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etc., a testemunha referiu que não pagava pela relações, a testemunha referiu que não pagava pela relações, – erro de numeração pois será contradição face ao teor do ponto provado onde se refere que a recorrente também se prostituía, não sendo assim lícito concluir-se pela ausência de qualquer remuneração e subsistência da prática do lenocínio, sendo que ambos os recorrentes exploravam também a venda de bebidas, daí retirando proveitos económicos, dado que € 5,00 por cada subida das mulheres não era significativo nem permitia obter, – erro de numeração pois será ausência de qualquer coordenação, fomento ou favorecimento da prostituição pois tal era levado a cabo livremente pelas mulheres, não sendo estas induzidas a tais práticas nem orientadas para os clientes, tendo ampla liberdade de atuação e limitando-se os recorrentes a ter a casa aberta e a facultar zonas, – erro de numeração pois será idem face ao ponto, – erro de numeração pois será ausência de consciência da ilicitude, tanto mais que questão similar se mostrava em recurso e sem trânsito em julgado, sendo que na ótica dos recorrentes é tal incriminação inconstitucional e portanto a atividade será legalmente admissível), bem como quaisquer outros demais que semostrem em oposição com o recurso considerado no seu conjunto!