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1 Testemunha: F............, arquiteto, trabalhou esporadicamente para a Impugnante, nomeadamente tendo prestado apoio à 2 avaliação do prédio em causa; o terreno integra-se num conjunto de mais dois campos de golfe; existe um Clube de Golfe que presta apoio a este campo, localizado num prédio contíguo; o campo de golfe não tem nenhuma construção, além do terreno, tem árvores e os buracos; esteve presente durante o procedimento de 2 avaliação na qualidade de representante da Impugnante; a Comissão procurou elementos para fixar o valor do terreno, na sua opinião o campo de golfe funciona como se fosse uma extensão de um terreno construído, como um jardim, mas os peritos da Autoridade Tributária e Aduaneira fixaram um valor por metro quadrado de construção e consideraram como edificado a totalidade do terreno, critério de que discordou; não existe um valor por metro quadrado para campos de golfe, ao contrário do que existe para habitação; os outros peritos procuraram um custo para o metro quadrado de terreno; considerou a avaliação subjetiva; nas reuniões foi apresentado um estudo, mas não sabe se era um documento oficial; na sua opinião deveria ter sido aplicado o critério do remanescente da área em que estivesse uma habitação por existir um outro terreno em que se situa o edifício de apoio; logo deveria ter sido considerado como um logradouro do outro prédio; já foi perito avaliador e participou na atribuição do zonamento de Faro e s. Brás de Alportel; o campo de golfe é constituído por 3 terrenos cada um com 9 buracos, cada um deles foi inscrito autonomamente na matriz, não sabendo se o clube de golfe está ou não no mesmo artigo de algum deles, mas está próximo deste prédio.