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14 Diploma que na sua versão original e sucessivas alterações introduzidas, inclusive, pela Lei n. 41/2013, de 26) visou "tornar as execuções mais simples e eliminar formalidades processuais desnecessárias”, reservando a intervenção do juiz "para as situações em que exista efectivamente um conflito ou em que a relevância da questão o determine”, pelo que veio a ser reforçado "o papel do agente de execução, sem prejuízo de um efectivo controlo judicial, passando este a poder aceder ao registo de execuções, designadamente para introduzir e actualizar directamente dados sobre estas” e, igualmente, "a realizar todas as diligências relativas à extinção da execução, sendo esta arquivada através de um envio electrónico de informação ao tribunal, sem necessidade de intervenção judicial ou da secretaria”.