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Se há pedras na pista, já não parece que o ónus se deva limitar à vigilância para detectar a sua presença e, com isso, garantir as condições de segurança da circulação; na medida em que possa subsistir dúvida, deverá provar que aquela situação é de atribuir a facto de terceiro, não tendo nomeadamente as pedras caído duma barreira, pois, nessa medida, já o facto entrará na sua esfera de responsabilidade.”7 Na esteira deste Aresto, que vimos seguindo, refere-se no Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de 05/11/2012, Processo n. 89/11TBVPA.P1, disponível no respectivo sítio da dgsi que "se a fonte de perigo tem alguma conexão com a actuação da entidade exploradora, esse ónus implicará a prova de que a fonte de perigo é devida a terceiro e que a mesma foi provocada em termos tais que mesmo com uma adequada vigilância não poderia ter sido detectada pela entidade exploradora.