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Importa ainda considerar o artigo 75, n.1, do CPC que prevê, "se não forem encontrados bens penhoráveis no prazo de três meses a contar da notificação prevista no n. 1 do artigo 74, o agente de execução notifica o exequente para especificar quais os bens que pretende ver penhorados na execução; simultaneamente, é notificado o executado para indicar bens à penhora, com a cominação de que a omissão ou falsa declaração importa a sua sujeição a sanção pecuniária compulsória, no montante de 5 % da dívida ao mês, com o limite mínimo global de 10 UC, se ocorrer ulterior renovação da instância executiva e aí se apurar a existência de bens penhoráveis”; e, tal como esclarece o n. 2 do mesmo preceito, "se nem o exequente nem o executado indicarem bens penhoráveis no prazo de 10 dias, extingue-se sem mais a execução”.