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QQ - Sendo assim, como inequivocamente é, mal andou o Tribunal a quo ao julgar devidamente fundamentada a ordem de reposição do terreno "nas condições em que se encontrava antes do inicio dos trabalhos” quando, para atingir uma tal conclusão, partiu da ideia de que foram realmente realizados trabalhos de remodelação sem que tenha dado como provada a realização de tais trabalhos e socorrendo-se de meios de prova que não constam do PA n. 4771/2006, nem foram invocados no despacho impugnado e que, desde logo, não permitem concluir que o terreno foi alvo de uma remodelação, nem quando essa remodelação ocorreu e qual seria a característica do revestimento do terreno antes desses supostos trabalhos de remodelação.”   O Recorrido nas contra-alegações formulou as seguintes conclusões: "1 - Da análise dos processos 4771/2006 e 1553/2006, toma - se claro e inequívoco a qualquer destinatário normal compreender o iter cognitivo do Município de Sintra antes e após ter sido ordenada a reposição do terreno em causa.