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12, do P.P., senão, mesmo, do Princípio do "in dubio pro reu", em virtude de, tais "provas directas, positivas ou imediatas, terem sido, notoriamente, apreciadas de forma totalmente imotivada e incontrolada, e, portanto, de forma, total e inadmissivelmente, arbitrária, sempre se dirá que, compulsado, devidamente, o texto do "Acórdão" em crise, resulta claro e evidente que a convicção do Tribunal a quo se estribou, na verdade — ainda que, tal, aí, não resulte, expressamente, afirmado —, não nessas, mesmas, "provas directas, positivas ou imediatas", mas, sim, porventura, na chamada "prova indirecta, presuntiva, circunstancial ou indiciaria", a qual, de resto, e, de todo o modo, sempre imporia e impõe, também, na verdade, clara, notória e objectivamente, decisão diversa da recorrida, no sentido de, os factos , 5 e 5 dados, como provados, não serem dados, como provados, ou, em alternativa.