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Ora, só na posse de todos os mencionados elementos poderá ser avaliada a incapacidade temporária para o trabalho do A. no período de 002018 a 10201 E, assim sendo, impõe-se anular a sentença recorrida com vista ao esclarecimento, e devida fundamentação, pela junta médica e sentença quanto à razão da atribuição, ao A., da ITP de 40% ou outra eventualmente superior, designadamente se decorrente da avaliação da incapacidade temporária face à lesão determinante da data da alta clínica apenas aos 102020), esclarecendo quais as lesões determinantes dessa ITP e fundamentando o coeficiente de desvalorização arbitrado.Decisão  Em face do exposto acorda-se em julgar procedente o recurso, em consequência do que se decide: A. Julgar procedente a nulidade de sentença por omissão de pronúncia no que toca à questão da incapacidade do Autor no período de 102018 a 102020 esta a data da alta clínica e, em consequência, anular a sentença recorrida, determinando-se à 1 instância que solicite às juntas médicas pertinentes, nomeadamente juntas médicas de cirurgia geral e junta médica "final” sem prejuízo de outras que a 1 instância tenha por pertinentes e/ou que se possam mostrar pertinentes, dos esclarecimentos, devidamente fundamentados e em conformidade com o exposto no ponto  do presente acórdão, designadamente com vista ao apuramento da situação clínica do A/Recorrente e respectiva incapacidade temporária para o trabalho no período de 102018 a 10202 B. Anular a sentença recorrida no que toca ao período de 002018 a 102018 com vista ao esclarecimento da razão da atribuição da ITP de 40% sem prejuízo de outra superior que se possa mostrar devida designadamente em resultado do referido em A., esclarecendo designadamente as lesões determinantes dessa incapacidade e fundamentando o coeficiente de desvalorização arbitrado.