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Por isso, é que, por exemplo, já foi considerado que "incumbência que o art 411, do CPC, comete ao juiz de realizar, mesmo oficiosamente, todas as diligências necessárias ao apuramento da verdade e à justa composição do litígio, não constitui um dever que se sobreponha ou substitua ao ónus de prova a cargo das partes nem destinado a colmatar o fracasso destas”1  E, que,  "a necessidade de promoção de diligências probatórias pelo juiz não for patentemente justificada pelos elementos constantes dos autos, a promoção de qualquer outro diligência resultará, apenas, da vontade da parte nesse sentido, a qual, não se tendo traduzido pela forma e no momento processualmente adequados, não deverá agora ser substituída pela vontade do juiz, como se de um seu sucedâneo se tratasse”1 Significa isto, que esse poder-dever não deve ser exercida apenas porque foi sugerido ou requerido, por uma ou por ambas as partes, mas porque tem fundamento autónomo, em função dos elementos probatórios em que se apoia e dos fins que visa alcançar, pois, como é evidente o mesmo não serve para nem pode ser usado como alternativa à omissão da normal diligência processual de ambas as partes.