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Resultando, ainda, o valor em causa, da avaliação constante da sociedade U..., S. A.  Desta feita, tendo em conta que o valor do automóvel é coincidente com os valores apresentados pelo Autor e o mesmo foi, ainda, corroborado pela testemunha que havia, em data próxima do acidente, realizado uma pesquisa do valor do automóvel, no âmbito da sua actividade de bancário com vista à, eventual, realização de um contrato de aquisição de uma nova viatura em substituição daquela, demos como provado o facto 2  A Recorrente pretende que, sendo reforçada a valoração do relatório junto pela U..., S. A., seja dado como provado que o valor comercial do veículo do Autor situava-se, à data do acidente, no montante de € 500,0 Efectivamente do relatório junto aos autos em 112019 na sequência da notificação do tribunal para o efeito consta que o valor de mercado do veículo do Autora à data do acidente era de € 500,00, valor não coincidente com o adiantado pela testemunha , bancário, amigo do Autor, que disse que o carro valeria cerca de € 000,0 Ponderados estes dois elementos de prova é indubitável que o constante do relatório, atento o conhecimento especializado que a sua autora terá, é aquele que deve ser considerado, alterando-se, em consequência o facto provado 23 que passa a ter a seguinte redacção: 23 - O valor comercial do veículo do Autor situava-se, à data do acidente, no montante de € 500,0  Quanto aos factos não provados e constantes das alíneas, e pretende a Recorrente que os mesmos sejam julgados provados.