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- Nota: manteve-se a ordem das conclusões apresentadas pela Recorrente, sendo certo que existe um manifesto lapso, pois não existe qualquer conclusão com o n.33 - Conclui pela revogação do Acórdão da Relação do Porto "e, em consequência: 1 - deverá ser declarada a nulidade do douto acórdão recorrido, A - Revogando-se o decidido no que concerne à alteração dos factos dos pontos 66, 72, 85 e 89 e sendo reposto o que fora decidido na Primeira Instância, B - Revogando-se a condenação da Corio no pedido deduzido pelo Banco Espírito Santo, sendo também reposto o que fora decidido na Primeira Instância, - Sendo ordenada a baixa do processo ao Tribunal recorrido para conhecimento das questões submetidas à sua apreciação e omitidas, designadamente as consistentes no requerido no recurso de apelação da autora Corio de alteração da matéria de facto fixada pela Primeira Instância no que respeita à solução dada aos pontos 25, 60, 61, 62, 69 e 70, 88, 89, 90,116, 175, 177, 178 e 179 da Base Instrutória e aos factos constante das alíneas e da relação dos factos não provados, bem como para pronúncia das questões submetidas no mesmo recurso quanto à possibilidade legal de o réu Novo Banco ser responsabilizado na presente acção, com, nesse aspecto, a nulidade da douta sentença da Primeira Instância, a incindibilidade da relação contratual entre a Corio, por um lado, e o BES e o NB, por outro, fruto da compensação de créditos operada, a aplicabilidade das resoluções do Banco de Portugal, integrantes do rol da matéria provada, à relação dos autos, a inconstitucionalidade das normas dos arts 145-G e 145-H do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, a responsabilidade do BES e do NB pelo pagamento do peticionado, a improcedência do pedido genérico e o efectivo prejuízo sofrido pela autora e ainda para conhecimento das questões arguidas nos pontos identificados das alegações de resposta ao recurso de apelação do réu ; 2 - Bem como, de qualquer forma, sempre deverá ser concedido provimento ao presente recurso, revogando-se no demais a douta decisão em crise, absolvendo-se a Corio – Confecções do Rio, Lda, do pedido formulado pelo Banco Espírito Santo, a que sucedeu o Novo Banco, e mantendo-se no demais o decidido na douta sentença da Primeira Instância, com as alterações requeridas no nosso recurso de apelação, feita que seja a requerida reforma”.