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Inconformado com tal decisão, veio o arguido interpor recurso da mesma, tendo apresentado, após a motivação, as conclusões que passamos a transcrever: " Vem o presente recurso interposto por se considerar que, na sentença condenatória proferida, o Tribunal a quo: incorreu em erro de julgamento quanto à decisão da matéria de facto, designadamente no que diz respeito aos pontos 1, 2, 2 e 2 dos factos considerados provados; julgou, errada e incorrectamente, preenchidos os elementos objectivos e subjectivos do tipo previsto no n. 1 do artigo 34 do Código Penal, condenando – mal, segundo se propugna – o Arguido, aqui Recorrente, pelo crime de resistência e coação sobre funcionário; o quantitativo diário da pena de multa – de 7,00€ sete – fixado pelo Tribunal a quo mostra-se desadequado e desproporcional à situação económica e financeira do Arguido, aqui Recorrente, e dos seus encargos pessoais; e, por fim, a pena acessória de proibição de conduzir veículos a motor, fixada pelo Tribunal a quo – de 5 meses – mostra-se também, por se revelar excessiva, desadequada e desproporcional à culpa do Arguido e às concretas circunstâncias do caso em apreço.