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As questões recursivas propostas pelos apelantes são:  1) Nulidade da sentença, nos termos das alíneas e, do art 615, por:  a) Omissão "por falta de análise crítica das provas relativamente à construção pelos réus da parede da fachada nascente do prédio dos autores” e, bem assim, "desconhecendo-se a razão pela qual o Tribunal deu a matéria de facto dos números 11, 14 e 15 por não provada, porque na realidade a mesma foi admitida pelos RR, nos artigos 22, 23, 24 e 28 da contestação, onde referem expressamente que as janelas foram abertas com autorização dos progenitores do R/marido, nos anos de 1979/1980/ e 1984/1985, portanto há mais de 35 anos”; b) Não se ter pronunciado sobre o pedido de demolição dessa parede;  2) Se a decisão da matéria de facto deve ser alterada:  a) Considerando-se provados e aditando-se os factos ínsitos aos itens 22, 23, 24 e 28 da contestação; b) Quanto aos pontos não provados ns 11, 14 e 15, dando-lhes "resposta positiva”; ) Quanto ao ponto provado n 4, alíneas e, dando-lhes "resposta totalmente positiva” e "no sentido de se concluir que, as janelas existentes na fachada virada a poente do prédio em questão, têm  uma altura do sobrado ao parapeito das janelas de 1,47 metros e 0,81 metros  estão a altura inferior a 1,80 metros, e numa das suas dimensões é superior a 0,15 metros, ou seja, superior a 15 centímetros.”  3) Se a sentença violou as normas jurídicas indicadas e deve ser revogada, julgando-se procedente a acção, "ou em todo o caso, determinando-se a anulação da audiência de julgamento”.