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Como foi alegado e resulta dos factos provados, ao A., enquanto cliente que era do B, foi sugerida, pelo sua gerente de conta, a aquisição/subscrição de obrigações subordinadas S 2006, sugestão que o A. aceitou, adquirindo/subscrevendo, em 10/04/2006, uma obrigação subordinada S 2006, no valor de € 5000,00; entretanto, foi-lhe sendo paga, semestralmente, a remuneração dos cupões respeitante aos primeiros 9 anos, sendo que, face à insolvência da S não foi reembolsado da quantia emprestada/investida, pretendendo, aqui e agora, receber do Banco R. "sucessor” do B) a quantia investida, acrescida de juros, enquanto dano decorrente do comportamento ilícito – consistente na violação de deveres de informação – do B Temos pois – é um ponto pacífico nas decisões já proferidas – que otinha o dever de informar o A. sobre os elementos necessários à compreensão do produto obrigacionista sugerido e subscrito; quer em função do dever de informar decorrente da boa-fé plasmada, em termos gerais, no art.