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7 Da falta de comunicação e informação das cláusulas contratuais gerais do contrato subjacente à livrança exequenda O recorrente pugna pela revogação da decisão recorrida sustentando que subscreveu a declaração de que tinha conhecimento das cláusulas do contrato de locação por excesso de confiança e porque se trata de clausulado complexo impresso em letra miudinha, a que se alia a falta de experiência do embargante vejam-se as conclusões 15 a. Na decisão recorrida, relativamente a esta matéria escreveu-se, em síntese, o seguinte: "No caso dos autos, e quanto à sociedade locatária, no final do contrato, antes da assinatura, consta a seguinte declaração imputada a esta sociedade: "O locatário declara que lhe foram comunicadas e informadas todas as cláusulas e que leu e entendeu os termos do contrato que vai assinar.” Quanto ao embargante, o pacto de preenchimento referente à livrança dada à execução como título executivo, assinado pelo ora embargante, prevê o seguinte: "Os) se aplicável),, ter pleno conhecimento dos termos do Contrato identificado supra e das respetivas obrigações assumidas, que avalizou a livrança mencionada na cláusula , aval esse que presta com a vista a assegurar, em benefício do , o pagamento e circulação da livrança, nos termos e condições estatuídos na cláusula , renunciando, desde já, expressamente, ao benefício da excussão prévia.” O embargante não impugnou a genuidade da sua assinatura aposta naquele documento, pelo que o documento faz prova das declarações que deles constam imediatamente antes da sua assinatura, por as declarações deles constantes serem-lhe atribuída e contrárias aos seus interesses, conforme prescreve o artigo 376/1 e 2 do Código Civil – vide o Acórdão da Relação do Porto de 112014, relatado por Anabela Dias das Silva e disponível em www.dgsi.pt.