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E, assim, e, considerando que no âmbito do actual quadro legislativo, aos Tribunais Judiciais não cabe, em exclusivo, a competência para as acções de Divórcio, designadamente, também as Conservatórias do Registo Civil têm competência para as acções de Divórcio por mútuo consentimento previstas nos art 1775 a 1778 do Código Civil, nos termos do Decreto-Lei n 272/2001, de 13 de Outubro, e, aos Tribunais judiciais cabendo a competência para as acções de divórcio previstas nos art 1778-A e 1779 e sgs do Código Civil, na redacção dada pela Lei n 61/2008, de 31/10, conclui-se, e no que ao Divórcio se reporta, que nos casos em que é da competência dos Tribunais judiciais e aí foi instaurado o processo de divórcio, também o processo de Inventário subsequente é da exclusiva competência dos tribunais judiciais, constituindo processo dependente daquele, nos termos legalmente previstos na al.b) do actual art 1083 do Código Civil.