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do STJ de9-2-2012,11 "Ainda que existam relações jurídicas conexas, ou suscetíveis de ser condicionadas por aquela que constitui causa de pedir, o réu não pode «aproveitar» o pedido do autor para resolver o litígio global, ampliando deste modo o âmbito dos autos e violando, deste modo, o princípio de estabilidade da instância.” A alegação da R. de que a já não existe, pelo que não pode ter a posição de credora, como não existe a , que era a única sócia da , pelo que a esta também nada pode ser devido, sendo por dissolução desta a B., que é a sociedade mãe do grupo, a titular das obrigações da e das posições activas e que sempre "a B. teria legitimidade para o pedido reconvencional, por ter sido directamente lesada sendo detentora a 100% das empresas subsidiárias, um rombo de 500 euros nas contas destas significa que a participação social detida pela sociedade mãe se desvalorizou nesse exacto montante.