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E bem fundamenta o tribunal a quo, procedendo à análise crítica de toda a prova, por nós revisitada e reanalisada, que "atendeu à confissão feita pela Autora Maria em sede de audiência de julgamento no sentido de que "nos últimos 20 anos os únicos actos de posse que praticou foi, por três ocasiões, colher maçãs e pagar a sua parte do ”, "nunca cultivou nem mandou cultivar o referido prédio”, "nos últimos 20 anos tem sido o Réu a cultivar ou mandar cultivar o prédio em causa bem como a colher os respectivos frutos desse cultivo” e "a Autora nunca pediu ao Réu qualquer contrapartida, em géneros ou de outra forma, pela sua metade” vide acta de fls.