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Em sede de decisão recorrida foram considerados os seguintes Factos: Factos Provados:	Em 12002, pelas 130 horas, num parque de estacionamento em Lagoa, o arguido entrou numa viatura ali estacionada e que foi utilizada naquele dia por e ; 	Do interior da viatura retirou o arguido bens de decoração, cassetes vídeo, joias, documentos, livros, carteiras, malas, sacos, cosméticos, roupas, óculos, telemóvel e cartões electrónicos;  	Após abandonou alguns dos bens que assim foram recuperados, nomeadamente as malas, roupas, óculos, seis quadros de parede e os documentos, à excepção do passaporte de , apropriando-se dos restantes bens, que valiam ao todo 745 euros, tal como era a sua intenção;  	Um dos cartões electrónicos era de débitos relativo a uma conta bancária no BES de e que tinha o respectivo código junto, tendo com ele o arguido, entre 8 e 12002, procedido a seis compras no montante total de 566,37 euros e a vinte e cinco levantamentos em máquinas ATM no total de 900 euros;  	O outro era o cartão de crédito relativo a uma conta bancária do banco  de , tendo com aquele o arguido, entre 10 e 112002, procedido a duas compras no montante total de 950 euros e a cinco levantamentos em máquinas ATM no valor de 600 euros, a que acresceram 97 libras esterlinas de despesas bancárias de utilização do cartão;  	 O arguido agiu de forma livre, deliberada e consciente, sabendo proibida a sua conduta;  	O arguido ausentou-se para parte incerta.