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Inconformado recorre o Banco Réu , concluindo que: - A sentença merece censura, quer quanto ao enquadramento jurídico que confere ao caso, quer quanto a alguns passos da matéria de facto em que se firma, pelo que o recurso tem também aqui por objecto a impugnação/reapreciação de prova;  - O objecto da sindicância visada pelo Banco Apelante aporta ao facto de ter a sentença aquo, no essencial, "acolhido" um dos pedidos formulados pelos AA., a saber: o pedido de indemnização assente na alegada violação pelo Banco R., dos seus deveres de informar como intermediário financeiro, violação essa que o Tribunal, radica, não na fase da aquisição/subscrição do produto/Obrigações PT mas em momento posterior, em concreto, por não ter comunicado ao A., ou antes por o ter feito, mas deficientemente, eventos supervenientes significativos, falha esta que considera traduzir culpa grave do Banco R.;  - Está, por conseguinte, em causa neste recurso, aquilatar da verificação ou não de tal incumprimento, bem como se estão presentes outros pressupostos do dever de indemnizar, designadamente; nexo causal e dano incorrido/materializado.