Legal Document Excerpt:

No mais, confrontado com os factos que na acusação lhe são imputados, o arguido admitiu, apenas, ter dito à ofendida e quando ainda viviam na mesma casa, e quando ambos discutiam um com o outro, "vai para o caralho”; que quando aquela lhe dizia "vai para a puta que te pariu” ele respondia "vai tu para a puta que te pariu”; que a empurrou por uma vez, mas no campo de futebol de ...; e, que, na ocasião descrita na acusação como ocorrida aquando das obras do telhado, atirou contra a mesma, não uma pedra, mas, sim, um "metro” em plástico, que pesava tanto quanto um maço de tabaco, e que lhe acertou no braço e porque pediu à ofendida que a mesma lhe passasse algo – o que a ofendida corrobora – mas que aquela não lhe passou tal objecto e lhe "eu passo é o carago, não sou tua empregada” – frase esta que a ofendida não admitiu -; negando, o arguido, no mais, ter protagonizado os factos em apreço nos autos, embora admitindo que nas datas em causa nos autos existiram conflitos entre ele e a ofendida, mas não como descrito na acusação.