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126/127), citada pelo Ex.mo Magistrado do Ministério Público, que "o TJUE tem vindo a defenderÉ o caso das decisões proferidas nos processos -384/98, de 14/9/2000, -141/00, de 10/09/2002, e -307/01, de 20/11/200), em múltiplas decisões judiciais sobre o propósito das normas europeias que corporizam as isenções de imposto nas operações ligadas à saúde humana, que apenas beneficiam de isenção de tributação as prestações de serviços médicos que visem diagnosticar, tratar e curar doenças da saúde humana, o que vale por dizer que, nos casos em que as prestações de serviços médicos sirvam outro propósito que não o diagnóstico ou tratamento de saúde humana, com reposição do estado de saúde do paciente, de forma a alcança um bem-estar físico e psíquico em relação a si próprio, à família, à comunidade, ao ambiente e à sociedade, deverá a operação em concreto ser sujeita a IVA.