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E, não obstante o recorrente tenha logrado demonstrar nos autos que remeteu uma carta à recorrida, afirmando que sempre entregou na empresa os certificados de incapacidade temporária para o trabalho, pessoalmente ou por correio, certo é que não logrou demonstrar que anteriormente à sua carta de 31 de janeiro de 2014, tivesse apresentado na empresa os certificados respeitantes ao período a partir de 1 de dezembro de 2013, ou que por motivo de força maior esteve impedido de comunicar a sua ausência ao serviço até ao envio da mencionada carta, sendo certo que nenhum elemento existe nos autos, nem tal foi que nos leve a deduzir que a própria doença do A. constitui um facto de força maior impeditivo da comunicação a justificar tal ausência.