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Quanto ao primeiro, face à inexistência de qualquer interesse juridicamente atendível, relativamente à obtenção da informação bancária, relativa a um período anterior à nomeação da ré como tutora, tal pretensão tratar-se-ia, assim, de uma diligência desnecessária ao apuramento da verdade e, como tal, inútil, motivo pelo qual bem andou o tribunal a quo ao indeferir a sua realização cfr artigos 411 e 6 n   Por outro lado, no que se refere aos artigos 547 e 941 NCPC, não há qualquer violação de tais normativos uma vez que, quanto ao primeiro, a questão suscitada não tem a ver com qualquer necessidade de adequação da tramitação processual, dado que a pretensão da apelante nada tem a ver com a prestação de contas da tutora, situando-se a montante da mesma e as questões que a tal propósito se possam suscitar extravasam do âmbito deste processo especial de prestação de contas e, a serem suscetíveis de merecerem tutela judicial, terão necessariamente uma diferente natureza relativamente à matéria que se discute nestes autos, estão fora do âmbito deste processo.