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Acordam, na  Secção Cível do Tribunal da Relação de Lisboa, os Juízes Desembargadores abaixo identificados  - RELATÓRIO  MA e  interpuseram o presente recurso de apelação da sentença que julgou improcedentes os embargos de executado que, com os co-executados SM e , deduziram como oposição à execução que contra eles foi intentada pelo BANCO BILBAO VISCAYA ARGENTARIA, S.A.  No requerimento executivo, apresentado em 26-04-2014, a Exequente alegou, em síntese que: celebrou com uma sociedade entretanto declarada insolvente a Tecnoforma – Formação e Consultoria, S.A.) um contrato de mútuo, bem como dois ulteriores aditamentos a esse contrato, tendo sido subscrita pelos Executados, na qualidade de avalistas, uma livrança, para garantia do pagamento da quantia mutuada; a mutuária deixou de pagar as prestações devidas, pelo que a Exequente preencheu a livrança pelo valor em dívida de 33099,98 €, sendo 28153,21 € de capital, 1377,38 € de juros de mora, 764,50 € de despesas de contencioso e 737,69 € de impostos.