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Fundamentou esta pretensão executiva no facto de, no exercício da sua actividade de crédito agrícola em favor dos seus associados e dos demais actos inerentes à actividade bancária, ter, por contrato de mútuo, concedido aos executados, em 28 de Outubro de 2011, pelo prazo de 10 anos, com início daquela data, um crédito no montante de € 13200,00, à taxa que é actualmente de 4,898%, a que é aplicável, em caso de mora, a sobretaxa de 4%, do qual os executados se confessaram devedores e se obrigaram a pagar em 120 prestações mensais, crescentes e sucessivas, de capital e juros, e de os executados terem, em 28 de Junho de 2012, deixado de pagas as prestações, pelo que se venceu todo o empréstimo, sendo devedores da quantia de € 14897,3 A exequente apresentou, com o requerimento executivo, um documento, epigrafado Contrato de Mútuo com Livrança, datado de 28 de Outubro de 2011, assinado pelos executados, assinatura que foi reconhecida, por ter sido feita da sua presença, pelo Sr. Advogado, Dr. ... Por despacho de 6 de Janeiro de 2015, o Sr. Juiz de Direito da secção de execução da Instância Central de Execução da Comarca de Viseu, com fundamento em que actualmente, contrariamente ao estabelecido no regime pretérito, e., anterior à Lei n 41/2013, de 26 de Junho, nenhum dos documentos apresentados pode valer como título executivo, entende-se que o documento apresentado não se subsume a nenhuma das espécies previstas no art 703 do CPC, indeferiu liminarmente o requerimento executivo apresentado, nos termos do disposto no art 726, n 2, do CPC, por ser manifesta a falta de título.