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Processo n. 4975/13TBVNG-B.P1  Acordam na Secção Cível 1 Secção), do Tribunal da Relação do Porto:– Por apenso à acção executiva instaurada por B, S.A. contra , veio  instaurar embargos de terceiro, alegando, em suma, que: habita no imóvel dos autos desde Maio de 2010, juntamente com a sua filha menor; tal contrato inicial foi apenas feito verbalmente porque inicialmente o senhorio, , apenas pretendia arrendar a casa por 6 meses; o contrato foi-se renovando até a Embargante ter dinheiro para entregar a título de sinal e que nessa altura, a 25 de Março de 2013 foi outorgado o respectivo contrato de arrendamento com opção de compra, o qual foi registado nas Finanças em 24 de Abril de 2013 e que se mantém, nunca tendo sido denunciado; entregou no dia da outorga do contrato a quantia de €2000,00 vinte a título de sinal monetário, uma vez que o contrato foi feito com a opção de compra do locado no final do prazo de arrendamento, mais afirmando que sempre liquidou as rendas.