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ponto 2 da matéria assente; ) Que aliás se fora esse o interesse do Autor sempre teria outorgado uma procuração que previsse a doação à primeira Ré, o que o Autor não fez; ) Ao agir assim, a primeira ré agiu em manifesto abuso de poderes de representação; ) Tendo a sua irmã, segunda ré nos presentes autos, conhecimento e participado de forma activa no esquema engendrado; ) Pelo que, em face da factualidade assente o Tribunal da Relação ... violou o disposto no artigo 26 do Código Civil; ) Assim nos termos do disposto no artigo artigos 26 e 26 do Código Civil sempre seriam os negócios celebrados pelas rés ineficazes relativamente ao Autor; ) Acresce que o Tribunal da Relação ... também errou na resposta aos pontos 2 e 2; ) Tal conclusão é incompatível com o facto assente constante no ponto assente 1 que transcreve integralmente o teor da procuração outorgada pelo Autor à Primeira Ré; ) De tal transcrição resulta evidente que o Autor não deu poderes para a Ré celebrar negócio consigo própria; ) Tal intenção resulta da análise do teor do documento n. 5; ) A procuração cujo teor se encontra provado no âmbito do ponto n. 12 da matéria assente é um documento um documento particular autenticado cf.