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No que respeita ao facto da testemunha afirmar que a execução que lhe foi movida, mais ao seu marido, pelo Banco A, assim como a execução que esta moveu à Autora e ao seu entretanto falecido marido, por via de terem outorgado na qualidade de fiadores dos 1s Réus e destes terem incumprido esses contratos e dos problemas que essas execuções demandaram para aqueles, onde viram penhoradas, inclusivamente, as suas casas de habitação serem factos que foram do conhecimento público no local onde todos a depoente, Autores e Réus) residiam e serem alvo de comentários públicos, esses factos são corroborados e assacados pelos factos relatados pelas testemunhas O., P. F., J. S. e, bem assim por G., irmão e cunhado, respetivamente, da 1 Ré F. e do 1 Réu J. e filho dos 4s Réus, e pela mulher desta testemunha, F. R., que apesar de pretenderem desconhecer se os 1s Réus devem ou não à e/ou à Autora e se estas tiverem ou não "problemas” por via dessas dívida, logo referem que ouviram dizer/falar que os 1s Réus devem efetivamente àquelas, referindo G., inclusivamente, que a casa dos 1s Réus foram à praça, o que é bem elucidativo que esses factos foram efetivamente do conhecimento público, sendo do conhecimento de todos, incluindo dos 4s Réus.