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Também os Autores Helena Gomes de Melo, João Vasconcelos Raposo, Luís Carvalho Batista, Manuel do Carmo Bargado, Ana Teresa Leal, Felicidade ’Oliveira,  in "Poder Paternal e Responsabilidades Parentais”,  edição, Quid Juris, 2010, págs.86-87, admitem a residência alternada desde que haja acordo dos progenitores, afirmando, "Para além de constituir uma solução excecional, é, no nosso entender, pressuposto essencial a existência de acordo de ambos os progenitores quanto a esta questão.” A mesma interpretação defende o Prof. Guilherme de Oliveira, escrevendo em 29 de julho de 201413, a propósito das eventuais alterações introduzidas pela Lei 61/2008 nesta matéria, o seguinte:  ") Isto quer dizer que não se pretendeu impor um regime novo quanto à residência, à confiança dos filhos, à "guarda física”, conforme se preferir dizer.