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os factos assentes em e, a Autora afirmou que saiu da Republica Democrática do Congo, em janeiro de 2015, pelo facto de o seu pai ter sido morto, em finais de 2014, por militares armados, em razão de atividades políticas realizadas na cidade de Ituri, tendo chegado ao Brasil, ainda nesse ano, e aí permanecido, até ao ano de 202 Relativamente ao circunstancialismo da sua permanência no Brasil, a Autora declarou que morava no Rio de Janeiro, onde trabalhava a fazer tranças, que fez um curso de cuidador de idosos, na Cruz Vermelha, que chegou a trabalhar como auxiliar de cozinha, no Hospital Getúlio Vargas, e que requereu asilo naquele país, no mês de abril de 2015, encontrando-se ainda a aguardar resposta, tendo decidido vir para Portugal por estar a ser ameaçada pelo "chefe dos bandidos” da favela onde morava e pela respetiva mulher, na sequência de o mesmo insistir para casar com ele.