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Conclui-se que a medida tem duração de 6 meses, com revisão aos 3 meses, caso nada sobrevenha em momento anterior, por se entender ser o tempo máximo necessário a fazer ulterior diagnóstico da situação dos menores.” - medida essa que vigora desde 5/4/2018 homologada por despacho de 11/4/2018, quando na verdade a Juiz natural apenas tinha "in casu” de cumprir a decisão transitada em julgada no processo de divórcio dos progenitores consistente no acordo na regulação das responsabilidades parentais, acordo esse não foi colocado em causa por ninguém em processo próprio; Conclui-se que para além disto, o tribunal "ad quo” finta de defrauda a lei porque decretou a medida de apoio junto de familiar em 11/4/2018 , manteve a medida por mais de um ano sem rever e sem ouvir a Recorrente/Mãe, e estendeu-a fraudulentamente esgotados todos os prazos judiciais para manter a sua aplicação despacho de fls prazo de 6 no Apenso , processo de alteração das responsabilidades parentais promovido pela requerente - onde foi determinada inicialmente a guarda provisória dos menores à recorrente - medida excepcional cautelar de manutenção de apoio junto de família reentregando os menores à tia paterna que já os tinha à sua guarda provisória, prolongando assim, a medida cautelar de segurança dos menores e agora como a Recorrente descrente no tribunal ad quo e sua Juiz natural que entende ter minado a sua confiança num processo justo e equitativo e violado o principio da imparcialidade e agora face à extinção da instância produz a decisão recorrida novamente reentregando à tia paterna as funções de apoio junto a familiar - mantendo provisoriamente a medida cautelar restritiva de direitos fundamentais - neste processo;     Ou seja conclui-se que, a Juiz natural através de despachos e contra despachos em finta à lei prolongou na realidade a medida cautelar de segurança dos menores até hoje em 3 anos e 8 meses tornando a medida cautelar em "definitiva”.