Document ID: 32000D0486

Decisão da Comissão
de 31 de Julho de 2000
relativa a determinadas medidas de protecção contra a febra aftosa na Grécia
[notificada com o número C(2000) 2461]
(Texto relevante para efeitos do EEE)
(2000/486/CE)
A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,
Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia,
Tendo em conta a Directiva 90/425/CEE do Conselho, de 26 de Junho de 1990, relativa aos controlos veterinários e zootécnicos aplicáveis ao comércio intracomunitário de certos animais vivos e produtos, na perspectiva da realização do mercado interno(1), com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 92/118/CEE(2), e, nomeadamente, o seu artigo 10.o,
Tendo em conta a Directiva 89/662/CEE do Conselho, de 11 de Dezembro de 1989, relativa aos controlos veterinários aplicáveis ao comércio intracomunitário na perspectiva da realização do mercado interno(3), com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 92/118/CEE, e, nomeadamente, o seu artigo 9.o,
Considerando o seguinte:
(1) Em 11 de Julho de 2000 foram declarados na Grécia surtos de febre aftosa, detectados no âmbito do programa de vigilância estabelecido pela Decisão 2000/71/CE da Comissão, de 20 de Dezembro de 1999, relativa à concessão de uma contribuição financeira comunitária específica para a vigilância epidemiológica de certas doenças animais nas zonas de risco na Grécia(4).
(2) A situação relativa à febre aftosa em determinadas regiões da Grécia pode pôr em perigo os efectivos de outros Estados-Membros e das regiões da Grécia não afectadas, atendendo ao comércio de biungulados vivos e alguns dos seus produtos.
(3) A Grécia adoptou medidas em conformidade com a Directiva 85/511/CEE do Conselho, de 18 de Novembro de 1985, que estabelece medidas comunitárias de luta contra a febre aftosa(5), com a última redacção que lhe foi dada pela Decisão 92/380/CEE da Comissão(6), e, além disso, introduziu outras medidas nas regiões afectadas.
(4) A expedição e o comércio de biungulados, excluindo os suínos, do território da Grécia para outros Estados-Membros, bem como no interior da Grécia, é objecto de restrições impostas pela Decisão 2000/350/CE da Comissão, de 2 de Maio de 2000, relativa à vigilância epidemiológica da febre catarral ovina na Grécia e a determinadas medidas destinadas a evitar a propagação da doença(7).
(5) A situação sanitária em determinadas regiões da Grécia exige o reforço das medidas de combate à febre aftosa adoptadas pela Grécia mediante a adopção de medidas comunitárias de protecção complementares.
(6) As medidas previstas na presente decisão estão em conformidade com o parecer do Comité Veterinário Permanente,
ADOPTOU A PRESENTE DECISÃO:
Artigo 1.o
Sem prejuízo das medidas adoptadas pela Grécia no âmbito da Decisão 2000/350/CE da Comissão, a Grécia assegurará que:
1. Não sejam expedidos para as partes do seu território enumeradas nos anexos I e II animais vivos das espécies bovina, ovina, caprina e suína e outros biungulados.
2. Não sejam expedidos para outras partes da Comunidade animais vivos das espécies bovina, ovina, caprina e suína e outros biungulados em proveniência ou através das partes do seu território enumeradas nos anexos I e II.
3. Os certificados sanitários previstos na Directiva 64/432/CEE do Conselho(8), com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 2000/20/CE(9), que acompanha os animais vivos das espécies bovina e suína, e na Directiva 91/68/CEE do Conselho(10), com a última redacção que lhe foi dada pela Decisão 94/953/CE(11) da Comissão, que acompanha os animais vivos das espécies ovina e caprina expedidos para outros Estados-Membros a partir de partes do território da Grécia não enumeradas nos anexos I e II, ostentem a seguinte menção:
"Animais conformes à Decisão 2000/486/CE, de 31 de Julho de 2000, relativa a determinadas medidas de protecção contra a febre aftosa na Grécia.".
4. Os certificados sanitários relativos aos biungulados, excluindo os abrangidos pelos certificados mencionados no n.o 2, expedidos para outros Estados-Membros de partes do território da Grécia não enumeradas nos anexos I e II, ostentem a seguinte menção:
"Biungulados vivos conformes à Decisão 2000/486/CE de 31 de Julho de 2000, relativa a determinadas medidas de protecção contra a febre aftosa na Grécia.".
5. A expedição para outros Estados-Membros dos animais referidos nos n.os 3 e 4 apenas seja permitida mediante notificação com três dias de antecedência da autoridade veterinária local às autoridades veterinárias central e local do Estado-Membro destinatário.
