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p)	O que conjugado com o facto de a Reclamante nem sequer ter alegado factos concretos sobre os rendimentos e despesas que tem o facto de não ter bens não significa que não tenha rendimentos, percetíveis) e, por maioria de razão, de não ter feito a mínima prova da sua concreta situação económica, ter prescindido da testemunha por si arrolada, nem ter protestado juntar qualquer prova ou formulado pedido no sentido de que ela fosse solicitada a alguma entidade oficial, leva a concluir pela legalidade da decisão recorrida "Acresce que, ainda que a AT apartasse para os autos a prova de «todos» os factos alegados pelo executado, ou que este juntasse prova de «todos» esses factos que alegou ...), tal não significaria atenta a total ausência de prova quanto aos rendimentos ou proveitos auferidos e encargos que ficasse desde logo provada a sua concreta situação económica, em termos da eventual prova da «manifesta falta de meios económicos» - Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, de 26-09-2012, proferido no âmbito do processo n. 0708/1)  q)	Ora, considerando que a Reclamante não provou, na sua PI, factos concretos sobre os rendimentos e despesas que tem, nem sobre os bens móveis ou imóveis que possui, não tendo assim feito a mínima prova da sua concreta situação económica, leva-nos a concluir pela legalidade da decisão reclamada.