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E esta falta de fundamento é, salvo o devido respeito, patente no próprio raciocínio lógico dos devedores/apelados, quando dizem que "não se vislumbra motivo para que os créditos comuns da serem tratados de forma preferencial aos restantes credores detentores de créditos comuns”, o que, levado à letra e devidamente aplicado, significaria – tratando os créditos comuns dado mesmo modo que os restantes créditos comuns – que, quanto aos 63% de crédito comum da, deveria ter sido proposto o pagamento dos mesmos 40% que foram propostos para os restantes créditos comuns, ou seja, encurtando razões, duma leitura material do princípio da igualdade resulta no duplo confronto, primeiro com a proposta de pagamento do crédito garantido do e depois com a proposta de pagamento dos restantes créditos que o crédito da devia ser reduzido a 62,2% 37% + 40% 63%) e não, como proposto, a 40%.