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3) Nos autos, o A. pede a condenação da Ré FUTURO - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, SA, no pagamento de quantia correspondente ao valor que esta lhe reteve, nos anos de 2011 a 2016, a título de Contribuição Extraordinária de Solidariedade e que, diferentemente daquilo a que se vinculou a Ré, na qualidade de gestora do Fundo de Pensões NAV-EPE/SINCTA, instituído pela Navegação Aérea de Portugal — NAV Portugal EPE e o Sindicato dos Controladores de Tráfego Aéreo, do qual o A. é beneficiário, não lhe pagou como forma de complemento da pensão de reforma que auferiu naquele período, e que devia assegurar-lhe um montante mensal líquido equivalente ao salário que teria enquanto controlador de tráfego aéreo no activo.