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Inconformada com essa decisão a progenitora requerida dela interpôs recurso, recebido como apelação, pedindo que seja declarada a incompetência dos Tribunais portugueses para decidir no presente apenso atenta a residência do Menor na China, a revogação da decisão e a substituição por outra que determine a permanência do menor na China e a deslocação do pai aquele país para passar o período de férias escolares com ele e sendo, em qualquer caso, considerado justificado o não comparecimento, formulando para o efeito as seguintes conclusões: A.–Vem o presente recurso interposto do despacho proferido em 102021 Inicialmente proferido por lapso no âmbito do apenso, o qual fixou como período de férias a passar neste ano pelo menor com o pai o compreendido entre 02 de julho e 17 de agosto de 2021, determinando ainda que o menor se apresentasse em Lisboa, preferencialmente acompanhado pela mãe ou outro familiar ou pessoa da confiança desta e, em caso de impossibilidade fazer a viagem entre Shanghai e Lisboa ou outra capital europeia, sozinho.