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ADEMAIS, REPISE-SE, A AQUI RECORRENTE SUSTENTOU NA PI DE IMPUGNAÇÃO QUE O PRO RATA DE DEDUÇÃO CALCULADO PELA AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA ENFERMAVA DE MANIFESTA INCORRECÇÃO, JÁ QUE CONSIDERAVA VALORES NO DENOMINADOR DO PRO RATA DE DEDUÇÃO QUE NÃO DEVERIAM TER SIDO ALI CONSIDERADOS; ALÉM DE QUE, NOS EXERCÍCIOS EM CAUSA, SÓ PRATICOU OPERAÇÕES TRIBUTADAS, DONDE, NÃO HAVIA SEQUER LUGAR À APLICAÇÃO DAQUELE MÉTODO NÃO DEVENDO OLVIDAR-SE QUE A AQUI RECORRIDA HAVIA ESCOLHIDO COMO MÉTODO PARA IMPUTAR OS CUSTOS DE UTILIZAÇÃO MISTA O MÉTODO DA AFECTAÇÃO REAL E NÃO O DA PERCENTAGEM DE DEDUÇÃO), SENDO O IVA SUPORTADO NAS SUAS AQUISIÇÕES INTEGRALMENTE DEDUTÍVEL.