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permite rectificar, pelo que o Tribunal deveria tê-lo considerado rectificado e a situação/irregularidade sanada conclusão 4), sendo que nunca poderia falar-se de um termo de autenticação inválido ou ineficaz, por a sua realização se ter conformado com os requisitos legais previstos no CNot.. Ora, cabe dizer que a Recorrente, em vez de onerar o Tribunal a quo com uma actividade que lhe não compete – a de dever considerar rectificado o ocorrido vício registal, quanto a um registo que não está na sua disponibilidade e que subsiste efectuado, exactamente nos termos em que realizado com tal vício) –, deveria ter promovido, oportunamente, por si própria, a correcção do vício indiscutivelmente ocorrido.