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É o que sucede com o Acórdão da Relação do Porto de 21 de Maio de 2001, o qual entendeu que "a expressão utilizada no artigo 333 n 5 da Código de Processo Penal «a sentença é notificada ao arguido logo que seja detido ou se apresente voluntariamente» tem de ser entendida na sentida de que, no caso de ter sido condenado em pena de prisão, deve ser ordenada a detenção a fim de lhe ser notificada a sentença; no caso de ter sido condenado em pena de multa, a sentença ser-lhe-á notificada quando for detido à ordem doutro processo ou quando se apresentar voluntariamente em juízo, sem embargo de se efetuarem diligências com vista à sua notificação pessoal desde que não seja efetuada a sua detenção exclusivamente com esse fim"A defender a mesma posição, vejam-se os Acórdãos da Relação de Lisboa de 13 de Setembro de 2007 e da Relação do Porto de 23 de Junho de 2004 e de 15 de Fevereiro de 200 Para todos, consultar www.dgsi.pt.