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Ora, no caso presente, encontra-se provado que: - A quantia de €9 459,88 foi paga pela exequente; - Por conta da factura datada de 19 de agosto de 2008, no montante de €1 260 000,00 a exequente pagou €100 000,0 Assim, apesar de o Acórdão da Relação de Lisboa ter reconhecido que os honorários possam ser no montante de €556 249,66, com os juros de mora, a Exequente só demonstrou nos autos que suportou, isto é, que pagou a quantia de €109 459,88, pelo que é esta a quantia que, neste momento, poderá reclamar da executada esta terá de suportar o pagamento de outras quantias que a Exequente venha a "suportar” e só após esse.”   - Motivação de Direito  - Se a decisão recorrida e identificada em  se impõe ser revogada, impondo-se "autorizar” o prosseguimento da execução com vista á cobrança coerciva da quantia de €109 459,8 Fixado/liquidado pelo Supremo Tribunal de Justiça - através do seu Acórdão de 17/4/2018 -no valor de €109 459,88 a quantia exequenda devida no âmbito da execução que A., moveu a B, e, comprovado o seu pagamento nos autos de execução nos termos do n 5, do art 846, do CPC aprovado pela Lei n 41/2013, de 26 de Junho, vem a exequente impetrar que a execução não seja considerada EXTINTA nos termos do art 849,n 1, alínea, do, antes entende - e solicita - que deve prosseguir com vista ao pagamento de "novo” porque "vencido” já no decurso da instância coerciva crédito exequendo ainda que também do montante de €109 459,8 Em rigor, a pretensão da exequente mostra-se alicerçada no disposto no art 850,n1,do CPC, o qual reza que "A extinção da execução, quando o título tenha trato sucessivo, não obsta a que a acção executiva se renove no mesmo processo para pagamento de prestações que se vençam posteriormente”.