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...) Assim, não se pode admitir, nem o CIRC o admite, que uma mais-valia na venda de ações se considere tributada na entrega seja qual for a medida apurada entre os beneficiários sobre a proporção dessa mesma distribuição) de ganhos aos seus benefícios.» 2 Argumenta, ainda, com interesse, a Requerida que «é que quanto aos valores distribuídos aos beneficiários da F.., admitindo que estaríamos a lidar com distribuição de dividendos, a norma tributária que contempla este facto advém até de uma conceção de rendimento-acréscimo, adaptado pelo CIRS, segundo o qual a base de incidência deste tributo abrange todo o aumento do poder aquisitivo do contribuinte, incluindo nela, de um modo geral, as receitas irregulares e ganhos fortuitos, os quais também devem ser considerados manifestações de capacidade contributiva.