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Na verdade, o verdadeiro fundamento não é esse, assim: E- O facto concreto culposo, reparável e ilícito que justifica o primeiro pedido do A. nesta ação, é a receção, aceitação e apoderamento, rentabilização e recusa de entrega/devolução, pelos 3 e 4 RR., de metade do capital transferido de 18000,00€, quando têm perfeito conhecimento que esse montante transferido provém ilicitamente da ordem de transferência dada pela Ré mulher sobre a conta 800, a fim de sonegar tal montante, para a conta da sobrinha HH nas datas de 002012 e 102012, após ter conhecimento da instauração de ação de Divórcio Sem Consentimento do outro Cônjuge, instaurada pelo A., n 36/19TBTMR 2 Juízo, pela citação para os termos desta ação ocorrida em 102012, com intuito de fazer desaparecer da sua conta pessoal 800, com intuito de sonegar ao A., pelo menos a metade desse montante a que tinha direito, contas que qualquer cidadão sabe fazer por passar a considerar ser património comum do casal, por facilidade processual, quando até proviera tal montante de fruto de seu; F- Proveniente e com prejuízo para o A. das posteriores e sucessivas transferências, na pendência daquela ação de divórcio, com a colaboração e recetação dessas quantias pelos outros RR., sobretudo dos 3 e 4 RR.