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Se o grupo de partilha de custos é composto por vários membros, parece ser Ir demasiado longe condicionar a aplicação da isenção ao cumprimento dos requisitos por todos eles.” GG- Para a Comissão Europeia parece não suscitar dúvidas que "Quando uma prestação de serviços por um grupo de partilha de custos para um dos seus membros não satisfizesse as condições do artigo 132 O da Directiva IVA para ficar isenta, essa prestação seria equiparada a uma prestação de serviços tributada a um não- membro.” HH- Interpretação igualmente sufragada no Acórdão do STA de 12/02/2014, proferido no processo n. 01231/12: "a ultra passagem dos 10% na percentagem de dedução apenas tem como consequência passarem a não estarem isentas de IVA as prestações de serviços do agrupamento a favor daqueles «elementos do grupo relativamente aos quais a ultra passagem do limite se verificou, mantendo-se todavia isentas as operações com os elementos do grupo que mantêm percentagens de dedução não superiores a 10%, respeitadas que sejam, as demais condições de que o n23 actual n. do artigo faz depender a isenção.” - E nem se pretenda que a isenção manter-se-ia relativamente ao grupo constituído exclusivamente por sujeitos passivos isentos quando um deles passasse a ser sujeito passivo de IVA, mas não seria já aplicável, ab initio, no caso do grupo autónomo de pessoas constituído de raiz por membros isentos e membros sujeitos.