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Aliás, só se provou mesmo que o documento apresentado pelo Recorrente para suposta prova desse facto é falso e foi forjado, razão pela qual foi condenado como litigante de má-fé; - O facto 11 dos factos provados, o mesmo deve ser mantido intocável uma vez que o interesse manifestado pelo Recorrente na aquisição do imóvel de Queijas era fingido e servia apenas como expediente para tentar atrasar a resolução do problema das rendas de arrendamento vencidas e não pagas, na ordem das dezenas de milhares de euros; - Não existia outra dívida que não fosse a das rendas do arrendamento; - O Recorrente continua sem conseguir provar quer a celebração de um contrato promessa de compra e venda do imóvel de Queijas, quer o pagamento de um cêntimo que fosse a título de sinal e princípio de pagamento; - Da mesma forma e com os mesmos fundamentos, o facto 16 dos factos provados, o mesmo deve ser mantido intocável;  - A premissa maior que estruturou a fundamentação da decisão proferida não foi a existência de rendas atrasadas do arrendamento uma vez que o Autor não intentou a presente acção para discutir rendas; - A premissa maior que estruturou a fundamentação da decisão proferida é o Recorrente não ter provado nada do que alegou na petição inicial quanto à suposta compra e venda do imóvel de Queijas; - Também não é verdade que a premissa maior das resposta dada às alíneas,,,,,,,, e dos factos não provados seja a existência de rendas atrasadas do arrendamento; - Nenhum dos factos constantes dessas alíneas ocorreu, razão pela qual são não provados; - Não há uma única prova com a mínima solidez relativamente a qualquer um dos factos constantes das alíneas,,,,,,,, e dos factos não provados; - A propósito desses temas, todas as declarações do Recorrente em sede de audiência de julgamento foram directamente rebatidas pelo Recorrido e pelas suas testemunhas, os quais têm conhecimento directo dos mesmos; - Os depoimentos das testemunhas AC e MS são, pela sua vaguidade, imprecisão e contradição entre si, insusceptíveis de ser melhor valorados do que o foram pelo Meritíssimo Juiz a quo; - Os documentos 8 e 9 juntos com a petição inicial não constituem prova de que não havia um problema de arrendamento, antes a discussão de um contrato de compra e venda; - O Recorrente não só não fez prova dos factos essenciais que alegou na petição inicial, como a pouca prova que conseguiu carrear para os autos é fraca, incoerente e totalmente insusceptível de rebater as alegações e provas apresentadas pelo Recorrido;  - Contrariamente ao alegado pelo Recorrente, não houve violação nenhuma de lei – seja adjectiva, seja substantiva – por parte do Meritíssimo Juiz a quo, nomeadamente as normas constantes dos artigos 220, 286, 289 e 290 do Código Civil, uma vez que não foi celebrado qualquer contrato promessa de compra e venda do imóvel de Queijas; - Uma vez que nada do que o Recorrente alegou nas suas alegações é minimamente susceptível de fazer reverter seja o que for na douta sentença recorrida, deve improceder na íntegra o presente recurso, confirmando-se, em consequência, a mesma nos seus exactos termos, incluindo no que toca à condenação do Recorrente como litigante de má-fé.