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3 - A sentença recorrida não distingue entre formalidades ad probationem, que a Recorrente produziu em sede de audiência de julgamento, e formalidades ad substantiam exigidas pela alínea do n. 5 do artigo 3 por força do n. 2 do artigo 1 ambos do CIVA, constantes das facturas em causa nos autos tendo em conta a imaterialidade e a intangibilidade dos serviços prestados constantes daquelas facturas insusceptíveis de quantificação e a denominação usual dos bens transmitidos ou dos serviços prestados, com especificação dos elementos necessários à determinação da taxa aplicável; por isso, a correcta decisão da causa impõe uma distinção entre formalidades ad probationem e formalidades ad substantiam e a verificação se as facturas em causa nos autos dão cumprimento a estas últimas tendo em conta tudo quanto foi alegado e provado sobre as prestações de serviço de apoio às vendas de gás em causa.