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Vide artigo 567 do P. . Sucede que, o Recorrido, em toda a petição inicial por si apresentada, não alega nem invoca qual a causa dos vícios/danos identificados nos artigos 7, 8,11, 12, 13, e 14 do seu articulado e bem assim nenhum dos documentos juntos pelo Recorrido com a sua petição inicial é susceptível de provar qual a origem dos aludidos danos/vícios invocados por aquele naquele articulado. . O Recorrido, em toda a sua peça processual jamais invocou que os danos/ vícios elencados decorreram ou são consequência de qualquer defeito ou má construção ou que a resultaram do não respeito por parte da Recorrente das artes de bem construir. . Não tendo o Recorrido alegado qual ou quais as causas dos vícios por si referidos na petição inicial, entendemos, salvo o devido respeito por opinião diversa, que não pode o Tribunal a quo, não obstante a inexistência de contestação apresentada pela Recorrente, considerar provados por confessados que os mesmos resultaram ou são consequência de qualquer defeito de construção. . A Recorrente não pode ser condenada, por confissão de factos, que tão pouco foram alegados e invocados pelo Recorrido, não podendo considerar-se confessados factos que tão pouco foram alegados em sede de petição inicial. . Para fundamentar a formulação do pedido, o Recorrido alega o seguinte, na sua petição inicial:  " Sucede que, após a conclusão do prédio, em agosto de 2017, começaram a surgir e detectaram-se, na zona das garagens, defeitos de construção, designadamente, falta de ventilação e muita humidade que está a deteriorar o portão, os pilares do edifício e o pavimento.” – Vide artigos 6, 7 e 8 da petição inicial. "