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Relativamente às alegadas contradições, descritas em ponto nI, supra, verifica-se inexistir qualquer contradição entre o facto provado n15 e o facto não provado n1, sendo absolutamente distinto o âmbito factual a que se reportam os indicados pontos factuais, e, já relativamente à parte da fundamentação da decisão referenciada pelos apelantes, concretamente, alegando estes que consta no ”– 2 parágrafo página 13 – que na dúvida o douto Tribunal "aquo” optou pela verificação da materialidade descrita nos factos provados nos números 13, 14, 15, 17, 18 e 19 – tudo factos alegados pela autora na sua petição – o que constitui uma manifesta violação precisamente do disposto no artigo 414 do P.e artigos 342 e seguintes do CPC”, também não se mostra correcta a afirmação, resultando, muito claramente, do teor da exposição de fundamentação da matéria de facto, na sua análise global, que, na declaração em referência, o M julgador se reporta já a eventuais "meios de prova que conduzissem a juízo distinto” relativos a impugnação motivada ou de excepção, reportando-se a matéria que aproveitaria aos Réus e a provar pelos mesmos nos termos do art 342-n2 do Civil, não se demonstrando suscitarem-se quaisquer dúvidas na avaliação da prova produzida e na correspondente fixação dos factos que vieram a ser elencados e respectiva fundamentação, salientando-se na sentença recorrida: "a sobranceria do interstício e do logradouro que existia no prédio descrito sob o n. 33 face ao prédio descrito sob o n. ... torna verosímil que existisse a possibilidade de ocorrerem infiltrações no interior do edifício erigido neste último imóvel, em consonância com a percepção permitida pelas fotografias de fls.