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Nesta conformidade, haverá o presente inquérito de ser arquivado.” artigos 29 e 30 da petição inicial dos autos apensos, artigo 33 da petição inicial dos autos;  26 - Na altura do acidente a autora seguia na parte traseira do veículo TM ambulância), sentada em cadeira apropriada e com cinto de segurança, de costas para a cabine de tripulantes, acompanhando o seu marido que seguia para Coimbra para uma consulta artigo 34 da petição inicial dos autos; 27 - Aquando da colisão do PU com o veículo TM, a autora foi projetada para o seu lado direito, sofrendo traumatismo torácico à direita, no membro superior direito e na perna direita, com contusões e hematomas, ficando com muitas dores nessas regiões corporais artigo 35 da petição; 28 – Na sequência do que foi transportada de ambulância para o Hospital TondelaViseu, onde de entrada pelas 11h52 e foi assistida no Serviço de Urgência durante várias horas, fez vários exames e foi medicada, após o que teve alta, pelas 17h31 daquela data, para o domicílio com indicação de repouso, calor húmido e vigilância de sinais de alarme artigo 36 da petição inicial dos autos principais, artigo 21 da contestação da ré Seguradoras ...)); 29 - Tendo voltado ao Serviço de Urgência no dia 17/10/2016, com queixas de dor na grelha costal à direita que piora com a inspiração e na perna direita, onde foi novamente assistida durante várias horas, fez novos exames e voltou a ser medicada, após o que teve alta para o exterior com diagnóstico de contusão da parede torácica artigo 37 da petição inicial dos autos; 30 - E tendo ainda recorrido ao Centro de Saúde Viseu para assistência e acompanhamento das referidas lesões, com prescrição de baixa médica artigo 38 da petição inicial dos autos; 31 – A autora, por força do sinistro, ficou a padecer de stress póstraumático que lhe confere um défice funcional permanente da integridade físico-psíquica fixável em 14 pontos artigo 39 da petição inicial dos autos; 32 – A data da consolidação da lesões sofridas pela autora em consequência do acidente é fixável em 3/10/2018 artigo 40 da petição inicial dos autos; 33 - Na altura do acidente seguia também na parte traseira do veículo TM ambulância) o marido da autora, T que seguia sentado em cadeira própria e com cinto de segurança, de frente para a cabine de tripulantes, e com destino a Coimbra para uma consulta artigo 41 da petição inicial dos autos; 34 - Aquando da colisão deste veículo com o veículo PU, o indicado T sofreu pancada por trás na zona da bacia e região cervical e dorsal e foi projetado para a frente, sofrendo grande traumatismo da bacia e região da coluna cervical e dorsal, ficando completamente imobilizado e com muitas dores nessas regiões corporais artigos 42, 62 da petição inicial dos autos; 35 - Na sequência do que foi transportado de ambulância para o Hospital TondelaViseu, onde foi assistido no Serviço de Urgência durante várias horas e fez vários exames, tendo-lhe sido diagnosticada fratura fechada da vértebra cervical C5-C7, com lesão medular completa e ainda fratura vertebral D2, apresentando tetraplegia com nível motor C4 e imobilização total, sendo que, nos dois meses anteriores ao sinistro, por força das lesões de que era portador, se movia em cadeira de rodas artigo 43, 62, da petição inicial dos autos; 36 - No mesmo dia 3/10/2016, por força das lesões que apresentava, T foi transportado por helicóptero para os Hospitais da Universidade de Coimbra, a fim de aí ser entregue aos cuidados dos Serviços de Neurocirurgia do CHUC artigos 44, 63, da petição inicial dos autos; 37 - Tendo permanecido nos referidos Serviços até ao dia 7/10/2016, data em que foi novamente transferido para os Serviços de Neurocirurgia do Hospital Tondela – Viseu artigo 45 da petição inicial dos autos; 38 - Onde acabou por falecer em 11/10/2016, em consequência das lesões traumáticas vertebrais cervicais que sofreu no sinistro, associadas a neoplasia maligna epitelial invasiva pouco diferenciada com metastização e quadro de mielopatia cervical não recentes, constituindo aquelas lesões mera concausa ocasional de morte e a neoplasia concausa superveniente atendível artigos 46, 56, 64 da petição inicial dos autos principais, artigo 45 da contestação do FGA apresentada nos autos; 39 – À data do sinistro, T sofria de cancro do pulmão, no estádio , mutimetastizado, designadamente nos ossos, envolvendo as metástases a aorta