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auto de fls.183 a, a mesma frustrou-se porque: - a 1Ré: a) aceitou a ocorrência do sinistro aí descrito e que o mesmo era um acidente de trabalho; b) aceitou que as lesões/sequelas de que a sinistrada é portadora são resultado desse acidente e a incapacidade permanente parcial que lhe foi atribuída pelo Gabinete Médico-Legal como consequência das mesmas; ) não aceitou que a sinistrada auferia o salário de €750x14, acrescido de €2,40 de subsídio de alimentação, uma vez que o seu ordenado mensal era de apenas €450x14, acrescido de 2,40 diários de subsídio de alimentação, estando transferida para a 2 Ré a responsabilidade por esse montante, não aceitando pagar qualquer quantia a título de pensão ou indemnização por incapacidades temporárias, pelo que não se conciliou; - a 2 Ré: a) aceitou que a entidade patronal tinha para si transferida a responsabilidade por acidentes de trabalho da sinistrada, através da Apólice nAT.., pelo vencimento anual de €530x14+€2,40x242, num total de €000,80; b) não aceitou a ocorrência do sinistro descrito e que o mesmo era um acidente de trabalho; ) não aceitou que as lesões/sequelas de que a sinistrada é portadora sejam resultado desse acidente nem a incapacidade permanente parcial que lhe foi atribuída pelo Gabinete Médico- Legal como consequência das mesmas, pelo que não se conciliou.alínea dos Factos 6- A A. foi submetida a exame médico-legal no GML de Entre o Douro e Vouga, no qual foi considerado que a sinistrada esteve com incapacidade temporária absoluta para o trabalho entre 25 de julho de 2016 a 29 de dezembro de 2016 e com incapacidade temporária parcial de 15% entre 312016 a 002017, data em que teve alta clínica, e onde se considerou que a partir dessa data ficou com uma incapacidade permanente parcial de 7,5%.