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4 Estes princípios postulam que a conclusão probatória é prefixada legalmente, no sistema da livre apreciação da prova e o julgador detém a liberdade de formar a sua convicção sobre os factos, sem pré-fixação legal do mérito de tal julgamento, mas sempre sendo de exigir que esse mérito decorra de uma apreciação crítica e integrada de todo o acervo probatório produzido, ou seja, de uma ponderação da prova produzida à luz das regras da experiência humana, da lógica e, se for esse o caso, das regras da ciência convocáveis ao caso, ponderação essa que deverá ficar plasmada na fundamentação do decidido artigo 60, n. 4, do Código de Processo – Vide Acórdão do Tribunal da Relação de Évora, de 14/01/2021, Proc.