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No essencial, sustenta que em Maio de 2017, a ré propôs-lhe, tal como aos demais trabalhadores motoristas, uma alteração ao seu contrato, na qual se dispunha a pagar-lhe, a partir daí, as diuturnidades, ajudas de custo que já lhe, trabalho suplementar ao fim-de-semana que já lhe, um subsídio por transporte de mercadorias perigosas que já lhe, vulgarmente designado por ADR, e o subsídio previsto na cláusula 74 do irct aplicável ao sector, bem como, um prémio TIR, no valor de €105,74, Nessa proposta o autor obrigava-se, ainda, a concordar que até à data do aditamento ao seu contrato teria estado em vigor "um sistema retributivo aceite pelo trabalhador e do qual resultou um regime que garantiu todos os direitos e créditos, pelo que o segundo outorgante trabalhador, ora autor declarava nada ter a receber da primeira seja a que título for por créditos laborais vencidos até esta data ou que se reportem a o período desde o início do contrato até esta data, a título de diferenças salariais”.