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E começamos por analisar o requerimento executivo para concluir que nenhum facto concreto foi alegado no mesmo quanto a essa interpelação, tendo-se limitado os Recorrentes a alegar de forma genérica que até à presente data os Executados não procederam à divisão da quantia e nem pagaram qualquer quantia por conta da mesma "apesar de diversas vezes instados para o efeito na pessoa do seu Ilustre Mandatário; e em sede de contestação apresentada nos presentes embargos concretizaram apenas que efectuadas diversas diligências junto do Banco A que já anteriormente não libertara a quantia arrestada o que motivara a subscrição conjunta de um requerimento no âmbito da acção n. 55/13T8GMR), alegadamente efectuadas com conhecimento do Ilustre Mandatário dos Embargantes, não lograram que aquele lhes entregasse a quantia em causa tendo sido informado pelo gerente que para ultrapassar a situação os Executados teriam de assinar uns impressos; mais alegaram ter explicado a situação ao Ilustre Mandatário dos Embargantes e deixado tais impressos no escritório deste que dias mais tarde informou que os seus clientes não estariam dispostos a colaborar e a quem teria sido explicado que a falta de colaboração dos Embargantes levaria a recorrer a tribunal executando a sentença.