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Dúvidas não há que agiu de forma intencional, dolosa, directa, sabendo que estava a contrariar uma ordem policial e que incorria na prática de um crime de desobediência, circunstância que, de resto, já não era a primeira vez que fazia , sendo que não é despiciendo chamar à colação o despacho de 22 de Maio de 2015, proferido no âmbito do processo n., em que o arguido, mais uma vez conduzindo um veículo automóvel, terá sido alvo de uma operação de fiscalização, terá sido interceptado pelos elementos da PSP, negou ser o condutor do veículo, negou submeter-se à feitura do teste de alcoolemia, apesar de saber que o devia fazer, e depois acabou por aceitar a suspensão provisória do processo que lhe foi sugerida pelas autoridades judiciárias.