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O Autor alegou, em síntese, que: - no dia /07/2014, cerca das 000 horas, na ..........., ......., no enfiamento do n. ,,, daquela via, ocorreu um acidente entre o veículo ligeiro de passageiros marca ........., matrícula ..-..-XS, propriedade de BB, na altura conduzido por e o velocípede sem motor, propriedade do Autor e por si conduzido; - quando o Autor seguia no velocípede a uma velocidade de cerca de 20 Kms/hora pelo lado direito da estrada, próximo da berma direita atento o seu sentido de marcha, no exato momento em que estava a ultrapassar aquele ligeiro de passageiros, que estava parado na berma, é surpreendido com a inesperada e repentina abertura da porta do lado do condutor, sendo que a condutora o fez de modo desatento, violando o disposto nos artigos , n.2, 1, ns 2 e 3, 5, n.2, do Código da Estrada;  - com tal abertura, o caminho do Autor foi barrado, vindo a embater na porta;  - essa atuação causou-lhe danos físicos, patrimoniais e não patrimoniais;  - sendo quem detinha e conduzia na altura o veículo automóvel, com perfeito conhecimento do seu proprietário e no desempenho de tarefas de que a havia incumbido vistoria obrigatória da, fazia-o por conta e sob a direção e no interesse do dono do veículo, numa relação de comitente-comissário, assim se presumindo a sua culpa nos termos do artigo 50, n.3, do Código Civil;  - a Ré é a seguradora para quem o dono do veículo transferiu a responsabilidade pelo pagamento de danos provocados a terceiros, por contrato titulado pela apólice n......2   Citada, a Ré veio contestar, alegando em síntese, que:  - aceita a celebração do contrato de seguro com o proprietário do veículo;  - quando ocorreu o acidente, o tomador do seguro não estava na posse do referido automóvel, sendo a oficina Auto Calvário – Comércio e Reparação de Automóveis, Lda.