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2988/95, deve ser interpretada no sentido de que se refere ao dia em que cessou a última operação constitutiva de uma mesma irregularidade repetida, ou seja, o prazo prescricional de 4 anos deve contar-se a partir da data em que foi efetuado o último pagamento,  E resultando dos autos que estamos perante a prática de uma "irregularidade continuada ou repetida”, e que foi a 27/2/2013 que foi pago à Recorrente a última quantia do subsídio em causa, sendo que nesta data já tinham sido cometidas as restantes irregularidades e lesões ao orçamento da UE — por referência aos anteriores pedidos de pagamento e aos respetivos pagamentos -, imperioso se torna concluir que em 26/9/2016, data do ofício que foi dirigido à Recorrente para que esta pudesse exercer o direito de audiência prévia sobre a intenção de modificação unilateral do contrato e a que esta respondeu por carta de 11/10/2016), ainda não tinha decorrido o prazo prescricional de 4 anos.