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Além do que consta nas suas conclusões de recurso 1, 2, 25 e 26, a A. no corpo das alegações disse, nomeadamente, que:  "O Tribunal a quo deu como não provado o pagamento do preço dos prédios pela Autora, partindo desta facto para ilidir a sua presunção proveniente do registo e dar como provada a posse do R.. Não obstante a A. entender que a sua presunção de registo não foi ilidida face à abundante prova documental existente nos autos e ainda face à prova testemunhal produzida, facto é que só na sequência desta sentença a Autora veio a descobrir um novo facto e novos documentos que provam cabalmente o pagamento do preço da escritura de compra e venda outorgada em 06/01/1992 por parte da Autora ao Réu, directamente”.