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É assim evidente a existência de manifesto erro de julgamento, pois o Tribunal a quo considerou provados factos que não obtiveram prova cabal, e ainda, erro notório na apreciação da prova porquanto da factualidade provada se extrai uma conclusão ilógica e irracional; Em face de tudo quanto foi exposto, salvo o devido respeito, não poderão restar dúvidas para os Venerandos Juízes Desembargadores que deverá a sentença recorrida julgar totalmente procedente, por provado, o pedido formulado pela Autora sendo, consequentemente, alterado os factos dados como provados naDouta Sentença proferida em conformidade com o alegado no presenteRecurso e, concludentemente, serem condenados os Réus a Restituir aquantia adiantada no valor de € 1094,04 € 493,98 + € 1469,95 + € 130,11)abatido da bonificação a que teve direito pelas compras de café efectuadasno valor de € 030,03; Proceder ao pagamento dos bens que lhe foramvendidos no valor global de ��� 255,36; Proceder à restituição dos bens quelhe foram emprestados no valor global de € 488,82; Pagar o montanteindemnizatório no valor de 1000 – + € 27,00 x 20% = € 4284,00; Tudo nomontante global de € 1094,04 + € 255,36 + € 488,82 + € 4284,00 – 030,03) =€ 6092,1 Contra-alegou a R. pugnando pela improcedência do recurso e pela manutenção da decisão recorrida.