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– 5 –Sustenta o apelante estar «demonstrado que a reclamação feita pela autora em Fevereiro de 2018 é exactamente igual à de Fevereiro de 2017, como se o réu nada tivesse feito ou erradicado» e que se «em Fevereiro e em Setembro de 2018, o imóvel estava no estado referido nos pontos 25 e 35 dos factos provados, tal estado teria de estar relatado no relatório pericial, o que não sucede, o que demonstra que as intervenções do réu em Junho de 2017 foram adequadas e surtiram efeito» e que a sentença em crise deve ser considerada «excessiva, por vincular o réu à realização de trabalhos já realizados de forma eficaz» conclusões a. Sucede que a alusão do apelante à erradicação dos problemas reclamados pela A. não tem correspondência na factualidade provada.