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Alegou, por fim, que deverá ser julgada parte ilegítima na presente ação, quer por não exercer funções na Ré "Centro Hospitalar Universitário do Algarve”, quer por inexistir transmissão de estabelecimento ou unidade económica.Os Autores vieram, em articulado superveniente, solicitar que seja admitida a intervenção provocada da "Kforcek – Segurança Privada, S.A.”17 nos termos requeridos, figurando esta como  Ré e que a mesma seja condenada, solidariamente, com as restantes Rés e nos mesmos moldes peticionados aquando da entrega da Petição Inicial, como se ali figurasse.Por despacho judicial proferido em 16-12-2020, foi admitida a intervenção provocada da "Kforcek” ao lado das Rés.A Ré "Kforcek” não apresentou contestação.Proferido despacho saneador, foi dispensada a audiência prévia, julgada improcedente a exceção da incompetência material do tribunal, julgadas improcedentes as exceções dilatórias de ilegitimidade invocadas pelas Rés "Centro Hospitalar Universitário do Algarve, E.P.E” e "Comansegur”, dispensada a enunciação dos temas da prova e fixados os valores da causa nos seguintes termos: - para a ação intentada por F.o valor de €1008,96; - para a ação intentada por J.T.