Artigo 2.o
1. A Grécia não expedirá para outras partes da Comunidade carne fresca de animais das espécies bovina, ovina, caprina e suína e de outros biungulados provenientes das partes do seu território enumeradas no anexo I ou obtida a partir de animais originários dessas partes do seu território.
2. As proibições previstas no n.o 1 não são aplicáveis à carne fresca:
a) Obtida antes de 1 de Junho de 2000, desde que esta seja claramente identificada e transportada e armazenada separadamente da carne não destinada a partes da Comunidade exteriores às zonas constantes do anexo I;
b) Obtida de animais criados fora das zonas constantes dos anexos I e II e transportada, em derrogação ao n.o 1 do artigo 1.o, directamente e sob controlo oficial, em meios de transporte selados, para um matadouro situado na zona referida no anexo I, fora da zona de protecção de abate imediato; a carne em causa apenas deve ser colocada no mercado na Grécia;
c) Obtida em instalações de desmancha que satisfaçam as seguintes condições:
- só é transformada nesse estabelecimento a carne fresca referida na subalínea a) ou a carne fresca proveniente de animais criados e abatidos fora das zonas constantes do anexo I,
- toda a carne fresca ostenta a marca sanitária em conformidade com o capítulo XI do anexo I da Directiva 64/433/CEE do Conselho(12), relativa às condições sanitárias de produção de carnes frescas e da sua colocação no mercado,
- o estabelecimento funciona sob controlo veterinário rigoroso,
- a carne fresca é claramente identificada, e transportada e armazenada separadamente da carne não destinada a partes da Comunidade exteriores às zonas constantes do anexo I,
- o controlo do respeito das condições atrás referidas é efectuado pelas autoridades veterinárias competentes, sob fiscalização das autoridades veterinárias centrais, que comunicam aos demais Estados-Membros e à Comissão a lista dos estabelecimentos que aprovaram em aplicação das presentes disposições.
3. A carne expedida da Grécia para outros Estados-Membros deve ser acompanhada de um certificado emitido por um veterinário oficial. O certificado deve ostentar a seguinte menção:
"Carne conforme à Decisão 2000/486/CE de 31 de Julho de 2000, relativa a determinadas medidas de protecção contra a febre aftosa na Grécia."
Artigo 3.o
1. A Grécia não expedirá para outras partes da Comunidade produtos à base de carne de animais das espécies bovina, ovina, caprina e suína e de outros biungulados provenientes das partes do seu território enumeradas no anexo I ou preparados com carne obtida a partir de animais originários dessas partes do seu território.
2. As proibições pevistas no n.o 1 não são aplicáveis aos produtos à base de carne que tenham sido submetidos a um dos tratamentos definidos no n.o 1 do artigo 4.o da Driectiva 80/215/CEE(13) do Conselho, com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 91/687/CEE(14), nem aos produtos à base de carne definidos na Directiva 77/99/CEE do Conselho(15), com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 97/76/CE(16), relativa aos problemas sanitários em matéria de comércio intracomunitário de produtos à base de carne que tenham sido submetidos durante a preparação, de um modo uniforme e completo, a um pH inferior a 6.
3. As proibições previstas no n.o 1 não são aplicáveis aos produtos à base de carne:
a) Obtidos antes de 1 de Junho de 2000, desde que sejam claramente identificados, e tenham sido, desde a referida data, transportados e armazenados separadamente dos produtos à base de carne não destinados a partes da Comunidade exteriores às zonas constantes do anexo I;
b) Preparados em estabelecimentos que satisfaçam as seguintes condições:
- toda a carne fresca utilizada no estabelecimento está em conformidade com o disposto no n.o 2 do artigo 2.o,
- todos os produtos à base de carne utilizados no produto final estão em conformidade com o disposto na alínea a) ou são fabricados com carne fresca obtida a partir de animais criados e abatidos fora das zonas constantes do anexo I,
- todos os produtos à base de carne ostentam a marca sanitária em conformidade com o capítulo VI do anexo A da Directiva 77/99/CEE,
- o estabelecimento funciona sob controlo veterinário rigoroso,
- os produtos à base de carne são claramente identificados, e transportados e armazenados separadamente dos produtos não destinados a partes da Comunidade exteriores às zonas constantes do anexo I,
- o controlo do respeito das condições atrás referidas é efectuado pelas autoridades veterinárias competentes, sob fiscalização das autoridades veterinárias centrais, que comunicam aos demais Estados-Membros e à Comissão a lista dos estabelecimentos que aprovaram em aplicação das presentes disposições;
c) Preparados nas partes do território não incluídas no anexo I, utilizando carne obtida antes de 1 de Junho de 2000 em partes do território referidas no anexo I, desde que a carne e os produtos à base de carne sejam claramente identificados, e transportados e armazenados separadamente da carne e dos produtos à base de carne não destinados a partes da Comunidade exteriores às zonas constantes do anexo I.
