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Para Vieira de Andrade A Justiça Administrativa, Lições de 2000, a relação jurídica administrativa é "aquela em que um dos sujeitos, pelo menos, é uma entidade pública ou uma entidade particular no exercício de um poder público, actuando com vista à realização de um interesse público legalmente definido.” 	Por sua vez, Freitas do Amaral Direito Administrativo, , define-a como "aquela que confere poderes de autoridade ou impõe restrições de interesse público à administração perante particulares, ou aquela que atribui direitos ou impõe deveres públicos aos particulares perante a administração.” 	No seguimento destas normas constitucionais temos o artigo  do ETAF com o seguinte teor: 	"Os tribunais da jurisdição administrativa e fiscal são os órgãos de soberania com competência para administrar a justiça em nome do povo, nos litígios emergentes das relações jurídicas administrativas e fiscais.” 	Dispondo o seu artigo , na parte que agora importa, que não é da competência destes Tribunais: 	b) A apreciação de litígios decorrentes de contratos de trabalho, ainda que uma das partes seja uma pessoa coletiva de direito público, com exceção dos litígios emergentes do vínculo de emprego público.