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Com efeito, não resultando provado que a quantia de € 1221,61 foi recebida pelos Autores a título de sinal e, posteriormente devolvida a FF a esse mesmo título, em consequência da comunicação da resolução do contrato promessa, temos que a pretensão dos primeiros no âmbito do processo n. 39/10TBNIS sempre soçobraria, porquanto não conseguiriam demonstrar a repetição do indevido – consubstanciada, na circunstância de por um lado terem restituído em 002009 a FF a quantia de € 1221,61 por conta do sinal pago, no âmbito do contrato de promessa outorgado entre ambos e, por outro, terem sido condenados no âmbito da acção n. 102/01TBNIS ao pagamento do sinal em dobro, sem que se tivesse tido em linha de conta a devolução da aludida quantia, o que poderia consubstanciar uma situação de repetição do indevido cfr.