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Nelas estão incluídas, assim e desde logo, as áreas urbanizáveis, ou seja, aquelas que estão destinadas à expansão urbana, em que seja admitida excepcional e a edificação, nas quais a urbanização tem que ser precedida de programação artigo 2, n. 1, alínea, do Decreto Regulamentar n. 11/2009, de 29 de Maio - que antes constituíam a categoria de solos prevista na alínea do n. 1 do artigo 2 do Decreto-Lei n. 69/90, de 2 de Março "espaços urbanizáveis, assim denominados por poderem vir a adquirir as características dos espaços urbanos e geralmente designados por áreas de expansão” e que na anterior Lei de Bases da Política de Ordenamento do Território e de Urbanismo Lei n. 48/98, de 11 de e na versão anterior do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Decreto-Lei n. 380/99, de 22 de Setembro, que denominaremos RGIT, vigente à data em que o Decreto-Lei n. 521/99 foi publicado, tinham a designação de solo de urbanização programada mantendo-se, porém, a referência a solo urbanizável no Decreto Regulamentar n. 11/99): e concretamente, entre elas, aquelas que correspondem ao solo urbano com a programação já aprovada, na qual são indicados os deveres que, se forem cumpridos, permitem a construção solo de urbanização programada propriamente dito - alínea do n. 2 do artigo 7 - que se distingue do solo em que tal programação ainda não aconteceu solo cuja urbanização é possível programar - alínea do n. 4 do artigo 7.