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...) , 13 de Fevereiro der 201 J”;  n) Tal transação veio a ser homologada no processo onde foi outorgada;  o) Como o foi também nos presentes autos, por douto despacho-sentença de 16/02/2017, que transitou em julgado;  p), J e J, por si e na qualidade de legais representantes das sociedadesSGPS, S.A., , S.A.,, S.A., R, Lda e NS.A., com fundamento de nulidade da transação homologada, a  01/03/2017 arguiram a nulidade e a 15/03/2017 interpuseram recurso de apelação da sentença homologatória da referida transação proferida no processo n. 2749/17T8AVR;  q) Por douto acórdão de 14/12/2017, proferido pelo Tribunal da Relação do Porto, a apelação foi julgada procedente, por se entender, em síntese, que J não se encontrava presente na transação e que o advogado que se arrogou seu procurador não tinha juntado aos autos ou sequer exibido a respetiva procuração, havendo falta de mandato e que, tendo a procuração sido junta posteriormente, não tendo aquele ratificado o processado, nunca a transação teria qualquer efeito relativamente ao mesmo, sendo a sentença que a homologou inválida nulidade;  r) De tal acórdão interpuseram recurso de revista o aqui autor J e a sociedade P; s) Por acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 07/06/2018, que transitou em julgado em 25/06/2018, a revista foi negada, tendo-se consignado no sumário do acórdão, da autoria do seu relator Cons.