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Efetivamente a função de «chefe de grupo» pode ser desempenhada por qualquer «vigilante», como aponta a letra do Artigo 6 do CCT celebrado entre a Associação Nacional das Empresas de Segurança e a Associação Sindical da Segurança Privada, publicado no Boletim de Trabalho e Emprego n. 26, de 102019, e, bem assim, do CCT celebrado entre a Associação de Empresas de Segurança e o Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas, publicado no Boletim de Trabalho e Emprego n. 22, de 102020 objeto de uma portaria de extensão que passou a vincular todas as empresas do sector; referimo-nos à Portaria n. 186/2020, de 6 de agosto, publicada no Diário da República n. 152/2020, Série de 2020-08-06, o qual, sob a epígrafe «Vigilância», preceitua que «ecada grupo de cinco vigilantes, por turno e local de trabalho, a um deles serão atribuídas funções de chefe de grupo, com direito, durante o desempenho dessas funções, à retribuição de chefe de grupo, auferindo o subsídio consignado no anexo deste CCT».