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Proferiu-se sentença que: 1) Declarou que o contrato de arrendamento relativo ao rés-do-chão esquerdo e respetiva garagem do prédio situado na Rua , n ., freguesia , concelho de Matosinhos, não transitou para o NRAU, não podendo por isso ser livremente denunciado pelo senhorio; 2) Declarou que carece de fundamento legal a oposição que a ré deduziu à respetiva renovação; 3) Condenou a ré a reconhecer o declarado em e. Inconformada com o decidido interpôs recurso a ré, a qual finalizou as suas alegações com as seguintes conclusões:  Está assente nos autos que:  a) O então senhorio, a quem a R. sucedeu e de cuja herança aberta por seu óbito é cabeça-de-casal, dirigiu em 16-7-2013 uma carta à A., sua arrendatária, comunicando-lhe a sua intenção de o contrato de arrendamento transitar para o NRAU.