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Alegando a Autora que as rendas depositadas através de DUC e penhoradas na acção executiva n n.  e que foram entregues á 1 R. em 202015, por acto da Sr Agente de Execução, praticado na acção executiva n n. , pertencem á Autora, que tem direito a recebê-las e lhe devem ser restituídas e entregues, e, que, ao assim se não decidir, se violou o caso julgado decorrente do decidido no Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de 112017, junto aos autos com o requerimento com o n 28000480 em 202018 e a decisão proferida nos autos de embargos de terceiro junta pela Autora através de requerimento com a referência n 29575984 em 202018, a alegada violação de caso julgado não ocorre, não se tendo nas indicadas decisões judiciais decidido a questão da propriedade das rendas, tão só da indisponibilidade dos DUC á ordem da acção executiva no citado Ac.