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Assim o consideramos pois que, salvo o devido respeito pela solução alcançada, o Tribunal a quo manteve na nova redação, afinal, tudo o que no nosso anterior acórdão entendemos que deveria ser considerado conclusivo e que por essa razão se deveria ter por não escrito – "verifica-se que, nos subsídios de férias e Natal de 1995 até à presente data, a R. não considerou o valor correspondente a essa prestação” –, limitando-se a acrescentar, admitindo-se que como forma de dar resposta à necessidade que então também afirmámos de concretização sobre o que foi pago em cada momento – se fosse o caso mesmo por cumprimento "do regime estabelecido no artigo 7 do CPT quanto a factos que, não tendo sido alegados, possam eventualmente ter resultado da produção da prova e que relevantes para a boa decisão da causa” –, em vez de verdadeiros factos, outras conclusões, assim que, a título da prestação relativa a isenção de horário de trabalho, a Ré pagou ao Autor "€465,27 no ano de 1995, €467,13 no ano de 1996, €614,85 no ano de 1997, €632,40 no ano de 1998, €658 no ano de 1999, €619,98 no ano de 2000, €705,55 no ano de 2001, €664,12 no ano de 2002, €666,02 no ano de 2003, €750,91 no ano de 2005, €757,87 no ano de 2006, €758,22 no ano de 2007, €758,48 no ano de 2008, €764,60 no ano de 2009, €764,71 mo ano de 2010, €764,94 no ano de 2011, €764,94 no ano de 2012, €766,94 no ano de 2013, €762,43 no ano de 2014, €765,80 no ano de 2015, €756,80 no ano de 2016 e €170,02 no ano de 2017”.