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4 e contratados em nome do seu marido”; que "A Reclamante interpelou a Insolvente, por diversas vezes e de forma frequente, para celebrar a escritura pública de compra e venda referente ao objeto do contrato-promessa, sempre a tal outorga se furtando a Insolvente, nas inúmeras vezes que foi interpelada, alegando dificuldades financeiras, dizendo necessitar de tempo para as ultrapassar e para desonerar a fração em causa do ónus que a onerava” e que, "O certo é que, até à presente data, o contrato definitivo não foi celebrado, por frustração dos contactos encetados com a insolvente, uma vez que a empresa encerrou as suas instalações e os seus responsáveis passaram a encontrar-se em paradeiro incerto, aliás como resulta dos autos” e ainda artigo  da impugnação) que "Desde, pelo menos a data da outorga do referido contrato-promessa a Reclamante começou a usufruir da fração, reconhecendo e agindo como se sua fosse, sem interrupção no tempo e com exclusão de outrem, sendo que a habita e ocupa”.