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No que respeita à questão em apreciação, este Tribunal da Relação adere à tese de que o art.49, n. 2 do Código de Processo Penal não considera obrigatória a audição presencial do condenado quando o Juiz deva decidir sobre a revogação ou não da suspensão da execução da pena, por cometimento de um crime durante a suspensão, e que basta para o cumprimento do exercício do contraditório a notificação do arguido e do seu Defensor para se pronunciarem sobre a possibilidade de revogação; consequentemente, entendemos que o Tribunal a quo não incorreu na nulidade insanável enunciada no art.11, alínea do Código de Processo Penal, ao não ouvir presencialmente o arguido.