4. Os produtos à base de carne expedidos da Grécia para outros Estados-Membros devem ser acompanhados de um certificado emitido por um veterinário oficial. O certificado deve ostentar a seguinte menção:
"Carne conforme à Decisão 2000/486/CE de 31 de Julho de 2000, relativa a determinadas medidas de protecção contra a febre aftosa na Grécia.".
Artigo 4.o
1. A Grécia não expedirá para outras partes da Comunidade leite proveniente das partes do seu território enumeradas no anexo I.
2. As proibições previstas no n.o 1 não são aplicáveis ao leite que tenha sido submetido a:
a) Uma pasteurização inicial, em conformidade com as normas definidas na Directiva 92/46/CEE do Conselho(17), com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 96/23/CE(18), seguida de um segundo tratamento pelo calor por pasteurização a alta temperatura, UHT, esterilização ou de um processo de secagem que inclui um tratamento pelo calor com um efeito equivalente ao acima referido; ou
b) Uma pasteurização inicial, em conformidade com as normas definidas na Directiva 92/46/CEE, combinada com o tratamento através do qual o pH é reduzido e mantido a um nível inferior a 6 durante pelo menos uma hora.
3. As proibições previstas no n.o 1 não são aplicáveis ao leite preparado em estabelecimentos nas seguintes condições:
a) Todo o leite utilizado no estabelecimento está em conformidade com o disposto no n.o 2 ou é obtido a partir de animais fora das zonas constantes do anexo I;
b) O estabelecimento funciona sob controlo veterinário rigoroso;
c) O leite é claramente identificado, e transportado e armazenado separadamente do leite e dos produtos lácteos não destinados a partes da Comunidade exteriores às zonas constantes do anexo I;
d) O transporte de leite cru de explorações situadas fora das zonas mencionadas no anexo I para os estabelecimentos referidos supra é efectuado em veículos limpos e desinfectados antes da operação, que não tenham tido qualquer contacto subsequente com explorações situadas nas zonas mencionadas no anexo I que possuam animais de espécies sensíveis à febre aftosa;
e) O controlo do respeito das condições atrás referidas é efectuado pelas autoridades veterinárias competentes, sob fiscalização das autoridades veterinárias centrais, que comunicam aos demais Estados-Membros e à Comissão a lista dos estabelecimentos que aprovaram em aplicação das presentes disposições.
4. O leite expedido da Grécia para outros Estados-Membros deve ser acompanhado de um certificado emitido por um veterinário oficial. O certificado deve ostentar a seguinte menção:
"Leite conforme à Decisão 2000/486/CE de 31 de Julho de 2000, relativa a determinadas medidas de protecção contra a febre aftosa na Grécia.".
Artigo 5.o
1. A Grécia não expedirá para outras partes da Comunidade produtos lácteos provenientes das partes do seu território enumeradas no anexo I.
2. As proibições previstas no n.o 1 não são aplicáveis aos produtos lácteos:
a) Produzidos antes de 1 de Junho de 2000;
b) Submetidos a um tratamento pelo calor a uma temperatura de, pelo menos, 71,1 °C durante 15 segundos, ou a um tratamento equivalente;
c) Preparados a partir de leite submetido às disposições dos n.os 2 ou 3 do artigo 4.o
3. As proibições previstas no n.o 1 não são aplicáveis aos produtos lácteos:
a) Preparados em estabelecimentos que satisfaçam as seguintes condições:
- todo o leite utilizado no estabelecimento está em conformidade com o disposto no n.o 2 do artigo 4.o ou é obtido a partir de animais fora das zonas constantes do anexo I,
- todos os produtos lácteos utilizados no produto final estão em conformidade com o disposto no n.o 2 ou são fabricados com leite obtido a partir de animais fora das zonas constantes do anexo I,
- o estabelecimento funciona sob controlo veterinário rigoroso,
- os produtos lácteos são claramente identificados, e transportados e armazenados separadamente do leite e dos produtos lácteos não destinados a partes da Comunidade exteriores às zonas constantes do anexo I,
- o controlo do respeito das condições atrás referidas é efectuado pelas autoridades veterinárias competentes, sob fiscalização das autoridades veterinárias centrais, que comunicam aos demais Estados-Membros e à Comissão a lista dos estabelecimentos que aprovaram em aplicação das presentes disposições;
b) Preparados nas partes do território não mencionadas no anexo I, utilizando leite obtido antes de 1 de Junho de 2000 em partes do território mencionadas no anexo I, desde que os produtos lácteos sejam claramente identificados, e transportados e armazenados separadamente dos produtos lácteos não destinados a partes da Comunidade exteriores às zonas constantes do anexo I.
