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1 A referida sentença de 22/07/2015 constituía um caso julgado meramente formal, cujo alcance não obsta a que o pedido se renove quanto a formalidade em falta seja praticada - o que veio a ser, cumprindo todas as normas legais aplicáveis, através do Requerimento Executivo de cumulação apresentado em 29/09/201 1 Resulta claro que mal esteve o tribunal a quo ao indeferir liminarmente a cumulação de execuções requerida pelo ora Recorrente, em pleno cumprimento das formalidades exigidas pela sentença de 22/07/201 1 Face a tudo quanto se expôs, o Recorrente não se conforma e requer que seja dado provimento ao presente recurso, revogando-se o douto despacho recorrido, com todas as legais consequências.