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O recorrido contra-alegou pugnando pela improcedência do recurso, com manutenção da decisão recorrida, formulando a final o seguinte quadro conclusivo:  O presente recurso jurisdicional foi interposto do douto acórdão de fls., que julgou improcedente a ação administrativa especial interposta pela Recorrente e, em consequência, absolveu o Recorrido dos pedidos formulados;  Pedidos que se reconduzem à anulação do despacho de deferimento do requerimento de prestações de desemprego, proferido pela Diretora de Núcleo de Prestações de Desemprego do Centro Distrital do Porto, que lhe foi notificado por ofício datado de 08/09/2011, assinado pelo Diretor de Segurança Social e, cumulativamente, a condenação do Recorrido no pagamento da quantia global de € 2677,00 correspondente à diferença entre o subsídio de desemprego a que, no seu entender, teria direito no valor global de € 3047,00 e o que, efetivamente lhe foi atribuído e pago, no valor global de € 370,00, acrescido de juros moratórios à taxa legal desde a data em que deveria ter sido pago e até efetivo reembolso;  A questão controvertida nos presentes autos diz respeito ao enquadramento legal ao abrigo do qual o ato administrativo impugnado foi praticado, estando em causa, designadamente, o período de concessão e a modalidade de prestação atribuída à Recorrente;  O ato administrativo impugnado não padece do vício de violação de lei que lhe é imputado, tendo sido praticado em conformidade com o contexto legal e factual à data verificado pelo Recorrido e, agora, confirmado pelo douto acórdão;  Atenta a factualidade dada como assente, verifica-se que a Recorrente requereu a atribuição do subsídio de desemprego em 10/11/2010 por ter visto cessar, em 28/02/2009, a relação jurídica laboral constituída com a entidade empregadora PF – Equipamentos Técnicos e Ferragens, Lda.