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E acrescenta que "o critério mais adequado ou mais apto para alcançar uma compensação integral do sacrifício patrimonial infligido ao expropriado e para garantir que este, em comparação com outros cidadãos não expropriados, não seja tratado de modo desigual e injusto, é o do valor do mercado, também denominado valor venal, valor comum ou valor de compra e venda do bem expropriado, entendido não em sentido estrito ou rigoroso, mas sim em sentido normativo.”Refere a apelante que o tribunal a quo, aderindo ao laudo maioritário, classificou o solo da parcela 12 como apto para construção, considerando que o mesmo preenchia os pressupostos de que dependeria tal classificação, no entanto, a análise dos elementos constantes dos autos e designadamente do relatório de vistoria ad perpetuam rei memoriam, apenas poderia levar à conclusão de que o solo da parcela 12 deveria ser classificado como apto para outros fins e avaliado de acordo com o artigo 27 do CE, vindo a ser unanimemente entendido na jurisprudência, que só os solos que se encontram em zonas classificadas como zonas urbanas ou urbanizáveis, por instrumento de gestão territorial, devem, por regra, ser classificados e, pois, valorizados como solos aptos para construção.