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Veio a ser proferido saneador e nele conhecido o mérito da ação, tendo sido decidida a causa da seguinte forma: "Em face de todo o exposto decido:  Julgar totalmente improcedente a ação por não provada e em consequência absolver a ré  dos pedidos aqui formulados pelo autor B.  Condenar o autor nas custas processuais.” Inconformado, o Autor B, interpôs o presente recurso de Apelação, formulando as seguintes conclusões: "1- O autor iniciou o procedimento do aumento da renda do locado, por carta e 212012, na vigência do NRAU com as alterações da Lei n. 31/2012 de 14 de Agosto, designadamente dos artigos 35 e 3 2-Comunicou à ré a sua intenção de submeter o arrendamento ao NRAU e propôs-lhe a renda mensal de € 125,0 3-A ré, por carta de 26 de Janeiro de 2013 comunicou, ao autor, que auferia menos de cinco remunerações mínimas anuais, que não aceitava a proposta de atualização da renda, nem a submissão do contrato ao NRAU, e demonstrou ter pedido certidão do RABC, no Serviço de Finanças de Valongo- 4- Posteriormente, por carta de 23 de Agosto de 2013, a ré remeteu, ao autor, certidão do RABC, no valor de € 540,1 5- O autor, perante a demonstração do RABC da ré, não pode aumentar a renda que a ré pagava de € 73,00 mensais.