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Porém, mesmo que assim se entendesse, a jurisprudência do Supremo Tribunal Administrativo "STA") tem interpretado que esta exigência de esgotamento dos meios graciosos previstos no procedimento de avaliação) não é de fazer, sendo portanto dispensável, nos casos em que a impugnação não se funde na errónea fixação do valor patrimonial ou, dito de outro modo, "em que o sujeito passivo não discorda da quantificação do valor patrimonial", corno sucede na situação vertente - cf Acórdãos do STA nos processos n. 1101/13, de 15 de janeiro de 2014; n.2 311/11, de 19 de outubro de 2011; n. 4/08, de 16 de abril de 2008 e n. 968/02, de 6 de novembro de 200 No Acórdão proferido no proc.