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Como fica igualmente por explicar como, tendo já ocorrido a ruptura da vida comum, e tendo lavrado um contrato-promessa de partilha de bens comuns do casal, datado de 012013, contendo em anexo duas relações de bens, uma de património que estava em nome comum dos cônjuges e outra de património titulado pela Ruite Corporation – e no qual se partilham expressamente os saldos bancários titulados por esta sociedade à data de 012013 em quatro bancos – e se acorda que apenas a primeira relação seria apresentada na acção de divórcio, a Requerente aceita a alteração do contrato-promessa de partilha inicial, lavrando em 002014 uma adenda ao acordo de partilha da sociedade Corporation, pelo qual entrega uma viatura ao Requerido no valor de € 5000,00 e recebe deste outra viatura no valor de € 8800,0 	Acresce, ainda, que não se vislumbra o segundo requisito que justifica o decretamento da presente espécie processual – o justo receio de perda da garantia patrimonial.