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Neste contexto, o principal obrigado a fornecer essa informação, em função da relação negocial para o efeito estabelecida com o cliente, é o intermediário financeiro, devendo a informação por ele prestada ser "completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita”2 Socorrendo-nos, uma vez mais, do acórdão desta Relação de 02019, nele se precisa que "No que concerne à informação a prestar sobre os produtos financeiros em geral, não basta uma qualquer notícia sobre os mesmos, aquelasustentável leveza de informar, devendo antes tratar-se de uma informação com qualidade, como de resto decorre da epígrafe do artigo  do – "Qualidade de informação” – estabelecendo-se na ocasião no seu n. 1 que "Deve ser completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita a informação respeitante a valores mobiliários, ... a actividades de intermediação” – a alteração conferida pelo Decreto-Lei n. 357-A/2007, de 31/out.