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Assim, não tendo desde as irregularidades e sua persistência até pelo menos àquele conhecimento formal, da intenção da AICEP, podido sequer correr a prescrição da obrigação de reposição, é desde o final de julho de 2013 que se inicia o renovado prazo de prescrição de quatro anos, nos termos das normas citadas, posto que a resolução do contrato se funda nas irregularidades havidas até os inícios deste ano – sendo certo que foi o incumprimento das obrigações pecuniárias de entrega, no termo dos respetivos prazos, o que despoletou a intenção de proceder ao procedimento de irregularidades que conduziria à resolução.” Concretizando, no que à Resolução do Conselho de Ministros de 4 de novembro de 2014 concerne que, a mesma não contempla causa interruptiva da prescrição porquanto "o prazo de prescrição não se reiniciou com a publicação da decisão de resolução do Conselho de Ministros, a 4 de novembro de 2014, já que esta não é decisão que vise instaurar ou instruir procedimento por irregularidades, nos termos do regime aplicável, mas sim a decisão final desse mesmo procedimento, a sanção, na terminologia do Regulamento.” Entendendo, porém, que "esentido inverso cobra, porém, efeito interruptivo da prescrição da dívida a intenção manifestada por dois dos administradores da .., S. A., em fevereiro de 2014, reiterada em julho de 2015 por outros dois administradores um deles em ambas ocasiões), de procederem ao pagamento extrajudicial da dívida embora sem, nos termos do art.325n1 do Código Civil.