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Nessa altura, o arguido deixou também de ajudar a ofendida monetariamente e começou a ameaçar que a iria expulsar da residência; 12-Farta e saturada, a ofendida apresentou queixa crime contra o arguido, pois no dia 1 de Agosto de 2019, durante todo o dia e durante a noite, o arguido não a deixou descansar, assim como ao filho, dizendo constantemente em tom de ameaça, para ambos se irem embora daquela casa, senão iam ter problemas, dizendo: "VÃO-SE EMBORA", "O TEU FILHO QUE VÁ PARA CASA DA TUA MÃE", "FILHOS DA PUTA", "CABRÕES", "VÃO-SE FODER" - face às ameaças a ofendida deslocou-se novamente à Esquadra e pediu ajuda, em virtude de estar no seu limite psíquico e emocional, ficando em alojamento temporário, juntamente com o filho; 13- No dia 17 de Setembro de 2019, pelas 19 horas e 45 minutos, o arguido, por querer que ofendida saísse de casa, para poder aí habitar com a sua atual companheira, disse à ofendida que abandonasse a residência, ao mesmo tempo partia objetos em casa, nomeadamente um candeeiro, um jarro e um rooter da ofendida, o que a deixou aterrorizada, dizendo ao arguido que se continuasse com aquele comportamento iria apresentar queixa; 14- Na sequência o arguido, agarrou numa faca de cozinha, apontou-a na direção da ofendida, dizendo "É por isso que muitas mulheres ficam deitadas no chão..." - sendo comum o arguido aludir várias vezes às mulheres que terminaram este tipo de situações de forma trágica, morrendo - e em ato contínuo encostou a faca ao braço da ofendida, pressionando com força, o que deixou a ofendida em pânico, tendo fugido para a Esquadra a fim de se proteger, o arguido foi atrás da ofendida e foi preciso a PSP intervir para evitar que o mesmo a agredisse, dando origem ao aditamento n 6 a fls.