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–  Destarte, no nosso modesto entendimento, impunha-se que o Tribunal recorrido desse como PROVADOS os seguintes factos da matéria de facto não provada: "-Foi o banco réu que procedeu da forma referida em 2, por intermédio de um dos seus funcionários; - Sem que disso os autores tivessem conhecimento ou tivessem anuído, ou de qualquer modo confirmado, por escrito ou oralmente; - O referido em 2 ocorreu novamente sem qualquer ordem, verbal ou escrita, dos autores e sem o seu conhecimento ou anuência; - O seu gestor de conta ou funcionário que efetuou esta subscrição jamais informou os autores, através de uma conversa, reunião ou contacto, sobre esta questão;”, –  E, por sua vez, alterado o facto n 28 dado como assente, na sentença, para a seguinte redação:2 Em 102007 foi efetuada,por um funcionário do R. a compra sem autorização e conhecimento dos autores de obrigações do "Finance, LTD.”, denominadas "E+137CALL”, no valor de 353,006,38 euros.