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24 a 25, mediante o qual lhe adquiriu um prédio, pelo preço de euros;  Acontece que apercebendo-se da intenção do Réu de construir uma casa, comunicou-lhe que era empreiteiro e responsável pela sociedade Autora e que poderia ser o responsável pela execução da obra;  O Réu contratou então para proceder à abertura de um caminho e realizar as fundações da futura casa;  Em 04/09/2012, a Autora iniciou a abertura do caminho e em 10/09/2012, o Réu entregou a 500,00 euros;  Em 15/09/2012, informou o Réu que o caminho, atendendo ao seu declive, não podia ser empedrado em paralelo e teria de ser acabado em cimento;    Em 24/09/2012, iniciou os trabalhos de remoção de entulhos e pedras já incluídos nos 500,00 euros antes pagos pelo Réu;  Em 12/10/2012, solicitou ao Réu que lhe pagasse mais 000,00 euros, quantia essa que este acabou por lhe entregar;  Acontece que na segunda semana de novembro de 2012, os trabalhos foram abandonados pela Autora;  E os trabalhos que a Autora executou apresentavam defeitos, que levaram que os mesmos não tivessem qualquer aproveitamento possível, não sendo possível proceder ao seu arranjo, impondo-se a devolução das quantias que entregou àquela, acrescidas de juros;  Acresce que em consequência da presente ação, a Autora causou-lhe danos não patrimoniais, cuja indemnização reclama.