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Assim, o tribunal recorrido julgou provado que autor e ré foram casados entre si no regime de bens de comunhão geral e que, ainda no estado de casados, contraíram junto da  dois empréstimos, garantidos por hipoteca, em 30/04/2002 e em 27/01/2003, vindo entretanto a ser decretado o respectivo divórcio em acção que foi proposta em 24/07/2007 parágrafos 1, 2 e. O autor procedeu ao pagamento, a partir desta data, das quantias correspondentes às prestações devidas por aqueles empréstimos, bem como da quantia para manutenção da conta associada a tais empréstimos, no valor total de € 9120,95 parágrafos 4 e. A ré pagou, com dinheiro proveniente da sua reforma, relativamente a bens comuns do casal, a título de , o valor total de € 806,55 parágrafos 6 e. A ré, em 2007, assumiu-se devedora da quantia de € 1499,64 aos sócios da sociedade E, obrigando-se a pagar tal quantia em prestações mensais, o que concretizou com dinheiro proveniente da sua reforma; esta quantia reporta-se ao preço da prestação de serviços de carpintaria em obra realizada num dos imóveis comuns do casal, onde esteve instalado estabelecimento comercial explorado pelos filhos do casal parágrafos 8 a. Ainda na sentença recorrida, o tribunal julgou não provados os seguintes factos: «1 – O A. tivesse procedido ao pagamento dos empréstimos contraídos com dinheiro proveniente do seu vencimento ou da sua reforma.