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Como refere Antunes Varela6 "Essa comunhão de vida traduz-se normalmente na unidade residencial ou habitacional, como sinal mais visível da sua existência.” Por último e no que concerne à regulação das responsabilidades não se alcança o alegado pela recorrente, pois que, para além do tribunal recorrido ter dado como provado que exercício daquelas responsabilidades foi regulado por acordo de ambos os pais homologado por sentença proferida no dia 27/10/2016, no âmbito do Processo n 486/11T8SJM, correspondendo agora ao apenso "A” dos presentes autos, torna-se evidente que o que é normal é que tal regulação só ocorra em momento posterior à separação de facto.Decorre do exposto que a apreciação do Mm juiz a quo-efectivada no contexto da imediação da prova-, surge-nos assim como claramente sufragável, não sendo os depoimentos indicados pela recorrente bem como a prova documental capazes, para além de toda a dúvida razoável, sustentar a tese que por ela vem expendida, pese embora se respeite a opinião em contrário veiculada nesta sede de recurso, havendo pois que afirmar ter o Mm juiz captado bem a verdade que lhe foi trazida ao processo, com as dificuldades que isso normalmente tem, não existindo, portanto, fundamento probatório convocado pela recorrente para que este tribunal dê como provados e não provados os pontos de facto impugnados.