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TRL de 17/12/2019, já citado quando afirma, de forma cristalina: «De notar que, como se compreende, não compete ao juiz da causaaveriguar o destino que os requerentes projetem para a decisão revidenda; a sua intervenção e competência prende-se exclusivamente com a verificação judicial dos condicionalismos legais necessários e suficientes para conceder – ou negar – a revisão e confirmação.» Parece-nos mesmo que conceber esta escritura pública como um mero meio de prova se funda na projeção da sua apreciação para um outro momento e processo que não o de revisão de decisão estrangeira, antes para o momento do reconhecimento da situação para efeito de aquisição de nacionalidade, que subjaz, de forma expressa ou subliminar ao raciocínio de aplicação do disposto no n2 do artigo 978 do CPC.