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P. A Requerente ................ na Reclamação Graciosa apresentada pede, a final, o seguinte: Nestes termos, deve a presente Reclamação Graciosa proceder por provada e, em consequência, serem anuladas parcialmente as autoliquidações de IVA referentes aos meses de Junho a Dezembro de 2017, nos montantes, respetivamente, de € 1608,42, € 309,77, € 324,15, € 96,53, € 1117,17, € 1833,60 e € 905,35, tudo num total de € 6194,99, atenta a manifesta ilegalidade das liquidações nestas partes por violação do direito comunitário, com todas as consequências legais, designadamente o reembolso destes montantes à Reclamante, acrescido de juros indemnizatórios à taxa legal contados desde as datas dos pagamentos em excesso, até indemnizatórios que sobe respetivamente para € 1338,28, € 1912,94, € 1179,73, € -541,50, € 2407,50, € 2048,47 e € 1459,69, num total de € 11805,09, por ilegalidade decorrente da violação da Constituição pelas alíneas,, e do n. 1 do Artigo 2 do CIVA, na medida em que contem exclusão automática da dedução do IVA, sem concessão de faculdade de elisão da presunção implícita, ou ficção, de consumos desafetos da atividade sujeita a IVA, ou com direito à dedução do IVA, da empresa, com respeito às despesas e encargos com viaturas, deslocações e estadias, e de representação conforme documentos juntos com o Pedido de Pronúncia Arbitral e Processo.