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152 – Efetivamente – e olhando aos factos provados que anteriormente se referiram – não pode falar-se de incumprimento definitivo decorrente de uma conduta do devedor que impossibilita o cumprimento; de uma conduta "em que o devedor falta ao cumprimento com a consequente perda de interesse do credor ou sem aproveitar uma última oportunidade através do mecanismo da chamada interpelação cominatória”.69  153 – Como se sumaria no acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 02007 Relator, Conselheiro Sebastião Póvoas, dgsi, "1) A translação da mora em incumprimento no negócio fixo não absoluto impõe uma interpelação admonitória, com fixação de um prazo suplementar cominatório perentório) para a outorga do contrato prometido.