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Como oportunamente se adiantou, há que apreciar se a sentença recorrida enferma de erro de julgamento de facto e de direito por relevar do errado pressuposto de que a AT fundamentara a sua sobredita correcção da matéria tributável de IRS do Recorrente – correcção que consistira no adicionamento dos valores dos cheques  identificados no RIT – na consideração de que, por força do artigo  6 n 4 do CIRS, estes se presumiam depositados na conta bancária do a título de lucros ou adiantamento dos lucros da sociedade comercial "F. Lda”, de que o Recorrente era sócio gerente, tributáveis nos termos da al do n 2 do artigo 5 do mesmo código, quando na verdade a AT havia feito as correcções com fundamento nesta última norma, sim, mas sem recurso àquela presunção, antes com prova directa de que se tratava de rendimentos quejandos da categoria.