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Tal resulta, nomeadamente, quando se refere o seguinte: ") Sequentemente e levados a cabo os necessários cálculos aritméticos, tem o A. a haver da R. o quantitativo global de €2599,96, calculado com base no valor anual total auferido pela isenção de horário de trabalho a dividir por doze meses e a multiplicar por dois subsídio de férias e de, o que, em termos parciais, totaliza €930,54 no ano de 1995, €934,26 no ano de 1996, €229,70 no ano de 1997, €264,80 no ano de 1998, €316 no ano de 1999, €239,96 no ano de 2000, €411,10 no ano de 2001, €328,24 no ano de 2002, €332,04 no ano de 2003, €501,82 no ano de 2005, €515,74 no ano de 2006, €516,44 no ano de 2007, €516,96 no ano de 2008, €529,20 no ano de 2009, €529,42 no ano de 2010, €529,88 no ano de 2011, €529,88 no ano de 2012, €533,88 no ano de 2013, €524,86 no ano de 2014, €531,60 no ano de 2015, €513,60 do ano de 2016 e €340,04 do ano de 201 Ressalve-se que, quanto ao ano de 2004 e por não possuirmos os recibos de vencimento dos meses de janeiro, fevereiro, março, maio, junho e julho, impossível se torna calcular, em termos médios, o montante que o A. nesse ano auferiu a título da apelidada isenção de horário de trabalho, razão pela qual se relega a respetiva quantificação para execução de sentença.” Ora, como se disse já, uma coisa são os factos e outra, diversa, os meios de prova, assim os documentos, realidades que não se confundem, razão pela qual, sendo intenção do Tribunal a quo considerar os factos que resultassem desses documentos, se imporia que, fazendo uso da faculdade/dever prevista no citado artigo 7 do CPT, tivesse dado os mesmos como provados, fazendo-os figurar na decisão proferida sobre a matéria de facto, o que não fez.