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E ainda que o R. venha enfatizar o saneamento financeiro de 2016, que aparentemente lhe permitiu sair precocemente do PAEL em 2018, não se entende que este argumento sirva para atenuar a culpa do R., nem para o deixar sob a alçada de uma qualquer causa justificativa ou excludente da aplicação da sanção de perda de mandato, porquanto, ao invés da tese sustentada pelo impetrado, o que esse empréstimo de 2016, na ordem dos  €340000,00, vem demonstrar é outra coisa bem diferente: evidencia a mera constituição de dívida para saldar dívida, comprovando, assim, o desequilíbrio financeiro do Município de ...) apurado pela auditoria da Inspecção-Geral de Finanças iniciada em 2016 e reportada ao exercício completo de 2015, em contravenção ao estabelecido no Plano do PAEL e aos objectivos e medidas previstas no artigo , n. 1, alíneas, e, da Lei n. 43/2012, de 28/0   Posto isto, o até aqui sindicado pelo Tribunal é o suficiente para a fundamentação da decisão de perda de mandato do Réu.