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tomaram por si a iniciativa de ordenar a difusão de informações que sabiam ser falsas, isto é, AFIRMARAM, PERANTE O BANCO DE PORTUGAL e a COMISSÃO DE MERCADO DE VALORES IMOBILIÁRIOS QUE A EST ERA UMA EMPRESA SÓLIDA, CUJO ATIVO ERA SUPERIOR AO PASSIVO, QUE PODERIA CUMPRIR AS SUAS OBRIGAÇÕES, quando nada disto era verdade, e pelo contrário, se tratava de uma empresa em que o ativo era muito inferior ao passivo e se encontrava incapaz de cumprir as suas obrigações, como todos eles bem sabiam, N - sendo certo que estavam legalmente obrigados a difundir informações verdadeiras, agindo dolosamente com a intenção de prejudicar o A. e outros clientes do BES e investidores nesse banco e em empresas do Grupo Espírito Santo em acções e obrigações, com o objectivo de financiarem o BES e empresas do Grupo Espírito Santo, ENTRE ELAS A EST, conforme consta dos factos provados da sentença proferida pelo Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão, 1 Juízo, no âmbito do processo que corre termos sob o N 182/10, através de informações falsas e falsificação de contas do BES.