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do CPC, porquanto, tendo o Tribunal da Relação, em sede de reapreciação da matéria de facto, fundamentado a eliminação do artigo 105 dos factos provados bem como a alteração da redação dada ao artigo 103 na circunstância de resultar da reapreciação da prova, em particular do depoimento de EE que «ambas as empresas se confundiam e, como afirmou, a criação da 2 delas se deveu apenas a razões fiscais e por conselho do próprio», esta fundamentação está em oposição com a decisão de condenação do recorrente no pagamento de indemnização por perda de clientela, a cada uma das duas sociedades Nunes &amp; Justo, Ld e como se fossem duas sociedades autónomas entre si, conferindo essa contradição à decisão tomada uma ambiguidade que se mostra ininteligível.