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Acordam no Tribunal da Relação de Guimarães  – Relatório  Y, S.A., instaurou, em 17/08/2013, execução para pagamento de quantia certa, sob a forma sumária, contra R. , Maria, , S. , - Comércio Internacional de Têxteis, Lda., apresentando como título executivo uma livrança, no valor de € 546,50, vencida em 07/12/2012, subscrita por esta sociedade e avalizada pelos demais executados e por Manuel, entretanto declarado insolvente, e indicando como valor da execução a quantia de € 371,5e S.  deduziram contra Y, S.A., oposição à execução, mediante os presentes embargos de executado, pedindo a sua absolvição do pedido, a extinção da execução e a condenação da exequente como litigante de má-fé em multa e indemnização em montante nunca inferior a € 500,0  Para tanto alegam, em síntese, que o direito que a exequente pretende fazer valer nos autos de execução se encontra prescrito uma vez que decorreram mais de três anos entre a data do vencimento da livrança dada à execução e a sua citação, sendo certo que não foi promovida pela citação prévia.