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Por seu turno, pode ler-se no artigo 7 do mesmo diploma legal, sob a epígrafe "Princípios gerais”, o seguinte:  «No exercício da sua actividade profissional, devem ser respeitados pelo psicólogo os seguintes  princípios gerais:  a)	Actuar com independência e isenção profissional;  b)	Prestigiar e dignificar a profissão;  )	Colocar a sua capacidade ao serviço do interesse público;  )	Empenhar-se no estabelecimento de uma dinâmica de cooperação social com o objectivo de  melhorar o bem-estar individual e colectivo;  e)	Defender e fazer defender o sigilo profissional;  f)	Exigir aos seus membros e colaboradores o respeito pela confidencialidade;  g)	Utilizar os instrumentos científicos adequados ao rigor exigido na prática da sua profissão;  h)	Conhecer e agir com respeito pelos preceitos legais e regulamentares;  )	Respeitar as normas de incompatibilidade que decorram da lei.»  Feito este recorte jurídico, importa, agora, sublinhar que em processo disciplinar, tal como sucede no processo penal, a punição tem que assentar em factos que permitam um juízo de certeza sobre a prática da infração pelo arguido, vigorando em caso contrário o princípio da presunção da inocência do arguido e do princípio "in dubio pro reo”.