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Assim, da conjugação de todos os elementos de prova acima enunciados, e ainda em consonância com as regras da experiência comum, entendemos que deve ser alterada a factualidade provada: no ponto, no sentido de se considerar não provado que o peão atravessou o eixo da via;  no ponto dos factos provados, no sentido de se considerar não provado que o condutor do veículo JL se deparou com o peão na sua hemifaixa de rodagem e que terá tentado desviar-se das trajectórias do peão P., tentando contorná-lo pela sua esquerda e posteriormente pela sua direita, ressalvando a parte em que refere que o R. J. accionou o travão; e no ponto, no sentido de considerar não provado que o condutor do JL perdeu o controlo do veículo após o embate com o peão, como pretendido pelo A./recorrente, havendo que introduzir uma ligeira alteração na redacção indicada por aquele, por forma a que a mesma seja rigorosamente mais consentânea com o depoimento de parte do R. J. e com a prova testemunhal e documental produzida nos autos, passando a ser a seguinte: 16) No decurso de tal travessia, quando se encontrava próximo do eixo da via, surgiu o veículo JL circulando na hemifaixa destinada à circulação no sentido Fafe - Celorico de Basto; 19) Ao deparar-se com o peão próximo do eixo da via, o Réu J. accionou o travão e perdeu o controlo do veículo; 23) Após o embate no peão, o condutor do JL entrou em despiste.