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Guimarães, 20 de Maio de 2021 Assinado electronicamente por: Fernanda Proença Fernandes Alexandra Viana Lopes com declaração de Anizabel Sousa Pereira O presente acórdão não segue na sua redacção as regras do novo acordo ortográfico, com excepção das "citações” efectuadas que o Declaração de voto:  Considero que, na aplicação do regime vigente do art.1781/) do Civil que prevê que «São fundamento do divórcio sem consentimento de um dos cônjuges:Quaisquer outros factos que, independentemente da culpa dos cônjuges mostrem a ruptura definitiva do casamento»): não é suficiente a vontade unilateral do autor não manter o vínculo do casamento para que se julgue preenchida a factispecie da norma vontade que sempre se  presumiria judicialmente da instauração da ação de divórcio- arts.349 e 351 do, ainda que a mesma, conjugada com os demais factos, seja relevante para aferir a possibilidade de "comunhão conjugal”; é necessário que o autor alegue e prove os factos constitutivos do direito de que se arroga, que possam revelar a rutura definitiva do casamento arts.5/1 do P. Civil, 342/1 e 1781/) do, nomeadamente por frustração objetiva da teleologia do contrato de casamento art.1577 do e/ou do conteúdo dos direitos e deveres dos cônjuges arts.1671 a 1676 do.