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Sustenta, para tanto, brevitatis causae, que: ) ") Existe omissão de pronúncia do aresto recorrido ao não ter determinado se assiste ou não razão à Recorrida relativamente ao direito à contabilização de 3074 dias para efeitos de progressão na carreira, bem como relativamente à justeza da contabilização de tempo de serviço efetuada pelo Recorrente para aquele mesmo efeito, em sede de  execução, de 2709 dias”; )") Mesmo concedendo por mero dever de patrocínio que o aresto recorrido não é nulo por ter deixado de se pronunciar sobre questões que deveria ter apreciado, ainda  assim, padece o mesmo de vício cujo desvalor é o da contradição da decisão com a  factualidade dada como provada no ponto 8 do probatório”  Não obstante as doutas alegações, falece-lhe, porém, razão.