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Custas pela R. Também inconformada com esta decisão, veio a Ré interpor recurso de apelação, formulando na sua alegação as seguintes conclusões:  Pese embora a recorrida Seguradoras Unidas, S.A, tenha mantido uma posição processual como se estivesse em claro litisconsórcio com a aqui recorrente, defendendo a sua inocência até à decisão final proferida pelo Tribunal da Relação de Évora, no âmbito do processo que correu seus termos sob o n. /TBFAL na Instância Local de Ferreira do Alentejo, onde veio a ser determinada a sua responsabilidade pela produção de acidente de viação, ocorrido no dia 05/10/2011, no qual foi interveniente um veículo seu segurado, então conduzido pela aqui recorrente, a recorrida, não tendo também) tido sucesso na sua defesa, uma vez que a tese que defendeu, segundo a qual a aqui recorrente não tinha qualquer culpa pelo acidente, não foi considerada, tendo antes tido provimento a tese que imputava à recorrente a culpa pelo acidente de viação, como que, dando o dito, por não dito, vem agora exercer o direito de regresso sobre a recorrente, unicamente porque aquela decisão do Tribunal da Relação de Évora, lhe reconheceu esse direito, nos termos do artigo 2, n.1, al.