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), significa que o mesmo pode ser considerado relativamente aos anos em que se verificou os respectivos pressupostos , tudo ao abrigo do disposto no n 1, e 2, do art 4, da referida Lei n 40/2005, sendo que a possibilidade de reporte do beneficio por insuficiência de colecta nos exercícios em que foram realizadas tais despesas e a que se refere o n 3, do mesmo preceito legal, ter-se-ia de reflectir nas respectivas declarações de imposto naqueles anos, pelo que apurando-se colecta naqueles anos de 2006, 2007 e pelo menos, 2009, haveria que imputar tais gastos aos respectivos períodos de imposto, o que obviamente só se tornava possível aquando do apuramento de tal beneficio fiscal no seio da participada, o que o recorrente fez como resulta dos relatórios da T. dos referidos exercícios de 2006 e 2007, realizada em 2011, devidamente concretizada na P de 2009 e da respectiva documentação fiscal que integrou com a referida Modelo 22, sendo certo que nessa data relevou o beneficio fiscal apenas atinente a esse exercício, porquanto nos referidos exercícios de 2006 e 2007, havia apurado prejuízos fiscais, pelo que só se tornava legitimo a dedução do beneficio fiscal  neste último ano  cfr pontos, do probatório), o que se encontra em consonância com o apurado pela T. nos pontos,, , do mesmo segmento da sentença, o qual procedeu à alteração dos prejuízos ficais apurados nos mesmos exercícios apurados pelo grupo consolidado, pelo que só então se passou de uma situação de prejuízos fiscais dos exercícios em consonância com o disposto na alínea, do art 71, do CIRC, para uma situação de apuramento de lucro tributável, o que então permitiria à ATA proceder à respectiva imputação dos ditos benefícios fiscais pelo método de dedução à colecta dos lucros tributáveis das empresas do grupo a tais exercícios , e verificando se no referido exercício em que os mesmos foram relevados , ainda seria susceptivel de beneficiar de alguma dedução à respectiva colecta da dita participada.