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34- Acresce ainda, que existe uma contradição insanável no mapa que integra a alínea da matéria dada como provada, porquanto em tal mapa se refere a quantia global de € 59772,82 e o total do IVA em falta do mês de Novembro de 1998, é de € 1564,59, o que não corresponde nem ao valor global de € 59772,82 constante da alínea, nem ao valor de € 200,01 constante da alínea e correspondente ao valor do IVA em falta no mês de Novembro de 199 35- Dúvidas não podem subsistir que existe um erro grosseiro na apreciação feita sobre a matéria de facto dada como provada e que a decisão aqui sob revista é descabida, ilógica, ostensivamente errada e juridicamente insustentável, atento o que prescreve o n. 1, do artigo 4 da LGT, quanto às liquidações de IVA relativas a factos ocorridos antes de 07 de Outubro de 199 36- Por fim, invoca-se a nulidade do Acórdão aqui sob revista, nos termos da  parte da alínea, do n. 1, do artigo 61 do CPC e ainda que o Acórdão recorrido incorreu em erro de julgamento pela não verificação da caducidade do direito à liquidação do IVA respeitante ao período até 07 de Outubro de 1998, tendo em conta a matéria dada como provada nas alíneas, a e, porquanto o Tribunal recorrido apreciou com manifesto erro grosseiro a própria matéria que deu como provada e que reconduziu a decisão ostensivamente errada e juridicamente insustentável à luz das normas invocadas quer do CPTA, quer da LGT, quer do CPC».