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Percebe-se assim o raciocínio lógico seguido pelo senhor juiz para dar como provados os factos provados e não provados, nomeadamente porque se deu como provada a existência de um contrato de arrendamento referente ao imóvel dos autos implicitamente aceite pela Ré na contestação), porque se deu como provado o valor da renda de €213,30 cheques juntos aos autos e confissão da Ré no artigo  da contestação) e porque se deu como provado que a Ré deixou de exercer a sua actividade de ensino no locado há, pelo menos, mais de um ano, por referência à data de entrada da presente acção em juízo, não dando uso ao locado inspecção ao.”  É contra esta decisão em sede de matéria de facto que a Recorrente se insurge na revista, invocando – pelo menos assim se compreende – que a rejeição da apelação na parte respeitante à reapreciação da prova viola disposições processuais inerentes à actuação da Relação no âmbito do art.