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Abrantes Geraldes, in Temas da Reforma do Processo Civil, vol., 2 ed., pág..»   Veja-se ainda o adiantado no acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 25/11/2010, processo n 93/12TBMAI.P1, disponível em www.dgsi.pt: «Não são as convicções do credor, nem os seus próprios e meros receios ou as conjeturas que porventura formule, nem os demais juízos subjectivos que sustente, nem a mera recusa de cumprimento da obrigação, nem mesmo os juízos subjectivos do juiz que têm virtualidade para sustentar a existência do justo receio de perda da garantia patrimonial, mas antes a alegação e prova, ainda que indiciária, de factos ou de circunstâncias que, de acordo com as regras da experiência, façam antever o perigo de se tornar difícil ou impossível a cobrança do provável crédito já constituído.»  Posto isto, analisando o invocado pelas Requerentes nos arts.