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21 Concluiu o Tribunal Colectivo que "esta prova auto de diligência de 012018 e fotografias do documental é temerária, não dá qualquer segurança sobre o que ali consta e acaba até por inquinar a versão da investigação por entrar em contradição com posterior prova produzida e já analisada recolha de vestígios, resultados das perícias do LPC e relatório da autópsia).” 22 Nesse Acórdão, o Tribunal Colectivo sublinhou as contradições, incoerências e insubsistências do depoimento de T. e, quanto ao alegado "auto de diligência” efectuado pela Polícia Judiciária, considerou que as declarações nele incluídas não podiam valer como meio de prova, não podendo tal auto ser valorado, porque ele se resume no registo de declarações do Arguido transpostas em discurso indirecto resumido, acompanhadas de um registo fotográfico no local onde teriam ocorrido os factos.