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Por fim, acrescenta que "o documento lavrado pela aqui Contralegante foi um termo de autenticação, de documento particular anteriormente discutido e elaborado pelas partes, existindo, nestes casos, a presunção do conhecimento do mesmo pelas partes, que ao autor do ato de autenticação, apenas cumpre, em breves momentos, confirmar e verificar que o mesmo exprime a vontade dos contraentes, pelo que bem andou o Tribunal a quo quando decidiu dar como não provado o facto constante da alínea da Douta Sentença proferida” – Conclusões a   Por sua vez, igualmente em sede contra-alegacional, a 6 Ré veio aduzir que tendo o Tribunal a quo"julgado procedente os pedidos principais deduzidos pela A. nos presentes autos, determinando a anulação dos negócios jurídicos praticados pela A., com base em erro na formação da vontade decisão que não é, evidentemente, posta em causa pela A.