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Concluiu ainda que não existe qualquer vício que afecte o aval prestado pela embargante, a qual, ao apor a sua assinatura enquanto avalista da livrança executada, se obrigou a título pessoal, como meio de garantir a concessão do empréstimo solicitado pela sociedade mutuária, no caso de incumprimento desta, tornando-se responsável pelo pagamento do título de crédito nos mesmos termos da sociedade executada.Os embargos de executado foram julgados improcedentes.Inconformada com a sentença, a Embargante interpôs recurso, formulando as seguintes  Conclusões 1–Com todo o devido respeito, que nestes casos nunca é demais, resulta dos factos provados que a recorrente não é gerente da sociedade , Limitada e que foi a recorrente que assinou o contrato e a livrança no local destinado à assinatura do gerente.