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4Com efeito, estamos em face ou trata-se de uma concessão que envolveu a conceção, projeto e construção de uma autoestrada no caso, a A32, cabendo à concessionária, à luz do quadro normativo definido, estudar/projetar, desenvolver, produzir e realizar/executar todos os atos e os trabalhos destinados à construção da obra e pelos mesmos responder cfr., mormente, as Bases 0, 0, n. 1, 2, n. 1, 2, n. 1, 2, n.s 1, 3 e 4, 3, n.s 1 e 2, 3, n.s 1 e 2, e 7 constantes do anexo ao n. 392-A/200  4Sobre a mesma impendem e recaem as consequências e responsabilidades que derivam da conceção, da elaboração dos estudos e dos projetos da sua única e exclusiva autoria, mormente quanto ao traçado da autoestrada a executar e construir e suas implicações ou consequências na esfera jurídica de eventuais terceiros lesados ou afetados, sem que da apresentação a aprovação e da existência de um ato aprovação derive uma qualquer desoneração ou exclusão quanto aquilo que eram e são as suas responsabilidades tal como decorre do mesmo quadro normativo, cientes de que não ficou demonstrado ou sequer ressalta do quadro factual apurado que o traçado da autoestrada aprovado no concreto local e condições espaciais e físicas em que o mesmo foi implantado na vizinhança e imediações do prédio do A. haja derivado de uma expressa e específica determinação ou ordem do concedente ou de ente público interveniente no projeto e que, nessa medida, fosse ou tivesse sido contrária ao projeto elaborado e apresentado a aprovação pela R./AEDL.