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No seguimento de invocada negligencia hospitalar terá a Autora, aqui Recorrente, à data com 29 anos de idade, sofrido as seguintes limitações e despesas: ")  apresenta um quadro clínico em sede de locomoção não lhe permitindo fazer movimentos de flexão da perna ) , continuando   em recuperação através de fisioterapia;  ) Teve despesas medicas e medicamentosas, acrescidas de deslocações, internamentos;  ) Desde a data do acidente não pode ir mais trabalhar,  ) sofreu várias intervenções cirúrgicas e tratamentos que lhe provocou e provoca ansiedade, frustração e sofrimento;  ) A A. é uma mulher jovem de 30 anos, que teve de abandonar os seus projetos de vida, nomeadamente o desejo de ser mãe, o que lhe provoca tristeza, frustração e sofrimento;  )  não pode praticar desporto, nem conduzir a não ser veículos adaptados;  ��) sente-se inútil por não poder trabalhar, mostrando-se penoso o regresso à vida ativa dada a falta de locomoção;  ) Perdeu o amor próprio e auto estima;  ) viu a sua vida intima e sexual alterada, repercutindo-se na sua relação com o companheiro, sentindo-se profundamente triste, envergonhada e angustiada;   No Recurso para esta instância do Centro Hospitalar, apresentado em 15 de dezembro de 2020, constam as seguintes Conclusões:  "A – O tribunal está obrigado ao cumprimento do estatuído nos artigo 3, ns 1 e 3 e artigo 4 do Código de Processo Civil respetivamente: B – a petição inicial deve cumprir com o previsto no artigo 552 do Código de Processo Civil - A ação considera-se proposta com a apresentação da petição inicial, nos termos do artigo 259 do Código de Processo Civil.