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Acresce que, mesmo sem presunção de culpa, que, como se disse, não se mostra ilidida, dos factos dados como provados emana a responsabilidade do 1 réu no evento em questão porquanto tendo a filha da autora uma veia porta de calibre normal item 5 dos factos a laceração extensa tangencial da mesma item 65 dos factos só é explicável, conforme item 103 dos factos provados, por tração excessiva ou intempestiva sobre o infundíbulo vesicular porventura com aderências) movimento esse que deveria ter sido prevenido por forma a não afectar a veia porta cuja lesão em cirurgias deste tipo é.   Incide, por isso, sobre a ré ... Hospital... a obrigação de indemnizar a autora pelos danos de natureza não patrimonial sofridos pela sua filha de quem é herdeira.”    Que dizer?