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Assim, ponderando o teor das conclusões de recurso cumpre apreciar: Ø	A título prévio, da incompetência em razão da hierarquia arguida pela Recorrida, nas suas contra-alegações; Ø	Se a decisão recorrida padece de erro de julgamento por errónea apreciação dos pressupostos de facto e de direito por ter entendido que só, em parte, estão reunidos os pressupostos para operar a cessação da isenção de SISA, competindo, para o efeito, aquilatar se: o	Houve lugar a uma cedência global, porquanto o prédio ao qual foi concedida a utilidade turística deixou de existir, como advoga o DRFP; o	Se, ainda assim, foi desrespeitado pela G......, a comunicação do contrato de permuta à Direção Geral do Turismo, em clara violação do disposto no artigo  do Decreto-Lei n 423/83; o	Se a aludida alegação da comunicação à DGT consubstancia fundamentação a posteriori ou mesmo questão nova, não competindo, por isso, dela conhecer; o	Se inexistiu, como defende a G......, qualquer transmissão de qualquer parte componente ou integrante do Empreendimento Turístico com subtração à sua exploração unitária.