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Com efeito, embora não se tratando de um segundo julgamento, mas antes de uma reponderação, até porque as circunstâncias não são as mesmas, nas respectivas instâncias, não basta que não se concorde com a decisão dada, antes se exige da parte que pretende usar desta faculdade a demonstração da existência de incongruências na apreciação do valor probatório dos meios de prova que efectivamente, no caso, foram produzidos, mas não limita o segundo grau de sobre tais desconformidades previamente apontadas pelas partes, se pronuncie, enunciando a sua própria convicção, não estando, de todo em todo, limitada por aquela primeira abordagem pois não podemos ignorar que no processo impera o principio da livre apreciação da prova, cfr artigo 607, n 5 do NCPCivil anterior artigo 655, n, cfr Ac STJ de 28 de Maio de 2009 Relator Santos, de 2 de Dezembro de 2013 e 24 de Fevereiro de 2015, da aqui Relatora, in www.dgsi.pt.