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96 da petição inicial, sendo que a sociedade "adquirente” nada pagou e o 1 R. marido continuou a servir-se desses veículos e equipamentos;  - o 1 R. marido sempre proveu aos encargos da vida familiar com o rendimento que obtinha da sua actividade de construtor ;  - no seguimento do plano delineado, em 11/03/2014 o 1 R. marido e apenas apresentou-se à insolvência, alegando, para além do mais, que não era dono de quaisquer bens e que "não dispõe, nem dispôs, nos últimos cinco anos, de qualquer património, que garanta, nos termos gerais, o pagamento das dívidas vencidas”, sugerindo a nomeação do administrador de insolvência que indicou;  - em 24/03/2014 foi declarada a insolvência do 1 R. marido e designado o administrador sugerido;  - em 14/05/2014 o administrador escolhido apresentou no processo de insolvência o seu relatório, dele constando, entre o mais, que "não foram indicados nem são conhecidos bens susceptíveis de serem apreendidos”, terminando a sugerir o encerramento do processo por insuficiência da massa insolvente;  - na assembleia de credores do 1 R. marido, realizada em 21/05/2014, um credor declarou que havia apurado que o insolvente era titular, até há pouco tempo, de vários prédios, veículos automóveis e equipamentos, requerendo prazo para vir aos autos fornecer todas as informações obtidas, tendo o administrador da insolvência se pronunciado no sentido dos autos ficarem a aguardar que fosse fornecida toda a informação necessária ao apuramento de bens pertencentes ao insolvente; - em 28/05/2014, para não correr riscos, a 1 Ré mulher nunca declarada declarou vender aos 2 e 3 RR., seus filhos, o prédio de J., que valia não menos de € 7000,00, o que fez com o consentimento do 1 R. marido, tendo os 1s RR.