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Do que se expôs resulta que a seguradora não poderá opôr às AA.,  a  cláusula de  exclusão da garantia do seguro sobre as quais não foi cumprido o dever de comunicação ao segurado, pois só após o óbito do segurado  é que as condições gerais da apólice foram remetidas à A. ponto, não tendo a R. logrado provar a sua comunicação às Pessoas Seguras na ocasião da celebração do seguro, nem até ao sinistro, tendo  a falta de comunicação da cláusula de exclusão pelo tomador do seguro ao aderente  como efeito,  a sua eliminação do conteúdo contratual, nos termos do artigo 8, alíneas do 446/85, não podendo a seguradora prevalecer-se dessa falta para se eximir da sua responsabilidade de ressarcir pela ocorrência do risco sob cobertura, com fundamento no disposto no artigo 78, ns 1 e 3 do 72/200 Consequentemente, a decisão recorrida é de manter.