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Em suma, para que o princípio da igualdade não seja postergado, ou o pagamento do crédito da G relativo ao crédito pelo qual se habilitou – o do requerente da insolvência, garantido pelo direito de retenção decorrente do não pagamento das obras efetuadas nas verbas 1 a 27 e na FRAÇÃO U -, se faz pelo produto da venda das frações sobre as quais tem prioridade sem outro crédito em paridade – o que sucede nas verbas 1 a 3 e 5 a 27 – e, quanto ao produto da FRAÇÃO U, este é todo deduzido de parte das dívidas da entregue aos recorrentes como assim ocorrerá quanto à verba 4, face à igualdade da situação), ou se apura uma percentagem do mesmo crédito da G por cada uma das verbas em que está nas mesmas condições – verbas 1 a 27 e o produto da FRAÇÃO U.