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Isto é, mantemos o entendimento de que é consentânea com o teor do clausulado, a interpretação segundo a qual o cálculo referenciado na dita cláusula deve fazer-se ponderando exclusivamente os anos que formam a carreira contributiva, assentando numa divisão pro rata temporis” Discordando desse entendimento o Recorrente defende que, nos termos da cl 136 do ACT do Sector Bancário, o benefício a considerar corresponde ao benefício decorrente das contribuições feitas no período em que a autora, enquanto trabalhadora bancária, esteve integrada no regime de segurança social, e que esse benefício, o montante da pensão paga pela segurança social, calculada nos termos do Decreto-Lei n 187/2007, de 1, não considera apenas o factor "tempo” mas o factor tempo e o factor "montantes das retribuições que serviram de base às contribuições”, concluindo que havendo na mesma carreira contributiva duas grandezas de contribuições que se integram para determinar o valor unitário da pensão, deve ater-se na determinação do montante a deduzir, de acordo com a cl 136 do ACT, ao peso específico que as prestações sociais correspondentes ao período em que a autora desempenhou funções laborais para o Recorrente.