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Nas suas alegações, a Recorrente refere que embora a fiança e a garantia bancária sejam figuras distintas, apresentam os traços mais relevantes em comum, sendo ambas garantias especiais e pessoais, sendo que tais operações apresentam em comum o facto de: Serem emitidas por um terceiro formalmente alheio à relação estabelecida entre credor e devedor; Do ponto de vista económico, existe para o credor beneficiário uma garantia do cumprimento das obrigações assumidas pela participada; Se encontrarem definidos os fins subjacentes à sua emissão e se balizar o âmbito dos seus efeitos; O subscritor/garantista assume uma obrigação de pagar; Se verificar a existência de uma declaração de garantia de pagamento, uma vez que se assegura a realização de uma prestação de conteúdo económico equivalente que satisfaça o seu interesse económico e é assumido pelo emitente/garante que o risco económico da operação corre por sua conta e não do beneficiário; O emitente garantir o resultado, em termos de assunção do pagamento se o patrocinado não pagar, existindo uma garantia do pagamento; Quer o emitente da garantia bancária, quer a impugnante, protegem o credor dos riscos económicos de incumprimento pelo devedor, para depois rematar dizendo que, quer com uma, quer com outra, para o credor é obtido o mesmo efeito útil: ter a garantia efectiva do seu crédito, de modo que, a sentença violou o disposto no artigo 58 do CIRC.