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E ainda porque o Autor recebeu integralmente a remuneração e os abonos até 7 de Julho de 2006 ou seja durante o decretamento provisório da providência cautelar até à respectiva decisão de, pelo que, evidentemente, deixou de fazer sentido continuar a invocar a falta de aviso prévio ou haver lugar a indemnização.” O autor apresentou contra-alegações, terminando com as conclusões que de seguida se transcrevem: "A) O presente recurso subordinado, além de inadmissível, é extemporâneo porquanto tendo a recorrida sido notificada da admissão do recurso interposto no máximo no dia 15 de Julho de 2010, o termo do respectivo prazo ocorreu, no máximo, em 16 de Setembro de 2010, nos termos da redacção vigente do art.