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Juiz a quo procede à completa enunciação dos fundamentos que determinaram a formação da convicção daquele Tribunal para dar como provada a globalidade da matéria de facto assente, sendo que na parte atinente à valoração das declarações prestadas pela criança, o Tribunal a quo consignou expressamente o seguinte: «)  No que concerne à criança , defluiu linearmente das suas declarações que:  ) tem uma relação de afetividade com a mãe e gosta de estar na casa da mesma, assinalando-se, porém que, quando foi interpelada para justificar a vontade de continuar a viver em Vila Pouca de Aguiar, remeteu para os gatos, amigos, e., não indicou a progenitora como fator nuclear da vinculação à sua atual residência; ) tem uma relação de afetividade com a irmã A. , que a ajuda, designadamente, com os trabalhos de casa escolares; ) gosta de estar na casa do pai e de conviver com os avôs paternos; ) tem uma relação de proximidade e afetividade com o pai, o que foi confirmado nos plúrimos relatórios sociais vertidos no vertente apenso e no apenso; ) tem uma relação de afetividade com os avós paternos; ) admitiu que a mãe não a apoia com referência aos trabalhos de casa escolares e não lhe faz perguntas relativamente ao dia-a-dia escolar da mesma, o que se prefigura especialmente sugestiva da conduta da progenitora; ) reconheceu que o progenitor mostra-se interessado no dia-a-dia escolar da mesma, em convergência substantiva com o consignado nos relatórios sociais».