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E, na linha da jurisprudência que cita na sentença recorrida afirma que « não há como não concluir que se encontra demonstrado que a operação urbanística levada a cabo no logradouro/terraço de cobertura- a execução da laje que tapou a escada de acesso- constitui uma obra de inovação em parte comum para efeitos do artigo 142 do Código Civil- porque eliminou o acesso que se encontrava projetado por parte da fração "A” ao logradouro do  andar Ponto dos factos provados- que acabou por prejudicar a normal utilização, por parte da Autora, da sua fração "A”- dado que lhe retirou o mínimo de iluminação e ventilação natural de que dispunha Ponto 31 dos factos provados-, nos termos e para os efeitos do que é proibido pelo n.7 do artigo 142 do Código Civil».