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Assim sendo, e tal como ajuizou o acórdão recorrido, temos de concluir que o conteúdo do documento n. 8 não demonstra, em si mesmo, nem que a intenção da R. de demolição da moradia remonta a 2014 nem que esse conteúdo é incompatível com os factos provados 23 a 27 e 30 a 3   Conclui-se, deste modo, pela improcedência da pretensão dos Recorrentes de alteração destes pontos da decisão de facto em função da força probatória plena do documento n.      Além do mais, extrai-se também do conteúdo do documento em causa que – naquilo que importa para efeitos de um processo de certificação do respeito pelo regime jurídico da REN – não é o acto de demolição da moradia da R. que releva, mas sim o acto de construção em eventual desconformidade com o projecto autorizado.