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Apresentou as seguintes conclusões com as suas alegações de recurso: " Tendo sido a Recorrente notificado da decisão do Tribunal á quó no passado dia 03 de Maio do corrente ano, relativamente ao Processo n. 721/24BELSB, Processo esse que correu os seus termos junto da Unidade Orgânica 5 do Tribunal Administrativo de Circulo de Lisboa,  Mediante uma análise cuidada e ponderada da decisão do Tribunal á Quó que diz respeito á rejeição da Providência Cautelar intentada pela ora Recorrente,  Diga – se em abono da verdade que a referida decisão gerou surpresa e estupefação, uma vez que aquele Tribunal teve uma decisão completamente surrealista em que os princípios de defesa não foram respeitados,  Uma vez que o Tribunal á Quó não teve em conta a prova apresentada pela Requerente e em particular entre vários aspectos, entre os quais, uma vez que está gravida e além do mais tem uma filha menor com 03 anos de idade que tem leucemia conforme documentação junta aos Autos  Como também convém frisar que o estado de saúde da sua Filha se agravou e correndo sérios riscos de vida,  Além disso o Tribunal á Quó decidiu como se a situação da ora Recorrente fosse uma situação de ocupação abusiva e não houve ocupação abusiva alguma, tal como consta da Providência Cautelar ora apresentada pela Recorrente a mesma explicou que reside no fogo municipal sito na morada em cima indicada, desde Janeiro de 2018, e que na altura a Arrendatária da Fracção de seu nome .., dado ser tia da ora Requerente, ser uma pessoa bastante debilitada em termos de saúde e também ter vivido sempre só, em Janeiro de 2019 convidou a ora Recorrente e a sua família para irem viver com aquela e para a apoiar quer em termos de a acompanhar ao medico, acompanhá – la á Segurança Social entre outras repartições, apoio que é extensível á limpeza da casa e também á feitura de refeições, dado ás razões já invocadas,  Logo como é de constatar não houve ocupação abusiva significa que o Tribunal não interpretou o conteúdo da Providência Cautelar como foi apresentado apenas decidiu com base no seu livre arbítrio,  Diga – se também em abono da verdade que não foi respeitado o Principio do contraditório, o Tribunal á Quó deveria ter aceite a Providência Cautelar ora apresentada e marcar a audiência de julgamento tendo as provas documentais apresentadas e também as Testemunhas,  Assim sendo, logo e em face do que se foi expondo ao longo do presente Recurso entende – se por sinal que há todas as condições para que a decisão do Tribunal á Quó seja anulada na integra,  Nestes Termos e nos melhores de Direito e sempre com o Mui Douto Suprimento de Exas deve o presente Recurso: - Ser admitido e aceite na integra; - Deve também consequentemente ser revogada na integra a Decisão proferida pelo Tribunal á Quó, e em consequência seja a referida providência aceite e apreciada respeitando – se o principio do contraditório.”.