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Alega, com efeito, o recorrente que, tendo sido por si alegado e não contestado pela A., que do teor da missiva enviada ao mandatário da A. e respectivos anexos a que se refere o ponto 8 da matéria de facto provada o R. deu conhecimento à A., em 14 de Julho de 2017, mediante envio de carta que foi recebida pela A. em 17 de Julho de 2017, estando esta comprovada por documento junto com o articulado motivador do despedimento, o Tribunal da Relação deveria oficiosamente ter considerado esse facto provado e aditado à matéria de facto provada um facto com o seguinte teor "Do teor integral da missiva enviada ao mandatário da A. e respectivos anexos a que e refere o ponto 8 da matéria de facto provada , o R. deu conhecimento à A., em 14 de Julho de 2017, mediante envio de carta a qual foi recebida ela A. em 17 de Julho de 2017”, e que não o tendo feito o acórdão recorrido incorreu em errada aplicação da lei de processo, violando o disposto no artigos 607, n 4, aplicável ex  do artigo 663, n 2, do Código de Processo Civil.