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190 do Civil, a natureza imperativa e o interesse público prosseguido por esses preceitos legais, bem como o facto de o seu n.3 apontar claramente para uma residência habitual ou principal do filho inferindo-se que o legislador admite duas residências, mas uma delas tem de ser considerada a habitual ou, prescrevendo que as orientações educativas mais relevantes ficam a cargo do progenitor com quem o filho reside habitualmente, bem como o n.5 impor ao tribunal que ao regular o exercício das responsabilidades parentais determine a residência do filho e os direitos de visita de acordo com os interesses deste, devendo tem a obrigação) - ao determinar a residência e os direitos de visita – atender, entre outras circunstâncias relevantes, a eventual acordo dos pais e a disponibilidade manifestada por cada um deles para promover relações habituais do filho com o outro, decisão essa nos termos do seu n.7) que será sempre tomada de harmonia com o interesse do menor, incluindo o de manter uma relação de grande proximidade com os dois progenitores, promovendo e aceitando acordos ou tomando decisões que favoreçam amplas oportunidades de contato com ambos e de partilha de responsabilidades entre eles.