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Mas, ainda assim, o Tribunal a quo não conferiu razão à Recorrente porquanto entendeu que a realidade se subsumia no artigo 3, n3 do EBF, relevando, para o efeito, que "omo a aquisição de partes sociais foi adquirida a entidades com relações especiais e as participações, no ano de 2008, não tinham sido detidas por mais de três anos é aplicável o disposto no artigo 3, n. 3 do EBF, ou seja, os encargos financeiros suportados são dedutíveis, ou seja, concorrem para a formação do lucro tributável.”  Julgamento que é expressamente contestado pela Recorrente, porquanto a mesma ajuíza, desde logo, que a aquisição das participações sociais da U., da , SA, da S. , SA, das T., SA, das A.