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38 da A., a decisão recorrida não decidiu dar cumprimento à decisão do Tribunal Arbitral sobre as provas a obter e apresentar, mas sim a algo que não foi decidido e definido pelo Tribunal Arbitral;  2-Em resultado do despacho recorrido, quem decidiu quais são os documentos admissíveis e pertinentes para a arbitragem que devem ser produzidos perante os Tribunais Judiciais não foi o Tribunal Arbitral, mas sim o Apelado;  2-O Tribunal a quo devia ter decidido que não podia dar ao Tribunal Arbitral a colaboração pedida, pois não se pode substituir ao Tribunal Arbitral na decisão sobre a admissibilidade e a pertinência das provas a produzir;  2-Tendo ordenado à Apelante a apresentação dos documentos escolhidos pelo Apelado, os Tribunais Judiciais estão, não a colaborar com o Tribunal Arbitral, não a obter provas em conformidade com a decisão do Tribunal Arbitral, mas sim a obter as provas tal como foram definidas por uma das partes em sede de "esclarecimento de dúvidas” sobre as decisões do Tribunal Arbitral.