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Juíza do processo, Dra., ora intentando que a mesma venha a ser afastada da sua respectiva tramitação e descrevendo os eventos que, a seu ver, têm a virtualidade de a tal conduzir:  "Tudo isto, conjugado com a actuação da magistrada nas situações concretas acima referidas para:  – Acusar de ‘inércia’ o mandatário da Requerente;  – Mandar investigar oficiosamente os membros dos corpos sociais da Requerente, e os associados, para os mandar notificar nos termos supra descritos, e que até mereceu destaque na imprensa; – Notificar apenas 435 dos associados, quando o mandatário, segundo consta do Citius, representa 540 credores; – Recusar dar a fundamentação de tais actos; – Mandar notificar a todos os intervenientes processuais, e publicitar, suspeitas sobre o comportamento profissional do mandatário da Requerente, imiscuindo-se nas relações entre este e os seus mandantes; – Ameaçar um mandatário no exercício das suas funções com perseguições criminais, para as quais não tem competência;  Justifica a ‘suspeição ao juiz quando ocorrer motivo, sério e grave, adequado a gerar desconfiança sobre a sua imparcialidade’, a que se refere o n. 1 do artigo 12 do CPC”.