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- Condenou a R. a pagar à A., a quantia ilíquida correspondente às despesas que a A. tenha com medicamentos medicação analgésica e anti-inflamatória) e com tratamentos de fisioterapia 15/20 quinze/vinte) sessões, duas vezes por ano incluindo hidroterapia e e as inerentes deslocações; e - Absolveu a R. do demais peticionado.- Objecto do recurso  A Ré não se conformando com o teor dessa decisão veio recorrer, concluindo nos seguintes termos: 1) – Devidamente sopesada e valorada a prova produzida nos autos, devem ser modificadas as respostas à factualidade vertida nos ns 7, 8, 77, 78 e 82 dos factos provados, por forma a: a) – considerar-se provado que: - a A., parecendo-lhe que tal veículo circulava depressa, com receio do mesmo, não continuou a travessia da via e parou sensivelmente a meio da faixa de rodagem contrária ao sentido de marcha do TA; - quando se encontrava parada, em frente à Loja da Y, virada para poente, dentro da faixa da esquerda atento o sentido de marcha do veículo), em zona próxima do meio de tal faixa, a fim de deixar passar o veículo, o condutor deste, já perto de se cruzar com a A., accionou os meios de travagem, o que provocou o bloqueio das rodas do BA e, consequentemente, perdeu o controlo do mesmo, que se dirigiu para a esquerda e invadiu a faixa de rodagem da esquerda, e, em contramão, foi na direção da A., atingindo-a, nessa faixa de rodagem da esquerda; - a A. não realizou, até fins de Maio de 2021, turnos na VMER, como antes do acidente fazia, por ter dificuldade em ajoelhar-se junto a vítimas para prestar suporte avançado de vida, de se movimentar com a destreza necessária, por ter dificuldade em correr e em conduzir; e - foi atestado a 03/04/2018 por parte do médico do trabalho, R., que "Pela sequela apresentada por acidente 112016, não está apta exercer funções na VMER Urgência”.