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Pelo que, o Tribunal confirma a sentença recorrida, neste segmento, concluindo pela não ocorrência do termo final do prazo de prescrição das dívidas exequendas objecto do processo de execução fiscal n.3476-2002/104740 e apensos, da qual destacamos o seguinte trecho:  "Retomando a factualidade assente e subsumindo-a ao regime jurídico aplicável, verifica-se que as dívidas em execução no processo 3476200201047450 e apensos, revertido contra a ora Reclamante em 002008, na quantia exequenda no valor de € 4936,49, respeita a IVA de períodos compreendidos entre o  trimestre de 2002 e o 3 trimestre de 2005, de Retenções na fonte - IRS do ano de 2005 e de IRC de 200 E que a Reclamante foi citada por reversão em 00200 Assim, conforme decorre dos artigos 4, n.s 1 da LGT, com a citação da Reclamante na qualidade de revertida para o processo executivo, em 002008, interrompeu-se a contagem do prazo de prescrição de 8 anos, em relação às dívidas de IVA dos períodos compreendidos entre o  trimestre de 2002 e o 3 trimestre de 2005, de Retenções na fonte - IRS do ano de 2005 e de IRC de 200 E, como acima se especificou, o ato interruptivo da citação para a execução fiscal, tem não só um efeito jurídico instantâneo de inutilizar todo o prazo anteriormente decorrido como, também, um efeito jurídico duradouro, isto é, um efeito interruptivo que permanece até ao termo do processo executivo, em conformidade com o disposto nos artigos 32 e 327 n 1 do Código Civil, norma cuja aplicação se deve ao facto de a Lei Geral Tributária nada dispor sobre a matéria, nos termos explicitados supra.