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FORÇA PROBATÓRIA DOS DOCUMENTOS 1 OS FACTOS E A SUA ANÁLISE CRÍTICA 7 A Recorrente também não se aceita, que o Tribunal recorrido tenha dado, como indiciariamente provado, que a T............ foi constituída e registada por AA e em 22 de julho de 2016; 7 Isto porque, mais uma vez, o nome e a assinatura de não consta em nenhum dos documentos oficiais da T............, nomeadamente dos estatutos e do certificado de registo comercial juntos sob documento n. 6 pela Recorrida; 7 O Tribunal da Relação de Coimbra não procedeu, pelo menos objetivamente, à análise crítica dos concretos meio probatórios convocados pelas partes, mormente nos indicados documentos, depoimentos das testemunhas bem assim como das declarações de parte, de modo a ajuizar sobre o invocado erro de valoração dessas provas e a formar a sua própria convicção sobre os factos constantes dos pontos impugnados, limitando-se a sufragar formalmente a decisão da 1 Instância e a tomar como acertadas as considerações, fabulações e presunções da Recorrida vertidas nas suas contra-alegações, com direito a decalque para o texto do acórdão, sem qualquer juízo crítico; 7 Não faz sentido que da menção do nome de num documento, não subscrito pelo próprio, se retire a ilação de que o seu nome foi ali aposto com o seu consentimento; 7 Tudo, porque no entender da Recorrida, se trata de um documento levado ao conselho de administração da T............, por um ilustre desconhecido de nome GG, desconsiderando que no certificado do registo comercial desta sociedade, a gerência é de GG e de AA, e de acordo com o artigo  dos estatutos da sociedade, junto pela Recorrida como documento n. 6, a gerência pode ser constituída por 1 a 3 membros; 7 A Recorrida não fez qualquer outra prova da gerência de direito e muito menos do exercício da gerência de facto pelo representante legal da Recorrente: a prova da gerência de direito faz-se com a certidão do registo comercial; e, a prova da gerência de facto com a alegação e prova de que aquela pessoa exercia, de facto, poderes de gestão determinantes na atividade da sociedade; 7 Fica por explicar a razão do afastamento da prova resultante de um documento com força probatória plena face a uma suposta ata de uma alegada reunião do conselho de diretores, não assinada pelo visado; 8 Da análise crítica dos documentos 6, 27, 10 a 15, 16, 17, 4 e 18, não resulta documentalmente provado nenhum dos factos que a Recorrida refere.