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acórdãos proferidos nos casos Mahagében e Dávid Processos -80/11 e -142/11), nos casos Gábor Toth Processo -324/11), Bonik EOOD -285/11) e Maks Pen EOOD -18/13); 7Em suma, não pode presumir-se que o sujeito passivo estava a par da fraude; a administração tributária deve demonstrar, com recurso a elementos objetivos, que o sujeito passivo devia saber ou sabia que participava num esquema fraudulento; 7Em face do acima exposto, resulta evidente que a limitação do direito à dedução da Recorrente só poderia proceder caso a administração tributária demonstrasse, com recurso a elementos objetivos, que a Recorrente sabia ou devia saber da alegada fraude, prova essa que não se basta com meros indícios cf.