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3 Em face dos argumentos acima aduzidos, nomeadamente a idade que vence a arguida e a ameaça de cumprimento de uma pena de prisão de 5 anos de prisão suspensa por igual período), em lugar da pena de 5 anos e 6 meses de prisão, as condições de vida da arguida relatadas no relatório social, o facto de não ter averbado no seu registo criminal qualquer condenação, bem assim não ser de prever o cometimento de crimes de igual natureza, o quadro favorável do relatório social, e porque a moldura legal do concurso de crimes o permite, deve ser a arguida condenada em pena de prisão de 5 anos, por proporcional e adequada à gravidade dos factos, suspendendo-se a sua execução por igual período, sujeita a eventual condições que lhe vierem a ser impostas, tudo nos termos dos art.s 4, 7, 7 e 5 do CP.»   O Senhor Procurador Geral Adjunto no Tribunal da Relação de Coimbra respondeu aos recursos interpostos, tendo concluído nos seguintes termos:  - quanto ao recurso interposto pelo arguido AA «1 Apesar de este Tribunal da Relação ter admitido o presente recurso instaurado para o Supremo Tribunal de Justiça na sua amplitude, com o devido respeito pela decisão tomada, entendemos que o mesmo não deve ser admitido nos referidos termos, antes parcialmente rejeitado, por ser irrecorrível o douto acórdão proferido, nos termos do disposto nos artigos 414, n. 2 e 3, 417, 6 al.