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4 Não pode agora discutir-se novamente a situação e se era devido ou não maior valor pelos danos não patrimoniais decorrentes dos factos alegados do assédio e do despedimento alegadamente ilícito e abusivo por força do assédio, tanto mais que a própria A. voluntariamente aceitou negociar e fixar o respetivo quantitativo, reportado àquela data, e recebê-lo, para pôr fim ao processo em que reclamava um montante a esse título, sendo que todos os factos alegados na p., deste processo são anteriores à data da transação e estão contidos naquele processo!1 5 A decisão recorrida julgou a exceção da transação improcedente, com a consideração de que, apesar de os factos do processo anterior serem os mesmos que constam da p.deste processo, no processo anterior a A. não os fundamentou como assédio, mas apenas como danos decorrentes do despedimento ilícito, pelo que, como danos decorrentes de assédio, não estavam consumidos no pedido formulado e na transação efetuada nesse processo, respeitante apenas aos danos reclamados nesse processo, não sendo o mesmo pedido e causa de pedir.