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Formulou as seguintes conclusões:  a) A decisão deve ser revogada uma vez que não ponderou as circunstâncias que rodearam o prolongamento da suspensão preventiva para além dos 30 dias legalmente previstos;  b) Não ponderou as diligências probatórias efetuadas pela recorrente na fase de inquérito do processo disciplinar;  ) Nomeadamente, o facto de a cliente que participou a infração disciplinar ter demorado 14 dias a responder;  ) A decisão não ponderou a incerteza que resultou do inquérito e as decisões que a recorrente teve que assumir por causa disso;  e) A decisão não ponderou se a recorrente agiu contra a boa-fé;  f) Tão pouco ponderou o benefício económico retirado pela recorrente com a suposta infração,  g) Pelo que não podia concluir da forma como concluiu;  h) Não estão reunidas as condições para que fosse aplicada uma coima à recorrente.