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a.  Para tal invoca que, resultou inequívoca dos depoimentos de parte dos réus Maria e F., bem como dos depoimentos das testemunhas e S., a prova de que os 3s réus actualmente a ré Maria, em face do falecimento do réu A. , este por sua vez que sempre morou na mesma residência e acabou por lá e o 2 réu F., continuaram e continuam a viver na casa e a explorar os terrenos alegadamente adquiridos pelos 5s réus e, posteriormente, pela 6 ré, retirando dos mesmos os frutos de que é susceptível, em virtude da exploração agrícola a que se dedica o réu F..  Mais invoca que tais declarações terão de ser valoradas em função das regras de experiência comum e nunca em função de eventual livre arbítrio do julgador, sendo que da conjugação dos depoimentos de parte prestados pelos referidos réus, com os depoimentos das testemunhas acima indicadas, aliados às regras da lógica e da experiência comum, é forçoso concluir que a resposta a estas alíneas teria de ser necessariamente positiva.