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277/281, sendo que o TCA/S, em apreciação do objeto recursivo que lhe foi dirigido, revogou tal entendimento, afirmando, por um lado, que «em face dos temas de prova fixados, é de excluir a hipótese de ter a perícia requerida como impertinente, já que a mesma se reporta a factos considerados relevantes para a boa decisão da causa e controvertidos» e, por outro lado, que «a factualidade articulada pelas partes, é nosso entendimento que a perceção dos factos em causa – ou mais precisamente, a sua valoração – carecerá de conhecimentos especiais, isto é, de conhecimentos para além da ciência jurídica, – no caso, científicos e/ou técnicos -, que não estão, ao menos, de forma completa e segura, ao alcance do julgador.