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E se alguma jurisprudência tem enveredado pela aplicação da escala de Oxford para a determinação da capitação dos rendimentos de um agregado familiar – índice 1 para o primeiro adulto do agregado familiar, o índice 0,7 para os restantes e 0,5 para as crianças -, a jurisprudência vem-se afastando de tal orientação, no sentido de uma avaliação mais casuística desta norma  Por outro lado, no procedimento conducente à exoneração do passivo restante são também tidos em consideração os interesses dos credores a verem os seus créditos satisfeitos, buscando-se um ponto de equilíbrio entre tais interesses e o direito do insolvente e do seu agregado a ter um sustento que lhe permita viver com um mínimo de dignidade1 Ponderando o montante global dos créditos a satisfazer no valor global de 3568,80€, acrescido de 199,8€ de juros, o sacrifício imposto à insolvente pela fixação de um rendimento indisponível de 1,5 salários e meio fixado pelo mínimo dos mínimos, para um agregado formado por um adulto e dois menores e que foi mantido, mesmo quando um dos filhos atingiu a maioridade e a insolvente se separou do –, implicando a cedência à massa de um valor global de 3752,75€, no período de três anos da cessão, afigura-se-nos excessivo.