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H)–   Veja-se o absurdo, de raiz kafkiana, do que aconteceu: -A Requerente invocou a desconsideração da personalidade jurídica da , o que fundou em factualidade concreta e circunstanciada; - A decisão recorrida reconhece que a posição processual da Requerente seria viável se fosse feita prova da sua versão quanto ao fim da , de forma a poder desconsiderar-se tal personalidade jurídica; - Porém, não permitiu que a Requerente produzisse tal prova – seleccionando os temas de prova para audiência de julgamento e aí inquirindo as testemunhas arroladas –, para depois concluir que a Requerente não logrou fazer uma prova que o tribunal não lhe permitiu fazer.