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Acordam em conferência os juízes da 1 Secção do Tribunal Central Administrativo Norte:RELATÓRIO LMOSV E MICPVSV propuseram providência cautelar contra o MUNICÍPIO P e a Contra-interessada «AI, SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA.», peticionando a suspensão de eficácia dos actos praticados pelo Senhor Vereador com o Pelouro do Urbanismo que deferiu o pedido de licenciamento com o n. 159/17/CMP submetido pela Contra-interessada e, em consequência, determinou que "a Contra-interessada devia cessar de imediato os trabalhos, ficando os mesmos suspensos.” Veio «AI – SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA» interpor recurso do Despacho do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, de 12 de outubro de 2018 que julgou procedente o incidente de suspensão de eficácia, determinando que «deverá a Contra-interessada cessar de imediato os trabalhos de construção, ficando os mesmos suspensos».Conclusões da Recorrente:  Vem o presente recurso interposto do Despacho do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, de 12 de outubro de 2018, que julgou procedente o Incidente de suspensão de eficácia dos actos praticados pelo Senhor Vereador com o Pelouro do Urbanismo que deferiu o pedido de licenciamento com o n. 159/17/CMP e, em consequência, determinou que "a Contra-interessada devia cessar de imediato os trabalhos, ficandoos mesmos suspensos.”.