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Tal circunstância é decisiva, porque é o contribuinte que impulsiona, com o seu requerimento, a necessidade de uma pronúncia sobre o requerido, e é nesse contexto específico que a AT analisa formalmente a coerência dos documentos os registos contabilísticos, listagens e elementos justificativos e informações de que já dispunha, designadamente as prestadas pela Recorrente em sede da ação de inspeção realizada em 2004, aos exercícios de 2000, 2001 e 200 Sucede que tal análise que ocorre internamente na AT, não configura a prática de atos de inspeção externa, porque as correções são circunscritas à decisão de indeferimento do pedido formulado pelo contribuinte, atendendo à finalidade prosseguida pela proibição estatuída no n. 3, do art.