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Discorda-se assim do raciocínio que emerge da fundamentação constante do referido acórdão de 10/7/2019 do Tribunal da Relação de Guimarães, quando aí se afirma que "como refere o Tribunal Constitucional no mencionado acórdão entre esses riscos estão custos de vária ordem e, mesmo, a incerteza quanto ao resultado da lide e, por isso, está, sempre presente, em cada uma, a incógnita de o recurso à acção vir trazer benefício ou, até, somente comportar prejuízo, por nada se vir a conseguir encontrar no património do devedor”, já que se entende, por um lado, que a referida incógnita quanto ao resultado da acção não é conceito que respeite à acção executiva, e, por outro lado, que os honorários e despesas devidos ao agente de execução não integram o conceito de "custos de vária ordem”, mas antes representam o custo da actividade desenvolvida na execução nos mesmos termos que a taxa de justiça calculada nos termos da tabela anexa ao Regulamento das Custas Processuais representa o custo da actividade desenvolvida nas acções declarativas, e tendo presente a evidente diferença de tributação, no que à taxa de justiça respeita, entre as acções declarativas e as acções executivas em que as diligências são realizadas por agente de execução).