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No caso dos autos, a executada, por ter decaído na sentença e no acórdão proferidos na ação declarativa n. 9669/10TBVNG, que correu os seus termos pelo Juízo Central Cível de Vila Nova de Gaia, J2, foi condenada em custas, na proporção do respetivo decaimento, e a exequente apresentou nesse processo a sua nota discriminativa de custas de parte reclamando o pagamento da quantia de €689,2 Assim formado o título executivo, não sendo irrelevante a circunstância de a execução correr nos próprios autos por força do estatuído no artigo 62, do Código de Processo Civil, deverá entender-se que, quanto às custas de parte reclamadas no processo declarativo, a oposição à execução só poderá ser fundada em qualquer das hipóteses previstas no artigo 72, do citado diploma, o que, no caso, não sucede.