e a artéria pulmonar artigo 15 da contestação da ré Seguradoras ...)); 40 – Durante esse período, T viveu momentos de pânico e teve o espectro da morte, foi sujeito a diversos exames, medicações e tratamentos, com elevado sofrimento e muitas dores artigo 65 da petição inicial dos autos 41 - À data do acidente, a autora tinha 56 anos de idade artigo 47 da petição inicial dos autos; 42 – A autora era uma pessoa saudável e sem qualquer espécie de limitações, ativa, alegre e muito trabalhadora, executando todas as suas lides domésticas e ajudando o seu marido, que era portador de uma deficiência motora, resultante de um anterior acidente de trabalho artigos 48 e 49 da petição inicial dos autos; 43 – A autora executava alguns serviços domésticos solicitados por pessoas conhecidas, atividade que lhe proporcionava uma compensação monetária de grandeza mensal que em concreto não foi possível apurar, mas não superior a € 200 mensais artigo 50 da petição inicial dos autos; 44 – O marido da autora tinha à data do acidente 59 anos de idade artigo 53 da petição inicial dos autos; 45 - Era uma pessoa alegre e bem-disposta, que vivia de forma intensa e entusiasta todos os momentos e etapas da vida, que amava a família e os amigos e que vivia para a família artigo 54 da petição inicial dos autos; 46 – T era portador de uma deficiência motora decorrente de um acidente de trabalho ocorrido em 2009, pela qual recebia uma pensão de invalidez no valor de € 380,87, rendimento que constituía o sustento principal do casal artigos 55, 90, 91 da petição inicial dos autos; 47 – A autora e T formavam um casal unido, muito cúmplice e feliz, que vivia em comum quase há 38 anos e que mantinha fortes laços de amizade, amor, respeito, profunda admiração e estima artigo 68 da petição inicia dos autos; 48 - Sendo a companhia um do outro e fazendo tudo em função do outro artigo 69 da petição inicial dos autos; 49 - A morte do marido constituiu para a autora uma perda irreparável, que lhe causou e causa uma enorme tristeza, desgosto, mágoa, revolta e sofrimento físico e psíquico artigo 70 da petição inicial dos autos; 50 - Tendo ficado muito angustiada, deprimida, desorientada e solitária, com crises de marcada ansiedade e psicologicamente muito abalada, que a obrigam à toma de ansiolíticos e antidepressivos e a um acompanhamento médico permanente, tendo passado a sentir-se apática, sem forças artigos 71 e 72da petição inicial dos autos; 51 – T mantinha uma relação familiar próxima com os seus dois filhos aqui autores, e J pautadas por amor, respeito, proximidade e amizade, ajudando-se reciprocamente na resolução dos seus problemas, partilhando todos os momentos importantes das suas vidas artigos 74, 75 e 76 da petição inicial dos autos; 52 - Representando a infeliz vítima para os autores e J um verdadeiro pai amigo, cúmplice e conselheiro, e uma enorme referência moral, tendo ambos sentido com a sua perda enorme choque, dor, tristeza, desgosto e angústia permanentes, que os marcarão para sempre em termos psíquicos artigos 77 e 78 da petição inicial dos autos; 53 – As lesões sofridas no acidente consolidaram-se em 3/10/2018 e demandaram para a autora um período de défice funcional temporário parcial de 731 dias, sendo de 41 dias o período de repercussão temporária na atividade profissional total, e o período de repercussão temporária na atividade profissional de 690 dias artigos 80 e 99, da petição inicial dos autos; 54 – Em consequência do acidente, a autora sofreu um emagrecimento repentino, involuntário e exacerbado de 73 kg para 48, falta de apetite, marcada ansiedade, tristeza e depressão, com afetação física e psicológica, dificuldades em dormir, frequentes pesadelos relacionados com os momentos vividos no acidente, perturbação de stress pós-traumático, tendo ficado com medo de andar de carro, pensa e revive mentalmente e com frequência as imagens do acidente, e ficou ainda com choro fácil, elevada sensibilidade, necessidade de toma de calmantes, ansiolíticos e antidepressivos artigos 83 e 108 da petição inicial dos autos; 55 – As perturbações psicológicas mencionadas no artigo anterior conferem à autora um défice funcional permanente da integridade físico-psíquica fixável em 14 pontos, sendo tais sequelas compatíveis com o exercício da atividade que tinha à data do acidente, mas implicando esforços suplementares, tendo a autora passado a necessitar de tratamentos médicos regulares artigos 84, 87, 