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11/4/2013, não faz sentido, numa situação de incapacidade acidental decorrente de um estado clínico demencial ou de doença evolutiva e degenerescente das capacidades de percepção, compreensão e intelecção do mundo circundante e vivencial "exigir de quem visa a anulação do acto a prova de que, no exacto momento em que o declarante materializou o acto jurídico ajuizado, o estado de incapacidade acidental se mantinha ou era verificável”, porque é próprio de um quadro crónico e irreversível de uma doença mental com tais características que as incapacidades a tal doença associadas se mantenham contínua e permanentemente, não necessitando, pois, os interessados na anulação de provar o estado de incapacidade no exacto momento da feitura do testamento provado que está pelo quod plerumque, incumbindo a quem argui um desvio a um padrão de normalidade a demonstração da verificação in casu dos factos atípicos, da "janela de lucidez” cf.