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No que toca à inobservância do despacho reitoral n. 199/2013, para além de o A.  não explicar, de modo bastante e concretizado, em que medida o comportamento das suas chefias foi contrário ao aí estipulado – o despacho em causa reporta-se à fixação do período normal de trabalho dos trabalhadores em funções públicas ao serviço da R. e dos SASUC em 8 horas diárias das 09h às 13h e das 14h às e 40 horas semanais, sem prejuízo do regime de funcionamento especial de alguns setores dos SASUC, os quais se podem afastar dos limites referidos, após negociação com os trabalhadores –, o certo é que temos sérias dúvidas quanto à verificação do aludido incumprimento, considerando, por exemplo, que, após ter sido informado de que "a administração dos SASUC tomou a decisão de colocar Ex.