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Com efeito, a recorrente na sua contestação alega que o adquirente e os transmitentes do quinhão hereditário não quiseram celebrar qualquer contrato de doação, não quiseram transmitir gratuitamente esse direito, não foi essa a vontade real das partes, desde logo porque se trata de avultado património e que seria inconcebível que alguém doasse tão elevado património, tanto mais que um dos cedentes não pertence à adquirente e não é titular de qualquer outro património, sendo certo que integra o quinhão hereditário um conjunto de imóveis, denominado de pedreiras, de onde toda a vida o seu pai retirou os proventos para sustentar, principescamente, a família, tudo sem que possa esquecer que as ditas pedreiras, terão um valor superior a 00000,00 €.