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Todo o descrito circunstancialismo, sobretudo, o indicado em  alíneas a, supra, não pode deixar de ter criado na exequente/apelante a convicçãode que era desnecessário formalizar a situação nos termos exigidos pelo n. 227/12 e, bem assim, de que o oponente/executado/apelado, actuando de boa fé, não viria a invocar essa ausência de formalização.30  Conclui-se, assim, salvo o devido respeito por entendimento contrário, que, em face da demonstrada exigibilidade da obrigação cf., sobretudo,  ,, a exequente/recorrente não se encontrava "impedida de intentar ação judicial tendo em vista a satisfação do seu crédito, por violação do PERSI”.