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Por via do exercício do direito de resolução e respectivo efeitos jurídicos, A. Cruz Vermelha ... fica obrigada a restituir à Ré IDW2 – Integração e Desenvolvimento, Lda., na sequência da celebração do contrato sub judice, tudo o que lhe foi entregue, mormente os equipamentos fornecidos, outros bens e programas informáticos licenças e.”;  A Recorrente não se conforma com a posição jurídica do douto Acórdão recorrido, no que respeita às "questões jurídicas essenciais2” ali apreciadas, mormente os pontos,,, e, assim como, da omissão de pronúncia no que respeita ao facto de, apesar de ter considerado a perda de interesse pela Recorrida quanto à prestação contratada, não ter, nessa sequência, indagado as consequências da restituição do indevido, aferindo, desde logo, e quantificando o valor da restituição por parte da Recorrida à Recorrente;  O Tribunal da Relação ....... violou a lei substantiva, ao interpretar erradamente a matéria de facto e a matéria de direito a ela aplicável, violou e errou na aplicação da lei de processo, tendo, em consequência, violado o disposto na alínea, e do n. 1 do artigo 67 e a alínea do n. 1 do artigo 61, todos do CPC;  O Tribunal da Relação ....... entendeu que o contrato dos autos é um contrato de prestação de serviços inominado e atípico, e que a Ré incumpriu o contratado, entrando em mora, existindo uma perda de confiança da Recorrida perante as capacidades da Recorrente, para obter o objetivo do contratado, pelo que, a carta de 002012 enviada pela Recorrida à Recorrente, é legitima ao resolver o contrato com fundamento nos artigos 43, n. 1 e 80, n. 1, ambos do , invocando perda de interesse da prestação a realizar pela Recorrente, o que está suportado pela Cláusula 8 do contrato de prestação de serviços que prevê que "O presente contrato pode ser resolvido por qualquer das partes em caso de incumprimento culposo das obrigações que incumbam à parte contrária”;  A Recorrente entende que o Tribunal Superior olvidou o facto assente na sentença de  instância, no ponto3 dos factos dados como provados e assentes, pelo que, cai em erro ao considerar que a resolução contratual foi realizada pela Recorrida em 002012, quando, efetivamente, está provado documentalmente, que ocorreu em 002014, o que se requer seja alterado, pois viola o disposto no artigo 80 do , o que implica que a contabilização dos juros de mora não ocorra desde 13 de Abril de 2012, mas antes desde 002014, dado que, posteriormente a tal data as partes contraentes continuam a trocar informação, a reunir e desenvolver esforços conjuntos pra a implementação do sistema informático;  O Tribunal Superior contradiz-se quando, por um lado, entende que estamos perante uma perda efetiva de interesse por parte da Recorrida, objetivamente considerada, cfr.