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Ora, no caso concreto, encontra-se suficientemente demonstrado o perigo de insatisfação do direito de crédito que o requerente detém sobre a requerida, considerando a quantia aqui em causa, os bens que a mesma detém, o facto de poder livremente vender os imóveis da sociedade que detém a 100% e, bem assim, a referência ao estado de ruptura financeira da requerida.” A tal acrescentaremos, baseados no facto perfunctoriamente considerado como provado vertido sob o ponto 15 do segmento reservado à fundamentação de facto da sentença exarada em 08/12/2019, o perigo de novos actos de oneração do património imobiliário conhecido, sito em Lagos, da sociedade, detida a 100% pela ora Apelante.