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A R. contestou; por impugnação e por reconvenção, em que pediu que a A. seja condenada "a pagar à R/reconvinte, a título de enriquecimento sem causa, uma indemnização pelas benfeitorias necessárias e úteis efetuadas pela ré/reconvinte nos prédios arrendados, no valor de 16500,00€.” Começou por admitir a celebração do contrato de arrendamento rural referido pela A. assim como o direito de propriedade da A. sobre o prédio em, a que introduziu pequenas divergências que neste momento não relevam como o arrendamento ter sido dado, conjuntamente, a si e ao seu marido, como a data da sua celebração, que situou no dia 11/11/1966, como a identificação do arrendado, que englobaria os prédios rústicos denominados P ...), B ...) e outros prédios rústicos anexos a, dizendo, de relevante, que, nem aquando da celebração do contrato, nem posteriormente, os contraentes previram o que quer que fosse relativamente à realização das obras, alterações ou edificações5; sucedendo que, no decurso do contrato, foram realizadas inúmeras benfeitorias no arrendado descritas no relatório que, que ascendem, atualmente, ao valor de € 16500,00, obras que "sempre agradaram ao pai da autora”6, que "não só concordou e consentiu os arrendatários a realizarem tais benfeitorias, como ainda, antes da sua realização, sugeriu os locais onde deviam ser executadas”7, tendo todas as obras sido executadas em vida do pai da A. falecido em 29/10/1993) e sempre com prévia autorização do pai da A..  Assim, segundo a R., constando da minuta do contrato que lhe foi enviada pela A. que, "findo este contrato, todas as obras e benfeitorias realizadas pela segunda contratante, ainda que autorizadas pela primeira contratante, ficam a fazer parte integrante do prédio arrendado, não podendo a segunda contratante alegar direito de retenção ou exigir o pagamento de qualquer indemnização ou compensação”, é/foi legitima, por ter direito ao valor das benfeitorias realizadas impossíveis de levantar e que valorizaram o prédio), a recusa em assinar a minuta do contrato que lhe foi enviada pela A., o que acarreta a improcedência da ação e a procedência da reconvenção.