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factos provados sob os ns 1 e 1) é a sua quantificação – ou não – pelo tribunala quo, tendo esta questão sido também suscitada pela apelante nas suas Conclusões máxime, sob os pontos 8 e 9, onde se afirma: "A sentença é contraditória quando dá como não provados os prejuízos que a Autora peticiona, mas ainda assim entende que se aplica o disposto no artigo 60 n. 2 do CPC e relega para momento posterior a liquidação da indemnização devida”; "Com efeito, sendo o dano ou prejuízo a ressarcir um dos pressupostos da obrigação de indemnizar, não se tendo alegado nem provado danos ou prejuízos não pode ter aplicação o disposto no citado artigo 609 n. Relembramos aqui o que, a este propósito, consta da sentença recorrida: "Todavia, não se apurou qual o número concreto de peças de vestuário furtadas, nem o valor das mesmas, pelo que, nos termos do disposto no art 609, n2, do P.Civil -, há que relegar para momento posterior a liquidação da indemnização devida à A.”.