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Assim, confrontada a facticidade apurada nestes autos, e assumindo uma ponderação prudencial e casuística, dentro de uma margem de discricionariedade, que ao julgador é consentida e que não colida com critérios jurisprudenciais atualizados e generalizantes, tidos em consideração pela Jurisprudência, reconhece este Tribunal ad quem, de forma a não pôr em causa a segurança na aplicação do direito e o princípio de igualdade, e, atenta a não significativa diferença dos valores encontrados por este Supremo Tribunal de Justiça, enquanto Tribunal ad quem, como indemnização pelos danos patrimoniais sofridos pelo Autor/AA, decorrentes da privação de uso do veículo, relativamente ao arbitrado pelo Tribunal a quo, não se impor a alteração do decidido no acórdão recorrido, mantendo-se o quantum indemnizatório fixado, tendo em conta todas as circunstâncias adiantadas no aresto recorrido.