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5 do CCP, inova a Recorrente na sua invocação nesta sede já que não o fez junto do Tribunal a, o que não pode; 	Ainda assim, o referido artigo constituiu um critério operativo da entidade adjudicante ou do júri para a resolução imediata de divergências, destinado apenas a desonera-los da aplicação de normas constantes nas peças do procedimento que estejam em contradição com o CCP, não tendo por alcance a resolução judicial dos conflitos; 	Andou bem a sentença ao concluir que "analisando o teor da cláusula 10 n.2 alínea do programa de procedimento em causa, à luz do disposto no artigo 132 do CCP, o Tribunal conclui que este não contém qualquer verdadeira inovação, ou sequer autorre-gulação que contenda com o disposto naquele normativo”, porquanto a leitura do PP deve ser efetuada em estreita articulação com os artigos 4 e 36 do CCP, ou seja, no contexto específico da pré-existência de um concreto projeto de execução que integra o Caderno de Encargos e que vincula os concorrentes a um documento que faculta todos os elementos necessários à definição rigorosa dos trabalhos a executar; 	Limitando-se o PP a esclarecer que o plano de trabalhos a entregar deveria ilustrar as principais operações de execução dos trabalhos, tendo por referência a obra especificamente em causa conforme previamente definida no projeto de execução e mapa de quantidades com os seus capítulos agregadores de espécies de trabalhos/atividades tendo como organização a sequência de execução de obra, escalonamento de tempo e o ritmo de execução das diversas espécies; 1	Pelo que a leitura redutora que a Recorrente impõe do n. 1 do art.