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A indiscutibilidade do telefonema realizado pela secretaria do Tribunal para aquele escritório bem como para o escritório do advogado dos – o que o assistente nunca o negou e até o confirmou, expressamente, na motivação do recurso e nos requerimentos que o antecederam; b. Ser indiscutível a não comparência do advogado do assistente no Tribunal de Caldas da Rainha, na primeira data designada para a leitura da sentença 26-03-2015, às 145 e a inexistência de qualquer justificação para a ausência nessa primeira data – o que é, cristalinamente, por si só, revelador de, mesmo antes de receber a notificação do despacho que deu sem efeito aquela primeira data e fixou uma nova, teve conhecimento da respetiva desmarcação e, naturalmente, da definição da nova, e, em consequência não se deslocou ao Tribunal identicamente ao advogado dos; Que se, nesse telefonema, não tivesse ocorrido a devida anuência relativamente à nova data, certamente que recebida, como foi, a notificação de 26-03-2015, teria sido, seguramente, suscitada essa omissão, a sua não concordância ou a incompatibilidade de agenda do advogado do assistente, ou, no limite, invocada irregularidade processual – o que também não aconteceu; Que, apreciada a realidade – como se exige que seja – à luz das regras da experiência e da praxis judiciária, não é crível, nem plausível que a secretaria do Tribunal não tenha transmitido a nova data, nem obtido a concordância quanto a ela, por parte do interlocutor do telefonema, nem, por último, que este não estivesse legitimado para manifestar tal concordância ou discordância, devendo vigorar aqui a regra hoje pacífica e consensual na jurisprudência e na sobredita praxis judiciária) segundo a qual as notificações dirigidas aos escritórios dos advogados não têm de ser pessoalmente rececionadas pelos mesmos para se tornarem válidas e eficazes.