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., com sede em , Vila do Conde, instaurou a presente acção judicial contra o Banco , S.A., pessoa colectiva com a identificação n. , com sede em Lisboa, pedindo a final a condenação do réu no seguinte: « reconhecer o direito da A. à imediata redução da garantia n 273/2017 em 30% do seu valor;  b) reconhecer o direito da A. à redução de todas as garantias em vigor junto do R. com a calendarização estabelecida nas diversas alíneas do n 5 do artigo 295 do P., sempre que o beneficiário comprovadamente não contestar ou não se pronunciar sobre o pedido de redução, no prazo de 15 dias;  ) pagar à A. todos os encargos que esta tem vindo a suportar, quer juros vencidos quer vincendos, pagos em excesso, incluindo comissões bancárias e encargos inerentes, acrescidos de juros de mora à taxa legal comercial, desde 10/02/2020 até à data do seu pagamento.» Para o efeito alegou que celebrou com a , S.A. um contrato de empreitada ao abrigo do qual constituiu junto do réu e a favor daquela, enquanto dona da obra, uma caução, sob a forma de garantia bancária, correspondente a 10% do valor da empreitada, destinada a garantir o bom e integral cumprimento das obrigações decorrentes do contrato.