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2 Em consequência, "a determinação de indemnizações por dano biológico, na sua vertente patrimonial, e particularmente por danos não patrimoniais, obedece a juízos de equidade, assentes numa ponderação casuística, à luz das regras da experiência comum  1  2 O acórdão recorrido chama a atenção para que há um conjunto de valores que foram fixados pela  instância e que não foram impugnados — relacionados com a perda de objectos, com a perda de rendimentos, com as despesas de deslocação da Autora, com os tratamentos médicos e com a remuneração de terceira pessoa, em consequência do acidente — para concluir que o problema deve restringir-se aos danos patrimoniais associados ao esforço acrescido e às despesas futuras, com as remunerações a pagar a terceira pessoa e com os tratamentos médicos  2 Considerando os critérios da Portaria n. 377/2008, alterada pela Portaria n. 679/2009 como critérios orientadores, o acórdão distinguiu os casos do Autor AA e da Autora BB.