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Tal frase deve, porém, ser interpretada nos seus precisos termos: as informações não respeitam a assuntos internos das outras sociedades, mas apenas às relações entre a sociedade cuja assembleia está reunida, e outras sociedades, é só sociedades coligadas com aquela, segundo a respectiva definição legal" Raúl Ventura, Novos Estudos Sobre Sociedades Anónimas e Sociedades Em Nome Colectivo, Almedina, 1994, p. ou "De acordo com a letra da última parte do n. 1 do artigo 29 do CSC, a informação adicional acerca das sociedades coligadas com aquela em que se está a exercer o direito à informação só pode corresponder às relações entre tais sociedades e já não sobre assuntos internos das sociedades coligadas ...) Independentemente de constituir ou não um défice legal, o certo é que consideramos que, atento o teor do n.3 do artigo 29do CSC, mostra-se difícil entender que os accionistas possam requerer mais do que informações sobre as relações entre as sociedades coligadas, não se vislumbrando razões para uma interpretação extensiva do preceito porque tal interpretação não se coaduna com a ratio legis.’’.