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Também dificilmente se compreenderia que ao investigante incumbisse alegar o seu conhecimento superveniente dos factos ou circunstâncias que justificam a investigação da paternidade e ao réu provar a data ou uma data diversa de ocorrência de tal conhecimento por forma a demonstrar a não verificação da condição específica de propositura da ação exigida pelo n. 3, alínea, do artigo 181 do   Posto isto, só quando esteja em causa a cessação do tratamento como filho pelo pretenso progenitor é que, a meu ver, a lei faz recair sobre o réu o ónus da prova quanto à cessação da posse de estado; nas restantes situações previstas na alínea do n. 3 do mesmo artigo, o ónus de prova impende sobre o autor.