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16) Sem prescindir, ainda que por mera hipótese o que só academicamente se, se verificasse a necessidade de interpretação do teor requerimento de abertura de instrução, tal como o Tribunal a quo refere no seu despacho, tal circunstância nunca poderia fundamentar o indeferimento da abertura de instrução requerida pela Recorrente, conforme entendimento do Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, datado de 17/11/2010, em que é Relator José Manuel Araújo Barros, do Acórdão do Tribunal da Relação de Évora, datado de 17/04/2012, em que é Relator Proença da Costa e do Acórdão do Tribunal da Relação de Évora, datado de 06/12/2011, em que é Relator Carlos Berguete Coelho.