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Embora sejamos sensíveis às razões de economia processual que têm vindo a ser invocadas no sentido de atribuir exequibilidade a documentos particulares que reconheçam a existência de uma dívida com ou sem indicação de quando a causa debendi respeite a um negócio nulo por falta de forma, entendemos que a elas se terão de contrapor razões de segurança e de evitar o risco de execuções injustas Apesar de não aplicável ao caso em apreço artigo 5 da Lei n 43/2013, de 26 de Junho, que restringe a aplicabilidade do novo regime, no que se refere aos títulos executivos, às execuções instauradas após a sua entrada em, o artigo 703 do Novo CPC veio consagrar a solução que há muito vinha sendo defendida pela doutrina relativamente aos títulos de créditos prescritos – os títulos de crédito constituirão títulos executivos, ainda que meros quirógrafos, desde que, neste caso, os factos constitutivos da relação subjacente constem do próprio documento ou sejam alegados no título executivo.