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357, n 1, do; - face à ressalva legal prevista no art 355, n 2, do CPP, não é proibida a sua valoração; -consequentemente, a valoração de tais declarações não ofendeu qualquer disposição processual penal, pelo que não há qualquer irregularidade ou nulidade; -as penas parcelares aplicadas ao recorrente correspondem a uma correta ponderação dos fatores que, no caso concreto, se impunha considerar para determinar a medida dessas penas; -na determinação da pena única aplicada ao recorrente, foram devidamente ponderados os aspetos que se impunha considerar, servindo aquela ajustadamente as finalidades das penas; -não estão verificados os pressupostos subjacentes a suspensão da sua execução.