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No caso em apreço, na sequência do nosso acórdão que, julgando não verificada a excepção do caso julgado, revogou o despacho saneador na parte em que absolvera a ré da instância, devolvidos os autos à 1 instância, nesta foi exarado despacho do seguinte teor:  – «Muito embora na presente acção não se mostra obrigatória a audiência prévia, o certo é também que tal diligência se nos afigura, no caso, relevante para esclarecer qual a concreta pretensão dos autores, dado que, da leitura da petição inicial, não ficámos com a convicção de que visassem, salvo o devido respeito por opinião contrária, a extinção de qualquer aproveitamento de águas, mas sim a extinção das obras concretamente realizadas, furo e poço, reconhecidas por sentença transitada em julgado da propriedade da ré.