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E caso se considerasse que as partes estavam obrigadas a praticar um acto – ou seja, informar o Tribunal da concretização ou não de um acordo –  dado o Tribunal "a quo” ter decidido, em 16/05/2018, que se nada fosse dito ou requerido após o decurso do prazo da suspensão, as partes seriam notificadas notificação que veio a ser efectuada em 3/09/2018), acto esse que não praticaram, então o prazo de 6 meses para ser decretada a deserção da instância só teria começado a contar em 12/11/2018 data da notificação do despacho de 7/11/2018) e não, como o Tribunal recorrido considerou, em 16/06/2018, pelo que só terminaria em 12/05/201  Ademais, caso se perfilhasse a tese defendida pelo recorrente, no sentido de que o aludido prazo de 6 meses só começou a contar em Setembro de 2018, depois das partes terem sido notificadas para informarem os autos sobre se tinham chegado a acordo pois, segundo o recorrente, só em Setembro, após aquela notificação, é que as partes estavam obrigadas à prática de um, ainda assim tal prazo de deserção não teria decorrido na data em que foi interposto recurso do despacho sob censura em 29/01/2019), uma vez que o mesmo só terminaria em Março de 201 Em face do acima exposto, de qualquer das formas, terá de proceder o recurso interposto pelo Autor, revogando-se a decisão recorrida e determinando que os autos prossigam os seus termos, com a designação de nova data para a realização do julgamento, caso as partes não tenham logrado alcançar o acordo sobre o objecto do litígio.SUMÁRIO:  ) - Como claramente resulta do disposto no art.