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31, 2 do CIRC, o que afasta a impugnação contenciosa do exercício da uma discricionariedade técnica, sem olvidar que a AT não tinha o ónus de provar a irrazoabilidade de qualquer taxa, ou seja, não tinha que proceder a uma comparação entre o por si proposto e o proposto pela ora recorrida, situação vedada pelo estabelecimento de um poder discricionário a favor da AT, pois bastou desenvolver diligências no sentido de demonstrar que o prazo de vida útil esperada é de 20 anos, e como tal considerado um prazo razoável, para que todas as outras taxas diferentes desta sejam consideradas irrazoáveis, sem necessidade de qualquer outra prova, desconhecendo a Recorrente a existência de uma regra de "onus probandi” que fizesse recair sobre a AT a obrigatoriedade de provar a irrazoabilidade de toda e qualquer taxa que fosse diferente da taxa por si proposta.