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Assim, o Tribunal valorou a escritura de cessões de quotas; renúncia à gerência e constituição de hipoteca, dada à execução, celebrada em 19/06/2013 da qual resulta que o embargante/executado se comprometeu a pagar aos exequentes, no prazo de 2 anos a contar daquela data o montante de € 2000,00, ou seja até ao dia 19 de Junho de 2015; valorou o acordo de promessa de permuta e cedência de participações sociais celebrado em 2013 e valorou o expediente relativo à ação com o n 2001/15T8PTM, instaurada pelo embargante/executado contra os exequentes onde pede que seja revisto o acordo de promessa de permuta e cedência de participações sociais.” - A Impugnação da Matéria de Facto  Como enquadramento geral considera-se que, ao mesmo tempo que o sistema processual garante um duplo grau de jurisdição na apreciação da matéria de facto – art 640 do P.–, garante também ao juiz da Relação o princípio da livre apreciação da prova – art 607/ 5 do mesmo diploma: "o juiz aprecia livremente as provas segundo a sua prudente convicção acerca de cada facto.” Mas não lhe assiste o princípio da imediação por força da natureza das coisas, uma vez que a prova testemunhal e os depoimentos de parte são irrepetíveis na sua originalidade.