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108, em que escreve: Entre os bens a relacionar,, já decididos pela nossa jurisprudência e doutrina: o direito à exploração de um cinema; a renda vitalícia constituída em benefício de ambos os cônjuges, quando haja sido adquirido com rendimentos do casal; os frutos existentes à morte do inventariado; os bens penhorados e arrestados; os bens empenhados; o produto da alienação dos bens da herança levado a cabo por acordo entre os interessados, no período decorrente da sua abertura à investidura no cabecelato; os direitos de autor; os direitos e patentes, marcas e modelos que não façam parte de quaisquer estabelecimentos comerciais ou industriais, de que o inventariado seja dono ou associado; os bens que o inventariado prometeu vender por título formalmente idóneo; os bens registados em nome do inventariado; os bens doados para casamento à inventariante, sem dispensa de colação, sendo o matrimónio segundo o regime da comunhão geral; os bens litigiosos; os bens sem valor económico; e benfeitorias”.