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380 e 397, de 7/3/90, in AD 362/250, de 9/2/94, in AD 396i’1415, de 14/2/96 in AD 418/1163 e de 14/2/96, Recs 1456, 1073 e 1374, o primeiro destes publicado in AD 422/22)”  Assente que a melhor interpretação da norma é a que entende que o valor tributável dos imóveis para efeitos do art 30 do CIMSISSD, na redacção inicial, é o valor inscrito na matriz à data da transmissão actualizado com as correcções ex lege que ocorram entre tal data e a da liquidação, não relevando para tal cálculo valor o resultante de benfeitorias, melhoramentos ou quaisquer actos do proprietário realizados após a transmissão, a questão está, agora, em saber se a sentença errou no seu julgamento ao considerar que o valor dos bens transmitidos tido em conta pela AT ao liquidar o imposto, sem explicitar a existência de alguma correspondência com os valores constantes das respectivas matrizes à data da transmissão, incorreu em erro sobre os pressupostos de facto e de direito que inquinam a liquidação na sua totalidade, determinando, em consequência, a sua anulação.