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No que concerne ao período de 31/07 a 16/08, o menor iniciará com o pai, a 31/07, pelas 10h00, com quem viajará para o Algarve, onde a Requerida o recolherá no dia 09/08, pelas 10h00, na cidade de  x... , e de 09/08, pelas 10h00 a 16/08, pelas 10h00, altura em que o Requerente o recolherá em casa da mãe; g) Caso a Requerida tenha solicitado a agendamento de férias junto da sua entidade patronal após o Requerente lhe ter comunicado o seu período, ou seja, após 27/01/2020, e caso o período de ambos seja coincidente, provando-se que a Requerida o fez propositadamente, não deve esta ser autorizada a estar na companhia do menor, a título de férias, em tal período, convidando-se a mesma a proceder à sua alteração, para período não coincidente com os agendados pelo Requerente e com a advertência de que o período a agendar não pode ser superior a 2 semanas consecutivas, sob pena de não usufruir de férias de Verão na companhia do menor no corrente ano.»  Com este requerimento o progenitor Requerente juntou um total de 15 documentos, requereu a produção de prova testemunhal e bem assim a notificação da entidade patronal da Requerida para esta prestar um conjunto de informações sobre os concretos pedidos de férias por parte da Requerida e datas em que foram apresentados, bem como sobre o que é que tinha sido autorizado ser por ela usufruído.