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Consequentemente, por tudo o supra exposto, não tendo a exequente cumprido previamente o PERSI, nos termos impostos pelo Decreto – Lei n. 227/2012, de 25/10, falta condição objetiva de procedibilidade, com a consequente inexigibilidade da dívida exequenda, bem como falta de admissibilidade liminar, o que constitui exceção dilatória inominada, de conhecimento oficioso, que determina a extinção da instância executiva e/ou respetivos embargos o que impede o conhecimento do mérito da relação subjacente, e produção da respetiva prova, e não afeta a relação jurídica – artigo 1, n. 1, especialmente alínea, do Decreto-Lei n. 227/2012, de 25/10, e Aviso do Banco de Portugal n. 17/2012, especialmente artigos  e .  DECISÃO FINAL  Pelo exposto, o Tribunal decide rejeitar a presente execução para pagamento de quantia certa instaurada por Banco, S.A., julgando-se verificada a exceção dilatória inominada de falta de PERSI, extinguindo-se a execução – artigo 1, n. 1, especialmente alínea, do Decreto-Lei n. 227/2012, artigos  e  do Aviso do Banco de Portugal n. 17/2012, e artigos 72, 72, 59, 59, e/ou 59 do NCPC.