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Não obstante, caso assim não se entendesse, acautelou o Recorrente, a titulo subsidiário, que no caso de se julgar procedente uma fundamentação per relationem tendo por base os fundamentos constantes do teor da Deliberação n. 12-27/2012/CJ, de 30 de Novembro de 2012, da Comissão de Jogos, e a Informação de Serviço n, INT/2013/2322 DJU/NQB, de 202013, da Direcção Jurídica, tal como se encontram plasmados no n. 1, do artigo 12, do CPA, entendimento que se repugna, ainda assim se encontraria o acto em crise eivado por vício de forma por falta de fundamentação, pois que as mesmas não contém qualquer argumento legal que analise a questão de fundo relacionada com a prática do acto impugnado, limitando-se a Entidade Recorrida a remeter qua tale para a "fundamentação constante da Informação emitida pela ex-Inspecção Geral de Jogos, em 20 de Agosto de 2003, que constitui anexo ao presente projecto de deliberação e que dele faz parte integrante” e, bem assim, "a fundamentação constante do Parecer n. 75/DSJC/03, de 17 de Outubro de 2003, emitido pela Direcção de Serviços Jurídicos e de Contencioso da Secretaria Geral do Ministério da Economia, que constitui anexo 2 ao presente projecto de deliberação e que dele faz parte integrante”.