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Assim, no Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 12015, Tomé Gomes, 299/05, afirma-se que «) enquanto a especificação dos concretos pontos de facto deve constar das conclusões recursórias, já não se afigura que a especificação dos meios de prova nem, muito menos, a indicação das passagens das gravações devam constar da síntese conclusiva, bastando que figurem no corpo das alegações, posto que estas não têm por função delimitar o objeto do recurso nessa parte, constituindo antes elementos de apoio à argumentação probatória.» Em sentido confluente, o mesmo STJ afirmou no Acórdão de 32016, Garcia Calejo, 1572/12 que: «Do art.