112 da petição inicial dos autos 56 – Por força das sequelas emergentes do sinistro, a autora deixou de participar em festas e de auxiliar na igreja, tendo ainda cessado convívios com amigas assim como caminhadas que fazia, sentindo-se perturbada, angustiada, desanimada, revoltada com a sua vida, e com a sua autoestima reduzida artigos 110 e 115 da petição inicial dos autos; 57 - A autora suportou as despesas de funeral do seu marido, no valor de € 522,25 artigo 94 da petição inicial dos autos; 58 - Em virtude das lesões e sequelas advindas do acidente dos autos, a autora necessitou de ajuda médica e medicamentosa, no que gastou montante cuja grandeza em concreto não foi possível apurar artigo 95 da petição inicial dos autos principais, e 11 do articulado de ampliação do; 59 – A autora suportou a despesa de € 192,00 no processo de habilitação de herdeiros por óbito do marido e na obtenção de informações, para esse efeito, junto da Conservatória do Registo Civil artigo 96 da petição inicial dos autos; 60 – A autora gastou em transportes para deslocações a consultas, exames ou diligências relacionadas com o sinistro, uma quantia cuja grandeza e concreto não foi possível apurar artigo 97 da petição inicial dos autos principais, artigo 12 do articulado de ampliação do; 61 – A autora, em chamadas telefónicas relacionadas com o sinistro, despendeu um montante cuja grandeza em concreto não foi possível apurar artigo 98 da petição inicial dos autos; 62 – Por força das sequelas do sinistro, a autora passou a depender, de forma permanente, de acompanhamento médico psiquiátrico regular e de medicação regular, o que gera uma despesa anual de grandeza que em concreto não foi possível apurar artigo 103 da petição inicial dos autos principal, artigos 16 ,17, 18, 19, do articulado de ampliação do; 63 – Durante o período de 41 dias supra mencionado, de repercussão temporária na atividade profissional total, a autora necessitou de ajuda pessoal e doméstica, durante cerca de 2 horas por dia, pretendendo compensar a pessoa que a ajudou no valor de € 6 por hora artigos 99 e 100 da petição inicial dos autos principais, artigos 13, 14 e 15 do articulado de ampliação do; 64 – Por força das sequelas do sinistro, a autora sofreu um quantum doloris fixável no grau 4, numa escala de 7 valores artigo 105 da petição inicial dos autos; 65 – A autora instaurou o procedimento cautelar de arbitramento de reparação provisória apenso, no âmbito do qual foi proferida em 22/2/2017 a decisão aí documentada a fls 98 e ss, mediante a qual a ré Seguradoras, SA” anteriormente Companhia de Seguros A foi condenada a pagar-lhe uma renda mensal de € 750,00, decisão essa que foi confirmada pelo Tribunal da Relação de Coimbra, aí se tendo concluído que o sinistro foi imputável à condutora do PU artigo 119 da petição inicial dos autos principais, artigo 7 da contestação do FGA apresentada nos atos principais, artigos 9 e 10 da contestação do FGA apresentada no apenso;  66 - Do relatado acidente resultaram para S lesões traumáticas torácico-abdominais que lhe causaram a morte, tendo sido verificado o óbito naquele dia 3 de outubro de 2016, pelas 11h20m, pelo médico do INEM artigos 42, 43, 52, 53 da petição inicial do apenso; 67 - O autor S e S contraíram matrimónio no dia 26 de julho de 2003, casamento que foi dissolvido pelo óbito dela artigos 44 e 46 da petição inicial do apenso 68 - Na constância do casamento nasceram em 22/9/2004 e em 4/4/2009 G erespetivamente artigo 45 da petição inicial do apenso; 69 – À data do óbito, S tinha trinta e três anos de idade artigos 46 e 63, da petição inicial do apenso; 70 – S sem testamento ou outra disposição de última vontade, tendo deixado como únicos herdeiros o marido e os filhos, aqui autores artigos 47, 48 e 49 da petição inicial do apenso; 71 - Entre o acidente e o óbito de S decorreram alguns minutos cuja grandeza não foi possível apurar artigo 54 da petição inicial apenso; 72 – S sentiu sofrimento ao constatar a iminência do embate do veículo que conduzia com os restantes veículos intervenientes, tendo antevisto a possibilidade da sua morte, deixando o marido e os filhos menores artigos 55, 56 e 57 da petição inicia do apenso; 73 – era uma esposa exemplar e uma mãe dedicada artigo 63 da petição inicial do apenso; 74 – S era uma mulher jovem, saudável e muito ativa, que dedicava afeto, amor e carinho ao marido, e que igualmente nutria pelos filhos ternura e amor artigos 64, 