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E disse também que "porque a B.. não tem neste momento cuidados intensivos e portanto não temos também contratos com a rede pública de cuidados continuados e todas as pessoas que estão abrangidas por esses contratos estão lá internadas em local próprio, quando tem situações agudas, está estipulado com o Estado que temos que recorrer ao SNS e eles serão atendidos no Hospital F....” -Depoimentos das testemunhas G..., que explicou que no hospital B.., tem o hospital e tem consulta externa, sendo que os médicos contratam um espaço, um consultório que a B.. lhes fornece e vão ao hospital fazer operações, cirurgias e depois internam as pessoas lá, mas tais médicos individualmente, são médicos independentes, mais referindo que "Muitas vezes as cirúrgicas são cobradas ao doente”; de H..., que afirmou que todas as pessoas tratadas no internamento tinham de pagar; de .., que referiu que os "B..” tiveram sempre acompanhamento médico e de enfermagem; J... que confirmou que há sempre médico e pessoal de enfermagem da B.. a prestar assistência e que se as pessoas quiserem ser tratadas por médico de fora, isso já é diferente; de K..., que confirmou que a B.. prestou serviços às irmãs da Ré e que eram internadas nomeadamente a E..., esteve internada na parte do Hospital; de .. que confirmou que aquelas tiveram sempre direito a ser tratados por médicos e pessoal da enfermagem; de .. que declarou que a Ré começou a pagar efetivamente estas coisas que antes não pagava, medicamentos e internamentos, já há uns anos; do Prof. N..., médico que presta serviços á B.., que referiu que "não cobrei honorários clínicos por causa desse tipo de discussão que existia, não é por causa dos honorários clínicos que ela vai deixar de ter assistência”, tendo referido que sempre que o chamavam ia ver a Ré e as irmãs e que existia o "chamado médico da policlínica e uma das suas obrigações é prestar assistência aos B..”.