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Formularam os seguintes pedidos: Devem os réus serem condenados a 	1- reconhecerem o direito de propriedade dos AA sobre o prédio descrito nos arts 1 a 3 do presente articulado; 	2 - reconhecerem que o direito destes ao repouso, tranquilidade, melhoria de qualidade de vida, direito a um ambiente de vida humana sadio e ecologicamente equilibrado, foi gravemente afectado pelo tráfego e ruído, vibrações e trepidações dele decorrentes, que se passou a fazer sentir com a construção da A-11/IP9: Braga - Guimarães - IP4/A4, Sublanço Lousada - EN IP4/A4 km 5+425 a km 9+1536); 	3 - reconhecerem que o ruído aí produzido excede os limites previstos do Dec. Lei n 292/2000 de 14 de Novembro, nomeadamente o nível 5 A no período diurno e 3A no período nocturno; 	4 - em consequência do atrás alegado, a procederem as Rés imediatamente à colocação de barreiras acústicas em frente ao prédio dos AA., nomeadamente na parte que se confronta com a referida auto-estrada; 5 - a pagarem as Rés aos AA., a título de danos não patrimoniais sofridos por estes a quantia de 20000 euros vinte e cinco relegando-se, todavia, para execução de sentença, articulado superveniente ou aditamento ao pedido, outros danos não patrimoniais que entretanto se venham a apurar sofrer os AA com a descrita situação; 	6 - devem, ainda, as Rés reconhecer que os AA.