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Conforme resulta do supra exposto, o tribunal recorrido entendeu ser deconceder provimento à questão levantada pelos réus, mantendo-se atitularidade do imóvel em causa nos presentes autos na esfera patrimonialda ré Caixa Geral de Depósitos, S.A.  Tal como resulta dos autos, em sede de articulados, nomeadamente noarticulado de contestação, a recorrida Caixa Geral de Depósitosreconheceu a existência do contrato de mútuo com hipoteca, invocou oseu desconhecimento do alegado acordo simulatório entre a recorrente eos primeiros réus e, por isso, defendeu a sua boa fé, reclamou a validadeda constituição da hipoteca assim como da subsequente adjudicação a sido imóvel na execução movida contra estes pela quarta ré, também de boa-fé, cujos actos, designadamente a penhora aí realizada do imóvel.