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Na verdade, não resulta questionado pelo tribunal a quo, em face da prova produzida nos autos, que a Ré e o falecido A. subscreveram as referidas declarações; aliás, foi julgado não provado que a Ré e o seu falecido marido nunca acordaram que os juros venciam, por sua vez, juros ponto e que o Autor induziu em erro os Réus, ao longo de todos estes anos volvidos, já que lhes fez crer que o valor em dívida era aquele que constava das declarações de dívida que fazia os Réus assinar, com o fim de se locupletar às custas daqueles Réus que, por inexperiência e crentes da "boa-fé” cristã do Autor, nunca questionaram ponto, matéria que não foi impugnada.