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Citados os credores e a massa insolvente, nos termos do artigo 14, n. 1, do CIRE, veio o credor Caixa de Crédito Agrícola Mútuo deduzir contestação, onde alega em síntese que: -O autor é parte ilegítima desacompanhado da sua irmã dado que pretende exercer um direito na qualidade de herdeiro de seu pai, assumindo igualmente a sua irmã, essa mesma qualidade; - A petição inicial é inepta dado que o dever de destacar o terreno ou a existência de uma qualquer promessa não foi assumida pela insolvente, mas por outra sociedade a, Investments BV que não é sequer parte na ação; - Apenas existe o prédio/bem imóvel descrito sob o n., da freguesia da, concelho de Palmela, dado que o artigo matricial apenas serve os seus efeitos e esgota-os na relação jurídica fiscal; - Sobre tal prédio, que é propriedade da insolvente desde 27 de março de 1973, foi constituída hipoteca a favor da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de, CRL, devidamente registada pela Ap., de 30 de dezembro de 2014; - A sociedade, Investments B.adquiriu apenas as ações representativas da totalidade do capital da Sociedade, SGPS, S.A. que por sua vez é a única sócia da Sociedade Agro-Pecuária da Quinta do, Lda., ora insolvente; - A compradora assumiu a obrigação de após divisão do imóvel identificado no número 1 do Anexo , proceder à transmissão da respetiva propriedade a favor de; - O bem imóvel a transmitir não existia, nem existe hoje, dependendo do cumprimento de uma obrigação de meios pela, Investments BV; - A proprietária do imóvel, ora insolvente, não se vinculou quer quanto ao destaque do imóvel quer quanto à venda; - A existir uma promessa de compra e venda a mesma foi outorgada pela sociedade, Investments BV e constitui promessa de venda de bem alheio, cuja sanção é a nulidade; - Ou poderá configurar-se como promessa de venda de bem futuro, eventualmente incumprida pela, Investments BV.