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- 9- Ao alegar que procedeu à interpelação admonitória do Réu para a celebração da escritura, o Autor pretende agora aludir ao contrato tal como foi redigido em 2012, apesar de os seus pedidos principal e subsidiário) não incidirem sobre este contrato, mas sobre a versão que emergiu do alegado acordo de 201 10- Mesmo que fosse esse o pedido do Autor, é seguro que dele não conheceu a 1 instância, que julgou a acção procedente apenas por ter entendido que os RR se recusaram à celebração da escritura correspondente ao alegado acordo de 201 11- O Autor não suscitou esta questão na sua alegação para o Tribunal da Relação, tal como lhe permite o artigo 636 CPCivil, prevenindo a hipótese de o Tribunal da Relação vir a julgar procedentes os fundamentos do recurso do Réu tal como – pelo que não pode agora o Supremo conhecer dela.