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ACORDAM NO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES  - RELATÓRIO  Nos autos de divisão de coisa comum supra identificados, além de contestar o pedido de divisão formulado pelo autor na petição inicial, pugnando pela sua improcedência, a ré A. veio deduzir reconvenção, formulando os seguintes pedidos:  - que seja declarada a nulidade da escritura de compra e venda junta à petição inicial, por simulação, e nulos todos os registos predial e efectuados com base em tal transmissão;  - que seja declarada válida e eficaz a doação negócio dos imóveis referidos na petição inicial, doados pela mãe da ré à ré e, consequentemente, ordenar-se a inscrição predial e matricial a favor desta relativamente aos prédios objecto da dita escritura;  - subsidiariamente, que seja ser reconhecido a favor da ré um direito de crédito sobre o autor no montante que se vier a apurar nestes autos ou que vier a ser liquidado em execução de sentença, correspondente à soma dos valores que ela, ré, exclusivamente suportou com os imóveis a título de prestações bancárias, , condomínio e seguros, desde Fevereiro de 2007 até à efectiva venda ou adjudicação dos imóveis, valor este que pode ser compensado no valor da sua quota resultante da divisão, caso a fracção lhe venha a ser adjudicada.O Sr. Juiz a quo proferiu, então, a decisão ora em crise, onde, depois de enunciar os fundamentos que julga pertinentes, decide «admitir a reconvenção, com excepção do pedido subsidiário formulado pela ré, cuja admissão vai indeferida».