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do T. de Conflitos n. 24/12, de 07-05-2017, os hospitais EPE continuam integrados na administração indireta do Estado não se colocando em causa a sua natureza de pessoas coletivas públicas, razão por que os trabalhadores ao seu serviço, com vínculo de natureza pública, são abrangidos pelo n. 1 do referido artigo  do Decreto-Lei n. 503/99, de 20/1 Assim, e corroborando o referido no acórdão recorrido: "todos os trabalhadores que se encontravam vinculados aos estabelecimentos hospitalares por uma relação jurídica de emprego público mantinham integralmente o respetivo estatuto jurídico, apesar de vinculados às novas entidades EPE, consagrando-se, contudo, a possibilidade de os mesmos virem a optar pelo regime do contrato de trabalho de direito privado, opção que não releva no caso dos autos, por a Autora não ter optado por tal regime.” Podemos assim concluir que os trabalhadores que não optaram pelo regime de contrato de trabalho mantiveram o estatuto integral, o que se repercute no regime dos acidentes em serviço aqui em causa.