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De facto, se – como diz o recorrente – nada tem de estranho que um arguido injustamente envolvido num caso procure contactar com as pessoas que sabe estarem na posse de elementos que abalam/desdizem semelhante acusação, já o juízo será diametralmente oposto quando o que se pretende é passar a tais pessoas uma memória que não é a delas – antes, a contrariando – tentando, assim, fazê-las aderir a um desenrolar dos acontecimentos – aspeto em que as testemunhas foram de todo assertivas -, o qual, não por acaso, serve a versão por si engendrada;  As testemunhas ..  dono do Café « K... » ou « KK... »,  UUU... e  .. , respetivamente mulher e filho do primeiro, cujos depoimentos por se terem revelado desinteressados, criaram nos julgadores uma forte convicção da respetiva seriedade e, logo, credibilidade, enquanto referiram não ter estado ou falado com o arguido  A...  na noite de 202013, tão pouco com o  .. primo do recorrente, dando conta de, nessa noite, haverem encerrado, por via da falta de clientes, o estabelecimento por volta da meia-noite, depoimentos que não só infirmaram as declarações do arguido  A... , como contrariaram os depoimentos das testemunhas  E...  primo do arguido  A... ,  F...  a qual, embora negando-a – bem se percebendo a respetiva motivação – manteve, nesse como em ano anterior, com o arguido  A...  uma relação afetiva para além da simples amizade,  G... tia da ex.