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Na perspetiva da recorrente, este vício da sentença recorrida deriva da circunstância de se pronunciar e apurar"o valor de 2900,85 € de saldo pertencente à herança da falecida G, afirmando na Sentença recorrida ") donde se conclui que o saldo das contas exclusivamente referentes à administração da herança da dita G ascende ao valor de 2407,80 €”, matéria que "além de não constar do objeto do litígio fixado na Audiência Prévia em 19-02-2018) e já transitado em julgado, também aí tinha sido decidido por decisão definitiva não impugnada por que a ora Recorrente apenas era responsável pela administração da herança, após o óbito do falecido marido, que ocorreu em 00201” Uma vez mais, afigura-se-nos que a recorrente labora em erro na medida em que esquece que a prestação de contas é um processo de liquidação em que a sua verdadeira utilidade económica só a final se define13 e que a existência de um critério legal para determinação do valor da causa artigo 298, n 4, do Código de Processo, nenhum reflexo tem na configuração concreta dos direitos das partes, já que, como resulta do n 2, do artigo 296 do Código de Processo Civil, o valor da causa apenas releva para determinar a competência do tribunal, a forma do processo de execução comum e a relação da causa com a alçada do tribunal.