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Acresce a isto a circunstância de a testemunha  B...  ter referido que os agentes, quando os abordaram, perguntaram pelo condutor, tendo respondido ao chamamento o arguido  A... , o que, só por si, é indício de que, de facto, quem conduzia o veículo era o arguido  A...  e não a testemunha  B... . Para além disso, também se nos afigura estranho que, como dizem os agentes de autoridade, essa questão não tenha sido colocada, a questão de ser outra pessoa a conduzir a viatura, para além da pessoa que fez o teste, não ter sido colocada no local, e até que a testemunha  B... , quando viu o amigo, arguido, a ser sujeito ao exame qualitativo, não se tenha oferecido para fazer o exame pois que, na sua versão e do arguido, era essa testemunha que tinha conduzido o veículo e que teria obviamente a obrigação de fazer o teste, como o próprio também referiu não se prestou a esse facto.