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Acordam em conferência na Secção de Contencioso Administrativo do Supremo Tribunal Administrativo:  – RELATÓRIO  A., devidamente identificado nos autos, recorre para este Supremo Tribunal do Acórdão do TCAN, de 2017, que, considerando, em síntese, que o ora recorrente, em sede de apelação, não "indicou os concretos meios probatórios constantes do processo ou do registo ou gravação nele realizadas que impusessem decisão sobre os pontos da matéria de facto impugnada diversa da recorrida, o que invalidou a alteração do material fáctico levado ao probatório” e que "o Réu/Estado Português foi correctamente absolvido, tendo em consideração a matéria de facto tida como provada e não provada”, concluiu no sentido de negar provimento ao recurso interposto da sentença do TAF do Porto.