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Assim sendo, constatando-se que não foi efetivamente feita qualquer prova consistente ou concludente quanto a esse aspeto, nem o consignado se pode considerar fruto do acordo das partes, no acolhimento da pretensão apresentada quanto a este particular, reelabora-se a redação quanto a este ponto de facto, a qual passa a ser do seguinte teor: «2 – Estando os progenitores da criança separados, veio a ser decretado o seu divórcio por sentença transitada em julgado em 102019; »   ¨¨ «5 – Depois da separação do casal, a requerente arranjou novo emprego como educadora de infância no ..., tendo passado a viver com a filha nessa localidade;» Quanto a este ponto, a discordância do Requerido/recorrente focaliza-se em que a redação consignada deixa por esclarecer em que data é que efetivamente a Requerente alterou a sua residência e a da menor, que não se encontra provado que a Requerente arranjou um emprego como "educadora de infância”, acrescendo que a redação não contempla a relevante circunstância de que aquela alteração de residência teve lugar sem que fosse dado conhecimento a ele Requerido ora recorrente e/ou obtida a sua concordância com tal.