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1\ Da factualidade acima julgada provada resulta que quando, em Janeiro de 2017, foi aplicada a favor da menor, por acordo celebrado na CPCJ, a medida de confiança a pessoa idónea, a CG estava efectivamente em situação de risco para a sua saúde e desenvolvimento, risco esse decorrente de más condições de higiene verificadas na habitação onde residia com o irmão, a mãe e o ex-companheiro desta, e que, ao longo de um acompanhamento no âmbito do qual tinha já sido aplicada medida de apoio junto da mãe, se verificou, em sucessivas visitas, manter-se e mesmo agravar-se, não obstante as orientações que a progenitora vinha recebendo da equipa técnica que a apoiava.