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Pretende o Recorrente que se dê como não provadas as alíneas h, , j, k, , n, o, p, q, r, s, t, u, , w, x, y dos pontos de facto provados, uma vez que esta factualidade foi considerada como provada única e exclusivamente com fundamento nos autos de acidentes de trabalho/viação, ocorridos em 2010 e 2013, que correram os seus termos sob os n.s 995/19TTBRG e 538/12TTBRG, ambos do Juízo do Trabalho – J2, do Tribunal Judicial da Comarca de Braga, limitando-se o tribunal a quo a transpor tal factualidade para os autos, sem que tivesse sido estabelecido qualquer nexo de causalidade entre a mesma e a discutida nos autos e completamente desacompanhada de qualquer outra prova que a sustente, em clara inobservância ao regime estabelecido no artigo 42 do CPC que rege a eficácia extraprocessual da prova.