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179 do Código Civil, sendo um deles, justamente, o "interesse dos filhos do casal”, o qual implica que se apure qual dos cônjuges ficou a residir com e se é do interesse últimos) na casa que foi do casal com quem ficou a residir No caso concreto, o tribunal a quo ponderou na sua decisão, e bem, que apesar de a recorrente ter falta de rendimentos para custear uma renda de casa e o  requerido auferir um ordenado superior à média, a recorrente deve a sua situação de debilidade económico-financeira «exclusivamente à sua atitude perante a vida» na medida em que não trabalha, não mantém os empregos que vai arranjando, optando, ao invés, por sobreviver à custa da pensão de alimentos que lhe é paga pelo recorrido, vivendo na casa de morada de família sem pagar qualquer contrapartida, enquanto o requerido suporta todos os encargos inerentes ao empréstimo bancário contraído para a aquisição da casa de morada de família, para além de sustentar sozinho os dois filhos de ambos, portanto, sem qualquer ajuda por banda da recorrente, que se demitiu completamente das suas responsabilidades parentais.