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Deste modo, na reapreciação da matéria de facto o Tribunal da Relação deve lançar mão de todos os meios probatórios à sua disposição e usar de presunções judiciais para obter congruência entre a verdade judicial e a verdade histórica, não incorrendo em excesso de pronúncia se, ao alterar a decisão da matéria de facto relativamente a alguns pontos, retirar dessa modificação as consequências devidas que se repercutem noutra matéria de facto, sendo irrelevante ter sido esta ou não objecto de impugnação nas alegações de recurso 	Neste aspecto, apesar da decisão recorrida referir, no ponto 19 da matéria de facto, a intenção da A. em adquirir o imóvel através do recurso à locação financeira, tendo feito constar essa possibilidade dos números 5 e 6 da cláusula  do contrato, importa transcrever tais estipulações contratuais, dada a sua relevância para a decisão da causa.