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Assim, a comprovação da intencionalidade associada ao negócio jurídico e a falta ou vício da vontade tem de ser alcançado «com base em técnicas de reconstrução indirecta em que, com base na prova de certos factos materiais factos-base de uma presunção), se argumenta que um sujeito tem ou teve uma determinada vontade»1213141 Também Maria de Fátima Ribeiro entende que a prova indirecta resultante para o julgador de «sinais ou revelações exteriorizadas desse estado psíquico») ou a prova por presunção resultante para o julgador de determinadas circunstâncias que lhe permitam, «utilizando as regras da experiência, os princípios da lógica, ou mesmo os dados da intuição humana», firmar consciência), assumem particular relevância1 Alerta também a autora para a não exigência de haver intenção de prejudicar o credor, que não se deve confundir com a má-fé a que se refere o artigo 61 do Código Civil.