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Relativamente a estes credores afectados sempre existe a legitimidade para recorrer o que, aliás, ocorreu neste caso quanto à legitimidade para recorrer por parte do titular do crédito a que a não homologação respeita, vide Carvalho Fernandes e João Labareda, obra citada, pág.. Não se vê, portanto, sob pena da prática de actos inúteis vedada pelo princípio geral consagrado no artigo 130 do, que o tribunal tenha que agir de modo diverso; bem andou, portanto, em limitar-se, sem mais, a determinar a exclusão da lista de credores reconhecidos apresentada pelo Administrador da insolvência do crédito de  e . A sentença será confirmada e o recurso tido como improcedente.Resta proceder à sumariação prevista pelo art.663, n7 do Código do Processo Civil: ��   – Decisão Pelo exposto, decide-se julgar improcedente o recurso em apreço confirmando-se integralmente a decisão proferida em primeira instância.