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E o tribunal a quo, na sentença proferida em 20 de maio de 2021, deu por assente sob alínea que "O arguido reside sozinho em habitação arrendada, suportando, mensalmente, a título de renda, a quantia de €49,5” depois de também ter dado como provado que ") O arguido é divorciado e não tem companheira.- O arguido tem dois filhos, com 34 e 37 anos de idades, os quais são financeiramente independentes.” e mais não podia dar por provado, pois como o próprio recorrente afirma na sua conclusão Q do recurso: "Após o falecimento da sua mãe, durante a pendência do processo, o Arguido, ora Recorrente passou a suportar a renda da casa sozinho, apenas tendo sido capaz de o fazer porque o valor da renda é significativamente reduzido face aos valores de mercado habitualmente praticados”, logo, perante o decesso da progenitora, a sentença nunca poderia dar por assente que o arguido "Vive com a sua mãe”.