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No fim da petição inicial de embargos, a embargante requereu o depoimento de parte da exequente sobre os factos relativos ao alegado pagamento da quantia exequenda.Após a apresentação da petição inicial, o Sr. Juiz a quo proferiu decisão indeferindo liminarmente os embargos de executado com o fundamento de que "para além de serem manifestamente improcedentes, o fundamento dos mesmos não se ajustar ao disposto no artigo 42 do Código de Processo Civil.”.Do assim decidido, a embargante interpôs recurso de apelação, tendo este Tribunal da Relação decidido julgar o recurso procedente e, em consequência, revogar o despacho de indeferimento liminar dos embargos de executado, determinando que os mesmos sejam recebidos com as legais consequências.Seguidamente, o Tribunal a quo recebeu os embargos e determinou a notificação da exequente nos termos do disposto no artigo 73, n. 2 do Código de Processo Civil, não tendo sido oferecida oposição.Por despacho proferido em 102019 foram considerados confessados os factos articulados pela embargante e facultado o processo às partes para alegarem por escrito, querendo, nos termos do disposto no artigo 56, n. 2 do Código de Processo Civil.Por decisão exarada em 102019 o Senhor Juiz a quo proferiu o seguinte despacho: "Dado o estado dos autos e destinando-se apenas à prolação de despacho saneador, dispensa-se a audiência prévia, nos termos do disposto no art.