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Tendo presente estes considerandos, e volvendo agora ao caso concreto, verifica-se que, quanto ao recurso jurisdicional da decisão judicial emanada pelo TAF do Porto, finaliza a Recorrente, o seu recurso, nos seguintes termos: ") deverá o presente recurso ser julgado procedente, reapreciando-se a prova produzida, ampliando-se a matéria de facto provada e procedendo-se à correcta aplicação do Direito aos factos, com a consequente revogação da sentença recorrida, pelos motivos acima expostos, e ordenando-se, a final, a anulação das liquidações impugnadas, com as devidas e legais consequências.”.negrito Em termos estruturais a Recorrente nas suas alegações de recurso, subdivide as mesma, em várias subsecções, a B, respeitante ao imputado erro de julgamento da matéria de facto, B1 da prova testemunhal por si produzida e B2 do Parecer emitido pelo Dr. José Alberto Pinheiro Pinto, e a , corolário da B, "Da correcta aplicação do direito aos factos provados”, em que C1 "Da existência de operações comerciais de compra e venda entre a Recorrente e a sociedade S.” e C2 sobre a qual terá sido omitida pronúncia por este tribunal  ad "Do impacto nulo da contabilização das facturas emitidas pela S.Ltd no lucro tributável da Recorrente”.