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E, como refere TOMÉ SOARES GOMES, diz-se que uma causa é prejudicial relativamente a outra quando ")odesfechopossíveldeumadascausassejasuscetíveldefazerdesaparecerofundamentoourazãodeserdaoutra)nãobastaqueoresultadopossíveldeumaaçãosejasuscetíveldeconduziràimpossibilidadeouinutilidadedeoutracausa,mastorna-senecessárioqueexistaumaprecedêncialógicaentreofimdeumaaçãoeodaoutra,oquedeveráserperseguidonoângulodeconexão dasrespetivasrelaçõesmateriaiscontrovertidas”1    Ainda neste âmbito, apela-se às expressivas palavras de MANUEL DE ANDRADE que já em tempos bem idos observava que "seriaintolerávelquecadaumnemaomenospudesseconfiarnosdireitosqueumasentençalhereconheceu;quenemsequeraestesbenspudessechamarseus,nestabaseorganizandoosseusplanosdevida;quetivessedeconstantementedefendê-losemjuízocontrareiteradasinvestidasdaoutraparte”1    Voltando ao caso sub judice, temos que na sentença proferida no processo n 1/1.. foi reconhecida a aquisição do direito de propriedade pela ali autora aqui ré) EE sobre "a casa de habitação inicialmente constituída por R/e 1 andar, que esteve inscrita na matriz predial urbana da freguesia........ sob o artigo ...10”.