Legal Document Excerpt:

na qualidade de, contrato que foi mediado pela ré , SA, em consequência de os réus, durante as conversações e conclusão do negócio, terem intencionalmente ocultado à autora que o contrato de arrendamento do local explorado pelo estabelecimento comercial terminará no ano de 2020, fazendo-lhe crer que seria um arrendamento "quase que vitalício”, o que viciou a sua vontade de contratar, pois que caso soubesse que o arrendamento em causa teria a duração de mais dois anos a partir do, não teria contratado ou, pelo menos, não teria contratado pelos mesmos valores, bem como que não possuía licença administrativa para alojamento local, o que lhe causou os prejuízos e perdas de ganho que melhor descreve na sua petição inicial, que se dá por reproduzida, concluindo formulando os seguintes pedidos: a) – redução do valor pago pelo trespasse acima melhor identificado, pelos factos e fundamento supra mencionados; b) – Por via da citada redução, condenar ambas as Rés no pagamento da quantia de 5000,00€ à Autora, pelos factos e fundamento supra mencionados; ) – No pagamento da quantia à Autora da quantia de 44987,91€, a título de lucros cessantes, pelos factos e fundamento supra mencionados; ) – No pagamento de juros de mora, contados desde a data da citação, até efectivo e integral pagamento.”Contestou a segunda ré, , em resumo alegando ter mediado o negócio acima referido e ter comunicado atempadamente às partes toda a documentação e informação que lhe foi disponibilizada, não sendo responsável por quaisquer outras incidências anteriores ou posteriores ao negócio que mediou, concluindo pela sua absolvição articulado de fls.