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de Processo Civil – pedido e causa de pedir -, a legalmente exigida identidade parece já não ocorrer ; - e, se esta conclusão ainda poderia ser discutível quanto ao elemento objectivo causa de pedir, atenta a circunstância do facto jurídico nuclear ou fundante em equação ser tendencialmente o mesmo, ou seja, o contrato de mandato outorgado entre os advogados e o seu cliente, tal identidade não existe, notoriamente, no que concerne ao demais elemento objectivo da instância ; - com efeito, no que concerne ao pedido – efeito jurídico que se pretende obter -, é evidente a ausência de identidade ou similitude, pois, enquanto nos presentes autos se pretende a condenação do mandante no pagamento dos honorários alegadamente devidos pela execução do contrato de mandato forense, naqueles exercitava-se a pretensão indemnizatória decorrente da imputada responsabilização profissional dos mandatários ; - donde, inexistindo identidade entre os três elementos integrantes da instância, nunca poderia ser pertinentemente invocada a excepção de caso julgado ; - podendo, apenas, ser equacionada a invocação da autoridade de caso julgado, no sentido de se apreciar se a questão ora em apreciação se encontra ou não coberta por decisão anterior proferida naquele processo n. /, de forma a ocorrer juízo de desnecessidade ou inconveniência numa nova pronúncia ; - considerou-se, assim, que a matéria factual referente á conduta dos ora Autores, tendente a ver reconhecido o direito do ora Réu a indemnização a título de responsabilidade daqueles, tendo constituído o objecto e tendo sido apreciada no âmbito do processo n. /, já não poderia ser apreciada nos presentes autos ; - ou seja, tal matéria de facto, ora alegada em sede de contestação por parte do Réu, já não poderia ser valorada ou discutida de novo, isto é, não seria conveniente uma nova pronúncia sobre a mesma ; - encontrando-se esta matéria factual devidamente identificada na sentença apelada, sendo a contida nos artigos 4, 26, 30, 33 a 36, 38, 39, 44 e 45 da contestação ; - e, apesar de se ter invocado a formação de caso julgado, estaríamos, deste modo, perante verdadeira invocação de autoridade de caso julgado ; - todavia, não cremos que esta invocação seja pertinente ou adequada, ou seja, não reconhecemos que naquele processo n. / tenha sido proferida decisão acerca da matéria de facto que imponha ou torne inconveniente posterior pronúncia ; - com efeito, conforme resulta da análise do Acórdão desta Relação proferido naqueles autos, datado de 2 de Julho de 2015, foi julgada improcedente a apelação intentada pelo aí Autor, ora Réu, confirmando-se o saneador-sentença, que havia julgado a acção totalmente improcedente, por não provada, absolvendo-se os RR.