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67/3 e 68/2 do CPC, está vedado ao Supremo, como tribunal de revista, indagar e sindicar erros intrínsecos na formação da convicção do julgador; em que, insiste-se, o Supremo não se mete na reapreciação dos meios de prova sujeitos à livre apreciação; e em que, no fundo e em síntese, o Supremo se limita tão só a verificar se o resultado final ao nível da decisão da matéria de facto foi prejudicado por errada aplicação das regras de direito probatório material.” E acrescentou-se mesmo, revertendo ao caso concreto e a propósito do que constava do Acórdão da Relação então sob recurso – em que, repete-se, se havia dito, para motivar a manutenção do ponto 22, que, "analisando a natureza dos negócios realizados primeiro a venda da metade do A. à 2 R irmã da 1 e depois da 2 R para a 1 R. ambas as vendas pelo preço declarado de 0,50) qualquer pessoa em são critério concluirá que o interesse da 1 R foi o de adquirir para si a metade do A.” – que é impossível discordar da ilação externada pela Relação: "o que se escreveu/presumiu – referiu-se no anterior Acórdão deste Supremo – não só não é ilógico e só a evidente ilogicidade, repete-se, é sindicável pelo como é seguramente a melhor lógica” adicionando-se até, em nota, que, "ao contrário do que os RR.