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Apresenta as seguintes conclusões: 1- A defesa por impugnação, nos termos do artigo 571, n2, do CPC ex  artigo 1 do CPTA, é susceptível de ser realizada directa e indirectamente consoante o requerido contrarie directamente o facto alegado pelo requerente ou, ainda que não o faça de forma directa, alegue outro ou outros factos que revelem uma clara oposição com o primeiro;  2- O que o ora recorrido fez na oposição foi precisamente impugnar indirectamente a realidade alegada pela recorrente nos pontos 7 a 28 do seu requerimento inicial;  3- Como tal, os artigos 7 a 28, do requerimento inicial, deveriam ter permanecido excluídos da matéria dada como provada, tal como decidiu o tribunal de primeira instância; 4- E, mantendo-se «excluídos» da matéria assente, então a única conclusão plausível é a da caducidade do direito de acção da recorrente e, como tal, inexistência de fumus boni juris que permita o decretamento de uma providência cautelar;  5- Mas mesmo que assim não fosse, a verdade é que, no que ao ónus de impugnação respeita, prescreve o n1, do artigo 5, do CPC, que compete às partes alegar os factos essenciais que constituem a causa de pedir e aqueles em que se baseiam as excepções invocadas;  6- Na verdade, o enunciado nos artigos supra referenciados do requerimento inicial, não passa de uma questão lateral que em nada é determinante para a formação da convicção do tribunal sobre a necessidade, ou não, de providenciar uma tutela cautelar;  7- Portanto, se assim é, sempre se dirá que, mesmo que o aqui apelado não tivesse realmente impugnado os artigos em questão - o que não se consente - essa não impugnação nunca teria como consequência a confissão dos factos neles plasmados, precisamente porque não se trata de factos essenciais que constituem a causa de pedir;  8- Pelo que, mal andou - salvo devido respeito - o tribunal a quo ao decidir pela não verificação da excepção de caducidade do direito de acção, e, consequentemente, pela existência de fumus.