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Alegou, em síntese, que em 7 de Outubro de 2008, por decisão proferida na Conservatória do Registo Predial da Golegã, foi decretado o divórcio entre o autor e a ré, tendo sido posteriormente instaurado processo de inventário para separação de meações, tendo o autor relacionado, em sede de passivo, várias quantias que discrimina, por si pagas enquanto solteiro, relativas a trabalhos realizados em imóvel que era bem comum do dissolvido casal, sucedendo que na conferência de interessados realizada no aludido processo de inventário a ré não aprovou aquele passivo, sendo tal questão relegada para os meios comuns, a que acresce o facto de o referido imóvel ter sido adjudicado à ré.