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Realizado o julgamento, foi proferida sentença, cuja parte dispositiva transcrevemos:  "Decisão:  Pelo exposto, julgamos parcialmente procedente a ação e, consequentemente condenamos a ré a:   ver declarada a ilicitude do despedimento da autora;   a pagar à autora a indemnização em substituição da reintegração, que se fixa à data do despedimento em €2055,32 vinte cinquenta e cinco euros e trinta e dois cêntimos), e sem prejuízo do tempo decorrido desde o despedimento até ao trânsito em julgado desta decisão, nos termos dos ns 1 e 2 do art 391 do CTrabalho;   a pagar à autora as retribuições que esta deixou de auferir desde 28 de setembro de 2018 até ao trânsito em julgado da sentença, à razão mensal de € 400,00 e quatrocentos, deduzidas das importâncias auferidas pela trabalhadora e referidas nas alíneas a do n 2 do art 390 do CTrabalho, a liquidar em execução de sentença;   Reconhecer que a relação laboral existente entre a autora e ré configura um contrato de trabalho sem termo;   Reconhecer que a autora integrou, até à data do despedimento, como efetiva, os seus quadros como educadora de infância, por transição do estabelecimento da "...”, onde trabalhava com a categoria profissional de educadora de infância, desde 01 de janeiro de 2008;   Reconhecer que a autora tem como habilitações literárias a licenciatura no curso de Educação de Infância, com estágio integrado, obtida em ..., na Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de ...) ;   Reconhecer que o vencimento ilíquido mensal da autora era o de 400,00€ e quatrocentos;   A pagar à autora a quantia de €4846,19 quarenta e cinco oitocentos e quarenta e seis euros e dezanove cêntimos), a título de créditos salariais, de férias e subsídios de férias e de natal, já vencidos e não pagos, acrescida dos juros de mora à taxa legal, sem prejuízo das vincendas;  No mais, vai a ré absolvida.