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e 153, n. 1 e 2 do CPA,  Substituindo-a por outra que pugne pela manutenção do subsídio de doença e, bem assim,  Condene a entidade demandada a pagar a quantia de € 479,40 , quatrocentos e setenta e nove euros e quarenta cêntimos) à impugnante, correspondente ao valor que entretanto não foi pago, sem prescindir dos demais juros legais.”  Ora, quanto ao teor do segmento decisório, o Recorrente com ele não se conforma, sustentando para tanto e em suma, que tendo o Tribunal a quo anulado o acto impugnado por verificação de um vício formal atinente à falta de fundamentação, que não podia depois tê-lo condenado a proferir uma decisão vinculada em torno da manutenção do processamento do subsídio de doença à Autora e também a apreciar e decidir dessa manutenção, isto é, não se conforma que o Tribunal a quo o condene a decidir, e simultaneamente lhe imponha o sentido dessa decisão, e assim, que não pode ser condenado antecipadamente a manter o processamento de subsídio por doença à Autora antes de voltar a analisar o caso, aportando-lhe a  devida fundamentação.