provada, e concluindo ser inalcançável o processo lógico que o Tribunal a quo utiliza para afirmar que, perante a prova produzida, existiu angariação de clientes por parte da A. e que a intervenção desta no processo negocial teve como efeito a conclusão do negócio - conclusão das alegações.