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AA.–Conforme resulta do teor da escritura de anexação e reforço de hipoteca, já aludida, "tendo em vista esta ANEXAÇÃO, para que a mesma possa ser efectuada, tendo em conta que apenas um dos prédios objecto da presente anexação se encontra hipotecado, e que a mesma só é possível desde que a referida hipoteca, a favor do B..., S.A., abranja igualmente o prédio não hipotecado, como acto prévio da anexação, em nome da sociedade sua representada, REFORÇAM o objecto que foi dado de garantia de hipoteca ao dito Banco, no sentido desta garantia abranger igualmente o prédio não hipotecado, isto é, a hipoteca que recai sobre o prédio urbano descrito sob o número E QUATRO, da freguesia de São Sebastião passa a englobar igualmente o prédio urbano descrito sob o número DOIS E CINQUENTA E QUATRO, da mesma freguesia e desta forma podem então proceder à ANEXAÇÃO.” Pelo que, a garantia de hipoteca inicialmente registada sob o prédio urbano descrito sob a ficha n. 1004 passou a abranger o prédio descrito sob a ficha n. 2054, e foi transcrita para o novo prédio resultante da anexação: o 10 prédio descrito sob a ficha n.205 BB.–O Recorrente defende que a sentença sub judice padece de erro de julgamento ao não declarar como prescrita a hipoteca constituída a favor do Recorrido e ao não reconhecer a inconstitucionalidade da norma ínsita no artigo 73 do que exige o decurso cumulativo de dois prazos para que se verifique a extinção da hipoteca por prescrição.