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No mesmo âmbito da matéria de facto, como realidades susceptíveis de averiguação e demonstração, se incluem os juízos qualificativos de fenómenos naturais ou provocados por pessoas, desde que, envolvendo embora uma apreciação segundo as regras da experiência, não decorram da interpretação e aplicação de regras de direito e não contenham, em si, uma valoração jurídica que, de algum modo, represente o sentido da solução final do litígio” – vide, acórdão do STJ, de 07/05/09, proferido no processo n 08S344”	 "In casu”, no que respeita à  produção de prova testemunhal, acompanhamos a jurisprudência que afirma que, se a decisão do julgador estiver devidamente fundamentada e for uma das soluções plausíveis, segundo as regras da lógica, da ciência e da experiência, ela será inatacável, visto ser proferida em obediência à lei que impõe o julgamento segundo a livre convicção Vide os acórdão deste TCA Sul proferidos nos processos n.s 6280/12; 6418/13 e 6505/13 respetivamente de 16/4/2013, 7/5/2013 e 2/7/2013).