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As penas, parcelares de 1 anos e três meses de prisão e pena única de 2 anos e nove meses, ainda que suspensa na sua execução revelam-se excessivas e violadoras dos princípios da culpa, proporcionalidade, exigências de prevenção e reintegração, devendo ser atenuada, conforme é de Justiça, com o sanar de tais vícios processuais e consideração em diversa medida de diversos factos a favor da arguida: ausência de antecedentes criminais à data ponto de facto, abandono voluntário da actividade ou prática alegadamente delituosa ponto de facto provado 105 in, dos factos não decorreu qualquer danosidade social deveras significativa, inexistiu preterição ou violação de bens de terceiros, inexistindo quaisquer damos na esfera particular que urja reparar e ausência de prática de factos similares após a sua constituição como arguida, como comprava a ausência de qualquer factualidade imputada, dada por provada ou diligência probatória de relevo, após 13 de Maio de 2009  Pese embora, pelas razões supra alegadas se defenda a absolvição ou no limite apenas a punição pela prática de um único crime, em caso de naufrágio recursório de tal pedido sempre se têm por adequadas as penas parcelares de 9 meses de prisão, tendo-se por ajustadas, consoante sejam dois ou três os crimes em concurso, respectivamente pena única não superior a 15 ou 22 meses de prisão, igualmente suspensa nos termos doutamente decididos.