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A Ré prestou contas relativamente ao período compreendido entre a data em que obteve a autorização para movimentar as contas bancárias até ao falecimento do seu titular, e requereu e condenação dos Autores como litigantes de má fé em multa e numa indemnização não inferior a € 750,0   Após convite por despacho proferido em 17/05/2018, a Ré veio prestar novamente contas em forma de conta-corrente, relativamente ao período compreendido entre a data em que obteve a autorização para movimentar as contas bancárias até após o falecimento do seu titular, indicando um saldo a seu favor de € 2198,9  As contas apresentadas pela Ré foram contestadas pelos Autores - relativamente a receitas não incluídas na prestação de contas, atinentes a pensões de velhice e de sobrevivência recebidas e ao reembolso das despesas de funeral; relativamente a despesas, impugnaram as não documentadas e o facto de considerar-se como despesa a devolução da reforma do pai recebida indevidamente de França.