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Para o efeito, efectuou a seguinte análise da prova produzida: "No que respeita à alínea , da materialidade dada como não provada, não obstante as fotografias supra identificadas darem conta de um eventual risco existência de restos de vegetação entre as pedras dos socalcos, bem como as denominadas rachadelas no solo, com declive a partir das mesmas, sendo que, para lá do dito declive, percepcionam-se árvores e arbustos que foram objecto do incêndio de e de muros caídos, a autora não logrou provar que tal realidade é sequente ao dito incêndio, isto é, que o alegado risco, mormente na vertente da segurança de quem circula nos imóveis ajuizados, surgiu após a celebração do contrato-promessa de compra e venda ajuizado, com a existência do dito incêndio, nos termos do artigo 34, n.1, do Código Civil, pelo que se deu como não provada a referida alínea.