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; 1–Quanto ao comércio de produtos de higiene e cosmética é também totalmente desprovido de fundamento, pois várias entidades comercializam produtos de cosmética e higiene e não é por esse motivo que uma pessoa, de diligência normal, se dirige a um supermercado ou loja de cosmética, pensando dirigir-se à clínica de medicina oral ou a uma farmácia, para adquirir essa gama de produtos;  1–A douta sentença recorrida violou por errada interpretação artigo 10, n 3, do Código das Sociedades Comerciais e artigo 33 do Regime do RNPC;  1–Não existe, portanto, qualquer confundibilidade das denominações das firmas, nem violação do princípio da novidade, pelo que deverá a sentença do tribunal a quo ser revogada e, em consequência, ser o pedido de alteração do certificado de admissibilidade deferido com a denominação "Farmácia Mirafoz, Lda”.