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A nulidade da sentença por contradição dos fundamentos de facto descritos nos pontos 18 a 28 e 35 a 45 da matéria fáctica provada com a decisão de condenação do Demandado conclusões, , , e.  Invoca nesta parte o Recorrente:  "Nos termos abaixo explicitados, por comodidade, a propósito da identificação dos erros de julgamento em matéria de Direito, a Sentença é ainda nula:   a)	Nos termos da alínea do n. 1 do artigo 61 do CPC, por contradição dos fundamentos de facto descritos nos pontos 18 a 28 e 35 a 45 da matéria fáctica provada com a decisão de condenação do Demandado cfr., infra, § 2);  )  Estranhamente, o Tribunal a quo aceita mesmo incorporar na matéria de facto dada como provada a maioria desses factos essenciais, dando-os como assentes – mas não extrai qualquer consequência desses factos para a sua decisão –; isso implica que, como acima referido, os fundamentos de facto descritos nos pontos 18 a 28 e 35 a 45 da matéria fáctica provada estão em contradição directa com a decisão de condenação do Demandado, donde resulta uma causa específica de nulidade da sentença, nos termos da alínea do n. 1 do artigo 61 do Código de Processo Civil, que se argui para todos os efeitos legais;    )  A tudo isto acresce que a argumentação que suporta a condenação do Demandado incorre em dois outros equívocos inexplicáveis; o primeiro consiste no facto de se censurar ao Demandado "não permitir, também, que fosse atingido o objectivo de redução da despesa em iluminação pública” – isto depois de já ter considerado provado !)