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Tanto assim que, por força do disposto no artigo 8, n. 1, do R.E., "a declaração de insolvência determina a suspensão de quaisquer diligências executivas ou providências requeridas pelos credores da insolvência que atinjam os bens integrantes da massa insolvente e obsta à instauração ou ao prosseguimento de qualquer acção executiva intentada pelos credores da insolvência ”, impondo o seu n. 3 que as acções executivas suspensas nos termos do n. 1 se extingam "quanto ao executado insolvente, logo que o processo de insolvência seja encerrado nos termos previstos nas alíneas e do n. 1 do artigo 23”, designadamente "após a realização do rateio final”, o que pressupõe a liquidação do património do insolvente.