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Daí que a sua actuação pessoal em tal qualidade inelutavelmente e apesar da ficção que as reconhece como pessoas jurídicas autónomas se confunda com a colectiva e, portanto, o seu papel e responsabilidade, na situação anómala de insolvência, mereça particular escrutínio do direito e uma muito especial responsabilização concorrente com a do devedor, pois "Quem intervém no tráfego jurídico, e especialmente quando aí exerce uma actividade comercial, assume por esse motivo indeclináveis deveres, à cabeça deles o de honrar os compromissos assumidos” 61 e, como meio de tal desígnio alcançar e garantir e de jamais frustrar os direitos dos demais agentes económicos que com eles se relacionam em interdependência, o de, séria e escrupulosamente, cumprir os deveres inerentes ao cargo que existem e se reconhecem como forma de assegurar a preservação da saúde económica da empresa, deveres esses de que os pressupostos em todas as alíneas do n 2, do art 186, são sem dúvida exemplo dos muitos legalmente consagrados e que, por acção ou omissão, o administrador não pode pôr em causa, sob pena de, tal acontecendo em "situação de insolvência”, por isso ser – necessariamente, tal como entendemos a intenção do legislador – civilmente co-responsabilizado.