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Apreciados os elementos probatórios produzidos nos autos conclui-se que apenas a testemunha Ilídia refere ter o condutor do veículo  o autor Joaquim – veículo no qual seguia com passageiro o Manuel) procedido a uma manobra de ultrapassagem, pois de nenhum outro resulta a realização de tal manobra, mormente das declarações de parte e demais depoimentos prestados em audiência – o Joaquim, ouvido em declarações de parte, nega ter efectuado qualquer manobra de ultrapassagem referindo ainda não haver outro trânsito no sentido de marcha em que prosseguia, à frente ou atrás, também não existindo trânsito em sentido contrário); a Júlia condutora do veículo de mercadorias  seguro na também o não referiu ainda que tenha começado o seu depoimento referindo não se recordar de pormenores do, assim como o não referiu o Luís soldado da GNR que se deslocou ao local para tomar conta da ocorrência e que afirmou não lhe ter sido na altura referida por quem quer que fosse a realização de uma manobra de ultrapassagem por parte do veículo ligeiro.