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Porto, 212013”; 21 - Os Autores, desde a extinção do mandato do Réu expressaram, no processo n8187/00TBVNG, através do mandatário substabelecido, a sua concordância com os termos da ação e do pedido, cuja procedência integral pretendiam no recurso que interpuseram da sentença; 22 – O Réu foi citado para a presente ação no dia 28 de Maio de 2016; 23 - O Réu, na petição inicial por si redigida na ação referida em , quanto aos factos integradores da causa de pedir, disse em síntese o seguinte: Os ali Autores eram proprietários quer com base em aquisição derivada translativa e na presunção derivada do registo, quer com base em aquisição originária, por usucapião) do imóvel que se encontra identificado no artigo 8 desse articulado; A Ré, na construção do edifício que implantou em prédio contiguo àquele e que adquirira aos mesmos Autores, apropriou-se de tal prédio dos Autores, destruindo a construção que nele existia, cujos materiais de construção fez seus, "absorvida” que foi tal construção pela nova construção por aquela efetuada; A ali Ré sabia que tal imóvel era dos ali Autores, pelo que agira de má fé; A destruição da construção e a sua "absorção” pela nova construção tornava impossível a restituição do prédio aos ditos Autores; 24 - Configurando a causa de pedir, no que aos fundamentos de direito se refere, no artigo 1341 do Código Civil; 25 - No recurso, os Autores não suscitaram a modificação da decisão recorrida quanto à improcedência do pedido de reconhecimento do seu direito de propriedade sobre o imóvel; 26 - Foram os Autores que tomaram a iniciativa de procurar e contactar outro advogado; 27 - Foram eles que, após tal contacto, por telefone disseram ao Réu que pretendiam que este substabelecesse sem reserva em novo mandatário, que então lhe indicaram; 28 - Foi com este novo mandatário que a partir dessa data trataram todo e qualquer assunto relativo ao processo referido em , sabendo que a essa data não se havia ainda realizado o julgamento em primeira instância; 29 - O mandatário substabelecido sem reserva pelo Réu em 14 de Junho de 2011 é o mandatário que agora patrocina os A.A. na presente ação; 30 - A sentença da primeira instância, que a esse mandatário foi notificada, foi proferida em Dezembro de 2012; 31 - O Acórdão do Tribunal da Relação do Porto que se pronunciou sobre o recurso de apelação que de tal sentença foi interposto foi proferido em Outubro de 2013; 32 - O mandatário substabelecido defendeu no recurso que se o Tribunal "a quo” deu como assente e provado a impossibilidade de restituição do imóvel aos AA., e bem assim a má fé da recorrida, " era indiscutível para o comum dos mortais que a sentença "a quo” teria necessariamente que desaguar na procedência do pedido dos recorrentes, condenando-se a recorrida no pagamento de indemnização de acordo com as regras do enriquecimento sem causa, clamado sob a alínea do pedido constante da P.”; 33 - Encontra-se em vigor uma apólice de seguro, a qual tem por objetivo garantir aos segurados, mediante pagamento do prémio e sujeito aos termos e condições da apólice, "a cobertura da sua responsabilidade económica emergente de qualquer reclamação de Responsabilidade Civil de acordo com a legislação vigente, que seja formulada contra o segurado, durante o período de seguro, pelos prejuízos patrimoniais e/ou não patrimoniais, causados a terceiros, por dolo, erro, omissão ou negligência, cometido pelo segurado ou por pessoal pelo qual ele deva legalmente responder no desempenho da atividade profissional ou no exercício de funções nos Órgãos da Ordem dos Advogados”; 34 – Tal apólice respeita ao contrato de seguro de responsabilidade profissional celebrado entre a "E, S.A.”, e a Ordem dos Advogados de Portugal titulado pela apólice de seguro n.