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É de atender, por isso, à pretensão da autora, ao nível da concretização da factualidade apurada eliminar-se-á a expressão "completamente” porque conclusiva e que nada acrescenta ao, acrescendo que para uma melhor compreensão da dinâmica do despiste e embate, caberá reunificar num único facto a dita matéria, com aquela que ficou apurada no segundo segmento do ponto n 141, sendo inquestionável que a matéria vertida na primeira parte desde mesmo ponto reveste natureza exclusivamente conclusiva, e que por isso, de per si, não é suscetível de prova, não relevando, assim, o facto de ter sido objeto de fundamentação, tanto mais que a Mm juíza do tribunal a quo relativamente a tal matéria limitou-se a aludir à credibilidade do depoimento do réu e à ausência de provas em sentido contrário, sem que tenha logrado explicitar as razões concretas da sua convicção, não tendo feito a análise crítica e conjugada de quaisquer factos concretos apurados, que à luz das regras da experiência lhe permitissem formular a dita conclusão, em particular quando só tomou em consideração o depoimento do réu, e sobre matéria que lhe era favorável.