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Desse despacho de 31 de janeiro de 2019, vieram os embargantes logo interpor recurso, apresentando no final as seguintes conclusões: 1)- No despacho recorrido está que o Tribunal a quo realizou em 21/01/2019 a Audiência de discussão e Julgamento no presente processo sem a presença do mandatário/Advogado dos Executados/Oponentes, tendo o mesmo Tribunal inquirido as testemunhas arroladas pelos últimos sem a presença do mesmo mandatário/Advogado; 2)-Este, em 24/01/2019, justificou através de atestado médico a ausência àquele Julgamento, e concomitantemente requereu no mesmo documento referência fosse agendada nova data para Audiência de discussão e Julgamento, tendo logo informado, no mesmo requerimento, os dias então próximos em que já tinha outros Julgamentos agendados, e no sentido da celeridade do presente processo, não o entorpecendo; 3)-Pelo despacho sob a referência ora recorrido, o Tribunal a quo decidiu que a marcação de nova Audiência de Julgamento estava prejudicada, "por ter sido concluída a audiência de julgamento, inexistindo fundamento legal para adiamento, conforme se fez consignar na respetiva ata”; 4)-Desta ata, o mandatário /Advogado dos Executados/Oponentes não foi notificado, dela desconhecendo o teor e conteúdo, tanto mais, que por motivo de grave doença justificada não esteve presente à Audiência de Julgamento do dia 21/01/2019, na qual foi efetuada a referida ata supra; 5)-No mesmo despacho acima - ora recorrido - o Tribunal a quodecidiu a matéria de facto provada e não provada; 6)-O Art.