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Pronunciando-se sobre a questão prévia "da competência para conhecer e decidir do pedido deduzido pelo requerente”, o Tribunal Judicial da comarca de Santiago do Cacém "declarou, por despacho de 22/06/2004, verificada a excepção dilatória de incompetência absoluta, em razão da matéria, e, consequentemente, absolveu o requerido da instância.”    Inconformado, o autor dele interpôs recurso de agravo para o Tribunal da Relação de Évora, o qual veio a ser admitido, por legal e tempestivo e por o recorrente ter legitimidade, nos termos dos art.s: 68, n.1, 68, n. 1, 73, 69, 73, n.1, al., 73 e 74, n.1, todos do CPC.