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Nesse sentido sucederam: a) A contratação das antigas funcionárias da Quinta da Barreira, S.A. as quais denunciaram os seus contratos de trabalho com a requerente; b) O desvio de clientela - propondo o 2 requerido a alguns clientes da requerente vender o vinho comercializado pela 1 requerida em detrimento do vinho fornecido pela requerente e fazendo crer a outros que o vinho comercializado pela 1 requerida é o da Quinta da Barreira; ) A sabotagem do vinho a engarrafar, manipulando a selecção de uma partida de vinho «Tágide» vendo-se a requerente obrigada a interromper a respectiva comercialização; ) A tentativa de proceder ao registo de marcas que, pelos seus dizeres e logótipo, se confundem, com os vinhos comercializados pela Requerente – sendo a requerente titular das marcas «Tágide» e «Encosta da Barreira» o 2 requerido tentou registar as marcas da requerida «Tajine» e «Encosta da Ladeira»; e) A manipulação levada a cabo pelos requeridos, para fazerem cessar o subarrendamento à empresa «Quinta da Barreira, S.A.».