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n 286/11JDLSB.LS1 Relator: Conselheiro Francisco, cujo sumário destacamos:  "A nulidade como tal invocada, de omissão de pronúncia, verifica-se quando o tribunal deixe de se pronunciar sobre questão ou questões de que oficiosamente ou a solicitação dos sujeitos processuais deva pronunciar-se e, já não, sobre os motivos ou argumentos por eles invocados;  Se o acórdão recorrido não se remete a uma confirmação formal, cega ou acrítica da decisão proferida em  instância e embora não seja exuberante a sua fundamentação, é, ainda assim, suficientemente reveladora de que no seu juízo, o mesmo é dizer na sua pronúncia, a prova apreciada em  instância não permitia, numa nova ponderação, qualquer modificação da decisão sobre a concreta matéria de facto impugnada, dada a compatibilidade probatória das provas que serviram de suporte à convicção da prova dos factos impugnados;  É o que tanto basta para se concluir pela falta de omissão de pronúncia sobre os concretos pontos de facto atinentes ao crime de homicídio qualificado e consequente nulidade, que, assim, importa indeferir.”     Apreciada a invocação em causa, pela análise dos autos, não se nos afigura deixar de poder concluir-se que o Acórdão recorrido abordou e analisou toda a matéria de facto dada como provada e explicitou com clareza e proficiência qual a prova produzida em que fundou a sua convicção.