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Notifique.”  Inconformada, a arguida recorreu, tendo apresentado as seguintes conclusões transcrição): "A- o requerimento objecto do presente recurso, e sobre o qual recaiu o despacho sob censura, foi apresentado em plena audiência de Discussão e Julgamento e, nessa justa medida, não poderá ser desligado ou desinserido do contexto próprio em que foi produzido;  B- com o respeito que é devido, parece-nos que o sr. Juiz "a quo” interpretou tal requerimento de junção, fora do contexto próprio em que o mesmo se inseria;  - em tal requerimento, o mandatário da arguida, e ora recorrente, requereu a junção aos autos de dois documentos, sendo estes o modela A da guia de acompanhamento de resíduos n. 14495186, datada de 22010 do Ministério do Ambiente e a guia de transporte n. 3360, datada igualmente de 22010; - a arguida exerceu o seu direito de defesa e a contribuir para a descoberta da verdade e boa decisão da causa, como bem reconhece o sr. Juiz "a quo”;  E- procurou a arguida, através do seu mandatário, esclarecer o tribunal acerca de alguns procedimentos de natureza legal, técnica e fiscal, obrigatórios na ramo de actividade do tratamento e transporte de resíduos, ramo esse que tem as suas especificidades;  F- nomeadamente o sistema "SIRAPA”, Sistema Integrado de Registo do Ambiente, portal internet de comunicações reservado a entidades,  G- Tudo isto na decorrência do depoimento da testemunha e militar da GNR, E... que exerce funções no núcleo ambiental das Caldas da Rainha, e que não explicou nem esclareceu as questões de natureza técnica, - que eram fundamentais, quanto a nós, para a descoberta da verdade e da boa decisão da causa-  H- -entre as quais as guias do SIRAPA, que acompanhavam a carga que foi interceptada pelos agentes de autoridade da GNR, e que deu origem aos presentes autos de contraordenação;  - guias essas que não continham nelas aposto o nome da arguida, mas sim o nome da sua irmã,  A... , que era quem explorava a actividade e estava colectada em sede de IVA e IRS,  J- Ora, nesse particular, e mais uma vez, e ao ser inquirida pela defesa, a senhora agente da GNR  E... , nada explicou, nomeadamente a razão da divergência de nomes e a razão de não estar a arguida inscrita no SIRAPA,  K- pelo que, e sem dúvida, se justificava que algumas respostas e explicações/esclarecimentos fossem trazidas à audiência de Discussão e Julgamento, como se impunha, por parte da sr. Agente da GNR  E... ,  - A INSTÂNCIAS DO MANDATÁRIO DA ARGUIDA, preferiu dizer que "não se recordava em nome de quem estavam as guias passadas”, e "quem é que estava inscrito/registado no SIRAPA ...” "se a arguida, se a irmã  A...  ...” "e que não tinha confrontado o teor das guias com os autos de contraordenação ...”  - e que "nem sequer tinha ouvido a arguida em auto de declarações”, contrariamente aquilo que a lei impõe;  N- Ora, aquelas questões de índole técnico atrás mencionadas, e que haviam sido colocadas pela defesa à sr”.