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Assim, tendo em conta que nada existe nos autos que ponha em causa o resultado do exame quantitativo ao ar expirado a que o arguido foi submetido, em face dele e do teor das declarações pelo arguido prestadas em audiência de julgamento que reconheceu a condução de veículo automóvel na via pública após ingerir bebidas alcoólicas, bem como a realização do teste destinado a medir o nível de álcool no sangue, estando consciente da proibição de conduzir em estado de, e sem necessidade de outras diligências, consideraremos provada a matéria de facto constante da acusação que vinha dada como não provada, ou seja,  a) No circunstancialismo descrito em 1-, o arguido conduzia com uma taxa de álcool no sangue de 2,48 g/litro, a que corresponde uma TAS de 2,28 g/de valor apurado, deduzida a margem de erro aplicável; b) O arguido conhecia as características do veículo e do local onde conduzia, agindo de forma livre, deliberada e consciente, bem sabendo que não podia conduzir veículo na via pública após ter ingerido bebidas alcoólicas. )