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Sobre a questão, invoca o Recorrente que a sentença proferida pelo Tribunal a quo omite a pronúncia sobre questões de que se devia ter pronunciado, por se tratar de questões essenciais para a boa decisão da causa e que enunciou no despacho saneador tais como: "-Factos demonstrativos de que o réu não logrou provar as razões/motivos do despedimento, determinado contra o autor/trabalhador, através da nota de culpa remetida a este em 212016; Factos demonstrativos de que o réu despede o trabalhador unicamente com base no processo crime que se encontra a correr contra este, neste Tribunal Judicial de Angra do Heroísmo, P. , 2 Juízo Central Cível e Criminal; Factos demonstrativos em como o Réu ao verter na sua nota de culpa todos os factos constantes da acusação pública deduzida contra o autor, partiu da seguinte premissa: todos esses factos correspondem à verdade e por isso a mesma está provada por si só”; Factos demonstrativos de que o réu utilizou na sua nota de culpa, meios de prova que não lhe era permitido usar, nomeadamente, intercepções e registos de conversas telefónicas e reportagens fotográficas e apenas para serem usados no âmbito do processo- crime.”  E não o tendo feito, conclui que tal omissão determina a nulidade da sentença nos termos do art.