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Quanto a estes 3 últimos factos, o recorrente defende que excedem o alegado e não foi isso que se provou de acordo com os documentos juntos: certidão do registo predial da casa sita na, procuração para venda dessa casa, carta para a empregada doméstica e dos depoimentos das testemunhas, e, concluindo que desta prova resulta antes que o recorrente ocupou os cómodos agrícolas e o pomar desde a década de 80 e a moradia Vila desde 199   Vejamos: Em primeiro lugar e relativamente ao invocado excesso da alegação "...gratuitamente e com a condescendência”) da análise dos articulados verifica-se que o recorrente não tem razão, desde logo porque essa matéria é alegada na contestação artigos , 2, 10 e 15), ou seja, é alegada a permanência do recorrente no imóvel por mero favor, tolerância e consentimento do seu irmão enquanto representante da ")”, sendo por isso admissível o consagrado como provado.