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F. Estando a letra prescrita não pode o exequente invocar contra o aceitante uma relação cartular que desapareceu em virtude dessa prescrição, G. Já que nunca existiu entre eles qualquer relação subjacente, H. E, tanto assim é, que o recorrido, no seu requerimento executivo não a alega, limitando-se a alegá-la relativamente ao sacador, de onde resulta que no ponto 6 da fundamentação de facto, apenas essa se considera provada;  Portanto, o contrato de desconto bancário alegado como relação subjacente à emissão do título, no qual o aceitante não teve intervenção e ao qual não se vinculou, não pode ser qualificado como tal relativamente a este, J. Uma vez que tal operação de desconto apenas envolve uma cedência de crédito cambiário que se encontra extinto; K. Sem prescindir sempre se dirá que a letra dada à execução não pode ser utilizada como título quirógrafo contra o aceitante, uma vez que o exequente não alegou qualquer acordo no sentido de o mesmo ter assumido o pagamento da dívida fora da relação cambiária,  Sendo certo que o ónus de tal alegação lhe incumbia já que os factos constitutivos da relação subjacente não constam do documento dado à execução.