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Por apenso à acção executiva que R intentou contra MT, JCT e JPT, para pagamento de quantia certa de 16 648,34 euros, a título de rendas não pagas, indemnização e juros de mora, respeitantes a contrato de arrendamento que a exequente outorgou como locadora, o terceiro executado como locatário e os 1 e 2 executados como fiadores, vieram estes dois executados deduzir oposição à execução por embargos, alegando, em síntese, que a execução se baseia no título executivo previsto no artigo 14-A do NRAU e permitido pelo artigo 703 do CPC, que tem de incluir o contrato de arrendamento e comunicação do senhorio, que deverá ser feita quer ao arrendatário quer aos fiadores, não tendo a exequente feito qualquer comunicação aos fiadores ora embargantes pois a comunicação junta ao requerimento executivo não foi recebida pelos embargantes por motivo que não lhes é imputável, devido a não ter sido enviada para aquela que consta no contrato de arrendamento, convencionada pelas partes para o recebimento de notificações, tendo sido enviada para morada diferente, na qual nunca residiram e que desconhecem, pelo que inexiste título executivo eficaz contra os embargantes.