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Sem prescindir,  6 O valor a retirar do quantitativo total plasmado nos itens de facto n.s 11 a 17 haverá de ter por referência a remuneração mínima mensal prevista na tabela salarial da Convenção Colectiva de Trabalho aplicável ao sector, ou seja, o Contrato Colectivo de Trabalho celebrado entre a Associação Nacional das Farmácias – ANF e o Sindicato Nacional dos Farmacêuticos, publicado no Boletim de Trabalho e Emprego n. 33, de 08 de Setembro de 2010, com uma revisão global publicada no Boletim de Trabalho e Emprego n. 23, de 22 de Junho de 2012, com uma revisão global publicada no Boletim de Trabalho e Emprego n. 3, de 22 de Janeiro de 2016 e com uma alteração salarial publicada no Boletim de Trabalho e Emprego n. 24, de 29 de Junho de 2018, que estipulava na sua cláusula 4, n. 1, e Tabela Salarial constante do seu Anexo , as seguintes remunerações mínimas referentes à categoria profissional de Director técnico:  a. Ano de 2012: € 1975,35;  b. Ano de 2013: € 975,35;  Ano de 2014: € 975,35;  Ano de 2015: € 975,35;  e. Ano de 2016: € 975,35;  f. Ano de 2017: € 975,35; e  g. Ano de 2018: € 995,1  6 Ao montante provado nos itens de facto n.s 11 a 17 deve ser somado o valor de € 25824,50 € 45685,30 - € 19860,80), o que, por sua vez, leva a concluir que nos exercícios de 2012 a 2018 o resultado antes de impostos do estabelecimento «Farmácia Alto da Eira» foi de € 70509,80, ficando o valor de € 35754,90 a corresponder a metade dos resultados líquidos, alcançados pela diferença entre os ganhos e as perdas, obtidos pelo estabelecimento «Farmácia Alto da Eira» de 01 de Janeiro de 2012 a 31 de Dezembro de 2018, devendo ser proferido acórdão que, tendo em consideração a fundamentação exposta, fixe o valor da metade dos resultados líquido obtidos, de 01 de Janeiro de 2012 a 2018, inclusive, pelo estabelecimento «Farmácia Alto da Eira», de que o Recorrido é comproprietário e que os Recorrentes foram condenados a pagar-lhe na sentença proferida em 30 de Abril de 2015, objecto do presente incidente para liquidação, em € 35754,90 valor a que acrescem juros de mora desde o trânsito em julgado, até efectivo e integral pagamento, e não em € 32399,14, como fixou a decisão recorrida.»     Cumpre-nos, agora, apreciar e decidir.