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Assim, revelando-se insuficientes as penas de prisão anteriormente aplicadas ao ora recorrente para o reconduzir na orientação da sua vida com respeito pelos mais variados bens jurídicos, é patente que nenhuma outra pena, e menos ainda uma menos gravosa – não privativa da liberdade – poderá corresponder às necessidades, desde logo elevadas, de prevenção especial neste caso concreto;  – Nenhum dos vícios apontados pelo recorrente à sentença ora em crise se verificam;  - Dada a prova produzida em sede de audiência de julgamento e, bem assim, o teor da sentença recorrida, não resulta qualquer justificação que objetivamente determine o reenvio do processo para novo julgamento, mesmo que restrito à matéria da escolha e determinação da pena e ao apuramento dos factos relativos à personalidade do arguido, e às suas condições pessoais e económicas.”  Neste Tribunal, a Senhora Procuradora-Geral Adjunta emitiu parecer, opinando no sentido da devolução dos autos à primeira instância para suprimento de nulidade, a fim de ser designada data para a leitura da sentença, alegadamente por a acta de leitura de sentença não integrar o processo.