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Vale isto por dizer, uma vez mais, que não se descortinam quaisquer motivos para, como pretendem os recorrentes, ser reduzida a indemnização fixada pelo dano biológico, nos termos por eles preconizados.b) - Relativamente aos danos não patrimoniais:Pode-se ler, nesta matéria e além do mais, na sentença recorrida, que: "No caso em apreço, não existem dúvidas que as consequências do acidente para o demandante assumem evidente gravidade e dignidade muito significativas, sendo, por isso, justificativas do seu ressarcimento, a título de danos não patrimoniais, cumprindo, apenas, determinar o seu quantum em termos de valor pecuniário.”; e "Ora, tendo presentes as considerações que antecedem e no que ora releva, resulta da factualidade provada o seguinte: Para a produção do acidente não contribuiu qualquer ato culposo do demandante.