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Também deverá o sr. Administrador da Insolvência identificar que concretas despesas de justiça gozam, na sua óptica, de privilégio, precisando os credores e o interesse desses credores que estarão em causa, assim como os bens que beneficiaram dessas despesas, de forma a que se logre alcançar a ratio subjacente ao reconhecimento privilégios) e igualmente os bens sobre os quais, na óptica do sr. Administrador da Insolvência,, sabido que, em todo o caso, a lei não confere privilégios gerais por despesas de justiça.”  Cumprindo esse pedido, o A.disse, em suma e com relevo para o que aqui se discute que,   " Que as despesas de justiça que na óptica do aqui signatário gozam de privilégio correspondem aos créditos reclamados por Inácio, os quais advêm da função de gestor judicialmente nomeado no âmbito do processo de suspensão e de destituição de titulares de órgãos sociais, que correu termos no então Tribunal Judicial de , Secção Única sob o n. 281/11TBMCD;  Que por sentença proferida a 02/11/2015 foi fixado o saldo de 1900,18€, correspondente ao valor das despesas realizadas e em face da ausência de qualquer receita gerada durante o período de administração, valor ao qual acrescem juros no montante de 841,70€;  Que os bens que beneficiaram da função de gestor judicialmente nomeado e sobre os quais incidem o privilégio em causa são compostos por todo o acervo patrimonial da Insolvente uma vez que foi para a conservação deste que foram incorridas todas as despesas.