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Afigura-se incorreto que o consumidor seja desresponsabilizado face à omissão de conduta que deveria ter adotado, não obstante a paralela omissão de conduta devida pela R..  Numa lógica de repartição de responsabilidades e visto que estamos no domínio da legislação de consumo em que sobressai a vertente não profissional do consumidor, naturalmente que se evidencia que em relação à R., enquanto entidade a quem é imputável um comportamento profissional e que é detentora de know how e de recursos humanos próprios ou em outsourcing, é, há uma exigência maior de cumprimento, até pela maior facilidade que ela tem à partida para cumprir a aludida obrigação do que a correlativa obrigação por parte dos AA..  Assim, tudo ponderado, numa perspetiva de equidade vistos os critérios postos nomeadamente nos artigos 566/2 e 570/1,, afigura-se-nos que a R. e os AA.