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Conclui, pois, o Ministério Público aqui recorrente a sua extensa peça processual com as seguintes Conclusões:  1) Foi o arguido AA absolvido da prática do ilícito de homicídio qualificado, na forma tentada, previsto e punido pelos artigos 2/1 e n. 2 alínea, 2, 13 e 13/1 e n. 2 alínea, do Código Penal e do ilícito de detenção de arma proibida, na forma consumada, previsto e punido pelos artigos /1 alínea a e n. 3 alínea, /1 e n. 5 alínea, e 8/1 alínea da Lei 5/2006, de 23/02;  2) Mais se declarou no Douto acórdão agora em crise, que o arguido AA, actuando sem culpa, praticou factos ilícitos típicos integradores de um 1 crime de detenção de arma proibida, na forma consumada, previsto e punido pelos artigos /1 alínea e n. 3 alínea, /1 e n. 5 alínea e 8/1 alínea da Lei 5/2006, de 23/02; e  3) Pelo que declarou o arguido AA inimputável perigoso, nos termos do art.