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Factualidade estritamente respeitante à contestação do arguido AA – factos provados em 255-256 e contraponto estabilizado como não provado de a: segmentação fáctica dissecada por prevalência do resultante como provado da articulação constante da acusação/pronúncia, com afinco referencial nas declarações prestadas pelo arguido AA em sedes processuais anteriores à de audiência de julgamento, da qual reserva ao silêncio nenhuma natural virtude de imediação decorreu, sendo que, na guarida do que resulta como concebendo-se a personificação do impulso noticioso do crime, aferido, quer no teor documental que inicia os autos, quer, particularmente, nos depoimentos de CAO, inspectora da polícia judiciária, que primeiramente lhe tomou-lhe declarações, atestando se ter deparado com pessoa transtornada, querendo relatar factos mas, a nível inicial, confuso, querendo fazer fé que se sentia ameaçado e perseguido, não falando logo de ser interveniente, o que apenas formulou, já posteriormente, quer da também Senhora Inspectora SCS, de que, a dado passo, se colheu expressamente que a informação prestada pelo arguido AA foi fundamental, ainda que não se recordando se chegou a ir à Quinta com ele mas que o mesmo "estava apavorado e queria pôr fim àquilo tudo”; quer do chegado a caracterizar de modo algo incipiente pelo co-arguido como a concepção do arguido AA como personalidade manipulada e com medo porque supunha que se tratava de organização internacional; quer mesmo nas perspectivas abonatórias atestadas por JRG e ACL, nada permite alcançar o que, enquanto tal, vai vincado como não provado.