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Alegou também factos relativos à posse, até Julho de 2004, data em que aproveitando a sua ausência, foi edificado um muro, impedindo-a de ter acesso a parte do seu terreno, inscrito sob o artigo rústico , e ao poço pertencente ao artigo , antiga casa-mãe; ter apresentado uma queixa, que deu origem ao processo crime, que sob o n. 616/06PASJM correu termos no 1 Juízo deste Tribunal de São João da Madeira, onde o R. , depois de pronunciado por dois crimes de falsificação de documento e um crime de dano qualificado, foi absolvido por douta sentença de 03/05/2007, transitada em julgado em 18/05/2007 e ter instaurado uma acção de reivindicação, onde peticionou que fosse reconhecida a propriedade dos 881,5m2 que fazem parte do terreno inscrito sob o artigo rústico  – Acção que correu termos no 2 Juízo desse mesmo Tribunal de São João da Madeira, sob o n. 9/06TBSJM, conforme certidão judicial junta como doc.