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F. Porque efetivamente o Recorrente não se apropriou de qualquer valor, seja este de que montante for, da propriedade da Recorrida; G. Certo é que não houve qualquer controle de caixa por parte da Recorrida para essa quantificação, e não o houve, propositadamente, porque o Recorrente não se apropriou de qualquer quantia em dinheiro que fosse da Recorrida; H. O facto de o Recorrente, no exercício das suas funções, "atender um cliente e efetuar uma venda, e ao dirigir-se à caixa para fazer o troco, tirou dinheiro da mesma por duas vezes e meteu no bolso das calças, fazendo-a sua”, em modo algum, só por si, consubstancia a violação de um dever de lealdade.