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O réu P. responde á alegação do recorrente 	deduzindo recurso subsidiário, prevenindo a possibilidade dos fundamentos de recurso aduzidos pelo apelante virem a proceder, concluindo as suas contra-alegações nos termos que se seguem:   Há identidade de sujeitos, para os efeitos da excepção do caso julgado como da litispendência, quando o mesmo autor demanda vários réus e, noutra acção seguinte, demanda apenas um dos réus, pois que basta que as partes que se apresentem na segunda acção já se tivessem apresentado na primeira, ainda que acompanhados de outros, pois que "a exigência da identidade subjectiva identidade de autor e de réu nas duas acções) corresponde ao princípio da relatividade do caso julgado”, do que se retira que "o caso julgado só tem a eficácia que lhe é peculiar, em relação às pessoas que figuraram como partes na acção em que ele se formou; para com terceiros, é res inter alias acta, é por isso nem lhes aproveita/nem os prejudica.” – citações retiradas dos locais indicados na motivação;  Sendo a causa de pedir os concretos factos que sustentam o pedido, o pedaço da vida que sustenta o pedido, há identidade da causa de pedir quando nas duas acções se sustentam os pedidos nas alegadas violações, pelos mesmos actos da mesma pessoa, dos direitos de personalidade do autor, porque ambas as pretensões procedem do mesmo facto jurídico, independentemente da qualificação dada, nas duas acções, aos factos pois que "a qualificação jurídica dada aos factos na primeira acção nunca é elemento identificador do caso julgado, estando vedada nova acção em que aos mesmos factos se atribua uma nova qualificação trata-se dum corolário de a causa de pedir ser sempre um facto concreto, e não o facto abstractamenle descrito na.