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pela prática de uma contra-ordenação, a título doloso, consubstanciada na infracção às regras sobre o uso de denominações constante do artigo 1, punível, nos termos da alínea do artigo 21 do RGICSF, no que respeita concretamente ao anúncio publicado em  de Maio de 2014, no Jornal "Correio da Manhã”, na coima no valor que fixo em € 1000,00 dez; 4) Condenar o Recorrente JF pela prática de uma contra-ordenação, a título doloso, consubstanciada no exercício de actividade não autorizada, prevista e punida, à data, nos termos da alínea do artigo 21 do RGICSF – actual alínea do n. 1 do artigo 21 do RGICSF –, na coima no valor que fixo em € 17000,00 3120 cento e setenta e cinco; 5) Condenar o Recorrente JF na sanção acessória de publicação da decisão condenatória transitada em julgado, no prazo de 10 dias, após esse respectivo trânsito em julgado, prevista nos termos da alínea do n. 1 do artigo 21 do 3124 RGICSF, na redacção em vigor à data da prática dos factos correspondente à actual alínea do n. 1 do artigo 21 do; 6) Condenar o Recorrente VF pela prática de uma contra-ordenação, a título doloso, consubstanciada no exercício de actividade não autorizada, prevista e punida, à data, nos termos da alínea do artigo 21 do RGICSF – actual alínea do n. 1 do artigo 21 do RGICSF –, na coima no valor que fixo em € 17000,00 3130 cento e setenta e cinco; 7) Condenar o Recorrente VF na sanção acessória de publicação da decisão condenatória transitada em julgado, no prazo de 10 dias, após esse respectivo trânsito em julgado, prevista nos termos da alínea do n. 1 do artigo 21 do RGICSF, na redacção em vigor à data da prática dos factos correspondente à actual alínea do n. 1 do artigo 21 do; É dessa sentença que vem o presente recurso interposto por VMJM, CONSULTORIA FINANCEIRA E INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS, DA, JF e VF, que alegaram e apresentaram as seguintes conclusões:  A sentença recorrida padece de erro notório na aplicação da prova, fazendo decorrer esse vício da incorrecta valoração dos meios de prova produzidos e examinados em audiência, que conduziu a uma deficiente fixação da matéria de facto;  Não foram devidamente valorados os documentos juntos aos autos – nomeadamente escrituras públicas de compra e venda celebrados entre os arguidos VF e JF e os vendedores; os contratos promessa de compra e venda celebrados entre os mencionados arguidos e os promitentes compradores; os contratos de arrendamento celebrados pelos arguidos, na qualidade de senhorios, e os arrendatários, e bem assim os recibos de renda emitidos pelos arguidos e entregues aos arrendatários;  A Meritíssima Juiz A Quo apenas valorou, para efeitos de prova, as declarações prestadas em sede de processo administrativo pelas testemunhas, no caso, os vendedores, promitentes compradores e arrendatários.