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Sendo certo que estaremos, sempre, perante um despedimento ilícito, claro está, face a realidade fáctica e de direito, efetuado pela Ré SECURITAS – Serviços e Tecnologias de Segurança, S.A., uma vez que, como demonstrado ficou, por um lado não estão reunidos os pressupostos para a Transmissão de Empresa ou Estabelecimento, nos termos estatuídos no Código do Trabalho, por outro, também, não opera a sucessão de posto de trabalho, estabelecida na cláusula 1 do CCT celebrado entre a AES e o STAD, ex , das Portarias n.s 307, 308/2019 de 13 de setembro e 186/2020, de 6 de agosto, porquanto, quer a ré KFORCEK, quer a ré COMANSEGUR são filiadas na AESIRF, tendo esta associação de empregadores deduzido oposição que fora aceite e como tal consta no n. 3, do artigo  das Portarias em causa.