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A Recorrente conclui que se encontra na situação de insuficiência de bens penhoráveis para o pagamento da dívida exequenda e acrescido reveladora da manifesta falta de meios económicos por considerar que: – Os "ativos fixos tangíveis, inventário, produtos acabados, intermédios, produtos e trabalhos em curso”, os quais o Tribunal a quo considera que poderiam ser oferecidos para garantir o valor a prestar, totalizam a quantia de € 7572,85, valor que se mostra, conforme resulta da douta Sentença, "não ser suficiente para garantir o valor em causa”; – Os imóveis sobre os quais se poderia constituir hipoteca, no seu conjunto, totalizam o valor patrimonial de € 6356,96; – Não lhe é permitido oferecer garantia bancária, porquanto a entidade bancária recusou a emissão de garantia.