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A CAIXA GERAL de APOSENTAÇÕES, IP, inconformada,veio interpor recurso jurisdicional da sentença do TAF de Braga, datada de 16 de Setembro de 2016, que, julgando procedente a acção administrativa instaurada pela A./RecorridaA., Procuradora Geral – Adjunta jubilada, residente na Rua, decidiu: a) Anular o acto impugnado, na parte em que fixou o montante da pensão devida à Autora, atendendo para esses efeitos à percentagem da remuneração base líquida de quota para a CGA; b) Condenar a Caixa Geral de Aposentações, a praticar novo acto, dotado de retroactividade, que fixe o valor da pensão devida à Autora em conformidade com o aqui decidido; ) Condenar a CGA no pagamento dos montantes correspondentes aos diferenciais monetários entre o valor da pensão inicialmente paga à Autora e o valor da pensão a que legalmente tem direito; e ainda, ) Condenar a Entidade demandada a pagar à Autora juros de mora, fixados à taxa legal, contados desde o momento em que cada valor mensal deveria ter sido colocado à disposição da Autora e até efectivo e integral pagamento.