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Acresce que, o arguido negou de forma peremptória que a publicação por si feita na sua página de Facebook tivesse como intenção ofender o assistente, na sua honra e consideração, para tanto afirmando que o aludido texto se tratou de um mero desabafo na qualidade de pai, para tanto explicando que apenas queria chamar à atenção relativamente à escassez de meios na rede de cuidados de saúde existentes em Póvoa e Meadas, considerando que nessa freguesia apenas existe uma extensão do centro de saúde, onde somente são dadas consultas médicas três vezes por semana da parte da manhã, o que causa grande transtorno à população aí residente, que nem sempre tem possibilidades, em caso de doença aguda, de se deslocar ao centro de saúde de Castelo de Vide ou ao Hospital de Portalegre, à semelhança do episódio ocorrido com a sua filha menor.