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Em concreto, para fundamentar esta sua pretensão, alegam o seguinte: - O acórdão de 14 de Janeiro de 2014 do Tribunal da Relação declarou nula a primeira sentença nos termos do art.37, n. 2, do P.P., porquanto deveria ter-se pronunciado sobre os factos alegadamente levados a cabo no cometimento dos crimes cujas desistências foram homologadas, ou seja, os factos constantes da acusação respeitante à actuação das arguidas nas lojas  K...  e  W... e abster-se de considerar que ali as quatro arguidas efectuaram vários furtos, uma vez que, em face da homologação de desistência das queixas, não lhe cumpre apreciar se tais factos integram ou não o crime de furto.