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O recorrido contra-alegou o recurso, formulando extenso número de conclusões: 	Vem a CGA recorrer da Sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra, datada de 012021, que deferiu ") as providências cautelares peticionadas, com as legais consequências, in casu: – Determino a suspensão de eficácia do ato administrativo notificado em 20 de maio de 2021, que determinou que por efeito de o Requerente ter exercido aquelas funções no período de janeiro de 2011 até ao mês a partir do qual a CGA suspendeu o abono da pensão, em maio de 2014, foi pago o montante de 9625,93 euros, a título de pensão de reforma que acumulou com o respetivo vencimento na TAP, em violação do disposto nos artigos 7 e 7 do E.A., valor ao qual acrescem juros de mora, no montante 1842,19 euros.