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Apelação n 554/25T8VCD.P1  Relator: João Ramos Lopes  Adjuntos: Rui Moreira  João Diogo Rodrigues  Acordam no Tribunal da Relação do Porto   RELATÓRIO  Apelantes: B e .  Apelados réus):  e marido, E.  Juízo local cível de Vila do Conde lugar de provimento de Juiz – T. J. da Comarca do Porto.Pedem os autores a condenação solidária dos réus a pagar-lhes a quantia de 3253,19€ trinta e três duzentos e cinquenta e três euros e dezanove cêntimos), acrescido de juros de mora, à taxa legal, desde a citação até efectivo e integral pagamento, alegando que: - no dia 5 de Julho de 1996, em escritura publica de compra e venda, a sua avó, mãe e sogra dos réus, declarou vender às suas três filhas, F, G e  aqui ré), um conjunto de três apartamentos e respetivas garagens,  - o seu pai, H, declarou autorizar a venda às suas irmãs,  - não se tratou tal negócio outorgado em Julho de de uma verdadeira compra e venda, pois não foi pago qualquer preço pelas suas tias incluindo a ré, tratando-se antes de uma doação, - porque ao seu pai nada foi doado pela mãe para ficar em pé de igualdade com as irmãs, foi elaborado de comum acordo documento onde declararam as tias dos autores, incluindo a aqui ré , prestar o consentimento necessário e indispensável para que a mãe vendesse ao irmão qualquer bem que possuísse ou viesse a possuir de valor real e comercial equivalente a vinte milhões de escudos actualmente 9759,58€), - a sua avó faleceu em Março de 2007 sem que tenha realizado qualquer venda ou doação ao filho, pai dos autores, em vista de este ficar em igualdade com as irmãs incluindo a ré, sendo que este falecera em Novembro de 2003, sucedendo-lhe os autores, - que eles, autores, e restantes herdeiros da avó efectuaram a partilha da herança desta, tendo o assunto do negócio realizado em 96 na realidade uma doação) sido discutido, todos reconhecendo que o seu pai estaria prejudicado, havendo por isso que os ressarcir aos na quantia de 9759,58€, - em conformidade com tal reconhecimento, os herdeiros da sua avó, com excepção do réus, pagaram-lhes o valor cuja responsabilidade lhes corresponderia, o que os réus, ainda que reconheçam ter o de o fazer, não fizeram, mesmo depois de para tanto sensibilizados e interpelados.