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Quanto às causas que levaram à origem do mesmo, não existe prova científica que indique objetivamente uma causa, pelo que, neste caso em concreto, se deve concluir pela sua inconclusividade”; 2– No relatório pericial referido em 2 diz-se, ainda que: " já quanto à utilização de um líquido potenciador, julga-se não existir prova científica que possa comprovar esta afirmação”; acrescentando-se, ainda que: " Face ao conjunto de indicadores que este incêndio apresenta, o início do incêndio tanto pode ter ocorrido apenas através de chama direta ou material incandescente ou também com a utilização de uma pequena quantidade de um acelerante de combustão.”; 2– Ainda no mesmo relatórioe à questão "Admitindo que a vela que existia na prateleira localizada imediatamente sobre a tábua de engomar estaria acesa, poderia esta, de algum modo, servir como energia de ativação deste incêndio?...respondeu o perito: Como foi explanado no ponto anterior e atendendo às caraterísticas do incêndio em questão, em que para o seu início apenas seria necessária uma chama direta ou material incandescente, a vela poderia servir perfeitamente como energia de ativação do referido incêndio.”; 2– Refere-se ainda no mesmo relatório pericial, na resposta a questão colocada no sentido de se dar outra explicação para o incêndio, que: "Sendo a prateleira e a vela objetos centrais desta perícia não existe qualquer informação objetiva referente às mesmas que pudesse levar à exclusão da referida vela como causa deste incêndio.