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Alega que celebrou com a Autora, ora recorrida, em 1.., um contrato de arrendamento verbal de um imóvel, destinado a habitação do recorrente, tendo por objetivo a parte B do prédio urbano sito na Travessa ..., n. ..., freguesia do ..., Amares, inscrito na matriz sob o artigo ..., aceitando que, por transação realizada no dia 10 de março de 2014 no âmbito do processo n. 609/12TBAMR que correu termos na instância local de Amares, da comarca de Braga, homologada por sentença, transitada em julgado, o recorrente e a recorrida acordaram e reconheceram mutuamente que entre eles existia um contrato de arrendamento urbano, destinado a habitação do recorrente, tendo por objeto o imóvel acima referenciado, contrato esse regulado pelo Novo Regime de Arrendamento Urbano e pelo prazo de cinco anos, com início a 1 de março de 201 Sustenta, porém, que existe na sentença em crise, uma confusão relativamente às figuras de denúncia e oposição à renovação do contrato de arrendamento, defendendo que a comunicação operada na missiva enviada pela autora, de 19 de janeiro de 2017, não consubstancia nenhuma oposição à renovação do contrato, nos termos previstos no artigo 109 do antes configurando uma denúncia do contrato, tal como prevista e regulada no artigo 110 do a qual é ineficaz relativamente ao Recorrente, por ser vinculada e aplicável apenas aos contratos de duração indeterminada.