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Na verdade, no antecedente despacho e depois de ter sido elaborada conta em que figurava como responsável a massa insolvente em 112017 e de o oficial de justiça que a elaborou ter lavrado cota com a razão pela qual não era elaborada conta das responsabilidades da Insolvente por esta beneficiar de apoio judiciário na modalidade de dispensa do pagamento de taxa de justiça e demais encargos do, a juíza a quo havia ordenado o arquivamento dos autos, não podendo, pois, face à decisão tomada, ordenar, posteriormente, como ordenou, no despacho recorrido, que por ter constatado no dia de hoje que as custas foram calculadas tendo em conta como sujeito devedor não) a insolvente mas sim a massa insolvente, e, porque à insolvente não foi concedido exoneração do passivo restante, o contador procedesse à elaboração de conta de custas a cargo da insolvente pessoa singular, na medida em que esta ordem acaba por constituir regressão no procedimento expressa e concretamente decidido, qual seja, o do arquivamento do processo.