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Estes factos logrou a recorrida provar tal como resulta dos pontos de factos provados enumerados em 4, 5, 7, 8, 9, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 19, 20, 21, 24, 25, 28, 29, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 57, 58, 71, 72, 73, 74, 75, 76, 77, 91, 92 e 100, daqui resultando sem qualquer margem para dúvida o comportamento ilícito e culposo do empregador violador das mais elementares garantias legais e convencionais da trabalhadora, pois carecendo do acordo da trabalhadora não se coibiu de lhe aumentar a carga horária semanal de 37 horas para 40 horas semanais, sem contemplar qualquer intervalo de descanso, em manifesto desrespeito à duração máxima do seu período normal de trabalho semanal e aos intervalos de descanso legalmente previstos, e em clara violação aos limites impostos pelos artigos 20 n. 2, 21 n 1, 21 e 21 n 1 do Código do Trabalho e pelas clausulas 24 e 33 do CCT aplicável, na medida em que impunha à A. um alargamento ilegal do seu período normal de trabalho semanal e não previa um intervalo de descanso, de modo a que a trabalhadora não prestasse mais de cinco horas de trabalho consecutivo.