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Com efeito, atentando pormenorizadamente na aludida decisão judicial verifica-se que a mesma analisou individualmente os seguintes vícios: Do desajustamento entre os valores tributários e os valores de mercado Da violação dos princípios da igualdade, proporcionalidade e capacidade contributiva Irregularidades da comissão de avaliação e Falta de fundamentação no coeficiente de localização aplicado, tendo depois concluído pela "procedência da impugnação em razão do que devem as avaliações em questão ser anuladas e realizadas outras em substituição conformes à legislação aplicável nos moldes expostos.” Os três primeiros vícios foram julgados, totalmente, improcedentes, apenas tendo logrado provimento a questão atinente ao coeficiente de localização, com a fundamentação que infra se reproduz: "Disserta, por fim, a autora acerca da falta de fundamentação do coeficiente de localização encontrado e aplicado, 1,3 Ora, para além das circunstâncias que entendeu ficarem por explicar haverá que apurar se foi legal a exclusão da aplicabilidade da Portaria n 1022/2006, de 20/09, expressamente referida pelos peritos na reunião da comissão da segunda avaliação que teve lugar.