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.- Na situação sub judicio, temos que:   a) como se extrai inequivocamente dos dizeres acima transcritos em , na carta que enviou à ora Apelante, a Administradora de Insolvência fundamentou em factos concretos a resolução do contrato, tendo aí referido:   - terem os actos a dação em sido praticados "muito pouco tempo antes da apresentação à insolvência”;  - prejudicarem de forma "clara e evidente a satisfação dos créditos dos restantes credores”, uma vez que, atendendo "ao reduzido valor dos restantes bens da insolvente”, os referidos bens "constituem verdadeiramente o único património com potencialidade de, pelo menos, satisfazer parcialmente o crédito dos restantes credores”;  Acrescentando ainda que "a dação foi feita com o intuito de favorecer um credor em detrimento de outros, sabendo bem ambos, s Exs e a insolvente que esta estava, pelo menos, em situação de insolvência iminente”.