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Em suma, nenhum dos fundamentos alegados pela A. permite concluir que exista ilegalidade do ato de homologação do resultado a que chegou o júri do concurso para recrutamento do cargo de direção intermédia de 1 grau Diretor de Serviços) para o Departamento Administrativo e Financeiro do aqui demandado Tribunal Constitucional.” Efetivamente o júri apenas considerou a experiência da A. como diretora de serviços na área administrativa e financeira, para a qual foi aberto o procedimento concursal, não considerando as funções exercidas de Diretora de Recursos e Sistemas de Informação do Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais do Ministério das Finanças, entre maio de 2007 e fevereiro de 2011, como tempo de funções de dirigente intermédio no âmbito da Administração Pública, no âmbito da avaliação da Experiência Profissional Específica.