4. Os produtos lácteos expedidos da Grécia para outros Estados-Membros devem ser acompanhados de um certificado emitido por um veterinário oficial. O certificado deve ostentar a seguinte menção:
"Produtos lácteos conformes à Decisão 2000/486/CE de 31 de Julho de 2000, relativa a determinadas medidas de protecção contra a febre aftosa na Grécia.".
Artigo 6.o
1. A Grécia não expedirá para outras partes da Grécia sémen, óvulos e embriões de animais das espécies bovina, ovina, caprina e suína e de outros biungulados provenientes das partes do seu território enumeradas no anexo I.
2. A Grécia não expedirá para outras partes da Comunidade sémen, óvulos e embriões de animais das espécies bovina, ovina, caprina e suína e de outros biungulados provenientes das partes do seu território enumeradas nos anexos I e II.
3. A presente proibição não é aplicável ao sémen de bovino congelado, aos óvulos e aos embriões de bovino produzidos antes de 1 de Junho de 2000.
4. O certificado sanitário previsto na Directiva 88/407/CEE do Conselho(19), com a última redacção que lhe foi dada pelo Acto de Adesão da Áustria, da Finlândia e da Suécia e que acompanha o sémen de bovino congelado expedido da Grécia para outros Estados-Membros deve ostentar a seguinte menção:
"Sémen de bovino congelado conforme à Decisão 2000/486/CE da Comissão, de 31 de Julho de 2000, relativa a determinadas medidas de protecção contra a febre aftosa na Grécia."
5. O certificado sanitário previsto na Directiva 89/556/CEE do Conselho(20), com a última redacção que lhe foi dada pelo Acto de Adesão da Áustria, da Finlândia e da Suécia e que acompanha os embriões de bovino expedidos da Grécia para outros Estados-Membros deve ostentar a seguinte menção:
"Embriões de bovino conformes à Decisão 2000/486/CE de 31 de Julho de 2000, relativa a determinadas medidas de protecção contra a febre aftosa na Grécia.".
Artigo 7.o
1. A Grécia não expedirá para outras partes da Comunidade couros e peles de animais das espécies bovina, ovina, caprina e suína e de outros biungulados provenientes das partes do seu território enumeradas no anexo I.
2. A proibição prevista no n.o 1 não é aplicável aos couros e peles que tenham sido produzidos até 1 de Junho de 2000 ou que satisfaçam os requisitos previstos nos segundo a quinto travessões do ponto I.A ou no terceiro e quarto travessões do ponto I.B do capítulo 3 do anexo 1 da Directiva 92/118/CEE. Deve proceder-se de modo a possibilitar uma separação eficaz entre os couros tratados e os não tratados.
3. A Grécia garantirá que os couros e peles de animais das espécies bovina, ovina, caprina e suína e de outros biungulados a expedir para outros Estados-Membros sejam acompanhados por um certificado que ostente a seguinte menção:
"Couros e peles conformes à Decisão 2000/486/CE de 31 de Julho de 2000, relativa a determinadas medidas de protecção contra a febre aftosa na Grécia.".
Artigo 8.o
A Grécia assegurará que os veículos utilizados no transporte de animais vivos sejam limpos e desinfectados após cada operação, devendo ser apresentadas provas da realização dessa desinfecção.
Artigo 9.o
1. A Grécia não expedirá para outras partes da Comunidade produtos animais das espécies bovina, ovina, caprina e suína e de outros biungulados não mencionados nos artigos 2.o, 3.o, 4.o, 5.o, 6.o e 7.o provenientes das partes do seu território enumeradas no anexo I.
2. As proibições referidas no n.o 1 não são aplicáveis:
a) Aos produtos animais referidos no n.o 1 que tenham sido sujeitos:
- a um tratamento pelo calor num recipiente hermeticamente fechado, com um valor Fo igual ou superior a 3,00,
- a um tratamento pelo calor em que a temperatura no centro atingiu, pelo menos, 70 °C;
b) À lã de ovelha e pêlos de ruminantes que não tenham sido transformados ou que estejam secos e acondicionados numa embalagem.
3. A Grécia garantirá que os produtos animais referidos no n.o 2 a expedir para outros Estados-Membros sejam acompanhados por um certificado sanitário que ostente a seguinte menção:
"Produtos animais conforme à Decisão 2000/486/CE de 31 de Julho de 2000, relativa a determinadas medidas de protecção contra a febre aftosa na Grécia.".
Artigo 10.o
Os Estados-Membros alterarão as medidas que aplicam ao comércio para dar cumprimento à presente decisão. Do facto informarão imediatamente a Comissão.
Artigo 11.o
A presente decisão será reexaminada antes de 31 de Outubro de 2000.
Artigo 12.o
Os Estados-Membros são os destinatários da presente decisão.
Feito em Bruxelas, em 31 de Julho de 2000.

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