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2          Tal dúvida que apenas existia na mente do não se mostrava inultrapassável, pelo que, não tendo o Tribunal lançado mão do disposto no artigo 34, n. 1 do Código de Processo Penal para proceder à inquirição de duas outras testemunhas presenciais, quando podia e devia tê-lo feito, violou o disposto no referido artigo que impõe a realização de todas as diligências essenciais que se possam reputar indispensáveis à descoberta da verdade, daí decorrendo que a actuação da ma Juiz a quo deu clara preponderância aos direitos e garantias da arguida, em detrimento dos primordiais interesses da prossecução da justiça, como finalidade última do processo penal.