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13 Pelo que, da prova dos autos resulta cristalino:  - Que a alteração de julho de 2007 não foi a primeira, mas a segunda alteração ao projeto de loteamento, que se seguiu à alteração de janeiro de 2007;  - Que a área então retirada foi tanto desnecessária como excessiva, por ter resultado claro que a construção poderia ter sido feita de forma faseada, e em virtude de a área ocupada e reivindicada ser composta por apenas 890 m2 , e não por 667 m2, sendo tal facto do perfeito conhecimento da;  - Que a alteração de julho de 2007 consubstanciou também uma tomada de decisão comercial por parte da, no sentido de converter um dos lotes existentes inicialmente afeto a uso a fins de exploração turística, e ainda, a necessidade de fazer face a determinação da Estradas de Portugal, nomeadamente no que respeita ao melhoramento dos acessos e à criação de rotundas para facilitação da circulação do tráfego;  E, portanto, - Que não foi apenas pelo facto de o Recorrente reclamar a propriedade da Vila ...), dos Cómodos e do Pomar que a Recorrida teve necessidade de alterar o projeto de loteamento.