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Não obstante, a determinação do período de tempo de cumprimento das medidas inibitórias previstas nas alíneas e do n. 1 do artigo 189 do CIRE inibição para a administração de patrimónios alheios, exercício de comércio e ocupação de cargo de titular de órgão nas pessoas colectivas aí e, naturalmente, a própria fixação do montante da indemnização prevista na alínea do n 2 do mesmo preceito legal, deverá ser feita em função do grau de ilicitude e culpa manifestado nos factos determinantes dessa qualificação legal»2 A doutrina também tem entendido que o juiz deverá ter em conta a gravidade do comportamento e o seu contributo para a situação de insolvência ou o seu agravamento – a gravidade do comportamento poderá ser aferida em função do preenchimento do n 2 ou do n 3 272 Esses efeitos jurídicos são cumulativos e automáticos, como claramente decorre do proémio do n 2 do artigo 189, pelo que, uma vez proferida tal decisão, não pode o juiz deixar de aplicar todas essas medidas, atentando que na determinação do período de tempo de cumprimento das medidas inibitórias devem ser utilizados critérios objectivos baseados no grau de ilicitude e de culpa manifestado nos factos determinantes dessa qualificação legal.