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Mais se provou: hh) A sociedade "E, S.A.” alienou as ditas ações à "F, SGPS” antes, "”), datando de 31/12/2010 tal operação, participada à AT em 27/01/201Não se provaram quaisquer outros factos com relevo para a decisão do mérito da causa, designadamente que estivessem em contradição com os acima dados como provados, mormente que: - À data da venda a que se alude na alínea dos factos provados, as 600 acções da A. tinham, no mínimo, um valor igual ao nominal, ou seja, valiam €16000,00; -O H vendeu as suas acções à A., sua filha, para fugir de outras dívidas que o assolavam; - O H, após a venda pela A. das suas acções à E, jamais veio pedir a esta última o que quer que seja por tal venda.Como todos já vimos, neste seu recurso da decisão de facto a autora/apelante pretende ver alterada tal decisão nos seguintes termos: - Dando-se a seguinte redacção ao ponto dos factos provados: "A dívida ao credor  originou o pedido de insolvência e a insolvência da E.” - Aditando-se aos factos provados os seguintes pontos: " Em esclarecimento dos factos constantes das anteriores alíneas e, os títulos representativos da E nunca foram emitidos, segundo o que sabe o Réu/accionista , e que a E nunca entregou qualquer titulo representativo do capital aos accionistas designadamente aos Réus  e  e à A. )