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370 para o art 355, ambos CPP, e tal qual decorre dos autos, nenhuma audiência mediou entre o recebimento de tal relatório social e a prolação de douta sentença, não tendo havido qualquer análise, leitura ou visualização do mesmo em fase anterior a tal decisão, sendo certo que não correspondendo a factualidade por si alegada ou admitida após notificação não se vê como se possa defender tal validade quando não é benéfico para o arguido uma vez que contém diversas afirmações em si mesmo deveras prejudiciais, não podendo nunca justificar-se, nesta área do Direito, uma entorse aos princípios garantísticos, atento o recorte constitucional e legal, em matéria processual penal  G. Verifica-se manifesta proibição de valoração de tal prova nos termos do art.