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3 Resulta, ademais, de todo o circunstancialismo exposto, uma clara intervenção negligente das entidades responsáveis pela condução da expropriação da parcela em causa, já que fica por entender: por que razão a "Resolução de Expropriar”, tomada em 19/7/2007, nunca foi notificada à proprietária registada da parcela a 1; por que razão, esta notificação não lhe foi efetuada mesmo depois de aquela proprietária, 1 Autora, o ter expressamente solicitado em 17/4/2008, ainda antes da "DUP”; por que razão a interessada locatária 2 só foi notificada da "Resolução de Expropriar” por carta de 002008 – 8 meses e meio após a "Resolução de Expropriar”, tomada em 19/7/2007, e 29 dias antes da "DUP” -, e por que razão, ainda assim, tal notificação omitia as menções impostas pelas alíneas, e do n 1 do art.