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Efectivamente, face ao disposto no artigo 4, n. 3  da LGT, o legislador apenas veio a estabelecer uma tramitação específica relativamente ao responsável subsidiário visando as causas de interrupção da prescrição, e já não o prazo da prescrição da prestação tributária ou mesmo a eventual suspensão desse prazo e desta feita, ao contrário do que alega o Recorrente e assim resultou provado, pese embora a sua citação enquanto revertido, tenha sido efectuada depois de decorrido o  ano posterior ao da liquidação, ou seja, depois de 31 de dezembro de 2003, ou se o processo esteve parado por período superior a 1 ano, esses factos por si não são determinantes da redução do prazo prescricional para 5 anos, e não lhe aproveitam, antes apenas ao devedor originário, desconsiderando para o efeito, quanto a ele causas interruptivas da prescrição.