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B - Para tanto, o Tribunal a quo entendeu que "entre a alínea do artigo 44 do EBF e a alínea do artigo 1 da Lei n 191/99, de 14 de Setembro, não existe verdadeira divergência, pelo menos quando essa normas sejam aplicadas às Caixas Económicas sem forma de sociedade, como é o caso da Autora”, que, "No caso dos autos, é manifesto que os estatutos da distinguem o "objecto” ou actividade imediata artigo da finalidade artigo”, concluindo que, "a isenção em causa pode aproveitar à agora Autora, pelo que não poderá manter-se a interpretação da lei e sua aplicação feitas pela Administração tributária, nem a decisão impugnada, que, uma vez anulada deve, ser substituída por outra que obedeça à fundamentação que antecede”.