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está demonstrado que o Autor em Maio de 2007 tinha perfeito conhecimento dos pressupostos do seu direito, pelo que o mesmo se encontra prescrito desde Maio de 2010; o facto dado como provado no ponto 18, de que "Por volta de junho de 2007 a  R. realizou, nas imediações e na zona que confronta com o prédio do A., trabalhos de compactação e pavimentação.” está incorrectamente julgado e como tal não deve ser dado como provado, isto porque resulta da prova documental constante dos autos que as  obras na zona da habitação do Autor, decorreram durante o mês de Maio desse ano; os factos dados como provados nos pontos 23 e 24 são meramente conclusivos, não tendo ficado suficientemente provada a ocorrência dos danos; não se verificam, em todo o caso, todos os pressupostos da responsabilidade extra contratual por facto ilícito, ao contrário do decidido; tal como foi referido pelos peritos sem o relatório de patologias prévio do imóvel, não é possível estabelecer um qualquer nexo de causalidade entre a fissuração existente e a realização das obras; por não haver essa prova, e face á idade do imóvel, a imputação do nexo causal na medida de 50% dos danos que o imóvel apresenta é desproporcional.