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No mesmo sentido Helena Gomes de Melo, João Vasconcelos Raposo, Luís Carvalho Batista, Manuel do Carmo Bargado, Ana Teresa Leal, Felicidade ’Oliveira, autores que apenas admitem a residência alternada se houver acordo dos progenitores. . Independentemente de se entender que a determinação de residência alternada não pode ser judicialmente fixada em caso de desacordo dos progenitores, o que só por si conduz à procedência deste recurso nesta parte, a verdade é que, no caso sub judice, não é a solução que salvaguarde os superior interesse desta criança. . Perante a factualidade apreciada e o enquadramento legal mencionado, é evidente que a solução de residência alternada é incompatível, neste momento, com o superior interesse da F., atenta a sua tenra idade, sendo mesmo bastante duvidosa para não se referir impossível) que tal regime possa apaziguar ou atenuar os conflitos entre os progenitores. . Tendo em conta o objeto do recurso, impõe-se revogar a sentença recorrida na parte que fixou a residência alternada, mantendo-se em vigor o regime de regulação do exercício das responsabilidades parentais provisoriamente acordado que vinha a ser praticado, determinando-se um aumento da presença do pai na vida da menor e mantendo-se os pontos 3 a 5 da sentença recorrida. . Normas violadas: art.