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17 dos Estatutos do IPC, sendo que esta providência cautelar foi também julgada improcedente;   Posteriormente foi intentada nova providência cautelar tendente a suspender os efeitos da resolução fundamentada, proferida naquele processo cautelar, que permitia que a posse fosse dada ao Presidente Interino, sendo que esta providência foi julgada improcedente e, num prazo nunca visto, o recurso intentado foi mesmo já julgado Improcedente pelo Tribunal Central Administrativo do Norte;   Como consequência do que foi julgado e objecto de sucessivas sentenças, foi-me dada posse como Presidente Interino do IPC;   Uma vez que mesmo perante este facto, assumido com todo o suporte legal, o Prof. TF se recusava a sair das instalações do IPC, intentei uma Providência Cautelar a decidir no prazo de 48 horas, tendente a pedir a intimação do Prof. TF a abster-se de exercer abusivamente as funções de Presidente do IPC;   Fui notificado antes do termo dos prazos por um despacho da Meretissima Juíza do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, onde esta considera que tendo em atenção:  1) os poderes de autotutela que o IPC dispõe - n 2 do art 149, artigos 152 e 153, todos do CPA; o teor do acto de 11 de Maio de 2009 do PCG posse intentada do Presidente Interino do; e ainda a sentença proferida no processo n 405/01BECBR, o Presidente Interino do IPC tem poderes para executar coercivamente a decisão de posse e assim retirar o Prof. TF do exercício de funções;   No exercício desses poderes, requeri ao Departamento de Investigação e Acção Penal para se dignar ordenar à Polícia de Segurança Pública o cumprimento da lei, ordenando assim a retirada do Sr. Prof. TF dos Serviços Centrais do IPC;   A retirada coerciva do Prof. TF das instalações dos SC-IPC era iminente.