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É neste encadeamento e enquadramento que constitui entendimento reiterado deste Supremo Tribunal, firmado entre muitos outros nos acórdãos de 12016, Proc n 1368/19TBVNO.ES1, 22016, Proc 986/12TTBCBR.S1, 112017, Proc n 3677/16T2SNT.LS1, 12018, Proc n 414/16T8FLG.PS1, 2018, Proc n 66423/10YIPRT.LS1, 12018, Proc n 248015/02YIPRT.S1, 2019, Proc 456/08TYVNG-H.PS1, 2019, Proc n 77/11TBMVR-GS1, 12019, Proc n 5065/10T8CBR.C1-A.S1, 12019, Proc n 843/16T8OVR-A.PS1, 22020, Proc  44/10T8VVD.GS1, 2020, Proc n 983/14T8VRL.GS1, 12020, Proc n 152391/13YPRT.PS2, 12020, Proc n 1804/10T9STR-A.E1-A.S1, 2020, Proc n 12651/14T8PRT.PS1, 112020, Proc n 19128/14T8SNT.LS1, 212020, Proc n 11/16TCFUN.LS1, 112020, Proc n 12380/14T8LSB.LS1, e 12021, Proc n 1141/13T8PVZ.P1-A.S1, que as nulidades, apesar de poderem constituir fundamento de revista, nos termos do artigo 674, n 1, al., do Código de Processo Civil, não são elas próprias definidoras da admissibilidade desse recurso, a qual está prevista no artigo 671, ns 1 e 2, do mesmo Código, ficando a sua arguição dependente da sua admissibilidade, e não prejudicando a mesma arguição a existência da dupla conformidade.