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Ou seja, em caso de aplicação de métodos Indirectos passa a competir ao sujeito passivo vir provar que o critério utilizado foi inadmissível ou desacertado, tendo conduzido a uma quantificação excessiva” Diga-se desde já que o sentido retirado do n 3 do art 74 da LGT não é o mais correcto, já que o referido ónus da prova do contribuinte só se inicia onde acaba o ónus da Autoridade Tributária de fundamentar formal e substancialmente todos os actos de si emanados, o que se significa, no caso concreto, que primeiro, a inspecção tributária tem de demonstrar e fundamentar no relatório elaborado o critério de quantificação escolhido, de molde a que o contribuinte o entenda e se possa dele defender, g., cumprindo aí sim o ónus que lhe incumbe de provar o excesso de quantificação.