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A fls 3 e 4 da douta sentença, pode ler-se "As questões que ao Tribunal cumpre solucionar são as seguintes:  )  e) Saber a entidade executada deve ser condenada a pagar à exequente as seguintes quantias:  )  € 32032,45, por prestação de garantia indevida.”.  . Abrimos aqui um parêntesis para esclarecer como se chegou ao valor de € 32032,45, temos assim que o mesmo resultou de:  )€ 17712,61, relativo a comissões bancárias e que aqui não se refuta;  )€ 11324,72, respeitante a imposto do selo sobre a própria garantia bancária e que aqui não se refuta;  )€ 181,30, de imposto do selo sobre as comissões bancárias e que aqui não se refuta;  )€ 36,00, referentes a despesas notariais, que aqui também não se refuta, e,  )€ 3777,82, devidos, diz a exequente, nos artigos 13 a 14 da douta p.de execução de julgados e que ora se resumem, por aplicação da taxa de juro 4% sobre empréstimos - financiamento bancário, no valor total de € 274000,00 - que a exequente alega ter contraído para fazer face às despesas periódicas e avultadas decorrentes da prestação e manutenção da garantia bancária, sendo que é sobre este valor de € 3777,82, que a AT vem recorrer, porquanto refuta o mesmo.