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Em primeiro lugar, defende a Recorrente que o Ac.TCAS recorrido, e a sentença de 1 instância por aquele integralmente confirmada, erraram ao decidir que o prazo de prescrição do procedimento previsto no art 2 do Regulamento CE/EURATOM) 2988/95 do Conselho, de 18/12 – prazo de 4 anos a contar da data em que foi praticada a irregularidade -, se conta a partir do momento em que o pedido de pagamento é deferido, e não, como entende correto, do momento em que é submetido a aprovação o pedido de pagamento, assim fazendo, alegadamente, uma errada interpretação e aplicação do art 3, 1 §, do identificado Regulamento.