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Sublinhando, igualmente, que a argumentação atinente à violação do artigo 6, n7 da LGT não procede, visto que, contrariamente ao evidenciado pela Recorrente, a AT analisou e valorou o articulado de audição prévia, enfatizando, ainda, que é a própria que "no ponto 52 da p., na sequência do exercício do direito de audição prévia, a Administração Tributária reviu alguns cálculos atinentes aos montantes da venda de bilhetes e de prestação de serviços de alojamento.” Adensando, ainda, que "quanto ao mais trata-se de alteração legislativa que importou novo enquadramento jurídico dos green fees devidamente veiculado em oficio-circulado pela Administração Tributária.”, para o qual remete, concluindo, assim, que a AT se pronunciou "sobre os elementos trazidos pela impugnante em sede de audição prévia, pelo que não padece o procedimento do vício que lhe é assacado.” Vejamos, então, se procede o arguido erro de julgamento.