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Assim, deveria ter sido dado como provado, quer pelos depoimentos testemunhais das testemunhas arroladas pela Autora, quer pelo conteúdo do contrato promessa conjugado com a procuração irrevogável que:   "f) A A. permitiu que aquele fosse continuando a habitar a fracção, pelo menos até finais de 2009 e inícios de 2010, em virtude da boa relação entre ambos, condescendendo assim a A., a pedido do promitente-vendedor, em sucessivos adiamentos da celebração do contrato-prometido.” - Encontra-se junto aos autos sob a forma de documento n.1 da petição inicial o contrato promessa de compra e venda e é da leitura e interpretação literal do teor das cláusulas segunda e quarta que, sem mais, deveria ter sido dado como provado que: "g) E. comprometeu-se a entregar a casa em perfeito estado de conservação e totalmente mobilada assim que pudesse e a celebrar a escritura quando tivesse condições para assegurar habitação condigna para si próprio.” - O Tribunal a quo deu como não provado que ") Poucas semanas após o falecimento do Sr. E. , a A. efectuou o primeiro contacto com vista a obter dos seus herdeiros o cumprimento do contrato-promessa, tendo, no entanto, obtido destes respostas evasivas, que se fundavam na incapacidade do Réu menor de idade e na morosidade dos procedimentos tendentes à habilitação dos herdeiros, mas também no alegado desconhecimento do negócio firmado entre a A. e o de cujus.”, olvidando, por completo, a prova documental junta aos autos.