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Os mesmos revelam tão só que a Recorrente trabalhou para o seu pai desde 01/07/1992 até à data da constituição da insolvente, ficando sócia da mesma e que exercia por conta e no interesse da insolvente, as funções de secretária, tendo deixado de trabalhar para a insolvente quando esta encerrou a sua actividade a 30/07/201 Tais factos, ainda que possibilitem dizer que a Recorrente trabalhou para o seu pai e que mais tarde trabalhou para a insolvente, são manifestamente insuficientes para que possa falar-se de uma transferência da relação laboral da Recorrente para a sociedade insolvente, não permitindo concluir que a relação laboral da mesma com a insolvente se reporta a 01/07/1992 como a mesma pretende.