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Antes de mais cabe desde já expurgar destes autos de recurso duas questões: -tudo o que diz respeito ao direito de propriedade dos réus sobre o prédio foi já esclarecido na ação n. 663/11TBBRG, acrescendo a improcedência do pedido principal do autor formulado nestes autos e do qual o mesmo não recorre, por isso transitada a sentença naquele segmento; ficam pois prejudicadas todas as questões/conclusões suscitadas a propósito dessa matéria;  -em segundo lugar, todos os gastos que o autor teve no e com o prédio ou foram já indemnizados a título de benfeitorias e esta matéria também já está definitivamente tutelada o seu valor sequer foi aqui posto em, ou não foi peticionado e trazido aos autos qualquer outra circunstância a considerar, designadamente qualquer outro benefício quantificável que os réus tenham tido pelo facto do prédio passar de rústico a urbano; as benfeitorias feitas no prédio, levando ao aumento do seu valor mercê da incorporação dessas obras, foram ressarcidas por via do instituto do enriquecimento sem causa pelo valor correspondente a esse aumento de valor do prédio.