65 e 66 da petição inicial do apenso; 75 – S gozava de estima, carinho e respeito de quantos a rodeavam, que com ela adoravam conviver artigo 68 da petição inicial apenso; 76 - Os autores e a S constituíam uma família unida e feliz, passeando aos fins-de-semana, passando férias juntos, acompanhando os filhos nos estudos, nas suas novas experiências, tratando-se de uma esposa e mãe sempre presente, tendo como ambição ver os filhos "bem na vida”, felizes, formados e com profissão artigo 69 da petição inicial do apenso; 77 - A sua falta provocou e vai continuar a provocar, por toda a vida dos autores, uma profunda tristeza, dor, angústia, consternação e pesar, raiva, e até algum sentimento de culpa quando têm momentos mais alegres, ansiedade da separação, sendo uma verdadeira lacuna nas suas vidas artigo 70 da petição inicial do apenso; 78 - O autor S anda abatido, deixou de conviver socialmente, encontra-se abalado psicologicamente, envolvido numa tristeza ímpar, sofrendo de insónia, com ciclos de sono irregular, fadiga, falta de concentração e amorfo artigo 71 da petição inicial do apenso; 79 – O autor S contava com 38 anos de idade à data do acidente, e era uma pessoa alegre, sociável e feliz artigo 72 da petição; 80 - O autor S é gerente da sociedade G Unipessoal Lda, que se dedica ao corte e transformação de granitos e mármores, comercialização de artigos em mármore, granito e derivados, e ainda instalação e comercialização de energia solar e caldeiras a biomassa artigo 73 da petição inicial do apenso; 81 - Na qualidade de gerente, é o autor S que administra e gere a dita sociedade, que está absolutamente dependente do seu trabalho no respetivo giro comercial artigo 74 da petição inicial do apenso; 82 - Após a morte da esposa, companheira e mãe dos seus filhos com quem tinha vários projetos, o autor S, que até então era uma pessoa dinâmica e empreendedora, não conseguia trabalhar, estar com clientes e com quaisquer pessoas artigos 75 e 76 da petição inicial do apenso; 83 - O sofrimento do autor S é diário, sendo constante a lembrança da esposa, mais intensa em datas de festas familiares, em que a família se reunia, nos aniversários, nos dias natalícios, de casamento, no Natal, no Ano Novo, dia dos namorados entre outros artigo 77 da petição inicial do apenso; 84 - De igual modo, os filhos, G e, à data do acidente respetivamente com 12 e 7 anos de idade, também mergulharam num ciclo de descrença e solidão, tendo de viver com o facto de já não terem consigo a mãe que tanto amavam artigo 78 da petição; 85 - À data do acidente o autor G frequentava o 5 ano de escolaridade no Colégio ...) em Viseu, e a autora frequentava o 2 ano de escolaridade no Colégio ...) em Viseu artigos 79 e 80 da petição; 86 - Após o acidente, os menores passaram a ser acompanhados semanalmente por um psicólogo do Colégio ...), situação que se manteve até janeiro de 2018 artigo 81 da petição; 87 – A autora que tinha com a mãe uma relação franca e cúmplice, não é a mesma criança alegre que antes era, apresentando dificuldades em dormir, em relacionar-se, em conviver, sendo uma jovem triste e melancólica artigo 82, 83, 142, da petição; 88 - Por sua vez, o autor G passou a alterar o seu comportamento, ele que era um jovem sociável, afetuoso, cordato e amoroso, tornou-se um adolescente revoltado, andando triste, melancólico, nervoso, com dificuldades em dormir artigos 84, 85, 142 da petição inicia do apenso; 89 – Os autores G e ainda têm necessidade de ser acompanhados semanalmente por um psicólogo, necessitando de acompanhamento médico artigos 86 e 143, da petição inicial do apenso; 90 - Desde que deixaram de ter acompanhamento por um psicólogo da escola, ou seja, desde fevereiro de 2018, que os menores têm consulta regular em psicóloga particular, despendendo o autor S a quantia de € 40,00 por cada consulta relativamente a cada um deles, na P, Lda, tendo-se ambos submetido, até à data da interposição da ação, a cinco consultas, no valor global de € 200,00 artigo 87 da petição inicial do apenso; 91 – Os autores G efrequentavam o caraté três vezes por semana, acompanhados pela mãe, atividade de que gostavam artigos 88 e 90 da petição inicial do apenso; 92 - Após a morte da mãe os autores, G e nunca mais quiseram frequentar o caraté, pois, reviviam os bons momentos que passavam com a mãe artigos 89 e 90 da petição inicia do apenso; 93 - Os filhos sentem muito a falta da mãe naquelas datas que mais os