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291 e 892 do  Entende assim a Recorrente, como a Douta sentença confirma, que "esta resolução opera apenas nas relações entre a Recorrente e a 1 Ré, que dele adquiriu, não sendo confundível com a eventual oponibilidade da mesma a terceiros transmissários, ou seja, o negócio posterior que seria ineficaz em relação à massa insolvente, contudo, em face da não prova da má fé dos 2 e 3 réus, é tal resolução inoponível aos mesmos, nos termos do já citado art 124, do CIRE, regime específico no âmbito da insolvência e em especial no regime da resolução em beneficio da massa insolvente, sem prejuízo da responsabilidade inerente ao acto praticado pela 1 ré.” Ou seja, erradamente considerou o Douto Acordão, para espanto da Recorrente, que "o terceiro que recebe direitos após o acto resolutivo, esteja de boa ou má fé, não goza da oponibilidade a que alude o n 1 do art.