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EM NOME DO POVO Acordam em conferência os juízes da Secção de ContenciosoAdministrativo do Tribunal Central Administrativo Norte:  IFTCA, S.A. veio interpor RECURSO JURISDICIONAL da sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, de 002018, que declarou o Tribunal a quo incompetente em razão do território para conhecer do mérito da acção principal, e competente o Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa e, em simultâneo, deferiu o pedido de levantamento do efeito suspensivo automático resultante da interposição da acção principal urgente de contencioso pré-contratual movida pela ora Recorrente contra o Instituto da Segurança Social, P. e em que foi indicada como Contrainteressada a SSGANIH, S.A. Invocou para tanto, em síntese, que o Tribunal a quo errou quanto ao julgamento implícito de ser o tribunal competente para conhecer do incidente em apreço e que a decisão recorrida é, por essa via, nula por excesso de pronúncia, por ter conhecido de questão de que não devia ter conhecido; invoca ainda que a decisão recorrida é nula por omissão total da matéria de facto relevante e, em todo o caso, é desacertada.As Recorridas apresentaram ambas contra-alegações, em separado, defendendo a manutenção da decisão recorrida.O Ministério Público neste Tribunal emitiu parecer no sentido de proceder o recurso.