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De resto, vistas as actas de audiência de julgamento, verifica-se que: o tribunal recorrido tomou a iniciativa de juntar aos autos diversos documentos que deles não constavam e que no seu entender poderiam contribuir para a correcta decisão da causa, prova de que o tribunal recorrido exerceu os poderes inerentes ao dever de descoberta da verdade material, sem evidências de que o exercício desse dever se devesse ter estendido a outro tipo de provas; a recorrente não indicou outra prova documental que deveria ser junta aos autos na sequência do depoimento da inspectora do ACT e que o não tenha sido, tendo sido junta aos autos a prova documental por si requerida em 9/12/2014; a recorrente não requereu a inquirição de outras testemunhas para lá das que foram efectivamente inquiridas, tendo-se limitado a requerer a inquirição do seu próprio legal representante, o que foi deferido.