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Alegou, para tanto, em síntese: em 002011, por contrato escrito denominado de prestação de serviços, mas que configura um contrato de trabalho foi admitido pela 1 R para, no âmbito da organização desta e sob a sua autoridade e direcção, exercer as funções de técnico de informático, em Angola, mediante retribuição base de 971,66€ 170,00€ pagos em Portugal e o resto, em dólares a depositar na conta bancária domiciliada em; essa R, desde o início de 2012, começou a pagar a retribuição com significativos atrasos e, a partir de Março de 2012, deixou de pagar atempadamente a parte da retribuição que era paga em Portugal; por isso, em 202102, rescindiu o contrato celebrado em 202012, com justa causa; tem direito a indemnização correspondente ao mínimo legal fixado, a retribuição do mês de Maio de 2012 e dos 21 dias de trabalho que prestou em Junho de 2012, subsídio de férias vencido em 002012 e os proporcionais de férias, subsídio de férias e de Natal pelo trabalho prestado em 2012, a que acrescem os juros desde a data em que cada uma destas prestações deveria ter sido paga, assim como indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais por força da sua não inscrição na Segurança Social; e, a 2 R é igualmente responsável pelo pagamento daquelas quantias, já que a 1 R é uma extensão da 2, operando esta no mercado nacional e aquela no mercado internacional, tendo a mesma estrutura organizativa, partilhando a mesma sede e sítio na internet, sendo os actuais únicos sócios e gerentes da 2 R sócios maioritários e gerentes da 1 R, sendo sociedades numa relação grupo.