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Pelos fundamentos expostos, haverá que concluir, como se conclui, que: - estando em causa a pretensão de reconhecimento de direitos formulada contra uma massa insolvente, impõe o artigo 9 do CIRE que a mesma seja formulada e apreciada nos autos de Insolvência;  - o presente Tribunal não pode, por essa razão, em acção autónoma dos Autos de Insolvência, decidir sobre os pedidos formulados contra dois patrimónios autónomos, em processos de execução universal, uma vez que aqueles absorvem a competência para a apreciação das questões que interessam às insolvências, como sejam a manutenção, cumprimento ou reconhecimento de incumprimento de contratos e direitos de crédito;  - tendo sido deduzida acção contra massas insolventes, impõe-se que a impossibilidade originária verificada constitui uma excepção dilatória inominada, que determina a absolvição da instância e a consequente extinção dos autos cfr.