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42–Conforme referido na douta sentença, com a qual se concorda na integra "na qualidade de herdeiros/vendedores, tinham obrigação os recorridos de saber e, no caso de não saberem, tinham o dever de, antes de colocarem o imóvel no mercado, terem apurado o estado dessas partes comuns, a fim de, assim, venderem o imóvel no estado em que realmente se encontrava e não naquele em que aparentava estar – pronto a habitar.” E, 43–Como vertido no douto Acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 13/03/2006, disponível in www.dgsi.pt "Não é pelo facto do comprador saber, por exemplo, que a casa devia estar ligada à rede pública e não está que se pode falar em defeito aparente para desresponsabilizar o vendedor.