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Citando ilustre professor, segundo o qual as situações de recusa lícita da informação não impedem o funcionamento do instituto do abuso de direito, nem a consideração de casos de impossibilidade, inutilidade ou de conflito de deveres, enfatizou que o requerente pede agora informação relativa a seis exercícios, um deles de há mais de 9 anos, não respondeu ao pedido de que fossem concretizados os crimes imputados, deixou passar mais de 2 anos sobre a sua carta de 26-11-2014, só voltou a pedir a informação em Janeiro de 2017 depois de ter perdido todas as acções, não aceitou a sugestão de proceder ao exame em assembleia geral, nem o argumento de que as suas exigências apenas perturbam e causam prejuízos à ré, apesar de as contas relativas aos seis exercícios estarem aprovadas e de terem improcedido as acções com que pretendeu impugnar as respectivas deliberações, nunca conseguindo apontar concretamente um único crime ou irregularidade grave, abusando, enquanto accionista minoritário, em deslealdade, do seu poder de informação na expressão de outros autores citados como defensores de tal hipótese).