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7 n. 1 "ex ” Art.7 da U., mesmo assim a eventual extinção da obrigação principal, causal e subjacente ao título pode arrastar consigo a necessária extinção da obrigação cambiária, tal como foi defendido na sentença recorrida com base na jurisprudência consolidada e incontrovertida constante do citado acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 26/4/2016 relatado por Maria João Areias e disponível em www.dgsi.pt).” Note-se que o caso dos autos não se subsume ao disposto no art 311 do , uma vez que a livrança dada à execução não constitui título executivo posterior ao prazo de prescrição curto, considerando que a mesma foi subscrita e dada em garantia ao exequente, na data e com a celebração do contrato de mútuo.