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Entre os chamados danos de natureza "não patrimonial” é efetivamente possível distinguir como significativos e mais importantes o chamado "quantum doloris” que sintetiza as dores físicas e morais sofridas no período de doença e de incapacidade temporária), o "dano estético” que simboliza o prejuízo anátomo-funcional associado às deformidades e aleijões que resistiram ao processo de tratamento e de recuperação da vítima), o "prejuízo de afirmação pessoal” dano indiferenciado, que respeita à inserção social do lesado, nas suas variadíssimas vertentes – familiar, profissional, sexual, afetiva, recreativa, cultural, cívica), o "prejuízo da saúde geral e da longevidade” aqui avultando o dano da dor e o défice de bem estar, em que se valoriza os danos irreversíveis na saúde e no bem estar da vítima e conta na expectativa da e, finalmente, o "pretium juventutis” que realça a especificidade da frustração do viver em pleno a primavera da.