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Se o condenado, como sucedeu no caso vertente, ainda que com alguma relutância, aceitou o plano de inserção social elaborado pela DGRSP, em 22/05/2015 e que foi homologado pelo tribunal, em 24/06/2015, veio, logo após a elaboração do PIR, ainda em maio de 2015, a ausentar-se da residência conhecida nos autos, para outro local, sem que comunicasse ao processo a nova residência, não mais contatando os serviços de reinserção social, em total incumprimento dos deveres que lhe foram impostos no PIR e que bem conhecia, sendo desconhecido o seu paradeiro, só vindo a ser localizado, quando foi detido, em 06/03/2018, para cumprimento de uma pena de 8 anos e 6 meses prisão, à ordem de outro processo n. 610/10GCPTM), há que concluir que o condenado ignorou e desprezou, por completo, o regime de prova a que ficou sujeito e o Plano de Inserção Social em que tal regime assentou e inviabilizou, dessa forma, a execução do regime de prova.