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E, em apoio desta solução, louvou-se num estudo da "Psicóloga clínica e investigadora no Instituto Karolinska, em Estocolmo Suécia), Malin Bergström, que defende, por ter mais de 20 anos de experiência na mediação em separações e há cinco anos que estuda os filhos dos casais com "guarda partilhada” in entrevista ao Jornal DN, a 202017), explica que, dos estudos feitos, concluiu-se que estas crianças numa situação de residência estão melhores do que aquelas que vivem apenas com um dos pais, esclarecendo que os últimos cinco anos de estudo permite também concluir que as crianças que têm a residência alternada estão com melhor saúde mental, física e bem-estar do que aquelas que vivem apenas com um dos”, Ora, com o devido respeito, não podemos acompanhar este raciocínio, tendo em conta os factos dados como provados, para além de naturais reservas sobre a validade científica desse estudo.