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Para o efeito, e em síntese, alegaram que, em ... de ... de 2007, a autora AA e seu falecido marido, BB, celebraram com o Banco Comercial Português um contrato de mútuo para aquisição de duas fracções autónomas habitação e devidamente identificadas nos autos, garantido por hipoteca; que, em 22 de Março de 2017, celebraram um contrato de seguro de vida com a ré Ageas Portugal, Companhia de Seguros, SA, tendo como beneficiários o Banco Comercial Português "tal seguro visava garantir o pagamento do crédito à habitação, caso ocorresse algum risco que impedisse a capacidade de ganho da 1 Autora ou a do seu marido – garantia principal – morte”) e o cônjuge sobrevivo e os descendentes; que BB veio a falecer em 11 de Junho de 2018; que, a 3 de Outubro desse mesmo ano, recebeu uma comunicação de anulação do seguro; que não lhe foi comunicado o conteúdo integral das cláusulas contratuais, nem explicado o teor de diversas cláusulas; que a autora e seu marido foram diligentes e cuidadosos na prestação das informações pedidas no questionário médico; mas que a ré anulou o contrato de seguro  Na sequência de convite para corrigir a petição inicial, foi entregue segunda petição, na qual figuram como autores, além de AA, e e como ré Ageas Portugal, Companhia de Seguros de Vida, S.A., sendo requerida a remessa para o Tribunal Judicial ... – Juízo Central Cível.