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O entendimento ora acabado de explanar é de adoptar também, "mutatis mutandis”, no âmbito do NCPC, "maxime”, por aplicação do disposto no seu art 299, n  Ora, como diz o Apelante, tendo a cabeça-de-casal apresentado, subsequentemente ao despacho que julgou a reclamação de bens "...nova relação de bens, em que a soma do valor dos bens a partilhar era de 3219,83 €” e que a rectificação posterior quanto à verba n 17 elevou para 4036,17 € - valor este muito superior ao da alçada do tribunal de 1 Instância -, a conclusão que há a extrair é de que é este o valor do inventário para efeito de recurso, nada obstando, pois, ao conhecimento do respectivo objecto.