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Como referiu a testemunha R. S., ex-funcionária da sociedade "F. Ld” até Maio de 2019, tal montante não permitia atenuar as dificuldades financeiras por que passaria a sociedade relatou esta: "a empresa estava com extremas dificuldades; dívidas muito grandes a fornecedores, para a luz, para salários; o cheque não resolvia grande coisa”; a escritura foi celebrada em 102018 e até à saída da depoente em Maio de 2019, a empresa continuou a funcionar normalmente e a pagar-lhe; viu um contrato de arrendamento das fracções, não viu o réu A. a assinar, nunca viu renda nenhuma a ser paga ao réu A. , nem recibo do pagamento da renda, sendo a mesma quem tratava da preparação dos papéis para entregar na contabilidade; não viu mais o Sr. A.