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)» e ainda que resulta «quer da Lei Orgânica da GNR quer do Estatuto dos Militares da GNR, estes são militares, numa organização militar própria, que depende do Ministério da Administração Interna apenas dependendo, operacionalmente do Comando-Geral das Forças Armadas em estado de sítio e de emergência)», para, com este íter de raciocínio, concluir que «o Requerente, sendo militar da GNR, não é um membro das Forças Armadas ou militarizadas, não cabendo na letra da lei expressa na alínea do n. 1 do artigo 8 do EOA» e rematar, a final, que «seja porque não é possível subsumir a condição de militar de GNR na previsão da alínea do n. 1 do artigo 8 do EOA; seja porque, ainda que se subsumisse à previsão geral do n. 2 do artigo 8 do EOA, sempre teria de se aplicar, extensivamente, a exceção ou condição prevista no n. 3 do artigo 8 do mesmo diploma; seja porque, por não ser subsumível ao previsto na referida alínea, só se poderia enquadrar a situação do Requerente na alínea do n. 1 do artigo 8, o que implica a aplicação agora direta e não por interpretação da exceção ou condição prevista no seu n. 3, o resultado final será sempre o mesmo: pode o Requerente, enquanto militar da GNR, desde que prestando os serviços de advocacia em regime de subordinação e em exclusividade para a GNR, inscrever-se como Advogado ou Advogado Estagiário».