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Mas, voltou a referir, quando instado pelo Tribunal a propósito, ter a certeza que o arguido foi um dos autores do aludido roubo porque lhe viu a cara, à data e local dos factos, porque quando o arguido e o outro sujeito entraram no quarto onde ele estava a dormir acenderam a luz o que se nos afigura possível e plausível assim ter acontecido, desde logo porque todas as janelas, com excepção da que foi aberta para os autores do crime entrarem naquela casa, estavam fechadas e com os estores descidos e atenta a data e hora dos factos os autores do crime pensariam não estar quem quer que fosse em casa naquele momento e precisavam de luz para verem os bens que dali quisessem e porque o arguido na ocasião não a tapou ao contrário do outro sujeito, também co-autor dos factos, que na ocasião tapava a cara com uma folha do jornal Supermercado e que tinha a tez mais morena do que o arguido.