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Sempre tratando das sociedades por quotas e em vista do regime dos arts 214 e 215, do CSC, refere aquele citado autor que, para além das situações de recusa previstas no art 215, n 1, "António Menezes Cordeiro assevera que tais situações não impedem o funcionamento do instituto do abuso de direito art 334 do ao exercício” página 327, de onde parece ter sido retirado o texto do item 198 da contestação) e que "Caso seja prestada a informação ao sócio e este a utilize com o intuito de «prejudicar a sociedade ou outros sócios», não só configura uma situação de abuso de direito art 334, do como aquele será responsável pelos prejuízos que lhes efectivamente causar” página.