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32, n. 1, do Código Civil, que a interrupção do prazo de prescrição, «inutiliza para a prescrição todo o tempo decorrido anteriormente começando a correr novo prazo a partir do acto interruptivo», e é só a esta parte do preceito que define as consequências da interrupção do prazo de prescrição que é preciso ir buscar regulamentação ao Código Civil, porque apenas quanto ao efeito da interrupção se verifica uma falta de regulamentação na legislação tributária; - Tudo o mais que consta do referido artigo do Civil reporta-se a uma causa de suspensão da prescrição que opera no direito , mas que no direito tributário só poderia ser aplicada, caso a lei o determinasse expressamente ou por remissão para os efeitos suspensivos do prazo de prescrição constantes da lei ; - Ora é essa falta de estatuição das leis tributárias de que os prazos de suspensão da prescrição em direito , quando haja ocorrido citação, se aplicarão, também ao prazo de prescrição das dívidas tributárias não deve ser aplicável à jurisdição tributária; - A Lei Geral Tributária definiu os casos em que se suspende o prazo de prescrição, nos números 4 e 5, do art.