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Mantendo-se, ao que parece, sem prejuízo de decisão do incidente de incumprimento, o actual incumprimento, continuando a mãe a não indicar adulto de referência para estar nos convívios uma vez que está assente que não houve acordo entre os e continuando a mãe a não indicar tal adulto de referência no prazo de 20 dias a contar da notificação deste despacho e, tendo em conta que não foi até ao momento, do que se conhece dos autos,aplicada medida de coacção ao pai, e tendo em conta que todos os elementos recolhidos entretanto apontam para uma relação de completa normalidade na dinâmica pai/filhos, e tendo em conta os graves prejuízos para a vinculação pai/filhos de um regime restritivo de convívios como o actual, decorridos os referidos 20 dias, acima indicados sem prejuízo de eventualmente já se ter verificado o incumprimento do regime provisório por parte da mãe), deixa de ser necessário, nos convívios com o pai que as visitas ao pai decorram na presença de adulto de referência, ficando a mãe, que entretanto deslocalizou os menores para local mais distante, encarregada de levar os menores para junto do pai, devendo o pai entregar os menores às 21:00 em local a indicar pela mãe a menos de 10 Km da área de residência em que os menores viviam antes da mãe os decidir deslocalizar.