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Liquido ficou, também, o valor correspondente à diferença entre a condenação da Executada e o valor operado pela compensação dos €6 582,77, tendo resultado num valor de €21576,75, que se peticiona nos presentes autos. . Na sentença dada à execução a Exequente figura como credora e a Executada como devedora. . A condenação da Exequente na compensação do valor – metade do valor que vier a ser apurado - nos termos e para os efeitos dos "usos da praça ”, nos termos do Código Comercial, resulta de uma segunda operação de compensação, que a Executada tem todo o interesse e legitimidade para promover, mas que ainda não o fez até hoje. . Aliás, pelo comportamento judicial da Executada nos autos de incidente de prestação de caução retira-se que esta não tem qualquer "interesse ” em promover a liquidação do que em sede de reconvenção, no tocante ao seu pedido, foi decidido. . Porquanto, no âmbito daqueles autos 1101/16T8PVZ-A, prestou falsas declarações nomeadamente, indicando que só possuía o armazém onde labora, a maquinaria necessária a sua laboração, e as madeiras/mercadorias prestada sem caução.