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Extrai da respectiva motivação as seguintes conclusões transcrição): «1) Não há qualquer autonomização/identificação sistemática dos factos indiciados e não indiciados, ficando os destinatários do despacho em causa sem saber quais, daqueles – e foram muitos – que vertidos foram na acusação particular, e nos RAI`s deduzidos, é que o Tribunal a quo indiciados e não indiciados; 2) Muito menos se surpreende, no despacho proferido, uma análise suficientemente robusta – longe disso, aliás – das razões ou motivos, lógicos e/ou alicerçados na experiência comum, que conduziram o Tribunal a formar essa de resto convicção, desde logo por recurso aos meios de prova produzidos, identificando, em concreto, aqueles que foram decisivos para a indiciação dos "factos A e B”, por idóneos e aptos à formação de tal convicção, designadamente em confronto com outros ali também produzidos em sentido contrário); 3) Não satisfaz o dever de fundamentação afirmar, como faz o Tribunal a quo a propósito dos factos ocorridos no dia 19/10/2017, que as testemunhas, as "alheias à contenda”, "não confirmam a versão do assistente, ou porque não presenciaram ou não ouviram ou apresentando uma versão diferente da que consta do RAI do assistente” ainda que dando um "exemplo”); 4) A completa omissão para a fundamentação de facto resulta, porventura, mais evidente no trecho referente à imputação, pelo assistente ao arguido Dr. BB, na acusação particular deduzida, do crime de difamação conexionado com a queixa criminal que deu origem aos mencionados autos 536/14T9BGC relativamente ao qual o assistente pretendia, e pretende, essencialmente, direcionar o seu esforço; 5) Pois que, desde logo, não se vislumbra a afirmação de indiciação, ou falta dela, dos factos, essenciais à conformação da pretensão do assistente e vertidos na acusação particular, nesta identificados, g., sob os artigos 14, 15, 16, 22, 23, 24, 25, 26, 27 e 29 daquela peça processual; 6) E, com maior clareza, resulta da decisão) a total e completa falta de indicação / identificação dos concretos meios de prova, de natureza pessoal, documental e/ou de outra índole, que serviram para formar a convicção, adrede expressa sobre um ou outro facto elencado apenas en passant, no discurso fluidamente construído e vertido nesses, assim como a indispensável análise crítica, mormente no cotejo com outros meios de prova produzidos; 7) Sendo certo que não se pode considerar preenchida a exigência de fundamentação afirmar-se, a este propósito, que, a convicção do Tribunal a quo aliás, qual ?