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Este recurso é em tudo semelhante a outros que o recorrente deduziu junto deste Supremo Tribunal e os quais não foram admitidos, no essencial, com os seguintes fundamentos: A questão que o recorrente pretende ver resolvida por este Supremo Tribunal, tal como no processo n. 3022/10BEPRT em que também não se admitiu o recurso de revista, passa por saber se, tal como o mesmo a enuncia, numa situação como a do Recorrente, em que está em causa a prova do preço efetivo praticado na alienação de imóveis, tendo sido apresentado o requerimento previsto no artigo 13 do Código do IRC, acompanhado de meios de prova idóneos para a demonstração do preço efetivamente praticado, e bem assim das autorizações de acesso à informação bancária do próprio sujeito passivo, as autorizações de acesso à informação bancária dos seus administradores devem ser consideradas como condição sine qua non para a admissão do pedido, cuja falta implica, de modo automático sem qualquer tipo de escrutínio e apreciação) o seu imediato indeferimento que, na prática, configura uma verdadeira decisão, como entenderam a administração tributária e o Tribunal a quo, ou, como entende o Recorrente e, bem assim, o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, a apresentação das referidas autorizações de acesso à informação bancária dos administradores não é requisito essencial para a admissão do referido pedido, pelo que a sua falta de apresentação não poderá constituir, por si só, fundamento do indeferimento automático daquele procedimento?