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E não, portanto, obrigações de resultado, como acaba por concluir – sem o dizer, no entanto - a sentença do T. A. F.. . De resto, não sendo possível à Interveniente evitar em absoluto que os animais ingressem na via e mais ainda numa auto-estrada com a configuração e, face ao que ficou provado e ao que decorre do diploma legal que versa sobre a sua concessão, nada mais lhe devendo ser exigível em termos de conduta e de prova, parece claro que se impunha e isso ainda a sua absolvição, já que esta demonstrou que cumpriu em concreto e não apenas "genericamente”, com todas as suas obrigações e concretamente com aquelas de segurança. . Assim, no entendimento da recorrente, a sentença violou, salvo o devido respeito, o n 1 do artigo 12 da Lei n 24/2007, de 107, os artigos 342, 483 e 487 n 2 do Cód.