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No fundo, todos os recorrentes sustentam que perante a prova produzida em audiência de julgamento a qual sublinham não ser uma prova directa e ter assentado essencialmente nas imagens da câmara de Videovigilância existentes no interior do supermercado Spar na Ameixoeira, que permitiu identificar os arguidos  e NS perto do ATM onde foi utilizado o cartão MB da vítima, em três tentativas de levantamento de dinheiro da sua conta bancária, na madrugada do dia 12017 e na impressão palmar do arguido JS encontrada num móvel da casa da vítima), o Tribunal a quo deveria ter ficado com dúvidas quanto à participação dos arguidos no crime de roubo agravado que vitimou o EM, praticado em 12019, e perante essa incerteza, deveria ter feito uso do princípio do in dubio pro reo e absolvido os mesmos.