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Ora, nos termos do disposto no art 125 do Código de Processo Penal"são admissíveis as provas que não forem proibidas por lei.”   Sendo certo que, não estando as declarações de co-arguidos contidas no elenco das provas proibidas, constante do art 126 do CPP, e até podendo ser alvo de acareação nos termos do art 146 n 1 CPP, nos termos do disposto no art 127 do Código de Processo Penal"salvo quando a lei dispuser diferentemente, a prova é apreciada segundo as regras da experiência e a livre convicção da entidade competente.”   É verdade que há vozes na doutrina e na jurisprudência que fazem referência ao princípio da corroboração, isto é, em que as declarações de co-arguido só poderiam ser valoradas positivamente em relação a outro co-arguido se houvessem elementos concretos exteriores a essas declarações que corroborassem as mesmas, a verdade é que esse princípio não encontra eco no nosso sistema penal.