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11 junto com a contestação da ré resulta que aquando da última utilização da chave, pelas 20h54, esse carro apresentava 22386 km percorridos, ou seja, mais 27 quilómetros do que o que contava na utilização anterior; B) Segundo o registo da leitura das chaves, a temperatura exterior ao veículo que foi registada era a de 27,5 centígrados pelas 19h53 da tarde, quando esse carro estaria em Ribeirão, na casa do autor; porém, na leitura da outra chave, obtida uma hora depois e, segundo o autor e sua esposa, já no restaurante ..., a 10 a 13 km de sua casa, a temperatura exterior registada pelas 20h54 era já a de 22,5 centígrados, não sendo crível que, no curto espaço de cerca de uma hora e entre dois pontos distanciados entre si cerca de 10 a 13 km, se verificasse uma diferença de temperatura exterior de mais de 5 centígrados; aliás, as temperaturas exteriores registadas pelo veículo, quer em Ribeirão, pelas 19h53, quer, alegadamente, junto ao restaurante ... pelas 20h54 não coincidem com a informação prestada pelo IPMA - junta a estes autos por ofício de 20-11-2017 que aponta para uma temperatura de 26 na freguesia de Ribeirão pelas 19h53 inferior em 1,5 à medida pelo, uma temperatura de 24 na Rua  de VNF, pelas 20h54, superior em 1,5 à medida pelo carro; De notar que ainda que se quisesse ponderar que o termostato da temperatura exterior do OZ poderia ter uma sensibilidade distinta dos instrumentos usados pelo IPMA - o que até se aceita como razoável – é, pelo menos, seguro que essa variação deveria ser constante; ora, se é certo que em ambos os momentos dessas medições a variação é de 1,5, importa notar que ocorre em direções distintas, sendo maior numa altura e inferior noutra, o que invalida tal argumentação. )