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2 – In casu e como resulta também do que já acabou de se expor, só pode ser considerada, desde logo, a quantia peticionada ab initio a título de retribuição do trabalho prestado pelo A., descontando-se e compensando-se, como decidido na sentença agora liquidada, no montante devido ao A. a indemnização pelo incumprimento do prazo de aviso prévio da cessação do contrato de trabalho pelo A. e as ajudas de custo pagas pela R..  Desta forma, entende-se, atentas as posições das partes e considerando a falta total de outros elementos para fixar esse montante de forma mais equitativa, ser de liquidar a quantia em dívida, considerando, desde logo, muitíssimos exagerados os montantes peticionados pelo A. a este título mormente no que diz respeito a alimentação, em que considera todos os dias úteis de um mês e sendo certo que sempre haveria muitos meses, ao longo do período em que trabalhou para a R., em que esteve de férias ou não esteve deslocado no estrangeiro, pretendendo também ter trabalhado para a R. perto de 250 dias de descanso e e atendendo igualmente aos valores muito avultados já pagos pela R. como "ajudas de custo” e aos montantes a compensar e a descontar, no montante de €1000, a que acrescem, como decidido na sentença em causa e pelos fundamentos aí, "juros de mora, à taxa legal, desde 30/12/2015 e até efetivo e integral pagamento”.”.