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3 – FUNDAMENTAÇÃO DE FACTO Com relevância para a apreciação das conclusões do recurso, temos os seguintes factos: A) Com data de 29 de Dezembro de 2012 a exequente intentou acção executiva contra J 9 e, requerendo a condenação daqueles a pagar-lhe a quantia de € 6723,07 alínea dos Factos Assentes; B) O oposto/exequente deu à execução como título, dois documentos apelidados de "título de mútuo com hipoteca” acompanhados cada um deles por "anexos - outras cláusulas do contrato de mútuo com hipoteca”, invocando expressamente que"apesar de instados para procederem à regularização dos mútuos em incumprimento, até à presente data, os executados não lograram regularizar a sua situação devedora junto do Banco exequente” alínea dos Factos Assentes, ora aditada com a reprodução literal de um outro segmento igualmente constante do requerimento executivo; ) No primeiro dos acima referidos "título de mútuo com hipoteca”, assinados pelos representantes dos exequentes e pelos executados, em 23 de Julho de 2009 no posto de atendimento dos registos de Santarém, deixou-se escrito, além do mais que aqui se dá por integralmente reproduzido: - "O banco, representado dos primeiros, pelo presente título, concede um empréstimo aos segundos no montante de trinta e um trezentos e noventa e sete euros e quatro cêntimos ao abrigo do crédito à habitação praticado pelo mesmo, nos termos do decreto/lei 349/8, de 11 de Novembro, Regime Geral.