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31, al., implica que a dívida de capital fique sujeita, apenas, ao prazo ordinário de prescrição de 20 anos.3 	No caso, está apurado que foram realizados pagamentos voluntários até Maio de 2010 e um pagamento coercivo, no âmbito da reclamação de créditos supra identificada, em Março de 201 Ponderando ser aplicável o prazo ordinário de prescrição de 20 anos ao direito unitário cujo pagamento se reclama na execução, instaurada em 102015, e não estando demonstrado que se reclamaram quotas de amortização do capital pagáveis com os juros vencidas há mais de cinco anos, não pode ser declarada a prescrição do crédito em execução, como se fez na decisão recorrida.