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A propósito deste segmento da impugnação defendem os recorrentes que o rol dos factos provados na sentença recorrida inclui factos que reciprocamente se contradizem, porquanto do conjunto de factos composto pelos factos 6, 45, 81 e 89 resulta que o Tribunal "a quo” deu como provado que o  Recorrente marido era e é único sócio e administrador da  Recorrente, ao passo que no segundo bloco de factos constituído pelos factos 83 e 84 considera-se assente que, por atos de 08/11/2013 e 22/06/2015, o  Recorrente alienou a totalidade das suas participações sociais na  Recorrente, perdendo, portanto, a qualidade de sócio.