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Fica, ainda, o Banco autorizado a apor na livrança a cláusula "Sem Despesas”»;  Da referida conta foi utilizado, até 202012, o montante de € 2649,96 vinte e sete , seiscentos e quarenta e nove euros e noventa e seis cêntimos), o qual não foi pago à Exequente, não obstante as diversas interpelações efetuadas no sentido da regularização desta situação;  O contrato referido em  está associado à conta DO 36271378/001;  Em 27 de março de 2000 a conta n. 36271378 era solidária e titulada pelo Embargante e  E foram considerados não provados os seguintes factos:  O Embargante, em Março de 2002, deixou de fazer parte do contrato mencionado em  dos Factos Provados, devido ao facto de ter começado a trabalhar em Évora;  Nessa data, dirigiu-se à agência de Estremoz do Banco Exequente, agência onde a conta se encontrava aberta, e resolveu o contrato em causa;  Na data em que resolveu o contrato, a conta encontrava-se saldada, nada sendo devido;  Nesse momento, o Exequente devolveu a livrança em branco referida em  dos Factos Provados ao aqui Embargante;  O Embargante nunca emitiu ou assinou qualquer cheque ou ordenou qualquer transferência ou movimento nessa conta;  Foi o Executado quem sempre titulou, esteve e movimentou essa conta DO com o n. 327378/00 Os desenvolvimentos processuais constantes do processo executivo e dos presentes embargos pertinentes para a decisão do presente recurso são os seguintes6:  Em 08-02-2013, foi instaurada a execução comum de que os presentes autos constituem apenso, tendo sido apresentado como título executivo apenas o contrato 702580029703220, correspondente ao contrato de abertura de crédito em conta corrente, a que aludem os pontos  a  da matéria de facto considerada provada em primeira instância.