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18 não faça menção à importância económica dos bens de que o administrador dispôs em proveito pessoal ou de terceiros, se não estiver demonstrado que os bens tinham algum relevo económico a insolvência não deve, com fundamento nessa norma, ser qualificada como culposa.” 11 Na sentença ora recorrida, o tribunal a quo não faz qualquer referência à importância económica dos bens objeto dessa atuação e à necessidade de o seu relevo patrimonial ser significativo, aliás, o Tribunal a quo concluiu na sua fundamentação que o imóvel não constituía parte considerável do património da insolvente já que tem ainda crédito, em montante considerável, a receber, pelo que, não corresponde à verdade que a insolvente não tenha dinheiro para pagar as custas do processo, como erradamente consta da sentença, porquanto, a liquidação ainda está a decorrer – tal decorre do depoimento prestado pela Sra.