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Propõe assim aquela autora que «o critério para a sujeição ao plano é sempre o da oportunidade de participação do credor no PER, sendo que só os credores impedidos de participar no PER cuja não participação seja imputável a uma causa diferente da sua vontade, devem ser salvaguardados» Também Carvalho Fernandes e João Labareda7 assinalam que « por um lado, e em boa verdade, este regime só pode compreender-se e atingir quem não participa por motivo que lhe é imputável, mas não a quem não participa porque é impedido; e, por outro, de parte alguma resulta que, decidida uma impugnação em sede de processo de revitalização – favorável ou desfavoravelmente – a questão fica definitiva e irreversivelmente arrumada, sem possibilidade de poder ser retomada onde mais quer que seja» itálicos.