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Da incorrecta decisão proferida sobre a matéria de facto   Entende a recorrente – conclusões 13 a 35 – que as alíneas, e dos factos provados foram incorrectamente julgadas, na parte em que referem o assistente, isto porque este declarou na audiência de julgamento não ter qualquer relação com a arguida, nem conhecimento directo das relações existentes entre esta e a ofendida, sua mulher, ou mesmo, ter cedido o seu número de telefone àquela, que teor das alíneas a dos factos provados não deveria como tal, ter sido considerado, porque o tribunal a quo fundamentou genericamente a sua veracidade, socorrendo-se das informações obtidas das operadoras telefónicas quando os registos destas não identificam o autor das chamadas, e do depoimento da testemunha  ..  que apenas pode assegurar que um determinado número está gravado nos seus contactos como sendo o da arguida mas não que esta tenha efectuado chamadas para o assistente e para a ofendida, que também o teor da alínea dos factos provados não deveria como tal, ter sido considerada, pois a testemunha  E...  apenas disse em audiência ter recebido um telefonema de uma pessoa que não identificou e que o avisou para ter cuidado com um colega de trabalho, que não nomeou.