marcam, nos aniversários natalícios, no Natal, no Ano Novo, no dia da Mãe, datas que deixaram de ser festejadas em casa artigo 91 da petição inicial do apenso; 94 – A falecida S ...) ficou com a roupa que vestia calças, camisa de ganga, sapatilhas, meias, roupa destruídas, e o seu telemóvel da marca Samsung – Modelo G900 Galaxy 5515GB desapareceu no local do acidente, tudo em valor de grandeza que em concreto não foi possível apurar artigo 103 da petição inicial apenso; 95 - O autor S suportou a quantia de € 220,00 com o funeral da malograda S, tendo sido reembolsado pelo Instituto de Segurança Social do subsídio de funeral no montante de € 257,66 artigos 104 e 106 da petição inicial do apenso B, articulado apresentado pelo Centro Nacional de Pensões/ISS e requerimento apresentado por tal organismo no início da audiência); 96 - Face ao falecimento da esposa, o autor por si e em representação dos filhos menores requereu as prestações por morte ao Centro Nacional de Pensões/ISS artigo 107 da petição inicial apenso; 97 - No ano de 2017, o Centro Nacional de Pensões/Instituto de Segurança Social pagou pensões de sobrevivência aos autores no total de € 047,26, sendo ao autor S ...) o montante de € 724,94 e a cada um dos filhos a quantia de € 661,16 artigo 108 da petição inicial apenso; 98 - Mensalmente e a partir de janeiro de 2018, o autor S recebeu do ISS a quantia de € 166,75 e os filhos menores e G a quantia mensal de € 46,26 cada um artigo 109 da petição inicial do apenso; 99 – Atualmente, a título de pensão de sobrevivência, o autor S recebe do ISS a quantia mensal de € 175,80, e o G e, também a título de pensão de sobrevivência, recebem de tal organismo a quantia mensal de € 57,45 cada um artigos 1 e ss do articulado do Centro Nacional de Pensões, requerimento apresentado por tal organismo no início da audiência) 100 – Até a momento atual, o ISS pagou a título de pensões de sobrevivência € 835,74 ao autor S ...) e € 868,18 a cada um dos autores G e tudo no montante global de € 1572,10 artigos 1 e ss do articulado do Centro Nacional de Pensões, requerimento apresentado por tal organismo no início da audiência) 101 - O autor despendeu quantia que não foi possível apurar,mas nunca inferior a € 150,00 com a compra de vestuário preto e escuro para cumprir o luto decorrente do falecimento da sua esposa artigo 110 da petição inicia do apenso; 102 – S era uma mulher jovem, trabalhadora e em plena capacidade produtiva, que gozava de boa saúde, cuidava dos seus filhos menores e executava todos os trabalhos emergentes da vida familiar e da lide doméstica artigos 113, 114 e 115 da petição inicial do apenso; 103 - Desde 2 de janeiro de 2008, S exercia a profissão de empregada de escritório, por conta da sociedade G, Lda., com sede na Reta de ...) ...) Viseu, recebendo a quantia mensal ilíquida de € 530,00 de remuneração base, acrescida dos duodécimos de subsídio de férias e natal no montante de € 88,34 e do subsídio de alimentação artigos 116 e 117 da petição inicial do apenso; 104 – Tal salário era todo utilizado para satisfação das necessidades do agregado familiar artigo 118 da petição inicial do apenso; 105 - O autor, na qualidade de gerente da sociedade G, Lda, aufere mensalmente quantia ilíquida respeitante à remuneração base de € 150,00 acrescida dos duodécimos de subsídio de férias e natal no montante de € 191,66 e do subsídio de alimentação artigo 119 da petição inicial do apeno; 106 – O agregado familiar vivia dos vencimentos que eram auferidos, quer pela malograda S quer pelo autor, com os quais pagavam: as despesas com a amortização do mútuo hipotecário relativo à casa de habitação própria no montante de € 475,35 e de seguro de vida no montante de € 28, 92; as despesas com água e eletricidade em montante valor variável, mas nunca inferior a € 125,00 mensais; as despesas mensais com alimentação, vestuário, medicamentos e demais encargos da vida quotidiano do agregado no valor de cerca de € 600,00; as despesas com a mensalidade do 1 ciclo da menor no Colégio ...) em Viseu no montante de € 275,00, acrescida da mensalidade de € 50,00 para almoços; despesas com os almoços do menor no Colégio no montante de € 1,46 por dia, tudo em valor mensal não inferior a € 600,00 artigos 122, 123 da petição inicial do apenso; 107 – Atualmente, os autores S, G e vivem com o valor do vencimento auferido pelo autor, e com algumas ajudas de familiares artigo 125 da petição inicial do apenso.