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Por conseguinte, ocorreu no presente caso uma revogação do contrato por comum acordo, com eficácia retroativa entre as partes, uma vez que, as partes com um novo consenso puseram fim às consequências da relação obrigatória existente entre si, levando à extinção da instância, por inutilidade superveniente ou impossibilidade superveniente da lide nos termos do artigo 277, do P..  E por todo o supra exposto se conclui que mal andou o Supremo Tribunal de Justiça ao entender que, muito embora o documento em causa tenha sido formado em data posterior à da prolação da sentença de 1 instância, nem por isso a sua admissibilidade se mostraria assegurada, pois ficaram por demonstrar as razões da sua tardia realização de molde a afastar dúvidas que pudessem surgir sobre eventual negligência das partes.