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o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 27-05-2008 relator: Garcia, proferido na revista n. 955/08 -  Secção publicado em www.dgsi.pt), no qual se entendeu o seguinte: - Com o exercício e concessão do direito de reserva, o direito de propriedade renasceu tal como existia à data da expropriação, razão por que se deve entender que o bem desapossado, aquando da concessão da reserva, voltou a integrar o património do expropriado e, consequentemente, a sua massa hereditária, como se não tivesse ocorrido esse acto; - Assim, o imóvel em evidência deve considerar-se como fazendo parte da massa hereditária do inventariado e consequentemente deve ser levado em linha de conta na partilha, pese embora o direito de reserva tenha sido concedido a um dos seus herdeiros.