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286 do A Ré, citada, contestou, por impugnação dizendo em síntese que a foi declarada insolvente por sentença de 29 de Outubro de 2018, mas a mesma interpôs recurso, tendo a Relação julgado nulo todo o processado da insolvência, no seguimento de tal decisão aquela citada para exercer o contraditório, reconheceu que estava em insolvência, que veio a ser decretada por sentença de 05/06/2019 e junta aos autos o balancete do período de janeiro a dezembro de 2017, no qual aparece reflectido o perdão da divida datada de 30/09/2016, se o documento fosse forjado, como a A. defende, o mesmo não seria simulado, uma vez que a sua versão dos acontecimentos todas as partes pretenderam de facto fazer operar um perdão da divida, é requisito da simulação as partes declararem algo que enferma de uma divergência entre a vontade real e a vontade declarada, o que não aconteceu com o documento de perdão da divida.Realizou-se a audiência prévia, tendo sido consignado como objecto do litigio " A existência do acto simulado identificado na petição inicial perdão de dívida).” e como temas da prova " os elementos de facto da simulação; intenção de criar um dano e um benefício para outrem”.Realizou-se o julgamento e foi proferida sentença que decidiu: Termos em que, na procedência da acção,  a) Declaro a nulidade do acordo particular de perdão de dívida celebrado em 30 de Setembro de 2016, entre a insolvente e a Ré, declarando-o ineficaz em relação à massa,  b) Em consequência, declaro que se mantem em dívida o saldo existente na consta corrente da insolvente contra a Ré no montante de por força da reconstituição da situação que existia se o ato não tivesse sido praticado  Custas pela R. por vencida – art.