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Ora, tendo por pressuposto tal entendimento, e na prossecução do supra exposto relativamente ao caso sub júdice, afigura-se-nos resultar indubitavelmente o seguinte: -a apreciação do ponto factual em equação – determinar se a 5 Ré se apercebeu que a Autora não tinha consciência que, ao subscrever os documentos referidos nos factos 2 e 6 provados, estava a vender e subsequentemente arrendar a fracção referida em 1 e 2 -, atenta a delimitação do objecto recursório e a dedução de pedido meramente subsidiário relativamente à 5 Ré, revela-se totalmente irrelevante ou inócua ; -pelo que, conhecer acerca daquela impugnação da matéria de facto apresentada na presente sede recursória, configurar-se-ia como a prática de um acto inútil, legalmente sancionado pelo art.