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Já no que respeita ao conhecimento da Ré ou pelo menos ao não dever desconhecer a essencialidade do licenciamento das seis unidades de alojamento, a posição do Tribunal da Relação é de ir às lágrimas O Tribunal da Relação considerou o comportamento da Ré doloso, entendendo que: "Competia à vendedora, em conformidade com os ditames da boa fé, e perante o estado em que se encontra o imóvel, após a realização das obras e utilização que era feita do mesmo, ter informado o Autor que não era possível legalizar o imóvel com uma licença para utilização para habitação com seis quartos e que não possuía licença que permitisse exercer a actividade de prestação de serviços de alojamento local.”  Contudo uma vez mais o Tribunal da Relação faz uma confusão enorme com os seis quartos de uma habitação e as seis unidades de alojamento, como acima já se referiu e que por economia processual aqui nos escusamos de voltar a discorrer.