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13, 2 RJIES, não pode sequer ser considerado como concretização do princípio da autonomia dos estabelecimentos de ensino superior em face das entidades instituidoras no plano organizativo, pois a ser assim seria incompreensível que se estabelecesse uma incompatibilidade dos titulares dos conselhos fiscais ou órgãos de fiscalização equivalentes daquela entidade que estão alheados das opções estratégicas e da gestão corrente da entidade, e não se estabelecesse amesma incompatibilidade para os titulares dos órgãos de direcção que definam as opções estratégicas e, em obediência a elas, asseguram a gestão corrente da referida entidade, suscitando, por isso, perigos muito maiores de sobreposição da sua vontade à vontade, protegida como autónoma, do estabelecimento de ensino superior por si instituído); pela sua inserção sistemática e pela sua própria formulação, a referida disposição não se dirige, portanto, à protecção da autonomia daqueles estabelecimentos, mas, pura e simplesmente, à garantia da imparcialidade dos órgãos de fiscalização.