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Em alegações são formuladas pelos Recorrentes, as seguintes conclusões: ” Considerou o Tribunal a quo que a intimação solicitada não deveria ser deferida por entender que a versão que os Recorrentes, agora Apelantes, pretendem ver aplicada não corresponder à aplicável, uma vez que acolheu por inteiro a interpretação da Direção Geral da Administração e do Emprego Publico ou seja, de que n. 2 do artigo 2 da Lei 2/04, de 1, alterada e republicada pela Lei n. 51/2005, de 30 de Agosto, resulta claramente que este regime, em vigor desde 2009, se aplica expressamente às carreiras especiais ou seja, à Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF,  Caindo-se no erro de entender-se que esta Carreira teria sido revista, o que não aconteceu, e a própria sentença recorrida refere que o parecer desfavorável do Ministério das Finanças onde tal é referido está coberto de razão Página 9 da douta sentença,   No entanto, a própria sentença recorrida é ambígua e confusa sem que especifique os fundamentos, de facto e de direito, que justificam a decisão, sendo assim a sentença nula nos termos do artigo 615 n. 1alíneas e do Processo Civil aplicável por força do disposto no artigo 1 do Processo nos Tribunais Administrativos,  E, sequer antes de analisar a ambiguidade e confusão da sentença ora recorrida, podemos constatar é que a própria Direção Geral da Administração e do Emprego Publico trata situações em tudo iguais como diferentes, e foi o que aconteceu com uma funcionaria do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, e que só agora chegou ao conhecimento dos aqui Recorrentes,  Efetivamente, o artigo 680 n. 1 do Processo Civil refere que se podem juntar documentos nas alegações quando os mesmos são supervenientes e efetivamente só agora os Apelantes tomaram conhecimento que uma outra funcionaria também nomeada para funções dirigentes, viu o seu direito à progressão na carreira reconhecido, cfr.