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Alega que as situações ligadas à feitiçaria assumem na República da Guiné-Bissau contornos ligados à religião e crendices populares e que a perseguição do A. com base nesse tipo de situações não pode ser considerada uma questão de menor importância, vivendo-se no referido país uma situação generalizada de insegurança, dada a incapacidade das autoridades guineenses para proteger os cidadãos, pelo que entende que os autos deviam ter prosseguido os ulteriores termos, requerendo-se parecer ao CPR sobre a falta de segurança naquele país, bem assim como para concretização de factos essenciais que precisam de ser densificados, incluindo a formulação de convite ao aperfeiçoamento.