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Nem faria sentido que a lei instituísse o dever de os gerentes prestarem informação a outros sócios e, por outro lado, forçasse o gerente a dirigir-se a um colega quando aquele pretendesse, para si próprio, uma informação.” Ora, no caso dos autos o aqui autor, é gerente, juntamente com os requeridos pessoas singulares, das sociedades identificadas como sendo ,  e  requeridas, e estando-lhe tal qualidade atribuída e reconhecida juridicamente, nessa medida, ainda que se verifique realidade de facto distinta, aquele continua a poder usar das prerrogativas inerentes a essa função, e consequentemente, a poder tornar efectivo o seu acesso a toda a informação da vida das referidas sociedades, mesmo que conte com a recusa dos demais.