Legal Document Excerpt:

Assim entrincheiradas as partes de um lado, o apelado persistindo em inundar a apelante com os pedidos de entrega sugestivos de pretender fazer uma fiscalização que lhe não compete, insensível àquele apelo e argumentos e não se demovendo ante os nulos ou parcos resultados obtidos ou esperados, e, do outro, a apelante estribando-se, temos de convir que a pretensão daquele não se livra, face ao seu ímpeto e inconsequências já visíveis máxime quanto à inviabilidade atrás salientada de "apurar responsabilidades”), ao seu tom algo enigmático por exemplo, a ideia de "sujeitar a apreciação judicial algumas situações que tive conhecimento através da documentação”, sem as explicitar concretamente e sem desencadear qualquer procedimento que logicamente daí haveria de, não se livra, dizíamos, de ser vista, senão como mal intencionada e destinada a servir de expediente para perturbar o fluir da vida societária, como persistente desconfiança sem fundamento objectivo sério, a não ser a natural e incontornável conflitualidade que frequentemente se gera entre sócios/accionistas e sociedades, sugestiva até de um capricho pessoal, ou seja, excedendo manifestamente não só a finalidade especialmente proclamada "apurar responsabilidade”) como a que, em geral, preside à atribuição do direito titulado e invocado, apresentando-se como excessivo ou desproporcionado em razão da sua amplitude informação sobre o exercício de 2008?!