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anteriores, aplica-se também a esses processos os o regime de suspensão referido no n. 1»; ) Esta norma constitui uma verdadeira exceção à considerada "regra" pelo Acórdão, pelo que teria que ser interpretada como tal e, não o tendo sido, fez manifesta errada interpretação da Lei referida; ) Para "assegurar a prática de atos" referidos em supra, não pode fazer-se uma interpretação restritiva, e "contra legem" dado que, para "assegurar" a "prática do ato", o Recurso em causa, deverá atender-se à palavra "assegurar" e não apenas à expressão "prática do ato" — sendo que este sempre o seria via Citius... -, mas para "assegurar" a "prática do ato" é necessário que o Mandatário se reúna presencialmente antes com o seu Cliente, como, aliás, salvo o devido respeito, nos parece óbvio; E) Ou seja, o Acórdão ora recorrido, não atendeu a todo o procedimento necessário que tem de preceder a decisão de recorrer, e que exige reunião presencial entre o Mandatário e seu Cliente, a fim de analisar a Sentença e fundamentos da mesma com vista a eventual recurso, explicá-la, e após, saber se o Cliente pretende ou não recorrer da mesma; F) O Acórdão ora recorrido, não teve em conta que o Mandatário age em nome e por conta do seu Cliente, pelo que ao considerar apenas "a prática do ato", a que podemos chamar "questão a jusante", não apreciou a "questão a montante", fazendo por isso errada interpretação dos fatos reais, da vida em concreto bem como da elevada perigosidade resultante da pandemia que, aqui sim, o Legislador pretendeu salvaguardar, mesmo com a Lei n. 4-A/2020, de 06 de Abril, cujo objetivo se manteve; G) - Sendo de presumir que o Legislador conhecia e teve em conta tal perigosidade de contágio, e que o Vírus não escolhe infetar Mandatários e Clientes em processos urgentes e não urgentes, o qual tanto atinge Mandatários e Clientes nos casos de processos urgentes e não urgentes, dado que tal distinção sempre violaria a o princípio da igualdade do art.