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Inconformado com esse julgamento, insiste o Recorrente em recurso que o Tribunal Tributário de Lisboa devia ter admitido a Oposição deduzida e julgado válida a petição como constituindo contestação aos vários processos de execução movidos pela Autoridade Tributária, uma vez que: os fundamentos que conduziram à instauração das várias execuções são os mesmos; a decisão viola o princípio da economia processual e do aproveitamento do acto administrativo, por conduzir à prática desnecessária de actos judiciais, tanto mais que o sujeito e a causa de pedir invocadas em cada uma dessas posições seriam os mesmos; a tramitação em separado dos processos de execução fiscal não se justifica, pois, para além de acarretar elevadas e injustificadas despesas para o Estado, obriga o Recorrente a apresentar individualmente quatro processos de Oposição, com o mesmo objecto, com a consequente obrigação de liquidação de quatro taxas de justiça e um aumento exponencial dos custos distendidos em sua defesa e, por fim, que a sentença materializa uma sobrevalorização inadmissível da forma sobre o mérito, sendo certo que o fundamento em que radica a sentença, não apensação dos processos, reconduz-se a acto do órgão de execução fiscal a que o Recorrente é absolutamente alheio.