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Acordam na 2 secção cível do Tribunal da Relação de Coimbra:  A. e mulher,  B., intentaram ação contra  e marido,  , pedindo a condenação destes no seguinte: a) Reconheceram o direito de propriedade dos autores sobre os prédios identificados nos artigos 1 e 2 da PI; b) Reconhecerem que o muro de suporte de terras referenciado no artigo 23 da PI faz parte integrante dos prédios dos autores e como tal lhes pertence em plena propriedade; ) Procederem à retirada da cabine elétrica que por sobre este identificado muro edificaram e, consequentemente reporem no estado em que se encontrava toda a respectiva vedação em rede que destruíram, assim restituindo tal muro aos autores; ) Procederem à retirada de todos os tubos que enterraram no prédio dos autores identificado no artigo primeiro da PI e reporem o respectivo terreno no estado em que se encontrava antes da obra por si realizada; e) Reconhecerem que por sobre o prédio dos autores identificado no artigo primeiro da PI articulado não se encontra constituída qualquer servidão de passagem de pé e carro a favor dos prédios dos autores identificados no artigo 37 do presente articulado, abstendo-se, assim, para o futuro, de por sobre o prédio dos autores circularem, quer de pé quer de carro, para acesso àqueles identificados prédios e respectivas estufas que aí construíram.