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f-), a assistência e a justa reparação em caso de acidente de trabalho, não sendo claramente justa e adequada a fixação de uma indemnização que vem a revelar-se muito superior ao trabalho que o sinistrado efectivamente prestava; ix)Não podendo ser exigido a uma empregadora que transfira para uma seguradora o risco derivado de uma prestação de trabalho que não é real;  x)Nem tal exigência faz a lei, que apenas responsabiliza a empregadora quando a mesma declara, para efeitos de prémio de seguro, uma retribuição inferior à real, o que, de todo, foi o caso dos autos; xi) E ainda que assim se pudesse admitir, como tem vindo a fazer alguma jurisprudência superior - o que, de todo, não se concede, se contesta e se pugna por decisão diferente, arrojada e justa - que em caso de incapacidade do trabalho a mesma poderia afectar-lhe a sua capacidade de ganho ao longo da vida, não reduzida apenas no período de tempo equivalente ao horário parcial vigente aquando da ocorrência do acidente; xii)Já assim não será quando do acidente adveio a infeliz morte para o trabalhador, por razões absolutamente alheias à sua empregadora, pois que, não podemos olvidar, se tratou de um assassinato, de um crime hediondo, doloso, e não de um acidente de trabalho na sua verdadeira acepção, de acontecimento súbito e imprevisto - inexistindo agora qualquer princípio infortunístico de necessidade de repor, por inteiro, a capacidade de ganho da vítima.