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No que concerne ao facto provado n. 18, na assembleia de credores de 15/09/2015, o Tribunal a quo proferiu despacho determinando a suspensão da assembleia, concedendo o prazo de 20 dias ao Administrador de Insolvência para apresentar o relatório a que alude o artigo 15 do CIRE, tendo o Administrador de Insolvência requrido a notificação da Insolvente para lhe fornecer os elementos em falta, tendo o Tribunal a quo ordenado a notificação do Insolvente para entrega, de forma expedita, os elementos solicitados; resulta, portanto, que, em 15/09/2015, aquando da realização da assembleia de credores, o Recorrente , administrador da Insolvente, não tinha entregado ao Administrador de Insolvênciaos elementos necessários para elaborar o relatório a que alude o artigo 15 do CIRE; do excerto do depoimento do Administrador de Insolvência transcrito pelos Recorrentes resulta que este se deslocou à sede da Insolvente, onde não encontrou ninguém, sendo certo que jamais foi contactado "por administradores ou técnicos de contas” e que os seus contactos foram todos feitos através dos mandatários da Insolvente, o que significa que, apesar de a Insolvente não ter demonstrado interesse em contactar directamente o Administrador de Insolvência, este se encontrava em contacto com a Insolvente através dos seus mandatários, pelo que o Recorrente, enquanto administrador da Insolvente, não pode alegar ignorância dos pedidos de colaboração do Administrador de Insolvência, nomeadamente para entregar os documentos elencados no art.