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factos n. 7 e 8 supra -, se tornou segura a inconformidade das AA., ora Recorrentes, quanto à responsabilidade do R., Estado Português, pelos danos que alegadamente sofreram em 2002-200 Face a todo o exposto, tendo presente a causa de pedir concretamente aventada contra o R. Estado Português, ora Recorrido, resta concluir que o termo a quo do prazo de prescrição do direito aqui peticionado, foi interrompido a 002006 – por via da citação judicial avulsa efetuada com esse fundamento e efeito – tendo-se reiniciado a respetiva contagem no dia 002006, pelo que, decorridos três anos, a 002009, prescreveu o direito em causa nos presentes autos, de onde resulta que, tendo a ação dado entrada em tribunal a 202013 – cfr.