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).”  O recorrente insurge-se com o quantum de 40 dias de pena de multa fixado pelo Tribunal essencialmente porque:  -O grau de ilicitude é elevado, porquanto, pese embora a taxa de álcool no sangue com que o arguido exercia a condução, de 1,288g/, correspondente a uma taxa de 1,40g/, deduzida do valor do erro máximo admissível, se situe próxima do limite da punição, fazia-o, por um lado, ao volante de um veículo automóvel, o que potencia o perigo de agressão dos bens jurídicos protegidos pela norma e, por outro, à hora a que o arguido conduzia 19h50m, horário em que a circulação rodoviária e pedestre ainda se faz sentir de forma, aumentando, em concreto, a perigosidade da sua conduta;  -Também a culpa assume intensidade, porquanto surge na modalidade de dolo directo, modalidade mais gravosa daquela;  -O Tribunal não considerou na determinação da pena em desfavor do arguido e como conduta anterior ao facto, ter beneficiado do instituto da suspensão provisória do processo;  - As exigências de prevenção especial revelam-se, pelo menos, medianas e não "baixas”) como aí concluiu a sentença recorrida por não ter considerado na determinação da pena em desfavor do arguido e como conduta anterior ao facto, ter beneficiado do instituto da suspensão provisória do processo, nos termos já acima referidos.