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Na situação vertente, veio a Ré requerer que seja admitida a presença do seu mandatário, ou advogado por este substabelecido, e do assessor técnico indicado na perícia, e, tendo sido deferida tal pretensão, vem agora o Autor/Recorrente opor-se à presença da Ré no exame pericial alegando, alegando como fundamento:  - Por um lado, que se o técnico a que se refere o n. 3 do artigo 48 do CPC é um mero auxiliar da parte no acto de produção da prova pericial, e não um representante dela nesse acto, então a presença dele técnico) em tal acto só terá razão de ser se a parte estiver presente, o que assim não sucede, já que o exame é realizado ao Autor, aqui Recorrente;  - E, por outro lado, que se trata de um exame médico que afecta o seu pudor, sem que, no entanto, tenha aduzido qualquer fundamente factual que materialize a alegada afectação do pudor.