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16  Embora contemple algumas soluções em "comum” 17, relativamente ao regime da exoneração nada distingue em função do "casal”, aplicando-se-lhe, adaptadas, as regras dos arts 236 a 24  Apesar de, portanto, na concessão de tal providência, dever ser ponderada a situação de cada devedor, de se considerarem os direitos e deveres referidos singular ou individualmente, de uma vez os "seus” rendimentos respectivos auferidos a qualquer título presentes e terem de ser cedidos ao fiduciário e de deles apenas se excluir o que seja razoavelmente necessário para o sustento minimamente digno "do devedor” além do seu agregado 18, não pode deixar de se ter em conta – e a lei  tem-no, nos arts 265 e 266 - que, no âmbito do casal, há bens ou comuns e bens próprios, assim como há dívidas comuns e dívidas próprias de cada um dos cônjuges, devendo tal destrinça reflectir-se na proposta de eventual plano de pagamentos apesar de apresentada em, nas reclamações de créditos e na lista de credores reconhecidos 19, bem como na inventariação, manutenção e liquidação dos bens da massa 2  Ora, como se disse no Acórdão da Relação de Lisboa, de 01-06-2017 21, "Não são rigorosamente equiparáveis para efeitos de cálculo do rendimento disponível, a situação em que ambos os cônjuges se apresentam à insolvência, com a de casal em que apenas um deles se apresenta à insolvência”.