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Aquando da sua audição a recorrente alegou perante o Tribunal "a quo” os seguintes factos e elementos: Durante a constância do casamento o Requerido sempre teve uma conduta violenta para com a Requerente, nomeadamente: ameaçando a Requerente contra a sua vida, agredindo a Requerente; fazendo pressão psicológica para com a Requerente, forçava a Requerente a ter relações sexuais mesmo quando esta não se sentia disponível para o efeito e muitas vezes contra a própria vontade da Requerente; Impedia a Requerente de ver outras pessoas; Impedia Requerente de trabalhar, de modo a que esta ficasse completamente isolada sem amigos e sem familiares; O Requerido lida com substâncias psicotrópicas e estupefacientes mesmo na presença da Requerente e da filha menor, Mesmo após o divorcio, o Requerido continuava sempre a ameaçar a Requerente bem como a fazer pressão psicológica sobre a mesma, de modo a causar instabilidade psicologica e emocional na Requerente; A menor sempre que ia visitar o pai, vinha de lá com marcas de violência que lhe eram infligidas, tanto pelo Requerido como pela actual companheira deste – conforme aconteceu da última vez em Julho de 2019 cuja documentação se anexa.