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236 a 237 dos, com o fundamento aí aduzido de que a oponente não alegara factos novos ou carreara prova relevante antes não considerada – vem, dizíamos, interpor recurso desta última douta sentença, intentando agora a sua revogação e que a oposição seja recebida, e alegando, para tanto e em síntese, que tal decisão é nula por omissão de pronúncia ao não se ter pronunciado sobre a questão suscitada e confessada da omissão da promoção do registo da servidão) e por falta de fundamentação por "não fundamentar de forma clara e suficiente a preterição da questão e da prova relativas à existência de negociações extrajudiciais prévias à celebração da escritura de justificação da servidão pelos recorridos”).