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Princípios claramente violados, no douto Acórdão in crise» Como se observou no já citado acórdão de 16 de Dezembro de 2020, "no que respeita à reapreciação da decisão de facto, compete ao tribunal de revista ajuizar se o Tribunal da Relação observou o método de análise crítica da prova prescrito no n. 4 do indicado artigo 60, mas já não imiscuir-se na valoração da prova feita, segundo o critério da livre e prudente convicção do julgador, genericamente editado no n. 5 do artigo 60do CPC.” Nenhuma objecção merece a explicitação que os recorrentes apresentam quanto ao significado da análise crítica das provas; entende-se, todavia, que o acórdão recorrido procede a essa análise crítica em termos que não cabe ao Supremo Tribunal de Justiça controlar, porque se trata da apreciação de meios de prova sujeitos à regra da livre valoração pelo julgador, não se detectando nenhuma infracção dos princípios descritos.