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60, n. 3, poderemos retirar que:  - a decisão sobre a veracidade dos factos não se poderá basear em critérios irracionais, isto é, em intuições, palpites ou crenças;  - o julgador terá que decidir tendo em conta a prova produzida no processo, não pode ir buscar outras provas;  - nem pode decidir contra prova;  - os raciocínios ou inferências assentes, pela relação dos meios de prova entre si análise) e pela relação destes com os factos especificação), deverão ser articulados de forma lógica e coerente;  - os raciocínios devem apelar a um consenso, isto é, apelar a máximas comummente aceites, por forma a que possam ser considerados verdadeiros fundamentos;  - o julgador deverá fazer uma valoração conjunta ou ponderação dos diferentes meios de prova, confrontando-os, por forma a que, ainda que de sentido contrário, daí resulte uma decisão linear e unívoca.