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- Tal como se referiu na 4 questão, deverá dar-se como provado que a 5 Ré, advogada, que exerceu, no ato em causa, funções de notariado ao elaborar o contrato de venda e bem assim o termo de autenticação, em face da notoriedade da prova cientifica quanto à incapacidade da autora e apelante para poder entender o conteúdo dos documentos que assinou – contrato de venda com termo de autenticação e arrendamento, e sem consciência do que fazia, não poderia ignorar tal evidencia à semelhança aliás do que o tribunal "a quo” considerou na R, decisão quanto aos quatro primeiros RR, com a particularidade de que esta Ré, tem responsabilidades acrescidas que não poderia desrespeitar como consta aliás dos factos provados com os números: 13,14,15,18 e 1   Tendo em vista o exposto na  e 3, conclusões, entende-se que não tendo sido demonstrado pela  Ré que a mesma tenha entregue a quantia de 1000,00€ - 450,00€ de rendas/juros = 1550,00€ à Autora, deverá a R. decisão nesta parte ser revogada, posto que a Autora por força da nulidade ou anulabilidade do negócio jurídico só teria de devolver as quantias que eventualmente tivesse recebido por força do negócio nulo ou anulável – o que não é o caso, porquanto tal como se demonstra, a apelante nada recebeu.