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3 Lei 100/9 E não colhe o argumento dos recorrentes de que "não constam dos factos considerados provados, designadamente que quantias foram consideradas provadas como pagas pela A. aos beneficiários legais e que permita a condenação dos RR.”, pois basta ler o n. 35 dos factos provados para constatar essa factologia, em particular que a "Autora procedeu aos pagamentos aos beneficiários, desde 25/2/2011, e até 1/12/2015, das quantias de € 867,74 e de despesas diversas; 7009,36 € de pensões e 448,00 € de subsídios; e desde 1/12/2015 e até 14/6/2017 a A. pagou aos beneficiários do falecido, a título de pensões, a quantia de 1202,41€, sendo que 702,41 € correspondem às atualizações legais”, sendo que estes pagamentos decorrem da sua condenação no citado processo de Acidentes de Trabalho  factos 33 e. 	Concluindo, a decisão recorrida não merece censura, devendo ser confirmada.