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489 do P.e seus basilares princípios, inevitavelmente e sem qualquer margem para dúvidas que considerar, como não podia deixar de o fazer, que a parcela a expropriar era composta por uma área agrícola muito superior à área florestal 30 - E como tal o ponto provado em 5, alíneas e deve ser dado como provado, nos seguintes moldes: " A parcela é composta por: ) Área florestal: 1973,46m2 de povoamento misto de folhosas; ) Área agrícola: 1960,18m2 de plantação de árvores e outras fruteiras.” 31 - Quanto ao ponto provado em 6 O Tribunal, refere na sua fundamentação que baseou a sua convicção na a.p.r., dando-se aqui por integralmente reproduzido o que atrás se deixou dito não só quanto a este concreto meio de prova, o qual é manifestamente insuficiente para dar como provado tais factos, como também tudo quanto se referiu quanto ao facto provado em 5, alíneas e 32 - O Tribunal deu como provado no ponto 6, alíneas, e que na antedita parcela existem: "a) uma faixa de árvores ripícolas, junto ao rio, com plátanos, carvalhos e choupos de baixo DAP; b) uma plantação de oliveiras com cerca de 15 anos com compasso 4x4, abandonadas; ) uma plantação com 13 nogueiras com pouca produção, sendo que os troncos foram serrados;” 33 - E como é quer do Acórdão Arbitral quer o relatório do perito dos expropriados, ambos referem a existência das seguintes benfeitorias: Acórdão Arbitral – Pagina 6/17 e 7/17 "- 1 cerejeira e 1 macieira, ambas com a.p.