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Assim, protegendo este tipo incriminador, em primeira linha, o património da unidade económica, objeto das violações das normas de controlo e gestão racionais, não se nos afigura que o interesse patrimonial dos trabalhadores, que assume caracter privado, possa ainda inscrever-se no círculo de proteção do mesmo neste sentido Acórdão da Relação do Porto, 06/05/2009, relator Maria do Carmo Silva Dias, 5851/00TDPRT.pt, disponível em http://www.dgsi.pt ...) A conclusão será a mesma ainda que se considerem os bens jurídicos da racionalidade e eficácia económica da gestão das unidades de produção do sector público e cooperativo, os quais também respeitam apenas à sociedade e não se mostram verificados.