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do Código Comercial então em vigor e do art, , n. 1 do n. 32/2003, de 11/2 na versão então vigente, sendo que a correcta interpretação e concatenação de tais preceitos implica não haver motivos para a restrição da aplicação de juros de mora apenas desde a citação e, por outro lado, tais juros a aplicar deverão ser os legalmente estabelecidos para as operações mercantis, donde, por força de tal entendimento, modesto, mas por nós pugnado, deve o Recorrido ser condenado a pagar à Recorrente não só o capital em dívida, como a quantia de € 1323,70 devida a titulo de juros de mora devidos desde as datas já indicadas, à qual acrescerá ainda a quantia relativa aos juros de mora vincendos, à taxa comercial, desde a data em que foi proferida a douta sentença em primeira instância e até efectivo e integral pagamento.” Igualmente inconformado, o réu interpôs recurso da sentença, terminando as alegações com a formulação das conclusões que seguidamente se transcrevem: "1 Os pontos ,  e  da Base Instrutória, correspondentes aos factos provados na douta sentença recorrida 1 e 1 foram incorrectamente julgados, face aos seguintes meios de prova: a)	Testemunha A Cfr.