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e 153 do CPPT.,  uma vez que, como alega, em síntese, existe "défice de valoração probatória relativamente à prova produzida nos autos, quer em sede documental, quer em sede de testemunhos colhidos na praça pública, sendo que provada e reconhecida a gerência de facto e de direito impunha-se o reconhecimento da validade do despacho de reversão, que se encontra devidamente fundamentado, conforme documentos juntos aos autos, designadamente através da petição inicial, das informações recolhidas pelo oficial de diligências da Direcção-Geral dos Impostos, e inclusivamente através do direito de audição exercido por escrito, por cada um dos oponentes de forma isolada, pelo que, ordenou, mediante despacho do Chefe de Finanças, a reversão contra os oponentes das dividas constantes do processo de execução fiscal n. 319019980125813, instaurado pelo Serviço de Finanças de Porto-5, contra a sociedade comercial DGBS, LOA., por dívidas de IVA, no valor total de 11 314,66 Euros;), com base nas afirmações dos oponentes, constantes do  teor de fis.