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A Recorrente defende que o Tribunal a quo incorreu em erro de julgamento de facto e de direito, porquanto existiu uma ação de inspeção externa, a coberto de um despacho do Diretor de Finanças Adjunto, n. .., que visou, tão-somente, a consulta, recolha e cruzamento de elementos, no âmbito da qual se constatou a necessidade de aplicação da avaliação indireta da matéria coletável, relativamente ao ano de 200 Mais aduz que, face a tal constatação, e uma vez que de uma ação inspetiva, efetuada a coberto de um despacho, não podem resultar correções, existiu a necessidade de emitir uma ordem de serviço, para prosseguir a inspeção dos sujeitos passivos e proceder à fixação do rendimento tributável em sede de IRS, a enquadrar na categoria G, do ano de 2001, atento o disposto no artigo 8-A, da LGT.