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Juiz que este trabalhador não tinha celebrado um novo contrato de trabalho com a Recorrente, motivo pelo qual o seu nome deve ser removido da lista que consta no ponto 28, que, em prol da respetiva conformidade com a verdade, deve passar a ter a seguinte redação: "Em virtude da adjudicação, pela IP – INFRAESTRUTURAS, dos serviços de vigilância e de segurança humana, que se iniciaram no dia 01 de janeiro de 2020, a  Ré PSG celebrou contratos individuais de trabalho com vigilantes que até ao dia 31 de dezembro de 2019 desempenharam essas funções enquanto trabalhadores da RÉ STRONG CHARON, integrando-os no seu quadro de pessoal, nomeadamente os que prestavam serviço na Estação Ferroviária do Entroncamento: -, -), -, -, -, - e.” O. Quanto ao ponto n. 30 da matéria de facto provada, a sentença recorrida refere que a Ré-recorrente, PSG, reconheceu "nos contratos celebrados, a antiguidade, retribuição, categoria profissional, conteúdo funcional, e benefícios sociais adquiridos pelos trabalhadores e resultantes dos contratos celebrados com a Ré STRONG CHARON, com as advertências constantes dos pontos a dos respetivos contratos”, o que não corresponde à verdade, pois esse reconhecimento, mais não era do que um considerando sob condição, que se verificaria apenas "caso se venha a concluir pela operabilidade no setor da figura de "transmissão de estabelecimento” nos termos do artigo 28 e seguintes do Código do Trabalho” - destacado e sublinhado, condição essa que não se verificou, nem se verifica.