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Não se verificando, dos factos invocados e admitindo que são verdadeiros, este vício, único susceptível de conduzir à nulidade do acto impugnado, bem se decidiu que se deveria averiguar se foi ou não ultrapassado o prazo de 3 meses para impugnação do acto, meramente anulável artigo 58, n. 2, alínea, do Código de Processo nos Tribunais Administrativos em vigor à. E bem se concluiu também que datando o acto de 112013 e que, pelo menos, desde a notificação da sentença proferida no processo 2279/03TBSTS que terá ocorrido dias após a sua prolação – em 102014), o Autor conhecia tal acto e que, ainda que tenha havido qualquer suspensão do prazo de três meses para intentar a acção por força do uso de meios de impugnação graciosos – artigo 59, n. 4, do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, vigente à, é forçoso concluir que, tendo a presente ação dado entrada cerca de quatro anos após tais factos, é intempestiva.