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Concluiu assim a contestação/reconvenção: «) a) Seja a ação julgada improcedente, por não provada, e consequentemente, absolvendo-se a Ré do pedido; b) Seja validada a resolução do contrato de empreitada efetuada novamente pela Ré por carta datada de 16 de novembro de 2018; ) Seja julgado procedente, por provado, o pedido reconvencional referente a danos patrimoniais e não patrimoniais sofridos pela Ré/reconvinte) e a reconvinda condenada a pagar à reconvinte o montante de €2500,46 vinte e quatro e quinhentos euros e quarenta e seis cêntimos) acrescido de juros de mora vencidos e vincendos, até efetivo e integral pagamento, resultante da compensação de créditos; ) Seja a Autora condenada como litigante de má-fé, nos termos do artigo 54 do CPC; e) Seja a Autora condenada nas custas e procuradoria.»  A reconvinda apresentou réplica impugnando os factos descrito na reconvenção, concluindo pela sua improcedência e consequente absolvição do pedido, e defendeu a improcedência do pedido de condenação por litigância de má fé.