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E, presente este quadro normativo, atentemos também na jurisprudência do TJUE, pois que o mesmo se pronunciou, no âmbito do «reenvio» suscitado no dito processo n2455/09BEPRT ponto 1 supra, e firmou jurisprudência sobre este quadro normativo - AC de 112012 -, donde se extrai a enunciação do seguinte entendimento interpretativo: «as disposições do direito primário da União relativas à coesão económica, social e territorial e o Regulamento n1083/2006 do Conselho  que estabelece disposições gerais sobre o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, o Fundo Social Europeu e o Fundo de Coesão  devem ser interpretados no sentido de que não se opõem a que um investimento co-financiado pela União Europeia seja implementado a partir de uma localidade situada fora das regiões elegíveis e por um operador instalado nessa localidade, na condição de esse investimento se destinar, de forma específica e identificável, às regiões elegíveis».