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Ora, salvo melhor opinião, do teor do email ora junto, conjugado de forma critica com os elementos probatórios acima referidos, nos quais assenta o requerimento do MP e douta sentença, importa concluir que se suscitam sérias duvidas sobre se o ofendido, apesar da sua idade, relativamente ao qual o assento de nascimento faz prova plena, era ainda assim uma pessoa particularmente indefesa como impõe o tipo legal de crime, mormente por apelo ás regras da experiência, mormente se é consentâneo com este conceito um progenitor que controla as entradas da filha de 00 anos em casa, que discute com ela por causa dessa situação, que profere eventuais ameaças com o teor constante da participação acima referida inquérito 692/13PFCSC), ou que profere injurias contra a mesma referidas no auto de denúncia que deu origem aos presentes, e outras situações de eventuais agressões que a filha da arguida, vem agora relatar e não menos importante da motivação para a prática dos factos, do eventual litigio sobre um imóvel, sobre o qual o progenitor/ofendido se arrogava proprietário.»  A Magistrada do Ministério Público requereu ainda "em face ...) da iminência de eventual detenção da arguida, para cumprimento de pena aqui aplicada, seja de imediato ordenada a recolha dos mandados de detenção já emitidos e dadas sem efeito as comunicações efetuadas aos vários OPCs, porquanto: «-por via do presente recurso se pretende a reparação de eventual injustiça na condenação da arguida, logo do cumprimento da pena aplicada: - a arguida é pessoa idosa, conta já com 00 anos de idade, e é ; - se atente na grave pandemia do COVID-1 que deu fundamento a que fosse declarado Estado de Emergência Nacional, sendo do conhecimento geral que a população idosa é um dos maiores grupo de risco; - que a pena aplicada à arguida, porque superior a dois anos de prisão não permite o seu cumprimento em regime domiciliário - vide artigo 43 do CP.