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Por conseguinte, o banco exequente/recorrente não dispunha de fundamento legal para considerar vencidas todas as prestações ainda em dívida, que computou no total de 2861 €, e interpelar ao respectivo pagamento o executado Luís, como o fez através da missiva constante do facto provado , muito menos exigir judicialmente, em acção executiva, o respectivo pagamento com esse fundamento, como invocou assim, improcedendo as suas conclusões de recurso  a. Como assim, não procede o recurso, sendo de confirmar o decidido pela 1 instância embora cause alguma estranheza que sendo o citado normativo legal 782 a chave para a solução do caso, ninguém, partes e tribunal a quo, o tenha referido.