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Assim, e em suma, inexiste fumus boni iuris.»    A recorrente propugna que os artigos 18, 22, 23, 24, 26, 39 e 41 do Requerimento Inicial do processo cautelar vertem factualidade que não foi impugnada pelo requerido, e que assim, devem esses factos ter-se como admitidos por acordo, por via do efeito cominatório previsto no artigo 574 do CPC ex do artigo 1 do CPTA; que mesmo que não se entenda que esses factos estão admitidos por acordo não ocorreu quanto a eles produção de prova, tendo o Tribunal a quo incumprido o disposto no artigo 118 n 5 do CPTA por não ter sido permitido à requerente provar os factos que tinha alegado através da prova testemunhal requerida no seu requerimento inicial; que tal matéria é suficiente para que se julgue verificado o requisito do fumus boni iuris levando à revogação da sentença recorrida.