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Deste modo, independentemente da questão de se saber se pretendendo o beneficiário dessas duas garantias reais, conferidas pelas duas hipotecas o Réu e, prevalecer-se destas, se este tinha ou não de instaurar a execução fiscal identificada no ponto 5 dos factos apurados, que intentou unicamente contra a H., também contra o aqui apelante, proprietário, à data da instauração dessa execução do prédio onerado com as hipotecas de que esse exequente era beneficiário, questão essa que porque  contende com a exceção dilatória dalegitimidade passiva do aqui apelante para a dita execução fiscal, tinha de ser por ele suscitada em sede dessa execução fiscal nos termos já supra mencionados - isto é, nos autos de embargos de terceiro que deduziu, na sequência da conversão das hipotecas em penhora -,  sob pena de preclusão, não podendo essa questão nunca ser suscitada, apreciada e decidida no âmbito da presente ação declarativa, resta verificar se a sentença recorrida, ao ter julgado interrompido o prazo prescricional das hipotecas e, consequentemente, ao julgar improcedente a presente ação, padece do erro de direito que o apelante lhe imputa.