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Enfatizou que o novo prazo de concessão da prestação de desemprego que foi alterado pelo Tribunal a quo para 1039 dias, mantém o seu início a 20 de fevereiro de 2018, mas que o prazo de concessão só se esgota em dezembro de 2020, daqui a cerca de um ano no futuro, salvo suspensões de possam ocorrer, que poderão estender mais o prazo para a frente, pois que  uma vez deferida a concessão, as prestações de desemprego são periódicas e pagas mensalmente se e enquanto se verificarem os pressupostos do pagamento, e que ao ter condenado no pagamento na actualidade de prestações futuras e dependentes de condições incertas, incorreu em erro de julgamento em matéria de direito, pois violou o disposto no  artigo 9 do CPTA, para além dos artigos 4, 4, 5, 5 e 5, todos do Decreto-Lei 220/2006, de 03 de novembro, por não ter atendido na existência de requisitos legais de pagamento, assim como à eventual superveniência de circunstâncias susceptíveis de suspender ou cessar a concessão antes de se ter completado os pagamentos ou de influenciar os reinícios.