Legal Document Excerpt:

Contando o trabalhador com 63 sessenta e três) anos e meio de idade, à data da consolidação médico legal das lesões 06/10/2018), atendendo ao Défice Funcional Permanente da Integridade Física Psíquica de 34 pontos fixado nos termos do Relatório Pericial de Avaliação do Dano Corporal em Direito Civil, junto aos autos, e se atendêssemos, para determinação da capacidade de ganho futura do Demandante, por um lado, ao auferindo este um respetivo rendimento anual ilíquido à data do sinistro a que o Tribunal a quo na quantia de 724,10€ nove , setecentos e vinte e quatro euros e dez cêntimos) à data do sinistro – correspondente à capacidade anual de ganho do Demandante antes de ocorrido o sinistro e, por isso, à aplicação da Teoria da Diferença –, e, por outro, considerando-se a à esperança de vida dos portugueses do sexo masculino idade de 78, como refere que o Tribunal a quo refere, arguindo que, nesta sede, deve atender-se à esperança de vida, no caso, dos portugueses do sexo, e atendendo ao Défice Funcional Permanente da Integridade Física Psíquica de 34 pontos fixado nos termos do Relatório Pericial de Avaliação do Dano Corporal em Direito Civil, junto aos autos, o cálculo aritmético para a perda de capacidade de ganho {78 anos - 63,5 x 724,10€ x 34%} levar- nos-ia ao resultado indemnizatório a título de dano biológico de 4939,81€ quarenta e sete , novecentos e trinta e nove euros e oitenta e um cêntimos), largamente inferior aos 6000,00€ arbitrados pelo Tribunal a quo.