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E, relativamente ao valor da prova pericial , também é certo que não vincula o julgador, pois que "vigora o princípio da prova livre, e não da prova positiva ou legal, cujo juízo se presumiria subtraído à livre apreciação do julgador, e em que a sua convicção só poderia divergir do juízo pericial, desde que fundamentada.” Isto porque "o juízo técnico, cientifico e artístico não tem um valor probatório pleno, e, nem sequer, talvez, um valor de prova legal bastante, um valor, presuntivamente, pleno, ligado a uma presunção natural, que pode ceder perante contraprova, mas antes e, tão-só, que a valoração diversa dos argumentos invocados pelos peritos e que são o fundamento do juízo pericial é bastante para que o relatório pericial não se imponha ao julgador” O Tribunal da Relação divergiu da  instância no que se refere ao valor dos danos elencados no n. 8, sem os pôr em causa, fazendo uma análise crítica dos relatórios periciais juntos aos autos, acabando por seguir o entendimento maioritário dos peritos escrevendo:  "Não há, pois, fundamento para este tribunal se afastar do entendimento maioritário dos peritos Carlos Domingues e Ricardo no sentido de não ser necessária a substituição da canalização, sendo de considerar provado o valor a que chegou a maioria dos peritos Carlos Domingues e José, excluída a substituição das canalizações e do mármore.” Consequentemente, alterou o valor total daqueles danos para 5632,30 € mais IVA.