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E o apelante exerceu a gerência tendo de ser condenado já que o exercício de tal cargo lhe impunha responsabilidades tendentes à preservação da contabilidade e do património, e não cumprindo os seus deveres, impunha-se-lhe que efetivamente, apercebendo-se das limitações e obstáculos que lhe eram impostos, renunciasse ao cargo3  Bem entende o MP que a circunstância de o apelante nunca ter participado de facto na administração do insolvente não o pode isentar da obrigação, que sobre si impende, de cumprimento dos deveres legais enquanto gerente, constituindo a ignorância, o alheamento, a inação e omissões relativamente aos destinos da sociedade, por si só, violações de tais deveres.