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Decisão da matéria de facto proferida pela 1 instância já com a rectificação decidida pelo despacho de 102019  " Factos provados:   No dia 03 de Outubro de 2016, pelas 17:00h, nas instalações fabris da sociedade comercial E, S.A., sita na Rua , , .- S. João da Madeira, o autor sofreu um acidente de trabalho quando laborava então sob as ordens, direcção e fiscalização da sua entidade patronal, ré empregadora, para quem desempenhava as funções de operário indiferenciado, mediante a remuneração mensal de € 530,00 x 14 meses, a título de salário, € 110,00 x 11 meses, a título de subsídio de alimentação e € 15,63 x 12 meses, a título de outras remunerações regulares, o que perfaz o salário anual de € 817,5   A ré empregadora havia transferido a sua responsabilidade infortunística laboral para a Ré Seguradora, em função da retribuição anual ilíquida de apenas € 731,20, ao abrigo da Apólice n. .. que titulava o respectivo contrato de seguro, então em vigor.