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Âmbito do recurso  Como é jurisprudência pacífica, sem prejuízo das questões de conhecimento oficioso – detecção de vícios decisórios ao nível da matéria de facto emergentes da simples leitura do texto da decisão recorrida, por si só ou conjugada com as regras da experiência comum, referidos no artigo 41, n. 2, do CPP neste sentido, o acórdão n. 7/95 do Pleno da Secção Criminal, de 19-10-1995, publicado no Diário da República, Série - A, n. 298, de 28 de Dezembro de, e verificação de nulidades, que não devam considerar-se sanadas, nos termos dos artigos 37, n. 2 e 41, n. 3, do CPP – é pelas conclusões que o recorrente extrai da motivação, que se delimita o objecto do recurso e se fixam os limites de cognição do Tribunal Superior.