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Vejamos, no âmbito do objecto e à luz dos fundamentos do recurso, designadamente, quanto à ilicitude que os recorrentes consubstanciam na "omissão dos deveres de cuidado, na omissão da prática devida de acompanhamento médico do dia 02009 e no período de captação de desacelerações e falhas de captação nas horas assinaladas até à cesariana, na realização tardia da mesma; na ausência de meios de prudente monitorização que não fosse o CTG com sinais em falha ou não o uso devido e prudente de outros meios externos e internos supra referidos e ainda na omissão de fazer exames conducentes a uma conclusão rápida da causa da paralisia cerebral , como o exame ao PH do cordão umbilical”.