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cessou naquela data, não se transmitindo a ninguém, em especial, a nenhum dos Réus; o contrato de arrendamento rural é nulo por falta de forma e a falta de redução a escrito apenas é imputável aos Réus, que recusaram assinar o mesmo sem qualquer fundamento válido; a considerar-se válido o contrato de arrendamento desde 2006, inexistindo atualmente contratos vitalícios, o mesmo tem o prazo máximo de sete anos, pelo que, considerando a renovação em 2013, cessou em 31201   Os Réus contestaram por excepção e impugnação, afirmando, nomeadamente: existiu um contrato de arrendamento rural escrito constando de uma "ata” da A. do ano de 1972/1973); não ocorreu a alegada caducidade, transmitindo-se o arrendamento para os Réus, por morte do primitivo arrendatário nos termos da alínea do n. 3 do art.