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Não se tendo provado que o terreno onde se encontravam plantadas as árvores vendidas e, consequentemente, que estas, pertencessem ao recorrente ponto 1 dos factos não provados e não se tendo provado que o arguido, ao vender as árvores, actuou voluntariamente, com o propósito de se apropriar de coisa alheia, pois sabia que o terreno onde elas se encontravam não era seu, que agia sem autorização e contra a vontade do dono, e que a sua conduta era proibida e punida por lei pontos 2, 3, 4 e 5 dos factos provados portanto, não se tendo provado os factos preenchedores do tipo objectivo e subjectivo do crime de furto, e estando transitada, quanto a eles, a sentença recorrida, a imodificabilidade de tais factos torna absolutamente inútil o conhecimento da impugnação da matéria de facto deduzida pelo recorrente quanto à sobrante matéria relativa ao pedido de indemnização designadamente, quanto ao valor de mercado das árvores abatidas e vendidas, quanto ao custo da reposição do terreno e quanto ao período em que o mesmo ficará incapaz de produzir rendimento.