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Muito em síntese e para relatar, deu entrada no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste, Cascais, Juízo de Família e Menores – Juiz 4, em 12016, petição inicial com pedido de atribuição de carácter urgente, de regulação das responsabilidades parentais intentada pela referida E, de nacionalidade inglesa, contra o referido F, de nacionalidade espanhola, ambos progenitores dos menores acima identificados, com fundamento em que o casal e os menores, desde 2013 vivem em Cascais, sendo actualmente em imóvel que o casal adquiriu; que por decisão de ambos os progenitores o O frequentou a escola em Portugal desde o ano lectivo de 2013/2014, e em 2014/2015 e em 2015/2016, concretamente na St. James School, em Cascais, na qual estava também inscrito para o ano lectivo de 2016/201 O menor , por decisão de ambos os progenitores, ia ingressar na St. John’s School, em Cascais; sucede que em final de Julho de 2016 a requerente e o requerido deixaram de viver em comum, estando numa situação de separação de facto, sendo que o requerido, sem o consentimento da requerente, e em 22016, ausentou-se do País, para Espanha, com o menor O, afirmando que iriam passar a viver em Madrid, cidade na qual o menor passaria a frequentar um estabelecimento de ensino; o requerido vem manifestando um comportamento totalmente desequilibrado, instável e agressivo, pelo que a requerente teme pelos menores, com particular incidência o menor O, com o qual apenas consegue falar telefonicamente e por momentos; o requerido, sem o conhecimento da requerente, cancelou as matrículas escolares dos menores; o seu comportamento tem gerado gravíssimo prejuízo emocional nos menores; no início de Agosto de 2016 o requerido retirou todo o dinheiro das contas bancárias do casal e do menor, deixando a requerente e o menor  numa situação complicada.