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Inconformada, a autora interpôs recurso desta decisão, terminando as alegações com a formulação das conclusões que seguidamente se transcrevem: "1a - Ficou plenamente demonstrado no processo que a ora recorrente esteve a trabalhar até ao dia 30/06/2011, fazendo até esta data os descontos devidos para a CGA, mas tais factos fundamentais para a decisão da causa não foram considerados provados na sentença, como deviam ter sido; 2o - Ao não considerar provados estes dois factos, o Tribunal a quo cometeu um erro de julgamento, que se requer a este Tribunal que seja corrigido, considerando-se tais factos provados; 3o - Além disso, a sentença não cuidou de tratar e de decidir a primeira questão colocada pela ora recorrente, relativa ao valor das remunerações auferidas pela recorrente a partir de 31/12/2005, e nomeadamente nos anos de 2006 e 2007; 4 - Tal significa que a sentença deixou de se pronunciar sobre uma questão suscitada pela ora recorrente, de que devia ter tomado conhecimento, praticando a nulidade prevista no Art 615 n 1o alínea do P.devendo também por esse motivo ser revogada e substituída por decisão que tome em consideração e decida esta questão; 5o - Mas embora se tenha considerado e bem na sentença que era aplicável à determinação da pensão de aposentação da ora recorrente o regime legal vigente em 2010, conforme dispõe o Art.