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Apenas há notícia do PC ter convivido com o , mas este era o comproprietário da casa onde todos viviam, formalmente comprada pelo e pela mãe para nela viveram e essa convivência ocorreu entre 2003/2004 e 2017, o que se traduz numa convivência necessária, consistente e não ocasional, e, eventualmente não é, mas neste caso por um período muito curto, com o JM, antes da mudança de Set201 As mudanças de frequência, a que o MP dedica uma inusitada atenção, não tem o mais pequeno relevo: em 2017, a mãe e o PC mudam de residência principalmente a instâncias das entidades que acompanhavam o processo – não é, por isso, uma mudança a revelar instabilidade, mas sim tentativa de melhoria de condições; em 2019, com mais condições económicas – o PC, já com 21 anos já trabalhava e ganhava dinheiro – mudam para uma casa com melhores condições, o que é natural já que o valor da renda da anterior casa, de 240€, indicia que era de fracas condições, embora melhor que a anterior: também aqui não há sinais de qualquer instabilidade, mas tentativa de melhorar as condições de vida dos 2 membros do agregado e de recepção de um terceiro, ou seja, a menor; por último, a mudança em 2021, para uma casa perto da anterior, tem a ver com o senhorio as razões dessa mudança constam aliás, antecipadamente de um relatório do CAFAP, de 01/08/2019 é o último email de um conjunto de emails desse: a casa era um restaurante inactivo mas com previsão de reactivação – aliás isso já resulta do antepenúltimo § do facto 244; se o MP considerava a questão relevante, devia ter alegado o facto para ele ser discutido no debate judicial.