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Frise-se, aliás, que aquele primeiro processo, que correu termos sob o n 2962/19BEPRT, findou com uma decisão de absolvição do Réu Ministério da Economia da instância, por ilegitimidade passiva, porquanto para as acções de responsabilidade aquiliana era parte legítima o Estado Português, que não o referido Ministério, à luz do disposto nos artigos 10, n 2, e 11, n 2, ambos do CPTA na redacção em vigor à.  Ora, como supra se viu, o acto interruptivo da prescrição é de natureza pessoal, só afectando a pessoa a quem se reporta por virtude da citação para a acção que lhe foi dirigida artigo 323, n 1 e n 4, do Código.