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Foi realizada audiência de julgamento, decidindo-se nos seguintes termos:  "Pelo exposto, julgo a ação e o pedido reconvencional parcialmente procedentes e, consequentemente:  a) Declaro que a ré é devedora à autora da quantia de 810,24€, a título de férias e subsídio de férias não vencidas e proporcionais de férias e subsídio de férias e de Natal; b) Declaro que a autora/reconvinda é devedora à ré/reconvinte da quantia de 114€ a título da indemnização a que alude o artigo 39 do Trabalho; ) Declaro compensado no valor referido em o crédito referido em; ) Condeno a ré a pagar à autora o remanescente da operada compensação, ou seja, 696,24€, a que acrescem juros de mora vencidos e vincendos à taxa legal, a contar da data da citação até efetivo e integral pagamento artigo 55, 80, 80 e 80 do Código; e) Condeno a ré a pagar à autora a retribuição correspondente ao número mínimo anual de horas de formação que não lhe foi proporcionado nos 3 anos anteriores a 15/05/2017, no valor que vier a ser apurado, acrescido de juros de mora vencidos e vincendos à taxa legal, a contar da data da citação até efetivo e integral pagamento artigo 55, 80, 80 e 80 do Código; e f) no mais, absolvo a ré e a autora/reconvinda dos pedidos contra cada um formulados”  Inconformada a autora interpôs recurso apresentando em extensas conclusões as seguintes questões:   Vem a presente apelação interposta de sentença proferida em primeira instância pelo Juízo do Trabalho de Vila Nova de Famalicão, na parte em que não julgou provada a justa causa da resolução do contrato e, em consequência, condenou a Apelante a pagar à Apelada 114,00€, a título da indemnização a que alude o artigo 39 CT, com a consequente compensação dos respetivos créditos reconhecidos na sentença.