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Para tanto, e em síntese, alega que em 2007 o seu representante legal foi aliciado por um funcionário do extinto B..., S.A. a levantar €5000,00 de um conta que a A. possuía no agência do Banco e aplicá-la num produto financeiro denominado S... Rendimento Mais 2004; esse representante não era um investidor qualificado; porém, o funcionário bancário não prestou toda a informação sobre o produto, uma vez que lhe referiu tratar-se de algo semelhante a um depósito a prazo, com maior rendimento, possível de ser resgatado em qualquer altura, com garantia do próprio B...; a A. só pretendia o investimento se lhe tivesse sido assegurada a recuperação de 100% do capital investido, o que não era o caso; a conduta do funcionário do Banco foi instigada pela respectiva direcção que urdiu um plano para se apropriar dos depósitos dos clientes com vista a assegurar os rácios de capital do Banco; apesar de as obrigações se terem vencido em 2014, com a insolvência da emitente S... a A. não viu restituída a sua aplicação, sem embargo de ainda lhe terem sido pagos juros.