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Esta decisão da questão central por parte do Tribunal a quo está - diga-se em boa verdade - totalmente em linha com a abundante jurisprudência arbitral referente a casos idênticos, conforme resulta das decisões proferidas nos processos n.s 75/2014-T, de 102014, 16/2015-T, de 002015, 593/2015-T, de 202016, 238/2016-T, de 212016, 284/2016-T, de 012016, 234/2016-T, de 212016, 408/2016-T, de 302017, 124/2016-T, de 102017, 233/2016-T, de 002017 e 263/2016-T, de 20201 Adicionalmente, a Recorrida não entende a insistência da Fazenda Pública neste recurso considerando que atualmente o Decreto Regulamentar n. 25/2009, por força da alteração da Lei n. 82-/2014, de 31 de dezembro, já estabelece "Código 2250 – Equipamento de energia solar, incluindo nomeadamente equipamentos de energia solar fotovoltaica, ou equipamentos de energia eólica: 8%”, tendo o legislador atribuído um período de vida útil aos aerogeradores de 12,5 mínimo) a 25 anos máximo), ou seja, demonstrando como inteiramente razoável o período aplicado pelo Recorrida de 18 anos.