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Mas ainda que assim não entendêssemos, não podemos deixar de dizer que a sentença não padece de qualquer nulidade, já que a prova pericial que consta dos autos foi relevada e valorada na sua concreta medida, pois estando em causa a própria ocorrência do evento naturalístico causador das lesões/sequelas de que o autor é portador e destinando-se a prova pericial a apurar os períodos de ITP e o grau de IPP tendo apenas como referência um suposto acidente, não poderia ser valorada, desacompanhada de qualquer outra prova nos termos pretendidos pelo recorrente, estabelecendo-se o nexo causal entre a lesão e um concreto evento naturalístico, que o Autor não logrou provar.