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Resultam provados, de acordo com o "histórico do processo” e com relevo para a decisão do presente incidente, os seguintes factos:   A presente execução hipotecária foi instaurada pela "), S.A.” contra ") Unipessoal, Lda.”,  A,  A, , 5, ,  e .  Através do Auto de Penhora de 30-03-2017, foram penhoradas as duas frações hipotecadas, a saber:  a) fração autónoma designada pela letra A do prédio urbano composto de rés do chão direito, destinado habitação, de tipologia T-três, com uma garagem na cave identificada pela letra da fração, a quarta, do lado direito, a contar da entrada, sito na Urbanização  ...) , inscrito na matriz predial urbana sob o artigo n 3256 e descrito na competente Conservatória do Registo Predial de  x...  sob o n 2351-A;  b) e a fração autónoma designada pela letra do prédio urbano composto de primeiro andar direito, destinado a habitação, de tipologia T-três, com uma garagem na cave identificada pela letra da fração, a terceira, do lado direito, a contar da entrada, sito na Urbanização  ...) , inscrito na matriz predial urbana sob o artigo n 3256 e descrito na competente Conservatória do Registo Predial de  x...  sob o n 2351-  O valor base de cada uma das frações foi fixado pela AE em, respetivamente: Verba 1- € 10250,00  Verba 2 - € 10900,00   Por decisão da AE foi determinado proceder-se à venda das duas Frações, não havendo lugar à constituição de lotes, através de leilão eletrónico, na plataforma www.e-leiloes.pt, nos termos do artigo 83 do CPC.