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16 verso, cujo conteúdo foi levado, g., ao ponto  , que infirmava a veracidade da declaração inserta na escritura pública dita em  1, supra, relativa ao montante da totalidade do "preço” que tornava verosímil a inveracidade da declaração), servindo, então, a prova testemunhal ou o recurso a presunções judiciais como complemento dessa prova indiciária; ficou assim legitimada a apresentação e valoração da prova testemunhal, e esta permitiu confirmar a inveracidade, ou seja, afirmar que, contra o declarado na escritura, o preço da compra e venda foi de € 59 500 e não € 40 00  Tendo em atenção o objecto do litígio e o que decorre da mencionada prova documental e pessoal, conclui-se, pois, que a factualidade indicada em  e , supra, respeita a prova produzida nos autos e em audiência de julgamento, e importa, tão-somente, desfazer a incongruência/discrepância entre o ponto  , in fine, e o ponto  quanto à menção do facto não provado 54 dos temas da prova, já incluído na factualidade provada sob aquele, e acrescentar, ao facto  3, supra, o que ficara aceite na contestação e se vê reafirmado nas "alegações de recurso” cf., sobretudo, os art.s 75 da p. e 57 da contestação e fls.