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n. 1/10GCEVR-E1, acessível in www.dgsi.pt:«Deve considerar-se existirem "fortes indícios” da verificação do crime por parte de um arguido se puder concluir-se, com segurança, pela probabilidade elevada de a tal arguido, por força deles, vir a ser aplicada uma pena de prisão por esse mesmo tipo legal de crime.» Ora, tendo em conta os elementos de prova recolhidos nos autos e que são indicados no despacho recorrido, conjugados e interrelacionados, designadamente, o teor dos autos de transcrição das conversações e SMS intercetadas, em que o ora recorrente é um dos interlocutores, o teor dos autos de vigilância, elaborados pelo OPC e as imagens recolhidas e as declarações do coarguido R, levam a concluir ser manifesta a existência de fortes indícios da prática pelo arguido/recorrente dos factos, cuja prática lhe é imputada, no despacho recorrido.