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Resta saber se esse acordo responsabiliza a seguradora perante o tomador de seguro por via da representação aparente, figura jurídica a que o legislador faz alusão expressa no n3, do artigo 30 do RJCS, ao estabelecer que «o contrato de seguro que o mediador de seguros, agindo em nome do segurador, celebre sem poderes específicos para o efeito é eficaz em relação a este se tiverem existido razões ponderosas, objectivamente apreciadas, tendo em conta as circunstâncias do caso, que justifiquem a confiança do tomador do seguro de boa-fé na legitimidade do mediador de seguros, desde que o segurador tenha igualmente contribuído para fundar a confiança do tomador do seguro».