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Se se entende que ónus da prova do conhecimento, a que se alude no n. 2 do citado artigo 257  do CPPT, se aplica apenas ao "facto que servir de fundamento à anulação" segunda parte da disposição, e não à da venda primeira parte da disposição, conclui-se que "não releva nesse caso para o início da contagem do prazo a data em que o executado tem conhecimento da concretização da venda” começando o prazo a correr da data da venda ainda que essa data não seja levada ao conhecimento da Executada como decidido pelo Tribunal a quo e pelo Tribunal Central Administrativo Norte, no acórdão de 12 de abril de 2013, proferido pelo processo n. 00653/14BEPRT, disponível para consulta em www.dgsi.pt) 	Se se entende que ónus da prova do conhecimento que incorre sobre o Executado, a que se alude no n. 2 do citado artigo 25 do CPPT, se aplica também à data da venda, cabe concluir que a Reclamante não logrou provar nos presentes autos que só teve conhecimento da venda em 03/01/2020 a partir do teor da certidão que lhe foi entregue nessa data, como veio alegado na Reclamação e no Requerimento a requerer a anulação.