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Aliás, os argumentos usados pelo Recorrente são de enorme fragilidade:  - dizer que Estado não pode usucapir porque não é admissível pensar que o Estado possa ser possuidor de má fé, não só é excessivo porque o mais que poderia dizer ou fazer era uma restrição a que, então, poderia haver aquisição por usucapião, mas apenas de boa fé), como não se vislumbra qualquer problema se tal ocorresse tal como sucede com a litigância de má fé, porque o Estado pode perfeitamente ser condenado como, como, por fim, é querer fazer relevar um requisito – a má fé da – que não é essencial, nem definidor da usucapião a boa fé e o justo título não são "elementos de usucapião, mas apenas aparências de legitimidade que aconselham a redução ou o encurtamento do tempo para a investidura formal da posse”34, relevando apenas os caracteres da posse titulada, de boa ou má fé, etc.)