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Transitada em julgado o despacho de homologação do Acordo de Pagamento, extinguem-se contra os requerentes todas as ações e execuções para cobrança de dívidas nos termos do disposto no n. 1 do artigo 22-E do ClRE.” A 30/08/2021 veio o credor A. J. requerer a não homologação do Acordo de Pagamento invocando: - o tratamento desigual entre o credor garantido e os credores comuns – perdão da totalidade dos juros para os credores comuns e recebimento do seu crédito ao fim de quase 15 anos, atendendo ao número de prestações mensais e ao período de carência 12, ao passo que o credor hipotecário receberia uma amortização após 6 meses da aprovação do plano, no valor de 000,00€, mantendo o pagamento prestacional em vigor, bem como mantendo os juros de mora na íntegra e a garantia sobre o imóvel; o plano ora apresentado não respeita o disposto no artigo 194, n 1 do R.E., o que consubstancia uma violação não negligenciável de normas aplicáveis ao conteúdo do plano de pagamentos; - a irregularidade do voto do credor hipotecário, o qual não poderá ser tomado em consideração; - o uso indevido do PEAP e do histórico processual dos devedores, alegando que o real património dos devedores é suficiente para o pagamento da universalidade das suas obrigações, os devedores não querem ficar sem o seu património, impõe-se aferir o valor do património dos requerentes, para o que requer a realização de perícia, os requerentes não auferem rendimentos no valor de € 200,00, que carece de comprovação, para garantia de qualquer plano de pagamentos deve ser constituída garantia sobre o património, o credor A. é fictício, o processo especial de acordo de pagamentos não serve para possibilitar aos devedores o pagamento das dividas e a manutenção incólume do seu património, o interesse dos credores é primordial e cimeiro, o plano de pagamentos pretende ser um garante dos interesses e direitos dos credores, sendo a situação do devedor residual,  os devedores tê património suficiente para pagar as dividas, o presente PEAP está ser utilizado pelos devedores para fim diverso daquele para que foi previsto, o que configura excepção dilatória inominada e que redunda na nulidade do requerimento de apresentação de um plano de pagamentos apresentado pelos devedores, ao abrigo do disposto no art.