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Este era o objetivo do processo em litígio;  6 - Como é dos autos e consta da matéria provada em 6 da Douta Sentença, A e R em 252014 reduziram a escrito um contrato, que denominaram de "rescisão amigável do contrato de empreitada”, com referência ao contrato de empreitada que haviam celebrado no dia  .02012; 7 - A extinção do dito contrato, ocorreu por mútuo acordo das partes, sendo certo que, ao tempo daquela estavam em situação de litígio, o A. supostamente porque a R não queria pagar o IVA e a R por sua vez, pelo cumprimento defeituoso da obra, bem como o acabamento da mesma; Porém, nada previram quanto a isso, apenas e só previram a obrigação a cargo do A. de posteriormente proceder à remoção da grua; 8 - A revogação foi a solução encontrada pelas partes para resolverem o litígio, pondo-lhe termo; 9 - Atendendo ao conspeto fáctico dado como provado, é nosso modesto entendimento, salvo devido respeito, que outra não poderia ser a solução, se não aquela que foi alcançada pela Tribunal a quo por se mostrar em perfeita consonância e equilíbrio com tal factualidade; 10 - Efetivamente, uma decisão errada, ilegal ou arbitrária, que não é o caso da presente, não pode ser sustentada numa simples alegação da discordância entre a convicção do Recorrente, como aleivosamente pretende, e a convicção que o julgador livremente formou com base na prova produzida em audiência de julgamento, antes passa necessariamente pela demonstração inequívoca de que o tribunal que a proferiu contrariou as regras da experiência e desrespeitou princípios basilares do direito probatório g. prova legalmente vinculada, provas proibidas, etc., o que, salvo devido respeito, não sucede nos presentes autos; 11 - Pelo que, o invocado pelo recorrente não pode, nem deve ser aceite, uma vez que, este pretende impor a sua interpretação das provas em contraponto com a interpretação efetuada pelo Tribunal que, ponderada e analisada toda a prova, decidiu proferir a sentença em apreço, a qual, no nosso modesto entender, não merece qualquer censura; 12 - De facto, e como se pode comprovar pela leitura da Douta Sentença, o Tribunal a quo teve o cuidado, a diligência e capacidade de escrutinar todas as questões com interesse para a resolução do diferendo em análise, analisando minuciosamente os factos que as partes carrearam para os autos, nomeadamente nos articulados, documentos, designadamente o de fls.