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8 Sobre a credibilidade da Testemunha JP que, como se refere na Sentença recorrida, declarou que foi quem lhe deu ordem para assinar a letra e nela colocou o carimbo, foi já decidido na douta Sentença de  Instância Local de Sinta – Secção Cível – J4, proferida no processo n. /, transitada em julgado, que: "O declarado por JP, num quadro de ressabiamento manifesto com os Réus por motivo de falta de pagamento de vencimentos de administrador, não mereceu credibilidade, bem como os documentos por si subscritos, ou queixas crimes por si mencionadas como interpostas e depois retiradas, tanto mais que nem sequer documentos completos sobre as referidas queixas foram apresentadas, razão pela qual não se acreditou nem no seu teor nem na sua veracidade, motivo pela qual foram considerados como não provados os factos descritos em e e.” 8 A Testemunha em causa foi já condenada, através de douto Acórdão do Venerando Tribunal da Relação de Lisboa, datado de 202019, pela prática de crime de injúrias na forma agravada ao Advogado, Dr. JBM, praticado no decurso do julgamento do processo n. / onde o mesmo representou a Embargante e veio a ser declarada a nulidade do contrato de arrendamento relativo à loja de, por aí ter declarado em sessão de julgamento realizada no dia 212015 que: "ESSE SENHOR ADVOGADO CHAMOU-ME AO ESCRITÒRIO DELE E FUI AMEAÇADO QUE ESTIVE NA GUERRA E QUE NUMA ESQUINA PODIA LEVAR COM UM FRASCO DE ÁCIDO NOS OLHOS”, conforme documento que se junto autos em 202021 que se dá como reproduzido Doc.