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Na imediata sequência foi proferida SENTENÇA, desdobrada numa dupla decisão: - quanto à prestação de contas exigida ao Réu ora recorrido na qualidade de cabeça de casal ou seja, no período compreendido entre a data da abertura da sucessão e o presente, considerou que o Tribunal era materialmente incompetente, pelo que absolveu o Réu/recorrido da instância; - relativamente à administração do Réu/recorrido no período compreendido entre o dia 3 de junho de 2016 e a data da abertura da sucessão, uma vez que «) do texto da procuração não resulta que os poderes conferidos ao R. deveriam ser exercidos no interesse do mandante, inviabilizando que seja possível concluir que aqueles poderes foram concedidos como meio de permitir a execução de um mandato.