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Da prova produzida resulta que a recorrida negou factos que na realidade aconteceram, que o veículo TQ foi colocado à venda antes da celebração do seguro com a recorrente, que o seguro só contemplou a cobertura de furto ou roubo, que o valor comercial do veículo era inferior ao valor seguro, que a leitura das chaves indica como data da sua última utilização o dia 102019 e que o veículo tinha problemas no motor – o que impõe, na perspectiva da recorrente, que se devam dar como não provados os factos constantes de 5, 6, 12 e 19 dos factos provados da douta sentença recorrida e que sejam dados como provados os factos constantes de 3, 4, 6 e 7 dos factos não provados da douta sentença recorrida.