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por danos sofridos em decorrência de serviços realizados pelo 1 R., atento, no que concerne à responsabilidade da 2 R., o contrato de seguro de responsabilidade profissional dos Advogados celebrado entre a Ordem dos Advogados e o 1 R.; - Da sentença recorrida apenas se conclui que, por um lado, seria bastante improvável que o A. visse reconhecida a sua pretensão e, por outro, que não estando o aqui 1 R. vinculado a uma obrigação de resultados, mas apenas de meios, este nunca seria responsável pelo hipotéticos danos que adviriam para o A. da falta de instauração de uma ação de impugnação da deliberação do júri do concurso que excluiu o A. do mesmo, por falta de habilitações adequadas; Y - O profissional com a obrigação de meio a que se vinculou para com o Autor – a propositura de ação administrativa especial de impugnação de atos administrativos, por anuláveis – não executou o acordado com o cliente, não agiu segundo as exigências das leges artis, nem dos deveres deontológicos da classe e dos conhecimentos jurídicos existentes, não atuando de acordo com o dever objetivo de cuidado, pelo que, a vitória judicial, incerta, ficou irremediavelmente afastada com a atuação do advogado e aqui  R.; Z - Não se podendo dizer que, nos termos do art.