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–Em Dezembro de 2012, -resulta da apresentação 2884 11/4/2012 certidão do registo- a primeira Ré AnaP interpôs contra a  Ré InêsP acção pedindo o reconhecimento por esta da propriedade e daquela ao que a  ré reconveio pedindo que a  Ré fosse condenada a reconhecer que a fracção A era propriedade da segunda ré acção que tomou o n. 2011/11tvlsb da extinta  vara Cível de Lisboa, acção essa cruzada, em 5/12/2012 a acção foi notificada na execução sob o n. 301/15tbvrs de que a  Ré InêsP era e é executada, tramitada pelo extinto Juízo de execução e Loulé pelo valor de 13171,75 euros de que ficariam à ordem da execução quaisquer rendas a que a executada tivesse direito e pela indefinição da verdadeira titular das rendas passou a partir de Dezembro de 2012 a fazer os correspondentes depósitos liberatórios na CGD documentos 8 a 47 tendo procedido às competentes retenções na fonte conforme 48 a 53, mas na acção sob o n. 2011/11 acima referida por transacção ocorrida em 9/5/2014 a primeira Ré assumindo-se como proprietária constituiu usufruto vitalício a favor da segunda Ré InêsP ficando esta com o direito a cobrar as rendas e entregar 50% do valor das mesmas à primeira Ré: – Porque nessa transacção estava prevista a realização de acto notarial ou equivalente da constituição efectiva do usufruto a favor da segunda Ré e porque definido o direito da segunda Ré o recebimento das rendas deveria se realizado já à ordem daquela execução continua a Autora a depositar as respectivas rendas, sendo que em razão das mesmas transacção porque as renas pelas expostas razões se encontravam a ser depositadas em depósitos libertários a 2 Ré InêsP propôs contra a Autora uma acção para cobrança de rendas que corre termos sob 461/13t8lsb na qual foi celebrada uma transacção pela qual em função do reconhecimento judicial anterior da qualidade de usufrutuária da  Ré InêsP a Autora admitiu tal qualidade a InêsP bem como a possibilidade de serem realizados novos contratos de arrendamento agora que a segunda Ré já teria a regularização tributária necessária à retenções e declarações de IRTS, mas a celebração desses contratos estava dependente da condição suspensiva de os contratos só entrarem em vigor tendo em conta a declaração nas finanças e o respectivo imposto de selo com o registo do usufruto e a regularização da titularidade tributária conforme cláusulas 2 e 3 da transacção, ou seja segundo a transacção efectuada só em função do registo do usufruto e da correspondente alteração tributária é que a usufrutuária aqui segunda Ré teria direito em razão do acordado a receber o respectivo rendimento sendo que quem não tem direito a receber é a primeira Ré.