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48) 	Pelo que, no caso sub judice, não foi abalada a presunção de verdade de que goza a contabilidade da impugnante, aqui recorrente, nos termos do artigo 75 da Lei Geral Tributária, nem tão pouco a Autoridade Tributária e Aduaneira rejeitou a contabilidade da impugnante, aqui recorrente, pelo contrário, aceitou como corretos, não só o volume de negócios declarado no valor de 70952,73 €, mas também; o Custo das Mercadorias Vendidas e Matérias Consumidas no valor de 39934,17 €, conforme consta da página 6 do Relatório Final da Inspeção Tributária, onde se incluem as faturas desconsideradas pelos emitentes com a base tributável de 30985,50 € e IVA no valor de 7296,67 €.