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Para situações parecidas ou comparáveis com a dos autos ou que, pelo menos, nos permitem estabelecer algum paralelismo, apontam-se os seguintes exemplos de valorização de danos não patrimoniais pelo Supremo Tribunal de Justiça sendo um dos exemplos menos grave que o caso dos autos e os demais mais:  - O acórdão do STJ de 112020, proferido no processo 6295/18T8SNT.LS1, relatado Maria da Graça Trigo, confirmou a indemnização de € 2000,00 fixada na Relação a um sinistrado em acidente de viação que à data do acidente tinha 43 anos, que sofreu fratura da tíbia e do perónio, com dores de grau 5 numa escala de 7, dano estético de 4, 17 meses de incapacidade total e, tendo ficado afectado com um défice funcional permanente da integridade físico-psíquica de 6 pontos.