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In casu, o julgamento sobre a matéria de facto compreendeu como meios de prova as provas documentais juntas aos autos, as declarações de parte do autor e os depoimentos das testemunhas Jorge Miguel Marques Sousa, Carlos Ferreira da Graça e Jorge Pessoa, todos eles funcionários do Banco BPN à data da aquisição, pelos autores, do produto financeiro em causa nos autos, tendo a primeira das testemunhas supra referidas sido o funcionário do Banco recorrente quem interagiu profissionalmente com o autor-marido no negócio de aquisição de obrigações SLN 200 Quanto às declarações de parte de Carlos Silva Pereira há que salientar que o mesmo relatou factos de conhecimento pessoal, compatíveis com a prova documental e testemunhal.