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Concluindo:  O despacho que no decurso da audiência de discussão e julgamento indefere, na sequência de requerimento só então apresentado, expressa ou implicitamente a coberto do artigo 34 do CPP, a audição, na qualidade de testemunha, de uma pessoa é sindicável por via de recurso – pois que corresponde ao exercício de um poder vinculado, que não discricionário, não se mostrando legalmente excluída a respetiva recorribilidade, colhendo, assim, aplicação o princípio geral enunciado no artigo 39 do CPP - e não já por intermédio da arguição da nulidade do artigo 12, n. 2, alínea do CPP;  Se o sujeito processual interessado, na sequência de tal despacho de indeferimento, do mesmo nunca recorre, limitando-se a arguir a respetiva nulidade artigo 120, n. 2, alínea do CPP, deixando-o transitar, por via do caso julgado, entretanto formado, fica o tribunal de recurso impedido de o sindicar;  O que determina a perda de efeito útil da apreciação do despacho recorrido o que se debruçou sobre a arguida nulidade já que a solução que viesse a ser encontrada não poderia produzir efeito sobre a decisão que indeferiu a requerida diligência de prova;  Mas, ainda que outra fosse – e não é – a posição perfilhada, ou seja mesmo que se considerasse constituir a arguição da dita nulidade o meio adequado de reagir à decisão de indeferimento da diligência de prova requerida, sempre a natureza pouco esclarecedora, ambígua, nada assertiva e com défice de concretização do requerimento de fls.