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impedido a A. de obter a restituição das prestações suplementares de que é titular na sociedade B, no montante de € 50339,09 e de obter o pagamento dos suprimentos de que é credora no montante de € 28312,11; - É que a A. tinha – e continua a ter – direito a que lhe sejam pagos os suprimentos, que é um direito de crédito sobre a  R., B, sendo que o direito ao pagamento dos suprimentos não está condicionado a nenhuma circunstância, designadamente à situação líquida da empresa., mas, com actos ilegais perpetrados pelos Réus e que levaram ao desfalque dos Activos da sociedade e fizeram cessar definitivamente a sua actividade, o certo é que está a B, impossibilitada de pagar à A. os suprimentos no montante de € 28312,11, de que é credora, e vir a obter no futuro uma situação líquida que permita a restituição à A. das prestações suplementares de que é titular, no montante de € 78651,2 -Após citação dos RR e contestando a acção, vieram g. os réus eE, e em articulado conjunto, deduzir defesa por EXCEPÇÃO, arguindo a incompetência absoluta do Tribunal sustentando ser competente para o conhecimento do presente processo o Juízo de Comércio, porque o contrato de suprimento invocado para fundamentar parte do seu pedido e cujo reembolso peticiona, está previsto nos artigos 24 a 24 do CSC, pelo que dúvidas não restam que estando em causa, na apreciação do pedido, julgar uma questão relativa ao exercício de um direito social , a competência material pertence, impreterivelmente, ao tribunal de comércio, conforme dispõe o artigo 12 da LOSJ , e , bem assim, deduzir IMPUGNAÇÃO DO VALOR DA CAUSA oferecendo em substituição o valor de € 93651,20, montante este que se requer seja fixado como o valor da causa .