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22) No dia 25/8/2008, 1 e 2 Réus, no estado de casados, pediram um empréstimo bancário à Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de, CRL, no valor de € 6000,00, declarando que a «segunda outorgante-mulher é dona e legitima possuidora do prédio misto, sito na Estrada de,, Águas de Moura, freguesia de Marateca, concelho de Palmela, composto de cultura arvense, pomar de laranjeiras e arrecadações agrícola e rés-do-chão para habitação, descritos na Conservatória do Registo Predial de Palmela sob o n., da dita da dita freguesia» concedido «ao abrigo do Regulamento do Crédito à habitação para os trabalhadores das instituições de credito agrícola mútuo destinado a financiar a realização de obras de beneficiação na referida habitação»; com garantia hipotecária sobre o imóvel; 23) Em 18/01/2012, a 2 Ré, com o consentimento do 1 Réu, por ainda estarem casados, vendeu à 3 Ré, por escritura de compra e venda, pelo preço de € 8000 oitenta cinco, o prédio misto sito em, Estrada de,, freguesia de Marateca, concelho de Palmela, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo, da Secção U e na matriz predial urbana sob o artigo e descrito na Conservatória do Registo Predial de Palmela sob o artigo n.. 24) Na matriz predial urbana mostra-se descrito o «prédio urbano de r/para habitação, com 5 assoalhadas, cozinha, 2 casas de banho, 2 corredores, despensa e terraço», com «área de implantação do edifício: 298,0000m2; área bruta de construção: 298,000m2; área bruta dependente: 105,0000m2; área bruta privativa: 298 m2» e indicação de área total do terreno de: 5075,0000m 25) No mesmo dia, 18/01/2012, e no mesmo Cartório Notarial, imediatamente a seguir, a 3 Ré vendeu o imóvel descrito em à 4 Ré, pelo preço de € 8500,00 oitenta e sete e quinhentos.