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E, por outro lado, a que «Mesmo antes de instaurarem o processo de inventário os aqui autores sabiam da existência dos bens referidos no ponto 17- da matéria de facto provada, tinham conhecimento que esses bens pelo menos até  de abril de 2014 integraram a herança do falecido FF, e sabiam que a validade e eficácia da declaração de transmissão do direito de propriedade sobre esses bens para o aqui réu EE estava dependente da decisão final a proferir nestes autos – logo, a declaração de bens pela aqui ré apresentada no âmbito do processo de inventário n 83/1 nada ocultou aos aqui réus, nem tinha a virtualidade de o fazer, quanto à integração na herança dos imóveis referidos no ponto 17- da matéria de facto provada » .