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Já no que concerne à previsão estatuída na alínea, do artigo 32 do CPI de 2018, entendemos que o "colocar no mercado” aí referido não equivale ao "pôr em circulação” anteriormente previsto no artigo 32 do CPI de 2003, pois que, e nas doutas palavras do acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de 11/11/2020, processo 104/15GBSCD.C3, disponível em www.dgsi.pt, ") o "colocar no mercado” encarado no contexto das demais ações prevenidas no tipo, tais como "importar”, "exportar” ou "distribuir”, mais não traduzirá do que a "expressão final” destas, cuja ordem de grandeza ultrapassa inequivocamente a conduta imputada nos autos”, consistente no mero transporte pelo arguido de material contrafeito para posterior venda ao público cerca de 38 pares de calçado e 76, sendo que, e "Por outro lado, tal visão das coisas tornaria dificilmente compreensível, retomando a concreta situação, que a "exposição para venda ao público” fosse mais severamente sancionada do que a conduta de quem "vender””, ou, no caso subjudice, que o transporte efetuado pelo arguido fosse mais severamente punido que a conduta de efectivamente vender os ditos pares de calçado cerca de e casacos.