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Sendo certo que, no domínio da antiga Lei das Sociedades por Quotas, as opiniões 29, no caso de haver fundamento para a amortização de quota de sócio falecido, divergiam entre os que como Vaz defendiam que a quota se transmitia ipso iure, no momento da morte, para o herdeiro e este adquiria desde então a qualidade de sócio, mantendo-a, com todos os direitos inerentes, até que a assembleia deliberasse amortizar, por isso devendo o herdeiro ser convocado para a assembleia geral designada com tal finalidade e nela podendo votar, e aqueles que como Ferrer Correia e Vasco Lobo, entendiam que, falecido um dos sócios, a aquisição pelos herdeiros da qualidade social ficava em suspenso até que a sociedade tomasse a resolução de amortizar ou de os admitir como associados e, uma vez deliberada a amortização, considerava-se que os herdeiros nunca foram sócios mas apenas titulares de um crédito contra a Sociedade, o novo Código das Sociedades Comerciais optou por esta última solução.