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2 do Dec./Lei n. 149/95 de 24/6, com a redacção actualizada pelo Dec./Lei n. 30/2008 de 25-02; 37–Apesar de instada pela Requerente, a Requerida não entregou os imóveis, nem procedeu ao pagamento do capital vincendo no valor de € 26046,09 duzentos e sessenta nove quarenta seis euros e nove cêntimos) e uma indemnização no valor de € 5255,81 cinquenta sete duzentos cinquenta cinco e oitenta um cêntimos) e restantes valores em dívida, nomeadamente, juros de mora, e despesas; 38–Até à presente data, não lhe entregou voluntariamente o imóvel; 39–A Requerente encontra-se impedida de usar, fruir e dispor livremente, dos imóveis supra referidos, nomeadamente vendendo-os ou dando-os de novo em locação financeira; 40–Nas situações em que a renda foi paga após a data de vencimento, a Requerida sempre teve o cuidado de comunicar previamente à Requerente a sua dificuldade em cumprir as suas obrigações, mantendo a Requerente a par da sua situação financeira, que, como é do seu conhecimento, é de grande dificuldade há anos; 41–Sendo disso exemplo a negociação do Contrato de Locação Financeira n. 10608, em consequência do seu não cumprimento, e que tinha como objecto o mesmo imóvel que está em causa nos presentes autos; 42–Tal negociação culminou na cessação do Contrato de Locação Financeira n. 10608, relativo ao mesmo imóvel, e na reestruturação do financiamento da Requerida; 43–Tendo sido acordada a formalização da operação delocação imobiliária do imóvel em causa, que originou posteriormente o Contrato de Locação Financeira n. 10419, objecto dos presentes autos; 44–Que implicou a estipulação de 66 rendas, que corresponde à duração de 5 anos e meio, ao invés dos 15 anos relativos ao Contrato de Locação Financeira n. 10608; 45–A Requerida iniciou, junto do Juiz 2 do Juízo de Comércio de Sintra do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste, um processo especial de revitalização – que originou o processo n. 13583/14T8SNT –, por se encontrar em situação económica difícil ou em situação de insolvência meramente iminente, apesar de ser susceptível de recuperação, pretendendo estabelecer negociações com os respectivos credores, de modo a concluir esses acordos conducentes à sua revitalização; 46–Tendo sido nomeado para o efeito um Administrador Judicial Provisório, uma vez "Reunidos os pressupostos para que se tramite o processo especial de revitalização”; 47–Posteriormente, foi elaborada a lista provisória de credores; 48–O Plano em causa não foi aprovado; 49–Situação semelhante teve a Gi, S.A., no âmbito do Processo Especial de Revitalização com o n. 15177/15T8SNT, que correu termos no Juiz 4 do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste, em que viu o seu plano de revitalização ser homologado – ao invés da Requerida; 50–As dificuldades financeiras da Requerida tiveram origem noutras sociedades comerciais do Grupo, fundamentais para a sua subsistência, bem como ao não cumprimento por parte dos seus fornecedores das obrigações assumidas perante si, com os consecutivos atrasos de pagamento; 51–Por isso, nesse referido e-mail de 002019, foi solicitado pela Requerida que lhe fosse concedido «mais algum tempo para resolver a situação», uma vez que tinham «todo o interesse em regularizar a situação e ficar em dia com a vossa instituição», aqui Requerente; 52–Após o envio do mencionado e-mail de 002019, pelas 13:17, nesse mesmo dia – e conforme resulta, uma vez mais, do doc.