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A esta asserção não obsta, contudo, o facto de no n. 4 do artigo 5 do Decreto-Lei n. 503/99, de 20 de Novembro se estipular que, no caso concreto, a determinação a considerar deveria ser a correspondente à de um "marinheiro do quadro permanente”, pela simples razão de que este normativo apenas pretendeu especificar qual a concreta remuneração que deveria servir de base ao cálculo das prestações por incapacidade, sendo desprovido de qualquer virtualidade para afastar que no seu cômputo fossem levadas em conta todas as demais prestações anuais a que o sinistrado tenha direito com carácter de regularidade artigo 7, n. 3, da Lei dos Acidentes em Trabalho.