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; que, posteriormente, celebrou com o Réu contrato de trabalho por tempo indeterminado, tendo este sido inscrito na Segurança Social em 01/06/2014; que, por sentença, datada de 10 de Julho de 2014, transitada em julgado e proferida no âmbito do processo n 68/12TTGRD, que correu termos no Tribunal do Trabalho da Guarda, Secção Única, o Réu viu reconhecida a existência de contrato de trabalho com a aqui a A. desde 8 de Outubro de 2010; que, na sequência desse facto, e no âmbito de acção – e posterior execução – instaurada pelo Réu com vista ao pagamento de remuneração de férias vencidas e não pagas, subsídio de férias, subsídio de Natal e acréscimo remuneratório por trabalho prestado em dia de feriado, a Autora pagou-lhe, conforme determinado na sentença, o valor de 1737,52€, deduzido de IRS e taxa de Segurança Social da responsabilidade do trabalhador; que, dado o reconhecimento contratual em causa, a A. teve de regularizar a inscrição do Réu no Regime da Segurança Social com efeitos a 8 de Outubro de 2010, tendo por base a retribuição mensal de 201,48 € e para proceder a tal regularização teve de proceder ao pagamento da percentagem que era da sua responsabilidade no identificado regime e a taxa que era da responsabilidade do Réu e que corresponde a 11% do valor auferido a título de vencimento; que esse valor – relativo às quotizações da Segurança Social da responsabilidade do Réu e referentes aos períodos que medeiam entre 8 de Outubro 2010, 2011, 2012, 2013 e Maio de 2014 – é de 784,21€ e que, não obstante ter sido interpelado para o efeito, o Réu não procedeu ao pagamento desse valor.