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18 Relativamente à impossibilidade do STJ apreciar critérios quantitativos e qualitativos ligados a adequação de desempenho do magistrado, ao volume de serviço, à produtividade, que caiem no âmbito da discricionariedade técnica, refere o citado acórdão do STJ de 20-02-2019 que o "Supremo Tribunal de Justiça não pode substituir-se à administração na formulação de juízos de mérito ou de demérito sobre a prestação dos magistrados judiciais, não tem elementos que lhe permitam tomar posição acerca do carácter mais ou menos complexo dos processos e das questões neles suscitadas, aquilatar a maior ou menor produtividade do inspecionado, aferir se as pendências registadas seriam, ou não, controláveis ou determinar se a gestão da agenda e do serviço protagonizada pela recorrente foi a mais correta e eficaz”.