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A primeira testemunha sempre foi dizendo que as quantias recebidas pelos jogadores dependiam do mérito de cada um.” O Direito Nesta sede recursiva, o Recorrente, não se conformando com o julgamento de improcedência da oposição ao processo de execução fiscal proferido pelo tribunal recorrido, veio imputar à sentença recorrida erro de julgamento de facto e de direito, ao não considerar a inexistência da obrigação contributiva contribuições para a Segurança Social relativas ao período de Novembro de 2004 a Dezembro de, uma vez que, no seu entendimento, os valores entregues aos seus atletas jogadores de não têm o carácter de remuneração; vindo, ainda, ex novo, suscitar nulidade, por falta de requisitos essenciais do título executivo.