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5 – Aos recorrentes seria de todo impossível, recorrer à instauração da presente ação na Suíça, porquanto, não é membro da União Europeia e, portanto, não podem recorrer ao disposto no regulamento n 1346/20 6 – Com a decisão proferida, o Tribunal a quo, lesa quer os direitos dos recorrentes, quer os direitos dos credores identificados na ação, que a ser possível instaurar a acão de insolvência na Suíça, que não é, impedidos ficam de reclamar os seus créditos, e de lhes dar o tratamento adequado, inclusive fiscal e, portanto, o não conhecimento da insolvência, jamais os pode prejudicar nos seus direitos, incluindo, a possibilidade de obter um plano de pagamentos por parte dos recorrentes.