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Observam-se aqui «as condições da constituição coactiva da servidão de aqueduto quanto às águas particulares traduzida na faculdade de conduzir através de prédio alheio as águas desse tipo, a cujo aproveitamento se tenha» Pires de Lima e Antunes Varela, Código Civil Anotado, Volume , 2 edição revista e actualizada, Coimbra Editora, Limitada, 1987, p..  Assim, como elemento essencial da servidão de aqueduto, estará a acção de «encanar, subterraneamente ou a descoberto, as águas particulares a que tenham direito» A. Santos Justo, Direitos Reais,  edição, Coimbra Editora, Julho de 2012, p.; isto é, estará «a implantação de cano ou rego condutor em prédio alheio, pelo qual se fazem passar as águas a que se tem direito, em proveito da agricultura ou da indústria, ou para gastos domésticos» José de Oliveira Acensão, Direito Civil.