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Ocorre que, já em sede de Apelação dos RR, vêm os recorrentes sustentar a inviabilidade, em face do de iure condito/constituto, de a Ré F , poder ser responsabilizada/condenada pelos factos ora em apreço : Para tanto, invocam os apelantes que ; )A condenação da RéFcolide comprincípio do nosso ordenamento constitucional no sentido de existir uma separação entre matéria de gestão empresarial, cuja direcção compete aos órgãos próprios da entidade proprietária do órgão de comunicação e matéria editorial, a cargo do director e da redacção ; )Em caso algum poderia a Ré F, individualmente - enquanto proprietária do serviço de programas "CMTV – ser responsabilizada e sem sequer se apurar o agente material do alegado facto ilícito, a que acresce que o pretenso "ilícito” foi praticado em programa não gravado, mas antes, transmitido em "directo”; )A factualidade inserta no ponto de facto n 48 não integra o cometimento de facto ilícito porque o exercício correcto da liberdade de imprensa corresponde ao exercício regular de um direito, que por sua vez, é uma causa justificativa do mesmo.