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contestaram.O A. replicou.O processo seguiu os seus termos e, depois de realizada a audiência de julgamento, foi proferida sentença que, julgando a acção improcedente, absolveu a R. do pedido.Desta sentença recorre o A. impugnando a matéria de facto bem como a solução de direito.A  R. contra-alegou defendendo a manutenção do decidido.A impugnação da matéria de facto incide sobre os pontos 1, 2 e 4 do elenco dos factos não provados, e que são estes: 1- Que o A. não se conformou com a decisão de 9/3/2007 e pretendia recorrer para o Tribunal Central Administrativo Sul, decisão que transmitiu especificamente à segunda R. e com a qual esta concordou ficando de apresentar o referido recurso;  2- Que o A. foi lesado nos seus direitos, uma vez que ficou a receber uma pensão muito menor à que lhe seria devida, bem como os montantes que o A. invocou ter recebido a menos e, consequentemente, que devido ao erro da segunda R. irá receber menos € 22394,50;  4- Que o A. ao ter conhecimento da decisão tenha sentido grande frustração das suas expectativas, grande angústia e constrangimento.Em relação ao n. 2 adianta-se já que ele só contém matéria conclusiva.