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Quanto a este aspeto escreve-se no Acórdão da Relação do Porto de 27/09/2018, Processo 903/18T8GDM.P1: Os componentes de maior relevância do dano não patrimonial são "- o dano estético: traduzido no prejuízo anatomo-funcional associado às deformidades e aleijões que resistiram ao processo de tratamento e recuperação da vítima; - o prejuízo de afirmação social: dano indiferenciado que respeita à inserção social do lesado, nas suas variadas vertentes familiar, profissional, sexual, afetiva, recreativa, cultural, cívica); - o prejuízo da "saúde geral e da longevidade”: nele se destacam o dano da dor e o défice de bem estar, e que valoriza os danos irreversíveis na saúde e bem estar da vítima e o corte na expectativa de vida; - o pretium juventutis: que compreende a frustração de viver em pleno a designada "primavera da vida”; - e o pretium doloris - que sintetiza as dores físicas e morais sofridas no período de doença e de incapacidade temporária”.