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Esse mesmo sentido, acrescente-se, é também o que ressalta para nós em termos lógicos, integrando como se disse os elemento sistemático – que compreende a consideração das demais disposições que integram o quadro legislativo em que se insere a norma e, ainda, as disposições que regulem situações paralelas unidade do sistema jurídico) –, racional ou teleológico – a ratio legis, ou seja, o fim pretendido com a elaboração da norma, a sua razão de ser –, pois que se adequa quer ao que se referiu anteriormente sobre a aquisição e vencimento do direito, quer ainda, em termos expressos, nas demais normas legais referentes ao direito a férias, em particular a que estabelece o regime aplicável aos casos de cessação do contrato, constante de norma própria – reaparece-se que o artigo 24, em que se inclui o regime que se analisa, trata da «Marcação do período de férias», portanto férias já vencidas, sendo que a norma referente aos efeitos da cessação do contrato apenas foi incluída, em termos de sistematização do Código, mais tarde, sem que nesta se faça qualquer ressalva, que nesse caso se imporia, quanto à possibilidade de aplicação do regime estabelecida no n. 5 do artigo 24 –, sendo que, vista a redação do artigo 24 do CT, nesse se assinalando sem dúvidas a diferença de tratamento e regimes, se constata que as férias vencidas e não gozadas constam da alínea e os proporcionais ao tempo de serviço prestado no ano da cessação constam da alínea, que de resto, mesmo para efeitos de antiguidade, como resulta do n. 3 do preceito, têm também tratamento diverso, pois que só o período das primeiras é considerado para efeitos de antiguidade.