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Ora no presente recurso o que está em causa é uma piscina em fibra, pré-fabricada, a qual "na sequência dos trabalhos de expropriação tinha condições para poder ser reaproveitada, por se tratar de uma estrutura pré-fabricada em fibra, com cobertura de plástico deslizante, constituindo uma estrutura amovível, susceptível de ser removida e reinstalada na parte sobrante da parcela, que constitui o actual logradouro do prédio Factos provados 10 e. Perante tais dados tem pois razão a expropriante ora apelante quando defende que a mesma piscina deve ser qualificada como uma benfeitoria voluptuária, já que não é, nem necessária não tem por fim evitar a perda, destruição ou deterioração da, nem útil não aumenta o valor do prédio, por se tratar de uma mera piscina de exposição).