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), a "verdade” para as partes tem diversas faces e "múltiplos caminhos” e mesmo admitindo-se que alguns impostos foram pagos pelos réus e, vá lá, supondo-se que quem pagou uns, no contexto em causa, poderá ter pago outros, fica-se sem qualquer base para, sem ofensa da prudência e da experiência comum, arbitrar que outros anos e que valores de foram efectivamente pagos, a menos que se ficcionasse um qualquer valor ou acreditasse piamente na palavra do réu para aceitar os valores parcelares que ele distingue e afirma – estranhamente sem qualquer recibo ou meio usado para pagamento – e/ou o valor global de 2785,00€ que defende, sem razões para se lhe conferir mais credibilidade do que à palavra dos autores, tanto mais que se de alguns pagamentos existem documentos juntos não se percebe, à míngua de qualquer justificação plausível, porque não existem de outros, caso tivessem sido feitos.