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1 Daí que, sendo evidente que da sentença não constam as dívidas que estão em causa, que períodos a que elas se referem, que fundamentos foram invocados de modo distinto por cada um dos Oponentes se é que, nem de que modo a causa de pedir de cada um se afasta da dos demais ou que permita compreender de que forma os pedidos se mostram prejudicados ou convocam quadros jurídicos distintos para a decisão individual, e não cabendo a este Supremo Tribunal Administrativo seleccionar e fixar a matéria de facto pertinente para a decisão nem, aliás, e/ou previamente facultar aos Oponentes que se pronunciem sobre a questão da ilegalidade de coligação que o Tribunal a quo apenas no momento da elaboração esteve em condições de aferir dessa excepção e a há que anular a sentença recorrida e ordenar a baixa dos autos para, em conformidade com o exposto, ser fixada a factualidade relevante e proferida nova sentença.