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Destarte, nestes termos e nos mais de Direito, requer-se a Vossas Excelências, Venerandos Juízes Desembargadores do Tribunal da Relação de Évora, que prolatem desembargo:  Reconhecendo a nulidade do despacho que revogou a suspensão da execução da pena, condenando o Recorrente a cumprir pena de 5 meses de prisão em regime de permanência na habitação, com recurso a fiscalização através de meios técnicos de controlo à distância, anulando-o e ordenando que seja proferida nova decisão que supra a invalidade invocada, o que implica a repetição das diligências realizadas para averiguar da justeza ou não da revogação da suspensão de pena;  Caso assim não se entenda, que o douto acórdão a proferir pelo tribunal superior revogue o despacho aqui posto em crise, determinando a manutenção da suspensão da pena de prisão a que o Recorrente foi condenado.” # O Ministério Público respondeu ao recurso, tendo terminado a resposta com as seguintes conclusões: " A justificação do Recorrente para a prática de um crime na pendência da suspensão da execução da pena de prisão não se nos afigura ser merecedora de credibilidade.