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9 Esta testemunha, durante o seu depoimento tudo fez para que o tribunal acolhesse a seu "versão” como a verdade suprema dos factos, sempre introduzindo elementos que pudessem credibilizar mais a sua culpa, nomeadamente, foi o seu testemunho que o "ligou” ao assalto aos CTT, ao afirmar que quando o indivíduo que utilizava a máscara de Palhaço, saiu dos CTT e se dirigia para o Mini, a retirou e viu perfeitamente que era o , bem como na busca á garagem garantiu que o Recorrente lhe confessou que o dinheiro apreendido era seu e que assistiu á busca, quando tal se prova que é mentira, sendo que no final do seu depoimento, já se defendia dizendo que "era que o que pensava”, como se pudesse esquecer de um facto tão importante, ainda mais para quem sempre teve um raciocínio incriminador e certeiro na descrição de pormenores que a maior parte das pessoas não conseguiria recordar.