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Criam apenas a presunção da existência de uma relação negocial ou extranegocial a relação fundamental a que aquele preceito se, sendo esta a verdadeira fonte da obrigação.” E acrescentam com muito interesse para o que aqui se discute, o seguinte: "Se o declarante ou seus sucessores alegarem e provarem que semelhante relação não existe porque o negócio não chegou a constituir-se; porque é nulo ou foi anulado; porque caducou; porque os seus efeitos se extinguiram entretanto; porque não foi afinal o promitente o autor do dano que pretende reparar; porque contra a sua convicção inicial, não há responsabilidade objetiva naquele tipo de casos,, a obrigação cai, não lhe servindo de suporte bastante nem a promessa de cumprimento, nem o reconhecimento de dívida”.,  Como refere António Menezes Cordeiro, in Tratado de Direito Civil, , pg 693, o único papel deste preceito é o de dispensar o beneficiário de indicar a verdadeira fonte da obrigação em jogo; fonte essa cuja existência se presume, até prova em contrário.