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A pagarem também solidariamente ao Autor as quantias que se vierem a apurar em liquidação de execução de sentença, referidas nos artigos 221  e 235 desta p. ) Serem os Réus, Dr . e Dr. B, condenados a pagar ao Autor respectivamente, as quantias de 4000,00€ e 5000,00€, a título de danos morais e referido no artigo 274 desta p. e) Ser a Ré EP - Estradas de Portugal, S.A condenada a pagar ao Autor a quantia de 5000,00 € referida no artigo 282 desta p. f) Ser a EP - Estradas de Portugal, S.A. condenada a pagar ao Autor a quantia de 2892,36€, relativa a honorários não pagos e referidos no artigo ar desta p. SUBSIDIÁRIAMENTE e na hipótese de se entender que a Ré EP - Estradas de Portugal, S.A., nenhuma culpa tem na rescisão ilícita do contrato de prestação de serviços e da revogação das procurações, devem ser condenados solidariamente, apenas os Réus, Dr  e Dr. B.., por bem saberem que os fundamentos que invocaram para a referida rescisão e revogação dos mandatos, não correspondiam à verdade e que assim não havia, nem houve, motivo para aquela decisão que determinou aquela rescisão e que causou ao Autor os prejuízos das quantias referidas nas alíneas, e deste pedido em que deverão ser condenados e sempre a la Ré pelos pedidos e.”  Para tanto, o Autor alegou, em síntese Como se transcreve do relatório da decisão proferida pelo Tribunal da Comarca e Família e Menores de Almada.)