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Este foi também o entendimento propugnado neste Tribunal no âmbito do processo n 05674/12, datado de 14 de abril de 2015 -e bem assim nos Arestos que lhe sucederam, designadamente, os proferidos nos processos n 132/089, e 06182/12, datados de 13 de dezembro de 2019 e 23 de abril de 2015, respetivamente- transcrevendo-se excerto do seu sumário na parte que, ora, releva e com a qual se anui: "-Se nos autos se mostra provado que, quanto ao exercício de 2001 e relativamente à Recorrida decorreram dois procedimentos inspectivos, um, a coberto do Despacho .., datado de 07/06/2005 e notificado à impugnante em 13/06/2005, destinado à consulta, recolha e cruzamento de elementos e outro, a coberto da Ordem de Serviço n. .., datada de 13/09/2005 e notificado à impugnante em 14/09/2005, do qual resultaram as correcções agora em análise, e que ambos decorreram nas instalações da Impugnante, deve concluir-se que ambos os procedimentos inspectivos são externos e, consequentemente, pela ilegalidade do procedimento do qual emergiu a liquidação realizada.