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do TRE de 25-01-2018 relator: Manuel, em que o lesado contava 40 anos de idade à data do acidente, por força das lesões sofridas viu a sua integridade física atingida, ficando a padecer de um Défice Funcional Permanente da Integridade Físico-Psíquica de 3, sendo as sequelas compatíveis com a sua atividade profissional mas implicando algumas restrições à realização dos atos normais da vida corrente, familiar e social e são causa de sofrimento foi atribuída uma indemnização no montante de € 1000,0  Ponderando então aos padrões de indemnização adotados em decisões jurisprudenciais que julgamos representativas, sem deixar de atender às circunstâncias do caso concreto em apreciação, entende-se conforme à equidade fixar a indemnização devida à  autora pelos danos patrimoniais futuros decorrentes da incapacidade ou défice funcional permanente de que ficou a padecer, no montante de € 1000,0 Os juros de mora sobre a quantia agora alterada, no que respeita à indemnização pelo dano patrimonial futuro, são calculados desde a data da decisão da  instância, porquanto a mesma foi fixada de acordo com a equidade, devendo considerar-se atualizados à data da sentença, nos termos previstos no artigo 56, n. 2, do e de acordo com a orientação fixada pelo Acórdão de Uniformização de Jurisprudência n. 4/2002, de 09-05-2002 - publicado no Diário da República, Série -A, n. 146, de 27-06-2002 tal como consta expressamente da sentença recorrida.