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Faltando elementos de facto, designadamente, os relativos à personalidade do arguido e condições da sua vida, que permitam determinar com objetividade e justiça a medida concreta da pena e decidir da suspensão ou não da execução da pena de prisão, e resultando do texto da sentença recorrida que ficaram por realizar diligências por parte do tribunal, que poderiam completar ou melhorar a factualidade apurada, é de concluir que a decisão recorrida enferma do vício a que alude a alínea, n.2, do art.41 do P.P.. Uma vez que o Tribunal da Relação não dispõe dos elementos necessários para poder superar a lacuna relativa à matéria de facto, impõe-se determinar o reenvio do processo, nos termos do artigos 42, n.1 e 426-A do Código de Processo Penal, limitado à questão concretamente ora identificada.