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Está, assim, em causa determinar se os prédios inseridos nos Centros Históricos Classificados como Património Mundial da Unesco, como o Centro Histórico do Porto, beneficiam de isenção de  Sobre as questões que ora nos ocupam, em causa semelhante e em que as alegações da Recorrente são, na parte que ora nos interessa considerar, do mesmo teor das produzidas nos presentes autos, já se pronunciou este Tribunal Central Administrativo Norte, no acórdão de 07/12/2016, lavrado in proc n. 134/14BEPRT subscrito pela ora Relatora na qualidade de 1 Adjunta, e que veio a ser objecto de recurso de revista para o Supremo Tribunal Administrativo que, por douto Acórdão de 112018 lavrado in rec 0134/14BEPRT 0501/17, confirmou o entendimento nele que, por simplicidade de exposição, com a devida vénia passamos a transcrever no segmento relevante, permitindo-nos, apenas e se necessário, substituir nos lugares próprios as referências específicas a cada um dos processos ou da alegação da Recorrente:”) A Convenção para a Protecção do Património Mundial, Cultural e Natural, que teve lugar em Paris, e foi aprovada pelo Decreto n. 49/79, de 6 de Junho, procurou estabelecer quais os bens naturais e culturais que podem vir a ser inscritos na Lista do Património Mundial, fixando os deveres dos Estados-Membros quanto à identificação e protecção desses bens.