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2–Por outro lado, durante a execução do contrato, o Autor esteve inscrito na Segurança Social igualmente como trabalhador independente, assegurando integralmente os pagamentos pelas contribuições obrigatórias devidas;  2–No mês de Julho de 2017, o Autor sofreu um AVC, tendo deixado de trabalhar durante cerca de um mês, mas a R. procedeu ao pagamento do vencimento como se tivesse estado a trabalhar;  2–Durante a execução do contrato o A. não gozou qualquer dia de férias, e nada recebeu a título de proporcionais de férias, subsídio de férias e de Natal referente ao ano de 2017, ano da cessação do contrato;  2–Finalmente, o Autor não recebeu qualquer importância a título compensatório ou indemnizatório decorrente da cessação do contrato;  2–A contratação do A. feita em termos que constam do artigo 2 dos factos assentes resultou de um procedimento de ajuste direto;  2–A R. tinha celebrado um contrato de prestação de serviços com uma empresa de jardinagem que tinha por objecto a manutenção de áreas verdes da freguesia;  2–Esta por seu turno tinha ao seu serviço jardineiros que executavam materialmente as funções contratadas e que constavam dos planos de trabalhos existentes para a referida área;  3–Competindo à R. a fiscalização do cumprimento do contrato;  3–A R. contratou pessoas, de entre as quais o A., para fazerem o que a empresa fazia, e a executar os planos de trabalho que a empresa executava;  3–Sendo o seu trabalho verificado, a final, pelos mesmos fiscais que fiscalizavam a empresa.