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Quanto à sugestão de que se removido para o Vietname incorrerá em riscos físicos, devido à natureza do sistema prisional, importa dizer que o extraditando não indica factos concretos que poderiam ilustrar a sugerida violação da sua integridade física em contexto prisional no seu país, de resto, dos elementos constantes dos autos não é possível concluir que exista qualquer risco real e concreto em relação ao extraditando, nomeadamente que o processo crime que corre no seu país não venha a respeitar os princípios e regras de um processo justo e equitativo, e de tais princípios e regras não virem a ser respeitados, por não protegidos, que permita, à luz do disposto no art 6 da Lei n 144/99, de 31 de agosto, haver fundamento para recusar o pedido de extradição.”   Os autos prosseguiram os seus termos com a junção de diversa prova tendo o Ministério Público apresentado requerimento formal de extradição em tudo idêntico ao anterior com excepção da afirmação que os factos imputados ao extraditando são puníveis perante a Lei Portuguesa pelo disposto no art 218 n 2 al.