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Assim, conforme entendimento do tribunala quo, que subscrevemos, "havendo disponibilidade e condições de ordem prática e psicológica de ambos os pais, como parecem existir embora com algumas resistências pontuais notadas, sobretudo da parte da, e não havendo circunstâncias concretas que o desaconselhem como não há), antes se entendendo que a residência alternada trará maior estabilização e resolução emocional do conflito de lealdade em que se encontra o jovem , será tal residência alternada a que melhor aptidão tem para preservar as relações de afeto, proximidade e confiança que ligam o filho a ambos os pais, sem dar preferência à sua relação com um deles, em detrimento do outro, o que necessariamente concorrerá para o desenvolvimento são e equilibrado do jovem e melhor viabilizará o cumprimento, por estes últimos, das responsabilidades parentais, tudo assim  por via dos competentes clãs familiares de que dispõem”.