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Para concluir como concluiu – pela aludida não responsabilização - ,e em traços gerais, considerou a primeira instância no essencial o seguinte: Primus- Estando em causa todas as notícias enunciadas nos pontos de facto ns 9 a 36, certo é que não é possível concluir que o respectivo teor é meramente efabulado, desgarrado de qualquer realidade e que os jornalistas agiram de forma infundamentada e culposa; Secundus - Sendo verdade que o que chama a atenção de forma mais emblemática são os títulos e os sub-títulos, ocorre porém que a respectiva autoria não foi identificada, parecendo ter tido origem na pessoa de outros jornalistas ; Tertius -Importando portanto e no essencial aferir tão só se as notícias emitidas estão em conformidade com as disposições legais vigentes neste âmbito  g. normas constitucionais ; instrumentos internacionais ; Código Civil e normas deontológicas do exercício da actividade jornalística , e tendo presente o confronto e/ou salvaguarda e compatibilização entre a liberdade de informação e de expressão, por um lado e, por outro, os direitos da personalidade, mais precisamente, o direito à honra, à privacidade e à imagem , tudo aponta para que no caso vertente não tenham os RR extrapolado o "aceitável” e/ou o que era "razoável veicular”.