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O agente de execução, era então, e continua a ser, uma "entidade privada, que passou a atuar por conta e em nome do Estado, isto é, em representação deste, exercendo o ius imperi próprio do Estado,  cuja missão era e é) substituir o juiz da execução nos atos executivos e não executivos e nas decisões a serem proferidas na ação executiva, que não sejam materialmente jurisdicionais, pretendendo-se, mediante este novo modelo que doravante o tribunal só tivesse de intervir em caso de litígio, exercendo então uma função tutela, enquanto o poder geral de direção do processo executivo que lhe competiria passaria para um privado, sem prejuízo dos atos e das decisões materialmente jurisdicionais continuarem a ser da competência do juiz da execução, conforme é imposto pelo art.