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Com efeito, o art 186 n3 do P., consigna expressamente um única possibilidade de sanação, ao prever que "Se o réu contestar, apesar de arguir a ineptidão com fundamento na alínea do número anterior, a arguição não é julgada procedente quando, ouvido o autor, se verificar que o réu interpretou convenientemente a petição inicial.” No entanto, no caso de cumulação de pedidos ou causas de pedir que sejam substancialmente incompatíveis, a nulidade subsiste, ainda que um dos pedidos fique sem efeito por incompetência do tribunal ou por erro na forma do processo art 186 n4 do P.)  Assim, "Fora dos casos de ininteligibilidade do pedido ou da causa de pedir em que a lei, perante a atitude do réu decorrente da contestação, prevê a sanação da ineptidão da petição inicial, as demais situações de ineptidão são insanáveis, não cabendo, pois, ao juiz empreender qualquer diligência no sentido da possível sanação, uma vez que não se pode utilizar o convite ao suprimento de irregularidades ou aperfeiçoamento de articulado para suprir aspetos substanciais ou materiais, que conduzem a ineptidão da petição” Por outro lado, a prolacção deste despacho foi precedida de prévio despacho, no qual o juiz recorrido, apontando a existência de incompatibilidades entre os pedidos, fundamento de ineptidão dos mesmos, convidou a A. a pronunciar-se sobre esta questão, o que esta fez, defendendo não existir qualquer incompatibilidade.