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Em terceiro lugar,  Tendo em conta: O depoimento de parte da Recorrente gravado no ficheiro áudio 20170905143915_17850577_2871158), onde esta disse que o Requerido lhe exigiu, aquando do divórcio, continuar a viver no locado, durante algum tempo, até encontrar um outro local para viver passagens 2:16:22 a 2:16:50 e 2:17:28 a 21:17:40), que tal era uma mera tolerância, como até o próprio Tribunal recorrido reconhece durante o julgamento, ao usar a palavra "tolerar” passagem 2:15:35 a 2:17:40), e que o acordo sobre a casa morada de família não era para o Requerido ficar como arrendatário passagens 2:31:57 a 2:32:40 e 2:33:05 a 2:33:25); E o depoimento de parte do Requerido gravado no ficheiro áudio 20170905143915_17850577_2871158), onde ele disse que não ia assinar o divórcio, portanto sem ser litigioso, sem ter garantia onde ficar, até ter casa para onde ir viver no início de 2004 passagem 3:08:20 a 3:08:35) e que pagava a renda à Requerida, sendo esta que a entregava na sua totalidade ao senhorio, e que todas as questões do arrendamento eram tratadas pela Requerida: passagem 18:23 a 19:47 do ficheiro áudio gravado 20170905181830_17850577_2871158);   Os factos 22, 40 e 41 devem ser dados por provados, nos seguintes termos, tendo em conta a prova produzida e os poderes cometidos ao Tribunal, nos termos dos artigos 5 do CPC e 396 do Código Civil: 22-Aquando da negociação dos termos do divórcio por mútuo consentimento, o Requerido impôs à Requerida uma condição: poder continuar a habitar, durante algum tempo, o locado, até encontrar um outro local para viver e para garantir tal pretensão, pretendia consignar no acordo de divórcio que o referido arrendamento, da casa de morada de família, foi atribuído a ambos os requeridos.