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2173/0OTVPRT.PS, ao afirmar que apesar do laudo não ter um valor vinculativo, mas o de um parecer a atender livremente pelo tribunal, no entanto com a força própria de parecer técnico que é, elaborado por profissionais experientes, com idoneidade e especial qualificação para o efeito, e por isso merecedor de só ser afastado perante fortes motivos que nesse sentido apontem; -tendo presentes estes ensinamentos, os quantitativos inicialmente peticionados e a circunstância de o falado laudo ter ponderado a importância dos serviços prestados pelo Senhor Advogado ao Autor teve em conta a dificuldade do assunto, o tempo despendido com as peças processuais elaboradas e considerou moderados, face aos serviços elencados designadamente, no que diz respeito ao tempo contabilizado para prática de todos os serviços, pautando-os de, alterar-se-ão os valores fixados na sentença nos termos atrás enunciados; -em sede de juros, a decisão judicial seguiu a doutrina emanada do Acórdão de fixação de jurisprudência do STJ n 4/2002, de 9 de maio, publicado no Diário da República n 146/2002, Série 1-A de 2002-06-27, pelo que se se manterá; aliás o Recorrente não questiona essa matéria "Relativamente a juros, segue-se a jurisprudência firmada nos Acórdãos proferidos nesta ação, seja pelo TCA Norte, seja pelo STA, na senda do Acórdão do STJ n. 4/2002, de acordo com o qual: «sempre que a indemnização pecuniária por facto ilícito tiver sido objeto de cálculo atualizado, nos termos do n. 2 do art.