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Com efeito, o dano alegadamente causado na porta, passou pela danificação total da porta, para um simples dano na fechadura, que impedia o seu fecho; o instrumento alegadamente usado pela arguida, foi descrito ora como um pau, ora como uma moca; o preço da reposição da porta não foi coincidente, não havendo sequer uma factura ou orçamento a comprovar a execução de trabalhos de reparação ou substituição, sendo certo que, a ter sido apenas danificada a fechadura, não se percebe, segundo juízos de normalidade, como podem ter despendido a quantia de € 120,00, como referiu a testemunha ; o mesmo se dirá quanto aos vasos, que, nesta parte, até o assistente revelou um desconhecimento sobre o valor dos mesmos, sendo certo que não há nenhuma elemento probatório, pessoal ou documental, que indicie a conclusão que a arguida os tenha partido; mais há referir que a própria testemunha P., que esteve durante muito tempo a fazer vigilância junto à porta da arguida, local de onde conseguia ver a entrada do assistente, confirmou que não deu conta de qualquer anomalia/dano na porta do assistente, designadamente ao nível da fechadura, ou de cacos junto à porta, ao contrário do que viu na porta da habitação da arguida.