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Alega, em síntese, para fundamentar o seu pedido, que a R. culposamente, em razão de não ter actuado com a diligência que lhe era exigível e de que era capaz, não cumpriu as obrigações contratuais que para si resultaram de contrato de cheque que celebrou com a A., designadamente os deveres de verificar cuidadosamente a regularidade dos cheques que lhe eram apresentados a pagamento por E, bem como o de informar a A., enquanto cliente/sacadora, sobre o destino e tratamento dos cheques, especialmente sobre a pessoa da apresentante, permitindo e operando o pagamento de cheques falsificados e/ou viciados a E por esta falsificados e/ou, com o que lhe causou um prejuízo de €6583,8  Regularmente citada a R. Caixa, S.A. apresentou contestação, na qual, excepciona o cumprimento da obrigação por pessoa diferente da R., designadamente por E, que mediante transacção obtida no excerto cível que correu termos no âmbito do procedimento criminal que contra aquela foi movido, comprometeu-se a pagar à A. os prejuízos decorrentes da sua conduta, pelo que tal pagamento, a ter ocorrido, exime a R. da obrigação de pagamento da indemnização peticionada destinada ao ressarcimento dos danos alegadamente sofridos pela demandante; invoca ainda a culpa do lesado na produção dos danos, pelo que, a considerar-se a existência de incumprimento contratual por parte da R., a indemnização deverá ser excluída, ou, quanto muito, substancialmente limitada.