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2 -- Entendeu o Tribunal Colectivo nos seus doutos despachos, respectivamente, que só as declarações em cujos despachos se autorizou a sua leitura haviam sido prestadas perante o Ministério Público, o que foi feito, tendo indeferido a leitura das demais declarações supra identificadas, em virtude de "estas não terem sido prestadas perante o Ministério Público, não obstante as ter confirmado de forma livre e esclarecida o seu teor” e, bem assim, ter entendido, "que depois dessa confirmação, o Ministério Público deveria transcrever o que a testemunha aí dissera” e, por outro, ") que não haviam sido prestadas quaisquer declarações perante o Ministério Público, tão só a confirmado o que foi dito perante órgão de polícia criminal, o que, a nosso ver, não constituem declarações com o sentido que o preceito lhe atribui.” 3 -- Ao permitir que as declarações prestadas nos termos do disposto nos artigos 1, al.