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Em sede de audiência foi admitido o articulado superveniente de 202018, em que a ré pediu o abatimento à indemnização que eventualmente deva pagar das verbas que o A. recebeu do CNP de pensão de invalidez, bem como das que vier a receber futuramente, à indemnização que haja de pagar ao A. José.  . A sentença final julgo parcialmente procedente o pedido dos demandantes, tendo condenado a Ré seguradora: a pagar ao autor ..) a quantia de € 2922,35 vinte e cinco , novecentos e vinte e dois euros e trinta e cinco cêntimos), acrescida de juros de mora contados à taxa legal, vencidos e vincendos sobre a quantia de € 1922,35 desde a data da citação, e vincendos sobre a quantia de € 1000,00, desde a data da decisão, em ambos os casos até efectivo e integral pagamento; e a pagar ao "Hospital a quantia de € 993,07, acrescida de juros vencidos e vincendos desde a citação da Ré até efectivo e integral pagamento.  . A ré seguradora recorre dessa sentença condenatória, tendo terminado com as seguintes conclusões:  1- Na douta sentença sob censura o julgador deu como provado que o A, depois de ter saído de sua casa, "circulou a pé pela berma direita da EN , no ”, e que "ficou por momentos parado na berma” antes de iniciar o atravessamento da estrada; 2 - Esses factos não foram alegados pelas partes, as quais avançaram ambas com a versão de que o A, depois de sair de casa, iniciou o atravessamento da via; 3- No seu depoimento gravado no sistema H@bilus no dia 25/05/2018, nas passagens dos minutos 16m07s a 17m44s, e 26m50s a 27m18s, acima transcritas, a testemunha , declarou que, quando avistou o Autor a parar na berma e não obstante não tenha notado qualquer ato que permitisse antever que iria atravessar a estrada, retirou o pé do acelerador do veículo e colocou-o sobre o pedal do travão.