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No âmbito do mandato que lhe foi conferido, o ex-marido da autora outorgou, no dia 13 de Outubro de 2000, escritura pública de compra e venda, nos termos da qual, na qualidade de procurador de A. F. e do seu filho J., declarou vender à sociedade comercial por quotas "Construções A. , Lda.”, da qual era gerente, pelo preço global de Esc.100000 dezoito milhões de os seguintes bens imóveis:  - Prédio urbano composto de uma parcela de terreno para construção, com a área de 600m2, identificada pelo lote número 5/6, situado no ...), limite da freguesia de ..., do concelho de Bragança, a confrontar de Norte, Nascente e Sul com rua público, então omisso na matriz predial;  - Prédio urbano composto de uma parcela de terreno para construção, com a área de 600m2, identificada pelo lote número 7/8, situado no ...), limite da freguesia de ..., do concelho de Bragança, a confrontar de Norte, Nascente e Sul com rua público, então omisso na matriz predial; e,  - Prédio urbano composto de uma parcela de terreno para construção, com a área de 600m2, identificada pelo lote número 9/10, situado no ...), limite da freguesia de ..., do concelho de Bragança, a confrontar de Norte, Nascente e Sul com rua público, então omisso na matriz predial;   J. faleceu no dia 7 de Setembro de 201   No dia 22 de Setembro de 2011, a mãe do falecido J. outorgou procuração em favor de , nos termos da qual lhe conferiu poderes para vender ou prometer vender, pelo preço e condições que entendesse convenientes, quaisquer bens imóveis que fizessem parte da herança aberta por óbito do seu filho J..  1 Aquando do divórcio da autora e seu ex-marido, ambos acordaram que o na altura denominado Lote , do loteamento realizado no prédio urbano situado na freguesia de ..., do concelho de Bragança, descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n. ... e inscrito na matriz predial respectiva sob o art.