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7- Impugna o recorrente a matéria de facto dada como provada sob os pontos,,,,,, e.  8- O poder de cognição do Tribunal da Relação, em matéria de facto, não assume uma amplitude tal que implique um novo julgamento e faça tábua rasa dos princípios da livre apreciação da prova, da oralidade e da imediação;  9- A reapreciação só determinará a alteração da matéria de facto dada como provada e não provada em primeira instância se se concluir que os elementos de prova impõem uma decisão diversa e não quando apenas permitam uma outra decisão;  10- O arguido pretende fazer valer a sua posição na convicção que formou da prova produzida em audiência de julgamento;  11- Sendo a decisão do julgador, devidamente fundamentada, uma das soluções plausíveis segunda as regras da experiência e lógica como é o caso, é a mesma inatacável, na medida em foi proferida em obediência à lei que impõe que o juiz julgue de acordo com a sua livre convicção;  12- O princípio in dubio pro reo só vale para dúvidas insanáveis sobre a verificação ou não de factos objectivos ou relevantes, quer para a determinação da responsabilidade do arguido, quer para a graduação da sua culpa.