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Revertendo ao caso em apreço, e apesar das considerações constantes da motivação do recurso interposto pela arguida , o tribunal a quo não ficou com qualquer dúvida quanto à prática dos factos que foram dados como provados no acórdão revidendo relativamente a tal arguida, bem como também este tribunal de recurso, perante a prova produzida, com nenhuma dúvida fica relativamente à prática dos factos em causa por parte da referida arguida conforme acima exposto - quando se analisou a validade, o valor probatório e a fidedignidade do "reconhecimento” efetuado na fase de inquérito, em conjugação com o depoimento da ofendida prestado na audiência de discussão e julgamento, e sempre em obediência, na apreciação de tais provas, às regras da experiência e à livre convicção do julgador, conforme estatuído no artigo 127 do P. Penal -).