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Em súmula, invocou a ilegitimidade da Autora e impugnou a simulação do contrato de compra e venda celebrado com a 2 Ré, negando, por remissão para o artigo 64 da petição inicial que "O que o 1 Réu e a 2 Ré pretenderam foi obstar a que o prédio referido em  ingressasse no património da Autora” e requereu a condenação da A. como litigante de má fé em multa e indemnização a seu favor não inferior a €000,0  Na sentença que veio a ser proferida decidiu-se julgar a ação improcedente e condenar a Autora como litigante de má-fé na multa de cem euros e o 1 Réu como litigante de má-fé na multa de cinquenta euros.