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do STJ de: 27/4/2004, p. 04A1060-Nuno Cameira; 20/5/2004, p.04B281-Noronha do Nascimento; 1/1/2007, p. 05S4319 - Sousa Grandão; 12/7/2011, p. 129/04TBPST.S1-Moreira Camilo; 23/11/2011, p. 644/02TBVFR.PS1-Pereira da Silva; de 26/4/2012, p. 289/17TBPTB.GS1- Prazeres Beleza; 10/10/2012, p. 1999/17TBGMR.GS1-Abrantes Geraldes; 6/12/2012, p. 469/18TJPRT.PS1-João Bernardo , ainda, o de 29/5/2014, p. 1722/19TBBCL.GS1, relatado pelo mesmo; 21/3/2013, p. 3210/06TCLRS.LS1-Álvaro Rodrigues; 17/6/2014, p. 233/200CS1 - Clara Sottomayor; 14/05/2014, p. 120/11TTGRD-A.CS1 - Mário Morgado «Este Supremo Tribunal tem entendido que são abrangidas pelo caso julgado os fundamentos lógico-jurídicos que constituam antecedente lógico indispensável da parte dispositiva da decisão», de 12/9/2013, p. 239/03TBVRS.ES1 - Fernando Bento «Trata-se, portanto, de evitar que duas relações jurídicas, conexas entre si, sejam decididas de modo contraditório, seja quando uma delas integre os pressupostos fácticos da outra, seja quando para decidir sobre a segunda se tenha que decidir de sobre a primeira, não obstante esta já haver sido decidida em processo anterior Se as questões que integram o objecto da segunda acção já tiverem sido decididas na primeira acção entre as mesmas partes, há uma coincidência total ou entre o objecto de ambas as acções; logo, o objecto da nova acção já está, total ou parcialmente, definido por essa sentença, devendo, neste caso, o juiz acatar o já decidido».