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contestaram, alegando, muito em síntese, que a procuração – de cuja revogação nunca tiveram conhecimento – foi emitida "porque o A. desejou que a  R. ficasse, de forma gratuita, com a sua parte do imóvel, podendo fazer do mesmo o que lhe aprouvesse”6 e que, face às hipotecas que incidiam sobre o imóvel, não tinha o mesmo qualquer valor de mercado, razão pela qual só a  R. se dispôs a adquirir a metade do A., sendo o preço de 50 cêntimos "completamente ajustado” ao valor de mercado de tal metade, sucedendo que, passados uns meses, deixou a  R. de ter interesse no imóvel – por ter terminado uma relação amoroso que tinha em ... – vendendo, então, a metade que havia adquirido à  R.. E concluem pela total improcedência da ação, pedindo ainda a  R. – a título reconvencional, o que não foi admitido – que o A. fosse condenado a pagar-lhe a quantia de € 6142,29 decorrentes de entregas que alegou ter-lhe feito e do pagamento de dívidas do.