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Importa talvez, para aferir das exatas repercussões desta alteração do horário de trabalho determinada pelo tribunal da  instância, olhar para o teor do Ponto 1 quando diz que «Foi dado a escolher aos trabalhadores a opção entre dois modelos de organização de turnos rotativos em laboração continua, sendo um deles com o gozo de descanso consecutivo, ao sábado e domingo, um vez por mês e outro aquele que veio a ser implementado.»  Diga-se, finalmente, que a circunstância de os Requerentes só virem reagir judicialmente, através destes procedimentos cautelares comuns, cerca de 5 meses após a introdução do referido horário de trabalho em regime de turnos rotativos mais exatamente, em 5/6 e 12/6/2019) não pode ser configurada como uma conduta abusiva artigo 33 do, por o decurso daquele período temporal indiciar uma aceitação tácita dos mesmos relativamente a tal alteração substancial da prestação de trabalho, não somente porque, como ficou indiciariamente demonstrado, ocorreu uma manifesta e intensa oposição contra essa modificação como não ficou demostrado que a mesma tivesse merecido a concordância da maioria dos empregados da empresa, como ocorreram pedidos de horário flexível que, não obstante a postura inicial da Requerida, tiverem de ser deferidos face aos pareceres positivos da como, finalmente, está apenas aqui em causa um aspeto pontual de tal regime laboral dos turnos rotativos que terá ocorrido por 3 ou 4 vezes entre 2/1/2019 e a instauração destes autos.