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Alega o recorrente que: "8 Estando provado que o subsidio alimentação dos anos em que o Trabalhador esteve suspenso foram imputados a Entidade Financiadora, e que apesar do Trabalhador não ter a despesa acrescida para almoçar, por estar suspenso, a Entidade Patronal também teve a seu encargo o fornecimento da alimentação com o Trabalhador em gêneros não forneceu alimentação enquanto o Trabalhador esteve; Daí que seja nosso entendimento de que se a suspensão provisória não pode afectar os direitos do Trabalhador, e se esse direito do Trabalhador ao subsídio alimentação foi assegurado pela Entidade Financiadora, e a Entidade patronal não entregou ao Trabalhador em género, deverá reverter para o Trabalhador, e não para Entidade Patronal; Devendo esse Venerando Tribunal substituir a sentença recorrida por outra que determine a restituição do valor de €536,38, a título de subsídio alimentação para o Trabalhador;” Não acompanhamos o recorrente.