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No Acórdão da Relação de Évora de 26/1/2012 Apelação n 5160-A/1999)4, versando caso semelhante ao dos presentes autos, escreveu-se: « nada na lei proíbe que, em processo de inventário, os bens possam ser adjudicados aos interessados, em compropriedade, e na proporção dos respectivos quinhões, sendo, de resto, essa uma das soluções a que, tantas vezes, se recorre nestes processos quando não há acordo, sem que se possa dizer que se não alcançam os objectivos do inventário o mesmo se poderia, então, dizer, mas não é usual fazê-lo, que se não alcançam os objectivos do inventário, quando, por exemplo, se remetem os interessados para os meios comuns, para poderem discutir mais aprofundadamente assuntos que surgem no processo de inventário, e que nele haveriam, à partida, que obter, mas que aí acabam por não encontrar, uma resposta, o que nem ocorre assim tão poucas vezes, e não se afirma que, em tais casos, o inventário não alcançou os seus.