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63, p. 54) Acompanhando a sentença recorrida, refira-se que a alteração do procedimento inspectivo por parte da entidade que o tiver ordenado é uma faculdade que a esta assiste e que, além do mais, pressupõe não só a pertinente fundamentação como também que o procedimento ainda esteja em execução, então, é de concluir que, no vertente caso, porque os procedimentos foram sucessivos e não simultâneos - pois que o segundo começou após a conclusão do, também não se pode dizer que a AT deveria ter alterado o primeiro em vez de iniciar o segundo ou que, não tendo optado por eventual alteração, haja violado o disposto nos citados normativos e ocorra ilegalidade da liquidação adicional, decorrente da caducidade do direito à liquidação ou da violação do regime desta neste sentido vide acórdão do STA de 202014, proferido no âmbito do recurso n. 0827/12)   Da caducidade da liquidação    A Recorrente, imputa ainda à sentença erro de julgamento no conhecimento da excepção invocada "da caducidade do direito à liquidação”, por entender que mesmo que não fosse atendida a ineficácia/ilegalidade do segundo procedimento, ocorre a caducidade do direito à liquidação por já ter decorrido o prazo de 4 anos aquando da notificação daquela artigo 45 da.