Legal Document Excerpt:

", por esta informação lhe ter sido transmitida, e não porque a Recorrente tivesse contactado diretamente a Recorrida, ou vice-versa ; E)– Em tempo algum a Recorrente tomou conhecimento de que, na realidade, a Recorrida queria celebrar um mútuo, no valor de 1000,00; F)– O facto da Recorrida ter estado presente no dia 24 de Janeiro de 2014 e ter celebrado a Escritura de compra e venda do imóvel, o contrato de arrendamento habitacional e a declaração unilateral para opção de compra e venda, de forma livre e esclarecida, sem nunca ter levantado qualquer objeção, ou se manifestado no sentido de celebrar outro tipo de negócio, nomeadamente, o mútuo, é reflexo e prova de que a Recorrida quis celebrar os negócios que outorgou ; G)– No dia da celebração da escritura, previamente à assinatura, foi devidamente explicado o conteúdo de toda a documentação à Recorrida, que se fez acompanhar sempre pelo seu alegado filho;  H)– Foi explicado à Recorrida que a Ré MS ia adquirir o referido imóvel, pelo valor de € 1000,00 Quinze e arrendá-lo, em simultâneo, a si, pelo prazo de 2 anos, pelo valor mensal de 300,00 Trezentos; )– A Recorrida foi informada que, durante o primeiro ano contratual, tinha o direito de opção de compra do referido imóvel, pelo valor de € 1900,00 Quinze e novecentos; J)– Após a prévia explicação, foi posteriormente lida a escritura de compra e venda, e mesmo antes da outorga da mesma, a Recorrida e o R. PN, seu suposto filho, colocaram todas as suas dúvidas, que foram devidamente esclarecidas, tendo inclusive a Ré, Dra AR explicado detalhadamente o conteúdo da escritura.