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7                                           Não procedeu, porém, assim, o arguido, pois ao invés, e em obediência ao desiderato criminoso assinalado no ponto , apoderou-se das seguintes quantias referentes aos pagamentos: da contribuição do mês de 07/2006, no montante de €58,66, após o que emitiu um recibo de pagamento daquela contribuição, n. 2006/4865, em nome do beneficiário, lançado na PS 11102764427 -  RR... , com referência ao mês de 07/2006, no valor de €49,01; da contribuição do mês de 09/2008, no montante de €61,93, após o que emitiu um recibo de pagamento daquela contribuição, n. 2008/5370, em nome do beneficiário, lançado na PS   ... -  FF... , com referência ao mês de 07/2008, no valor de €61,9  7                                           Os referidos recibos não foram produzidos pelo Sistema de Gestão de Tesouraria, mas forjados pelo arguido através de uma fotocópia de um recibo original, oficial, emitido pelo Sistema de Gestão da Tesouraria, no qual o arguido fez uma "montagem”, alterando, no primeiro recibo: o nome do beneficiário/contribuinte, o respectivo NISS, o mês a que respeitava a contribuição e o respectivo montante, de molde a dele fazer constar o nome e o NISS do beneficiário:  FF... , a quantia vinda de receber €58,66) e o mês a que respeitava o pagamento julho de, no segundo recibo: o valor da contribuição e do mês a que respeitava o pagamento, de molde a dele fazer constar a quantia vinda de receber €61,93) e o mês a que respeitava setembro de.