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Assim sendo, inexiste qualquer omissão relevante de fundamentos de facto, quanto a tal questão, bem como inexiste qualquer ambiguidade, obscuridade ou ininteligibilidade em entender a dita cláusula como consagrando a não aplicação do aludido CCT em matéria de horário de trabalho e de retribuição e a sua aplicação no que concerne ao direito de progressão de carreira da A..   Em sede de impugnação da decisão sobre a matéria de facto, a R. alega que a A. em momento algum alegou, e muito menos provou, que, quando foi celebrado o contrato de trabalho dos autos, era vontade das partes aplicar o regulado no CCT para o sector dos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo sobre a progressão na carreira ou outras matérias neles, para além do especificadamente clausulado no contrato de trabalho, pelo que tal facto devia ter sido apurado, especificado e sobre ele decidido «não provado».