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Nunca o Tribunal "a quo” podia formar a sua convicção, até porque a testemunha acabou por admitir, que apenas tem conhecimento dos factos sobre os quais depôs, relativos à vida pessoal das partes e dos filhos, por serem assuntos comentados em família, baseando-se o seu depoimento numa mera opinião e suposição,  Tratando-se assim de um testemunho indireto ou de "ouvir dizer”, pelo que a Apelante coloca em causa a isenção e credibilidade do depoimento da testemunha, não deixando de se sentir até alguma estranheza no facto de o Tribunal "a quo” ter deixado de se pronunciar quanto à falta de isenção desta testemunha ao longo do seu depoimento se limitou a referir algo que ouviu ser comentado em família.