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Começava pois por ser e acima de tudo era/seria) uma questão de facto, sucedendo – é o ponto – que nada foi alegado e/ou ficou provado que consubstancie a conclusão das obrigações subordinadas SLN 2004 serem, à partida, um "mau produto financeiro” e que tal era do conhecimento do B A nacionalização do no início de Novembro de 2008 e o sucessivo avolumar do seu buraco financeiro, a ponto de, segundo as últimas estimativas do Tribunal de Contas, a falência já ter custado ao erário público, em termos líquidos, uma quantia próxima dos 4,2 milhões de e a posterior insolvência da S fazem, claro está, suspeitar que o valor mobiliário subscrito pela A. poderia ser uma espécie de "gato por lebre”20; por outro lado, os "alvos” escolhidos para escoar tal produto financeiro e a "economia de meios” utilizada no cumprimento dos deveres de informação não infirmam tal suspeita.