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Não oferece dúvida que ao caso em apreço se não aplicam regulamentos europeus ou outros instrumentos internacionais, nem se mostra alegado que entre as partes foi celebrado qualquer pacto atributivo de jurisdição, sendo assim a causa dirimida, conforme decidido pelo Tribunal a quo, exclusivamente pelo disposto no art 62 do P., ou seja quando:  -a ação deva ser proposta em Portugal, segundo as regras de competência territorial estabelecidas na lei portuguesa critério da coincidência); -tenha sido praticado em território português o facto que serve de causa de pedir na ação, ou algum dos factos que a integram critério da; -não poder o direito invocado tornar-se efectivo senão por meio de ação proposta em território português, ou constituir para o autor dificuldade apreciável a sua propositura no estrangeiro, desde que entre o objeto do litígio e a ordem jurídica nacional haja algum elemento ponderoso de conexão, pessoal ou real critério da.