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Defende assim a tese de que o comportamento abusivo da impugnante se situa ao nível da dedução do IVA, com base em operações simuladas fraude concertada entre os vários, criando artificialmente os pressupostos exigidos para a dedução do IVA ponto 14 do RIT, a páginas 71/72 do, e que o comportamento dos representantes legais das empresas envolvidas na "fraude em carrossel”, materializado no cumprimento rigoroso de todas as formalidades inerentes ao dever de faturação e ao respetivo meio de pagamento, é mais um elemento objetivo, a somar aos demais, que vem demonstrar o envolvimento da impugnante na aludida rede fraudulenta ponto 12 do RIT, páginas 70/71)cf.