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Mais se provou o seguinte: em 9 de setembro de 2009, data da conferência de interessados e já antes, em 12 de novembro de 2007, quando foram notificados da relação de bens, os autores tiveram conhecimento de quais eram os bens que integravam o acervo da herança no inventário por óbito de Manuel ; então, os autores constataram que não constava, na relação de bens, nos bens que constituíam a herança deixada por óbito de seu pai/sogro, o imóvel em causa nos presentes autos, e nada disseram; aproveitando parte das paredes exteriores do edifício preexistente correspondente aos artigos ...) da matriz urbana, a ré F. construiu, a suas expensas, uma moradia composta de cave, rés-do-chão e andar ampliada e remodelada, com a superfície coberta de 289,55 m2 e quintal ou logradouro com a área de 594 m2; a ré F., por si a partir de finais de, antepossuidores e anteproprietários, em exclusivo no prédio em causa, faz, respetivamente, obras e melhoramentos, habita-o, zela pela sua conservação, paga as contribuições devidas, praticando os atos referidos em ininterruptamente, à vista de toda a gente, sem oposição de quem quer que seja, na convicção de não lesar direito alheio, convicta que é sua única dona, sendo que os autores para além de serem irmã e cunhado, respetivamente, da segunda ré, são vizinhos e assistiram às obras de remodelação e ampliação do prédio.