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E, ajuizando acerca do 3 requisito que seja suficiente, por si só, para destruir a prova em que a sentença se, entende que "o documento há-de ser tal, que crie um estado de facto diverso daquele sobre que assentou a sentença ; se o documento tem de destruir a prova em que a sentença se fundou, é claro que desaparece o estado de facto, base da sentença, substituindo-lhe outro estado diferente”, ou seja, "há-de ser tal, que por si só tenha a força suficiente para destruir a prova em que se fundou a sentença ; quer dizer, o documento deve impor um estado de facto diverso daquele em que a sentença assentou”  Relativamente aos requisitos do mesmo fundamento de revisão, aduz Fernando Amâncio Ferreira 8 ser superveniente tanto "o documento que se formou ulteriormente ao trânsito da decisão revidenda, como o que já existia na pendência do processo em que essa decisão foi proferida sem que o recorrente conhecesse a sua existência ou, conhecendo-a, sem que lhe tivesse sido possível fazer uso dele nesse processo”.