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727 e 726 do  G) A Autora pronunciou-se em sede de audição prévia, referindo que:  ) a proposta de indeferimento não explica de maneira expressa e explícita, em que consistiria a resolução do problema de acesso de viaturas à unidade hoteleira, sendo que a menção a 21% da pendente do arruamento, não obstante assim ser, existem muitos hotéis cujos acessos tem pendentes idênticas, para além de que a proposta da «Ge...» apresenta uma melhoria dos acessos, apresentando duas alternativas à escolha, não se exigindo que seja melhorada a pendente de 21%, até porque a mesma não é retirável, nem suscetível de cessar, nem existe qualquer hipótese de fazer o acesso ao hotel por outro lugar ou outra via, o que torna a fundamentação absurda e incoerente;  ) por outro lado a inserção da Rua Ma... com a EN 108, não é motivo de impossibilidade de acesso de viaturas de transporte coletivo ou outros veículos pesados, mas se a CMG entende que deve facilitar o trânsito naquele entroncamento e ângulo, resta-lhe expropriar terreno nessa zona de confluência;  ) por sua vez, o acréscimo de ruído, não é relevante, pois nem um veículo pesado diariamente circulará nessa via;  ) relativamente ao perfil transversal, a solução atual apresenta passeios onde estes forem possíveis, podendo a CMG proceder a pequenas expropriações, para o caso de não querer manter a situação atual, situação em que não terá de ocupar terreno de terceiros, não sendo legítimo, nem justo que impute à requerente o ónus de qualquer solução.