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Ora as coisas já se passam de modo diverso quanto ao interesse em agir: uma vez que a decisão proferida em acções em que falte o interesse, embora desnecessária, é eficaz, temos que não obstante a carência em agir do autor, o réu pode pedir que o tribunal se pronuncie quanto ao mérito, quando nisso tenha interesse.”3  – Também Teixeira de Sousa, qualificando a falta de interesse em agir como excepção dilatória defendia, já no domínio da lei anterior, que procedendo a excepção, o juiz, tendo os dados para o efeito, deveria desde logo conhecer do mérito se concluísse pela improcedência da acção mais favorável ao réu.4  – Já no domínio da nova redacção se sustenta ser duvidoso que o interesse processual ou interesse em agir constitua um pressuposto processual, pois não se trata do interesse em demandar e do interesse em contradizer a que se refere o art.