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Assim sendo, e de acordo com os factos que emergiram da discissão da causa, é, pois, inquestionável que, em 2016, a fração autónoma hipotecada tinha o valor patrimonial de €7675,00, representando, no ano seguinte, o montante €5070,00, sendo certo que, por esta altura, o crédito do recorrido/credor Banco Comercial Português, S.A. atingia o quantitativo de €18158,2    Ainda de acordo com os mesmos factos, incorreu o recorrente/devedor BB em dois incumprimentos de obrigações, a saber: uma à Autoridade Tributária, no montante total de €278,0; uma outra, decorrente de um contrato, ao dito recorrido/requerente, no valor €18158,2 Não está, pois, em causa, uma insatisfação generalizada de determinadas categorias de obrigações.