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Ainda que assim não fosse, o que não se concede, a verdade é que a nulidade consistente na omissão da gravação da audiência final e documentação dos demais atos presididos pelo juiz, traduz-se numa nulidade secundária, pelo que a regra do conhecimento da mesma processar-se-á através da arguição pela parte interessada, com observância do prazo previsto na primeira parte do n 1 do artigo 199 do CPC.4 Ora, no caso vertente, a verdade é que a invocada omissão de gravação da audiência de julgamento, levada a efeito em 102017, 302017 e 102017, foi praticada encontrando-se presentes os mandatários das partes, pelo que incumbia à autora mandatária em causa própria) arguir essa eventual nulidade até ao final da sessão que decorreu em 102017, e não agora, tardiamente, em sede de recurso.