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Dos elementos de prova disponíveis, resulta o seguinte: a) Ao Autor E., foi reconhecido por resolução da Direção da CGA, de 2011-11-10, o direito à pensão de reforma, no seguimento do requerimento que solicitou a pensão de reforma voluntária, por ter atingido 60 anos de idade; - Na contagem de tempo de serviço, foi apurada uma suposta dívida, para efeitos de reforma no montante de € 267,59; e, 353,71€, para efeitos de sobrevivência pela percentagem de aumento de tempo de serviço em 25%, nos períodos compreendidos entre 1985-01-01 a 2005-12-31, para efeitos de lhe ser considerada uma carreira completa na primeira parcela da pensão de reforma;  b) Ao Autor N., foi reconhecido por resolução da Direção da CGA, de 2015-03-03, o direito à pensão de reforma, em virtude de ter atingido 5 anos fora da efetividade de serviço em 2015-01-04; - Na contagem de tempo de serviço foi apurada suposta uma dívida, para efeitos de reforma, no montante de € 349,68, para efeitos de reforma; e, € 783,23, para efeitos de sobrevivência, pelo aumento de tempo de serviço em 25%, nos períodos de 1998-02-01 a 2005-12-31  Vejamos, DOS ACRÉSCIMOS Refira-se desde já que neste aspeto se ratifica o entendimento discorrido em 1 Instância e que veio a determinar a afirmação de acordo com a qual "ao cálculo das pensões dos  e  Autores são inaplicáveis fatores de redução por antecipação da idade cfr.