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Na  mesma  linha,  não  se  pronunciará  sobre  os  demais  factos  irrelevantes  vertidos  na contestação da arguida O., que, naturalmente, em face do teor da decisão instrutória respondeu no mesmo diapasão alegando factos supérfluos, que são todos os que não são expressamente respondidos.Os factos não provados:  Não resultaram provados os factos que não se compaginam com os que foram dados por provados, nomeadamente, e com interesse para a decis��o da causa:  Da acusação:  Não se provou que:  a.   Que a quantia dada como pagamento pela arguida O. ao arguido R. S. fosse aproximada de 1000,00 euros b.   Que tal quantia tenha sido parcialmente entregue ao arguido;  Que a arguida O. pretendesse receber dinheiro do seguro para pagar ao arguido R. S. a parte que ainda não tinha entregue;  Da contestação da arguida O.  Que a arguida nunca conversou com o R. S., que conhece apenas de vista, por ser vizinho de S., namorado da filha P. O.; e. Que a arguida nunca manteve com o co-arguido qualquer tipo de contacto; f. Que se a arguida quisesse o divórcio do marido tê-lo-ia pedido há muito, mas nunca o quis, nem tal esteve alguma vez na "ordem do dia”; g. Que a arguida sofreu muito com a morte do marido; h. As despesas do funeral foram suportadas pelos irmãos do falecido, por ser essa as suas expressas vontades;  Os demandantes não tinham dinheiro para pagar as despesas do funeral e jazigo reclamadas, que foram suportadas por vontade própria) pelos seus filhos; j.