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Esta não o admite e não é de todo improvável que a autora, no seu alegado pressuposto que o contrato era temporalmente vinculativo e exigia consumos mínimos, tivesse colocado à disposição da demandada produtos contra a sua vontade ou por ela não anuídos.»  Assim sendo e porque, tal como já se deixou dito no ponto 1, no caso em apreço, é sobre a autora que recai o ónus de provar a realização dos fornecimentos de bens à ré, nas quantidades e valores referidos nas ditas faturas, evidente se torna que não tendo a mesma logrado fazer essa prova, inexiste fundamento para condenar a ré no pagamento da quantia de € 5420,0    Improcede, por isso, quanto a este segmento o recurso interposto pela autora.