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9, do CPPT.” Na sequência dessa notificação, veio a reclamante invocar que apenas teve "conhecimento formal da penhora e do respectivo objecto, na data de notificação do despacho recorrido, recebida pelo seu Mandatário em 04/11/2019”, mais invocando "Com efeito, até essa data, a Reclamante desconhecia, in totum, os termos e o objecto da penhora e, como tal, desconhecia os pressupostos efectivos do acto ofensivo do seu direito de propriedade.” Recuperemos o invocado pela reclamante anteriormente, na PI, "acontece que, após a aquisição do veículo, durante o mês de Novembro de 2015, ao pretender registar a aquisição do veículo, a Reclamante deparou-se com a existência do processo de execução fiscal e com a penhora concretizada sobre o veículo, em data posterior à respectiva aquisição, para garantia da quantia exequenda, instaurado contra o anterior proprietário F...........”, Ora, perante a contradição nas teses defendidas na PI e na resposta à questão da intempestividade, impendia sobre a reclamante, o ónus de alegar factos, para depois provar, que permitissem concluir pela verdade de ambas, e pela sua compatibilidade.