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Tendo presente estes princípios da interpretação do negócio jurídico, face ao texto da Cláusula Quinta, n. 1, em conjugação com a Cláusula Quarta fixação do, atendendo-se ao comportamento posterior das partes, que negociaram um aditamento ao contrato-promessa, alterando esta cláusula e acordando na prorrogação do prazo máximo inicialmente fixado, a que se aduz ainda a circunstância de no n. 3 da Cláusula Quinta as partes terem estipulado que, em alternativa, o contraente não faltoso poderia optar pelo regime da execução específica2, torna-se lídimo concluir que tal prazo não era absolutamente essencial, ou seja, que a mera ultrapassagem daquele termo não inquinaria irremediavelmente a utilidade económica do negócio, representando, por vontade dos outorgantes, a perda do interesse no negócio definitivo por parte do contraente fiel.