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Mais considera que o Requerido   usurpa no anúncio em causa as funções de Presidente da Mesa da Assembleia Geral não tendo legitimidade para proceder à informação a que se refere o art 2 do Regulamento Eleitoral da Requerida, visto que o seu mandato cessou em 29 de Maio de 2019, e a sentença e o acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra acima referido que anulou a deliberação de 29 de Maio de 2019 não tem o efeito de repristinar a eleição e exercício de funções do mesmo, pelo que a informação constante do anúncio acima referido não tem qualquer validade ou eficácia, devendo considerar-se inexistente.