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E não tendo tal acontecido, concluímos que a administração tributária não recolheu indícios que legitimam a sua actuação no sentido de não aceitar a dedução do IVA mencionado nas facturas em causa nos autos, ou seja, não cumpriu com o ónus que sobre si impendia no sentido de fundamentar as liquidações impugnadas, as quais estão, assim, feridas de ilegalidade, impondo-se assim acompanhar a decisão recorrida quando determinou a anulação das liquidações impugnadas.”.fim de citação)  Retomando o caso dos autos Segundo a AT encontramo-nos perante uma simulação relativa aos intervenientes na operação, ou seja, os sujeitos passivos emitentes das facturas não correspondem ao sujeito passivo fornecedor das mercadorias inerentes ao comércio por grosso de, porquanto no âmbito dos processos de fiscalização de que foram alvo  - "”, ", Lda.”,  "S.”,  e "” – conclui-se que as facturas emitidas nos anos e 2005 e 2006 em nome daqueles para o "adquirente” , Ld., a aqui Recorrente, não titulavam qualquer transacção efectiva, tudo conforme quadros anexos contantes do RIT.