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Assim, por efeito do atualmente disposto no artigo 58 n 2 do CPTA, resultante da revisão operada pelo n. 214-G/2015, de acordo com o qual os prazos de impugnação estabelecidos no n 1 daquele artigo 58 se contam "nos termos do artigo 279 do Código Civil” substituindo, assim, a regra que anteriormente constava do n 3 daquele artigo 58 do CPTA, na sua versão original, de acordo com a qual a contagem de tais prazos obedecia "ao regime aplicável aos prazos para a propositura de ações que se encontram previstos no Código de Processo Civil”), os prazos de impugnação previstos no artigo 58 n 1 contam-se de modo contínuo, sem suspensão durante os períodos de férias judiciais.