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Em suma, os Autores, na qualidade de condóminos, não têm legimidade activa para demandar, como demandaram, a Ré construtora/vendedora em acção em que pedem a reparação de defeitos de partes comuns de edifício constituído em propriedade horizontal, que foi por esta reabilitado e vendido No mesmo sentido, o Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 12-03-2019, citado pela Ré-Recorrida, proferido no Processo n. 90/18T8CNT.C26, Relatado pelo Desembargador Barateiro Martins, disponível em www.dgsi.pt..  A ilegitimidade activa dos Autores configura uma excepção dilatória, de conhecimento oficioso, e dá lugar à absolvição da instância, nos termos do disposto nos artigos 57, alínea e 57, ambos do Código de Processo Civil.