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44/55 dos autos, desatendendo a argumentação dos aqui AA., ali expropriados, de que no valor a arbitrar pela parcela expropriada deveria ser levada em consideração a desvalorização sofrida da parte sobrante do imóvel que não foi expropriada armazéns existentes mercê dos piores acessos com que iriam passar a ficar, extrai-se no que aqui releva que «permanece uma área de terreno de 235 m2 que, apesar de expropriada, continua a servir de estacionamento e o acesso à superfície comercial fica com acesso pelo lado poente e paralelamente ao itinerário do , por uma nova "via coletora” que permite manter o acesso e entrada de veículos» e de que não se demonstrou «que haja uma perda de rendimento do armazém, presente e futuro, com substancial diminuição de área de estacionamento e piores acessos», para concluir que «não têm  razão os expropriados, devendo ser mantida a indemnização arbitrada».