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3 Já no que respeita ao ponto 1, do elenco dos factos dados como não provados: "Não se provou que no que respeita exclusivamente a este azeite, a A. faturou em 2016, o valor de € 34196,19, em 2017 o valor de € 38727,02 e em 2018, até setembro, o valor de € 51994,9”, o Tribunal a quo, perante a prova produzida teria, no mínimo, que dar como provado que a AUTORA, ora RECORRENTE, estava numa trajetória de faturação ascendente e que, a partir da publicação do artigo pela RÉ, entrou numa trajetória de faturação descendente, tendo elevados prejuízos decorrentes, diretamente, de tal publicação, designadamente, e como já se disse supra, pela perda direta de negócios nacionais e internacionais e pela diminuição considerável de lucro decorrente da necessidade de passar a vender azeite a granel e não azeite embalado.