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Pelo que devem os pontos 15 e 16 da matéria de facto não provada ser alterados e julgar-se PROVADO que 15 – Tendo por referência o contrato de construção a que se refere o ponto supra, em 14/12/2017 o "Banco ..., SA.” libertou aos réus o quantitativo de 60 733,40Euros; e 16 – Em 06/03/2019, a mesma entidade bancária libertou aos réus o quantitativo de 29 548,40 Euros; O ponto 4 da matéria de facto não provada deve ser alterado para matéria de facto provada, e isto porque o tribunal a quo não identificou o que devem ter-se como trabalhos inicialmente contratados de maneira a poder identificar e concluir o que se deveria ter como trabalhos a mais.