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E ainda recentemente, em Acórdão do TCAS, de 04/10/2018, proferido no processo n. 480/18BEALM-A, se sumariou que "– O direito dos militares à promoção não é um direito absoluto e irrestrito, antes resultando da globalidade do EMFAR, visando a "demora na promoção” diferir esta para um momento posterior, sendo que, no caso de vir a ocorrer, com a antiguidade no novo posto reportada à data em que teria ocorrido sem a demora.”  Em face do que tem sido o entendimento reiterado das mais altas instâncias desta jurisdição quanto ao direito à promoção dos militares, consagrado no respetivo EMFAR, é apodítico que os mesmos não têm um direito absoluto à promoção, mas um direito a serem promovidos dentro das vagas que ocorram no âmbito dos respetivos quadros especiais, sendo que, os oficiais de cada quadro especial têm um desenvolvimento da carreira ou uma progressão que é autónoma, pelo que conforme sugestivamente se observa no Acórdão do STA, de março de 2001, proferido no processo n. 4353 "em relação a militares de outros quadros especiais a comparação não é sequer possível, atento queo quadro de pessoal de cada ramo das Forças Armadas se desdobra em quadros especiais e, os oficiais que integram diferentes quadros especiais têm desenvolvimento próprio e separado das respetivas carreiras”.