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Semelhantemente, apresentando-se os dois cônjuges aos credores e sendo ambos declarados insolventes, na fixação do valor a excluir pelo que aufere rendimentos não pode ignorar-se a situação do outro que nenhuns recebe mas em relação ao qual deve também prover-se quanto ao seu sustento minimamente digno, seja pelos rendimentos comuns quando não os tiver próprios, seja pelos do outro, no quadro da regra especial do art 239, n 3, do CIRE, ou no das que regulam as relações familiares, de que são exemplo as dos arts 1672, 1675, 1676 e 1874 a 1880, do   Parece ser esta ideia de prevalência do critério do agregado familiar que está na base do afirmado no Acórdão desta Relação de Guimarães, de 24-09-2015 2  Com efeito, tendo-se, no caso aí apreciado, fixado, na decisão de 1 instância, em 750€ o valor global a excluir do rendimento disponível como necessário para assegurar o sustento minimamente digno do casal de insolventes face às pensões auferidas por ambos e suas despesas regulares e suscitando-se, no recurso, a questão de saber se aquela quantia "não é suficiente para proporcionar um sustento minimamente digno dos recorrentes” de e "o rendimento da cessão não poderá ser inferior a um salário mínimo nacional, por cada um dos recorrentes”, considerou-se que sim, além do mais "salientando-se dever o valor em referência correspondente ao do salário mínimo nacional reportar-se a cada agregado familiar, e não individualmente, como evidente resulta, e atento o nível económico médio das famílias Portuguesas globalmente consideradas, e nos termos do n. 3 do art.